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4. A partir deste ponto de visualização, eles deveriam ser quase imperceptíveis, se os pés se apoiassem com seu eixo médio paralelo à linha de progressão da marcha. 5. Quanto mais eles se evidenciam, maior é o ângulo do passo. 6. Apesar de não ser uma forma de medir o ângulo, é um exame excelente para observar diferenças de ângulos de um e outro pé, até mesmo pequenas diferenças são facilmente visualizadas. 7. No exemplo das figuras 16A e 16B, o mesmo paciente é observado em dois diferentes momentos da marcha, e nota-se que em ambos o bordo externo do pé direito não é visível, já o do esquerdo é mais visível no momento B, menos no A, mas é sempre visível. Conclusão, o eixo médio do pé esquerdo está mais desviado para fora do que o do pé direito. O ângulo do passo (Figura 17) à esquerda deve ser maior que o ângulo do passo à direita.

Figura 16ª II.

Figura 16B

Como elaborar o diagnóstico 1. 2.

III.

Segundo Staheli, este ângulo varia de - 3o a + 20°. Segundo Lerat, este ângulo varia de - 10° a + 30°.

Comentários sobre o diagnóstico

Se houver necessidade de uma medida precisa, podem-se estender alguns metros de papel comprado em rolo no chão, fixá-lo com fita crepe, colorir o pé do paciente com tinta de pintura a dedo e pedir que ele ande alguns metros. Consideram-se as pegadas que se repetem algumas vezes com um ângulo semelhante (Figura 17). No início da deambulação, nesta situação de exame, o paciente pode hesitar e andar de forma não habitual.

Angela santos diagnóstico clinico postural  
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