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II. Como elaborar o diagnóstico 1. Ambos os côndilos internos precisam estar igualmente visíveis posteriormente. O centro da convexidade do côndilo deve estar apenas visível. 2. Se ambos os côndilos estiverem excessivamente visíveis, isto é, se o centro de cada convexidade estiver muito posteriorizado, eles se encontram em excessiva rotação interna. À força de aplicar esta avaliação, o terapeuta começará a habituar o olhar e perceber o que significa côndilos "apenas" visíveis ou "excessivamente" visíveis. 3. Se um dos côndilos estiver mais saliente para trás, isso quer dizer que se encontra em maior rotação interna do que o outro (Figura 11). 4. E o que a rotação interna dos côndilos femorais tem que ver com a rotação externa da tíbia? A rotação externa da tíbia é proporcional à rotação interna dos côndilos femorais. Assim, se ambos os côndilos internos estão excessivamente rodados para dentro, deduzimos então que ambas as tíbias estão excessivamente rodadas para fora. Se um côndilo interno está mais rodado internamente, a tíbia correspondente estará proporcionalmente mais rodada para fora do que a outra.

III.

Comentários sobre o diagnóstico

Para compensar a torção interna da diáfise femural, a diáfise da tíbia se torce externamente. Essas torções opostas ocorrem durante o desenvolvimento da criança, do útero à puberdade. Além disso, a tíbia roda externamente sob os côndilos femurais durante a extensão. Quando um indivíduo em pé gira internamente todo o membro inferior para colocar os pés paralelos, os côndilos femorais se tornam salientes para trás.

Angela santos diagnóstico clinico postural  
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