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1. Dificilmente se encontra essa condição ideal descrita como normal. 2. Se os côndilos se tocam e os maléolos não, o terapeuta anota a distância entre eles utilizando uma régua ou os próprios dedos. O joelho é considerado valgo (Figura 8). 3. Se os maléolos se tocam e os joelhos não, anota-se a distância entre eles utilizando-se uma régua ou os próprios dedos. O joelho é considerado varo (Figura 9). III. Comentários sobre o diagnóstico 1. Nos joelhos valgos, deve-se examinar se os côndilos não estão se empurrando. O dedo do terapeuta tem de passar com certa facilidade, sentindo as superfícies ósseas através das partes moles. 2. Nos joelhos varos, deve-se verificar se os maléolos internos não estão se apoiando entre si, o que falsearia a observação do calcâneo a ser feita a seguir. Nesse caso, os dois maléolos internos devem estar distantes 1 centímetro entre si, para que os calcâneos se posicionem de forma independente. 3. Na avaliação do que é normal, deve-se considerar a idade do paciente. Segundo Tachdijian, até dois anos os joelhos são varos. De dois a três, ou até quatro, tornam-se valgos. Entre quatro e dez realinham-se (Figura 10).

Evolução do ângulo tibiofemoral com a idade Figura 10 Rotação externa da tíbia I. Como realizar o exame 1. O paciente permanece em pé, mantendo os pés paralelos. 2. O terapeuta permanece em pé, atrás do paciente, a uma distância suficiente para observar a posição dos côndilos internos.

Angela santos diagnóstico clinico postural  
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