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evidenciando um distanciamento entre a cabeça e a cintura escapular (Figura 5). 3. Se o lóbulo da orelha se mostrar muito anteriorizado em relação ao acrômio, podemos estar perante as seguintes hipóteses: -

-

Figura 5

Uma hiperlordose cervical causada por retração dos músculos paravertebrais especialmente o semi-espinhal da cabeça (Figura 6). Nesse caso, quando o paciente se coloca em decúbito dorsal, terá dificuldade de se deitar sem apoio sob o occipital. Sente certo incomodo na região da garganta ou, em casos mais graves, a cabeça fica, em maior ou menor grau, "pendurada" no vazio. Uma vértebra cervical com a curva mais ou menos normal ou até mesmo tendendo a uma retificação, mas com importante retração de músculos escalenos com ponto fixo nas costelas, que traciona todo o segmento à frente e para baixo (Figura 7).

Figura 6

Figura 7

4. Se o lóbulo da orelha estiver alinhado com o acrômio, podemos estar diante das seguintes alternativas; - Uma curva cervical normal. Nesse caso, quando o paciente passar a decúbito dorsal, não terá dificuldade em apoiar o occipital no mesmo plano em que se apóia a coluna torácica; a linha submentoniana corresponde à linha perpendicular erguida a partir da superfície de apoio (Figura 8). - Uma coluna cervical retificada por causa da retração de músculos pré-vertebrais. Nesse caso, quando o paciente passar a decúbito dorsal, também não terá dificuldade em apoiar o occipital; porém, a linha submentoniana não ficará perpendicular á superfície de exame, nem estará nítida, visto que o queixo tende a "entrar", aproximando-se do esterno. Isso faz com que a curva cervical se reduza ou mesmo desapareça, quando se torna difícil até mesmo ao terapeuta passar os dedos sob as apófises espinhosas (Figura

Angela santos diagnóstico clinico postural  
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