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Se a ponta do nariz distanciar-se desta linha vertical e o rosto estiver rodado para o lado da inclinação, o problema é do bloco inferior da coluna cervical, entre C3 e C7 (Figura 2). Se a ponta do nariz estiver bem próxima desta linha e o rosto estiver rodado para o lado oposto à inclinação, o problema é do bloco superior da coluna cervical entre o occipital e a segunda vértebra cervical (Figura 3), ou muita tensão da porção superior do músculo trapézio. Nesse último caso, observaremos também uma elevação do ombro desse lado, com seus sinais característicos: clavícula mais oblíqua e mão correspondente mais cefálica. É como se a retração desse músculo tivesse agido sobre a cintura escapular a partir do occipital e, uma vez tendo atingido o máximo possível de elevação do ombro, passasse a agir a partir daí, puxando o occipital em lateroflexão e rotação para o lado oposto (Figura 4).

Figura 2

Figura 3

Figura 4

Alinhamento cervical no plano sagital I. Como realizar o exame 1. O paciente, em pé, mantém os pés na posição fisiológica. 2. O terapeuta permanece a uma distância confortável para observar a região cefalocervical de perfil. II.

Como elaborar o diagnóstico 1. A linha que passa pelo lóbulo da orelha e pela região média do acrômio deve ser vertical. Alinhamento cervical 2. O perfil da região posterior do pescoço, que corresponde às vértebras cervicais, deve ser nítido, levemente encurvado à frente,

Angela santos diagnóstico clinico postural  
Angela santos diagnóstico clinico postural  
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