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TRONCO Gibosidades I.

Como realizar o exame 1. 2. 3.

4.

5.

II.

O paciente em pé, diante de uma parede de cor uniforme, mantém os pés em posição de passo, a bacia equilibrada no plano frontal, com calço, se for necessário. O terapeuta posta-se atrás do paciente. O paciente inclina a cabeça, deixa cair os braços em direção ao chão e, devagar, movimenta-se para baixo, realizando uma lenta anteflexão do tronco, levando as mãos em direção aos pés até onde possível, mas sem forçar (Figuras 1 e 2). O terapeuta coloca os olhos no mesmo nível da vértebra que se está inclinando à frente. A cada movimento de descida do paciente, o terapeuta também baixa o olhar, vendo desfilar cada segmento do tronco delineado contra o fundo de cor uniforme. Dessa forma, assim que houver uma assimetria das regiões paravertebrais, o terapeuta consegue detectá-la de imediato e pode riscar um traço sobre a vértebra correspondente ao começo e ao final da assimetria, para determinar quais as vértebras correspondentes à gibosidade (Figura 3). O mesmo exame pode também ser realizado na posição sentada, com o fim de determinar se a gibosidade se atenua, desaparece ou se mantém.

Como elaborar o diagnóstico

A gibosidade corresponde a uma rotação vertebral. O corpo deslocase para um dos lados, o lado da rotação. Desse lado, a apófise transversa posterioriza-se. Na região dorsal, as apófises transversas posteriorizadas levam junto as costelas com as quais se articulam (Figura 4), na região lombar, e as apófises transversas empurram a massa comum muscular para trás (Figura 5). Em ambas as regiões, isso corresponde a um aumento de volume, a uma saliência unilateral, denominada gibosidade. Em casos avançados a gibosidade é visível em posição ortostática, mas, desde os primeiros graus de rotação, ela se evidencia em inclinação anterior do tronco, como já foi descrito.

Angela santos diagnóstico clinico postural  
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