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Equilíbrio horizontal pélvico I.

Como realizar o exame 1.

2. 3.

4.

O paciente em pé mantém os pés na posição de passo e os calcanhares rigorosamente alinhados. É claro que um pé não pode estar à frente do outro, o que provocaria o deslocamento anterior de um dos ossos ilíacos em relação ao outro. O terapeuta posta-se em frente ao paciente. O terapeuta apóia levemente a polpa de seus polegares contra as espinhas ilíacas ântero-superiores do paciente (Figura 1) e observa a posição de seus polegares de cima para baixo (Figura 2). Estes devem encontrar-se em uma mesma linha horizontal, situada em plano frontal ao paciente.

Em caso de dúvida: se o paciente for obeso, se a localização das espinhas estiver difícil ou se o desvio for mínimo, podemos confirmar o diagnóstico apoiando levemente os polegares sobre o osso sacro, na região de SI, à direita e à esquerda, próximo à articulação com o ilíaco, e observar de cima para baixo, verificando se os polegares mantêm o mesmo alinhamento constatado no exame realizado na frente (Figura 3).

Como elaborar o diagnóstico 1.

Se um dos polegares estiver mais posterior do que o outro, diremos que a pelve encontra-se desalinhada no plano horizontal, apresentando-se "em rotação" para esse lado.

Angela santos diagnóstico clinico postural  
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