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III.

Comentários sobre o diagnóstico

Por que a pelve deve estar alinhada para que se possam realizar os demais exames, na posição ortostática? Um membro inferior pode estar mais curto do que o outro por diferentes razões, a saber: Trauma, com perda de substância óssea: pequena diferença de crescimento, que no caso da criança pode-se recuperar; alterações estruturais, como diferença no ângulo de inclinação cervicodiafisário do fêmur no plano frontal e alterações posturais unilaterais como joelho varo, valgo, flexo ou hiperestendido.

Seja qual for a causa do desalinhamento, haverá uma compensação inevitável, ou seja, uma lateroflexão da coluna lombar contralateral ao lado mais curto, o que pode parecer uma escoliose, quando se observa o paciente em pé (Figura 3); quando este inclina a coluna à frente, o ilíaco do membro interior mais em um plano mais alto e a lombar homolateral a ele também, o que poderá diagnosticar-se como uma gibosidade (Figura 4). Se a pelve for adequadamente alinhada, ambos os sinais, a "escoliose" em pé e a "gibosidade" em inclinação anterior, desaparecem.

Essa lateroflexão da coluna lombar também pode chegar até a coluna dorsal, desequilibrando a cintura escapular e fazendo um dos ombros parecer mais alto. A lateroflexão da coluna lombar altera o perfil da cintura no plano frontal, o que pareceria sinalizar uma escoliose lombar ou translação do tronco, algo na realidade inexistente.

Angela santos diagnóstico clinico postural  
Angela santos diagnóstico clinico postural  
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