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Revista Fronteira Rural

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Sementes e herbicidas puxam alta de custos da próxima safra de soja

O pacote de insumos - que inclui fertilizantes, sementes e defensivos - está 8% a 10% mais caro para a safra 2013/14 de soja, que começará a ser plantada no quarto trimestre. De acordo com notícia divulgada pela agência Reuters, o preço mais alto de sementes e herbicidas têm puxado os custos dos produtores de grãos que já se preparam para plantar a próxima safra do país, disseram especialistas, apontando uma oferta mais apertada dos produtos. Por outro lado, os gastos com fertilizantes - que respondem pela maior fatia na tabela de custos dos produtores - ficaram praticamente estáveis este ano.

Consultorias estimam um plantio de mais de 29 milhões de hectares em 2013/14, crescimento de mais de 1 milhão de hectares ante a temporada anterior. Em relação aos herbicidas, o analista Victor Ikeda, do Cepea, explica houve uma alta nos preços devido a uma restrição na fabricação de glifosato, um dos químicos mais utilizados, na China. Em Mato Grosso, as sementes de soja e os herbicidas respondem por uma fatia de pouco mais de 11% dos custos com insumos, cada um. Fertilizantes são 50 por cento dos custos, segundo o Imea. O peso de cada item varia de acordo com cada região.

O pacote de insumos - que inclui fertilizantes, sementes e defensivos - está 8% a 10% mais caro para a safra 2013/14 de soja, que começará a ser plantada no quarto trimestre, segundo levantamento do Cepea, centro de pesquisas da Universidade de São Paulo. Para o milho, a elevação de custos é de 5%.

Dólar e fertilizantes

A estimativa do Cepea, que mede mensalmente os custos de produção no país, engloba os meses de março a junho, período em que os agricultores concentram as compras. Entre os itens com maior aumento para a soja, segundo o centro, estão os herbicidas - elevação de 30% a 40%, dependendo da região - e as sementes, com aumento de 15% a 20%.

A moeda norte-americana subiu mais de 10% ante o real em dois meses e a alta não será revertida no próximo ano, podendo acelerar ainda mais com a redução do estímulo à economia dos Estados Unidos, segundo pesquisa da Reuters publicada nesta quarta-feira.

Os agricultores de Mato Grosso, Estado com a maior colheita de soja no país, sentiram altas mais significativas, com valores de custos considerados recordes pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), ligado à federação de produtores.

As entregas de fertilizantes nos primeiros cinco meses do ano avançaram 3% ante igual período de 2012, segundo a Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), que reúne as empresas do setor.

O custo com o pacote de insumos aumentou 24,3%, em relação à safra passada. A maior alta foi observada nas sementes, quase 49%, segundo o Imea.

Boa parte dos fertilizantes utilizados no Brasil são importados.

A Informa Economics FNP, que elaborou estimativa de custos em maio - antes do maior impacto da alta do dólar -, estimou que os preços deste insumo recuaram de 1% a 5,4% ante a safra anterior, dependendo da região. “O produtor que fez as contas dele e já fez a aquisição de adubo, ele necessariamente fez uma grande operação. As traders de adubo começam a mudar as tabelas de preços de adubos. O adubo tende a ficar mais caro neste segundo semestre”, disse Aedson Pereira, analista da consultoria.

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Além da oferta mais apertada, os especialistas apontam o aumento da área destinada à oleaginosa como outro fator de alta dos preços.

O Cepea estima que cerca de 80% dos insumos para a próxima safra já foram adquiridos, o que permitiu a muitos produtores evitarem efeitos do real desvalorizado sobre os preços dos fertilizantes.

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Reuniao na Camara


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Almir Sater e Paula Fernandes estreiam campanha para incentivo de crédito rural

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Governo Federal por meio da Caixa Econômica convidou os astros da música sertaneja Almir Sater e Paula Fernandes para o  lançamento  do seu programa de crédito rural, que destinará R$ 3,5 bilhões para financiamento da safra 2013/2014, a campanha publicitária que começou a veicular na quinta-feira (01/8) em todo o país, informou o Movimento Country. A campanha tem duração de seis meses e conta, ainda, com filme de 30 segundos, jingle de rádio, anúncio para jornais e revistas, peças de mídia exterior e internet, destacou o Clube de Imprensa.

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Natural de Campo Grande, Almir Sater é responsável por levar a cultura de Mato Grosso do Sul e o Pantanal para todo o país através da música, principalmente, com grandes sucessos como “Chalana”, “Trem do Pantanal” e “Tocando em frente”. Cantora e compositora, Paula Fernandes, nasceu em Sete Lagoas, em Minas Gerais. Começou a cantar ainda criança, aos 10 anos, lançou o primeiro disco independente, “Paula Fernandes”. Nesta época, realizou shows em festas e em casas de espetáculos de sua cidade e arredores. Participou de programas de televisão e rádio para divulgar o trabalho. Em Sete Lagoas, Paula apresentou o programa de rádio “Criança Esperança” e a boa atuação a levou a participar de vários números autorais no programa “Paradão Sertanejo”, da TV Band Minas.

Com 12 anos de idade, Paula Fernandes mudou com a família para São Paulo e foi contratada por uma companhia de rodeios, com a qual trabalhou durante cinco anos, viajando por todo o Brasil como cantora da trupe, o que lhe rendeu bastante experiência de palco, repertório e vida artística. Na mesma época, inspirada no sucesso da novela “Ana Raio e Zé Trovão”, Paula lança seu segundo CD, “Ana Rayo”, com repertório que priorizava o cancioneiro popular de raiz.  Crédito Rural O programa da Caixa é dividido em financiamento de atividades agrícolas e custeio pecuário. Com o custeio agrícola, o produtor rural que se dedica às atividades agrícolas com fins econômicos pode adquirir insumos, como sementes e fertilizantes, realizar tratos culturais e fazer a colheita. Culturas financiáveis: algodão, amendoim, arroz, café, cana-de -açúcar, feijão, girassol, laranja, milho, soja, sorgo e trigo. Já o custeio pecuário destina-se a cobrir despesas normais dos ciclos produtivos, como: aquisição de vacinas, medicamentos, ração, suplementos e minerais. Atividades financiáveis: bovinocultura de leite e de corte, suinocultura, avicultura, caprino cultura e ovinocultura.

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Porto Murtinho

Integração Econômica

Prefeito estreita parceria na fronteira e visita comunidade menonita

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prefeito Heitor Miranda (PT), dando continuidade ao processo de integração e parcerias na fronteira, visitou o departamento de Boquerón e a cidade de Loma Plata, acompanhado pelo secretario municipal de governo André Luiz Matos e pelo exvice-prefeito Flávio Queiróz. Em Loma Plata, ele foi recepcionado pelo prefeito local Ernst Giesbreht, o deputado federal Cornelius Sawwatzky; o governador do departamento Edwin Pauls e dois representantes da Cooperativa Chortitzer, criada pela Colônia Menonita, o presidente Gustav

Sawatzky e o vice-presidente Wilfried Giesbrecht. Os Menonitas (ou Mennonitas) são membros de uma organização religiosa inspirada no movimento anabatista que surgiu na Europa no século XVI, na mesma época da Reforma Protestante. Tem o seu nome derivado do teólogo frísio Menno Simons. Segundo estimativas de 2009, há mais de 1,6 milhão de menonitas no mundo. Os dessa região do Paraguai chegaram há 77 anos e sua população é calculada em 20.000 pessoas. Seguem rígidas tradições e costumes e têm seu meio de subsistência baseado na agropecuária e atividades do campo. No domingo, 4, logo após a chegada, Heitor e seus acompanhantes foram recebidos com um jantar e tiveram a primeira agenda de trabalho, com uma reunião preparatória dos compromissos do dia seguinte. Na segunda-feira, 5, Heitor foi à Cooperativa Chortitzer debater integração econômica, cultural e turística com interlocutores de vários departamentos do país vizinho. Os menonitas produzem 400 mil litros de leite/ dia e produzem 80 itens para consumo interno e exportação, sempre visualizando novos mercados. Por isso, a presença de Heitor e seu empenho

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integracionista despertaram grande interesse. O intercâmbio pode ser mais intenso e abrangente, defendeu Heitor, se forem derrubadas algumas barreiras alfandegárias. “Isso facilitaria a venda dos produtos produzido na região. E eles importam do Brasil as embalagens longa vida produzidas em Campinas. Essa importação chega por Paranaguá, no Paraná. Porque não pode ser feita por aqui, em Porto Murtinho ou Carmelo Peralta?” - indagou Heitor. Os menonitas se queixaram das barreiras comerciais imposta pelo Brasil a produtos paraguaios que estão dentro do Mercosul. O prefeito assegurou que vai procurar o Ministério da Agricultura e a bancada federal em busca de solução. Os menonitas defendem o traçado para a carretera (rodovia) que liga os departamentos de Boqueron com o Alto Paraguai, por meio da Transchaco, a Carmelo Peralta. Chamam o traçado de “regiao da produção” e o apresentaram a Heitor. A rota inclui a região de Carmelo Peralta e regiões na área de influência do Rio Paraguay. Já está pronto o projeto para pavimentar a Carretera da Integração até Carmelo Peralta. O trecho, de 260 km, em período de inundações fica intransitável durante meses e prejudica o escoamento da produção. O projeto será entregue ao futuro presidente do Paraguai, Horácio Cartes. Após a posse, os menonitas acreditam que Cartes irá viabilizar os recursos necessário para agilizar a venda dos seus produtos no mercado mundial, usando o Rio Paraguay. Heitor convidou os menonitas para visitar Porto Murtinho e participar da Festa Internacional da Pesca, no início de setembro. Eles

se prontificaram a administrar palestras e expor seus produtos durante o evento, com a expectativa de demonstrar a possibilidade de abrir o mercado brasileiro. E elogiaram disposição e a humildade do prefeito murtinhense, que percorreu 260 km para buscar essa aproximação. Alguns menonitas e moradores de cidades próximas já conheciam Heitor desde 1999, quando se iniciou a pauta sobre a integração econômica e física entre essas regiões. O deputado federal Cornelius Sawwatzky disse que ao contrário da cidade onde moram no Paraguay, Porto Murtinho já tem praticamente tudo que é preciso para fazer o escoamento de seus produtos. “São as ligações intermodais para três direções, ao sul e ao norte, disponibilidade de energia elétrica, meios de comunicação e administradores que falam a nossa linguagem da integração. Isso para nós é muito gratificante, é estímulo receber alguém comprometido com o desenvolvimento regional através de uma integração de povos de cultura e costumes diferentes”.

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Moradores de Naviraí fisgam pintado de 60kg no rio Amambaí Após anos de tentativa, enfim os amigos José Gomes, seu filho Anthonny Gomes e o sargento de De Lima voltaram para casa após uma pescaria com um peixe. E não foi um “peixinho” qualquer, e sim o Pintado de 60kg.

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feito aconteceu na última segunda-feira (29) no rio Amambaí. Segundo o trio, o pintado chegou a incrível medida de 1,60cm.

Para alegria dos demais amigos, eles disseram que farão uma peixada e convidará os mais “chegados”. O rio Amambaí em Naviraí tem proporcionado vários momentos de alegria aos pescadores amadores da região. Vários casos como este foram registrado pela imprensa local mostrando os feitos inéditos de cada final de semana feliz dos amadores deste esporte.

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Fonte: Da Redação/Portal do MS

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Vendas de máquinas agrícolas pode ter o melhor ano da história ro semestre deste ano, eram de 3%. No fim de agosto de 2012, as taxas haviam sido reduzidas de 5,5% para 2,5% até o fim do ano passado. A revisão do desempenho do setor de máquinas agrícolas foi divulgada pela Anfavea nesta terça-feira. A entidade também revisou para cima a produção de máquinas agrícolas, de crescimento de 3,1% para 13,5% em 2013, para 95 mil unidades.

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Apenas as exportações de máquinas agrícolas foram revisadas para baixo. Havia expectativa inicial de estabilidade, mas a Anfavea agora prevê queda de 17,2% nos embarques este ano, para 14 mil unidades em relação às 16,9 mil embarcadas em 2012. “Será o melhor ano da história de máquinas agrícolas. Nem na década de 1970, tivemos um volume tão grande quanto estamos prevendo para este ano”, disse Luiz Moan Yabiku Junior, presidente da Anfavea.

As vendas externas no acumulado do ano recuaram 15,1% em volume ante janeiro a julho de 2012, para 8,369 mil unidades. Já a receita com os embarques subiu 10,3%, para US$ 2,019 bilhões.

De acordo com o Jornal Valor Econômico, o bom desempenho das safras agrícolas e os juros baixos do Programa de Sustentação do Investimento (PSI, do BNDES) aqueceram o mercado interno de máquinas agrícolas desde o segundo semestre do ano passado. Este ano, as vendas domésticas no atacado que eram estimadas pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) para crescer entre 4% e 5% sobre 2012, foram revisadas para aumentar 18,4%, totalizando 83 mil unidades ante as 69,4 mil comercializadas em 2012. Com isso, este deverá ser o melhor ano para o setor e superar inclusive o recorde histórico de 1976 — de 80 mil unidades vendidas.

Nos últimos doze meses, as vendas internas de máquinas agrícolas cresceram 24%. Para os próximos meses de 2013, é esperado um ritmo menor de expansão, diante da base positiva de comparação — o último trimesre de 2012 especialmente registrou grande crescimento de vendas internas diante da redução dos juros do PSI — e do aumento dos custos de produção agrícola e da pressão de baixa sobre os preços das commodities agrícolas, observa Milton Rego, vice-presidente da Anfavea.

Os juros do PSI atualmente são de 3,5% ao ano. No primei-

De janeiro a julho, as vendas internas de máquinas agrícolas no atacado somaram 48,746 mil unidades, alta de 28% sobre igual intervalo de 2012. A produção subiu 17,5%, para 57,929 mil unidades, na mesma base de comparação.

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Em Cascavel a vaca foi pro brejo Bombeiros foram chamados na tarde deste sábado para resgatar uma vaca que acabou caindo em uma fossa desativada, no Jardim Gramado. O fato aconteceu na marginal da BR-467. Moradores ajudaram a equipe, retirando o excesso de terra ao redor do animal.

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Segundo eles, a estrutura cedeu e a vaga foi ‘engolida’ pela fossa. Após algum tempo de trabalhos o animal foi retirado do buraco e entregue aos proprietários.

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Em 10 anos, agronegócio vai crescer 35% no Brasil

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lém da ampliação das lavouras e do crescimento da produção de grãos, é destaque o aumento da produção de carnes: bovina, suína e aves.

Boi gordo Segundo informações da Exame Abril, projeções do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento indicam perspectivas positivas para o agronegócio brasileiro nos próximos dez anos. Além da ampliação das lavouras e do crescimento da produção de grãos, é destaque o aumento da produção de carnes – bovina, suína e aves.

no período. De acordo com o estudo, o responsável pela expansão será o crescimento do consumo, sobretudo interno. Pelas previsões, em relação aos números deste ano, mais 9,3 milhões de toneladas de carnes serão produzidas no país em dez anos, com o total passando de 26,5 milhões de toneladas para 35,8 milhões de toneladas. Quanto ao consumo de carnes, o relatório projeta aumento de 3,6% ao ano, no período 2013 - 2023. As carnes fazem parte de uma cesta mais diversificada, que começa a se formar com o aumento de renda das populações, tanto da população mundial quanto da população local, disse o coordenador geral de Planejamento Estratégico do Ministério da Agricultura, José Garcia Gasques. “O produto está diretamente relacionado ao aumento da renda: se a renda aumenta, aumenta também o consumo de carne”, afirmou Gasques. O relatório do Ministério da Agricultura estima papel importante do mercado interno no aumento da produção de carnes. Pelo estudo, 58,8% da produção de frango serão destinados ao consumo interno no período avaliado. Do total de carne bovina produzida, 75% irão para o mercado interno. Quanto à carne suína, 82,3% serão destinados ao consumo local.

Segundo o relatório Projeções do Agronegócio - Brasil 2012/23 a 2022/23, lançado na quinta-feira dia (27), o setor deverá crescer 35%

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Soja transgênica está presente em 92% das lavouras A adoção do milho geneticamente modificado (GM) também deve crescer. Estima-se que a área total ocupada pelo cultivo seja de 12,9 milhões de hectares. Isso significa, considerando as safras de inverno e verão, uma taxa de adoção de 81,4%. Em relação a 2008-09, o primeiro ano em que a biotecnologia foi adotada para o milho, o aumento foi de 11,7 milhões de hectares. O algodão GM também registrou crescimento de 4,8% na área plantada.

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om essa marca, apontada por levantamento da consultoria Céleres, o cultivo de soja transgênica no País deve atingir níveis semelhantes aos da Argentina e dos Estados Unidos, onde a tecnologia está há mais tempo estabelecida.

O levantamento também destaca forte expansão (de 45%) na adoção de tratamentos combinados (resistência a insetos e tolerância a herbicidas) já disponíveis para soja, milho e algodão. A área de plantio total estimada é de 8,2 milhões de hectares, ou 20,4% da área total dos cultivos GM no Brasil.

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De acordo com o site Agrolink, as lavouras de soja transgênica devem cobrir 26,9 milhões de hectares na safra 2013-2014 (expansão de 8,9% sobre levantamento de abril de 2013), o equivalente a 92,4% da estimativa de área plantada para a oleaginosa no Brasil. 

De acordo com o relatório, a área total cultivada com variedades transgênicas deverá totalizar 40,3 milhões de hectares na safra que começa a ser plantada em outubro (crescimento de 7,3% frente ao plantio do ano anterior). Essa é a maior adoção desde o início dos cultivos GM no Brasil.

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Aviação agrícola espera faturar quase R$ 1 bilhão em 2013

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o aumento da produção também aumentou a demanda”, destaca Nelson Paim, presidente do Sindag. Cada aeronave, em média, tem custo avaliado em US$ 800 mil. Conforme Paim, o uso de aviões na pulverização das lavouras tem crescido a medida em que se fazem necessários os controles de pragas. “Há uma tendência de aumentar o uso tanto da pulverização agrícola quanto da terrestre. Mas esta pela terra tem limites de terrenos”, comenta Nelson Paim. Segundo o Sindag, a maior utilização das tradicionais ‘aranhas’ pulverizadoras via terra está para o uso de produtos como herbicidas, dissecação. Já os inseticidas são, em sua maioria, dispersados pelas aeronaves. Estima-se que em 2013 a aviação agrícola cresça em torno de 6%, puxado pelo incremento na venda das aeronaves. Feiras, congressos e dão um empurrão nos negócios. Mato Grosso tem a maior frota aérea do país, com 413 aeronaves - sendo 22% do total de 1.811 aviões brasileiros.

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etor de aviação agrícola brasileira estima faturar quase R$ 1 bilhão em 2013, segundo estima o Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag). O crescimento da produção de grãos no país promete dar um gás aos negócios. Somente na temporada 2012/13 o país produziu 10,9% a mais em grãos, fibras e oleaginosas, frente a 2011/12. Segundo explica o presidente do Sindicato Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag), Nelson Paim, há uma abertura ao setor e empresários querem ocupar brechas. De todas as aplicações de produtos (herbicidas, inseticidas, entre outros) nas lavouras, 15% eram feitos pelo uso de aviões. Agora passou a 24%. O setor também aposta na alta das vendas de aeronaves para o combate ao fogo. “Hoje a aviação agrícola pulveriza mais ou menos 75 milhões de hectares por ano em culturas como a soja, algodão, cana-de-açúcar e o milho. Há um mercado aquecido, pois

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Pé de mandioca alcança mais de 5 m e s u r p re e n d e m o ra d o r

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á 10 meses, o taxista Orandir Alves Moreira, de 59 anos, plantou no quintal de sua casa, em Marcelândia, a 712 km de Cuiabá, uma rama de mandioca ganhada de um amigo. A planta não só vingou como cresceu mais de cinco metros. Ele disse que nunca colocou nenhum tipo de adubo na planta. “Não sei como ela cresceu assim, só jogo uma ‘aguinha’”, contou. A novidade tem atraído a atenção dos moradores locais. Orandir afirmou que a planta chama a atenção de todos que visitam a casa dele. O amigo agricultor, Manuel Gonçalves, disse que nunca viu nada parecido. “Tenho pés de mandioca em minhas terras, de várias qualidades, mas igual a essa nunca tinha visto”, comentou. Orandir ganhou a planta de um amigo que a trouxe do Paraná. Ele disse que vai esperar mais uns 40 dias para colher as raízes que, assim como as ramas, vão ser distribuídas entre amigos e vizinhos. “Não vou prometer que a mandioca vai cozinhar, mas vai dar para fazer pelo menos bolo e farinha”, brincou. Ele calcula que as longas ramas vão render pelo menos 150 mudas.

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O engenheiro agrônomo Almir de Souza Ferro, especialista em cultivo da mandioca da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), explicou que normalmente as variedades da planta mais encontradas em mercados e consumidas pela população não crescem dessa maneira. Segundo o engenheiro, um crescimento anormal só seria justificável se a planta recebesse pouca luz, forçando o alongamento dos ramos para procurar os raios de sol. “É uma planta que responde a luminosidade, se não pega sol ela cresce mesmo”, disse. Para o engenheiro, a hipótese mais provável é de que a planta seja uma variedade típica do nordeste, que é caracterizada por crescer muito, ter o caule grosso e que pode ser considerada arbórea. Naquela região é comum cortar uma parte das raízes para o consumo, mas não arrancar a planta completamente do chão e mantê-la inteira, sem podar. Ele disse que já viu planta semelhante no estado, mas que isso é raro acontecer.

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Vem aí a laranja transgênica?

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epois de usar muito pesticida contra o inseto sem conseguir deter o contágio, produtores entraram em contato com estudiosos da Universidade da Flórida buscando alternativas transgênicas. Pois é, agora é a vez da laranja transgênica. Desesperados com os ataques de uma doença chamada greening, produtores da Flórida (EUA), Estado que é o segundo maior produtor mundial de suco de laranja, depois de usar muito pesticida contra o inseto sem conseguir deter o contágio, entraram em contato com estudiosos da Universidade da Flórida buscando alternativas transgênicas.

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Eles sabem que a transgenia incomoda muita gente, principalmente na Europa e, mais recentemente, nos EUA. Mas elas não tinham saída. Os laranjais estavam sendo dizimados.

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De acordo com o blog do tião (Globo Rural), um dos cientistas escolheu um gene de um vírus que destrói as bactérias conforme elas se replicam. Outro conseguiu alterar laranjeiras já adultas, ao vincular um gene a um vírus que pode ser enxertado na casca da laranjeira. Houve testes com genes de porco, de vegetais e até um sintético apareceu e se candidatou. Já na Universidade A&M, do Texas, um mestre enxertou nas laranjeiras um gene de espinafre que produz uma proteína que combate as bactérias invasoras. Em experiência numa estufa repleta de laranjeiras infectadas, as laranjeiras com o gene de espinafre sobreviveram durante mais de um ano e 300 delas foram plantadas para uma lavoura experimental. Os estudos continuam, são promissores, e a primeira laranja transgênica deve ser colhida em breve. As informações são do caderno do The New York Times encartado na no jornal Folha de S. Paulo desta terça-feira (13/8).

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UEMS incentiva produção da erva-mate no Assentamento Itamarati condições para que os assentados possam permanecer em sua propriedade de forma sustentável”. Vale ressaltar que o projeto terá ainda a participação de professores e alunos dos cursos de Administração e Ciências Contábeis da UEMS (Unidade Universitária de Ponta Porã), um Agrônomo da Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural do Estado de Mato Grosso do Sul – AGRAER e da prefeitura municipal de Ponta Porã. O Projeto foi contemplado com recursos financeiros na ordem de R$: 35.683,20. A vigência do projeto é de janeiro a dezembro de 2014. Legenda da foto: Divulgação Projeto deverá viabilizar 25 mil mudas de erva-mate para incentivar produção entre os assentados.

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m grupo de pequenos agricultores do Assentamento Itamarati, em Ponta Porã, será beneficiado por um projeto desenvolvido pela UEMS- Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul que visa incentivar a produção de erva-mate. O projeto, intitulado “Cultivo da Erva-mate como alternativa para o desenvolvimento rural sustentável no Assentamento Itamarati em Ponta Porã-MS”, é coordenado pelo professor Moises Centenaro.

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O projeto visa estimular o cultivo de erva-mate como uma alternativa de renda aos agricultores. Entre os objetivos, está a transmissão de técnicas de germinação, desenvolvimento de mudas, cuidados com o solo, implantação de erva-mate e assessoramento agronômico e de gestão da propriedade. “Queremos desenvolver 25 mil mudas que serão distribuídas a um grupo de 25 assentados para que possam iniciar sua atividade nesta cultura”, informa Moises. Segundo ele, os conhecimentos serão transmitidos através de palestras, acompanhamento prático e atendimento individualizado de acordo com as particularidades de cada assentado. O projeto visa também produzir mudas para que sejam utilizadas em implantação de reserva legal, pois se trata de uma planta nativa da região e o assentamento necessita aumentar suas reservas para se adequar à legislação ambiental. “O objetivo é transmitir conhecimentos práticos para que os assentados após a implantação deste projeto tenham experiência técnica para produzirem suas próprias mudas e ampliar a área de cultivo, utilizando as técnicas agronômicas e de gestão para que a propriedade seja eficiente gerando

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São Gabriel do Oeste (MS) figura entre os 10 melhores IDRs do país

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studo encomendado pela Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária - CNA, aponta o Índice de Desenvolvimento Rural (IDR) do país. Redação De acordo com o jornal Valor Econômico, criados ou fortalecidos pelo intenso fluxo migratório de produtores do Sul, na segunda metade do século passado, municípios da região Centro Oeste que se tornaram importantes pólos agrícolas nas últimas décadas apresentam também os maiores índices de desenvolvimento rural do país, é o que aponta um estudo realizado pela FGV, encomendado pela CNA.

beçada pela cidade de Chapadão do Céu, em Goiás, na divisa com Mato Grosso do Sul. O município de São Gabriel do Oeste, em Mato Grosso do Sul, aparece em quarto lugar, seguido pelos municípios de Nova Mutum (MT), Uberaba (MG), Campo Novo do Parecis (MT), Lucas do Rio Verde (MT) e Telêmaco Borba (PR).

De acordo com o estudo, oito municípios do Centro Oeste despontam entre os dez melhores índices de desenvolvimento do país. A lista é enca-

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Carne no envelope tem gostinho de churrasco No forno sultados. Quem quiser pode testar antes e compartilhar com a gente. A costela

Ingredientes - 2 quilos de costela bovina – escolha um pedaço robusto, mas com pouca gordura - 1 envelope pardo grande - azeite de oliva (não precisa ser o extravirgem) - Tempero a gosto (sal, tempero pronto, alho e cerveja) - 1 assadeira grande (pode ser do tipo descartável)

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uem mora em apartamento quase sempre sonha em ter um cantinho para fazer seu próprio churrasco, principalmente nos prédios mais antigos, nos quais as sacadas ainda não eram destinadas ao lazer dos moradores. Numa tentativa, quase sempre frustrada de ter ao menos uma pequena churrasqueira, a sacada e até a área de serviço acabam abrigando modelos portáteis que nem sempre são apropriados às áreas internas. Além de caras, muitas não cumprem o prometido, espalhando fumaça pelo apartamento. Navegando pela web para descolar novidades culinárias para os leitores do Bonde, descobriu uma dica inusitada no blog O Mundo é uma Assadeira: uma receita de carne assada no forno que fica com aquele gostinho especial de churrasco. A grande ‘sacada’ da receita é a forma de assar a costela, que passa longe dos convencionais papel alumínio ou celofane. A alternativa aqui é usar um envelope de papel pardo. Isso mesmo, um envelope, daqueles grandes usados em escritórios para arquivar documentos ou enviar correspondências.

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Segundo o pessoal do blog, que testou a receita, trata-se de um meio barato, sem possibilidade de erro ou decepção, e livre da inconveniente fumaça. Confira abaixo a receita. É facil e, ao que tudo indica, muito saborosa. Nos próximos dias vou testar pessoalmente a receita. Depois repasso os re-

Modo de Preparo Preaqueça o forno em temperatura alta. Corte a carne em 2

pedaços e tempere com sal. Coloque o envelope sobre a assadeira e passe azeite de oliva nas duas faces (nas faces externas, apenas). O envelope deve ficar encharcado de azeite, que prenetará no interior do envelope. Arrume os pedaços de costela dentro do envelope. Feche a aba do envelope e grampeie, como se estivesse preparando uma encomenda. Coloque o envelope em uma forma e leve ao forno por 2 horas. Desembale a costela cortando o envelope com cuidado para não se queimar com o vapor. Caso prefira a carne mais tostada, deixe no forno por mais alguns minutos. Sirva com farofa, salada, e pão de alho caseiro.

Dicas Vale a pena colocar a carne no tempero horas antes ou até na

noite de véspera para ficar bem temperada. O envelope deve ser bem fechado com grampos (de grampeador). Jamais use outra maneira para fechá-lo, como durex por exemplo! No forno, o envelope infla (como saco de pipoca de micro-ondas). Bonde

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Aumento do preço do boi gordo em três estados brasileiros

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nálise da Scot Consultoria confirma aumento em São Paulo, em Goiânia-GO e em Campo Grande-MS subiram 2,5%, 2,2% e 5,3%.

De acordo com o consultor Douglas Coelho a referência para o animal terminado em Barretos-SP fechou em R$103,00/@, à vista, e R$104,50/@, a prazo. As programações de abates estão curtas e atendem, em média, entre dois e três dias no estado. No atacado com osso, a redução dos abates implicou em estoques mais enxutos de carne. A movimentação típica de início de mês associada ao feriado paulista gerou valorizações. O boi casado de animais terminados, que está cotado em R$6,52/ kg, subiu 2,0% no acumulado de julho.

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desenvolve sistema irrigação com sensor

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Embrapa desenvolve sensor para irrigação. Tecnologia de baixo custo criada por pesquisadores brasileiros pode ajudar produtor a ser mais eficiente e economizar até 40% na irrigação. Redação De acordo com as informações do site Sou Agro, uma nova tecnologia desenvolvida por pesquisadores brasileiros responderá perguntas recorrentes de produtores rurais sobre quando irrigar e o volume de água a ser utilizada. Os estudos ajudarão o consumidor a controlar o uso dos recursos hídricos em tempo de escassez. O sensor batizado por tensiômetro de diedro mede a força com que a água é retida no solo e indica o momento certo da irrigação. O equipamento não requer manutenção de funcionamento e poder ser utilizado no campo, em laboratório e em jardinagem. De acordo com o pesquisador da Embrapa Instrumentação, Adonai Calbo, responsável pela criação do sensor, ao irrigar as plantas de forma adequada o produtor rural pode ter uma economia de até 40% no consumo. “Cada tipo de planta exige uma quantidade de água. Atualmente, o produtor vai muito pelo instinto, mas água em excesso pode levar à falta de oxigênio na raiz da planta e ainda causar doenças. Quando é irrigado em menor quantidade, a água pode ficar retida fortemente no solo, inibir o crescimento e reduzir a produtividade”, diz Calbo. O equipamento também tem uso doméstico ao medir a necessidade de água em vasos de plantas. Dessa forma, o tensiômetro impedirá o excesso de irrigação, evitando

que ocorra no ambiente a proliferação de mosquitos da dengue. O sensor já foi patenteado e despertou o interesse da indústria agrícola. O produto está em fase de desenvolvimento para ser comercializado até o final do ano. Segundo o empresário Luis Fernando Porto, parceiro nesta tecnologia com a Embrapa, o equipamento será vendido por até R$ 15. “A empresa licenciou a patente por ser um produto que não existe no mercado brasileiro nem no mercado mundial. É uma inovação tecnológica. O produto não precisa de pilha, só colocar em cima do solo que terá a leitura do quanto a água está retida no solo. O produtor utilizando esse sensor vai saber exatamente qual o momento de irrigar, quando aquele solo está precisando de água”, explicou Luis Fernando. Uma empresa internacional também tem contrato de transferência de patente do sensor. A vantagem do controle de irrigação independe do clima da região em que será utilizado. Ele regula tanto o excesso, em tempos de chuva, quanto a falta, em época de estiagem. “É uma ferramenta de baixo custo e pode entrar na cultura do agricultor que não tem o hábito de controlar a quantidade de água na irrigação”, ressaltou o empresário. Segundo ele, o equipamento é adequado de acordo com o tipo de solo e da planta cultivada.

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