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ANO 1 - N0 03 - agosto 2013

Distribuição gratuita

Para quem pilota legal

Dicas: você mais seguro na cidade e na estrada

Distribuição gratuita nas principais moto-escolas de São Paulo (SP) e Fortaleza (CE)

Honda CG,

A mais vendida do Brasil muda para 2014

resultado: Ganhadores dos capacetes No Risk

Conheça as concorrentes:

Yamaha Factor - Suzuki GSR 150i - Dafra Riva 150


Como exercer a liberdade de ir e vir?

O Na SUZUKI é você quem escolhe como utilizar o seu BÔNUS *Entrada do financiamento *Emplacamento total *Parte do seguro da motocicleta *Acessórios.

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Condições válidas exclusivamente para as motocicletas JTA/SUZUKI, modelos: GSR150i ano/modelo 12/13, com bônus de R$1000,00 (hum mil reais), GSR125 ano/modelo 12/13 com bônus de R$1.000,00 (hum mil reais) e GSR125S ano/modelo 12/13 com bônus de R$1.000,00 (hum mil reais), que adquiridas à vista (por cheque ou dinheiro) ou através de financiamento (exceto por cartão de crédito). O bônus anunciado deverá ser utilizado, necessariamente, para (i) pagamento de parte da documentação do bem ou de eventual seguro que o adquirente venha a contratar para o bem, (ii) para aquisição de acessórios junto à concessionária vendedora da motocicleta, (iii) como entrada de eventual financiamento adquirido pelo consumidor para aquisição do bem ou (iv) como desconto sobre o valor final do bem para o caso de aquisição à vista. Não haverá, em hipótese alguma, entrega do valor correspondente ao bônus em espécie. Caso o consumidor opte por não utilizar o bônus concedido em nenhuma das opções acima, entender-se-á que houve desistência do seu recebimento. Frete Não Incluso. Frete Mínimo de R$ 150,00 e Máximo de R$500,00, variável de acordo com o modelo da motocicleta e o Estado da Federação. Obrigatório o preenchimento do Termo de Adesão à Promoção e emplacamento da motocicleta. Promoção válida de 17/06/13 até 30/08/13 ou término do estoque de 150 unidades de cada modelo de motocicleta anunciada, prevalecendo o que ocorrer primeiro. Para maiores informações consulte www.suzukimotos.com.br.

Way of Life!

J TOLEDO SUZUKI MOTOS DO BRASIL

artigo 5º da Constituição Federal trata do direito de ir e vir de todos os cidadãos brasileiros. Mas, como chegar facilmente a qualquer lugar com carros e mais carros entupindo as principais vias? Quem mora na periferia, principalmente, sofre para chegar ao trabalho do outro lado da cidade, já que o transporte público vive na UTI. Desta forma, a motocicleta vem ganhando espaço na busca pela mobilidade urbana. Hoje, nós motociclistas, formamos uma massa de 20 milhões circulando pelo País. Isso sem falar nos ciclomotores que não são emplacados, principalmente nas regiões Norte e Nordeste do País. Mas, aqui no Brasil, ter uma moto não é tão simples. Além de restringir seu uso em determinadas vias com o discurso de reduzir acidentes, o País dificulta a liberação de crédito para a compra da moto, contrariando países como Alemanha, Itália e Espanha, por exemplo, que estimulam o uso das motocicletas. Há várias formas para se adquirir uma moto: à vista, financiada ou por meio do consórcio, que em momentos de crise é um grande alia-

Diretores Aldo Tizzani Coppedé aldo@infomoto.com.br Arthur H. Caldeira arthur@infomoto.com.br Redação Cicero Lima cicero@infomoto.com.br

do dos fabricantes. Hoje, as principais marcas oferecem modelos por esse meio, com parcelas que cabem no bolso de qualquer mortal: entre R$ 85 e R$ 105. Com isso, o sonho de abandonar o itinerário da dupla ônibus-metrô está com os dias contados. Para os iniciantes que querem fugir do ônibus lotado ou trocar as quatro pelas duas rodas para fazer o trajeto casa-trabalho, aconselha-se uma moto de baixa capacidade cúbica ou até um scooter com até 150cc. Além de serem fáceis de pilotar, as pequenas são econômicas e driblam o trânsito urbano com desenvoltura. Na terceira edição do MotoJornal, apresentamos quatro pequenas notáveis do segmento street de baixa cilindrada: Honda CG 2014, Yamaha Factor 2014, Suzuki GSR 150i e Dafra Riva 150. Com certeza uma delas irá agradálo pelo visual e também pelo preço sugerido. Além disso, trazemos sugestões para tornar o trânsito mais harmonioso e menos violento.

Reportagem Carlos Bazela e Roberto Brandão Filho Publicidade e marketing Aldo Tizzani Coppedé aldo@infomoto.com.br (11) 2574-6737 Tiragem desta edição 10.000 exemplares

Projeto Gráfico Felipe Lamas

Jornalista responsável Aldo Tizzani Coppedé – MTB 23.914-SP

Arte Marco A. Ponzio

Assessoria Jurídica Márcio Luiz Henriques

Fotografia Doni Castilho e Mario Villaescusa

Gráfica e acabamento Meltingcolor

www.motojornal.com.br

Boa leitura! Aldo Tizzani

MotoJornal é uma publicação mensal da Infomotor Comunicação Integrada LTDA destinada aos motociclistas recém habilitados. Distribuída gratuitamente nos principais CFC (Centro de Formação de Condutores) de São Paulo e Fortaleza. É expressamente proibida a reprodução de reportagens, matérias e artigos publicados nesta edição. As matérias assinadas são de responsabilidade de seus autores e não representam, necessariamente, a opinião e os interesses da revista MotoJornal. Infomotor Comunicação Integrada Ltda Central Offices Paulista – Rua Maestro Cardim, 560, cj. 141 Paraiso – são Paulo (SP) - 01323-000 Apoio


Que outra empresa alteraria todo o sistema de pintura de seus carros e motos para reduzir a emissão de poluentes e manteria quase mil hectares de reservas ambientais pelo Brasil? Ou pesquisaria tanto para criar a primeira moto flex do mundo ou o primeiro carro movido a hidrogênio?

O compromisso da Honda com o bem estar das pessoas vai além dos produtos. E se manifesta de várias maneiras pelo mundo, seja em programas de educação no trânsito, no apoio a crianças com câncer, na distribuição de ingressos de cinema para comunidades carentes ou no desenvolvimento de robôs que auxiliam pessoas com dificuldade de locomoção. É assim, acreditando na força dos sonhos, que a Honda exerce seu papel transformador na sociedade. Honda. Transportando você para um mundo melhor.

Respeite os limites de velocidade.

Para a Honda, responsabilidade socioambiental não é um modismo. É filosofia.


nça Segura

Texto: Agência INFOMOTO – Fotos: Agência INFOMOTO e Divulgação

A Década Mundial de Ação pela Segurança no Trânsito (2011 a 2020) tem como missão principal diminuir os acidentes envolvendo motoristas, motociclistas, ciclistas e transeuntes. Segundo a pesquisa feita pela Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), só em 2011 o Brasil teve 155 mil acidentes de carro e de moto, o que demandou um investimento de mais de R$ 200 milhões do Sistema Único de Saúde (SUS). Mas, como acabar com essa "guerra urbana"? Além de atividades propostas pelos governos, como seminários de educação de trânsito, Moto Check-up e aulas de mecânica básica, acreditamos que dicas práticas são sempre bem vindas. Confira, então, algumas sugestões para tornar o trânsito mais harmonioso e menos violento.

REDUZA A VELOCIDADE Diminuir a velocidade é um fator essencial na prevenção de acidentes. Depois de o farol abrir, por exemplo, o piloto precisa esperar um pouco antes de partir. Muitos pedestres desrespeitam o sinal e a faixa, por isso, conte até três e só depois acelere. Esta ação pode diminuir o risco de um atropelamento e outros acidentes . PILOTE SEMPRE EQUIPADO Utilize capacete no tamanho adequado e com faixas reflexivas. Não se esqueça de vestir luvas, um calçado fechado acima dos tornozelos, uma calça de cordura ou jeans e a jaqueta. CURVAS Reduza a velocidade antes de contornar a curva e a mantenha constante durante a inclinação da moto. Após a curva, retome a aceleração aos poucos para que ela volte à posição “reta”. Procure sempre ficar ligado no final da curva e evite frear com a moto inclinada.

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AGO/2013

Veja algumas dicas para pilotos de todos os níveis e ajude a diminuir o número de acidentes no trânsito

Respeite a sinalização de trânsito

Prudência e muita atenção

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FRENAGEM Durante a frenagem, o piloto precisa frear de forma simultânea e progressiva os dois freios, pressionar as pernas no tanque para manter o peso na roda traseira, pois boa parte da massa total (piloto/motocicleta) se desloca para frente. Fique esperto para não usar bruscamente os freios a ponto de travar as rodas e perder o equilíbrio da moto. Vale lembrar que os pneus devem sempre estar calibrados de acordo com a fabricante e em bom estado de conservação.

CONDIÇÕES DO PISO Fique atento aos pisos irregulares e com baixa aderência. Sempre que se deparar com essas condições evite acelerar ou frear bruscamente e mantenha a aceleração constante. Tome cuidado também com mudanças abruptas de direção. Se o piso não permite boa aderência, podem acontecer situações de desequilíbrio ou derrapagem. Na chuva, redobre sua atenção. Além do capacete reduzir sua visibilidade, a pista se torna mais escorregadia.

PIPDE Procurar: Fique atento a todas as informações que possam sinalizar situações perigosas. Identificar: Se estiver atento e concentrado na pilotagem, com certeza irá identificar os perigos potenciais. Prever: Após identificar os perigos, preveja o que poderá acontecer. Decidir: Essa antecipação às adversidades permite tomar decisões mais precisas. Executar: Após essa sequência de raciocínio, execute sua decisão com rapidez, firmeza e perícia.

COM GARUPA (ou bagagem/carga) Para transportar garupa, ajuste a suspensão (caso seja possível) e a calibragem do pneu, peça para a garupa sentar próximo ao piloto, agarrar na cintura e pressionar as pernas junto ao seu quadril ou segurar nas alças laterais, mas sempre mantendo o corpo grudado no piloto.

CRUZAMENTO Sempre que se aproximar de um cruzamento, reduza a velocidade. Mesmo estando na preferencial. Olhe para os lados e utilize o retrovisor para olhar para trás por cima dos ombros. Evite a conversão à esquerda e opte por um retorno, é mais seguro.

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ADVERSIDADES Pneu furado: Se isso acontecer, segure o guidão com firmeza, pilote suavemente e vá diminuindo a aceleração. Evite reduzir marchas e frear bruscamente. Diminua a velocidade e saia da rua/estrada. Se tiver que frear, use o do pneu que não está furado.

A Assodafra parabeniza a Dafra por mais este lançamento, na qual a rede de concessionárias deposita grande confiança na companhia e também no novo produto.

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Quase tudo novo na família CG 2014

Desenho renovado e quadro mais leve modernizam a campeã de vendas da Honda, que mantém motorização 125cc a gasolina e 150cc flex Texto: Agência INFOMOTO /Fotos: Agência INFOMOTO/Divulgação

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otocicleta mais vendida do Brasil, a Honda CG recebeu diversas alterações em seu modelo 2014. O design é novo desde o conjunto óptico, passando pelas carenagens laterais no tanque de combustível até chegar à lanterna traseira. Seu quadro ficou mais leve, a posição de pilotagem mudou e a espuma do banco também. O modelo recebeu ainda painel digital em todas as suas versões. Entretanto, as opções de motores mantiveram-se as mesmas: monocilíndrico de 125cc a gasolina alimentado por carburador; ou de 150cc bicombustível com injeção eletrônica. Em sua oitava geração desde que foi lan10

çada no ano de 1976, a linha CG continuará dividida em três famílias: CG 125 Fan; CG 150 Fan e CG 150 Titan. Apesar da motorização diferenciada, agora todas têm o mesmo conjunto óptico. Porém, com diferenças em detalhes de acabamento e grafismos. O farol em formato poligonal – muito parecido com o usado na CB 300R – traz uma pequena cobertura e uma novidade embutida: painel completamente digital em todas as versões. Já o tanque ganhou pequenas carenagens (exceto na versão KS, a mais básica). A tampa lateral mudou e a rabeta tem novo formato com lanterna traseira que imita LEDs.

O freio a disco é de série nas versões de 150cc, opcional na de 125cc e todas as motos agora têm painel digital

Quadro, suspensão e freios revisados O quadro, redesenhado, têm novos materiais em sua estrutura e perdeu 3,8 kg em relação ao modelo anterior. A geometria da coluna de direção também foi levemente alterada para dar mais agilidade nas mudanças de direção e a posição de pilotagem mudou. As versões de 150cc agora trazem amortecedores com 5 mm a mais de curso. A suspensão passa a contar então com garfo telescópico convencional de 135 mm de curso na dianteira; e sistema bichoque com 106 mm de curso na traseira. O freio a disco na roda dianteira foi dotado

de um novo flexível, que expande, e promete assustar menos os pilotos inexperientes. Outra boa notícia é que a peça está disponível agora também na linha 125cc como opcional e passou a ser de série em todas as versões de 150cc. Na roda traseira, as motos contam com o tradicional sistema de freio a tambor de 130 mm de diâmetro. 11


FICHA TÉCNICA Honda CG 125 Fan u Motor OHC, monocilíndrico, quatro tempos, arrefecido a ar u Capacidade cúbica 124,7 cm³ u Potência máxima 11,6 cv a 8.250 rpm u Torque máximo 1,06 kgf.m a 6.000 rpm u Câmbio de cinco marchas u Transmissão final por corrente u Alimentação Carburador u Partida Elétrica (a pedal na versão KS) C x L x A 1.980 x 737 x 1.062 mm u Peso a seco 106 kg (106 kg a KS) u Tanque de combustível 15,4 litros Honda CG 150 Fan u Motor OHC, monocilíndrico, quatro tempos, arrefecido a ar u Capacidade cúbica 149,2 cm³ u Potência máxima 14,2 cv a 8.500 rpm (14,3 cv com etanol) u Torque máximo 1,32 kgf.m a 6.500 rpm (1,45 kgf.m com etanol) u Câmbio de cinco marchas u Transmissão final por corrente u Alimentação Injeção eletrônica u Partida Elétrica C x L x A 1.996 x 739 x 1.086 mm u Peso a seco 115 kg u Tanque de combustível 16,1 litros Honda CG 150 Titan u Motor OHC, monocilíndrico, quatro tempos, arrefecido a ar u Capacidade cúbica 149,2 cm³ u Potência máxima 14,2 cv a 8.500 rpm (14,3 cv com etanol) u Torque máximo 1,32 kgf.m a 6.500 rpm (1,45 kgf.m com etanol) u Câmbio de cinco marchas u Transmissão final por corrente u Alimentação Injeção eletrônica u Partida Elétrica C x L x A 1.996 x 739 x 1.086 mm u Peso a seco 115 kg (116 kg na versão EX) u Tanque de combustível 16,1 litros

Mercado A Linha CG 2014 estará à disposição na rede de concessionárias Honda a partir da segunda quinzena de agosto para a linha 150 e segunda metade de setembro nos] caso da família 125. Nas cores preto, vermelho e amarelo, a CG 125 Fan tem preço público sugerido de R$ 5.490 (KS), R$ 6.100 (ES) e R$ 6.250 (ESD). Já o modelo CG 150 Fan, disponível nas cores preto, vermelho e azul, será comercializado por R$ 6.750 (somente na versão ESDi). Nas cores vermelho, preto e branco, a CG 150 Titan chega ao mercado por R$ 7.320 (ESD) e R$ 7.830 (EX). Os valores têm como base o Estado de São Paulo e não incluem despesas com frete e seguro. Primeiras impressões Logo ao montar na CG,o que se nota (em todas as versões) é a mudança na posição de pilotagem. As pernas vão mais bem encaixadas ao tanque e o banco é, de fato, mais macio. O painel digital oferece boa visualização – na Fan 125 traz apenas velocímetro e hodômetros; a Fan 150 conta com mostrador de combustível, luz de injeção eletrônica e a luz do sistema Flex, agora chamado de Flex One; já na linha Titan, a cor da luz do painel é azul e, além das informações citadas, traz ainda um relógio. Na prática, a Fan 125 não mudou muito:

apenas parece mais ágil e leve e função do novo quadro. Já na linha de 150cc – Fan 150 e Titan 150 – os novos amortecedores com mais curso absorvem melhor as imperfeições do piso e também aumentaram a estabilidade em curvas de alta velocidade. A mudança no freio a disco também pode ser notada. Ao acionar o manete do freio dianteiro, o sistema demora

um pouco mais a atuar, dando a impressão de ser um pouco mais “borrachudo”. Mas, não há grande diferença de funcionamento. Os pneus Pirelli City Dragon são outra novidade. As medidas são as mesmas (80/100 – 18 na frente e 90/90 – 18 atrás), mas o desenho e o composto são novos para transmitir mais segurança, mesmo em pisos molhados.

Resultado da promoção:

"COMO A MOTO VAI MELHORAR minha VIDA?" Conheça as frases escolhidas e seus ganhadores. Além do aluno o instrutor também ganhará um capacete NoRisk.

“Ser feliz é ser livre e ser livre é ter uma moto”. Autor: Samuel Alves de Freitas Cidade: Fortaleza (CE) Auto-Escola: Alfa Instrutor: José Pinheiro

A lanterna traseira tem lente que imita LEDs 12

A versão KS da CG 125 Fan conservou os freios a tambor, partida a pedal e o escape está mais curto

“Maior mobilidade, fugir do trânsito e mais pontualidade em meus compromissos.” Autor: Thiago Gomes Prestes Cidade: Jandira (SP) Auto-Escola: Caminho Certo Instrutor: João

Os ganhadores serão contatados pela equipe da revista MotoJornal e receberão os capacetes em seus endereços. 13


Ideal para novatos, a Factor K1 custa R$ 5.390 A versão de entrada da moto mais vendida pela Yamaha tem no preço e na economia de combustível seus principais atrativos

Texto: Agência INFOMOTO – Fotos: Doni Castilho/Agência INFOMOTO

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ensando em oferecer uma opção mais em conta para quem está entrando no mundo das duas rodas, a Yamaha colocou a disposição do consumidor brasileiro ua Factor 125 YBR K1. Voltada para aqueles que utilizam o veículo como meio de transporte e, muitas vezes, como instrumento de trabalho, a K1 da Factor Segunda Geração 2014 tem preço pú-

Velocímetro com fundo branco, motor de 10 cv de potência e protetor de escape 14

blico sugerido de R$ 5.390. Valor que significa uma redução de R$ 500 se comparada à versão de entrada da Factor “primeira geração”. Com os R$ 500,00 economizados, o cliente pode regularizar e emplacar sua nova motocicleta. A fim de atrair ainda mais os consumidores, principalmente os motociclistas iniciantes, a Yamaha anunciou um plano de manutenção com

preço fixo para a nova geração da Factor. Segundo a fabricante, as sete primeiras revisões, de 1.000, 3.000, 6.000, 9.000, 12.000, 15.000 e 18.000 quilômetros, feitas nas revendas, terão preços entre R$ 21 e R$ 157. Nesta rejuvenescida, a moto sofreu apenas pequenas alterações estéticas. A tampa lateral ganhou a inscrição “Yamaha” e o nome “Factor” migrou para as aletas do tanque de combustível. A sigla “YBR” não é mais encontrada no modelo 2014. A parte traseira ficou com um design mais esguio e o paralama dianteiro ganhou novo desenho, ficando mais longo e protegendo uma área maior do pneu. O painel de instrumentos também foi renovado, ganhando mostrador com fundo branco, o que melhorou a visualização. O sistema de escapamento foi reformulado. Mais estreito, recebeu novo protetor térmico com cortes maiores em sua estrutura para uma melhor dissipação do calor. Motor, suspensão e freios Equipada com um motor monocilíndrico de 124 cm³, com comando único no cabeçote (SOHC), arrefecimento a ar e alimentação por carburador, a Factor Segunda Geração 2014 gera 10,2 cv a 7.800 rpm de potência e torque de 1,0 kgf.m a 6.000 rpm. Os números são mais que suficientes para empurrar

seus 117 kg em ordem de marcha, mesmo em aclives. Em nosso teste, o modelo mostrou-se muito econômico. Depois de mais de 200 km rodados, o consumo médio foi de 31,3 km/l. Portanto, seu tanque de 13 litros tem uma autonomia próxima de 400 km. Pensando ainda na economia, a Factor K1 vem equipada com freios a tambor na dianteira e traseira, de 130 mm de diâmetro. Assim, desde a produção até a manutenção, o custo fica mais baixo, tanto para fabricante quanto para usuário. Mas, mesmo assim, oferece um bom poder de frenagem. Com suas características simples, a nova Factor Segunda Geração 2014 versão K1 oferece garfo telescópico dianteiro com curso de 120 mm e balança com duplo amortecedor traseiro. Apesar de simples, as suspensões são capazes de absorver a maioria dos impactos. Já seu quadro tipo Diamond em aço, oferece uma boa rigidez e garante ótima maneabilidade, principalmente nas “costuradas” no trânsito pesado. Bom para o bolso Em 2012, a Factor foi a sexta motocicleta mais vendida do Brasil, emplacando 82.194 unidades. A chegada da versão de entrada K1 por um preço mais em conta e o plano de sete revisões com custo fixo podem ser fatores decisivos para que a Factor Segunda Geração 2014 abocanhe ainda mais mercado. Além da versão K1, disponível apenas nas cores preto ou vermelho com preto, outras três estão no “line up” da Yamaha: a K (partida a pedal, freios a tambor e marcador de combustível), a E (partida elétrica, freios a tambor e marcador de combustível) e ED (partida elétrica, rodas de liga-leve, freios a disco e marcador de combustível) por R$ 5.690 R$ 6.120 e R$ 6.490, respectivamente. 15


Ágil e econômica, Suzuki GSR150i faz 40 km/l Street da marca japonesa é boa alternativa ao transporte público, tem injeção eletrônica e sai por R$ 6.829,00

Texto: Agência INFOMOTO Fotos: Doni Castilho/Agência INFOMOTO

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uase 90% do mercado de motos no Brasil é composto por modelos de até 150cc. Com a GSR150i, a Suzuki deseja “abocanhar” uma fatia importante deste mercado: quem depende do transporte público. Completa, a GSR150i chegou com novo motor de 150 cm³ equipado com injeção eletrônica de combustível. A moto também traz eixo balanceador, que minimiza a vibração e o ruído do conjunto motriz, além de suspensão com amortecedor traseiro pressurizado a gás, o que aumenta o conforto do piloto, já que a moto não chega ao fim do curso quando passa por um buraco. Esta “Suzukinha” traz outros diferenciais: suporte do bagageiro em alumínio, freio dianteiro a disco e partida elétrica. O painel de instrumentos traz display em LCD, além de indicador de marcha, essencial para pilotos iniciantes. O motor injetado oferece à GSR150i uma aceleração mais linear e, com certeza, mais econômica. Seu consumo na cidade chegou a registrar média 38 km/litro. O propulsor oferece potência máxima de 12 cv a 8.000 rpm

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A street da Suzuki tem rodas de liga leve e freio a disco dianteiro

rpm e torque máximo de 1,08 kgf.m a 6.000 giros. Único entre as streets com câmbio de seis velocidades, esse propulsor exige uma troca de marchas constantes na cidade para que o piloto trabalhe sempre na faixa útil do motor. A JToledo Suzuki está oferecendo ao consumidor condições especiais para a aquisição dos modelos da linha GSR 125/150. O motociclista terá à sua disposição um bônus de R$ 1.000,00, que pode ser utilizado para dar a entrada no financiamento, emplacamento, seguro ou na compra de acessórios.


Dafra Riva 150 Com visual moderno e fácil de pilotar, o modelo está entre as 10 motos street mais vendidas no país e custa R$ 5.690,00

Texto: Agência INFOMOTO Fotos: Agência INFOMOTO/ Divulgação

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itava moto mais vendida no País na categoria street, a Dafra Riva 150 vai “comendo pelas beiradas”. Seu visual moderno, composto por linhas marcantes e ciclística bem acertada, vem ganhando adeptos em todo o Brasil. Completa, a Riva oferece rodas de liga leve aro 18”, freio dianteiro a disco na dianteira, partida elétrica e painel de instrumentos - analógico central e com display digital -, que é integrado à carenagem. Já os comando são simples, mas funcionais. Destaque para o lampejador de farol alto e o indicador de marcha engatada, mas faltou o corta-corrente. O preço sugerido é de R$ 5.690,00 A Riva 150 conta com motor monocilíndrico de 149,4 cm³, comando simples no cabeçote (OHC), quatro tempos e arrefecimento a ar. De mecânica simples, oferece potência de 12,1 cv a 8.250 rpm e torque máximo de 1,11 kgf.m

a 6.600 rpm. Com transmissão de cinco velocidades, o conjunto oferece acelerações e respostas progressivas, mesmo com o propulsor alimentado por carburador. O conjunto óptico moderno, lembra um pouco a Honda CB 300. No mais, o modelo Dafra tem, ainda, trava de capacete, pedaleiras do piloto e passageiro retráteis e sensor de acionamento da embreagem interligado ao sistema de partida, o que evita a partida do motor com a moto engrenada. A Riva traz na dianteira garfo telescópico de 105 mm de curso e freio a disco de 240 mm de diâmetro. Na traseira, sistema bichoque, com 77 mm de curso, e freio a tambor. No trânsito urbano a Riva demonstrou agilidade e boa ciclística. Ou seja, conjunto de freios e suspensão de acordo com a proposta e necessidades do piloto.

A Riva traz motor monocilíndrico de 149,9 cm³ e painel com elementos analógicos e digitais 18


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Respeite os limites de velocidade. O valor das parcelas em real é de referência conforme tabela do fabricante, com inclusão do valor do frete e do seguro de transporte. Válido para todo o território brasileiro e podendo ser reajustado sem prévio aviso, em razão do valor sugerido pela montadora para esse bem. Condição referente ao modelo FACTOR Segunda Geração 2014, versão K1, na tabela do Plano Nacional do Consórcio Yamaha Motor vigente desde o dia 14/3/2013. Os grupos de 72 meses têm taxa administrativa de 25% e seguro de 8,7336%. Consulte o contrato de adesão para mais esclarecimentos sobre a composição do referido valor. As motocicletas Yamaha estão em conformidade com o Promot – Programa de Controle de Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares. SAC YAMAHA: (11) 2431-6500 - sac@yamaha-motor. com.br I Central de Relacionamento com o Cliente: (11) 2431-6000 I SAC: 0800 774-3233 - sac.consorcio@yamaha-motor.com.br I CAS – Atendimento ao Deficiente Auditivo ou de Fala: 0800 774-1415 I Ouvidoria: 0800 774-9000 - ouvidoria@yamaha-motor.com.br


Moto Jornal Edição 03