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O Canal de Notícias da Rede Case IH

Ano 4 - Nº 15/2018

A CONSTANTE EVOLUÇÃO DO CAFÉ


O CANAL DA NOSSA REDE

BAHIA FARM SHOW


Palavra do Presidente A resiliência tem sido uma das grandes virtudes do agronegócio brasileiro, em especial do setor de máquinas. Todos estamos submetidos às intempéries do tempo, da política, e dos loopings da economia. Temos atravessado momentos de euforia e apreensão, mas no final, em geral, tudo se “ajeita”. Mais um Ciclo se inicia. A safra começa e com ela a esperança do país neste setor que sabe se reinventar, cada vez mais ciente de sua importância e relevância. Nesta edição contamos um pouco desta história lembrando alguns momentos das 25 edições da Agrishow, a feira que revigorou o setor de máquinas brasileiro. Falamos do café, a cultura que tem 170 anos de Brasil e resistiu às mais diferentes crises e ainda mantém sua majestade. Mostramos a Rede Case IH atuando fortemente em todas regiões do país e cada vez mais unida. Um grande exemplo dessa união é a Campanha em prol do Hospital de Amor, nova denominação do Hospital de Câncer de Barretos. Encabeçada pela ABRACASE, esta Campanha Solidária foi abraçada por toda Rede que está empenhada em uma ação que significa salvar vidas e amar o próximo.

Artur Eduardo Monassi Presidente

Boa leitura!

SUMÁRIO 04 - Artigo da Edição 06 - O café nosso de cada dia - Capa 08 - Mecanização da colheita de café 12 - Nossa rede em campo 16 - Agrishow, 25 anos 19 - Feiras no Brasil 20 - Case IH em prol do Hospital de Câncer de Barretos

Informativo da Associação Brasileira dos Distribuidores Case IH Rua Luiz Pessuti, 183 Jardim Portal da Colina Sorocaba/ São Paulo Tel.: (15') 3211-1770 abracase@abracase.com.br www.abracase.com.br •Coordenação Editorial e Jornalista responsável: Valéria Ribeiro Isola MTB 15.626 •Colaboração e diagramação: Gabriela Souza Moreira •Impressão: São Francisco Gráfica Tiragem 3 mil exemplares.

Artur Eduardo Monassi Presidente Joci Piccini Vice-Presidente Roberto Grossi Vice-Presidente Adm Financeiro Reinaldo Herrman Diretor Comercial Jose Antônio Fortoura Diretor Pós-Vendas

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ARTIGO DA EDIÇÃO

Mercado Global de Café: uma breve avaliação das exportações brasileiras Historicamente, o protagonismo do Brasil no agronegócio global do café tem sido demonstrado pela tecnologia agronômica aplicada à cultura, pela organização logística e comercial do setor exportador, e também pelo empenho da indústria em oferecer segmentada linha de produtos. Além disso, a nossa Marcos Matos população, majoritariamente apreciadora da bebida, completa o arranjo ideal Diretor geral do Cecafé (Conselho dos Exportadores para posicionar o Brasil como país de maior êxito no contexto dinâmico desse de Café do Brasil) negócio. Os brasileiros consomem quase 6 kg por pessoa/ano, enquanto na Colômbia o consumo é de apenas 1kg. É importante destacar a dinâmica deste mercado, que tem alcançado uma taxa de crescimento anual de 2%. Entre a safra 2012/13 e 2017/18, o incremento foi de pouco mais de 11 milhões de sacas. Passou de 148.889 milhões de sacas para 159.920 milhões A despeito dessas considerações, em 2017 o Brasil exportou 30,8 milhões de sacas, uma queda de 16,8% em relação à 2015, quando foram embarcadas 37 milhões de sacas. Considerando-se o desempenho das exportações brasileiras e a aceleração do consumo no âmbito global, é importante ressaltar o forte crescimento da participação dos principais países exportadores. O Brasil reduziu a participação nas exportações globais, passando de 32,5% na safra 2012/13 para 26,4% na safra 2017/18. Com o atual dinamismo do consumo global de café, os setores produtivos se emprenham em estabelecer cenários para prever o comportamento da demanda para os próximos anos e para a próxima década. Segundo estimativas, projeta-se uma demanda global entre 202,8 e 215,1 milhões de sacas para 2030. Isso representa uma safra brasileira inteira. O Brasil continua líder global na produção e exportação de café, contudo, a queda observada nas exportações brasileiras é explicada pelas questões climáticas e pelas políticas mal desenhadas. Um bom exemplo são as discussões sobre as importações de café no formato drawback para a atração de novos investimentos industriais para o país. Havia uma proposta, que não foi aprovada, de compra de café verde do exterior para processamento e exportação de café industrializado, decisão que ajudou a derrubar nossas exportações. Soma-se a isso as dificuldades em gerar consenso entre os membros do CDPC – Conselho Deliberativo da Política do Café na identificação das prioridades de alocação de recursos do Funcafé - Fundo de Defesa da Economia Cafeeira. Considerando-se a sustentabilidade da cafeicultura nacional, regida sob as leis sociais e ambientais mais rígidas do mundo, é preciso lembrar que as políticas do agronegócio café deverão priorizar: a renovação de áreas produtivas, o incremento de sistemas de irrigação, a estruturação de estatísticas visando maior confiabilidade das informações, bem como ações de promoção comercial, pesquisa e desenvolvimento, capacitação de técnicos e produtores rurais, além da sistematização e levantamento do parque cafeeiro. É muito trabalho a ser realizado, visando atender somente as prioridades mencionadas, o que demandará recursos financeiros do Funcafé, compatíveis com a realidade da cafeicultura brasileira. É preciso chegar a um consenso urgentemente, pois o que está em jogo é a liderança do Brasil no atual e dinâmico mercado global de café. 04 - ABRANEWS


Sempre de olho no mercado e no cliente

Equipe do Banco CNH Industrial na Agrishow: Marianna Fernandes / Regianne Vassão / Marcio Contreras / Heberson Góes / Gisele Santos / Adirço Silva / Adriano Ferreira

“Trabalhar com o maior repassador de recursos do BNDES nos traz facilidade na solicitação de crédito e a confiança de oferecer as melhores condições de financiamento aos nossos clientes” – Milton Favareto (Central Máquinas) Focado no cliente, sempre atento às mudanças do mercado e totalmente alinhado às necessidades da indústria, o Banco CNH Industrial se destaca quando o assunto é crédito financeiro para os setores agrícola, construção, veículos comerciais e motores. Soluções customizadas de financiamento e seguros, garantiram ao Banco CNH Industrial algumas posições de destaque no último ano, como o primeiro lugar no ranking geral e no ranking Moderfrota do BNDES, entre os bancos de montadora. “Atualmente, somos o maior repassador de recursos do BNDES. Isso porque contamos com equipes de campo especializadas em agronegócio, proporcionando um atendimento mais personalizado, além de agilidade na aprovação e liberação de crédito”, comenta Marcio Contreras, que destaca que 80% da carteira de clientes do Banco CNH Industrial

é do segmento agrícola. Nos períodos de menor colheita ou plantio, os outros segmentos têm uma maior representatividade, o que acaba equilibrando e diversificando os nossos negócios. Outra conquista recente e importante do Banco CNH Industrial foi o upgrade de AA+ para AAA pela Fitch Rating. “A nossa atribuição de rating é um reflexo do aumento da confiança dos investidores, e nos traz benefícios, como uma possível redução de taxa de juros para captação de recursos e maior disponibilidade de recursos junto ao BNDES”, comenta Contreras. O Banco CNH Industrial também figurou pelo segundo ano consecutivo entre os melhores bancos de montadora no Prêmio Finanças Mais, além de ser citado no Prêmio 500 Maiores e Melhores do Sul do Brasil em 2017 e nas 150 melhores empresas para trabalhar, pela revista Exame. “Cada uma dessas conquistas nos mostra que estamos no caminho certo: a parceria com a rede de concessionários nos levou a alcançar resultados que nos motivam a fazer cada vez mais e melhor por vocês, nossos clientes”, conclui Contreras. ABRANEWS - 05


CAPA

O CAFÉ NOSSO DE CADA DIA Sua importância histórica e econômica Foto: Guilherme Pessoa/Tracan

O café é uma planta oriunda do continente africano, da região da Etiópia. Até chegar ao Brasil percorreu um longo caminho. Foi levado da Etiópia até a Arábia, da Arábia para o Egito, no século XVI, e logo depois para a Turquia. Na Europa, chegou somente no século XVII, onde foi introduzido na Itália e Inglaterra, em seguida na França, Alemanha, Suíça, Dinamarca e Holanda. No Brasil o café chegou em 1727, pelas mãos do sargento-mor Francisco de Melo Palheta que, reza a lenda, buscou as primeiras mudas de café-arábica na Guiana Francesa e as recebeu das mãos da esposa do governador. As mudas foram levadas pelo sargento para Belém, mas foi a partir da chegada da planta ao Rio de Janeiro que o café começou a fazer parte da

história do Brasil. Do Rio expandiu atingindo a província de São Paulo, onde se consolida como base da economia do país em meados do século XIX e primeiras décadas do XX. O café era quase sinônimo de agricultura brasileira e foi fator importante na formação da nossa sociedade, como a conhecemos hoje. Com o crescimento da produção, e o final da escravatura, muitos imigrantes chegaram ao país, especialmente os vindos da Europa. Com eles chegaram novos costumes e novas cidades, principalmente no estado de São Paulo. Cidades que surgiram ao longo das ferrovias que foram construídas especialmente para o grão. O café era o principal produto de exportação do pais, foi o grande financiador da industrialização brasileira, nas regiões cafeeiras.


Legenda: Foto 1: Instituto Agronômico de Campinas, IAC. Foto 2: Demonstração de derrisador Foto 3: Café Robusta

O Brasil ainda é o maior produtor e exportador de café do mundo, mas não domina o mercado, justamente por isso não pode acomodarse frente à crescente demanda mundial. A cada ano o café ganha mais adeptos no mundo. Enquanto o Brasil perdeu participação do mercado global, cresceu a representatividade de importantes produtores como Honduras, Colômbia, Etiópia e Vietnã. O café não é mais o principal produto exportado pelo Brasil, mas não perdeu sua importância. Em 2017 foi do café a 5ª posição no ranking das vendas ao exterior do agronegócio brasileiro, com 5,4% de participação na receita cambial, ou seja, US$ 5,2 bilhões. Do Brasil saíram mais de 30,7 milhões de sacas de 60 kg, ao preço médio de US$ 169,36. A cadeia produtiva cafeeira gera 5 milhões de empregos e tem faturamento anual na marca de US$ 7,5 bilhões. As plantações de café estão em quase 2,30 milhões de hectares. São cerca de 300 mil produtores, a maioria pequenos, que se espalham se por aproximadamente 1.900 municípios, em 15 Estados: Acre, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rondônia e São Paulo. A diversidade de regiões ocupadas pela cultura propicia ao país produzir os mais variados tipos de café, o que ajuda a atender as diferentes demandas mundiais, referentes ao paladar e até aos preços. Isso também possibilita o desenvolvimento dos mais variados blends, tendo como base o café de terreiro ou natural, o despolpado, o descascado, o de bebida suave, os ácidos, os encorpados, além de cafés aromáticos, especiais, entre outras características. Café é sinônimo de amizade, de trabalho, de bom dia, de confraternização e de energia. É estimulante. Aguça os sentidos e a criatividade, para muitos é fundamental para a digestão. Seu cheiro é capaz de reviver memórias. Cada um tem o seu preferido. Pode ser passado no coador de pano ou tirado na máquina de dose única. Pode ser gourmet, superior ou aquele baratinho do supermercado, o importante é ser café. Café é café e ponto final! Se for do Brasil, melhor ainda! ABRANEWS - 07


Mecanização da colheita de café Evolução permanente

Foto: Guilherme Pessoa/Tracan

Demonstração de campo da Coffe Express 200, na fazena Esperança, em Altinópolis

A expansão da cultura do café no Brasil foi determinante na ocupação de terras no país. Originou cidades e espalhou riquezas por onde passou. O crescimento da cultura no final do século XX e início do XXI tem sido o oposto da época em que era chamada de “Ouro Negro”. Agora acontece na direção centro-norte, passando pelo Cerrado, rumo as áreas de topografia favorável. Este direcionamento aconteceu muito em função da colheita mecanizada, realizada por máquinas automotrizes cada vez eficientes. As regiões tradicionais, como Paraná, Minas Gerais e o interior de São Paulo, também têm aumentado seu parque cafeeiro, mas agora com novas técnicas de cultivo como o adensamento, café enxertado, tratos culturais intensos e colheita cuidadosa, tudo visando a mecanização.

Lancamento da primeira colhedora de café, em 1979

O consultor José Eustaguio em demonstração de campo no final dos anos 1980


O Instituto Agronômico de Campinas, criado por D. Pedro II para fazer pesquisas científicas com o principal produto do Brasil à época, o café, foi também o ponto de partida da mecanização da cultura. A Divisão de Solos, Mecânica Agrícola e Tecnologia, do Instituto fez o primeiro projeto para a construção das colhedoras de café, culminando com os modelos atuais que realizam simultaneamente várias operações. As primeiras citações dessa busca pela mecanização aconteceram por volta de 1963/1964. Antes disso os relatos eram sobre as características físicas e mecânicas da derriça dos frutos, sobre vibração e transmissão da vibração nas plantas de café. Os trabalhos científicos realizados em 1972, falam pela primeira vez do interesse da empresa americana Havery Harverdters Co em investir na colheita de café. A fabricante contatou o IAC para testar sua colhedora de cerejas arbustivas no Brasil.

Os testes aconteceram em 1973, indicando que seriam necessárias muitas alterações no projeto americano. Porém, desde 1972, já existia o projeto de uma empresa de Pompéia que se dedicou a entender melhor a derriça do café. O resultado foi a construção de um derriçador montado no sistema de levante hidráulico de um trator cafeeiro. Depois veio conjunto autopropelido, em forma de pórtico. Mas foi só em 1979 que empresa lançou comercialmente sua colhedora. Foi nos anos 1990 que a mecanização do parque cafeeiro tomou força. A escassez de mão de obra, com a diminuição da população rural e ações do Ministério do Trabalho fizeram o produtor aceitar a máquina em seu cafezal. Mas o produtor ainda estava cético, não queria quebra de ramo, desfolha, grãos remanescentes ou caídos em excesso no chão. As empresas emprenharam-se para melhorar os resultados.

Coffe Express 200 ABRANEWS - 09


Em 1995, chegou ao Brasil a primeira colhedora de café importada, a australiana Austoft, a mesma das colhedoras de cana. O consultor José Eustáquio Soier conta que a colhedora foi construída para atender as novas lavouras de café que seriam implantadas na Austrália. A cultura não foi para frente no país da Oceania, mas a colhedora deu certo. Cerca de 10 produtores importaram, na época, a colhedora diretamente do fabricante. Eustáquio relata que a máquina passou por ajustes e adequações para atender aos cafezais brasileiros, que não eram plantados de forma sistematizada para serem colhidos por máquinas. Em 1996 a Austoft já era Brastoft, com as colhedoras começando a serem montadas no Brasil. O australiano John Pearce teve papel preponderante na introdução da máquina no país e na aceitação da mecanização da tradicional cultura do café, assim como o fez com a cana-deaçúcar. Com a aquisição da Austoft pela Case as máquinas verdes ganharam a cor vermelha. Seguiram sendo aprimoradas, tecnologicamente, no sentido de causar o menor impacto nos pés e graõs de café. A colheita do café pode ser realizada de forma manual ou mecanizada, incluindo o processo intermediário. As derriçadeiras portáteis ainda estão no campo, principalmente onde a topografia não permite a entrada da máquina. Para o professor Fabio Moreira da Silva, do departamento de Engenharia da Universidade Federal de Lavras – UFLA, as pesquisas das universidades e instituições, mostrando o comportamento dos cafezais com a mecanização, têm sido fundamentais para a indústria e o produtor. Avaliar cientificamente o desempenho das máquinas para as diversas operações de colheita como arruação, derriça, abanação e até a colhedora automotriz, facilitou a aceitação das máquinas nos cafezais. Deram ao produtor a segurança para fazer o investimento. Segundo ele, a qualidade das máquinas abriram espaço para usá-las nos chamados cafés especiais, que demandam coleta seletiva.

Case IH evoluindo sempre A Case IH lançou na Agrishow 2018 o Gerenciador de Colheita de Café, que aponta o momento e a forma ideal para colher. A ferramenta trabalha como um medidor, mostrando qual é a força necessária para o desprendimento dos frutos a serem colhidos. “O equipamento permite mostrar se a colheita deve ser plena, com maior volume total colhido e baixa desfolha, ou seletiva, que colhe o maior volume possível de frutos maduros com o mínimo de frutos verdes”, conta Roberto Biasotto, gerente de Marketing de Produto da Case IH. Outra informação importante gerada pelo aparelho é a definição de como regular a Coffee Express 100 e 200, levando em consideração os parâmetros para a adequação e a regulagem da velocidade de deslocamento (km/h), vibração adequada (ciclos/ min) e freio (voltas/min). As colhedoras de café da Case IH, que trabalham em terrenos com declive acentuado e têm padrão de rendimento avaliado como um dos melhores do mercado, ganharam um complemento importante para dar ainda mais segurança ao produtor de café. 10 - ABRANEWS


AGROSER – 20 anos com o produtor, do plantio à colheita Filial São Borja

Em meados de 1998, os quatro amigos que trabalhavam juntos Gilnei Jager, Rogério Aquino, Roberto Thurow e Cezar Pestano, todos técnicos agrícolas, se uniram para realizar um sonho, fundar a própria loja de insumos agropecuários; a TAJ Comercial Agrícola Ltda. Experientes no ramo agropecuário, e conhecedores das necessidades dos produtores da região, receberam o apoio dos clientes e fornecedores. Com as características da região onde começou a Agroser, na distante fronteira oeste do Rio Grande do Sul, era preciso oferecer um pouco de tudo para atender adequadamente os produtores, do adubo ao parafuso. Em 2002, os sócios inauguram a sede própria, em Uruguaiana/RS, onde ainda hoje funciona a loja matriz. Após um ano, a primeira filial foi inaugurada na pequena e centenária Itaqui, às margens do rio Uruguai, na divisa entre Brasil e Argentina, onde a agricultura sempre predominou. A força da agricultura da fronteira gaúcha já permitia passos mais largos. Em maio de 2009, com a marca Agroser, a empresa iniciou tratativas com a Case IH, com o objetivo de ampliar o seu portfólio e oferecer aos clientes produtos de alta tecnologia. Em agosto daquele ano, a Agroser foi nomeada Concessionário, para os municípios de Uruguaiana, e mais doze cidades na região.

Em 2009 e 2017, a Agroser inaugurou mais duas filiais: São Borja e Alegrete. Ambas já nos padrões Case IH, com espaço para serviços, moderna oficina, setor de peças e portifólio de máquinas agrícolas da Case IH. Possibilitando que o agricultor da fronteira, basicamente produtor de arroz e também de soja, tivesse a opção do melhor que a tecnologia pode oferecer para as culturas. A marca Case IH ainda é relativamente nova na região, mas segundo Roberto Thurow, diretor comercial da Agroser, está entre as duas opções preferidas pelo orizicultor, onde a tecnologia tem feito a diferença. Hoje a média de produção de arroz irrigado na região é 8 mil quilos por hectare, em algumas propriedades chega a 11 mil, a maior do mundo. A Agroser tem participado de importantes feiras regionais do agronegócio como Expofeiras, Exposições e a Fenaoeste, em São Borja. Contando com mais de 120 colaboradores, se mantém firme na maneira de trabalhar desde a inauguração da primeira pequena loja: oferecer ao agricultor o que ele necessita e assim mantê-lo bem perto. O mix de produtos, do adubo ao parafuso, e também tratores, colhedoras, plantadoras, entre outros, leva o agricultor para dentro da loja e faz com que ele enxergue as possibilidades que a tecnologia pode oferecer. ABRANEWS - 11


AGRICASE - Circuito dia da produtividade A largada para os “Dias de Produtividade” AGRICASE aconteceu em 12 de abril, em Toledo/PR, com a presença de 17 potenciais clientes da região. As demonstrações da Plantadeira Easy Riser 3213 e do Pulverizador Patriot 250 Extreme, foram feitas pelo especialista Crop Production, da Agricase, Marcelo Hoffmann Holzlechner. Quatro dias depois, foi a vez do município de Campo Mourão receber o evento, organizado pela filial da cidade, na Fazenda Santa Rosa, do produtor e cliente João Romagnole. A Agricase de Londrina, para atender ao máximo de clientes possível, realizou dois eventos, dia 24 de abril, em Sertanópolis, e dia 26, em Santa Cecília do Pavão. O circuito continuou em maio, em Ubiratã e Goioerê. O foco de cada um dos eventos foi a produção de grãos. Clientes e potenciais clientes tiveram a oportunidade de ver as máquinas trabalhando e tirar as dúvidas diretamente com o especialista.

AGRICASE no Concurso de Pé de Soja Solteiro O Concurso Pé de Soja de Solteiro é uma grande festa em Mato Grosso do Sul, onde os melhores produtores, de todos os estados e até do exterior, levam seu “pé de soja solteiro” para a contagem das vagens. O recorde do Concurso é de 2011, quando um único pé de soja somou 17.799 vagens. O evento ocorreu de 20 a 22 de abril, em Laguna Carapã/MS. A cidade está entre as campeãs nacionais em produtividade de soja. Segundo a Aprosoja (Associação dos Produtores de Soja do Mato Grosso do Sul), o município foi o 8º maior produtor de soja do Estado na safra 2016/2017, com produção total de 342,5 mil toneladas. O produtor vai pra festa já pensando na próxima safra e no Concurso do ano que vem, por essa razão Agricase levou para o evento equipamentos que fazem a diferença na hora do plantio e colheita de soja: o Farmall 110 A, o Puma 230, a Colheitadeira Axial Flow 5130 e a plantadeira Easy Riser 3215.


TRACAN campeã! Neste ano os campeões da Taça EPTV de Futebol de Salão vestiram vermelho. Promovida pela afiliada da Rede Globo, a Taça é realizada há 34 anos. É um dos eventos esportivos mais tradicionais da região de Ribeirão Preto. Uma competição que mexe com o orgulho das cidades, são quase 3 meses de bola rolando. Neste ano a cidade vencedora foi Serrana, que se destaca na produção de cana-de-açúcar e abriga uma das maiores usinas do país, a Usina da Pedra. A cidade participou de todas as edições do evento e neste ano fez sua 11ª final e conquistou o 7º título. Dessa vez os campeões tiveram o patrocínio da Tracan e deram muita visibilidade para a marca Case IH. O Secretário de Esportes de Serrana, Edmilson Alves, comemora a parceria com a Tracan e espera que seja duradora, pois a cidade é apaixonada e respira essa competição. Mais do que isso, o futebol de salão significa entretenimento e lazer para toda a população. A Tracan, “pé quente”, também está satisfeita com a parceria e sabe que o esporte é um fator importante de inclusão e educação.

Semana Arrozeira A AGROSER Case IH levou o melhor da tecnologia para o cultivo e plantio do arroz para Alegrete, um dos principais polos da produção do grão na região da fronteira oeste do Rio Grande do Sul. A Semana Arrozeira de Alegrete aconteceu entre os dias 27 de maio a 1º de junho. Foi a 11ª edição do evento que teve como tema central “Modelos econômicos e comerciais”. O setor orizícola tem buscado alternativas para minimizar os entraves e superar os gargalos, na questão de preço, de novos usos para o grão, de demanda energética e tecnológica, entre outras. Segundo o IRGA, Instituto Riograndense do Arroz, a cultura só é viável para o agricultor que colhe acima de 7.000 por hectare, por isso a feira de Alegrete tem um programação extensa de palestras, encontros e apresentação de cases de sucesso.


Presidente da FCA elogia o Brasil pelo uso do etanol Durante a realização do Capital Markets Day 2018, em Bolocco, na Itália, o presidente da Fiat Chrysler Automobilies (FCA), Sérgio Marchionne, falou sobre os planos para os próximos 5 anos para as oito marcas que representa - Fiat, Jeep, Dodge, Chrysler, Maserati, Alfa Romeo, RAM e Lancia. Anunciou o fim do uso do motor a diesel em carros de passeio em todas as marcas da FCA até 2021. Ele aproveitou a ocasião para elogiar a postura do Brasil no combate à emissão de gases poluentes: “O Brasil é o único país que tem uma verdadeira alternativa ao petróleo”, referindo-se ao uso do etanol. Marchionne anunciou ainda, que será incentivado o aperfeiçoamento do motor à combustão de última geração com o uso do etanol, o que resultará em menos poluição. Sérgio Marchionne, presidente da Fiat Chrysler Automobilies (FCA)

AGROFITO - Reconhecimento do trabalho Quem faz a fama da empresa é o cliente. A constante busca da Agrofito pela excelência em seu atendimento rendeu frutos e comprovou a confiança na marca e o reconhecimento pelo trabalho realizado. Em Primavera do Leste, uma das cidades mais promissoras do Mato Grosso, com agricultura consolidada e ainda crescendo, a Agrofito recebeu o prêmio de melhor oficina mecânica de máquinas agrícolas. Eleição direta, feita com votação de clientes. Na Agrishow, a Agrofito foi a campeã de protocolos pelo Banco CNH Industrial. Destaque dentro da Rede no maior evento do agronegócio na América Latina. O reconhecimento pelo trabalho estimula ainda mais o time da Agrofito a fazer melhor. Na divulgação das premiações para a equipe fica clara a motivação para melhorar: “Temos muito trabalho pela frente. Os protocolos só serão convertidos em faturamento, e a satisfação na qualidade de nossa oficina só será mantida, com muito trabalho de toda equipe. Parabéns ao time Agrofito Case por colocar a empresa em destaque”. 14 - ABRANEWS


DE BOCA EM BOCA São os clientes que fazem a propaganda da Suprema O agronegócio em Mato Grosso evolui a cada ano. Com o aumento da produtividade e os devidos cuidados para garantir a sustentabilidade, a economia do estado cresceu influenciada pela produção de grãos. A SUPREMA Máquinas, há pouco mais de 5 anos no mercado, tem desempenhado papel importante no fomento do agronegócio mato-grossense. Seus maiores aliados são os próprios clientes que amam aquele estado e atuam como parceiros do Grupo. Milton Paulo Cella, da Agro Industrial Tirex, no município de Nova Santa Helena, começou a usar os produtos Case IH por indicações de seus amigos, e não parou mais: “a indicação dos amigos produtores é muito importante, quem conhece é quem comprou, quem usa as máquinas no dia a dia, quem já usou o serviço de pósvenda. Isso faz toda diferença pra mim”, conta Milton. Sua última aquisição foram três colheitadeiras: “comprei porque fiquei muito impressionado, conversei com pessoas que têm essa máquina, e elas me apoiaram a comprar”. Antônio Olímpio Nascimento Monteiro Filho, agricultor na cidade de Juara, está na agropecuária há mais de 30 anos, 18 só em Mato Grosso. É cliente Suprema desde o começo das atividades da concessionária. Ele é daqueles que indica os produtos Case IH: “sempre comento com os amigos, sobre a eficiência das máquinas e sua baixa manutenção, pois o que mais queremos é produtividade sempre maior” Junior Berlanda, proprietário da Fazenda Santa Luzia, em Alta Floresta, é um cliente novo. Seus primeiros produtos Case IH foram adquiridos há dois anos e logo na primeira safra ele comprovou a qualidade dos produtos. Em 2017, colheu 50 mil sacas de soja, com média 65 sacos por hectare, foi um dos destaques na região: “as maquinas Case são muito fortes, robustas e econômicas, representam mais rentabilidade para o produtor. Para mim, o consumo é um item muito importante, pois o custo benefício aumenta. Sem contar que a manutenção é baixa, o que significa mais tempo para se trabalhar”. Junior Berlanda agora indica os produtos Case IH: “indico sempre que posso, pros amigos e para os terceiros que estão pensando em adquirir algum maquinário, temos que sempre pensar no coletivo, pois agrega mais valor para nossa região e nosso Estado”.

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Feiras

AGRISHOW: 25 edições que transformaram a agricultura brasileira

Em cada uma das 25 edições da Agrishow uma nova história, reflexo da volatilidade a que está submetido o agronegócio do Brasil. A feira de Ribeirão Preto representou um marco na mecanização da nossa agricultura. Revigorou os fabricantes de máquinas e equipamentos e conseguiu elevar as empresas nacionais ao mesmo patamar tecnológico das multinacionais. As que não acompanharam a evolução ficaram para trás, muitas até desapareceram. A Agrishow, certamente, tem muito a ver com a mudança na mentalidade agrícola brasileira e com o patamar que o setor alcançou. A primeira edição aconteceu em Ribeirão Preto, em 1994. Foram 63 16 - ABRANEWS

expositores e cerca de 10 mil visitantes. A ideia era fazer uma feira com demonstrações de campo, nos moldes da Expo Chacra, da Argentina e da Farm Progress Show, dos Estados Unidos. O idealizador foi o paranaense Basílio de Araújo. Quem colocou em prática foi Roberto Rodrigues, quando secretário da Agricultura de São Paulo. Ney Bittencourt de Araújo, presidente da recém criada Associação Brasileira de Agribusiness (ABAG), foi quem tirou a feira do campo das ideias. O modelo de feira dinâmica era novidade e agradou a todos, visitantes e expositores. Os primeiros anos da Feira não foram fáceis, coincidiram com o início


do Plano Real e a forte valorização do dólar, que representou para a agricultura uma significativa perda de renda. O início da retomada aconteceu em 1999, a desvalorização do real frente ao dólar foi um alento para o setor. Naquele mesmo ano, o governo fez a securitização da dívida dos agricultores, dando fôlego ao setor, e esboçando o Programa Moderfrota, uma reivindicação nascida na feira. Foi em 1999 que a Case IH, Case Intenational Harvest, fez sua estreia como montadora na Agrishow. As grandes e eficientes máquinas vermelhas aguçaram o desejo dos produtores. A colhedora de algodão foi a grande sensação. A partir dali, coincidência ou não, aconteceu a expansão da cultura do algodão pelo centro-oeste. O Moderfrota começou a vigorar em fevereiro de 2000, e com certeza foi um divisor de águas. O novo modelo de financiamento deixou para trás aqueles baseados em inflação, quando o agricultor nunca sabia quanto iria pagar pela máquina. Nos 4 anos seguintes o reflexo da nova modalidade de financiamento pode ser sentida na Feira e na agricultura nacional. Novas fronteiras agrícolas foram abertas e a produção de grãos começou sua explosão de crescimento. Outras “Agrishows” foram criadas entre 2002 e 2004, mas não se sustentaram. Algumas continuam realizadas nos mesmos locais, mas com outros nomes e organizadores.

Demonstração de campo 2007

A Agrishow serviu para aproximar todos os elos do agronegócio, inclusive o institucional e o financeiro. Essa conjugação explica, em parte, a explosão que o agronegócio viveu no início do século XXI. Os anos de 2005 e 2006 foram de “paradeira geral”. Mesmo assim o evento de Ribeirão Preto continuou sendo obrigatório. A história da Feira comprovou a importância do investimento em tecnologia. A Agrishow teve papel fundamental na difusão de conhecimento. O Plantio Direto foi uma inovação que mexeu com todos os fabricantes, que se viram obrigados a investir no desenvolvimento tecnológico de máquinas apropriadas e insumos adequados. Hoje já são quase 40 milhões de hectares plantados com este sistema no Brasil. Em 2009, os grandes fabricantes de tratores boicotaram a feira. Eles defendiam sua realização a cada dois anos, em virtude dos altos investimentos na montagem da exposição. Naquele ano foi aventada a mudança da feira para outra cidade. O fato é que a feira de Ribeirão Preto não mudou de sede e as grandes montadoras retornaram. ABRANEWS -17


Um dos grandes problemas da Agrishow era a falta de concessão de longo prazo para o uso da Estação Experimental de Ribeirão Preto, o que dificultava a realização de melhorias na infraestrutura. Em 2012 foi assinado um convênio de cessão da área até 2042. A partir daquele ano a infraestrutura melhorou significativamente. Nos anos seguintes o agronegócio, e o setor de máquinas, em especial, enfrentaram uma de suas piores crises, mas mesmo assim continuaram investindo em inovações, afinal a cada ano o público espera encontrá-las na “vitrine Agrishow”.

PALCO DO FUTURO A Case IH tem liderado a tecnologia de automação desde nos anos 1990 com seu sistema AFS, Advanced Farming Sistem. A inovação foi apresentada na Agrishow de 1999. Foi o início de uma nova era. Se o agricultor brasileiro nem sabia direito o que era Agricultura de Precisão, hoje, com a tecnologia disseminada, sabe que ela significa fazer mais com menos, otimizar e obter mais resultados agronômicos e financeiros. Assim como as empresas, as instituições de pesquisa sempre aproveitaram a feira para divulgar os resultados de seus trabalhos. Foi lá que a Embrapa, uma das pioneiras nos estudos e aplicações do uso dos drones na agricultura, demonstrou seus trabalhos. Neste ano a Case IH lançou na Agrishow seu drone para análise de áreas e identificação de pragas no campo. Em 2017 a Case IH levou para a Agrishow o Trator Autônomo, sem cabine para o operador, guiado somente por GPS, controlado via tablete. O conceito do autônomo já tem desdobramentos e a Case IH apresentou na Agrishow 2018 um programa piloto de autonomia e automação, cujos testes estão acontecendo em cenários reais e mostrarão até onde a tecnologia pode chegar. 18 - ABRANEWS


FEIRAS

Otimismo foi a palavra de ordem durante a 17ª edição da TECNOSHOW COMIGO, em Rio Verde/GO. A feira, promovida pela Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano, aconteceu de 9 a 13 de abril, movimentou mais de R$ 2,5 bilhões em volume de negócios, 47% maior do que registrado no ano passado. A PLANALTO, que levou para a feira o que há de melhor em tecnologia Case IH, comprovou o otimismo dos agricultores de diversos Estados, já que a feira é ponto de encontro dos produtores no centro-oeste brasileiro. A edição de 2019 já tem data marcada, 8 a 12 de abril, em Rio Verde.

Mais de 200 expositores participaram da BAHIA FARM SHOW 2018, em Luiz Antônio Magalhaes/BA. A feira que sofreu um breve adiamento por causa da greve dos caminhoneiros não perdeu o brilho. Os expositores e visitantes avaliaram de forma muito positiva o evento. Os resultados preliminares divulgados pela organização mostraram números superiores a R$ 1 bilhão em negócios fechados. A safra recorde de milho e soja, e o bom desempenho do algodão nos campos baianos motivaram os agricultores. A MAXUM Case IH montou uma estrutura confortável e atrativa para os produtores. Mais de 2.000 metros quadrados, onde foram expostas as grande máquinas apropriadas para as culturas da região. Destaque para os tratores de 370 a 620 cavalos, da linha Steiger, projetados para proporcionar a máxima potência. A RONDÔNIA RURAL SHOW chegou a sua 7ª edição. Mesmo acontecendo em meio à greve dos caminhoneiros, a feira, realizada entre 23 e 26 maio, em Ji-Paraná, foi um sucesso. Entre os 460 expositores estava a MAMORÉ. Nos 50 hectares do Centro Tecnológico estavam empresas de vários segmentos: de pequenas agroindústrias que surgiram da agricultura familiar até os grandes produtores de grãos, além de empresas de tecnologia, máquinas pesadas e indústrias de alimentos. Um dos destaques da feira foi o espaço que ganhou a cultura do café. O governo de Rondônia tem trabalhado fortemente pela qualidade do café Robusta e para que a produção estadual seja cada vez mais reconhecida. ABRANEWS - 19


Case IH e sua Rede de concessionários fazem Campanha Solidária em prol do Hospital de Câncer de Barretos Uma visita às instações do Hospital de Câncer de Barretos, realizada no mês de março, pela diretoria da Case IH, diretoria da ABRACASE e representantes de revendas de todo país, selou a intenção da fábrica, apoiada pela Associação, de doar ao Hospital um trator Farmall 80. Foram quase três horas para conhecer um pouco da história e do trabalho realizado no interior de São Paulo, mas que tem repercussão por todo Brasil. Mantido pela Fundação Pio XII, o Hospital de Amor, nova denominação do Hospital de Câncer de Barretos, tem 55 anos de história. É a maior instituição oncológica filantrópica do Brasil. Tudo começou pelo ideal de um homem, Dr. Paulo Prata, que com sua esposa, Dra. Scylla Duarte Prata, fundou o Hospital São Judas Tadeu, em Barretos. Um hospital que nasceu dedicado ao tratamento do câncer, com a proposta de fazer um trabalho totalmente gratuito e humanizado. A fama do hospital foi crescendo, e o número de pacientes também. O atendimento acontecia da maneira que era possível, com tratamento pelos corredores e filas que chegavam à calçada. Isso demandou a criação de uma fundação, a Pio XII, em 1967, para tentar viabilizar a construção de um novo espaço. Ao receber a doação de um terreno começou a construção do novo hospital. O filho do casal Prata, Henrique, assumiu a missão do pai em 1989 e buscou o apoio de fazendeiros da região para viabilizar a ampliação da obra. Até hoje na presidência da Fundação, Henrique Prata conta que foram “inventadas” diferentes maneiras para conseguir apoios e visibilidade ao Projeto. Artistas sertanejos foram os primeiros a abraçar a causa. A demanda só cresce. O gasto mensal do Hospital de Amor é de R$ 35.000.000,00, o SUS cobre R$ 15.000.000,00. O déficit é sempre coberto com doações, shows e campanhas criadas 20 - ABRANEWS

Farmall 80, cabinado, exposto na Tracan de Ribeirão Preto

pelo departamento de arrecadação da Fundação Pio XII. São realizados, em média, 6.000 atendimentos por dia. São 380 médicos, 250 residentes que atuam em período integral e dedicação exclusiva, além de 3.500 colaboradores. A estrutura do Hospital de Amor conta com 5 Hospitais de Câncer: Geral, Infantil e Cuidados Paliativos, em Barretos. Hospital Geral em Jales e Porto Velho. Existem ainda com 9 Unidades Fixas de Prevenção: Barretos, Campinas, Fernandópolis, em São Paulo, Campo Grande/MS, Ji-Paraná/ RO, Juazeiro/BA, Lagarto/SE, Nova Andradina/ MT e Porto Velho/RO. Além disso, existem 18 unidades móveis, equipadas para detectar cânceres de mama, colo de útero, odontológico, pele e próstata. Estão sendo construídos um novo hospital de câncer em Palmas/TO, já com Centro de Prevenção, e mais dois Centros de Prevenção, um em Rio Branco/AC e outro em Macapá/AP. Parceiro dos maiores dos melhores hospitais oncológicos do mundo, o Hospital de Amor também atua em ensino e pesquisa.


Agronegócio – parceiro de sempre Fachada do Hospital de Amor Infantil, em Barretos

A Campanha do Farmall 80 Case IH A entrega simbólica das chaves do Farmall 80 aconteceu durante a Agrishow, ali foi dado o pontapé inicial para uma grande Campanha de Solidariedade encabeçada pela ABRACASE, Associação Brasileira dos Distribuidores Case IH. De forma proativa, a ABRACASE propôs que fosse realizada uma rifa do Farmall 80 e comprometeu-se, junto com seus associados, a trabalhar na divulgação e venda dos números em todas as regiões do Brasil. As quase 150 concessionárias Case IH, espalhadas por 27 estados brasileiros estão empenhadas na ação, divulgando a Campanha em suas regiões e nas feiras por onde passam. Com a rifa de R$ 50,00 por número, o valor do trator, cerca de R$ 150.000,00, será multiplicado. O objetivo é chegar a uma de arrecadação R$ 2.500.000,00. A ação vai até o dia 26 de setembro de 2018, quando ocorrerá o sorteio do trator, via Loteria Federal. A Associação e seus associados devem arrematar 10 mil, dos 50 mil números colocados à venda. Para a comercialização dos outros números estão sendo usados os canais tradicionais do Hospital e seus parceiros.

Segundo Henrique Prata, o agronegócio sempre foi parceiro do Hospital, com doações individuais de agricultores, leilões de gado, doação de energia elétrica por usinas, além de gêneros alimentícios. Para sistematizar estas doações o Hospital de Amor está criando a Campanha Agro Contra o Câncer. A proposta, para diversos segmentos, é uma doação voluntária baseada na produção: X centavos de reais por tonelada de cana, por arroba de boi ou por saca de soja, café, milho... tudo para continuar o trabalho que é feito com amor, dedicação, excelência em qualidade e humanização.

Diretoria da Case IH e ABRACASE durante visita ao Hospital de Amor ABRANEWS - 21


Rede Case IH leva Campanha para todo o Brasil

TRACAN - Ribeirão Preto, SP

RAÍZES, na Expo Polo Carajás - Redenção, PA

CENTRAL MÁQUINAS - Assis, SP

RACINE - Jaú, SP

Outdoor em Araçatuba, SP

AGROFITO - Rondonópolis, MT

UNNIGEL, na Agrotins - Palmas, TO 22 - ABRANEWS

AGRISHOW - Ribeirão Preto, SP


Certificado de Autorização CAIXA nº 7-5828/2018

CONSTRUA SUA VIDA SALVANDO VIDAS! CAMPANHA SOLIDÁRIA EM PROL DO HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS

Imagem meramente ilustrativa.

R$ 50,0 0 Adquira uma rifa e concorra a 1 Trator Case IH Farmall 80. Cada rifa tem dois números. É mais chance de ganhar!

Adquira sua rifa em um dos concessionários Case IH em todo o Brasil ou no Hospital de Amor Barretos.

DOAÇÃO

Sorteio: 26 de setembro de 2018

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REVISTA ABRANEWS Nº 15  
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