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23 ISSN 2236-0336

Ano 03 - Edição 23 - Janeiro/2013

comunicação integrada

EditShare

TV Rio Sul investe em arquivamento e edição colaborativa


Editorial

Mais eficiência para um novo patamar de qualidade O Ano Novo começou com uma notícia importante e necessária para o mercado audiovisual: O padrão de codificação H.264 (formalmente ITU-T H.264 / MPEG-4 Part 10 “Advanced Video Coding” - AVC) está evoluindo para aumentar a eficiência da compactação dos dados e atender as novas exigências de gravação, armazenamento e distribuição. Nos próximos anos ele deverá dar lugar ao codec ITU-T H.265 / ISO/IEC 23008-2 HEVC. A alteração será possível depois de os membros da União Internacional de Telecomunicações terem anunciado a aprovação dos estudos realizados na última década. A entidade é uma das responsáveis por conduzir os testes, validar e recomendar o uso novas tecnologias relacionadas às telecomunicações. Segundo a ITU (na sigla em inglês), o novo codec deverá aliviar consideravelmente o volume de dados trafegados pelas redes mundiais de dados, podendo cortar pela metade a banda necessária para transportar um mesmo arquivo. A chegada do H.265 também era muito aguardada porque a multiplicação no volume de vídeos produzidos e a exigência por mais resolução têm sobrecarregando os suportes de gravação atuais. Hoje não é difícil encontrar emissoras e produtoras pegas de surpresa com esgotamento antes do previsto de servidores de mídia com dezenas de Terabytes. O H.264/AVC foi apresentado em 2003, após dez anos de pesquisas, como substituto de padrões anteriores a chegada da alta definição. Ele impulsionou a expansão do ecossistema de vídeo de tal maneira, que muitos fabricantes acabaram por abandonar padrões proprietários para utilizá-lo. Hoje o H.264 é responsável por mais de 80% de todos os vídeos exibidos na web e está presente na TV por satélite e cabo, nas transmissões de TV aberta, nos discos Blu-ray, em telefones celulares e sistemas de videoconferência, bem como em mídias e sistemas de armazenamento. E assim continuará por muitos anos, mesmo com a chegada do H.265. O novo padrão, conhecido informalmente como “Codificação de Vídeo de Alta Eficiên-

cia” (HEVC na sigla em inglês), usará apenas metade da taxa de bits do antecessor e a ITU espera que nos próximos dez anos ele desencadeie uma nova fase de inovação na produção de vídeo, abrangendo todo o universo das telecomunicações, desde câmeras e servidores até dispositivos móveis e telas de definição ultra-alta. No âmbito do grupo de pesquisas responsável pela nova codificação (JCT-VC), empresas como a Ateme, Broadcom, Cyberlink, Ericsson, HHI Fraunhofer, Mitsubishi e NHK já apresentaram implementações para o HEVC. O novo padrão incluirá um perfil principal com suporte para vídeo de 8-bit 4:2:0, um perfil com suporte para 10bit (Main 10) e um perfil para imagens estáticas. Além deles, a ITU e as entidades ISO e IEC continuarão a trabalhar numa série de aprimoramento do HEVC, incluindo suporte para vídeo de 12-bit, bem como a amostragem de cor 4:2:2 e 4:4:4. As entidades ainda vão colabora com o grupo de trabalho 3D-Video (JCT-3V) na evolução para codificação de vídeo estereoscópico 3D. Este trabalho será fundamental para viabilizar a produção e distribuição em larga escala de produções do gênero. No caso da transmissão daTV digital aberta no Brasil, por exemplo, a chegada de desta tecnologia poderá permitir que a banda usada por um canal HD possa acomodar dois sinais (olho esquerdo e direito). Assim, um televisor HDTV (“convencional”) utilizará apenas um dos sinais sem prejuízo na qualidade, enquanto os modelos 3D poderão exibir produções estereoscópicas com resolução Full HD. Essas mesmas características ainda poderão ser aproveitadas para exibir imagens com resoluções de 7680 × 4320, algo que já está nos planos dos grandes fabricantes de displays. Se o codec H.264 é um dos grandes responsáveis por democratizar o consumo de vídeo na internet, pela existência das empresas de OTT ou simplificar as gravações e transmissões em alta definição, o H.265 chega com a responsabilidade de dar continuidade de levar a experiência do vídeo ainda mais longe.

Edição: Ano 3 • N° 23 • Janeiro de 2013 Presidência & CEO Victor Hugo Piiroja e. victor.piiroja@vpgroup.com.br Gerência Geral Marcela Petty e. marcela.petty@vpgroup.com.br Departamento Financeiro Rodrigo Oliveira e. rodrigo.oliveira@vpgroup.com.br Marketing Ironete Soares e. ironete.soares@vpgroup.com.br Designers Gráficos Débora Becker e. debora.becker@vpgroup.com.br Bob Nogueira e. bob.nogueira@vpgroup.com.br Web Designer Robson Moulin e. robson.moulin@vpgroup.com.br Sistemas Wander Martins e. wander.martins@vpgroup.com.br Diretor de Redação Fernando Gaio (MTb: 32.960) e. fernando.gaio@vpgroup.com.br Editor Eduardo Boni e. eduardo.boni@vpgroup.com.br Editora Assistente Renata Primavera e. renata.primavera@vpgroup.com.br Editor Internacional Antonio Castillo e. acastillo@panoramaaudiovisual.com Colaboradores Felipe Goulart . Mauro Justto Publicidade – Diretor Comercial Christian Visval e. christian.visval@vpgroup.com.br Gerente de Contas Alexandre Oliveira e. alexandre.oliveira@vpgroup.com.br Publicidade – Gerente de Contas Internacional Roberta Petty e. roberta.petty@vpgroup.com.br Panorama Audiovisual Online s. www.panoramaaudiovisual.com.br Tiragem: 16.000 exemplares Impressão - HR Gráfica

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Alameda Amazonas, 686, G1, Alphaville Industrial 06454-070 - Barueri – SP – Brasil t. + 55 (11) 4197 - 7500 s. www.vpgroup.com.br Alameda Amazonas, 686, G1, Alphaville Industrial PanoramaAV

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A garantia oficial Sony Brasil só é garantida para os produtos com número de série com procedência de importação Sony Brasil. A garantia oficial Sony Brasil só é garantida para os produtos com número de série com procedência de importação Sony Brasil. Sony é uma marca comercial registrada da Sony Corporation. Todos os pesos e as medidas não métricas são aproximados. As imagens visualizadas neste anúncio são simuladas. Sony é uma marca comercial registrada da Sony Corporation. os pesos e as não medidas não métricas são aproximados.fiel As da imagens visualizadas neste anúncio são simuladas. Fotos, gráficos eTodos ilustrações podem corresponder a uma representação realidade. Fotos, gráficos e ilustrações podem não corresponder a uma representação fiel da realidade.


SUMÁRIO

1414 Interatividade na TV Gazeta

Depois de implantar um sistema para closed caption gerado por reconhecimento de voz na emissora paulista, a Showcase Pro desenvolveu uma aplicação interativa que exibe a previsão do tempo através do canal de interatividade.

26 Belden anuncia 26 incorporação da Poliron O grupo norte-americano fabricante de cabos e soluções industriais ao redor do mundo finalizou a incorporação da empresa brasileira Poliron Cabos Elétricos Especiais.

3030 Inter BEE 2012

Feira mais importante do mercado japonês reúne lançamentos de 800 empresas e apresenta as tendências para 2013.

3838 Fork Logger 1.0

O novo módulo embutido do FORK 3.5 ajuda os proprietários de conteúdos a marcar os vídeos adicionando metadados com flexibilidade e rapidez através de uma interface gráfica customizável.

5454 Cinema nacional em 2012

O mercado de cinema no Brasil cresceu, e a arrecadação das salas de exibição atingiu o recorde histórico de R$ 1,6 bilhão, com alta de 12,13% em relação a 2011. O público acumulado também alcançou o patamar recorde de 146,4 milhões de espectadores.

6464 TV Rio Sul investe

em arquivamento e edição colaborativa A afiliada da Rede Globo adotou as soluções da EditShare para simplificar a contribuição jornalística e os processos de edição, arquivamento e edição das imagens.

7272 Missão para expandir a criatividade

Quando Karl Schubert, diretor de tecnologia da Grass Valley, olha em sua bola de cristal para 2013 e além, ele vê que os broadcasters e as empresas de mídia no mundo inteiro devem continuar com a migração da indústria para infraestruturas de Protocolo de Internet (IP) e baseadas em arquivos, e que os fabricantes irão apoiar essa iniciativa com um número cada vez maior de plataformas de software e de rede, para permitir aos usuários trabalhar de forma colaborativa e muito mais eficiente.

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O Futuro da produção ao vivo está aqui!

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News > Novas mídias

Compra da Radiant pela Wohler facilita Plataforma possibilita eliminar o vai e volta que ocorre no envio de conteúdo do servidor de um fornecedor para outro, mesmo dentro da mesma organização.

Parte desta tecnologia foi demonstrada por Simon Pegg na 4ª Conferência Panorama Audiovisual

N

o mundo das novas mídias, com o constante desenvolvimento de novas plataformas e formatos de entrega em todo o mundo, uma única parte do conteúdo pode exigir transcodificação e publicação em vários locais antes de chegar a um canal de exibição. Pensando nesse desafio, a Wohler lançou em 2012 a sua Plataforma de Automação de Novas Mídias. Combinando os pontos fortes da RadiantGrid e Wohler, que uniram forças no primeiro semestre do ano passado, essa plataforma permite que as empresas estejam melhor equipadas em seu fluxo de trabalho de streams centrados em IT, abrangendo uma vasta gama de soluções para vídeo, áudio, dados e QC. Um dos objetivos principais por trás da plataforma de automação RadiantGrid é o de eliminar o vai e volta que ocorre no envio de conteúdo do servidor de um fornecedor para outro, mesmo dentro da mesma empresa. Ela protege e garante a melhor qualidade do ativo possível na sua arquitetura paralela enquanto processa em modo batch ou grid, ou um híbrido dos dois. Entre os principais recursos da plataforma estão a ingestão ba-

seada em arquivo, indexação e gestão de metadados, otimização de mídia, e transcodificação e empacomento multi-plataforma. Por trás do painel da plataforma está o motor de processamento inteligente e paralelo, o TrueGrid, que toma proveito de duas tecnologias: uma estrutura de gestão de conteúdo e funções de processamento de mídia inteligentes. Esta nova solução de fluxo de trabalho também reduz recursos críticos normalmente associados a uma produção multi-plataforma, ao limitar a dependência em tecnologias em sua arquitetura de plataforma paralela. Além disso, todas as políticas de fluxo de trabalho e ações de fluxo de trabalho sob demanda podem ser pré-determinadas e totalmente automatizadas através de perfis criados pelo usuário (usando o painel de fluxo de trabalho interativo), permitindo a automação do fluxo de trabalho inteiro, incluindo os processos de ingestão, indexação, preparação, transformação, QC, publicação e distribuição. A plataforma está sendo bem recebida pelo mercado até o momento. Em 2012, a Turner Entertainment Networks International no Reino Unido anunciou a implementação da nova plataforma de software, juntamente com a ESPN, que mudou para a solução RadiantGrid para coletar, gerenciar, transformar e distribuir conteúdo dos jogos gravados. Logo após a aquisição da RadiantGrid Technologies pela Wohler, a Plataforma de Automação de Novas Mídias recebeu o prêmio STAR Award 2012. s. www.wohler.com

Entre os recursos da plataforma estão a ingestão baseada em arquivo, indexação e gestão de metadados, otimização de mídia, transcodificação e empacomento multiplataforma Página 8


Demodulador ISDB-Tb

Tipo DC (12V)

DMB-2-ISDBT RF IN

LAN

DVB-ASI OUT

DVB-SPI OUT

Tipo AC (100-240V)

DMB-2-ISDBT pode produzir BTS (Broadcast Transport Stream) DMB-2-ISDBT pode ser utilizado para link de backup de TTL 多彩な入力から選択可能

Backup de TTL (Transmitter Transmitter Link)

Quando o sistema de transferência de microwave quebra, o backup com DMB-2-ISDBT pode ser muito útil. O DMB-2-ISDBT recebe RF de broadcast que era transmitido por transmissor prévio. E o modulador do transmissor usa o BTS que é emitido pelo DMB-2-ISDBT no lugar do BTS do sistema de transferência do microwave. BTS DMB-2-ISDBT

MicroWave Rx

BTS

MOD

Tx

Error TTL

STL

(Transmitter Transmitter Link)

(Studio Transmitter Link)

TV station

Transmitter A

TTL

TTL

Transmitter B TTL

Transmitter D

Transmitter C Transmitter E


News > Infraestrutura

Áudio em rede Ethernet IP na TV Bahia A emissora adotou uma nova estrutura de roteadores da dinamarquesa NTP Technology A/S nas suas instalações em Salvador.

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TV Bahia optou por uma plataforma de produção inovadora, com base no áudio distribuído em rede, para os seus estúdios de televisão em Salvador. O sistema é o primeiro de seu tipo no mundo, usando Gigabit Ethernet IP/L3 de áudio em rede em uma infraestrutura de produção em televisão. Ele consiste de uma plataforma com roteadores de áudio NTP com a funcionalidade de embutir e retirar o áudio em fluxos 3G, HD-SDI, SD- SDI, e fazendo a interface de 16 canais de áudio com até 80 sinais de vídeo, simultaneamente. Todos os sinais podem ser acessados através de uma rede Gigabit IP Ethernet de áudio usando a tecnologia Dante. Esta rede pode gerenciar 500 canais em baixa latência com alta qualidade de áudio e em 24 bit. Ela conecta cinco consoles de áudio modelo Yamaha CL5 e interfaces de entradas e saídas compatíveis com a tecnologia nos estúdios de produção. O software de controle dos roteadores NTP pode configurar as conexões entre áudio no vídeo 3G, HD-SDI, SDSDI e todos os canais de áudio da rede Ethernet. O software funciona numa plataforma controladora baseada em QNX com proteção primaria e secundaria. A configuração pode ser realizada manualmente ou a partir de um sistema de programação da base de dados com agendamento automaticamente controlado. Qualquer entrada ou saída de áudio na rede Ethernet de áudio pode ser direcionada aos canais em qualquer console de áudio na rede. A TV Bahia é a cabeça da Rede Bahia, rede de TV independente que faz parte da Rede Globo. Ela possui seis emissoras no estado.

Resolução Uma rede de áudio com tecnologia Dante proporciona uma resolução de áudio em 24 bit e latência abaixo de um milissegundo, baseada em IP/L3, que também é roteável via sub-redes adicionais. A tecnologia foi desenvolvida pela empresa australiana Audinate, que nos últimos cinco anos já licenciou mais de 50 fabricantes, tendo performance bastante estável. Recentemente ela foi adotada por fabricantes de áudio profissional e equipamentos de televisão, tanto para a troca de som através de redes locais (LAN), como para redes dedicadas na contribuição de sinais em áreas mais amplas (WAN).

O sistema usa Gigabit Ethernet IP/L3 para trafegar áudio em rede numa infraestrutura de televisão. Ele usa roteadores de áudio NTP com a funcionalidade de embutir e retirar o áudio em fluxos 3G, HD-SDI, SD- SDI

Redes A largura de banda em redes com base em Ethernet IP tem aumentado radicalmente nos últimos anos, o que faz com que essas redes possam trafegar grande capacidade de dados em alta velocidade utilizando switchers Gigabit e roteadores. Para os estúdios de produção musical, emissoras de rádio e telePágina 10

visão, o roteamento de áudio baseado em Ethernet IP é uma oportunidade a se considerar em novas infraestruturas. Isto porque é possível criar sistemas em rede de um modo mais flexível e menos oneroso do que a tradicional infraestrutura baseada em ponto a ponto para AES/EBU, AES50 ou MADI.


Em profundidade > Servidores de mĂ­dia

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News > Infraestrutura

A estrutura para distribuição de áudio sobre IP da TV Bahia está ligada a cinco consoles de áudio Yamaha CL5 Instalação A solução para a TV Bahia consiste em cinco rack-frames modelo NTP Penta 720 de 19” com placas para embutir e extrair o áudio em vídeo 3G, HD-SDI, SD- SDI, um roteador principal modelo Penta 725 com entrada e saída conectadas aos rack-frames via fibra óptica. Um controlador principal e secundário NTP modelo 635 controller system com RCCore control system e uma interface de controle de usuário modelo VMC. Os estúdios tem cinco consoles de áudio Yamaha CL5 e seis interfaces analógicas de entrada e saída Yamaha RIO. A integração dos equipamentos NTP foi feita pelo seu represen-

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tante no Brasil, a Sterling do Brasil, que distribui soluções, equipamentos e serviços para os nichos de mercado de HDTV, IPTV, CATV, DTH, produção, pós-produção, OTT, satélite e fibras óptica. Já a NTP Technology A/S tem mais de 30 anos de mercado, produzindo processadores e roteadores de áudio de alta qualidade para emissoras de radio e televisão, bem como para estúdios de gravações, em todo o mundo. s. www.ntp.dk s. www.sterlingdobrasil.net s. www.audinate.com


Em profundidade > Servidores de mídia

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News > Ginga

ClimaShow na interatividade da TV Gazeta Depois de implantar um sistema para closed caption gerado por reconhecimento de voz na emissora paulista, a Showcase Pro desenvolveu uma aplicação interativa que exibe a previsão do tempo através do canal de interatividade.

Tela de configuração do sistema implementado pela TV Gazeta

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esde o segundo semestre de 2012, a TV Gazeta integrou à sua programação um aplicativo atualizado em tempo real com detalhes sobre o clima – incluindo a velocidade dos ventos, por exemplo. As informações podem ser acessadas em qualquer televisor com recepção digital. Alguns segundos após a sintonia do canal, surge um ícone no canto superior esquerdo indicando a disponibilidade da aplicação. O telespectador pode desmembrar os menus pelo controle remoto e selecionar a cidade onde está ou demais capitais brasileiras. No caso de São Paulo também é possível ver a previsão para os próximos sete dias. A solução da Showcase Pro levou dois meses para ser desenvolvida, e usa a linguagem NCL-Lua. Ela recebe um fluxo contínuo de informações da Somar Meteorologia para fazer a atualização dinâ-

mica dos gráficos exibidos. Tudo é transmitido através do canal de interatividade, em conjunto com a transmissão HDTV da Gazeta. Como o Implementador de Funções de TV Digital da ShowCase PRO já estava integrado ao workflow de transmissão da TV Gazeta, ficou mais fácil colocar o sistema em funcionamento. “A configuração foi trivial, já que o multiplexador ISDB-T é controlado por ele”, conta Rafael Augusto Peressinoto, da ShowCase PRO. “Tanto o agendamento de quando a aplicação deve ser exibida durante a programação, como a obtenção e atualização dos dados meteorológicos são automatizados”. Peressinoto explica que basta liberar o acesso na rede do IFN50 ao servidor da ShowCase PRO, e a aplicação está pronta para rodar. “A necessidade de intervenção do cliente é mínima”.   Embora a interatividade da TV Gazeta tenha optado por exibir informações sobre o clima, ela também poderia trazer informações sobre a situação dos aeroportos e voos, trânsito e indicadores econômicos, por exemplo. “O IFN50 já está presente em diversas emissoras no Brasil. Já o aplicativo ClimaShow é transmitido apenas na TV Gazeta, mas temos uma versão mais simplificada, o ClimaShow Lite, que está em operação em outras emissoras”, finaliza Peressinoto.  

Closed Caption

No final de 2012, a TV Gazeta também colocou no ar uma aplicação específica com a história da Corrida de São Silvestre e informações para os participantes Página 14

Outra solução para emissoras de televisão da ShowCasePRO é o gerador de Closed Caption on-line e off-line X-ON 75, que trabalha com reconhecimento de voz. Ele é composto por um servidor de codificação e controle, juntamente com o módulo Locutor e o módulo opcional Validador. O módulo Locutor reúne uma estação completa para captura de áudio e reconhecimento de voz, tanto no modo on-line como no modo off-line. Já o módulo Va-


News > Ginga

Recentemente a emissora recebeu a segunda geração de transmissores digitais Hitachi Kokusai Linear (à esq.) lidador permite a validação de conteúdo on-line antes do envio ao telespectador, aumentando o nível de acertos. Existe ainda o módulo de Texto Avulso para carregamento de legendas por arquivos de texto nos formatos TXT, DOCX e SRT. Para acelerar o processo, especialmente em transmissões ao vivo, existe o módulo de TelePrompter compatível com o software WinPlus, para receber e processar o texto que está sendo visualizado no teleprompter dos apresentadores. Essa integração com sistemas de jornalismo dá acesso aos espelhos e laudas de diversos softwares do mercado, como iNEWS, ENPS, EasyNews e NewsMaker. Para atender à Portaria nº 310 de 27 de Junho de 2006 do Ministério das Comunicações, o módulo Histórico emite relatórios estatísticos quantitativos e qualitativos da produção e operação para o caso de auditorias. O X-ON 75 usa uma interface gráfica desenvolvida em HTML 5 e tem um protocolo para descobrir o fabricante e modelo do encoder de closed caption dentre os diversos do mercado (Wohler, Evertz, EEG, Link e Norpak, por exemplo).

Acessibilidade O uso de Closed Caption na TV aberta brasileira ganhou importância após a Lei 10.098, do Direito à Acessibilidade aos Deficientes, e a Norma Complementar aprovada em 28 de junho de 2006, que exigem a obrigatoriedade do uso de legenda oculta em programas de televisão. Por isso a TV Gazeta também usou a solução da Showcase Pro para implantar o closed caption na sua programação. Na sala de locução, um operador, cuja voz é “reconhecida” pelo computador, ouve o que é dito durante a programação e repete no microfone. Ela não muda a entonação quando há um diálogo, apenas repete o que houve. Ao lado deste locutor há um validador, que lê e corrige rapidamente o texto que será exibido.

ISDB-T O implementador de funções IFN50 opera em uma plataforma de 64 bits e é destinado à inserção de funções mandatórias típicas de um sistema de ISDB-T, adicionais às normalmente geradas pelos multiplexadores existentes no mercado. Ele incorpora o máximo de possibilidades para uma transmissão digital interativa, podendo operar com qualquer multiplexador ISDB-T que tenha entrada para fluxo de transporte (TS). Fazendo uso de uma inovadora arquitetura plena de 64-bits, envolvendo hardware, sistema operacional e software de controle, o IFN50 é capaz de processar o dobro de informações em um mesmo ciclo, quando comparado a um sistema de 32 bits típico, aumentando muito a velocidade de operações de I/O, cálculos e inúmeras outras rotinas envolvidas no processo computacional. Por praticamente não utilizar partes móveis sujeitas a desgaste, o equipamento tem um tempo médio entre falhas (MTBF) altíssimo, reduzindo fortemente a necessidade de manutenção. Em caso de queda de energia não há risco de dano aos dados gravados. Segundo a empresa, o retorno do sinal de saída ocorre automaticamente em poucos segundos após o religamento.

Mux Para completar o conjunto de soluções, a empresa criou o multiplexador MUX50. Ele foi concebido em plataforma FPGA e contempla transmissão de BTS (Broadcast Transport Stream) e camadas hierárquicas, filtragem, remapeamento de PIDs e redes de frequência única SFNs. O MUX50 pode ser inteiramente controlado pelo implementador de funções ISDB-T IFN50. Ele tem entradas para oito conexões DVB-ASI (BNC, 75 Ohms), uma porta Ethernet (RJ-45, 10/100 Mbit), uma referência PPS (BNC), uma referência 10MHz (BNC, 50 Ohms, 0 < nível <10 dBm) e a alimentação AC 110/220 Vca, 47-63 Hz. Página 15


News > Áudio Profissional

Solução para debates ao vivo O programa de debates ‘Question Time’, da BBC, simplificou a mixagem dos canais de áudio com a placa Yamaha MY16-Dugan, que suporta a mixagem automática de até 16 canais.

A solução tem uma tela remota para Mac, PC ou iPad, que permite acompanhar o funcionamento da unidade com a seleção e a soma dos microfones

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esde que fez sua estreia na feira ProLight+Sound, a placa Yamaha MY16 Dugan, que possibilita a mixagem automática de microfones nas mesas digitais da marca, está provando ser um grande sucesso no mercado da radiodifusão. Uma das primeiras emissoras que está usando esta placa é a britânica BBC, durante o programa “Question Time”, da BBC One. Produzido pela Media Mentorn, em colaboração com a Three Squared para a produção do áudio, o programa tem muitos convidados para discutir política a cada edição. Como é trans-

mitido ao vivo a partir de locais diferentes a cada semana, o programa enfrenta muitos desafíos. O áudio precisa estar com mesma a qualidade, seja num ginásio esportivo ou em uma igreja, independente dos problemas acústicos próprios de cada ambiente. A seção de mixagem no console digital Yamaha LS9-32 utilizada recebe até 10 microfones omnidirecionais abertos ao mesmo tempo, por isso, a produção precisa fazer mágica com os faders para controlar o ganho e feedback, evitando o ruído de fundo e sons indesejados. Agora, graças à MY16, que suporta a mixagem automática de até 16 canais de 48 kHz ou 8 canais em 96 kHz, é possível que o técnico, em vez de manter cada fader muito baixo e reagir rapidamente para abri-lo quando um convidado falar, com as perdas habituais das primeiras sílabas, possa manter todos os canais abertos no nível necessário, sem perda de qualidade. Isto acontece através da troca de ganho, que é distribuído entre todos os canais de microfone abertos. Assim, uma vez que um convidado começa a falar, a placa automaticamente aloca todo o ganho disponível para este canal, garantindo que ele possa ser ouvido e cancelando os demais. Em caso de interrupção por outro convidado, o seu microfone também será aberto automaticamente e compartilhará o ganho. A MY16-Dugan não usa portas de ruído, de modo que não há qualquer tipo de artefato audível associado ao gating. A placa tem impressionado o engenheiro Jeremy Farnell, que está a frente da mixagem do “Question Time”: “sou um engenheiro de som ao vivo da velha escola, com uma experiência de 30 anos, por isso estava cético quanto a este tipo de solução. Mas eu estou muito satisfeito com o desempenho da MY16. Ela aumenta a inteligibilidade do que os participantes do debate dizem. Normalmente fazemos um debate simulado

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O engenheiro Jeremy Farnell estava cético, mas está muito satisfeito com o desempenho da MY16

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News > Áudio Profissional

As edições transmitidas pela BBC One costumam ser assistidas por mais de 4 milhões de pessoas para aquecer o público e selecionarmos algumas pessoas para interagir com os convidados. Muitas vezes acaba sendo a parte mais difícil do programa, já que os telespectadores não têm experiência para falar em público. Sinto-me frequentemente esticando as leis da física para encontrar ganho suficiente para amplificar uma voz fraca. A MY16 faz com que este aspecto do debate seja extraordinariamente simples e, pela primeira vez, não precisei aumentar o nível de qualquer microfone. Com ela a voz ficava ainda mais suave, sendo ouvida de maneira clara e inteligível”. Uma característica desta solução da Yamaha é uma tela remoan_phase_evertz_225x150mm.pdf 1 21/11/11 ao 20:05 ta para Mac, PC ou iPad, que permite operador acompanhar

A Dugan-MY16 detecta os microfones ativos e faz os cross-fades automaticamente o funcionamento da unidade, permitindo que ele se concentre no áudio final. “É encorajador ver a tela remota da placa com a seleção e a soma dos microfones. A tranquilidade visual dá tempo para usar os ouvidos e ouvir. Isso significa que eu posso realmente ouvir o som do debate, ao invés de ter toda a minha atenção focada nos canais de microfone. Trabalhando com uma audiência televisiva de quatro milhões e meio, você deve sempre ter um áudio claro e, acima de tudo, uma reprodução exata do que está sendo dito. Então, eu realmente aprecio um equipamento bem concebido, que soa bem, é fácil de usar e torna o nosso trabalho mais fácil”, finalizou Farnell.

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News > Medição e Teste

Hamlet traz teste e medição para monitores portáteis Os modelos Precision HDW7 e HDW5 analisam e ajustam cenas para melhorar qualidade de imagem de filmagens.

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Hamlet anunciou o seu mais recente desenvolvimento em monitoramento de campo portátil. Projetado para aqueles que precisam da conveniência de monitores de qualidade e teste de precisão e monitoramento de medição, a empresa já está comercializando os modelos Precision HDW7 e HDW5. Estas ferramentas de uso diário são úteis para produtores de conteúdo, garantindo que os parâmetros de vídeo e foco sejam mantidos perfeitamente e com facilidade durante as filmagens. Os monitores Precision podem ser utilizados com a Blackmagic Cinema Camera. O HDW7 é pequeno e leve, com tela de sete polegadas, oferecendo imagens nítidas, vivas e um tempo de resposta estável, exibindo cores precisas e consistentes de todos os ângulos de visualização. O nível ajustável de clipe, sob e sobre a iluminação, e capacidade de cor falsa são reforçados ainda mais pela forma de onda embutida clara e absoluta, RGB e traços vetoriais. Com entrada HDMI, complementada por entradas 3G, HD e SD SDI e saída de fone de ouvido e loop, assim como outros produtos da Hamlet, ele tem uma caixa texturizada para melhor aderência, manuseio e maneabilidade. Outra solução de baixo custo do Hamlet permite que os profissionais utilizem recursos de precisão. Já o pequeno HDW5 fornece um pacote ainda mais conveniente, tendo o mesmo peso e características, mas com menos peso. “O objetivo da Hamlet é construir as ferramentas que os responsáveis por programas necessitam diariamente”, disse o diretor da Hamlet, Steve Nunney. “Ao falar com as pessoas que passam a vida fazendo e entregando programas de broadcast, temos um grande entendimento do que elas precisam para oferecer a melhor qualidade possível na tela, e o Hamlet HDW7 e HDW5 foram desenhados pensando justamente nisso”. Página 18

XenData anuncia suporte LTO-6 para servidores e aplicações de arquivamento Os servidores e aplicações de arquivamento LTO da XenData, das séries SX-10 e SX-500, agora irão trabalhar com a tecnologia de bibliotecas de drives e fitas LTO-6 de uma gama de fabricantes, que inclui HP, IBM, Oracle, Qualstar, Quantum, Spectra Logic e Tandberg Data. Os modelos SX-10 e SX-500 administram disco com armazenamento LTO, provendo uma arquitetura de armazenagem anexada à rede (NAS, na sigla em inglês), apresentando ativos de vídeo com estrutura padrão de arquivo e pasta, dentro de uma rede. Os servidores oferecem compatibilidade com uma larga gama de aplicações usadas nas indústrias de mídia e entretenimento, incluindo aplicações de MAM e sistemas de edição de vídeo. “O suporte do XenData para a geração de LTO mais recente significa que o custo de sistema de arquivos por terabyte será menor”, diz o cofundador e diretor técnico da XenData, Mark Broadbent. “Ao alavancar os muitos benefícios do LTO-6, como a maior capacidade, vida útil longa, confiabilidade, velocidade e facilidade de uso, nós continuamos provendo aos nossos clientes a última geração de soluções de arquivamento de vídeo com preços acessíveis”. As soluções LTO-6 da XenData serão demonstradas tanto nas feiras BVE 2013, em Londres, quanto na NAB 2013, em Las Vegas.


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News > Produção

Panasonic renova soluções para captação O novo modelo AG-HPX600 P2 HD, por exemplo, combina alto desempenho, facilidade de operação e um projeto preparado para futuras ampliações, com o objetivo de cobrir uma ampla gama de aplicações, especialmente em broadcast. A HPX600 fornece recursos inovadores e operação eficiente, com opções como entrada de metadados sem fio, gravação proxy, taxas de quadro variável e futuras opções incluindo AVCULTRA e cartão microP2 com atualização em 2013. O AVCULTRA vai oferecer qualidade de primeira linha e/ou taxa de bits de gravação baixa de 10 bits 4:2:2 em Full HD para atender às variadas necessidades do usuário desde masterização a transmissão

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or ser uma câmera de ombro para 2/3 de polegada, a AG-HPX600 acomoda uma grande variedade de objetivas intercambiáveis. Além disso, o seu corpo compacto oferece grande mobilidade por ser um dos mais leves da indústria: apenas 2,8 quilos. O recém-desenvolvido sensor MOS atinge alta sensibilidade de F13 e baixo ruído, graças à sua relação S/N de 59dB. Ela ainda inclui diversos codecs HD/SD, como AVC-Intra100/50, DVCPROHD, DVCPRO50, DVCPRO e DV. Além dessas características básicas, estão disponíveis funções opcionais, tais como conectividade de rede ou frame rate variável (VFR). Deste modo, a câmera pode ser adaptada a diversas aplicações com um custo mínimo. Ela também suporta as tecnologias P2HD mais recentes, como o codec AVC-ULTRA e o cartão microP2 (em breve).

Sucessora da AG-AF100, nova câmera de vídeo AG-AF100A tem maior resolução de alta definição e outras melhorias Página 20

HD/SD e gravação em diversos codecs A AG-HPX600 suporta múltiplos codecs HD/SD, incluindo o formato AVC-Intra 100Mbps, que registra sinais 1920×1080 com amostragem a 4:2:2 e 10 bits. Também é possível comutar entre 50 e 60Hz para utilizá-la em todo o mundo, e quando se instala uma placa opcional de entrada HD/SD-SDI (AG-YA600G), ela também pode ser usada como um gravador portátil. O suporte a formatos abrange AVC-Intra100/50 60Hz: 1080/60i, 24pN, 30pN; 720/60p, 24pN, 30pN; DVCPRO HD 60Hz: 1080/60i, 24p, 24pA, 30p; 720/60p, 24p, 30p; e DVCPRO50/ DVCPRO/DV 60Hz: 480/60i, 30p, 24p, 24pA.

AG-AF100A A Panasonic também anunciou no final de 2012 o lançamento da nova AG-AF100A, camcorder que oferece melhorias significantes

Pesando aproximadamente 1.6kg (sem lente ou bateria), a nova câmera vem com outros recursos, como o Dynamic Range Stretch em todos os modos e taxas de frames


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12/12/11

15:34

Produção Produção HDTV

Gerador de Caracteres Inscriber ENG ACESSÍVEL Gerador de Caracteres Inscriber Câmeras e Switcher de Produção Câmeras e Switcher de Produção Processamento com Harris X50 / X85 Processamento com Harris X50 / X85

Master Control Master Control Controle Mestre Icon Master Controle Mestre Icon Master Servidor de Vídeo ServidorControl de Vídeo Loudness Loudness Control

Central Técnica Central Modulares Técnica 6800

ModularesPlatinum 6800 Matriz SD/HD/3G SD/HD/3G TesteMatriz e Medição Harris Platinum Videotek Teste e Medição Harris Videotek

NewsLite 6000 Terminal Satcom Suporte à Comunicação em MO, Celular e Wi-Fi Modulação DVB-S2 Transmissor Digital Harris Maxiva Antena UHF de Alta Performance da ERI SSPA/BUC integrados de 25WLinha Ku Rígida Transmissor Digital Maxiva Antena UHFede AltaCoaxial Performance da ERI Encoder e Multiplexer daHarris linha Selenio Cabo Andrew Encoder e Multiplexer da linha Selenio Alta Portabilidade, 23Kg Linha e Cabo Coaxial Andrew Distribuição TS/BTS Filtro deRígida Máscara e Combinadores Distribuição TS/BTS Filtro de Máscara e Combinadores Antena FLA-120

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News > Produção A filmadora de vídeo de lente intercambiável é equipada com compensação de aberração cromática (CAC) para maximizar o desempenho da lente; zona de gama dinâmica (DRS) - função para ajudar a compensar grandes variações na iluminação -; uma precisa deteção de Flash Band e um algoritmo de compensação que minimiza este efeito. Existe ainda uma interface inteligente de usuário permite acessibilidade às funções da filmadora através de um display LCD

A HPX600 também possui capacidade de conexão com e sem fio, com acesso Wi-Fi, USB e Gigabit Ethernet. Além disso, uma opção irá suportar o sistema LiveU para uplink de vídeo com indicação de tempo real do estado de transmissão e qualidade da transmissão de vídeo para o operador. A atualização estará disponível em breve

A filmadora oferece gravação AVC-Intra 4:2:2 de 10 bits, baixo consumo de energia de apenas 18 watts e opções que incluem gravação AVC-ULTRA. Primeira filmadora de 2/3 pol. de ombro do mundo com menos de 3,18 kg (aproximadamente 2,81 kg), a HPX600 é equipada com um sensor tipo MOS de 2/3 pol. recentemente desenvolvido e grava em DV, DVCPRO HD, DVCPRO50, DVCPRO e DV Página 22

e maior imagem de alta resolução (HD), com melhor custo-benefício se comparada ao modelo anterior AG-AF100. A nova câmera tem 10 bit (8 bit melhorados) de qualidade de saída 4:2:2 para melhor gradação de tons quando grava em dispositivos externos – como o gravador P2 HD. O sinal HD-SDI ainda traz um sinal de sincronização para as funções Rec/Start/Stop da AF100A. A AF100A ainda é equipada com a função de assistência de foco, que aumenta o centro da imagem para um foco melhor e mais fácil, além de ter um marcador de zona segura de 2.39:1 (tamanho de cinema). Além do modo de gravação de vídeo de alta qualidade PH (aproximadamente 21Mbps e máximo de 24Mpbs), a AF100A segue o padrão da AVCHD ver.2.0 (AVCHD Progressive) com o novo modo PS (aproximadamente 25Mpbs e máximo de 28Mpbs) para gravação, reprodução e saída (somente por HDMI) de imagens em Full HD progressivo (1080p/59.94p, 1080p/50p). Pesando aproximadamente 1.6kg (sem lente ou bateria), a nova câmera vem com outros recursos, como o Dynamic Range Stretch em todos os modos e taxas de frames, e seis arquivos de cenas customizáveis integrados que podem ser intercambiáveis para ajuste entre câmeras.

AK-HC3800 A Panasonic ainda introduziu recentemente o sistema de câmera de


X50™ X50™ Multiconversor, Processador com Frame Syncronizer Multiconversor, X50™ Processador com Frame Syncronizer Multiconversor, Processador com Frame Syncronizer

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correção de cor, controle e monitoração via web, suporte AFD, O conversor, processador com frame syncronizer Harris X50™ correção cor, controle monitoraçãototalmente via web, suporte AFD, e O conversor, processador frame syncronizer Harrisgarantindo X50™ dois de conversores deeaspect-ratio configuráveis é a melhor solução com em equipamento de 1RU, dois processador conversores de aspect-ratio totalmente configuráveis e é a melhor solução em equipamento de 1RU, excepcional e com funcionalidade, quegarantindo lheHarris renderam de controle áudio integrado. Como pode-se correção de cor, e monitoração via opcional web, suporte AFD, O conversor, qualidade processador frame syncronizer X50™ excepcional qualidade e funcionalidade, que lhe renderam processador de áudio integrado. Como opcional pode-se diversos prêmios e o reconhecimento do de mercado. incorporar ao X50de entrada e saída totalmente para fibra óptica. é a melhor solução em equipamento 1RU, garantindo dois conversores aspect-ratio configuráveis e diversos prêmios e o reconhecimento do mercado. incorporar ao X50 entrada e saída para fibra óptica. processador de áudio integrado. Como opcional pode-se excepcional qualidade e funcionalidade, que lhe renderam O X50 é prêmios econômico, compacto e pordo isso oferece a melhor Poderoso, eficiente e de baixo-custo, o fibra processador diversos e o reconhecimento mercado. incorporar ao X50 entrada e saída para óptica. X50 pode O X50 é econômico, compacto e por isso oferece a melhor Poderoso, eficiente e de baixo-custo, o processador ser facilmente incorporado ao fluxo de sinaisX50 de pode qualquer relação custo x benefício do mercado, com capacidade de ser facilmente incorporado ao- fluxo de sinais de qualquer relação custo x benefício do mercado, com capacidade de processamento em toda a gama de sinais analógicos ambiente de radiodifusão incluindo emissoras de televisão, Poderoso, eficiente e de baixo-custo, o processador X50 pode O X50 é econômico, compacto e por isso oferece a melhor processamento em toda a gama dedigitais sinais SD/HD analógicos ambiente de radiodifusão - incluindo emissoras de televisão, NTSC/Pal-M/Componente/S-Video, e áudio veículos de externa, estúdios de produção e redes de relação custo x benefício do mercado, com capacidade de ser facilmente incorporado ao fluxo de sinais de qualquer NTSC/Pal-M/Componente/S-Video, digitais SD/HD e áudio veículos de externa, estúdios de produção e redes de transmissão. analógico/AES/embedded. Esse 1RU frame sync/converter processamento em toda a gama de sinais analógicos ambiente de radiodifusão - incluindo emissoras de televisão, analógico/AES/embedded. Esse 1RU analógicos, frame sync/converter suporta efetivamente formatos SD e HD comtransmissão. NTSC/Pal-M/Componente/S-Video, digitais SD/HD e áudio veículos de externa, estúdios de produção e redes de suporta efetivamente formatos analógicos, SD e HD com CONHEÇA TAMBÉM O MODELO muita confiabilidade, além de como opcional 3Gb/s 1080p analógico/AES/embedded. Esse 1RU frame ter sync/converter transmissão. CONHEÇA TAMBÉM O MODELO muita confiabilidade, além de como opcional ter 3Gb/s 1080p em Níveis A e B. suporta efetivamente formatos analógicos, SD e HD com em Níveis A e B. X85™ CONHEÇA TAMBÉM O MODELO muita confiabilidade, além de como opcional ter 3Gb/s 1080p X85™ Multiconversor, Processador com Frame Syncronizer (Dual-Channel) ComNíveis controles em A e B. de fácil utilização, o X50 vem com uma Multiconversor, Processador com Frame Syncronizer (Dual-Channel) Cominfinidade controlesdederecursos, fácil utilização, X50 asvem com uma X85™ incluindo odesde conversões padrão Multiconversor, Processador com Frame Syncronizer (Dual-Channel) infinidade de recursos, incluindo desde as conversões padrão como controles up/down/cross conversão, multiplexação Com de fácil utilização, o X50 vem com umae comodemultiplexação up/down/cross conversão, multiplexação e de de áudio, até desde a capacidade avançada infinidade de recursos, incluindo as conversões padrão demultiplexação de áudio, até a capacidade avançada de como up/down/cross conversão, multiplexação e demultiplexação de áudio, até a capacidade avançada de parceiro parceiro parceiro

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estúdio AK-HC3800, que proporciona maior qualidade de vídeo e controle. Ele apresenta três sensores de alta sensibilidade tipo 2/3 de 2.2 mega pixel e DSP de 38-bit com conversor 16-bit A/D, para proporcionar vídeo de qualidade em condições diversas de iluminação. Esta câmera compacta incorpora recursos destinados a melhorar a qualidade e o fluxo de trabalho de vídeo, incluindo CAC, configurações de arquivo de cena e o DRS (Dynamic Range Stretch) desenvolvido pela Panasonic. A nova unidade de controle de câmera (CCU) AK-HCU200, em combinação com o novo painel de operação remoto AK-HRP200G (ROP), proporciona vídeo sem compressão de alta qualidade e controle via fibra óptica, sendo que o controle de IP também será suportado com uma atualização de software prevista para lançamento antes da NAB 2013. Um pequeno e leve monitor de estúdio LCD de 7 polegadas, o AK-HVF70G, completa este sistema básico EFP.

Parceria A Panasonic acertou uma parceria para venda de licenças da Aframe nos Estados Unidos. O acordo aprofunda um relacionamento iniciado no último ano para utilizar uma plataforma de armazenamento baseada na nuvem e otimizar produções que usem arquivos P2, AVCCAM, AVC-Ultra e outros fluxos baseados em arquivo. A partir de 28 de janeiro a Panasonic venderá as licenças Aframe através de seus revendedores autorizados. O valor anual sugerido é de 1200 dólares para as duas primeiras licenças, para dois usuários. Com matrizes em Londres e Boston, a Aframe tem provido ser-

O novo modelo para estúdio AK-HC3800 proporciona maior qualidade de vídeo com três sensores de alta sensibilidade tipo 2/3 viços para a BBC, MTV, empresas de produção de filme e TV, departamentos de vídeo corporativo e agências de propaganda na Europa e nos Estados Unidos desde 2009. “Nossa parceria com a Aframe resulta em um aperfeiçoamento dos populares worflows da Panasonic baseados em arquivos e oferece aos nossos clientes uma proposta com valor atrativo: uma solução completa de workflow P2 que não requer hardware deTI”, diz Michael Bergeron, gerente de desenvolvimento de negócios da Panasonic Systems Communications Company of North America (PSCNA). “Os profissionais de vídeo querem tirar o conteúdo de suas câmeras e sistemas de gerenciamento de mídia e colocar na nuvem, eles podem fazer o backup, compartilhar com seus membros de equipe ao redor do mundo e organizar o conteúdo criativo ainda mais rapidamente”, diz o presidente da Aframe na América do Norte, Mark Overington. “Nós estamos honrados em fazer essa parceria com a Panasonic, ajudando os produtores de vídeo a simplificar todo seu workflow de produção ao usar sabiamente a nuvem”.


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Belden anuncia incorporação da Poliron O grupo norte-americano fabricante de cabos e soluções industriais ao redor do mundo finalizou a incorporação da empresa brasileira Poliron Cabos Elétricos Especiais.

Nos últimos anos a Belden tem expandido a oferta de soluções para aplicações SDI, HD-SDI, 1080p e 3D-HD

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partir de janeiro de 2013, a Poliron oficialmente se transforma em uma das marcas do grupo, passando a integrar o portifólio de produtos do Grupo Belden, que tem um portfólio amplo de cabos para áudio e vídeo (Belden, Mohawk e Thermax), bem como tecnologias de fibra óptica (Telecast), e sinal de transmissão (Hirschman), divisões que facilitam a distribuição de sinais de aplicações de dados, áudio e vídeo. A incorporação da Poliron, iniciada há cerca de dois anos, faz parte da estratégia de expansão da Belden no mercado brasileiro e na América Latina, que nos últimos anos tem apresentado números expressivos de crescimento. Fundada na década de 1930 em São Paulo, a Poliron é uma das mais fortes marcas do segmento de cabos industriais brasileiro. A empresa desenvolve e produz cabos e multicabos para ambientes industriais de missão crítica, além de cabos para instrumentação, comando e controle e de extensão de termopares usados em indústrias petroquímicas e químicas, instalações de petróleo e outros sistemas de automação industrial e de construção. Já a Belden é um grupo com mais de cem anos de história pelo mundo, que projeta, produz e comercializa produtos como cabos, soluções em conectividade e de redes para vários mercados, incluindo automação industrial, empresarial, transporte, infraestrutura, eletrônicos, consumo e broadcast. Ela possui cerca de 7.400 funcionários, 13 fábricas e presença marcante na AmériPágina 26

A empresa também tem forte presença no mercado de cabos táticos de fibra óptica

ca do Norte, América do Sul, Europa e Ásia. Ela nasceu da fusão entre a Belden e a Cable Design Technologies, em 2004, e tem crescido comprando outras empresas e tecnologias. A compra da Telecast Fiber Systems, por exemplo, foi essencial para que disputasse o segmento de transporte de áudio e vídeo por fibra em estúdios e unidades móveis. A aquisição da canadense Miranda ampliou ainda mais a presença neste mercado.

Televisão Considerando que as soluções da Belden costumam ser usadas nos Jogos Olímpicos de Verão e Inverno, além de estarem presentes em mais da metade das emissoras de televisão norte-americanas, a realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas no Brasil atraíram a sua atenção. Por isso, também foram contratados novos funcionários e fortalecidas as relações com os distribuidores. O mercado local de TV tem um grande potencial de crescimento para a empresa, mas ainda é pequeno, porque só começou a dar importância aos cabos de alto desempenho com o início da digitalização das emissoras. Presente no Brasil desde 1996, a Belden oferece aqui uma ampla variedade de soluções em cabeamento, cobrindo as aplicações do mercado industrial, do mercado de entretenimento, do segmento de cabeamento estruturado para redes (LAN) e cabos de fibras ópticas. s. www.belden.com.br


Em profundidade > Servidores de mĂ­dia

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Telecast no portfólio da Miranda

As soluções de conectividade por fibra da Telecast Fiber Systems tem sido bem recebidas pelas empresas que operam unidades móveis de produção e também por serem usadas por equipes de reportagem

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esde 1º de janeiro de 2013, a Telecast Fiber Systems está formalmente integrada como marca dentro do extenso portfólio de soluções da Miranda, que hoje faz parte do grupo Belden. Dessa forma, a empresa contará com soluções desde o ingest até a exibição. Com soluções para o roteamento, monitoramente e infraestrutura broadcast, as tecnologias das Telecast são centradas em conectividade por fibra óptica com câmeras e controle remoto. Marco Lopez, presidente da Miranda, afirmou que “a integração rápida dos produtos Telecast vai muito além de um simples rebranding. Apenas alguns meses após a aquisição pela Belden estamos oferecendo aos nossos clientes acesso às soluções Telecast, fazendo uma transição suave, não só em termos de desenvolvimento de produtos, mas também em vendas, atendimento ao cliente e suporte técnico. Isso fortalece nossos recursos combinados, para continuar a melhorar os serviços para os nossos clientes. ”

Miranda Na metade do ano passado, a Miranda aceitou a proposta de compra apresentada pela Belden, em um acordo em dinheiro no valor de 17 dólares canadenses por ação (ou aproximadamente 332 dólares americanos). Após o acordo, segundo as empresas, o foco principal foi garantir a continuidade do fornecimento e suporte aos clientes. Com suas operações existentes em Montreal, Cobourg e Vancouver, a Belden tem interesses comerciais no Canadá, onde as instalações de Miranda estão localizados em sua maioria. Na ocasião, a empresa afirmou que não planeja fazer nenhuma alteração nas operações existentes da Miranda - incluindo a área de P&D e as operações de fabricação localizadas em sua sede de Montreal - e não haverá uma grande demissão dos funcionários da empresa. “Acreditamos que a empresa que será criada será um líder em Página 28

Aplicação com o conversor de fibra óptica CopperHead 3400 na câmera de alta velocidade Vision Research Phantom nas operações da Fox Sports nos EUA um dos segmentos-alvos da Belden, e irá proporcionar um valor considerável para os clientes e acionistas, bem como proporcionar oportunidades de crescimento aos colaboradores da Miranda”, disse John Stroup, presidente e CEO da Belden. Ele acrescentou que a aquisição aumentaria o percentual de sua receita com produtos de rede e conectividade de 30 para 36 por cento. “A oferta da Belden reflete o valor criado por nossos funcionários, equipe de gestão e Conselho de Administração”, disse Strath Goldship, CEO da Miranda. “Esta é uma oportunidade atraente para os acionistas da Miranda, que podem ter um prêmio significativo por suas ações no negócio. Nossos negócios e tecnologias são altamente complementares, e reuni-los irá gerar um conjunto mais completo de soluções para nossos clientes”.


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News > Inter BEE 2012

No berço da tecnologia Feira mais importante do mercado japonês reúne lançamentos de 800 empresas e apresenta as tendências para 2013.

A Inter BEE apresenta as mais recentes tecnologias e tendências para toda a cadeia produtiva do audiovisual, com destaque para radiodifusão

U

ma das principais feiras do mercado broadcast mundial, a Inter BEE é uma vitrine com o que há de mais recente em equipamentos para transmissão no mundo da radiodifusão e produção audiovisual, incluindo aplicativos periféricos e infraestruturas. A feira é realizada anualmente com apoio da Japan Broadcasting Corporation e da Associação Nacional de Broadcasters Comerciais no Japão (NAB-J). Em sua 48º edição, realizada em novembro do ano passado, a InterBee contou com 1.423 expositores e mais de 30 mil visitan-

tes. Além dos estandes, a feira também reservou áreas para palestras e congressos, que tiveram participações como a de Zoe Cranley, do estúdio de efeitos especiais Double Negative Singapore. Cranley é conhecido por seu trabalho na franquia cinematográfica Harry Potter. Seguindo tendência vista nos Jogos Olímpicos de Londres, a Inter BEE apresentou o sistema de exibição pública em Super Hi-Vision e também a estrutura do sistema de áudio utilizados no estádio olímpico. A visita feita pela Panorama Audiovisual revelou o claro interesse

A Panasonic também reforçou as possibilidades de integração das suas tecnologias a diversos fluxos de trabalho Página 30


News News > Produção > Produção

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O estande da Sony, um dos maiores da feira, dava destaque aos produtos 4K NewTek NewTek

Também Também com com novidades novidades para para esteeste segmento, segmento, a NewTek a NewTek apreapresentou o aplicativo o aplicativo Audio Audio Mixer Mixer na loja na loja iTunes. Com Com eleimagens ele a mixaa mixadossentou fabricantes japoneses em expandir aiTunes. resolução das gem gem de áudio de áudio pode pode ser feita feita porpor controle iPad. no iPad. produzidas, seguindo naser direção do controle 4K e touchscreen 8K. touchscreen Diversos no estandes Conectado Conectado aoalgum TriCaster ao TriCaster via via Wi-Fi, Wi-Fi, o mixer opara mixer de de áudio áudio TriCaster TriCaster apresentavam produto preparado esta tecnologia, inoferece oferece controle controle remoto sobre múltiplos múltiplos canais canais de áudio, deas áudio, faz faz cluído displays (com eremoto sem sobre óculos) para exibição 3D. Entre quesa visualização a mais visualização do medidor dolevantadas medidor de volume de em em tempo tempo real e sincroe sincrotões complexas no volume evento estavam areal compressão, niza niza automaticamente automaticamente com com os ajustes os ajustes dosdos mixers mixers de áudio. de áudio. distribuição e armazenamento destes conteúdos. Os Os modelos modelos suportados suportados incluem incluem o TriCaster o TriCaster 8000, 8000, TriCaster TriCaster 855, 855, TriCaster TriCaster 455455 e TriCaster e TriCaster 40, 40, além além dasdas séries séries TriCaster TriCaster 850850 Panasonic e TriCaster eentrevista TriCaster 450 450 e Tricaster e Tricaster 300. 300. Audiovisual, a Panasonic afirEm exclusiva à Panorama mou que já está trabalhando em sua câmera 4K. Segundo Kunihiko


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A For-A levou à InterBee a FT-ONE, primeira câmera 4K super slow motion, com capacidade de gravar até 900 quadros por segundo Tendências em todos os cantos: Um cartaz da NHK explica o funcionamento da tecnologia 4K com 3D. Já a Astro levou os seus monitores de 28 a 60 polegadas para controle de qualidade e monitoração em 4K e 8K Miyagi, diretor da divisão de áudio e vídeo profissional da empresa, “vamos investir nas áreas de captação e display nos dois formatos, 4K e 8K. Estamos agora pesquisando como comprimir esse material em altíssima resolução, essa será a principal questão no futuro. Hoje nós estamos mais focados no HD, mas à medida que o mercado ficar pronto para o 4K e 8K, nós também estaremos”. Miyagi comentou a participação da Panasonic no mercado brasileiro: “Achamos que há muito potencial de crescimento na área broadcast no Brasil e esperamos aumentar nossa participação nele, ganhando cada vez mais elogios aos nossos produtos”. A empresa forneceu as câmeras para captação em 3D do programa “Big Brother Brasil”, da TV Globo, maior operação do gênero no mundo. Vinte e quatro horas por dia as imagens estereoscópicas do programa estão disponíveis em um canal exclusivo da operadora NET. Em um dos maiores estandes da Inter BEE, a Panasonic apresentou uma grande variedade de câmeras aos visitantes. Entre as novidades estava a AG-HPX600, que combina alto desempenho, facilidade de uso e um projeto pronto para atualizações futuras, com o objetivo de abranger uma ampla gama de usos, como produção de imagens e aplicações para broadcast. Por se tratar de uma câmera de ombro 2/3”, acomoda uma grande variedade de lentes intercambiáveis. Além disso, seu corpo compacto oferece muita mobilidade, tendo o menor peso do mercado, cerca de 2,8 kg (corpo da câmera). Outras câmeras no estande eram a AK-HC3800, a AK-HC3800 PFE - que garante uma qualidade melhor de imagem graças à alta sensibilidade dos 3CCD de 2/3 de 2,2 megapixels - e a unidade de controle de câmera AK-HCU200. Combinada a um painel operacional remoto AK-HRP200G, a última permite um alto grau de flexibilidade na transmissão de fibra óptica a um preço acessível.

Traffic Sim Com grande presença na Inter BEE, a Traffic Sim apresentou um de seus mais novos produtos. O Torube Lite é uma unidade de gravação e reprodução desenhada para ajudar no monitoramento de sinais broadcast em tempo real sem a necessidade de um operador. Uma das principais características do Torube Lite é um visualizador que pode ter layout personalizado pelo próprio usuário. Por exemplo, na área de “Visualizador de streaming de conteúdo”, o usuário pode optar por mostrar dados de diferentes conteúdos de um strePágina 32

A variedade de câmeras disponíveis permite todo tipo de experimentação, até mesmo entre a Blackmagic Cinema e objetivas Arri/Fujinon Alura 18-80 com resultados impressionantes

Muito conhecida por suas baterias, a IDX está ao lado de outros fabricantes do segmento que também contam com pequenos transmissores (5,1 – 5,8GHz) acopláveis à traseira das câmeras. O modelo CW-1J envia os sinais SD/HD com áudio embutido a uma distância de até 50 metros, enquanto o CW-5HD Cam-Wave HD também recebe um sinal com retorno de vídeo


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am, tais como 4-PES de áudio, 1 segundo de vídeo, e assim por diante. Já no “Visualizador de Multissincronização”, o usuário pode exibir o vídeo e áudio a partir de vários pontos dentro do sistema em uma só tela, e o vídeo e áudio de todos os pontos são sincronizados pelo tempo de gravação de cada sinal. O tempo de gravação doTorube Lite é ajustável, variando de acordo com o tamanho do disco rígido instalado - três dias em 1TB a uma semana com 2TB, e os dados gravados com o aparelho podem ser baixados pelo usuário em um arquivo MPEG-2 TS.

FOR-A

O pedestal pneumático TP200 da Shotoku suporta até 80 quilos e também pode ser usado em produções externas

A For-A levou à Inter BEE a conhecida FT-ONE, primeira câmera 4K super slow motion, que tem a capacidade de gravar até 900 quadros por segundo e aproveita a alta sensibilidade do sensor CMOS de cor FT1-CMOS, também projetado pela empresa. A FT-ONE captura imagens sem compressão de dados brutos, que são gravados na memória interna do sistema, com capacidade de gravação de 9,4 segundos. Os dados são, então, transferidos para um dos dois cartuchos SSD disponíveis, cada um com espaço para 84 segundos de imagens 4K. Entre outros produtos em exposição no estande da FOR-A estava o switcher de vídeo HVS-390HS. Disponível nas versões 1 M/E ou 2 M/E, este switcher é compacto e tem 16 entradas HD/SD-SDI e oito saídas, com sincronizadores de frame para todas as entradas. Nessa mesma linha, a empresa também levou o seu switcher de vídeo portátil HVS-300HS HD/SD de 1 M/E.

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O analisador portátil de sinal Leader LF990 foi criado especificamente para o padrão de TV digital ISDB-Tb, usado no Brasil e em países vizinhos

A Fuyoh Video Industry apresentou a sua linha de encoders/decoders e gravadores em disco compatíveis com o padrão H.264/AVC

A recém-lançada linha de câmeras Ikegami Unicam, que inclui os modelos HDK-97A e HDK-97C, que podem trabalhar em 1080/60p 4:2:2 ou 1080/60i 4:4:4. A HDK-97C ainda tem a opção para 1080/60p Página 34

A Traffic Sim destacou o analisador portátil de transport stream Hacobe e o gravador/ multivisualizador para análise de sinais Torube Lite. Ambos têm configuração para o padrão brasileiro de TV digital

Koshi Fukuma (centro) e a equipe da Traffic Sim, que apresentou o Torube Lite, uma unidade de gravação e reprodução desenhada para ajudar no monitoramento de broadcast

A AJA apresentou os gravadores Ki Pro Quad e Ki Pro Rack, o adaptador para conexão Thunderbolt T-TAP e conversor e frame synchronizing FS2


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SET marca na Inter BEE O presidente da Sociedade Brasileira de Televisão (SET), Olímpio José Franco, esteve presente à Inter BEE 2012 e falou sobre a parceria entre a entidade e a feira. Panorama Audiovisual: Qual a importância da presença da SET na Inter BEE e da relação entre engenharia japonesa e brasileira? Olímpio Franco: Essa é a primeira vez que participo da Inter BEE. Aproveitamos a oportunidade desse convênio entre as entidades para nos conhecermos melhor. Eles nos procuraram na NAB e depois estiveram no Congresso SET 2012. A experiência é interessante e sempre é possível aprender algo novo, além da qualidade das instalações aqui serem muito boas. Até o momento, por conta da distância e custo, há poucos brasileiros participando da feira, mas isso tende a mudar. O intercâmbio entre os dois países é válido pela troca de conhecimento. A maior barreira para isso ocorrer é que muitas dessas empresas, em especial as de pequeno e médio porte, não se comunicam em inglês. Uma sugestão é internacionalizar mais a feira, colocando pessoas nos estandes que falem o idioma e também fazer toda a parte de comunicação visual em inglês.

Panorama: Qual é a sua avaliação sobre a área de conferências e palestras?

Olímpio Franco: São apresentações de alto nível, mas não possuem uma ligação direta com a sociedade de engenharia. A SET pretende trabalhar no futuro juntamente com a associação que realiza a Inter BEE para ampliar as parcerias.

Panorama: Qual tecnologia chamou mais a sua atenção?

Olímpio Franco: Há um foco no 4K, deixando um pouco de lado o 3D. É uma tendência mundial, e acredito que isso irá se manter no futuro. Há uma restrição de conteúdos (em 3D) para o uso doméstico. É algo em evolução, e talvez o próprio 4K possa resolver isso, promovendo telas maiores, em que o 3D fique melhor. Acredito que o 4K é o padrão para as próximas duas décadas.

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Sony mira muito além do HD Satoshi Kanemura, gerente geral do Departamento de Marketing profissional da Sony falou com exclusividade à Panorama Audiovisual sobre o futuro da tecnologia e sua relação com o 3D.

“No futebol americano universitário, algumas empresas estão comprando duas ou três câmeras 4K para filmar o campo inteiro e selecionar a área em que desejam dar zoom (com resolução HD”, conta Satoshi Kanemura Panorama Audiovisual: O senhor acredita que a tecnologia de 3D sem óculos irá se popularizar no mercado doméstico com a chegada de dispositivos 4K? Satoshi Kanemura: Agora as pessoas estão começando a utilizar mais dispositivos móveis, como smartphones e tablets, e neles é mais fácil para se controlar o ângulo de visão do telespectador para atingir o efeito 3D desejado. Temos uma tecnologia que pode ser utilizada em smartphones, tablets e até telas de computadores para que as pessoas possam aproveitar a tecnologia 3D sem óculos. É nisso que estamos trabalhando no momento.

Panorama: Houve uma adesão muito grande à F65 em todo o mundo. Quais aplicações têm sido desenvolvidas com ela?

Kanemura: Retornei dos Estados Unidos há três meses. Estava morando em Hollywood para promover a F65, e mais de trinta filmes já foram capturados com ela. Em junho de 2013 teremos um grande lançamento da própria Sony, “Depois da Terra”, com Will Smith, que também terá essa tecnologia. As pessoas estão gostando de ver isso, principalmente entre o público mais jovem. Há duas tendências envolvendo o 4K. O público quer ver o conteúdo em telas maiores, com mais cores e resolução, e por isso irão aderir ao 4K. Por outro lado, temos também os broadcasters. É um processo um pouco mais demorado, mas muitos estão gostando de utilizar o 4K. É possível dar um zoom de até quatro vezes no conteúdo e manter a qualidade HD, pois o 4K tem quatro vezes a resolução HD. Um bom exemplo para esse uso acontece em esportes com menos orçamento, como no futebol americano universitário. Eles não podem comprar 30 câmeras profissionais para capturar todos os detalhes e ângulos da partida. Então eles estão comprando duas ou três câmeras 4K, filmam o campo inteiro e selecionam o local que desejam dar Página 36

zoom. Os broadcasters estão se familiarizando com o 4K para conseguir um ótimo conteúdo HD.

Panorama: Isso também poderá ser aplicado nos grandes eventos esportivos que acontecerão no Brasil?

Kanemura: Nos grandes eventos, como na Copa do Mundo, os broadcasters estão pensando em como irão capturar tudo em 4K e transmitir para as residências. Há muitos estudos para se chegar a melhor maneira de se fazer isso. Por isso introduzimos um novo formato, o XAVC, para que haja uma ótima compressão do 4K, e o EVU. Acho que cada vez haverá mais adesão a esse formato. A Sony irá caminhar nas duas direções: 3D em alta resolução, com óculos; e 4K para experiências mais imersivas. As pessoas querem televisores maiores. Primeiro elas compraram televisores de 48 polegadas e achavam que eram muito grandes. Agora, elas querem a de 60 polegadas, e o HD não é mais o bastante para isso.

Panorama: Quais são os desenvolvimentos da Sony para a resolução 8K?

Kanemura: A F65 já tem um sensor 8K, então você grava em 8K RAW. No momento, nós convertemos esse arquivo para conteúdo 4K. No futuro, se houver uma TV em 6K, você pode ter um conteúdo 6K a partir desse conteúdo gravado em 8K RAW. Em dez ou vinte anos, se o 8K for popular nas casas, também será possível fazer isso. Essa é uma de nossas metas: que o cliente possa capturar na melhor qualidade possível e que isso dure por dez, vinte anos. Não pensamos em como fazer a melhor câmera; pensamos também em como fazer uma câmera que dure pelos próximos cem anos, sem que nada tenha que ser alterado. Mas a Sony não pode fazer tudo sozinha, então conversamos com nossos parceiros, como a Apple, Avid e Blackmagic, para criar algo universal.


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News > Metadados

Primestream|B4M lança o Fork Logger 1.0 O novo módulo embutido do FORK 3.5 ajuda os proprietários de conteúdos a marcar os vídeos adicionando metadados com flexibilidade e rapidez através de uma interface gráfica customizável.

A ferramenta permite marcar vídeos ao vivo ou pré-gravados com metadados definidos no ambiente FORK

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Primestream, provedora de soluções para gestão de ativos de mídia e automação de software broadcast, anunciou o FORK Logger, um novo módulo de plataforma cruzada - parte da aclamada Suite de Produção FORK 3.5. FORK Logger é uma ferramenta de metadados-tagging, que permite marcar vídeos ao vivo ou pré-gravados. O módulo é totalmente integrado e com interface de usuário configurável que permite loggers de conteúdo marcar vídeos facilmente com metadados definidos no ambiente FORK - tornando o gerenciamento, automatização e rentabilidade dos ativos mais fáceis. “Os proprietários de conteúdo entendem que o seu arquivo de vídeo só é tão bom quanto os metadados descritivos que vão para ele”, disse Claudio Lisman, presidente e CEO da Primestream|B4M. A força motriz por trás do FORK Logger cria uma rápida e altamente configurável aplicação user-friendly construída dentro do FORK para marcação de metadados. EnPágina 38

quanto a maioria dos produtos para logging se concentram em um esporte ou mercado, a interface FORK Logger é completamente customizável, para que possa ser projetada e configurada para agir exatamente como os nossos clientes querem.” No coração do FORK Logger há uma interface de usuário dinâmica gráfica (GUI). A GUI contém painéis de forma, painéis de botão, espectadores de vídeos, listas de marcador em miniaturas, e uma lista bin de eventos criados, que são ferramentas que podem ser combinadas, - muitas de uma forma dinâmica -, baseadas no conteúdo. O Logger suporta vários layouts por sistema. Os usuários podem trabalhar ao vivo, ingestando feeds, ou podem chamar clipes existentes dentro do FORK. Com FORK Logger, os usuários podem registrar os arquivos de vídeo para que possam ser pesquisados, filtrados e organizados por qualquer entrada de metadados dentro FORK Content Navigator (MAM do FORK). Eles podem registrar informa-


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News > Metadados Prêmio

A suite de produção FORK 3.5 é composta por módulos para simplificar o trabalho com mídia Selton Mello, Luana Piovani, Débora Falabella e baseada em arquivos o diretor Claudio Torres no Projac ções chave usando um proxy gerado pelo FORK ou vídeo de alta resolução, e o Logger cria marcadores e subclipes FORK nal deste ano: “Planeta Extremo” em ‘Entretenimento sem roque podem ser vistos e usados toda a plataforma teiro’; “Homens de Bem” recebeuem indicação na categoriaFORK. ‘FIlme Como com o FORK Content Navigator, mais que um para TV’ e “Por Toda a Minha Vida – Cartola” foido finalista nousuprêário pode registrar o de mesmo mio de ‘Programação Arte’. clipe ao mesmo tempo, e todos os eventos criados serão pelos Com estas vitórias, a Redeinstantaneamente Globo soma oito acessíveis premiações. Em loggers 2011, ela ou foi usuários vencedoraFORK. na categoria Telenovela, pela coprodução com a SIC, ‘Laços de Sangue’. No mesmo ano, foi premiada pela

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“A variedade de configurações e a capacidade de alterar a interface dinamicamente com base nos dados/contexto torna o FORK Logger diferente de qualquer outra ferramenta de metadados no mercado,” disse Lisman. “Isso significa que os ativos broadcast terão mais metadados - e mais precisos tornando-os mais fáceis e rápidos para rentabilizar” Qualquer cliente FORK pode se tornar um Logger já que nenhuma estação especial é necessária. Disponível para Mac e Windows OS. As soluções de software broadcast B4M dispõem de uma plataforma end-to-end para aquisição digital de conteúdo de vídeo ao vivo e baseado em arquivo. Os recursos incluem media asset management (MAM), edição, logging, playback, publicação na Web, contribuição de vídeo via smartphone “O Astro” foi premiadoOna 40ª edição do In-inclui e dinâmica de arquivamento. portfólio da empresa ternational Emmy na categoria ‘Melhor o FORK Production Suite,Awards bem como o Mobile2Air, o Control Telenovela’. Station, e o FORK Xchange - suíte baseada em nuvem. Implantado em mais de 300 operações de broadcast em 40 países, asdo soluções B4M foram algumas das cobertura ‘Jornal Nacional’ da escolhidas invasão do por Complexo do Aleemissoras maisInternacional importantesde doJornalismo. mundo, provedores de servimão no Emmy Em 2009 ‘Caminho ços uplink,de operações de venceu, mídia digital on-line vez, e instalações das Índias’ Gloria Perez pela primeira na categode produção/pós-produção. ria Telenovela. Em 1981, o vencedor foi ‘A Arca de Noé’ e, um ano s. www.b4m.com depois, foi a vez de ‘Morte e Vida Severina’. Em 1983, Roberto s. ad-digital.net Marinho ganhou o prêmio na categoria direção. A Rede Globo continua a ser a única TV brasileira a ganhar o Emmy.


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AD Digital apresenta o novo mxfSPEEDrail Xpress

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MOG Technologies, parceira exclusiva da AD Digital no Brasil, acaba de lançar o novo mxfSPEEDrail Xpress, uma proposta tecnológica para simplificar o ambiente de produção e aumentar o desempenho do fluxo de trabalho, garantindo a interoperabilidade entre plataformas e quebrando as barreiras de incompatibilidade através da cadeia de produção. Integrando as capacidades de solução de ingest centralizadas do mxfSPEEDRAIL, o Xpress funciona como um conjunto de ferramentas completo, que inclui ingest, captura, playback, conversão de arquivos, assim como as capacidades de transcodificação apresentadas em uma plataforma única e facilmente configurável, com suporte para os principais formatos de broadcast. Com uma unidade de rack compacto, com apenas 24 centímetros de profundidade, o Xpress é uma solução “mix’n’match” que reúne todas as capacidades de ingest do mxfSPEEDRAIL, estabelecendo modos de operação inovadores quando se trata da redefinição de conteúdo centralizado. Trabalhando como a solução para ambientes de pós-produção movimentados, eventos ao vivo, unidades de produção externa, estúdios móveis e pequenas instalações, ele permite toda a performance e flexibilidade necessárias para um rápido redirecionamento de serviços, alternando entre a captura, conversão de arquivos e playback, permitindo o controle total do seu sistema de ingest centralizado através de uma interface única e intuitiva. O usuário pode facilmente configurar o Xpress ao seu ambiente de fluxo de trabalho de produção e ter todas as características da linha de produtos mxfSPEEDRAIL em uma unidade exclusiva.

Metadados Segundo a empresa, o Xpress garante a qualidade do seu conteúdo de ingest na distribuição, sendo capaz de se adaptar facilmente ao crescimento das necessidades de negócios. Ele complementa produtos como o mxfSPEEDRAIL F1000, usado para transferir arquivos de mídia, de forma transparente, entre qualquer ponto da rede. O F1000 pode receber arquivos de diversas origens e é a porta de entrada de um sistema sem fitas, que recebe materiais HD, SD e arquivos proxy de diversas fontes. Considerando que os metadados são parte vital dos conteúdos produzidos, o mxfSPEEDRAIL preserva todas as informações fornecidas pelas câmeras, quando são feitas as transferências de clipes. Todos estes metadados ficam imediatamente disponíveis para editores e sistemas MAM. Sempre que for necessário transferir arquivos do servidor para as estações de edição, e vice-versa, a solução atua em tempo real. Além de não causar nenhum tipo de atraso, ela também suporta várias transferências simultâneas, incluindo o wrapper do Quicktime (.mov), o que multiplica a sua interoperabilidade e desempenho. Antes mesmo do término das transferências, os editores já têm acesso aos arquivos e Página 42

A nova solução da MOG complementa o seu portfólio de soluções de ingest centralizadas para o usuário final de broadcast podem começar a edita-los. Este nível de controle sobre a captação e ingest, bem como as transferências de arquivos, colocaram o mxfSPEEDRAIL numa posição de destaque e ele já está presente em mais de 50 emissoras e produtoras de televisão de todo o mundo. A sua variedade de modelos e aplicações cobre grande parte das demandas que surgem em ambientes com tráfego intenso de mídia, garantindo a interoperabilidade entre plataformas e o compartilhamento de metadados. Nascida em Portugal, a MOG Technologies foi criada com a ambição de explorar um novo mercado profissional e desenvolver soluções de ingest centralizadas para o usuário final de broadcast. Usando suas próprias ferramentas de desenvolvimento e investindo em P&D, a empresa tem crescido muito no mercado broadcast e está se tornando um fornecedor mundial de soluções centralizadas, com sua linha de produtos mxfSPEEDRAIL. s. www.mog-technologies.com


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Rohde & Schwarz inaugura fábrica no Brasil Seguindo o caminho de outras multinacionais que iniciaram a produção de transmissores de TV digital e gap fillers no Brasil, agora a alemã Rohde & Schwarz também tem uma fábrica por aqui. A nova unidade contou com a presença de Manfred Fleishmann, CEO da empresa, Heitor Vita, Diretor Presidente no Brasil, e uma centena de convidados.

A inauguração contou com a presença de Manfred Fleishmann, CEO da Rohde & Schwarz, e Heitor Vita, diretor presidente no Brasil

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projeto da planta na Zona Sul de São Paulo começou em 2011, e foi consolidado ao longo deste ano. Segundo Heitor Vita, todo o processo produtivo será de responsabilidade direta da empresa, com funcionários e equipamentos próprios, sem nenhuma terceirização. “Não é a nossa praxe, por conta da qualidade e dos procedimentos de produção”, comenta. A empresa investiu 15 milhões de dólares, e o índice de nacionalização dos produtos deve chegar a 65% em dois anos, segundo Vita. Serão contratados entre 20 e 25 funcionários, e a expectativa é dobrar o volume de vendas da empresa neste segmento. Considerando todas as áreas em que a empresa atua – Medição e Teste, Radiomonitoração, Comunicações Seguras e Radiodifusão -, o crescimento pode chegar a 30% no Brasil. Embora a capacidade inicial da fábrica seja dedicada apenas aos transmissores para radiodifusão, no futuro devem ser incluídos itens da linha de radiocomunicação para os mercados de Defesa e Governo, além de instrumentos para medição e teste. As primeiras entregas acontecerão no início de 2013 e os novos orçamentos já consideram preços com base no fornecimento local, implicando numa redução de preço de até 40% nos modelos de baixa potência. Segundo o engenheiro Eduardo Distler, gerente de vendas e marketing da empresa, inicialmente serão fabricados transmissores digitais de 10W a 3kW da linha TMU9, apresentada na IBC 2012, além de gap fillers de até 100W. Todas Página 44

as versões têm refrigeração a ar, e os equipamentos acima de 3kW continuarão a ser importados.

Perspectivas Heitor Vita também considera este passo importante para aumentar a competitividade da empresa, que agora estará sujeita a uma carga de impostos bem menor. “A nossa cadeia de impostos é severa (com os produtos importados), e o governo alemão também não permite praticar preços diferentes dos que aplicamos nos Estados Unidos, por exemplo”, explica. Ele acrescenta que a Rohde & Schwarz dispõe de financiamento próprio e através de bancos de primeira linha para grandes projetos, também para facilitar o acesso aos equipamentos. Um dos principais contratos de fornecimento da empresa é com a Rede Vida, que está recebendo equipamentos para mais de 100 pontos de transmissão, além daTV Justiça, Rede Bandeirantes eTV Sul Brasil. Para Eduardo Distler, as vendas em 2012 ficaram aquém do esperado, com grandes redes tratando a migração do padrão analógico para digital sem pressa. “Elas não estão investindo como deveriam. Temos centenas de unidades vendidas, mas é pouco comparado com o potencial do País”, complementa Vita. Para o presidente da empresa, em 2013 o processo deve ser acelerado para que as grandes redes atinjam os municípios com mais de 50 mil habitantes.


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Segundo os executivos, a demanda por gap fillers no Brasil também é tímida, mas deve crescer com o aumento da cobertura digital. A solução não estará presente apenas em grandes cidades, mas também em municípios com topografia que dificulte a propagação do sinal. “Já percebemos demanda em cidades do Mato Grosso, por exemplo”, conta Eduardo Distler.

Suporte e projetos

Os transmissores montados na nova fábrica devem ser entregues ainda no primeiro semestre

Para garantir o suporte aos clientes, a empresa conta com um laboratório avançado que detecta componentes avariados e faz a substituição localmente. Se houver necessidade de um reparo mais sofisticado em um circuito eletrônico, por exemplo, ele será trocado por outro e enviado para a Alemanha para reparo. Com a nova fábrica, a intenção é diminuir ainda mais a independência na manutenção, reduzindo ao mínimo o envio de peças para o exterior. “Nós teremos um estoque de peças ainda maior e mais agilidade no atendimento”, detalha Distler. Em geral, as emissoras costumam desenvolver internamente os seus projetos para implantação da televisão digital terrestre, mas a Rohde & Schwarz também dá suporte a este trabalho quando necessário, além de se encarregar da instalação e comissionamento dos equipamentos. s. www.rohde-schwarz.com.br


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News > Mercado

Tim Thorsteinson é o novo presidente e Após coordenar a saída da Grass Valley do grupo Technicolor, há dois anos, Alain Andreoli vai deixar seu posto como chefe de Grass Valley - agora propriedade da Francisco Partners - no final de janeiro.

A

Grass Valley anunciouTimThorsteinson como novo presidente e CEO da empresa. Profissional de muita experiência no mercado de broadcast, Thorsteinson já ocupou posições de gerência como presidente da divisão de comunicações e broadcast da Harris Corporation e a direção geral na Leitch. RecentementeTim foi presidente e CEO da Enablence Technologies. Após coordenar a saída da Grass Valley do grupoTechnicolor, há dois anos, Alain Andreoli vai deixar o cargo no final de janeiro. Alain deixa para trás uma empresa independente e transformada, com a ambição de se reposicionar como uma fornecedora de ponta-a-ponta. David Golob, sócio e presidente do conselho de administração Francisco Partners (sócio de referência na Grass Valley), está muito satisfeito com a entradas de Tim Thorsteinson na Grass Valley

“já que ele entra neste ponto crucial na transformação da empresa. Seu profundo conhecimento da indústria e seu histórico irão garantir o sucesso contínuo da Grass Valley como uma empresa independente no mercado de infraestrutura de broadcast que está em rápida evolução. Eu também gostaria de agradecer ao Alain por sua contribuição, ajudando a empresa a se restabelecer como uma companhia independente”. Já Thorsteinson afirmou: “a Grass Valley está em uma posição única para acompanhar o mercado de broadcast na era multiplataforma, e estou muito animado em me juntar à equipe. Conheço, em primeira mão, a rica história de inovação em tecnologia que os nossos clientes em todo o mundo esperam da Grass Valley e tenho a intenção de continuar essa tradição através do nosso portfólio de produtos poderosos com as melhores soluções”.

Dança das

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o último mês, outras empresas também anunciaram mudanças nas suas diretorias. A empresa dinamarquesa de soluções em áudio e vídeo DK-Technologies tem novos líderes em sua equipe de marketing. Em setembro de 2012 foi Jacob Hänel Christensen quem ocupou a posição de diretor de vendas da empresa, enquanto neste mês de janeiro Uffe Kjems Hansen assumiu como novo diretor de marketing de produto. Entre as responsabilidades de Uffe está a de promover todos os produtos de áudio e vídeo da companhia, que inclui produtos de produção e pós-produção – com destaque para a linha de produtos DK Meter, vencedora de premiações do mercado. O CEO da DK-Technologies, Karsten Hansen, afirma: “Uffe tem uma extensa experiência de mercado e isso, combinado com seu profundo conhecimento em nossa indústria, torna-o a pessoa ideal para assessorar a DK-Technologies com sua estratégia de crescimento futuro. Ele entrou na companhia em uma época animadora, em que estamos colocando à frente o desenvolvimento de nossa família DK Meter, uma relação de produtos de áudio e medição de volume excepcionalmente bem recebida pelos profissionais de broadcast e pelas empresas de pós-produção”. Kjems Hansen anteriormente era o vice-presidente, administrador de negócios e marketing da empresa TC Eletronic, fabriPágina 48

cante de processadores digitais. Na antiga posição, ele guiou o crescimento da empresa através do marketing e foco em produtos, alinhado com as estratégias de marketing e comunicação. O novo diretor de marketing de produto substitui Richard Kelley, que deixou a companhia para ocupar um cargo em um novo negócio de telecomunicação.

Front Porch Digital A empresa nomeou Mark Pougnet como novo CFO. Ele tem 30 anos de experiência nos setores financeiros e de tecnologia, e irá se reportar diretamente ao CEO da empresa, Mike Knaisch. Pougnet vai supervisionar as operações de finanças e negócios da empresa, à medida que a empresa continua a crescer. “A sua experiência com empresas internacionais de tecnologia de rápido crescimento e sua experiência com aplicações de armazenamento e SaaS o tornam perfeito para a Front Porch Digital”, disse Mike Knaisch, presidente e CEO da Front Porch Digital. “Nossa plataforma baseada na nuvem LYNX e o desenvolvimento de produtos agressivos nos colocou no caminho para um crescimento contínuo e rápido. Pougnet é exatamente o tipo de CFO que precisamos para nos guiar por esse caminho”. O executivo já ocupou cargos executivos financeiros e operacionais em diversas empresas de tecnologias.


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News > Cinema

Ancine divulga balanço do mercado de cinema em 2012 O mercado de cinema no Brasil cresceu e a arrecadação das salas de exibição atingiu o recorde histórico de R$ 1,6 bilhão, com alta de 12,13% em relação a 2011. O público acumulado também alcançou o patamar recorde de 146,4 milhões de espectadores.

“Até que a sorte nos separe” foi o título brasileiro com maior número de espectadores em 2012 com 3,3 milhões de ingressos vendidos. Outro destaque foi “De pernas pro Ar 2”, que, mesmo estreando na última semana cinematográfica do ano, obteve mais de 1 milhão de espectadores

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participação de público dos títulos nacionais fechou o ano em 10,62%, oscilando entre 5,12% no primeiro semestre e 15,29% no segundo semestre, o que revela uma forte recuperação: no último trimestre, os filmes brasileiros chegaram a alcançar 22,17% de participação média. Segundo a Agência Nacional do Cinema, ao todo 15,5 milhões de espectadores foram aos cinemas para assistir a filmes brasileiros em 2012. Dos 83 lançamentos nacionais do ano, cinco superaram a marca de 1 milhão de espectadores. O título brasileiro com maior número de espectadores em 2012 foi “Até que a Sorte nos Separe”, com 3,3 milhões de ingressos vendidos. Outro destaque foi “De pernas pro Ar 2”, que, mesmo estreando na última semana cinematográfica do ano, obteve mais de 1 milhão de espectadores. Estas são algumas das informações contidas no Informe Anual sobre Filmes e Bilheterias no Brasil, disponível no Observatório do Cinema e do Audiovisual - OCA -, no portal da Ancine. O relatório foi formulado pela Superintendência de Acompanhamento de Mercado, com base nos dados fornecidos pelas empresas distribuidoras registradas na Agência. Para o diretor-presidente da Ancine, Manoel Rangel, outros daPágina 52

dos que merecem destaque são a expansão do parque exibidor e o aumento do número médio de salas ocupadas pelo lançamento de filmes nacionais: “Os filmes brasileiros foram lançados em 63 salas, em média. Em 2011, essa média foi de 48 salas. Isso indica uma aposta maior das distribuidoras no cinema nacional, com uma estratégia mais arrojada de ocupação do mercado. Já o nosso parque exibidor cresceu 6,93%, sendo que o ritmo desse crescimento foi mais acelerado nas regiões Norte, Nordeste e Sul, chegando a um total de 2.515 salas.”

Cota de Tela de 2013 Para valorizar a produção nacional, também foi publicado no final de 2012 o Decreto nº 7.874/2012, que determina o número de dias e a diversidade mínima de títulos brasileiros a serem exibidos nas salas de cinema do país em 2013. A Cota de Tela é um mecanismo regulatório que visa a assegurar uma reserva de mercado para o produto nacional frente à maciça presença do produto estrangeiro nas salas de cinema. Ao permitir um escoamento mínimo da produção brasileira, ela amplia o acesso ao público e promove a diversidade dos títulos em cartaz. Trata-se de uma ferramenta adotada em diversos países para


News >> Rádio Cinema News

Ministério rejeita testes digital e defende AM nos

Manoel Rangel lembra que os filmes brasileiros foram lançados em 63 salas, em média. Em 2011, essa média foi de 48 salas

promover o aumento da competitividade e a sustentabilidade indústria cinematográfica nacional. No Brasil, a “reserva de Oda secretário de Comunicação Eletrônica dias” foi empregada pela primeira vez na década de 1930. do das Comunicações, Genildo Em Ministério 2013, dependendo do número de salas de exibição do complexo, os cinemas terão que cumprir uma Cota de Tela Lins, confirmou durante audiência mínima entre 28 e 63 dias por sala e exibir no mínimo entre três e 14 filpública, no início de dezembro, que os mes nacionais diferentes. Para complexos de seis e sete salas, a canais e6 televisão serão destinados obrigação5 será de de 63 dias por cada sala e no mínimo oito e nove títulos no complexo. ao rádio AM. Segundo ele, a pasta já Os números da Cota de Tela para o próximo ano foram fixados trabalha em uma minuta de projeto de lei pelo Ministério da Cultura e pela Presidência da República a parpara permitir legalmente a Ancine, migração. tir de estudos técnicos elaborados pela após a realização de  reunião com representantes dos setores de produção, distribuição e exibição da indústria cinematográfica. Nessa reuAgência Nacional de Telecomunicações já está criando nião prevaleceu o consenso de que o patamar da cota de tela um modelo para a transição, afirmou Genildo Lins. O para 2012encontro deveria ser mantido em 2013.  reuniu na Câmara dos Deputados parlamenOs requisitos condições de validade para o cumprimento da tares,e representantes das tecnologias do consórcio Cota de Tela são definidos pela Instrução Normativa 88 da Ancine. DRM e da HD Rádio e das associações de radiodifusão para debate sobre o futuro do rádio AM e a digitalização da radiodifusão. Vale-cultura Lins foi enfático em dizer que os resultados dos testes de rádio Em outra frente, o pelo Plenário do Senado aprovou votação simdigital conduzidos ministério foram “muitoem ruins” , especialbólica o projeto de lei da Câmara que concede um vale-cultura mente os de FM em alta potência. Além disso, a cobertura do sinal de R$ 5070% mensais  trabalhador que “O tenha seus alcançou da quepara hoje oatinge o analógico. futuro dodireitos rádio é regidos pela CLT e que ganhe até cinco salários mínimos (PLC digital, mas esse futuro ainda não chegou. Não temos condições 114/2012). O dinheiro poderá ser gasto na compra de ingressos de tomar uma decisão diante desses resultados”, afirmou. espetáculos, e também nacurso compra de Apara migração para osincluindo canais 5oecinema, 6 deve seguir o seu indeprodutos como livros e DVDs. pendentemente da digitalização do rádio, defendeu o secretário. Antes daAM votação, o senador Renan Calheiros o “O rádio não pode esperar” , afirmou. A tese (PMDB-AL) também foileu susrelatório do senador Eduardo Braga (PMDB-AM) na Comissão tentada pelo diretor-geral da ABERT, Luís Roberto Antonik. “Quede Educação, Cultura e Esporte (CE), favorável à aprovação do remos digitalizar o rádio, sim, mas primeiro temos que ter uma projeto. solução imediata para o rádio AM no Brasil”, defendeu. relatório das salienta que “o de vale-cultura promoverá a universaliAOtransição emissoras ondas médias para os canais 5 e zação do acesso e fruição de bens e serviços culturais, estimula6 permitirá que elas funcionem em uma faixa estendida de FM. rá a visitação a estabelecimentos e serviços culturais e artísticos Essa foi a melhor solução encontrada para valorizar o rádio AM, e incentivará o acesso a com eventos e espetáculos” , aumentando que sofre continuamente interferências, afirmaram os deassim a demanda agregada pela indústria de cultura. batedores. senador do Eunício Oliveira (PMDB-CE) entendeu que o texto OOsecretário ministério disse que o Conselho Consultivo deve do PLC 114/2012, além de aproximar o trabalhador de eventos aprovar nos próximos dias a realização de novos testes para o culturais, gera trabalho e renda “por meio de um maior e mais rádio digital, desta vez estabelecendo parâmetros iguais para democrático desenvolvimento da economia da cultura” . ambas as tecnologias. “Houve variação de potências, a recepNa dos prática, o Vale-Cultura parecido com o Vale-Transção equipamentos não eraserá a mesma. A comparação entre os porte ou o Vale-Refeição. O trabalhador receberá dois sistemas é complexa”, disse Lins. (Fonte: Abert) um cartão

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News > Evento Cinema

co salários mínimos também poderão receber o benefício, desde que garantido, pelo empregador, o atendimento à totalidade dos empregados que ganham abaixo desse patamar. As empresas que aderirem ao programa terão isenção de impostos de 45 reais por vale doado. O trabalhador contribuirá com 5 reais.

Festivais internacionais

Os cinemas terão que cumprir uma Cota de Tela

apresentadas na IBC câmeras externas mínima entre 282012, e 63iniciando dias porpelas sala e exibir no da linha XDCAM, entre elas a PMW-100, 160 e 200, compactas mínimo entre três e 14 filmes nacionais diferentes e com alta sensibilidade, e as câmeras para estúdio. Erick também apresentou a linha de switchers MVS, com destaque para o MVS-6530, com 48 entradas e 32 saídas, a unidade móvel magnético, complementar ao salário, que poderá utilizar para Flexibleem – apresentada na Broadcast Cable CDs deste –ea entrar teatros, cinemas, comprar&livros, e ano consumir soluçãoprodutos Telestrator, que trabalha em conjunto com a tecnolooutros culturais. giavalor Stitch para fazer marcações nade tela apresentação de O mensal do Vale-Cultura será R$para 50, concedido a trabadados e estatísticas forma dinâmica em que partidas esportivas. lhadores contratadosde com carteira assinada ganham até cinEncerrando o ciclo de da manhã, Eldad Eitelberg, dico salários mínimos. Ospalestras trabalhadores que ganham mais de cinretor da Ucan, falou sobre o LiveU, tecnologia que permite a

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Com o objetivo de promover o cinema brasileiro no exterior, a Ancine ainda renovou  a portaria que institui o Programa de Apoio à Participação de Filmes Brasileiros em Festivais Internacionais, contemplando ao todo 77 eventos. Apenas em 2012, Simon Pegg, da Radiant Grid/Wohler Technologies, o programa viabilizou a presença de 85 filmes brasileiros - 22 mostrou comoe a25empresa acelerou o- em fluxo traba-realicurtas, 38 longas médias-metragens 43 de festivais lho da durante a cobertura da Euro 2012 zados em ESPN 21 países diferentes. Lançado pela Ancine em 2006, o programa auxilia com serviços e recursos financeiros curtas, médias e longas-metragens nacionais oficialmente para festivais estrangeiros. transmissão ao vivo, selecionados para TV e Internet, de conteúdo de áudio Os recursos diferem-se função em da categoria em que se ene vídeo via rede 3G/4G em de celular uma solução compacta, contra evento para o qual filme ser for selecionado. dentro ode uma mochila queo pode carregada pela próprio Assim, apoio Aacompreende concessão de cópiaélegendarepórterodurante cobertura deanotícias. A empresa a repreda, o envio de cópia o apoio financeiro para promoção sentante exclusiva no eBrasil da empresa israelense LiveU. do filme; o apoio B consiste no envio de cópia apoiofoifinanceiO primeiro a se apresentar no período da etarde Simon ro; o apoio Cé confecção cópia legendada e seu envio; e o Pegg, senior engineer da de Radiant Grid/Wohler Technologies. apoio D consiste no envio de cópia. O requerente deveRadiantsolicitar Apontando os principais diferenciais das soluções o apoio com pelo 30 dias de antecedência emadaptar relação e à Grid, focados nosmenos princípios “simplificar, acelerar, data do festival. economizar” , Pegg mostrou como os produtos para conversão de mídias melhoraram o fluxo de trabalho da ESPN du-


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News News >> Radiodifusão Gráficos

Sai Vizrt aviso surpreende para novas novamente retransmissoras de TV A empresa demonstrou a sua solução para slow motion virtual e também aposta na integração com mídias sociais como Facebook e Twitter.

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epois de vários produtos para cenários virtuais, gráficos aviso e gestãode de conteúdos, a Vizrt de anunciou IBC O último habilitação 2012napara novas retransmissoras de TV (RTVs) uma solução baseada no sistema de análise esporticontemplou 19 municípios de quatro estados com novas emissoras: Bahia (4), Miva 3D Libero Highlight. Com ela, um efeito virtual de nas Gerais (13), (1) e Sergipe (1). câmera lenta pode ser Paraná aplicado a qualquer fonte de câmera, oferecendo flexibilidade para fazer replays e análises esportivas, não gora apenas uma unidade móvel, também em os em interessados devem enviarmas as propostas paraum o levou em consideração critérios como pedidos de autorização já ambienteMinistério de estúdio. proposta atua em em Brasília. um fluxoOde trabalho dasAComunicações, Serviço de protocolados no MiniCom, número de canais autorizados no plabaseado RTV em éarquivo e pode ser integrada aos de servidores K2 aquele que se destina a retransmitir, forma simulno básico de RTV e existência de canais vagos. As tecnologias da never.no e Vizrt prometem colocar Summit etânea, K2 Dyno, da Grass Valley. os sinais de estação geradora de televisão, para a mais conteúdos das redes sociais nos gráficos de TV Outra área que a Vizrt está apostando é entidades a integração com recepção livreem e gratuita pelo público em geral. As autorizaNovas rádios comunitárias as mídias sociais no poderão mercadoretransmitir de broadcast. A empresa fez das a executar o serviço os sinais provenientes O Ministério das Comunicações adotou mudanças no Plano Nado facebook, entrepara outros, para criar Comunitária playlists de conteúdo souma parceria com a de never.no trazerou um conjunto de ferde estações geradoras televisãopara comercial educativa. cional de Outorgas Radiodifusão (PNO). A parcialdeselecionado para colocar no ar. Os dados são organizados ramentas mídia envolver o público, proporcioEsse últimodeaviso fazsocial parte para do Plano Nacional de Outorgas para tir agora, os avisos de habilitação serão conduzidos apenas parasede serem gráficos de 3D de da nandoelaborado meios para asMinicom. emissoras esta nova fonte RTVs pelo O aproveitarem objetivo é atender a todas as pela dorapidamente MiniCom em incorporados Brasília e pelaaos delegacia regional Vizrt.Paulo. AlémSegundo disso, asoferramentas da never.no também são inde conteúdo e dadosEm do 2012, usuário. unidades federativas. outros dois avisos já foram publiSão diretor do Departamento de Acompanhategradas aos sistemas de redação, como o iNews Avid e oo Com ae tecnologia never.no, as emissoras podemPara monitorar, cados beneficiaram 47 localidades com o serviço. definir mento e Avaliação de Outorgas do MiniCom, Octavioda Pieranti, AP ENPSé na interfaceoda Viz Content Pilot. filtrar, aprovaratendidos e colher pelos tweets, SMS, Rss feeds e posts os municípios avisos deMMS, habilitação, o ministério objetivo reorganizar fluxo de trabalho. O novo modelo já

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News News>> Radiodifusão edição

As linhas MXO2, MXO2 MAX e Mojito MAX ganharam primeiro a atualização para PC. A atualização para Mac ficou para 2013

Matrox lança suporte para Media Composer O suporte estará presente em toda a linha

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Matrox Video Products Group anunciou a disponibilidade imediata de um driver unificado que fornece suporte às mais recentes versões de software das famílias Avid Media Composer e Adobe CS6 Production Premium nas linhas Matrox MXO2 e Matrox MXO2 MAX de dispositivos I/O, e placas Matrox Mojito MAX de I/O. Os principais recursos da versão incluem suporte para áudio punch-in usando aplicativos de edição Avid, bem como suporte para gravação de voice-overs usando o Adobe Premiere Pro. O suporte (beta) preliminar para o novo sistema Windows 8 (64 bits) também está incluso. “O lançamento deste novo driver Matrox reforça nosso compromisso em oferecer suporte para usuários que precisam obter o máximo de suas ferramentas criativas”, disse Wayne Andrews, gerente de produto da Matrox. “Nossos clientes agora podem

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vai valer para o próximo aviso de habilitação a ser aberto pelo ministério, previsto para esta semana. Os interessados em executar o serviço devem ficar atentos às mudanças, pois a documentação enviada para unidades erradas será desconsiderada. Antes, o PNO baseava-se numa lógica mista. Quando os avisos de habilitação contemplavam municípios de vários estados, a responsável por conduzir todo o processo era a própria coordenação-geral de Radiodifusão Comunitária, em Brasília. Já os chamados avisos regionais envolviam também as representações do ministério em São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Minas Gerais e Mato Grosso.  de interfaces e inclui codificação H.264. Octavio Pieranti ressalta que a mudança não vai alterar o cronograma do Plano Nacional de Outorgas para as rádios comunitárias, que prevê o lançamento de 13 avisos de habilitação ao longo deste ano, contemplando 706 municípios. O objetivo Entre as novidades da do Ministério das Comunicações é universalizar o serviço e dar Matrox os ao sistecondições para que todas as localidades do paíspara tenham memas da Adobe e Avid nos uma emissora desse tipo.  estão novos Com o novo fluxo de trabalho, a delegacia regional derecursos São Paulo para gravação de áudio vai cuidar especificamente dos avisos de habilitação destinados aos municípios em que ainda não há nenhuma rádio comunitária outorgada. Já a sede dopara MiniCom ficaráde com os municípios escolher o aplicativo certo cada tarefa produção de vídeo do chamado Cadastro de Demonstração a partir da linha de ofertas Avid e Adobe”.de Interesse (CDI), que já com o7.1 serviço mas demandaram emissoras.  A contam nova versão do software para PC já novas está disponível para O Plano Nacional de Outorgas de 2012-2013 prevêgratuito o atendimenusuários de PC registrados, como um download no site to 1.425 municípios, 822para sem usuários emissorasdecomunitárias dade Matrox. Um driver sendo unificado Mac (versão e3.3) 603estará do CDI. As cidades ainda o serviço disponível em que janeiro de não 2013contam e prevêcom o suporte para serão atendidas agosto desteAvid ano.e Adobe. Applecompletamente FCP X e Compressor, alématé das aplicações

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News > Infraestrutura

TV Rio Sul investe em arquivamento e edição A afiliada da Rede Globo adotou as soluções da EditShare para simplificar a contribuição jornalística e os processos de edição, arquivamento e edição das imagens.

O ingest de mídia pode ser feito em qualquer ponto da rede e acessado nos computadores da redação

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naugurada em 1990, a TV Rio Sul cobre a região Sul do estado do Rio de Janeiro, a partir da sede em Resende e das sucursais em Angra dos Reis, Volta Redonda e Três Rios. São mais de 1,1 milhão de telespectadores atingidos. Nos últimos anos a emissora vem migrando a sua produção de notícias e programas próprios para infraestruturas digitais e adotou ilhas de edição Apple Final Cut e câmeras Panasonic P2 HD para as oito equipes de externa. No segundo semestre de 2012, para solucionar a necessidade de ar-

Toda a contribuição jornalística e distribuição da emissora sediada em Resende (RJ) está baseada numa rede de micro-ondas quivamento de mídia (cerca de 70 minutos/dia) e das fitas que precisam ser digitalizadas, a Rio Sul adotou o sistema de ingest e gerenciamento de ativos EditShare Flow com quatro canais de entrada. O núcleo do sistema está em Resende, que também armazena os vídeos enviados das sucursais por banda base ou FTP. Diariamente, quando as equipes retornam para a redação, os cartões P2 seguem para um drive de leitura controlado pelo EditShare Flow que gerencia o arquivamento. A partir daí os jornalistas podem começar a pesquisar as imagens

A geradora produz telejornais diários com entradas ao vivo das sucursais e tudo controlado a partir de Resende Página 64


News > Infraestrutura

Conversão de formatos no novo workflow Ingest de cartões P2 no EditShare

P2(.MXF) para SD e HD

Na edição Final Cut converção para

DV25(.MOV) se for SD, e XDCAM50(.MOV) se for HD

Matérias editadas no EditShare

DV25(.MOV) se for SD, e XDCAM50(.MOV) se for HD

Matérias no Ark System (arquivamento)

DV25(.MOV) se for SD, e XDCAM50(.MOV) se for HD

Arquivos antigos em DV25(.DIF)

Convertidos para DV25(.MOV) pela ediçao no Final Cut

disponíveis e selecionar as que irão usar. Este trabalho é feito em uma estação PC que só visualiza arquivos em baixa resolução. Na sequência começa a edição em alta resolução nas ilhas FCP. Segundo Alcemy Silva, gerente de engenharia da TV Rio Sul, o storage adotado tem capacidade de 96 Terabytes, o que deve atender as necessidades da emissora por 34 meses, aproximadamente.

Jornalismo Praticamente toda essa estrutura existe em função do jornalismo. São duas edições diárias do “RJTV” e uma do “Bom Dia Rio”, além do “Plugue” ás sextas e do “Rio Sul Revista” aos sábados. Os telejornais são gerados de Resende, que também recebe as contribuições e entradas ao vivo das sucursais.

A estrutura de arquivamento colaborativo fica na central técnica e pode ser acessada pelas estações de browsing, logging e edição Alcemy Silva conta que os profissionais da redação gostaram do novo sistema e não tiveram problemas em assimilar o seu funcionamento porque a empresa já havia trabalhado com outras soluções tapeless no passado. “Antes o material era ingestado em cada ilha de edição, e agora o ingest é feito em um servidor. Todos os arquivos estão disponíveis para pesquisa. Foi uma mudança grande”. Quando a edição está consolidada, todas as matérias são transferidas para o servidor de exibição EditShare Geevs, que é controlado por um operador no posto ao lado do switcher de produção. No passado esta posição era ocupada pelo operador de VT.


News > Produção

Canon lança duas lentes para linha Cinema Prime As novas lentes CN-E14mm T3.1 L F e CN-E135mm T2.2 L F (linha Cinema EOS Prime Lens) têm distância focal para câmeras de sensor único Super 35mm ou 35mm full frame.

Os novos modelos foram desenvolvidos para câmeras de cinema com sensores 35mm full frame

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Canon apresentou duas lentes na linha de produtos Cinema EOS Prime Lens, a CN-E14mm T3.1 L F e CN-E135mm T2.2 L F – ambas com uma distância focal para câmeras de sensor único e de maior porte, utilizando gerador de imagens Super 35mm ou 35mm em full frame. As lentes se unem aos modelos CN-E24mmT1.5 L F, CN-E50mmT1.3 L F e a CN-E85mm T1.3 L F, já pertencentes à linha, que oferecem cinco opções combinadas com distâncias focais para vários tipos de filmagem. Estas lentes também fazem parte dos produtos cinematográficos profissionais Cinema EOS System, que incluem a câmera EOS C500 4K/2K Digital Cinema, EOS C300 Digital Cinema, EOS C100 Digital Video e a EOS-1D C 4K DSLR Cinema. Todas integram materiais avançados para encontrar altos níveis de desempenho óptico, incluindo o padrão de produção 4K (4096 x 2160). Cada lente da linha é equipada com abertura de diafragma de F11, ideais para trabalhar as profundidades de campo. As lentes têm pouco peso e design compacto.

Awards 2013. A premiação desenvolvida pelo fórum alemão iF International Forum Design GmbH reconheceu os produtos como os vencedores na categoria Audio/Video – dentre eles, as câmeras SLR EOS-1D X e Cinema EOS System. Todo ano o iF realiza a premiação que elege produtos de excelência em design em três disciplinas: produto, comunicação e design de embalagem.

Revenda A Seegma Broadcast foi designada revenda autorizada de lentes profissionais de televisão da Canon Bradcast Equipament no final de 2012. A revenda de equipamentos para emissoras, produtoras e videomakers tem 15 anos de experiência no mercado e está localizada em São Paulo. Segundo a Seegma, parcerias como esta têm rendido ótimos resultados, e a empresa registra um dos maiores crescimentos no mercado broadcast e com reconhecimento através de premiações dadas pelas fabricantes ao atendimento, suporte e ranking de vendas.

Premiação Sete produtos da Canon foram selecionados pela iF Product Design

Sete produtos da Canon foram premiados com o iF Product Design Awards 2013 pela excelência no design

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CONFIABILIDADE E AUTONOMIA Durante 26 anos, a MAXICOM sempre esteve à frente em tecnologia e desempenho. Fornece ao mercado as melhores baterias. Fabricadas no Brasil, equiparadas hoje às melhores do mundo. Estabelece parceria com os mais qualificados fabricantes de componentes e células recarregáveis, para garantir que suas baterias possuam a melhor performance e autonomia. Dessa forma atende aos setores mais exigentes em função da responsabilidade envolvida pelos segmentos, em que a confiabilidade dos produtos se torna primordial, tais como: vídeo profissional, instrumentação hospitalar, rádio comunicação, aviação, indústria automobilística, segurança pública, telefonia, ferrovias, entre outros.

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News > Cinema

Tim Burton em O colorista Rob Pizzey usou o DaVinci Resolve para enfrentar o desafio de finalizar “Frankenweenie”, filme em preto e branco 3D feito com a técnica stop motion.

Na produção e finalização foram usadas tres câmeras: 2D, olho esquerdo e olho direito

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estúdio londrino Company 3 utilizou a plataforma Blackmagic DaVinci Resolve para finalizar em 3D o novo filme de Tim Burton, “Frankenweenie”, que chega em fevereiro em DVD e blu-ray, Filmado com a técnica de stop motion e produzido pela Walt Disney, o filme conta uma história comovente sobre um menino e seu cão. Após perder seu cão Sparky inesperadamente, o jovem Victor aproveita o poder da ciência para trazer o melhor amigo de volta à vida. Trabalhando com o diretor de fotografia Peter Zorg, o colorista Rob Pizzey alcançou um resultado de cores no mais puro estilo de Tim Burton. Embora este tenha sido o primeiro filme em stop motion de Pizzey, não sua primeira vez sob o comando do diretor Tim Burton. Na verdade, grande parte da equipe da Company 3 já havia trabalhado com Burton em “Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet”. Sobre o trabalho, Pizzey comenta que “Tim e Peter se aproximaram da produtora em 2010, com algumas tomadas de ‘Frankenweenie’ para um teste de gradação de cores. Nossa missão era manter um forte contraste, pretos profundos e personagens que se destacassem. Desde o início, Tim não tinha certeza do look final que daria ao filme. Um dos maiores desafios foi manter o seu estilo único no mundo do 3D, em que a perda de luz inerente pode arruinar um filme.”

Em preto e branco Fazer uma finalização em preto e branco apresenta desafios

únicos para correção de cor. “Frankenweenie” exigiu algumas esculturas fora das áreas específicas da estrutura para enfatizar certos elementos que ajudavam a contar a história. O sistema automático de controle do DaVinci Resolve foi essencial para alcançar a gradação desejada. Em particular, Rob usou o Resolve na função de enquadramento para as formas feitas à mão. “Tivemos que ter muito cuidado com a área de contraste, para não levá-la muito longe. Se você abusar, pode inserir efeitos estroboscópicos indesejáveis. Tivemos que trabalhar de várias maneiras para destacar os personagens. Já que o filme é em preto e branco, os trajes dos personagens não se destacam tanto quanto num filme em cores, por isso trabalhamos na criação de diferentes tons de cinza para haver uma melhor separação”, disse Pizzey. “Além disso, nós também passamos muito tempo na criação do LUT. A entrega foi um negativo em cores para impressão colorida de um trabalho em preto e branco. Como você pode imaginar, apenas uma leve oscilação na versão impressa e o filme pode ficar visualmente estranho. No entanto, o LUT criado pelo nosso departamento técnico funcionou muito bem”, acrescentou. Vale ressaltar que, enquanto em alguns filmes em 3D, um olho 3D é comum para a versão 2D, em “Frankenweenie” não foi assim porque a equipe realmente trabalhou com três filmes para ajuste e gradação: 2D, olho direito e olho esquerdo.

O filme de Burton exigiu a criação de uma escala de cinza que ajudasse a destacar os personagens Página 68


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News > Estúdio

Criação de cenário virtual sem quebrar a cabeça Com o Newtek Virtual Set Editor 2, até os pequenos produtores podem atender a demanda por cenários virtuais personalizados com diversos elementos visuais.

O editor de cenários virtuais da NewTek se apresenta como uma aplicação eficiente para produções com orçamento restrito

A

NewTek iniciou a comercialização do Virtual Set Editor 2, aplicativo complementar ao sistema TriCaster que permite a criação integral e personalizada de estúdio virtuais e efeitos visuais em qualquer produção de vídeo, sem exigir grandes infraestruturas de estúdio. Atualmente, o público espera que os vídeos assistidos, seja através de uma transmissão ao vivo, broadcast ou broadband, tenha um alto nível de produção, mas nem todos podem arcar com os custos de um estúdio profissional ou de um sistema tradicional para cenários virtuais. Com esta novidade da Newtek, as empresas menores também poderão chegar a um resultado final bastante interessante. Este editor virtual trabalha de forma independente no próprioTricaster, mas com uma segunda licença também é possível usar uma estação de trabalho adicional (Windows). Com isso, os designers podem criar ambientes virtuais em seu próprio espaço de trabalho, liberando, assim, o equipamento principal para as transmissões e viagens.

Estrutura O aplicativo tem uma interface para personalização integral a partir de um projeto básico, assim cada programa ou evento pode ter o seu próprio visual, com elementos específicos de identificação distribuídos pelo cenário. Todos os gráficos e vídeos podem entrar e sair de cena com transições e animações sob medida desenvolvidas no ambiente do Animation Store Creator, também incorporado à aplicação. Um dos pontos fortes da solução é a aparência realista que pode ser atingida ao se utilizar elementos de alta resolução. Ao se aliar um projeto bem equilibrado ao movimento de câmeras (fixas) e ao motor de processamento gráPágina 70

fico do Tricaster, o resultado é muito bom. Entradas ao vivo em um programa também podem ser incluídas com redimensionamentos, rotações e até mesmo recortes para se ajustarem às formas tridimensionais dos videowalls virtuais. Estas animações tambem produzem reflexos para dar maior realismo. Outra ferramenta importante é o Animation Store Creator, um motor gráfico incluído no VSE 2 para criar transições complexas, com sobreposição de cores e movimento, áudio e até mesmo vídeo 3D ajustado a qualquer superfície. Para criar as texturas, mobiliário e ambientes do cenário, há total suporte a arquivos do Photoshop em formato PSD, criando uma ponte com os mais populares aplicativos para imagens do mercado. Os arquivos são importados para um novo projeto do VSE e aplicados na criação do cenário. Depois de construir o cenário e aplicar os efeitos, os designers podem transferir o produto acabado para qualquer TriCaster da mesma rede, mesmo em eventos ao vivo. Como auxílio aos iniciantes, também está incluído o Virtual Starter-Pack, um cenário virtual básico e configurável que vem pronto para ser utilizado. Além de ajudar quem está começando, ele economiza algum tempo na criação de novos projetos. Convem lembrar que em todas estas criações o trabalho do designer é fundamental, até mesmo na consultoria de um arquiteto, para garantir que os materiais e proporções utilizados deem uma sensação de realismo ao espectador.

Os cenários criados no aplicativo podem ser exportados para qualquer modelo da família Tricaster, mesmo em uma transmissão ao vivo


Em profundidade > Grass Valley

Missão para expandir a criatividade Quando Karl Schubert, diretor de tecnologia da Grass Valley, olha em sua bola de cristal para 2013 e além, ele vê que os broadcasters e as empresas de mídia no mundo inteiro devem continuar com a migração da indústria para infraestruturas de Protocolo de Internet (IP) e baseadas em arquivos, e que os fabricantes irão apoiar essa iniciativa com um número cada vez maior de plataformas de software e de rede, para permitir aos usuários trabalhar de forma colaborativa e muito mais eficiente. da Redação

Entre as previsões para 2013 e os anos seguintes está a independência de hardwares dedicados e proprietários. O software deverá estar no centro dos projetos

P

ara Karl Schubert, este ano será cheio de inovações significativas na Grass Valley e focados na otimização do fluxo de trabalho conectado. “A vantagem do software é que ele nos permite chegar mais perto de realizar o que os criativos querem fazer”, disse. “Afinal, é nisso que consiste ser um fornecedor de tecnologia. Quanto mais próximo se está do hardware, mais longe se está do processo criativo. Quando falamos com os clientes sobre os seus objetivos criativos, mostramos-lhes como Página 72

podemos ajudá-los a fazer o mesmo trabalho que eles realizam atualmente, porém utilizando menos tecnologia física. Eles imediatamente se interessam. Quem não gostaria? Como empresa, a Grass Valley está trabalhando duro para impulsionar a criatividade. As ferramentas não definem a tarefa, mas o contrário. É assim que nós vamos manter nossos clientes, e ajudá-los a migrar para a melhor alternativa que lhes permita aumentar a sua produtividade e realizar seus objetivos criativos e de negócios.”


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Em profundidade > Grass Valley

A integração está nos detalhes. Há um novo botão de função nas câmeras LDX, chamado “PickMe”, que permite a um operador de câmera avisar o diretor que tem uma tomada importante

As novas câmeras LDX Series são projetadas para permitir atualizações de software contínuas, e haverá uma serviço para controlar as capacidades específicas de licenças da Grass Valley, com base nas necessidades do usuário: por função, por tempo, ou conjunto de câmeras Alcançar isso nos próximos anos é um desafio que Schubert aceitou com entusiasmo e ciente de que os orçamentos são limitados em muitos casos, de modo que a transição para o fluxo de trabalho digital poderia acontecer mais lentamente do que alguns poderiam esperar. Isto ocorre especialmente, afirmou, em países emergentes como a China e na América do Sul, onde muitas instalações de broadcast e produção só agora estão transformando as suas operações de definição padrão para alta definição. “Ainda há muitas oportunidades para realizar a migração dos clientes através da transição digital, da forma menos dolorosa possível”, disse ele. “Nossa meta em 2103 é acelerar essa transição o tanto quanto pudermos, de forma acessível e preparada para o futuro.” Para este fim, Schubert está liderando várias equipes de P&D na Grass Valley, focadas na adição de novos níveis de recursos, sob a forma de aplicações de software, através de soluções de produção ao vivo e plataformas de edição não linear em rede. “Acho que chegamos a um ponto em que os custos são adequados e o desempenho está presente, assim, você pode utilizar hardware e software de aplicação específica, para fazer a maioria das coisas que costumava fazer em hardware personalizado e proprietário”, disse Schubert. “No entanto, há um limite para isto. Haverá sempre a necessidade de hardware especializado para algumas partes de uma instalação e na cadeia de produção ao vivo, em que os chips FPGA e o processamento em tempo real não podem ser substituídos. Mas, a quantidade de hardware dedicado exigido é cada vez menor. Isso é uma boa notícia para os nossos clientes.” No entanto, ele adverte que o software não pode fazer tudo. “Haverá sempre algo que os criativos queiram fazer que não poderemos realizar com rapidez suficiente na combinação CPU/GPU”, disse Schubert. “No entanto, quando as CPUs e GPUs forem mais rápidas, será possível cumprir com os requerimentos atuais através de software e executar processamentos mais avançados com hardware. Eu acho que haverá uma mudança contínua Página 74

de funções para a plataforma combinada CPU/GPU.” Para a Grass Valley, os produtos baseados em software são mais rápidos para chegar ao mercado e podem ser reforçados com novas versões de forma contínua, tudo em benefício do cliente. Uma vez que uma linha de produtos foi estabelecida em software, ela também é mais rentável a longo prazo. “Com o objetivo de ficar mais perto de realizar o que os criativos querem fazer, a Grass Valley já começou a migrar do uso de apenas ferramentas tradicionais, para uma combinação de ferramentas tradicionais e interfaces de software que as controlem”, diz Schubert . “O que estamos fazendo agora na Grass Valley, são linhas de produtos que não exigem grandes compromissos de infraestrutura. Nossos clientes dizem que querem uma tecnologia por meio da qual a infraestrutura (ter que implantar vários servidores, por exemplo) não seja um obstáculo, mas um facilitador para a realização de uma tarefa específica que eles estejam tentando realizar.” Schubert diz que está focado em oferecer a mesma flexibilidade que a virtualização trouxe para o mundo de TI. Ele se refere a uma “infraestrutura abstraída”, por meio da qual o usuário não se importe com o local onde está o seu servidor de vídeo, roteador, ou comutador de vídeo, desde que ele tenha acesso ao conteúdo. “Se você é capaz de executar uma função desde qualquer parte da sua rede, agora você tem uma enorme flexibilidade. A infra-

Segundo a Grass Valley, seus clientes preferem tecnologias com infraestrutura (de vários servidores, por exemplo) que não seja um obstáculo, mas um facilitador para a realização de uma tarefa específica que eles estejam tentando realizar


Switcher de vídeo HD/SD 1 M/E – 2 M/E

Ainda Mais Inovações em Switchers de Vídeo O 1M/E HVS-300HS revolucionou o mundo dos switchers de vídeo compactos em 2008. Em 2010, o switcher 1.5 M/E HVS-350HS continuou essa tendência, com sua funcionalidades aprimoradas e um desempenho melhor. O avanço na série HANABI permanece até hoje. E, em 2012, uma nova geração de switchers de vídeo será introduzida, trazendo mais uma inovação. O novo switcher de vídeo HVS-390HS estará disponível em tamanhos de 1 M/E a 2 M/E. Ainda mais fácil de ser utilizado, ele evoluiu para se tornar mais potente, mantendo todas s funcionalidades aclamadas da série HVS-300. A evolução da série HANABI continua.

Evolução Contínua


Em profundidade > Grass Valley

“Com a produção não linear distribuída, todas as pessoas que trabalham em um projeto particular não precisam estar no mesmo lugar”, conta Schubert estrutura (sistemas físicos) não deve ser algo que lhe impeça de fazer o trabalho que precisa realizar.”

Uma nova liberdade Em 2013, a Grass Valley irá trazer este conceito centralizado em TI para o seu atual portfólio de soluções, em todos os níveis, desde câmeras até switchers, servidores, sistemas de edição, gestão de sinal e distribuição. Isto inclui a capacidade de “devolver para a câmera o que a câmera nos está enviando”, disse Schubert. “É possível usar redes de fibra e IP para localizar câmeras remotamente. Esta abordagem permitirá aos criativos ter uma visão evolutiva do que eles gostariam de ver (tendo-nos como espectadores) e fazê-lo imediatamente. Vemos também que, ao longo do tempo, os caminhões de externa estão sendo construídos com um tamanho menor, para se adaptar a espaços e orçamentos mais limitados. Isso significa que uma empresa de produção poderia enviar um pequeno caminhão ao local, e ter muitas das ferramentas de produção localizadas remotamente, mas acessíveis e controladas de dentro do caminhão. “Esta mobilidade é fundamental para proporcionar aos criativos novas maneiras de realizar tudo que eles vêm fazendo há muitos anos”, disse. As novas câmeras LDX Series da empresa são projetadas para permitir atualizações de software contínuas. A empresa está preparando o lançamento de um novo serviço para controlar as capacidades específicas de licenças da Grass Valley, com base nas

necessidades do usuário: por função, por tempo, ou conjunto de câmeras. Este serviço central permitiria ao cliente ativar uma função para um evento específico, durante o trabalho de campo, e depois desligá-la quando terminar. “Isso é muito poderoso, e é possível graças à nova abordagem da Grass Valley em um modelo centralizado em software”, disse Schubert. Há um novo botão de função nas câmeras LDX, chamado “PickMe”, que permite a um operador de câmera dizer para o diretor que tem uma tomada importante. Esta função permite ao operador de câmera etiquetar a sua tomada para que o diretor seja alertado no caminhão de produção, mas os metadados etiquetados também podem ficar com o conteúdo gravado após o término do evento. O operador de câmera também pode marcar clipes que podem ser enviados diretamente para a Internet, para oferecer aos espectadores em casa uma visão alternativa da ação (ou uma tomada diferente de uma notícia). Mais uma vez, é expandida a criatividade do operador. Isso nunca foi possível antes. “Estamos projetando a próxima geração de sistemas para produção móvel, com base no rumo que a indústria está tomando”, disse. Dentro de cinco anos, quando a computação em nuvem for verdadeiramente útil para a nossa indústria, essa será a maneira comum de fazer produção remota. Isso tem um sentido prático e de negócios.”

Segundo a empresa, soluções tradicionais como grandes switchers de produção e roteadores serão totalmente integradas a novas ferramentas de software, que oferecem mais capacidade, em espaços iguais ou até menores Página 76


5 de março de 2013

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A plataforma STRATUS gerencia fluxos de trabalho e está ajudando a mudar a forma como as pessoas lidam com a produção não linear

Televisão com produção não linear A plataforma para fluxo de trabalho de mídia STRATUS, da Grass Valley, atua como um gerenciador de fluxos, fornecendo uma interface comum para as pessoas criativas que não querem ser sobrecarregadas pela tecnologia. Esta plataforma está ajudando a mudar a forma como as pessoas pensam a produção não linear, promovendo a ideia de que o conteúdo pode ser desenvolvido e distribuído por várias pessoas trabalhando simultaneamente, em locais diferentes. Isso permite que as equipes de colaboração criem todos os tipos de conteúdo para diferentes plataformas de distribuição. “Nos velhos tempos, a produção linear requeria uma única pessoa para editar tudo”, Schubert continua. “Isso consumia muito tempo e recursos. Agora, o conteúdo é armazenado digitalmente e muitas pessoas podem trabalhar em uma rede. Elas podem colaborar no mesmo arquivo e ser muito mais produtivas. Realmente não há limites quanto à forma de montar ou distribuir um programa ou uma única peça de conteúdo.” “Nos últimos 50 anos, temos desenvolvido e comercializado uma grande variedade de novas tecnologias, mas geralmente os programas de televisão ainda são feitos da mesma forma que sem-

pre foram”, disse. “O que estamos falando hoje está mudando a maneira de fazer TV. Isso remete para o que chamamos de “nova era de produção não linear”. Os profissionais de hoje vêm de uma grande variedade de origens e não apenas de broadcast tradicional, portanto precisam de ferramentas flexíveis.”

Fazendo a diferença (conectada) “Em 2013, a Grass Valley continuará desenvolvendo os mesmos sistemas robustos e confiáveis, dos quais a indústria tem vindo a depender”, disse Schubert, mas ela também está tentando se afastar da mentalidade do que tem sido feito. “Queremos que as pessoas imaginem um futuro onde elas tenham mais liberdade, e posam lançar novos serviços e mais canais, de forma rápida e rentável”, disse. “Ainda vamos fazer grandes switchers de produção e roteadores, mas estas ferramentas tradicionais serão totalmente integradas com novas ferramentas de software, que oferecem mais capacidade, em espaços iguais ou até menores. Refazer as ferramentas dos produtos, em todo o sistema, requeria (e ainda requer) muito investimento em pesquisa e desenvolvimento, mas sabemos que vale a pena preservar o futuro de nossos clientes.” “A ideia deste novo caminho é que precisamos conectar as coisas novas que estamos desenvolvendo com os nossos sistemas atuais”, disse. “Por exemplo, você pode comprar hoje um switcher de nível básico Kayenne e, em seguida, adicionar novas funções e capacidades em software, para melhorar o produto e preservar o seu investimento. Simplesmente, trata-se de dar aos clientes mais por seu dinheiro, e deixar que eles decidam quando atualizar. É assim que um fornecedor de tecnologia se mantém competitivo.”

Hoje é possível comprar um switcher Kayenne de nível básico e, em seguida, adicionar novas funções e capacidades através de software. Essa filosofia deverá estar cada vez mais presente nos equipamentos da Grass Valley Página 78


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Uma história em bits

A

pesar de ter passado muito tempo projetando e construindo infraestruturas centralizadas em TI, a trajetória de vídeo de Karl Schubert é realmente impressionante. Em 1992, trabalhando na IBM, ele liderou uma equipe que criou e distribuiu um dos primeiros sistemas de servidor de vídeo: o MediaStreamer da IBM. Isto aconteceu na mesma época em que a Tektronix estava trabalhando no servidor de vídeo Profile (agora parte do portfólio da Grass Valley), mas, de acordo com Schubert, esse servidor foi originalmente concebido apenas para inserção comercial, enquanto o MediaStreamer podia trabalhar com arquivos, conteúdo de broadcast, executar listas de reprodução, e muito mais. O produto trabalhava com todos os sistemas de automação da época (incluindo Alamar e Louth), e o servidor foi desenvolvido em conjunto com um sistema de arquivo, de modo que podia fornecer arquivos e streams de conteúdo variável, através de banda base padrão ou de uma rede de computador ATM (AAL-5). Na época, o MediaStreamer foi vendido a vários broadcasters, incluindo a Rogers Cable (Canadá), Dow Jones News Retrieval (EUA), TF-1 (França) e Turner Broadcasting (EUA). Da IBM, Schubert passou à Dell Computer, onde trabalhou como diretor de tecnologia e começou a sua conhecida divisão de armazenamento (design, desenvolvimento e distribuição das primeiras SAN comerciais). Ele ainda possui algumas das primeiras patentes em sistemas de servidores streaming de vídeo, redes de área de armazenamento e algoritmos RAID avançados. Em 2002, na Austin Ventures, criou um grupo para substituir os gravadores autônomos de vídeo digital (DVRs), utilizados pelas empresas de cabo. Na época, os DVRs tinham muitos problemas de falhas de disco e representavam despesas operacionais significativas para as empresas de cabo (US$ 50 por visita para substituir uma caixa). Schubert e a sua equipe descobriram uma forma de substituir os DVRs com servidores centralizados para as grandes áreas metropolitanas. Schubert criou uma nova empresa para desenvolver esses “sistemas de rede de DVR” e trabalhou com Jim Chiddox, na Time Warner, como parte do projeto “Maestro” da empresa, para projetar e criar protótipos destes sistemas. “Naquele momento percebemos que era um pouco cedo para implementar tal tecnologia inovadora”, disse, acrescentando que, quando os custos eram muito altos e a economia mudou, o projeto Maestro foi encerrado. Schubert e a sua equipe provaram que era possível realizá-lo, mas que não valia a pena realizar um maior investimento na época. “Nós podíamos abaixar o custo do produto, mas o custo de transmissão de arquivos em uma rede era muito caro. De fato, em 2003, eu disse a Jim Chiddox que não seria viável, pelo menos até 2012. E aqui estamos hoje, com implementações acessíveis para todos.” Schubert valoriza a sua nova função na Grass Valley, e espera desenvolver muitos novos produtos, e literalmente fazer a diferença no dia-a-dia da vida dos profissionais de broadcast e Página 80

O diretor de tecnologia da Grass Valley Karl Schubert espera que as emissoras e produtoras dependam cada vez menos de hardware para trabalhar produção. “Na minha carreira tive três vezes a oportunidade de fazer uma diferença real”, disse. “Uma delas foi quando estava trabalhando em sistemas operacionais;, a segunda foi quando trabalhava em redes de área de armazenamento; e, agora, em produção e gestão de vídeo na Grass Valley. Esta é a mais emocionante, pois é algo que eu quis fazer duas vezes antes, mas era muito cedo, e a tecnologia ainda não estava avançada o suficiente para fazer isso acontecer. Agora é, finalmente, a hora certa.”


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Panorama Audiovisual Ed.23 - Janeiro de 2013