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15 ISSN 2236-0336

Ano 02 - Edição 15 - maio/2012

comunicação integrada

NAB 2012

Evolução em todos os sentidos

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Quando você olha para a Nova Hitachi Kokusai Linear...

Hitachi Kokusai Linear “Solução em Radiodifusão, Imagem e Comunicações do Brasil para o Mundo”

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Editorial

Novos conceitos, novas ferramentas

Edição: Ano 2 • N° 15 • Maio de 2012 Presidência & CEO Victor Hugo Piiroja e. victor.piiroja@vpgroup.com.br Gerência Geral Marcela Petty e. marcela.petty@vpgroup.com.br

A feira e congresso NAB Show tem o hábito de selecionar alguns temas-chave para atrair a atenção dos visitantes. Tradicionalmente eles estão relacionados às tecnologias de captação – de baixíssimo custo ou altíssima qualidade, e infraestrutura e automação para produção e exibição. A novidade é que nos últimos três anos os conceitos de rede social, TV conectada e segunda tela começaram a disputar a cena. No começo eles eram olhados como um mundo à parte e distante da realidade das grandes redes de televisão. Afinal, quem daria crédito a tecnologias baseadas na “nuvem” e incompatíveis com os modelos de produção conhecidos? Bem, o tempo mostrou que a televisão deveria se adaptar à realidade e estes conceitos entraram na pauta. Como evitar que os novos players da segunda tela ou da TV conectada levem embora a audiência conquistada ao longo de anos? Como tirar proveito das redes sociais? Como integrar tudo isso aos roteiros dos programas e às infraestruturas existentes? As respostas são vagas, mas ninguém está parado. Do jornalismo aos reality shows, todas as produções estudam maneiras de incorporar um ou outro conceito. O mesmo acontece nos departamentos de engenharia e nas empresas que criam tecnologia para televisão. Por isso, as palavras cloud, second screen e social media foram tão ouvidas nesta NAB 2012. As redes sociais, por exemplo, ocuparam muito tempo nas apresentações das companhias envolvidas em infraestrutura de produção e distribuição broadcast. Muitas ressaltavam a importância de integrar a programação com as plataformas disponíveis, e de participar delas com produtos sob medida. Entre as ideias defendidas, está a distribuição ao vivo de um mesmo evento em vários formatos e versões, conforme o destino final onde será assistido. Tudo começa nas câmeras, pois as ima-

gens que não são usadas no corte principal deixam de ser descartadas e podem ser liberadas para os usuários de streaming, por exemplo. No futuro, o telespectador poderá fazer a sua seleção de imagens com três ou quatro ângulos adicionais, usando um aplicativo para iPad fornecido pela emissora. Essa opção o manteria ligado ao mesmo provedor de conteúdo, com a locução, os gráficos e a publicidade ajustados a cada tipo de tela. Com as novas soluções apresentadas, numa partida de futebol ou show ao vivo, todos os grafismos associados também se ajustarão ao tamanho da tela de destino em tempo real. Ainda aproveitando as mídias sociais, multiplicaram-se as soluções para ampliar a participação da audiência em programas ao vivo. Deixando para trás as inserções toscas de telas recortadas da web, agora elas convertem em tempo real os comentários feitos através do Skype, Twitter ou Facebook para serem exibidos conforme o visual padrão das emissoras. É uma forma de aproveitar as novas ferramentas e recuperar a atenção dos telespectadores “desgarrados”. Em relação à veiculação de publicidade, ponto crucial nesta enorme mudança de hábitos, todos os elos da cadeia estão comprometidos em garantir que os anunciantes tenham as suas mensagens devidamente associadas aos conteúdos patrocinados, afinal ninguém quer investir em programas para depois vê-los exibidos em streamings não autorizados e recheados com banners de terceiros. De agora em diante, a tendência é vermos as emissoras integrarem as redes sociais, tablets e TVs conectadas aos seus ecossistemas para tirar partido destas oportunidades. Além continuar ao lado dos seus telespectadores nos novos canais de comunicação, elas abrirão espaço para novas formas de criar e consumir mídia, a qualquer hora e em qualquer lugar. Fernando Gaio

Departamento Financeiro Rodrigo Oliveira e. rodrigo.oliveira@vpgroup.com.br Aline Saraiva de Aquino e. aline.aquino@vpgroup.com.br Designer Gráfica Débora Becker e. debora.becker@vpgroup.com.br Web Designer Robson Moulin e. robson.moulin@vpgroup.com.br Sistemas Wander Martins e. wander.martins@vpgroup.com.br Diretor de Redação Fernando Gaio (MTb: 32.960) e. fernando.gaio@vpgroup.com.br Editor Eduardo Boni e. eduardo.boni@vpgroup.com.br Editora Assistente Renata Primavera e. renata.primavera@vpgroup.com.br Editor Internacional Antonio Castillo e. acastillo@panoramaaudiovisual.com Colaboradores Felipe Goulart . Mauro Justto Publicidade – Gerente de Contas Alexandre Oliveira e. alexandre.oliveira@vpgroup.com.br Christian Visval e. christian.visval@vpgroup.com.br Publicidade – Gerente de Contas Internacional Roberta Petty e. roberta.petty@vpgroup.com.br Panorama Audiovisual Online s. www.panoramaaudiovisual.com.br Tiragem: 16.000 exemplares Impressão - HR Gráfica

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SUMÁRIO

08 Avid e CIS reforçam presença no Brasil 08

As empresas anunciaram a criação de uma equipe para ampliar os negócios com emissoras regionais e investimento numa grande estrutura local de suporte e manutenção, com disponibilidade imediata de peças.

14 Administração independente 14

A Harris Corporation decidiu colocar a venda a sua divisão de Broadcast Communications e concentrar-se nas áreas de governo, defesa, petróleo e gás. A decisão não afetará os negócios da companhia e os investimentos em novos produtos, além de dar-lhe maior autonomia.

28 Blackmagic lança câmera 28 com sensor de 2,5K

O modelo tem gravador integrado SSD, oferece 2,5 K resolução e marca a entrada da empresa em um novo segmento do mercado.

54 Panasonic apresenta a sua 54 proposta para captação em 4K

A empresa chegou à NAB com uma gama completa de soluções para captação, armazenamento e reprodução de imagens com lançamentos para vários níveis de usuário, mas a grande estrela foi o protótipo da Varicam 4K. (ao lado)

70 Carnaval em grande estilo 70

Após anos apresentando soluções para alta definição e 3D, chegou o momento de a Sony apresentar as qualidades do 4K com todas as honras da casa. Numa apresentação belíssima, a empresa exibiu os resultados das gravações em 4K 60P feitas no carnaval do Rio de Janeiro pela Rede Globo.

80 Transmissão: Ajuste ideal 80

A implementação da TV digital aumentou as possibilidades de recepção móvel

e portátil, mas para elas serem feitas com qualidade, o tipo de polarização da

antena é uma das variáveis que deve ser considerada na concepção do sistema

de transmissão.

90 90 Servidores de mídia

Fatores econômicos aliados à especialização e capacitação dos produtores audiovisuais brasileiros têm multiplicado os acordos de coprodução audiovisual internacionais entre empresas produtoras brasileiras e estrangeiras, especialmente francesas, alemãs e espanholas.

96 96 Segunda tela

Com o passar do tempo e o desenvolvimento de novas tecnologias de distribuição e gerenciamento, a segunda tela passou de vilã para ser uma grande oportunidade de manter o telespectador atento ao conteúdo da TV.

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News > NAB 2012

Avid e CIS reforçam presença no Brasil As empresas anunciaram a criação de uma equipe para ampliar os negócios com emissoras regionais e investimento numa grande estrutura local de suporte e manutenção, com disponibilidade imediata de peças.

Danillo Garcia, Edel Garcia, Guilherme Silva e Angel Ylisastigui prometem reforçar a estrutura de atendimento da empresa no Brasil

H

á mais de 20 anos a CIS é a grande parceira da Avid Technology no mercado brasileiro, liderando grandes projetos, instalações e o suporte pós-venda. Dezenas de produtoras, universidades, emissoras e centros de produção foram atendidos nestes anos. “Hoje nós temos soluções instaladas em toda a produção de novelas e na edição de programas de entretenimento da TV Globo, além de participação maciça no SBT, TV Record, TV Anhanguera, RBS e TV Gazeta de São Paulo”, conta Guilherme Silva, Presidente da CIS. Para ampliar a participação da Avid no país, Guilherme entende que é preciso aumentar os investimentos no atendimento às redes regionais do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, assim como na estrutura de manutenção de longo prazo. Foi com base nes-

tes dois pontos, que Edel Garcia, Diretor de Vendas da Avid para a América Latina, anunciou com exclusividade à Panorama Audiovisual os próximos passos da parceria entre as empresas. Uma das primeiras decisões foi contratar Danillo Garcia, ex-Diretor Nacional de Vendas da Sony Brasil, para a direção regional de vendas da Avid. Ele comandará uma equipe para apoiar o trabalho da CIS em nível nacional. Edel também anunciou investimentos para garantir o suporte pós-vendas. “O Brasil tem um grande potencial de crescimento em função de todos os eventos que serão realizados nos próximos anos, e nós queremos estar preparados para aproveitar este momento da melhor maneira. Graças à parceria com a CIS, nós temos feitos excelentes negócios e queremos continuar ampliando a nossa presença”, conta.

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News Reportagem > NAB>2012 Baterias

“Hoje, a CIS está investindo mais de US$ 1 milhão para criar um centro de manutenção, com uma grande quantidade de peças disponíveis para dar pronta resposta às demandas locais. Já a Avid irá expandir essa parceria e apoiar as vendas, investindo numa equipe cuja missão é criar novas oportunidades”. Guilherme e Edel afirmam que a experiência de Danillo Garcia com as redes regionais durante os mais de 10 anos em que esteve na Sony será essencial nesta estratégia de expansão, e ele contará com todo o apoio da CIS e nas suas demonstrações e apresentações de novos produtos. Tudo funcionará como uma única estrutura.

Depois de 2016 Segundo os executivos, estes investimentos visam um período que vai além das Olimpíadas de 2016. Para os anos seguintes, eles preveem um crescimento continuado no atendimento de projetos e serviços para empresas regionais, além do suporte às empresas que já adquiriram as soluções Avid. “Depois de resolver os seus problemas com os transmissores e infra-estrutura HDTV, as pequenas empresas regionais, que não precisam se preocupar com a Copa do Mundo e as Olimpíadas, vão migrar o seu sistema de produção por completo”, afirma Guilherme Silva. Segundo Danillo Garcia, esse interesse pela migração para a HDTV já existe em algumas emissoras distantes dos grandes centros, e elas já passaram a comprar novas câmeras para captação em ex-

ternas e estúdio. O passo seguinte será a aquisição de sistemas para edição e pós-produção em jornalismo e esportes. “Eu trabalhei com uma equipe de vendas excelente na Sony e aqui não será diferente. A estrutura oferecida pela Avid nos dará condições efetivas para expandir a sua presença nas emissoras regionais”.

Preços e mercado Questionado sobre a guerra de preços proposta por algumas empresas nas últimas duas edições da NAB, Edel Garcia defende que, apesar de uma queda individual nos preços dos produtos, há um crescimento considerável nos pedidos por soluções completas e serviços. “Nós não vivemos de produtos individuais, mas de soluções. Além disso, a parceria com a CIS permite a integração com soluções de terceiros para atender a todas as especificações dos clientes”, diz. Já Guilherme complementou dizendo que o mercado vive um momento de crescimento exponencial no volume e na qualidade da produção de conteúdos, exigindo muito investimento em infraestrutura. “O volume e os custos das estações de edição estão caindo, mas elas dependem de grandes redes de dados para funcionarem. O que as grandes emissoras de televisão economizam nos sistemas de edição está sendo aplicado em estruturas internas de “cloud”, por isso o futuro será prestação de serviço”, afirma. Além das emissoras convencionais, a Avid também está presente em universidades como a ESPM e FAAP ou no portal Terra TV, que

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News Reportagem > NAB>2012 Baterias

Acostumado ao interesse dos profissionais brasileiros pelos lançamentos da companhia norteamericana, neste ano Guilherme Silva foi surpreendido por uma visitação muito acima da média. “Nas minhas 33 participações na NAB, sendo 21 pela Avid, eu nunca vi uma presença tão intensa de brasileiros em Las Vegas. As nossas perspectivas são excelentes”. usam estruturas Isis / Interplay há vários anos. “Estes mercados não tradicionais confirmam que a produção de conteúdos só cresce. O segmento de broadband, por exemplo, apresenta grandes oportunidades no mundo corporativo, no ensino à distância e até entre os times de futebol, que começam a criar materiais exclusivos. Aliás, a CIS e a Avid têm muita experiência neste mercado

com a instalação feita no estádio do Miami Heat”, comenta Guilherme. “Eu vejo aquele estádio como um modelo a ser usado no Brasil em três ou quatro anos, permitindo fazer grandes eventos sem a necessidade de contratar produtoras e emissoras externas”. s. avid.com s. cisgroup.tv/avid

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News > Mercado NAB 2012

Administração independente A Harris Corporation decidiu colocar a venda a sua divisão de Broadcast Communications e concentrar-se nas áreas de governo, defesa, petróleo e gás. A decisão não afetará os negócios da companhia e os investimentos em novos produtos, além de dar-lhe maior autonomia. A Harris Broadcast Communications cresceu 40% na América Latina no último ano, e toda a estrutura de suporte e atendimento será mantida, afirmam Felipe Luna e Nahuel Villegas

E

breve deve ser apresentado o novo proprietário da área de Broadcast Communications (BCD) da Harris Corporation. A notícia foi dada no dia 1º de maio, quando a empresa anunciou os resultados do terceiro trimestre de seu ano fiscal e comunicou a intenção de vender esta divisão. Segundo o comunicado aos acionistas, essa decisão ocorre porque, na recente revisão do portfólio de negócios da corporação, concluiu-se que as atividades de broadcast não estão mais totalmente alinhadas com a estratégia de longo prazo da Harris, cujo core business está cada vez mais concentrado em grandes contratos com governos. Os principais executivos da empresa deixaram claro que a notícia é vista com bons olhos, pois dará maior autonomia nas decisões sobre investimentos e negócios. “Fazer parte de uma corporação tão grande nos gera muitos custos e reduz a flexibilidade. Com essa decisão, nós ficaremos mais rápidos e ágeis no atendimento ao cliente”, explica Nahuel Villegas vice-presidente da divisão para América Latina. Já Felipe Luna, diretor de vendas da empresa, afirma que “a operação continua exatamente a mesma, com as mesmas pessoas e com o mesmo suporte, nada muda”. Há dez anos, a Harris Corporation faturava cerca de US$ 1,5 bilhões e a sua divisão de broadcast respondia por 30% deste valor. Na época, os Estados Unidos estavam no topo da transição para a televisão digital e a Harris dedicava grande parte da sua força de venda aos novos transmissores que precisavam ser instalados. Em 2003, com a chegada de Howard Lance para o posto de CEO, a empresa começou a viver uma onda de aquisições e crescimento orgânico, elevando o seu faturamento para US$ 6 bilhões em 2011. Mesmo depois de completar a implantação da TV digital nos EUA, a área de Broadcast Communications registrou crescimento nestes anos graças à expansão no mercado internacional e à diversificação no portfólio com a compra de empresas como Leitch e Encoda. Hoje ela responde por aproximadamente 10% do faturamento da corporação, com US$ 600 milhões – uma das receitas

mais altas registradas no mercado internacional de radiodifusão e produção de conteúdo.

Próximos passos Diante da decisão de venda e de acordo com as normas norte-americanas de contabilidade (GAAP), ao anunciar o objetivo de venda, a Harris Corporation também iniciou o processo de “divest” ou divisão da contabilidade da unidade de broadcast. A GAAP determina que, quando uma organização anuncia a venda de um negócio no meio de um exercício fiscal, é necessário separar a contabilidade dessa unidade. Dessa forma, os ativos, as vendas, os lucros e eventuais prejuízos desse negócio ficam bem definidos em relatórios independentes, inclusive para os acionistas e interessados na compra. “Nada muda além do fato de a Harris Broadcast Communications estar à venda. Ela está em excelente situação, continua ocupando um lugar único na indústria de broadcast, com inúmeros clientes, produtos inovadores e expressivos contratos em carteira, muitos deles fechados durante a última NAB”, acrescenta Nahuel Villegas, completando que a ideia é vender a unidade inteira, e não em partes. Villegas também adiantou à Panorama Audiovisual que, devido ao alto custo da divisão, é provável que ela seja comprada por uma empresa de investimentos. Nenhum comprador foi identificado até o momento, e, enquanto o negócio não se completa, a BCD continua operando sob a estrutura da Harris Corporation, que dará suporte até o novo comprador ser nomeado, e o contrato ser oficialmente fechado. Segundo Villegas, a BCD global manterá a estrutura operacional, ou seja, toda a sua diretoria, a equipe de aproximadamente 1.700 funcionários, além dos escritórios e fábricas presentes em todo o mundo, incluindo a América Latina. Os clientes, por sua vez, continuam recebendo o suporte que sempre tiveram, e a companhia continua trabalhando em novas vendas e contratos. s. harris.com

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News > NAB 2012

Harris converte as unidades móveis em centros remotos

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a NAB 2012, a empresa revelou um conjunto de soluções para transformar as unidades em verdadeiros centros de produção em alta definição. O portfólio de produtos para infraestrutura oferece uma seleção de opções para clientes que querem ter soluções integradas e adaptadas e para produções externas. As soluções de roteamento integradas Platinum, por exemplo, continuam a evoluir, adicionando novas opções aos bastidores para reduzir o espaço utilizado, o consumo de energia e o custo, indo desde multivisualizadores HView SX Pro até soluções de interface de distribuição de áudio multicanal (MADI) para roteamento de áudio de alta densidade. A plataforma para convergência de mídias Selenio, por sua vez, está assumindo um papel importante na infraestrutura das unidades móveis como uma solução tudo em um para o processamento de sinal, trabalho em rede e compressão. Junto com ela, também tem conquistado muito espaço os sincronizadores e conversores X85 e X50, e os sistemas de processamento de núcleo 6800 + para simplificar as operações. Estavam em destaque ainda as novas soluções para medição e teste Harris Videotek, incluindo o sistema de clock VSG-4CSD e o gerador master VSG-4MTG para estabelecer sincronia interna. Para as unidades móveis que estão sendo projetadas e constru-

ídas, os painéis para roteamento de sinal Magellan e software CCS Navigator incluem vários níveis de controle e monitoramento em toda a infraestrutura, enquanto os geradores de gráficos Inscriber trazem ferramentas de gestão para melhorar o conteúdo visual do que é transmitido.

Selenio Com seu esquema híbrido para processamento de vídeo em banda base e digital, compressão e capacidades IP, a plataforma Selenio tem criado novas possibilidades para as emissoras, produtoras e outros que buscam simplificar e modernizar suas instalações. Clientes de todo o mundo estão utilizando o produto, incluindo Zeonbud na Ucrânia, WJZY-TV nos Estados Unidos, NDTV na Índia, Sky News Arabia no Oriente Médio, Qingdao TV na China, AsiaSat em Hong Kong, e Anhanguera Educacional e RBS no Brasil. “Usamos o Selenio em seis estações para codificar o sinal de transmissão, conversão cruzada e para transmitir os vídeos entre locais diferentes”, diz Brady Dreasler, Diretor de Engenharia da Quincy TV Broadcast. “Suas capacidades de codificação e decodificação, aliados ao tamanho compacto, baixo consumo de energia, versatilidade e redundância, o distinguem de outros sistemas no mercado. É o equivalente do canivete suíço, que re-

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News Reportagem > NAB>2012 Baterias

Em seu discurso na coletiva de imprensa da Harris, o presidente Harris Morris relatou casos de sucesso da empresa pelo mundo, reforçou a importância que a empresa tem dado às unidades móveis de produção e destacou a plataforma Selenio e a família de painéis de controle Magellan almente funciona”. Dreasler planeja instalar o produto em todas suas estações (14 no total) antes do fim do ano, destacando a sua capacidade de compartilhar conteúdo entre todos os locais. “Nós desenvolvemos uma grande quantidade de conteúdo que pode ser utilizado por estações localizadas em mercados próximos, que tenham o Selenio”, disse. Os novos recursos apresentados na NAB incluem o módulo multiplexador Selenio MDX2, que reduz a infraestrutura para head-end de vídeo emissoras de TV digital (DTV). Primeiro de seu tipo na indústria, o MDX2 incorpora uma passagem que pode combinar até oito canais dentro de um fluxo de saída único, permitindo a distribuição de múltiplos níveis de serviços digitais. O MDX2 também incorpora uma adaptação para redes de frequência única para distribuição de sinal em importantes redes DTV, sendo ideal para os padrões ISDB-Tb e DVB-T/T2.

A Harris também prepara o lançamento de um novo módulo de expansão de vídeo Selenio para integrar mais funcionalidades, eliminando o número de dispositivos para “downstream” na instalação. O módulo de expansão permite a integração de dispositivos e suporte dentro do Selenio.

Gráficos O estande da empresa também reservou espaço para dois sistemas de gráficos destinados a produções e transmissões ao vivo. Os novos sistemas Inscriber G8 eTitleOne AE têm processamento em tempo real e usam as mais recentes plataformas de hardware para processamento avançado de gráficos e melhor performance no armazenamento. Ambos suportam fluxos de trabalho para criação off-line e ao vivo, templates de gráficos, gerenciamento de banco de dados e controle de automação.

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Na carreta da produtora TV-4, estacionado na área externa da NAB, foram instalados conversores e sincronizadores X50, modulares 6800+ e o sistema de controle e monitoração por rede Navigator. A unidade contava ainda com roteadores Platinum 512x512, multivisualização HView e suporte para 3Gbit/s. No Brasil, já existem mais de 30 unidades de externa HDTV equipadas pela Harris “Os gráficos ao vivo tornaram-se essenciais para diferenciar os programas e canais de TV, além de estimular e informar os telespectadores”, disse Harris Morris, Presidente da Harris Broadcast Communications. “Ao empregar hardwares poderosos e software de gráficos de ponta, esses sistemas estimulam a criatividade e produtividade, ao mesmo tempo em que dão aos usuários a liberdade para criar looks inovadores e efeitos que melhoram a experiência do telespectador.” O Inscriber G8 utiliza um processador Intel Xeon E5 e um processador de gráficos NVIDIA Quadro 4000 (GPU) para reduzir a densidade de canais de hardware, o consumo de energia e melhorar o desempenho. Ele oferece a criação e execução dos gráficos e animações em 3D normalmente a cobertura de notícias, esportes e eventos especiais requer. Já o TitleOne AE tem muito dos recursos do Inscriber G8 e traz uma significativa melhora em relação à geração anterior, ao adicionar uma CPU melhor e a placa NVIDIA Quadro 600 profissional.

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TV TEM expande cobertura digital com

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emissora, rede afiliada à Globo com sede em Sorocaba (SP), que está presente em praticamente metade dos municípios do Estado de São Paulo, está ampliando para 70% do seu mercado a cobertura de sinal digital. Para isso, a empresa adquiriu da Harris Corporation nada menos do que 45 transmissores da linha Maxiva. A aquisição faz parte da segunda fase do projeto de distribuição de sinais de TV digital de alta definição (HDTV). Com quatro geradoras em sua rede (Sorocaba, Itapetininga, Bauru e São José do Rio Preto), a TV TEM alcança 318 municípios paulistas, com uma população de aproximadamente 8 milhões de habitantes. “O principal objetivo do projeto é implantar a base que permitirá levar os sinais de alta definição a todos esses municípios”, afirma Ewerton Maciel, gerente de engenharia da rede TV TEM. As transmissões digitais em HDTV começaram em Sorocaba, no primeiro semestre de 2009: a cidade foi a quarta do interior paulista a receber o sinal digital. Também nesse caso, foram utilizados equipamentos da Harris. Posteriormente, a TV TEM adquiriu mais sete transmissores da linha Maxiva, iniciando as transmissões de HDTV nas outras cidades geradoras da rede e também nos municípios de Marília, Araçatuba e Jundiaí. Até junho deste ano, a empresa vai finalizar a instalação dos 45 transmissores agora adquiridos. Com um total de 52 transmissores, levará o sinal digital a mais de 70% da população da região. “A distribuição dos sinais de TV digital, incluindo a programação e a interatividade, será via satélite, o que é uma inovação”, destaca Maciel. A nova plataforma de transmissão está baseada na solução Maxiva e instalada em sete pontos da rede da TV TEM, interligados em arquitetura SFN (Single Frequency Networking). O sistema inclui recursos que otimizam a largura de banda necessária para transportar os sinais via satélite e, dessa forma, permitem reduzir os custos operacionais do projeto. O projeto inclui ainda um link de rádio digital entre as quatro geradoras e oito das unidades da TV TEM, para a comunicação e troca de sinais de programação - como os telejornais, por exemplo. Para isso, a emissora também adquiriu da Harris rádios de micro-ondas, além de servidores de vídeo de alta definição, matrizes de vídeo, mesas de controle mestre totalmente automatiza-

TV TEM ampliou para 70% do seu mercado a cobertura com sinal digital. Para isso, foram comprados 45 transmissores da linha Maxiva

do, bem como todo o sistema de processamento de sinais. “A garantia de interoperabilidade entre todos os produtos oferecidos pela solução integrada Harris ONE foi um fator chave para a decisão da TV TEM”, diz Felipe Luna, diretor regional da Harris.

Programas SD e HD O novo sistema de broadcast da TV TEM é baseado na topologia Central Casting, envolvendo várias cidades, com a distribuição simultânea de programas SD (Standard Definition) e HD (High Definition) a partir de Sorocaba (onde está a geradora central), na maior parte do dia. Na área do estúdio, o sistema foi projetado para aproveitar todos os recursos da infraestrutura de 3 Gbps, utilizando quatro matrizes de vídeo (roteadores) Platinum, cinco multiviewers Centrio, 50 processadores X50, além de distribuidores, links ópticos, processadores de áudio e vídeo e up/down mix de áudio com controle de loudness - todos da Harris. Nove controles mestres Icon Master serão responsáveis pela exibição/chaveamento entre os principais formatos de programação - 4 SD, 4 HD e um backup -, a partir da emissora em Sorocaba. Essas mesas são totalmente automatizadas por meio do sistema de automação ADC. Cada cliente pode controlar, de modo virtual, listas simples ou múltiplas e ainda fazer alterações na medida das suas necessidades. Já os servidores Nexio estão sendo usados com a finalidade de garantir o desempenho do sistema playout 24 horas por dia, todos os dias da semana. Com o Invenio Motion, a TV TEM possui acesso a um sistema que permite transferir conteúdos de mídia de qualquer ponto da rede para a instalação principal, tornando-os disponíveis, automaticamente, para qualquer servidor Playout. Pelo lado da rede, o projeto consiste em um backbone de micro-ondas com redundância, o que totaliza 24 pontos interligados por rádio. Além disso, 16 sistemas NetVx (de multiplexação e codificação MPEG 4) transportam os sinais de programação de cada emissora para a operação Central Casting na geradora principal, em Sorocaba. Os sistemas NetVx também incluem recursos para a integração a redes IP, para a transmissão de dados e arquivos. s. www.harris.com

Na área do estúdio, o sistema usa quatro matrizes de vídeo Platinum, cinco multiviewers Centrio e 50 processadores X50, entre outros equipamentos. Nove controles mestres Icon Master serão responsáveis pela exibição a partir da emissora em Sorocaba Página 22

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Vizrt integra Viz Media com o Premiere Pro CS6 Com o anúncio feito em Las Vegas, será facilitado o trabalho de quem usa o Adobe Premiere Pro CS6 e precisa fazer pesquisas e seleção de materiais dentro do Viz Media Engine

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integração do Viz Media Engine com o Adobe Premiere permitirá aos usuários pesquisar e acessar conteúdo de vídeo diretamente no programa. Os usuários também poderão editar e sobrepor gráficos do Vizrt diretamente na linha do tempo do Adobe Premiere. A sincronização de vídeo e gráficos na redação deve se tornar mais fácil com as inovações incluídas no Viz Content Pilot, pois os usuários também podem transcodificar conteúdos com gráficos integrados e adaptados em tempo real, para qualquer tipo de dispositivo móvel, usando gráficos personalizados. Já a plataforma de renderização em tempo real 3D da Vizrt, a Viz Engine, pode ser ampliada para fornecer vídeo ao vivo, canais múltiplos de saída, efeitos DVE, mistura de imagem, chroma interno e composição de vídeo e gráficos tempo real.  

Produção de gráficos ao vivo A versão mais recente do VizTrio aperfeiçoou o seu suporte de gestão de conteúdo de vídeo com a integração com o Viz Media Engine. Com o programa, será possível recuperar conteúdo de vídeo HD e adicionar vídeos como parte de seu fluxo de trabalho gráfico. Já o Viz Content Pilot, solução da empresa para conteúdo de gráficos e vídeos, passa a ficar totalmente integrado com o Viz Engine, e os jornalistas da redação poderão procurar e editar vídeos diretamente no computador.  

Aliança com a Never.no A Vizrt firmou uma aliança estratégica com a empresa Never.no., para incentivar a interação do público em tempo real via Facebook, Twitter e aplicações de terceiros, com uma forte presença gráfica interativa. Este acordo dará acesso à Never.no a uma crescente rede de broadcasters que utilizam os produtos Vizrt, enquanto a Vizrt se beneficiará das melhores soluções para oferecer TV social aos seus clientes que trabalham com gráficos. s. vizrt.com s. brasvideo.com Página 23

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Miranda ajuda broadcasters a se

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proveitando sua expertise na construção de fluxos de trabalho eficientes e expansíveis, permitindo que os broadcasters possam continuar competitivos no mercado e crescendo, a empresa incluiu em sua apresentação soluções para algumas das maiores preocupações de alguns broadcasters, como o monitoramento e correção de loudness, gestão e processamento de sinais, versões de conteúdo automatizadas para ativos de Video On Demand (VOD) e capacidades gráficas integradas com transmissão tradicional e automatizada. Nos últimos anos, a Miranda tem focado seus negócios na criação de soluções para broadcasters e operadores, através do desenvolvimento de tecnologia, serviço e suporte. Esta estratégia tem permitido que a empresa possa construir relações mais profundas com grandes clientes em todo o mundo, resultando em crescimento orgânico e num crescimento adicional por meio da aquisição da Nvision, em 2008, e da Omnibus, em 2010.

Entre as soluções disponíveis estão as opções para correção de som ponto-a-ponto, incluindo a correção automática e inteligente; produção remota ativada por uma parceria fundamental com a Net Insight; gerenciamento de sinal e entrada, incluindo uma ampla gama de soluções, como a nova série de conversores de fibra de alta densidade LUMO e o pequeno roteador Enterprise NV8140; capacidades gráficas integradas no servidor iTX, incluindo suporte para o Adobe After Effects; versão automatizada para ativos de vídeo sob demanda utilizando ferramentas de autoria Enterprise Suite On Demand; e o novo controle mestre iTX, que combina a transmissão tradicional baseada no controle mestre com a transmissão baseada em arquivo. A empresa também realizou na NAB uma série de apresentações sobre a distribuição de conteúdo para múltiplas plataformas e de correção de volume ponto-a-ponto. s. miranda.com s. brasvideo.com

O HS-2000 simplifica o fluxo de trabalho de qualquer local de produção HD-SDI usando até cinco entradas através da combinação de um ou dois conectores DVI-D e três ou quatro fontes de HD-SDI. Em questão de segundos, você pode transmitir e fazer webcast de onde está ocorrendo a ação.

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Blackmagic surpreende ao lançar câmera com A câmera de vídeo digital com qualidade de cinema, sensor de alta resolução e gravador integrado SSD oferece 2,5 K resolução e marca a entrada da empresa em um novo segmento do mercado.

A câmera dispõe de um range dinâmico com 13 stops, sensor de 2.5K e gravador integrado de SSD com largura de banda para capturar arquivos CinemaDNG RAW, ProRes e DNxHD

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Blackmagic Design anunciou na NAB 2012 uma câmera de cinema com recursos avançados, como 13 stops de range dinâmico, sensor 2,5 K, suporte aos arquivos abertos, correção de cor – com a versão completa da Vinci Resolve – LCD built-in e entrada de metadados, tudo em um design atraente e compacto. Segundo a empresa, muitas das câmeras de vídeo de hoje sofrem de um “olhar de vídeo” devido a gama limitada de contraste, um sensor para resolução HD, lentes e ópticas de baixa qualidade, além do uso de uma pesada compressão de vídeo para gravação de arquivos e fraca integração com a gestão de metadados de software de edição não linear. Com estas limitações não podiam ser utilizadas para longas-metragens. A câmera Blackmagic é projetada exatamente para eliminar esses problemas, possibilitando aos clientes obter uma imagem com aspecto de filme, e, a um preço acessível, realizar comerciais high-end para TV, filmes e seriados. A câmera dispõe de um range dinâmico com 13 stops, sensor de 2.5K, gravador integrado de SSD com largura de banda para capturar arquivos CinemaDNG RAW, ProRes e DNxHD de padrão

A grande tela LCD integrada permite a reprodução de arquivos capturados e os metadados podem ser digitados diretamente nela aberto, uma tela LCD touchscreen integrada para entrada de metadados, conexões de áudio jack standard, conexão Thunderbolt de alta velocidade, saída SDI de 3 Gb/s, um sensor com refrigeração de baixo ruído, e é totalmente compatível com lentes Canon EF e Zeiss ZF de alta qualidade. A nova câmera também inclui uma cópia completa do DaVinci Resolve para correção de cor, e do software Blackmagic Ultrascope para monitorar o formato da onda. O Ultrascope pode ser executado em um laptop conectado à câmera através de uma conexãoThunderbolt.

Complemento de editores NLE A câmera Blackmagic foi concebida como o complemento perfeito para os softwares Final Cut Pro X e Avid Media Composer NLE. Ao contrário de câmeras que requerem a utilização de formatos de arquivos de vídeo personalizados e não são compatíveis com os software mais populares para edição não linear, tornando o processo de pós-produção um pesadelo, a Blackmagic não impõe nenhum formato de arquivo de vídeo. Ela grava em formato DNG de cinema para arquivos RAW, e ProRes e DNxHD para arquivos em HD compa-

Além de conexões de áudio padrão, o modelo traz conexão Thunderbolt de alta velocidade e saída de vídeo SDI de 3 Gb/s. Há compatibilidade total com lentes Canon EF e Zeiss ZF Página 26

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A câmera Blackmagic foi projetada para criar imagens com aspecto de filme, que possam ser usadas em comerciais para TV, filmes e seriados tíveis com o Final Cut Pro X e Avid Media Composer. A Blackmagic inclui um microfone integrado, e também conexões de áudio balanceado ao microfone/linha através de um conector jack externo. Para reproduzir os clipes gravados, há um alto-falante e entradas para fone de ouvido, bem como o áudio incorporado na saída SDI e na conexão Thunderbolt. A saída SDI inclui todos os dados da câmera, como timecode, controle de transportes, ângulo de gravação e ajuste de temperatura de cor. Para entrada facilitada de metadados, essa mesma tela LCD tem tecnologia touchscreen. Quando o usuário toca a tela com o dedo, aparece

uma janela para entrada de dados chamada de “slate”. Isso permite acessar as informações da mesma maneira que em um smartphone, por exemplo. Estes dados são, então, armazenados em arquivos para serem acessados através do software de edição não linear. Os metadados são compatíveis com software populares e todas as configurações da câmera podem ser alteradas nesta tela LCD touchscreen, como taxa de quadros, ângulo do obturador, temperatura de cor, faixa dinâmica e muito mais. A câmera Blackmagic é feita de metal de alumínio sólido usinado, resultando em um design atraente e resistente. Todos os elementos da câmera, do gravador e do display foram reduzidos em um design leve e muito portátil. Grant Petty, CEO da Blackmagic Design, afirmou: “Este é um dos produtos mais interessantes que criamos, e ele ficou em estudo por um longo período. Desde que eu era um engenheiro de TV na década de 90 eu queria que as câmeras de vídeo incluíssem características que lhes permitissem trabalhar de forma criativa em uma maneira similar aos filmes. No entanto, as câmeras digitais de hoje são muito pesadas, caras, e exigem acessórios caros para operar. Nós percebemos que havia uma necessidade de uma câmera que oferece esses recursos em um projeto que é otimizado para gravações de vídeo profissionais em um design compacto e elegante. Acreditamos ter alcançado esse objetivo! ” A câmera Blackmagic estará disponível em julho de 2012 por 2.995 dólares, por meio dos revendedores Blackmagic Design ao redor do mundo. s. www.blackmagic-design.com

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Newtek renova a família TriCaster

Dentro e fora do pavilhão de exposições, a NewTek reforçou a sua posição como provedora de soluções para produção móvel e distribuição por streaming integrada às redes sociais

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empresa lançou uma nova linha de seu sistema de produção ao vivo TriCaster, passando a utilizar uma plataforma redesenhada que aumenta as possibilidades na produção de eventos ao vivo e edição profissional de mídia. Esta extensão da família agora inclui os novos TriCaster 8000, TriCaster 855 e TriCaster 455. A nova geração de sistemas de produção integrada tem como objetivo fornecer ferramentas avançadas de produção de vídeo, independentemente da saída selecionada, seja ela TV ao vivo, projeção, telas LED, streaming de

vídeo online, mídias sociais, entre outros. A nova linha inclui várias inovações na indústria com suporte para Apple AirPlay, assim como a tecnologia IsoCorder NewTek para a gravação de múltiplas fontes de entrada e opções de saída com código de tempo incorporado e quatro faixas de áudio. O IsoCorder foi atualizado para incluir suporte para praticamente qualquer aplicativo de edição não linear para Mac e PC, sem necessidade de transcodificação. O mix de áudio é mais flexível com a capacidade de delegar o processo a um iPad separado ou a superfícies de controle dedicados como o Artist, da Avid.

O modelo TriCaster 8000 inclui uma superfície de controle com controles intuitivos para acessar os novos recursos do sistema Página 30

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Com 14 canais de vídeo e quatro entradas para câmeras, o TriCaster 455 é uma evolução do TriCaster 450 e custa US$ 19.995 (FOB) “Com 28% da população global online assistindo vídeos em telefones móveis, e com os vídeos respondendo por 40% de todo o tráfego na Internet, a indústria chegou a um ponto onde os profissionais precisam de ferramentas com capacidades que excedam a maioria dos tradicionais sistemas de produção de vídeo”, disse Andrew Cross, CTO da NewTek. “Nós revisamos a nossa linha TriCaster do zero, para ajudar os produtores de vídeo a ir além dos limites impostos pelos equipamentos tradicionais, e seguir o ritmo da rápida mudança nos hábitos dos consumidores. Usando um TriCaster, as pessoas podem oferecer conteúdos a velocidade sem precedentes, para um público maior, em praticamente qualquer dispositivo ou sites de mídia social, e com a qualidade HD das grandes redes. Os produtores de vídeo estão se tornando os editores de mídia, e com a nossa nova linha TriCaster, nós estamos ajudando-os a abraçar esta mudança “.

A nova família Esta geração de sistemas de produção integrados pretende colocar um novo nível de ferramentas de produção de vídeo nas mãos dos produtores, independentemente do destino final. Seja TV ao vivo, projetores, telas de LED, streaming de vídeo online, mídia social, ou qualquer combinação. A nova linha inclui vários implementações inéditas na indústria, como o suporte ao Apple AirPlay e a tecnologia IsoCorder para gravação de múltiplas fontes de entrada e opções de saída com timecode incorporado e quatro canais de áudio. A tecnologia IsoCorder foi atualizada para incluir suporte a praticamente todos os aplicativo de edição não linear, para Mac e PC, sem a necessidade de transcodificação. A mixagem de áudio ficou mais flexível, com a capacidade de delegar o processo de controle para um iPad ou para as superfícies de controle Avid Artist. Os efeitos implementadas na nova série TriCaster oferecem warping em tempo real, que pode ser integrado às transições. Os efeitos foram ainda mais reforçados com o motor Transwarp, que tem a capacidade de construir transições para cada fonte visual, incluindo sobreposições. Página 32

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TriCaster 8000 A versão de topo da NewTek foi projetada para a produção e publicação por profissionais que distribuem vídeo ao vivo de grandes e complexos eventos. O sistema apresenta ampla integração e opções de personalização, escalabilidade e suporte para roteadores de terceiros, macros graváveis que podem ser acionadas simultaneamente, e capacidades para gerar efeitos e gráficos em oito linhas de M/E. O TriCaster 8000 inclui uma nova função para mídia social chamada “Share”, um painel que permite distribuir clipes de vídeo, imagens ou lotes de frames do evento ao vivo para múltiplas plataformas de mídia social, incluindo Facebook, YouTube, Twitter e Flickr ou FTP, tudo feito de uma só vez.

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TriCaster 455 O modelo 455 destina-se especialmente às unidades móveis.

O TriCaster 855 tem 24 canais de comutação e entradas para até oito câmeras, cinco players digitais de mídia para videoclipes, gráficos e caracteres, e dois canais de rede

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Topo de linha, o TriCaster 8000 tem macros para execução de múltiplos efeitos ao vivo, integração com roteadores de terceiros e pode distribuir materiais diretamente para o Facebook, YouTube, Twitter e Flickr O sistema é dimensionado para praticamente qualquer espaço, incluindo estúdios pequenos, vans de produção, salas de controle e redações. O TriCaster 455 inclui um comutador de 14 canais, com quatro entradas de câmeras e geração de gráficos com qualidade compatível com as exigências das emissoras de TV. Os novos TriCaster 8000, TriCaster 855 e 455 TriCaster incluem uma superfície de controle com os comandos usualmente disponíveis neste tipo de solução. Além disso, o TriCaster 8000 inclui

um controle desenhado para proporcionar um controle intuitivo sobre os novos recursos do sistema. O TriCaster 455 e o TriCaster 855 - incluindo as suas superfícies de controle correspondentes - já estão disponíveis imediatamente ao preço de US$ 19.995 e US$ 29.995 nos EUA. Estes sistemas foram concebidos como uma evolução dos modelos 450 e 850. O TriCaster 8000, incluindo a superfície de controle - deve estar disponível no segundo semestre por US$ 39.995 nos EUA. s. www.newtek.com

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News > NAB 2012

Harmonic oferece armazenamento avançado

Com Omneon MediaGrid, as empresas de pósprodução podem obter um desempenho semelhante ao SAN com a simplicidade do NAS

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empresa anunciou o lançamento da nova versão 3.1 do software do sistema Omneon MediaGrid, projetado para suportar as necessidades de desempenho dos fluxos de trabalho de pós-produção de alto nível. Equipado com este software, os sistemas de armazenamento MediaGrid podem suportar entrada, edição, correção de cor, classificação e manipulação de mídias que não estejam comprimidas. Ravi Parthasarathy, Gerente Sênior de Gestão da linha de produtos e armazenamento de mídia da Harmonic, comentou que “a maioria das empresas de pós-produção utilizam o

Na coletiva de imprensa da Harmonic também foi apresentado o transcoder ProStream 1000 para transcodificação de até 20 fluxos de vídeo HD, com até 80 perfis diferentes. Já o IRD ProView 7100 recebe e decodifica em uma unidade de rack fluxos de vídeo SD e HD em MPEG-2 e MPEG-4 AVC

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News Reportagem > NAB>2012 Baterias

Equipado com este software, os sistemas de armazenamento MediaGrid podem suportar entrada, edição, correção de cor, classificação e manipulação de mídias em sistemas como o Autodesk Smoke

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armazenamento SAN usando canais de fibra complexos e dispendiosos, já que haviam sido a única alternativa para atender suas necessidades de desempenho. O MediaGrid fornece à indústria de pós-produção um novo paradigma de armazenamento, que irá atender às suas exigentes necessidades de desempenho, mantendo constantes níveis de rendimento ao longo do tempo, reduzindo custos e simplificando as operações”. O MediaGrid vem com um software que pode oferecer mais de um gigabyte por segundo de rendimento para clientes individuais e dezenas de gigabytes por segundo de rendimento agregado – os níveis de largura de banda necessários para aplicações que funcionam com conteúdo sem compressão. Este conteúdo pode ser um arquivo grande ou assumir a forma de formatos de arquivo-por-frame como o DPX. A empresa de pós-produção Crawford Media Services tem utilizado o MediaGrid há mais de um ano em seus fluxos de trabalho para edição e acabamento de alta qualidade. Ron Heidt, Diretor Técnico da Crawford, disse: “Estamos muito entusiasmados com os resultados que estamos obtendo com o MediaGrid 3.1. Estamos considerando a possibilidade de consolidar o nosso armazenamento de dados não comprimidos e comprimidos em um único sistema MediaGrid, para simplificar enormemente nosso fluxo de trabalho de pós-produção”. Na NAB 2012, a Harmonic exibiu a edição 2K/4K com arquivos DPX usando Autodesk Smoke conectado a MediaGrid com o novo software 3.1. Maurice Patel, Gerente da Indústria de Entretenimento da Autodesk, afirmou que “atualmente os editores profissionais são forçados a fazer uma narrativa visual muito mais sofisticada para lançar sua mensagem. Isso exige não apenas soluções de software de alta qualidade, tais como o Autodesk Smoke, mas também uma infraestrutura de armazenamento de alto desempenho que proporcione acesso em tempo real às mídias com alta velocidade de bits. Estamos contentes em ver que o sistema MediaGrid baseado em Ethernet dá aos nossos clientes a infraestrutura necessária para trabalhar rapidamente com o Smoke”. s. harmonic.com s. brasvideo.com

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News > NAB 2012

Broadcast Pix tem novo software de controle A empresa anunciou em Las Vegas que já está à venda o software Video Control Center 3.0. O aplicativo adiciona novas funcionalidades aos sistemas atuais Granite e Mica.

O Video Control Center 3.0 apresenta um controle otimizado touch-screen, com joystick e botões para controle de câmera robótica e Picture-inPicture (PIP)

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ntre os novos recursos estão controles touch-screen, automação por voz, cenários virtuais e a segunda geração do Fluen Rapid CG 2, que se integra ao sistema para controle de placar Daktronics. Todas as novas funcionalidades, assim como os sistemas de produção Granite 6000 e toda a família do sistema Mica, estavam em destaque na NAB deste ano. “Estamos animados em trazer todos esses novos produtos à NAB. Eles melhoram ainda mais as nossas avançadas superfícies de controle para criação de vídeos ao vivo”, disse Ken Swanton, CEO da empresa. “Sua integração de vídeo Página 42

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News Reportagem > NAB>2012 Baterias

O Video Control Center 3.0 apresenta um controle otimizado touch-screen, com joystick e botões para controle de câmera robótica e Picture-inPicture (PIP) ao vivo com conteúdo em arquivo, dados e dispositivos permite a criação de ótimas produções ao vivo por uma pequena equipe ou um único operador – ou, no caso de automação por comando de voz, sem nenhum operador”. A Broadcast Pix é conhecida por seus painéis inovadores, que controlam tanto vídeo quanto conteúdo em arquivo, mas nem todo diretor técnico ou de imagens prefere um painel de controle tradicional. O Video Control Center 3.0 apresenta um controle otimizado touch-screen, com joystick e botões para controle de câmera robótica e dimensionamento Picture-in-Picture (PIP). Além disso, ele traz o VOX, uma revolucionária tecnologia em automação por voz, que elimina a necessidade de um operador para produções ao vivo. Ele permite que microfones acionem os Fluent Macros em qualquer sistema Granite, Mica ou Slate, para selecionar configurações predefinidas de câmera, adicionar ou remover gráficos e executar composições PIP. Entre as outras novidades da Broadcast Pix estava o Granite 6000, maior switcher da empresa, apresentando um painel de controle expandido com 2 M/E, 24 botões para fontes de vídeo por linha, bem como dois bancos para 120 horas de clipes de vídeo que podem ser exibidos a qualquer momento. O sistema é altamente redundante e tem até 22 entradas SDI multidefinição, além de sete canais de clipe, animações e gráficos. s. www.broadcastpix.com s. www.videosystems.com.br Página 44

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Renovação na linha JVC ProHD

O lançamento incorpora uma lente zoom 23x com foco automático e oferece alta produtividade com pouca luz (F11 a 2000 lux), tudo em um design prático e versátil

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JVC apresentou na NAB a GY-HM600, uma renovação na linha de câmeras de mão ProHD, que oferece imagens e recursos excepcionais para produtores de notícias, esportes e produtores independentes. Ela incorpora um zoom de foco automático 23x na grande angular, oferece alta produtividade com pouca luz e excelente sensibilidade (F11 a 2000 lux) em um design prático e versátil. Esta câmera grava em HD ou SD em vários formatos de arquivo, incluindo XDCAM EX (.MP4), Final Cut Pro (.MOV) e AVCHD nativo, em cartões SDHC ou SDXC. Além do modo de gravação contínua, a GY-HM600 permite a gravação simultânea em cartões de memória para realizar cópias de segurança e cópias do cliente. Com uma tela a cores de 1,22 MP e uma LCD a cores de 3,5 polegadas, a GY-HM600 é versátil o suficiente para realizar tomadas com tripé ou que precisem ser executadas em movimento. O modelo é equipado com três sensores CMOS de 1/3 polegadas e 12-bit, cada um com 1920 × 1080 pixels. A lente integrada Fujinon HD possui uma distância focal de 29mm-667mm (equivalente à 35mm) e tem foco manual, zoom e anéis de íris, juntamente com três filtros ND. Outras características incluem a focagem automática com detecção de rosto e estabilização de imagem óptica.

Um microfone estéreo é ideal para capturar o som natural, mas a camcorder também possui duas entradas XLR com phantom power e um microfone shotgun, além de entrada para fone de ouvido e uma entrada separada para um receptor de microfone sem fio. A GY-HM600 é equipada com um conector remoto LANC e é compatível com o monitor de sete polegadas ProHD Compact Studio da JVC para sistema de estúdio acessível. A câmera também inclui uma entrada de sincronização de código de tempo, assim como saídas HD-SDI e HDMI. s. pro.jvc.com

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Snell lança plataforma de conversão

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nova geração de plataformas de processadores de imagem KudosPro proporciona alta qualidade no processamento, num pacote compacto e mais barato. Segundo a empresa, a solução esta disponível por US$3.299 (FOB), tornando-a uma opção viável para emissoras, agências de notícia e provedores de conteúdo que precisam levar em conta questões como custo e espaço, ao mesmo tempo em que precisam assegurar o fornecimento de conteúdos de alta qualidade para o público nacional e internacional. O KudosPro é uma plataforma de fácil manuseio e que converte todos os formatos de vídeo SD, HD e 3Gbps, bem como dispõe de uma vasta gama de formatos de áudio incluindo AES, áudio embutido, e Dolby E. A sua flexibilidade a torna uma escolha a considerar na exibição, recepção de programas internacionais, redirecionamento de conteúdo e distribuição por satélite.

Na NAB 2012, a Snell exibiu seis novos produtos desta linha, incluindo conversores de taxa de quadro e de formato de canais único, duplo e quádruplo. Baseado em um rack de 1 RU, todos os produtos da família fornecem recursos de controle global através de um painel com controles intuitivos. Outras funcionalidades incluem monitoramento de saída HDMI, closed caption, gestão de timecode e suporte AFD. “Atualmente os centros de exibição, centrais de operadoras de cabo e instalações de reprodução requerem uma infraestrutura confiável e flexível para poderem fornecer conteúdo SD e HD da mais alta qualidade. A linha de produtos KudosPro se junta aos premiados produtos da Snell para controle e monitoramento, switchers e produtos de conversão”, disse Paola Hobson, Gerente de Produto Sênior da Snell. s. www.snellgroup.com s. www.videocompany.com.br

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Panasonic apresenta a sua câmera 4K

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empresa chegou ao evento uma gama completa de soluções para captação, armazenamento e reprodução de imagens com lançamentos para vários níveis de usuário. Sem dúvida, a grande estrela da coletiva de imprensa realizada no segundo dia de entrevistas coletivas foi o protótipo da Varicam 4K, que começa a dar os seus primeiros passos, apoiando no codec AVC-Ultra. Segundo a empresa, este modelo poderá generalizar o uso do 4K, numa velocidade muito maior do que a ocorrida com o HD. Os tamanhos dos arquivos sem precedentes para o 4K podem limitar severamente as aplicações, por isso, antes dessa popularização, será necessário o desenvolvimento de um poderoso instrumento de compressão para movimentar os dados em tempo real. Ainda não existe uma data oficial para o lançamento comercial da câmera.

AG-HPX600 Uma das grandes propostas da Panasonic para esta NAB foi a camcorder AG-HPX600 P2 HD, criada para a produção de notícias por conta da sua leveza e baixo consumo de energia. A AG-HPX600 pesa menos de três quilos e incorpora um novo

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O anúncio da Panasonic demonstra o comprometimento da empresa com os fluxos de produção em resoluções e taxas de dados cada vez mais altas

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A parceria com a LiveU para o uso dos uplinks de vídeo LU40i (baseados em celulares) nas camcorders AJ-HPX6000 P2 deve reforçar a presença da companhia nas equipes de jornalismo. Com a solução, o próprio cinegrafista pode gerenciar o envio das imagens ao vivo para a emissora em situações de emergência sensor de 2/3 de polegadas, do tipo MOS, para gerar tanto imagens HD como SD, podendo ser usada na produção de eventos ao vivo, jornalismo e esportes. Entre as suas principais funções e características deste equipamento para agregar flexibilidade aos fluxos de trabalho, existe a recepção sem fio de metadados, gravação proxy, taxa variável de quadros, assim como a gravação em AVC-Ultra (que estará disponível em 2013). Este codec oferecerá gravação 10-bit 4:2:2, consumindo uma baixa taxa de dados. No futuro, também haverá a opção para suporte de uplinks usando a solução da LiveU, através da qual o operador poderá saber a qualidade e o estado da transmissão.

ANOS

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A AG-HPX600 atinge a elevada sensibilidade de F12 (a 59,94 Hz) e tem uma relação sinal ruído de 59dB. Ela tem suporte padrão para AVC-Intra100/50, DVCPRO HD, DVCPRO 50, DVCPRO e DV, podendo ser comutada entre 50 Hz e 59,94 Hz para uso em todo o mundo. Esta câmera usa lentes intercambiáveis e realiza a compensação de aberrações cromáticas e variações bruscas de iluminação, e também está disponível uma interface de usuário na tela lateral, com acesso a mais funções que as disponíveis no viewfinder. Os arquivos podem ser gravados em cartões SD e P2. O corpo da AG-HPX600 estará disponível no segundo semestre ao preço de US$ 16 mil (FOB). s. www.panasonic.com.br

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For-A leva muitas

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empresa apresentou diversas inovações, com destaque para o novo switcher HVS-390HS. Disponível nas versões com 1 M/E e 2 M/E, ele conta com 16 entradas HD/ SD-SDI e oito saídas (com possibilidade de expansão para 24 entradas e 13 saídas) com sincronização de frame em todas as entradas. Outra nova adição à série HVS-4000 é o HVS-4000HSA, que oferece 3 M/E (com a opção de painéis M/E e controles para produções de vídeo complexas) e 16 entradas e saídas (expansível para 48 entradas e 24 saídas). Ele inclui acesso ao multiviewer e tem integração de controle para múltiplos dispositivos. Outros modelos apresentados em Las Vegas foram o HVS-350HS (um switcher de 1,5 M/E, conectado ao switcher MFR3232) e o HVS-300HS (1 M/E).  

Arquivo Dando seguimento à linha de gravadores LTO-5 para arquivo de vídeo, a For-A revelou na NAB o LTS-50. Usando uma conexão de rede, esta solução oferece uma alta capacidade de meios de armazenamento em LTO-5, independentemente do formato. É

A empresa atualizou com novos recursos grande parte da sua linha de switchers

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a A família de conversores de frame rate e formatos também foi atualizada com os modelos FRC-30, HD/SD FRC-8000 e FA-9500 ideal para backup de dados que não requerem entrada/saída de vídeo, assim como para arquivo não-linear de material de edição que não serão reutilizado. Ele inclui software de controle LTR Browser e criação automática de proxy em baixa resolução, bem como várias ferramentas para arquivo MXF.  

empresa também apresento a série MV-3200, com até 32 entradas e quatro saídas de display. Ela suporta sinais HD / SD-SDI assíncronos, compostos e DVI, assim como áudio analógico ou AES, tornando-o ideal para salas de controle que não desejam colocar monitores adicionais em suas paredes.  

Multiscreen

Outras soluções

A empresa apresentou ainda o multi-viewer MV-1620, com suporte para entradas combinadas de HD-SDI, SD-SDI, analógicas e compostas. O equipamento tem 16 entradas, incluindo display de áudio embutido para até 16 canais de entrada. Outro novo multi-viewer é o MV-42HS, projetado para atender quatro canais HD/SD com suporte para HD-SDI e SD-SDI assíncrona (com opção de vídeo analógico composto). Este multi-viewer apresenta na tela níveis de áudio e diferentes configurações de janelas em split ou em tela cheia. Para finalizar, a

Outro destaque foi o conversor de frame rate com compensação de movimento FRC-30. Ele também faz conversão em sinal up/ down/cross 1080i, 720p, NTSC e PAL em uma grande variedade de frame rate para HD/SD-SDI e sinais analógicos compostos. Por fim, a For-A mostrou seu conversor de taxa de quadros HD/ SD FRC-8000 e o processador de sinal FA-9500 3G/HD/SD para usos múltiplos, assim como um protótipo de corretor de cores de última geração. s. www.for-a.com

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News > NAB 2012

Módulo Xtend fornece troca de mídia e dados entre a plataforma Dalet MAM e os sistemas Avid, Adobe Premiere Pro e Final Cut Pro

Dalet amplia opções de integração do

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módulo Xtend, originalmente criado para facilitar o fluxo de trabalho entre a plataforma de MAM da Dalet e o Final Cut Pro, está sendo expandido para fazer trabalho similar com os programas Avid Media Composer, NewsCutter Avid, Adobe Premiere e outros sistemas de edição não linear. Com isso, a empresa pretende aumentar significativamente a produtividade e colaboração para os editores. “O Xtend torna o fluxo de produção mais uniforme em todos os cenários, seja para uma nova produção, preparação de programa produção ou para programas de esportes. Concebido originalmente para integração com o Final Cut Pro, o Dalet Xtend obteve um excelente feedback dos clientes, e temos o prazer de fazer a mesma funcionalidade disponível com outros NLEs utilizados pela indústria “, diz Raoul Cospen, Diretor de Marketing da empresa. “O Xtend também dá aos clientes a flexibilidade para montar suas preferências nas ferramentas de produção,

com a garantia de que eles podem mudá-las a qualquer momento no futuro”. Com o programa, os editores têm acesso à mídia (vídeos, EDLS, seleções de ângulos, etc) e metadados que são armazenados no catálogo de conteúdo Dalet diretamente de suas estações de trabalho. De suas estações de trabalho, os editores têm acesso a feeds de entrada enquanto eles estão sendo gravados, e também acesso as ferramentas de busca para encontrar material relevantes que estão arquivados, além de outros recursos oferecidos pelo programa. O Xtend para Avid foi demonstrado na NAB 2012 e o Xtend para o Adobe Premiere estará disponível ainda este ano. s. www.dalet.com s. www.lineup.com.br

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Grass Valley nos Jogos Olímpicos

Mais de 50 unidades móveis envolvidas na cobertura do evento usarão equipamentos da Grass Valley

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s Jogos Olímpicos de 2012 estão programados para ocorrer entre os dias 27 de julho a 12 de agosto de 2012, e serão vistos ao vivo e on-demand por transmissões abertas, cabo, celular e na Internet. Grande parte dos equipamentos, como câmeras e servidores, serão fornecidos pela Grass Valley e ajudarão a levar imagens 3D a todo o mundo. “A Grass Valley tem sempre uma alta expectativa para os Jogos Olímpicos, que nos exige grandes avanços tecnológicos, e enfrentamos esse desafio com prazer, tendo sempre obtido muito sucesso,” diz Jeff Rosica, Vice Presidente Executivo da Grass Valley. “Independente da temperatura – alta nos Jogos Olímpicos e baixa nos Jogos de Inverno – os nossos equipamentos sempre foram confiáveis e ajudaram a produzir algumas das mais incríveis transmissões ao vivo que o mundo já viu.”  

Produção Local Este ano, uma vasta gama de empresas de produção de toda a Europa, incluindo Presteigne Charter (UK), Alfacam, e Outside Broadcast (ambas da Bélgica), estarão presentes com unidades móveis em diversos locais de Londres e região, e utilizarão produtos da Grass Valley: câmeras LDK 8000 Elite e LDK 3000 HD, sistemas de câmeras Super SloMo LDK 8300 e wireless HD, switchers (vision mixers) de produção de vídeo HD Kayenne e Kayak, sistemas de edição multiformato Aurora e EDIUS, roteadores Trinix NXT e Concerto Series de vídeos em multiformato, servidores de mídia K2 Summit e sistemas de replay K2 Dyno. Haverá também uma infinidade de unidades móveis para todas e variadas plataformas de distribuição unilateral, todas usando equipamentos de produção em alta definição. Até o momento, 52 unidades móveis, todas elas equipadas com equipamentos Grass Valley, confirmaram sua presença

nos Jogos Olímpicos. Entre elas, serão usadas mais de 200 câmeras HD LDK 8000, mais de 30 câmeras LDK 8300 Super SloMo, com no mínimo quatro sistemas HD sem fio conectados a câmeras LDK 8000 Elite. Além disso, existem dezenas de switchers de produção, roteadores e servidores que serão usados em praticamente todos os aspectos da cobertura.

TV Record A emissora brasileira detém o direito de exclusividade na exibição dos Jogos Olímpicos em território brasileiro e montará em Londres uma rede local de armazenamento (SAN) completa – baseada em servidores K2 Summit –, que resultará em um workflow de edição HD mais colaborativo. Também contará com diversas ilhas de edição rápida Aurora e edições avançadas com o EDIUS. A equipe de produção compartilhará clipes armazenados nos servidores K2 Summit, para playout e produção durante a cobertura dos Jogos. Este grandioso projeto terá suporte de engenheiros da fabricante on-site, trabalhando no design e montagem da estrutura de storage online e com o sistema de replay K2 Dyno, capaz de controlar todos os arquivos da SAN para exibição em slow-motion. A TV Record já havia utilizado um sistema de produção baseado em Aurora nos Jogos Pan-americanos de Guadalajara (outubro de 2011) e agora vai implantar a versão atualizada do sistema, que inclui vários novos canais de ingest e playout. Ilhas de sistemas de edição EDIUS também foram adicionados à mesma SAN para proporcionar uma integração alinhada entre o Aurora e EDIUS dentro do workflow K2 SAN. Para um dos canais de esportes mais populares no Brasil, isto simplificará os tempos de transição na produção da emissora e colocará o conteúdo no ar com mais rapidez. s. grassvalley.com

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Angenieux amplia as suas soluções para captação Entre as novidades estavam a unidade servo para a família Optimo e o kit para produções

Os modelos foram montados em câmeras de todos os fabricantes e estavam disponíveis para teste na NAB 2012

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Thales Angenieux revelou suas duas novidades na linha de lentes Optimo: as versões complementares da Optimo 17-80 e Optimo 24-290, chamadas de Optimo 19,5-94 e Optimo 28-340, que oferecem uma precisão excepcional. Com cobertura de imagem para uma diagonal de 31,4 milímetros, elas são ideais para filmes S35 e câmeras com sensor de grande formato. Dominique Rouchon, Diretor de Vendas Internacionais da Thales Angenieux, disse que “os novos zooms longos definem uma experiência artística e expressiva para os diretores de fotografia, com todos as qualidades em desempenho e design que se espera das lentes Optimo. Quer sejam utilizadas para cinema ou para televisão, essas novas lentes Angenieux têm o potencial de transformar o processo criativo”. A lente de zoom Optimo 4.7x de 19,5 94 mm tem uma abertura

extremamente rápida de T2.6 (totalmente aberta), rotação para focar de 329º e pesa 5,6 quilos. Já a lente de zoom Optimo 12x de 28-340 mm tem uma abertura rápida de T3.2 (totalmente aberta) e é ideal para capturar primeiros planos em distâncias maiores. Ela foi concebida com foco de rotação de 327°. A Optimo 28-340 pesa cerca de 11,1 quilos e tem diâmetro de 162 mm. Ambas possuem as características de design da Angenieux, que oferecem um desempenho óptico superior, para rivalizar com as lentes de distâncias focais equivalentes. Elas proporcionam uma cobertura de imagem de S35 + ou uma cobertura de imagem diagonal de 31,4 mm e têm foco interno. Além disso, estão disponíveis com PL (montagem PV sob encomenda), e são compatíveis com os extensores 1.4x e 2x da Angenieux. s. www.angenieux.com

Com uma imagem focal para uma diagonal de 31,4mm, os lançamentos são ideais para filmes S35 e câmeras com sensores de grande formato

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4K é o foco da Sony na

Fernando Bittencourt contou a Alec Shapiro e aos jornalistas que cobriram a NAB 2012 a experiência da TV Globo com a câmera F-65 e o longo histórico de parcerias

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pós muitos anos apresentando soluções para alta definição, seguidas do 3D, agora foi a vez de Sony apresentar as qualidades do 4K. Numa apresentação belíssima, a empresa exibiu para a imprensa internacional os resultados das gravações em 4K 60P feitas no carnaval do Rio de Janeiro pela Rede Globo. Numa situação rara e muito particular, o Diretor de Tecnologia da Rede Globo, Fernando Bittencourt, foi convidado a relatar o histórico de parcerias entre as duas empresas, dando detalhes do trabalho desenvolvido no último carnaval, quando a câmera F-65 foi usada na produção de um clipe que será exibido em todo o mundo pela Sony. No palco, ele conversou com o Vice-Presidente da Sony nos EUA, Alec Shapiro, assegurando que a experiência foi um teste completo para esta câmera, devido à infinidade de movimentos, detalhes e cores presentes no carnaval. A expectativa é que a câmera seja usada brevemente em séries e na dramaturgia da emissora. A resolução 4K entregue pela F-65 é aproximadamente quatro vezes maior que a do HD, e já foram entregues mais 400 unidades desde o início deste ano, quando começou a venda efetiva do modelo pela Sony. Além da apresentação da Rede Globo, foram mostrados vários clipes de produções rodadas com a nova câmera, como feito pelo Diretor de Fotografia Curtis Clark. Também foram apresentados projetos interessantes, como a co-

laboração com a rede NBC para a cobertura dos Jogos Olímpicos, utilizando a solução MediaBackbone para integrar switchers, câmeras e monitores. Foi destacado o estúdio de produção da Microsoft que atende as demandas da multinacional e tem a mesma estrutura de uma emissora de TV, além de exemplos de canais 3D como a China CTV, Sky e ESPN 3D. s. www.sonypro.com.br

NEX-FS700 O evento de Las Vegas também foi a oportunidade para exibir o mais novo modelo da linha NXCAM, a NEX-FS700 Full-HD Super Slow Motion, projetado para permitir alta velocidade de gravação, sendo capaz de capturar imagens em até 960 quadros por segundo. Ela também possui uma gama de capacidades como saída 3G HD-SDI e filtros ND embutidos. Além disso, a camcorder oferece várias opções criativas, estilos de gravação e melhor ergonomia – tudo baseado no “feedback” do cliente – para fornecer uma ferramenta de produção flexível, que se encaixa em uma variedade de aplicações de gravação. “Esta nova camcorder abre a próxima porta para a criatividade nas gravações”, comenta Luis Fabichak, Gerente de Marketing da Sony Broadcast & Professional Brasil. “O usuário pode produzir seu filme em alta velocidade em full HD, com liberdade de escolha de lente intercambiável. A NEX-FS700 com o modo Super Slow Motion é ideal para programas de TV, novelas, comerciais

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e documentários, bem como esportes e gravação de eventos”. A camcorder oferece uma qualidade full HD de 120 e 240 frames por segundo em modo burst 16 ou 8 segundos, respectivamente. A alta sensibilidade da NEX-FS700 e a capacidade de gravação com baixo ruído fazendo do Super Slow Motion uma opção mais conveniente, sem a necessidade de utilizar equipamentos adicionais. Estão disponíveis 480 fps e 960 fps na resolução reduzida para a gravação mais rápida na taxa de quadros. A NEX-FS700 utiliza um novo sensor CMOS 4K “Exmor” Super 35 (total de 11,6 milhões de pixels). Este chip de leitura de alta velocidade é otimizado para gravação de imagens em movimento, possuindo alta sensibilidade, baixo ruído e aliasing mínimo. A flexibilidade do sistema E-Mount para a linha NXCAM destina-se a aceitar praticamente todas as SLR e lentes DSLR 35mm, com o uso de adaptadores simples, baratos e sem degradação óptica. Proprietários da série FS podem fazer uso de suas lentes existentes e adicionar mais lentes sem serem forçados a escolher uma marca ou montagem. A camcorder também inclui as funções “face detection” e foco automático para ajudar a garantir que o objeto estará sempre em foco. Os operadores de câmera NEX-FS700 podem tirar vantagem de filtros ND embutidos nas câmeras, com um recém projetado filtro ND que gira todo o sensor como uma torre. A roda inclui as posições: Clear, 1/4 (2 Stop), 1/16 (4 Stop) e 1/64 (6 Stop). A câmera pode trabalhar com frequência de rede de 60/50Hz comutável, para dar aos profissionais a liberdade de trabalhar em qualquer região geográfica sem restringir-se a apenas PAL ou NTSC de gravação.

Um clipe com imagens do carnaval foi exibido durante todos os dias do evento para promover a câmera F-65 e o conceito das produções em 4K As saídas 3G HD-SDI e HDMI da NEX-FS700 oferecem sinal Full HD 50p e 60p, além de padrão HD nas frequências de quadro 60i, 24p, 25p ou 30p com time code e áudio incorporados. A saída 3G HD-SDI pode exibir sinais progressivos nativos em 23,98p, 25p e 29,97p. Os

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usuários podem escolher exibir conteúdo em formato PSF, por meio da interface 3G HD-SDI. Graças à flexibilidade das interfaces digitais, virtualmente qualquer gravador externo pode ser emparelhado ao equipamento. Os usuários podem salvar até 99 configurações da câmera em seu perfil em um cartão de memória e podem copiar a mesma configuração em múltiplas câmeras.

A NEX-FS700 foi tratada como estrela na coletiva de imprensa da Sony an_phase_evertz_225x150mm.pdf

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A nova camcorder NEXFS700 Full-HD Super Slow Motion é o modelo mais recente da linha NXCAM e usa lentes intercambiáveis tipo E-mount

As mídias compatíveis incluem MS (Memory Stick) e cartões de memória SD além do HXR-FMU128, unidade de memória flash Sony que pode ser acoplado à câmera. As características da NEX-FS700 incluem uma alça para sustentação robusta destacável, fixada por um par de parafusos (uma sapata fria, além de dois conjuntos de furos de 1/4 e 3/8 de polegadas) permitindo uma montagem segura para os acessórios pesados. A alça é conectada através de montagem tipo roseta. Um elemento-chave do suporte é um “grip ativo” que possui 04 botões para funções comumente usadas – foco expandido, auto íris, captura e gravação Start / Stop – assim os usuários podem facilmente operar a câmera de vídeo ao segurá-la. Os botões das funções são também ampliados para facilitar a operação mesmo usando luvas. O modelo NEX-FS700 deve estar disponível no mercado brasileiro em junho.

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EVS cria novas soluções para a produção de esportes,

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este ano a empresa ampliou seu estande no centro de exposições de Las Vegas, para apresentar inovações como o conceito Sports360, voltado à reformatação de todos os conteúdos disponíveis para que possam gerar ainda mais lucros. O conceito permite aos broadcasters e produtores cobrir todas as suas operações, incluindo a produção de mídia avançada, busca de arquivos e distribuição instantânea de pacotes exclusivos (melhores momentos, por exemplo) para diversos públicos por meio de redes tradicionais ou web. No centro desta apresentação estava o servidor XT3, com oito canais de gravação/reprodução em modo de loop, suporte nativo para multi-codec e gerenciamento de mídia em alta e baixa resolução integrados para tirar proveito de qualquer sequência gravada, com alta velocidade e confiabilidade. O XT3 é o primeiro servidor com seis opções de canais de entrada e saída de arquivos 3Gbps non-stop para operações de produção 3D ou 3G 3D ao vivo ou quase ao vivo. Outro destaque foi o C-Cast, uma solução de multicâmera que permite uma distribuição instantânea do conteúdo captado de vários ângulos para durante a produção ao vivo. Apropriado para todos os eventos esportivos e eventos ao vivo, ele oferece um número ilimitado de possibilidades para fornecer pacotes de mídia para vários públicos, incluindo telespectadores, treinadores, jornalistas e árbitros. Com uma arquitetura totalmente modular e orientada a serviços, segundo a empresa o C-Cast se adapta a qualquer fluxo de trabalho e oferece integração avançada com sistemas Web de terceiros, incluindo a importação de dados, estatísticas, propagandas e tweets.  

Velocidade O fluxo de ponta a ponta também atende a produção de jornalismo, combinando os melhores recursos de TI e broadcast para satisfa-

O servidor XT3, com oito canais de gravação/reprodução, é uma das peças centrais no conceito Sports360, que propõe a produção para múltiplas plataformas simultaneamente zer os requisitos de escalabilidade e velocidade. A sua arquitetura é composta por unidades modulares baseadas nos servidores de produção ao vivo XS, juntamente com ferramentas de gestão de produção (navegação, edição e compartilhamento com terceiros).  

Reduzir os ciclos de produção de televisão As soluções REC2Post também foram destacadas como garantias para melhorar a produtividade na produção de televisão, reduzindo custos e complexidade. Estas soluções podem ser adaptadas aos requisitos dos estúdios para otimizar a acessibilidade às mídas e controlar os equipamentos de produção e pós-produção, mesmo durante a gravação e reprodução.  

Compartilhamento de mídia e masterização

A solução multicâmera C-Cast distribui as imagens de mais de um ângulo para os telespectadores que acompanhem os jogos com tablets ou pela internet

A EVS também lançou em Las Vegas o seu mais recente conjunto de ferramentas para compartilhamento de arquivos de mídia e masterização para otimizar a produção broadcast e as operações de fluxo de trabalho. Combinando a tecnologia de masterização de arquivos MXF e os sistemas avançados de compartilhamento de arquivos, o conjunto de ferramentas de masterização de arquivos MXF da EVS inclui servidor OpenCube MXF baseado em arquivos MXF, oferecendo a masterização nos novos formatos AS02 e AS03, assim como o QuickTime ProRes. s. www.evs.tv s. www.videosystems.com.br

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Intercomunicação, áudio e vídeo em tempo real

As soluções da Riedel não se limitam mais ao tráfego de áudio e intercomunicação, transportando também sinais de vídeo

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Riedel Communications levou à NAB a linha de produtos AVB para trabalhar em conjunto com a matriz digital Artist. São produtos que permitem o transporte de áudio AES3/EBU em tempo real com largura de banda garantida e qualidade de serviço (QoS), por meio de redes LAN. Conectar os painéis de intercomunicação em um ambiente de LAN baseada em Ethernet tem sido o sonho de muitos desenvolvedores de sistemas. No entanto, problemas como latência e fiação impediram que isso pudesse ser realizado. A linha de produtos apresentada supera estes problemas e oferece uma comunicação em tempo real para os usuários de intercomunicação. Baseada em padrões Ethernet, como 802.1Qav, P802.1Qat e P802.1AS, a solução permite o uso seguro da instalação em infraestruturas compatíveis com AVB ou redes corporativa para aplicações internas. O conjunto de produtos dessa linha inclui a placa AVB-108 G2 - uma placa para usuários do sistema Artist, convertendo oito portas em AVB e vice-versa, e as interfaces de painel Connect AVBx8.

Pure Outra novidade apresentada pela Riedel foi a entrada da empresa no mercado de cabos ópticos com o Riedel Pure, indicado para instalar o MediorNet ou MediorNet Compact em qualquer produção móvel.

Baseada em sua vasta experiência em grandes eventos, como os Jogos Olímpicos ou Fórmula 1, a empresa criou um cabo de fibra óptica que atende aos mais elevados padrões de produções móveis e produção de eventos. O Riedel Pure CS SM4 é um cabo de fibra de 5,7 mm que oferece excelente resistência ao impacto, esmagamento, abrasão e produtos químicos. Além disso, é uma solução em cabos de fibra pesada com um diâmetro duplo de 9 mm sem metal, robusto e extremamente resistente à ambientes extremos.  

MediorNet Por fim, a empresa também apresentou os recursos de conversão high-end integrado para o MediorNet, uma rede em tempo real baseada em fibras para áudio, vídeo e dados 3G/HD-SDI que vai além de soluções de transporte de vídeos simples, com processamento e conversão de sinais integrados que reduzem significativamente o número de dispositivos de processamento externo. As novas funções de conversão com a placa MN-HDP-6-IO oferece conversão integrada de sinal com qualidade broadcast. s. www.riedel.net s. www.lineup.com.br

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Em profundidade > Transmissão

Influências da polarização elíptica na cobertura A implementação da TV digital aumentou as possibilidades de recepção móvel e portátil, mas para elas serem feitas com qualidade o tipo de polarização da antena é uma das variáveis ​​que deve ser considerada na concepção do sistema de transmissão. por Valderez de Almeida Donzelli e Gunnar Bedicks Jr.

Esta pesquisa foi desenvolvida na estação experimental de TV Digital da Universidade Presbiteriana Mackenzie, localizada no campus da universidade em São Paulo e usando o canal 60 UHF​​. A cidade fornece situações adversas para recepções e análises no ambiente de diferentes tipos de ruído, como ruído urbano, efeito doppler, ruído impulsivo, entre outros, possibilitando o desenvolvimento de um banco de dados consistente.

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polarização horizontal é mais frequentemente usada por emissoras de TV, mas talvez não seja adequada para receptores móveis e portáteis, uma vez que eles operam com as suas antenas em posições diferentes, como por exemplo, horizontal, vertical ou mesmo oblíqua, provocando uma queda na recepção do sinal de nível. Este problema é conhecido

e antecipado pelos engenheiros de broadcast, mas é ainda uma questão não resolvida, que motiva estudos, profissionais de pesquisa e fabricantes a otimizar a transmissão. O estudo apresentado a seguir compara os resultados obtidos com diferentes configurações de antenas de transmissão com polarização horizontal, vertical e elíptica, em diferentes proporções

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Em profundidade > Transmissão

para os componentes vertical e horizontal. A pesquisa foi realizada em São Paulo de agosto de 2009 até agosto de 2011, com base no canal 60 UHF e os dados coletados através de simulações teóricas e testes práticos para sinal de recepção de TV em área externa.

Conceitos A antena é um elemento fundamental do sistema de transmissão e tornou-se um interesse em estudos e pesquisas realizados pelas emissoras deTV, fabricantes e acadêmicos, que analisam a influência de vários tipos de polarização circular, tais como elíptica e horizontal, até então consideradas as mais adequadas pelos broadcasters. A diferença de polarização entre as antenas de recepção e transmissão provoca uma atenuação adicional que, juntamente com fading e multipath, piora o sinal perto da antena de recepção. A utilização da polarização circular ou elíptica pode otimizar o resultado, como citado por John L. Schadler no Congresso SET 2009, “Os resultados experimentais mostraram que a transmissão com polarização circular para um receptor com polarização linear deu 4 a 5 dB extras de margem sobre a polarização horizontal e vertical”. Por outro lado, o uso de estações de reforço de sinal (Gap Filler) e rede de frequência única (SFN) também passaram a ser possibilidades reais. Assim, o orçamento da estação transmissora com cobertura adequada tornou-se um grande desafio.

Desenho do sistema de transmissão O orçamento do sistema de transmissão define a área de cobertura e o nível mínimo do sinal recebido, considerando-se as várias formas de recepção, como fixo, móvel e portátil, sendo que os principais fatores que causam diferenças na recepção de sinal são as características do ambiente onde ela está localizado, além da topografia urbana e local. Nos maiores eventos de broadcasting em 2010, esta questão foi amplamente discutida entre os broadcasters, fabricantes e acadêmicos. Para todos os tipos de recepção são atribuídas variáveis ​​que influenciam diretamente nos cálculos. Dependendo do meio receptor, as correções devem ser aplicadas para cada situação: - Ganho de antena de recepção: para dispositivos móveis e portáteis, definido por ITU-R BT-1368-7, para valor de mercado fixo; - Perda de construção, definida por ITU-R BT-1368-7; - Perda ao entrar em veículo, definida por ITU-R BT-1368-7; - Desvio Padrão Combinado: definido por ITU-R BT-1368-7; - Correção de 99% do local móvel: definido pelo documento EBU-TECH 3317; - Altura fixa móvel: definida pelo documento EBU-TECH 3317; - Discernimento de polarização: definida por ITU-R BT-368-7; - Média considerando colocação de antena.

A antena de transmissão é o elemento responsável pela transferência de energia a partir do transmissor para os locais receptores

Composição do sistema de transmissão O sistema de transmissão para todas as estações que utilizam o espectro radioelétrico é basicamente composto pelo equipamento transmissor, antena transmissora e estrutura de suporte (torre), cabos, conectores, combinadores e outros acessórios que são responsáveis pela transferência de energia de radiofrequência (RF) do transmissor para a antena. O transmissor é o dispositivo que converte os sinais a serem transmitidos em energia; a antena de transmissão é o elemento responsável pela transferência de energia a partir do transmissor para os locais receptores. Em outras palavras, a antena converte a energia do campo electromagnético e irradia através do espaço

Campo mínimo dBuV/m

Tipo de recepção Fixa

Externa

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Fixa

Interna

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Portátil

Externa

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Portátil

Interna

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Móvel

Veículo com antena integrada

83

Móvel

Receptor dentro do veículo

96

A Tabela I (ao lado) mostra o valor da força de campo para o canal 60 (UHF), ​​considerando as características ambientais da cidade de São Paulo, com cálculos que seguem as recomendações ITU, EBU e as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para antenas receptoras externas, internas, fixas, móveis e portáteis

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Em profundidade > Transmissão

A diferença de polarização entre as antenas de transmissão e recepção provoca uma atenuação na qualidade do sinal recebido. Ao lado vemos duas antenas para recepção móvel e fixa

para o local ou área de interesse. Este conjunto de especificações deve resultar na cobertura desejada. As características técnicas da antena são determinadas de acordo com a fabricação do material, a geometria básica das várias possibilidades de arranjos e das condições onde ela está instalada. Os pontos principais a serem analisados são o ganho do sistema de irradiação e do tipo de polarização, que estão diretamente relacionados aos diagramas de irradiação. A polarização de uma antena é uma função do vetor do campo de onda eletromagnética, que pode vertical, horizontal, circular ou elíptica. O tipo de antena a ser utilizado depende da área de cobertura pretendida e das condições locais, como a topografia, os edifícios, a vegetação, o barulho vindo da rua, entre outros, uma vez que estes fatores podem resultar em atenuação do sinal adicional e distorções, como multipath. Assim, observa-se que não há uma solução única para todos os casos; cada estação deve ter o seu próprio desenho para atingir o seu objetivo. Com o objetivo de avaliar essas distorções, comparou-se as diferentes condições de recepção e análise de um mecanismo de otimização. A proposta deste trabalho foi comparar os tipos de configuração superturnstyle (ST) e uma antena com painel, usando polarização horizontal e elíptica, em diferentes proporções dos componentes vertical e horizontal.

Cobertura A previsão de cobertura do sistema instalado foi calculada usando o software Radio Mobile, com a base de dados SRTM, para cada tipo de sistema irradiante testado, e resultou em um mapa de cobertura do mapa para a polarização horizontal. Os dados

também estavam disponíveis como um arquivo txt, que permitiu a análise detalhada dos pontos desejados.

Métodos e planejamentos Os estudos foram divididos em simulação teórica e de campo para analisar a disponibilidade de recepção, o comportamento do sistema irradiante e cobertura da estação. Para calcular a previsão de cobertura do sinal recebido do campo, utilizou-se um software digitalizado de terra e propagação que providenciou a tabela de dados e possibilitou traçar o mapa da área de cobertura com a escala apropriada. O método de propagação é o ponto a ponto, que analisa a condição de recepção em cada ponto da área de estudo, considerando a atenuação resultante das características ambientais, urbanas e topográficas, entre a transmissão e recepção analisadas. Foram utilizados os modelos de previsão de propagação Okumura Hata, Longley Rice, Portaria 53 do Ministério das Comunicações do Brasil e Recomendação ITU-R 1546-1, que não foram suficientes para caracterizar as condições de recepção, pois a análise deve procurar refletir o cenário real e fatores como multipath, perdas devido à obstrução, o efeito doppler, fading e direcionamento da antena de recepção. A análise de campo é realizada através de um conjunto de medidas feitas em pontos e rotas definidas com base nos resultados teóricos. Nesta análise, duas situações diferentes são consideradas: a primeira é o comportamento do sistema radial, de acordo com o padrão fornecido pelo fabricante; a segunda é a cobertura da estação. Os pontos foram definidos por distância radial de 1,3 e 5 quilômetros, formando círculos concêntricos a partir da torre de transmissão.

Os testes feitos em São Paulo usaram antenas do tipo superturnstyle e painel (semelhantes às exibidas aqui), com polarização horizontal e elíptica, usando diferentes proporções dos componentes vertical e horizontal

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A antena superturstyle com polarização horizontal apresentou o melhor desempenho, uma vez que o seu ganho é maior em 2,5 a 4 dBd do que as antenas de painel A unidade móvel usou um analisador de espectro Anritsu MS2721B, adequado para a leitura em movimento do padrão ISDB-TB Para verificar os resultados obtidos e o efeito da antena transmissora utilizado na intensidade do sinal recebido em cada ponto de recepção, uma análise comparativa foi realizada para cada tipo de recepção, de acordo com os valores listados na Tabela I. Um gráfico de dispersão também foi preparado para cada tipo de polarização da antena de transmissão em cada radial, onde o eixo X representa o azimute entre a antena transmissora e cada ponto no estudo. O eixo Y representa a força de campo recebida no ar, onde o valor do campo é traçado juntamente com os valores calculados de acordo com o tipo de análise de recepção, como mostrado na Tabela I. Os valores do eixo Y são: sinal medido: sinal medido no campo outdoor fixo (E rx≥ 51 dBuV/m): valor mínimo do campo para Resultados antena receptora externa fixa; As tabelas geradas exibiam os pontos onde os testes foram realiinterior fixo (E rx≥ 79 dBuV/m): valor mínimo de campo para anzados, indicando o número de referência, localização geográfica, tena receptora interna fixa; distância e localização da torre de transmissão até o ponto de portátil ao ar livre (E rx≥ 60 dBuV/m): o valor mínimo de campo recepção de sinal, e valor medido. para antena receptora externa portátil; No total, foram realizadas 4.651 medições com o veículo em moportátil interna (E rx≥ 82 dBuV/m): o valor mínimo de campo para vimento, a partir da torre de transmissão e terminando em um antena receptora interna portátil; raio de 5 quilômetros. As características geográficas e da região Veículo com antena integrada (E rx≥ 83 dBuV/m): valor mínimo urbana perto da torre que produziram fatores de atenuação do do campo de antena receptora e integrado ao veículo; sinal recebido, foram do sudeste para o noroeste, devido à colina Receptor no interior do veículo (E rx≥ 96dBuV / m): valor mínimo e edifícios na Avenida Paulista. de campo antena receptora no interior do veículo. Com estes dados puderam ser observados os valores de concentração obtidos no campo, de acordo com os valores mínimo de campo para cada tipo de rePotência na polarização Potência na Configuração cepção e, em seguida, comparados com os mapas horizontal polarização vertical de previsão de cobertura, que permitem entender o desempenho dos sistemas de transmissão. 100% 0% ST As medições do sinal recebido foram realizadas com a unidade móvel do laboratório de TV digital da Universidade Mackenzie em movimento e os dados foram obtidos utilizando um GPS, a fim de se manter a rota original de maneira mais fidedigna para as radiais. O sistema de recepção da unidade móvel consiste em uma antena de tipo monopolo para TV, calibrada na gama de frequência de 0,40-0,825 GHz, com 75 Ohms de impedância, fabricada pelo Instituto Presbiteriano Mackenzie e um analisador de espectro Anritsu MS2721B, adequado para a leitura em movimento do padrão ISDB-TB. O resultado era exibido na tela e em um arquivo *.csv, facilitando a coleta de dados e elaboração de planilha para análise comparativa.

PH

100%

0%

PV

0%

100%

PE

70%

30%

PE

80%

20%

PE

90%

10%

Ajuste da antena durante os testes. ST (superturnstyle), PH (polarização horizontal), PV (polarização vertical) e PE (polarização elíptica)

Análise de performance O desempenho foi analisado como uma função do sinal de recepção, isto é, o número de locais de sucesso em relação ao número total medido. Os dados foram classificados de acordo com as antenas de transmissão ST, PH, EP 90/10, EP 80/20, 70/30 PE e PV, para os valores de força de campo agrupados em seis bandas como mostrado na tabela I. Uma maneira de comparar a performance teórica das antenas de transmissão foi pela área de cobertura calculada pelo software Radio Mobile, para cada antena em cada raio estudado. Outra

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Em profundidade > Transmissão

Recepção de sinal transmitido por uma antena polarização elíptica 90/10 forma é a análise dos dados de campo medidos, conduzida de acordo com o número de pontos distribuídos. A análise resultante mostra um sumário da análise da percentagem de sucesso de recepção para cada tipo de antena de transmissão, onde se observa que o valor da intensidade de campo relacionado com recepção ao ar livre (51 dBuV/m) em todas as antenas de transmissão teve sucesso de 100%. Quando a antena receptora é considerada mais suscetível à interferência e atenuação (interior, móvel e portátil), a potência necessária no campo é superior à do ar livre. Neste estudo, a faixa era de 60 a 96 dBuV/m, portanto, afetando a taxa de sucesso na recepção.

Conclusão O objetivo desta pesquisa, que foi apresentada na NAB 2012, é analisar e verificar a influência da antena de transmissão no desempenho de cobertura da TV digital através de polarização elíptica. Com base nos resultados, a antena superturstyle com polariza-

Este gráfico representa a área de cobertura calculada de acordo com o tipo de transmissão utilizada

ção horizontal apresentou o melhor desempenho, o que era esperado, uma vez que o seu ganho é maior em 2,5 a 4 dBd do que as antenas de painel. A composição de painéis com polarizações elípticas 90/10 e 70/30 apresentaram melhor desempenho quando comparado com a polarizada horizontal. A antena verticalmente polarizada teve o melhor desempenho na análise teórica. Na polarização elíptica, a 80/20 apresentou o menor desempenho. A análise da dispersão, com o desempenho de antenas de transmissão de acordo com a percentagem de recepção bem sucedida para cada recepção analisada, demonstrou que: - Para a recepção ao ar livre todas as antenas tiveram desempenho equivalente; - Para recepção em interiores, as antenas de polarização elíptica 90/10 e 70/30 tiveram resultados melhores do que polarização horizontal e vertical; - Para a recepção no interior do veículo, a polarização elíptica 70/30 e polarização horizontal mostraram resultados melhores do que os de polarização elíptica e vertical 90/10 e 80/20, no entanto, a variação é inferior a 10%. Para o futuro devem ser feitas análises de outras amostras de antena transmissora e estudos de outras frequências e locais, a fim de desenhar ambientes diferentes de propagação, além da realização de medições de campo em pontos críticos com o veículo parado em condições internas e do alto de um prédio, permitindo avaliar o grau de influência urbana de multipath e ruído; medidas de desempenho para o recolhimento de mais informação na recepção - BER, C/N; medidas de desempenho alterando a configuração de transmissão; relações matemáticas entre as polarizações diferentes e composição de antenas, permitindo a modelagem mais precisa; e o uso de antenas separadas para cada polarização, permitindo a utilização de sistemas já instalados de maneira mais econômica. *Valderez de Almeida Donzelli é engenheira da ADTHEC - Engenharia & Sistemas. O Prof. Dr. Gunnar Bedicks Jr. é pesquisador-chefe do Laboratório de TV Digital da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

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Modelo inovador de fomento A partir da última década, em função de diversos fatores econômicos e principalmente da especialização e capacitação dos produtores audiovisuais brasileiros, acompanhamos importante crescimento na realização de acordos de coprodução audiovisual internacionais entre empresas produtoras brasileiras e estrangeiras, especialmente da França, Alemanha e Espanha. por Fernando Moraes Quintino da Silva*

As produtoras brasileiras têm buscado modelos de investimento que combinem recursos internacionais e incentivos locais

C

om a boa perspectiva de captação de recursos internacionais em função dos custos reduzidos de produção no Brasil, ao estabelecer acordos de coprodução e garantir o ingresso de recursos estrangeiros, as produtoras têm tido mais facilidade em viabilizar a sua parcela de investimento, podendo se valer, em paralelo, de recursos nacionais incentivados para financiar sua parcela de investimento nas obras audiovisuais. Como estratégia de atração dos recursos estrangeiros, as produtoras têm buscado modelos de investimento que proporcionem melhor aproveitamento dos recursos internacionais para a produção e que possam preservar o potencial de captação de recursos incentivados no Brasil para financiar a respectiva parcela de

investimento ajustada no acordo. Na busca de modelos de investimento estrangeiro que proporcionem otimização dos recursos, identificamos o modelo de investimento que possibilita baixa incidência tributária e garante a segurança necessária ao investidor estrangeiro. De fato, identificamos estruturação que é largamente utilizada no Brasil desde a década de 60 para projetos de infraestrutura que pode beneficiar o ingresso de recursos internacionais: o consórcio operacional. O modelo do consórcio operacional permite o ingresso de divisas para a produção no Brasil com algumas vantagens práticas e possibilita que os interesses dos coprodutores, nacional e estrangeiro sejam mantidos, tanto na modelagem do negócio como na redução de

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tributos sobre os recursos investidos pelas produtoras estrangeiras. No consórcio operacional criado com o fim específico de produzir obra audiovisual no Brasil, as coprodutoras conjugam suas capacidades técnicas para a produção e, no ingresso dos recursos, há reduzida carga tributária que possibilita melhor aproveitamento dos recursos destinados a financiar as etapas de produção da obra cinematográfica no Brasil. Ao serem vertidos ao consórcio, os recursos trazidos pela coprodutora estrangeira ingressam no país como investimento estrangeiro e, ao serem tratados como investimento ao invés de serem tratados como recursos para serviços de produção, recebem tratamento diferenciado pela legislação tributária brasileira, que taxa os recursos apenas pelo IOF – Imposto Sobre Operações Financeiras – à taxa de 0,38% sobre o valor global investido pela produtora estrangeira. O consórcio envolve a formação de sociedade não personificada entre as coprodutoras brasileira e estrangeira para recepção dos recursos e o consequente investimento na produção. Nesse sentido, o consórcio operacional não possui personalidade jurídica própria, mas possibilita que essa sociedade represente seus sócios e firme negócios com terceiros, conforme preveem os Artigos 278 e 279 da Lei das S/As (Lei Federal nº 6.404/76). No modelo consorcial, as coprodutoras consorciadas se obrigam nas condições e nos limites previstos no contrato de consórcio, o que gera autonomia contratual aos coprodutores, com liberdade de refletir os termos e condições ajustados no acordo de coprodução. Cada produtora responde exclusivamente pelas obrigações previstas no contrato e não há presunção de solidariedade,

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O consórcio operacional não visa à obtenção de lucros aos seus consorciados. Seu objetivo primordial é o de cumprir o orçamento para produção da obra audiovisual exceto no que se refere às obrigações fiscais geradas no âmbito da operação do próprio consórcio, que são assumidas por ambas as Consorciadas, conjuntamente. Vale dizer que os investimentos realizados no consórcio são depositados em conta especial e configuram patrimônio apartado de seus sócios, podendo ser livremente utilizados para o custeio das despe-

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O modelo do consórcio operacional permite o ingresso de divisas para a produção no Brasil com algumas vantagens práticas e possibilita que sejam mantidos os interesses dos coprodutores, nacional e estrangeiro

sas necessárias à produção da obra audiovisual no Brasil, de acordo com orçamento aprovado pelas coprodutoras consorciadas. No consórcio recomendamos que figure a produtora brasileira como empresa líder, responsável pela gestão dos recursos do consócio e pelas obrigações perante os órgãos públicos, o que faz com que a consorciada produtora brasileira fique com o controle da gestão dos recursos investidos e compartilhe todas as informações quanto à administração dos recursos com a produtora estrangeira consorciada. O consórcio operacional internacional deverá ter prazo determinado de duração, atuando pelo prazo necessário à produção da obra audiovisual no Brasil, cabendo às consorciadas promover a liquidação e encerramento do consórcio depois de encerrado seu objetivo de investir a integralidade dos seus recursos na produção audiovisual no Brasil. O consórcio operacional poderá executar diversas funções com vistas à realização da produção audiovisual no Brasil, das quais destacamos: gerenciar os recursos estrangeiros investidos para pro-

Os investimentos realizados no consórcio são depositados em conta especial, podendo ser livremente utilizados para o custeio das despesas necessárias à produção

dução da obra audiovisual; contratar empregados, profissionais, fornecedores de produtos e serviços necessários à produção audiovisual; realizar a locação de espaços e equipamentos para a realização das filmagens a serem realizadas no Brasil; obter autorizações perante o poder público; dentre outras, relacionadas à atividade de produção cinematográfica. O consórcio operacional não visa à obtenção de lucros aos seus consorciados. Seu objetivo primordial é o de cumprir o orçamento necessário à produção da obra audiovisual, isto é, o consórcio é na prática uma sociedade criada para custear as despesas de produção com o filme, não tendo o compromisso de devolver rentabilidade aos seus sócios. A rentabilidade com o produto audiovisual virá com a exploração comercial da obra, obra essa cuja titularidade pertence diretamente a seus coprodutores, na forma prevista no contrato de coprodução. No modelo do consórcio, é possível prever que o patrimônio, bens, serviços, direitos e eventuais ativos que vierem a ser adquiridos com recursos do consórcio passem a integrar os ativos de ambos as produtoras consorciadas depois de encerrado o consórcio, divididos de acordo com as respectivas participações na obra audiovisual. Para que possa atuar no Brasil, a produtora consorciada estrangeira deverá nomear representante legal (procurador) domiciliado no Brasil, com poderes para representá-la ativa e passivamente perante o judiciário e perante as autoridades públicas brasileiras. Ao término das atividades do consórcio, marcada pelo encerramento das atividades de produção de obra audiovisual e resolvidas as obrigações remanescentes, o consórcio deverá ser liquidado e encerrado. Se houver saldo de recursos, o saldo apurado poderá ser revertido à consorciada estrangeira investidora, caso seja ajustado dessa forma entre os coprodutores no próprio contrato de consórcio. Com a perspectiva de estruturar consórcio operacional, abre-se a possibilidade de realização de novos acordos de coprodução com a garantia de que os investimentos estrangeiros realizados sofrerão baixa carga tributária (IOF a 0,38%) e que a gestão dos recursos ficará a cargo da empresa líder, a coprodutora brasileira. O produtor brasileiro ao tomar a decisão de criar consórcio operacional para receber os recursos investidos pelo coprodutor parceiro estrangeiro deverá considerar que o consórcio poderá vir a demandar em torno de sessenta dias para ser constituído. *Fernando Moraes Quintino da Silva é sócio do escritório Cesnik, Quintino & Salinas, responsável pela área de direito societário e tributário, escritório de advocacia especializado em estruturações e planejamentos para a área do entretenimento e audiovisual.

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Seu equipamento emMÁXIMA MÁXIMA PERFORMANCE. Seu equipamento em PERFORMANCE.

Equipamento reserva Equipamento Equipamento reserva reserva

Logística Logística Logística

Substituição Substituição Substituição de de mídia de mídia mídia

Manutenção Manutenção Manutenção

Capacitação Capacitação Capacitação

Reposição de Reposição Reposição de peças de peças peças

Custo xo Custo Custo fixo fi fi mensal xo mensal mensal

Presença Nacional Presença Presença Nacional Nacional

(11) 5851-8730 (11) 5851-8730

/msbroadcast www.msbroadcast.com.br/video www.msbroadcast.com.br/video - - /msbroadcast

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Em profundidade > Novas mídias

Segunda tela completa conteúdos da Até pouco tempo, a segunda tela não passava de promessa. Ou então era considerada como ameaça à televisão. Com o passar do tempo e o desenvolvimento de novas tecnologias de distribuição e gerenciamento, ela passou de vilã à grande oportunidade de manter o telespectador atento ao conteúdo da TV. por Valdecir Becker

O termo segunda tela foi criado para mostrar o consumo simultâneo entre TV e internet

E

ssas telas adicionais trazem inúmeras oportunidades de exploração de conteúdos para as emissoras. “Quando falamos em segunda tela, não significa apenas coloca-la tecnicamente sobreposta ao audiovisual. É um sistema que deve ser preparado para cumprir uma função de complementaridade. O que as pessoas vão fazer com a segunda tela dependerá do conteúdo oferecido”, afirma Walter Lima, Pós-doutor em Tecnologia e Comunicação e docente no Programa de Pós-graduação da Universidade Metodista de São Paulo. “A segunda tela tornou-se quase que indispensável. Há uma cultura de que ela será uma experiência ainda mais interessante, mesmo ainda sendo limitada a poucos”, completa Leandro B. Hipólito, Analista de Buzz Intelligence na DP6, empresa que trabalha com estratégias em mídias digitais.

Sincronização O termo segunda tela foi criado para mostrar o consumo simultâneo entreTV e internet. Enquanto as pessoas assistem a um programa televisivo também navegavam na internet, usando um laptop, por exemplo. No entanto, para alguns esta definição já não é suficiente. A emissora britânica BBC propôs há dois anos o termo terceira tela, que inclui o uso de telefones celulares e tablets. A terceira tela pode ser utilizada de duas formas: juntamente com aTV ou sem a TV, mas consumindo conteúdos audiovisuais relacionados a ela.

Com o desenvolvimento de ferramentas de comunicação e de gerenciamento, a BBC, inovadora em praticamente todos os aspectos da produção e distribuição de conteúdos, seja audiovisuais ou não, começou a criar o conceito de “mídia orquestrada”, que envolve todas as telas. Em palestra no Mobile Video, em Londres, Jerry Kramskoy, Técnico sênior do departamento de pesquisa e desenvolvimento da emissora, explicou que o termo mídia orquestrada se refere a uma “experiência de interação, sincronização e colaboração do programa de TV com conteúdos complementares em todos os demais dispositivos. A mídia orquestrada cria uma nova forma de compromisso público com a emissora”. Ou seja, a iniciativa conecta os receptores de conteúdo, podendo envolver todos os dispositivos dentro da casa. Isso inclui sincronização entre o conteúdo da TV e diversos dispositivos, como tablets, laptops e smartphones. Os conteúdos são desenvolvidos especialmente para cada dispositivo, baseados nas características de interação que possuírem. Já nos Estados Unidos, uma joint venture entre o instituto de medição de audiência Nielsen e a empresa de tecnologia Digimarc Corporation desenvolveu o Media-Sync, uma plataforma de criação e distribuição de conteúdos audiovisuais sincronizados entre diversos dispositivos, como smart phones, tablets, gravadores digitais e TVs conectadas. Com essa ferramenta, produtores de conteúdo e emissoras de TV disponibilizam aplicativos para receptores móveis

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Em profundidade > Novas mídias

“A segunda tela é um sistema preparado para cumprir uma função de complementaridade”, afirma Walter Lima, Pós-doutor em Tecnologia e Comunicação e docente no Programa de Pós-graduação da Universidade Metodista de São Paulo em tempo real, com conteúdos relacionados e complementares. O Media-Sync já é utilizado por emissoras como a ABC, que integra diversos tipos de conteúdos nas séries. Enquanto uma série como “Grey’s Anatomy” está no ar na TV, o aplicativo Sync, disponível no iTunes americano, traz informações adicionais e complementares. O sistema também está integrado com redes sociais, permitindo comentar e ver o que outros comentam sobre o programa.

“A segunda tela tornou-se quase que indispensável. Há uma cultura de que ela será uma experiência ainda mais interessante, mesmo ainda sendo limitada a poucos”, completa Leandro B. Hipólito, Analista de Buzz Intelligence na DP6

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Em profundidade > Novas mídias

Trata-se de um novo tipo de comunicação, muito mais sofisticado do que a transmissão unidirecional da TV tradicional. Por ser uma área em que o desenvolvimento tecnológico está muito a frente da criação de conteúdos, surgem questionamentos sobre a viabilidade dessas tecnologias. “Acredito que a experiência tenha grandes possibilidades, mas também grandes desafios. O que parece simples tecnologicamente falando, juntar audiovisual com texto em segunda tela pode derivar para efeitos cognitivos nada bons”, afirma Walter Lima. O professor cita como exemplo a legenda no cinema, onde o processo de sobrepor a legenda ao filme é simples, mas muitas pessoas não conseguem acompanhar o filme e ler o texto ao mesmo tempo. “Você perde muito da informação contida no audiovisual por estar atento à legenda”, resume.

Pesquisas

A BBC começou a criar o conceito de “mídia orquestrada”, demonstrando o envolvimento entre todas as telas Interatividade Essas ferramentas levam a interatividade a um novo patamar, que supera as tentativas frustradas de entregar conteúdo adicional via broadcasting. As telas adicionais estão totalmente conectadas, o que facilita a recepção do conteúdo, a interação, o envio de informações e o engajamento, elemento central em todos os novos projetos em qualquer mídia. Além disso, a integração e o compartilhamento de conteúdos on line dentro do contexto dos programas de televisão fazem parte de um novo tipo de narrativa, chamada de estruturada pelo professor Walter Lima. Para ele, essas narrativas são suficientes para que o telespectador obtenha qualquer tipo de informação, seja ela vinculada a filmes, telejornais ou novelas. “Entretanto, sempre se pode agregar informação se o audiovisual for planejado para isso. Assim teríamos inserções de redes sociais construídas especificamente para atuar em conjunto com o audiovisual, não só compondo tecnicamente o espaço visual, mas agregando informação de forma textual e contextualizada”.

Apesar das dúvidas, a implementação desses novos recursos tem suporte nas pesquisas feitas mundo afora sobre o uso das tecnologias digitais móveis como ferramentas para se assistir a vídeo. Todas as pesquisas realizadas mostram o aumento do consumo de mídias além da TV. Nos Estados Unidos, o relatório do Instituto Nielsen The Cross Platform Report, referente às medições de audiência do terceiro quadrimestre de 2011 (último disponível) traz dados interessantes sobre a evolução das demais telas em relação à TV. A quantidade de pessoas que possuem apenas TV aberta e banda larga cresceu 22,8% em 2011. Segundo o relatório, “consumidores norte-americanos em casas com Internet de banda larga assistem ao dobro de vídeo on line e metade da TV, comparado com as demais residências americanas”.Apesar disso, o vídeo on line está longe de ameaçar a televisão. Mesmo nas residências onde predomina a TV aberta gratuita e a internet banda larga, na média, as pessoas assistem a 122,6 minutos de TV por dia, e ficam 11,2 minutos consumindo vídeos on line. Lembrando que os EUA mais de 90% das residências possuem algum tipo de TV por assinatura, segundo dados do mesmo relatório. Em três anos, desde que o acompanhamento passou a ser feito pela Nielsen, a quantidade de usuários assistindo vídeo on line aumentou 21,7%; o tempo gasto, 79,5%. Assistindo a TV fora da grade de programação das emissoras (experiência conhecida como timeshifting), teve um aumento de 66% tanto em quantidade de usuários quanto no tempo dedicado a esta atividade. Já a audiência de

Enquanto uma série como “Grey’s Anatomy” está no ar na TV, o aplicativo Sync, disponível no iTunes americano, traz informações adicionais e complementares

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60% dos americanos consomem vídeo em uma tela que não é da televisão. No Brasil, 27% da população consomem internet e TV ao mesmo tempo vídeos em telefones celular aumentou 205% na quantidade de usuários e 20% no tempo gasto. Considerando apenas o ano de 2011, a quantidade de usuários aumentou 37%. Por outro lado, o tempo dedicado à televisão tradicional se manteve estável. Além disso, o Instituto divulgou no final de abril em seu blog nova pesquisa que comprova o grande consumo de vídeos on line. Enquanto que 288 milhões de pessoas assistem a TV, 143 milhões veem vídeo on line, 111 milhões fora da grade de programação e 30 milhões em dispositivos móveis. Se considerarmos que os dispositivos móveis estão conectados à internet, 60% dos americanos consomem vídeo em uma tela que não é da televisão.

Brasil acompanha No Brasil, o Ibope divulgou pesquisa realizada no ano passado, mostrando que 27% da população brasileira consomem internet e TV ao mesmo tempo. Considerando apenas os usuários de smartphones, 76% navegam na internet enquanto assistem a TV. Destes, 3/4 comentam sobre a programação da TV. Um dado interessante: 62% afirmaram que recebem retorno sobre os comentários. Outra pesquisa, feita pela Motorola Mobility com 9 mil consumidores em 16 países, apresenta dados similares. Apesar da banda larga brasileira ainda possuir velocidades muito pequenas comparada com outros países, o consumo de vídeos surpreende: 34% dos entrevistados costumam assistir a vídeos em dispositivos móveis. Esse número está próximo da média global, que é de 37%.

Características O uso de telas adicionais à televisão é algo que atrai principalmente o público jovem, que está exigindo conteúdos dinâmicos e interativos. Leandro Hipólito cita como exemplou um estudo feito recentemente pela Time Warner sobre consumo de mídia nos

Estados Unidos, onde, em um intervalo de uma hora, os jovens trocam de mídia (entre computador, smartphone, tablet, TV, celular, vídeo game e outras telas) cerca de 27 vezes. “Trata-se de uma forte tendência”, afirma. A empresa chegou a este número analisando quantas vezes a atenção dos jovens mudava de mídia. Essa mudança de atenção explica a necessidade da sincronização dos conteúdos entre a TV e as demais telas, sob pena de perder o telespectador para conteúdos mais atraentes. “A atenção humana é dirigida. Ou seja, o sistema de atenção tem como missão focalizar uma região. Não existe múltipla atenção visual. Assim, a segunda tela não pode competir com o audiovisual e vice-versa. Eles deverão ser construídos para entrarem no mesmo campo focal”, explica Walter Lima. “A atenção vai para onde haja o conteúdo mais atraente. Acaba criando uma competição, por mais que a fonte seja o mesmo programa”, completa Leandro Hipólito.

Atrasos E a produção de conteúdos para múltiplas telas no Brasil? Para Leandro Hipólito, ainda há muitas oportunidades perdidas. “Quando se pensa em segunda tela, muito ainda é apenas cópia do mesmo conteúdo, sem agregar nada alternativo ou complementar”. Já Walter Lima considera que a produção de conteúdo não acompanha a evolução e nem o uso das tecnologias. “Os modelos de produção de conteúdos que dão e deram certo em plataformas tradicionais são de todas as formas modelados para darem certos em plataformas digitais conectadas. Os resultados são pífios. Para entrar definitivamente no novo negócio da informação digital, as empresas precisam adotar laboratórios de mídia, e desenvolver modelos próprios”, afirma o professor. “Nesta área, o Brasil, assim como em outras áreas de conteúdo digital conectado, está adormecido”.

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Panorama Audiovisual #15