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Ano 3 • No 23 • Julho/2013

comunicação integrada

comunicação integrada

www.revistadigitalsecurity.com.br Referência em tecnologia para o mercado de segurança eletrônica o

Arena IndependênCia

preparaDO PARA OS GRANDES EVENTOS

Entrevista

Rodapé Digifort BR-MAI13.pdf

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MARCOS HONDA: “VAMOS alinhar nossos produtos de Biometria à excelência cultivada por 07/05/13 10:12 outros gigantes coreanos”


Editorial Ano 3

No 23

julhO

De patinho feio a Presidência & CEO Victor Hugo Piiroja victor.piiroja@vpgroup.com.br Gerência Geral Marcela Petty marcela.petty@vpgroup.com.br

P

or muito tempo considerados menores dentro do mercado, os projetos de segurança de pequeno e médio porte vêm ganhando destaque em vários setores, e isso se reflete na imprensa especializada. Agora, praticamente todas as empresas estão de olho nesse filão bastante representativo. São mais baratos, mais simples de projetar e a manutenção, infinitamente mais barata. Este ano, particularmente, os maiores players do mercado aproveitaram as feiras do setor para mostrar, ao lado de suas poderosas câmeras de 5 ou mais megapixels, modelos IP de 1 ou 2 megapixels desenvolvidos especialmente para pequenos comércios, consultórios médicos, residências e condomínios. E não estamos falando apenas de câmeras: sistemas de controle de acesso e biometria também estão se adaptando para atender a esse tipos de projetos. Os motivos que alavancam essa tendência são muitos, mas podemos apontar o aumento da violência urbana e o barateamento das tecnologias como fatores que potencializaram a procura por equipamentos de segurança eletrônica por empresas, que antes não se preocupavam tanto com o fator segurança. Neste novo cenário, players, distribuidoras e profissionais de segurança parecem ter despertado para a ascensão e, por que não dizer, para o tamanho desse mercado. São milhares de empresas de pequeno e médio portes, nos mais variados setores, que estão em busca de novas (e acessíveis) tecnologias para implementar a segurança eletrônica em seu dia-a-dia. Nos eventos do setor, na conversa com os principais executivos do mercado, essa tendência ficou clara. Todos apontaram os pequenos e médios mercados como um novo filão a ser conquistado, o próximo desafio da tecnologia aplicada à segurança eletrônica. Falar sobre projetos de pequeno e médio porte também remete aos eventos regionais, no qual o público são integradores, que atuam com frequência e têm expertise nesse nicho. Os eventos regionais são o termômetro desse mercado e os integradores, os principais responsáveis por esse projetos menores e segmentados. Tais encontros são tão importantes e definidores de estratégias, que, em muitos casos, têm apoio e patrocínio dos mesmos grandes players que estão nos maiores eventos do mundo – sempre em conjunto com algum distribuidor local. De qualquer forma, o que temos é um novo panorama, com um novo público, que, longe de aceitar qualquer produto, busca por soluções que, ainda que voltadas para o custo benefício atraente, sejam de qualidade para atender aos mais diversos tipos de necessidades.

Gerente Comercial Christian Visval christian.visval@vpgroup.com.br Gerente de Projetos Especiais Luciano Itamar luciano.itamar@vpgroup.com.br Financeiro Rodrigo Oliveira rodrigo.oliveira@vpgroup.com.br Assistente Administrativo Michelle Visval michelle.visval@vpgroup.com.br Designers Cristina Yumi cristina.yumi@vpgroup.com.br João Corityac joao.corityac@vpgroup.com.br Web Design Robson Moulin robson.moulin@vpgroup.com.br Sistemas Wander Martins wander.martins@vpgroup.com.br Fernanda Perdigão fernanda.perdigao@vpgroup.com.br Marketing Ironete Soares ironete.soares@vpgroup.com.br Editor e Jornalista Responsável Eduardo Boni (MTb: 27819) eduardo.boni@vpgroup.com.br Editor Assistente Fouad Matuck fouad.matuck@vpgroup.com.br Colaboradores Fernando Gaio, Gustavo Gassmann, Jenny Månsson ........................................................................................................... Digital Security Online www.revistadigitalsecurity.com.br Tiragem: 22.000 exemplares Impressão - HR Gráfica ......................................................................................................... Alameda Amazonas, 686, G1 - Alphaville Industrial - 06454-070 - Barueri, SP – Brasil + 55 (11) 4197 - 7500 www.vpgroup.com.br

Eduardo Boni Editor-chefe

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Sumário

Sumário MERCADO WDC Networks E Delta Cable................................ 8 Milestone e Genetec...............................................10

Produtos e serviÇos Toshiba e Mobotix................................................. 12 Digicon.................................................................... 14

Eventos EXPOSEC................................................................ 16 CIAB FEBRABAN.................................................... 26 XPERIENCE............................................................. 32

Entrevista................................. 38 Marcos Honda, diretor da ACURA Global, fala sobre as novidades desse mercado no Brasil, as vantagens de se utilizar esse sistema e do de Made in Korea, criado pelo grupo para vincular os produtos da ACURA ao de outros gigantes tecnológicos vindos daquele país.

Case Study Copa das Confederações....................................... 44 Tyco Yale.................................................................. 52 Grippon................................................................... 58 Freeport................................................................... 62 Monitoramento Eficaz Arizona.................................................................... 68 Joalheria Muhlbacher............................................ 70

E mAIs: Artigo.......................................................................74 • Milestone: As três evoluções do Vídeo IP Agenda.................................................................... 78

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A performance da segurança em vídeo acaba de ficar mais sofisticada. Apresentando a Spectra HD 1080 - a definição de qualidade de imagem Durante anos você confiou no mais sofisticado sistema de monitoramento speed dome que a Pelco by Schneider Electric™ trouxe especialmente para você. Agora, mais sofisticada do que nunca, a Pelco apresenta a nova Spectra™ HD 1080. Incorporando a premiada plataforma de tecnologia Sarix™, a Spectra HD 1080 possui um sistema totalmente digital que apresenta resolução de 2 megapixel (1920x1080) a 30 fps, padrão de compressão H.264 high-profile, análise de vídeo incorporada e muito mais. A revolucionária Spectra, com a tecnologia HD otimizada conta com um pendente rígido que elimina vibrações, além do zoom óptico de 20x e controle PTZ preciso de 360 graus. A Spectra HD 1080 estabeleceu o novo padrão industrial para qualidade de imagem de alta definição e performance em vídeos de segurança. Para mais informações visite: www.pelco.com/spectra

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©2013 Schneider Electric. All Rights Reserved. Schneider Electric, Pelco, Spectra, and Sarix are trademarks owned by Schneider Electric Industries SAS or its affiliated companies. All other trademarks are property of their respective owners. • www.schneider-electric.com • 998-1171223_BR_Galaxy


Mercado

WDC Networks

Distribuidora tem nova

A

distribuidora WDC Networks, empresa especializada em soluções de FTTH, Wi-Fi, VoIP e Câmeras de Vigilância, contratou Fátima Boner como a nova Gerente de Desenvolvimento de Negócios da empresa. A profissional será responsável por cuidar do escritório da WDC em Brasília. Sua missão será o desenvolvimento de novos parceiros na região, o suporte local aos parceiros e o planejamento de novos produtos. Fátima irá atuar diretamente na área comercial e administrativa do escritório regional no Distrito Federal. Fátima é graduada em psicologia pela Universidade de Brasília e também tem MBA em Telecom Executive e Propaganda e Marketing. Com mais de 20 anos de experiência na área de planejamento, a executiva tem passagens por companhias multinacionais como Iron Mountain, VTC LOG, entre outras. DS

Missão de desenvolver novos parceiros na região, dar suporte local a parceiros e planejar novos produtos

Delta Cable e Tyco Security Products

Nova parceria em

N

o primeiro semestre de 2013, a Delta Cable firmou parceria com a Tyco Security Products. A empresa norte-americana possui alcance global, fornecendo produtos a mais de 60 países, destacando-se como líder no fornecimento de produtos e serviços de segurança eletrônica. A Delta Cable vai disponibilizar produtos das linhas Software House e Kantech para atender as necessidades essenciais ao ramo de segurança em suas diferentes vertentes. A tecnologia Software House está voltada ao gerenciamento de bancos de dados para o sistema de controle de acesso e segurança, e está entre as mais eficientes do mercado, principalmente com a solução de gerenciamento C•CURE. Já a Kantech vai trazer para a parceria os produtos de controle de acesso, apresentando soluções confiáveis, escaláveis, fáceis de instalar e com diversas funcionalidades. Esta ramificação garante às empresas sua segurança, certificando-se de que não haja a entrada de pessoas onde elas não devem estar evitando furtos e problemas nas operações. A relação entre Delta Cable e Tyco começou em 2012, na ISC Las Vegas. Depois de um ano, na mesma feira realizada no Brasil, a parceria foi oficializada. Para comercializar a marca no Brasil, gerentes de produtos da Delta Cable participaram da certificação da Software House para conhecer a marca e se especializar em seus produtos. O objetivo é, futuramente, também trazer a certificação para as salas de treinamento que a distribuidora possui. No processo de comercialização, a Delta Cable pode vender e conceder descontos, mediante registro de projeto em toda

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a linha de produtos Software House e Kantech. Pela parceria, a Delta Cable e o integrador apresentam a possibilidade de registrar o projeto com a Tyco Security e a empresa decide quem será Prime. De acordo com a diretoria da empresa curitibana, o principal objetivo é incrementar grandes números aos usuários, colaborando com um portfólio mais completo e amplo para a Delta Cable. DS

A Delta Cable vai disponibilizar produtos de todas as linhas da Tyco Security Products


Mercado

Milestone Systems e Genetec

Preferência mundial

A

empresa dinamarquesa Milestone Systems e a francesa Genetec dividem a preferência do mundo da segurança quando o assunto é software de gerenciamento em vídeo. Foi isso o que apontou a nova pesquisa do IMS Research, que agora faz parte da IHS Inc. A empresa publicou a décima edição do informe da IMS Research, chamado Mercado Mundial de CFTV e Equipamentos de Videovigilância, cujos resultados se basearam em dados financeiros de 2012. Ele contém informações sobre fornecedores que oferecem componentes de videovigilância analógicos e digitais tais como câmeras, soluções de gravação e codificadores de vídeo. Em comum, as duas empresas têm a inovação como ponto de partida para o lançamento de seus produtos. O sucesso da Genetec pode ser visto pelo seu crescimento de 30% em 2012 na categoria de produtos combinados, incluindo VMS, Controle de Acesso e Reconhecimento de Licença de Placa (LPR), resultado da expansão que a companhia obteve nas regiões da Ásia-Pacífico e América Latina assim como em seu foco constante em desenvolvimento de produtos. “Inovação está em nosso DNA. Acreditamos que a chave para o sucesso é criar novas tecnologias que ajudarão os clientes hoje e amanhã”, afirmou Pierre Racz, presidente & CEO da Genetec. Ele lembrou que a empresa investe mais de 20% de sua receita em P&D e promove uma forte cultura de inovação. “Desde o pioneirismo em vídeo IP ao desenvolvimento da primeira plataforma unificada da indústria que combina vídeo, controle de acesso e reconhecimento de placa, e ainda levando segurança física para a nuvem, nós estamos entregando soluções inovadoras à nossa indústria”. Já a Milestone Systems, segundo estimativas obteve, em 2012, a maior receita em softwares de gerenciamento de vídeo na região da EMEA e, também, as mais elevadas receitas do mundo, de acordo com a IHS. Em seu 15º ano de operação comercial, companhia tem demonstrado continuamente um crescimento saudável em muitas regiões, além de ter sempre evoluído na arena internacional.

dos mercados regionais distribuídos por todo o mundo. O documento também discute as influências tanto políticas como financeiras e analisa o impacto das tendências tecnológicas, tais como a transição da CFTV analógico para a videovigilância em rede, a transição para as câmaras de Alta Definição (HD) de segurança em rede e os padrões abertos de interoperabilidade. De acordo com o novo relatório, a previsão é de que o mercado mundial de equipamento de videovigilância poderá quase duplicar entre 2012 e 2017. “A concorrência é saudável e tem provocado maior empenho em conseguir melhorias, o que beneficia os clientes e os próprios provedores de serviços. Todos os top players aumentaram as suas receitas, o que demonstra que a demanda dos usuários por soluções de IP encontra-se muito incrementada”, disse Lars Thinggaard, presidente e CEO da Milestone Systems. “Liderança significa ser uma organização constantemente robusta que continua a disponibilizar os melhores produtos e a apoiar a formação de relações, já que a forma em que uma companhia conduz seus negócios é muito importante para o sucesso em longo prazo. A Milestone é uma companhia construída dentro do princípio básico de total abertura, de forma a estimular cada vez mais contribuições e maiores opções”, lembrou. DS

Mercado segmentado O mercado mundial de software de vigilância tem sido notadamente fragmentado, especialmente pela presença local onde os idiomas e moedas sempre têm um papel determinante. Algumas variações percentuais nas posições ocupadas pelas empresas também podem ser atribuídas a variações das taxas de câmbio. “Esta é a primeira vez que duas companhias compartilham a posição de topo no mercado global de VMS”, disse Jon Cropley, analista principal da IHS. A edição de 2013 do informe da IHS analisa a situação atual do mercado de videovigilância e faz projeções sobre a direção futura do mesmo. O informe destaca a natureza variada

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Pierre Racz, CEO da Genetec: inovação no DNA da empresa e investimento pesado em P&D


Quando você pensar em vídeo IP

pense em

American Dynamics Há diversas empresas no mercado que possuem soluções de vídeo IP. Algumas oferecem câmeras a preços extremamente baixos. Outras possuem sistemas bonitos e que prometem fazer de tudo.

Então, por que você deveria pensar na American Dynamics para soluções em IP? • Liderança de mercado comprovada com o legado Intellex • Portfólio de câmera IP, de resolução padrão e HD, que triplicou no último ano • NVRs e gravadores Hybrid que afastam a mentalidade de “apenas grandes empresas” • Gerenciamento de vídeo inovador que unifica analógico e IP

Agora você tem algo em que pensar. American Dynamics para soluções em IP.

www.americandynamics.net © 2013 Tyco Security Products. Todos os direitos reservados.

D a Ty c o S e c u r i t y P r o d u c t s


Produtos e Serviços

Toshiba

Companhia lança câmeras

A

Toshiba Surveillance e o Grupo Irvine estão ajudando aos profissionais de segurança a substituir câmeras analógicas pelas de vídeo em rede IP, de forma rentável, com o lançamento de vários produtos. A câmera mini dome HD 720-pixel IK-WD04A é adequada para o monitoramento interno. Possui ampla faixa dinâmica para corrigir imagens em baixa qualidade de luz, um slot de cartão SD para gravar imagens no local, e uma lente multifocal que permite aos técnicos ajustar rapidamente sua abertura. A lente oferece zoom óptico e digital de 4x. Outros recursos são a compensação de contraluz, ganho automático, compressão H.264, e quad-streaming de vídeo em tempo real. Até 10 usuários autorizados podem acessar remota e simultaneamente vídeos ao vivo ou gravados. Entre as características do novo equipamento estão a captura em alta resolução em 720p e a ampla faixa dinâmica,

que permite o uso da câmera em locais com condições de iluminação crítica. O equipamento conta com lentes varifocais de 3 milímetros a 12 milímetros, além de ser compatível com o padrão ONVIF. DS

Mobotix

para montagem de câmera

A

Mobotix lançou uma série de suportes de instalação dirigida à plataforma de produtos S14/S15. Essa iniciativa surgiu por uma demanda do mercado, pois embora já exista uma extensa oferta de suportes de montagem hoje, os quatro novos formatos vão expandir a quantidade de possibilidades de montagem para os clientes. O SurroundMount S14/S15 pode ser montado no teto, corredores, ônibus, trens e outras áreas que exigem uma visão ampla sem pontos cegos, ainda que sejam localidades longas e estreitas. O usuário simplesmente anexa a montagem no local desejado e, em seguida, os parafusos dos módulos de sensores S14/S15 no SurroundMount. Isso permite a montagem de câmeras em duas direções distintas. Como a plataforma S14/S15 é extremamente flexível, os usuários podem escolher entre diferentes alternativas de lente. O DualMount permite que os módulos de sensores sejam montados lado a lado em uma direção, de acordo com as diferentes aplicações e necessidades, como por exemplo, dia-noite e diversas distâncias focais. Dessa forma, os usuários têm uma visão geral ampliada com a qualidade de imagem desejada. DS

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Os novos formatos da Mobotix expandem as possibilidades de montagem para os clientes


Nós cuidamos da sua segurança

- Linha completa de painéis de alarmes monitorados e sensores de presença

(11) 5641-1618 www.mundialsecurity.com.br


Produtos e Serviços

Digicon

Empresa fornecerá equipamentos para

A

empresa Digicon foi escolhida pelo consórcio vencedor da licitação do Metrô São Paulo para fornecer o Sistema de Controle e Arrecadação de Passageiros (SCAP), além de 37 bloqueios motorizados com portas deslizantes. Esta será a primeira linha do projeto de Monotrilho que será implantado na cidade, com as estações Oratório e Vila Prudente, que vão ligar o Ipiranga e a Cidade Tiradentes. Os primeiros equipamentos da Digicon, que serão instalados na estação Oratório, devem ser entregues no final do mês de agosto. “Este projeto vai fortalecer ainda mais a presença da Digicon como uma das principais empresas do Brasil a oferecer soluções de Controle de Arrecadação e de Passageiros para sistemas metro ferroviários. Já temos o case de sucesso da Linha 4 do Metrô de São Paulo, considerado um dos mais modernos da América Latina”, destaca o gerente de produtos da Digicon, Hélgio Trindade Filho.

Sistema de Bilhetagem A Digicon foi pioneira no fornecimento de bloqueios com validadores de bilhetes para os terminais de ônibus da SPTrans e, no início dos anos 2000, desenvolveu e forneceu o sistema do Bilhete Único paulistano. No final de 2008, a empresa venceu a licitação para de aproximadamente R$ 15 milhões para desenvolver o Sistema de Controle e Arrecadação de Passageiros (SCAP) da Linha 4 do Metrô de São Paulo. O projeto envolveu 11 estações da nova linha, nas quais as tradicionais catracas foram substituídas por bloqueios motorizados com portas de vidro deslizante. Nessas estações foram utilizados os modelos Slide 500 e Slide 900. A principal vantagem para o usuário é a maior segurança e acessibilidade. As portas funcionam automaticamente, cada bloqueio é composto de um conjunto de sistemas eletrônicos que detectam a velocidade de locomoção do usuário, fazendo com que a porta abra após a validação do cartão do usuário, fechando-se após a sua passagem. Essa funcionalidade visa inibir tentativas de fraude. Com corredores de passagem mais largos, os portadores de necessidades especiais ganham acessibilidade com mais espaço para locomoção e maior independência. Esta tecnologia é encontrada nos metrôs das principais cidades da Europa como Paris, Madrid e Roma. DS

Os modelos Slide 500 e Slide 900 foram escolhidos para equipar a primeira linha de Monotrilho de São Paulo nas linha Oratório e Vila Prudente.

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HD Security Breakthrough

Anywhere. Everywhere

A Bosch redefine o conceito de visualização e recuperação de imagens HD em qualquer lugar. O Transcoder permite que imagens de câmeras HD possam ser visualizadas e recuperadas em qualquer lugar via internet - mesmo utilizando conexões com largura de banda limitada, utilizando um aplicativo da Bosch através de um tablet, simples assim. È possível realizar buscas inteligentes em imagens armazenadas, permitindo acesso rápido as situações de interesse e visualizar imagens em tempo real. Consulte para mais informações: http://www.boschsecurity.com/HDSecurity/ Ou visite nosso estande durante a ISC Brasil 2013: www.iscexpo.com.br


Evento exposec

Cenário otimista confirmado

Exposec bate recorde de público e consolida volume de negócios no setor de segurança Por Eduardo Boni

N

Fotos Fernando Manuel e Osiris Bernardinio

ão há dúvida de que o primeiro semestre é o melhor período para a segurança eletrônica no Brasil. É nessa época que acontecem os maiores eventos do setor e a Exposec tem papel importante nesse cenário. O encontro deste ano não foi diferente. Afinal, a 16ª edição do evento, que aconteceu entre os dias 14 a 16 de maio no Centro de Exposição Imigrantes, recebeu mais de 36 mil visitantes e reforçou o cenário aquecido vivido pelo setor de segurança eletrônica. Ao longo de três dias, o evento destinado aos profissionais da indústria da segurança, reuniu compradores, fornecedores e fabricantes em uma área de 30 mil m², com 650 expositores e mais de 1.000 marcas. Na abertura da Exposec estiveram presentes representantes de entidades, profissionais do setor e empresários. O diretor do Grupo Cipa, José Roberto Sevieri, ressaltou que o evento está entre os cinco maiores do mundo, em expansão a cada ano. “Temos diversas novidades tecnológicas e lançamentos. A Exposec é planejada para agregar não só produtos, mas também conhecimentos, além de gerar negócios ao longo do ano todo”,afirmou. No cerimonial de abertura, a presidente da ABESE, Selma Migliori, destacou que a feira acontece em um momento que o mercado brasileiro de segurança eletrônica vislumbra grandes expectativas de obter maior garantia de profissionalização e organização. “Não medimos esforços para avançar e inovar. E isso reflete no crescimento da feira a cada nova edição”. Os visitantes puderam conferir a ampla variedade de lançamentos para o setor como centrais de monitoramento, centrais perimétricas, circuitos fechados, cofres, controle de acesso, detecção de incêndio, fechaduras de segurança, inteligência industrial, portas de segurança, radiocomunicação, sistemas de identificação,

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vigilância, segurança eletrônica e da informação, segurança privada, pessoal e residencial. Assim como nos anos anteriores, os eventos paralelos foram responsáveis por atrair grande público à feira de negócios. “Recebemos público recorde de 36 mil pessoas. O aumento de visitantes esse ano foi considerável e os eventos paralelos que promovemos, com os seminários da Cobrase, a Feira Internacional de Tecnologia de Blindagens, a Magnum Show Feira Internacional de Armas, Munições, Cutelaria e Acessórios e a Traffic, Feira Internacional de Tecnologia Viária e Equipamentos para Rodovias, têm papel importante nesse cenário”, ressaltou Savieri.

O evento Entre os expositores estavam a distribuidora Alpha Digi, que levou ao evento os produtos da AVTECH, com destaque para as soluções, como o NVR switch PoE de para 4 canais. Esse equipamento é uma solução IP para quatro câmeras com resolução Full HD. Nele, a função EAZY Networking, desenvolvida pela AVTECH, permite fornecimento de alimentação e adição de câmeras automaticamente. “É possível acessar imagens via celular, através de um software muito intuitivo, prático e rápido seja para buscar imagens gravadas ou mesmo acionar funções específicas”, explicou Ueric Alves Melo, Gerente de Projetos Alpha-Digi. Outra novidade foi o sistema da categoria All in One, composto pelo Módulo de Alarme AVX 915A e a câmera AVN 90X. A câmera é um modelo de 1,3 megapixel com slot para cartão SD, sensor PIR, LED, microfone e autofalante internos, além de expansão de portas internas e externas integradas com o sistema PushVideo. O módulo de alarme tem 4 portas com expansão para até 8 por-


Tecnologia Avançada em Segurança.

Soluções para projetos de pequeno, médio e grande porte. Com sólida atuação no segmento de CFTV (Circuito Fechado de TV), a TecVoz Eletrônicos apresenta uma ampla gama de produtos para sistemas de monitoramento, como para câmeras, Speed dome, lentes, Stand Alone,DVR Veicular, Software de monitoramento e destaque para linha IP. Conectada com o que há de melhor no mercado internacional de segurança digital, aTecvoz se diferencia por sua vocação em apresentar as mais diversificadas e personalizadas soluções para projetos de pequeno, médio e grande porte. Acesse www.tecvoz.com.br e conheça a linha completa de produtos.


Evento exposec

tas, que possibilitam o controle de diversos dispositivos em residências, escritórios e condomínios, com o acionamento de luzes, portões, válvulas de segurança, botões de pânico, sensores de fumaça e gás ou de presença. “Esse equipamento traz no seu conceito a automação de ambientes, o videomonitoramento e o alarme. É possível visualizar a imagem das câmeras por celular e, através dele, abrir portas e acender luzes do ambiente de forma remota”,explicou. Na linha de câmeras, a Alpha-Digi destacou os lançamentos da linha SOHO da Vivotek, voltada para pequenas e médias empresas. O destaque ficou com a CC 8130, que surge com uma nova forma de capturar imagens, já que é instalada em paredes na altura dos olhos, facilitando a identificação do rosto. Na linha de câmeras profissionais, a empresa levou o modelo FE 8172,

que tem captura 360º, com versão para ambientes internos e externos, proteção antivandalismo e certificação EN50-155, que garante o funcionamento em aplicações para veículos. Ainda entre as distribuidoras, a Bycon destacou em seu estande diversas novidades em tecnologia na gravação e transmissão de vídeo e áudio sob o protocolo IP e a integração destas tecnologias com softwares de gestão e automação com sistemas de alarme, terminais de caixa, controles de acesso e ATM (caixas eletrônicos de bancos). A companhia mostrou a linha de DVRs da VPON, com destaque para a série 7000, que possui gravação simultânea de câmeras analógicas e IP. No estande da empresa os visitantes conheceram também os gravadores mobile para ônibus e caminhões. Entre as câmeras, os destaques eram os modelos da linha Messoa e Infinova. Fez parte do estande a linha de analógicos projetados pela própria Bycon e também os modelos com tecnologia Pixim. “Entre as vantagens da tecnologia Pixim estão as cores precisas, resolução efetiva de 690 linhas, captura os detalhes do primeiro plano e do fundo ao mesmo tempo, além de imagens gravadas bem definidas e nítidas”,esclareceu Antonio José Cláudio Filho, CCO da Bycon.

Aposta na popularização Entre os fabricantes, estava a Intelbras, que levou lançamentos mais acessíveis para conquistar os mercados de pequeno e médio porte. Por isso, a empresa destacou as Speed Domes de baixo custo, como as VSD 500, com zoom óptico de 36X e 23 X. “O objetivo desses lançamentos é popularizar a speed dome e torná-la acessível, inclusive para uso residencial. Para chegar ao custo que desejávamos eliminamos

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alguns recursos como a saída de alarme, que não é muito usada”, explicou o gerente de negócios, Fábio Ribeiro. Outro lançamento foi o modelo analógico VPE 730 IR - como 720 linhas de resolução e IR inteligente. “Esse infravermelho evita o efeito de luz excessiva, que dificulta a visão. Ele faz a compensação da imagem e facilita a identificação das pessoas. Num ambiente fechado, torna a iluminação uniforme e evita o efeito lanterna”,lembrou. Ainda entre os modelos com infravermelho estavam a VMS 3020 IR, com versões de lentes de 3,6 mm e 2.8 mm e a dome de teto VMD S 3020 IR de 3,6 mm, câmera com mais de 600 linhas de reprodução, alta resolução e baixo custo.

Espaço para todos: além da presença de distribuidores como a Topway, o evento contou com os seminários da Cobrase, em que participaram especialistas como Aleksander Grievs e Igor Pipolo

Tecnologia IP em alta No setor de CFTV IP a Intelbras mostrou duas linhas: uma mais voltada para residências e outra mais popular, mas todas com resolução mínima de 1,3 megapixel. Entre as câmeras desse segmento estava a bullet VIP S 3120 (para uso interno e externo), o modelo cube e o VIP S 4120, um modelo dome de teto com IR para uso interno. “Todos esses produtos megapixel têm em comum o fato de ser megapixel e ter baixo custo. Esse foi o caminho que a Intelbras encontrou para popularizar o IP”,ressaltou. As speed domes VIP E 5220 e a VIP E 3220 foram apresentadas como grande diferencial da companhia em termos de alta resolução, já que apresentam zoom óptico de 20X e imagem Full HD. Com resolução de 2 megapixels e imagens em alta definição, esses modelos têm a tecnologia de compressão H.264, que dá a máxima qualidade de imagem com o menor fluxo de dados da rede. O equipamento tem gravação de pré e pós-evento, envio de alertas por e-mail, FTP e de proteção de segurança avançada. “O E3220 VIP pode ser usado com qualquer sistema de CFTV da Intelbras e é compatível com o cartão SIM Multimonitor, como usado no DVR. Todos esses recursos são gratuitos para um sistema de monitoramento seguro, estável e integrado”, afirmou. A Intelbras também demonstrou os HDs projetados especificamente para o mercado de segurança. São equipamentos robustos com funcionalidades específicas para gravar imagens de segurança, em versões de 500 GB, 1 TB e 2 TB. “Acreditamos muito


A plataforma da Milestone Systems é confiável, fácil de gerenciar e proporciona vigilância poderosa, aprovada em milhares de instalações pelo mundo.

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Evento exposec

na robustez desse equipamento e por isso estamos oferecendo garantia de até três anos em toda a linha”.

duo, como mandíbula, profundidade dos olhos, largura de nariz entre outros, comparando com um banco de dados. Outra novidade do grupo era um software capaz de identificar pessoas em meio a multidões por meio de uma câmera que capta a imagem dos rostos e a transfere para o programa que cruza as informações em um banco de dados.

Softwares A Dimep mostrou também softwares de segurança, como o FRS Vistrack, usado para reconhecimento facial. Ele permite identificar suspeitos em uma lista ou uma Black List e enviar alertas para a equipe de segurança, evitando possíveis problemas. Com este, apenas visitantes previamente cadastrados terão acesso às áreas determinadas. O Flow Manager faz contagem de pessoas por imagem e pode ser utilizado em shoppings, casas de shows, comércios em geral ou ainda em qualquer local que precise de controle estratégico de número de visitantes. Para ambientes de trabalho com computadores, a empresa demons-

Um dos destaques da PPA foi a porta automática com sistema antipânico, indicado para locais com grande número de pessoas.

Controle de acesso A Dimep, especializada em equipamentos de controle de acesso, mostrou soluções e softwares criados para atender as necessidades de segurança das residências e também das companhias de grande, médio e pequeno porte. Entre as novidades da empresa estavam a Face Lock, uma fechadura com reconhecimento facial. Produzida com tecnologia de ponta, a solução libera o acesso a determinado ambiente somente depois de reconhecer a face do visitante. Ela é indicada para ambientes mais sofisticados e que exijam um rigoroso sistema de segurança. O acesso também pode ser liberado por cartão de proximidade. Outros sistemas de controle de acesso apresentados no evento foram o sistema de reconhecimento da íris Print Point II e o terminal portátil Port Point II, equipamento para controle de acesso móvel. O Port Point II tem como característica a flexibilidade e pode ser utilizado em diferentes ambientes, como salas de aulas para controle de lista de presença e no controle de acesso de veículos. Ele trabalha com leitura biométrica, de código 2D, código de barras, cartão de proximidade e tem comunicação Wi-Fi. A Dimep também lançou produtos na área de catracas, como o modelo Bap com urna embutida. De acordo com os executivos da empresa, esse equipamento é indicado para controle de acesso em locais com grande trânsito de pessoas. Já a Madis apresentou produtos como o controle de acesso com biometria facial MD 5711F. Para o evento deste ano, o equipamento foi reformulado e se tornou mais rápido em termos de operação e capacidade de usuários. Agora, ele pode ser usado em ambientes de até 1000 pessoas, analisando cerca de 80 características de cada indiví-

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trou o LogOn Supervision, que agrega praticidade a esses setores, já que o software utiliza identificação por biometria, sem necessidade de senhas numéricas e reconhece quando o usuário não está por perto, bloqueando o computador e evitando usos indevidos. Apesar de ser um evento voltado para segurança eletrônica, a empresa também mostrou soluções para sistemas de parking. Entre os produtos estavam os totens de entrada com elementos visuais modernos, além da opção de leitores de cartões por proximidade Mifare para mensalistas e credenciados. Nos totens de saída é possível acionar várias cancelas, permitindo a saída pelo cruzamento de pistas em situações de problemas com cartão ou ticket.

Aplicativos para o mercado de segurança A aposta na mobilidade tem sido uma tendência do mercado e isso ficou claro durante o evento, em vários estandes. Um deles foi o da PPA, que entre vários produtos, destacou o aplicativo móvel para o sistema de alarme Infinit 16, além de uma porta antipânico, que pode ser acionada com facilidade e girada em 90 graus com um toque. “O aplicativo é destinado ao consumidor final, que, através de seu smartphone, pode visualizar tudo o que acontece na central e ainda


Evento exposec

armar e desarmar alarmes, verificar setores que dispararam avisos sonoros e ver qual usuário acionou o sistema”, destacou Guilherme Tinetti, um dos consultores da empresa.

Kit CFTV Entre as soluções apresentadas pelo Grupo Legrand na Exposec estavam os porteiros eletrônicos, vídeo porteiros, fechaduras elétricas, centrais de comunicação e CFTV. Um dos destaques da HDL, empresa do grupo, foi o Kit CFTV, uma solução completa, compacta, leve, discreta e prática de câmeras para monitoramento de pequenos ambientes, como residências e espaços comerciais. O kit é composto por duas ou quatro câmeras acompanhadas de cabos, conectores, placas de sinalização, monitor com sete polegadas, DVR com 500 Gb para armazenamento de imagens. Além disso, oferece a possibilidade de monitorar o local que se pretende proteger utilizando um computador, smartphone ou tablet. Basta configurar o DVR para transmitir via internet, conectar

um ponto de rede a ele e acessar as imagens remotamente. As três novas Câmeras HM-IR da família de CFTV tem LEDs de infravermelho ideais para captação de imagens no escuro. Os modelos HM-53IR 20M, HM-55IR 25M e HM-55IR 50M garantem alcance de imagem de 20, 25 e 50 metros de distância, respectivamente. Elas podem ser instaladas interna ou externamente, sem a necessidade de proteções adicionais, pois possuem proteção IP 66, que preserva o produto contra poeira e chuva. E ainda acompanham um suporte de fixação e cabos de conexão para vídeo (tipo BNC) e alimentação (tipo P4), que facilita a instalação. A empresa mostrou câmeras Ball HMDB-52 IR – ideal tanto para ambientes internos quanto externos, e a HMPRO 650, câmera colorida de alta resolução, excelente para utilização tanto durante o dia, quanto a noite com lente auto íris varifocal 2,8, também são lançamentos da marca na feira. Outro destaque foi a speed dome HM-550 PTZ-37X, que complementa a linha de câmeras speed dome profissionais. Elas podem monitorar grandes e extensas áreas usando apenas uma câmera. O diferencial da HM-550 PTZ-37X é a capacidade de zoom de 444 vezes, sendo 37 vezes de zoom óptico e 12 vezes zoom digital. Essa capacidade permite ao usuário aproximar

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uma imagem para capturar melhor o ambiente e/ou objeto monitorado, aumentando o nível de segurança e identificação do local protegido. A linha DVR HM com 4, 8 e 16 canais também foi lançada na Exposec. Para aplicações em shoppings, empresas e hospitais, os diversos modelos dão ao administrador central o acesso de 32 a 60 usuários, que podem assistir em tempo real as imagens capturadas. Para residências e comércios, os modelos T4L e T8L possibilitam o acesso de cinco usuários, além do administrador. Todos os modelos contam com: acesso via celular e internet, conexão HDMI, compressão de imagens no formato H.264, interface gráfica simples, software de acesso e controle remoto. No estande da TecVoz, o destaque absoluto foi a van praparada para monitoramento móvel

A empresa HDL lançou o Kit CFTV, uma solução completa e compacta para monitoramento de pequenos ambientes

Transporte de valores Os veículos de segurança para transporte de valores foram o destaque da Protege na Exposec 2013. A companhia levou ao evento seu novo modelo de carro-forte, um veículo blindado que é menor e mais leve do que os usados atualmente, mas sem perder a capacidade de carga, armazenagem de volumes e garantia de segurança do produto transportado. “Este veículo representa a nova geração do setor, combinando menor impacto ambiental e agilidade”, explicou Mário Baptista de Oliveira, diretor geral da Protege. O aço utilizado na fabricação deste carro-forte deixa o veículo com 3,8 toneladas, ou seja, até duas toneladas mais leve do que a antiga versão. Outro diferencial é o design do projeto, pensado para facilitar o trânsito dentro das cidades e estacionamentos. Além do carro-forte, a Protege mostrou em seu estande algumas opções de projetos e soluções integradas de segurança privada e eletrônica. DS


Evento exposec

TecVoz e Digifort anunciam parceria na fabricação de sistemas móveis de vigilância eletrônica

Paulo Yoon, da TecVoz, e Carlos Bonilha, da Digifort: parceria por um novo nicho de mercado

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e acordo com Carlos Bonilha, diretor da Digifort, a intenção é atender a um nicho de mercado que está carente de soluções desse tipo. “Muitas prefeituras têm a necessidade de um equipamento como esse, que possa auxiliar a Guarda Municipal a manter a ordem e garantir a segurança da população”, explicou. O processo de transformação do veículo será feito em Franca, numa fábrica daTecVoz, onde são feitas todas as adaptações para os carros, que inclui marcenaria, serralheria e mastros. De acordo com Paulo Yonn, diretor da TecVoz, a escolha dos equipamentos que vão integrar os carros depende de cada cliente e situação. “Em termos de tecnologia, vamos equipar os carros com soluções completas que incluem câmeras e softwares de acordo com as necessidades de cada cliente. A ideia é fabricar algumas vans com esse modelo para vender ou locar os carros”, apontou.

Tecnologia de ponta Os dois empresários foram unânimes em dizer que o objetivo é equipar os veículos com o que há de melhor no mercado. Conforme lembraram, as vans terão montagens

modulares e diferenciadas. Entre as tecnologias que serão disponibilizadas nos veículos estão câmeras térmicas e IP, analíticos de vídeo, Day and Night, Leitura de Placa, 3G, 4G, Biometria e Reconhecimento Facial. “Não estamos presos a marcas e empresas. O que nos interessa é montar os carros com o que há de melhor, com tecnologia de ponta, levando em conta as características de cada localidade e necessidade dos clientes”, lembrou Bonilha. O otimismo dos executivos com o novo projeto tem como alicerce o histórico das duas empresas, já que as centenas de clientes que possuem servirão como base de dados para o novo negócio. “Pretendemos apresentar o nosso projeto aos clientes que já temos. Vamos levar para as cidades os modos de locação e venda de veículos. Isso vai depender do tipo de negócio de cada cliente”, conta ele. Entre os principais mercados para a nova empreitada estão prefeituras e órgãos governamentais que promovem eventos de todo porte em áreas como shows, exposições, feiras setoriais, além dos mais diversos eventos esportivos como futebol e automobilismo. De acordo com eles, ainda é preciso acertar detalhes em relação às montadoras – com a escolha da fabricante, o que deve ser concluído em breve. “A ideia é ter vários veículos para demonstrações e para locação do produto. As demonstrações dependerão da divulgação e da procura por esse tipo de serviço. São Paulo, por ser sede das nossas empresas, é a candidata potencial para iniciar esse trabalho”, finalizou. A TecVoz demonstrou ao vivo veículos desse tipo, adaptados pela empresa Perbianco – parceira do grupo. Na área da feira estava um furgão equipado com um completo sistema integrado de vigilância e monitoramento, com rádio comunicador, tecnologia 3G, GPS e Wi-Fi para transmissão de imagens. Na área externa, a TecVoz expôs o carro de Comando e Controle do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais. DS

Abese lança guia para o consumidor

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o evento, a ABESE juntamente com a FIESP lançou o 1° Guia de Orientação ao Consumidor, que tem como objetivo informar sobre a aquisição de sistemas eletrônicos e serviços de segurança para garantir a melhor compra. “O objetivo do Guia é auxiliar na defesa das boas práticas na fabricação, comercialização, instalação e manutenção dos sistemas eletrônicos de segurança”, explicou Selma. Outra novidade foi a adoção de um indicador, elaborado com base em estimativas entre as principais empresas dos setores de sistemas de alarmes, CFTV/videomonitoramento, controle

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e acesso, e detecção e combate a incêndio. Entre os dados levantados foram identificadas oportunidades muita altas de expansão principalmente nos setores residências, de lojas e condomínios, além do parque industrial brasileiro. “O mercado está em um momento em que a segurança eletrônica vislumbra a expectativa de obter maiores garantias de profissionalização e organização, com a aprovação do estatuto da segurança privada. Esse é o resultado de um trabalho árduo desenvolvido pela ABESE junto aos setores governamentais há mais de seis anos”, destacou a executiva. DS

Selma Migliori apresenta o 1° Guia de Orientação ao Consumidor durante a Exposec


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Evento CIAB FEBRABAN

Segurança sempre presente Nova edição do Ciab Febraban mostrou que o Brasil está cada vez mais preocupado em integrar sistemas de segurança eletrônica ao ambiente bancário, com o objetivo de proteger o cliente. Por Eduardo Boni

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Fotos Assunto Digital

mbiente crítico por natureza, os bancos sofrem com permanentes pressões sobre segurança dos clientes e dos valores manuseados dentro das agências. Isso ficou bastante claro na nova edição do Ciab Febraban, que aconteceu entre os dias 12 e 14 de junho no Expo Transamérica, em São Paulo. Pelo que se pôde apurar no evento, não apenas a segurança de dados se tornou alvo das preocupações, como também a segurança eletrônica, com seus equipamentos de última geração se fizeram presentes este ano com força maior do que no passado. A prova maior de que cada vez mais as empresas de segurança eletrônica vêm participando do evento foi a presença de companhias como Samsung Techwin e NICE Systems – em estandes próprios ou de parceiros no Ciab. Um dos destaques do estande da Samsung foi a SNV-6084R, uma câmera dome que pode operar eficazmente em ambientes mais exigentes, como as agências bancárias, que sejam passíveis de condições de manipulação ou ataque físico. Resistente a vandalismo, apresenta as funções mais avançadas da marca, com destaque para o WDR de 100dB que proporciona 30fps a 2 megapixels 1080p, LED IR incorporados criando imagens nítidas mesmo na escuridão de 0 lux, e lente varifocal motorizada que facilita o controle de foco. De acordo com Pedro Duarte, vice-presidente da Samsung Te-

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chwin para as Américas, a companhia possui de 65% a 70% do mercado bancário na América Latina, no qual é muito importante investir. “Temos, dentro do mesmo grupo, duas empresas importantes que fazem equipamentos de ponta em termos de videowalls e câmeras. Usar aquilo que cada uma tem de melhor é uma solução bastante interessante e abre bons caminhos comerciais”, afirmou. Outro destaque da Samsung foi o NVR SRN-1000 que oferece até 24 TB de capacidade interna para armazenamento de vídeo, com a possibilidade de adicionar mais 24 TB para armazenamento por meio de dois dispositivos eSATA externos. Um número ilimitado de SRN-1000s podem operar juntos, criando uma solução de gravação nos moldes de um servidor, controlados de maneira centralizada pelo software da Samsung. O equipamento tem diversos recursos internos, como entradas de alarme, gravação programada disparada por eventos, ação conforme o evento e reprodução simultânea de quatro canais que fazem dele uma solução de gravação requintada, mas de fácil manuseio. “O Samsung SRN- 1000 pode separar o tráfego de vídeo das câmeras do tráfego de reprodução e exibição sem precisar da complicada e cara integração de equipamentos de rede ou personalizada. Além de simplificar a instalação, esse recurso reduz os problemas associados ao uso da largura de banda, resultando em uma melhor integração de rede”, disse.


Evento ciab febraban

Videomonitoramento e muita tecnologia O executivo destacou que a empresa desenvolve uma série de produtos voltados para o setor bancário, como videomonitoramento de ATM. “No caso dos caixas eletrônicos existe o problema de luminosidade crítica. Durante o Ciab Febraban estamos mostrando as mais diversas câmeras e soluções voltadas para o mercado financeiro para as naus variadas situações de monitoramento”. Duarte lembrou que o setor bancário responde por 15% do comércio de soluções de segurança eletrônica da empresa. “Crescemos cerca de 300% na área bancária nos últimos dois anos. Esse crescimento tem a ver com a evolução econômica da América Latina, com a abertura de novas agências. Vale muito continuar a investir nesse setor com soluções costumizadas para esse mercado”. No que se refere a videomonitoramento, as novas câmeras de 2,4 MP gravam na velocidade de 60 fps com resolução de 2,4 megapixels; ampla faixa dinâmica (WDR) de 100dB; novo recurso “desembaçador”; gravação com nível de luz mínimo de até 0,1 lux; streaming de várias origens; região de interesse (ROI); reconhecimento facial; aprimoramento de P-Iris; codec duplo H.264 e MJPEG; e diversas análises de vídeo de eventos e inteligentes integradas. As câmeras com WiseNet III aceitam o sistema P-Iris, que complementa a função da íris quando existem diferentes condições de luz na mesma cena. O controle preciso da íris otimiza a resolução no centro e nos cantos da imagem e, combinado com o campo de profundidade aprimorado e a velocidade do obturador, torna as imagens nítidas em todo o quadro. O Simple Focus, tecnologia de foco automático da Samsung Techwin, permite que a câmera mova a posição do sensor de imagem das câmeras box; já na versão dome, a lente varifocal motorizada com controle remoto será responsável por esses ajustes. O foco também pode ser regulado a distância pela rede. Para facilitar o monitoramento, as câmeras podem ser acessadas por meio de navegadores populares como Google Chrome, Safari, Firefox e Internet Explorer. Duarte lembrou que existe um período de transição tecnológica pelo qual passam os bancos, com a substituição de equipamentos analógicos por IP. “Nesse período em que os dois sistemas terão de conviver, a Samsung está conseguindo vantagens nesse período de transição, com os nossos sistemas híbridos”., finalizou.

Segurança integrada A CIS, fabricante de soluções em captura de dados, participou do Ciab Febraban 2013 com novidades de segurança eletrônica e de dados para o mercado bancário. Entre as novidades que foram apresentadas destacaram-se o sistema de biometria FHS 100 - um leitor biométrico híbrido que tanto lê a impressão digital quanto a veia dos dedos. O FHS100 trata simultaneamente a digital e a veia dos dedos, por ter câmeras e lentes para leitura independentes, sem a necessidade de reposicionamento do dedo. A verificação/identificação da veia pode ser usada como um segundo fator de identificação, quando houver falha de leitura da impressão digital (contingência do sistema) ou para validação, eliminando, quase por completo, a possibilidade de reconhecimento falso. Além dele, a CIS demonstrou o sistema para meio de pagamento – o S300F, um pinpad de última geração com sensor biométrico de digitais incorporado. Esse equipamento,além de ter certificação PIV do FBI americano, tem tecnologia anti-fraude LFD – Live Finger Detection, que permite identificar as tentativas de fraude com “dedos de silicone”.

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A NICE Systems participou do evento demonstrando a solução Real Time Impact no estande da Cisco O equipamento apresenta também características como leitura de cartões NFC, tela colorida touch screen, além de sistema operacional LINUX e comunicação opcional Ethernet. O Crypto-reader é um leitor de cartão magnético para ser conectado no iPhone. O dispositivo é indicado para pagamentos com cartão de crédito. Os dados do cartão são criptografados dentro da cabeça magnética, proporcionando maior segurança.

Escaneamento de documentos A P3 Image, empresa especializada em soluções de segurança de dados, também mostrou soluções para o mercado bancário no evento. O destaque foi o pacote de serviços chamado P3SCANET, que integra a captura descentralizada de imagens no ambiente do cliente ao portal All Store. Conforme explica Marcelo Araújo, diretor comercial da empresa, o All Store é uma plataforma que engloba a gestão documental de ponta a ponta, reforçando a margem de segurança e otimizando o tempo dedicado a cada processo operacional. Indicado especialmente para instituições financeiras que lidam com contratos de Crédito Pessoal, Consignado ou Imobiliário, o equipamento permite digitalizar, no próprio ambiente de trabalho, documentos requeridos para dar andamento aos serviços que oferecem. “Essa solução é instalada dentro de um cliente para várias áreas, seja Recursos Humanos, Jurídica para a captura de documentos, com upload direto para o nosso portal All Store. Esta era uma necessidade muito comum no âmbito financeiro, de análise de crédito, por exemplo. Por isso, pensamos em algo que contemplasse toda a gestão documental, começando pela captura, que foi possível com o produto da KODAK”, ressalta Araújo.

ATM Móvel e gerador de neblina Além da parceria com a Axis Communications, a Prosegur demonstrou também uma ATM Móvel, que permite a instalação de caixas eletrônicos (infraestrutura e segurança) em locais onde não existe estrutura ou quando há necessidade de ampliar o serviço aos clientes. Segundo Sérgio França, Diretor de Negócios da Prosegur, a ATM móvel é uma solução perfeita para grandes eventos, feiras, festivais, shows e locais com grande concentração de pes-


Evento ciab febraban

as impressoras da linha Fargo, especialmente projetada para impressão de cartões financeiros, modelos de identificação, além de equipamentos como a FARGO DTC4000, que foi desenvolvida para migrar do nível de segurança inferior para o superior. “A DTC4000 oferece proteção por senha padrão para a impressora, bem como impressão com painel fluorescente para obter um aumento dinâmico e econômico da segurança dos cartões”, destaca Gassmann. Além dela, a FARGO DTC4500 também foi destaque, com recursos que permitem imprimir cartões de identificação com fotos brilhantes, textos, códigos de barra e assinaturas digitais. “Ela produz cartões de identificação de alta qualidade utilizando dois métodos diferentes de impressão: sublimação de tinta para imagens fotográficas precisas e com cores vívidas, e transfer térmico em resina para texto e códigos de barra em preto nítido que podem ser facilmente lidos por scanners de infravermelhos e de luz visível”, explicou. A HID também demonstrou a linha de leitores OMNIKEY, projetados para suportar todos os sistemas operacionais relevantes de todas as plataformas Windows para o Linux e Mac OS. Além de certificações para todos os padrões relevantes da indústria, incluindo PC / SC, WHQL, USB CCID, EMV 2000, e Common Criteria, garantindo a fácil integração em qualquer sistema. A Prosegur demonstrou, em parceria com a Axis, esta ATM móvel com sistemas de câmeras IP soas. “O festival Rock In Rio teve um sistema como esse, oferecendo ao público comodidade e segurança”, completa. No evento foi apresentado o caminhão modelo 915, desenvolvido para colaborar com o meio ambiente. O veículo emite 90% menos monóxido de carbono e é abastecido com óleo diesel, que contém menos enxofre e gera economia de combustível. Em termos de segurança, a grande novidade apresentada pela Prosegur foi o Gerador de Neblina, uma tecnologia de suprimento de segurança para as agências bancárias. A solução funciona de forma simples. A qualquer sinal de assalto ou invasão, o sistema é acionado através do sensor localizado na própria agência ou em uma central de monitoramento externa, gerando uma nuvem de vapor com aspecto de fumaça, que preenche completamente o local, reduzindo a visibilidade a menos de 30 centímetros. “Trata-se de algo revolucionário, que protege o ambiente em menos de trinta segundos. Não há como o suspeito se deslocar dentro do local, o que inibe totalmente a ação criminosa”, explica França.

Soluções de impressão e Banco Online A HID Global apresentou no evento todo seu portfólio para o mercado financeiro, incluindo a linha de impressoras FARGO para impressão e codificação de cartões e soluções para Online Banking, que garantem a autenticação de usuário simples e prevenção de fraudes para a proteção das transações de clientes e da base de instituições financeiras. De acordo com Gustavo Gassmann, diretor de vendas da HID Global no Brasil, este é um dos principais setores da empresa no Brasil e no mundo, no qual a HID se destaca por alternativas que melhoram o desempenho. “Esse setor represente mais de 20% dos negócios para o Brasil. O Ciab é um evento de grande importância para estarmos em contato direto com os tomadores de decisão, para demonstrar todas as vantagens competitivas dos produtos HID”, afirmou. Entre as soluções que a HID Global apresentou no evento estão

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ATMs protegidas Assim como nas outras edições do evento, a proteção e cuidado com as ATMs foi bastante debatida e demonstrada. Nesse contexto, o monitoramento digital ganha ainda mais força, com o uso de novos e modernos equipamentos. O objetivo é diminuir e prevenir os ataques e fraudes a que esse tipo de equipamento está exposto. Para atender a esta crescente demanda, a Axis Communications tem investido fortemente em relacionamento com esta vertical. Com sua experiência no setor em vários países, a empresa demonstrou, em parceria com a Prosegur, uma ATM antifraude. Para a participação conjunta foi instalada a câmera AXIS P1214, que possui tecnologia HDTV. O equipamento também oferece capacidade avançada de gerenciamento de eventos com recursos de vídeo inteligentes, como alarme contra violações, detecção de movimento e diversos outros. “Essas câmeras podem ajudar a identificar tentativas de fraudes utilizando cartões de terceiros. Basta que o banco tenha uma foto do verdadeiro cliente, que pode ser obtida num primeiro acesso, e cruzar essa imagem com aquela gravada no ato da transação, logo após o cartão ser inserido na máquina”, exemplifica o gerente de marketing da Axis, Marcelo Ponte. Caso a pessoa diante da câmera não seja a mesma da imagem, algumas ações podem ser tomadas, de acordo com a política do banco. Uma mensagem pode ser enviada para o celular do gerente, que passa a ver um vídeo em tempo real do que está acontecendo na agência. Ao mesmo tempo, um alerta poderá ser enviado para uma central de alarmes, para que analise a situação e tome decisões. Além disso, as portas da agência podem ser bloqueadas até a chagada da polícia.

Reconhecimento facial Outra possibilidade é aliar a câmera a um software de reconhecimento facial. Dessa forma será possível identificar se o dono do cartão está de fato diante do caixa eletrônico, mas acompanhado por outra pessoa – o que não deve jamais ocorrer. “Esse cenário pode indicar coação e as ações de segurança poderão


Evento ciab febraban

ser desencadeadas da mesma forma”, lembra ele. Complementando essa solução de câmera oculta num ATM, a agência bancária pode ter uma câmera no teto ou na parece que capte a movimentação em volta do caixa e identifique comportamentos suspeitos, através da inteligência embutida no equipamento. “O fato de uma mesma pessoa se deslocar várias vezes e por determinado tempo diante de um caixa eletrônico pode ser indício de comportamento suspeito e a câmera com alta qualidade de imagem pode gerar alertas a partir disso”, finaliza.

Biometria de voz e prevenção de fraude Com participações em estandes da Cisco e da Recognition, dois de seus parceiros comerciais no evento, a NICE Systems apresentou durante o CIAB as principais soluções focadas em autenticação (via Biometria de Voz) e prevenção de fraudes para instituições do segmento financeiro. No estande da Cisco a empresa demonstrou a solução de Real Time Impact (RTI), que fornece às centrais de atendimento insights extremamente importantes sobre as necessidades e desejos dos seus clientes, os problemas que enfrentam e como solucioná-los. O sistema de Otimização de Processos em Tempo Real da NICE transforma esses insights em um fluxo de trabalho operacional eficiente. “A solução de RTI interfere nas interações no momento em que estão acontecendo. Dessa forma, é possível orientar o agente sobre a atitude seguinte que deve tomar, além automatizar o processo. Com a ferramenta, os agentes podem oferecer atendimento eficiente, aumentar a retenção dos clientes e transformar as cha-

A Samsung Techwin levou diversos produtos com aplicação para o setor bancário, como a IPolis madas em oportunidades de venda”, explicou Thiago Siqueira, da NICE Systems. No estande da Recognition foi apresentada a solução de Real Time Authentication e Prevenção à Fraude. Ela prevê a autenticação através da biometria de voz dos clientes, a fim de evitar fraudes pelo contact center, ao verificar as chamadas de acordo com uma lista de alerta sobre fraudadores conhecidos. O sistema também ajuda os atendentes a lidar com interações de alto risco, fornecendo orientação em tempo real. No estande também foi apresentada uma solução de Gestão de Riscos e investigação de crimes financeiros, com a suíte de Gestão Integrada de Fraudes Actimize. Esse sistema oferece prevenção de fraudes em tempo real, centrada no cliente, e que dá apoio a um programa de gestão de fraudes que cobre toda a empresa. Com as soluções da unidade Actime da NICE Systems, as instituições obtêm uma visão abrangente de clientes e contas, que permite detectar e impedir fraudes, reduzir perdas financeiras, preservar a reputação da marca e proteger os clientes de forma efetiva. DS

Espaço Inovação: embrião de novos projetos

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romovido pela Febraban e o Instituto de Tecnologia de Software, o Espaço Inovação, mais uma vez, chamou a atenção do público, com soluções das mais diversas para o mercado financeiro. Ao todo, 24 empresas foram selecionadas para demonstrar equipamentos e softwares no evento, com o objetivo de gerar proteção aos clientes dos bancos. Uma das empresas participantes foi a Neki Technologies, que desenvolveu um sistema inteligente de bloqueio celular para agências bancárias e instituições financeiras.

A solução tem como objetivo diminuir os crimes conhecidos como “saidinha de banco”, no qual os clientes são assaltados ao sair na rua logo após sacar dinheiro no caixa eletrônico. O sistema é capaz de bloquear todas as faixas de frequências destinadas à telefonia celular no Brasil – Serviço Móvel Celular (SMC), inclusive o 4G e serviço móvel especializado (SME), impedindo qualquer comunicação de voz e mensagens de texto, em aparelho celular e radio. “É uma solução inovadora de bloqueio inteligente direcional com potência ajustável, que permite o bloqueio efeti-

vo do interior da agência bancária, sem afetar a área externa. As topologias de bloqueio aplicáveis são Bloqueio em Nuvem e Bloqueio Local, onde determinante é o gerenciamento automático que pode ser configurado no local ou remotamente. O gerenciamento de acionamento, histórico de eventos, alertas por e-mail é feito via rede TCP/ IP”, explica Endrigo Duarte, diretor da empresa. O executivo ressalta que a infraestrutura dos bloqueadores se adapta a cada tipo de agência bancária, pois são dissimulados no próprio ambiente e não ficam sujeitos a ataques. DS

Os estandes do Espaço Inovação mais uma vez mostraram soluções para melhorar o setor bancário

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Evento xperience Efficiency

Opções para um mundo sustentável Edição do Xperience Efficiency 2013 demonstra a linha de soluções da Schneider para diversos segmentos, incluindo segurança eletrônica, e celebra o consumo inteligente de energia Por Eduardo Boni

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ntre os dias 4 e 7 de junho, a Schneider Electric promoveu o Xperience Efficiency 2013, no WTC Events Center. O evento aconteceu em São Paulo e em outras sete cidades do mundo simultaneamente. O evento reuniu centenas de pessoas que tiveram a oportunidade de trocar experiências com especialistas do Brasil e do exterior, incluindo executivos ligados ao governo, setor privado e acadêmico. Durante três dias foram mais de 30 sessões, com conteúdos interativos, abordando as últimas tendências e tecnologias na gestão eficiente da energia. Além das palestras, um espaço foi montado para que a Schneider pudesse mostrar todas as suas soluções para um mundo

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sustentável, como o objetivo de suprir os desafios impostos pelo consumo eficiente de energia. Além dos produtos, parceiros da empresa como a Virada Sustentável também estiveram no Xperience Efficiency. Durante o encontro, a Virada Sustentável reproduziu uma cidade inteligente e demonstrou tecnologias desenvolvidas para aumentar a eficiência dos grandes centros. André Palhano, diretor da Virada Sustentável, também foi um dos palestrantes, com o tema “De que maneira a sustentabilidade pode ser inspiradora?” Durante a coletiva de imprensa, Rogério Zampronha, presidente da Schneider Electric no Brasil, destacou os feitos da empresa e lembrou a importância do consumo inteligente de energia.


Evento xperience Efficiency

“Presente em todas as nossas atividades, a energia tem impacto significativo na competitividade econômica e na inclusão social. Também contribui consideravelmente para a emissão de gases de efeito estufa, influencia na qualidade de vida dos cidadãos e, por ser um recurso limitado, impacta fortemente nos custos das cidades e das empresas. Para equilibrar essa equação, há hoje tecnologias que permitem gerenciar de forma mais eficaz o uso de energia, tornando-se a forma mais barata e rápida de reduzir o consumo e garantir o acesso a uma energia segura, ininterrupta e inteligente. Como especialista global na gestão de energia, a Schneider Electric ajuda nossas cidades e nossos clientes a enfrentar esses dilemas e a se tornar mais eficientes e sustentáveis”, afirmou. Além dele, Edgard Franco, vice-presidente da unidade de negócios Buildings da Schneider Electric Brasil, falou sobre o evento. “A ideia desse Xperience Efficiency é trazer os clientes para que eles entendam todas as possibilidades que a Schneider pode oferecer através de seus produtos. O foco é fazer com que eles se tornem mais eficientes a partir do combate ao desperdício”.

Schneider e seus cases de sucesso Entre os cases apresentados no evento estava o do Hospital Sírio Libanês, instituição para a qual a Schneider Electric fornece equipamentos para garantir a agilidade do atendimento. Isso inclui tanto o fornecimento de informações corretas para os médicos como o funcionamento dos equipamentos de segurança presentes no hospital como alarmes contra incêndio e câmeras, além de sistemas de refrigeração. “Nesse sentido, a TI entra como estratégia diferenciada nesse cenário. Ela traz ganhos diferenciais para as instituições que a aplicam, garantindo a eficiência no funcionamento dos equipamentos”, explicou Wellington Almeida Junior, da área de TI do hospital.

Rogério Zampronha, presidente da Schneider Electric no Brasil: gerenciar uso de energia de forma eficaz é a forma mais barata e rápida de reduzir o consumo Nessa estrutura também está conectado todo o sistema de segurança eletrônica da empresa, para monitoramento de público e de pacientes em UTI, com videomonitoramento dos 200 mil metros quadrados com mais de 1300 câmeras. “Trata-se de um local reconhecido pelo seu Centro de Oncologia, que recebe autoridades e celebridades, o que o torna alvo de muitas situações perigosas”, ressaltou. Ele lembrou que a Schneider auxiliou de forma decisiva no sis-

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Na coletiva de imprensa, a direção da Schneider Electric destacou o propósito de fornecer soluções sustentáveis tema de CFTV para assegurar melhor qualidade de imagem. “A Schneider nos ajudou muito no que diz respeito à qualidade de imagem. Por conta do tamanho do projeto, fizemos um estudo para definir o que desejávamos em termos de qualidade do CFTV e o que esperávamos desse sistema, com disponibilidade de imagens de qualidade”.

Videomonitoramento para Cidades Inteligentes Além do case do Hospital Sírio Libanês, a segurança eletrônica também esteve presente na palestra sobre Tendências de Sistemas de vídeo vigilância para Cidades Inteligentes, comandada por Luiz César Lemos, diretor comercial da Experti. Ele lembrou que é preciso mudar o conceito do videomonitoramento feito para grandes centros urbanos, já que hoje se analisa o vídeo como algo pontual. “Ele não é apenas segurança. Tem inteligência e gera informações que podem ser compartilhadas com várias entidades públicas como Polícia, Mobilidade Urbana e Meio Ambiente. Precisamos mudar o conceito dos projetos de Cidades Inteligentes, usando o videomonitoramento para fazer um sensoriamento da cidade através da imagem”, destacou. Para Lemos, o que acontece atualmente são projetos com infraestruturas estanques voltados para um único segmento. “O projeto deve ser pensado de forma inteligente e interativa. Percebemos que falta comunicação para montar um projeto que atenda a todos os meios envolvidos. Os novos projetos devem ser multissetoriais e multiníveis. Dessa forma é preciso ter Polícia Militar falando com a Defesa Civil, conversando com a Política de Transporte. Todos vão usar a mesma infraestrutura, por isso é preciso que o sistema atenda a eles de forma eficiente”, acredita. O integrador lembrou que as tecnologias que a Schneider tem possibilitam o sensoriamento da cidade e armazenam grandes volumes de dados. “Temos a informação em tempo real e também a armazenada. Aquelas em tempo real vão para os órgãos de monitoramento e as armazenadas vão para os pesquisadores que pensam a cidade. É preciso usar essas imagens como fonte de informação para melhorar a segurança nas cidades”, finalizou. No último dia do evento, o diretor da WDC Networks, Vanderlei Rigatieri, fez uma palestra falando sobre o tema Segurança como Estratégia para Negócios, fazendo um panorama da segurança eletrônica no país. DS


Evento vp group

Segurança hospitalar em pauta Security VP Group promove a 1ª Conferência Digital Security, com foco na aplicação de segurança eletrônica em hospitais

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om o objetivo de falar sobre as novidades tecnológicas do setor hospitalar, a VP Group Comunicação Integrada, empresa que publica a Revista Digital Security, vai promover a 1ª Conferência Digital Security, no dia 30 de julho, em São Paulo. De acordo com o CEO da VP Group, Victor Hugo Piiroja, o segmento Hospitalar representa um grande desafio para os profissionais de segurança eletrônica. “Esse mercado requer e consome, a cada dia, mais tecnologia para garantir que pacientes e visitantes tenham toda a tranquilidade durante o período em que permanecerem no hospital. Trata-se de um segmento de enorme potencial para as companhias de segurança eletrônica”, afirmou. No evento, diretores de hospitais, gestores, gerentes de TI e profissionais de segurança eletrônica para hospitais terão a oportunidade de assistir a palestras de grandes players do mercado como Tyco, Sony, Vault, Newello com TecVoz, a distribuidora de valor Alca, Vivotek, Digifort e Net Solutions. Neste primeiro evento promovido pela revista Digital Security serão apresentados temas como uso de câmeras de segurança, controle de acesso e o uso de RFID no segmento hospitalar. O evento acontecerá das 9h30 as 17h00, no Hotel Mercure São Paulo Jardins, que fica na Alameda Itu, 1151. DS

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Evento Certificado Vivotek e ISS

Em busca de novos negócios Workshop da ISTC com os parceiros Vivotek e ISS fortalece e agrega valor ao trabalho do grupo Por Eduardo Boni

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distribuidora ISTC promoveu, em junho, um workshop com as empresas Vivotek e ISS, parceiros comerciais que chegam para agregar mais valor ao trabalho do grupo. Pela Vivotek, os destaques foram as Câmeras IP. Na linha de câmeras IP, a Vivotek destacou a linha Supreme, desenvolvido com a nova tecnologia da empresa e voltado para projetos profissionais de vigilância. Entre os produtos destacados no evento estavam os modelos FE 8171V, FE 8172 e o FE 8172V, todas eles câmeras de 3 a 5 megapixels, com o recurso Fisheye, Visão de 360° Surround ou 180° Panorama. Os modelos contam com microfones incorporados e função Day Night, além de codec triplo de reprodução H.264, MPEG-4 e MJPEG. Os modelos FE8171V e FE8172V são antivandalismo, com housing para proteção IP 66. Durante o evento, Maico Chiang, gerente regional de vendas da Vivotek, destacou também os tipos de montagem que podem ser feitos com esses equipamentos, como instalação de teto, instalação de parede ou instalação de piso. Além da linha Supreme, a Vivotek demonstrou os produtos V Series, desenvolvido para projetos gerais de segurança. Entre as câmeras destacadas estavam IP8172/72P, IP8372 e FD8372. Esses modelos contam com sensor CMOS de 5 megapixel, imagem Full HD de 2M, lente P-Iris, função Dia/Noite e IR com potência de iluminação de 30 e 20 metros. A Vivotek aproveitou para mostrar também os modelos de 1megapixel, com destaque para oIP8335H, FD8135H e FD8335H. Os mo-

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delos possuem Lente Varifocal de 3 a 9 mm, o recurso WDR Pro, função Dia e Noite, codec triplo H.264, MPEG-4 e MJPEG, além de sensor IR com capacidade de 15 e 20 metros. A mini-Box IP 8152, com sensor de 1,3 megapixels, é um modelo compacto com todas as funções de uma câmera avançada, como recurso Dia e Noite, codec duplo e visibilidade noturna, além de áudio em duas vias. Em sua palestra, Chiang apresentou um resumo dos modelos comerciais, representados pelas câmeras da série C, voltadas especificamente para pequenos e médios comércios, varejo, residências e o setor educacional. Além dessa linha de câmeras, também foram mostrados no evento os modelos Cubo Panorâmico, os NVRs da Série C, com 16 canais e 4 Baias de Disco Duro Hot-Swap, com 12TB e sistema VAST incorporado.

Soluções inovadoras O executivo também aproveitou o evento para ressaltar as tecnologias envolvidas na base de produtos da Vivotek, como o Foco Remoto, que garante controle remoto da distância focal e ajuste preciso do foco da câmera, além de definição da região de interesse e zoom digital para ajustes precisos. A função WDR da câmera oferece imagens claras em lugares com alto contraste de luz. Através do WDR Enhanced e o WDR Pro é possível ajustar a curva de cor para escurecer a parte brilhante e iluminar a parte escura da imagem.


Evento Certificado Vivotek e ISS

Softwares para o mercado Outro parceiro da ISTC que participou do encontro foi a ISS, representada pelo diretor da empresa no Brasil, Alexandre Nastro. O executivo destacou os produtos ligados ao software de gerenciamento de vídeo ISS SecurOS, com todos os módulos que oferecem para atender desde projetos simples, como o SecurOS Xpress, em que são monitoradas até 64 câmeras, passando pelo SecurOS Professional, onde são monitoradas até 160 câmeras em rede, até os mais complexos onde o número de câmeras monitoradas pode ser ilimitado. “Procurei focar em vários públicos, por isso mostrei os módulos que oferecemos. Além disso, destaquei funções específicas como o Video Inspector Xpress e Professional”, explicou Nastro. Nastro mostrou o conceito SecurOS Tudo em Um: Arquitetura Modular de Vídeo Inteligente , onde o sistema pode oferecer soluções para os mais diversificados mercados no que diz respeito a controle de acesso, sistemas de incêndio e automação de edifícios. “Em todos eles é possível integrar sistemas de captura e reconhecimento facial, reconhecimento de placas de veículos e containers, fornecer características básicas de reconhecimento de trânsito e rastreamento de objetos e pessoas e segurança de ponto de venda. Também é possível fazer monitoramento de tráfego e identificar objetos abandonados”, ressaltou. Para finalizar sua apresentação, o executivo demonstrou o SecurOS – Scripting, em que é possível integrar diversos módulos em uma única solução, como LPR, em que a placa é identificada e está cadastrada no banco de dados, o Face, no qual a câmera dome

Alexandre Nastro, da ISS Brasil, falou sobre o ISS SecurOS e o conceito SecurOS Tudo em Um PTZ se move para o veículo, captura a face da pessoa e compara com os registros no banco de dados e o Cargo, que verifica e encontra o container no banco de dados. “Também é possível integrar ao sistema os módulos Event Reaction, no qual a cancela se abre automaticamente e o veículo é guiado até o local de desembarque, e o Event Follow up, no qual o object tracking segue o veículo e detecta movimentos inesperados como sentido proibido, pessoa abandonando o veículo e itens perdidos”. DS

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contato@policom.com.br • www.grupopolicom.com.br 37 “Grupo Policom”, “Cabling News” e “GERP” são marcas registradas da Policom Cabos e Conectores Ltda. Paris Cabos é uma marca registrada da Paris Cabos Comercial Ltda. Todos os direitos reservados. Produzido em julho de 2013.

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Entrevista MARCOS HONDA

RFID com marca brasileira Os sistemas de RFID estão cada vez mais presentes no mercado de segurança eletrônica. Além disso, seu uso vem sendo ampliado para diversos segmentos como o bancário e hospitalar – só para ficar em dois exemplos. Nesta entrevista à Revista Digital Security, Marcos Honda, diretor da ACURA Global, fala sobre as novidades desse mercado no Brasil, as vantagens de se utilizar esse sistema e do conceito Made in Korea, criado pelo grupo para vincular os produtos da ACURA ao de outros gigantes tecnológicos vindos daquele país.

Por Eduardo Boni

Digital Security: Quais as áreas de atuação da ACURA Global dentro do mercado de segurança eletrônica? Marcos Honda: A ACURA atua como fabricante e distribuidor de alto valor agregado de equipamentos, Softwares e aessórios para controle de acesso de pessoas e de veículos e controle de ponto, notadamente leitoras, antenas e tags de RFID, além de terminais e módulos de Biometria.Temos mais de 600 revendas ativas em todo o país, além de grandes fabricantes de sistemas de segurança. Digital Security: Quais são os modelos de negócios da companhia para o segmento RFID e Biometria? Marcos Honda: Buscamos maximizar o potencial da utilização da RFID e da Biometria, aproveitando a sinergia existente entre elas para uso no setor de controle de acesso. Concentramos negócios sempre nos canais, e isso faz todo o sentido em um país de dimensões continentais como o nosso. A disseminação de nossos produtos e soluções de RFID e Biometria depende fundamentalmente de treinamento contínuo de nossos revendedores e integradores de sistemas. Digital Security: Quais as vantagens do sistema

RFID para a segurança eletrônica? Marcos Honda: Podemos resumir em duas grandes vantagens. A

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primeira é o enorme potencial em termos de segurança intrínseca, no uso de chips de RFID (Identificação por Rádiofrequência) sobre os sistemas baseados em tecnologias legadas, como o código de barras ou por tarja magnética. Embora não seja impossível, é pouco provável a falsificação de cartões RFID para uso em sistemas de controle de acesso. O uso da RFID na identificação de veículos, que vem se espalhando com grande velocidade nos grandes centros urbanos do país, também melhorou muito a segurança no acesso a condomínios residenciais e comerciais, escolas, aeroportos etc. A segunda vantagem a ser destacada é o conforto proporcionado pelo RFID. No caso de crachás em sistemas de controle de acesso, essa tecnologia permite a identificação sem contato físico, através de ondas de radiofrequência,resultando em grandes benefícios ao usuário. O uso em veículos oferece grandes vantagens já que o automóvel pode ser identificado ainda em movimento e de forma automática, com tags RFID normalmente instalados internamente nos para-brisas, muito semelhante aos sistemas eletrônicos usados em pedágios. Digital Security: Fale sobre o conceito criado

pela ACURA e batizado de Made in Korea. Marcos Honda: A Coréia é hoje reconhecida pela excelência na educação e inovação, além de qualidade, design e desempenho. Empresas como Samsung, LG, Hyundai, Kia, para citar as mais renomadas, vêm dominando o cenário


Entrevista MARCOS HONDA

mundial em seus segmentos de atuação. A VIRDI do Brasil é uma Joint Venture da ACURA Global e da VIRDI, maior empresa de Biometria da Coréia do Sul e uma das maiores do mundo. O conceito Made in Korea faz parte de nossa estratégia de marketing para vincular nossos produtos de Biometria a excelência cultivada pelos pares coreanos. Digital Security: Qual o principal produto da

VIRDI/ACURA Global no Brasil? Marcos Honda: Da VIRDI, é sem dúvida alguma o revolucionário terminal biométrico AC-F100, com design e acabamentos primorosos e, sobretudo, sistema altamente inovador ao trabalhar com tecnologia WiFi e ser operado por um smartphone ou um tablet. Da ACURA Global, o sistema AUTOD ID Criptografado, que acrescenta segurança adicional na identificação automática de veículos. Digital Security: Como foi feita a joint-ventu-

re entre a ACURA e a Virdi para a linha de produtos de biometria? Marcos Honda: Essa parceria foi celebrada em 2009 e teve 2013-04_anuncio_digi_securi_mundial_takex_22,7x15,5cm.ai

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26/04/13

foco no fornecimento de módulos OEM e terminais de biometria diretamente da Coréia do Sul, e, num segundo momento, a montagem em SKD destes dispositivos no país, que deverá ser iniciada ainda este ano. Digital Security: Quais os principais distribuidores da ACURA Global? Marcos Honda: Dimep, Telemática, Trix, IDDATA, RW, Trielo, Digicon, Vault, Maxtel, ASP, Task, Sigis, Nepos, WPS. Temos ainda muitos outros aos quais, certamente, devemos boa parte de nosso sucesso e reconhecimento. Digital Security: De que forma os distribuidores trabalham a marca? Marcos Honda: De forma distinta, uma vez que os grandes fabricantes de equipamentos de controle de acesso e de ponto preferem usar suas próprias marcas, o que faz todo o sentido, usando nossos produtos em regime de OEM. Outros adotam nossas diversas marcas como forma de consolidar suas soluções de controle de acesso e controle de ponto. A divulgação está mais concentrada nos web sites, além de mídias sociais e feiras de negócios, e hoje, em menor escala em mídias impressas.

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Entrevista MARCOS HONDA

Digital Security: A falta de mão de obra espe-

cializada em segurança é uma realidade. No segmento de RFID essa escassez também existe? Como a empresa trabalha para manter integradores atualizados sobre o sistema? Marcos Honda: Obviamente não estamos imunes à escassez de mão de obra especializada. Provemos treinamentos regulares in company e em nosso auditório, mas temos usado também, com grande sucesso, os webinars, treinamentos à distância com o uso de ferramentas de web conferência. Digital Security: Como você avalia a participação

da ACURA Global em eventos de segurança eletrônica? Marcos Honda: Continua sendo muito importante e temos participado anualmente dos principais eventos de segurança do país. Temos como principal objetivo em nossas participações, prestigiar nossos parceiros de negócios, aproveitando esses eventos para estreitar nossos relacionamentos, sem esquecer, no entanto, a divulgação em primeira mão de novos lançamentos, sempre destaques em feiras do segmento.

As dificuldades existem, mas elas trazem muitas oportunidades. O Brasil tem uma população ávida por consumir tecnologia e demandar cada vez mais conforto e segurança.

Digital Security: O segmento médico parece ser um dos grandes mercados para o RFID. Em sua opinião, como esse setor está sendo trabalhado no Brasil? Marcos Honda: Acredito que esse setor vem obtendo destaque crescente nos últimos anos. O uso da RFID no segmento de saúde tem vasta aplicação. Dentre os principais, podemos destacar o controle para garantir a presença de médicos e funcionários da saúde em hospitais públicos, coibindo fraudes, controle de ativos hospitalares, normalmente equipamentos de alto valor. Além disso, o RFID é muito usado no controle de bebês em maternidades, gerenciamento de medicamentos na rede pública e privada e na autenticação de drogas originais, com o uso de etiquetas RFID, que atestam a sua procedência lícita. Digital Security: Quais as principais conquistas

da ACURA Global? Marcos Honda: A ACURA tem pautado sua atuação na inovação constante e no pioneirismo. Introduzimos o conceito de Smart Label, o sistema de controle de acesso automático de veículos com a RFID, a tecnologia Mifare, mais conhecida como meio de pagamento eletrônico, no uso em sistemas de controle de acesso e a tecnologia dual, que incorpora dupla tecnologia em um mesmo cartão de crachá, dentre várias outras. Digital Security: Em termos de desenvolvimento e aplicação do RFID, como o Brasil está posicionado em relação a outros países? Marcos Honda: O Brasil está muito bem no segmento de RFID, embora sua adoção seja desigual nas várias regiões do país. O uso de RFID em sistemas de controle de acesso está amplamente disseminado nas grandes cidades do país, como pode ser observado em qualquer edifício comercial e universidades, entre outros. Da mesma forma, o uso para controle de acesso veicular e aplicação em sistemas anti furtos já é lugar comum. Temos no país, também, uma fábrica de semicondutores já produzindo chips de RFID e desenvolvemos um padrão próprio para o sistema de pedágio e controle nacional de veículos, o Siniav. Posso dizer com segurança que o Brasil está muito à frente de seus pares da América Latina e muito próximo dos EUA em alguns setores. Digital Security: O segmento de RFID já pode ser considerado uma realidade no Brasil? Marcos Honda: Pode, e não apenas em sistemas de controle de acesso. Ele está presente, sobretudo, no uso de transporte público, automação industrial, identificação animal, mineração, logística, transporte, varejo, enfim, praticamente todos os setores da economia do país.

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Entrevista MARCOS HONDA

O setor médico é um dos maiores consumidores da tecnologia RFID. Esse sistema está presente em todas as áreas dos grandes hospitais e funciona para assegurar a presença dos profissionais da saúde, coibir furtos e proteger equipamentos de alto valor.

Digital Security: Como funciona a legislação para esse setor? As instituições brasileiras estão preparadas para ele? Marcos Honda: Adotamos padrões mundiais. No âmbito da

controle de acesso. Empresas estatais como os Correios, a Petrobrás e Metrô de São Paulo são exemplos notórios, que dão uma ideia do grau de disseminação desta tecnologia no país.

legislação de radiofusão, a Anatel, por exemplo, tem capítulos já dedicados a certificação de equipamentos de RFID. Nossos laboratórios e órgãos certificadores estão devidamente equipados e ativos para o desafio da massificação da RFID no país.

Digital Security: Em termos de segurança eletrônica, em que setores o Brasil ainda precisa evoluir? Marcos Honda: Certamente na adoção da RFID em sistemas

Digital Security: Como é a atuação da ACURA Global no mercado externo, sobretudo na América Latina? Marcos Honda: Temos filiais nos EUA e Chile e uma Joint

de vigilância eletrônica antifurto, os chamados EAS. Também precimos crescer e disseminar a tecnologia em centros urbanos de menor porte e nos rincões do país. Isso deve acontecer e se acentuar na medida em queo crescimento do país se espalhar por outras regiões fora do eixo Rio - São Paulo.

Venture na Argentina. Olhamos com carinho os países com melhor desempenho de nossa região, como Chile, Colômbia, Peru e México, que têm potencial para adoção em larga escala de nossos produtos e soluções.

Digital Security: Como está o planejamento da ACURA Global para o restante do ano de 2013? Marcos Honda: Estamos bastante otimistas para o segundo

Digital Security: Qual é a próxima aplicação tec-

nológica do RFID em que a ACURA está trabalhando? Marcos Honda: Temos aprimorado em muito a segurança de nossos produtos, com a adoção de criptografia em vários níveis. Entretanto, o destaque está mesmo no Brasil ID, sistema a ser adotado em âmbito nacional por todas as esferas governamentais e participação privada. Esse sistema vai atuar de forma a reduzir drasticamente a evasão de impostos, através do controle das cargas movimentadas por todo o país por meio de chips. Digital Security: Dentro do setor governamen-

tal, como é o consumo de tecnologia RFID? Marcos Honda: Muito alto, com o sistema Artesp em São Paulo e Siniav em todo o país para uso em veículos. Além disso, não podemos esquecer o fato de várias repartições públicas utilizaram a tecnologia RFID há alguns anos, nos sistemas de

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semestre, que na verdade já começou forte em termos de faturamento e novas oportunidades. Estamos consolidando o desenvolvimento de novos produtos e buscando ampliar nosso quadro de colaboradores para não desperdiçar as oportunidades de negócios. Digital Security: Em sua opinião, quais as principais qualidades do mercado brasileiro? Marcos Honda: No Brasil não temos um grande legado de tecnologias ultrapassadas e costumamos pular etapas. Um exemplo é a adoção de tecnologias de ponta, muitas vezes antes dos EUA. Eles têm uma realidade oposta, com muitas tecnologias legadas, e que precisam de um bom tempo para ser substituídas. As dificuldades existem, mas, elas trazem muitas oportunidades. O Brasil tem uma população ávida por consumir tecnologia e demandar cada vez mais conforto e segurança. Esse é o nosso mercado. DS


Case Study Arena Independência

Aprovado com louvor Sistema de videomonitoramento da Arena Independência, em Minas Gerais, garante segurança para atletas durante os treinos na Copa das Confederações realizada no Brasil Por Eduardo Boni

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Fotos Mayara Gouvea

scolhido para ser o local oficial para o treinamento das seleções de futebol durante a Copa das Confederações FIFA 2013, a Arena Independência, em Minas Gerais, celebrou também a inauguração de um novo sistema de videomonitoramento, com uma parceria entre a empresa sueca Axis Communications e a brasileira Digifort. Com a nova estrutura, o estádio e todo o seu entorno passaram a ser monitorados por câmeras da Axis, com o gerenciamento de imagens feito pelo software Digifort. Realizado pela Secretaria de Defesa Social de Minas Gerais, o projeto atual conta com câmeras Axis, além de uma central de monitoramento digital de imagens, que fica na sede do 16º

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Batalhão da Polícia Militar de Belo Horizonte. De lá, agentes treinados podem fazer todo o monitoramento de incidentes à distância e acionar em tempo real os policiais que estejam próximos ou no entorno do estádio. O projeto foi realizado em parceria com a integradora local Experti e disponibilizou as primeiras câmeras HD a serviço da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG). Outras câmeras de monitoramento foram instaladas no Estado de Minas Gerais em 2004, e desde então novos conjuntos de câmeras foram acrescentados ao sistema para ampliar a área de cobertura. “O foco da nossa empresa está nas cidades e os projetos de videomonitoramento nesse setor estão bastante aquecidos este


Case Study Arena Independência

Na inauguração do Arena independência, autoridades do Estado visitaram todo o complexo esportivo ano, porque as estatísticas comprovam a eficácia dos sistemas de monitoramento no combate à violência”, explica Luiz César Lemos, diretor comercial da Experti. O projeto até agora possui 18 câmeras modelo Q6034-E, responsáveis pelo monitoramento urbano. As imagens, com qualidade HDTV 720p, são recebidas em tempo real na central de monitoramento da Polícia Militar do Estado. As câmeras podem mover-se automaticamente para uma posição determinada com a detecção de movimento em uma área predefinida e rastrear o objeto detectado. Além disso, permite fácil configuração de uma ronda automática usando um joystick para gravar os movimentos de pan/tilt/zoom do operador e o tempo em cada ponto de interesse. “Ao adotar câmeras com esse nível de qualidade, a Polícia Militar passa a dispor de mais informações visuais para identificar suspeitos e atuar de forma preventiva em ações de inteligência”, afirma Alexandre Mori, gerente nacional de vendas da Axis Communications. “Essa maior capacidade de visualização, com zoom óptico de 18x e zoom digital de 12x, garante à população uma ferramenta de alta qualidade para inibir crimes e reduzir a violência”, completa. Para Carlos Bonilha, diretor executivo da Digifort, tão importante quanto o nível do projeto e os equipamentos utilizados, é o legado que um centro esportivo dessas dimensões deixará para a cidade. “Colocamos neste projeto o que existe de melhor em monitoramento IP, captação e armazenamento digital de imagens. Junto com a Experti e a Axis, o software da Digifort preparou as proximidades do estádio para ser um dos locais mais bem vigiados do Brasil. O complexo é um ponto oficial de apoio e treinamento para a Copa das Confederações 2013 e Copa do Mundo FIFA 2014. Com este projeto estamos deixando um legado de muito valor para o esporte em Minas Gerais”, afirmou o diretor executivo do Digifort.

O diretor comercial da Experti, Luiz César Lemos, lembra que as necessidades neste projeto eram atender à demanda da Copa 2014, já que este será um dos estádios que sediarão a competição no próximo ano. “Obviamente que, passada a Copa do Mundo, a Arena Independência ficará como legado para a população local. Por isso, o projeto foi pensado para incluir as melhores tecnologias de videomonitoramento existentes”, afirmou. O governo do Estado optou pela instalação de sistemas tecnológicos como câmeras HD, que trabalham em conjunto com o sistema de gerenciamento de imagens Digifort Enterprise. Além disso, o projeto conta com servidores, storages e workstations e no-breaks. As câmeras estão posicionadas em todo o entorno da Arena Independência, abrangendo os bairros de Santa Tereza, Sagrada Família e Floresta. Para o monitoramento nas ruas foram escolhidos os modelos da Intelbras. Outras câmeras ficam na área interna do 16º Batalhão da Polícia Militar de Minas Gerais. “As câmeras de rua foram as primeiras a ser instaladas pela Polícia Militar local em seus projetos de videomonitoramento urbano. A qualidade das cores e a nitidez das imagens captadas, mesmo durante a noite, são muito boas”, ressalta Lemos. O integrador lembra também que tudo é controlado pela Polícia Militar e há restrições em relação ao monitoramento das imagens. “Qualquer imagem só pode ser gravada com autorização do comando do batalhão e, por isso, as salas de monitoramento e equipamentos são vigiadas por câmeras o tempo todo”.

Centro de Controle Para receber as imagens captadas por todas as câmeras instaladas no estádio e no entorno, foi montado uma completa Central de Controle dentro do 16º Batalhão da Polícia Militar, que fica nas imediações da Arena Independência. Além disso, as imagens geradas tanto nas ruas quanto no interior da Arena,

O projeto Assim como todas as outras arenas que estão sendo construídas para a Copa do Mundo do Brasil, esse local inspirou diversos cuidados em termos de projeto e tecnologias envolvidas.

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Para controlar as câmeras Axis dispostas no estádio e no entorno foi escolhido o software Digifort Enterprise, que possibilita rodar o sistema em redundância


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Case Study Arena Independência

As obras do novo sistema de segurança e videomonitoramento aconteceram entre setembro de 2012 e maio de 2013

são enviadas também para o novo Centro Integrado de Comando e Controle da Secretaria de Defesa Social, que está situado, temporariamente, na Cidade Administrativa. O engenheiro conta que as imagens chegam ao CCO através de uma rede de fibras ópticas dedicadas e que todo o projeto de instalação das fibras foi feito pelo método não-destrutivo, com pouquíssimo impacto à comunidade. O Centro de Controle Operacional montado pelo governo mineiro é bastante completo e conta com seis postos de monitoramento com Estações Dell que rodam o software Digifort Enterprise, além de dois servidores Dell R710, dois Storages Dell PowerVault M3200 e um no-break Protec MPS 20.000. Conforme lembra Lemos, o software escolhido para a operação na Arena Independência permite diversas funcionalidades

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importantes quando se trata de monitorar multidões, como reconhecimento facial, contagem de pessoas, leitura de placas, controle de acesso e central de alarmes. “Escolhemos o Digifort Enterprise porque queríamos um produto que nos permitisse rodar o sistema em redundância. Além dele, o Centro de Controle Operacional conta também com monitores Samsung LED UN558000 para os operadores, além de outros três telões de 55 polegadas”, conta. Todo esse projeto foi realizado com entre setembro de 2012 e maio de 2013. Apesar do tempo curto para a execução da obra, tudo saiu de acordo com o esperado, conforme lembra o engenheiro. “Nosso maior problema para atender a esse prazo foram as liberações de licenças junto à prefeitura, mas tudo saiu conforme planejado”, finaliza. DS


Case Study arena independência

Sistema Olho Vivo: segurança no entorno da Arena Independência

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om investimentos de R$ 31 milhões, 18 municípios mineiros receberão 504 novas câmeras do Olho Vivo já no segundo semestre deste ano. Das cidades contempladas, 16 receberão os equipamentos pela primeira vez e duas terão o número de câmeras ampliadas. Os municípios que receberão as câmeras pela primeira vez são Contagem, Juiz de Fora, Ribeirão das Neves, Betim, Divinópolis, Patos de Minas, Teófilo Otoni, Janaúba, Passos, Paracatu, Unaí, Nova Lima, Ituiutaba, Araguari, Pouso Alegre e Uberaba. Já Uberlândia e Montes Claros terão ampliados o número de câmeras. Contando com as câmeras instaladas em Belo Horizonte, os investimentos totalizam R$ 50 milhões somente este ano. O sistema de videomonitoramento da Arena Independência foi inaugurado em 13 de junho, poucos dias antes do início da Copa das Confederações. Ao todo, foram investidos no projeto mais de R$ 2 milhões na compra e instalação das câmeras e na criação da Central de Monitoramento, que funciona em uma sala no 16º Batalhão da Polícia Militar, no Bairro Santa Tereza. A inauguração do sistema de videomonitoramento nas imediações do estádio foi coordenada pela Secretaria de Estado de Defesa Social e pela Polícia Militar de Minas Gerais. A implementação faz parte do projeto de segurança para a Copa do Mundo de 2014, realizado pelo governo de Minas. Esse trabalho integra diversas

instituições, entre elas a Secretaria de Estado Extraordinária para a Copa do Mundo. Com a instalação desses equipamentos, Belo Horizonte passará a contar com 214 câmeras somente do Olho Vivo, o que representa um aumento de cerca de 35% em relação ao início do ano, quando o número era 160. Segundo o secretário de Estado de Defesa Social, Rômulo Ferraz, todos os esforços feitos de canalização de investimentos, reforço de efetivos e capacitação de servidores terão impacto positivo não só durante a Copa das Confederações e Copa do Mundo, mas na sociedade como um todo, mesmo depois desses eventos. “O foco das câmeras é a redução dos furtos e roubo. Indicadores mostram uma redução de cerca de 30% dos índices de criminalidade nas áreas em que o videomonitoramento já foi instalado”, ressalta. O comandante geral da Polícia Militar de Minas Gerais, coronel Márcio Martins Sant’Ana, explica que o equipamento também vai ajudar a monitorar ação de flanelinhas, cambistas e confrontos entre torcedores nos dias de jogos. “Com esse aporte da tecnologia, a prestação de serviço da Polícia Militar só tem a melhorar ainda mais”, destaca. Ele ainda esclarece que, caso algum movimento suspeito seja detectado nas imagens, a viatura mais próxima ao local será acionada via rádio, agilizando o atendimento. O secretário de Estado Extraordinário para a Copa do Mundo, Tiago

Detalhe da fachada do Arena Independência

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Lacerda, também enfatizou a importância dos investimentos. “Esse é um grande exemplo do legado que eventos como a Copa deixam para a população, sobretudo na área de segurança pública”.

Integração total O sistema de videomonitoramento inaugurado nas imediações da Arena Independência será supervisionado pela Polícia Militar e operado por civis contratadas por meio de processo seletivo. As imagens captadas pelas câmeras são monitoradas pelo 16º Batalhão e centralizadas no Centro Integrado de Comando e Controle Regional de Minas Gerais também conhecido como Sala de Situação e Gerenciamento de Crises e Grandes Eventos, localizado na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte. Como o centro concentra diversos órgãos municipais, estaduais e federais – entre eles o Corpo de Bombeiros, a Polícia Civil, a Polícia Militar, a Polícia Federal, a BHTrans, o Samu e a Guarda Municipal –, as providências em quaisquer situações emergenciais que surgirem poderão ser tomadas de forma eficaz e integrada. DS

A inauguração do sistema Olho Vivo, que promove o monitoramento urbano nas cidades mineiras, teve a participação de várias autoridades locais, como o secretário de Estado de Defesa Social, Rômulo Ferraz


Case Study TYCO YALE

Unificado e seguro Hospital de Yale-New Haven, nos Estados Unidos, centraliza o monitoramento das diversas unidades com soluções de segurança da Tyco Security Products Por redação

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Yale-New Haven Hospital (YNHH), um dos maiores hospitais nos Estados Unidos, fez um profundo estudo que resultou na revisão e centralização de seus sistemas de segurança em 12 instalações. A unificação dos sistemas foi realizada com soluções de segurança da Tyco Security Products, incluindo o software de controle de acesso C-CURE da Software House e o sistema de gestão de vídeo victor da American Dynamics. O Yale-New Haven Hospital é uma instituição marcada pelo histórico de pioneirismo tecnológico nos Estados Unidos. Foi lá que se implementou, em 1896, os primeiros raios-X nos Estado Unidos, e também o primeiro a utilizar a quimioterapia para tratar o câncer em 1942. Em 1949, mais um passo á frente dos concorrentes: o hospital desenvolvia a primeira bomba de coração artificial do mundo. Atualmente, no hospital de Yale-New Haven Hospital, há 1500 camas para cuidados terciários com especialidades de renome internacional em pediatria, tratamento de cân-

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cer e psiquiatria. Os avanços tecnológicos, portanto, fazem parte de suas políticas. Por isso, o Yale-New Haven Hospital funciona como hospital de ensino para a Escola de Medicina de Yale e também como instalação principal do Sistema Único de Saúde de Yale New Haven, o maior sistema de saúde do estado de Connecticut.

Desafios do presente O sistema de saúde do YNHH ocupa prédios com mais de 150 anos de história, e por isso, a ampla gama de tecnologias utilizadas nestas instalações varia em tamanho e idade. Isso representa um grande desafio para realizar a integração da segurança eletrônica. O Yale-New Haven Hospital administra mais de 12 instalações, incluindo o antigo Hospital de Saint Raphael, um escritório de gestão de TI, um centro Ambulatório de Cuidados Clínicos em North Haven, e outros oito centros satélites de tratamento em regime ambulatório.


Contato: (11) 5090-1590 | E-mail: alphadigi@alphadigi.com.br


Case Study TYCO YALE

Por conta de seu histórico e diferenças entre equipamentos e instalações, as autoridades de segurança do hospital sugeriram uma atualização que se ajustasse às diversas condições dos equipamentos existentesno centro médico, com o objetivo de centralizar a gestão e a manutenção das operações de segurança. No ano 2009 ficou definido que a plataforma de controle de acesso do hospital não era escalável para atender as necessidades da nova construção do Hospital do Câncer de Smilow, um prédio de 17 andares e 46.000 metros quadrados no centro da cidade de New Haven. Esse foi um fator determinante para a mudança nas políticas de tecnologia de segurança do hospital, conforme lembra Marvin Branco, Gerente de Segurança Física - Serviços de Proteção do Hospital Yale-New Haven.

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O sistema de gestão de vídeo unificado victor da American Dynamics é responsável pela visualização de quase 900 câmeras no centro de comando

Solução

Controle total

Com a nova diretriz tecnológica, o YNHH selecionou a integradora de sistemas Johnson Controls para o promover as mudanças no Hospital do Câncer de Smilow. Para a atualização e a expansão dos sistemas de controle de acesso e vídeo vigilância foi escolhida a plataforma de segurança e controle de eventos C-CURE 9000 da Software House. A equipe de trabalho fez um escalonamento das 12 instalações que seriam centralizadas no C-CURE 9000 através da robusta rede central do hospital. “Estamos muito orgulhosos de nosso status como um dos principais hospitais nos Estados Unidos. Liderar os avanços tecnológicos é fundamental para manter a segurança dos pacientes, visitantes e funcionários”, disse Nicholas Proto, Diretor dos Serviços de Proteção, Estacionamento e Trânsito do Yale-New Haven Hospital. O plano de múltiplas etapas inclui também a atualização de credenciais de acesso para mais de 12 mil funcionários da rede YNHH, bem como pessoal adicional do Sistema Único de Saúde Yale New Haven. Apenas esta atualização massiva afetaria mais de 1.000 portas e leitoras da rede do YNHH. Junto com o projeto de controle de acesso, a Johnson Controls propôs a atualização do sistema de CFTV analógico do centro médico para uma rede de vigilância IP moderna que permita centralizar a operação. Para essa tarefa foi escolhido o sistema de gestão de vídeo unificado victor da American Dynamics, que opera a partir de dispositivos IP e analógicos em uma interface unificada, de forma que o pessoal de segurança pode visualizar mais de 800 câmeras desde o centro de comando. Além disso, o hospital instalou sua primeira câmera de imagem térmica, que também é operada pelo sistema de gestão de vídeo victor. Usada para monitorar o estacionamento, esta câmera permite ao pessoal de segurança visualizar através de barreiras e identificar, através do calor, a presença de pessoas. Esse sistema térmico trabalha em conjunto com câmeras de vigilância e telefones de emergência para somar à capacidade de reação ante qualquer atividade suspeita. Para realizar uma migração tão abrangente com múltiplas etapas de expansão, e evitar a emissão de novas credenciais para quase 20 mil funcionários, a equipe optou por usar a plataforma C-Cure 9000, que permite utilizar o sistema de credenciamento existente em segundo plano junto com o novo. Como parte do processo de transição, os novos controladores iSTAR da Software House foram instalados em toda a rede do YNHH, o que permitiu realizar a programação de forma remota. Com o objetivo de economizar espaço adicional, o Serviço de Proteção instalou os iSTARs em racks na recente renovação do Departamento de Emergência.

Com a adição do victor, a migração para câmeras IP tem sido mais fácil. As novas instalações, como a sala remota de emergências de New Haven e um centro de atendimento ambulatorial com mais de 20 câmeras IP e cerca de 30 leitoras de cartão, serão facilmente adicionadas à rede de TI do hospital. Os interruptores PoE simples levam o vídeo de volta para o servidor do hospital em New Haven, onde ele é gravado em um banco de 22 servidores VideoEdge. As 900 câmeras, das quais cerca de 150 são analógicas, são observadas em cinco monitores de 42 polegadas no centro de controle e de segurança do campus principal do hospital. Os outros sistemas, como o de rádio Motorola e o software de gerenciamento de incidentes PPM 2000 também estão centralizados nesse local. Além disso, mais de 150 alarmes de pânico Linx Duress do hospital e o sistema de notificação em massa são alimentados na plataforma C-CURE 9000. A elaboração de relatórios de forma centralizada também faz parte do novo sistema. O Business Intelligence Reporting Suite (BIRS) da Software House fornece relatórios personalizados a partir da plataforma C-Cure 9000, que podem, por sua vez, ser entregues para outros diretores dentro da rede hospitalar. “Um projeto de padronização deste porte, com cerca de 480 mil metros quadrados de imóveis em nível corporativo, vai nos permitir monitorar, rastrear e analisar tudo com mais facilidade”, ressaltou White. “Poderemos ter uma foto instantânea da histórico do sistema a qualquer momento, e saber quais situações precisam ser atendidas e como podemos continuar a melhorar.” O novo sistema de vídeo e de controle de acesso permite que outras áreas possam controlar suas operações, combatendo problemas internos como o roubo de alimentos e medicamentos, com a ajuda de leitoras de cartões adicionais e câmeras. Além disso, há o benefício de uma padronização fornecida pela atualização de segurança em nível corporativo, já que cumpre uma série de normas do setor que regem as operações, incluindo novas regras da Comissão Conjunta sobre o armazenamento de certos medicamentos de prescrição.

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O Futuro Até agora, a transição para o C-Cure 9000 foi feito em 50 por cento das áreas do Yale-New Haven Hospital, incluindo o centro de radiologia pediátrica em Norwalk e o Campus de Saint Raphael. Quando as atualizações forem concluídas, o centro médico terá uma plataforma própria capaz de sustentar o crescimento saudável e escalável do sistema para os próximos anos. Os sistemas futuros de segurança eletrônica em todas as novas instalações serão facilmente adicionados à rede centralizada. DS


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Case Study REde grippon

Vigilância sem dores de cabeça Projeto com câmeras Avigilon auxilia no combate às perdas na rede varejista Grippon Por Eduardo Boni

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oitava loja da rede varejista de roupas Grippon, no Rio de Janeiro, ganhou um sistema de videomonitoramento que reduziu bastante os problemas causados por roubo de mercadorias e acidentes. Com 2 mil metros quadrados distribuídos em três andares, a unidade situada em Queimados, foi equipada com sistema de CFTV de alta definição para segurança interna e monitoramento dos portões e estacionamento. O projeto da nova unidade da rede de lojas de roupas foi realizado pela integradora TecnoComp e contou com a parceria da Paris Cabos, empresa do Grupo Policom, que forneceu câmeras Avigilon e toda a estrutura de rede para a loja. O sistema de CFTV utilizado para a Grippon está formado por 67 câmeras de alta definição, fixas, que especificamente nesta aplicação permitem até quatro cenas simultâneas em cada câmera. Esta customização, de acordo com Alex Ribeiro, gerente de TI da Grippon, é um diferencial importante: “Tivemos uma redução de

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50% no custo da infraestrutura ao optarmos pelas câmeras IP panorâmicas de 180º e de 360º de alta qualidade, pois elas utilizam uma única infraestrutura e nos fornecem quatro imagens distintas, com menos pontos de rede e infraestrutura. Aleem disso, reduzem o custo da manutenção futura, uma vez que o ambiente concentra 40 pontos para manter e administrar. A solução da Avigilon garante qualidade e precisão na imagem, dando-nos mais segurança nos casos de ocorrências”. O diretor comercial da TecnoComp, Ricardo Perdigão, afirma que esses pontos positivos compensam o custo inicial do projeto, que foi mais elevado do que se fosse utilizado tecnologia analógica convencional. “Essa economia é, certamente, uma das maiores vantagens comerciais da solução aplicada com as câmeras da Avigilon”. E acrescenta: “Após a conclusão da implantação recebemos da Fukuoka, a construtora responsável pela obra civil da Grippon, um prêmio de reconhecimento pela qualidade dos serviços prestados e das soluções tecnológicas utilizadas”.


Case Study rede gripon

As câmeras são posicionadas em pontos estrategicamente estudados para garantir a melhor qualidade das imagens e atender a necessidade de segurança do ambiente. Por isso, elas estão instaladas nos caixas de atendimento a clientes, nos corredores das áreas comuns, na entrada de loja, no setor de trocas, passando ainda pelo estacionamento, refeitório e nos setores de roupas masculina, feminina e infantil.

Controle detalhado De acordo com o gerente de TI da Grippon, a possibilidade de acesso remoto full time e em tempo real é outro benefício que as câmeras IP da Avigilon garantem ao projeto. Como não há perda de imagem nem problemas no sistema e na transmissão, o cliente tem as mesmas vantagens da gestão presencial. “No roubo, às vezes, há três ou quatro pessoas envolvidas e se damos o foco em uma delas, perde-se o conjunto e a possibilidade de detectar as demais. Com o sistema isso não acontece e temos condições de provar o que aconteceu utilizando o zoom, analisando a cena posteriormente, com qualidade e sem perder nenhum detalhe”. Segundo ele, os resultados obtidos respondem pela meta da Grippon de instalar um sistema semelhante em outras lojas da rede, como nos centros comercias em Belford Roxo e Pavuna,

na capital carioca. O integrador ressalta que as lentes pré-focadas em fábrica dispensam ajustes durante a instalação e as câmeras são à prova de vandalismo, água e poeira. Além disso, possuem ajuste em três eixos e acessórios de montagem para instalação no teto, em caixa elétrica e ambientes externos. “Os dois modelos foO diretor comercial da ram instalados porque TecnoComp, Ricardo Perdigão temos aqui amplos ambientes internos, como recepções e armazéns. Já uma única câmera de 360º, se colocada no centro de uma sala, permite cobertura simultânea de todo o local”, exemplifica.

Economia: o ponto chave O projeto é composto de um servidor storage Avigilon de 15T, dois Workstations e dois joysticks Avigilon. Também foram usados cerca de 500 metros de fibra óptica para interligar os quatro prédios e um galpão. Além das câmeras Avigilon, foram usados modelos Speed Dome IP de outro fabricante, que são gerenciadas pelo software Avigilon Control Center. “Para isso, usamos 16 encoders da Avigilon de quatro portas, que suportam padrões NTSC e PAL e formatos Composto, Componente e S-Vídeo, com altas taxas de imagens e gravação de até 30 fps com resolução de 4CIF para cada porta. Dessa forma, temos um total de 120 imagens por segundo em todas as quatro portas”, explicou Pergigão. Os encoders Avigilon possuem controle dinâmico de consumo de largura de banda, entrada e saída de alarmes que sincronizam a gravação e a detecção de movimentos da câmera com o sistema de alarmes do ambiente, além de suporte PTZ e gravação de áudio de alta qualidade a partir de qualquer entrada ou microfone. Outro ponto positivo do projeto é a economia do sistema. As câmeras podem gerar quatro cenas simultâneas consumindo apenas um ponto de rede, uma porta de switch e uma licença de software. Além disso, toda a infraestrutura é PoE (Power over Ethernet), o que gera redução de custos de manutenção e com infraestrutura elétrica para funcionamento do sistema. “O uso do encoder, aliado ao software Avigilon Control Center, favorece a modernização consciente de uma instalação analógica existente sem necessidade de substituição total do sistema já existente, preservando parte do investimento inicial e incorporando estas câmeras analógicas ao sistema de gravação e gerenciamento digital”, reforça.

A plataforma

Os modelos Avigilon monitoram todos os ambientes da rede de varejo, e diminuíram bastante os casos de furtos no interior da loja

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A plataforma Avigilon Control Center com sistema de gerenciamento de stream de alta definição é uma solução de gerenciamento de vídeo em rede de alta definição que oferece alerta total de eventos com detalhamento preciso, reduzindo o tempo de resposta. Disponível nas versões Standard ou Enterprise, o Avigilon Control Center é uma plataforma de segurança distribuída em rede preparada para capturar, gerenciar e armazenar ví-


Case Study rede gripon

Fachada da rede varejista de roupas Grippon, que ganhou um sistema de videomonitoramento IP deo monitoramento multi-megapixel de alta definição, com gerenciamento eficiente de largura de banda e armazenamento. Além disso, grava e gerencia áudio e vídeo de toda a linha de câmeras IP de 1 a 29 megapixel, acomodando câmeras analógicas PTZ, analógicas convencionais, encoders e modelos IP de outros fabricantes do mercado. O Avigilon Control Center oferece um sistema de vigilância em Alta Definição e preserva os investimentos já realizados pelo cliente, dando a oportunidade de construir um sistema híbrido, que permite a migração coerente do analógico para o megapixel de maneira gradual.

Tudo sob controle As imagens das 67 câmeras chegam até o CCO, que foi montada em uma sala isolada e com acesso restrito no mesmo prédio. De acordo com o integrador, este espaço foi projetado com quatro monitores Samsung nas paredes, onde os operadores visualizam tudo o que acontece no interior da loja e no entorno, como estacionamento e áreas externas. Ali também estão duas Workstations Avigilon. Todo o gerenciamento das imagens geradas pelas câmeras é feito pelo Avigilon Control Center, no caso específico da Rede Grippon, foi usada uma versão mais nova do software, o Enterprise Canais + Client 5.0. “Entre as funcionalidades oferecidas por essa plataforma está o monitoramento, acesso remoto, alarmes, sistema de pop up, automação, abertura e fechamento de cancelas”, lembra o integrador. Perdigão diz que o projeto de cabeamento foi feito de acordo com rigorosas normas técnicas usando cabo UTP categoria 6 da CommScope Uniprise. “A escolha pelos melhores produtos é essencial em todo tipo de projeto. Nesse caso específico, tínhamos a necessidade de trafegar volume de dados respeitando os limites de banda”, disse. A segurança e privacidade dos funcionários e clientes estão garantidas pelo sistema de armazenamento, que conta com dois NVRs de 10 teras cada um. Todas as imagens gravadas são armazenadas ali por um período de 30 dias. DS Os setores de roupas masculinas é apenas um dos ambientes vigiados pelas câmeras

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Monitoramento eficaz O Porto de Freeport, na costa do Golfo do México, investe em tecnologia de videovigilância IP para monitorar os cargueiros e proteger o perímetro aquático. Por redação

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porto de Freeport surgiu há mais de um século, o quando o primeiro complexo de atracadouros foi construído na cidade de mesmo nome, no Texas. Desde então, o porto é um dos que mais crescem na costa do Golfo. Atualmente, é o 16º maior porto dos Estados Unidos pelo critério de tonelagem estrangeira. Localizado a somente 5 quilômetros das águas profundas, o porto de Freeport também é um dos mais acessíveis na costa do Golfo, e o canal de 130 metros de largura e 15 metros de profundidade garante a muitos cargueiros a passagem rápida e segura pelo porto. O porto de Freeport também pretendia incorporar algumas câmeras sem fio adicionais ao seu sistema e se preocupava com a qualidade do vídeo que seria gerado pelo sistema de videovigilância ultrapassado.

O desafio Recebendo diariamente enormes cargueiros vindos do Brasil, China, Colômbia, Costa Rica, México, Venezuela e tantos outros países e empregando mais de 13.000 pessoas, o porto de Freeport usa tecnologia de videovigilância para garantir a segurança dos funcionários e a execução sem transtornos das operações diárias. Além disso, como um dos portos de maior crescimento na costa do Golfo, Freeport mantém vigilância constante contra ameaças que possam se aproximar pelo perímetro aquático. O porto de Freeport tinha, antes, um sistema de videovigilância com tecnologia analógica. Porém, com o passar dos anos e a expansão do porto, a necessidade de tecnologias mais modernas, como o rastreamento de navios por um sistema de radar, acabou se impondo. Infelizmente, as funcionalidades do sistema anterior não possibilitavam a integração plena dessa tecnologia mais recente e impedia um desenvolvimento mais personalizado com outras soluções que a administração estava pesquisando. O porto de Freeport também pretendia incorporar algumas câmeras sem fio adicionais ao seu sistema e se preocupava com a qualidade do vídeo que seria gerado pelo sistema de videovigilância ultrapassado. Em última análise, a administração estava ciente de que precisava começar a pesquisar os últimos avanços na tecnologia de videovigilância IP. E incumbiu a Lanair, um importante integrador de sistemas com sede em Los Angeles, na Califórnia, e escritório em Dallas, no Texas, de propor uma solução que atendesse a todos os seus requisitos de integração.

Atendendo as necessidades Quando estão em jogo milhões de dólares em cargas e o perímetro aquático de um país fica exposto a perigos que poderiam se apresentar tanto por terra quanto por mar, a decisão de adquirir e instalar uma nova solução de video-

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Case Study freeport

vigilância torna-se um processo que envolve um exame aprofundado de cada detalhe dos requisitos em relação aos recursos que as soluções oferecem. Rick Benavidez, diretor de segurança física e patrimonial do porto de Freeport, se encarregou de selecionar um produto que pudesse atender a suas necessidades de segurança presentes e futuras. “Estávamos procurando um sistema IP avançado que pudesse operar integradamente com nosso sistema de radar de embarcações e pudesse crescer à medida dos nossos avanços.”, diz Benavidez. “Na verdade, os requisitos eram simples. Estávamos procurando um sistema IP avançado que pudesse operar integradamente com nosso sistema de radar de embarcações e pudesse crescer à medida dos nossos avanços. Deixamos a recomendação a cargo da Lanair. Em aplicações portuárias típicas, é comum descobrir que o sistema de radar opera de forma independente do sistema de videovigilância, fazendo com que os operadores reajam às embarcações que se aproximam acionando manualmente as câmeras da área aquática que sejam consideradas as mais próximas, de modo a confirmar o navio em questão. Mas a administração do Freeport tinha planos mais ambiciosos. Dentre eles, queria um novo sistema que possibilitasse a automatização do acionamento de uma câmera quando os radares detectassem uma embarcação em sua zona de segurança. O objetivo principal era aproveitar os pontos fortes das duas tecnologias, assim como facilitar e dinamizar o processo de tomada de decisão para todos os operadores do porto. Para alcançar esse objetivo, o porto de Freeport precisava de um sistema de arquitetura aberta com capacidades de integração altamente desenvolvidas, possivelmente através de um avançado kit de desenvolvimento de software (SDK). Também procurava uma solução de videovigilância tecnologicamente madura que lhe permitisse incorporar mais tecnologia de câmeras sem fio e, no futuro, aumentar o número de câmeras instaladas. Por fim, como seu tamanho estava se expandindo, o porto também precisava se assegurar de que a nova solução de videovigilância fosse escalonável e pudesse comportar necessidades crescentes. Foi então que Steve Rogers, vice-presidente e sócio-gerente da Lanair, propôs a solução de videovigilância IP da Genetec, o Omnicast, e Benavidez teve a certeza de que ter encontrado a solução correta para o porto de Freeport.

A solução adequada “Uma das principais razões para optar pela Genetec foi a abertura e maturidade do SDK. Ele nos deu a capacidade de programar funcionalidades que os demais sistemas não ofereciam”, lembra Rogers. Um sistema formado por pouco mais de 40 câmeras Pelco espalhadas pelas áreas terrestres e aquáticas do porto atende as necessidades do porto em relação à nova solução de videovigilância. O código personalizado para a integração foi escrito pela Lanair e, em menos de um mês, o Omnicast e o sistema de radar já estavam plenamente integrados. O sistema de radar trabalha com uma linha de demarcação que se torna amarela sempre que se detecta uma embarcação se aproximando dela. Caso a embarcação prossiga na mesma direção, a linha torna-se vermelha e o sistema de radar envia um alarme aos operadores, ao mesmo tempo em que aciona as câmeras mais próximas ao navio no Omnicast. O sistema de radar continuará a alternar feeds de vídeo das câmeras com imagens do navio se aproximando do porto. “Recebemos um sinal de indicação de alarme, uma imagem da câmera e podemos determinar de imediato se é um guarda costeiro, um prático, alguém que tem autorização para entrar ou não”, disse o Sr. Benavidez. “Caso seja um camaroeiro, precisamos sair e tomar providências. Agora, podemos reagir aos problemas de forma mais rápida e efetiva, especialmente na área aquática.” Para incrementar ainda mais a segurança aquática, algumas novas câmeras com conexão sem fio à rede foram instaladas em torres de radar a alguns quilômetros do porto, onde as é possível acompanhar a movimentação de

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Sistema de Vídeo Monitoramento (VMS) O D-Guard Center é um poderoso sistema de controle, gerenciamento e monitoramento de imagens, integrado com mais de 2.500 dispositivos, entre câmeras IP, DVRs, NVRs, placas de captura, vídeo servers e módulos de automação.

Gerenciamento de Câmeras

Acesso Móvel

Pesquisa Avançada

Programação Inteligente

Possibilita monitorar, gravar e transmitir ilimitadas câmeras.

Visualização e controle através de smartphones e tablets.

Poderoso sistema de busca, ocorrências podem ser encontradas rapidamente.

Programação de ilimitados eventos e ações através do sistema Intelligence.

ANÁLISE DE VÍDEO

CARACTERÍSTICAS AVANÇADAS

Através da análise de vídeo é possível a geração de eventos através do reconhecimento de regras e padrões pré-definidos em um vídeo automaticamente, facilitando e automatizando o monitoramento e a pesquisa de imagens.

Arquitetura descentralizada: O mesmo servidor pode ser também um cliente de monitoramento, com ilimitados níveis de conexão e ilimitados servidores nesta arquitetura.

INTEGRAÇÕES Integração completa com Câmeras IP, DVRs, Video Servers, NVRs, Placas de Captura e Módulos I/O das mais variadas marcas, por protocolo nativo, possibilitando a visualização das imagens, a pesquisa remota dessas imagens, a recepção de eventos, o controle de câmeras PTZ, a recepção e transmissão de áudio, além da seleção de streams (multi-stream). Integração total com dispositivos ONVIF e RTSP, possibilitando a conexão de ilimitados dispositivos que funcionem nestes padrões.

Matriz Florianópolis SC Filial Ribeirão Preto SP Filial São Paulo SP

Reconhecimento de placas automotivas (LPR): Permite o reconhecimento automático dos caracteres de uma placa de automóvel. Acesso multi-nível: Permite acessar diretamente dispositivos conectados a qualquer D-Guard Center da mesma rede. Matriz Virtual: Permite enviar imagens para qualquer D-Guard Center conectado à mesma rede. Mosaico dinâmico: Permite a criação de diversos tipos de mosaicos dinamicamente.

Fone: (48) 3239 0200

www.seventh.com.br

Empresa ganhadora dos prêmios de Melhor Inovação Tecnológica para Segurança Eletrônica e Melhor Case Geral durante a ISC Brasil 2013.


Case Study freeport

embarcações que entrem no Canal Federal. Sem conectividade direta devido à distância e à topografia, as câmeras Pelco foram instaladas com codificadores e receptores sem fio ponto a ponto, o que facilitou a comunicação com o Omnicast. Uma vez instaladas as câmeras, o uso do Omnicast pôs fim às preocupações iniciais do porto de Freeport com a qualidade do vídeo. “Estamos muito satisfeitos com nossas câmeras Pelco e o sistema de vídeo Omnicast”, diz Benavidez. “Temos diversas câmeras conectadas sem fio, e as imagens e cores são claras e nítidas. A imagem não se degrada e supera de longe as minhas expectativas em relação à tecnologia sem fio”, completa. Superando as expectativas iniciais, o porto de Freeport acabou aproveitando outros recursos intuitivos do Omnicast, como o acesso remoto e a detecção de movimentos. Usando o servidor de gateway do Omnicast, a Lanair ajudou o porto de Freeport a impedir qualquer intrusão na rede fechada e segura onde o sistema é executado e usou o cliente web para redistribuir os feeds de vídeo para usuários finais fora do porto, permitindo seu acesso às câmeras pela web. Benavidez reconhece claramente esses benefícios. “Na passagem do furacão Ike, consegui acessar remotamente o sistema com meu cliente sem fio e mover as câmeras para ver o que estava acontecendo”, conta ele. Da mesma forma, o porto estabeleceu regras de detecção de movimento durante horários do dia nos quais os quadros de vídeo não deveriam indicar nenhuma movimentação. O sistema tem alarmes de evento predefinidos, de modo que os operadores não precisem se preocupar com essas áreas do porto, a não ser que um alarme seja disparado. “Estamos mesmo muito satisfeitos com a solução”, afirma Benavidez, em um sinal de que a solução de videovigilância da Genetec, o Omnicast, foi mesmo perfeita para o porto de Freeport. “Sabemos bem se trata de uma solução expansível e achamos que temos o sistema certo para seguir em frente com planos futuros de crescimento, quando eles surgirem.”

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A decisão pelos produtos da Genetec e de novos sistemas de vigilâmcia levou em conta o valor de milhões de dólares das cargas e a proteção do perímetro aquático do país.

Os benefícios Além de monitorar sua área, que está em expansão, e as embarcações que chegam, os operadores do porto estão usando o sistema Omnicast em muitas outras aplicações e os benefícios têm se mostrado ilimitados. Embora o porto seja monitorado 24 horas por dia, o recurso de arquivamento do Omnicast também ajudou nas investigações em uma ocasião em que um dos clientes do porto apresentou queixa de roubo. “Em comparação com o sistema antigo, a nitidez das imagens, a intuitividade e a facilidade de uso do Archive Player do Omnicast foram os benefícios mais perceptíveis para nós”, afirma o executivo. O recurso de acesso remoto também veio bem a calhar para a manutenção do sistema, pois a Lanair pode se conectar remotamente ao sistema Omnicast e fazer qualquer tipo de manutenção necessária. Isso oferece tranquilidade à administração do porto de Freeport, que está segura de o sistema funcionará sem problemas o tempo todo e atividades de suporte que possam ser necessárias estão a apenas um clique de mouse. Vários outros parceiros municipais, como o departamento de águas e esgotos, conseguiram usar o cliente web do Omnicast, o que assegura a possibilidade de compartilhamento de informações entre todos os parceiros em caso de emergência. Por fim, com o sistema de radares embarcados em ação, o porto de Freeport pretende continuar promovendo avanços tecnológicos para a segurança do porto. Para maior segurança e monitoração subaquática, Freeport agora planeja incorporar tecnologia de sonar à solução como um todo. Com isso, o Omnicast ficará plenamente integrado com um sistema de radar e um sistema de sonar para a total segurança física e do perímetro aquático. Graças ao Omnicast e com todas essas novas tecnologias em ação, o porto de Freeport está colocando em prática o seu lema: “Tudo seguro na costa”. DS


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Comunicação e segurança Arizona combate congestionamento de tráfego na rede sem fio

Por REDAçÃO

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Firetide, líder em tecnologia em redes mesh sem fio de próxima geração, anunciou a implantação bem-sucedida do sistema de transporte sem fio inteligente para o Scottsdale Traffic Management Center. A plataforma de comunicações se conecta sem fio para câmeras de vídeo, controladores de sinais de trânsito e painéis de mensagens dinâmicas por toda a cidade para que especialistas do Scottsdale TMC possam monitorar de forma contínua a atividade de tráfego a partir de um centro de comando central. A capacidade de visualizar feeds de vídeo ao vivo a partir de áreas de tráfego pesado permite que as autoridades da cidade tomem decisões rápidas e precisas sobre como prevenir e reduzir o congestionamento diário, melhorar a informação do condutor e gerenciar ativamente o tráfego afetado por eventos especiais, previsão do tempo e situações de emergência.

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A cidade de Scottsdale cobre uma área de 185 quilômetros quadrados e é o lar de mais de 225 mil cidadãos. O congestionamento do tráfego da cidade é agravado pelo fato de que Scottsdale fazer fronteira com outros grandes centros populacionais do Arizona, incluindo Phoenix, Tempe, Glendale, e Mesa. Scottsdale também hospeda muitos eventos especiais em que participam milhares de pessoas, como o torneio PGA de golfe. A rede wireless de Scottsdale TMC consiste em 90 nós sem fio de malha Firetide, o software de gerenciamento de rede Firetide e 86 câmeras de vídeo digital PTZ. Para monitorar o tráfego e garantir que ele flua de forma mais eficaz, as câmeras de vídeo estão estrategicamente colocadas em postes de sinalização de trânsito nos cruzamentos em toda a cidade, e se conectam diretamente à rede da cidade através da malha sem de nós wireless Firetide. Feeds de vídeo ao vivo das interseções transmitidas


Case Study ARIZONA

são continuamente exibidas em uma parede de vídeo grande e em monitores de desktop no centro de comando, onde os operadores podem identificar congestionamentos e incidentes pontuais - o que lhes permite tomar ações corretivas e prevenir o congestionamento antes que a situação e agrave. Scottsdale é uma “cidade inteligente” para o futuro que está focada na implementação de tecnologia para melhorar a infraestrutura crítica da cidade, poupando dinheiro do contribuinte. A migração para a infraestrutura de rede mesh da Firetide wireless vai permitir à cidade economizar US$ 250.000 por ano em taxas de arrendamento, permitindo que a cidade atingisse ROI completo em apenas quatro anos. A plataforma ITS foi adquirida através de provedor nacional Unicom Government, de Herndon, Virginia. A rede de infraestrutura sem fio Firetide foi selecionada porque provou ser a única solução que poderia entregar uma taxa de transferência de muito baixa latência de 100 Mbps, mantendo a “baixa visão” (menos de 20 pés acima do solo), conectividade sem fio em longas distâncias. Como a rede suporta até 15 ligações consecutivas, ou “saltos”, ele pode ser facilmente instalado ao redor de edifícios e árvores ao invés de demandar torres de 300 metros para operar acima desses obstáculos. A rede Firetide de multicanais embutidos e as funções de filtragem também eliminaram a necessidade de comprar interruptores externos, economizando para a cidade US$1,5 mil em cada câmera. DS A migração para a infraestrutura de rede mesh vai gerar uma economia de US$ 250.000 por ano.

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Case Study Joalheria Muhlbacher

Luxo protegido por Joalheira centenária alemã garante segurança dos clientes com discrição Por REDAçÃO

L

ocalizada no coração do bairro histórico de Regensburg, Alemanha, a centenária joalheira Mühlbacher implantou recentemente um sistema de vigilância moderno e discreto, composto por 20 câmeras dome HD eletrônicas Dallmeier e um aparelho de vídeo híbrido com sistema de armazenamento integrado para monitorar sua remodelada e expandida loja de varejo. Por mais de 100 anos, a prestigiada joalheira de origem familiar tem sido fornecedora de relógios sofisticados e joias de alta classe. Seus showrooms sofreram recentemente uma renovação que duraram seis meses. O objetivo foi apresentar aos clientes um interior moderno e elegante, com uma área de lounge relaxante e salas de estar separadas para discussões de vendas com discrição. O joalheiro agora exibe relógios de fabricantes renomados, como Bulgari, Breitling, e a marca de luxo Rolex, em uma espaçosa área de exposição de 400 metros quadrados. Além disso, tesouros de Cartier, Chopard e outros são exibidos juntamente com criações de joias originais em um workshop em sua casa. Os irmãos Andreas e Markus Muhlbacher, que são a quarta geração da empresa familiar, exigiram um sistema de vigilância discreto e de alta qualidade para monitorar a loja. “As câmeras devem misturar-se discretamente com o nosso conceito de showroom “ disse Andreas Mühlbacher. “Ao mesmo tempo, é natural que o sistema de vídeo sejam confiáveis em todos os sentidos”, completou. As câmeras dome HD antivandalismo foram instaladas em

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toda a loja e áreas circundantes. As câmeras cobrem a entrada, áreas de vendas, sala principal, balcão do caixa, área de consultoria, setor de embalagem, escritório do gerente, oficina, ruas circundantes e pátio interior. Os equipamentos de vigilância não só protegem o varejista de furtos e arrombamentos, como também ajuda a otimizar o atendimento ao cliente. Isto foi conseguido com a implantação de monitores e computadores em pontos estratégicos, incluindo a área da recepção, caixa, escritório e oficina, onde as imagens de câmeras de vigilância são exibidas na tela em um formato de seis janelas. “Nossos cômodos são muito amplos, razão pela qual não é possível monitorar toda a loja de uma só vez”, explicou Andreas Mühlbacher. “Com as imagens de vídeo, nossos funcionários podem ver imediatamente onde estão os clientes.” Isso ajuda a reduzir o tempo de espera dos clientes que precisam ser atendidos ou de ajuda. As imagens são armazenadas em um dispositivo de vídeo híbrido com sistema de armazenamento integrado. A gravação é controlada por detecção de movimento, isto é, as gravações são feitas apenas quando existe movimento real. Isso permite o uso eficiente da capacidade de armazenamento dos discos rígidos. Além disso, os Mühlbacher têm acesso remoto ao vivo às imagens gravadas através de um iPhone. “O aplicativo para iPhone da Dallmeier é realmente muito prático e fácil de operar”, disse Markus Mühlbacher. “Isso me permite manter monitorar tudo em todos os instantes, mesmo quando estou longe.” DS


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Coluna SIA

Encontro de A SIA sediou o mais importante Encontro de Governo e de Autoridades já realizado pela organização. Por REDAçÃO

O Government Summit deste ano foi considerado um dos melhores de todos os tempos, segundo os visitantes

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ste ano, participaram do encontro diversos líderes do governo e políticos como palestrantes, incluindo o Governador de Connecticut, Dannel Malloy, Michael McCaul, presidente do Comitê de Segurança Interna da Câmara, representando o Texas, Patrick Meehan, Presidente do Subcomitê do Comitê de Segurança Interna da Câmara sobre Segurança Cibernética, Proteção da Infraestrutura e tecnologias de segurança, representando a Pennsilvania, Mark Borkowski, comissário assistente para o Escritório de Inovação Tecnológica e o lendário jornalista Bob Woodward. As sessões de painéis, por sua vez, incluíram discussões sobre tecnologias emergentes e de governança; identidade, segurança cibernética e de privacidade; compras governamentais; proteção de infraestrutura crítica, o “esverdeamento” do setor de segurança, drivers do mercado, e a segurança da escola. O presidente do Conselho de Administração da SIA, Jay Hauhn da Tyco Integrated Security, disse depois do encerramento que “Simplesmente não há outro evento como este no setor de segurança. Tivemos grandes palestrantes, sessões de painéis in-

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formativos”. O jornalista Bob Woodward contou histórias sobre tudo, desde Watergate até a administração Obama. O CEO da SIA, Don Erickson, disse que ouviu comentários semelhantes de participantes. “O evento superou as expectativas”, disse Erickson. “Nossos membros sentiram que era a Cúpula Governo mais forte que já aconteceu, e este ponto de vista foi confirmada pela presença de autoridades durante todos os dias da conferência e no jantar de Políticas Públicas. As pessoas não querem perder nenhum conteúdo relevante ou a oportunidade de networking que tiveram aqui”. Tanto Hauhn como Erickson expressaram sua gratidão aos patrocinadores da Cúpula do governo: United Technologies, HID Global, Tyco Integrated Security, Siemens, Axis Communications, Bosch Security, Building Intelligence, BRS Labs, Condortech Services, DORMA Américas, Gallagher, GSA Horários , Inc., G4S Tecnologia, Honeywell, IDV Solutions, Safran Morpho, Lockheed Martin, Louroé Electronics, Panasonic, Totus Solutions, Tyco Security Products e TKH Security Solutions. DS


Coluna SIA

Novos A Security Industry Association se pronunciou sobre a demissão de Janet Napolitano.

Por REDAçÃO

E

m comunicado oficial, a SIA disse que “gostaria de agradecer a secretária de Segurança Interna Janet Napolitano por seu serviço e apoio contínuo da indústria de segurança ao longo dos últimos 5 anos. Ela tem sido uma das principais apoiadoras e em uma série de questões controversas, inclusive, a segurança das fronteiras do país, endurecendo os procedimentos de segurança do aeroporto.Desejamos-lhe o melhor em sua nova empreitada como presidente do sistema da Universidade da Califórnia. O CEO da SIA, Don Erickson, elogiou Napolitano por seus esforços para gerenciar os vários componentes do sistema e os riscos do departamento para proteger a nação. “Seu apoio para dedicar recursos para proteger nossa infraestrutura crítica, e para combater a ameaça crescente de cibersegurança estão entre suas muitas realizações como secretária”. DS Janet Napolitano foi uma das maiores defensoras da politíca de cibersegurança norte-americana.

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Artigo millestone

As Três Fases da Evolução do Vídeo IP Desde o lançamento da tecnologia do Vídeo IP até o Video Enabling

Por Milestone Systems

Lars Thinggaard, Presidente e CEO da Milestone Systems Security

O

crescimento sustentável da Milestone Systems durante seus primeiros 15 anos foi devido à introdução de uma criação de plataforma aberta para a indústria da segurança já que permitiu que outras empresas desenvolvedoras acrescentassem as funcionalidades do software e oferecerem as mais amplas opções de servidores e câmeras. A nossa plataforma aberta teve um efeito radical no setor da segurança. O conceito de plataforma aberta da Milestone atraiu mais de 6,5 mil parceiros do mundo todo no espaço de apenas cinco anos e tornou-se a base para um ecossistema de negócios lucrativos. A Plataforma aberta da Milestone criou a liberdade tanto para parceiros quanto para clientes que não só personalizam seus próprios sistemas de vídeo, mas também criam, definem e ajustam soluções próprias para atender suas necessidades de segurança. A Milestone foi uma das empresas visionárias na

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mudança do analógico para o digital e a introdução da nossa plataforma aberta abriu o caminho para novas formas de pensar sobre o uso do videovigilância. Para a indústria da vigilância, a decisão de “ser aberto” tem motivado uma série de acontecimentos que marcam três fases distintas no seu crescimento.

Primeira fase: tecnologia de vídeo IP Quando a Milestone começou em 1998, a videovigilância era 100% analógica. Falar de Circuito Fechado de Televisão (CFTV) era sinônimo de vigilância através de vídeo, e mesmo que o conceito mudou muito desde então, a maioria das pessoas ainda hoje pensam em vídeo analógico ao falar de vigilância através de vídeo. Vigilância através de vídeo não é só uma das ferramentas para visualizar e gravar imagens de vídeo, geralmente utilizado na indústria da segurança. Com a chegada da revolução digital e da queda no preço do


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Artigo millestone

armazenamento digital, a mudança para vigilância de vídeo tornou-se acessível. As imagens digitais ficaram mais claras, os dispositivos de armazenamento foram ficando menores e sua capacidade maior e, por fim, a compressão de vídeo melhorou dramaticamente. Os arquivos digitais podem ser movidos muito mais facilmente, as gravações podem ser encontradas com maior rapidez (sem fitas) e o armazenamento de longo prazo não teve efeito sobre a qualidade da imagem. Era o caminho para o futuro. Para muitos, havia claras vantagens na compra de uma solução de vídeo digital, mas em termos práticos, não era muito diferente do analógico na forma como ele era usado. Era basicamente uma ferramenta de segurança.

Segunda fase: Integração de Vídeo A Internet trouxe consigo uma nova infraestrutura eletrônica que permitiu o desenvolvimento de aplicações que utilizam o Protocolo de Internet (IP),tais como o e-mail, as mensagens instantâneas, o compartilhamento “Peer-to-Peer” (P2P) de arquivos e Voz sobre IP (VoIP) amplamente disponível. Logo o vídeo digital foi adicionado a esta lista junto com as videoconferências e, é claro, a vigilância através de vídeo. A principal vantagem da rede de aplicações é sua facilidade de programação, e isso abre uma série de benefícios como melhores experiências de usuário, visibilidade e controle de rede, melhor acesso aos dados e ao desenvolvimento de aplicativos integradores de vídeo. Uma rede IP simples pode ser programada para que um administrador de um prédio possa ter uma visão geral do controle das portas, de modo que possam ser bloqueadas e desbloqueadas remotamente. No entanto, ao integrar a vídeo de vigilância com a rede existente, o controle de acesso pode adquirir um maior nível de sofisticação e eficiência, seja combinando experiências relativas à segurança, ou seja, automatizando o processo de acesso através da utilização da análise de conteúdo para reconhecimento de faces neste caso. Com a introdução do padrão da plataforma aberta da Milestone, foi logo evidente que as inovações nesta área foram direcionadas pelas alianças com os parceiros da Milestone. O nosso inovador ecossistema de parceiros foi a força motriz para a identificação de necessidades dos clientes e assim criar integrações de vídeo distintas e revolucionárias.

Terceira Fase: Video Enabling É claro que a integração com outros sistemas de vídeo baseados em IP iria mudar a vigilância através de vídeo. Enquanto novas integrações de vídeo foram o resultado natural de um ecossistema de parceiros crescente e diversificado, a Milestone reconheceu as novas definições que o vídeo em rede começava a oferecer ao mundo do vídeo vigilância. As empresas estavam começando a adaptar suas soluções de vídeo existentes para outros usos que melhoravam e aperfeiçoavam seus processos. O Video Enabling é para a videovigilância o que o smartphone é para o telefone: um conjunto adicional de funcionalidades que ultrapassam o conceito original. Não usamos os telefones apenas para fazer chamadas: os podemos usar também para tirar fotos, para gravar vídeo e áudio, navegar na Internet e jogar; e os desenvolvedores estão constantemente adicionando novos aplicativos para tornar a experiência dos smartphones muito mais gratificante para os usuários.

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Video Enabling significa simplesmente que a vídeo vigilância mudou para um novo paradigma de utilização e aplicação. Isto é devido à programação da rede e ao extenso ecossistema de parceiros possibilitado pelo modelo de plataforma aberta. Para a Milestone, o reconhecimento dessas novas possibilidades não é um passivo, pelo contrário, é uma motivação para promover uma maior consciência da integração do vídeo. É uma chamada à ação para os parceiros e clientes que mostram que o aperfeiçoamento dos processos de negócio através do vídeo é o caminho a seguir. Não é um afastamento da segurança, mas sim um complemento de função para a tradicional proteção de ativos e a perda de prevenção. O lucro gerado pelo potencial inerente do Vídeo Enabling vai permitir que fornecedores, parceiros e clientes ganhem juntos. Há uma série de possíveis maneiras de Video Enable nas empresas. Aqui estão apenas alguns exemplos: - Prevenção. Os trabalhadores podem ser monitorados para revisar seu vestuário de proteção, equipamentos e procedimentos de segurança, ou, a exposição ao fogo, produtos químicos, acidentes ou lesões. - Evitar filas nos pontos de venda. Notifica quando é necessários ter pessoal extra. - Alertas para as equipes de manutenção. Alerta anteiminentes falhas estruturais de prédios e veículos. - Os varejistas podem usar vídeo para monitorar os padrões de tráfego, medir a eficácia das exposições das mercadorias e outras estratégias de merchandising para encontrar formas de aumentar as vendas ou visitas. Por exemplo, um varejista na Irlanda teve inicialmente uma solução de vídeo para vigiar seus estacionamentos. Eles perceberam que poderiam fazê-lo usando a análise de conteúdo de vídeo, para enviar um alerta à loja quando alguém estiver estacionado no lugar das pessoas com deficiências. Uma cadeira de rodas poderia então estar imediatamente disponível, proporcionando melhor atendimento ao cliente. Na mesma linha de ideias, uma fazenda nos EUA usou sua instalação de vídeo para mais do que a segurança (o qual foi integrado com um sistema de controle de acesso): para aperfeiçoar o tempo de caminhões de colheita, reduzindo o tempo de fila, garantindo menor espaço de tempo entre a colheita e a entrega. De acordo com o relatório do Conselho de Pesquisa sobre a Prevenção de Perdas (LPRC por suas siglas em Inglês) “CFTV no Varejo 2012, na categoria de vídeo para vendas, marketing e eficiência operacional”, os varejistas que usam sistemas de vídeo baseados em IP não só para segurança, tiveram prevenção de perdas do 93%, e tiveram um impacto positivo em suas operações, enquanto o 40% tem visto um impacto positivo no merchandising”, e “cerca de uma quarta parte das companhias conseguem a integração do vídeo inteligente”. Tais cifras são bastante significativas e indicam que o setor do varejo, por exemplo, está dando passos de gigantes na adoção de soluções de vídeo enabling. A visão da Milestone é “conduzir a convergência da videovigilância e dos sistemas baseados em IP”. Este não é apenas um aviso aberto da nova direção que a videomonitoramento está tomando, é uma hipótese de iniciativa e uma convocação para liderar a indústria de segurança de vídeo para habilitar e otimizar processos de negócios. DS


2013

2013 O ENCONTRO DAS INDÚSTRIAS DE INFRAESTRUTURA PARA TRANSPORTE

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JUlHO

Sicherheits Expo München Mais uma vez, o evento realizado na Alemanha é candidato a um dos melhores da Europa, graças a sua combinação de vertentes e temas ligados à segurança eletrônica. No encontro deste ano não faltarão palestras e expositores ligados a segurança bancária, proteção anti-incêndio, proteção de perímetro, segurança predial e sistemas de alarmes. 02 e 03 de julho Alemanha www.sicherheitsexpo.de/en SecuTech Tailândia O SecuTech Tailândia deste ano reúne os mais tradicionais fabricantes de segurança eletrônica nas vertentes de videovigilância, controle de acesso, biometria, sistemas de alarme e intrusão e intercomunicações. Além disso, serão trabalhadas verticais como automação predial e fabril, varejo, bancos, hotéis, transportes e outras. Entre os seminários em destaque no programa educacional estão o de HD-SDI, Fogo e Segurança e Segurança para áreas industriais e varejo.

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03 a 05 de julho Bangkok – Tailândia www.secutechthailand.com Axis Academy A Axis Communications promove curso sobre vigilância em vídeo indicado para profissionais que trabalham com integração de sistema e design de vídeo em rede. O treinamento, intitulado Axis Academy, abrange o essencial de vídeo em rede e permite que o aluno, independentemente de seu nível de capacitação, alcance proficiência para trabalhar com produtos e soluções de videomonitoramento digital. Nos dois primeiros dias, acontece o treinamento Fundamentals, que combina aulas práticas e teóricas para falar sobre temas como instalação básica de câmera, uso de imagem, otimização de taxa e bit e análises de vídeo. No último dia, acontece o Video Solution Fundamentals, treinamento avençado em solução de sistemas e design, com ênfase em exercícios práticos que proporcionam soluções de seguran-

ça em grande escala. O curso será na sede da Axis, na rua Mário Amaral 172, 13º andar, entre as 9h e as 17h. 16 a 18 de julho São Paulo/ SP joanna.viali@axis.com Security Expo O maior encontro de segurança eletrônica da Austrália reunirá alguns dos principais líderes e especialistas da região para falar sobre as novidades do mercado naquela região. Além da exposição com os principais produtos dos players de mercado, o Security Expo abrirá espaço para uma conferência e ciclo de debates. Entre o público que deve participar do evento estão gerentes e diretores de segurança, CEOS e CFOS ligados a setores de governo, educação, saúde, infraestrutura, aviação, além de consultores e integradores de sistemas. 24 a 26 de julho Austrália www.securityexpo.com.au



Digital Security Ed. 23 Julho/2013