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jornal Jornal Nº 1

Semestre 2014/1

do

Tiragem: 10.000

«A gente quer ter voz ativa, no nosso destino mandar» C. Buarque

Ocupação da reitoria conquista gratuidade no RU Após 10 dias de ocupação da Reitoria da UFRGS, saímos com o gosto da vitória e prontos para darmos continuidade ao movimento. Nós do Coletivo Voz Ativa preparamos essa ação durante semanas junto a outros coletivos, diretórios acadêmicos e demais estudantes. Participamos ativamente desse processo porque acreditamos que só com LUTA, conquistaremos nossos direitos. Entramos no prédio às 9h da manhã da quarta-feira, dia 14 de maio, em um grupo de mais de 50 pessoas, vindas principalmente de cursos do Campus d o Va l e c o m o Geografia, Ciências Sociais, Geologia, Filosofia, Biologia entre outros. Logo que anunciamos a ocupação do local p o r t e m p o indeterminado e começamos a postar fotos nas redes sociais, começaram a chegar estudantes dos Campus Centro e Saúde. A noite, na p r i m e i r a Assembleia, já éramos mais de 150 estudantes na ocupação. Apresentamos 41 pautas de reivindicações emergenciais para o Reitor (aliás, para o vice, já que o REItor em nenhum momento teve a coragem de nos receber e encarar os problemas da universidade de frente) e tivemos 3 pautas atendidas. Parece pouco mas essas três pautas beneficiarão pelo menos 2082 estudantes segundo a PRAE. Dos quase 30 mil estudantes da graduação, serão beneficiados diretamente os que mais necessitam. Conquistamos:

 Gratuidade no RU para todos os estudantes beneficiários da PRAE;  Auxílio de R$ 200,00 por mês para cada morador de casa do estudante beneficiário PRAE para alimentação nos fins de semana;  Não criminalização e nenhum tipo de processo disciplinar aos estudantes que participaram da ocupação da Reitoria. Estamos de alma lavada. A UFRGS não via uma ocupação da reitoria desde 2007. Uma geração inteira de estudantes passou por aqui sem ver uma luta mais efetiva pelos nossos interesses. Sabemos que essa ocupação serve com pontapé inicial para alcançarmos maiores mobilizações. No dia 10 de junho realizaremos uma manifestação em defesa das 39 pautas que não foram atendidas. Entre elas se destacam a Paridade; a anulação do contrato com a ELBIT; o impedimento da atuação repressiva da Brigada nos campi; RU vegetariano com suco; e a equiparação das bolsas a um salário mínimo. Desde já conclamamos todos a se fazerem presentes. Há muito tempo não conquistávamos vitórias tão concretas no campo da assistência estudantil. Estamos muito orgulhosos do processo de reorganização do movimento de luta que estamos desenvolvendo e chamamos todos os demais colegas a se somarem. Só com luta conquistamos nossas vitórias!


DCE tenta fechar Videoteca do Campus do Vale má fé e de uma maneira totalmente vertical sobre os A Videoteca do Campus do Vale há mais de 16 anos estudantes. presta um grande serviço à comunidade acadêmica, A Chapa vitoriosa venceu com a campanha que alugando VHS's e DVD's a preços populares. No final do ano afirmava ser o “Partido do Estudante”, mas na sua prática, passado, em um período de recesso acadêmico, o atual em seus poucos dias de mandato, se mostra totalmente administrador da videoteca foi “aconselhado” a deixar contrária ao próprio discurso! Pela pressão que ocorreu por imediatamente o espaço, pois a atual gestão do DCE parte dos inúmeros DA's que ocuparam o espaço, o DCE se (Chapa 3 – DCE de Verdade) solicitou-o e não apresentou obrigou a publicar uma nenhuma política de nota justificando a retirada reutilização do espaço. da videoteca para a Também no início desse implantação de um posto processo, o DCE informou de recarga do TRI, mesmo que a Videoteca estaria se tendo uma outra sala do retirando voluntariamente,o lado. Uma justificativa que era mentira. emergencial, na tentativa Ao constatar todos de acalmar a situação, esses fatos já citados, enquanto articulava pelas criou-se o movimento costas dos estudantes a “Ocupa Videoteca” que ocupou o espaço até que a Ocupação garante permanência da Videoteca! expulsão da locadora de filmes que custam R$1,50. atual gestão se manifestasse e dialogasse com os A videoteca é um serviço que é utilizado não só por estudantes. Durante os vários dias de ocupação, o “DCE de alunos, mas por professores e servidores. Ignorando Verdade” não procurou o movimento, se negando por muitas totalmente essa importância o DCE solicitou a retirada da vezes a debater sobre o assunto e dialogar com os videoteca, que é um serviço de fácil acesso a todos (as) estudantes. estudantes pelo seu preço extremamente popular. Até então O VOZ ATIVA, que também participou da a videoteca permanece no seu devido local, e o movimento ocupação, não aceita que nossos direitos sejam continua acompanhando essa questão. Até lá, desfrute dos restringidos, ao contrário, defende mais benefícios aos serviços! estudantes. O atual diretório central dos estudantes agiu de

Todo apoio a GREVE dos servidores

Venha fazer Teatro de Grupo

No Brasil pouco tem se investido em educação. Enquanto paises que venceram o analfabetismo distribuem cerca de 15% a 30% do seu PIB para educação como é o caso da Finlândia e a de Cuba, o país segue a miseros 5% do PIB investidos neste setor. Não obstante, quem mais sofre com o sucateamento do ensino são os alunos e os terceirizados e técnicos-administrativos. Os servidores estão em greve e nós do VOZ ATIVA, damos todo o apoio a esta categoria de luta, que recebe péssimos salários e condições de trabalho. Todo apoio a Assufrgs!  Definição de Data-Base;  Politica salarial permanente com reposição inflacionária, valorização do salário base e incorporação das gratificações;  Cumprimento por parte do govero dos acordos e protocolo de intenções firmados;  Contra qualquer reforma que retire direitos dos trabalhadores e pelare rada dos PL's e MP's  Paridade e integraidade entre a vos, aposentados e pensionistas  Reajuste dos bene cios  Antecipação para 2014, da parcela de reajuste de 2015

O teatro foi um espaço muito valorizado entre os estudantes antes da ditadura militar. A União Nacional do Estudantes fundou com ajuda de vários dramaturgos como Vianinha e Guarnieri o Centro Popular de Cultura (CPC). O grupo levou a arte para as ruas, bairros populares, escolas e sindicatos. As apresentações eram uma festa multicultural com peças, filmes, músicas e livros. O projeto foi interrompido pelo golpe de 64 e nunca mais retomado. Com a intenção de popularizar o teatro e divulgar as lutas dos estudantes. Estamos organizando intervenções através do teatro de grupo para atuar na UFRGS e fora dela com um teatro questionador e mobilizador, que traga o público para a condição de ator, protagonista de sua história. Abordaremos em nossos encontros, além de pautas do próprio movimento estudantil e sindical da universidade, a contribuição teórica do Teatro de Arena e do Oprimido, com textos de Augusto Boal, Bertold Brecht e etc. Fortaleça o teatro do Voz Ativa. Entre em contato.


Os Chopis Centis da UFRGS e a segurança privada à comunidade foi uma medida que começou durante a Nos últimos tempos, a reitoria da UFRGS ditadura militar. O campus original era um campus ao estilo implementou uma política de perseguição às “festas dos duma Sorbonne, duma Coimbra, que está inserido na urbe e estudantes”, limitando a movimentação no espaço da dialoga com a cidade ao seu redor. Os militares resolveram universidade – e determinando horários – numa ação criam um campus “americano”, longe de tudo, para afastar policialesca comandada pela RUDDER (Llince), empresa de os estudantes, e aí surgiu o Vale, com as faculdade sendo segurança, que passou a vigiar os alunos de maneira transferidas e apenas a faculdade de Direito permanecendo intimidatória e constrangedora. Ao mesmo tempo em que se em seu espaço, por luta de seus estudantes que se tenta cercear a atividade acadêmica – que não se restringe recusaram a sair. às salas de aula -, é cada vez maior a presença da iniciativa Nessa americanização contínua dos espaços privada nas dependências da instituição. estudantis da UFRGS, a empresa de É visível também a presença de alguns segurança RUDDER (Lince) cumpre um monopólios privados, que oferecem papel diferente dos seus congêneres serviços a preços extremamente americanos, que cuidam também da abusivos para estudantes de uma segurança dos alunos num país em que universidade pública e federal. A “tia das psicopatas costumam abrir fogo contra os trufas” e “o tio das pastilhas” são colegas. Por ser apenas segurança perseguidos pelos seguranças da patrimonial, a RUDDER (Lince) assume RUDDER (Lince), que de segurança apenas a proteção ao patrimônio imóvel da patrimonial passaram a verdadeiros u niversidade mas, por força das capitães-do-mato a serviço dos circunstâncias, vem desempenhando o interesses instalados entre empresas papel de leão-de-chácara da propriedade privadas e a reitoria da UFRGS. privada do campus – perseguindo os Em cima da mesa, duas questões que se entrelaçam: a não- Desde 1967 (Ditadura Costa e Silva) SEM ambulantes – e atuando também como transparência das licitações, que LICITAÇÃO, explorando esta comunidade. “polícia de costumes”, interpelando estudantes, pedindo identificação, permite que conclomerados como o expulsando-os do Vale e, também, por mais Antônio se perpetuem – e se incrível que pareça, atuando como mantenedora da moral e multipliquem -, e a perda de espaço progressiva dos locais bons costumes, constrangendo namorados e perseguindo de convívio dos estudantes, nomeadamente os diretórios supostos pervertidos. acadêmicos e centros de convívio, que foram empurrados A UFRGS paga muito caro por uma segurança que para porões e despensas. Com a construção do famigerado não protege os estudantes de assaltos, estupros ou muro ao redor do Campus do Vale, a direção da UFRGS qualquer outro tipo de violência. Na terceirização de tenta a todo custo isolar a universidade da comunidade em serviços, a RUDDER (Lince) abocanha a parte do leão. Em que está inserida, continuando a obra dos governos 2008, o contrato 043 estipulava quase oito milhões de reais militares. de pagamento à empresa de segurança, ficando no topo da Nos anos 70 e 80, em plena ditadura militar, o “bar da lista. Para se ter uma idéia da disparidade do investimento, Filô”, o pátio da Medicina, as catacumbas e o primeiro andar no mesmo ano o RU, os serviços de gráfica, de enfermagem do CEUE, a Casa do Estudante, fervilhavam de atividade tiveram um orçamento de 2 milhões e meio de reais. Esses cultural intensa. Artistas como Nei Lisboa, Nelson Coelho de números e toda a repressão aos estudantes deixam bem Castro, o recém-falecido Nico Nicolaiewsky, o grupo de de claro a opção da reitoria em transformar os alunos em um teatro Oi Nóis Aqui Traveiz, os Engenheiros do Hawaii, entre exército de mão-de-obra para abastecer a iniciativa privada outros, fizeram suas primeiras apresentações em locais que em detrimento de uma estratégia acadêmica que priorize a hoje pertencem a estabelecimentos comerciais. produção de conhecimento. O isolamento dos estudantes da UFRGS em relação

DAGE faz intervenção contra a Ditadura de 1964 e a ditadura atual


Fortalecer a luta pelo Passe-Livre O ano de 2014 não começou diferente dos anos anteriores. É mais um ano que a tarifa do ônibus aumentou. Já são 20 anos de aumento progressivo, em 1994 custava R$ 0,37 até chegarmos no valor de 2,95 de hoje. Uma simples viagem de ida e volta em Porto Alegre custa mais do que 4 almoços no RU. Para manter os privilégios dos donos das empresas de ônibus, a conta sai do bolso do estudante e do trabalhador. No ano passado ficou claro a insatisfação da população com o descaso das administrações públicas e as mobilizações explodiram, culminando nas jornadas de junho. Com as mobilizações de rua várias cidades conquistaram reduções da tarifa de ônibus, sendo Porto Alegre a precursora. Esse ano a prefeitura já mostrou bem claramente de que lado está, o dos tubarões do transporte. Em resposta, o Bloco de Lutas mantem-se nas ruas para conquistar um transporte realmente público e não uma mercadoria como atualmente.

As mobilizações de 2013 permitiram também que durante a ocupação da câmara de vereadores surgisse o projeto de lei para municipalização do transporte da capital. Desde então o projeto foi subestimado pelos parlamentares. Com a intenção de valorizar e fortalecer a pauta, o Bloco de Lutas iniciou um projeto de iniciativa popular que busca arrecadar mais de 50 mil assinaturas para então ser votado. Municipalizando o transporte, as possibilidades de conquista do passe livre se multiplicam. Segundo o professor de economia da UFRGS Carlos Schimidt o passe livre total custaria a prefeitura 40 milhões de reais por ano. Para ter uma ideia a empreiteira OAS que fez a obra da arena do Grêmio deve 160 milhões aos cofres públicos, o que pagaria 4 anos de tarifa zero na capital. Assine você também o abaixo assinado e vem com o VOZ ATIVA, fortalecer.

VOZ ATIVA contra a restrição da meia- entrada de identificação estudantil, pois com isso as fraudes Em dezembro de 2013 o senado aprovou a restrição diminuirão e as organizações terão recursos para manter-se. da meia-entrada cultural. Todos os estudantes com No entanto, essa nova regulamentação veio carteirinha podiam pagar meia-entrada em cinemas, teatros, acompanhada da restrição de um direito que foi conquistado shows e eventos esportivos. Com essa lei existirá uma através da luta dos estudantes para facilitar nosso acesso a limitação de 40% dos ingressos disponíveis para cada cultura e ao lazer. Não temos nenhuma garantia que o evento. Além dos estudantes, ainda entraram nessa cota governo realmente vai fiscalizar se os estabelecimentos pessoas com deficiência e jovens de baixa renda inscritos no estão disponibilizando realmente os Cadastro Único para Programas 40% dos ingressos. Também não Sociais do Governo Federal. acreditamos que essa medida irá O governo justifica a proposta diminuir os preços dos ingressos, afirmando que com a limitação do como argumenta o governo, por benefício os ingressos ficarão mais isso os estudantes e as baratos, já que os produtores culturais organizações estudantis devem alegam os altos preços dos ingressos Oposição de Esquerda é contra a restrição lutar contra essa a restrição. pelo fato da meia-entrada não ter A diretoria majoritária da UNE, mais uma vez, baixou limites. Outro argumento é a diminuição das fraudes multiplicadas após a aprovação da MP 2208/1, no governo a cabeça e aceitou calada a proposta do governo. O VOZ de Fernando H. Cardoso, que permitiu a emissão das ATVA, junto com as outras organizações que compõem a carteirinhas por qualquer organização, chegando ao Oposição de Esquerda na UNE, foi contra essa restrição e absurdo de pizzarias e rádios emitirem as identificações vai lutar para que ela seja revogada. Os preços das sessões estudantis. de cinemas, espetáculos teatrais, shows e jogos são O VOZ ATIVA defende a regulamentação da meiaextremamente caros e garantem lucros absurdos para seus entrada, que garanta as entidades estudantis reconhecidas produtores. A solução para baixar o preço dos ingressos não pelo movimento estudantil, também as não-filiadas à União é restringir o direito dos estudantes e sim limitar os lucros Nacional dos Estudantes (UNE), possam fazer as carteiras absurdos de alguns eventos.


Manifesto do Coletivo Voz Ativa s? os? o m m s? o e o s r m e m a u e z i q qu gan r o que o s no o m o c O coletivo VOZ ATIVA organizou-se dia 20 de outubro de 2013. Formado por ESTUDANTES da UFRGS, tem como objetivo ser um movimento combativo, rebelde, plural e de LUTA! Somos estudantes, cidadãos, trabalhadores. Mobilizamonos com base no DEBATE DEMOCRÁTICO e PLANEJAMENTO COLETIVO. Temos como pauta de destaque a luta por democracia. Declaramos guerra à gestão burocrática que nos é imposta. Defendemos que sejam realizadas eleições pra Reitor e não apenas uma consulta, que seja implementada a Paridade como forma de democracia na Universidade, garantindo 33% do poder de voto para cada setor (estudantes, professores e servidores) tanto nas eleições para reitor e diretores dos institutos, como em todas as deliberações das demais instâncias da universidades. Lutamos também por melhores condições de infraestrutura, moradia estudantil, equiparação do valor das bolsas a um salário mínimo, RU vegetariano com suco natural, bibliotecas abertas no período noturno, laboratórios de qualidade, segurança nos campi e concurso para servidores nessa área, revogação da Resolução 19, retirada da empresa israelense Elbit/AEL da UFRGS, além do Passe-Livre para os estudantes e autonomia do movimento estudantil, dentre tantas outras pautas. Para termos sucesso nessa luta, nos organizamos em assembleias que acontecem em média uma vez por mês e comissões executivas do Jornal do Voz Ativa, do Teatro de Grupo, do Curso de Defesa Pessoal pra Mulheres, entre outras comissões não permanentes criadas para determinado fim específico. O Voz Ativa também se constrói como uma possibilidade real de organização de estudantes de vários cursos que atuam nos seus centros e diretórios acadêmicos e que visam unificar estes para a luta pela melhoria nas condições de estudo e de vida dos estudantes da UFRGS. O grupo também se demonstra eficiente, quando o assunto é aproximar os estudantes mais organizados e dispostos, daqueles estudantes que estão apenas em sala de aula, mas que de uma maneira ou de outra querem

ser ouvidos. A própria forma organizativa com assembleias mensais permite que muita gente participe das decisões do coletivo sem que necessariamente façam dele uma militância diária. O respeito aos mais diversos níveis de organização e às mais diversas opiniões de cada membro também é marca do coletivo. Procuramos sempre entrar em consenso e votar somente em último caso, quando não há mais nenhuma possibilidade de entendimento entre os participantes. Tudo isso para garantir que nosso coletivo não seja algo descolado da realidade de cada sala de aula e da consciência de cada estudante. Não conquistaremos nossos direitos sem luta. Enfrentamos um caminho de muita burocracia dentro da UFRGS, onde vários dos nossos direitos não são garantidos pela própria forma de poder instalada, que não garante participação dos estudantes nas resoluções dos problemas, bem como democracia na elaboração das diretrizes políticas da universidade. Continuamos lutando pela histórica bandeira da Paridade, por melhorias das nossas condições e organizando os estudantes para compreenderem que sua mínima participação pode fazer a diferença. Desde que nasceu, o Coletivo Voz Ativa conquistou importantes vitórias no terreno da formulação, organização e unidade com outros setores do movimento. Falta-nos agora empreender um enfrentamento mais decidido contra os órgãos administrativos da UFRGS e a essa tarefa nos lançamos com todas as forças nesse segundo momento. Por isso construímos esse semestre a Ocupação a Reitoria da UFRGS em conjunto com outros coletivos, diretórios e demais estudantes. Passamos 10 dias acampados e fomos V I TO R I O S O S. Obtivemos uma conquista expressiva no campo da ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL, como há anos não se via nessa universidade. Por isso fazemos um avaliação extremamente positiva dessa OCUPAÇÃO e convocamos os colegas para se somarem na construção das próximas lutas e conquistas que estão por vir.

Jornal do Coletivo Voz Ativa  

Jornal com breve avaliação do semestre que está acabando e com o manifesto do Voz Ativa para quem quer conhecer melhor o coletivo.

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