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Idosos e Velozes

EXEMPLAR GRÁTIS

Aos 70 anos, nossos patins estão voando!

Festival de raça

Cachorro-quente põe Osasco no topo da mídia

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4 12 20 26 Ano II – nº 12 Março/Abril 2012 Equipe Gotcha Roller Team Patinação de velocidade Foto: Viver Osasco

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SUMÁRIO

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EDITORIAL - Venha a Nós o Vosso Reino Feita para o mercado, “Viver Osasco”: se consolida como excelente opção para o empresário que quer crescer. ESPORTE – Senhores com Asas nos Pés Gente com mais de 70 anos faz de Osasco um celeiro de campeões e pólo de patinação de velocidade. FESTIVAL – Osasco, Capital do Cachorro-Quente? Um empreendedor quase solitário faz da cidade referência nesse tipo de comida de rua. BONS VIZINHOS, BONS AMIGOS – Carapicuíba Carlos Torres, um pintor que mudou de ares mas respira Osasco por todos os poros.

ARTIGOS E SEÇÕES: Gente – Tem pessoas em Osasco que você não pode deixar de conhecer. 6 Acontece – Os mais significativos fatos da cidade estão aqui. 8 Direitos e Deveres – Pensão por morte – O que toda viúva deve saber para não perder esse benefício. 30 Roteiro - Se você pensa que sabe tudo de Osasco, tem coisas que... . 38 Cultura & Lazer – Essa é a única riqueza que não há como você perder. 36 Escreve quem lê – Esta é a tribuna mais livre de Osasco. Aqui, o leitor mostra seu agrado ou desagrado, elogia ou critica, porque aqui é o seu espaço! 40 Vídeos – Sugestões para você curtir em casa. 42 V I V E R

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EDITORIAL

Prefeito, Alfabeto, Preconceito e Adoção Um de nossos espirituosos leitores (desculpem-nos não mencionar quem é ele ou ela) observou que na nossa edição passado “é o único lugar em que o prefeito de Osasco aparece antes do Fulano de Tal”. (Perdoem-nos por não declinar também o nome real do tal Fulano.) Mas explica-se a observação bem-humorada de nosso(a) leitor(a): é que os depoimentos da edição do Cinqüentenário foram colocados em ordem alfabética. E aí, como num dicionário, o nome do prefeito apareceu antes do Fulano de Tal. Cessado o sorriso pela observação cheia de graça, pedimos licença para observar que: Pe;a primeira vez o nome do atual chefe do Executivo de Osasco foi impresso nas páginas de “Viver Osasco”, em dois anos de existência da revista. Nada temos contra ele, nem a favor. Apenas, nossa missão é promover o exercício da cidadania, divulgando as ações exemplares e o que a cidade tem de bom. Por exemplo, ainda estamos procurando a forma equilibrada de abordar o tema “Segurança”, sem que brote sangue de nossas páginas, apesar da inquietadora ocorrência de crimes.

Viver Osasco é uma publicação da Viver Edições e Produções Ltda. 4

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Pelo menos um anunciante, açodado, mal-informado, ou pusilânime diante de pressões políticas nestes tempos pré-eleitorais, recusou-se a divulgar seus serviços em nossas páginas. Tem todo o direito. Mas convidamos esse(s) anunciante(s) a pensar em seu próprio interesse. Porque, desculpem-nos a falta de modéstia, nenhum veículo ele encontrará com uma tiragem – verdadeira! – como a nossa, uma distribuição – diferenciada – como a nossa e uma postura ética e uma aceitação tão clara quanto a nossa. Vale a pensa pensar se é bom negócio desperdiçar oportunidade por causa de miopias político-eleitorais. Ainda quanto à edição do Cinqüentenário, reafirmamos o que já dissemos na “Apresentação” daquela nossa edição. Se pudéssemos, daríamos espaço a TODOS os cidadãos para se manifestarem sobre o que acham que Osasco tem de bom e o que pode melhorar para o futuro. Muitos osasquenses respeitáveis, inteligentes e com visão de futuro encheram-se de sagrada indignação por não terem sido incluídos na tal relação alfabética de depoentes. Por terem algo a dizer, eles têm razão. Mas já explicamos os motivos do nosso selecionamento: a) cidadãos que já haviam sido reportados em nossas páginas; b) meia dúzia de representantes do poder público (dentre duas ou três

Editor: Edmilson Conceição Jornalista Responsavel: Shitomo Nakazato MT-14471 Editor de Arte: Arnaldo Colón Silva Comercial: Carlos Camargo - Cel.: 9745 1313 comercial@viverosasco.com.br

Designer: Henrique Vargas Impressão: W Gráfica e Editora Tiragem: 15.000 exemplares Viver Edições e Produções Ltda. telefone: 3608-0787 / 3695-3133 redacao@viverosasco.com.br


dezenas), cujas ações e propostas puderam, assim, ser expostas ao escrutínio de nossos leitores; c) técnicos consagrados, com reputação além=fronteiras do município, que contribuíram com visões até instigantes para uma reflexão abalizada sobre a cidade. De tudo isso, sabe você, caro leitor, o que achamos? Que a nossa edição do Cinqüentenário mexeu, continua a mexer e ainda vai mexer muito com a cidade. Não que amemos a polemica. Sim que detestamos o imobilismo. Ah, outra coisa. Não somos sectários, energúmenos da esquerda ou da direita, nem mesmo do centro. Há na “Viver Osasco” católicos, umbandistas, evangélicos, ecumenicamente respeitando as nossas diferenças de fé – religiosa ou política. A única verdadeira maldade e a intolerância, que rima com ignorância. Quem é esclarecido, aceita e ama. Por fim, só mais uma coisa. Parece que esta nossa revistinha despretensiosa está mesmo é despertando o desejo de variados setores de adota-la como sua, com exclusividade. Como disse alguém dentro da nossa Redá;cão, está virando um daqueles bebês gordinhos, de olhinhos azuis, que todo casal sonha adotar. Ou seja, longe do preconceituoso sentimento de que uma criança escurinha e com defeitos físicos ou mentais merece é ser abandonada. Ora, fora com o preconceito! Ou seja, será que a revista “Viver Osasco” está se tornando um sonho de adoção, apesar das poucas deserções? Então, que assim seja. Venha a nós o vosso reino, empresários, anunciantes de todos os matizes e crenças. Adotem-nos# Levem-nos para suas casas, como já o faz a população de Osasco, porque lhes daremos felicidades alegrias no dia-a-dia, felicidade e amparo no futuro e, com o perdão da palavra, lucros! Edmilson Conceição editor V I V E R

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GENTE

Coordenador geral do Projeto Osasco 50 anos, Antonio Roberto Espinosa é o responsável pela articulação das aspirações da sociedade civil com as análises dos técnicos da Prefeitura. Nascido em Osasco, é jornalista, foi editor-chefe da Editora Abril, fundou e dirigiu o mais polêmico jornal de nossa história, o Primeira Hora. Filósofo formado pela USP, é mestre e doutor pela mesma universidade, autor da tese “A sombra dos leviatãs” e do livro “Abraços que sufocam – E outros ensaios sobre a liberdade”. Professor de Política Internacional, leciona na Escola Superior de Diplomacia, Escola Pós-Graduada de Ciências Sociais e Unifieo. Foi guerrilheiro contra a ditadura militar, passando quatro anos de sua juventude como preso político.

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Hagop Garagem

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Neto de um dos fundadores da cidade, Hagop Koulkdjian Neto, atual vice presidente do Conselho Deliberativo da Comunidade Armênia de Osasco, presidente fundador do Rotary Club de São Paulo Parque Continental, Orientador do Intercâmbio Internacional de Jovens, seu primeiro emprego foi trabalhar por conta própria aos sete anos como engraxate, em frente à Padaria Portela na Av. João Batista, com formação em Comércio Exterior, foi empresário e gerente de grandes magazines. Hoje seu principal trabalho, apesar de não ser historiador, é resgatar a história da cidade através do seu site www. hagopgaragem.com que disponibiliza cerca de 4.000 fotos digitalizadas em alta resolução, proporcionado uma viagem no tempo e na história de nossa cidade. V I V E R

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Roberto Espinosa

Conceição Hipólito

Sempre preocupada em se relacionar com pessoas em situação de vulnerabilidade social, além do seu consultório particular, procura dar atendimento psicológico às pessoas de baixa renda e também como voluntária na Paróquia Sagrada Família da V. Yara e também como Leiga Consagrada da Ordem Carmelitana. Em seu trabalho voluntário conheceu Elza Aoki, pediatra e juntas começaram a fazer atendimento clínico e distribuição de remédios grátis doados por médicos e laboratórios. Não só distribuindo remédios, procuraram promover a saúde mental das pessoas e tamanho foi o sucesso, que um ano depois fundaram a ANOSCAR – Associação Comunitária N.S. do Carmo.


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ACONTECE

CPTM

Nova estação e modernização da frota

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Como parte do processo de modernização da estação de Osasco e transformação da linha 8 Diamante (Júlio Prestes-Itapeví) da CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, em metrô de superfície, Osasco ganha uma nova estação, com novo acesso à zona norte e à rodoviária. A nova estação praticamente com o dobro de área, permite transpor a via férrea livremente, disponibilizando dois elevadores e cinco escadas rolantes, oferecendo acessibilidade e conforto aos seus usuários, bem como para a população. Para atender a nova demanda, a conclusão da segunda fase das obras, estão previstas para o final deste ano, pois as novas composições já estão operando normalmente com trens novos, layout moderno equipados com tecnologia de ponta, ar-condicionado, câmeras de monitoramento que permitem visualizar a movimentação dos usuários na parte interna e externa dos trens e acessibilidade para pessoas deficientes ou com mobilidade reduzida.

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FOTOS: VIVER OSASCO

JOVENS

Idosos Velozes e Felizes A patinação de velocidade dá às pessoas de qualquer idade saúde, equilíbrio, convivência e títulos em campeonatos internacionais. Osasco tem tudo a ver com isso. Reportagem: Edmilson Conceição 1 2

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odas as manhãs de sábado bem cedinho, enquanto a metrópole paulista curte uma preguiçosa pausa em sua correria semanal, um grupo de pessoas se agita de modo frenético. Eles estão na imensidão quase deserta do Parque Villa-Lobos. Como se estivessem mergulhados numa piscina, os madrugadores do Parque agitam os braços, “nadam”. Como se competissem numa prova de canoagem, eles “remam”, isto é, alternam

as pernas num movimento que os impulsiona para a frente. Como se não tivessem 70 anos de idade, e até mais, eles deslizam sobre o concreto da pista, desafiando cronômetros. Não! Eles não deslizam, voam! São reencarnações do deus Mercúrio, com asas nos pés. Só que nos pés, de verdade, eles têm apenas rodinhas. De patins. São atletas. São campeões. São, vários deles, da Seleção Brasileira de Patinação Máster. V I V E R

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De onde vêm eles? De diversos pontos da Grande São Paulo, mas fundamentalmente de Presidente Altino, Osasco. Mais precisamente, da Gotcha Roller Team – Patinação de Velocidade, uma associação fundada e dirigida em Presidente Altino pelo professor de educação física Marcel Lionese. Por que no Parque Villa-Lobos? Por que às 7 da manhã de sábado? “Porque aqui tem uma boa pista, ape-

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sar de bem maior do que precisaríamos”, explica Marcel Lionese. “E porque, depois das 9 horas da manhã, o local se enche de gente. Seria até perigoso para os patinadores ou para os freqüentadores comuns, que vêm andar, correr ou simplesmente respirar um pouco de ar puro no final de semana.” (O Parque Villa-Lobos é realmente amplo. Para localizar o grupo de patinadores o melhor a fazer é usar como re-


ferência, já dentro do Parque, os nomes “Ilha Musical” ou “Ponta da Raquete”.) De capacete, joelheiras e cotoveleiras, os patinadores campeões treinam duro. Rodam ao longo da imensa circunferência, atingindo velocidades vertiginosas. Ao passar pelo compenetrado técnico Lionese, sem parar, recebem informação sobre o tempo cronometrado de suas voltas. E são quase sempre estimulados aos gritos de “mais rápido, mais rápido, mais rápido!” Dissemos antes “máster”, o que equivale a dizer “idoso”? Referimo-nos a “campeões”? Pois é. Para tirar a limpo essa história, veja o que a reportagem de “Viver Osasco” obteve de informação junto a um punhado de patinadores do Parque. Foi numa dessas manhãs-quase-madrugadas de sábado do verão paulistano. A turma tem um perfil mais do que representativo dos nossos atletas dos patins. Aprecie:

MARCEL LIONESE – Aos 35 anos, dirige com ar sério gente com mais que o dobro de sua idade. Marcel é o professor, o líder, quase um guru, de tanto que é mimado por seus atletas. Ele próprio é um campeão conceituado internacionalmente e tido como um dos mais elegantes, num esporte em que a postura faz um pás-de-deux com a velocidade. Mas Marcel, prefere ser discreto e direto sobre si mesmo: “Sou só professor de educação física, técnico da Seleção Brasileira de Patinação Máster e técnico da equipe Gotcha”. Não é pouca coisa, como se verá. LUÍS GIACOMO – 70 anos, pentacampeão brasileiro, campeão sul-americano e campeão mundial de patinação de velocidade na categoria dos 70 anos. “Todos nós somos velozes”, é o máximo que Giacomo admite sobre seus próprios predicados. Mas na verdade, por seus títulos e pela forte personalidade, Giacomo é uma espécie

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de estrela de primeira grandeza dos patinadores máster brasileiros. ALMIR GONÇALVES – 65 anos. “Estou há 5 anos com o Marcel”, conta Almir, “mas na seleção mesmo faz 3 anos. Sou campeão brasileiro, campeão paulista, segundo colocado sul-americano por equipe, terceiro individual. Na França, disputando o mundial, fui o 18º colocado, na minha categoria.” ADRIANA KUBO – “Não tenho nenhum título”, diz com simplicidade Adriana, uma bonita publicitária nissei. E explica: “Faz só dois anos que estou patinando”. VANDERLEI JUNIOR – Aos 28 anos, Vanderlei é um dos “jovenzinhos” do grupo, embora seja literalmente bastante rodado nos patins: pratica o esporte desde os 10 anos de idade. “Eu andava só na rua, pegando rabeira nos caminhões”, confessa ele, revelando uma das perigosas facetas de quem se aventura na modalidade sem orientação técnica, 1 6

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pela pura adrenalina.“Colei em muito pára-choque de ônibus, mas agora, com o Marcel, estou aprendendo realmente o que é andar de patins. Comecei este ano.” KOJI TERAMITU – 75 anos. “Já fui segundo lugar no Sul Americano no Chile em 2009”, apresenta-se o decano dos patinadores do Parque. “Fui terceiro lugar no ano retrasado, na Argentina, e segundo lugar na seleção brasileira. Já fui campeão brasileiro e campeão sul-americano de 12 quilômetros.” Este último título, dos 12 km, conquistado no Chile, é saudado por todos os participantes da equipe como uma das maiores façanhas brasileiras, pela dificuldade da prova. Audaciosamente, Koji começou a patinar em 2009, quatro anos depois de abrigar no peito quatro pontes de safena e uma de mamária. Ele não quer driblar a proibição cardiológica de esforço físico, mas com seu exemplo pretende demonstrar que, com mudan-


ça de hábitos alimentares, a patinação é um aliado, não um inimigo da saúde cardiológica. A grande sacada do corajoso Koji foi consultar seu próprio coração. Descobriu, por exemplo, que depois da operação não agüentava mais correr, cansava muito. Assim, substituiu a corrida pelos... patins. E o resultado foram os títulos e uma saúde quase impertinente. GUILHERME DE ALMEIDA – Homônimo do “Príncipe dos Poetas Brasileiros”, Guilherme tem apenas 14 anos de idade. É uma espécie de mascote do grupo. Foi atraído para a patinação pela mãe, Alexandra de Almeida, uma dona de borracharia em Osasco, que quando não está trocando pneu de caminhão treina patins no Parque. Guilherme está apenas se iniciando, mas conta que já ganhou duas medalhas. E tem a satisfação de dizer que, sua nova paixão, os patins, deixou para trás o jogo de futebol, o computador, os vídeo games.

Dom de Fazer Feliz Impressionante, não? Gente com mais de 60 anos ignorando o tempo, propondo até desafios à fisiologia e à geriatria. Pessoas reafirmando os valores familiares. Atletas reformando conceitos errôneos sobre o esporte, distinguindo o que é uma “diversão” de rua e arriscada de um esporte técnico, bem orientado e seguro. Homens, mulheres, jovens e até adolescentes – sem a menor discriminação, não é verdade, Guilherme? – descortinando oportunidades para compartilhar emoções, saúde, viagens, satisfação de viver e vencer. Tudo isso está ao alcance de qualquer um. O limite é apenas a vontade e o custo, que nem chega a ser assustador (v. quadro “Patins Dão Qualidade de Vida”). São Paulo concentra 80% dos patinadores brasileiros. Portanto quem vive aqui tem esta facilidade. E se o interessado morar ou trabalhar em Osasco, então, a patinação de velocidade é um prato cheio. E saboroso. Mas, não existem pedras no caminho dos patins? Marcel Lionese aponta que existem, sim. E muitas. A maior delas é a dificuldade de obter patrocínio, empresas ou entidades que financiem as participações dos atletas em competições internacionais para representar o país. Outra é a falta de espaços públicos adequados para o esporte. “Não existem, muitos locais para os treinos”, proclama Marcel Lionese. “Tem em Sertãozinho, no Rio de Janeiro, Florianópolis, uma adaptação no Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco, só. Na Colômbia tem um velódromo em cada bairro, por isso eles são os melhores V I V E R

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do mundo. O Parque Villa-Lobos é uma exceção, mesmo com o espremido horário dos sábados de manhãzinha e a pista pouco adequada.” Tudo isso, claro, é uma realidade que a patinação não enfrenta sozinha. Atinge a grande maioria dos esportes amadores. E o retrato da situação é de

alto contraste: é verdade que temos campeões, a despeito do pífio apoio. É verdade que temos técnica e talento. Prova disso é que o próprio Marcel é convidado para dar cursos no exterior sobre patinação de velocidade. Por outro lado, como país, ocupamos as últimas posições do ranking da mo-

Patins Dão Qualidade de Vida Como fazer para entrar na equipe capitaneada por Marcel Lionese? A patinadora Adriana Kubo diz o que é preciso e quais as vantagens de ser um patinador. “Para ingressar no nosso grupo é só ter vontade”, começa Adriana. “Vai ser necessário um pouco de disciplina, porque temos nossos horários, nem sempre muito compa1 8

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tíveis com as exigências familiares e de trabalho de cada um. “O grupo tem algumas regras, que é para não ficar uma coisa sem compromisso. A gente paga uma taxa mensal (treinar no Parque Villa-Lobos é de graça), para as despesas do nosso técnico e a utilização da academia de Osasco. Lá a gente faz musculação, a parte física

dirigida, para não termos lesões. Essa taxa mensal é de R$ 80,00. “Fora isso, existem as taxas da Federação e as taxas de inscrição para as provas. E, também, os custos dos equipamentos, como patins, capacete e demais itens de proteção. Mas não é nada muito exorbitante, não. “O que mais se ganha patinando? Qualidade de vida.”


dalidade. A minguada renda per capita do brasileiro responde por isso. Pedras e mais pedras... Mas alguém acha que os patinadores de Osasco curtem mesmo esse desânimo todo? Que nada! Quem desliza nos patins não tem tempo para pessimismos. Em primeiro lugar, porque patinar tem o dom de fazer as pessoas felizes: idosos e crianças. E crianças sobre patins, como se sabe, são o retrato perfeito da felicidade. Depois, porque, com um espírito bem osasquense, os patinadores estão aprendendo a falar enquanto correm, a ter mais esperança enquanto remam, a lutar enquanto voam! Cada vez mais rápido, mais rápido, mais rápido. SERVIÇO Gotcha Roller Team – Patinação de Velocidade. Rua Carlos da Costa Ramalho Jr, 466 Presidente Altino, Osasco. Fone: 9427-0288, www.gotcharollerteam.wordpress.com V I V E R

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FOTOS: VIVER OSASCO

FESTIVAL

Cachorro-Quente de Raça Fruto do puro voluntarismo de um empreendedor, Osasco realiza evento que põe o humilde cachorro-quente e a cidade no topo da mídia. Reportagem: Edmilson Conceição 2 0

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mbu, das artes; Ibitinga, do bordado; Itu, do exagero; Osasco, do cachorro-quente... Cachorro-quente? Será que Osasco gostaria de ser conhecida como a “capital nacional do cachorro-quente”? Que vantagem haveria para a cidade ter seu nome ligado a um alimento tão popular quanto sem charme, tão valoroso mas... simples até demais? Sem se preocupar com dúvidas como

essas, Marcos Mello, um microempresário osasquense do ramo da informática, decidiu pôr mãos à obra. Disso resultou o 1o Festival Nacional do Cachorro-Quente – Osasco. “O objetivo”, confirma Marcos Mello, “é a oficialização de Osasco como a capital do cachorro-quente. Isso é uma marca, uma atração turística, assim como outros produtos trazem notoriedade, visitantes e negócios para outras cidades.” Até o momento em que fechávamos esta reportagem, a pretendida “oficialização” não havia sido obtida, embora o ponto alto e encerramento do Festival estivesse marcado para o dia 25 de março. A Prefeitura hesitava, segundo Mello. Provavelmente movida pelas dúvidas em torno da conveniência de unir o nome da cidade ao produto. Por outro lado, nem mesmo um apoio mais explícito de entidades semi-oficiais, como o Sebrae, foi procurado pelo empresário dono da iniciativa. Ainda assim, a repercussão do Festival não tem sido pequena. Em fevereiro, a poderosa TV Globo (programa SPTV, 11/2) assestou suas objetivas para a realização, proclamando Osasco como “a segunda cidade que mais consome cachorro-quente no mundo, atrás apenas de Nova York”. Outras emissoras, como Band, Rede TV e Record, enveredaram por caminho semelhante. Sem contar as matérias escritas em jornais como o “Estadão” e no programa “Jornal Regional” de Osasco. O sucesso em termos de repercussão na mídia se deve sem dúvida ao agitado fervor com que Marcos Mello se dedica à sua idéia. Embora até a primeira semana de março ainda não tivesse V I V E R

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firmado um grande patrocinador, Mello reuniu parceiros dos mais diversos, todos de porte local, que construíram um amplo sistema de apoio. Daí nasceram a marca do festival, camisetas, cartazes, adesivos, contratação de bandas de rock e MPB, local de realização e verbas – desnutridas verbas – suficientes para alimentar o projeto do Festival. Mas, afinal, o que motivou o empreendimento? Duas razoes. A primeira, a constatação simples de que o centro de Osasco, especialmente o Calçadão da Rua Antônio Agu e da Av. Maria Campos, reúne um total estimado de 600 carrinhos de venda de cachorro-quente. Alguns deles clandestinos, que foram sumariamente alijados pela organiza-

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ção do Festival. A maioria deles, porém, com suporte de boas práticas de higiene e manipulação de alimentos e até aplicando princípios de marketing (v. matéria “Sebrae Osasco: Vinde a Mim os Pequenos” em “Viver Osasco” número 9, página 30). Foram preocupações assim que fizeram crescer o movimento dos clientes e a quantidade de carrinhos, numa concentração que alegadamente chegou a atrair a atenção de um pesquisador italiano, Stefano Marras. Stefano roda o mundo documentando nas apressadas metrópoles o moderno hábito das populações de se alimentarem em vias públicas. Teria sido esse pesquisador e documentarista italiano que, diante da impressionante concentração de dogueiros e comensais de

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rua no Calçadão, atribuiu a Osasco o honroso segundo lugar no ranking dos devoradores de cachorro-quente. A segunda motivação para a realização do evento é de ordem pessoal. Marcos Mello, define, emocionado: “O cachorro-quente é um alimento despretensioso mas nutritivo e de baixo custo. Quando tem origem conhecida, como é o caso geral do produto distribuído em Osasco, é de muito boa qualidade. O dogueiro, por sua vez, é um cara digno. Ele atende com eficiência a uma das mais básicas necessidades da vida

das pessoas das cidades. Os dogueiros sustentam por anos suas famílias com essa profissão, dão escola, casa e conforto aos seus filhos. Eu próprio já passei por necessidades na vida e sobrevivi de cachorro-quente. Foi levado em parte por esse reconhecimento que eu decidi promover este evento.” Pode ser que a cidade não vire a capital do cachorro-quente. Mas, pela ardorosa defesa do criador do Festival, Osasco dá uma mostra do mais puro e determinado empreendedorismo, à altura de seus mais fundadores.

A Mecânica do Festival O 1º Festival do Cachorro-Quente de Osasco é, na essência, um concurso, destinado a eleger os melhores dogueiros de Osasco. Data da apoteose: 25 de março de 2012, domingo das 10 às 18 horas. Local: Av. Maria Campos, 625 (estacionamento co2 4

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berto ao lado do salão da “Embaixada Nordestina”). Prêmios – R$ 3 mil, R$ 1500 e R$ 750 do primeiro ao terceiro colocado, escolhidos por um júri dentre os dez finalistas. (E ainda um premio extra de R$ 300 para o cliente que conseguir devorar mais cachorro-quente numa

sessão contínua.) A participação dos dogueiros foi encaminhada através de fichas de inscrição e de votação popular, seguida da avaliação local por um júri secreto. Durante todo o dia, show das bandas Arrastão”. “La Calle”, Änor Baroni” e “Neto Andrade”.


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FOTOS: VIVER OSASCO

BONS VIZINHOS, BONS AMIGOS

Carapicuíba, Lar e Ar do Artista de Alma Osasquense Reportagem de Edmilson Conceição 2 6

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os 61 anos de idade, o pintor primitivista Carlos Torres vive com a esposa Hosana num pequeno apartamento nos altos do bairro Corinthinhas, em Carapicuíba. Ali, esse pernambucano de Vitória de Santo Antão vive, principalmente das telas que vende para clientes de Osasco. Mas Osasco é muito mais que um mercado. Quando aportou por aqui

há 40 anos, vindo do Nordeste, Carlos Torres deu com os costados foi em Osasco. “Já morei em Osasco”, confirma o pintor, “casei em Osasco, tive meus três filhos em Osasco, e trabalhei em obra, como fiscal de ônibus e carteiro em Osasco, vendo cachorro-quente ainda hoje no Calçadão de Osasco (dois dias por semana). Foi em Osasco que sofri um acidente que me transV I V E R

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formou em cadeirante e em pintor.” Então por que Carapicuíba? “Porque aqui é o meu lar”, diz Carlos Torres. E explica a razão de ter saído de Osasco: “Tenho bronquite asmática e a poluição do ar lá me faz mal.” Em outras palavras, Se Osasco é a alma do artista, Carapicuíba é o lar e o ar. Acervo de Amigos Confessando-se admirador de Picasso, Fernando Botero e, especialmente, do amigo e também primitivista Waldomiro de Deus, Carlos Torres produz em geral obras de 50x70 cm – em acrílico sobre tela –, com temas que ele mesmo relaciona como “atuais”: a paz, o amor e a simplicidade das crianças. Contabiliza em 30 anos de atividade entre quinhentas e seiscentas telas, que vende por R$ 500,00. “Não é muito, mas o suficiente para a gente viver”, analisa o pintor. “O que me leva a pintar não é o dinheiro, mas a satisfação que a arte dá. Dinheiro é bom, mas não é tudo.” Entre as satisfações que a arte já proporcionou ao morador de Corinthinhas está uma participação na Bienal de Piracicaba e, em especial, o fato de a 2 8

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Unifieo de Osasco ter no acervo meia dúzia das suas telas. Sonho? “Entrar com minhas telas na Pinacoteca do Estado”, declara Carlos Torres. “Quero também realizar uma exposição beneficente, em parceria com alguma entidade que cuide de crianças.” No seu acervo particular de preciosidades, os itens que Carlos Torres relaciona como os mais valiosos são a família e os amigos. Dentre estes, muitas das carimbadas figuras da vida osasquense, como o pintor Laurindo Lombas, o cordelista Luís Tamborilando. Mas o que mais impressiona nesse pintor de traços simples, vida simples e emoções simples é sua alma simples, quase primitiva, alma de criança. Carapicuíba pode se sentir ainda mais vizinha, mais amiga, mais irmã de Osasco, ao acolher este monumento de simplicidade chamado Carlos Torres. Serviço Carlos Roberto Torres, Rua Roberto Fernandes, 220, apto. 11, 1º andar, Carapicuíba, SP, fone 2852-1069, site www.carlostorres.art.br


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DIREITOS & DEVERES

Pensão por Morte Benefício complexo, a pensão por morte exige que os potenciais beneficiários tenham pleno conhecimento de seus direitos. Dra. Alecsandra J. Silva (*)

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pensão por morte é um benefício concedido aos dependentes do segurado que falece. Poderão ser considerados como dependentes: o cônjuge; companheiro; filhos ou irmãos inválidos ou menores de 21 anos (não emancipados) e os pais. Para o cônjuge e o filho menor de idade a dependência é presumida, o que quer dizer que não tem que ser provada. Contudo, para companheiros, irmãos e pais

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a dependência tem que ser comprovada por meio de documentação e também através de testemunha. Para a concessão de benefício ao irmão ou filho maior inválido, um dos requisitos é que tal invalidez seja constatada por meio de perícia médica do INSS. Além disso, é necessário que a invalidez seja anterior à data do falecimento do segurado, e que o irmão ou filho não tenha se emancipado até a data da invalidez. Para a concessão deste benefício não é


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necessária a carência da qualidade do segurado. Isto quer dizer que mesmo que o segurado tenha apenas uma contribuição, ou ainda que na data do óbito ele já tenha perdido sua qualidade de segurado, seus dependentes terão direito à pensão. A pensão por morte é um benefício bastante complexo. Por isso, a pessoa que for requerer o benefício precisa ter conhecimento dos seus direitos, já que muitas vezes ao dar entrada no pedido poderá receber indevidamente uma resposta negativa. E, até mesmo pela fragilidade ocasionada pela perda do ente querido, o cidadão desiste de exigir seus direitos. Há casos em que o segurado adoeceu quando ainda possuía qualidade de segurado, mas por qualquer motivo deixou de contribuir. Então, será necessário que seu dependente junte documentos que comprovem tal situação. Entre eles, laudos, exames, receitas, relatórios ou prontuários médicos atestando o início da doença. Feito isso, o requerimento será analisado por um perito médico, a fim de comprovar o início da doença e o nexo causal com a morte, ou seja, deverá ser confirmado que o segurado faleceu em face da doença contraída quando ainda possuía a qualidade de segurado. Outra situação é quando o cidadão perdeu a qualidade de segurado antes ou na data do óbito, porém preenchia os requisitos para aposentadoria, quer seja por idade ou por tempo de contribuição. O benefício será pago a partir da data do óbito, desde que requerido até 30 dias depois desse falecimento. Caso contrário, será pago a partir da data do requerimento. Em caso de dependente menor de 16 3 2

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anos ou inválido, ainda que o requerimento seja feita após 30 dias da data do óbito, o beneficiário fará jus aos valores em atraso, ou seja, desde a data do óbito. Saliente-se que às vezes será preciso intervenção judicial para o pagamento em atraso. O benefício será pago até a morte do cônjuge ou companheiro; até aos 21 anos ou emancipação dos irmãos ou filhos ou ainda até que cesse a invalidez no caso de pensionista inválido de qualquer idade. Ou, é claro, em caso de morte de qualquer beneficiário. No que se refere ao valor, a pensão por morte será de 100% do valor da aposentadoria que o segurado recebia no dia da morte ou que teria direito se estivesse aposentado por invalidez. A pensão será dividida entre todos os dependentes. Quando um deles perder o direito, quer seja pela emancipação ou pela maioridade ou cessação da incapacidade, sua parte será dívida entre os demais. A morte presumida do segurado (desaparecimento em catástrofes, acidente, desastre), também dará direito a pensão por morte, desde que comprovada pelos dependentes por meio de documentação: noticiários, boletim de ocorrência, constatação de pertences da vítima no local do acidente, etc. Até mesmo a prova testemunhal é admitida. etc. Mas, neste caso, a concessão será provisória, devendo ser renovada a cada seis meses, desde que o dependente comprove a existência do processo de desaparecimento em andamento. (*) A Dra. Alecsandra J. Silva é advogada (OAB 190.837-SP), com escritório em Osasco. Fone 3591-7370, alecsandrajs@terra.com.br


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PUXA ! ! !

V IDA ! ! ! Ontem,... o Homem navegava no mar. Hoje ??? É na Lan House – Internet o “navegar”... Ontem,... coração batia na caixa torácica do peito. Hoje ??? juntam-se os dedos das duas mãos, ou unem-se as pontas dos dedos das duas mãos... e um “coração” sem graça e com defeito bate fora do peito.

C

M

Y

CM

MY

CY

CMY

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Ontem,... o aparelho de TV era do tamanho de um monstro descomunal... Hoje ??? É da finura de uma folha de jornal. Celular era do tamanho de um tijolo... tá com o seu aí ??? dê uma olhada no tamanho dele... Ontem,... eu namorava... Hoje ??? Eu não “fico” sou casado !!! Vou ficando por aqui... Ah ! computador era do tamanho de uma geladeira ! Hoje ??? Cabem quase 50 “notebooks” dentro da Brastemp aqui de casa. o Homem “cresce” diminuindo o tamanho das coisas !

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CULTURA & LAZER

ESPORtE

SOCiEDADE

DEmONStRAçãO ESPORtiVA E ENCONtRO COm FOFãO Fofão apresenta os principais elementos do Voleibol, fala sobre aspectos e curiosidades da sua vida e da sua carreira, principais torneios disputados e títulos conquistados. Após a apresentação o público poderá vivenciar a modalidade e participar de um jogo amistoso com a atleta. Não recomendado para menores de 7 anos. Quadra de Vôlei de Areia. Livre para todos os públicos Grátis. 29/04. Domingo, das 14h30 às 17h.

BRiNQuEDOS DE ORiGAmi Que tal aprender a dobrar divertidos brinquedos de papel ? Com um simples quadrado ou retângulo de papel é possível fazer brinquedos de origamis. A proposta desta oficina é mostrar que o origami pode ser um recurso para alegrar e ensinar dobraduras de papel. Para acompanhantes e crianças a partir de 6 anos. Com Irene Tanabe. Duração: 1h30. Quiosque 4. Vagas Limitadas. Retirada de senhas no local, com 30 min de antecedência. Livre para todos os públicos Grátis. 08/04, 22/04. Domingos, às 10h30 e 16h30.

CONtAçãO

O tOCADOR DE tAmBOR Conto tradicional da Índia que apresenta a trajetória de um menino que sonha em ter um tambor. É uma versão do conto brasileiro História da Coca ou O Menino e a Avó Gulosa, recolhido por Câmara Cascudo. É um conto cumulativo que reúne música e narração. Com Cia Luarnoar. Duração: 1h. Espaço Brincar. Vagas limitadas. Retirada de senhas no local, com 30 min de antecedência. LIVRE - esta atividade será melhor aproveitada por todas as crianças Grátis. 07/04. Sábado, às 15h

Sesc Osasco – Av. Sport Club Corinthians Paulista, 1.300 – tel.: 3184-0900 3 6

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ROTEIRO

DIVULGAÇÃO

Novo restaurante com pratos contemporâneos Recentemente inaugurado, o restaurante japonês Nakato é a mais nova opção para os apreciadores da culinária japonesa. A casa oferece pratos típicos da culinária japonesa em sistema à la carte ou rodízio podendo servir se a vontade. “O sabor da tradição, com um toque de inovação” é a filosofia da casa, servindo produtos de qualidade e prioridade no bom atendimento aos clientes. Já no almoço pode se degustar o Menu Degustação, bem como no jantar, com seis tipos de sashimi, incluindo 12 tipos de temaki. Tem também itens com sushis variados, sashimis, harumaki, temakis diversos, teppanyaki de salmão (grelhado na chapa com legumes), yakissoba, tempurá, missoshiru e guiozá. Para acompanhar, cervejas Sol Premium, Cerpa, Heineken, e a mexicana Dos Equis, e o tradicional saque Azuma Kirim. Nakato – Rua Narciso Sturlini, 394 – Osasco – SP – 4620-0607 – www.nakato.com.br

DIVULGAÇÃO

O espaço ideal para recompor suas energias Com mesas colocadas junto à calçada e ao ar livre, o PASTEKO é o espaço ideal para se apreciar uma boa cerveja, sucos e refrigerantes, acompanhado dos famosos pastéis que a casa oferece. Aberto de segunda a domingo, a casa ainda serve almoço, e serviço de delivery. Ao lado do Continental Shopping, está sempre lotada oferecendo pastéis com uma opção de mais de 60 sabores, pizzas com seus sabores tradicionais ou inusitados como: strogonoff, tiras de picanha, carneiro refogado e outros. Lugar delicioso para se curtir o happy hour, junto com amigos e também poder saborear o açaí na tigela com frutas e granola ou outras opções. Com serviço de delivery, é possível apreciar pastéis e pizzas em sua própria casa. PASTEKO – Rua Eva Terppins, 15 B – Parque Continental – SP - 3714-6762

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ESCREVE QUEM Lê

Prezado leitor

Nesta Seção você tem oportunidade de dizer, com suas próprias palavras, o que sente ou pensa em relação a reportagens e artigos publicados por Viver Osasco. Aqui é a sua tribuna, livre. Envie-nos suas sugestões e suas críticas ou aponte nossos eventuais deslizes. Lembre-se que nosso desejo também é o seu, o de trabalhar por uma Osasco melhor. Reservamo-nos o direito de resumir ou editar seus comentários, preservando o sentido do conteúdo, a fim de adequar o texto ao nosso padrão editorial. Excluiremos tão-somente a defesa de ilegalidades, juízos preconceituosos e tabuísmos. Fora isso, a casa é sua. Fique à vontade. Entre em contato pelo email: redacao@viverosasco.com.br

REFLEXO Em BRASÍLiA Sr. Editor Recentemente vi na “Viver Osasco” a excelente entrevista com o poeta concretista Décio Pignatari. Sou cineasta residente em Brasília e estou precisando do contato do Décio para propor um projeto a ele. Grato. Renato Cunha caracolfilmes@hotmail. com Nota da Redação – O contato já foi concretizado. Nós é que somos gratos a você, Renato, por nos revelar que esta despretensiosa revista tem ilustres leitores até na Capital do País! Convide-nos para a estréia do seu e sobre o poeta. FOLiA EmOCiONADA... Sr. Editor Ficamos lisonjeados com a grande honra que nos concede, de expor nossos sentimentos sobre Osasco na edição do Cinqüentenário.) (“Viver Osasco” 11, página 60) Aproveito para também manifestar nosso agradecimento pela reportagem publicada na edição de novembro/dezembro sobre nossa Folia. Gostamos muito e ficamos emocionados em ver nosso trabalho tão bem tratado na matéria. Grande abraço. 4 0

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Alberto J.P. de Camargo Grupo Folia de Reis de Osasco albcamar@uol.com.br SENHORES DOS PAtiNS Sr. Editor Sou técnico da Seleção Brasileira Master de Patinação de Velocidade. Moro em Presidente Altino, Osasco, e sabendo que “Viver Osasco” se trata de uma revista sobre pessoas, clubes, atividades da nossa cidade, me ofereço a divulgar meu trabalho. Na Seleção Brasileira Master temos atletas de mais de 70 anos, campeões em várias categorias, nacionais e internacionais. Se houver interesse, entre em contato. Marcel Lionese marceltoptrainer@hotmail.com Nota da Redação – Ver reportagem nesta edição, à página 12. SEmPRE É tEmPO Sr. Editor Gostei da mais recente publicação da revista (“Viver Osasco” 11, edição especial do Cinqüentenário de Osasco). Porém, faltou o depoimento do Professor Antiório, lá do Anchieta, que atualmente, é Diretor Internacional do Rotary. Obrigada. F. M. Tommasinna tommasinna@gmail.com


Nota da Redação – E nós gostamos de sua iniciativa e de sua lembrança, cara Tommasinna. Tanto, que convidamos o Prof. Antiório para nos brindar com seu depoimento sobre Osasco. ‘ViVER’ FAZ EStuDAR Sr. Editor Graças à revista “Viver Osasco”, eu e meu filho voltamos a estudar. Lendo aquela matéria que falava da escolha de cursos nas universidades de Osasco (“Viver Osasco”10, página 22), eu optei por aprender piano no Conservatório Villa-Lobos e meu filho (com muito orgulho) está fazendo Edificações na Fito. Para mim, a revista foi muito útil nessa decisão. Parabéns! Luis Carlos de Lima (Banca de Jornal da Antônio Agu c/ Antonio B. Coutinho) Nota da Redação – Você e seu filho é que merecem os parabéns, Luís. Você é um pai herói. Esperamos que vocês dois continuem em frente e que nos dêem notícia de seu progresso. Quanto a nós, da revista, ficamos todos muito emocionados com a notícia. É uma das coisas mais maravilhosas, dentre as tantas que nos sucederam nestes dois anos de atividade. Obrigado! Fatos assim fazem-nos ter a certeza de que estamos no caminho certo. miNiStRA RECEBE ‘ViVER’ Sr. Editor A Senhora Ministra de Estado da Cultura, Anna Maria Buarque de Hollanda, recebeu e agradece o envio de exemplar da revista “Viver Osasco”. Este Ministério congratula-se com V. Senhorias. Maristela Rangel Chefe de Gabinete gm@cultura.gov.br

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VÍDEOS | FILMES INCLUSIVOS

NA PONtA DOS PÉS

NASCiDO Em 4 DE JuLHO

E mEu NOmE É JONAS KRAmER VS. KRAmER

“Verifiquem a classificação etária dos filmes, observando se estão adequados à idade de seus filhos”

KRAMER vs. KRAMER - Para Ted Kramer, o trabalho vem antes da família e Joanna, sua mulher, descontente com a situação, sai de casa, deixando Billy, o filho do casal, com o pai. Ted então tem que se preocupar com o menino, dividindo-se entre o trabalho, o cuidado com o filho e as tarefas domésticas. Quando consegue ajustar a estas novas responsabilidades, Joanna reaparece exigindo a guarda da criança. Ted porém se recusa e os dois vão para o tribunal lutar pela custódia de Billy. MEU NOME É JONAs - Jonas estudava em uma escola comum, onde acaba sendo agressivo com sua mãe que também não consegue se comunicar com ele. Meu nome é Jonas. É um momento muito bonito, pois, aquilo que para muitos parece tão simples, demorou muito para alguém que apesar de todas as dificuldades não desistiu de buscar a felicidade, através da inclusão. 4 2

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NA PONTA DOs PÉs - Steven e Carol formam um casal feliz, até que ela fica grávida. Ela deseja ter o bebê, mas ele quer que ela faça um aborto a todo custo. Sem entender o porquê do desejo dele, Carol começa a investigar e descobre que a causa é que Steven vem de uma família de anões. NAsCIDO EM 4 DE JULHO - Ron Kovic (Tom Cruise) é um rapaz cheio de sonhos, que deixa a namorada (Kyra Sedgwick) e a família para ir lutar na guerra do Vietnã. Lá, ele é ferido e fica paraplégico. Ao voltar aos Estados Unidos é recebido como herói, mas logo se vê confrontando com a realidade do preconceito aos deficientes físicos, mesmo aqueles considerados heróis de guerra. Ron decide então se juntar a outros para lutar pelos seus direitos. Dra. Vivian Freire Zanfolin CRP 61488 - Pós-graduada USP www.psicologavivian.com


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Viver Osasco - nº 12  

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