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A chegada de uma nova edição nunca é apenas um fechamento de ciclo editorial, é também a abertura de um espaço de reflexão. E nesta edição de março, esse convite se torna ainda mais simbólico.
Março carrega, por si só, significados profundos. É o mês em que celebramos a força feminina, mas também é um período que, nos Estados Unidos, marca a transição para a primavera, uma estação que representa recomeços, crescimento e transformação. E talvez não exista metáfora mais precisa para traduzir a jornada dos brasileiros que vivem no exterior.
A matéria de capa desta edição nasce exatamente dessa conexão. A primavera nos convida a observar algo essencial, a vida não é estática. Ela se reorganiza, se adapta e, inevitavelmente, recomeça. Assim como a natureza floresce após períodos mais frios, nós também passamos por ciclos que exigem pausas, ajustes e novos começos. E entender isso muda completamente a forma como enxergamos nossas próprias jornadas.
Esta edição foi construída com um propósito claro, provocar consciência.
Falamos sobre recomeços, não apenas aqueles impostos pelas circunstâncias, mas, principalmente, aqueles que nascem de uma decisão interna. Recomeçar não é voltar ao início, mas seguir adiante com mais maturidade, clareza e intenção.
Também abordamos uma verdade muitas vezes ignorada, liberdade não é apenas fazer escolhas, mas saber recusar aquilo que não está alinhado com quem você é. Em um mundo acelerado, onde o “sim” se tornou automático, dizer “não” pode ser o primeiro passo para assumir o controle da própria história.
No campo profissional, trazemos uma reflexão direta e necessária, seu negócio cresce na mesma proporção da sua energia. Empreendedores não quebram apenas por falhas estratégicas, mas, muitas vezes, por negligenciar o próprio corpo e a própria mente. Liderar exige clareza, e clareza exige equilíbrio.
Destacamos também o avanço da odontologia brasileira nos Estados Unidos, representada pela atuação da ABO US, um movimento que reforça o reconhecimento global do talento brasileiro e a importância do networking estruturado para quem deseja crescer fora do país. E, falando em conexões, exploramos a evolução do networking entre brasileiros no exterior. Hoje, crescer não depende apenas de competência técnica, mas da capacidade de construir relações sólidas, estratégicas e genuínas.
Além disso, esta edição presta um tributo essencial às mulheres. Mais do que homenagens, propomos uma reflexão sobre o papel feminino na construção da sociedade, dentro das famílias, no mercado de trabalho e nas comunidades. Reconhecer essa força não deve ser um ato pontual, mas um compromisso contínuo.
Por fim, deixamos uma reflexão que atravessa toda esta edição, recomeçar é inevitável, mas evoluir é uma escolha.
Esta edição é um convite, Para reavaliar caminhos, Para fortalecer decisões, E, principalmente, para entender que crescer exige movimento.
Porque, no fim, a vida, assim como a primavera, sempre encontra uma forma de florescer novamente.
Boa leitura.

vivermagazine@gmail.com
www.vivermagazine.com
Dilla Campos
Publicadora vivermagazine vivermagazine
EDIÇÃO E PUBLICAÇÃO: Dilla Campos
PROJETO GRÁFICO:
Daphne Gonçalves
FOTOGRAFIA:
Maria Bentley
Dilla Campos
Juliana Diniz
Isaac Orcino
Alex Campos
Vinícius Marmo
COLUNISTAS:
Dilla Campos
Caue Lima
Francisca Benvenuto
Tracie Kincle (Advogada)
Fernanda Hottle (Advogada)
Bruno Pecly
Laine Furtado
Gleyber Rodrigues
JJ Andrade
REVISÃO: Eliania Bento




QUANDO A VIDA FLORESCE DE NOVO: RECOMEÇAR É PARTE DO CAMINHO.
O SONHO AMERICANO AINDA EXISTE?
MARÇO: UM TRIBUTO À FORÇA E À ESSÊNCIA FEMININA
mudanças, saudade e crescimento, brasileiros nos Estados Unidos descobrem que recomeçar é parte do caminho.

A chegada da primavera nos Estados Unidos vai muito além de uma simples mudança de estação. Existe algo quase silencioso e, ao mesmo tempo, profundamente transformador nesse período do ano. Após meses marcados pelo frio, pela introspecção e por uma rotina naturalmente mais recolhida, a natureza começa a revelar sinais claros de renovação. As árvores voltam a florescer, os dias se tornam mais longos e a luz ganha uma nova intensidade. Esse cenário, que parece externo, na verdade encontra eco dentro de cada pessoa.
Percebe-se que a primavera carrega uma energia simbólica muito forte. Ela representa ciclos que se encerram e outros que se iniciam. Representa o movimento natural da vida que insiste em continuar, mesmo depois dos períodos mais difíceis. E, ao observar esse processo com atenção, torna-se

possível compreender que o mesmo acontece com os seres humanos.
A nova estação surge como um convite. Um convite que não é explícito, mas que pode ser sentido por aqueles que estão atentos. É um chamado para reorganizar pensamentos, revisar caminhos e, principalmente, permitir-se recomeçar. Não necessariamente de forma radical, nem sempre com grandes mudanças visíveis, mas muitas vezes por meio de ajustes internos que, com o tempo, se refletem no exterior.
Recomeçar nem sempre significa começar do zero. Em muitos casos, trata-se de continuar a partir de um novo ponto de vista. Trata-se de olhar para a própria trajetória com mais maturidade, mais clareza e mais consciência. É nesse contexto que o recomeço deixa de ser algo associado apenas a momentos de ruptura e passa a ser entendido como uma escolha consciente.
Para brasileiros que vivem fora do país, essa percepção tende a ser ainda mais intensa. A experiência da imigração, por si só, já representa um dos maiores recomeços que alguém pode viver. Sair do seu país de origem, deixar para trás referências culturais, familiares e emocionais, e construir uma nova vida em outro lugar exige coragem, resiliência e adaptação constante.
No entanto, o que muitas vezes não é discutido é que o processo de recomeçar não termina quando a mudança de país acontece. Pelo contrário, ele continua. A vida no exterior é composta por ciclos. Novos desafios surgem, novas oportunidades aparecem e, com elas, novas decisões precisam ser tomadas.
Mudanças de carreira, por exemplo, são extremamente comuns. Muitos profissionais que já tinham uma trajetória consolidada no Brasil encontram, no exterior, a necessidade de se reinventar. Isso pode gerar insegurança, mas também abre portas para descobertas inesperadas. Há quem descubra novas habilidades, novos
talentos e até novas paixões.
Além disso, existe o aspecto emocional dessa jornada. Recomeçar em outro país também envolve reconstruir vínculos. Construir novas amizades, criar uma rede de apoio e encontrar um senso de pertencimento em um ambiente diferente exige tempo e disposição. E, muitas vezes, esse processo acontece de forma gradual, quase imperceptível.
É nesse ponto que se percebe que recomeçar não é um evento isolado. Não é algo que acontece apenas uma vez. Trata-se de um processo contínuo, que acompanha o desenvolvimento pessoal ao longo da vida.
Ainda assim, existe uma tendência de associar recomeços a momentos difíceis. Perdas, términos, mudanças inesperadas ou crises costumam ser vistas como gatilhos para novos começos. Embora isso seja verdade, essa não é a única forma de recomeçar.
Existe um outro tipo de recomeço que merece atenção. O recomeço como escolha.
Escolher mudar quando tudo parece estar estável exige um tipo diferente de coragem. Não é uma decisão motivada pela necessidade, mas pela vontade de crescer. É uma escolha que parte de um desejo interno de evolução.
Esse tipo de movimento pode gerar desconforto. Sair da zona de conforto nunca é fácil. Existe segurança no que já é conhecido, mesmo que não seja ideal. No entanto, permanecer no mesmo lugar por comodidade pode, com o tempo, gerar estagnação.
Crescer implica movimento. E movimento implica risco.
Ao observar a natureza durante a primavera, é possível perceber que nada acontece de forma imediata. Antes que as flores apareçam, existe um processo invisível. As raízes se fortalecem, o solo se prepara, a planta se reorganiza internamente. Só
A verdadeira coragem não está apenas em enfrentar mudanças inevitáveis, mas em decidir evoluir mesmo quando tudo parece confortável, abrindo espaço
para crescer além do que já se conhece.

depois disso é que a transformação se torna visível.
Na vida humana, o processo é muito semelhante. Muitas mudanças importantes começam de forma silenciosa. Um novo pensamento, uma nova percepção, uma inquietação que surge sem explicação clara. Esses pequenos sinais são, muitas vezes, o início de um processo de transformação.
No entanto, nem sempre é fácil confiar nesse processo. Existe uma tendência de buscar resultados rápidos, mudanças imediatas e respostas claras. Mas o crescimento real raramente acontece dessa forma. Ele exige tempo, paciência e consistência.
Nesse contexto, pode ser visto como um ponto de partida simbólico. Um momento oportuno para refletir sobre a própria trajetória e identificar possíveis ajustes. Não se trata de fazer mudanças impulsivas, mas de agir com intenção.
Reorganizar prioridades, por exemplo, pode ser um primeiro passo importante. Em meio à rotina, é comum perder de vista aquilo que realmente importa. Revisar objetivos, redefinir metas e alinhar ações com valores pessoais pode trazer mais clareza e direcionamento.
Investir em conhecimento também é uma forma poderosa de recomeçar. Aprender algo novo, desenvolver habilidades e expandir horizontes contribui para o crescimento pessoal e profissional.
E, muitas vezes, esse movimento abre portas que antes pareciam inacessíveis.
O cuidado com a saúde é outro aspecto fundamental. Corpo e mente estão diretamente conectados, e o equilíbrio entre ambos é essencial para uma vida de qualidade. Pequenas mudanças na rotina, como melhorar a alimentação, praticar atividades físicas ou reservar momentos de descanso, podem gerar impactos significativos.
As relações também merecem atenção. Fortalecer vínculos, cultivar conexões verdadeiras e estar presente na vida das pessoas importantes contribui para um senso maior de pertencimento e bem-estar.
Além disso, existe o espaço para novos projetos. Muitas ideias ficam guardadas por medo, insegurança ou falta de tempo. A primavera pode ser o momento ideal para tirar esses planos do papel e dar o primeiro passo, mesmo que pequeno.
É importante ressaltar que recomeçar não exige perfeição. Não é necessário ter todas as respostas antes de agir. O processo de construção acontece ao longo do caminho.
Outro ponto relevante é a forma como o recomeço é percebido. Muitas vezes, existe uma cobrança interna por grandes mudanças, por resultados expressivos e por transformações rápidas. No entanto, avanços consistentes, mesmo que pequenos, têm um impacto muito maior a longo prazo.
A constância, nesse sentido, torna-se mais importante do que a intensidade. Pequenas ações repetidas ao longo do tempo geram resultados sólidos e sustentáveis. Também é importante reconhecer que cada pessoa possui seu próprio ritmo. Comparações podem gerar frustração e desmotivação. O que funciona para um indivíduo pode não funcionar para outro. Por isso, respeitar o próprio processo é fundamental.
A primavera não floresce da mesma forma em
todos os lugares ao mesmo tempo. Cada região possui seu tempo, suas características e suas particularidades. Com as pessoas, acontece o mesmo.
Existe beleza na diversidade de trajetórias. Cada história é única, e cada recomeço carrega suas próprias nuances.
Ao longo da vida, é natural passar por diferentes fases. Algumas mais desafiadoras, outras mais leves. O importante é compreender que todas elas fazem parte do processo de crescimento.
Recomeçar, portanto, não deve ser visto como um retrocesso. Pelo contrário, é um sinal de evolução. É a prova de que existe consciência, disposição para mudar e coragem para seguir em frente.
No fim, talvez o maior aprendizado da primavera seja esse. A vida está em constante movimento. Nada permanece exatamente igual. E, dentro dessa dinâmica, existe sempre a possibilidade de começar de novo.
Não como quem volta ao ponto de partida, mas como alguém que carrega experiências, aprendizados e uma nova forma de enxergar o mundo.
Recomeçar é, acima de tudo, um ato de coragem. Coragem de olhar para si, de reconhecer o que precisa mudar e de dar o primeiro passo, mesmo sem garantias.
E, muitas vezes, é justamente esse primeiro passo que transforma tudo.
Porque, no fim, recomeçar não é voltar ao início. É partir de um novo nível de consciência, com mais clareza, mais maturidade e, principalmente, mais intenção.
E talvez seja exatamente isso que torna esse processo tão valioso.


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Quando aprender a recusar se torna o primeiro passo para viver com dignidade e conduzir a própria história.
Março costuma ser um mês curioso. O entusiasmo do início do ano começa a encontrar a realidade. As metas que pareciam simples em janeiro passam a exigir escolhas, compromissos aparecem, convites surgem, demandas se acumulam e, quase sem perceber, começamos a viver uma rotina em que dizer “sim” parece mais fácil do que parar para pensar. O “sim” resolve o momento. Ele evita constrangimento, evita tensão, evita conflito. Mas a experiência ensina uma verdade que poucos gostam de admitir: todo “sim” que nasce contra a própria vontade cobra seu preço mais tarde.
O alívio é imediato. O custo é futuro.
A vida adulta é, em grande parte, a arte de administrar pequenas decisões que, silenciosamente, moldam o nosso destino. Muitas dessas decisões passam por algo simples na aparência, mas profundo nas consequências: saber quando recusar. Quando eu era mais jovem, liberdade significava outra coisa para mim. Era poder sair sem supervisão, sentir que ninguém estava olhando, experimentar o mundo sem limites aparentes. Naquele curto espaço de tempo, eu podia fazer o que quisesse — e, como



acontece com quase todo jovem, muitas vezes escolhi exatamente aquilo que não deveria. Com o tempo, percebi que liberdade não era apenas fazer o que se quer. Liberdade era ter um espaço próprio, privacidade, independência, escolher caminhos sem depender da permissão de alguém.
Foi nesse espírito que, ainda muito novo, fui morar com meu irmão na Baixada Santista. A vida ganhou intensidade. Festas, baladas, experiências que pareciam grandes aventuras na época. Olhando para trás, vejo também quantas pessoas se perderam naquele caminho — inclusive eu em alguns momentos. Encontrar o equilíbrio entre liberdade e desordem foi uma tarefa longa. Mas foi justamente nessa jornada que uma verdade começou a se formar dentro de mim. Uma verdade simples, porém difícil de viver: liberdade também exige recusa. A coragem de dizer não.
O problema raramente está em viver sob a vontade dos outros. O problema começa quando alguém passa a fazer coisas que não gostaria de fazer — por obrigação, necessidade, medo de desagradar ou simples dificuldade de criar limites. Quem vive assim começa a mastigar a própria dignidade em silêncio. Fazer o que não se quer tem um gosto estranho. É como mastigar areia do mar. Você engole seco e segue em frente como se estivesse tudo bem. Mas não está.
Dizer “sim” quando o coração queria dizer “não” resolve o desconforto imediato. O ambiente fica leve por alguns minutos, a conversa termina bem, ninguém se incomoda. O problema aparece depois. Ele aparece quando chega a hora de cumprir aquilo que você aceitou contra sua própria vontade, quando o compromisso pesa, quando a obrigação se torna um incômodo constante. O conflito que você evitou no presente volta ampliado no futuro.
Com o passar dos anos fui entendendo que a liberdade não começa quando escolhemos o que queremos fazer. Ela começa quando aprendemos a recusar aquilo que diminui nossa dignidade. Dizer não reorganiza a vida. Reorganiza o tempo, reorganiza os relacionamentos, reorganiza as
prioridades. Quem nunca aprende a recusar vive reagindo às expectativas dos outros. Quem aprende a estabelecer limites começa a conduzir a própria história.
A história humana sempre foi marcada pela disputa por espaço. No início, o ser humano dominava a natureza. Depois passou a disputar território entre si. Nas relações, esse território é invisível. Ele é feito de respeito, de limites e de posicionamento. Quem nunca estabelece limites acaba cedendo espaço demais. Mas quando alguém começa a dizer não com consciência, algo muda. As pessoas percebem. O ambiente se ajusta. s relações passam a ter contornos mais claros. O respeito nasce dessa clareza.
Só quem sabe recusar o que diminui sua dignidade experimenta a liberdade real. Liberdade essa que se torna estrutura, que traz autonomia com responsabilidade e que atribui domínio próprio sobre a própria decisão. Com o tempo, essa postura cria algo que não se vê, mas se sente: limites invisíveis. As pessoas passam a perceber até onde podem ir. A maneira como falam muda. A maneira como pedem algo muda. O espaço passa a existir.
A vida fica mais leve não porque os conflitos desaparecem, mas porque as decisões passam a caminhar alinhadas com aquilo que você acredita. No fundo, a coragem de dizer não preserva algo que nenhum ser humano deveria negociar: sua própria dignidade.
Como diz a música do O Rappa: “Paz sem voz não é paz. É medo.”
DIGA NÃO COM TRANQUILIDADE!

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Por que empreendedores que negligenciam o corpo colocam em risco as decisões, a liderança e o futuro da própria empresa.


Vamos começar com uma cena que talvez lhe soe familiar. O despertador toca às 6h da manhã. Você abre os olhos, mas a sensação não é de descanso. É de peso. Antes mesmo de levantar, sua mão tateia a mesa de cabeceira em busca do celular. E-mails, mensagens da equipe, notificações de vendas (ou falta delas). A ansiedade aperta o peito antes mesmo do café da manhã. Você levanta, engole algo rápido se comer e parte para a batalha.
Você tem o plano de negócios perfeito. Sua equipe é talentosa. Sua ideia é inovadora. Mas, se formos brutalmente honestos, como está o capitão desse navio?
Vivemos uma cultura que glorifica a exaustão. Postamos fotos trabalhando até tarde com a legenda “foco”, mas escondemos os remédios para gastrite ou a insônia crônica. Muitos empreendedores acreditam piamente que alta performance é sinônimo de sacrifício físico. Acham que dormir é perda de tempo e que parar para almoçar com calma é um luxo para quem não tem ambição.
Quando você negligencia o físico, o impacto no mental é imediato. Um corpo inflamado, privado de sono e sedentário coloca o cérebro em modo de sobrevivência. A amígdala (o centro do medo e reação do cérebro) assume o controle, e o córtex pré-frontal (responsável pelo planejamento, lógica e controle de impulsos) perde força.
O resultado prático no escritório? Você se torna reativo. Aquele e-mail atravessado de um cliente, que num dia bom você resolveria com diplomacia, num dia de exaustão vira motivo para uma resposta ríspida ou uma crise de ansiedade. A paciência com a equipe desaparece. A visão estratégica de longo prazo fica turva, substituída pela urgência de apagar incêndios imediatos.
Cuidar do corpo não é vaidade; é gestão de risco. É garantir que a máquina que toma as decisões de milhões de reais esteja calibrada.
“Empreendedores quebram empresas todos os dias tentando sustentar negócios com um corpo em colapso.”
Aqui é onde precisamos mudar a chave. Esqueça a ideia de “entrar em forma para o verão”. Como empreendedor, você precisa treinar para a resiliência.
Mas a verdade nua, crua e fisiológica é que o seu negócio está em risco. E não é por causa do mercado, da economia ou da concorrência. Ele está em risco porque a sua base está ruindo. Não dá para construir um império sobre um alicerce rachado. E esse alicerce é a sua energia física.
Vamos desmistificar algo importante: o cérebro não é uma entidade separada flutuando numa nuvem. Ele é um órgão físico, conectado a cada músculo, nervo e sistema do seu corpo.
Pense no exercício físico como uma reunião inadiável com o seu sócio majoritário: você mesmo. Quando você se movimenta, a mágica acontece na química do seu sangue:
Sabe aquele problema complexo que você passou horas encarando na tela do computador sem solução? Quantas vezes a resposta veio “do nada” durante uma caminhada ou no meio de um treino de musculação? Isso acontece porque o movimento oxigena o cérebro e permite que o
subconsciente processe informações.
Atividade física libera endorfina, serotonina e dopamina. No mundo dos negócios, isso se traduz em: motivação, foco sustentado e bom humor. Liderar com carisma e energia é quase impossível quando sua química interna está deprimida.
A força que você constrói ao levantar um peso ou terminar uma corrida difícil é a mesma força que você usará para suportar uma negociação tensa ou uma crise de mercado. Você ensina ao seu cérebro que é capaz de suportar desconforto e sair mais forte do outro lado.
Não estamos falando de virar triatleta olímpico (a menos que você queira). Estamos falando de consistência. Caminhadas ao ar livre, treinos de força de 30 minutos, ou até pular corda. O melhor exercício é aquele que você consegue fazer consistentemente.
Gosto de usar essa analogia porque ela fere o ego do empreendedor na medida certa. Você provavelmente cuida muito bem dos ativos da sua empresa. Faz manutenção nos equipamentos, atualiza os softwares, investe em cadeiras ergonômicas. Se você tivesse uma Ferrari na garagem, jamais colocaria gasolina barata e duvidosa nela, certo?
Então por que você faz isso com seu corpo?
Comer mal é um ato de autossabotagem cognitiva. Alimentos ultraprocessados, excesso de açúcar e farinhas brancas geram picos de glicose seguidos de quedas bruscas. Sabe aquele sono incontrolável às 14h30, logo depois do almoço? Aquele “brain fog” (nevoeiro mental) onde você lê a mesma frase três vezes e não entende? Isso é, muitas vezes, puramente nutricional.
Uma alimentação focada em performance prioriza “combustível de queima lenta”. Proteínas, gorduras boas, vegetais. Isso mantém sua energia estável. Você deixa de ser uma montanha-russa emocional e passa a ser um trem de alta velocidade: constante, forte e imparável.
Não precisa de dieta restritiva de revista de moda. Precisa de comida de verdade. Precisa entender que, se você tem uma reunião decisiva à tarde, o que você come no almoço vai ditar o sucesso ou fracasso da sua performance naquela sala.
Negociar horas de sono por horas de trabalho é um péssimo negócio. Você troca 1 hora de sono por 2 horas de trabalho medíocre, cheio de erros e retrabalho no dia seguinte. Se você quer escalar seu negócio em 2026, comece protegendo suas 7 a 8 horas de sono como se a vida da sua empresa dependesse disso. Porque depende.
É nesses momentos que você deixa de ser um executor de tarefas e volta a ser o visionário que o seu negócio precisa.
No final das contas, o sucesso do seu empreendimento é um reflexo direto do estado do líder. Dinheiro vai e vem. Projetos falham e outros nascem. Mas você só tem um corpo e uma mente para atravessar essa jornada.
Se você quer construir um legado, escalar números e impactar o mercado, pare de tratar sua saúde como algo que você vai resolver “quando as coisas acalmarem”. As coisas nunca vão acalmar. É você quem precisa ficar forte para navegar na tempestade.
Uma rotina saudável é a base inegociável de qualquer negócio sustentável. Cuide do ativo mais valioso do seu balanço patrimonial: você. O resto cresce junto.







A força da ABO US e a nova fase editorial da ABO-US Magazine sob a liderança de Dilla Campos

Nos últimos anos, um fenômeno silencioso vem transformando o cenário da odontologia internacional: a presença crescente de dentistas brasileiros nos Estados Unidos. Profissionais formados em algumas das mais respeitadas universidades do Brasil atravessam fronteiras em busca de novos desafios profissionais, levando consigo excelência técnica, experiência clínica e uma cultura científica altamente valorizada. Esse movimento representa muito mais do que uma mudança geográfica. Ele simboliza o reconhecimento global da qualidade da odontologia brasileira, considerada hoje uma das mais respeitadas do mundo em áreas como

estética, implantodontia, ortodontia e odontologia digital. Nos Estados Unidos, porém, essa transição exige planejamento. O sistema de licenciamento profissional, as exigências regulatórias e a adaptação ao mercado local tornam-se etapas fundamentais para quem deseja construir uma carreira sólida. Foi nesse contexto que nasceu a ABO US — Associação Brasileira de Odontologia nos Estados Unidos — uma organização criada com o objetivo de conectar profissionais brasileiros, promover educação continuada e fortalecer a presença da odontologia brasileira em território americano.
A odontologia brasileira possui uma das maiores comunidades profissionais do mundo e uma forte produção científica. Essa base sólida permitiu que dentistas brasileiros conquistassem espaço em diversos países. Nos Estados Unidos, entretanto, o processo de adaptação profissional envolve desafios importantes. A validação de diplomas, a compreensão do sistema de saúde e a construção de redes de relacionamento são fatores essenciais para o sucesso.
Nesse cenário, a ABO US atua como uma plataforma de integração entre profissionais. A instituição promove eventos científicos, encontros profissionais e iniciativas de networking que aproximam dentistas brasileiros que vivem ou desejam atuar nos Estados Unidos. Ao incentivar o intercâmbio científico e a troca de experiências entre especialistas, a organização contribui para fortalecer a presença da odontologia brasileira no cenário global.


“A odontologia brasileira conquistou respeito global. A missão da ABO US é garantir que essa excelência também seja reconhecida dentro dos Estados Unidos.”
A presença de dentistas brasileiros nos Estados Unidos nunca foi tão expressiva. Em diferentes estados, de Florida à Geórgia, profissionais formados no Brasil estão construindo carreiras sólidas, contribuindo para a evolução da odontologia e levando ao mercado americano um modelo de prática clínica reconhecido internacionalmente pela excelência técnica e científica.
Ao mesmo tempo, esse movimento também traz desafios importantes.
Revalidação de diploma, adaptação ao sistema de saúde americano, networking profissional e acesso a atualização científica internacional fazem parte do caminho de quem decide exercer a odontologia fora do país.
É nesse contexto que surge uma instituição que vem ganhando
A ABO US é a representação da Associação Brasileira de Odontologia nos Estados Unidos.
Sua missão é:
• Conectar dentistas brasileiros que vivem no país;
• Promover educação continuada;
• Estimular networking profissional;
• Incentivar intercâmbio científico internacional;

protagonismo dentro da comunidade odontológica brasileira nos Estados Unidos: a ABO-US – Associação Brasileira de Odontologia nos Estados Unidos.
Criada para representar e conectar dentistas brasileiros em território americano, a entidade atua como uma ponte entre dois dos mais importantes ecossistemas odontológicos do mundo: o brasileiro e o norte-americano.
Mais do que uma associação, a ABO-US nasce com uma missão clara: fortalecer a presença da odontologia brasileira no cenário internacional, promovendo ciência, networking e desenvolvimento profissional.
E agora, a instituição inicia um novo capítulo em sua trajetória com o fortalecimento de sua comunicação editorial por meio da ABO-US Magazine, que passa a contar com Dilla Campos como Editora-Chefe.

“Quando dentistas se conectam globalmente, o conhecimento cresce e toda a odontologia evolui.”

Entre as iniciativas mais relevantes promovidas pela organização está o Academy Dental Summit, um encontro internacional que reúne especialistas da odontologia brasileira e americana. O evento tornou-se um espaço de atualização científica, networking e reconhecimento profissional, reunindo especialistas que discutem os avanços mais importantes da odontologia contemporânea.
A programação inclui palestras, apresentações científicas e momentos de integração entre profissionais que compartilham experiências sobre inovação tecnológica, odontologia digital e gestão de clínicas nos Estados Unidos. Paralelamente aos eventos científicos, a ABO US também investe em comunicação e produção de conteúdo editorial por meio da ABO US Magazine.
A publicação se consolidou como uma plataforma de divulgação científica e institucional, conectando dentistas brasileiros que atuam dentro e fora do país.

Agora, a revista inicia uma nova fase editorial com a chegada de Dilla Campos como EditoraChefe da ABO US Magazine, ampliando o alcance da publicação e fortalecendo ainda mais sua presença entre os profissionais da odontologia internacional.
devem conhecer a ABO US?
Para profissionais que vivem nos Estados Unidos especialmente em cidades com forte presença brasileira como Atlanta, a instituição oferece:
• networking internacional
• atualização científica
• oportunidades acadêmicas
• visibilidade profissional
Mais do que uma associação, a ABO-US representa um movimento que fortalece a odontologia brasileira no cenário global.

Olá, amantes de conforto e sabores aconchegantes! Nesta matéria especial, vamos nos aprofundar em uma bebida que transcende as estações e é particularmente adorada nos Estados Unidos: o chocolate quente. Descubra a origem dessa delícia, por que se tornou tão popular e, é claro, aprenda a fazer a receita tradicional americana que aquece corações durante o inverno. Nos Estados Unidos, o chocolate quente se tornou uma tradição amada, especialmente durante os meses frios. Sua popularidade está intrinsecamente ligada à sensação de aconchego que proporciona.
Agora, a parte mais deliciosa: vamos à receita tradicional de chocolate para que você possa reproduzir essa maravilha na sua própria cozinha. Anote aí!
Ingredientes:
• 2 xícaras de leite integral
• 1/4 de xícara de cacau em pó
• 1/4 de xícara de açúcar
• 1/2 xícara de chocolate meio amargo picado
• 1 colher de chá de extrato de baunilha
• Uma pitada de sal
Instruções:
Em uma panela em fogo médio, aqueça o leite até começar a formar bolhas nas bordas, mas sem ferver. Em uma tigela separada, misture o cacau em pó, açúcar e uma pitada de sal. .Adicione a mistura de cacau ao leite aquecido, mexendo constantemente para evitar grumos.
Acrescente o chocolate meio amargo picado à mistura, mexendo até que o chocolate derreta completamente. Retire a panela do fogo e adicione o extrato de baunilha. Despeje o chocolate quente em xícaras, e se desejar, adicione chantilly ou marshmallows por cima.
Agora que você conhece a história e a magia por trás do chocolate quente, experimente fazer esta receita tradicional americana em casa. Sinta o calor e o conforto se espalharem enquanto desfruta dessa bebida deliciosa. Que o seu inverno (ou qualquer estação) seja preenchido com o aconchego de uma xícara de chocolate quente feito com carinho. Aproveite!


O SONHO AMERICANO AINDA EXISTE?

Durante décadas, a expressão “sonho americano” representou uma promessa poderosa: a ideia de que qualquer pessoa, independentemente de origem ou condição social, poderia construir uma vida melhor por meio do trabalho, da disciplina e da persistência. Para milhões de imigrantes ao redor do mundo, os Estados Unidos sempre simbolizaram oportunidade.
Mas em um mundo cada vez mais complexo — com aumento do custo de vida, mudanças econômicase novas exigências profissionais — surge uma pergunta que muitos brasileiros fazem ao considerar viver no exterior: o sonho americano ainda existe?
A resposta não é simples. Para alguns, o sonho mudou de forma. Para outros, ele continua muito vivo. O que parece claro é que a experiência de quem constrói uma vida nos Estados Unidos exige hoje mais planejamento, mais resiliência e, principalmente, uma visão realista do que significa recomeçar.
Cidades como Atlanta, por exemplo, têm se tornado um dos destinos preferidos de brasileiros que buscam novas oportunidades. A combinação entre crescimento econômico, custo de vida mais equilibrado e expansão da comunidade brasileira tem transformado a cidade em um importante ponto de encontro para quem decide recomeçar no país.
A maioria dos brasileiros que chega aos Estados Unidos traz consigo sonhos grandes, mas também enfrenta desafios imediatos. A adaptação cultural, o idioma, as diferenças no mercado de trabalho e até tarefas simples do cotidiano podem se tornar obstáculos nos primeiros meses.
Para muitos, o primeiro emprego não tem relação direta com a profissão exercida no Brasil. Engenheiros, dentistas, advogados e profissionais de diversas áreas frequentemente precisam começar em funções completamente diferentes enquanto constroem uma nova trajetória.
Essa fase inicial costuma ser marcada por muito trabalho. Jornadas longas, adaptação financeira e o esforço para se estabelecer em um país com regras e sistemas diferentes fazem parte da experiência de grande parte dos imigrantes.
No entanto, para muitos brasileiros, esse período também representa uma oportunidade de crescimento.
Um dos fatores que mais contribuem para o sucesso de brasileiros nos Estados Unidos é o apoio da própria comunidade.
Ao longo dos anos, cidades como Atlanta viram crescer redes informais de apoio entre brasileiros. Restaurantes, igrejas, grupos empresariais e eventos culturais criam espaços onde imigrantes podem trocar experiências, compartilhar oportunidades e ajudar uns aos outros.
Essa rede de conexões frequentemente funciona como um primeiro ponto de apoio para quem chega ao país. Muitas pessoas encontram seus primeiros empregos por meio de indicações da própria comunidade, enquanto outros descobrem oportunidades de negócios que não imaginavam antes.
Esse ambiente de cooperação tem sido um dos motores que impulsionam o crescimento da presença brasileira em diversas áreas da economia local.
“Para aqueles que estão dispostos a trabalhar e aprender os Estados Unidos ainda representa um lugar onde histórias podem recomeçar”


Para muitos brasileiros que vivem nos Estados Unidos, o sonho americano hoje não está necessariamente ligado à riqueza rápida ou ao sucesso imediato.
Em vez disso, ele passa a significar estabilidade, segurança e qualidade de vida.
Poder trabalhar com dignidade, oferecer boas oportunidades de educação para os filhos e viver em um ambiente mais seguro são fatores que frequentemente aparecem nas histórias de brasileiros que decidiram construir uma vida no país.
Esse tipo de conquista pode não acontecer da noite para o dia. Na verdade, para a maioria das pessoas, ela é resultado de anos de trabalho, planejamento e adaptação.
Entre os brasileiros que vivem nos Estados Unidos, empreendedorismo aparece frequentemente como um caminho natural.
Ao perceber oportunidades no mercado local, muitos imigrantes acabam criando seus próprios negócios. Restaurantes, empresas de construção, serviços de limpeza, estética, tecnologia e consultorias são alguns dos setores onde brasileiros têm se destacado.
Esse movimento acontece por vários motivos. Alguns encontram dificuldades para validar diplomas ou exercer suas profissões originais. Outros simplesmente percebem que abrir um negócio pode oferecer maior autonomia e potencial de crescimento financeiro.
Atlanta, em especial, tem sido considerada uma cidade favorável para o empreendedorismo, devido ao crescimento econômico da região e ao ambiente empresarial diversificado.

“ O sonho americano muitas vezes significa algo mais simples e ao mesmo tempo profundo: A chance de construir uma vida melhor por meio do próprio esforço.”

O papel da educação e da qualificação
Outro elemento importante na trajetória de muitos imigrantes é o investimento em educação.
Cursos técnicos, especializações e certificações profissionais frequentemente se tornam ferramentas essenciais para quem deseja crescer dentro do mercado americano.
Diversas instituições educacionais oferecem programas voltados para imigrantes, permitindo que profissionais desenvolvam novas habilidades e ampliem suas oportunidades de carreira.
Em muitos casos, essa busca por qualificação representa um novo capítulo na vida profissional de quem decidiu recomeçar.
A segunda geração
Um aspecto interessante da história dos imigrantes brasileiros nos Estados Unidos é o impacto que essa mudança gera nas gerações seguintes.
Filhos de brasileiros que crescem no país costumam ter acesso a oportunidades educacionais e profissionais diferentes daquelas que seus pais tiveram.
Muitos crescem bilíngues, convivendo com duas culturas ao mesmo tempo. Essa combinação pode
abrir portas tanto dentro quanto fora dos Estados Unidos, criando novas possibilidades para o futuro.
Para muitos pais, ver os filhos tendo acesso a essas oportunidades representa uma das maiores realizações do chamado sonho americano.
O sonho continua mas com novos significados
Ao longo das últimas décadas, o conceito do sonho americano passou por transformações.
Hoje, ele talvez não represente mais uma promessa automática de prosperidade, mas continua sendo um símbolo de possibilidade.
Para brasileiros que vivem em cidades como Atlanta, o sonho americano muitas vezes significa algo mais simples e ao mesmo tempo profundo: a chance de construir uma vida melhor por meio do próprio esforço.
Essa jornada raramente é fácil. Ela exige coragem para recomeçar, disposição para aprender e resiliência para enfrentar dificuldades.
Mas para muitos imigrantes brasileiros, o sonho continua vivo — não como uma garantia, mas como uma oportunidade.
E, para aqueles que estão dispostos a trabalhar, aprender e se adaptar, os Estados Unidos ainda representam um lugar onde novas histórias podem começar.
Reconhecer, valorizar e refletir sobre o papel das mulheres na construção da sociedade

O mês de março é amplamente reconhecido como um período dedicado à valorização das mulheres e à reflexão sobre sua contribuição essencial para a sociedade. Mais do que uma data comemorativa, este momento convida à apreciação do papel que as mulheres desempenham diariamente na construção de famílias, comunidades e instituições, muitas vezes de forma silenciosa, porém profundamente impactante. Trata-se de um tempo simbólico que desperta não apenas homenagens, mas também um olhar mais atento, consciente e respeitoso sobre a presença feminina em todas as esferas da vida social.
Ao observar a dinâmica da sociedade contemporânea, percebese que o protagonismo feminino não é um fenômeno recente, mas sim uma construção histórica marcada por desafios, conquistas e transformações contínuas. Ainda que, em muitos períodos da história, a atuação das mulheres tenha sido invisibilizada ou subestimada, sua influência sempre esteve presente, moldando comportamentos, fortalecendo vínculos e contribuindo para o desenvolvimento humano de maneira

ampla e significativa.
Ao longo da história, a presença feminina tem sido determinante para a formação de valores, para o fortalecimento das relações humanas e para a promoção do cuidado e da estabilidade dentro do ambiente familiar. Em muitos lares, a mulher representa um verdadeiro ponto de equilíbrio, exercendo com sensibilidade, responsabilidade e dedicação a missão de cuidar, orientar e educar. Essa atuação, embora nem sempre visível ou reconhecida, sustenta estruturas fundamentais que permitem o desenvolvimento saudável da sociedade como um todo.
É importante destacar que essa contribuição não se limita a aspectos práticos do cotidiano. A mulher exerce uma influência emocional e psicológica profunda, sendo muitas vezes responsável por manter o ambiente familiar harmonioso, acolhedor e seguro. Sua escuta ativa, sua capacidade de compreender necessidades não verbalizadas e sua disposição para acolher e orientar fazem dela uma figura essencial na promoção do bem-estar coletivo.
Dentro desse contexto, a mulher assume diferentes papéis ao longo de sua trajetória, adaptando-se às necessidades de cada fase da vida e de cada realidade social. Seja como mãe, avó, esposa, filha, irmã ou cuidadora, sua atuação é marcada pela dedicação e pelo compromisso com o desenvolvimento daqueles que estão ao seu redor. Essa multiplicidade de funções evidencia não apenas sua importância, mas também sua capacidade de adaptação, resiliência e gestão emocional.
A família, considerada a base da sociedade, encontra nas mulheres um de seus principais pilares. É dentro do ambiente familiar que se constroem os primeiros aprendizados, os primeiros vínculos afetivos e as primeiras referências de comportamento. Nesse cenário, a mulher exerce um papel fundamental na transmissão de valores, no incentivo ao desenvolvimento humano e na construção de
relações pautadas pelo respeito, pela cooperação e pelo afeto.
Percebe-se, portanto, que a atuação feminina no ambiente familiar vai além das responsabilidades tradicionalmente atribuídas. As mulheres atuam como mediadoras de conflitos, incentivadoras de sonhos e referências de força e resiliência. Em momentos de dificuldade, muitas vezes são elas que assumem a condução emocional da família, oferecendo suporte, orientação e encorajamento.
Essa capacidade de lidar com adversidades, mantendo o equilíbrio emocional e a organização da rotina, evidencia uma competência frequentemente naturalizada, mas que merece ser reconhecida como uma habilidade essencial para a manutenção da estabilidade familiar. O cuidado com os detalhes, a atenção às necessidades individuais e a dedicação constante são características que contribuem diretamente para a qualidade das relações familiares.
Paralelamente à sua atuação no ambiente doméstico, as mulheres têm ampliado de forma significativa sua presença em diferentes áreas da sociedade. Ao longo das últimas décadas, observa-se um crescimento expressivo da participação feminina em setores como educação, saúde, ciência, tecnologia, economia e liderança social. Essa expansão representa não apenas uma conquista individual, mas um avanço coletivo que fortalece a sociedade como um todo.
No ambiente profissional, as mulheres vêm demonstrando competência, inovação e capacidade de liderança, ocupando espaços que anteriormente lhes eram restritos. Sua presença contribui para a diversidade de ideias, para a construção de soluções mais completas e para o fortalecimento de ambientes organizacionais mais equilibrados e inclusivos.
A sensibilidade social, frequentemente associada à atuação feminina, também se destaca como um diferencial importante no contexto profissional. Em áreas que exigem empatia,

escuta ativa e compreensão das necessidades humanas, a presença das mulheres contribui para a construção de relações mais humanas e para o desenvolvimento de estratégias mais eficazes e sustentáveis.
Outro aspecto relevante diz respeito à capacidade de conciliar múltiplas funções. Muitas mulheres exercem simultaneamente papéis profissionais, familiares e sociais, demonstrando organização, disciplina e uma notável habilidade de gestão do tempo. Essa multifuncionalidade evidencia não apenas esforço, mas também uma competência desenvolvida ao longo do tempo, que permite lidar com diferentes demandas de forma eficiente.
É importante reconhecer que essa sobrecarga de responsabilidades, embora revele força e capacidade, também reforça a necessidade de promover uma divisão mais equilibrada de tarefas e responsabilidades dentro da sociedade. A valorização das mulheres passa também pelo reconhecimento da importância do compartilhamento de funções e pelo incentivo a relações mais justas e colaborativas.
O reconhecimento do Mês da Mulher também representa uma oportunidade de destacar conquistas alcançadas ao longo das décadas. Direitos fundamentais foram conquistados por meio de muita luta, dedicação e persistência. O acesso à educação, a inserção no mercado de trabalho, a participação política e a busca por igualdade de oportunidades são exemplos de avanços que transformaram a realidade feminina em diferentes contextos.
No entanto, apesar dos avanços, ainda existem desafios significativos a serem enfrentados. Questões relacionadas à desigualdade de oportunidades, à valorização profissional, à sobrecarga de funções e à necessidade de maior representatividade continuam sendo temas relevantes no cenário atual. Por isso, o mês de março também convida à reflexão sobre o caminho que ainda precisa ser percorrido.


Celebrar o mês de março é reconhecer histórias de dedicação, superação e contribuição silenciosa que muitas vezes não ganham visibilidade. São histórias presentes nos lares, nas comunidades, nos ambientes de trabalho e em diferentes espaços sociais. Cada mulher carrega consigo uma trajetória única, marcada por desafios, conquistas e aprendizados que contribuem para a construção de uma sociedade mais justa e equilibrada.
Além disso, é fundamental destacar a importância do reconhecimento cotidiano. Valorizar as mulheres não deve ser uma prática restrita a datas específicas, mas sim um compromisso constante, refletido em atitudes, políticas públicas e relações interpessoais. O respeito, a escuta ativa, a valorização profissional e o incentivo ao desenvolvimento são elementos essenciais para promover uma sociedade mais igualitária.
A educação também desempenha um papel fundamental nesse processo. Incentivar desde cedo o respeito às diferenças, a igualdade de
oportunidades e a valorização do papel feminino contribui para a formação de indivíduos mais conscientes e comprometidos com a construção de um ambiente social mais justo.
Nesse contexto, as mulheres continuam sendo referências importantes para as novas gerações. Sua trajetória inspira, orienta e fortalece o desenvolvimento de valores que impactam diretamente o futuro da sociedade. Ao observar exemplos de dedicação, resiliência e compromisso, percebe-se a importância de reconhecer e valorizar essas contribuições.
Outro ponto relevante diz respeito ao impacto das mulheres nas comunidades. Muitas atuam diretamente em ações sociais, projetos comunitários e iniciativas voltadas ao bem-estar coletivo. Sua participação contribui para a construção de redes de apoio, para o fortalecimento de vínculos sociais e para o desenvolvimento de soluções que atendem às necessidades locais.
A presença feminina em espaços de liderança

comunitária também reforça a importância de sua atuação na promoção de mudanças sociais. Ao assumir posições de influência, as mulheres contribuem para a construção de políticas mais inclusivas e para o desenvolvimento de ações que beneficiam diferentes grupos da sociedade.
Além disso, é importante reconhecer o papel das mulheres na preservação de tradições culturais e na transmissão de conhecimentos entre gerações. Muitas vezes, são elas que mantêm vivas práticas, costumes e valores que fazem parte da identidade de comunidades e famílias.
Esse papel de guardiã cultural evidencia mais uma dimensão da contribuição feminina para a sociedade, reforçando sua importância não apenas no presente, mas também na construção e preservação da memória coletiva.
Ao refletir sobre o significado do mês de março, percebe-se que sua relevância vai além da celebração. Trata-se de um convite à valorização, ao reconhecimento e à construção de uma sociedade mais justa, onde as mulheres tenham espaço, voz e oportunidades para desenvolver todo o seu potencial.
Assim, neste período simbólico, a sociedade é convidada a prestar uma justa homenagem às mulheres que, com responsabilidade, sensibilidade e determinação, continuam sendo fundamentais para a construção de um futuro mais equilibrado, humano e solidário.
Mais do que reconhecer suas conquistas, é essencial fortalecer iniciativas que promovam igualdade, respeito e oportunidades. Afinal, investir no desenvolvimento das mulheres é investir no desenvolvimento de toda a sociedade.
Dessa forma, o mês de março se consolida como um momento de reflexão, valorização e compromisso coletivo, reafirmando a importância do papel feminino na construção de um mundo mais justo, equilibrado e humano.
Como o networking estratégico evoluiu da simples troca de contatos para a construção de relações que impulsionam crescimento e colaboração de longo prazo.
Em um mercado cada vez mais global e competitivo, crescer profissionalmente não depende apenas de competência técnica. Depende de pessoas. Depende de quem você conhece, de quem conhece você e, principalmente, da qualidade das conexões construídas ao longo do caminho. O networking deixou de ser apenas troca de cartões ou interações pontuais em eventos. Hoje, trata-se de desenvolver relações estratégicas baseadas em confiança, colaboração e visão de longo prazo.
Para brasileiros que vivem no exterior, essa realidade é ainda mais evidente. Construir carreira fora do país exige mais do que esforço individual; exige rede de apoio, visibilidade e presença estratégica. Nesse contexto, o BPA – Brazilian
Professionals Abroad se destaca como uma comunidade voltada para fortalecer conexões entre brasileiros nos Estados Unidos. A proposta vai além de promover encontros: trata-se de criar um ambiente onde profissionais se apoiam, compartilham experiências e geram oportunidades reais uns para os outros.
A importância do networking se evidencia especialmente nos encontros presenciais promovidos pelo BPA. O Cocktail and Connections, realizado em Nova York no dia 31 de março, em Miami no dia 25 de março e em Atlanta no dia 7 de abril, é um exemplo claro de como as conexões presenciais continuam sendo fundamentais. Mais do que um momento social, esses encontros criam



um espaço estratégico para conversas profundas, construção de confiança e fortalecimento de parcerias.
O contato direto permite algo que o ambiente digital dificilmente substitui: leitura de linguagem corporal, troca espontânea de ideias e conexão humana genuína. É nesses momentos que surgem indicações, oportunidades de negócios e até mudanças de trajetória profissional. Para muitos brasileiros, participar desses encontros significa também fortalecer o senso de pertencimento e ampliar sua presença dentro de uma rede qualificada.
Complementando os encontros presenciais, o Inner Circle Connection, realizado online nos dias 5 e 19 de março, mantém a constância das interações e garante que as conexões não se limitem a um único evento. Essa combinação entre experiências presenciais e digitais cria um ecossistema ativo e contínuo.
No final, o verdadeiro diferencial está em compreender que carreiras sólidas não são construídas isoladamente. São resultado de relações estratégicas cultivadas com intenção e consistência. É essa mentalidade que transforma encontros em oportunidades reais e networking em crescimento sustentável.
Mais Informações: brazilianprofessionals@gmail.com www.bpanetworkusa.org
LinkedIn: BPA Brazilian Professionals Abroad
Instagram: @bpa_network

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FEIRA DE RECURSOS COMUNITÁRIOS NEIGHBORGOOD DO SUDOESTE DE ATLANTA
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Centro Recreativo AdamsAtlanta, Geórgia
Sábado, 28 de março, das 9h às 12h.

FEIRA INTERNACIONAL DE CARREIRAS FRANCÓFONAS
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Aliança Francesa de AtlantaAtlanta, Geórgia
Terça-feira, 31 de março, das 16h às 18h

STARTUP CHOWDOWN - SYLVAN
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235 Mitchell Street Southwest
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FEIRA DE EMPREGOS DE ATLANTA, 9 DE ABRIL DE 2026 - FEIRAS DE CARREIRAS DE ATLANTA
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Hilton Garden Inn Atlanta Downtown Atlanta, Geórgia Quinta-feira, 9 de abril, das 11h às 14h.

DECISIONPOINT TECHNOLOGIES MODEX HAPPY HOU
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Carvalho branco Atlanta, Geórgia
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Loja de compensadoAtlanta, Geórgia
Quinta-feira, 30 de abril, das 18h às 21h.

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