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VALE DO AÇO | DOMINGO | 05 /09/ 2010

LETRA DE FORMA|P2SA

viverbem

Jornalista Responsável Paulo Assis MG 07169JP paulo@letradeforma.com Textos e Fotografias Aline Alves e Agência FolhaPress redacao@letradeforma.com Diagramação Gabriel Torres e Paulo Assis publicidade@letradeforma.com

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COMPORTAMENTO

O que aperta cura? Cada vez mais justa, moda esportiva feita com tecidos que comprimem os músculos promete reduzir a fadiga e acelerar a recuperação pós-treino Caio Guatelli/Folhapress

RODRIGO GERHARDT As roupas de compressão voltam à cena. Depois de seduzir atletas com a controversa promessa de aumentar o rendimento no esporte, elas caíram novamente no gosto de esportistas profissionais e amadores. Peças em tecidos elásticos, que ficam praticamente coladas ao corpo, ressurgem associadas a outros benefícios: o de reduzir a fadiga depois da atividade física e o de acelerar a recuperação da musculatura nos momentos de descanso. O mercado tem meias, polainas, leggin-

gs, bermudas, camisetas, tops e macacões em tecidos especiais. Agora é moda, mas o princípio é antigo. São roupas desenvolvidas a partir do conceito daquelas meias de compressão medicinais para varizes, que atuam sobre o sistema circulatório periférico, aumentando o retorno do sangue venoso, promovendo uma maior oxigenação celular nos músculos. A influência das roupas compressivas no desempenho esportivo começou a ser estudada em bermudas, e entre os jogadores de vôlei, basquete e futebol. Logo depois vieram polainas, leggings e macacões

para atletas de endurance, como triatletas, ciclistas e corredores. Agora, já estão circulando nas academias. Após uma sessão de exercício intenso, sempre vem aquele desconforto que os especialistas chamam de dor muscular tardia, porque se manifesta de 24 a 48 horas depois da atividade. Esse desconforto é um sintoma dos microtraumas causados nas fibras musculares que foram trabalhadas no exercício físico. Pois o que essas vestimentas fazem é colocar ainda mais pressão sobre o corpo enquanto ele se movimenta, com a promessa

de aliviar a dor muscular que virá depois e apressar a recuperação. “Noventa por cento dos ciclistas do Tour de France já adotam essas roupas. No triatlo, o uso também é cada vez mais frequente”, diz o triatleta Ricardo Hirsch, também diretor técnico da assessoria esportiva Personal Life. O próprio Hirsch tem uma meia compressiva, importada: “Suo para colocar, mas depois passo o dia inteiro com ela sob a calça e nem percebo. Sinto uma melhora na fadiga”, afirma. (Folha Press)


RECEITA

Beleza

Moda para alma Você fica triste, sua jaqueta o acolhe. Pesquisadores criam roupas capazes de detectar alterações emocionais e disparar mensagens de conforto para o usuário DENISE MOTA Em meio à horda diária de notebooks, celulares, iPods e congêneres, mensagens de texto e voz que emergem das mangas ou do capuz de uma jaqueta parecem um pouco demais para você? Não para os pesquisadores da Universidade de Concordia, no Canadá, e do Goldsmiths College, da Universidade de Londres. Eles criaram uma roupa assim para, justamente, amenizar as tensões cotidianas e melhorar a qualidade de vida. A roupa, batizada de “wearable absence” (algo como “vazio para vestir’), reúne dispositivos multimídia e sensores que disparam conteúdos reconfortantes a cada vez que são detectadas alterações emocionais no corpo de quem a usa. Essas alterações são mensuráveis por batimentos cardíacos, temperatura, frequência respiratória e resposta galvânica da pele (relacionada à transpiração). “A “wearable absence” combina inovações com têxteis interativos e com a ideia de que é possível arquivar a vida de um indivíduo para lhe oferecer uma nova forma de ativar sua memória pessoal”, tenta explicar à Folha a pesquisadora norte-americana Barbara Layne. Layne é uma das fundadoras do Hexagram, instituto de pesquisa em arte eletrônica e tecnologia da Universidade de Concordia. Criado há nove anos, é integrado por 80 pesquisadores de universidades de Montreal e composto por cinco laboratórios voltados à experimentação têxtil no cruzamento entre arte, ciência e indústria. No casaco, toda informação disponível (textos, fotos, vídeos, arquivos sonoros) é armazenada previamente em um banco de dados, pelo próprio usuário da roupa. As imagens são exibidas na tela de um smartphone alojado no bolso da peça. Músicas e mensagens de voz são emitidas por pequenos alto-falantes embutidos no capuz ou nos ombros; textos são apresentados por meio de um sistema de LEDs (diodos emissores de luz) entremeado no tecido -e acoplado aos punhos ou às mangas da jaqueta- ou, em outros modelos, de um painel de cristal líquido (LCD). Para funcionar, a invenção requer duas baterias de celular. (Folha Press)

Medalhão marinado na pimenta Ingredientes 6 medalhões de filé mignon Sal e pimenta-do-reino 2 colheres (sopa) de óleo 3 colheres (sopa) de pimenta Azeite de oliva extravirgem a gosto 1/2 colher (sopa) de vinagre de vinho branco 1/2 cebola média bem picada 2 colheres (sopa) de pimentão vermelho picado 2 tomates sem sementes em cubos bem pequenos 4 colheres (sopa) de grãos de milho verde Modo de preparo Esfregue 1/2 colher (sopa) de pimenta em cada medalhão e tempere com sal. Aqueça o óleo em uma frigideira (não antiaderente e, de preferência, de ferro) e doure os medalhões até que cheguem até quase o ponto desejado. Retire a carne e cubra com papelalumínio. Na mesma frigideira, acrescente a cebola e o pimentão e frite-os. Quando estiverem dourados, acrescente o vinagre soltando as raspas do fundo da frigideira. Acrescente o milho, retire do fogo e acrescente os tomates. Corrija o sal, regue com um fio de azeite e sirva sobre os filés. Divulgação


ViverBem0055_05092010