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Vamos apoiar a Marcha de Ribeirão - 7/Junho 21h30

Ano 25 - Número 269 - 24 de Maio de 2014 - Publicação mensal - Propriedade do Clube de Cultura e Desporto de Ribeirão - Diretor: Miguel Maia - Assinatura anual: 10€

Camadas jovens do GD Ribeirão

Lançamento de peso

Nova rubrica

“Ribeirenses pelo Benjamins A mundo” e Juvenis C A opinião de... campeões de série

Elsa Cruz bi-campeã nacional

página

3

Jorge Paulo Oliveira página

15

Ribeirão e Lousado corrigem limites

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8

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8

Francisco Assis visitou Centro Social Paroquial

página

21

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20

Organizações de Primeira Linha, Conhecer para Inspirar…

D’Accord – uma empresa de trabalho temporário a crescer permanentemente páginas

6, 7

Especial

Meu querido automóvel páginas

12,13 publicidade

M. Miranda Azevedo, Lda. Patrocina a embalagem do Viver a Nossa Terra


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24 de Maio de 2014

Observador

25º aniversário do Viver a Nossa Terra

Biblioteca mãe “desligada” dos pólos

Convidam-se todos os elementos colaboradores do jornal para um convívio a realizar no próximo dia 10 de Junho em Ponte de Lima. Para mais informações contactar a direcção do jornal pelo e-mail jornal@ccdr.pt ou telefone 962331952 Núcleo da Liga dos Combatentes

Inauguração do Monumento Programa das comemorações 1 de Junho

Este mês o Observador foi à biblioteca…requisitar um livro. Um dos vários serviços disponibilizados por este tipo de equipamento. É de louvar a existência de espaços que, por um lado, fomentam e promovam a leitura, por outro

lado, se apresentem como espaços destinados ao aprofundamento do conhecimento. É o caso de Bibliotecas. E felizmente vivemos num município com uma rica Biblioteca, que estende o seu espólio por oito pólos distribuídos pelo concelho,

aproximando assim os utilizadores destes equipamentos. Tudo corria bem se o acesso e utilização fosse também facilitado. Mas o Observador constatou que não. Se é sócio da Biblioteca de Famalicão, não pode automaticamente requisi-

tar livros em qualquer um dos seus polos. E vice-versa. Parece que se trata de realidades diferentes. Num tempo em que se advoga o trabalho em rede, isto parece incompreensível. Aqui fica o reparo, à consideração dos responsáveis.

“Acesso condicionado na Rotunda do Senhor dos Perdões” Relativamente ao tema tratado no Observador do mês anterior recebemos da Junta de Freguesia o seguinte esclarecimento: “No jornal Viver  a Nossa Terra do mês de abril, a rubrica "Observador" fazia referência à impossibilidade dos automobilistas que pretendem aceder, pela Rua Cristo Rei (Candeeira) à rotunda do Senhor dos Perdões, em direção norte, ou seja, Vila Nova de Famalicão. A Junta de Freguesia esclarece que

HIDROAVE

já em várias ocasiões solicitou às Estradas de Portugal uma solução que permitisse retirar aquele impedimento. Após estudos dos técnicos das Estradas de Portugal, juntamente com o Presidente da Junta, em visita ao local com o então diretor Dr. Vasco Gonçalves, foi-nos informado que o declive do acesso da rua de Cristo Rei para a Rotunda, torna inviável o mesmo acesso. A Junta de Freguesia, não se conformando com aquela decisão, tem continuado e continuará a insistir, junto das

Estradas de Portugal, até que se solucione o problema, pois estamos convictos que tem solução, inclusivamente já apresentada às entidades responsáveis pela eliminação deste impedimento. Acreditamos que, com a nossa persistência, ainda havemos de conseguir.” Observador regista com agrado o interesse que a autarquia tem manifestado na resolução deste problema e aguarda que seja encontrada solução.

17 anos ao serviço da indústria

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Ficha Técnica

Jornal “Viver a Nossa Terra” Número de Registo: 115254 Depósito Legal: 19.814/90

Propriedade e Edição: Clube de Cultura e Desporto de Ribeirão Número de identificação de pessoa colectiva: 501 828 567

Director: Miguel Maia

FAÇA UMA VISITA!

Óleos Vedantes Parafusos Correias Rolamentos Tudo para travões, motos e carros

11h15 Concentração dos convidados em frente à Igreja Matriz de Ribeirão 11h30 Missa de Sufrágio pelos combatentes falecidos 12h15 Romagem ao cemitério local para homenagear as Mães e todos combatentes falecidos 12h30 Inauguração do Monumento 13h00 Alocuções das diversas Entidades presentes 13h45 Desfile das Forças em Parada 14h30 Almoço convívio na Quinta da Alegria Ainda se aceitam inscrições para o almoço convívio.

Vamos apoiar a Marcha de Ribeirão É já no próximo dia 7 de Junho, a partir das 21h, que terá lugar o desfile desde a Câmara Municipal até ao estádio onde se realizarão as actuações das Marchas Antoninas, em V. N. de Famalicão. É sem dúvida um ponto alto das Festas Antoninas presenciado por milhares de pessoas que fazem questão de apreciar e aplaudir os diferentes grupos representativos da diversidade cultural do concelho. Novamente Ribeirão estará presente, com a sua Marcha dinamizada pelo CCDR. Aqui fica o apelo aos Ribeirenses para que compareçam em massa ao longo do percurso ou no estádio para apoiarem de forma entusiástica a nossa Marcha e desta forma mostrarmos o nosso bairrismo e a nossa alegria.

Colaboradores: Aurélia Azevedo, Cândido Ferrer, Carlos Paiva, Catarina Cruz, Cláudia Bártolo, Paulo Costa, Deolinda Morais Silva, Esmeraldina Carneiro, Fernando Pereira, Directora de Conteúdos: Gabriela Gonçalves Firmino Santos, Ivone Lima, Leonel Rocha, Maurício Sá Couto, Nuno Sá, Estúdio Sá e Foto Silva (fotografia), Conselho Redactorial: Alexandra Sarmento e Pedro Oliveira (Atletismo), Miguel Maia, Gabriela Gonçalves, José Teixeira e Victor Ribeiro (Futebol). José Couto, Manuel Oliveira, Pedro Couto Gestão financeira: Adelino Campos Publicidade: Filipe Fonseca, Ana Mesquita, José Teixeira, João Santos Paginação: Pedro Couto Assinaturas e Expedição: Ana Isabel Oliveira

Impressão: Diário do Minho, Limitada Sucessora Rua de Santa Margarida, nº 4, 4719 Braga. Sede do CCDR, Viver a Nossa Terra, Centro Popular de Música: Av. 3 de Julho, 92 - Vila de Ribeirão Apartado 7039 - 4764-908 Ribeirão Telefone/Fax: +351 252 493 015 e-mail: jornal@ccdr.pt - Internet: www.ccdr.pt Tiragem média: 2000 exemplares

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Ribeirenses pelo Mundo

“Quem não sente falta daqueles que são importantes na vida?!” Longe de Ribeirão está Paulo Moreira. O jovem de 22 anos, estudante de medicina veterinária na Universidade de Trás-os-Montes e Alto douro- UTAD, partiu para a cidade de Recife, Brasil, através do projecto Erasmus, onde se encontra há aproximadamente doze meses. Ao Viver a Nossa Terra, confessou que apesar de “algumas adversidades”, a experiência está a ser “maravilhosa”. A milhares de quilómetros da sua terra, da sua gente, Paulo diz ter “grande saudade” da sua vila, da família e amigos. André Moreira, seu primo, que defende a baliza do Grupo Desportivo de Ribeirão, mereceu umas palavras de incentivo por ter realizado a primeira internacionalização ao serviço da selecção nacional. Viver a Nossa TerraOptas por Medicina Veterinária por ser um sonho? Paulo Moreira- Na verdade, no decorrer do meu percurso académico, algo que me suscitava uma certa preocupação foi o facto de não sentir uma vocação por determinada área, ou como muitos, ´romanticamente´, relatam, o tal sonho. Vi a Medicina como uma espécie de saída de emergência, um curso com o qual facilmente me poderia identificar. Conforme fui explorando mais esta área, verifiquei que não entrar em Medicina tenha sido o melhor que me sucedeu pois duvido que algum dia sentiria o entusiasmo e realização pessoal que sinto actualmente. Veterinária passou a ser parte do que sou hoje, e não me vejo em outra profissão. VNT- Qual a razão que te levou a fazer Erasmus no Brasil?

PM - Primeiramente, sinto que uma experiência internacional é, nos dias de hoje, uma exigência de extrema relevância na formação do indivíduo não só academicamente. Diversos relatos de conhecidos, que estiveram no Brasil, ajudaram a motivar a minha decisão e a aprimorar o meu interesse em conhecer um pouco mais este país. Para além disso, academicamente via no Brasil uma forma de colmatar certas falhas que o meu curso possui a nível prático, onde teria oportunidade de desenvolver mais rapidamente as minhas habilidades como futuro médico veterinário. VNT- Se surgisse uma oportunidade de trabalho, ficavas? PM- Sem dúvida alguma! O Brasil apresenta mais opções e oportunidades de trabalho que Portugal. Há grande confiança nos alunos formados e isso

O Viver a Nossa Terra inicia, neste mês de Maio, a rubrica “Ribeirenses pelo Mundo” de autoria de Paulo Costa. Fomos à procura de jovens que, por algum motivo, emigraram. Com esta iniciativa, tentamos que os “Ribeirenses pelo Mundo”, embora distantes, sintam um pouco de aconchego dos que cá habitam. Este novo espaço irá acompanhá-lo ao longo de cada edição, sempre com novos testemunhos de ribeirenses. dá uma grande motivação durante o curso, pois Medicina veterinária é uma profissão muito valorizada pela sociedade brasileira. VNT- O Mundial é tema central no Brasil, nem sempre pelos melhores motivos. Sentes alguma insegurança, uma vez que existem constantes confrontos entre manifestantes e policia? PM- O que eu sinto no Brasil é um desagrado enorme pelo dinheiro que gastaram no mundial uma vez que o Brasil apresenta graves problemas a nível da educação e saúde. Desde que cá cheguei já apa-

Dra. Marta Cruz Dra. Luísa Tavares Médicas Dentistas Lic. F. M. D. U. P.

Participamos no programa de saúde oral:

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2ª a 6ª: 9H00 - 12H30 e 14H00 - 20H00 Sábado: 9H00 - 12H30 Complexo Habitacional de Bragadela, Loja 35 - Ribeirão

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Ribeirenses pelo mundo

nhei greve dos funcionários dos correios, greve dos funcionários das agências bancárias, greve de técnicos e professores universitários e uma, que trouxe terror ao Recife, foi a greve da polícia militar. VNT - O Brasil é um país inseguro? PM- Passo a contar um episódio que se passou na universidade. Foram encontradas bombas na agência bancária da universidade capaz de derrubar o prédio universitário em questão. Com tudo isto posso afirmar que a nível de segurança Brasil tem muito, mas muito a melhorar.

VNT – Sentes falta da tua terra, da tua gente? PM- Quem não sente falta daqueles que são importantes na vida?! Não fujo à regra. Sinto grande saudade da minha vila de Ribeirão, da minha família que tudo tem feito por mim e não posso esquecer os meus amigos, que são maravilhosos e sempre me deram força. VNT – Em poucas palavras, como defines esta experiência… PM- Em uma palavra consigo descrever este ano: Maravilhoso! É muito importante para mim, deixar bem explíci-

to o meu profundo agradecimento por me ter sido dada esta oportunidade, e sinto-me efectivamente privilegiado por ter passado por esta enriquecedora experiência da qual sinto um orgulho imenso, pois ultrapassei esta grande prova, o que certamente não teria ocorrido sem o incansável apoio de todos os membros da minha família e amigos. Aproveito desde já para dar os parabéns ao meu primo André Moreira, pela sua internacionalização e sucesso na carreira, pela qual tanto lutou para merecer. É algo de que me orgulho. Paulo Costa


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Sol Nascente

Caminhada a Balazar A comissão de pais da instituição Sol Nascente está a organizar uma caminhada a Balazar, para a qual todos os que queiram participar estão convidados. O passeio está agendado para o próximo domingo, dia 25 de Maio, tendo

como ponto de partida as instalações da instituição marcada para as 8h. O regresso será oferecido a todos os participantes de uma forma muito original: em trio-eléctrico. As inscrições já estão abertas e podem se reali-

zar no Sol Nascente, inclusive no próprio dia, e tem um custo de participação: 2 sapatilhas (adultos) e 1 sapatilha (crianças). A cada participante será oferecido no dia da caminhada água, um lenço e regresso em trio-eléctrico.

Trilho da Calcedónia

A beleza e a dureza do caminhar no Gerês

Torneio de Tao – Lu No passado dia 26 de Abril, realizou-se um torneio de Tao - Lu (formas)  no Pavilhão Forave de Lousado. Organizado  pela Associação de Kung-Fu (AKF), o torneio contou com  o apoio da instituição Sol Nascente, tendo participado vários atletas da associação. Uma prestação positiva que permitiu aos alunos do Sol Nascente ganharem 7 medalhas em 4 categorias. “O torneio teve o intuito de os alunos poderem testar a sua aprendizagem, fomentar o convívio e o espirito de fazer parte de algo, bem como ajudar a divulgar a modalidade para

que outras pessoas apreciem e queiram, eventualmente, começar a praticar”, explicou a propósito o professor Bruno Jesus. Dado o bom feedback obtido com este evento, a instituição espera

fazer mais eventos do género, bem como outros, “para que todos nos possamos reunir em amizade e efetuarmos uma  prática saudável de desporto”, remata o professor.

“Mãe, és especial…” No âmbito do Dia da Mãe, assinalado no passado dia 4 de Maio, as crianças do Sol Nascente receberam dois dias antes as suas mães para uma festa muito especial preparados pela equipa da instituição. Com vários espaços de “festa” divididos por idades, as mães participaram em diversas atividades preparadas especialmente para elas. Entre a canção dedicada à mãe, pintura, colagens, textos com dedicatória e jogos, mães e filhos divertiram-se e envolveram-se ativamente. No final e

para mais tarde recordar este dia marcado pela partilha, amor e carinho transmitido entre mães e filhos, tiraram uma fotografia com

Quatro dezenas de pessoas rumaram a Covide (Gerês), no passado dia 1 de maio, para mais uma caminhada promovida pelo CCDR. Ao longo de quatro horas os caminheiros calcorrearam um trilho difícil,

irregular, com acentuadas subidas e descidas mas, em contrapartida, tiveram oportunidade de usufruir de deslumbrantes paisagens como só o Gerês oferece. No final, acentuava-se a sensação de grande cansaço mas desilusão era palavra

que não se coadunava com os sentimentos vividos. E depois de retemperar algumas forças a pergunta era: “Quando fazemos a próxima caminhada no Gerês?” E a promessa ficou agendada para ser cumprida no próximo mês de Setembro.

Escuteiros em actividade

um painel de fundo alusivo à data. Para completar este dia cada criança entregou a prendinha que realizou com especial ternura.

Jardim de Infância de Santa Ana

Dia da Mãe em festa O Jardim-de-infância de Santa Ana comemorou, no passado dia 5 de Maio, o Dia da Mãe. A festa teve lugar no largo do Souto de Santa Ana, e contou com a promoção de várias surpresas para as mães e avós convidadas. Desde um momento musical protagonizada pela professora de música, que se fez acompanhar com o seu violino, à promoção de jogos tradicionais escolhidos pelas próprias crianças. No final as mães foram presenteadas com um diplomo e um colar produzido pelas próprias crianças.

O Agrupamento 1374 Ribeirão envolveu-se e promoveu, durante o corrente mês de Maio, várias atividades escutistas, que proporcionaram dar a conhecer a vitalidade do movimento. No passado dia 3 de maio, cerca de cento e trinta escuteiros participaram no Dia da Patrulha Corvo, que se realizou em Lousado. A iniciativa, que teve como imaginá-

rio "Kimboy procura ser como pede João Paulo II", promoveu momentos inesquecíveis de partilha, entre os cerca de quinhentos escuteiros presentes, de doze Agrupamentos do Núcleo de Famalicão. No dia seguinte, a 4 de maio, a direcção realizou o Conselho de Agrupamento para aprovar o Relatório de Contas de 2012/2013. Finalmente, a 10 e 11

de maio foram dias de festa para os escuteiros de Ribeirão, pois decorreram as promessas dos Lobitos e dos Exploradores. Já a 21 e 23 de abril tinham ocorrido as promessas dos Pioneiros, que tiveram, também, como mote a preparação do grande empreendimento da ida a Roma, para participar na Canonização dos Papas João XXIII e João Paulo II.


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Alunos do 4º ano sobem ao pódio em concurso nacional

3º prémio para Valdossos No decorrer deste ano letivo, os alunos do 4.º ano da EB1 de Valdossos participaram no concurso a nível nacional “Uma Aventura por Portugal”, promovido pela Fundação Bissaya Barreto, sob o tema: A história e Arquitetura do meu País. Esta iniciativa teve por objetivos “incentivar as crianças a identificar o que nos caracteriza enquanto povo, conhecer melhor a nossa língua, a nossa história e a nossa cultura”. Desde cedo os alunos encararam este desafio com um grande entusiasmo e trabalharam arduamente na elaboração de uma bela maquete onde retrataram o Castelo de Guimarães e a Batalha de S. Mamede, dois marcos históricos muito importantes. Para tal foram definidas diversas etapas fundamentais, tais como: a abordagem de factos históricos alusivos à História de Portugal na disciplina de estudo do meio, tendo sido realizadas pesquisas pelos alunos; foi também levada

a cabo uma visita ao Castelo de Guimarães e ao Campo de S. Mamede, onde os alunos puderam observar de perto o monumento no qual “nasceu Portugal”. Esta visita só foi possível graças ao apoio da Junta da Freguesia que, mais uma vez, disponibilizou o transporte necessário à realização desta atividade. Após este trabalho prévio, passou-se à elaboração da maquete, com recurso à utilização de diversos materiais. “De louvar a participação dos encarregados de educação dos alunos, que desde o primeiro momento se interessaram e mobilizaram em participar juntamente com os

seus filhos na construção da maquete, reunindo frequentemente com a professora da turma”. Todo este esforço, empenho e tempo disponibilizado por todos os intervenientes foi recompensado com a obtenção do 3.º lugar a nível nacional, um prémio prestigiante para os alunos, para a comunidade escolar e para o Agrupamento de Escolas de Ribeirão. A maquete premiada encontra-se em exposição no parque temático Portugal dos Pequenitos, e os alunos foram convidados a irem receber o tão desejado e merecido prémio a Coimbra, no próximo dia 6 de junho.

Escola do Sapugal atenta à segurança

No passado dia 30 de Abril, a Associação de Pais da Escola do Sapugal em conjunto com os professores, organizaram uma palestra relacionada com a proteção civil, apresentada por um

bombeiro já reformado. Assim, no polivalente da escola de Fradelos, todos os alunos visualizaram um filme informativo sobre o que fazer em caso de incêndio e sismos. Em segui-

da, o bombeiro convidado ensinou os adultos presentes a manusear os extintores existentes na escola e verificámos todos juntos os planos de evacuação da escola em caso de emergência.

Regional 2014 foi um sucesso

Dia da Mãe… em boa forma física Para comemorar o Dia da Mãe, a escola de Valdossos organizou uma aula de aeróbica com o professor de Dança para todas as mães e filhos, na hora do almoço, no recreio escolar. O evento teve grande adesão e participação, proporcionando momentos saudáveis de convívio entre mães e filhos, e um fortalecer dos laços entre a escola e a comunidade. “Este tipo de atividades é de extrema importância para a saúde, combatendo o sedentarismo e a obesidade”.

O objetivo primordial foi atingido “uma vez que aumentou o interesse das famílias pela prática de ati-

vidade física”, indo de encontro ao projeto «Nestlé Crianças Saudáveis» desenvolvido pela escola.

Escola abre as portas à comunidade No passado dia 8 de maio, o Jardim de Infância de Valdossos – Fradelos convidou a comunidade a fazer uma visita às suas instalações. Os visitantes foram recebidos pelas crianças que frequentam este Jardim de Infância com duas danças que cria-

ram um ambiente animado e bem-disposto. A seguir proporcionaram-se momentos de diálogo e partilha de opiniões e experiências sobre o dia-a-dia deste Jardim. Estas visitas tiveram como principal objectivo a sensibilização da importância das crianças frequenta-

rem o ensino pré-escolar, antes do seu ingresso no ensino obrigatório. As referidas visitas foram também uma oportunidade para a escola dar a conhecer, aos que a visitam, os projetos que habitualmente são desenvolvidos neste Jardim de Infância.

O Rancho Regional de Fradelos promoveu, no passado dia 11 de maio, mais um Festival de Folclore, o Regional 2014. O dia começou com a chegada dos Grupos a Fradelos, ao final da manhã, onde já se encontrava tudo preparado para uma recepção digna dos convidados que visitavam a freguesia. De seguida foi servido o almoço a todos os convidados, reunindo o agrado de todos pelo serviço apresentado pelo Rancho Regional que não deixou de ser felicitado, até mesmo pelas instalações, que mais uma vez

foi o salão paroquial. Finalmente, o ponto alto do dia com o arranque do festival, com o desfile dos grupos até ao palco localizado na rua da Igreja, onde todos os convidados receberam as respectivas lembranças. Seguiu-se o verdadeiro espectáculo de folclore perante uma grande assistência que marcou presença no local. No final do evento, tomou palavra o presidente do Rancho Regional de Fradelos, agradecendo a todos os que contribuíram para que este evento fosse possível e “digno de receber to-

dos os convidados e publico que marcaram presença em Fradelos”. Américo Silva estendeu os agradecimentos também aos  componentes do seu grupo “pelo desempenho que tiveram para que nada faltasse tanto no serviço de almoço, como no acompanhamento junto dos grupos visitantes desde a chegada até à partida cada um para suas casas”. Américo Silva faz um balanço altamente positivo “pela forma como correu este festival e pelo empenho de todos em prol do folclore, do nome de Fradelos e do Rancho Regional”.

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Organizações de Primeira Linha, conhecer para inspirar…

D’Accord – uma empresa de trabalho temporário a crescer permanentemente As empresas de trabalho temporário dedicam-se geralmente ao recrutamento de trabalhadores em regime de outsourcing para outras empresas. Em inglês, a palavra "out" significa "fora" e "source" significa "fonte". Originalmente o outsourcing era visto como a simples subcontratação, limitando-se a atividades secundárias e afastadas da área de negócio das empresas que recorriam a esta solução. Hoje, com o aumento da competitividade dos mercados, as empresas foram impelidas a recorrerem ao outsourcing para atividades relacionadas particularmente com as suas áreas de negócio. Outro aspeto importante e que traduz uma mudança na gestão estratégica destas empresas relaciona-se com a forte aposta no mercado estrangeiro. Apesar da colocação de pessoas no estrangeiro ainda ser alvo de muitas dúvidas e receios por parte dos trabalhadores, a verdade é que, por força da conjuntura atual, milhares de portugueses nos últimos 4 anos foram forçados a emigrar e a recorrerem às empresas de trabalho temporário para redefinirem os seus projetos de vida. Face ao protagonismo que as empresas de trabalho temporário têm apresentado, procuramos conhecer uma empresa nesta área. A recente inauguração da sua agência na Trofa, as suas relações com o estrangeiro e o seu rápido crescimento, levou-nos a contactar a D'Accord e a entrevistar o seu administrador, André Coroa. VNT – André Coroa, apresente-nos a D’Accord. AC – A D'Accord é uma empresa especializada na Gestão de Recursos Humanos, com especial enfoque nos sectores da construção civil, indústria e hotelaria. Opera no mercado nacional e internacional desde 2010 e apesar de ser uma empresa nacional, tem uma forte presença na Eu-

ropa, nomeadamente em França. Dispõe de uma equipa de profissionais altamente qualificados que apoiam diariamente as empresas, prestando serviços de Trabalho Temporário, Recrutamento & Seleção, Formação Profissional e Consultoria em Recursos Humanos. VNT – A D'Accord é uma empresa especialista na Gestão de Recursos Humanos que atua no mercado nacional e internacional. Onde se encontram os vossos principais parceiros de negócio? AC – A D`Accord tem parceiros em Portugal, França, Alemanha e Suíça. A empresa tem crescido de forma sustentável, obteve em 2013 um crescimento de 40% em termos de colaboradores, números que se preveem mais elevados em 2014, com a abertura de novas agências em Portugal. VNT – Se fizermos uma breve análise à história do trabalho, concluímos rapidamente que a área do trabalho temporário não é

recente. Desde a Antiguidade que algumas áreas de negócio, fruto da sua sazonalidade, recorriam ao trabalho temporário. Contudo, o trabalho temporário, concretamente no que diz respeito à colocação de pessoas no estrangeiro, ainda é alvo de algumas dúvidas e receios. Como é que a D’ Accord têm conseguido combater esta realidade? AC – Para combater a precariedade ou exploração, situação mais associada aos angariadores de mão-de-obra que proliferam essencialmente em situações de crise económica e consequente aumento do desemprego, a D’Accord realiza frequentemente sessões de esclarecimento sobre temáticas como o trabalho temporário e o trabalho no estrangeiro. É importante reforçar que as pessoas devem ter em atenção uma

Construções Martins & Álvares, Lda. Mário Martins - Sócio Gerente

regra básica, por muito aflitas que estejam não se deixem cair no engodo de pagar seja o que for, a quem for, para «tratar do processo», pagar viagens para o estrangeiro ou situações do género. Na D’Accord, todas as colocações são efetuadas à responsabilidade da agência, por isso as viagens são pagas e o alojamento também é proporcionado e com dignidade para as pessoas viverem. Garantir a todos uma emigração feita com segurança, assegurar um trabalho digno no país de destino e proporcionar aos trabalhadores condições para regressarem posteriormente ao seu país, são os nossos objetivos quando destacamos colaboradores para trabalhar no estrangeiro. VNT – A condição de trabalhador temporário é vista por muitos como uma situação frágil, do ponto de vis-

ta da estabilidade, contudo, dada a conjuntura atual, começa a ser encarada como uma oportunidade para os trabalhadores mostrarem o seu potencial… AC – O mercado de trabalho exige cada vez maior flexibilidade e formas alternativas de emprego. Nesta perspetiva, o setor do trabalho temporário tem ganho cada vez mais importância e aumentou consideravelmente o número de colaboradores colocados neste regime. Face às elevadas taxas de desemprego, hoje em dia, as pessoas olham para o trabalho temporário cada vez mais como uma oportunidade para adquirirem experiência profissional e garantirem um rendimento mensal. Para os trabalhadores, o trabalho temporário pode ser uma boa “porta de entrada” no mercado de trabalho, pois permite o acesso a um posto de trabalho adequado às suas qualificações, experiência e motivações profissionais, o enriquecimento do Curriculum Vitae, oportunidades de carreira a nível nacional e internacional, formação profissional em áreas novas e a integração em equipas altamente motivadas e em empresas sólidas. Contudo, ainda existem alguns preconceitos e mitos em relação a esta forma contratual. Em Portugal, infelizmente, ainda é visto como trabalho precário e confundido com “exploração” e não como uma oportunidade para reingressar no mercado de trabalho. VNT – A D’ Accord tem sede na Maia, mas recentemente inaugurou uma agência da Trofa. O que é que motivou este investimento? AC – Este é um investimento que assenta na estratégia de crescimento

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VNT – O que é que diferencia a D’Accord das restantes empresas de trabalho temporário? AC – O profundo know-how da empresa nos setores onde opera e a procura incessante da qualidade e experiência dos profissionais que recruta, posicionam a empresa num segmento premium em relação aos serviços que presta aos seus clientes. A D`Accord procura servir de forma exemplar os seus stakeholders, tem uma forte orientação para os resultados e procura sempre ultrapassar os objetivos que lhe são propostos. O conhecimento das especificidades económicas e sociais das regiões onde estamos inseridos permite-nos manter uma relação de maior proximidade com os nossos clientes e candidatos e apresentar-lhes as melhores soluções em Recursos Humanos. A estratégia da empresa passa por apresentar as melhores soluções na gestão de recursos humanos e prestação de serviços aos nossos clientes, com o objetivo de satisfazer as suas necessidades de mão-de-obra, melhorar a sua produtividade e qualidade de serviço. Para isso acontecer, investimos na formação interna e procuramos reter os melhores profissionais das áreas onde atuamos, apostando na qualidade e na melhoria >>>

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da empresa e surge com o objetivo de estar mais perto dos clientes, colaboradores e candidatos da região do Baixo Ave. A abertura da nova agência é uma resposta às solicitações e crescentes necessidades dos seus clientes e do mercado. Temos bastantes clientes e candidatos no concelho da Trofa, por isso tornou-se imprescindível e oportuna esta abertura.

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Portefólio da D’Accord

Designação: D’Accord - Trabalho Temporário, S.A. Localização da Sede: Centro de Escritórios do Fórum da Maia, Rua do Barão de S. Januário, nº 29, 4470-473 Maia. Localização da Agência na Trofa: Rua Joaquim Costa Pereira Serra Edifício Habitat XXI, n. 10 A, 4785-327 Trofa. Setor de Atividade: Trabalho temporário Forma Jurídica: Sociedade anónima Visão: Sermos reconhecidos pela Qualidade e Eficiência dos nossos serviços e soluções de recursos humanos. Missão: Colocar as melhores práticas e competências ao serviço do desenvolvimento do negócio dos nossos Clientes com base na confiança, no estabelecimento de relações de parceria, no rigor e no profissionalismo. Valores: Credibilidade, Ética, Empenho, Profissionalismo, Responsabilidade, Transparência, Rigor, Qualidade, Flexibilidade, Eficiência

Cronologia da D’Accord em 5 linhas <<< constante dos serviços que prestamos. VNT – Quais são as principais dificuldades nesta área de negócio? AC – Por um lado, os procedimentos cada vez mais burocráticos e complexos. Por outro lado, o acesso a esta atividade tem vindo a ser facilitado em termos legais, nomeadamente através da diminuição do valor das garantias bancárias para abrir atividade, o que confere menor credibilidade e responsabilidade às empresas contratantes. VNT – A D’Accord é membro da Câmara de Comércio e Indústria Luso Francesa (CCILF). O que é que representa esta relação para uma empresa de trabalho temporário? AC - A CCILF conta atualmente com uma rede de cerca de 500 empresas francesas e portuguesas, representa o ponto de encontro em Portugal dos empresários dos dois países. Tendo a D’Accord uma grande carteira de clientes em França, esta ligação revela-se extremamente importante para conhecer o mercado francês, pois permite-nos estabelecer e man-

ter contatos privilegiados com as associações profissionais e o tecido empresarial em França e ter um bom conhecimento dos diversos setores da indústria e das suas oportunidades. Para além disso, é reconhecida, no mundo, a qualidade da mão-de-obra portuguesa e, no geral, todos os países recebem muito bem os portugueses que, muito pelo peso da nossa cultura, são vistos como pessoas trabalhadoras, humildes, flexíveis e disponíveis. VNT – Dentro da área da construção, quais são as especialidades mais procuradas pelas empresas francesas? AC – As empresas procuram um pouco de todas as especialidades, dado que temos empresas clientes em diversas áreas de atividade dentro do setor da construção. Contudo, em termos de volume de contratação, as principais áreas que são procuradas são trolhas, ladrilhadores, carpinteiros, pintores, serralheiros, pedreiros e eletricistas. VNT - Quantos trabalhadores têm atualmente a trabalhar no estrangeiro? AC – Atualmente, 50% a 60% das contratações de Trabalhadores

Temporários são para a Europa, mas é nosso objetivo assumir uma posição de cada vez maior destaque no mercado nacional. VNT - Considera que Portugal possui boas competências técnicas na área da construção civil, comparativamente com os restantes países da europa? AC – Sim, os trabalhadores portugueses são bons tecnicamente, revelam ter bastante experiência profissional e sobretudo mostram uma forte capacidade de adaptação aos países para onde são destacados. VNT – Quais são os principais desafios da D’Accord? AC – Até ao final do ano prevemos a abertura de, pelo menos, mais uma agência em Portugal. Divulgar a empresa e os seus serviços aos diferentes setores profissionais, encontrar novos negócios e clientes, identificar parcerias e novas oportunidades para a empresa, ampliar a nossa rede de contactos de forma a aumentar a sua visibilidade e notoriedade. VNT – Se um dos nossos leitores pretendesse concorrer a uma vaga numa empresa estran-

geira divulgada pela D’Accord, o que é que teria que fazer? AC – Pode submeter a sua candidatura, não só para trabalhar no estrangeiro, mas também para trabalhar em Portugal, preenchendo a candidatura disponível do nosso website em www.daccord.pt ou dirigir-se diretamente a qualquer uma das nossas agências, na Maia (no nº 29 da Rua Barão S. Januário, junto ao Hospital de Dia da Maia) ou na Trofa (no nº 10-A da Rua Joaquim Costa Pereira, Edifício Habitat XXI, junto à Rotunda dos Bombeiros Voluntários). VNT – Uma última questão, como é que imagina a D’Accord daqui a 10 anos? AC – A estratégia da empresa assenta, sobretudo, no crescimento sustentado, tanto a nível nacional, no qual queremos reforçar a posição competitiva no mercado através da abertura de novas agências, implementando assim a nossa estratégia de cobertura do território nacional, como internacional, onde pretendemos, a médio prazo, alargar a nossa carteira de clientes e área de atuação, sobretudo nos países Africanos e Latino-Americanos. Carlos Paiva

2010 - Fundação da empresa e abertura de escritório na Trofa 2011 - Início da atividade com aquisição de alvará 679, emitido pelo IEFP 2012 - Inauguração da atual sede da empresa na Maia 2013 - Aumento do capital social para € 250.000,00 2014 - Inauguração da Delegação da Trofa e alteração Societária - Passagem de sociedade por quotas para sociedade anónima

A D’Accord em números

150 contratos de trabalho temporário ativos 300 contratos de trabalho temporário efetuados em 2013

4,5 duraçã o média de contrato de trabalho temporário em 2013

14 colaboradores nos quadros da empresa 2 Estagiários acolhidos em 2013 450 Contratos de trabalho temporário previstos para 2014

760 Horas de formação realizada em 2013 112 Trabalhadores temporários colocados em empresas estrangeiras 19% Trabalhadores temporários integrados nos quadros das empresas clientes 2,5 Milhões de euros de volume de negócios em 2013 35% De aumento do volume de negócios em relação a 2012 150.000 Euros em investimentos em 2013

CCDR Desporto Cultura


8 Ribeirão

24 de Maio de 2014

Obras realizadas

Apesar das dificuldades, Ribeirão continua com melhoramentos… e mais algumas obras estão a ser realizadas! Desta vez estamos a falar de alguns alargamentos de ruas, com construção de muros, criando assim melhores condições de acesso não só aos mo-

radores mas também a todos os transeuntes das Ruas Mamede Dias da Cruz, Manuel Alves Moreira e da Travessa da Portela. Finalmente os residentes daqueles locais passaram a ter os acessos para as suas habitações significativamente melhorados.

28º aniversário da Vila de Ribeirão A semelhança de anos apoio de um grupo de cianteriores, a Junta de Fre- dadãos ribeirenses, irá orguesia irá assinalar a data ganizar entre os dias 3 e da elevação a Vila, com 6 de Julho junto às Pisuma sessão solene que de- cinas de Ribeirão, o II correrá no dia 3 de Julho, Vi(VER) Ribeirão. Esta onde estarão as presentes iniciativa terá como objecas entidades autárquicas tivo projectar a identidalocais e concelhias, e onde de cultural da Freguesia, serão distinguidos entida- através de uma mostra de des e pessoas que tenham produtos artesanais e gaselevado o nome de Ribei- tronómicos produzidos rão a nível local, concelhio pelas gentes de Ribeirão e nacional. As comemora- e também através da parções terão um programa ticipação e envolvimento que iniciará a 3 de Julho das associações locais que e terminará a 13 de Julho, terão desta forma um escontemplando assim dois paço para a divulgação e fins-de-semana, marcados valorização das suas actipela promoção de um con- vidades. Durante os quajunto de actividades de ca- tro dias pretende-se que o riz cultural e desportivo. espaço seja animado com Integrado ainda no diversos espectáculos muaniversário da Vila, a Jun- sicais, artístico-culturais e ta de Freguesia, com o desportivos. Espaço cedido à Junta de Freguesia de Ribeirão

Concurso de Poesia No âmbito das festas da freguesia, que se realizam no início do próximo mês de Julho, será promovido um Concurso de Poesia, aberto a todos os ribeirenses. “Vila de Ribeirão” é o tema a concurso, e terá como júri professores de língua Portuguesa, que escolherão os três melhores poemas. Os galardoados serão premiados da seguinte forma: 1º Prémio – 100€; 2º Prémio – 75€; 3º Prémio – 25€. Os vencedores receberão os respectivos prémios no Dia de Aniversário da

Vila, pelas mãos do deputado Nuno Sá, patrocinador do evento. Os trabalhos enviados serão depois expostos em local público para apreciação de todos. Antes, os trabalhos candidatos deverão ser enviados, por correio, até ao dia 30 de Junho, para: Joaquim Soares, Rua Portela Nova Nº42, 4760722 Ribeirão. O concurso de poesia é uma organização do grupo de deputados da Freguesia de Ribeirão, Joaquim Soares e André Azevedo.

Candidato do PS às próximas eleições para o Parlamento Europeu passou por Ribeirão

Assis e Moniz pedem “mudança política” O cabeça de lista do PS às próximas eleições para o Parlamento Europeu, Fernando Assis, passou, no passado dia 9 de Maio, pelo concelho de Famalicão. Acompanhado por Fernando Moniz, visitou o Centro Social Paroquial Ribeirão, onde pediu "uma mudança de política”, comprometendo-se com uma “nova agenda política para o emprego e para a área social”, depois de 25 de maio, data agendado para o acto eleitoral. O candidato visitou ainda uma empresa do sector têxtil de referência no concelho manifestando e disponibilizando-se para contribuir para uma maior harmonização entre o investimento público e privado, pois defende que “conjugadamente são a força motriz que fará Portugal ter uma agenda para o crescimento sustentável e criador de efetivo emprego”. Para Assis, o que está em causa nas próximas eleições europeias é uma esco-

lha entre a “legitimação da política neoliberal”, que resultaria “num crescimento económico anémico” e num “recuo brutal das funções do Estado” – tendo destacado o "ataque feito às Universidades e Centros de Investigação” pelo Governo em Portugal –, ou uma viragem à “esquerda democrática, a um outro caminho” de responsabilidade e de afirmação dos interesses dos portugueses. “Temos de defender um sistema de

ensino público de qualidade”, acrescentou.   O candidato socialista rejeitou que “em nome de um radicalismo liberal, se ponha em causa a possibilidade de prosseguir políticas que criem empregos e investimento na Europa e no nosso país”, reafirmando o compromisso da prioridade ao emprego, com especial enfoque no emprego jovem. "A Europa perdeu de vista a questão da economia e a questão social", de-

pois de, no passado, se ter "projetado no mundo como um estímulo". Palavras proferidas por Assis durante a visita ao Centro Social e Paroquial do Ribeirão, quando afirmou um dos objetivos desta candidatura: "Queremos recuperar algumas das inspirações iniciais do projeto europeu, queremos uma Europa para os cidadãos". "Queremos uma europa à altura do seu passado e capaz de enfrentar o seu futuro", concluiu.

Projecto apresentado na Assembleia da República pelo deputado Jorge Paulo Oliveira

Ribeirão e Lousado corrigem limites territoriais O deputado famalicense Jorge Paulo Oliveira apresentou, no passado dia 16 de Maio, na Assembleia da República, o Projeto de Lei para corrigir os limites territoriais entre as freguesias de Ribeirão e de Lousado. A criação da nova unidade industrial da LEICA, conhecida marca alemã de câmaras fotográficas, “gerou as condições necessárias para que o processo de retificação dos limites administrativos entre as duas freguesias ocorresse”, recordando o deputado que aquelas autarquias não se reviam nas fronteiras definidas pela Carta Administrativa Oficial de Portugal que regista os limites oficiais A nova unidade industrial, inaugurada pelo Presidente da República em Março de 2012, localiza-se totalmente na freguesia de

Ribeirão, porém a via que lhe dá acesso tem o início e término na freguesia de Lousado. Pelo meio atravessa território de Ribeirão. Perante este quadro, as Juntas de Freguesia, não deixando de levar em consideração alguns elementos existentes no território, como sejam as linhas de água, rede viária e limites de propriedade, chegaram a um entendimento quanto à nova delimitação administrativa. Em termos de edificações, a proposta consensualizada implica que três habitações unifamiliares situadas até aqui na freguesia de Lousado, sejam transferidas para a freguesia de Ribeirão, sucedendo o inverso com a nova unidade industrial. Nos termos da Constituição da República Portuguesa a modificação das autarquias locais, incluindo

os seus limites territoriais, é uma da exclusiva competência da Assembleia da República, daí a apresentação no passado dia 16, de uma iniciativa legislativa para o efeito. Não obstante as Juntas e as Assembleias das Freguesias de Ribeirão e de Lousado terem já se pronunciado favoravelmente acerca dessa alteração dos limites administrativos, respetivamente, em 9 de Novembro e 30 de setembro, de 2012, o facto de tal ter ocorrido antes do último ato eleitoral autárquico, obriga a que constitucionalmente tenham novamente de se pronunciar sobre a matéria. Também a Câmara Municipal e a Assembleia Municipal serão obrigatoriamente consultadas sobre o projeto de lei. Jorge Paulo Oliveira, deputado social democrata, autor de mais dez inicia-

tivas legislativas visando a alteração de denominação e de delimitação administrativa de várias autarquias do país realça “o empenho dos autarcas, dos órgãos executivo e deliberativo, das freguesias de Ribeirão e de Lousado, na resolução deste diferendo territorial, sem o qual este projeto de lei não teria visto a luz do dia”. O deputado famalicense eludida ainda que “subsistem milhares de situações de divergência e de discordância quanto às fronteiras oficialmente definidas para freguesias e concelhos, algumas delas no município de Vila Nova de Famalicão, mas os órgãos representativos das populações não conseguem chegarem a qualquer entendimento, um facto gerador, não raras vezes, de transtornos e incómodos vários aos habitantes nos territórios em disputa”.


Publireportagem 9

24 de Maio de 2014

Hugo Sousa Informática

Liderança na era da inovação e tecnologia Manter a constante busca pela excelência em qualidade e aprimorar cada vez mais para melhor entender a crescente demanda do mercado virtual, através do know-how adquirido e através da confiança depositada pelos clientes. Este é o lema da Hugo Sousa Informática, uma jovem empresa existente há apenas quatro anos, mas que tem implementando a sua posição no mercado ribeirense, e não só, de uma forma bem profissional em prol da inovação e tecnologia. Fundado pelo jovem Hugo Sousa, no final de 2010, esta empresa de informática surgiu no sentido de colmatar uma lacuna existente na freguesia, na altura, no que toca a espaços de comercialização deste tipo de produtos, mas também à oferta de serviços informáticos junto das empresas

locais. Assim, Hugo Sousa, apesar da sua formação académica em Automação Industrial e Robótica, aproveitando-se pelo gosto que sempre nutriu pela área informática, lançou-se neste projecto depois de ter aprofundado as devidas formações profissionais na área. Nos dias de hoje, a Hugo Sousa Informática distingue-se pela panóplia de serviços e produtos ao dispor do cliente, mas sobretudo pela prontidão de resposta junto dos pedidos que surgem diariamente. Tem como principal objectivo a assistência técnica em Informática a pequenas e medias empresas. Desde a manutenção de computadores, notebooks, servidores, redes sem fio e cabeadas, suporte remoto por telefone e internet, remoção de vírus, recuperação de dados,

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10 Cultura

24 de Maio de 2014

Depois das seis

Estaremos sós?

Cândido Ferrer

Existirão outras formas de vida no nosso sistema solar, noutros sistemas da Via Láctea ou em outras galáxias? Para este meu trabalho consultei o livro Astronómica, com centenas de páginas e quatro quilos de peso. “Se o planeta Terra é a nossa casa, então o sistema solar é o nosso bairro”. Vou então percorrer o nosso bairro mas pelas ruas principais. Os planetas interiores são chamados telúricos – relativos à Terra: Mercúrio, Vénus, Terra e Marte. Os planetas exteriores são os gigantes Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno. Por fim Plutão que agora é classificado como sendo um planeta anão. Mercúrio, apesar de ser o planeta mais próximo do Sol, não é o mais quente. Para os romanos, Mercúrio era o deus do comércio. Um dia de Mercúrio são 59 dias terrestes. A sua temperatura à superfície ronda os 179º C. O seu diâmetro no equador é próximo de um terço do da terra. Vénus, dizem os astrónomos, é o planeta irmão da Terra. Assim, Vénus e Terra são semelhantes: tem cerca de 82 por cento da massa da Terra. Vénus recebeu o nome da deusa latina do amor. É o mais quente dos planetas no nosso sistema solar e o mais brilhante. Uma rotação de Vénus continua, para os astrónomos, uma incógnita. Um ano em Vénus equivale a 225 dias terrestres. A sua temperatura à superfície é de 462ºC. O seu diâmetro equatorial é próximo do da Terra (95%). Terra o “nosso lar” é o

planeta mais dendo do sistema solar. Por ora, tanto quanto sabemos, é o único planeta do Universo que sustenta vida. Uma orbita em redor do Sol leva cerca de 365,25 dias. Estes 25 centésimos é a razão pela qual temos de acrescentar um dia a mais de quatro em quatro anos. O contemplado é o pequeno mês de Fevereiro (ano bissexto). Para além do Sol, o existem quatro planetas maiores que a Terra. São os chamados planetas gigantes, como já disse: Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno. A energia vinda do Sol faz com que o ciclo de agua passe de liquido a gasoso e a liquido novamente. A atmosfera do nosso planeta é composta por cerca de 78 por cento de nitrogénio e 21 por cento de oxigénio. O restante é composto por pequenas quantidades de outros gases. Os oceanos cobrem a maior parte das depressões terrestres. Estas depressões contêm uma gigantesca quantidade de água. Estima-se em mais de 1.300 milhões de quilómetros cúbicos. O diâmetro da Terra no equador é de 12.756 quilómetros. A temperatura à superfície da Terra vai de 88 graus centígrados negativos a 58 graus positivos. Marte é o chamado planeta vermelho. É identificado como antigo deus romano da guerra. A sua temperatura ronda os 46 graus negativos. Um dia de Marte representa 1.026 dias terrestes e um ano de Marte vale 1.89 anos terrestes. Possui cerca de metade do

diâmetro da Terra. Júpiter é depois do Sol o corpo mais dominante do sistema solar. O seu gigantesco diâmetro equatorial apresenta uma medida próxima dos 143.000 quilómetros. Um dia de Júpiter é de cerca 10 horas e um ano, nesse gigante, equivale a 11,9 anos terrestes. A sua temperatura efectiva é de 148 graus negativos. Na mitologia romana, Júpiter é o deus principal. Acerca de luas, nem pensar! Só Júpiter tem mais de 60. Possui anéis em seu redor que são compostos por partículas de poeiras. Saturno contem o maior número de anéis do sistema solar. Um dia de Saturno são 10,6 dias terrestes e um ano é igual a 29,4 anos terrestes. É opinião unanime dos astrónomos que Saturno é o mais belo e identificável

de todos os planetas. Tem um diâmetro nove vezes e meia superior ao da Terra. Saturno, na mitologia romana, é o deus da Agricultura. A sua temperatura é de 178 graus negativos. Urano é o mais inclinado de todos os planetas (98graus). Está praticamente deitado de lado. A Terra tem apenas 7,25 graus de inclinação. Desconhece-se quanto vale um dia de Urano. Um ano sim: corresponde a 84 anos terrestes. A sua temperatura á superfície é de 216 graus negativos. Na mitologia grega, Urano é o deus dos céus. O oitavo planeta a contar do Sol é Neptuno. Um dia de Neptuno equivale a 16 horas terrestes. Um ano nesse planeta vale 165 anos terrestes. A sua temperatura é de 214 graus negativos. Neptuno é o deus romano

do mar. Para os gregos é o mitológico Posídon, o deus das profundezas oceânicas. Plutão é, de todos os planetas, o mais pequenino. A temperatura media neste planeta ronda os 233 graus negativos. Um ano de Plutão rende 248 anos terrestes. Por vezes a imaginação ultrapassa a realidade. Se, por hipótese, em cada sistema solar da nossa galáxia houvesse vida, se em cada galáxia que contem milhões de sistemas solares, então, por hipótese, teríamos milhões de formas de vida diferentes. Estou a pensar nos OVNIS (objectos voadores não identificados). O que serão? Hollywood tem ganho muito dinheiro com os filmes do E.T.(Extra Terreste).. “Eles andam por aí…” Porém quem o sabe não o diz e quem o diz não o sabe.


Cultura 11

24 de Maio de 2014

Lendo e Aprendendo

Almanaque Mês de Junho

Arrifana e Penafiel

Datas a assinalar

Manuel I em 1518. Mas por volta de 950 Mumadona Dias, senhora daquelas e de muitas mais terras, já era viúva do conde Hermenegildo, que muito chorava. Frequentemente, ia lamentar-se junto do túmulo do marido, a quem gabava os seus filhos mais novos, Nuno e Ariana, lamentando o espirito aventureiro dos quatro mais velhos. Na

altura das partilhas Mumadona beneficiou os seus filhos favoritos. No entanto, estes optaram viver com a mãe dizendo Nuno que sob a morte os separaria enquanto a irmã dizia que nunca se casaria. Certo dia Mumadona foi visitada por um vizinho, o cavaleiro Mendo de Sousa, fidalgo poderoso que lhe disse mais ou menos

assim: “senhora, conheceis quem sou e o que valho. Ninguém se me pode comparar em poderio. E deveis considerar uma honra para a vossa casa que eu queira casar com vossa filha Arrifana.” Mumadona rectificou o nome da filha, Ariana. Mas a verdade é que durante a conversa – aquilo que era um pedido de casamento, o fidalgo sempre dizia Arrifana. Mumadona informou-o que a filha saberia escolher, e que ele queria que a mãe o impusesse. Porem, Ariana rejeitou o fidalgo que sempre lhe chamava Arrifana. Passados tempos, Nuno morreu de doença, e tanto a irmã como a mãe o choraram toda a vida. Para todo o sempre, esta há-de ser a terra do nosso pena fiel – dizia o fidalgo. Sim mãe a pena fiel do nosso querido Nuno – respondia triste Ariana. E assim nas voltas do tempo, la se foram deste mundo mãe e filha, acabando D. Mendo de Sousa de ficar dono daquelas terras. E apesar de estar muito velho ficou contente de ter ficado com tudo o que Mumadona lhe negara. E deu-lhe o nome que mais gostava combinando com o seu apelido: serão as terras de Arrifana de Sousa! E assim ficaram a chamar-se aquelas terras, ate que D. José I, sabedor da lenda, lhe passou a dar o nome original e romântico de Penafiel. Esmeraldina Carneiro

As suas receitas

Queremos ver aqui as suas melhores receitas. Aquele prato especial que todos gostam. Envie-nos a receita com uma fotografia e os seus dados para partilharmos com todos os leitores. e-mail: jornal@ccdr.pt Sede do CCDR: Av. 3 de Julho, 92, Apartado 7039, 4764-907 Ribeirão

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Dia 1 - Dia Mundial da Criança Dia 3 – Dia do Cigano Dia 4 – Dia das Crianças Vitimas de Agressão Dia 5 – Dia do Ambiente Dia 8 – Dia dos Oceanos Dia 10 – Dia de Portugal Dia 12 – Dia Mundial da Luta contra o Trabalho Infantil Dia 13 – Dia de St. António Dia 14 – Dia Mundial do Dador de Sangue Dia 16 – Dia da Criança Africana Dia 21 – Dia do Relógio do Sol Dia 24 – Dia de S. João Dia 26 – Dia Mundial Contra a Droga Dia 26 – Dia de S. Tiago Dia 29 – Dia de S. Pedro e S. Paulo

Curiosidades

Aquilino Ribeiro: Um dos grandes romancistas portugueses do seculo XX. Descreveu como poucos a realidade portuguesa num estilo muito próprio, vigoroso e rico. Aquilino meteu-se na política muito cedo, como activista republicano e o que lhe valeu a prisão e o exilio, bem como duas evasões espectaculares. Entre as suas obras mais notáveis contam-se “O malhadinhas”, “Terras do Demo”, “Quando os lobos uivam”.

Adágios

Achar e guardar é roubar. Apanha com o cajado, quem se mete onde não é chamado. As lagrimas aliviam o coração. Basta um frade ruim, para dar que falar no convento.

Quadras

S. João p`ra ver as moças Fez uma fonte de prata As moças não vão à fonte E S. João por si se mata.

No telhado de S. Pedro Está um lindo craveiro Dá-lhe o sol por entre as folhas Tudo rescende como cheiro.

Pensamento

“A liberdade do homem não existe em relação às condições do meio: a liberdade é poder manter numa posição firme em qualquer circunstância”. Montapert

Advinha

Campo redondo, Ovelhas ao longo, Pastor formoso, Cadelo raivoso.

Resposta: Céu, estrelas, sol, vento

A imaginação é fértil e com a maior das facilidades chega à ficção. Acontece, sobretudo, quando se depara com determinados fenómenos, situações ou realidades, que lhe causam perplexidade. Não possui conhecimentos científicos, não encontram razão imediata, mas quer, porque sente necessidade, explicar. Então discorre e busca fundamentos e procura sedimentar em suas experiências, quantas vezes falaciosas, no seu conhecimento empírico enredado em fantasia e ingenuidade. E quantas dessas lendas ficaram ligadas a muitos topónimos actuais. O próprio nome de Penafiel, segundo alguns estudiosos, entronca numa dessas belíssimas lendas. Ei-la: “ Protagoniza esta lenda uma das mais interessantes figuras de mulher da idade Media, a Condessa Mumadona Dias. Penafiel será topónimo derivado do castelo de castelo assente em rocha firme ou recordará momentos trágicos da vida da condessa? Possivelmente a resposta certa estará naquela, mas romanticamente prefere-se esta. Sabemos, no entanto, que em Março de 1770 D. José I decretou: “Hei por bem e um apraz que a dita povoação de Arrifana de Sousa fique criada em cidade de nome Penafiel”. Em tempos que já la vão, Penafiel era o nome de uma região onde havia povoações, a mais importante era Arrifana de Sousa, que foi concelho por foral de D.

O saber não ocupa lugar

O império mineral La Paz, a capital da Bolívia, é uma cidade típica da Bolívia. As ravinas desordenadas do Vale da Lua acrescentam um toque surrealista ao cenário louco desta cidade. Metrópole oculta do império mineral. Quem vai a La Paz pela primeira vez fica surpreendido por não a avistar imediatamente. Apenas se alcançam os bairros pobres de adobe. Depois surge um espectáculo grandioso a partir do planalto. Toda a cidade está ali, ocupando um anfiteatro que desce ate à ravina do rio de La Paz. As colinas oferecem devido

à erosão contornos e cores variadas. Nas ruas as mulheres vestidas com trajes garridos vendem produtos artesanais. Para atenuar os efeitos do “el soroche” o mal da altitude, um chá de coca é o melhor remédio. Em busca do ouro, os espanhois encontraram mais a sul Potosi, rico em prata. Foi daí que vieram todos os minérios no séc. 16 e que encheram os cofres dos reis de Espanha. De Potosi saía tanta prata que em Espanha surgiu um ditado popular alusivo: “Isto é um Potosi”.


12 Especial Ramo Automóvel

24 de Maio de 2014

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O automóvel, desde a sua aparição, que se tornou um bem indispensável no quotidiano do homem. Necessário, sem dúvida, nas mais variadas situações, mas noutras usado desnecessariamente, pois a sola do sapato tão bem substituía o pneu. A necessidade do automóvel recai nos sedentarismos: “Porque vou a pé se ele me leva?”. Correto! Aquilo que antigamente era um privilégio, hoje é banalidade. O carro é moda, uma moda antiga onde o povo sai à rua embebecido pelo seu topo de gama, mostrando a potência do seu brinquedo, sempre a brilhar. Sente-se o brio, e na verdade, o montante que muitas vezes é despendido, faz com que cuidemos, como de filho se tratasse. Este mercado é um mercado que nunca foi acessível a qualquer carteira. Ter um carro, nos dias de hoje, pode ser considerado um luxo para muitas pessoas.

Não só o dinheiro do veículo é despendido, é todo um conjunto de burocracias necessárias para a sua circulação. O combustível, em modo geral, é considerado o maior entrave para os automobilistas. Todas estas barreiras contribuíram para um decréscimo do mercado automóvel, segundo noticia a Associação Automóvel de Portugal (ACAP). O portal automóvel desta organização refere que, em Abril deste ano, assistimos a um aumento das vendas em relação ao ano de 2013. O site salienta que nos últimos dez anos o registo de vendas tem tendência a diminuir. A crise chegou a todos os setores e o automóvel, incondicionalmente, sofreu alterações. As plataformas virtuais de venda e troca de automóveis estão lotadas de anúncios. Os stands sentem necessidade de negócio. Contrariamente, os peque-

nos negócios de lavagem automóvel têm aparecido em grande número. Voltamos à questão do brio. Por apenas 1 euro, o seu carro fica impecável, sem ter que se dar ao transtorno de comprar produtos e aplicá-los. Parte integrante do bom funcionamento do seu veículo é tratar da saúde do mesmo. As oficinas são fundamentais no mundo automóvel. Não obstantes à instabilidade financeira do país, estes também sofrem. Vêm o número de clientes a diminuir, os carros a não serem levantados porque o proprietário não pode pagar o arranjo e, principalmente, os materiais cada vez mais caros. O mundo automóvel carece de alguma preocupação, mas os nossos hábitos e necessidades que fomos criando, logo constatam que é um setor que jamais terminará. Ele balança, mas não cai.


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24 de Maio de 2014

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14 Opinião

24 de Maio de 2014

Orgulho no desenvolvimento e mudança

Nuno Sá

Convidei o Dr. Francisco Assis, cabeça de lista do PS às eleições europeias do próximo Domingo, para visitar o Centro Social Paroquial de Ribeirão porque considero que esta instituição social é uma referência no serviço à comunidade, ilustrando bem a importância da economia social para Portugal e para a Europa. Em boa hora o fiz porque concluímos a iniciativa com a redobrada convicção da importância do investimento na solidariedade social e ainda mais impressionados pelo trabalho, dedicação e espirito de missão coletiva dos responsáveis e colaboradores do Centro Social Paroquial de Ribeirão. Permitam-me referir a personalidade e caráter do Monsenhor Manuel Joaquim Fernandes que é, sem dúvida, um grande impulsionador e principal obreiro da obra social de excelência

que é o Centro Social Paroquial de Ribeirão. Este Centro presta serviços à infância e educação, bem como apoio à deficiência e aos idosos. São respostas sociais de enorme qualidade no que toca à modernidade das instalações físicas, à diversidade dos equipamentos de última geração utilizados, à multiplicidade de valências disponibilizadas, mas sobretudo ao bom ambiente que se sente e ao total empenho dos que trabalham na e pela instituição. Na nossa visita, foi evidente o gosto pelo trabalho e vontade de fazer o melhor para ajudar o próximo. Tudo isto com aquela simplicidade, simpatia e ânimo com que o Monsenhor Manuel Joaquim Fernandes todos recebe, fazendo parecer que é fácil a gestão de tão grandiosa e complexa estrutura. Imagino as dores de cabeça, angústia e horas difíceis para

Obras como o Centro Social Paroquial de Ribeirão merecem todo o apoio e os resultados que apresenta mais que justificam todos investimentos públicos que já lá se fizeram e que devem continuar a fazer-se

continuar a avançar sempre com mais projetos e servir ainda mais pessoas. É que o Centro Social Paroquial de Ribeirão não pára e, de cada vez que tenho a honra de lá estar, encontro sempre mais obras, mais instalações, mais equipamentos e mais ambição para novos desafios. Esta realidade de permanente mudança no desenvolvimento deve deixar-nos a todos cheios de orgu-

lho porque afinal: trata-se da nossa terra e da capacidade da nossa gente. Naturalmente, o mérito é todo de quem permanentemente constrói todos os dias esta modelar Instituição Particular Solidariedade Social. Com esta presença também assinalamos e testemunhamos o grande alcance que as políticas de aposta na solidariedade social têm. Estas obras são essenciais paras as pessoas, para a coesão e progresso do País. Para as famílias é vital que lhes sejam garantidas soluções para a o cuidado e educação das crianças, assegurando-se também o apoio à terceira idade. De igual modo, é uma questão de justiça e humanismo garantir condições de vida aos mais desprotegidos, aos que momentaneamente passam por dificuldades e aos que têm qualquer tipo de necessidade de apoio especial.

Nós portugueses somos inspirados pelos valores democráticos sociais enraizados na nossa cultura cristã europeísta. Não deixamos ninguém para trás! Obras como o Centro Social Paroquial de Ribeirão merecem todo o apoio e os resultados que apresenta mais que justificam todos investimentos públicos que já lá se fizeram e que devem continuar a fazer-se. Em tempos de crise, mais do que nunca se devem levantar bem alto as bandeiras da solidariedade, justiça e desenvolvimento para Portugal e para a Europa. O caminho do Centro Social Paroquial de Ribeirão é inspirador: sempre na mudança para melhor de mãos dadas com o desenvolvimento e solidariedade social. Acho que o Dr. Francisco Assis e o PS inspiraram-se e valorizaram-se com esta experiência.

O social é realmente importante, pois as pessoas são pessoas e não números, nem muito menos dívida, como bem refere um slogan de um partido de esquerda mais radical. Porém, não podemos deixar de ter presente, que quem paga as medidas sociais (desde o apoio aos mais desfavorecidos, aos desempregados, aos reformadas e todos os outros apoios, especialmente, às crianças e idosos) são todos os portugueses, através dos seus impostos e, por isso, tem que ter sustentabilidade, para não corrermos o risco de virem, mais uma vez, outros organismos mandarem na nossa forma de governarmos as finanças públicas. Arrumada a casa, depois de “uma saída limpa” do “domínio” da Troika, estamos em condições de fomentar ainda mais a economia e de tornar sustentável toda a acção social do governo, sendo que tal implica racionalidade e sustentabilidade. Esperemos que não venha nenhum po-

lítico aventureiro apresentar medidas eleitoralistas, que entram bem nos ouvidos, mas que não são realistas, logo não são exequíveis, a não ser que queiramos voltar a cair na desgraça do sobreendividamento. Muito gostaria que “saída limpa” significasse uma viragem para níveis de rendimento salarial que já experienciamos, mas sei que tal não é possível, pois a economia nacional, tão frágil e tão dependente dos mercados exteriores, não o permite. Assim, sempre numa atitude e num contributo de lutar por uma situação melhor, fazendo tudo o que está ao meu alcance para que tal aconteça (atitude que deve ter cada português), espero, depois da “saída limpa”, que possamos continuar com a situação do país cada vez mais “limpa”, capaz de permitir um crescimento económico que nos tire do “lixo” a que certas políticas irresponsáveis, mesmo que bem intencionadas, levaram as nossas finanças.

O Lado Positivo da Vida…

“Saída Limpa”

Leonel Rocha

Ficamos todos a saber, no início deste mês, aquilo que se vinha anunciando há bastante tempo, mas que muitos comentadores de bancada e muitos políticos proeminentes não acreditavam: Portugal “liberta-se” da Troika, com uma “saída limpa”. “Saída limpa” significa que Portugal não precisa de nenhum outro programa cautelar, que avalise os pedidos de financiamento junto dos credores, pois estes já têm credibilidade suficiente no governo e na economia portugueses, para dispensar tais avais. Podemos e temos todos, certamente, muita razão de queixa da austeridade que nos foi infringida até agora, desde que o então Primeiro-Ministro, José Sócrates, assinou o memorando com o FMI, o Banco Central Europeu e a Comunidade Europeia, trio de entidades que ficou mais conhecido por Troika. As medidas acordadas no dito memorando obrigaram o governo português

a implementar um conjunto de medidas que tiraram poder compra a todos os portugueses, medidas essas que tendem a prolongar-se no tempo, se Portugal quiser solidificar as suas contas públicas. Porém, resta-nos o consolo de ver que, no que toca à credibilidade do Governo e da economia de Portugal, junto das organizações que nos podem valer nos empréstimos necessários ao normal desenvolvimento do nosso estado e ao alavancar da nossa economia, a acção do Governo de Passos Coelho deu resultado. Contra tudo e contra todos, determinado na missão de resgatar Portugal do buraco em que os anteriores governos nos tinham colocado, o atual Primeiro-Ministro conseguiu provar que as medidas aplicadas nos levaram ao caminho da credibilidade junto dos credores, ao caminho da regularização das contas públicas e ao equilíbrio da balança financeira entre importações e exportações.

Estou plenamente convencido que, percorrido o caminho penoso de cortes e mais cortes, Portugal está já em condições de acelerar o seu crescimento económico

Estou plenamente convencido que, percorrido o caminho penoso de cortes e mais cortes, Portugal está já em condições de acelerar o seu crescimento económico, não só para continuar a aumentar as nossas exportações, mas para ver tal crescimento refletido na criação de riqueza, que possa gerar mais emprego e que possa aumentar o consumo (sem se cair no consumismo de outros tempos). Espero que esta perspetiva de melhoria, que vemos no nosso horizonte, não seja rapidamente aniquilada com políticas que tenham a tentação de pensar que o social se sobrepõe a tudo.


Opinião 15

24 de Maio de 2014

É apenas retórica política

Jorge Paulo Oliveira

O maior partido da oposição no município acordou para o valor do consenso, da cooperação interpartidária e da colaboração institucional. Como é consabido, nos últimos tempos o Partido Socialista local tem recorrentemente apelado a consensos políticos em várias matérias, como sejam o Hospital do Médio Ave, o Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão ou a construção da Variante à EN 14. Curiosamente, nos últimos 12 anos, os mesmos que o Partido Socialista leva de oposição autárquica municipal, nunca este mostrou qualquer disponibilidade para a concertação de posições com as outras forças partidárias. Curiosamente, também não há memória de, alguma vez nos seis anos de governação socrática, o PS local se ter predisposto a colaborar com a câmara municipal

na resolução dos dossiês que dependiam diretamente da administração central. Curiosamente, ainda, ao longo de todos estes anos, os dirigentes políticos do PS local são essencialmente os mesmos. Nestas circunstâncias, a pergunta que se coloca com naturalidade é a de saber até que ponto esta surpreendente disponibilidade socialista é verdadeira, é sincera, é genuína? A resposta é negativa. “Estrondosamente” negativa. A manifestação de vontade do PS local não é real, não é autêntica, não é franca, como se alcança da contradição, insanável e insuperável, entre o discurso e a prática que adota. Não é sério insistir na tecla da cooperação partidária, quando nunca se estabeleceu, prévia ou posteriormente, qualquer contato com as demais forças políticas. Não é sério esgrimir a

A manifestação de vontade do

PS local não é real, não é autêntica, não é franca, como se alcança da contradição, insanável e insuperável, entre o discurso e a prática que adota.

vontade de compromisso construtivo quando a este se segue, invariavelmente, o discurso destrutivo. Não é sério invocar-se “a alma e pele famalicense” e optar por se colocar ao lado de uma empresa de consultadoria (Bloom Consulting) que, por interesses comerciais, não vacilou ante a desonra e a ofensa de toda a comunidade famalicense que envolve, que participa e labuta arduamente na construção, com sucesso,

de um território com valor e com qualidade de vida. Não é sério preconizar a conjugação de esforços para conseguir a construção da Variante à EN 14 e, depois, não votar favoravelmente a proposta de recomendação à câmara municipal para exatamente continuar a defender junto do governo aquela alternativa como a única solução capaz de eficientemente resolver o gravíssimo estrangulamento rodoviário de que padece aquela estrada nacional. Não é sério prometer colocar de lado as meras disputas partidárias e trabalhar em torno da defesa da importância do Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão, para, na primeira oportunidade, não acompanhar os partidos da maioria na proposta de adoção das providências adequadas à valorização e recuperação das competên-

cias perdidas, como ademais já acontecera no passado, quando a instância judicial de Famalicão foi menorizada com a criação do Tribunal de Circulo em Santo Tirso. Não é sério apelar ao diálogo e à concertação entre todos os agentes políticos na defesa da otimização dos serviços de saúde locais e, depois, não se dispor a aproveitar a reorganização hospitalar em curso para corrigir os erros cometidos, de que é exemplo a colocação da sede do Centro Hospitalar do Médio Ave, em Santo Tirso, uma decisão de um governo socialista que motivou o abandono de alguns dos investimentos projetados para Vila Nova de Famalicão. Infelizmente, os apelos do partido socialista não são sérios, são apenas pura retórica política como a prática o demonstra.

Viver a cidadania

Monumento às Mães e aos Combatentes do Ultramar: uma questão de justiça

Santos Oliveira

A inauguração do Monumento às Mães e aos Combatentes do Ultramar que ocorre no dia 1 de junho próximo representa um acto de justiça que a História presta a uma geração de jovens e suas famílias que na década de 60 e em parte da década de 70 se viram envolvidos numa guerra ao serviço do seu País. Muitos milhares de Portugueses, entre os quais muitas centenas de Famalicenses e algumas centenas de Ribeirenses, viram as suas carreiras profissionais ou os seus estudos interrompidos de forma abrupta e foram “descarregados” nas colónias enfrentando, em muitos casos, situações extremas de violência, de stress, de isolamento. Independentemente do juízo de valor que à distância se possa fazer da Guerra do Ultramar, os militares portugueses cumpriam um dever a que eram obrigados como cidadãos e apenas em casos muito isolados se pode falar

de voluntariado. É verdade que alguns conseguiram, por força de circunstâncias diversas, desenvolver a sua comissão de serviço em zonas urbanas, sem tanta exposição à guerra. Mas isso não invalida o juízo global sobre os sacrifícios desta geração. As sequelas físicas e psicológicas marcaram a vida de inúmeros combatentes já falecidos e perduram hoje em grande número dos ainda felizmente vivos, já na casa dos sessenta e setenta e muitos anos, alguns dos quais têm relutância em recordar situações vividas, ou porque ficaram dolorosamente marcados ou porque percebem que as novas gerações cresceram a desvalorizar essa guerra, em resultado dos desenvolvimentos que o País teve no pós-25 de abril. Mas, entre os ideais de abril, se são importantes a liberdade, a democracia e a descolonização, também deve ser importante a justiça.

Recordamos e valorizamos os Portugueses que, à época, se envolveram e contribuíram para a afirmação de Portugal no mundo cumprindo o seu dever como cidadãos.

Não questionamos hoje as motivações e os métodos usados ao longo da nossa História, em tantos momentos de grande simbolismo e afirmação da Pátria, como a independência de Portugal, os descobrimentos, a implantação da República ou a participação portuguesa na 1ª Guerra Mundial. Recordamos e valorizamos os Portugueses que, à época, se envolveram e contribuíram para a afirmação de Portugal no mundo cumprindo o seu dever como cidadãos. É apenas isto que se pretende fazer com este

acto de justiça à geração que viveu a Guerra do Ultramar que afectou não só os jovens militares mas também as suas famílias aqui simbolizadas nesta referência às Mães. Sabemos que haverá sempre quem desvalorize ou porque nunca percebeu a dimensão dos sacrifícios vividos, ou porque teve a sorte de escapar a esta mobilização quase generalizada dos militares de então e por isso julga-se num patamar superior da cidadania ou simplesmente, como é muito próprio de nós Portugueses, não valorizamos o que fazemos sobretudo porque muitos protagonistas ainda estão vivos e só depois de mortos é que os recordamos e enaltecemos. Um reparo final. Iniciativas desta natureza não deviam partir directamente de quem esteve envolvido nestas acções. A sociedade, através dos seus órgãos representativos, deveria assumir esse papel. Ao longo do

tempo e do País assim tem sucedido em muitos casos. É contudo positivo que a Autarquia, algumas empresas e muitos cidadãos anónimos não só de Ribeirão mas também de todo o concelho e outras localidades vizinhas estejam a colaborar com o Núcleo de Ribeirão da Liga dos Combatentes. Continuamos a precisar de todos porque esta Instituição não termina a sua tarefa no dia 1 de junho. E um apelo. Associem-se a este acontecimento com a vossa presença, com a vossa colaboração. Independentemente das pessoas envolvidas nesta iniciativa, deve ser um momento de memória para todos nós, combatentes. Uma oportunidade para prestar justiça a uma geração sacrificada e assinalar uma época da nossa História recente com um monumento que ficará a enriquecer o nosso património colectivo. Ribeirão vai ter orgulho neste monumento!


16 Pelo Concelho

24 de Maio de 2014

“Famalicão Made INternacional” fomenta interajuda empresarial

cão Made INternacional” que arrancou, no passado dia 7, e contou com as presenças do autarca, Paulo Cunha, do cônsul-geral de Angola no Porto, Domingos Lopes, entre vários em-

cional tem esse propósito, de criar condições para que exista uma ação concertada de forma a atingirmos esses propósitos”, assinalou Paulo Cunha. O objetivo é, no fundo, que os

embaixadores famalicenses se disponibilizem a prestar informações diversas sobre o respetivo mercado, facilitando a entrada de novas empresas e proporcionando novos negócios.

O programa “Famalicão Made INternacional” será composto por um conjunto de sessões públicas, abordando sempre novos mercados com potencialidades de investimento.

www.ccdr.pt

Seis empresários famalicenses assumiram, recentemente, o papel de “Embaixadores de Vila Nova de Famalicão” em Angola. Este é o primeiro resultado visível do projeto “Famali-

presários da região. As empresas Vieira de Castro, José Manuel Fernandes, Primor, Certave/ Caixiave, Adigeste e Cetrus, exemplos de sucesso na internacionalização dos seus produtos, nomeadamente no mercado angolano, assumiram, assim, o compromisso de apoiar novas empresas que estejam interessadas em explorar este mercado. A Câmara Municipal também se incluirá no processo, assumindo-se como elemento institucional facilitador. “A Câmara Municipal de Famalicão, tal como qualquer outra, não é nem tem vocação empresarial, mas assume a responsabilidade de ser plataforma facilitadora e indutora do desenvolvimento do tecido empresarial do concelho. Este projecto do Made INterna-

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Opinião 17

24 de Maio de 2014

Partilhar e receber em comunidade

Fernando Pereira

Costuma partilhar com os outros as coisas boas e as coisas más? E os s bens, costuma partilhar? Não partilhar os bens é ser-se egoísta. Ao partilhar coisas, bens, pensamentos, sentimentos, conselhos com aqueles que não possuem as mesmas facilidades, estaremos a partilhar a alegria e a prosperidade entre todos e a fluir energias positivas. Podemos ter muitas casas, objetos e bens e serviços que podemos usufruir, mas, como sabemos, água parada e estagnada é fonte de micróbios e podridão. Não usufruir do que temos e partilhar com os outros é um desperdício de vida. Isto não quer dizer que temos que abandonar as nossas coisas ou permitir que outros levem os nossos

bens, mas usufruir e permitir que outros possam desfrutar também, para que os outros partilhem as coisas deles connosco. Assim, esta partilha terá vibrações de amor, alegria e prosperidade. Quer usufruir de algo que não tem mas os outros têm, partilhe também as suas coisas com alguém que quer e não tem! Vejamos o que está a sobrar na sua casa para dar aos outros, a quem realmente precisa: roupas e sapatos que não vamos usar mais, livros que nunca mais vamos ler, cd’s de música que não vamos ouvir, eletrodomésticos que precisam ser renovados, tapetes, sofás, cadeiras. Seja o que for, livre-se de tudo o que não precisa. E partilhar o que mais gosta com todos aque-

A solidão é uma palavra que faz parte do nosso vocabulário e que infelizmente é pronunciada com muita frequência. A sociedade lutou tanto para se aproximar dos grandes centros, fugiu ao isolamento e á solidão das regiões do interior. Mas a solidão instalou-se nas suas vidas e nos seus corações, uma solidão acompanhada, que magoa e destrói devagarinho. Antigamente nos pequenos centros, mas sobretudo nas aldeias, as pessoas

partilhavam o trabalho e os problemas. Ultrapassavam as preocupações do quotidiano, de uma maneira coletiva e solidária. Hoje tudo mudou. Fomos á procura de comodidade e estabilidade financeira. Encontramos o egoísmo, a inveja a hipocrisia e uma profunda solidão. Cada um vive para si, comanda a sua própria vida e olha para o seu próprio umbigo, e isola-se o mais possível, talvez por comodismo, medo, ou falta de confiança. Deixou-se de confiar no amigo, no vizinho e em

“Possuir um bem, sem o partilhar, não tem qualquer atrativo.”

(Séneca)

les com quem se sente bem! Receber é bom, mas oferecer também. Oferecer é um gesto que tem sempre retorno, nem que seja por outra pessoa ou entidade. Nunca evite oferecer ou impedir esse gesto em função de pareceres. Se tem vontade e hipótese de oferecer, nem que seja um abraço, dê esse prazer a si e a alguém. Verá que o resultado será sempre positivo, nem que surja mais tarde no tempo. Ofereça e sinta-se recompensado. Cada um recebe de acordo com o que oferece. Se você der ódios e indiferença, vai recebê-los de

volta. Mas se der atenção e carinho, vai ver-se cercado de afeto e amor. Cada um recebe de acordo com o que oferece. Vários e aprofundados estudos confirmam que estar enredado numa comunidade que o apoia pode ser um fator primordial para o bem-estar. Quando se fala em comunidade, fala-se da sensação de pertencer a um grupo de pessoas. Pode ser um grupo da igreja, uma organização cívica ou uma equipa de futebol de salão. Uma comunidade pode incluir pessoas que frequentam o mesmo café da esquina. Durante a maior parte da história da humanidade, a comunidade era uma tribo e, mais tarde, um vilarejo. Inicialmente, a comunidade

oferecia ajuda, proteção e funcionava como um seguro contra qualquer ameaça que surgisse. Hoje em dia, na ausência de comunidades tribais, muitas pessoas assumem sozinhas a sua própria segurança. O alto nível de ansiedade de nossa sociedade deve-se principalmente a essa perda da sensação de pertencer a um grupo. Se temos bons amigos, estamos no caminho certo para construir uma comunidade. Alimentar esses contactos é bom para a saúde e importante para o nosso planeta. A sobrevivência humana depende de desenvolvermos uma comunidade global. “O sorriso que ofereceres, a ti voltará outra vez.” (Abílio Guerra Junqueiro)

tava de me sentir verdadeiramente acompanhado. Achamos humilhante deitar cá para fora o que nos vai na alma. Mas um dia, os espinhos crescem, multiplicam-se, ferem o nosso coração e complicam a nossa vida. Como um ácido, corroem tudo á nossa volta, destruindo o que de melhor existe em nós. Para o bem e para o mal, demonstramos o que não somos. Há quem lhe chame hipocrisia, eu chamo-lhe medo. Medo de demonstrarmos as nossas fraquezas, as

nossas diferenças, as nossas fragilidades. Fingir é tudo que nos resta. Fingimos alegria, fingimos tristeza, educação, saúde, diversão, fingimos que dormimos bem, fingimos que vivemos na crista da onda. Não gostamos de falar da solidão, nem isso nos faz bem, mesmo que ela pertença ao passado. Quem saiu do inferno, não tem interesse de lá voltar, mesmo que seja, nas asas da recordação.

mento digna, que felizmente ainda existem. Quantas também ansiosas esperam a adopção de uma criança, mas a burocracia dificulta a resolução deste sério problema. A vida de um adulto, depende em grande parte de uma infância de raízes positivas e de nobres afetos familiares. Muito sabemos acerca dos graves problemas das crianças! Porque não inverter o trajecto destrutivo em que tantas vezes parecemos teimar? Meter a cabeça debaixo da areia, nada resolve este melindre da nossa sociedade em declínio feroz. Ser criança é o que há de mais belo no mundo. É a

real imagem humana, com todos os direitos à felicidade e ao amor. São corações a baterem certinhos, em visão de criança, num mundo mais solidário e próspero. Que os dias mundiais não esqueçam o dia-a-dia de imensas crianças que sofrem estropícios e maus tratos sem conta e imagináveis. Porque sofrem tanto neste mundo as crianças? Porque se lhes dá tanta dor de padecimentos? Porque razão é o instinto macabro do adulto contra elas? Abram-se as consciências adultas e nasça o amor por quem é petiz e dócil. Crianças felizes, sociedade e mundo feliz.

Solidão…

Deolinda Silva

Quem nunca se sentiu só? Quem teve a coragem de dizer, estou só, mas gostava de me sentir verdadeiramente acompanhado. muitos casos, até na própria família. Usamos todo o nosso poder de persuasão, para enganar os outros. Mostramos apenas as rosas e escondemos os espinhos, que nos fazem sangrar por dentro. Quem nunca se sentiu só? Quem teve a coragem de dizer, estou só, mas gos-

Dia Mundial da Criança

Firmino Santos

Um de junho, “Dia Mundial da Criança” em toda a sua dimensão. “As Crianças são o melhor tesouro do mundo” - escreveu Fernando Pessoa, o grande poeta português. Congratulo-me por ter escrito um livro sobre as queridas crianças, lançado em 2006. É sempre salutar falar e defendê-las com afinco. Nestes tempos conturbados que assistimos, é necessário estar atento. As crianças não têm voz que se faça ouvir, são muito débeis, não produzem… o adulto é agressivo, cruel para com elas! Crianças, são também os velhinhos, os esfomeados e os deficientes. Andamos

todos preocupados com a crise e a solidariedade, por vezes, ao contrário tão distanciados da intimidade familiar e social. Muitas são as crianças que sofrem no nosso mundo, por variadíssimas razões negativas e criminosas assim como os raptos e a pedofilia. Elas são também aquelas que não chegam a nascer, vítimas de políticas erradas, de práticas abortistas acoitadas num estado social hipócrita; muitas à nascença, são confrontadas com maus tratos, falta de condições familiares, para crescerem saudável e equilibradamente. Há milhares de crianças incontáveis, por todo o

Elas são também aquelas que não chegam a nascer, vítimas de políticas erradas, de práticas abortistas acoitadas num estado social hipócrita

mundo sem infância merecida, sem dignidade humana. Tais, serão potencialmente jovens infelizes, inquietantes; e adultos que penderão infernizarem o nosso mundo; nas ruas das aldeias, nos guetos dos bairros e nas avenidas das cidades. Muitas crianças vivem em instituições onde encontraram um colinho amigo, ou numa família de acolhi-


18 Pelo Concelho

24 de Maio de 2014

Famílias com descontos no préescolar e 1º Ciclo As famílias de Famalicão com mais de um filho em idade escolar vão beneficiar a partir do próximo ano letivo de um desconto de 50% com o segundo filho e de um desconto de 100% a partir do terceiro filho, nos serviços prestados pelo município no âmbito do ensino pré-escolar e 1.º ciclo do ensino básico, como seja a refeição, o acolhimento e o prolongamento. A medida de largo alcance social é um dos apoios que o executivo municipal liderado por Paulo Cunha assume concretizar em matéria da educação e que está vertida no Regulamento Municipal da Educação. A criação de um novo escalão de apoio social para estes níveis de ensino, que são aqueles que estão sob tutela da autarquia, é outras das novidades apresentadas. Trata-

-se de um apoio concreto a todos os agregados posicionados no escalão três do abono de família, que abrange os agregados familiares com rendimentos ao nível do salário mínimo nacional e que estão atualmente fora de qualquer apoio. Em Famalicão haverá assim a partir do próximo ano letivo quatro escalões de apoio social, com isenção de pagamentos nos serviços educativos para o 1º escalão e redução de 50% e 25% para o segundo e terceiro escalão, respetivamente. O reforço do programa “Alimentação Saudável”, com a distribuição de lanches saudáveis às crianças e alunos da educação pré-escolar e 1.º ciclo do ensino básico e o reforço dos programas de fruta e leite escolar são outras das novidades asseguradas.

Crianças de Famalicão incentivadas para o empreendedorismo

A partir do próximo ano lectivo as crianças do concelho de Famalicão vão ser incentivadas para o empreendedorismo através da implementação do programa “Ter ideias para mudar o mundo”, desenvolvido pela Associação Coração Delta, nos jardins-de-in-

JUMP core

+

no ginásio das piscinas

Terças 20h25 Prof. Rita Fontes Clube de Cultura e Desporto de Ribeirão

fância e nas escolas do 1º e 2º Ciclos do concelho. O Município de Famalicão, o Coração Delta e o Instituto Politécnico de Viana do Castelo assinaram no passado dia 17 de maio, um protocolo de cooperação que, através da implementação daquele programa, visa promover junto de crianças dos 3 aos 12 anos a aquisição de competências empreendedoras, nomeadamente, o espírito de iniciativa, a capacidade de gerar e aplicar ideias e uma maior criatividade e autoconfiança. O programa pressupõe a formação de docentes em competências empreendedoras básicas e termina em 2017 para que

seja possível criar uma rede de escolas empreendedoras no concelho. O processo formativo já teve início e conta com a participação de 25 docentes do concelho. O autarca de Famalicão, Paulo Cunha, enalteceu esta parceria uma vez que, no seu entender, o programa da associação de Campo Maior criada pelo Grupo Nabeiro “é perfeito do ponto de vista pedagógico”. “É fundamental falar em empreendedorismo a estas idades”, afirmou, argumentando: “Um dos maiores problemas do insucesso educativo também se prende com o facto de haver erros ao nível da orientação vocacional. Estou certo que

o empreendedorismo vai ajudar as crianças a tomar decisões mais sólidas e racionais quando iniciarem o 3º Ciclo”. Refira-se que, no âmbito deste protocolo, o Município de Famalicão fica responsável por disponibilizar instalações e o equipamento e material necessário para a execução do programa. Compete-lhe ainda informar e sensibilizar os estabelecimentos de ensino para a participação de docentes, educadores e técnicos no processo formativo. Por seu lado, o Instituto Politécnico de Viana do Castelo é a entidade responsável pela monitorização e avaliação do projecto.

“Casa Feliz” beneficia mais quatro famílias O programa “Casa Feliz” promovido pela Câmara Municipal de Famalicão beneficiou mais quatro famílias do concelho com melhores condições de habitabilidade. No passado dia 7, o autarca Paulo Cunha entregou os cheques do apoio às respetivas famílias destacando o alcance desta medida social. “Este programa é uma das apostas mais bem-sucedidas do município, tendo em conta que tem um enorme alcance social, contribuindo para uma melhoria acentuada das condições de vida das pessoas que mais preci-

sam”. E acrescentou: “O importante é podermos ajudar as pessoas, melhorando a sua qualidade de vida e o seu bem-estar”. As obras dizem essencialmente respeito à conservação, reparação ou beneficiação de habitações degradadas, incluindo ligação às redes de abastecimento de água, eletricidade e esgotos; ampliação de espaços e melhoria das condições de segurança e conforto de pessoas em situações de dificuldade de mobilidade ou segurança no domicílio, nomeadamente quando envolve pessoas idosas ou com defi-

ciências. Em 2014, já foram aprovados 18 projetos, sendo que, neste momento, estão no terreno obras em doze habitações do concelho. Refira-se que através do programa municipal “Casa Feliz”, as famílias de escassos recursos económicos podem ter acesso a um apoio financeiro da Câmara Municipal até 5 mil euros para a realização de obras de reparação da habitação própria. Famílias famalicenses com mais de um filho vão ter descontos substanciais no ensino pré-escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico


Desporto 19

24 de Maio de 2014

Academia ribeirense participa no Campeonato Nacional Light-Contact Alex Ryu Jitsu

Mais 4 títulos para Ribeirão

Pólo da Biblioteca de Ribeirão Maio 28.Qua

Hora do conto e oficina de ilustração: “Anita e o Dia da Mãe” de, Gilbert Delahaye Público-alvo: pré-escolar, 1º e 2º CEB - Horários: 10h15 e 14h15

30.Sex

Cinemateca – Filme: “Trubo” (classificação: M/6 – 96 mins. aprox.) Público-alvo: público em geral - Horários: 10h15 e 14h15

Até 31.Sáb

Destaque infanto-juvenil – Durante este mês, em destaque vários volumes destinados ao público infantil e juvenil, tais como, livros (contos e outros temas), audiovisual (DVD-filmes e CD-músicas).

Junho 03.Ter / 11.Qua / 19.Qui e 27.Sex

Hora do conto e oficina de ilustração: “O Livro das Datas” de, Luísa Ducla Soares Público-alvo: pré-escolar, 1º e 2º CEB - Horários: 10h15 e 14h15

04.Qua / 12.Qui / 20.Sex e 26.Qui

Realizou-se no passado dia 3 de Maio, no pavilhão Terras de Vermoim, o campeonato Nacional Light-Contact Alex Ryu Jitsu, aberto à participação de todos os estilos. A Academia de Ribeirão fez-se representar por 5 atletas, tendo arrecadado 4 títulos. Sagraram-se campeões nacionais os atletas Tiago Faria e João Faria, e em vice-campeão ficaram

Diogo Sá e Pedro Azevedo. É de salientar também a participação do atleta Simão Pontes. Realçar ainda a coragem e determinação e o bom nível técnico com que estes atletas encaram os seus combates. A equipa prepara-se já para a disputa da Taça de Portugal Alex Ryu Jitsu no próximo dia 7 de Junho, no Pavilhão das Lameiras em Famalicão, e para finalizar

a época oficial vai-se realizar pela primeira vez o campeonato Nacional Alex Ryu Jitsu de Defesa Pessoal. “Continuaremos a trabalhar arduamente para que os lugares de pódio sejam ocupados por atletas desta academia”. A Academia de Ribeirão treina na Casa do Povo de Ribeirão às terças-feiras das 19h às 21h e às sextas-feiras das 20h15 às 21h30.

Vidraria Carvalho Santos Sociedade Unipessoal, Lda.

Vidros - Espelhos Lapidação e Colocação Lugar do Padrão, Rua do Vau, Nº 397 - Trofa Telef./Fax. 252 412 302 - Telm.: 919 851 899

Cinema na biblioteca – Filme: “O Pai Tirano” (classificação: M/6 – duração: 115 mins.) Público-alvo: público em geral - Horários: 10h15 e 14h15

05.Qui / 18.Qua e 25.Qua

Leituras ao ar livre – Venham sentir o prazer da leitura no jardim envolvente ao polo da biblioteca, desfrutando das muitas histórias que temos para si com a chegada do verão. Público-alvo: público em geral - Horários: 10h15 e 14h15

02.Seg a 30.Seg

Destaque – Autor do mês: Luís de Camões 490º Aniversário do seu nascimento (Lisboa, 1524 (?) – Lisboa, 10/06/1580). Luís Vaz de Camões foi poeta e soldado. É considerado o maior poeta da literatura portuguesa e um dos maiores do ocidente. A sua maior obra “Os Lusíadas” foi publicada em 1572, uma das obras mais importantes do Renascimento.

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20 Desporto

Camadas Jovens GD Ribeirão

Benjamins A campeões

Em cima da esquerda para a direita: Nuno (diretor), Gonçalo, André Couto, Alex, João Miguel, André Moreira e A. Carlos (treinador). Em baixo: Miranda, Queirós, André Filipe, Dinho, João Carlos, Dinis, Araújo e Luís Alves A equipa de Benjamins os jogadores. No decorrer no apoio em todos os jogos. A do Grupo Desportivo de da época foram-se criando Parabéns a todos. Esta viRibeirão foram campeões várias etapas para terem tória não é só dos Benjada série H do Campeona- capacidade para aprender mins mas sim de todo o deto Distrital da Associação pois, não basta ter talen- partamento de formação do de Futebol de Braga com to é preciso persistência, GD Ribeirão. 24 jogos, 24 vitórias, com concentração, disciplina, Por fim, endereça204 golos marcados e 14 humildade e não temer a mos também os parabéns sofridos. Assim a equipa é pressão da competição e as à equipa de Juvenis B que constituída por 13 jogado- exigências que vão aparecer esta época se sagou campeã res com 10 anos. Durante na vida. A fantástica época no campeonato distrital da a época foi notório a entre- realizada deve-se muito ao AF Braga. A. Carlos ga, dedicação e espírito de nosso diretor Nuno e aos grupo por parte de todos pais que foram incansáveis

Benjamins B

Em cima da esquerda para a direita: Rui Mota (treinador), João, Daniel, Luís Afonso, Francisco e Carlos Carneiro (diretor). Em baixo: Simão, Dinis, João, Arthur, Rui e Afonso A equipa de Benjamins to foi encontrando equipas pais dos atletas que foram B do Grupo Desportivo de com jogadores um ano mais incansáveis no apoio em toRibeirão participou na série velhos. Desta forma, pode- dos os jogos. H do Campeonato Distri- mos então constatar que fiGostaria de concluir, tal da Associação de Fute- zeram um “bom trabalho”. referindo que os objetivos bol de Braga, tendo termi- A referida equipa é consti- foram alcançados, ou seja, nado com um total de 40 tuída por 10 jogadores com os atletas aprenderam a gapontos, fruto de 13 vitórias, 9 anos, o diretor, Sr. Car- nhar, aceitando também a 1 empate e 6 derrotas. De- los Carneiro, dois treinado- derrota, valorizando no envemos no entanto, realçar res, Pinto na fase inicial da tanto, mais a vitória e repreque se trata de uma equi- época e na segunda volta o sentaram o clube de forma pa com ainda mais um ano treinador Rui Mota. Devo digna e honrosa. Rui Mota no mesmo escalão, sendo também deixar uma palaque ao longo do campeona- vra de agradecimento aos

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Benjamins C

Em cima da esquerda para a direita: Joana (treinadora), Diogo, Rafael, Guilherme e Cruz (diretor). Em baixo: Silva, Pedro, André Sá, André, Pedro Nuno e Nuno. A equipa de Benjamins C participou na Liga Mini do Futuro, organizada pelos Pinheirinhos de Ringe. Por esta não ser uma competição oficial da AF Braga paralelamente, todos os atletas foram chamados a competir no campeonato

distrital de Benjamins. Trata-se de uma equipa constituída por atletas que ainda vão competir mais um ano no mesmo escalão, sendo que 3 deles ainda são traquinas (8 anos). Para finalizar, gostaríamos de referir que a consti-

Juvenis B Campeões

tuição desta equipa teve por objetivo principal que os jogadores pudessem jogar com bastante regularidade e, desta forma, evoluírem no sentido da concretização dos objetivos da formação do Grupo Desportivo de Ribeirão.


Desporto 21

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CCDR triunfa no Atleta Elsa Cruz bi-campeã nacional Completo no lançamento do peso Desporto Escolar

A atleta juvenil de 17 anos, Elsa Cruz, sagrou-se brilhantemente Campeã Nacional na prova de lançamento do peso com novo recorde pessoal de 12,68 metros, e alcançou o 2ª lugar na prova de 80 metros barreiras, no decorrer dos Campeonatos nacionais do Desporto Escolar. Nesta competição que se realizou em Lisboa, a atleta do CCDR, a representar a equipa de atletismo de Desporto Escolar do Agrupamento de Escolas D. Maria II (que conquistou 3 medalhas no seu conjunto) esteve em excelente plano, tendo renovado o ti-

tulo já alcançado na época passada que lhe permitiu estar presente nos Campeonatos do Mundo de Desporto Escolar, em dezembro, no Brasil. A professora responsável pelo atletismo da Escola D. Maria II, Prof. Alexandra Sarmento, referiu que “os resultados dos nossos alunos foram de grande qualidade e alcançar 3 medalhas no campeonato nacional é fabuloso! Esta participação é uma experiência única para os alunos, possibilitando estar perante de cerca de 4000 alunos de todo país, nas diversas modalidades”.

A cerimónia de abertura e convívios foram efetuadas na Meo Arena no Parque das Nações. Os alunos presenciaram espetáculos e discursos de entidades nacionais do governo e Desporto Escolar tendo a campeã Elsa Cruz o privilégio de ter sido convidada para efetuar o “Juramento dos alunos”. Enfatiza ainda que é muito importante trabalhar em conjunto com o objetivo comum de levar o nome de Famalicão o mais longe e alto possível, promover a prática do atletismo proporcionando experiências positivas e saudáveis aos alunos.

Os atletas dos escalões de formação do Clube de Cultura e Desporto de Ribeirão competiram no Atleta Completo da AA Braga e alcançaram excelentes resultados. Nesta competição, cada atleta tem de efetuar um conjunto de várias pro-

vas, que incluem as diversas especialidades do atletismo, desde as corridas com e sem barreiras, os saltos e os lançamentos.  Assim, realçam-se as vitórias de Luís Santos e Sara Rodrigues, no escalão de iniciados e Elsa Cruz no escalão de juvenis.

No escalão de iniciados refira-se também o 2º lugar do atleta Rafael Sousa. Também participações muito meritórias tiveram os atletas Diana Cunha, Jorge Damião e Pedro Araújo, no escalão de iniciados, e de Viktor Zombori, no escalão de juvenis.

Gonçalo Carrasco em 3º lugar no Km Jovem Outros resultados

O atleta iniciado do CCDR, Gonçalo Carrasco, alcançou o 3º lugar no pódio no Km Jovem da AA Braga com o registo de 2.50,83 minutos. Nesta mesma prova, o seu colega de treino Rafael Sou-

sa classificou-se em 6º lugar com o tempo de 2.53,20 minutos. Esta competição realizou-se no dia 26 de abril no Estádio 1º de Maio em Braga e marcou o início da época de pista ao ar livre.

Outros atletas do CCDR marcaram também presença no Torneio de Abertura: Diana Cunha (iniciada): 3,76m. no salto em comprimento. Sara Rodrigues (iniciada): 10,37m. no lançamento do dardo e 34,58seg. nos 250m., marca que constituí novo recorde regional no escalão de iniciados. Pedro Araújo (iniciado): 35,43seg. nos 250m. João Azevedo (iniciado): 37,43seg. nos 250m. Elsa Cruz (juvenil): 26,77m. no lançamento do dardo e 45,10seg. nos 300m. Viktor Zombori (juvenil): 42,59seg. nos 300m. e 1,55m. no salto em altura. Márcia Costa (júnior): 4,24m. no salto em comprimento e 73,15seg. nos 400m. Dima Goncharuk (júnior): 1,55m. no salto em altura. José Miguel Salgado (sub 23): 7,81m. no lançamento do peso.

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Graxa promove passeio de 22 a 26 de Agosto

Viagem a Barcelona

A Associação da Graxa prepara mais uma viagem de Verão. Desta vez o destino é Espanha, mas exactamente a cidade de Barcelona. A visita à cidade de Gaudí está agendada para o dia 22 de Agosto e terá lugar durante três dias, estando o regresso marcado para o dia 26. As inscrições estão abertas até ao dia 31 de maio, estando o preço da viagem taxada da seguinte forma (preços por pessoa): Sócio (Q. Duplo) - 515,00€; Sócio (Q. Single) - 595,00€; Não sócio (Q. Duplo) - 535,00€; Não Sócio (Q. Single) 610,00€. A viagem pode ser paga em várias parcelas até ao dia 31 de Julho, e só se realizará se se registar no mínimo 15 inscrições. Caso isso não aconteça o valor da inscrição (70€ já incluído nos preços atrás

apresentados) será devolvido. Os preços incluem: Seguro de viagem; Transfere Ribeirão- aeroporto-Ribeirão; Viagem de avião com taxas incluídas; Quatro noites em regime de APA, num hotel de 3 estrelas situado na Avenida das Ramblas (avenida central em Barcelona); Transferes em Barcelona; Passeio pedonal com guia oficial; Entrada na Sagrada Família (inclui visita à Basílica e torres); todos os transportes necessários para os passeios durante a estadia em Barcelona. Reservas / Informações: 91 77 11 404 (Susana Sousa), 96 140 14 15 (Manuel Silva), 252 492 431 (café Sagitário). Mais informações em www.arcdgraxa.com, facebook.com/graxaribeirao, ou través do email: arcdgraxa@hotmail.com.

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Joana Ferreira

Daniela Filipa Azevedo Ferreira, filha de Agostinho Marques Ferreira e de Maria Leontina Martins de Azevedo, concluiu o Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico na Universidade de Aveiro. Viver a Nossa Terra deseja à Daniela os maiores sucessos pessoais e profissionais.

Joana Catarina Azevedo Ferreira, filha de Agostinho Marques Ferreira e de Maria Leontina Martins de Azevedo, concluiu o Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico na Universidade de Aveiro. Viver a Nossa Terra deseja à Joana os maiores sucessos pessoais e profissionais.

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Ribeirão 23

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Hipotiroidismo

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Palavras-chave inerentes aos principais sintomas decorrentes da expressão desta patologia. Identifique-os. A glândula tiroideia (tiroide) é responsável pela secreção de duas hormonas ricas em iodo, a tri-iodotironina e a tiroxina. A sua atuação recai quer sobre a regulação do metabolismo, quer sobre o crescimento e maturação dos órgãos. O hipotiroidismo (redução da produção das hormonas tiroideias) é uma patologia comum que decorre de inúmeros fatores nomeadamente da ingestão muito reduzida de alimentos ricos em iodo, do consumo de substâncias que aumentem de forma anormal o volume da tiroide (e.g. presentes em algumas drogas e plantas), da remoção cirúrgica da glândula ou inclusivamente da deficiência materna de iodo durante o período de gravidez.

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Frio, intolerância ao frio. Peso, aumento do peso. Apetite, redução do apetite. Pele, pele seca, fria e áspera. Cardíaco, diminuição da frequência cardíaca e pressão arterial. Hipotonia, reduzida tensão muscular; redução da força e movimentos lentos. Obstipação, “prisão de ventre”. Apatia, a sonolência é também comum. Hirsuto, cabelo eriçado. Volume, aumento do volume da tiroide

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Espaço do leitor

Uma alimentação equilibrada em iodo poderá encerrar um fator preventivo do hipotiroidismo! Os alimentos de origem marinha como ostras e mariscos são ricos nesta substancia. O recurso a sal iodado pode ser também uma boa estratégia para auxiliar no défice de iodo no organismo.

Para tornar este espaço mais próximo de si, é importante também o seu contributo. Tem dúvidas? Sugestões de tema? Envie então todas as propostas ou questões para cbartolo.jornalvnt@gmail.com e encontrará aqui as suas respostas. Cláudia Bártolo

Necrologia António Gonçalves do Couto, casado com Silvina Pereira, residente na Rua Camilo Castelo Branco faleceu em 16-052014 com 80 anos de idade. Zulmira Vaz dos

É com gratidão e reconhecimento que a família de Manuel Carvalho de Araújo vem agradecer a todos quantos se associaram, com manifestações de apoio, solidariedade e carinho, numa hora de tão grande dor, por ocasião da morte e funeral deste seu querido familiar.

Farmácias de serviço

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Moreira  Padrão Ribeirão/Sanches Trofense Barreto Nova

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Santos, viúva de António do Couto Azevedo, residente na Rua S. Pedro faleceu em 11-05-2014 com 74 anos de idade. Adélia Oliveira Gomes, casada com Emília da Costa Perei-

ra Gomes, residente na 80 anos de idade. Manuel Carvalho Largo do Outeiro faleceu em 07-05-2014 Araújo, casado com Marília da Conceição com 78 anos de idade. Maria Augusta Alves Oliveira, resida Costa Miranda, dente em Bragadecasada com Mário da la faleceu em 22-04Costa Campos, resi- 2014 com 65 anos de dente na Rua Escolas idade. de Santa Ana faleceu em 24-04-2014 com Funerária Ribeirense

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Viver a Nossa Terra - Maio 2014