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Caminhada Pé-ante-Pé por Ribeirão - 14 Julho - 9h00

Ano 24 . Número 259 - 24 de Junho de 2013 - Publicação mensal - Propriedade do Clube de Cultura e Desporto de Ribeirão - Diretor: Miguel Maia - Assinatura anual: 10€

Marcha de Ribeirão brilha nas Antoninas

Autárquicas 2013

Entrevistas aos dois principais candidatos à Câmara Municipal

Futuro de Famalicão em debate

Paulo Cunha Coligação PSD/CDS-PP página

Custódio Oliveira PS

24

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27º Aniversário da Vila de Ribeirão com programa extenso e actividades para todos

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publicidade

Especial Estética

Beleza e bem-estar de mãos dadas páginas

CCDR classifica-se em 5º lugar na 2ª divisão nacional Festival Internacional de Folclore a 6 de Julho Noite de Fados Jovem

12 e 13

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M. Miranda Azevedo, Lda. Patrocina a embalagem do Viver a Nossa Terra


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Santíssimo Sacramento atraiu muitos populares

Breves n De

forma a assegurar a transferência dos documentos para as novas instalações, o atual serviço do Arquivo Histórico Municipal, em funcionamento no Edifício dos Paços do Concelho, está encerrado temporariamente o atendimento ao público a até ao dia 9 de julho.

n Câmara

Municipal vai oferecer, pelo 12º ano consecutivo, livros ao 1º Ciclo para garantir educação básica universal e com as melhores condições.

Foram muitos os ribeirenses que participaram da Festa do Santíssimo Sacramento decorrida no primeiro fim-de-semana do corrente mês. A animação começou cedo, no

dia 1, com os Zés Pereiras que percorreram as ruas de Ribeirão. Mas foi ao serão que a animação marcou presença, no recinto de Santa Ana, com a actuação do Grupo Musical

Sons e Cantares do Ave. Seguiu-se o habitual Festival Pirotécnico. O segundo dia de festa arrancou também cedo e com música, desta vez com a entrada da Banda

de Música União Musical Pessegueirense, que actuou ao longo da tarde por duas vezes no palco da festa. Seguiu-se na Igreja Matriz de Ribeirão, a exposição do Santíssimo e

as vésperas do Santíssimo e Sermão. Finalmente, um dos momentos altos religiosos, a procissão da Igreja Matriz para o recinto de Santa Ana.

n Banco de Livros Escolares, que funciona na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, em Vila Nova de Famalicão vai alargar-se a todo o concelho, através da colaboração das Bibliotecas Escolares e também da Cruz Vermelha de Oliveira S. Mateus n O

Citeve acolhe o Quadrilátero Empresarial, uma das ações do Quadrilátero Urbano, constituído pelos municípios de Braga, Barcelos, Famalicão e Guimarães. O Centro de Alto Rendimento em Investigação e Desenvolvimento Tecnológico, o CAR – IDT visa apoiar o surgimento de empresas inovadoras na área do têxtil e do vestuário.

CCDR - Desporto e Cultura ao alcance de todos Ficha Técnica

Jornal “Viver a Nossa Terra” Número de Registo: 115254 Depósito Legal: 19.814/90

Propriedade e Edição: Clube de Cultura e Desporto de Ribeirão Número de identificação de pessoa colectiva: 501 828 567

Director: Miguel Maia Redacção: Gabriela Gonçalves (Directora de Conteúdos), Catarina Ferreira, José Couto, Manuel Oliveira, Catarina Cruz, Esmeraldina Carneiro Composição e Paginação: Pedro Couto, Nuno Sousa

Colaboradores: Cândido Ferrer, Maurício Sá Couto, Leonel Rocha, Carlos Paiva José Teixeira e Victor Ribeiro (Futebol), Alexandra Sarmento e Pedro Oliveira (Atletismo), Fernando Pereira, Deolinda Morais Silva, Aurélia Azevedo, António Almeida, Gracinda Sá, Ivone Lima, Firmino Santos, Nuno Sá, Estúdio Sá, Foto Silva. Gestão financeira: Adelino Campos Publicidade: Filipa Oliveira, João Santos, Ana Mesquita, Elisete Cunha Assinaturas e Expedição: Ana Isabel Oliveira

Impressão: Diário do Minho, Limitada Sucessora Rua de Santa Margarida, nº 4, 4719 Braga. Sede do CCDR, Viver a Nossa Terra, Centro Popular de Música: Av. 3 de Julho, 92 - Vila de Ribeirão Apartado 7039 - 4764-908 Ribeirão Telefone/Fax: +351 252 493 015 e-mail: jornal@ccdr.pt - Internet: www.ccdr.pt Tiragem média: 2000 exemplares

M. Miranda Azevedo, Lda. e PLÁSBEIRÃO - Plásticos de Ribeirão, Lda. patrocinam a embalagem do jornal “Viver a Nossa Terra”


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Iolanda Torres assume pela segunda vez o cargo de diretora do Agrupamento de Escolas No passado dia 4 de Junho, teve lugar no auditório da Escola EB, 2 e 3 de Ribeirão a tomada de posse da diretora do agrupamento de escolas, Iolanda Torres. Eleita por unanimidade numa reunião do Conselho Geral, realizada a 7 de Março, assumiu assim o seu segundo mandato, com a duração de quatro anos, de forma a dar continuidade ao trabalho desenvolvido até então. O evento teve início com uma apresentação do clube de dança, no sentido de fomentar o talento e a dedicação dos alunos nas atividades extracurriculares. Nele estiveram presentes membros do Conselho Geral, docentes, encarregados de educação, alunos e autarcas representativos das autarquias abrangidas pelo agrupamento. Além do mais, contou com a participação de Cristina Sal-

vador, presidente do Conselho Geral; Paulo Cunha, vice-presidente da Câmara Municipal de V. N. de Famalicão; e Leonel Rocha, vereador. Posteriormente, Cristina Salvador enalteceu a importância de uma escola partilhada e feita por pessoas, onde o respeito pelo próximo permita que todos trabalhem com prazer e motivação, de forma a estimular a aprendizagem e a formação. Assim, tornou clara a eleição da diretora, dados os esforços feitos neste sentido. Fazendo um balanço dos últimos anos, Iolanda Torres assumiu que esta é uma tarefa complexa e absorvente, mas perfeitamente realizável perante o trabalho em equipa, a gestão democrática e o diálogo partilhado na altura da tomada de decisões. E como “numa equipa que joga

bem não se mexe”, veio agradecer a solidariedade, cumplicidade e tolerância de todos aqueles que contribuíram para a formação de uma escola capaz de

responder aos problemas da comunidade. Para atingir o sucesso educativo, exaltou a necessidade de uma comunicação em rede, com a “arti-

Associação de Pais colabora em actividades

Dias de festa no Centro Escolar

Para assinalar o Dia Mundial da Criança a Associação de Pais da Escola Básica nº 1 de Ribeirão (Centro Escolar) ofereceu a cada aluno um balão ao qual cada criança prendeu uma pequena mensagem. A cerimónia de largada de balões junto todos as cerca de 400 crianças que, ao som da contagem decrescente, os largaram para os ver subir

pelo ar, até se perderem de vista. Foi um momento com muita animação ao qual não faltou música para dançar. Nelson Paiva, presidente da associação, estava “satisfeito com o resultado desta iniciativa” por se tratar de uma forma “muito interessante de comemorar o Dia da Criança, com todos os anos lectivos reunidos numa actividade em conjunto”.

Festa de final de ano

Já no dia 15 de Junho realizou-se a festa de final de ano, organizada pelo corpo docente da escola, em estreita colaboração com a associação de pais. As professoras prepararam uma série de actividades lúdicas às quais se juntou um mega-insuflável colocado no centro do recreio pela associação

de pais. A animação era geral e durou todo o dia. O lanche, também oferecido pela associação, era de festa, com um croissant, um sumo e um gelado. No final da festa, Nelson Paiva considerou o balanço “totalmente positivo”. “As crianças estavam entusiasmadas com o insuflável e a surpresa do lanche foi muito bem recebida. A colaboração entre a associação de pais e as professoras foi muito positiva”.

Sorteio das rifas

Durante a festa de final de ano sortearam-se as rifas vendidas ao longo do ano. 1º prémio 0537; 2º prémio 0622; 3º prémio 0770. Os prémios devem ser reclamados junto dos elementos da associação de pais até ao próximo dia 15 de Julho.

culação de vários atores”, nomeadamente dos agentes locais, autarquias, familiares e escolas. Pois só assim poderão ser implementadas soluções promotoras de

mudança capazes de motivar professores e alunos. Seguidamente, o vice-presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, afirmou a existência de um desafio naquilo que é a manutenção de uma escola, dado o contexto social. Feito isto, torna-se indispensável um acréscimo aos currículos típicos, como forma de motivação e proteção dos valores dos alunos, proporcionando-lhes uma “abstração dos maus julgamentos da sociedade”. Assim, mais uma vez se veio a mostrar a total disponibilidade por parte da Câmara Municipal. O evento terminou com um jantar organizado pelos alunos do Curso de Serviço de Mesas, pertencente aos Cursos de Educação e Formação de Jovens (CEF), onde num ambiente festivo se pode dar asas ao convívio.

Salão paroquial de Ribeirão acolhe evento no dia 29 de junho

Noite de Fados Jovem

O Grupo de Jovens de Ribeirão promove no próximo dia 29 de junho, pelas 21h30, uma Noite de Fados Jovem. O evento terá lugar no Salão Paroquial e visa a angariação de fundos para as obras do Lar Residencial para pessoas com deficiências e/ou incapacidades. Um serão musical a cargo dos fadistas Ercília Araújo, Linda Carvalho, Joaquina Rodrigues, Fernando Jorge e António Ferreira. Nas guitarras: Armindo Machado e Mário Lima. Na viola: Ricardo Reis. Os bilhetes estão disponíveis nos pontos de venda: Junta de Freguesia de Ribeirão, Centro Social e Paroquial de Ribeirão, Lojinha de Desporto (Outeiro), Igreja de Ribeirão e Supermecado Couto e Família (Sr. Francisco - Boucinhas), e têm o seguinte custo: adulto - 2€, crianças dos 6 aos 10 anos - 1€, crianças até aos 5 anos – grátis. Para mais informações: 913247931 ou qualquer elemento do Grupo de Jovens de Ribeirão.


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Aniversário da Vila de Ribeirão Aproxima-se a data comemorativa do XXVII Aniversário da Vila de Ribeirão. Foi em 3 de Julho de 1986 que Ribeirão foi elevado à categoria de Vila por lei aprovada na Assembleia da República. À semelhança de anos anteriores, assinalaremos esta data com uma sessão solene pública que conta com a presença das entidades autárquicas locais e concelhias e em que serão distinguidos alguns jovens desportistas que se distinguiram a nível nacional. Também de acordo com a tradição, mas de forma mais prolongada e abrangente e contando com o belo espaço junto às Piscinas de Ribeirão, teremos oportunidade de participar num programa comemorativo a cargo de associações, artistas e empresas locais que, além de mostrarem as suas actividades e o seu dinamismo darão o seu contributo para criarmos um ambiente de convívio e de festa.

A Junta de Freguesia, no intuito de proporcionar momentos de alegria a todos os Ribeirenses, está empenhada em que tudo decorra da melhor forma possível e convida todos os Ribeirenses a participarem nestes eventos de acordo com o programa anunciado. A elevação de Ribeirão a Vila foi um momento alto da nossa história colectiva que tem potenciado o nosso desenvolvimento e queremos que mantenha essa marca de alerta sobre o valor da nossa comunidade. Por isso estamos todos convocados para que com a nossa presença mostremos o orgulho de nos sentirmos Ribeirenses e o nosso empenho em que o progresso e a melhoria das nossas condições de vida não esmoreça. Tem sido este o propósito desta Junta de Freguesia e assim continuará a ser. Estamos todos de parabéns! Adelino Oliveira Presidente da Junta de Freguesia de Ribeirão


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Escuteiros inauguram sede

O passado dia 2 de junho foi um dia especial para o Agrupamento do CNE 1374 de Ribeirão. Assinalou-se a inauguração oficial da sede do Agrupamento, na antiga EB1 de Santa Ana. O ato solene contou com a presença do Vice-Presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, e do Presidente da Junta de Freguesia de Ribeirão, Adelino Oliveira. A

cerimónia teve início com a apresentação de trechos musicais, ao violino, por dois escuteiros do agrupamento, seguindo-se o descerramento da placa inaugurativa e respetiva bênção da sede. No final da cerimónia Paulo Cunha dirigiu-se aos inúmeros pais presentes para os incentivar a “estar sempre de mãos dadas com projetos, como o dos escuteiros, que contribuem para o cres-

cimento saudável dos seus filhos”. Concluiu dirigindo-se aos escuteiros para os motivar a “serem cidadãos ativos, que sabem decidir por si próprios”. A cerimónia enquadrou-se nas Festividades do Santíssimo Sacramente, onde os escuteiros assumiram um papel ativo na procissão. Neste dia, os escuteiros promoveram, ainda, uma feirinha para angariação de fundos.

Escuteiros reavivam tradição dos cortejos

Piscinas promovem Aquatlo com sucesso

As Piscinas Municipais de Ribeirão promoveram no passado dia 15 de Junho mais uma actividade, designada “Aquatlo”. Um desporto combinado em que o atleta efetua um segmento de corrida, um segmento de natação e de novo um segmento de corrida, por esta ordem e sem paragem de cronómetro durante as transições.

os produtos leiloados, desde lenha cabazes, animais domésticos, produtos alimentares, brinquedos, entre outros, amavelmente oferecidos ao agrupamento. O leilão dirigido pelo conhecido “Bispo do Benfica”, Miguel Costa, foi um sucesso, pois foi alcançada uma verba significativa, para fazer frente ao arranque das actividades do agrupamento, que conta já com a participação de 130

escuteiros. No final deste evento foram, ainda, sorteados os prémios da venda das rifas: 1º prémio-03018 /2º prémio-12903 / 3º prémio-08942. Esta iniciativa permitiu, por um lado colmatar as necessidades financeiras do agrupamento, mas também reforçar os laços de proximidade e de amizade com toda a comunidade ribeirense, a quem o agrupamento endereça um agradecimento especial.

e a entidade acolhedora do estágio as Piscinas Municipais de Ribeirão, e teve como objectivo dinamizar a prática da atividade física através de uma atividade inovadora e por sua vez também promover as Piscinas de Ribeirão, mostrando à população que pode usufruir de um serviço desportivo de qualidade no seu Município.

Candidato à Câmara Municipal em Ribeirão no dia 4 de julho

Paulo Cunha reúne com empreendedores locais A coligação "Mais Ação, Mais Famalicão" promove no próximo dia 4 de julho, em Ribeirão, um encontro com os empreendedores locais. A iniciativa está agendada para as 21h00, na sede da Junta de Freguesia, e contará com a presença do candidato à presidência da Câmara Municipal de Famalicão. Paulo Cunha irá auscultar as ideias, dúvidas e necessidades dos empreende-

O passado dia 9 de junho foi um dia de festa para os ribeirenses. Tendo como mote a angariação de fundos, o Agrupamento 1374 de Ribeirão promoveu um cortejo de oferendas. O cortejo teve início na sede da Junta de Freguesia de Ribeirão, percorreu as ruas da Vila e dirigiu-se para o parque exterior das Piscinas Municipais de Ribeirão, onde decorreu o leilão. Foram muitos e variados

A actividade contou com seis equipas, quatro equipas de quatro elementos, uma de três e uma de dois elementos, contabilizando um total de 21 participantes neste que foi o primeiro Aquatlo realizado em Ribeirão. O evento foi coorganizado por um aluno estagiário, do curso de Gestão de Desporto, do Instituto Superior da Maia (ISMAI)

dores (sobretudo pequenos e médios empresários e trabalhadores por conta própria), com o propósito de criar as ferramentas necessárias à promoção da atividade económica no concelho. Nestes encontros, que já ocorreram noutras freguesias do concelho, Paulo Cunha tem apresentado as linhas fortes da sua candidatura no capítulo do empreendedorismo e desenvolvimento económico. Caso

seja eleito irá manter a isenção da derrama para todas as empresas com volume de negócios igual ou inferior a 150 mil euros e intensificar a educação para o empreendedorismo. Entre outras medidas, o candidato pretende ainda estimular e facilitar a criação de plataformas entre as universidades, os centros tecnológicos (como o ambicionado centro tecnológico das carnes) e as empresas.

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“Não aceito que haja em Famalicão cidadãos de primeira e de segunda!” Manter o Rumo é o lema da candidatura de Paulo Cunha. O candidato à Presidência do Município pela Coligação "Mais Ação, Mais Famalicão", apresenta a área social, o ambiente e o desenvolvimento económico com as principais áreas de intervenção. Também a educação está entre as suas preocupações. A missão para Paulo Cunha é clara: resolver os problemas dos famalicenses e corresponder aos seus anseios, destacando o papel dos jovens e dos seniores pra continuar a fazer de Famalicão um concelho magnífico. Viver a Nossa Terra - O que o motivou a candidatar-se? Paulo Cunha - A principal motivação prendeu-se com a experiência que tive enquanto autarca na Câmara Municipal, permitindo perceber que tinha uma afinidade grande com a vida autárquica. Tenho dito que tenho um enorme prazer em ser autarca e que me sinto disponível e com condições pessoais para assumir este desafio, porque estou absolutamente seguro de que a experiência que acumulei ao longo destes anos me dará as condições necessárias para que possa ser o futuro presidente que a Câmara de Famalicão merece. VNT - Considera ter conhecimento e experiência suficiente para dar este passo? PC - Tenho uma actividade profissional que vai muito além do meu desempenho autárquico. Fui advogado durante 15 anos, sou professor universitário, tenho experiência associativa. Sou um cidadão deste concelho, vivo cá desde que nasci. È aqui que me realizo pessoal e profissionalmente. Esse conhecimento de Famalicão, da sua riqueza, das 49 freguesias, associado à experiência autárquica que tenho, faz com que me sinta em condições para assumir esse desafio. Porque hoje ser presidente de uma autarquia como é o caso de Famalicão, exige um grande conhecimento de causa, exige uma grande relação com as pessoas e com as suas dinâmicas. VNT - Em que áreas pensa inovar ou ampliar a sua actuação?

PC - O sector do desenvolvimento económico é prioritário. Muito foi feito no concelho de Famalicão, e por isso é que somos o terceiro maior exportador do país, um dos maiores contribuintes líquidos para o PIB nacional, mas mesmo assim há um trabalho pela frente ainda a desenvolver, criando condições com os novos empresários que hoje estão no terreno, como aqueles que hoje criam emprego e criam riqueza contribuindo para que o concelho seja desenvolvido, mas também cativando outros que não estão cá e a quem nós achamos que podemos criar condições para que cá estejam. Porque sem dinamismo económico, sem investimento, sem produtividade, não é possível fazermos deste concelho o que queremos para o nosso futuro. E por isso vou direccionar as minhas apostas e acções para que conjuntamente com os empresários e os empreendedores, mas também com aqueles que não são empresários nem empreendedores, mas podem vir a ser no futuro, criar condições para que Famalicão esteja cada vez mais dotado a esse nível VNT - Como pensa contribuir para a criação de emprego no concelho? PC - As Câmaras Municipais não criam postos de trabalho, mas podem ajudar. Temos neste momento um gabinete de apoio ao investidor, cuja actividade prende-se com a necessidade de simplificar a burocracia para aqueles que querem abrir novos negócios ou novas empresas. Mas podemos dar outros apoios, nomeadamente a nível dos fundos comunitários. Vem aí o novo

quadro comunitário para o período 2014-2020 em que um dos principais eixos é o apoio às empresas. Vou criar condições para que esse apoio seja concretizado através da Camara Municipal. A Câmara vai dar informações, vai dar apoio logístico, vai servir quase como um auxiliar das empresas para que elas consigam atingir esse tipo de apoios.

trazer também as empresas, associações culturais, recreativas, ou seja, toda a comunidade deve envolver-se neste projecto. Porque defendemos que a resposta social não pode ser uma resposta isolada. São problemas da comunidade no seu todo. A comunidade tem que sentir que o problema é dela no seu todo e tem que ser ela no todo a encontrar respostas e soluções.

VNT - E relativamente à situação social, há ideias para ajudar os famalicenses em dificuldades? PC - Temos duas áreas na acção autárquica para as quais dizemos que não há um orçamento, ou seja, não há um tecto. São as áreas da educação e social, para quem temos que ter sempre disponibilidade total para ajudar na medida das necessidades. E na área social, em concreto, estamos a desenvolver um projecto que pretende alargar a resposta social. Temos uma rede social muito eficaz onde desempenha um papel muito relevante as comissões sociais inter freguesias, que agregam as juntas de freguesia, conferências vicentinas, IPSS, agrupamentos de escolas. Mas é preciso ir mais longe. Temos que

VNT – Ambiente e qualidade vida…outras prioridades? PC - Comigo Famalicão não se vai desenvolver só na cidade. Comigo Famalicão vai se desenvolver em todas as 49 freguesias que compõem o concelho. Isto porque eu quero que tenhamos um concelho em que a população possa escolher o local para habitar ou para se realizar profissionalmente em funções das razões melhores. Ou seja, eu não quero que uma pessoa amanhã me diga que vai ter que construir uma casa noutra freguesia que não naquela onde gostava porque nessa não tem as condições mínimas para que tenha uma vida condigna. É por isto que somos acusados, e esta acusação quero continuar a tê-la, de fazer muitas pequenas obras. Em vez de fazermos poucas grandes

obras, prefiro fazer muitas pequenas obras. Porque eu quero que uma pessoa que vive em Lousado ou Ribeirão tenha as mesmas condições da pessoa que vive ou em Gavião ou Famalicão. Não aceito que haja em Famalicão cidadãos de primeira e de segunda. Não aceito que se distingue quem vive na periferia de quem vive no centro. Comigo todos vão ter as mesmas condições. As pessoas, qualquer que seja a sua idade, não têm que se deslocar no território para que tenham acesso aos bens essenciais. É esta a politica que assumimos ao nível do ambiente e da qualidade de vida que temos para Famalicão. VNT – Por falar em ambiente….os rios também estão na sua mira? PC - Outro aspecto importante foi a intervenção que tivemos, bem-sucedida, no rio Pelhe, a pretexto da construção do parque da Devesa que nos deu o mote para a actividade que vamos desenvolver naquilo que chamo devolução das frentes ribeirinhas aos cidadãos. Se hoje percorrermos os nossos rios, vemos que tanto as pessoas como as construções estão de costas voltadas para os rios. Porque o rio era algo a esconder, pelo facto de ser

poluído, não havia atractividade em relação aos rios. Hoje acontece exactamente o oposto. Todos os rios têm hoje condições que não tinham há 10 ou 20 anos. É por isso que vamos desenvolver um projecto de criação de circuitos pedonais, de frentes ribeirinhas contemplativas, zonas frescas que possam servir de zonas de lazer e de recreio para a população. VNT - Como avalia o trabalho do actual presidente de Câmara Municipal? PC - É um homem que vai ficar na história de Famalicão pelas melhores razões. Não é por ter sido presidente da câmara durante 12 anos, mas sim pela excelente obra que deixou para as gerações vindouras. Sabe que hoje vivemos num contexto em que consumimos demais aquilo que nos é destinado. Há um pouco a ideia que esta geração, ou estas gerações, estão a consumir mais do que consumiram as gerações passadas e podem talvez por excesso de consumo as gerações futuras não serem afectadas. É aquilo que se chama a relação inter-geracional. Isso acontece também com os autarcas. Há muitos autarcas em que >>>


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<<< a sua passagem pelas autarquias fica associada a um desperdiçar de oportunidades e de recursos. A Armindo Costa não, muito pelo contrário. O que ele fez foi criar condições para que pudéssemos ter um futuro melhor em Famalicão. E deixou ou deixará muito mais do que encontrou quando cá chegou. E quando digo mais, digo mais qualidade de vida, mais razões para viver em Famalicão, mais investimento. Portanto, a autarquia estará muito melhor no dia em que ele sair do que como estava no dia em que chegou. VNT - Elogiou recentemente o autarca Armindo Costa por “gerir a coisa pública com as pessoas no horizonte”… PC - Hoje uma autarquia, ao contrário do que acontecia no passado, tem uma responsabilidade maior na gestão dos interesses das pessoas. Todos os dias temos mais pessoas que não auferem subsídio de desemprego ou rendimento social de inserção, temos mais pessoas que não recebem apoio nas escolas. As autarquias têm que ser chamadas a desempenhar mais responsabilidade. É por isso que digo que hoje é preciso que haja rigor na gestão de uma autarquia, mas com as pessoas no horizonte, ou seja, vocacionar ou direccionar a gestão autárquica para a protecção dos interesses das pessoas, no sentido de estarmos mais perto de quem mais precisa. VNT - Cidade desportiva…finalmente um projecto que poderá ser uma realidade? PC - A cidade desportiva será uma realidade, mas de uma forma totalmente diferente. A cidade contemplava uma série de equipamentos desportivos, nomeadamente um estádio municipal, pista de atletismo e campos de treinos. Não considero necessário um novo estádio municipal. Temos já um bem situado, com condições, e que está a sofrer intervenções. Famalicão tem já hoje uma prática desportiva assinalável, em mui-

tos sectores, para além do futebol. Falo do badminton, ténis, hóquei, voleibol, andebol, mas também o ciclismo e o atletismo. As duas últimas, são duas das áreas que mais tem crescido nos últimos anos, fruto do trabalho das associações, mas também fruto da criação de novas condições. Hoje digo que o Parque da Devesa é uma incubadora de desportistas, porque muitas das pessoas que praticam desporto hoje, há um ou dois anos atrás não se imaginavam a praticar desporto. É preciso criar condições para que as pessoas praticam desporto. E a pista de atletismo é uma dessas condições que considero vitais para que não só se pratique desporto mas também para que haja rendimento na prática de desporto, nomeadamente ao nível de alta competição. A pista é obviamente uma necessidade e é um compromisso que vou assumir. VNT - Tem planos relativamente à elaboração de orçamento participados? PC - Acho que já temos um orçamento participado. Quando fazemos um orçamento ouvimos todos os presidentes de junta. Como vereador das freguesias, reúno individualmente com cada um dos 49 presidentes de junta. E com cada um deles, vejo freguesia a freguesia, necessidades, problemas. Alem disso, ouvimos e recebemos as associações. Por isto considero termos já um orçamento participativo. Não quer dizer que não haja uma outra etapa que não possa ser percorrida. Devemos fazer as obras em função das necessidades e não em função das vontades. Portanto, não está em causa, nem nunca estará fazer uma obra só porque a percentagem das pessoas querem que ela seja feita, independentemente de ela ser ou não ser necessária. Temos que ter orçamentos sóbrios e realistas. E como vou apresentar aos famalicenses um projecto eleitoral muito concreto, muito direccionado, também estou seguro que se for sufragado com a minha eleição, isso também significa uma participação

penso que vou fazer, mas o que vou fazer porque estou seguro de que estou em condições de dizer aos famalicenses que eles podem estar descansados porque comigo à frente da Câmara Municipal vão continuar a ter a linha do progresso.

Quem é Paulo Cunha? Paulo Cunha, 41 anos, natural e residente em Vila Nova de Famalicão, é o vice-presidente da Câmara desde 2010, sendo também dirigente distrital dos social-democratas. Licenciado em Direito, com pós-graduação em direito do ambiente, detém atualmente na autarquia os pelouros da Cultura, Turismo, Defesa do Consumidor e Freguesias. Mestre em Ciências Jurídico-Políticas, pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, é também Professor da Faculdade de Direito da Universidade Lusíada do Porto. das pessoas através do voto nas minhas propostas. Por isso atrevo-me a dizer que é um orçamento que será também, a esse nível, participativo. Acredito num envolvimento maior das populações na sua dinâmica e na sua vida, mas sinceramente não me revejo naquilo que hoje chamam orçamentos participativos, porque eu acho que de participativos não têm praticamente nada uma vez que a consequência para a participação das pessoas é de todo indevido. VNT – O lema da sua candidatura é manter o rumo. Manter ou melhorar? PC - Quero dizer manter o rumo do crescimento, do desenvolvimento, do progresso. Não é a estagnação. Queremos continuar o percurso iniciado há 12 anos, um percurso de desenvol-

vimento, de criação de respostas para as necessidades das populações, de grande rigor orçamental, porque em 12 anos conseguimos aumentar o investimento. Nenhum famalicense aceita que se diga que não se fez nada em Famalicão. Todos os que vivem cá ou cá trabalham sabem que Famalicão desenvolveu muito, e simultaneamente reduziu a divida. Isto é resultado de um rigor e de uma disciplina orçamental que começou há 12 anos e que vai continuar num futuro próximo. Não tenho dúvidas que comigo o rumo vai ser mantido, e que sou o único candidato com condições, também por conhecimento de causa e pela noção que tenho do que é o desempenho autárquico. Eu conheço a realidade de Famalicão. Conheço as contas da Câmara. Portanto, aquilo que afirmo não é o que

VNT – A maratona corre com ou sem percalços? PC - Corre bem, sem percalços. As outras candidaturas são legítimas, respeito-as. Democraticamente saúdo-as. Mas a minha candidatura é a minha candidatura. Estou concentrado nas minhas propostas, nas minhas ideias. Nunca me ouviram falar de um candidato, nem nunca vão ouvir. Cada um deve apresentar as suas propostas, trazer as suas ideias e mostrar que têm melhores condições para que os famalicenses se sintam descansados, tranquilos acerca do seu futuro. É esse o meu lema, tenho feito isso freguesia a freguesia, associação a associação. Estou a terminar um percurso de contactos com todas as associações, freguesias, empreendedores, todos quantos criam postos de trabalho ou os seus próprios postos. É um trabalho de terreno, mas também confesso que é onde me sinto melhor, no contacto com as pessoas, ouvi-las, perceber quais são as suas dificuldades, receios e apresentar propostas concretas olhos nos olhos. Portanto não vou fugir às minhas responsabilidades, vou estar sempre disponível para esclarecer as pessoas agora e no futuro. VNT – Que apoio tem sentido por parte dos famalicenses? PC - Tenho sentido muito apoio. Acredito também nos candidatos às juntas de freguesia, são mulheres e homens com um trabalho notável no desenvolvimento social, meritório a todos os níveis, são heróis porque com muito poucas condições conseguem fazer trabalhos excelentes. O percurso que tenho feito tem servido para demonstrar que as nossas propostas são aquelas que as pessoas de facto gostavam de ouvir, querem que sejam implementadas. Te-

nho tido muitas manifestações de apoio e de compromisso comigo, pessoas que têm disponibilidade para estarem connosco neste processo, longo, e confesso que esse apoio é muito estimulante e que me deixa antever que o que estamos a fazer é aquilo que Famalicão precisa em breve. VNT – Um olhar sobre Ribeirão… PC - Conheço muito bem a vila, as suas forças e fraquezas. Ribeirão é uma vila pujante, tem crescido ao nível da população. Tem um tecido empresarial muito interessante e dinâmico. Tem uma vida associativa muito forte. O CCDR e Grupo Desportivo de Ribeirão são claramente duas referências notáveis, a que somam muitas outras instituições. Mas sei que não está tudo feito em Ribeirão. Ribeirão tem necessidades. O sector viário precisa ainda de muito investimento, já se tem feito muito, mas ainda há muito a fazer, por exemplo, na zona central que envolve a avenida Rio Veirão. Precisa de ser requalificada, tem que se criar ali uma nova centralidade. Depois temos o complexo desportivo que precisa claramente de uma intervenção. É uma instituição que tem crescido muito fruto do dinamismo que tem sido implementado pelos seus dirigentes. Também o Parque Escolar, apesar de Ribeirão ter condições de excelência não quer dizer que a educação não continue a ser um sector também prioritário. Mas há outras instituições, todas elas têm condições para ajudar a comunidade a crescer. Sou adepto do esforço, do poder e da capacidade de intervenção das associações porque considero-as verdadeiras ferramentas de intervenção social. E o meu apoio vai ser através dessa dinâmica associativa, procurar criar condições para que a vila possa continuar na senda do crescimento. Porque se olharmos para trás, é com orgulho que dizemos que Ribeirão é uma vila com condições absolutamente incomparáveis com aquelas que tinha há 12 ou 20 anos atrás. Gabriela Gonçalves


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“Sou candidato com espírito de missão e de serviço” “Fazer Melhor” é o lema da candidatura de Custódio Oliveira. O candidato do PS à Câmara Municipal de Famalicão apresenta como objectivo “concreto” da sua candidatura, a colocação do concelho, no prazo máximo de seis anos, nos 20 primeiros do ranking nacional da qualidade de vida. A educação é outra das áreas merecedoras de grande atenção no seu plano de actuação. Com uma vasta experiência autárquica e conhecimentos, Custódio Oliveira afirma que poderá ser o presidente de Câmara de que Famalicão precisa. Viver a Nossa Terra - O que o motivou a candidatar-se? Custódio Oliveira Como é público, não pretendia ser candidato. Não sou político profissional e sempre disse que preferia a minha profissão e atividade como animador associativo que a ação política. Aliás, recusei mais que uma vez convites para ser candidato a cargos políticos. Desta vez disse que sim porque me parece que posso ser útil ao Concelho onde nasci e ao qual sempre estive ligado. Aceitei porque julgo que cada um de nós tem o dever de aceitar os desafios difíceis de fazer o melhor pela sua terra. VNT - Considera suficiente a experiência que tem de vida e de autarquia para dar este passo? CO - Trabalhei durante oito anos (1982/1990) como colaborador direto do Dr. Agostinho Fernandes, presidente da Câmara de Famalicão. Trabalhei durante dez anos (1990 – 2000) como colaborador direto do Dr. Fernando Gomes, presidente da Câmara do Porto. Em tempos diferentes exerci funções no Ministério dos Negócios Estrangeiros e no Ministério da Administração Interna. Estudei, estudo e sou licenciado em Ciência Política e tenho o Master de Comunicação Política pela Universidade de Santiago de Compostela. Considero assim que tenho uma longa experiência e conhecimentos que me permitem afirmar que poderei ser o presidente de Câmara de que Famalicão precisa.

VNT - Em que áreas pensa inovar ou ampliar o trabalho já existente no concelho? CO - Ao afirmar que pretendo fazer melhor, estou a admitir que há trabalho feito, e algum bem feito, nos mandatos do presidente Arquitecto Armindo Costa, que não é candidato nas próximas eleições. Agora tenho a convicção que posso fazer melhor. Primeiro, tive a oportunidade de anunciar esta semana a primeira prioridade da Câmara que será a educação. A educação é a raiz e a seiva do desenvolvimento humano. Os países mais atrasados e pobres são os que têm a pior educação. Os países mais desenvolvidos são os que têm a melhor educação. Vivemos uma situação de grave crise em que as famílias estão com grandes dificuldades, por isso, enquanto durar esta crise a Câmara Municipal dará os manuais escolares a todos os alunos, não só do 1º Ciclo, mas de todos os graus de ensino até ao 12º ano. É uma medida justa que iremos cumprir. Pretendo uma Câmara e um presidente mais próximos e mais abertos às pessoas, às associações, às freguesias… Tenciono dedicar um dia inteiro por semana para receber quem necessitar ou quiser falar com o presidente da Câmara. Tenciono dedicar uma semana por mês para estar presente nas freguesias. VNT - Como pensa poder contribuir para a criação de emprego no concelho? CO - Aceitei há menos de duas semanas o convite para ser candidato a presidente da Câmara. Estamos

a organizar a campanha e estou a trabalhar com várias pessoas na elaboração de um programa de trabalho. Brevemente teremos propostas concretas para apresentar às pessoas do nosso Concelho. Quanto ao emprego posso dizer que iremos apresentar uma proposta proactiva e inovadora no sentido da Câmara apoiar as empresas, as Instituições de Solidariedade Social e outras entidades a promover o emprego. O desemprego é pior mal na nossa sociedade. No Concelho só inscritos nos Centros de Emprego temos (dados do mês de Abril) de 13.726 desempregados. Temos o dever de fazer tudo para combater o drama do desemprego. VNT - E relativamente à situação social, que ideias tem para ajudar os famalicenses em dificuldades? CO - Sou defensor de políticas e práticas proactivas. Em vez de dar o peixe é melhor dar a cana e ensinar a pescar. Mas perante o drama de muitas famílias é preciso medidas de emergência. Em breve anunciaremos ações concretas, que passarão por disponibilizar apoios extraordinários às IPSS para que possam garantir o necessário às famílias em dificuldades. VNT - Tem planos relativamente à elaboração de orçamentos participados? CO - A participação dos cidadãos é essencial para que as comunidades se possam desenvolver. A participação dos famalicenses na vida do concelho é muito importante. Sou defensor absoluto dos denominados orçamentos municipais participativos, cuja prática nasceu na Cidade de Porto Alegre no Brasil e rapidamente se espalhou pelo mundo. Comigo em Vila Nova de Famalicão teremos um orçamento participativo, envolvendo as escolas, as associações, as freguesias e as pessoas em geral. VNT - Como avalia o trabalho do actual presidente da Câmara ao

longo dos últimos 12 anos? CO - Uns dizem que foi mau presidente. Outros que foi bom ou muito bom. Alguns dizem que foi um grande presidente. A história o dirá. Por mim, posso dizer-lhe que acho que em algumas coisas podia ser melhor, mas globalmente faço uma avaliação positiva e em alguns pontos muito positiva. Seja como for, nas próximas eleições vai iniciar-se um novo ciclo, com novos candidatos. VNT - Já começou por defender manuais escolares gratuitos, uma medida que foi introduzida por Armindo Costa, contra a opinião do PS CO - Já lhe disse que comigo na Câmara, enquanto durar esta situação de crise, os manuais escola-

res serão oferecidos a todas as crianças e jovens até ao 12º ano. Antes de anunciar esta medida falei com os responsáveis do PS e todos deram o seu acordo. Como diz o povo, águas passadas não movem moinhos. VNT - Primeiro foi apresentado António Peixoto como candidato do PS. Como se sente como “segunda escolha”? CO - Como tive oportunidade de esclarecer penso que fui a 5ª ou 6ª escolha. Esses chavões políticos para mim valem zero. O que interessa é quem sou e o que posso fazer. O resto são politiquices. VNT - O candidato da coligação PSD-CDS/PP alega estar numa maratona autárquica. Como corre a sua maratona?

CO - O candidato do PSD/CDS tem uma maratona muito difícil. Ele é um político profissional, dirigente nacional e distrital do PSD e como tal apoiante e diretamente responsável pelas políticas e práticas deste Governo. Por mais que procure esconder esse facto, não irá conseguir. O povo perceberá o embuste. Depois, por mais que se esforce em mostrar o contrário, o rosto da Câmara Municipal é o do Arquiteto Armindo Costa. Todos sabemos isto. A minha maratona tem a dificuldade de ter começado muito tarde. Mas com muito trabalho e esforço iremos a tempo de mostrar aos famalicenses as nossas ideias e propostas. Iremos a tempo de passar a mensagem de que é possível fazer melhor. Fazer melhor com e pelos famalicenses. >>>


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<<< VNT - Que apoio tem sentido por parte dos famalicenses? CO - As pessoas no nosso Concelho são educadas e atenciosas. Recebem bem todos os candidatos e as suas propostas. Tenho sido bem recebido. Estou a começar e ainda é cedo para tirar conclusões. VNT – Um olhar sobre Ribeirão… CO - Ribeirão constitui um dos centros urbanos mais dinâmicos do concelho. É uma vila com uma simbiose muito interessante entre a indústria e a agricultura. Tem uma notável atividade associativa, onde a ação da Igreja é exemplar, nomeadamente na educação e ação social. Ribeirão desenvolveu-se muito nos últimos vinte anos, com fortes investimentos nas infraestruturas de água e saneamento e com a construção de importantes equipamentos. Contudo, há ainda muito para

Quem é Custódio Oliveira?

Custódio Oliveira é consultor de comunicação e docente de Relações Públicas e Comunicação no Instituto Superior da Maia (ISMAI). Licenciado em Ciência Política e Master em Comunicação e Marketing e doutorado em Processos Políticos Contemporâneos, pela Universidade de Santiago de Compostela. Foi colaborador directo do presidente da Câmara de Famalicão Agostinho Fernandes (de 1982 a 1990) e do presidente da Câmara do Porto Fernando Gomes (de 1990 a 2000), e adjunto do Ministro da Administração Interna para a área da comunicação em 2000. É natural de Joane, Famalicão, onde é dirigente e animador associativo na instituição de cultura, desporto, educação e solidariedade social ATC. É ainda autor de vários livros, como “Governar é comunicar”, “Como gerir melhor a sua autarquia”, e ainda autor de várias peças de teatro.

fazer, por exemplo, Ribeirão é única vila do Concelho que não tem um Posto da GNR. Quando grande parte das infraestruturas e equipamentos estão feitos é necessário reorientar o investimento para as pessoas. O desenvolvimento humano assente na educação e na qualidade de vida serão prioritários. Repare como

os socialistas se empenharam na concretização do novo Lar. É esse empenho que lhe posso garantir que terei na resolução dos problemas das pessoas de Ribeirão. Mas ainda é cedo para apresentar propostas concretas. Tenho ouvido muitos ribeirenses que me manifestam alguma apreensão pelo facto de a Câma-

ra, nos últimos anos, pouco ter feito pela freguesia, apesar da sua importância socioeconómica. Falam-me da ausência de planeamento urbanístico, do facto da variante poente ter deixado de ser prioritária para a Câmara, de algum temor sobre o possível encerramento de serviços públicos, enfim, de vários problemas

para os quais estou a preparar soluções que apresentarei brevemente. Considero que Ribeirão tem uma base industrial muito importante, que é preciso valorizar com apoio mais empenhado da Câmara Municipal. A freguesia tem, sem dúvida, um enorme potencial de crescimento e, por isso, comigo na Presidência da Câ-

mara, será um eixo fundamental do desenvolvimento do Concelho. VNT – Quer deixar uma mensagem aos famalicenses… CO - Somos um Concelho de gente trabalhadora e empreendedora. Em vários aspetos estamos à frente da grande maioria de municípios do País. Somos uns dos maiores Concelhos. Mas ninguém pode ignorar que temos grandes problemas. O desemprego é um mal tremendo e afeta muitos milhares de famílias. Grande parte do Concelho não tem rede de saneamento. Entendo que a política deve ser encarada como um serviço às pessoas e às comunidades. Sou candidato com espírito de missão e de serviço. Faço um apelo e um pedido aos famalicenses: estejam atentos e informem-se das nossas propostas e dos nossos candidatos e depois votem em consciência. Gabriela Gonçalves

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Memórias da Guerra Colonial

“A música deu-me sempre jeito...” A música faz parte da sua vida. Em Ribeirão todos o conhecem pelas notas que solta no piano da Igreja. O que muitos desconhecem é que os seus dotes musicais valeram-lhe uma experiência única na Guerra Colonial. No Paquete Vera Cruz foi o pianista de serviço, atuando no salão nobre para os oficiais e no convés para os soldados, em Moçambique aprendeu a tocar viola, integrou um conjunto musical e até chegou a realizar digressão pelos diferentes aquartelamentos. Cândido dos Santos apresenta-se como natural da freguesia de Guidões, Santo Tirso. É o mais novo de 4 irmãos e o único a ser mobilizado. Trabalhava na Mida, como serralheiro, quando foi para Aveiro fazer a recruta. Na altura de “preencher os papéis para especialidade” referiu que sabia ler pautas de música, na esperança de lhe calhar um serviço menos bélico: “Foi um gosto. Tinha algum jeito pela música e ter uma especialidade mais tranquila era importante. Em todos as companhias havia alguém da música para tocar nas paradas ou noutros momentos de protocolo. Na Infantaria, o instrumento é a corneta, se fosse Cavalaria era clarim. Ora, como eu estava na Infantaria...calhou assim. Aprendi a tocar, não tinha nada que saber, era só ler a pauta.” O destino da música começou a ser traçado em Tomar, local onde tirou a especialidade, mas não só: “Nunca tinha ido a Fátima. Um dia, pus-me a caminho, a pé, fardado, à espera de boleia.” A boleia foi uma partida do destino. O homem que o transportou acabou por tornar-se seu amigo e integrou-o na paróquia, onde ambos frequentavam a igreja: “Ficámos muito amigos e depois comecei a tocar lá na missa, da Igreja de S. João”. No entretanto, chegou a mobilização. A despedida no cais de Alcântara foi um dos momentos mais difíceis: “Em Lisboa foi algo impressionante. Chegar, ver

aquele grande barco e a entrada de mais de 3 mil militares. O cais cheio de famílias, na despedida. Foi o ponto mais difícil.” Afasta a emoção com a qual conta este episódio, como quem muda de nota musical: “Um dia ou dois, tudo passou. A música deu-me sempre jeito. Começaram a perguntar quem é que sabia tocar para animar a malta durante a viagem. Havia militares já com conjuntos. Formámos logo ali um. Havia um capitão que nos ensaiava e começamos a fazer uns programas.” Destaca que viajou no Vera Cruz, um paquete comercial, com excelentes condições: “Para os oficiais atuávamos na sala de 1ª classe, era um luxo! Mas também fazíamos programas para os sargentos e para os soldados. As condições não eram as mesmas, mas o reportório era igual: as músicas do Roberto Carlos, do Adamo, aqueles artistas. E havia colegas que cantavam muito bem!” A viagem marítima foi assim, bem passada! Porém, já em Moçambique este antigo militar havia de percorrer todo o Norte do país, até ao seu destino: “De Lourenço Marques continuámos para o Norte e desembarcámos em Mocímboa da Praia que não tinha porto. Era no Norte que os conflitos predominavam. Daí fomos até Mueda em coluna, cerca de 2 dias, sempre acompanhados por via aérea. De lá fomos para Mocímboa de Rovuma. E depois ainda fomos para Negomano, junto ao Rio Rovuma um dos afluentes do Lago Niassa.” Sendo esta uma zona de difícil acesso, na linha de fronteira com a Tanzânia, o reabastecimento nem sempre era possível. Este ex-militar tinha precisamente as funções de controlar os géneros e mantimentos, já que no mato “não havia toques, nem convinha fazer muito barulho”: “A Companhia que estava connosco era de homens de lá. Os negros viviam muito da natureza, eles sabiam o que queriam de cada animal ou planta. Então, caçávamos gazelas, galinhas e ze-

Os KaKuanas num espetáculo em Mocímboa de Rovuma

O jovem militar em Negomano

Militar: Cândido Ferreira dos Santos Posto: Cabo - Corneteiro Comissão: Moçambique Abril 1966 - Julho1968 Unidade: Batalhão 1008 – 90 Infantaria Actualidade: Aposentado. Vive na Portela, Ribeirão. bras. A carne de zebra dá bons bifes! E gostava! Acabava aquele e íamos buscar mais!” Recorda também quando viu matar um hipopótamo: “Não era para comer, era a pele que lhes interessava. O hipopótamo foi esfolado para aproveitar a pele que é muito rija. Eles fizeram um chicote para cada um de nós. Ainda tenho o meu aqui. O hipopótamo foi deixado e em menos de 1 hora só tinha o esqueleto. Os animais comeram tudo!” Após meses junto à fronteira, foi para Mocímboa de Rovuma, onde ficou mais de um ano. Mas mais uma vez, a música en-

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trou no seu destino: “Em Rovuma comprei uma viola, mas não tinha cordas! E escrevi para casa a pedir umas cordas para uma viola. Após uns dois meses a cordas apareceram! Um colega de Barcelos ensinou-me a tocar. Percebemos que ali tínhamos músicos e instrumentos: havia violas, concertinas, clarinetes e bons cantadores! Formámos ali o nosso conjunto: The Kakuanas.” Com o brilhozinho nos olhos, como diz a canção, conta que organizaram uma festa para comemorar o 1º ano de comissão, como se observa na figura 2 (Cândido é o 2º a contar da esquerda): “En-

Hugo Carnes

saiámos, montámos um palco, tudo para a festa. Por azar na véspera da festa sofremos um ataque. Era de noite e elas começaram a cair. Tivemos de chamar reforços, porque ainda por cima os operacionais estavam para fora. Por sorte, não houve ferimentos, nem mortos.” E após um ataque, havia condições para uma festa? A resposta sai com prontidão: “Na manhã seguinte fez-se o reconhecimento, adaptou-se tudo e fez-se a festa! Os próprios oficiais motivavam estas iniciativas para ajudar a descomprimir e a animar os soldados. Tudo com medo, com receio, mas festa rija. E correu bem!” Com efeito, o espetáculo dos Kakuanas terá sido um sucesso pois foram mobilizados para fazer uma digressão pelos aquartelamentos da região de Tete, para onde foram deslocados nos últimos meses da comissão. Questionado sobre as memórias negativas menciona o ataque, um acidente numa viatura que o podia ter prejudicado, e a perda de um amigo à sua frente: “Perdemos um companheiro no rio. Estávamos num gupo a tomar banho no rio, e já estávamos a sair quando um colega começou a gritar “crocodilo”. Quando olhamos só vimos a cauda do crocodilo no ar. Perdemo-lo ali. ” Sobre o mais positivo, claro está, é a música e o convívio que destaca, mas também o regresso: “Quando cá cheguei tinha a minha família no cais. Fizeram uma festa! Era assim, era como se o jovem ressuscitasse! Lembro também que quando saímos a ponte de Salazar ainda não estava lá, e quando chegamos passámos por debaixo dela.” Num espirito simples e sempre com o brilho de quem recorda bons momentos remata: “Se não tivesse ido, não sabia tocar viola!” Catarina Ferreira

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Sol Nascente

Semana dedicada à criança Como vem sendo habitual, para celebrar o Dia da Criança, a instituição Sol Nascente dedica uma semana à festa do Ser Criança onde durante esses dias são realizadas atividades lúdicas. Este ano a semana começou com o Atelier dos Avós, uma atividade que permitiu o envolvimento da família e teve como principal objetivo as crianças conhecerem os brinquedos de antigamente. E, quem melhor que os seus avós para partilhar esses conhecimentos. No dia seguinte, foi o dia dedicado ao Teatro. No salão polivalente da instituição as crianças assistiram a uma representação do Teatro Musical “A Carochinha”. Seguiu-se uma prova ao olfato com o Atelier de Fragâncias. As crianças tiveram oportunidade de conhecer o processo de fabrico de perfumes e de conhecer e cheirar algumas plantas,

ervas que permitem fazer diferentes fragâncias. No dia dedicado à culinária, as crianças assumiram o papel de chefs de cozinha e prepararam sobremesas para o almoço. Após uma apresentação em power point sobre a importância de experimentarmos diferentes frutas, as crianças tiveram oportunidade de realizar uma salada de fruta. Na tarde desse mesmo dia, envolveram-se na realização de gelado de morango. E eis que chega o

Dia da Criança. No recreio bolas de sabão e dois insufláveis esperavam as crianças para um dia de pura alegria e diversão. Houve tempo ainda para os colaboradores homenagearam as crianças cantando o Hino à Criança, criado pela educadora Ana e pelo professor de Música. A semana terminou com um torneio de futebol e atividades lúdicas para as crianças, uma atividade organizada pela Comissão de Pais.

ças procederam à evacuação dirigindo-se para o ponto de encontro (campo de futebol). Aí foi tempo para receberem os Bombeiros que se fizeram acompanhar de uma ambulância. Cada sala teve o privilégio de observar o interior da mesma, conhe-

cer os diferentes instrumentos médicos e os equipamentos que a constituem. De seguida, os colaboradores tiveram oportunidade de relembrar procedimentos de primeiros socorros, nomeadamente o suporte básico de vida. Foi um simulacro de incêndio que permitiu colocar em prática o plano de emergência e de evacuação, assim como, comportou um carácter pedagógico para as crianças e formativo para os colaboradores da instituição. A Sol Nascente agradece aos Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Famalicão todo o apoio e disponibilidade demonstrada.

Simulacro de incêndio

No passado dia 24 de maio, realizou-se na instituição o simulacro anual de incêndio, com o intuito de colocar em prática o Plano de Emergência e de Evacuação. Assim, por volta das 10h15 foi dado o sinal de alarme, e os colaboradores e crian-

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A favor do Banco de leite e do Centro Social Paroquial de Ribeirão

Espectáculo solidário Na Casa das Artes de Famalicão, irá realizar-se, no próximo dia 16 de Julho, pelas 21h30m, um espectáculo solidário de apoio ao Banco de Leite de S. Tomé e Príncipe e à obra em construção do Centro Social Paroquial de Ribeirão. A causa do projeto do Banco de Leite para São Tomé e Príncipe, gerido pela Cáritas desse país e dinamizado pelo Frei Fernando Ventura, cujo objetivo é fazer chegar às crianças desse país insular africano produtos essenciais para a

sua alimentação nos primeiros anos de vida, como leite de substituição, farinhas lácteas e leite em pó. “Nós não podemos tirar a fome do mundo, mas podemos tirar alguém à fome”, sublinha frei Fernando Ventura que se congratula com a solidariedade dos portugueses, apesar das dificuldades. O projecto do Centro Social Paroquial de Ribeirão, que se encontra em fase final construção, trata-se de um edifício para respostas sociais destinadas a pessoas

com deficiência ou incapacidades. Incluirá Serviço de Apoio Domiciliário (SAD), Lar Residencial e Centro de Actividades Ocupacionais (CAO). “Um projecto arrojado, mas muito importante para ir de encontro às necessidades destas pessoas”. Neste sentido, a organização apela ao envolvimento da sociedade civil e, em particular, da comunidade, fundamental para o sucesso desta iniciativa solidária.

Crianças desfilaram nas Marchas O Centro Social Paroquial de Ribeirão participou no passado dia 11 de Junho nas Marchas Antoninas Infantis, que tiveram lugar no Pavilhão Municipal de Famalicão. Com muito brilho, alegria e boa disposição, as crianças desfilaram e mostraram o seu trabalho, subordinadas ao tema “Santo António e as Profissões do seu Tempo”.

Centro de Estudos A+B com colónia de férias O Centro de Estudos A+B promove no próximo mês de Julho uma Colónia de Férias. Assim, todas as segundas, quartas e sextas-feiras, o destino é praia. Às terças-feiras, de manhã, os mais novos poderão contar com apoio pe-

dagógico, para que durante a tarde os jogos e outras actividades lúdicas tenham lugar. O apoio pedagógico repete-se nas manhãs de quinta-feira, para que à tarde destes dias o destino seja Famalicão, para a realização de várias ac-

tividades. As inscrições são limitadas e podem ser feitas nas instalações do centro de estudos, situado na Av. Rio Veirão, em frente à EB 2,3 de Ribeirão, ou através dos seguintes contactos telefónicos: 939554621 / 963977845.

Rancho Etnográfico promove encontro no dia 6 Julho

Festival de Folclore O Rancho Etnográfico local promove no próximo dia 6 de Julho o XXV Festival Internacional de Folclore de Ribeirão. O desfile terá início na Avenida 3 de Julho (Souto de Santa Ana) pelas 21h15. Pelo palco do festival, que estará situado em frente à sede da Junta de Freguesia, passarão os seguintes participantes: Rancho Etnográfico de Ribei-

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O Festival Internacional conta os seguintes patrocínios: Câmara Municipal de Famalicão, Junta de Freguesia e de Ribeirão, indústria e comércio local. Apoios: Federação do Folclore Português e do Inatel, assim como Rádio Cidade Hoje.

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Belos e saudáveis Cada vez mais, cui- ta nos cuidados com o cordar do nosso corpo, rosto e cabelo está na rotina de todos nós. Por um lado, a sensação de nos sentirmos saudáveis, por outro, a necessidade de bem-estar e nos sentirmos belos. Falamos assim neste especial de Estética, que mais não se define como o estudo da natureza do belo e dos fundamentos da arte. Se por um lado, essa beleza pode já ser inata e evidente, por outro, os cosméticos, tratamentos, técnicas ajudam à manutenção dessa beleza e bem-estar. Uma ajuda complementada pelo profissional de estética. Um especialis-

po, rosto e cabelo, que por meio de cosméticos e aparelhos de alta tecnologia, promove o melhoramento do aspecto da pele, a melhor manicure, os melhores cabelos… Uma atenção especial aos cabelos. Há quem lhes dedique todo o tempo de mundo, estando atento a todas as novidades que aparecem no mercado para que o seu cabelo transmita sempre muita saúde e brilho. A oferta de produtos no mercado é imensa, e adapta-se a cada tipo cabelo. Também os instrumentos capilares são variados e permite a cada um tornar-

-se no seu próprio cabeleireiro. Facilmente um cabelo liso passa a ondulado, e uns cachos sofrem um rápido e duradouro alisamento. Já para não falar na coloração, se hoje os meus fios de cabelo são dourados, amanhã podem ser castanhos ou pretos. Por outro lado, também é importante estar na moda e estar atendo às tendências do momento. Desde o corte, à cor, ao acessório, tudo é tido em conta e ajustado a cada momento, a cada pessoa. O nosso penteado é muitas vezes a nossa imagem de marca e a nossa imagem de marca não pode ser descurada.

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Tendências 2013

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aposta de coloração para cabelos castanhos. Ao nível dos cabelos loiros médios, os tons deverão ser cheios de vida, repletos de luminosidade, brilho e madeixas de aspeto natural. Para os loiros mais claros, apostar nos tons platinados será também uma forte tendência. Os tons quentes dos cabelos ruivos deixaram de ser tão acobreados, para darem lugar à intensidade dos tons beringela e cor de vinho. Para cabelos pretos, ganham uma nova abordagem, de toque futurista, com reflexos vermelhos, violeta e beringela. O brilho dos cabelos ultra pretos será o mais importante. Esta será a maior tendência de coloração para 2013.

Cortes

Em 2013, a tendência será nos cabelos com duas tonalidades, que deverão estar de acordo com o tom de pele e cabelo. Para conseguir uns reflexos iluminados, as madeixas serão a aposta ideal, sendo que cabelos escuros deverão optar por madeixas vermelhas, acobreadas ou avelã, enquanto os reflexos platinados deverão iluminar os cabelos loiros e acobreados. Para as mais arrojadas, também as madeixas coloridas estão em alta. Seguindo as novas tendências, os cabelos castanhos ficarão avivados, repletos de tons de dourados, mel e acobreados. Os castanhos-avelã são, sem dúvida, a melhor

Nesta estação a grande tendência será o corte médio, cortado à altura dos ombros e com as pontas retas, é um corte ideal para todos os tipos de rosto, tornando assim os cabelos mais práticos para o dia-a-dia. Penteados As tendências para o verão pedem cabelos lisos ou com alguns caracóis, com ar natural e que transmita movimento. Mesmo em ocasiões que exigem um penteado mais cuidado, as tendências vão para os penteados que transmitam naturalidade, o cabelo apanhado com rabo de cavalo ou tranças, vão ser os mais usados este verão de 2013. Clarisse Fernandes

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Mais de cem certificados O Curso de Educação e Formação Praticante de Cabeleireiro atraiu a comunidade educativa de Didáxis desde a sua implementação no ano letivo 2006/2007. E desde essa data, 122 formandos receberam certificação de nível 2 nessa área. Desses, a maioria prosseguiu estudos, os demais ingressaram no mundo do trabalho. No corrente ano letivo, onze formandas estão a terminar o seu percurso e encontram-se em formação em contexto de trabalho. “Esta é a melhor parte do curso. Estou a pôr em prática tudo o que aprendi”, referiu Sara Silva, uma das formandas. Para a Diana Pereira este momento é a concretização de um sonho: “gosto deste mundo dos salões de cabeleireiro; atender as clientes e garantir que ficam satisfeitas com o corte, a coloração, o penteado”. E já foi aliciada para fazer parte dos quadros da empresa, mas por enquanto prefere prosse-

guir os estudos. Visivelmente satisfeitas estão as formadoras destas jovens que durante dois anos lhes ensinaram as melhores técnicas, práticas e produtos. “O mundo da moda relacionada com os cuidados de beleza está em constante mudança e temos de acompanhar todas as tendências e novidades. Na formação procuramos transmitir tudo o que sabíamos para garantir o sucesso das aprendizagens”, contou Fátima Monteiro. E recordou que a visita à ExpoCosmética, no dia 8 de abril, serviu para abrir horizontes, conhecer produtos, mercados, profissionais e tendências. Paralelamente às finalistas, estão a receber formação mais 19 formandos. Terminaram o primeiro ano e estão visivelmente satisfeitos com a sua escolha. “As instalações são ótimas, o salão está muito bem equipado. Gosto de atender as pessoas que vêm ao nosso salão e nos

dão os parabéns pelo nosso trabalho”, referiu Diana Carneiro. António Rego, vice-presidente da direção pedagógica e responsável pelos cursos profissionalizantes, considera que a aposta neste percurso educativo é uma mais valia e por isso a oferta educativa da Didáxis é vasta e diversa. Procura corresponder às necessidades e solicitações do tecido empresarial da região. “Concretamente o Curso de Educação e Formação Praticante de Cabeleireiro é sinónimo de sucesso no que respeita à procura, quer por parte dos formandos, quer por parte das entidades empregadoras”, esclareceu. Assim, a Didáxis sente que cumpre o seu dever oferecendo à comunidade educativa uma oferta variada e profissionais qualificados nas mais diversas áreas, nomeadamente nos cuidados de beleza. No próximo ano contará com mais um curso nesta área de formação.


14 Cultura

24 de Junho de 2013

Depois das Seis

“E tudo o vento levou”

Cândido Ferrer

A leitura de “Os Lusíadas” por Camões perante D. Sebastião deve ter inflamado o espírito bélico do Jovem rei. Dedica o seu Poema Épico ao monarca. Esta dedicatória está contida no canto primeiro (oitavas 6-18). Destaco, pela sua força psicológica, a sexta oitava: “E vós ó bem nascida segurança Da Lusitana antiga liberdade E não menos certíssima esperança De aumento da pequena Cristandade; Vós, ó novo temor da Maura lança, […] Para do mundo a Deus dar parte grande”. Também foi influenciado pela vida do seu avô, o imperador Carlos V. Era para D. Sebastião o modelo de rei que gostaria de ser quando fosse adulto. Com a audição “Os Lusíadas” e com a leitura de um livro sobre os feitos bélicos do seu avô, teve este desabafo: “Quando for homem hei-de tomar África para Deus e para nós”. Funesta inspiração!... Dos nove filhos legítimos de D. João III, apenas o príncipe D. João sobreviveu para além dos anos 40 (1537-1554). Por motivos imperiosos de Estado, D. João casou-se com apenas 15 anos. A noiva escolhida é a filha mais nova (17 anos) do poderoso imperador Carlos V, cabeça da famosa família Habsburgo, rei de Espanha e senhor do Império Sacro Romano

– Germanico. Os esponsais dos príncipes são realizados na cidade de Toro, em Janeiro de 1552 Deste enlace nasceria D. Sebastião a 20 de Janeiro de 1554. O príncipe D. João não veria seu filho nascer, pois já tinha falecido a 2 de Janeiro do mesmo ano. Sebastião foi o nome escolhido por ter nascido no dia em que a Igreja lembra São Sebastião, o mártir. Chamaram-lhe também o “Desejado” por ter nascido num intricado contexto político; Portugal corria o risco de vir a perder independência a favor da coroa castelhana, na pessoa de Filipe II. Quando D. Sebastião foi aclamado rei com pouco mais de 3 anos – 16 de Junho de 1557 -, D. Catarina sua avó e depois o cardeal D. Henrique, ficaram tutores do menino rei e regentes do reino até que D. Sebastião atingisse os 14 anos. No dia 20 de Janeiro de 1568, D. Sebastião toma posse dos destinos de Portugal. Para além da avó, o rei recebeu educação dos padres jesuítas. Assim tornou-se um adolescente de grande fervor religioso. O padre jesuíta Luís Gonçalves da Câmara, é designado precetor do rei; para aio escolheu-se D. Aleixo de Meneses. Gonçalves da Câmara fez de D. Sebastião um “monge”; D. Aleixo de Meneses, fez dele um militar. Desta educação simbiótica só poderia dar como resultado, um rei monge e soldado. Voluntária ou incons-

cientemente os jesuítas iriam contribuir para que Portugal caísse nas mãos reais de Espanha. D. Sebastião por doença encoberta ou por misoginia (aversão às mulheres), não resolvia nada sobre um pretenso casamento, embora dele sempre falasse. Se. D. Sebastião estava muito ligado à Igreja, mais ainda ficou quando o papa Gregório XII (1572-1585), lhe ofereceu uma das sete setas com que São Sebastião foi supliciado. Em 1564, na corte, os mais responsáveis, começaram a preocupar-se com um problema bastante pertinente; a sucessão do trono de Portugal. Quando em 1565, Margarida de Valois parecia ser a eleita para casar com D. Sebastião, em Almeirim, uma mal conhecida maleita ataca a soberana – o que não acontece pela primeira vez. Mais uma vez a questão do casamento deu um passo atrás. Pelos corredores do Paço, em surdina, soavam rumores que uma estranha e nebulosa doença jamais deixaria D. Sebastião até ao fim dos seus dias no norte de África. No entanto volta-se a falar num pretenso casamento de D. Sebastião. Nesta política do casa não casa, são muitos a “mexer na mesma panela”. O somatório de todo este imbróglio, foi, de mais uma vez, tudo cair em saco roto. Com o obstinado pensamento de D. Sebastião enfrentar a “Maura Lança”, já em 1577 se empenhava

em recrutar soldados e obter financiamentos em todo o lado para a campanha africana. A 24 de Junho de 1578 zarpava do Tejo, rumo ao norte de África, mais de 500 embarcações: navios de alto bordo, galeões, naus, urcas, galés, caravelas e batelões. Uma tal variedade de embarcações e embarcados que a visão do conjunto mais parecia uma frondosa ilha flutuante! Cronistas desse tempo, avaliariam a armada – com exagero -, em mais de mil embarcações. Porém, se assim foi, então à armada saída de Lisboa, ter-se-iam juntado barcos saídos de Setúbal, Lagos e Cádeis. Os efetivos militares andariam pelos vinte mil, sendo cerca de cinco mil os estrangeiros. D. Sebastião escolhe Arzila para desembarcar. Para isso vai até Larache, pretendendo conquistar pelo caminho Alcácer Quibir. Puro e fatídico engano! A batalha travou-se próximo desta localidade, em

4 de Agosto de 1578. Sem um chefe, estratega nas lidas bélicas, aliado à falta de coordenação entre as várias alas do novo exército, a amadora atuação do rei, levaram ao desastre total; perde a batalha, e mais do que isso, perde a vida! A historiografia marroquina considera esta batalha como a “Batalha dos três reis”; Mulei abd al-Malik, morre em combate ou falece de doença em pleno combate; Mulei Muhammad afoga-se num ribeiro ao bater em retirada; D. Sebastião deixa aí também a sua vida. O suposto corpo de D. Sebastião, foi, do campo de batalha para Tanger. O que se passou no futuro próximo desconheço. O resgate dos seus restos mortais deu-se talvez em 1582. O seu destino foi o mosteiro dos Jerónimos. Numa das faces do túmulo pode-se ler: “Este túmulo encerra-se verdadeira a fama – Sebastião, Ceifado pela morte nos areais de África”.

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Cultura 15

24 de Junho de 2013

Lendo e aprendendo

O Saber não ocupa lugar

Safed cidade de Israel intelectual Safed é uma cidade pitoresca na região montanhosa da Alta Galileia de Israel, hoje habitada por artistas – que talvez se sintam atraídos pela vista e pela singularidade da cidade – e por indivíduos intensamente devotos, que têm a sua concentração atraída aos túmulos de místicos famosos. Até a expulsão dos judeus de Espanha, Safed tinha apenas uma pequena população de judeus. Os refugiados começaram a chegar depois de 1492, especialmente, após a Palestina ser conquistada, dos mamelucos, pelos turcos. Naquela época, as condições em Jerusalém punham-se nem favoráveis para os imigrantes, mas as cidades da Galileia mostravam-se mais acolhedoras e místicas erguem ali suas casas e estabelecem suas escolas. Entre eles estava José Caro, um rabi que passou a maior parte da sua vida em Tes-

salónia. A “mesa posta” o código de leis religiosas ainda considerado oficial pelos judeus ortodoxos, é de sua autoria. Mas, além disso, como místico, manteve um diário no que registou situações noturnas pelo Mishná monitorando e guiando sua vida espiritual. Um outro estudioso místico que imigrou para Safed foi Salomão Alkabetz, o autor do livro para a noite do Shabá, ainda cantado hoje nas sinagogas do mundo todo, às sextas-feiras. O discípulo do Caro em Safed era Moisés Cordovno, que se casou com a irmã de Alkabetz. Ele formulou uma regra de vida para uma irmandade mística de piétistas de Safed, exigindo que os membros se encontrassem em pares, todos os dias, para discutir suas vidas espirituais e, todas as sextas-feiras, para conversar sobre as acções da semana ante-

rior; que confessassem seus pecados antes de cada refeição, e que falassem em hebraico entre si. Sob a influência desses homens, Safed transformou-se em um lugar espiritual, dominado pela cultura, preces práticas ascéticas extremistas e

O dia das mentiras

não tradicionais como vigílias de meia-noite e jejuns prolongados. Eram contadas histórias de actos históricos de devoção dos místicos. Diziam que um tal José de da Reina usava o seu conhecimento de doutrina mística para

atrair Satá sob seu poder. E estava a ponto de destruir Satá e iniciar a idade messiânica, quando acidentalmente permitiu que o inimigo espasse, de modo que o mundo teve de permanecer decadente. Esmeraldina Carneiro

Receitas da Adélia

Take-Away (Almoço)

Crepes com camarão Massa: 125 g de farinha, 1 ovo, 1 gema, 1.5 dl de leite, sal e óleo q.b. Recheio: 200 g de camarão descascado, 2 colheres de farinha ou maisena, 0.5 dl de leite, 1 colher de sopa de margarina, 1 colher de sopa de molho de tomate, sal e pimenta q.b. Para a massa dos cre-

pes, mistura-se bem a farinha, o ovo, a gema, o leite e uma pitada de sal. Aquece-se a frigideira e unta-se com óleo. Verte-se um pouco da massa, deixa-se dourar um lado, vira-se o crepe para dourar o outro lado e repete-se este passo até acabar a massa. Para o recheio, mistura-se no leite a fari-

nha, a margarina, o camarão, tempera-se com sal e pimenta, e leva-se ao lume a engrossar. Adiciona-se o molho de tomate, mexe-se mais um pouco e rectificam-se os temperos, se necessário. Recheiam-se os crepes com o molho de camarão, enrolam-se, e estão prontos a servir.

Bacalhau de preguiça 2 postas de bacalhau demolhado, 4 batatas médias, 1 cebola, 3 dentes de alho, 2 colheres de sopa de coentros picados, 1 colher de café de sal, azeite q.b., colorau q.b. Descasca-se a cebola e

os dentes de alho e picam-se finamente. Lasca-se o bacalhau, descascam-se as batatas e cortam-se aos cubos. Num tabuleiro de forno colocam-se a cebola e os alhos picados, o bacalhau, as batatas aos cubos,

e mistura-se grosseiramente. Tempera-se com o colorau, os coentros, rega-se com o azeite e leva-se ao forno a assar a 180ºC. Serve-se quente, acompanhado com legumes cozidos ou uma salada fresca.

Delícia Fresca de Morango 400g de morangos maduros, 1 lata de leite condensado, 10 folhas de gelatina incolor, 0.5 dl de leite, 6 dl de natas, 100 g de açúcar, morangos para decorar, 100 g de bolachas de chocolate trituradas. Cortam-se os morangos aos pedaços e misturam-se com o leite condensado. Reduz-se esta

mistura a puré com uma varinha mágica e reserva-se. Demolham-se as folhas de gelatina em água fria, que posteriormente se levam a derreter com o leite, mexendo sempre. Quando estiverem bem derretidas junta-se o leite ao puré de morangos. Batem-se as natas bem frias com o açúcar e envolvem-se no preparado anterior.

Porque se prega uma mentira no dia 1 de Abril e não em outro dia do mês? As explicações abundam. A pesca principiava efectivamente o 1 de Abril e os pescadores estão quase sempre sujeitos a enganos. Parece, no entanto, que a versão menos misteriosa e mais verdadeira é a seguinte: Na Idade Média, e até quase fins do séc. XVI o ano principiava a 1 de Abril. Nesse dia era hábito darem-se presentes; mas como os antigos gostavam muito de brincar, entretinham-se a oferecer presentes cómicos e burlescos, como se usa pelo carnaval. Mais tarde em 1564, Carlos X transferiu o começo do ano para o dia 1 de Janeiro. Os presentes sérios, felicitações e os cumprimentos passaram para esta data, continuando a usar-se o dia 1 de Abril para os presentes de brincadeiras, para os enganos e para as mentiras.

Colocam-se os morangos destinados à decoração cortados ao meio, no fundo de uma forma com 27 cm de diâmetro, e verte-se metade do creme. Juntam-se as bolachas trituradas, cobre-se até cima e leva-se ao frio até solidificar. Deforma-se mergulhando a forma em água quente e está pronto a servir.

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16 Pelo Concelho

A Associação de Pais de Vilarinho das Cambas promoveu no passado dia 26 de Maio uma caminhada a Balazar, com o intuito de angariarem fundos para o arranque do próximo ano lectivo. A adesão à iniciativa revelou-se um sucesso, tendo o passeio corrido muito bem.

Associação de Vilarinho das Cambas desfilou e encantou nas Antoninas

“Pais carinhosos” alegram marchas “Hoje saímos à rua, pela primeira vez, estamos orgulhosos… Somos pais de Vilarinho, somos boa gente, pais bem carinhosos!” Assim cantava a letra da marcha protagonizada pela Associação de Pais de Vilarinho das Cambas que este ano se estreou nas Marchas Antoninas de Famalicão. Uma participação que “valeu a pena”, como garante Sandra Costa, presidente da associação de pais. Intitulados de “pais carinhosos”, a associação saiu à rua com um tema totalmente dedicado aos seus filhos e deixou pela cidade um rasto de carinho e dedicação.

Independentemente do lugar conseguido, apenas com um mês de árduo trabalho e “uma equipa fantástica, conseguiram provar que nada é impossível e que, tendo como objetivo zelar pelo bem dos nossos filhos, todo o esforço é pouco”. Foi uma experiência nova para quase todos os nossos 90 marchantes, “mas desfilamos como todos os outros e é maravilhoso ver a satisfação, a alegria e o orgulho no rosto de cada um”, remata Sandra Costa. Em nome de toda a associação de pais, Sandra Costa aproveita para agradecer a todos que

tornaram esta iniciativa possível: “Um especial obrigado à Câmara Municipal, à Junta de Freguesia de Vilarinho, a todas as empresas

que nos apoiaram, a todos os marchantes, amigos e familiares, a St. António e aos nossos filhos. Bem hajam e até para o ano!”

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Pais de Vilarinho caminham pelos alunos

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Opinião 17

24 de Junho de 2013

O Lado Positivo da Vida…

Há sérios indícios de que somos comunidade

Leonel Rocha

Verificamos, diariamente, que as pessoas, cada vez mais, se individualizam e se isolam, perdendo-se o sentido de comunidade. Há muita gente que, comparando os tempos de hoje com os de antigamente, vai lamentando a falta de sentido de comunidade. Aliás, assiste-se a este fenómeno de se falar por falar, de querer dizer coisas, sem que isso seja fruto de reflexão e, muito menos, com intenção de contribuir para melhorar aquilo que se critica. Nos últimos tempos tenho presenciado, em Ribeirão, a várias iniciativas e atitudes reveladoras de que o espírito de comunidade está vivo e com grande margem de crescimento, podendo contribuir para aumentar, cada vez mais, o sentido de pertença de todos os ribeirenses, quer os que cá nasceram, quer os que adotaram esta terra para aqui viver. Pode aumentar ainda mais o bairrismo sadio, levando cada ribeirense a não se coibir de dar um pouco de si em prol da melhoria da sua comunidade.

Centro Social e Paroquial

Começo por falar do Centro Social e Paroquial de Ribeirão, nomeadamente, da sua última grande obra, um centro de apoio a pessoas portadoras de deficiência, que, sendo uma obra muito dispendiosa, contou não só com apoios

de vária ordem, como os fundos comunitários e de algumas instituições privadas, como contou, também, com o apoio dos ribeirenses anónimos que, mensalmente, contribuem na medida das suas possibilidades, para uma obra que será útil para a sua comunidade, concretamente para os mais frágeis. Com este apoio prevê-se, dentro de alguns meses após a conclusão da obra, que está para breve, conseguir a proeza de ter este grande empreendimento pago. Mesmo havendo ainda muita gente que não tem o sentido de comunidade e, podendo, não se quer envolver nesta grande obra, dando sinal de maturidade comunitária, o certo é que a grande maioria dos ribeirenses estão envolvidos. Lembro, a propósito da obra do Centro Social, as diversas iniciativas que outros organismos da comunidade desenvolveram (por exemplo o concerto solidário organizado pelos Escuteiros, a caminhada solidária organizada pelo CCDR e o trabalho das “Mãos em Ação”), com vista a angariar meios para contribuir para o bolo que a comunidade está a conseguir de forma a levar e sonho a efeito.

Marchas Antoninas

Outra atividade que tem contribuído para o sentido de comunidade da nossa Vila é a organização de uma Marcha que compete

As brilhantes classificações e os importantes prémios que a Marcha de Ribeirão tem alcançado revelam talento e orgulho de pertencer a Ribeirão.

nas Marchas de Santo António, nas Festas do Concelho. Ribeirão tem-se mobilizado em torno deste projeto, quer através de uma ampla participação de adolescentes, jovens e adultos, quer no apoio logístico que tem sido dado, quer ainda no apoio dos muitos ribeirenses presentes no dia da exibição. As brilhantes classificações e os importantes prémios que a Marcha de Ribeirão tem alcançado revelam talento e orgulho de pertencer a Ribeirão.

Desporto

O terceiro exemplo que aqui trago tem a ver com o desporto. O do Grupo Desportivo de Ribeirão, que, quer ao nível dos seniores, quer ao nível das camadas jovens, fez uma grande carreira na época que agora finda, levou muitos ribeirenses a manifestarem o seu orgulho pelo facto do clube da sua terra estar a lutar pela subida de divisão, tendo alcançado uma grande classificação. Os ribeirenses acreditam que temos um grande

clube, capaz de grandes feitos, mesmo que a subida não tenha sido alcançada. O mesmo poderia dizer do CCDR e da sua equipa de Atletismo, assinalando os brilhantes resultados individuais e coletivos, que têm levado o bom nome de Ribeirão bem longe. Ainda no desporto também se poderia invocar o Grupo de Pesca de Ribeirão e a sua atleta que integrou a seleção nacional ou os importantes resultados na columbofilia ribeirense e até da subida de divisão da equipa de futebol de salão da Associação de Moradores da Colina do Ave, que ascendeu à primeira divisão do campeonato concelhio. Todos estes feitos nos enchem de orgulho e nos alimentam o espírito de comunidade.

Escuteiros de Ribeirão

Ao finalizar não posso deixar de falar nos Escuteiros. Nasceram oficialmente no dia 14 de Abril do presente ano, com as promessas dos dirigentes e dos primeiros escuteiros. Apesar de ter apenas duas secções (Lobitos – 47 e Exploradores – 75) é já o maior agrupamento do Núcleo de Vila Nova de Famalicão. Se isto, por si só, revela que a comunidade acolheu e aderiu muito bem ao aparecimento desta escola de valores, capaz de complementar a educação que os escuteiros trazem de família e da escola, ajudando-os a

tornarem-se melhores cidadãos e melhores cristãos, o mais importante a realçar é o grande espírito de comunidade que os escuteiros têm incutido na sua ação e o grande acolhimento que a comunidade tem demonstrado para com este movimento. Estando no início e precisando de tudo, ao fim do primeiro ano, o Agrupamento 1374 de Ribeirão, com a ajuda de toda a comunidade, com o grande dinamismo dos Pais, liderados pela Comissão de Pais, com o empenho dos Dirigentes e com a alegria dos Escuteiros já conseguiu angariar os fundos necessários para conseguir aquilo que é principal para o funcionamento do Agrupamento. Os últimos grandes envolvimentos dos Escuteiros na dinamização da comunidade foram a participação na Festa do Santíssimo Sacramento (Festa do Senhor) e o Cortejo de Oferendas. Este último veio recordar uma tradição que já não se vivia há muitos anos. Tratou-se de uma atividade que teve o condão de envolver todos os ribeirenses, quer os que contribuíram com bens para o leilão, quer os que assistiram à festa (cortejo pelas ruas e a animação do leilão), quer aqueles que se disponibilizaram para adquirir os bens ofertados. Correu tudo muito bem, os Escuteiros agradecem e a comunidade ribeirense ficou mais rica. Ribeirão está de parabéns.

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18 Opinião

24 de Junho de 2013

A crise e a miséria…

Deolinda Silva

A crise e a miséria chegaram a Portugal já há alguns anos atrás. Ultimamente manifestou-se em outros países da Europa, e isso, tem servido de desculpa para justificar os nossos erros. Vivíamos acima das nossas possibilidades, numa atitude infantil e irresponsável. Os vários governos, tentaram esconder a verdade. A maioria dos portugueses não se apercebeu e quem se apercebeu, recusou-se a aceitar, e ainda outros, aproveitaram a confusão, para de uma maneira ilícita e fraudulenta, rechear a sua conta bancária, ajudando a destruir mais rapidamente, a economia do país. Neste momento vivemos uma situação de fome e de miséria. É o salve-se quem puder, ou melhor, salve-se quem souber. Não há dinheiro, nem palavra, nem vergonha e a justiça não funciona, para uma determinada camada da sociedade. Os portugueses, foram pagos para não trabalhar.

Viviam à custa dos subsídios, atribuídos pelos vários governos. O país não produz. Somos uns parasitas, que vivemos à custa do trabalho dos outros. Contraímos empréstimos e mais empréstimos, sem sabermos como pagar. “Os senhores de Lisboa”, optaram por uma austeridade asfixiante, como sendo o caminho mais fácil e mais rápido. Os nossos governantes, sempre de nariz empinado, julgando-se os maiores. Vivemos anestesiados. Mais, achamos até que somos únicos e que nos devia ser atribuído um prémio, por conseguirmos pagar num prazo dilatado, pouco mais que os juros da dívida. Encobrir as misérias é uma herança do passado. Tentamos sempre comparar-nos, aos países que estão piores do que nós. Em relação a esses, estamos um pouco melhores. Será? Comparar a quem está mal, é reconhecer que está mal também. Porque não olhamos para cima e tentamos imitar quem está

Tentamos sempre comparar-nos, aos países que estão piores do que nós. Em relação a esses, estamos um pouco melhores. Será?

a conseguir dar a volta à situação? Já não temos a que nos agarrar. Para dar um sinal de força, de opulência e patriotismo, vamos buscar o passado e fazemos alusões, ao país grandioso que fomos. Isso é pura ilusão, porque o presente, é de miséria e de fome. Contactamos vários países, numa mendicidade encapotada e contentamo-nos com algumas migalhas. Apregoamos grandes vitórias, para esquecer a verdade que nos destrói. Vamos encarar a realidade. O primeiro passo, é reconhecer, que estamos pobres e falidos. Para estabilizar a economia, é as-

Os seminários e a sua formação

Firmino Santos

Durante décadas, os seminários no nosso país foram a única possibilidade de estudo para os filhos de muitas famílias, estimando-se que tenham contribuído para a formação de cerca de 70 mil portugueses. A maioria dos antigos seminaristas era oriunda das aldeias e de famílias numerosas. A possibilidade de subir na vida, obter maior instrução, evitar ir para a guerra colonial, eram até há poucas décadas os principais motivos que levavam os jovens a entrar para os seminários. Também o ambiente católico e de prática religiosa, foram opção natural, para a escolha deste caminho por muitos jovens seminaristas. No positivo, uma boa

parte dos alunos desse tempo foram ordenados sacerdotes, tornando a Igreja Católica mais forte, ativa, com inúmeros católicos praticantes. Quase metade dos antigos seminaristas que optaram pela vida civil tem licenciatura. Cerca de 22% lecionam, 13% são gestores ou empresários e 10% enveredaram por carreiras na área de Direito e Medicina. Presentemente muitos deles já se aposentaram. Existem várias personalidades de destaque no país, que também passaram pelo seminário. Muitos ex. seminaristas dizem ter sido positivo os anos que estudaram, mas a falta de vocação falou mais alto, ou outros motivos, mas ter vindo para a vida laical, foi objectivo porque

O caminho da liberdade plena não é fácil, porque acarreta responsabilidade, exige esforço, tolerância e compreensão.

puderam continuar a servir a Igreja e o projeto eclesial, que a todos nos orgulha como seguidores de Cristo. A história cultural e social de Portugal não se pode escrever sem a análise do contributo dos seminários, que tiveram um papel preponderante neste ensino. No auge das vocações, mais de 70 mil cidadãos nacionais devem a sua formação básica a essas instituições da Igreja, que infelizmente

sumir que precisamos de trabalhar, produzir mais e mais. Chega de utopia. É tempo de acordar, de arregaçar as mangas, porque o sonho acabou. O que se passa em Portugal, é simplesmente vergonhoso. Orgulho da raça, país de navegadores, de homens corajosos, que souberam levar longe o nome de Portugal. Tudo isso, faz parte de um passado, que já não é nosso. O nosso é um país de piratas, de ladrões disfarçados e de corruptos fraudulentos. Ligamos a televisão, só ouvimos falar, de cabalas, derrapagens, violência, pedofilia, assaltos á mão armada, de fome e de miséria. Ninguém nos defende, ninguém nos ajuda. Ninguém nos dá segurança. Não podemos confiar em ninguém. Os nossos políticos, fazem hoje uma promessa, uma afirmação e no dia seguinte, já nada é como no dia anterior. Fazem isso, com todo o descaramento e

irresponsabilidade. Quem se preocupa, com os desempregados deste País? Todos os dias, são empurradas centenas pessoas, para o desemprego. Pessoas que passam fome, que vivem momentos de muita dificuldade e preocupação. O “Estado-maior,” continua a vender a banha da cobra, sem tomar medidas de fundo, para tirar essas pessoas do inferno, em que a sua vida se tornou. Não posso terminar, sem registar aqui, uma situação, a que há poucos dias assisti e que me sensibilizou imenso. “Estava sentada numa pastelaria a beber um café. Entraram três jovens estudantes de quinze, ou dezasseis anos. Dirigiram-se ao balcão e perguntaram o preço, de um pão com manteiga. Reuniram as moedas entre os três e optaram por um queque. Á saída da porta dividiram o queque, também pelos três.” Deixo-vos a pensar nisto…

hoje estão em declínio, face à diminuição drástica do número de alunos, em resultado da democratização do ensino. Para contornar esta situação, era apostar que os seminários existentes se devem reconverter e adaptar-se aos novos tempos, dando lugar a espaços de formação com elevada exigência cultural, humana e também cristã. Passa por recriar os seminários como escolas católicas, para ambos os sexos, e não só com a formação de presbíteros. Outra ideia positiva, seria os seminários maiores adotarem um estilo de vida mais universitário, assim uma maior abertura à sociedade civil conduzirá benefícios aos futuros sacer-

dotes, ajudando-os a compreenderem e a conhecer a sua vocação com sinceridade, exigência e maturidade, ao serviço do povo de Deus. Na atual sociedade do conhecimento e face à diminuição do número de padres, é fundamental que os poucos que existem sejam homens cultos e que cativem os jovens e adultos a construírem uma Igreja renovada e com fé. O percurso no seminário incutiu a muitos jovens, hoje adultos e responsáveis, valores como o sentido humano da existência, a solidariedade, a sensibilidade aos problemas dos outros, o caráter e a dignidade humana, bem como os ensinamentos de Jesus a todas as criaturas.

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Opinião 19

24 de Junho de 2013

Reconhecimento

Nuno Sá

É justo enaltecer o papel de todos os autarcas da freguesia de Ribeirão que ao longo dos anos serviram a sua comunidade com dedicação e trabalho. No salão nobre da Junta de Freguesia estão os nomes dos grandiosos Presidentes da Junta que deram o melhor de si à nossa terra, sendo que cada um deles deixou um legado de progresso bem patente na transformação de Ribeirão. Meritório é também o empenho dos demais membros da Junta e da Assembleia de Freguesia, quer do poder quer da oposição, que muito contribuíram para o bem comum. Ribeirão é hoje muito diferente dos tempos em que não havia infraestruturas e equipamentos. Ao longo dos anos a Vila desenvolveu-se, sobretudo devido à têmpera e valor dos

Ganhar o dia

Fernando Pereira

O que gostava de receber hoje? Todos os dias são bons dias para ganhar o dia. «Já ganhei o dia!». É sempre bom dizer e ouvir esta expressão. Ganhar o dia significa que se aproveitou algo, que fomos bafejados pela boa sorte, que merecemos atenção de alguém. É bom receber, mas também é igualmente bom dar algo. Às vezes, um obrigado pelo bom trabalho ou perguntar se tudo está a correr bem faz com que nos sintamos importantes e mais motivados. Um pequeno gesto de dedicação e gentileza é sempre uma boa prenda para se ganhar o dia. Não é só as coisas materiais que nos fazem

ribeirenses que dia-a-dia se esforçam por criar oportunidades e fazer crescer tão belo pedaço do Ave. Recordo Ribeirão da minha infância com muito carinho e saudade, mas testemunho as grandes transformações ocorridas que foram afirmando a modernidade. Avançou a cobertura de eletricidade, da água, do saneamento e do lixo. Vieram: as estradas asfaltadas, a melhoria das escolas, a modernização dos espaços desportivos, o funcionamento da unidade saúde familiar, a oferta de mais cultura e recreação, a sede da Junta de Freguesia, os parques industriais, uma nova igreja e as valências sociais. São tudo realidades construídas ao longo dos últimos 30 anos pela força das gentes da nossa terra. Sem exceção, os autarcas, a sociedade civil, os movimen-

felizes. Já pensou em dar aos outros o que gostaria que lhe dessem a si? Acreditar que há sempre uma mensagem que nos pode transformar é muito poderoso. Acreditar que uma mensagem, vinda de alguém, de algo, do nosso interior, pode alterar um momento, é ainda mais poderoso. Enquanto recetores, devemos estar abertos a receber o que nos querem transmitir. Há sempre uma mensagem especial, para receber e para transmitir, pois para receber é preciso dar. Seja mais anunciador de boas novas, seja um melhor recetor do melhor da vida. Ganhe o dia, todos os dias!

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Parece-me claro que, se quem está no poder é determinante para que as obras se concretizem, não é menos verdade que o papel da oposição também é muito relevante.

tos sociais e cada um dos ribeirenses merecem reconhecimento pelo desenvolvimento destes anos. Esta reflexão deveria levar-nos a atribuir os elogios àqueles que exerceram o poder na freguesia porque, porventura, terão sido os responsáveis por qualquer caminho de sucesso. Não obstante, parece-me claro que, se quem está no poder é determinante para que as obras se concretizem, não é

"Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com frequência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar." (William Shakespeare)

Mas para ganhar o dia é preciso fazer para o ganhar, ou seja é preciso dedicação total. A que me vou dedicar a 100% hoje? Como dizia Ayrton Senna "Se você quer ser bem sucedido, precisa ter dedicação total, buscar o seu último limite e dar

menos verdade que o papel da oposição também é muito relevante. Em democracia é fundamental o poder e a oposição. Esta dialética, que se pretende positiva e dinâmica, é essencial para que, da confrontação de ideias e da possibilidade de alternativas, se criem mais projetos e melhores soluções. Para as pessoas terem boas respostas públicas é necessário um poder capaz, mas também uma oposição forte. É no debate democrático que se constroem as decisões mais plurais, apoiadas e avançadas. Se assim não for, estaremos condenados ou a um exercício de poder absoluto antidemocrático ou a uma gestão sem ambição numa postura de “deixa correr que ninguém nos questiona!”. Apesar do meu reconhecimento, considero que há omissões, cometem-se

erros e há ainda muito por fazer. Não estamos no paraíso da perfeição. Aliás, entendo que Ribeirão tem muito potencial por explorar, devendo admitir-se sem tabus, nem determinismos, a abertura a novos modelos de desenvolvimento económico e social. Assim, o justo reconhecimento da nossa história é importante para percebermos que a virtude consiste em nunca baixar os braços e lutar sempre por mais e melhor. Foi esta atitude, foi a capacidade de sonhar até aquilo que à partida parecia impossível, que levou a horizontes de luz. Não pode haver conformismo, muito menos a queda no situacionismo. Nunca poderemos deixar que nos tornem cidadãos passivos. É preciso coragem e ambição por um futuro que pode ser melhor.

o melhor de si mesmo." Dedicar 100% a uma atividade que amamos, é tudo aquilo que queremos. Estar 100% dedicado a nós, é bom, mas estar com esta dedicação plena aos outros ainda é melhor. Dedicar o nosso tempo ao serviço dos outros é algo que nos faz encher a alma. Dedicar-se a alguém que quer a nossa atenção ou apenas uma conversa franca e amigável, um pedido de ajuda e apoio, ao telefone, por e-mail ou cara a cara, é um desafio. Raramente encontramos pessoas que estão verdadeiramente disponíveis. Nos dias que correm parece haver muita gente

com pouco tempo para dedicar um certo tempo e a estar 100% com alguém. Fazer com cada pessoa se sinta única e especial é algo a fazer para cultivar, manter e melhorar a qualidade da relação. Escolhamos uma atitude de dedicação! Dediquemo-nos a 100% seja a que assunto for, seja com quem for, onde quer que esteja, como estiver. Todos nós temos o poder de escolher a atitude que queremos, por isso, é recomendado: dediquemo-nos a 100%! Estejamos presentes! Estar presente significa estar com todos os sentidos: ouça, converse, sinta, visualize, inspire a 100%!

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20 Opinião

24 de Junho de 2013

Que saudades das “nossas rádios”

25 anos de sacerdócio

Tributo de homenagem e gratidão ao Pe. Abel Maia

Maurício Sá Couto

No próximo dia 7 de Julho, os ribeirenses e não só, vão viver momentos inesquecíveis com a celebração das Bodas de Prata do seu dileto filho Pe. Abel Maia. É um momento de recordar e agradecer ao Senhor por tudo quanto fez na sua “Vinha” em p'rol duma Igreja, mais solidária, mais próxima dos que mais precisam e, acima de tudo, reveladora dum Deus que é amor, misericórdia e ama a todos como irmãos. O Pe. Abel, encarna na perfeição todas estas virtudes desde o ventre materno da sua saudosa mãe srª. Rita e do seu saudoso pai sr. António Maia. Mais do que nunca, nos tempos de hoje, nota-se que a maior parte das famílias, estão destroçadas, desunidas, o que em nada beneficia, só prejudica grandemente os seus “rebentos”. E é por esta crise nas famílias que, a Igreja vive dias de preocupação, de intranqualidade, quanto aos valores desses pais e dessas mães que, infelizmente, nada tem para dar, ensinar e ser modelo, para os filhos. Por mais que a Igreja os acolha com todo o carinho

na sua estrutura catequética, muitas crianças não vem conhecer “Jesus” porque os seus abandonaram o que de mais precioso lhes legaram os antepassados. Ainda há uma “tábua de salvação” que são os avós que, mesmo vergados ao peso da idade, os trazem à doutrina, os acompanham e conseguem que eles sigam e vivam os valores de ser cristão. E é assim neste turbilhão de inquietações que, a Igreja vive e sente, que temos a felicidade de ver no Pe. Abel uma referência duma família numerosa que, sempre e em tudo, teve como primeira linha defender e seguir o exemplo duma “árvore da vida” que deu os melhores frutos, graças aos seus ensinamentos e práticas da vida comunitária entre a família e a Igreja que, representa “Cristo”. Recordar os vinte e cinco anos deste sacerdote, é referenciar a vida dos seus ente-queridos, entre os quais o Pe. José Maia, que é uma “estrela” que o iluminou e ao qual soube seguir pelos caminhos do seu sacerdócio

deixando na Instituição missionária que abraçou e depois nas paróquias e comunidades por onde passou as últimas das quais Mirandela e Fafe, onde se encontra neste momento, um trabalho altamente louvável entre os jovens, juventude e adultos através da palavra, do exemplo, da dedicação e da grande afeição a todo o povo de Deus. Para além disso, outra da sua faceta, é transmitir através do teatro, da “mimica” os valores e a vida de Jesus, como aconteceu recentemente na histórica peça “O Nazareno” que percorreu diversos pontos do país, entre os quais a vizinha Trofa, em que duma forma “magistral” encarnou Jesus. Resta-nos apresentar os parabéns à Família Maia, mais conhecida pela “Casa da Família do Lindo”, por este acontecimento que marca mais uma etapa da união e fraternidade entre os familiares e amigos. Parafraseando Sº. Agostinho – A gratidão é a memória do coração. E é essa gratidão que o homenageado e todos os seus, merecem. Bem Hajam!

A evocação da “Rádio de Fradelos”, trouxe-nos à memória os tempos da nossa meninice nos anos de quarenta, cinquenta, em que a rádio era um luxo só para alguns, dado que a electricidade que os fazia “mover”, só existia em poucos lares ribeirenses, pelo que tínhamos de deslocarmos a longas distâncias para ouvirmos a novidade da época a “telefonia”, aliás bem retratada no antiquíssimo filme a “Canção de Lisboa” em que o saudoso e grande actor António Silva dá-nos uma ideia desse grande evento. Os anos foram passando, a electricidade começou a prolongar-se por mais lugares, e os rádios iam “aparecendo” até que, nos anos sessenta, o mundo da rádio em Portugal sofreu uma grande revolução, quando surgiram as televisões. Mas focando-nos na rádio, também em Ribeirão, em conformidade com outros povos vizinhos teve a sua rádio que se iniciou em Ferreiros e depois mudou-se para uns anexos da sede da Junta. Como as rádios piratas da altura, tinha um programa variado de discos pedidos, entrevistas, reportagens e as pessoas iam-se afeiçoando

aos períodos de emissão, e já fazia parte do “mobiliário” dos ribeirenses. Tudo era improvisado, mas o certo é que, por meio de alguns “atropelamentos” próprio do amadorismo lá ia resistindo até que por decreto-lei, foi como muitas outras rádios obrigadas a fechar portas. Contudo aqui fica a efeméride e o bom contributo que esta e outras no género deram ao poder local. Agora o mundo é bem diferente e essa divulgação faz-se através da internet que, embora não substitua as televisões, tem um poder de penetração na sociedade algo imaginável há tempos atrás. Mas o inconformismo do ser humano é insaciável e daqui a alguns anos, virá outra inovação. E assim o mundo está em constante transformação. Aliás, sempre assim foi, desde a chamada “idade da pedra”. Resta-nos enquanto Deus nos permitir peregrinar por este “vale de lágrimas”, cumprir a lei do Criador – Jesus Cristo Rei e Senhor. Esta é a doutrina que com uma ou outra inovação, é sempre a mesma. Valha-nos isso! MSC

Reunião Ordinária da Assembleia de Freguesia

Realizou-se no dia 20, sexta-feira, no Salão Nobre da Junta de Freguesia a segunda reunião ordinária da Assembleia de Freguesia do ano 2013. A assembleia começou com a intervenção de dois deputados da coligação, que apresentaram dois votos de louvor: o primeiro ao GDR – Grupo Desportivo de Ribeirão, que, por despacho governamental de 30 de Maio, foi declarado “uma instituição de utilidade pública”, o que, além dos benefícios que poderá gerar em benefício do clube, a todos os ribeirenses enche de orgulho; o segundo, ao CCDR – Clube de Cultura e Desporto de Ribeirão, pelo honroso segundo lugar obtido na participação das Marchas Antoninas. Os proponentes fundamentaram a apresentação destes votos no facto de que, apesar dos tempos difíceis que atravessamos, a massa associativa de Ribeirão continua via e ativa, sem desanimar com as dificuldades com que diariamente se defrontam. Depois de votados

e aprovados por unanimidade, o Presidente da Junta felicitou, em nome da freguesia, os dois clubes pelo trabalho, empenho e abnegação com que desenvolvem as suas atividades em prol de Ribeirão e dos ribeirenses, tecendo algumas considerações sobre a determinante importância que é para uma associação ter dirigentes dinâmicos, capazes, que sabem o que é necessário fazer e como fazer, em prol da obtenção de mais e melhores condições de trabalho que a todos beneficiará. Realçou ainda o empenho dos responsáveis camarários em todo o processo de atribuição do estatuto de utilidade pública ao GDR Adelino Oliveira, Presidente da Junta, informou a Assembleia sobre o que tem sido a atividade desta Junta neste último trimestre, comunicando aos presentes não só as principais obras em execução, como saneamento e pavimentação das Ruas: S. Bento, S. Pedro, Manuel Ventura, Pinheiro da Era, Monte da Azenha, Praceta do Ave,

Jardim de Santa Ana, entre outras, mas, para esta junta, neste momento, a mais emblemática, é a construção do passeio junto ao LIDL, na medida em que é resultado de anos de diligências persistentes que se foram continuamente desenvolvendo junto das entidades responsáveis e que resultaram antes que algum acidente tivesse ocorrido. Continuou dizendo que manter-se-á fiel aos seus propósitos de tudo fazer em prol do crescimento e progresso em Ribeirão, principalmente no que se refere ao bem-estar e qualidade de vida dos ribeirenses. Em relação à Proposta da 1ª Revisão Plano de Atividades e Orçamento para 2013, o Presidente esclareceu que, tal como tinha afirmado na apresentação do referido documento, em novembro 2012, naquele plano, nem as atividades nem o orçamento eram estáticos, isto é, inertes… pelo contrário, era sua pretensão transformá-lo o mais dinâmico possível, no sentido de que, através de uma gestão ri-

gorosíssima e de persistentes ajustes, se fosse conseguindo obter condições para a realização de mais obras do que as ali planeadas, melhorando assim as condições de habitabilidade em Ribeirão, através da requalificação de espaços e estradas, com alargamento, saneamento e pavimentação. Sobre este assunto o deputado da bancada do PS, Vítor Santos, começou por felicitar esta Junta, mais concretamente o seu Presidente, pelo trabalho e persistência com que trata dos problemas que continuamente surgem numa vila com a dimensão de Ribeirão bem como pelos resultados obtidos, como foi o caso do passeio junto ao LIDL. Manifestou também a sua preocupação e um pedido, em especial nestes tempos de crise, para a necessidade de canalizar alguma verba para ser usada em casos de grande precariedade social, onde a miséria é cada vez maior. O deputado Germano, da coligação, esclareceu que Ribeirão está inserido num concelho que é uma

referência, a nível nacional, no que se relaciona a ação social, ligados em rede, sempre atento aos casos sociais, colaborando nas vertentes: psicológica, social e económica. Assim, o papel desta junta, no campo social, é o de disponibilizar espaços, ouvir as pessoas encaminhando-as para os departamentos próprios, e deste modo, sem descurar essas realidades, pode canalizar as verbas para obras e outras aplicações ainda muito necessárias em Ribeirão. No que se refere à proposta de revisão, o deputado declarou-se satisfeito pelo orçamento proposta, que é revelador do dinamismo e empenho desta Junta. O Presidente esclareceu algumas dúvidas apresentadas sobre as obras realizadas e a realizar num futuro próximo, destacando o esforço que continuamente está a ser feito para que se faça mais e melhor para o bem dos ribeirenses. Por último foram aprovadas duas propostas: uma de alteração à postura de trân-

sito, com a colocação de um sinal de estacionamento proibido na Rua Escolas de Santa Ana, desde a entrada do Motoclube de Ribeirão até à Avenida 3 de Julho e alteração à toponímia, com a criação da Travessa do Outeirinho, no extremo da Rua do Outeirinho. Quando foi permitida a palavra ao público verificou-se a intervenção de um assistente que começou por felicitar esta Junta pelo trabalho já efetuado, que é revelador de grande energia, perseverança e vontade de fazer cada vez mais e melhor. Aproveitou ainda para fazer algumas pertinentes sugestões, que ser��o tidas em conta. O Presidente concluiu a sessão agradecendo a presença de todos e, lembrando o 27º aniversário da Vila de Ribeirão, lançou a todos o convite a participar nas comemorações que decorrerão de 3 a 14 de Julho, incentivando a que se associassem e trouxessem amigos.

Espaço cedido à Junta de Freguesia de Ribeirão


Desporto 21

24 de Junho de 2013

CCDR classifica-se em 5º lugar na 2ª divisão nacional

O CCDR participou nos dias 8 e 9 de Junho na Fase Final do Campeonato Nacional de Clubes, que se realizou no estádio Universitário de Lisboa, tendo alcançado um excelente 5º lugar nacional na 2ª divisão, campeonato que foi ganho pelo Clube Campismo de São João da Madeira. O CCDR fez–se representar com a sua jovem equipa masculina constituída essencialmente por atletas juniores da formação do clube Ribeirense, que estiveram brilhantes ao terem competido com grande nível, tendo alcançado resultados de destaque. O júnior saltador em altura do CCDR, Tiago

Costa, voltou a demonstrar o seu momento de forma, melhorando novamente a sua marca para 2,06 metros, o que constituiu um novo recorde regional de Braga. Na prova de 100 metros o atleta júnior Eduardo Sá correu em 10.98 segundos ficando em 2º lugar e venceu a prova de 200 metros com o tempo de 22.46 seg. Em destaque esteve também Sérgio Silva que no salto em comprimento saltou 6.80 metros obtendo o 3º lugar; Hugo Silva ficou em 2º no lançamento do dardo e José Araújo nos 800 metros classificou-se em 3º lugar com o tempo de 1.58.19 A estafeta de 4x100 correu em 43.22

segundos com os atletasRaul veloso, Eduardo Sá, Sérgio Silva e Miguel salgado e à semelhança da fase de apuramento voltaram a vencer, com transmissões de elevado nível técnico e a estafeta 4x400 metros ficou o 2º lugar. Nos 5000 metros marcha, Eduardo Cardoso realizou o tempo de 24.49.09 e atingiu o 3º lugar. A direção do CCDR voltou a frisar o excelente trabalho que toda a equipa técnica do CCDR tem efetuado, a capacidade dos seus atletas se superarem face as escassas condições de treino, e fundamentalmente a participação continua na 2ª divisão do CCDR , tanto em pista

coberta como em pista ao livre, contando já com 10 anos de participações seguidas. O atletismo no CCDR tem sido fundamental na formação de jovens atletas ao longo dos seus 25 anos de existência, na elevação do nome de Ribeirão e V.N de Famalicão em todo o país. A direção refere ainda que se sente orgulhosa com estes resultados desportivos e felicita de uma forma especial o recordista regional e melhor atleta júnior de Portugal o campeão Tiago Costa, que mais uma vez melhorou a sua marca para 2,06 m, perspectivando-se um futuro de sucesso.

Atleta juniores vencem

Os atleta juniores do CCDR – Ribeirão participaram em Viana do Castelo, nos dias 15 e 16 de junho, no Campeonato de Zona Norte e Regional de Braga de Juniores obtendo inúmeros lugares no pódio regional e zona norte. De realçar os títulos regionais de Miguel Salgado na prova de salto em comprimento com 6.15 metros e na prova de salto à Vara; destaque para o 2º lugar alcançado pelo atleta Renato Miranda no salto em comprimento com a marca de 6,00 metros. Em femininos a juvenil, Elsa Cruz sagrou-se Campeã

Regional em três provas: na prova de triplo salto com o resultados de 10,05 metros com vento -4,1 m/s , na prova de Lançamento do peso com 9.42 metros e a na especialidade de 100 metros barreiras com o tempo de 17.62s; a juvenil Márcia Costa, venceu a prova de salto em comprimento com um salto de 4.45 metros. De realçar o resultado alcançado pelo atleta junior do CCDR , Diogo Cruz, que efetuou mínimos para estar presente nos Campeonato Nacional de juniores, na prova de 800 metros, com o tempo de 1.59.40 minutos.

Crianças em Torneio de Pavilhão

Luís Costa em 5º lugar nacional Decorreu nos dias 1 e 2 de junho, no estádio Municipal de Fátima, a Fase Nacional do Torneio Olímpico Jovem, reunindo os melhores atletas nacionais dos escalões de iniciados e juvenil, de todas as Associações de atletismo do país. Os atletas do CCDR: Elsa Cruz, Viktor Zombori, Márcia Costa e Luís costa representaram a Associação de Atletismo de Braga, após de terem vencido a fase regional no mês de maio.

O juvenil Luís Costa do CCDR esteve brilhante na ao classificar-se em 5º lugar nacional na prova de 2000 metros obstáculos com o tempo de 6.33.29; a atleta Elsa Cruz- juvenil melhorou a sua marca nos 100 metros barreiras para 15.77 segundos classificando-se em 8º lugar nacional; no salto em comprimento realizou a marca de 4.79 metros; em iniciados Viktor Zombori correu os 100 metros barreiras em 15.94 segundos

classificando-se em 9º lugar nacional. O CCDR felicita os jovens atletas que vão continuar a treinar para estarem

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presentes nos Campeonatos Nacionais de Juvenis que se realizar-se-ão nos dias 22 e 23 de junho em Guimarães.

No dia 10 de julho, os mais jovens atletas, da formação do CCDR- Desporto a Brincar, estiveram presentes no Torneio de Atletismo de Pavilhão em Priscos - Braga, que contou com a presença do saltador do CCDR, Tiago Costa, recente recordista regional do salto em altura, que foi

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convidado para fazer uma demonstração do salto em altura, proporcionando um momento de grande alegria para todas as crianças. Foi uma tarde de convívio e divertimento para os mais novos, proporcionando um contacto com o atletismo de uma forma lúdica e simplificada. No final foram atribuídos prémios aos melhores classificados e as nossas crianças ficaram felizes ao subirem algumas vezes ao pódio: Pedro Penouço (11 anos)1º lugar; Maria João Carrasco (10 anos)- 1º lugar; Diana Goncharuk (11 anos)- 2º lugar; Luís Santos (13 anos)- 1º lugar. Parabéns a todos pela excelente participação.


22 Desporto

24 de Junho de 2013

Camadas jovens do GD Ribeirão

Pré-Escolas no TrofintasCup 2013

O Grupo Desportivo de Ribeirão participou uma vez mais no torneio de futebol de 7 “Trofintascup2013” no passado dia 10 de Junho, no estádio do Clube Desportivo Trofense Este torneio era destinado ao escalão de traquinas, atletas nascidos em 2004 e 2005, sendo que na sua maioria participaram atletas de 2004. As equipas poderiam também inscrever 3 atletas nascidos em 2003 (benjamins). O Grupo Desportivo de Ribeirão contou com a participação de 2 equipas, contabilizando um total de 20 atletas. Na fase de grupos, uma das equipas (equipa B)

venceu os dois jogos nomeadamente, ao Trofintas e aos Pinheirinhos de Ringe, passando a primeira fase. Nos quartos-de-final bateu a A.R.D. Gondim, sendo que nas meias-finais foi batida pelo C.D. Trofense, ficando relegada para a disputa do 3º ou 4º lugar. Neste derradeiro encontro, após o empate no tempo regulamentar, foi derrotada na marcação de grandes penalidades pelo Castêlo da Maia, ficando assim num honroso 4º lugar. A equipa A ficou no 10º lugar, tendo sido também derrotada na fase de grupos, por dois golos de diferença, pela equipa do Castêlo da Maia.

Infantis C

Na edição anterior foi-nos enviada uma fotografia dos Infantis C que não tinha o plantel completo. Fica aqui a fotografia com todos os elementos da equipa.

Passeio de cicloturismo

Associação da Graxa

Passeio ao Diver Lanhoso As comemorações do aniversário prosseguem no dia 3 agosto, com a realização do habitual passeio final, este ano ao Diver Lanhoso. Um dia de verdadeira aventura e adrenalina aberta a todos os que queiram participar. A viagem para a localidade de Póvoa de Lanhoso terá início por volta das 8h30, sendo que a concentração terá lugar junto ao café Sagitário. A manhã será livre, podendo os participantes aproveitar para fazer uma caminhada pelo parque e/ ou usufruir da piscina (livre todo o dia). Depois do almoço, tem inicio então a verdadeira aventura que contempla várias actividades à escolha dos participantes: opção 1: circuito de 38 pontes (melhor tempo); opção 2: campeonato de tiro + slide (melhor pontuação); opção 3: cam-

peonato de malha (melhor pontuação). Antes de regressarem a casa, os participantes são convidados para, pelas 20h, usufruírem de um lanche (ajantarado, aperitivos quentes e frios), e finalmente, o bolo de aniversário comemorativo do XIII aniversário no Café Sagitário. Havendo ainda espaço para a entrega dos prémios aos vencedores dos campeonatos. Os interessados em participar neste passeio devem fazer a sua inscrição até ao dia 28 julho. Os associados com as cotas em dia participam de forma gratuitamente neste passeio. Já os não sócios estão sujeitos às seguintes tarifas: Passeio + lanche (45€/adulto, 35€/criança); Passeio (40€/adulto, 35€/criança); Lanche (10€). Actividades incluídas: Opção 1+3, ou opção 2+3.

No âmbito do seu XIII Aniversário, a Associação da Graxa promove no próximo dia 7 de julho o já habitual passeio de cicloturismo que anualmente atrai muitos participantes. A concentração terá lugar pelas 9h30 junto à sede da junta de freguesia de Ribeirão.

Curso de informática As aulas de informática, a decorre-

rem na Escola da Portela, prosseguem ainda durante este mês e o próximo mês de Julho. O curso é por módulos: Internet (26 e 28 de junho, e 5 de Julho), Word (21 de julho) e Power Point (10,17,24 e 26 de julho). A associação fornece todos os manuais e exercícios, basta apenas que o aluno tenha portátil. Os interessados em participar nas aulas, que são gratuitas, podem ainda se inscrever: arcdgraxa@hotmail.com ou 917711404.

Verde Cultura Popular assinalou 20º aniversário com viagem ao Gerês

Homens movidos pelo convívio Com um sabor especial para a celebração do 20º passeio, este ano o Verde Cultura Popular preparou alguns extras. O trajecto iniciou-se com um percurso directo a terras minhotas do Soajo, tendo os participantes oportunidade de observar mais de perto os ainda resistentes Espigueiros, ou os habitantes do Soajo não mantivessem os seus hábitos ancestrais no que concerne à agricultura tradicional. Ainda de manhã e com uma nova passagem por Arcos de Valdevez, mais uma viagem em direcção a Portela do Vade, paredes meias com o local onde se localiza o restaurante Santana. Proporcionando um lautíssimo almoço, onde ninguém ficou com sede, o repasto teve algumas surpresas. O líder incontestado Mazzola aproveitou a oportunidade para «passar a pasta» a quem a desejar, pelo menos

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durante um ano. Também o ribeirense Manuel Miranda teve a feliz ideia de elaborar três medalhas comemorativas de um evento, que atingiu vinte anos de bom passear, condecorando sob fortes aplausos, os elementos que compõem a troika

(Mazzola,Ferreira e Baltazar). De seguida foram entregues a todos os participantes medalhas comemorativas do evento. Para finalizar o repasto, veio a surpresa, um bolo de aniversário dos vinte anos, com o trio da liderança a apagar

as velas. Quanto ao futuro do grupo Verde Cultura Popular, “estamos convencidos que os passeios irão continuar, porque há gente com vontade da sua realização”. José Teixeira


Pelo Concelho 23

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Angelina dos Santos Duarte, viúva de Carlos Lopes Macedo, residente na Av. Rio Ave faleceu em 17-062013 com 90 anos de idade. Manuel Dias da Costa Santos, casado com Maria Amélia dos Santos, residente na Rua Maria Augusta Fer-

reira faleceu em 10-06-2013 com 88 anos de idade. Ana da Costa Pereira, viúva de Bernardino Domingues Rodrigues, residente na Rua do Outeirinho faleceu em 07-06-2013 com 85 anos de idade. Laurinda Ferreira de

Azevedo, viúva de António Alves da Costa, residente na Rua dos Curros faleceu em 06-06-2013 com 86 anos de idade. Rosa da Silva Rodrigues, viúva de Manuel da Costa Barreiras, residente na Rua do Paraíso faleceu em

Farmácias de serviço

Julho

Moreira  Padrão 1 6 Ribeirão/Sanches 2 7 Trofense 3 8 Barreto 4 9 Nova 5 10

11 12 13 14 15

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  Telefones úteis

Sasia - Reciclagem de Fibras Têxteis, SA. Rua Escola da Portela, 50, Apartado 7001 4764-801 Ribeirão - Portugal Telefs. (351) 252 493 579 e 252 493 331 Fax. (351) 252 491 222 www.sasiareciclagem.com sasia@sasiareciclagem.com

Bombeiros V. da Trofa: 252400700 Bombeiros V. de Famalicão: 252301112/252301115 Bombeiros V. Famalicenses: 252322055/252322555 Hospital de Famalicão: 252311611/252311917 Serviço de Emergência em Ribeirão (Cruz Vermelha Portuguesa): 252491266 Hospital da Trofa: 252409100 Centro de Saúde de Famalicão: 252314160/252311677 Segurança Social: 252301230/252301233 (Acção Social) GNR de Famalicão: 252501360 GNR da Trofa: 252418509 CTT de Ribeirão: 252417234 Junta de Freguesia de Ribeirão: 252493582 Junta de Freguesia de Fradelos: 252458590 Unidade de Saúde Familiar de Ribeirão: 252403890 Centro Social Paroquial de Ribeirão: 252490490 GD Ribeirão: 252493877(bar)/252493385 (Futebol) Câmara Municipal de Famalicão: 252320900 2ª Repartição de Finanças: 252323919 Pároco de Ribeirão: 252491618 Pároco de Fradelos: 252458339 Pároco de Lousado: 252491717 Pároco de Vilarinho: 252322662 Piscinas de Ribeirão: 252411509 Jornal Cidade Hoje: 252301780 Jornal de Famalicão: 252323330 Jornal Opinião Pública: 252308140 Farmácia de Ribeirão: 252416482 Farmácia Padrão (Trofa): 252416141 Farmácia Trofense: 252412543 Farmácia Barreto (Bougado): 252412321 Farmácia Marques (Lousado): 252493142 Farmácia Marques (Fradelos): 252458440 Farmácia Nova (Trofa): 252419262 SOS Ambiente: 800212021

05-06-2013 com 79 anos de idade. José Maria da Costa Oliveira, casado com Maria dos Anjos Ferreira, residente na Rua de Bragadela faleceu em 31-05-2013 com 64 anos de idade.

Funerária Ribeirense

Descontos CCDR Os Sócios devem apresentar o cartão com a quota de 2011 paga. Quem ainda não tiver cartão de Sócio, deve dirigir-se à Sede do CCDR acompanhado de uma fotografia. Jorge Oculista Serviços Gratuitos: Consultas de Optometria: Rastreios visuais, exame visual (prescrição de lentes), estudo do desenvolvimento do sistema visual, medição da pressão intra-ocular (Tonometria) Consultas de Contactologia: Adaptação de lentes de contacto; controlo da saúde ocular em usuários de lentes de contacto; limpeza e regeneração de lentes de contacto; Unidade Móvel de Rastreios Visuais Descontos: Óculos graduados 20%, lentes oftálmicas 20%, óculos de sol 10%. Na adaptação de Lentes de Contacto oferecemos o primeiro par e respectivos produtos de manutenção. Clínica Dentária Luís Terra 10% de desconto a associados e familiares na aquisição de serviços: Dentisteria Operatória, Endodontia, Meios Auxiliares de Diagnóstico (RX), Cirurgia, Periodontologia, Odontopediatria, Medicina Dentária Preventiva, lmplantologia, Ortodontia, Prótese Fixa e Removível. Clínica Casanova 10% de desconto a associados e familiares na aquisição de serviços de fisioterapia, recuperação física saúde e bem-estar: Termo Terapia, Estimulação Eléctrica, Ultra-Sons, Massagens Terapêuticas, Técnicas de Cinesioterapia, Tratamentos corporais: bem-estar, anti-celuliticos, drenantes, envolvimentos especiais e de relaxamento total, Ginástica Passiva, Cromoterapia, Aromoterapia, Depilação a Laser. 50% de desconto nos tratamentos de recuperação física aos atletas do CCDR. Policlínica S. Mamede 15% de desconto em consultas de Clínica Geral, Cirurgia Vascular, Cirurgia Geral, Dermatologia, Ginecologia / Obstetrícia, Otorrino, Ortopedia, Psiquiatria, Psicologia, Podologia, tratamentos de recuperação física e serviços de Enfermagem. Centro de Saúde do Pé 10% de desconto em todos os serviços, excepto Sessões de Tratamento de Úlceras, Ortóteses e Cirurgias. Casa do Lindo - Eventos 10% desconto para sócios do CCDR. O desconto incide apenas nos serviços prestados pela Casa do Lindo mediante apresentação de comprovativo de sócio aquando da reserva.

Cupão de assinatura r  Desejo receber o Viver a Nossa Terra r  Desejo renovar a minha assinatura Nome: __________________________________________ Morada completa: _________________________________________________ _________________________________________________ _______—______

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Assinatura anual: 10 €

A cobrança será feita anualmente com entrega do respectivo recibo.


24 Ribeirão

24 de Junho de 2013

Marchas Antoninas 2013

Ribeirão repete brilhante 2º lugar

Ribeirão participou novamente nas marchas antoninas concelhias e deslumbrou os milhares de famalicenses presentes, quer nas ruas da cidade quer no estádio municipal, alcançando um brilhante 2ºlugar na classificação final a escassos onze pontos da Marcha de Avidos , declarada vencedora pelo terceiro ano consecutivo. A Marcha do Clube de Cultura e Desporto de Ribeirão, composta por cerca de 130 elementos em que predominava a juventude e superiormente dirigida pela coreógrafa Mariana Silva e pela professora de música Paula Cristina Santos, exibiu-se a grande nível arrancando inúmeros aplausos aos presentes. O júri atribuiu-lhe o primeiro lugar a nível de criatividade, a nível de coreografia e relativamente à melhor letra. Só por estes aspectos se nota bem como

na pontuação final o primeiro lugar foi disputado ao milímetro com a marcha vencedora que arrecadou também três primeiros lugares: popularidade, música e roupas. Estão assim de parabéns todos os componentes e orientadores da Marcha do CCDR que mais uma vez, mesmo não alcançando o título máximo, representou com arte, harmonia e bom gosto a nossa vila e as nossas gentes. A direcção do CCDR saúda toda a equipa que desde Fevereiro trabalhou neste projecto, planeando, criando e executando letra, música, arcos e coreografias, ensaiando durante muitas noites com sacrifícios pessoais e familiares para que tudo estivesse a contento e o resultado final fosse excelente como efectivamente aconteceu. Parabéns a todos! Santos Oliveira

Agradecimentos

A direcção do CCDR e nomeadamente a equipa responsável pela organização da marcha (Manuel Oliveira, Ivone Baptista, Antonio Couto, Esmeraldina Carneiro, Paulo Cruz e José Couto) agradece penhoradamente a colaboração de todas as pessoas, jovens e adultos, que compuseram o grupo, de Mariana Silva e Gracinda Oliveira (coreografia), de Paula Cristina Santos (música). Agradece também a disponibilidade e patrocínio da direcção do Agrupamento de Escolas de Ribeirão, de J. Couto e Duarte, Susana Araújo, Clarisse Fernandes (cabeleireira), Andreia (esteticista), Cláudia Gonçalves (pintura dos lenços), D. Conceição (cozinheira), Manuel Cruz e Manuel Santos e a todas as pessoas que nos bastidores colaboraram para o brilhantismo da nossa marcha.


Viver a Nossa Terra - Junho 2013