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Setembro de 2011

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“Essa ciranda não é minha só, ela é de todos nós.” A festa da cultura popular, sábado 27/08, trouxe como mote o tema “cirandas”. Durante as duas semanas que antecederam a festa, o tema foi trabalhado em sala com as crianças. Pesquisaram cirandas enquanto cantigas, mas também povos e culturas que se organizam em circulo, em cirandas. A festa estava linda, as crianças brincavam e se reconheciam em cada um dos enfeites que faziam do espaço da Vivendo um lugar de apreciação. A oficina de bonecos/as reafirmou essa prática de que tudo aqui se faz do seu, do nosso jeito. Adultos e crianças produziam bonecas de papel e tecido, de diversos tipos e cada produção cirandava pela Vivendo na fala das crianças que vinham mostrar exultantes: “Ô que eu fiz! Ela tem uma bolsinha” - bolsinha de tecido feita nitidamente com um empenho de dar inveja às grandes fabricantes de bolsa. Sempre que uma criança vinha até mim e dizia “Ô que eu fiz!”, pensava sobre a beleza do que se faz aqui. Mas nem sempre o que é belo é fácil, doce ou agradável. O tema da festa é escolhido pela equipe pedagógica, geralmente pensado em alguma região do Brasil. Nesse ano, em uma rica discussão da equipe optamos por privilegiar uma manifestação cultural e não especificamente uma região. A ciranda chegou então nos nossos planejamentos, tardes e manhãs. Não acho que essa escolha foi por acaso. Talvez de forma inconsciente, mas a ciranda me pareceu que de alguma maneira trazia a todos e todas da Vivendo a reafirmação do nosso lugar, do nosso espaço. A ciranda cerca, cuida, delimita e afirma um espaço coletivo. E isso tudo tem a ver com o atual momento em que a Vivendo está, de luta pelo terreno, busca pelo patrimônio imaterial, tentativa de maior arrecadação para saúde da Vivendo e ao mesmo tempo sem se perder nessa luta (o que não é fácil), sem perder sua essência. Grupos de trabalhos infindos. Reuniões e mais reuniões (algumas muito esvaziadas) mas sempre em círculo, cirandando conversas e sonhos. Fazendo do nosso jeito, como as bonecas da oficina, mas não de qualquer jeito. Na ciranda se dá a mão e no compasso do ritmo se puxa o/a outro/a, se sustenta a passada na música que optamos cirandar juntos/as. Afinal, “essa ciranda é de todos nós”. Sheylane Brandão – coordenadora psicológica


Um chamado aos pais e mães da Vivendo e Aprendendo “A educação é um ato de amor, por isso, ato de coragem. Não pode temer o debate. A análise da realidade. Não pode fugir a discussão criadora.” Paulo Freire O que nos motiva, pais e mães, a colocar nossos filhos e/ou filhas na Vivendo e Aprendendo? O que ela tem de diferente das outras escolas? Cada um de nós tem razões pra isso e elas podem ou não se assemelhar. Mas, há algo que não podemos negar, a Vivendo e Aprendendo é um espaço coletivo onde o processo educativo está pra ser criado e recriado, dia a dia, por pais e mães, educadores/as e crianças. O conhecimento é pautado pela curiosidade de descobrir, pela necessidade de construir e quando não fizer mais sentido, desconstruir de forma integradora e interativa. Nada está pronto para ser apenas apropriado ou socializado. Os elementos chave para que todos/as sejam sujeitos atuantes são o diálogo, o amor, a criação de vínculos, o cultivo de amizades e o exercício da partilha. Mantermos uma escola que valoriza a criatividade no processo de construção do conhecimento, em que as crianças são vistas como sujeitos de direitos, com autonomia e capacidade criadora e em que os vínculos de amizade, carinho e atenção criados entre pais/mães, crianças e educadores/as, são a essência do processo educativo, é um desafio cotidiano. Para garantir a escola que desejamos, é preciso dedicação, tempo e envolvimento de cada um/a de nós que acreditamos que esta escola, além de possível, é necessária. Paulo Freire, educador de profundo compromisso com a transformação da sociedade, mostrou o quanto educar para a liberdade é algo, necessariamente,

coletivo, participativo e

baseado no diálogo a partir do saber da comunidade. Ao recebermos o convite para participar da elaboração do Projeto Político Pedagógico da Vivendo, a oportunidade de debater, organizar e

sistematizar

referências

que

possam

contribuir com a pratica pedagógica no dia a dia da escola, nos encheu de ânimo.


Somos mães recém-chegadas na Vivendo. Neste pouco tempo, estivemos em alguns espaços de construção coletiva: a Assembléia de eleição da diretoria, as reuniões do conselho pedagógico e a reunião de construção do Projeto Político Pedagógico da Vivendo. É preciso dizer que na Assembléia não encontramos exatamente uma associação forte e mobilizada, mas, sim, um pequeno coletivo de pais, mães e educadores/as bastante comprometido em dedicar-se para o fortalecimento da Associação como um todo. Uma indagação brotou imediatamente: por que tão pouca adesão à um espaço tão importante para todos nós, sócios da Associação? No conselho pedagógico, pais, mães e educadores/as empenhados/as em abraçar e cuidar dos desafios do ensino-aprendizagem vivenciados em cada uma das turmas. É explícito o empenho e o cuidado deste pequeno grupo, com a Escola como um todo. No entanto, na reunião do Projeto Político Pedagógico, a participação foi tão, tão pequena que, para nossa surpresa, contou, apenas, com a presença dos pais/mães de 3 ou 4 crianças! Um Projeto Político Pedagógico deve expressar a manifestação dos anseios e necessidades de toda comunidade escolar. Para que ele se efetive, é essencial que os pais e mães da Vivendo se reconheçam no Projeto sistematizado. Assim, considerando a baixa adesão a este momento de construção coletiva, decidiu-se pela

não realização da reunião e, após maior sensibilização dos

pais/mães para a importância desta construção, nova data será definida. Nesse sentido, queremos dar uma sacudidela nos pais e mães da Vivendo, motivando à todos a participarem mais ativamente dos ciclos de debates, das assembléias e das reuniões que dizem respeito ao PPP. Resgatem o que há no íntimo de vocês sobre a Vivendo. Temos certeza que, assim como as festas são momentos gostosos de construção coletiva, a construção do PPP da Vivendo, pode ser algo repleto de sentido e que fará diferença no futuro de nossos pequeninos/as. Sintam-se tocado/as a “desenhar, redesenhar, pintar, cortar, colar” este PPP. Não é algo simples, exige comprometimento, fazer escolhas. Assim como nossos sonhos enfrentam desafios para serem alcançados, para que a Vivendo seja reconhecida como Patrimônio Imaterial de Brasília é essencial organizar, sistematizar e consolidar seu Projeto Político Pedagógico. Assim, reforçamos o chamado, para muitos, já conhecido: “Precisamos contribuir (...) para criar a escola que apaixonadamente diz sim a vida.”. A nova data de construção do PPP já foi marcada: será no sábado, 08/10, às 9h30. Vamos colocar mãos, corações e mentes...à obra! Até lá! Mariana Castilho - mãe do Martin, ciclo3A vespertino Carla Dozzi - mãe da Mariana, ciclo4 vespertino


Primeiro dia de aula, primeiro dia de aula!!! Quem assistiu Nemo deve se lembrar da emoção e excitação desse pequeno peixe com essa grande novidade que é ir para a escola. Com a Sofia foi algo bem parecido... apesar de que o fascínio da Sofi pela Vivendo começou bem antes...nunca imaginei que aquele parquinho que ela tanto queria ir todas as vezes que chegávamos na escola de Natação seria o quintal de sua segundo casa... E foi assim... A princípio queria colocá-la um semestre antes, mas ainda não existia a possibilidade do ciclo 0. Tivemos que esperar o ano seguinte para finalmente iniciar esta nova etapa. Confesso que não foi tão tranqüilo como imaginamos, acho que Sofia também sentiu isso. Ela nunca havia vivenciado uma experiência desse tipo e lidar com a ausência dos pais e a relação com o outro não é nada fácil. Passamos pelo período de adaptação e começamos a rotina. E como é bom! O espaço, as brincadeiras, os aprendizados, a convivência, os amigos... todos listados, sem escapar nenhum quando perguntamos quem são. Também vieram as mordidas, os beliscões e, principalmente, os ‘não gostei’! Agora é sua segunda casa, é sua vida acontecendo da forma mais potencializada. Quando voltamos pra casa e pergunto como foi o dia ela enche a boca e fala: Foi boomm! Mas, nunca me esqueço do último dia que vi Sofia chorando ao deixá-la na escola. Ela ficou no colo, tentando segurar a porta e eu fui embora... chorei pela primeira vez ao me separar de minha pequena. O melhor disso tudo foi receber uma ligação, ainda no caminho de volta pra casa, da Sheylane dizendo que logo depois que saí ela parou de chorar. E eu continuava chorando... a gente aprende sempre com esses baixinhos! Eneida - mãe da Sofia M. ciclo 1 vespertino

Uma reflexão sobre as  Cirandas... Muitos  dos  grandes  problemas  que  enfrentamos,  desde  grandes  países  e  nações  até  nossas  pequenas  crianças  no  parque, se dão pela desarmonia entre as  pessoas,  se  dão  pela  falta  do  compasso  entre  os  corações.  A  ciranda  é  representada  por  uma  roda,  um  círculo.  O  círculo  representa  o  infinito,  a  expansão, aquilo que tem início e fim em  si  próprio.  E  de  mãos  dadas  e  pés  no  chão,  dançando  no  mesmo  ritmo,  na  mesma  direção  e  cantando  a  mesma  canção,  por  um  momento  experimentamos  a  igualdade,  a  união  e  a alegria de estarmos juntos/as.  Não que devamos cantar no mesmo tom,  mas  na  mesma  harmonia.  E  quando  cantamos  e  dançamos  em  harmonia  uns/umas  com  os  outros/as  percebemos  que unidos/as somos mais fortes. Vamos todos/as cirandar? Fábio Tasso - educador do ciclo 5


DIVERSÃO Essa coluna foi pensada e organizada pelas crianças do ciclo 5  vespertino. Boa diversão!                              TINHA UMA ABELHA QUE SENTOU NUMA FLOR. POR QUE A ABELHA MORREU? DE CHOQUE, PORQUE A FLOR ERA ROSA CHOQUE.

O QUE É, O QUE É? CAI EM PÉ E CORRE DEITADO? UMA MINHOCA DE PARAQUEDAS

O QUE É. O QUE É? QUE RODA QUANDO A PESSOA GIRA? GIRA­GIRA

O QUE É. O QUE É?  QUANDO A GENTE FICA EM PÉ ELE FICA DEITADO,  QUANDO A GENTE FICA DEITADO  ELE FICA EM PÉ?   O PÉ

ERAM TRÊS CARINHAS: CALA  BOCA, RESPEITO E PUM. O PUM FOI PRESO, O RESPEITO  SUBIU NA ÁRVORE E O CALA­ BOCA FICOU EMBAIXO PARA  CATAR AS FRUTINHAS. DEPOIS  FICOU CANSADO, LARGOU A  CESTA DE FRUTAS E FOI TIRAR  O PUM DA CADEIA. NO CAMINHO  ENCONTROU O PADRE. O PADRE  PERGUNTOU:  ­ QUAL SEU NOME? ­ CALA­BOCA. ­ CADÊ O RESPEITO? ­ SUBIU NA ÁRVORE. ­ AONDE VOCÊ VAI?  ­ SOLTAR O PUMMMMMM!!!

ERAM 3 IRMÃOS: VOU CAGAR , TÔ  CAGANDO E JÁ CAGUEI. A MÃE  PEDIU PARA O VOU CAGAR COMPRAR  O PÃO. ELE FOI CAGAR E NÃO  VOLTOU MAIS. AÍ A MÃE MANDOU O  TÔ CAGANDO IR À PADARIA. ELE  FOI E NÃO VOLTOU. AÍ A MÃE  PEDIU PARA O JÁ CAGUEI IR  CHAMAR OS DOIS IRMÃOS, ELE  TAMBEM NÃO VOLTOU. 

A MÃE PREOCUPADA CHAMOU UM  TAXI, FOI À PADARIA , ABRIU A  JANELA E COMEÇOU A GRITAR:  ­ VOU CAGAR! ­ ESPERA ,MOÇA, A GENTE JÁ TÁ  CHEGANDO! ­ RESPONDEU O  TAXISTA. ­ TÔ CAGANDO! ­ CALMA MOÇA, TÁ  CHEGANDO! ­ JÁ CAGUEI! ­ AH, SUJOU O MEU BANCO!


Notas Associativas

Assembleia Em nossa última Assembleia Extraordinária, tivemos uma conversa sobre a atual situação financeira da VeA. Durante essa conversa, avaliou-se que o equilíbrio financeiro da Associação se dará, estruturalmente, com o ingresso de novos associados. Além disso, foi ressaltado que, sendo uma associação pró-educação, ações específicas para aumento da arrecadação devem priorizar esse objetivo primeiro da associação. A ideia de oferecer aula de musicalização para os/as pequenos/as já está a todo vapor e também foi criada uma comissão que cuidará dessas atividades extras que poderão ser oferecidas pela associação. Caso queiram compor essa Comissão entrem em contato com a Dianne Prestes, educadora do ciclo 3A vespertino. Nesta assembleia, também tratamos da recomposição da Diretoria, diante do desligamento de dois membros que haviam sido eleitos em maio último. A nova composição da Diretoria da Associação, conforme eleição pela assembleia, com mandato até 31 de maio de 2012, ficou assim: · Presidente: Dianne Prestes, educadora do ciclo 3A vespertino (dianneprestes@vivendoeaprendendo.org.br) · Vice-Presidente: Adriana Pereira, educadora do ciclo 3 matutino (adrianapereira@ vivendoeaprendendo.org.br) · Primeiro Secretário: Diego Viegas, pai do ciclo 1 matutino (diegov@ vivendoeaprendendo.org.br) · Segundo Secretário: Leandro Freitas Couto, pai do ciclo 2 e 3 matutino (leandro.couto@ vivendoeaprendendo.org.br) · Tesoureiro: Jorge Alexandre Carvalho, pai do ciclo 4 vespertino (jorgealexandre.carvalho@gmail.com) · Segundo tesoureiro: Mauro Siqueira, pai do ciclo 2 matutino (maurohsiqueira@gmail.com) Dois membros do Conselho também indicaram a intenção de deixar de compor a Instância. Com isso, a nova composição do Conselho é a seguinte: · Luana Lemos, educadora do ciclo 2 matutino (luana.lemos@ vivendoeaprendendo.org.br) · Camila Braga, educadora do ciclo 2 vespertino (camila.braga@ vivendoeaprendendo.org.br) - Yuri Barbosa, educador do ciclo 4 vespertino (yuribarbosa@vivendoeaprendendo.org.br) · Mariana Cruz, educadora do ciclo 4 matutino (mariana.cruz@ vivendoeaprendendo.org.br) · Sheylane Brandão, representante da coordenação pedagógica (sheylane.b@vivendoeaprendendo.org.br) · Maria Regina Saião, representante da coordenação pedagógica (regina@vivendoeaprendendo.org.br) · Paulo Morais, pai ciclo 3A vespertino (moraispaulo@yahoo.com) · Karin Araújo, mãe ciclo 2 vespertino (karinteixera@gmail.com) ·Mariana Castilho, mãe ciclo 3A vespertino (vcastilhobr@yahoo.com.br) · Jânio Alcântara, pai ciclo 3A vespertino (janio.jsa@gmail.com) · Carla , mãe ciclo 4 vespertino – suplente (dozzi@uol.com.br)


SOLTANDO A LÍNGUA Bernardo (ciclo 1 v.) - Sabia que eu tenho um Benjamin?

Educadora – e o que você faz com ele? - eu converso muito com ele. Ele é bom pequenininho

Na  roda  com  fotos  das  casas  dos  bichos  no  ciclo  1  mat,  Alê  Z.  (Educadora, ciclo 1 mat.) falou: Olha a casa da vaca! Ao que Gabi (Educadora, ciclo 1  mat.) completou:  ­ E vocês sabem como é o nome  da casa da vaca?    ­ A fazendária!, respondeu  Vladimir. 

Durante um lanche, a Giovanna (Ciclo 4 mat.) perguntou: - Mariana, você tem marido? - Não. - E filho? - Não. Nem filha, nem cachorro, nem gato. - Mariana... posso te perguntar uma coisa? - Sim. - Você tem... mãe? A Mariana (Educadora, Ciclo 4 mat.) foi levar a Maria Luiza A Mariana (Educadora, Ciclo 4 mat.) foi levar a Maria Luiza (Ciclo 3 mat.) para fazer xixi. Chegando ao banheiro, ela (Ciclo 3 mat.) para fazer xixi. Chegando ao banheiro, ela comentou: comentou: _ Sabia que os homens não têm perereca? _ Sabia que os homens não têm perereca? _ É mesmo? E como é que eles fazem sem perereca? _ É mesmo? E como é que eles fazem sem perereca? _ Não sei... mas eles têm que fazer xixi em pé. _ Não sei... mas eles têm que fazer xixi em pé. _ Hum...deve ser difícil, hein? _ Hum...deve ser difícil, hein? _ Acho que é, porque o meu pai tem até que botar a mão na _ Acho que é, porque o meu pai tem até que botar a mão na parede pra se segurar... parede pra se segurar...

O ciclo 1 mat. estava vendo o ninho do passarinho na árvore. Gabi (Educadora, ciclo 1 mat.) avisou: - Gente vamos nos afastar um pouco que o papai do passarinho quer chegar perto pra dar comida pra ele. Laura (ciclo1 m) logo perguntou: - E nessa árvore tem supermercado?

Nina (ciclo 1 mat) se Nina (ciclo 1 mat) se descrevendo: descrevendo: - Eu sou uma menina muito - Eu sou uma menina muito sorridente sorridente

Quando a turma do  ciclo 4 matutino  combinava de fazer um  faz­de­conta de  rock'n'roll, Cauã se  empolgou: ­ Bia, você pode tocar  microfone!


SOLTANDO A LÍNGUA Numa  roda  inicial,  as  crianças  se  apertavam para caber. Quando a Bia (Ciclo  4 mat.) se encostou na parede, ela falou: ­  Bem  que  a  parede  podia  dar  uma  bundadinha pra trás...

A Ana (Ciclo 4 mat.) estava lanchando e falou para a Maria (Ciclo 4. mat.): - Maria, sabia que as meninas podem fazer o que quiser? Aí, a Mariana (Educadora, Ciclo 4 mat.) perguntou: - É mesmo, Ana? E os meninos, também podem? - Hum...não. Nem sempre eles podem fazer tudo o que eles querem – respondeu Ana depois de refletir um pouco.

Yuri (ciclo 3B) – olha, eu fiz o Yuri musgo (ciclo 3B) – olha, eu fiz o verde verde musgo Lucca (C3B) – e eu fiz o verde Lucca (C3B) – e eu fiz o verde músculo músculo

Emanuel (3A) Me tiraram da barriga da minha mãe com uma faca

Educadora: Então você nasceu da barriga da sua mãe. E o

Durante o parque da manhã, brincavam Marcela, Laura, Diogo (c1 m.) e Mariana (educadora, c4 m.) com uma forma de peixinho. A Laura comentou: - Eu tenho um peixinho em casa! Ao que o Diogo completou - Na casa do Diogo tem peixinho... E, então, Mariana perguntou a Marcela: - E na sua casa, Marcela, tem algum bicho? - Tem... - Qual? - Formiga.

seu irmão?

Emanuel: Da barriga do meu pai, ué.

Enquanto fazia o bilhete de culinária, Joana (educadora do ciclo 2 vesp.) perguntou para as crianças: - O que vocês querem trazer para a salada de frutas? - Chocolate! Reponderam todos juntos. - Chocolate não é fruta, mas é feito com uma fruta: o cacau – afirmou Joana. - O cacau não é uma fruta, é batom! , disse Ana Clara. - Então de onde vem o chocolate? - Do feijão!, afirmou Pedro.

Durante uma roda de conversa na sala rosa sobre as cores preferidas, Cauã afirmou: - Minha cor preferida é preto e branco. Porque preto é a cor do metal. Ana contestou: - Mas metal é cinza, Cauã... E ele logo respondeu: - Não “esse” metal. Metal...tipo...normal...tipo Iron Maiden, tipo Led Zeppelin.

Ernesto (ciclo 3 mat) numa brincadeira com  Adriana  (educadora do ciclo 3 mat. que é negra) a  machucou: ­ Nossa te cortei até o ossos ... Ele parou, olhou mais de perto e disse:  ­ E ele é branco!


Pequenas Notas - Setembro 2011 - Vivendo e Aprendendo