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VIVACIDADE AGOSTO 2017

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Reportagem

so da CED: ismo local e os voluntários”

ventos que envolveram 41 modalidades e mais de 56 mil participantes. Ao Vivacidade, Sandra Almeida, vereadora do Desporto da bora seja necessário, pois não existe plano B. Contudo, notamos que todos os hotéis querem colaborar com a CED. Foi recentemente reinaugurado o Pavilhão Municipal de Fânzeres. O equipamento será um reforço para o segundo semestre de programação? Sabemos que nem todos os eventos se adequam ao Multiusos de Gondomar, daí terse investido numa reabilitação do Pavilhão Municipal de Fânzeres, que será um mini Multiusos. Posso garantir que o Pavilhão de Fânzeres vai entrar em cena já em setembro, ao serviço da CED. Temos apostado na requalificação faseada dos equipamentos desportivos. O de Pavilhão de Valbom também está pronto e o de Baguim do Monte está a ser intervencionado. Não podemos direcionar eventos só para o Multiusos. Não referiu o Complexo Desportivo do SC Rio Tinto. Como se encontra esse processo? muito. Não houve nada que não tivesse sido realizado por falta de trabalho. Que retorno teve, até ao momento, a CED para Gondomar? Um grande retorno. Começa pelo orgulho de sermos CED. Os gondomarenses, pela maneira como participam nos eventos, mostram-se orgulhosos com esse estatuto. É também visível que se começou a praticar mais desporto no concelho e ficaremos para a história como CED 2017. Não podemos esquecer que há aqui um trabalho de futuro, um projeto de sustentabilidade da CED, para que o desenvolvimento do desporto continue. E a nível financeiro? É difícil avaliar porque, normalmente, esse retorno financeiro verifica-se através do alojamento e das refeições. Já contactamos a Faculdade de Desporto da Universidade do Porto para realizar um estudo sobre o impacto da CED em Gondomar. Esse estudo vai incluir também uma análise do impacto financeiro. Para isso vamos ter a colaboração do comércio local, multibanco e alguns inquéritos feitos à população. Podia dizer-vos um número para ficar bonito, mas não tenho suporte técnico nem científico para destacar isso. O que mais nos custa fazer é contratualizar com hotéis que não são do Município, em-

O compromisso está assumido. Em termos de palavra dada, a Câmara Municipal já disse que irá terminar o Complexo Desportivo do SC Rio Tinto. Neste momento aguardamos o parecer positivo do Instituto Português do Desporto e Juventude. Estamos perante uma questão de prazos administrativos, mas não posso avançar com datas. Em suma, faz um balanço positivo da CED? Sem dúvida, é uma aposta ganha para Gondomar e para os gondomarenses. No que diz respeito ao segundo semestre, pode adiantar-nos novidades? A Volta a Portugal foi o grande evento do segundo semestre da CED e também já tivemos a Volta a Portugal de Cadetes, que terminou no Monte Crasto. Pela dimensão que tem, a 79ª edição da Volta é a prova de destaque para esta nova

fase da CED, sendo que o desporto para todos e o desporto ao ar livre são os nossos grandes compromissos para o segundo semestre de programação. Ambicionamos realizar algumas provas de rua, caminhadas, envolver e despertar a vontade das pessoas em realizar atividade física no exterior. É isso que está previsto até ao final do ano, contando com mais trails, caminhadas e corridas, que estão na moda e vieram para ficar. Os embaixadores têm estado envolvidos nas iniciativas? Fundamentalmente, temos pedido aos embaixadores para realizarem algumas entrevistas, workshops, visitas às casas da juventude e que participem nos eventos das modalidades que representam. São sempre testemunhos importantes que transmitem a vertente desportiva e a vertente humana e, por isso, temos insistido muito com eles para transmitirem as suas ideias e catapultar a atenção dos jovens. ■

Edição de agosto 2017  
Edição de agosto 2017  
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