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Roberto Barbosa: Prefeito desapropria metade de Quissamã www.viuonline.com.br

página 3

caderno b

O festival de demissões na Record, Rede TV! e Band

capa

Distribuição gratuita Edição semanal

Ano 02

N° 27

Online

Domingo 05 de janeiro de 2014

Pequenas empresas respondem por 95% das vendas em São Fidélis

PÁGINA 9

Violência migra para o interior

Roubos de carros e assaltos a transeuntes batem recorde em cidades como Macaé PÁGINA 6 e 7


02

Natal

Estado

JORNALVIU - www.viuonline.com.br | Domingo 05 de janeiro de 2014

Campos e São Gonçalo lideram índice de “gatos de energia” Concessionária Ampla registrou perda de energia de 19,87% em decorrência dos furtos A concessionária Ampla contabilizou, ao longo de 2013, 108 prisões e 482 registros de ocorrência decorrentes das operações de combate ao furto de energia. As operações foram realizadas em parceira com a Polícia Civil. No mês de novembro do ano passado, o índice de perda de energia da distribuidora ficou em 19,87%. São Gonçalo e Campos dos Goytacazes são os municípios que concentram os maiores índices de furto: 35,51% e 34,17%, respectivamente. Já o município de Niterói registrou em novembro um índice de 18,44%. O “gato de luz” é crime, com pena de um a oito anos de reclusão, e afeta diretamente a qualidade do serviço prestado pela distribuidora. As ligações irregulares podem causar curtos-circuitos e sobrecarga na rede elétrica, ocasionando interrupções no fornecimento de energia. Além das blitz de combate ao furto, a Ampla executa obras de blindagem da rede de distribuição, elevando a rede de baixa tensão para o nível da rede de alta tensão, dificultando assim um dos principais tipos de furto de energia, a ligação direta. A concessionária também investe na instalação de medidores eletrônicos como forma de combate ao furto, além de todo um trabalho de conscientização para o consumo eficiente de energia. Até 2020, a empresa pretende ter um milhão de clientes com medição eletrônica instalada.

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E-mail: contato@viuonline.com.br Comercial: comercial@viuonline.com.br P.R. BARBOSA MÍDIA E PUBLICIDADE LTDA-ME. CNPJ: 06.968.064/0001-67 Redação Diretor Executivo Roberto Barbosa São Fidélis-RJ Rua Maestro Acyr Barbosa, 53 – São José CEP: 28400-000 Telefax: (22) 2758-2005 Campos dos Goytacazes-RJ Avenida Senador José Carlos Pereira Pinto, 569 Bairro – Calabouço CEP: 28-031-101 São João da Barra-RJ AOD Machado Almeida, 35 – Nova São João da Barra CEP: 28.200-000 Representante Comercial MARINS PUBLICIDADE E MARKETING LTDA - ME (MATRIZ E FILIAIS) CNPJ: 08.169.669/0001-13 Circulação São Fidélis, Cambuci, Itaocara, Miracema, Natividade, Santo Antônio de Pádua, Aperibé, Varre-Sai, São José de Ubá, Cardoso Moreira, Italva, Itaperuna, Lage do Muriaé, Campos dos Goytacazes, São João da Barra, Quissamã, Conceição de Macabu, Carapebus, Macaé, Rio das Ostras


Geral

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Roberto Barbosa Quissamã é terra sem lei

O prefeito de Quissamã, no Norte Fluminense, Octávio Carneiro (PP) é um grande fazendeiro. Sua especialidade é a criação de gado de corte. Como a maior parte dos grandes proprietários de terras do país, ele tem verdadeira ojeriza ao movimento Sem-Terra ou qualquer outro grupo que defenda a espoliação de propriedade privada. Não gosta nem de ouvir falar na palavra desapropriação, quando o negócio se refere as suas posses, é claro. Já as terras do vizinho, ele quer mais é que caíam nos domínios das empresas que almejam grandes negócios no Estaleiro de Barra do Furado. É uma triste constatação! É também uma frustração para todos que acreditaram na palavra deste senhor de 80 anos, que triunfou nas urnas ano passado com a promessa de mudar os rumos da administração que estava sob o domínio do seu sobrinho Armando Carneiro (PSC). O máximo que conseguiu foi piorar. Em setembro deste ano, o prefeito se notabilizou ao reagir fazendo careta para um grupo de manifestantes. A careta oficial virou chacota na rede social, não apenas por destoar da liturgia do cargo, mas também por demonstrar o real desprezo deste chefe oligarca pela opinião pública. Na última terça-feira, dia 31, véspera de ano novo, seu Carneiro, o “Veio”, deu uma demonstração inequívoca de que segue religiosamente a doutrina “faça com os outros, mas não faça comigo”. Ele publicou um decreto declarando uma área de 50.000.000 (50 milhões) de metros quadrados para fins de desapropriação. É uma faixa que vai de São Miguel do Furado à Machado. Nesta faixa estão localizadas as propriedades produtivas do município. O decreto, por motivos óbvios, não alcança a fazenda do prefeito Carneiro. O ato, segundo a publicação, foi motivado para construção de um Aeródromo.

Uma classe inculta e perdulária

O decreto é também uma demonstração da megalomania reinante. Com pouco mais de 20 mil moradores, a cidade terá um aeródromo (que lindo!), caso este seja realmente o propósito desta desapropriação tresloucada. O brinquedinho terá uma área infinitamente maior do que a do aeroporto do Galeão, na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro. Seria o delírio comum de um governo inculto que não perde a mania de grandeza, caso não houvesse interesses inconfessáveis norteando esse tipo de decisão. Este brinquedinho alguém, certamente, vai chamar de seu. Só que ninguém vai ousar falar do custo social e econômico, porque metade do território do município vai para o sacrifício. É uma iniciativa difícil de explicar para uma população atônita. Não há fórmula de enganar a boa fé nessas circunstâncias, até por se tratar de um governo desmoralizado e imerso em suspeitas de corrupção. Tudo que o prefeito tente falar para justificar a espoliação vai repercutir como mentira. Os produtores rurais atingidos pela medida, a partir de agora, ficam impedidos de vender qualquer faixa de terra. Continuam com a posse até que o município decida tomar conta de tudo e provavelmente entregar aos investidores. Como explicar aos produtores que não são mais donos da terra? Numa situação de assalto a mão armada é mais fácil: o salteador apenas grita: “perdeu!”. Numa situação em que vigora o Estado de Direito, a coisa não é tão simples. O poder público é sempre instado a explicar, mesmo que seja avesso à transparência.

COLUNA

03

Onde está a Procuradoria?

Não estamos falando da União Soviética nos primórdios da revolução comunista, assim como não estamos, em tese, sob nenhuma ditadura em que o governo tem poderes supremos. O tema é Quissamã, uma pequena cidade brasileira onde o prefeito Octávio Carneiro praticamente encampou a maior parte das propriedades privadas. É uma ferida que não cicatriza. O decreto é muito mais do que um ato oficial. É a declaração de que o prefeito é muito pior do que muitos imaginam e precisa ser contido por meios legais o quanto antes. Uma pergunta que não quer calar: este município tem Procuradoria-Geral? Como é que advogados permitem uma barbaridade desta? Só que isso não vai passar em branco. O ato será objeto de Ações Populares. O caso está sendo analisado pelo advogado Antônio Maurício Costa, o mesmo que já conseguiu a deposição da prefeita Lídia Mercedes, em Conceição de Macabu. Os proponentes, entre outras coisas, irão pedir o imediato bloqueio dos bens de todos os responsáveis por esta aberração, principalmente de Octávio Carneiro, que a partir de hoje carimbou o passaporte para deixar a política pela porta dos fundos. Entra para história como um autêntico entreguista.

O ciclo se esgota

Nesta faixa de 50 milhões de metros quadrados que a iniciativa privada espera de braços abertos está situada a propriedade do senhor Homero. Ele é o maior produtor de leite do Estado do Rio. Sua produção abastece a Cooperativa de Macuco, que funciona na Zona Especial de Negócios de Quissamã. Se este senhor deixa de produzir, a cooperativa simplesmente fecha as portas. Em 12 meses de governo, Octávio Carneiro vai conseguindo fomentar na cidade o movimento “Carneiro Nunca Mais!” Ele vai se despedir do cenário político como o coveiro de um ciclo familiar que comanda este pedaço de terra há 200 anos. Será o fim melancólico de mais um político que promete com certeza para falhar com segurança.


Caderno

B

Domingo 05 de janeiro de 2014 JORNALVIU - www.viuonline.com.br

A

Por Gilvan Marques maior parte das TVs brasileiras decidiu apertar os cintos, reduzir gastos e demitir funcionários em 2013. Só a Record registrou pelo menos 400 cortes em São Paulo e outros 700 no Rio de Janeiro. A Band eliminou 300 vagas e a Cultura, 200. Juntas, as três emissoras demitiram mais de 1.500 profissionais, segundo estimativas dos sindicatos de radialistas e jornalistas. O número equivale aos funcionários de toda uma rede pequena, como a Cultura e a Rede TV!. A Globo não teve cortes em massa, mas optou por uma política mais dura, reduzindo as contratações de novos artistas e limitando vínculos a três anos. A desaceleração da economia foi apontada como a principal vilã para tanta demissão. No RecNov, complexo de estúdios da Record, a situação chegou a ser dramática. Funcionários foram demitidos no meio das gravações da novela Dona Xepa e da minissérie José do Egito. Após estudo realizado por uma consultoria, a Record optou por firmar parcerias com produtoras independentes e a trabalhar no sistema de coprodução. Com isso, calcula-se que pelo menos 700 funcionários tenham perdido o emprego no RecNov. Em São Paulo, a emissora cogitou até terceirizar suas produções, mas desistiu. O corte mais ruidoso foi o do apresentador Gugu Liberato. A emissora não conseguiu sustentar sua maior contratação em todos os tempos, a um salário de mais de R$ 3,5 milhões mensais, e teve de dispensá-lo na metade do contrato. Até o helicóptero símbolo de sua cobertura jornalística, o Águia Dourada, foi usado para pagar a multa. “A Record cresceu desordenadamente. Como o dinheiro sempre sobrou, a sua direção nunca soube muito bem o que fazer com ele. E quando fez, fez errado. Construíram trocentos estúdios de novelas no Rio a um custo extraordinário, e o aproveitamento daquilo é quase nenhum”, avalia o colunista do UOL Flávio RIcco. “A sua programação nunca teve uma linha definida. Quando chegou a hora do ‘vamos ver’, a hora de botar ordem na casa, o enxugamento começou pela folha de pagamento, daí as dispensas ocorridas ao longo de quase um ano”, completa o jornalista. O aperto nas contas de 2013, no entanto, não intimidou as emissoras a fazerem gastos estravagantes. A Band, por exemplo, adquiriu um helicóptero para o jornalismo e levou uma comitiva de 14 executivos para uma feira de TV em Cannes, na França, causando revolta entre funcionários. Procuradas, Band, Record e TV Cultura não comentaram o assunto. *Leia mais notícias da TV em noticiasdatv.uol.com.br

Gugu Liberato, contratação mais cara da Record em 2013, foi um dos profissionais demitidos pela emissora do bispo Edir Macedo

Record, Band e TV Cultura demitiram mais de 1.500 funcionários em 2013


ARTIGO

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Caderno B

05

ARTIGO

Fraternidade e tráfico humano *por Ricardo Gomes A Campanha da Fraternidade (CF) tem como tema: Fraternidade e Tráfico Humano. É inegável que, para a maioria das paróquias deste país, o tema é difícil de tratar. O tema da CF de 2014 aborda o direito à vida, literalmente, além de implicar o crime e ter uma abrangência que pode ser tanto nacional que internacional; mas se refere a fatos e pessoas que vivem na rua de uma comunidade, de uma paróquia e de uma diocese deste país. O Ministério Público fala de quase três mil pessoas vítimas de tráfico humano no Brasil nos últimos 3 anos. Nesta estatística constam casos de tráfico destinado ao trabalho escravo em fazendas, por exemplo, assim como diferentes situações de adultos, adolescentes e até crianças, homens e mulheres, traficados por engano ou pela força para as mais variadas atividades que vão desde o trabalho doméstico até serviços em diferentes setores da produção ou trabalhos no mundo do sexo. Mas como uma ‘simples’ paróquia pode responder a desafios tão grandes? O que o tráfico tem a ver com a vida cristã de ‘simples’ cristãos, na cotidianidade de uma comunidade local? A que metas pode se propor uma paróquia, que nunca se confrontou diretamente com casos de tráfico de pessoas, para viver em seu contexto local a CF de 2014? Como interpretar o lema da CF de 2014 – “É para a liberdade que Cristo nos libertou”, se a comunidade local não conhece diretamente casos de pessoas que perderam a liberdade pelas amarras do crime de traficantes e exploradores? Uma reflexão pastoral sobre o tráfico de pessoas interpela a comunidade cristã a abraçar com a caridade pastoral, ao menos, três grupos diferentes de pessoas que podem ser envolvidas no tema, cada uma na especificidade de sua situação e de suas necessidades, humanas e espirituais, socioeconômicas e jurídicas: 1) As eventuais vítimas, para a reconstrução de suas trajetórias de vida; 2) As potenciais vítimas, para que a pobreza, as vulnerabilidades familiares, socioculturais e econômicas não favoreçam a entrada no labirinto do tráfico de pessoas;

3) Os criminosos, que aproveitam de situações de vulnerabilidade para recrutar meninas e meninos e também adultos para explorar, longe de suas comunidades de origem, para fins de lucro. Paradoxalmente, também sobre aos exploradores é necessário que as paróquias se interroguem, pois muitas vezes, quem alicia para o tráfico não está longe das famílias das pessoas que são capturadas para serem traficadas. Precisamos fazer o esforço de superar a ingenuidade de pensar que os criminosos estão longe da comunidade. No caso do tráfico de pessoas, muitas vezes, o gancho para recrutar vítimas é a relação

de amizade, de parentesco ou se esconde atrás da fala que parece oferecer um apoio inofensivo. Não existem receitas para indicar como atuar em cada situação, o que é certo é que o Espírito não abandona as comunidades que querem viver com fidelidade o Evangelho no mundo contemporâneo, nem cessa de assisti-las com sua sabedoria e força. *Ricardo Gomes é pesquisador de Cultura Popular e atualmente vive na cidade de Aperibé, no Noroeste Fluminense, atuando no movimento católico na paróquia de São Sebastião.


06

POLÍCIA

Macaé

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Em dez anos, homicídios crescem 52

Macaé registra aumento no roubo de veículos e assaltos a tra A taxa de homicídios pequenas cidades (com até 100 mil habitantes) cresceu 52,2% entre os anos 2000 e 2010, no país. Ao mesmo tempo, nas cidades grandes (com mais de 500 mil habitantes), houve uma queda de 26,9%. Os dados fazem parte da pesquisa divulgada do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgada no portal VIU ONLINE. Nas cidades médias (com população entre 100 mil e 500 mil), a taxa cresceu 7,6%. Segundo o coordenador da pesquisa, Daniel Cerqueira, o crescimento econômico das cidades menores pode ter atraído atividades ilegais e, consequentemente, a violência. No Estado do Rio de Janeiro, outro fator, além do crescimento econômico das pequenas cidades do interior, fomentou a interiorização da criminalidade: a implantação de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) em regiões que anteriormente eram dominadas pelo tráfico de drogas na região metropolitana. Macaé é um exemplo deste fenômeno. Base das operações offshore, a cidade assiste a uma escalada assustadora de assaltos aos transeuntes e roubos de veículos. Segundo dados obtidos com exclusividade pela reportagem de jornal VIU! junto a uma fonte da secretaria de segurança (leia infográfico) , só no mês de outubro foram registrados 45 roubos de carros na cidade e 55 assaltos a transeuntes. No mês de agosto foram 12 homicídios. “A relação entre renda e crime vai em direção contrária. Por um lado, quando a renda e a atividade econômica aumentam numa região, você teria um incentivo a diminuir o crime, porque o indivíduo tem mais condições de se virar no mercado de trabalho legal. Mas, por outro lado, quando a renda aumenta em determinada localidade, isso aumenta o valor dos mercados ilícitos, como o tráfico de drogas, extração de madeira etc. A gente percebeu claramente que houve uma interiorização do crime no Brasil”, destaca Cerqueira. Apesar disso, os municípios grandes ainda tinham uma taxa de homicídios de 35,3 por 100 mil em 2010, quase duas vezes maior do que nas cidades pequenas (18,6 por 100 mil). Nas cidades médias, a taxa de homicídios era 34%. Quissamã é outro exemplo de criminalidade crescente. Com pouco mais de 20 mil habitantes, em 2013, num único mês, a cidade registrou nove homicídios. O município também se transformou numa base importante do tráfico de drogas.


Macaé

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POLÍCIA

07

2,2% nas pequenas cidades, diz Ipea

anseuntes, já Quissamã virou uma base do tráfico de drogas

Criminalidade em Macaé Janeiro

fevereiro

Março

Abril

Assaltos a transeuntes -45

Assaltos a Transeuntes - 60

Assaltos a transeuntes - 55

Assaltos a transeuntes - 38

Assaltos a comércio -08

Assaltos a comércio - 12

Assalto a comércio - 11

Assaltos a comércio - 13

Assaltos à residência -01

Assaltos a residência - 01

Assaltos em residência - 03

Assaltos à residência - 01

Assaltos a ônibus -14

Assaltos a ônibus - 07

Assaltos a ônibus - 03

Assaltos a ônibus - 06

Roubo de veículos - 35

Roubo de veículos - 34

Roubo de veículos - 31

Roubo de veículos - 18

Armas apreendidas – 04

Armas apreendidas – 02

Armas apreendidas – 04

Armas apreendidas – 3

Homicídios – 06

Homicídios – 02

Homicídios -07

Homicídios - 4

Maio

Junho

Julho

Agosto

Assaltos a transeuntes - 72

Assaltos a transeuntes - 45

Assaltos a transeuntes - 49

Assaltos a transeuntes - 58

Assaltos ao comércio - 08

Assaltos ao comércio - 08

Assaltos ao comércio - 08

Assaltos ao comércio - 07

Assaltos à residência - 03

Assaltos em residências - 03

Assalto à residência - 1

Assaltos a residência - 03

Assaltos à ônibus - 03

Assaltos em ônibus - 02

Assaltos a ônibus - 0

Assalto a ônibus - 01

Roubo de veículos - 44

Roubo de veículos - 40

Roubo de veículos - 47

Roubo de veículos - 37

Armas apreendidas – 2

Armas apreendidas – 6

Armas apreendidas – 13

Armas apreendidas – 02

Homicídio - 1

Homicídios - 06

Homicídio - 01

Homicídios - 12

Setembro

Outubro

Novembro

Assaltos a transeuntes - 62

Assaltos a transeuntes - 55

Assaltos a transeuntes - 29

Assaltos ao comércio - 12

Assaltos ao comércio - 09

Assaltos ao comércio - 05

Assaltos à residência - 03

Assaltos à residência - 0

Assaltos à residência - 04

Assaltos a ônibus - 03

Assaltos à ônibus - 01

Assaltos a ônibus - 04

Roubo de veículos -45

Veículos Roubados - 45

Roubo de veículos - 50

Armas apreendidas – 06

Armas apreendidas – 11

Armas apreendidas – 4

Homicídios - 06

Homicídios - 06

Homicídio - 01


08

Coluna Lazer

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VocêVIU? por

Miguel Araújo

A febre do Facebook

O Facebook está com um novo aplicativo maravilhoso. Para quem tem celular com Android, é possível transformar fotos normais ou sem vida, em grandes caricaturas. Experimente o aplicativo e divirta-se. Veja as transformações e tire suas conclusões.

Aprendizes Fidelenses

São Fidelis, no Norte fluminense, agora tem programa de jovem aprendiz. Cerca de 50 jovens foram beneficiados pelo programa. A turma da manhã realizou uma grande festa de fim de ano, iniciar 2014 com o pé direito. O destaque da confraternização foi a galera da nuvem negra, que são superdescolados e animados.

Ano novo

A coluna deseja a todos um ano de 2014 repleto de coisas boas e gratificantes.

Então é 2014

Nesse ensaio fotográfico clicado pelo fotografo Ramon Cardoso, a modelo Natalia Assis veste os looks de fim de ano, essa linda menina, foi a vencedora do concurso Garota CESF em são Fidelis. Confira as fotos e inspire-se seu look para arrasar no Ano Novo.


São Fidélis

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Sebrae

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Pequenas empresas dominam economia de São Fidélis Nova legislação permite maior inserção do segmento na disputa de licitações públicas Levantamento do Sebrae mostra a cidade de São Fidélis como um ambiente saudável para negócios entre micro, pequenas empresas e o setor público. Este segmento da economia, segundo o setor de licitações do município, já responde por 95% dos fornecedores nas compras realizadas pela prefeitura. Os dados foram apresentados pela chefe do setor, Priscilla Feres Santarém, em recente encontro realizado pelo Sebrae na cidade. A maior inserção dos micro e pequenos empresários na relação de fornecedores só é possível graças à nova Lei Geral da Micro e Pequena Empresa. Entre os 92 municípios fluminenses, apenas 36, entre eles São Fidélis, já implantaram a nova legislação. Essas cidades que conseguiram avançar promoveram uma desburocratização para turbinar o empreendedorismo local. Mas, um levantamento realizado pelo Sebrae durante seis meses aponta alguns caminhos que essas cidades ainda precisam percorrer. No caso de São Fidélis, por exemplo, a falta de um espaço único para atender os empreendedores. “A sala do empreendedor seria um local onde todos os órgãos responsáveis pela abertura de uma empresa como a Secretaria Municipal de fazenda, Corpo de Bombeiros, SEBRAE estariam presentes em determinado dia e horário para atender a qualquer pessoa que desejasse montar uma empresa, seja micro ou grande empresa”, explica a consultora do Sebrae, Adriana Barreto. A Lei Geral da Micro e Pequena Empresa é o novo Estatuto Nacional das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte. Ela foi instituída pela Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006 para estabelecer normas para permitir um tratamento ao setor.

Encontro do Sebrae em São Fidélis: micro e pequenas empresas abocanham uma fatia de 95% das vendas para a Prefeitura

Benefícios previstos na nova lei a) Regime unificado de apuração e recolhimento dos impostos e contribuições da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, inclusive com simplificação das obrigações fiscais acessórias; b) Desoneração tributária das receitas de exportação e substituição tributária; c) Dispensa do cumprimento de certas obrigações trabalhistas e previdenciárias; d) Simplificação do processo de abertura, alteração e encerramento das MPE; e) Facilitação do acesso ao crédito e ao mercado;

f) Preferência nas compras públicas; g) Estímulo à inovação tecnológica; h) Incentivo ao associativismo na formação de consórcios para fomentação de negócios; i) Incentivo à formação de consórcios para acesso a serviços de segurança e medicina do trabalho; j) Regulamentação da figura do pequeno empresário, criando condições para sua formalização; l) Parcelamento de dívidas tributárias para adesão ao Simples Nacional.


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Caderno b Gospel

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NFGOSPEL Entidade tem 21 homens tentando se libertar das drogas, mas enfrenta dificuldades financeiras Fundada há cerca de 20 anos, a Associação Vidamor, em Brejo Grande, Campos (RJ), atende a homens que tentam se recuperar do vício das drogas e do álcool. A tarefa não é das mais fáceis, não apenas pelo problema social, mas também devido aos minguados recursos financeiros. Para conseguir manter os 21 internos, a ajuda das igrejas evangélicas é fundamental, por mês chegam principalmente alimentos doados por crentes das mais diversas denominações. A proximidade com as igrejas se deve ao fato da instituição ser dirigida por evangélica. De acordo com o monitor, Luciano Clemente, 34 anos, de tudo o que é arrecadado pela Vidamor, 80% são alimentos, os 20% restantes é financeiro, ou seja, o menor pedaço do bolo. Boa parte dos gastos com a energia elétrica é pago por uma igreja. A instituição também necessita de profissionais como psicólogos, psiquiatras, assistentes sociais e quem mais queira ajudar. “Quando um interno da Casa enfrenta uma crise de abstinência, temos que encaminhá-lo a um hospital mais próximo. Não tem outro jeito, é o que nos resta”, contou. Do total de internos, 80% procuram um tratamento contra as drogas – maconha, cocaína e principalmente o crack -, os outros 20% buscam se libertar do álcool. Mesmo com tantos problemas, a direção comemora resultados positivos, pelo menos 20% dos internos saem de lá recuperados. “Alcoólatras são os mais difíceis de recuperar. São os viciados em drogas lícitas”, observa Clemente. “Hoje o crack domina, antes era a cocaína”, emendou ele. E o monitor fala por experiência própria. Clemente conta já ter sido viciado quando morou no Rio de Janeiro e chegou a ser um dos internos na Vidamor, isso há seis anos. “Recuperei-me aqui dentro”, diz. Livre das drogas, ele resolveu colaborar com a instituição, e atualmente faz parte do grupo de voluntários que trabalham para recuperar quem corre atrás de uma nova vida. ‘Não basta só estar aqui dentro, querer se livrar é fundamental’, destacou. Para ajudar na cura, membros de igrejas evangélicas visitam semanalmente a Vidamor, é a parte espiritual do tratamento. Os crentes levam uma Palavra de conforto, oram, leem a Bíblia, pregam, cantam louvores e ouvem o que os internos têm a falar. “A presença dos irmãos é importantíssima’, frisa o monitor. Fundamental, pois quem lá está, permanece no regime fechado por nove meses, só a partir dai passa a ir a casa nos fins de semana. Porém, nesse período a família pode visitá-los. Mas Clemente lembra: “Nada é obrigatório. Ninguém é obrigado a ficar. Aqui ninguém obriga ninguém a nada. O paciente é quem tem que querer”.

Sede da Associação Vidamor, em Brejo Grande, na cidade de Campos dos Goytacazes

Vidamor pede ajuda para manter atendimento a dependentes químicos


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caderno b Lazer

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Piscina, Área de Lazer, Suites, Restaurante, Estacionamento Praticidade e melhor comodidade diante das melhores praias de Rio das Ostras, Região dos Lagos e Macaé Hospedagem para empresas e turistas Quando olhamos pelo retrovisor e vemos os bons resultado do nosso trabalho e investimento, temos a certeza que logo a frente um futuro ainda melhor nos espera. Empresa Brasil ônibus novos, confortáveis e com ar condicionado para você viajar com prazer e segurança. Atendemos no telefone (22)2758-2442

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JORNAL VIU