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EDIÇÃO 80 | R$ 14,95

Fotografia nota10 Uma coleção de equipamentos, programas, serviços e dicas para que suas fotos saiam do lugar-comum

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Câmeras 19 câmeras e 6 fones com câmera que garantem bons cliques

Programas Não faltam opções para edição e retoques no PC e na web

Revelação Testamos 4 serviços para quem não quer sair de casa

Truques Explore a técnica de HDR, faça boas imagens de ação e capriche no registro da natureza

CURSOS | COMPARTILHAMENTO | ÁLBUNS capa_Dicas80_FIM.indd 3

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conteúdo

FOTOGRAFIA COMPARTILHAMENTO

61 64

Vença a timidez Aprenda sem sair de casa

DICAS

66 68 70 EQUIPAMENTOS

06 30 34

Capriche nas imagens Com vocação de fotógrafo Suas melhores lembranças

54

Reconhecimento de faces

71 75

IMPRESSÃO

77

57 59

81

Encomendas pela web Vai de pôster ou 10 x 15

Os contrastes do HDR Fotos noturnas para brilhar Delete o que não interessa Não erre nos cliques O mundo em movimento O Photo Story faz a exibição Trabalho em larga escala

PROGRAMAS

36 39 45 50

As mágicas do Photoshop Sem a ajuda da Adobe Dispense a instalação Com um toque especial

GERENCIAMENTO

52

Com as fotos em ordem

D I C AS I NFO I

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recado da redação

FAÇA MILHARES DE CLIQUES Q

uem não tem uma câmera fotográfica digital? É mais fácil fazer a pergunta ao contrário do que imaginar que existam pessoas hoje que não contam com nenhum recurso para fazer um retrato, capturar uma paisagem bonita ou registrar uma cena inusitada quando está caminhando na rua da sua cidade. Segundo a Camera and Imaging Product Association (CIPA), foram vendidas 105 milhões de câmeras fotográficas no mundo em 2009. E esse foi um ano ruim para a indústria. Se imaginarmos que a maioria das pessoas fotografa mesmo é com a câmera que integra o celular ou o smartphone dá para ter uma boa noção de como a fotografia passou a integrar de uma vez por todas a vida moderna. Mas ter câmera digital e fotografar à vontade não significa clicar bem nem explorar tudo de bom que cerca a fotografia atualmanete. E é por essa razão que fizemos essa edição de Dicas INFO totalmente dedicada ao tema. Ela traz informações tanto para quem vai comprar um equipamento novo de olho nas próxima viagem de férias — ou tem planos de adquirir um celular com uma câmera mais incrementada — quanto para quem está satisfeitíssimo com o hardware que tem, mas está interessado em fotografar mais, melhor e de forma mais divertida. MARIA ISABEL MOREIRA EDITORA DA DICAS INFO

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I DI C AS I N FO

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DICAS INFO Uma publicação mensal da Editora Abril Para contatar a redação: contateinfo@abril.com.br Para assinar a Dicas INFO: (11) 3347-2121 — Grande São Paulo 0800-701-2828 — Demais localidades abril.assinaturas@abril.com.br

NOTAS 10,0

IMPECÁVEL

9,0 a 9,9

ÓTIMO

8,0 a 8,9

MUITO BOM

7,0 a 7,9

BOM

6,0 a 6,9

MÉDIO

5,0 a 5,9

REGULAR

4,0 a 4,9

FRACO

3,0 a 3,9

MUITO FRACO

2,0 a 2,9

RUIM

1,0 a 1,9

BOMBA

0,0 a 0,9

LIXO

Veja os critérios de avaliação da INFO em detalhes na web em www.info.abril.com.br/ sobre/infolab.shl. A lista das lojas onde os produtos testados podem ser encontrados está em www.info.abril.com.br/ arquivo/onde.shl.

© FOTO MARCELO KURA

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VICTOR CIVITA (1907-1990) Editor: Roberto Civita Presidente Executivo: Jairo Mendes Leal Conselho Editorial: Roberto Civita (Presidente), Thomaz Souto Corrêa (Vice-Presidente), Giancarlo Civita, Jairo Mendes Leal, José Roberto Guzzo Diretor de Assinaturas: Fernando Costa Diretora de Mídia Digital: Fabiana Zanni Diretor de Planejamento e Controle: Auro Luís de Iasi Diretora-Geral de Publicidade: Thais Chede Soares Diretor-Geral de Publicidade Adjunto: Rogerio Gabriel Comprido Diretor de RH e Administração: Fábio d’Ávila Carvalho Diretor de Serviços Editoriais: Alfredo Ogawa Fundador:

Diretor Superintendente:

Alexandre Caldini

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Distribuidora Nacional de Publicações, São Paulo

IMPRESSA NA DIVISÃO GRÁFICA DA EDITORA ABRIL S.A.

Av. Otaviano Alves de Lima, 4400, Freguesia do Ó, CEP 02909-900, São Paulo, SP

Presidente do Conselho de Administração: Roberto Civita Presidente Executivo: Giancarlo Civita Vice-Presidentes: Arnaldo Tibyriçá, Douglas Duran, Marcio Ogliara, Sidnei Basile, Victor Civita www.abril.com.br

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câmeras I testes

CAPRICHE NAS IMAGENS

compactas página

8

Escolha a câmera certa para produzir fotografias com a rapidez, a praticidade e a qualidade que você deseja

E

m 2009, foram compradas aproximadamente 105 milhões de câmeras fotográficas digitais em todo o mundo. É um número alto, mas 11,6% abaixo dos 119 milhões vendidas em 2008, segundo dados da Camera and Imaging Product Association (CIPA). Segundo a entidade, o crescimento deve ser retomado neste ano. Somente nos primeiros cinco meses de 2010, 45,5 milhões de equipamentos tinham passado de um lado para o outro do balcão — em 2009, as vendas no período totalizaram aproximadamente 34 milhões. Com preços mais em conta,

oferta mais ampla e a facilidade de transporte e uso, as câmeras compactas lideram as vendas. A boa notícia é que a maioria dessas câmeras vem incorporando recursos que antes eram encontrados apenas em poucos modelos, como lente grande-angular, redutor de vibração e reconhecimento de face. As câmeras superzoom também vêm incorporando novas características e caem no gosto de muitos fotógrafos. Confira a seguir os testes com câmaras dessas duas categorias, além de um modelo DSLR e outro da categoria Micro Four Thirds e uma solução nova da Samsung.

superzoom página

18

micro four thirds página

28 reflex página

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I DI C AS S INFO IN FO

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© FOTOS MARCELO KURA

DIC A S INFO I

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câmeras I testes

CAPRICHE NAS IMAGENS

compactas página

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Escolha a câmera certa para produzir fotografias com a rapidez, a praticidade e a qualidade que você deseja

E

m 2009, foram compradas aproximadamente 105 milhões de câmeras fotográficas digitais em todo o mundo. É um número alto, mas 11,6% abaixo dos 119 milhões vendidas em 2008, segundo dados da Camera and Imaging Product Association (CIPA). Segundo a entidade, o crescimento deve ser retomado neste ano. Somente nos primeiros cinco meses de 2010, 45,5 milhões de equipamentos tinham passado de um lado para o outro do balcão — em 2009, as vendas no período totalizaram aproximadamente 34 milhões. Com preços mais em conta,

oferta mais ampla e a facilidade de transporte e uso, as câmeras compactas lideram as vendas. A boa notícia é que a maioria dessas câmeras vem incorporando recursos que antes eram encontrados apenas em poucos modelos, como lente grande-angular, redutor de vibração e reconhecimento de face. As câmeras superzoom também vêm incorporando novas características e caem no gosto de muitos fotógrafos. Confira a seguir os testes com câmaras dessas duas categorias, além de um modelo DSLR e outro da categoria Micro Four Thirds e uma solução nova da Samsung.

superzoom página

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micro four thirds página

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© FOTOS MARCELO KURA

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câmeras I compactas

FOTO PROJETADA NA PAREDE

VAI BEM DENTRO DO BOLSO

Graças a um miniprojetor embutido, a Coolpix S1000pj transforma-se num cineminha pessoal, mandando fotos e vídeos para a parede

Slice é a câmera de 14 megapixels despojada da Kodak POR YURI GONZAGA

POR LEONARDO MARTINS E RENAN FRIZZO

E

legante e enxuta, a Slice R502, da Kodak, marca pontos com quem aprecia o apuro visual. O equipamento de 14 megapixels tem toda a parte de trás preenchida pelo LCD de 3,5 polegadas sensível ao toque, poucos botões e a lente de zoom óptico de 5 vezes não se projeta para fora de seu corpo. Com 10,4 por 6,0 por 1,7 centímetros e 156 gramas, pode ser acomodada tranquilamente em qualquer bolso. O acabamento em preto fosco com detalhes brilhantes não faz feio quando a câmera é convocada para trabalhar. Todos os ajustes são feitos por meio do grande visor de cristal líquido. Acima da câmera, os únicos três botões (modo de visualização, disparador e liga/desliga) dividem espaço com a alavanca de zoom e são minimalistas. A resposta ao toque não é rápida, apesar dos menus serem intuitivos e em português. Mas o problema maior da Slice está na qualidade das imagens. Com 14 megapixels, o equipamento teria tudo para garantir impressões realmente enormes sem perda de qualidade. O balanço de branco automático, no entanto, não é muito eficiente e a aberração cromática fica evidenciada durante as ampliações. Em ambientes iluminados, a câmera produziu boas imagens. Já em lugares com pouca luz, o desempenho não foi dos melhores. Na sensibilidade de ISO 200 já foi possível perceber granulações. Com ISO 800, o

A fenômeno atingiu um patamar bem crítico. Com alcance de apenas 2,6 metros, o flash também não ajuda. Um ponto positivo da Slice são os recursos de vídeo. Filmando em 720p a 30 quadros por segundo, os arquivos H.264 gerados têm pixels suficientes para uma boa visualização em TVs Full HD — pena que a câmera não tenha saída de vídeo. Outro detalhe bacana é que o zoom óptico pode ser ativado ao longa da filmagem. A câmera da Kodak possui recurso de reconhecimento de rostos. Assim que pintam faces no quadro, elas são identificadas e o fotômetro automático busca otimizar a exposição conforme a luz que incide sobre as pessoas. O alcance teleobjetivo é relativamente bom. Como a distância focal de 35 a 175mm, ela chega mais perto do que as câmeras com zoom de 5 vezes costumam chegar. Isso pode ser encarado como uma virtude ou um defeito: com menor ângulo de visão, você terá de dar uns passos a mais para trás ao tirar aquelas fotos de grupo.

14 MP ZOOM ÓPTICO DE 5X LCD DE 3,5” 10,4 X 6,0 X 1,7 CM (L X A X P) 156 G 1 299 REAIS

AVALIAÇÃO TÉCNICA

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I DI C AS IN FO

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7,3

CUSTO/BENEFÍCIO

primeira câmera digital com projetor a passar pelo INFOLAB mostrou-se prática na hora de mostrar aos amigos aquelas fotos das férias. Basta apertar um botão para iniciar uma apresentação com fotos e vídeos usando a Coolpix S1000pj, da Nikon. Fora essa qualidade, o equipamento apresenta boa qualidade nos cliques, traz estabilizador óptico e sensor de 12 megapixels. Quando o assunto é exibição, o projetor dessa Coolpix cria boas imagens no padrão VGA (480p), com qualidade similar à de outros projetores de bolso. Mas o LED que fornece luz para a projeção tem apenas 10 lumens. Numa sala escura, pode ficar a 3 metros da parede, produzindo um quadro de 1 metro de largura. Já com alguma luz no ambiente é preciso aproximar a câmera. Nessa situação, a imagem reduz-se ao tamanho de uma folha A4. O pequeno controle que acompanha a Coolpix S1000pj é prático nas apresentações e também serve para disparar a câmera de longe, garantindo bons autorretratos. Um botão deslizante regula o foco da lente de projeção, mas é necessário paciência para achar o ponto certo. A lente não possui tampa de proteção. 12,1 MP

6,9

ZOOM 28-140 MM (EQ.)

AVALIAÇÃO TÉCNICA

© FOTOS MARCELO KURA

7,5

LCD DE 2,7”

CUSTO/BENEFÍCIO

FILMAGEM VGA

F/3,9-5,8

Com resolução de 12,1 megapixels e LCD de 2,7 polegadas, a câmera traz uma lente Nikkor que trabalha com ISO de 80 a 6 400. Sua abertura fica entre f/3,9 e f/5,8 e a distância focal é de 28 a 140 mm. O zoom óptico é de até 5 vezes. Além disso, a Coolpix S100pj possui 36 MB de memória interna e aceita cartões SD ou SDHC. Na hora dos testes, as fotos dessa Nikon apresentaram qualidade satisfatória em ambientes bem iluminados. Em imagens feitas com ISO acima de 400, a granulação ficou bastante perceptível. Além disso, foi possível notar um pouco de distorção geométrica. O flash também não é dos melhores e chega no máximo a 3,5 metros.

PROJETOR DE 10 LUMENS

10 X 6,3 X 2,4 CM 173 G 2 732 REAIS

6,2 DIC A S INFO I

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câmeras I compactas

FOTO PROJETADA NA PAREDE

VAI BEM DENTRO DO BOLSO

Graças a um miniprojetor embutido, a Coolpix S1000pj transforma-se num cineminha pessoal, mandando fotos e vídeos para a parede

Slice é a câmera de 14 megapixels despojada da Kodak POR YURI GONZAGA

POR LEONARDO MARTINS E RENAN FRIZZO

E

legante e enxuta, a Slice R502, da Kodak, marca pontos com quem aprecia o apuro visual. O equipamento de 14 megapixels tem toda a parte de trás preenchida pelo LCD de 3,5 polegadas sensível ao toque, poucos botões e a lente de zoom óptico de 5 vezes não se projeta para fora de seu corpo. Com 10,4 por 6,0 por 1,7 centímetros e 156 gramas, pode ser acomodada tranquilamente em qualquer bolso. O acabamento em preto fosco com detalhes brilhantes não faz feio quando a câmera é convocada para trabalhar. Todos os ajustes são feitos por meio do grande visor de cristal líquido. Acima da câmera, os únicos três botões (modo de visualização, disparador e liga/desliga) dividem espaço com a alavanca de zoom e são minimalistas. A resposta ao toque não é rápida, apesar dos menus serem intuitivos e em português. Mas o problema maior da Slice está na qualidade das imagens. Com 14 megapixels, o equipamento teria tudo para garantir impressões realmente enormes sem perda de qualidade. O balanço de branco automático, no entanto, não é muito eficiente e a aberração cromática fica evidenciada durante as ampliações. Em ambientes iluminados, a câmera produziu boas imagens. Já em lugares com pouca luz, o desempenho não foi dos melhores. Na sensibilidade de ISO 200 já foi possível perceber granulações. Com ISO 800, o

A fenômeno atingiu um patamar bem crítico. Com alcance de apenas 2,6 metros, o flash também não ajuda. Um ponto positivo da Slice são os recursos de vídeo. Filmando em 720p a 30 quadros por segundo, os arquivos H.264 gerados têm pixels suficientes para uma boa visualização em TVs Full HD — pena que a câmera não tenha saída de vídeo. Outro detalhe bacana é que o zoom óptico pode ser ativado ao longa da filmagem. A câmera da Kodak possui recurso de reconhecimento de rostos. Assim que pintam faces no quadro, elas são identificadas e o fotômetro automático busca otimizar a exposição conforme a luz que incide sobre as pessoas. O alcance teleobjetivo é relativamente bom. Como a distância focal de 35 a 175mm, ela chega mais perto do que as câmeras com zoom de 5 vezes costumam chegar. Isso pode ser encarado como uma virtude ou um defeito: com menor ângulo de visão, você terá de dar uns passos a mais para trás ao tirar aquelas fotos de grupo.

14 MP ZOOM ÓPTICO DE 5X LCD DE 3,5” 10,4 X 6,0 X 1,7 CM (L X A X P) 156 G 1 299 REAIS

AVALIAÇÃO TÉCNICA

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CUSTO/BENEFÍCIO

primeira câmera digital com projetor a passar pelo INFOLAB mostrou-se prática na hora de mostrar aos amigos aquelas fotos das férias. Basta apertar um botão para iniciar uma apresentação com fotos e vídeos usando a Coolpix S1000pj, da Nikon. Fora essa qualidade, o equipamento apresenta boa qualidade nos cliques, traz estabilizador óptico e sensor de 12 megapixels. Quando o assunto é exibição, o projetor dessa Coolpix cria boas imagens no padrão VGA (480p), com qualidade similar à de outros projetores de bolso. Mas o LED que fornece luz para a projeção tem apenas 10 lumens. Numa sala escura, pode ficar a 3 metros da parede, produzindo um quadro de 1 metro de largura. Já com alguma luz no ambiente é preciso aproximar a câmera. Nessa situação, a imagem reduz-se ao tamanho de uma folha A4. O pequeno controle que acompanha a Coolpix S1000pj é prático nas apresentações e também serve para disparar a câmera de longe, garantindo bons autorretratos. Um botão deslizante regula o foco da lente de projeção, mas é necessário paciência para achar o ponto certo. A lente não possui tampa de proteção. 12,1 MP

6,9

ZOOM 28-140 MM (EQ.)

AVALIAÇÃO TÉCNICA

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LCD DE 2,7”

CUSTO/BENEFÍCIO

FILMAGEM VGA

F/3,9-5,8

Com resolução de 12,1 megapixels e LCD de 2,7 polegadas, a câmera traz uma lente Nikkor que trabalha com ISO de 80 a 6 400. Sua abertura fica entre f/3,9 e f/5,8 e a distância focal é de 28 a 140 mm. O zoom óptico é de até 5 vezes. Além disso, a Coolpix S100pj possui 36 MB de memória interna e aceita cartões SD ou SDHC. Na hora dos testes, as fotos dessa Nikon apresentaram qualidade satisfatória em ambientes bem iluminados. Em imagens feitas com ISO acima de 400, a granulação ficou bastante perceptível. Além disso, foi possível notar um pouco de distorção geométrica. O flash também não é dos melhores e chega no máximo a 3,5 metros.

PROJETOR DE 10 LUMENS

10 X 6,3 X 2,4 CM 173 G 2 732 REAIS

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A CÂMERA LIGADONA DE OLHO NA LENTE

A ST1000, da Samsung, vem com GPS, Wi-Fi e Bluetooth para marcar onde a foto foi feita e enviá-la diretamente para as redes sociais POR AIRTON LOPES E RENATA LEAL

QUALIDADE DAS FOTOS

A lente da ST1000 é uma Schneider-Kreuznach com zoom óptico de 5 vezes, o equivalente a 35-175 milímetros. Essa é uma lente básica que dá conta do recado para a maioria das situações do dia a dia. Só que ela não pega a faixa de grande-angular, condição que facilita o trabalho em locais com pouco recuo, e também não é uma superzoom, a ideal para clicar objetos muito distantes.

Essa compacta fotografa com resolução de 12,2 MP. O resultado dos cliques, especialmente em ambientes bem iluminados, são imagens com uma qualidade muito satisfatória, mas que não chega a impressionar. Nos testes de velocidade do INFOLAB, a ST1000 mostrou-se ágil nos disparos, registrando as cenas em 0,09 segundo após o obturador ser pressionado. Já o flash decepciona e alcança apenas 3,3 metros.

CLIQUES NO MAPA O GPS serve para adicionar a localização geográfica exata de onde a foto foi tirada. Depois que o arquivo é descarregado no PC, dá para associá-lo a um mapa para visualizar o local. O chato é que nos testes as informações não foram automaticamente repassadas para o Picasa.

FOTOS POR WI-FI

DIRETO PARA WEB

PARCEIRA DO CELULAR

É facílimo colocar a câmera na rede Wi-Fi da casa e dispensar o cabo USB para descarregar os arquivos no PC. As fotos também podem ser enviadas pela rede sem fio direto para endereços de e-mail (tem até uma agenda para eles) ou para serviços online.

O grande barato para quem quer compartilhar fotos é a linha direta com o álbum de fotos Picasa, a rede social Facebook e o site de vídeos YouTube. A câmera armazena informações das contas e envia por Wi-Fi para os serviços fotos de até 2 MP e vídeos curtos.

Se você fizer uma foto com a turma e quiser presenteá-los com a lembrança no ato, nem é preciso recorrer ao Wi-Fi. Basta enviar a imagem por Bluetooth para os celulares das pessoas. O processo é idêntico ao de transferência de arquivos de celular para celular.

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© FOTOS MARCELO KURA

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G

PS, Bluetooth e Wi-Fi são recursos cada vez mais comuns em smartphones e celulares, mas um tanto quanto inusitados para uma câmera digital. Pelo menos para uma câmera comum, o que definitivamente não é o caso da ST1000, da Samsung. O modelo usa

TELA VIBRANTE

e abusa da conectividade para incluir a localização exata onde o clique foi feito e enviar as fotos para o computador de casa, para o e-mail dos amigos, direto para álbuns de fotos e redes sociais na internet ou para o celular de uma pessoa que estiver por perto.

COMANDOS POR GESTOS

Fora os botões de disparo, zoom e visualização de fotos, todos os demais comandos são feitos por meio da tela sensível ao toque de 3,5 polegadas. Os menus são amigáveis e o LCD responde bem aos comandos, vibrando para indicar quando um item foi selecionado ou ativado. No modo de visualização das imagens, é possível redimensionar, girar e cortar fotos.

Assim como o iPhone, a ST1000 entende gestos feitos sobre o LCD como comandos. Deslizando o dedo lateralmente, ela exibe a foto anterior ou posterior. Quer apagar um arquivo? Desenhe um x. E graças a um sensor de movimento, também é possível ativar recursos, como a apresentação de slideshow, pressionando um ícone na tela e girando a câmera nos eixos vertical e horizontal.

MODOS DE CENA Fotografar com a ST1000 é bastante simples e ela oferece diversos modos de cena. Entrando no seletor de modos, o Smart Auto faz com que a câmera reconheça automaticamente o tipo de cena. Mas também dá para escolher manualmente. Basta entrar em Scene, onde há opções como Criança e Nascer do Sol, por exemplo. 12,2 MP ZOOM 35-175 MM (5X) LCD DE 3,5” FILMAGEM 720P 10 X 6,1 X 1,9 CM 178 G 1 278 REAIS

AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,9

CUSTO/BENEFÍCIO

7,3

DISPARO COM RISOS

SEM TREMELIQUE

DUBLÊ DE FILMADORA

Reconhecimento de face, sorrisos e piscadas ajuda a obter a melhor foto. É possível marcar até 20 rostos conhecidos para que a câmera privilegie essas pessoas ao focar. Já o detector de sorrisos faz o disparo somente quando identifica os dentes das pessoas.

Quem não tem a mão muito firme também recebe uma ajudinha da ST1000 para que a sessão de fotos não seja um desastre. Basta ativar a função OIS para que o equipamento corrija pequenas trepidações que poderiam resultar em fotografias borradas.

No modo de vídeo, essa câmera filma em alta definição, produzindo arquivos com resolução de 1 280 por 720 pixels e até 30 quadros por segundo. Ela também grava vídeos curtos de até 30 segundos em 320 por 240 pixels para a publicação no YouTube. D I C AS I NFO I 11

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SEM PESO EXTRA NO BOLSO

Com 126 gramas, compacta X920 agrada pela empunhadura e boas fotos ao ar livre

FAÇA A FESTA COM A CYBER-SHOT Câmera DSC-WX1, de 10,2 megapixels, traz bons recursos para fotos automáticas POR MAURÍCIO GREGO E RENAN FRIZZO

A A

câmera digital X-920, da Olympus, é uma boa pedida para quem não quer sentir peso no bolso. Com apenas 126 gramas, ela até passa a impressão de ser oca. Por fora, é simples de tudo, mas tem bom acabamento. Nos testes do INFOLAB, produzimos com ela fotos de qualidade, embora o modelo não tenha um leque de recursos tão variado. Por tudo isso, o preço de 806 reais pode ser considerado razoável. Com resolução de 12 megapixels e LCD de 2,7 polegadas, essa máquina possui uma lente da própria Olympus que trabalha com ISO de 80 a 1 600. Sua abertura fica entre f/2,6 e f/5,9 e a distância focal é de 26 a 105 mm, ou seja, permite aumentar a cena em até quatro vezes. A capacidade de armazenamento é de 19 MB na memória interna. Além disso, a X-920 aceita cartões SD ou xD de até 2 GB.

Na hora de capturar as imagens, a X-920 não decepcionou, apresentando cores vivas, principalmente ao ar livre. Em cenas pouco iluminadas, a forte redução de ruído aplicada pela câmera à imagem acaba matando os detalhes. Mas a lente, apesar de ser bastante versátil, com alcance até a faixa de grande-angular, peca por ter forte distorção geométrica quando usada com zoom mínimo ou máximo. No quesito velocidade, o equipamento não se destaca. Ele faz um disparo em 0,15 segundo e realiza o boot em 2,3 segundos. O alcance do flash também não impressiona, chegando no máximo a 4,7 metros. Entre os demais recursos, esse modelo filma em resolução de até 720p e possui detector de faces (que não funciona muito bem). Fica faltando o estabilizador óptico, que evitaria a tremedeira evidente em algumas fotos.

12 MP ZOOM 26-105 MM (4X) LCD DE 2,7” FILMAGEM VGA 9,3 X 5,9 X 2,3 CM 126 G 806 REAIS

AVALIAÇÃO TÉCNICA

12 I DI C AS IN FO

Testes-Mat04.indd 12-13

7,1

CUSTO/BENEFÍCIO

câmera digital Cyber-shot DSC-WX1, da Sony, é rápida e carregada de recursos automáticos. Por ser compacta, ela cabe em qualquer bolso e tem controles simples e bem posicionados. Nessa máquina, merecem destaque a lente com zoom de 5 vezes e a qualidade das fotografias, que se mostrou acima da média para a categoria. Mas o preço é de fazer qualquer um cair de costas: 2 059 reais. Com 10,2 megapixels de resolução, essa Cyber-shot possui boas configurações. Traz uma lente da Sony com distância focal entre 24 e 120 milímetros, abertura de f/2,4 a f/5,9 e sensibilidade ISO de 160 a 3 200. Durante os testes realizados pelo INFOLAB, o equipamento apresentou boa qualidade de imagens, com equilíbrio de cores na medida certa. A câmera tem 11 MB de memória interna e aceita cartões SD e Pro. A DSC-WX1 realiza o boot em 1,5 segundo e faz um disparo em apenas 0,07 segundo. Em fotos sequenciais, captura dez imagens em 1 segundo. No quesito alcance do flash, esse modelo é modesto: atinge apenas 5 metros. O equipamento da Sony ainda detecta faces e possui estabilizador óptico, além de gravar áudio e filmar em resolução de até 720p, um belo diferencial.

Um detalhe interessante na Sony Cyber-shot DSC-WX1 é que, com uma base motorizada chamada de Party-shot, ela usa seu detector de faces para fotografar sozinha as pessoas em volta. Esse recurso é bem legal para quem adora tirar fotos em festas, mas não quer ter o trabalho de ficar clicando a todo instante. O acessório é vendido separadamente e custa 624 reais. O visual dessa câmera é atração à parte. Com acabamento todo na cor prata fosca, ela fica bem elegante. O modelo ainda pesa 147 gramas e possui cantos arredondados. O LCD de 2,7 polegadas ocupa 75% da parte traseira da câmera, com as informações bem dispostas na tela. Apesar de pequenos, os botões estão bem localizados e são fáceis de acessar.

10,2 MP ZOOM 24-120 MM (5X) LCD DE 2,7” FILMAGEM 720P 9 X 5,1 X 2,2 CM 147 G 2 059 REAIS

7,8

AVALIAÇÃO TÉCNICA

© FOTOS MARCELO KURA

8,1

CUSTO/BENEFÍCIO

6,8 DIC A S INFO I 13

07.08.10 14:27:52


SEM PESO EXTRA NO BOLSO

Com 126 gramas, compacta X920 agrada pela empunhadura e boas fotos ao ar livre

FAÇA A FESTA COM A CYBER-SHOT Câmera DSC-WX1, de 10,2 megapixels, traz bons recursos para fotos automáticas POR MAURÍCIO GREGO E RENAN FRIZZO

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câmera digital X-920, da Olympus, é uma boa pedida para quem não quer sentir peso no bolso. Com apenas 126 gramas, ela até passa a impressão de ser oca. Por fora, é simples de tudo, mas tem bom acabamento. Nos testes do INFOLAB, produzimos com ela fotos de qualidade, embora o modelo não tenha um leque de recursos tão variado. Por tudo isso, o preço de 806 reais pode ser considerado razoável. Com resolução de 12 megapixels e LCD de 2,7 polegadas, essa máquina possui uma lente da própria Olympus que trabalha com ISO de 80 a 1 600. Sua abertura fica entre f/2,6 e f/5,9 e a distância focal é de 26 a 105 mm, ou seja, permite aumentar a cena em até quatro vezes. A capacidade de armazenamento é de 19 MB na memória interna. Além disso, a X-920 aceita cartões SD ou xD de até 2 GB.

Na hora de capturar as imagens, a X-920 não decepcionou, apresentando cores vivas, principalmente ao ar livre. Em cenas pouco iluminadas, a forte redução de ruído aplicada pela câmera à imagem acaba matando os detalhes. Mas a lente, apesar de ser bastante versátil, com alcance até a faixa de grande-angular, peca por ter forte distorção geométrica quando usada com zoom mínimo ou máximo. No quesito velocidade, o equipamento não se destaca. Ele faz um disparo em 0,15 segundo e realiza o boot em 2,3 segundos. O alcance do flash também não impressiona, chegando no máximo a 4,7 metros. Entre os demais recursos, esse modelo filma em resolução de até 720p e possui detector de faces (que não funciona muito bem). Fica faltando o estabilizador óptico, que evitaria a tremedeira evidente em algumas fotos.

12 MP ZOOM 26-105 MM (4X) LCD DE 2,7” FILMAGEM VGA 9,3 X 5,9 X 2,3 CM 126 G 806 REAIS

AVALIAÇÃO TÉCNICA

12 I DI C AS IN FO

Testes-Mat04.indd 12-13

7,1

CUSTO/BENEFÍCIO

câmera digital Cyber-shot DSC-WX1, da Sony, é rápida e carregada de recursos automáticos. Por ser compacta, ela cabe em qualquer bolso e tem controles simples e bem posicionados. Nessa máquina, merecem destaque a lente com zoom de 5 vezes e a qualidade das fotografias, que se mostrou acima da média para a categoria. Mas o preço é de fazer qualquer um cair de costas: 2 059 reais. Com 10,2 megapixels de resolução, essa Cyber-shot possui boas configurações. Traz uma lente da Sony com distância focal entre 24 e 120 milímetros, abertura de f/2,4 a f/5,9 e sensibilidade ISO de 160 a 3 200. Durante os testes realizados pelo INFOLAB, o equipamento apresentou boa qualidade de imagens, com equilíbrio de cores na medida certa. A câmera tem 11 MB de memória interna e aceita cartões SD e Pro. A DSC-WX1 realiza o boot em 1,5 segundo e faz um disparo em apenas 0,07 segundo. Em fotos sequenciais, captura dez imagens em 1 segundo. No quesito alcance do flash, esse modelo é modesto: atinge apenas 5 metros. O equipamento da Sony ainda detecta faces e possui estabilizador óptico, além de gravar áudio e filmar em resolução de até 720p, um belo diferencial.

Um detalhe interessante na Sony Cyber-shot DSC-WX1 é que, com uma base motorizada chamada de Party-shot, ela usa seu detector de faces para fotografar sozinha as pessoas em volta. Esse recurso é bem legal para quem adora tirar fotos em festas, mas não quer ter o trabalho de ficar clicando a todo instante. O acessório é vendido separadamente e custa 624 reais. O visual dessa câmera é atração à parte. Com acabamento todo na cor prata fosca, ela fica bem elegante. O modelo ainda pesa 147 gramas e possui cantos arredondados. O LCD de 2,7 polegadas ocupa 75% da parte traseira da câmera, com as informações bem dispostas na tela. Apesar de pequenos, os botões estão bem localizados e são fáceis de acessar.

10,2 MP ZOOM 24-120 MM (5X) LCD DE 2,7” FILMAGEM 720P 9 X 5,1 X 2,2 CM 147 G 2 059 REAIS

7,8

AVALIAÇÃO TÉCNICA

© FOTOS MARCELO KURA

8,1

CUSTO/BENEFÍCIO

6,8 DIC A S INFO I 13

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S630 ACERTA NA ERGONOMIA

BONS CLIQUES NO ESCURO

Câmera da Nikon destaca-se por deixar os controles à mão, mas custa 1 149 reais POR MAURÍCIO GREGO E RENAN FRIZZO

Sensores diferenciados da Finepix F200EXR conseguem aproveitamento máximo da luz POR MAURÍCIO GREGO E RENAN FRIZZO

A

O

pequena Coolpix S630, da Nikon, tem ótima ergonomia e, nos testes do INFOLAB, produziu boas imagens em ajustes de até ISO 400. Com design estiloso, essa câmera compacta traz controles bem posicionados, tem zoom de até 7 vezes e é agradável de usar. Pena que o preço de 1 149 reais esteja salgado para um modelo dessa categoria. Com resolução de 12 megapixels, a S630 vem equipada com uma lente Nikkor de 37 a 260 milímetros, abertura entre f/3,5 e f/5,3 e funciona com ISO entre 64 e 6 400. Além disso, traz memória interna de 44 MB e aceita cartões SD. Durante nossos testes, a qualidade das imagens em ambientes bem iluminados foi satisfatória. Já em lugares com pouca luz, a granulação se tornou bem perceptível. No quesito velocidade, essa Nikon mostrou bom desempenho. Ela demorou 2,2 segundos para fazer o

boot e 0,06 segundo para realizar um disparo. Com fotos contínuas, levou 0,9 segundo para clicar dez imagens em baixa resolução. O flash possui alcance máximo de 5,5 metros. Outros recursos legais dessa compacta são o detector de faces e o estabilizador óptico. Ela ainda faz gravações de áudio, mas, no modo filme, captura imagens no máximo em VGA. A Coolpix S630 é bonita e possui botões intuitivos. Um deles é um controle giratório que também funciona como direcional para navegação pelos menus. A empunhadura dessa câmera é boa e todos os botões ficam ao alcance dos dedos.

12 MP ZOOM 37-260 MM (7X) LCD DE 2,7” FILMAGEM VGA 9,8 X 6,2 X 2,6 CM 161 G 1 149 REAIS

AVALIAÇÃO TÉCNICA

14 I DI C AS IN FO

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7,7

CUSTO/BENEFÍCIO

calcanhar de aquiles das câmeras digitais, especialmente das compactas, costuma ser a fotografia em situações de baixa luminosidade. Mas a Finepix F200EXR, da Fujifilm, surpreendeu todo mundo por passar com louvor nesse teste. Esse modelo de 1 349 reais fez algumas das melhores fotos no escuro entre os produtos dessa categoria já avaliados pelo INFOLAB. O equipamento usa um grande sensor com fotodetectores octogonais para aproveitar a luz ao máximo, e o resultado é muito bom. Com resolução de até 12 megapixels, a máquina traz lente Fujinon de 28-140 milímetros, abertura entre f/3,3 e f/5,1, zoom óptico de 5 vezes e ISO entre 100 e 12 800. Durante os testes, as imagens apresentaram ótima qualidade, com nitidez e contraste moderados. A granulação só ocorreu acima do ISO 800. O principal ponto negativo está na lente, que provocou efeito barril quando usada com o zoom totalmente recolhido. 12 MP

7,4

ZOOM 28-140 MM (5X) LCD DE 3” FILMAGEM VGA 9,6 X 6,1 X 2,8 CM 193 G 1 349 REAIS

AVALIAÇÃO TÉCNICA

© FOTOS MARCELO KURA

A Finepix F200EXR também mostrou ser razoavelmente veloz. Ela demorou 2,7 segundos para ligar e 0,06 segundo para dar um disparo. Tirando fotos contínuas, levou 1,4 segundo para capturar três imagens. Já o flash foi decepcionante, por causa do alcance máximo de 4,3 metros. Outros recursos bacanas nessa câmera são o detector de faces e o estabilizador óptico. Uma limitação é o fato de ela filmar apenas em VGA. O visor LCD de 3 polegadas traz informações claras e não é difícil de operar. Seu visual é simples, com o corpo todo em prata fosca. A empunhadura é boa, mas o polegar fatalmente acaba se apoiando sobre o visor. Os botões, mesmo pequenos, estão bem posicionados para os ajustes principais. A câmera traz entrada proprietária para o cabo de vídeo composto e de dados.

7,8

CUSTO/BENEFÍCIO

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S630 ACERTA NA ERGONOMIA

BONS CLIQUES NO ESCURO

Câmera da Nikon destaca-se por deixar os controles à mão, mas custa 1 149 reais POR MAURÍCIO GREGO E RENAN FRIZZO

Sensores diferenciados da Finepix F200EXR conseguem aproveitamento máximo da luz POR MAURÍCIO GREGO E RENAN FRIZZO

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pequena Coolpix S630, da Nikon, tem ótima ergonomia e, nos testes do INFOLAB, produziu boas imagens em ajustes de até ISO 400. Com design estiloso, essa câmera compacta traz controles bem posicionados, tem zoom de até 7 vezes e é agradável de usar. Pena que o preço de 1 149 reais esteja salgado para um modelo dessa categoria. Com resolução de 12 megapixels, a S630 vem equipada com uma lente Nikkor de 37 a 260 milímetros, abertura entre f/3,5 e f/5,3 e funciona com ISO entre 64 e 6 400. Além disso, traz memória interna de 44 MB e aceita cartões SD. Durante nossos testes, a qualidade das imagens em ambientes bem iluminados foi satisfatória. Já em lugares com pouca luz, a granulação se tornou bem perceptível. No quesito velocidade, essa Nikon mostrou bom desempenho. Ela demorou 2,2 segundos para fazer o

boot e 0,06 segundo para realizar um disparo. Com fotos contínuas, levou 0,9 segundo para clicar dez imagens em baixa resolução. O flash possui alcance máximo de 5,5 metros. Outros recursos legais dessa compacta são o detector de faces e o estabilizador óptico. Ela ainda faz gravações de áudio, mas, no modo filme, captura imagens no máximo em VGA. A Coolpix S630 é bonita e possui botões intuitivos. Um deles é um controle giratório que também funciona como direcional para navegação pelos menus. A empunhadura dessa câmera é boa e todos os botões ficam ao alcance dos dedos.

12 MP ZOOM 37-260 MM (7X) LCD DE 2,7” FILMAGEM VGA 9,8 X 6,2 X 2,6 CM 161 G 1 149 REAIS

AVALIAÇÃO TÉCNICA

14 I DI C AS IN FO

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7,7

CUSTO/BENEFÍCIO

calcanhar de aquiles das câmeras digitais, especialmente das compactas, costuma ser a fotografia em situações de baixa luminosidade. Mas a Finepix F200EXR, da Fujifilm, surpreendeu todo mundo por passar com louvor nesse teste. Esse modelo de 1 349 reais fez algumas das melhores fotos no escuro entre os produtos dessa categoria já avaliados pelo INFOLAB. O equipamento usa um grande sensor com fotodetectores octogonais para aproveitar a luz ao máximo, e o resultado é muito bom. Com resolução de até 12 megapixels, a máquina traz lente Fujinon de 28-140 milímetros, abertura entre f/3,3 e f/5,1, zoom óptico de 5 vezes e ISO entre 100 e 12 800. Durante os testes, as imagens apresentaram ótima qualidade, com nitidez e contraste moderados. A granulação só ocorreu acima do ISO 800. O principal ponto negativo está na lente, que provocou efeito barril quando usada com o zoom totalmente recolhido. 12 MP

7,4

ZOOM 28-140 MM (5X) LCD DE 3” FILMAGEM VGA 9,6 X 6,1 X 2,8 CM 193 G 1 349 REAIS

AVALIAÇÃO TÉCNICA

© FOTOS MARCELO KURA

A Finepix F200EXR também mostrou ser razoavelmente veloz. Ela demorou 2,7 segundos para ligar e 0,06 segundo para dar um disparo. Tirando fotos contínuas, levou 1,4 segundo para capturar três imagens. Já o flash foi decepcionante, por causa do alcance máximo de 4,3 metros. Outros recursos bacanas nessa câmera são o detector de faces e o estabilizador óptico. Uma limitação é o fato de ela filmar apenas em VGA. O visor LCD de 3 polegadas traz informações claras e não é difícil de operar. Seu visual é simples, com o corpo todo em prata fosca. A empunhadura é boa, mas o polegar fatalmente acaba se apoiando sobre o visor. Os botões, mesmo pequenos, estão bem posicionados para os ajustes principais. A câmera traz entrada proprietária para o cabo de vídeo composto e de dados.

7,8

CUSTO/BENEFÍCIO

7,3 DIC A S INFO I 15

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ESPECIALISTA EM AUTORRETRATOS

COMPACTA SIM, MAS PODEROSA

Presença de um visor frontal é a principal atração da ST550, a câmera de 12,2 megapixels da Samsung POR MAURÍCIO GREGO E RENAN FRIZZO

Modelo Lumix LX3, da Panasonic, clica em 10,1 megapixels com excelente qualidade POR MARCO AURÉLIO ZANNI E MAURÍCIO GREGO

P

C

om duas telas de cristal líquido, a Samsung ST550 é uma câmera bastante inovadora. A função básica da telinha frontal é facilitar os autorretratos. Basta dar um toque nela para ligá-la, enquadrar e sorrir. Essa compacta de 1 197 reais também não possui botões físicos na parte de trás. Ela é tomada por um LCD touchscreen de 3,5 polegadas, com ótima qualidade de imagem. O modelo de 12,2 megapixels possui lente SchneiderKreuznach de 27 a 124 milímetros, abertura entre f/3,5 e f/5,9, zoom óptico de 4,6 vezes e trabalha com ISO entre 80 a 3 200. Em qualidade de imagem, o equipamento tem bom desempenho apenas em ambientes bem iluminados. Em situações de pouca luz, a máquina não se destaca. Em qualquer situação, o efeito travesseiro é pouco perceptível. Ela ainda filma em resolução de até 1 280 por 720 pixels. No quesito velocidade, a ST550 realiza um disparo em 0,12 segundo, e o boot acontece em 1,3 segundo. Ambos os resultados estão na média para esse tipo de equipamento. Já o flash decepciona, por causa do alcance de apenas 3,4 metros. Outros recursos que funcionam bem nessa câmera são o detector de faces e o estabilizador óptico. Tocando num ponto do visor, também é possível indicar o local onde se quer focar — é uma ferramenta divertida e fácil de usar. 12,2 MP

O que a Samsung ST550 tem de legal por causa das duas telas LCD tem de confusa com os controles. O menu e todos os ajustes são feitos com toques na tela principal, e a câmera exige as duas mãos para ser operada. Seu desenho fininho também não facilita o manuseio. O modelo tem design simples, com acabamento todo em preto brilhante, mas é bonita e pesa 164 gramas.

ZOOM 27-120 MM (4,6X) LCDs DE 1,5” (FRONTAL) E 3,5” (TRASEIRO) FILMAGEM 720P 9,9 X 6,1 X 2,2 CM 164 G

AVALIAÇÃO TÉCNICA

16 I DI C AS IN FO

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7,6

CUSTO/BENEFÍCIO

ara quem deseja muito mais de uma câmera compacta do que somente apontar e clicar, a Panasonic Lumix LX3 é uma das melhores opções. Com objetiva Leica e sensor bem maior do que o normal, essa máquina de 10,1 megapixels tira fotos com ótima qualidade, especialmente em situações de pouca luz. Seu formato ainda proporciona boa empunhadura e deixa os dedos na posição certa para alcançar todos os ajustes manuais. A única coisa de fazer chorar é o preço de 2 203 reais. Um dos principais destaques da máquina é a lente Leica, que cobre a faixa de 24 a 60 milímetros. Ela é muito boa na faixa de grande-angular, mas não trabalha como teleobjetiva (tem zoom óptico de apenas 2,5 vezes), por isso não é indicada para quem gosta de fotografar animais na floresta ou esportes a distância, por exemplo. A objetiva tem abertura máxima f/2, a maior taxa encontrada numa compacta. Isso significa que ela é capaz de capturar muita luz, favorecendo cliques em locais pouco iluminados. Um flash embutido com alcance de 8,3 metros, mais potente do que a média nas câmeras compactas, também ajuda nesse tipo de foto. Existe ainda uma entrada para flash externo, que serve também para conectar um visor auxiliar. Nas fotos tiradas pelo INFOLAB, não houve distorções visíveis, a riqueza de detalhes foi elogiável e o nível de contraste e cores foi sempre moderado. Essa Lumix não se mostrou uma câmera extremamente veloz, mas não dá para reclamar 10,1 MP

1 197 REAIS

7,3

ZOOM 24-60 MM (2,5X) LCD DE 3” FILMAGEM 720P 10,8 X 6,3 X 4,5 CM 266 G

AVALIAÇÃO TÉCNICA

© FOTOS MARCELO KURA

de sua velocidade. Ela demorou 1,8 segundo para ligar e 0,14 segundo para dar um disparo. Tirando fotos contínuas, levou 2,5 segundos para capturar quatro imagens. Com lente saliente, a Lumix LX3 não cabe no bolso, mas tem um ressalto no lado direito que facilita a empunhadura. A câmera tem uma série de controles muito bem posicionados, que dão acesso aos principais recursos sem obrigar o usuário a recorrer aos menus. Em geral, a ergonomia é bem resolvida — nada a ver com aquelas compactas fininhas que mal cabem na mão. A parte ruim é o peso excessivo, de 266 gramas. Na parte de cima, há um botão rotativo para alternar entre os modos de exposição clássicos. Duas configurações são personalizáveis. Existe ainda um botão para mudar o formato das imagens capturadas. As opções são 4:3, o formato do televisor mais antigo; 16:9, dos televisores atuais; e 3:2, o formato das câmeras reflex profissionais. O visor de 3 polegadas é bastante claro e mostra de forma organizada as principais informações de regulagem.

8,1

CUSTO/BENEFÍCIO

2 203 REAIS

6,7 DIC A S INFO I 17

07.08.10 14:29:02


ESPECIALISTA EM AUTORRETRATOS

COMPACTA SIM, MAS PODEROSA

Presença de um visor frontal é a principal atração da ST550, a câmera de 12,2 megapixels da Samsung POR MAURÍCIO GREGO E RENAN FRIZZO

Modelo Lumix LX3, da Panasonic, clica em 10,1 megapixels com excelente qualidade POR MARCO AURÉLIO ZANNI E MAURÍCIO GREGO

P

C

om duas telas de cristal líquido, a Samsung ST550 é uma câmera bastante inovadora. A função básica da telinha frontal é facilitar os autorretratos. Basta dar um toque nela para ligá-la, enquadrar e sorrir. Essa compacta de 1 197 reais também não possui botões físicos na parte de trás. Ela é tomada por um LCD touchscreen de 3,5 polegadas, com ótima qualidade de imagem. O modelo de 12,2 megapixels possui lente SchneiderKreuznach de 27 a 124 milímetros, abertura entre f/3,5 e f/5,9, zoom óptico de 4,6 vezes e trabalha com ISO entre 80 a 3 200. Em qualidade de imagem, o equipamento tem bom desempenho apenas em ambientes bem iluminados. Em situações de pouca luz, a máquina não se destaca. Em qualquer situação, o efeito travesseiro é pouco perceptível. Ela ainda filma em resolução de até 1 280 por 720 pixels. No quesito velocidade, a ST550 realiza um disparo em 0,12 segundo, e o boot acontece em 1,3 segundo. Ambos os resultados estão na média para esse tipo de equipamento. Já o flash decepciona, por causa do alcance de apenas 3,4 metros. Outros recursos que funcionam bem nessa câmera são o detector de faces e o estabilizador óptico. Tocando num ponto do visor, também é possível indicar o local onde se quer focar — é uma ferramenta divertida e fácil de usar. 12,2 MP

O que a Samsung ST550 tem de legal por causa das duas telas LCD tem de confusa com os controles. O menu e todos os ajustes são feitos com toques na tela principal, e a câmera exige as duas mãos para ser operada. Seu desenho fininho também não facilita o manuseio. O modelo tem design simples, com acabamento todo em preto brilhante, mas é bonita e pesa 164 gramas.

ZOOM 27-120 MM (4,6X) LCDs DE 1,5” (FRONTAL) E 3,5” (TRASEIRO) FILMAGEM 720P 9,9 X 6,1 X 2,2 CM 164 G

AVALIAÇÃO TÉCNICA

16 I DI C AS IN FO

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7,6

CUSTO/BENEFÍCIO

ara quem deseja muito mais de uma câmera compacta do que somente apontar e clicar, a Panasonic Lumix LX3 é uma das melhores opções. Com objetiva Leica e sensor bem maior do que o normal, essa máquina de 10,1 megapixels tira fotos com ótima qualidade, especialmente em situações de pouca luz. Seu formato ainda proporciona boa empunhadura e deixa os dedos na posição certa para alcançar todos os ajustes manuais. A única coisa de fazer chorar é o preço de 2 203 reais. Um dos principais destaques da máquina é a lente Leica, que cobre a faixa de 24 a 60 milímetros. Ela é muito boa na faixa de grande-angular, mas não trabalha como teleobjetiva (tem zoom óptico de apenas 2,5 vezes), por isso não é indicada para quem gosta de fotografar animais na floresta ou esportes a distância, por exemplo. A objetiva tem abertura máxima f/2, a maior taxa encontrada numa compacta. Isso significa que ela é capaz de capturar muita luz, favorecendo cliques em locais pouco iluminados. Um flash embutido com alcance de 8,3 metros, mais potente do que a média nas câmeras compactas, também ajuda nesse tipo de foto. Existe ainda uma entrada para flash externo, que serve também para conectar um visor auxiliar. Nas fotos tiradas pelo INFOLAB, não houve distorções visíveis, a riqueza de detalhes foi elogiável e o nível de contraste e cores foi sempre moderado. Essa Lumix não se mostrou uma câmera extremamente veloz, mas não dá para reclamar 10,1 MP

1 197 REAIS

7,3

ZOOM 24-60 MM (2,5X) LCD DE 3” FILMAGEM 720P 10,8 X 6,3 X 4,5 CM 266 G

AVALIAÇÃO TÉCNICA

© FOTOS MARCELO KURA

de sua velocidade. Ela demorou 1,8 segundo para ligar e 0,14 segundo para dar um disparo. Tirando fotos contínuas, levou 2,5 segundos para capturar quatro imagens. Com lente saliente, a Lumix LX3 não cabe no bolso, mas tem um ressalto no lado direito que facilita a empunhadura. A câmera tem uma série de controles muito bem posicionados, que dão acesso aos principais recursos sem obrigar o usuário a recorrer aos menus. Em geral, a ergonomia é bem resolvida — nada a ver com aquelas compactas fininhas que mal cabem na mão. A parte ruim é o peso excessivo, de 266 gramas. Na parte de cima, há um botão rotativo para alternar entre os modos de exposição clássicos. Duas configurações são personalizáveis. Existe ainda um botão para mudar o formato das imagens capturadas. As opções são 4:3, o formato do televisor mais antigo; 16:9, dos televisores atuais; e 3:2, o formato das câmeras reflex profissionais. O visor de 3 polegadas é bastante claro e mostra de forma organizada as principais informações de regulagem.

8,1

CUSTO/BENEFÍCIO

2 203 REAIS

6,7 DIC A S INFO I 17

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câmeras I superzoom

LOCALIZE-SE COM A ZS7 Equipamento da Panasonic inclui GPS e um bom recurso para a produção de panorâmicas POR YURI GONZAGA

A

Panasonic Lumix ZS7, de 14,5 megapixels, é uma câmera que atrai especialmente pelo recurso de GPS. Da família da popular ZS3, ela também é armada com uma objetiva com zoom de 12 vezes, microfone estéreo e recursos diferenciados. O GPS embutido funcionou muito bem. Basta deixá-lo ativado para que as fotos tiradas saiam com metadados contendo coordenadas obtidas através de satélites. Com a ajuda de um software integrado, obtém-se a cidade e até o endereço com pontos importantes mais próximos. Nos testes, a precisão da localização foi de aproximadamente 20 metros. Por carregar um grande conjunto óptico (da marca Leica, diga-se de passagem) e um bom poder de processamento, essa Lumix é encorpada. Chega a caber em um bolso grande, mas incomoda. A tela LCD é de 3 polegadas e traz ícones para informar a sensibilidade ISO, foco, status do GPS, flash, modo em uso, quantidade de fotos e indicação do uso da bateria. 14,5 MP ZOOM ÓPTICO DE 12X

AVALIAÇÃO TÉCNICA

18 I DI C AS I N FO

Testes-Mat04.indd 18

7,9

LCD DE 3’’ 10,2 X 6,2 X 3,2 CM 215 G

CUSTO/BENEFÍCIO

A lente da câmera é extremamente versátil, com abertura máxima f/3,3-4,9 e distância focal de 25mm300mm. Nos testes, mostrou-se eficiente tanto na hora de capturar instantâneos de interiores e grandes grupos de pessoas quanto registrar objetos distantes. O modo macro é ótimo, focando a até três centímetros. O estabilizador de imagem também cumpre muito bem seu papel. É notável, em especial ao se fotografar a distância, a ajuda que o mecanismo dá contra as tremidas de mão. De um modo geral, a qualidade das fotos não decepciona, com cores bem equilibradas, mas não tão vívidas quanto poderiam ser. O principal defeito da ZS7 é comum à imensa maioria das câmeras compactas: a granulação. A partir do ISO 800, o ruído é notável. Em 1 600, a qualidade da imagem fica bem comprometida. Um recurso inteligente que a ZS7 apresenta é o modo de panorama. Uma vez ativado, o usuário seleciona a direção em que tirará a sequência e, a cada nova fotografia, a câmera sobrepõe parte da imagem anterior, de maneira translúcida, para que o fotógrafo perceba qual foi o limite atingido e prepare a captura seguinte. Além dessa facilidade, o software incluído faz exibições em 360 graus no formato QuickTime. Apesar de não gravar em resolução Full HD, a Lumix se saiu bem no modo de vídeo. Além da capacidade de gravar áudio estéreo, é possível valer-se do zoom óptico ao longo da filmagem, produzindo arquivos em 720p.

1 176 REAIS

6,8

© FOTOS MARCELO KURA

07.08.10 14:30:03


SOBRA ZOOM NA STYLUS 9000 Modelo compacto da Olympus tem zoom de 10x e resolução de 12 megapixels

S

e você curte cliques a longa distância, mas não é tão exigente a ponto de investir numa reflex, a Olympus Stylus 9000 pode ser uma opção interessante. Ela traz a maior faixa de zoom possível para uma câmera compacta — sua lente vai de 28 a 280 milímetros, ou seja, aumenta a cena em 10 vezes. O modelo captura imagens de boa qualidade, mas se destaca mesmo é pelo custo/ benefício. Está nas lojas por 705 reais, em média. Com resolução de 12 megapixels, a máquina traz uma objetiva que trabalha com ISO de 64 e 1 600. Sua abertura fica entre f/3,2 e f/5,9. Além disso, ela tem memória interna de 45 MB e aceita cartões xD e microSD. Durante nossos testes, as fotos exibiram luminosidade adequada e cores fiéis. Porém, algumas imagens trouxeram leve aberração cromática e nitidez apenas razoável. Recursos como reconhecimento de faces e sorriso e estabilizador óptico estão presentes e funcionam muito bem. No quesito velocidade, a Olympus Stylus 9000 fica na média. Ela faz um disparo em 0,16 segundo e realiza o boot em 2,1 segundos. O alcance do flash também não impressiona, chegando no máximo a 5 metros. Outro ponto negativo da câmera é a gravação de vídeos apenas em qualidade VGA, de 640 por 480 pixels, no formato AVI, a 30 frames por segundo. 12 MP

O visor LCD de 2,7 polegadas apresenta boa qualidade. Ele possui grade 3 por 3 e histograma, que ajudam na hora do clique. A parte ruim é a ausência de um indicador de bateria. Há apenas um LED vermelho que se acende quando a carga está quase acabando. Essa Olympus tem acabamento na cor grafite, com detalhes cromados e dourados. Pena que a ergonomia não seja lá essas coisas e alguns controles estejam mal localizados.

ZOOM 28-280 MM (10X) LCD DE 2,7 FILMAGEM VGA 9,8 X 6,3 X 3,1 CM 203 G

AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,3

CUSTO/BENEFÍCIO

705 REAIS

8,3 D I C AS I NFO I 19

Testes-Mat04.indd 19

07.08.10 14:30:51


AGILIDADE É COM A DSC-H20

QUE TAL FAZER FILMES EM HD ?

Modelo de 10,1 megapixels da Sony tem menus simples e vários modos de cena

Modelo DMC-FZ35 de 12,1 megapixels da Panasonic grava em alta resolução e tem saída HDMI POR RENATA LEAL E RENAN FRIZZO

POR RENATA LEAL E RENAN FRIZZO

C

ompacta e fácil de usar, a Cyber-shot DSC-H20, da Sony, mostrou-se bastante ágil nos testes do INFOLAB. Com recursos simples para fotografar em diversas situações, essa câmera avançada de 10,1 megapixels tem zoom óptico de 10 vezes, visor LCD de 3 polegadas com bons menus e ainda filma em alta resolução. O modelo traz lente Carl Zeiss Vario Tessar, com zoom equivalente a 38-380 milímetros. Ela fica protegida por uma tampa plástica quando está fechada. A objetiva trabalha com ISO de 80 a 3 200 e abertura focal entre f/3,5 e f/8,0, o que a torna um tanto escura para fotografar com pouca luz. Em nossos testes, as fotos ficaram nítidas e com boa qualidade sob luz natural. A distorção geométrica foi praticamente imperceptível, assim como a aberração cromática. Um destaque nessa câmera é sua velocidade. Ela faz um disparo em 0,04 segundo e realiza o boot em 1,68 segundo, um pouco melhor do que os concorrentes da categoria. O flash até possui bom alcance, com 7,1 metros, mas as fotos clicadas com iluminação fluorescente saíram um pouco azuladas quando tiradas com flash. Já os recursos como reconhecimento de faces e sorriso e estabilizador óptico funcionaram muito bem. Feita para quem gosta de realizar alguns ajustes manuais, a DSC-H20 permite mudar a abertura e a velocidade

do obturador para fotografar, por exemplo, à contraluz. O que ajuda bastante é o bom visor LCD de 3 polegadas que exibe informações claras e organizadas. O problema é que não dá pra fazer ajustes pelos botões. É preciso sempre entrar no menu de configuração. Para os momentos de preguiça, a câmera oferece os modos Inteligente, Fácil, Programa e Cena. Neste último, existem diversas opções, como Alta Sensibilidade, Esporte, Comida, Praia e até Fogos de Artifício. Além de fotografar, a máquina filma em alta resolução, de 1 280 por 720 pixels. Pena não trazer uma saída HDMI para conexão com a TV. A Cyber-shot DSC-H20 traz design sério, com boa construção em plástico rígido preto. O equipamento possui boa empunhadura, com apoios emborrachados. Na parte de baixo fica uma saída proprietária para transferência de imagens e vídeos para um computador. O cabo acompanha a câmera. Todos os controles ficam ao alcance dos dedos. Mas a câmera não é das mais levinhas. Ela pesa 285 gramas e funciona com bateria.

10,1 MP ZOOM ÓPTICO 38-380 MM (10X) LCD DE 3’’ CARTÃO SD 262 G 1 071 REAIS

AVALIAÇÃO TÉCNICA

20 I DI C AS IN FO

Testes-Mat04.indd 20-21

7,8

CUSTO/BENEFÍCIO

À

primeira vista, a lente cromada Leica DC VarioElmarit da câmera DMC-FZ35, da Panasonic, chama a atenção — e não apenas pelo tom, mas também pela qualidade e pela marca de renome. O zoom óptico de 18 vezes e a abertura máxima de f/2,8 a f/4,4 são os destaques desse modelo. A câmera também se sobressai pela abundância de recursos, que vai dos diversos modos de exposição até filmagem em alta definição. Com resolução de 12,1 megapixels, essa câmera teve desempenho excelente nos cliques para uma superzoom amadora. Ela trabalha com ISO entre 80 e 6 400 e registra imagens sem os tradicionais efeitos de barril ou travesseiro. 12,1 MP

7,5

ZOOM ÓPTICO 27-486 MM (18X) LCD DE 2,7’ 2GB SD 367 G

AVALIAÇÃO TÉCNICA

© FOTOS MARCELO KURA

8,0

CUSTO/BENEFÍCIO

Nos testes, também não foi possível observar aberrações cromáticas aparentes. A velocidade do modelo não é fantástica, mas está dentro da média: o boot acontece em 1,6 segundo e o disparo sai em 0,2 segundo. O alcance do flash supera quase tudo o que se encontra no mercado, chegando a 8,5 metros. Isso garante fotos melhores em ambientes fechados. Detector de faces e estabilizador óptico também estão presentes, como é praxe nessa categoria. Além de fazer boas fotos, a FZ35 filma em alta resolução, de 1 280 por 720 pixels, e formato AVCHD. As imagens saem tão bacanas quanto as clicadas. Tudo vai para o cartão de memória SD de 2 GB, ou para os 40 MB de armazenamento interno. Os sons gravados podem ser ouvidos por um pequeno alto-falante. Se quiser assistir suas produções diretamente na televisão, basta ligar a câmera à tela pela porta HDMI. Essa câmera traz um visor ocular e LCD de 2,7 polegadas, que exibe muitas informações e não ocupa muito espaço na traseira do equipamento. O corpo, todo na cor preto fosco, é leve (até demais) e possui um apoio de material diferenciado para a mão esquerda. Isso traz maior firmeza na hora de fotografar. Ao redor das lentes, o acabamento é cromado e os acessos ao menu e aos botões são acessíveis com apenas uma mão.

1 690 REAIS

7,0 DIC A S INFO I 21

07.08.10 15:57:08


AGILIDADE É COM A DSC-H20

QUE TAL FAZER FILMES EM HD ?

Modelo de 10,1 megapixels da Sony tem menus simples e vários modos de cena

Modelo DMC-FZ35 de 12,1 megapixels da Panasonic grava em alta resolução e tem saída HDMI POR RENATA LEAL E RENAN FRIZZO

POR RENATA LEAL E RENAN FRIZZO

C

ompacta e fácil de usar, a Cyber-shot DSC-H20, da Sony, mostrou-se bastante ágil nos testes do INFOLAB. Com recursos simples para fotografar em diversas situações, essa câmera avançada de 10,1 megapixels tem zoom óptico de 10 vezes, visor LCD de 3 polegadas com bons menus e ainda filma em alta resolução. O modelo traz lente Carl Zeiss Vario Tessar, com zoom equivalente a 38-380 milímetros. Ela fica protegida por uma tampa plástica quando está fechada. A objetiva trabalha com ISO de 80 a 3 200 e abertura focal entre f/3,5 e f/8,0, o que a torna um tanto escura para fotografar com pouca luz. Em nossos testes, as fotos ficaram nítidas e com boa qualidade sob luz natural. A distorção geométrica foi praticamente imperceptível, assim como a aberração cromática. Um destaque nessa câmera é sua velocidade. Ela faz um disparo em 0,04 segundo e realiza o boot em 1,68 segundo, um pouco melhor do que os concorrentes da categoria. O flash até possui bom alcance, com 7,1 metros, mas as fotos clicadas com iluminação fluorescente saíram um pouco azuladas quando tiradas com flash. Já os recursos como reconhecimento de faces e sorriso e estabilizador óptico funcionaram muito bem. Feita para quem gosta de realizar alguns ajustes manuais, a DSC-H20 permite mudar a abertura e a velocidade

do obturador para fotografar, por exemplo, à contraluz. O que ajuda bastante é o bom visor LCD de 3 polegadas que exibe informações claras e organizadas. O problema é que não dá pra fazer ajustes pelos botões. É preciso sempre entrar no menu de configuração. Para os momentos de preguiça, a câmera oferece os modos Inteligente, Fácil, Programa e Cena. Neste último, existem diversas opções, como Alta Sensibilidade, Esporte, Comida, Praia e até Fogos de Artifício. Além de fotografar, a máquina filma em alta resolução, de 1 280 por 720 pixels. Pena não trazer uma saída HDMI para conexão com a TV. A Cyber-shot DSC-H20 traz design sério, com boa construção em plástico rígido preto. O equipamento possui boa empunhadura, com apoios emborrachados. Na parte de baixo fica uma saída proprietária para transferência de imagens e vídeos para um computador. O cabo acompanha a câmera. Todos os controles ficam ao alcance dos dedos. Mas a câmera não é das mais levinhas. Ela pesa 285 gramas e funciona com bateria.

10,1 MP ZOOM ÓPTICO 38-380 MM (10X) LCD DE 3’’ CARTÃO SD 262 G 1 071 REAIS

AVALIAÇÃO TÉCNICA

20 I DI C AS IN FO

Testes-Mat04.indd 20-21

7,8

CUSTO/BENEFÍCIO

À

primeira vista, a lente cromada Leica DC VarioElmarit da câmera DMC-FZ35, da Panasonic, chama a atenção — e não apenas pelo tom, mas também pela qualidade e pela marca de renome. O zoom óptico de 18 vezes e a abertura máxima de f/2,8 a f/4,4 são os destaques desse modelo. A câmera também se sobressai pela abundância de recursos, que vai dos diversos modos de exposição até filmagem em alta definição. Com resolução de 12,1 megapixels, essa câmera teve desempenho excelente nos cliques para uma superzoom amadora. Ela trabalha com ISO entre 80 e 6 400 e registra imagens sem os tradicionais efeitos de barril ou travesseiro. 12,1 MP

7,5

ZOOM ÓPTICO 27-486 MM (18X) LCD DE 2,7’ 2GB SD 367 G

AVALIAÇÃO TÉCNICA

© FOTOS MARCELO KURA

8,0

CUSTO/BENEFÍCIO

Nos testes, também não foi possível observar aberrações cromáticas aparentes. A velocidade do modelo não é fantástica, mas está dentro da média: o boot acontece em 1,6 segundo e o disparo sai em 0,2 segundo. O alcance do flash supera quase tudo o que se encontra no mercado, chegando a 8,5 metros. Isso garante fotos melhores em ambientes fechados. Detector de faces e estabilizador óptico também estão presentes, como é praxe nessa categoria. Além de fazer boas fotos, a FZ35 filma em alta resolução, de 1 280 por 720 pixels, e formato AVCHD. As imagens saem tão bacanas quanto as clicadas. Tudo vai para o cartão de memória SD de 2 GB, ou para os 40 MB de armazenamento interno. Os sons gravados podem ser ouvidos por um pequeno alto-falante. Se quiser assistir suas produções diretamente na televisão, basta ligar a câmera à tela pela porta HDMI. Essa câmera traz um visor ocular e LCD de 2,7 polegadas, que exibe muitas informações e não ocupa muito espaço na traseira do equipamento. O corpo, todo na cor preto fosco, é leve (até demais) e possui um apoio de material diferenciado para a mão esquerda. Isso traz maior firmeza na hora de fotografar. Ao redor das lentes, o acabamento é cromado e os acessos ao menu e aos botões são acessíveis com apenas uma mão.

1 690 REAIS

7,0 DIC A S INFO I 21

07.08.10 15:57:08


MUITO ZOOM E GRANDE-ANGULAR

FAÇA FOTOS E FILMES EM 720P

Modelo compacto da Samsung tem 12,2 megapixels e zoom óptico de 10x

Lumix DMC-ZS3 tira boas fotos e zoom óptico de 12x

POR RENATA LEAL E RENAN FRIZZO

POR LEONARDO MARTINS E RENAN FRIZZO

O

melhor de dois mundos em câmeras compactas está na WB550, da Samsung. Ela possui uma lente Schneider-Kreuznach de 24 milímetros com zoom de 10 vezes — ou seja, é grande-angular das boas, feita para ambientes fechados, mas também consegue captar imagens a longa distância com ótima qualidade. Com resolução de 12,2 megapixels, tem boa ergonomia, menus intuitivos e um preço compatível com esse monte de recursos: 1 432 reais. Em ambientes iluminados, o equipamento clicou com qualidade acima da média, apresentando apenas uma leve aberração cromática. Na resolução máxima, foi possível conseguir imagens em até 4 000 por 3 000 pixels. O alcance máximo do flash chegou a 4,7 metros. A Samsung WB550 traz oito modos de cena. Merece destaque a função Dual IS: ela ativa dois estabilizadores de imagem para evitar os tradicionais borrões. E eles evitam mesmo, até quando o zoom está no máximo. Na função Cena, o usuário define qual é a situação de foto — à noite, com muita luz, clicando crianças ou até fogos de artifício. Uma das novidades dessa máquina é o modo Tomada de Beleza. Ele tem uma espécie de Photoshop interno automático para melhorar a qualidade das imagens, sobretudo em retratos. Além disso, o equipamento possui detector de faces, sorrisos e até de olhos fechados, o que pode ser muito útil para tirar fotos coletivas.

A WB550 manda bem quando o assunto é gravação de vídeos. O modelo filma em até 1 280 por 720 pixels e 60 quadros por segundo. Se a ideia for mandar o vídeo para a internet, o melhor é escolher um modo mais leve, como o de 320 por 240 pixels. As gravações podem ser conferidas no visor de 3 polegadas e ouvidas por um pequeno alto-falante. Para quem gosta de mostrar as fotografias para os amigos diretamente na televisão, a câmera traz na lateral uma saída HDMI. Do outro lado fica uma saída para o cabo USB, que também serve para carregar a bateria. Como os plugues são virtualmente idênticos, eles podem acabar confundindo o usuário. Construída em plástico rígido na cor preta e com a parte superior cromada, a WB550 tem boa empunhadura e apoio emborrachado para maior conforto no uso. Só não é das mais levinhas — pesa 246 gramas. Os botões são bem localizados e de fácil identificação. A máquina vem originalmente sem cartão, mas trabalha com os formatos MMC Plus de até 2 GB, SD de até 4 GB ou SDHC de até 8 GB.

12,2 MP ZOOM ÓPTICO DE 10X LCD DE 3’’ 246 G 1 432 REAIS

AVALIAÇÃO TÉCNICA

22 I DI C AS IN FO

Testes-Mat04.indd 22-23

7,8

CUSTO/BENEFÍCIO

C

om corpo enxuto e zoom óptico de 12 vezes, a câmera Lumix DMC-ZS3, da Panasonic, não decepcionou durante os testes do INFOLAB. Com boa qualidade de imagem, a máquina possui empunhadura agradável, o que facilita na hora dos cliques, e se destaca por fazer filmes em resolução de 720p a 30 quadros por segundo. Com resolução de 10,1 megapixels e LCD de 3 polegadas, essa máquina traz uma lente Leica que trabalha com ISO de 80 a 1 600. Sua abertura fica entre f/3,3 e f/4,9, e a objetiva 10,1 MP

7,1

LCD DE 3”

AVALIAÇÃO TÉCNICA

© FOTOS MARCELO KURA

OBJETIVA 25-300 MM (EQ.) F/3,3-4,9

7,7

CUSTO/BENEFÍCIO

se destaca pela distância focal variável de 25 a 300 mm. Ou seja, uma faixa de zoom óptico notável de 12 vezes. A câmera possui memória interna de 45 MB e aceita cartões nos padrões SD, SDHC e MMC. Na hora de fazer os cliques, a Lumix DMC-ZS3 não fez feio e capturou as imagens com boa qualidade, mesmo em lugares mal iluminados. Já em cenas com excesso de iluminação, a aberração cromática foi levemente perceptível. As cores ficaram um pouco contrastantes. Infelizmente, a lente é um pouco escura e os fotógrafos mais experientes certamente vão sentir falta de opções de configuração manual de exposição. No quesito velocidade, essa Panasonic está na média para esse tipo de aparelho. Ela faz um disparo em 0,12 segundo e realiza o boot em 2,7 segundos. O alcance do flash também não é de impressionar, chegando no máximo a 5,3 metros. Além de gravar vídeos em 720p nos formatos MOV e AVCHD, possui detector de faces e estabilizador óptico, grava áudio com som estéreo e possui uma saída de vídeo miniHDMI.

FILMAGEM 720P 10,3 X 6,1 X 3,4 CM 227 G

1 999 REAIS

6,6 DIC A S INFO I 23

07.08.10 14:32:55


MUITO ZOOM E GRANDE-ANGULAR

FAÇA FOTOS E FILMES EM 720P

Modelo compacto da Samsung tem 12,2 megapixels e zoom óptico de 10x

Lumix DMC-ZS3 tira boas fotos e zoom óptico de 12x

POR RENATA LEAL E RENAN FRIZZO

POR LEONARDO MARTINS E RENAN FRIZZO

O

melhor de dois mundos em câmeras compactas está na WB550, da Samsung. Ela possui uma lente Schneider-Kreuznach de 24 milímetros com zoom de 10 vezes — ou seja, é grande-angular das boas, feita para ambientes fechados, mas também consegue captar imagens a longa distância com ótima qualidade. Com resolução de 12,2 megapixels, tem boa ergonomia, menus intuitivos e um preço compatível com esse monte de recursos: 1 432 reais. Em ambientes iluminados, o equipamento clicou com qualidade acima da média, apresentando apenas uma leve aberração cromática. Na resolução máxima, foi possível conseguir imagens em até 4 000 por 3 000 pixels. O alcance máximo do flash chegou a 4,7 metros. A Samsung WB550 traz oito modos de cena. Merece destaque a função Dual IS: ela ativa dois estabilizadores de imagem para evitar os tradicionais borrões. E eles evitam mesmo, até quando o zoom está no máximo. Na função Cena, o usuário define qual é a situação de foto — à noite, com muita luz, clicando crianças ou até fogos de artifício. Uma das novidades dessa máquina é o modo Tomada de Beleza. Ele tem uma espécie de Photoshop interno automático para melhorar a qualidade das imagens, sobretudo em retratos. Além disso, o equipamento possui detector de faces, sorrisos e até de olhos fechados, o que pode ser muito útil para tirar fotos coletivas.

A WB550 manda bem quando o assunto é gravação de vídeos. O modelo filma em até 1 280 por 720 pixels e 60 quadros por segundo. Se a ideia for mandar o vídeo para a internet, o melhor é escolher um modo mais leve, como o de 320 por 240 pixels. As gravações podem ser conferidas no visor de 3 polegadas e ouvidas por um pequeno alto-falante. Para quem gosta de mostrar as fotografias para os amigos diretamente na televisão, a câmera traz na lateral uma saída HDMI. Do outro lado fica uma saída para o cabo USB, que também serve para carregar a bateria. Como os plugues são virtualmente idênticos, eles podem acabar confundindo o usuário. Construída em plástico rígido na cor preta e com a parte superior cromada, a WB550 tem boa empunhadura e apoio emborrachado para maior conforto no uso. Só não é das mais levinhas — pesa 246 gramas. Os botões são bem localizados e de fácil identificação. A máquina vem originalmente sem cartão, mas trabalha com os formatos MMC Plus de até 2 GB, SD de até 4 GB ou SDHC de até 8 GB.

12,2 MP ZOOM ÓPTICO DE 10X LCD DE 3’’ 246 G 1 432 REAIS

AVALIAÇÃO TÉCNICA

22 I DI C AS IN FO

Testes-Mat04.indd 22-23

7,8

CUSTO/BENEFÍCIO

C

om corpo enxuto e zoom óptico de 12 vezes, a câmera Lumix DMC-ZS3, da Panasonic, não decepcionou durante os testes do INFOLAB. Com boa qualidade de imagem, a máquina possui empunhadura agradável, o que facilita na hora dos cliques, e se destaca por fazer filmes em resolução de 720p a 30 quadros por segundo. Com resolução de 10,1 megapixels e LCD de 3 polegadas, essa máquina traz uma lente Leica que trabalha com ISO de 80 a 1 600. Sua abertura fica entre f/3,3 e f/4,9, e a objetiva 10,1 MP

7,1

LCD DE 3”

AVALIAÇÃO TÉCNICA

© FOTOS MARCELO KURA

OBJETIVA 25-300 MM (EQ.) F/3,3-4,9

7,7

CUSTO/BENEFÍCIO

se destaca pela distância focal variável de 25 a 300 mm. Ou seja, uma faixa de zoom óptico notável de 12 vezes. A câmera possui memória interna de 45 MB e aceita cartões nos padrões SD, SDHC e MMC. Na hora de fazer os cliques, a Lumix DMC-ZS3 não fez feio e capturou as imagens com boa qualidade, mesmo em lugares mal iluminados. Já em cenas com excesso de iluminação, a aberração cromática foi levemente perceptível. As cores ficaram um pouco contrastantes. Infelizmente, a lente é um pouco escura e os fotógrafos mais experientes certamente vão sentir falta de opções de configuração manual de exposição. No quesito velocidade, essa Panasonic está na média para esse tipo de aparelho. Ela faz um disparo em 0,12 segundo e realiza o boot em 2,7 segundos. O alcance do flash também não é de impressionar, chegando no máximo a 5,3 metros. Além de gravar vídeos em 720p nos formatos MOV e AVCHD, possui detector de faces e estabilizador óptico, grava áudio com som estéreo e possui uma saída de vídeo miniHDMI.

FILMAGEM 720P 10,3 X 6,1 X 3,4 CM 227 G

1 999 REAIS

6,6 DIC A S INFO I 23

07.08.10 14:32:55


AVANÇADA, MAS BARATA Cheia de recursos, a Easyshare Z950, da Kodak, custa 1 174 reais POR RENATA LEAL E RENAN FRIZZO

O

lhando a qualidade das fotos clicadas com a Easyshare Z950 e a quantidade de ajustes manuais disponíveis nessa câmera da Kodak, você não diria que se trata de uma máquina de pouco mais de 1 000 reais. Versátil, ela permite controlar com precisão velocidade e abertura do obturador, além do foco. Com 12 megapixels de resolução e zoom óptico de 10 vezes, o modelo filma em alta resolução, mas fica devendo uma saída HDMI. A máquina vem equipada com uma objetiva SchneiderKreuznach, que trabalha com ISO de 100 a 3 200 e abertura entre f/3,5 e f/4,8. Isso torna a lente um pouco escura, embora não comprometa as imagens capturadas. Durante nossos testes, a câmera produziu efeito barril pouco perceptível, quando ajustada na mínima distância focal. Mas aberrações ficaram evidentes quando a foto foi ampliada no computador. A Z950 realiza um disparo em 0,12 segundo, e o boot acontece em 2,2 segundos. Ambos os resultados estão na média para esse tipo de equipamento. Já o flash decepciona, por causa do alcance de apenas 5,4 metros. Mesmo assim, em ambientes fechados, as fotos ficam boas com o uso do flash. Outros recursos que funcionam bem nessa máquina são o detector de faces e o estabilizador óptico. 12 MP ZOOM ÓPTICO DE 10X, DE 35 A 350 MM

AVALIAÇÃO TÉCNICA

24 I DI C AS I N FO

Testes-Mat04.indd 24

7,9

CUSTO/BENEFÍCIO

LCD DE 3’’ CARTÃO SD 262 G

Para fotógrafos inexperientes — ou para os momentos de preguiça em relação aos ajustes manuais —, a Easyshare Z950 tem 17 modos de cena para clicar em qualquer situação. Entre os mais inusitados estão Flores, Museu e Palco. Pelo botão Share, localizado na parte de trás do aparelho, é possível compartilhar fotos e vídeos com facilidade pela internet. Mas isso requer o uso do software instalado no computador. A câmera é pequena, pesa 262 gramas e possui boa empunhadura, que permite fotografar com apenas uma das mãos. A construção é simples, toda feita em plástico rígido preto e apoio emborrachado no lado direito para maior firmeza nos cliques. Outra vantagem é que a lente se fecha completamente quando a Z950 é desligada, dispensando as tampinhas protetoras. 1 174 REAIS

7,4 © FOTOS MARCELO KURA

07.08.10 14:34:14


câmeras I reflex

UMA FORÇA PARA OS NOVATOS Câmera reflex D3000 traz modo guia para iniciantes não passarem vergonha ao clicar POR RENATA LEAL E RENAN FRIZZO

A

lém de todos os modos clássicos de ajuste de exposição, foco e balanço de branco, a D3000, câmera SLR básica da Nikon, traz um exótico modo guia, que orienta o fotógrafo iniciante, dando dicas de como proceder ao clicar. Com um visor LCD de 3 polegadas cheio de informações, ela produz boas imagens, e seu peso agradável facilita na empunhadura. Com resolução de 10,2 megapixels — o que pode ser considerado pouco para essa categoria — e sensibilidade ISO de 100 até 3 200, a D3000 traz boa qualidade nas fotos e nitidez dentro do esperado. Outro ponto positivo é a limpeza automática do sensor, que impede o acúmulo de poeira. A câmera vem equipada com uma lente Nikkor,

de 18-55 milímetros, a abertura varia entre f/3,6 e f/5,6 e o zoom óptico chega a 3 vezes. Durante os testes, o efeito barril foi praticamente imperceptível. No espaçoso LCD, as informações estão bem organizadas e o visor exibe um resumo dos ajustes da máquina, possibilitando rápido acesso a eles. Já pelo ocular, é possível visualizar apenas informações básicas na parte inferior, como ISO e foco. O problema é que, por causa desse painel de ajustes, não é possível fotografar pelo LCD, como na maioria das atuais reflex. Aqui dá apenas para enxergar as imagens prontas. Outro detalhe que merece destaque é o flash. Ele possui alcance de 12 metros, garantindo fotos melhores em ambientes fechados. Ainda é possível conectar um flash externo na Nikon D3000. Já a velocidade do modelo não tem nada de fantástico: o boot acontece em 1,2 segundo, e o disparo sai em 0,4 segundo. Nos recursos, a câmera fica devendo em alguns pontos: não filma, não possui detector de faces, nem autobracketing, para realizar uma série de disparos variando a exposição.

10,2 MP KIT COM CÂMERA E LENTE 18-55 MM VR LCD DE 3’’ CARTÕES SD E SDHC CÂMERA: 542 G; LENTE: 276 G 1 612 REAIS

AVALIAÇÃO TÉCNICA

26 I DI C AS I N FO

Testes-Mat04.indd 26

8,3

CUSTO/BENEFÍCIO

7,4 © FOTOS MARCELO KURA

07.08.10 14:37:47


A VELOZ NX10 Samsung NX10 combina características de reflex e de compacta POR YURI GONZAGA

R

eflex ou compacta? Nenhuma das duas, nem tampouco uma Micro Four Third. Das primeiras, a NX10, da Samsung, herdou o enorme sensor e a capacidade de troca de lentes. Das segundas, a ausência de espelho e a configuração por meio do visor eletrônico. O resultado é uma câmera que possui desempenho em baixa luminosidade e versatilidade óptica muito acima das câmeras compactas, ainda que mantenha o tamanho e o peso próximos aos dos modelos superzoom. Ou seja, trata-se de uma nova categoria. A NX10 tem resolução de 14,6 megapixels e sua objetiva trabalha com ISO de 100 a 3 200, tem abertura máxima f/3,5-5,6 e zoom óptico de 3 vezes. Acompanha também o produto uma lente fixa (30mm F2). Uma terceira lente (teleobjetiva de 75-300mm) é oferecida pela Samsung, mas ela não faz parte

do pacote básico, que sai por 2 499 reais. Nos testes, a NX10 produziu um efeito barril, mas praticamente imperceptível. A qualidade das imagens é muito boa, com cores e contrastes equilibrados. O desempenho com alta sensibilidade ISO é marcante. Enquanto uma compacta de quase o mesmo tamanho, como a Canon SX1, granula as imagens a partir do ISO 800, a NX10 apresenta pouca perda da nitidez mesmo com a configuração de sensibilidade máxima. Um ponto que chama a atenção no equipamento da Samsung é a velocidade. A câmera chega a capturar 30 quadros em um segundo, a uma resolução rebaixada para 1,4 megapixel, e três quadros por segundo com a resolução máxima. O tempo de boot é de 1,1 segundo e o tempo de foto de 0,15 segundo. O visor de 3 polegadas tem tecnologia AMOLED, garantindo boa visualização das imagens mesmo em ambientes claros. Mas o carregamento das fotos nesse visor mostrou-se lento. O equipamento inclui também um visor ocular digital com sensor de aproximação. Quando o rosto do fotógrafo se avizinha, a tela AMOLED se apaga e os controles passam a ser exibidos nesse visor ocular. O equipamento produz vídeos de até 1 280 por 720 a 30 quadros por segundo no formato MP4. Além disso, tem saída miniHDMI. Mas os vídeos decepcionaram, porque o autofoco durante as filmagens é bastante brusco. Melhor mesmo é desligá-lo e adotar o controle de foco manual.

14,6 MP ZOOM ÓPTICO DE 3X DE 27,7 A 84 MM 12,3 X 8,7 X 3,9 CM 410 G 2 499 REAIS

AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,8

CUSTO/BENEFÍCIO

6,9 D I C AS I NFO I 27

Testes-Mat04.indd 27

07.08.10 14:38:10


câmeras I micro four thirds

REFLEX OU COMPACTA? Lumix DMC-G1, da Panasonic, é o primeira câmera levinha com lentes intercambiáveis POR MARCO AURÉLIO ZANNI

F

otógrafos profissionais em momentos de folga ou amadores que desejam alta qualidade de imagem têm um sonho em comum: juntar a versatilidade das câmeras reflex com a praticidade das compactas. Ou seja, querem clicar fotos boas sem ficar carregando um trambolhão por aí. Dos equipamentos que já passaram pelo INFOLAB, um dos que mais se aproximam dessa proeza é a Lumix DMC-G1, da Panasonic. Ela tem um corpo do tamanho das superzoom, mas isso não a impede de usar lentes intercambiáveis — e tudo isso num sistema totalmente digital. A tradicional telinha de LCD usada nas compactas, que está se popularizando nas DSLRs, permitiu que a G1 abdicasse do visor óptico para ficar pequena (ela mede 12,4 por 8,3 por 12 centímetros e pesa 620 gramas, sem contar a lente). Como o novo viewfinder é eletrônico, foi possível também tirar a peça conhecida como caixa de espelhamento, usada para inverter a imagem antes de exibi-la no visor óptico. Embora esse sistema de visualização mostre 1,4 milhão de pontos, há uma perda evidente na fidelidade das cores que você enxerga numa cena, quando comparamos com o velho pentaprisma, mas a qualidade dos cliques continua semelhante à de uma reflex. O sistema, desenvolvido pela Panasonic e pela Olympus para fazer câmeras desse tipo, chama-se

28 I DI C AS IN FO

Testes-Mat04.indd 28-29

Micro Four Thirds. Sua vantagem, além de deixar a máquina menor, é também tirar 6 milímetros do sensor, em relação ao comum Four Thirds, com 1,7 por 1,3 centímetro. O sensor CMOS do sistema quatro terços, com metade do tamanho de um fotograma de 35 mm, deixa as lentes mais leves também. Como efeitos colaterais, o equipamento exige um adaptador para o uso de lentes antigas e, por causa do corpo compacto, algumas objetivas grandes podem dificultar a empunhadura. Se nada do que foi dito até aqui é uma limitação séria para você (e não deve ser mesmo, para a maioria dos usuários), temos uma câmera com pegada quase profissional e uma montanha de recursos para ajudar até quem não manja tanto de fotografia. Ela tem resolução de 12,1 megapixels e sensibilidade ISO que vai de 100 a 3 200. A objetiva que vem junto, uma Lumix G Vario, possui distância focal variando de 14 a 45 mm e abertura do diafragma de f/3,5 a f/5,6. As fotos tiradas no INFOLAB mostraram boa qualidade, nitidez e cores equilibradas. A distorção geométrica foi quase imperceptível e também não houve aberrações cromáticas evidentes. O display LCD de 3 polegadas e 460 Kpixels é um show à parte. Além de ter uma excelente definição de cores, ele dá a maior liberdade na hora de clicar

© FOTOS MARCELO KURA

em ângulos inusitados. A tela se move 180 graus lateralmente e 270 graus na vertical. Há duas funções automáticas muito interessantes. A primeira, relativa ao visor ocular, serve para ligá-lo só quando você aproxima seu olho. A segunda aparece quando se mexe no foco manual — a câmera aumenta o zoom digital para que seja possível usar um pedaço pequeno da cena como referência. Na hora do clique, ela volta ao enquadramento original. As demais funções da G1 são parecidas com o que vemos por aí nas câmeras digitais compactas. Há um estabilizador óptico de imagens, que detecta e corrige automaticamente a tremulação das mãos, e configurações de sensibilidade e velocidade de disparo, evitando imagens borradas. Antes do clique, a tecnologia AF Tracking vai acompanhando o objeto a

ser fotografado e ajusta o foco a cada movimento para garantir imagens sem borrões. Também está presente aqui o detector de faces. Depois que a foto é tirada, dá para fazer correção de brilho. Mas uma função básica essa câmera não tem: é impossível gravar vídeos com ela. Pelo preço de 3 774 reais, o equipamento deveria até servir cafezinho. O acabamento emborrachado da máquina na cor azul dá um toque de elegância a ela, mas sem chamar muita atenção. Seu formato é conservador, seguindo o estilo das reflex, o que é ótimo para a empunhadura. Comparando com uma DSLR de tamanho normal, obviamente ela não é tão confortável. O contraponto são os botões bem posicionados, acessíveis somente com o polegar. Uma das coisas esperadas pela indústria é a produção de modelos mais compactos nesse padrão Micro Four Thirds, o que seria uma quebra de paradigma, por permitir a troca das lentes. 12,1 MP ZOOM DE 3,2X LCD DE 3’’ 12,4 X 8,3 X 12 CM 620 G 3 774 REAIS

AVALIAÇÃO TÉCNICA

8,0

CUSTO/BENEFÍCIO

6,7

DIC A S INFO I 29

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câmeras I micro four thirds

REFLEX OU COMPACTA? Lumix DMC-G1, da Panasonic, é o primeira câmera levinha com lentes intercambiáveis POR MARCO AURÉLIO ZANNI

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otógrafos profissionais em momentos de folga ou amadores que desejam alta qualidade de imagem têm um sonho em comum: juntar a versatilidade das câmeras reflex com a praticidade das compactas. Ou seja, querem clicar fotos boas sem ficar carregando um trambolhão por aí. Dos equipamentos que já passaram pelo INFOLAB, um dos que mais se aproximam dessa proeza é a Lumix DMC-G1, da Panasonic. Ela tem um corpo do tamanho das superzoom, mas isso não a impede de usar lentes intercambiáveis — e tudo isso num sistema totalmente digital. A tradicional telinha de LCD usada nas compactas, que está se popularizando nas DSLRs, permitiu que a G1 abdicasse do visor óptico para ficar pequena (ela mede 12,4 por 8,3 por 12 centímetros e pesa 620 gramas, sem contar a lente). Como o novo viewfinder é eletrônico, foi possível também tirar a peça conhecida como caixa de espelhamento, usada para inverter a imagem antes de exibi-la no visor óptico. Embora esse sistema de visualização mostre 1,4 milhão de pontos, há uma perda evidente na fidelidade das cores que você enxerga numa cena, quando comparamos com o velho pentaprisma, mas a qualidade dos cliques continua semelhante à de uma reflex. O sistema, desenvolvido pela Panasonic e pela Olympus para fazer câmeras desse tipo, chama-se

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Micro Four Thirds. Sua vantagem, além de deixar a máquina menor, é também tirar 6 milímetros do sensor, em relação ao comum Four Thirds, com 1,7 por 1,3 centímetro. O sensor CMOS do sistema quatro terços, com metade do tamanho de um fotograma de 35 mm, deixa as lentes mais leves também. Como efeitos colaterais, o equipamento exige um adaptador para o uso de lentes antigas e, por causa do corpo compacto, algumas objetivas grandes podem dificultar a empunhadura. Se nada do que foi dito até aqui é uma limitação séria para você (e não deve ser mesmo, para a maioria dos usuários), temos uma câmera com pegada quase profissional e uma montanha de recursos para ajudar até quem não manja tanto de fotografia. Ela tem resolução de 12,1 megapixels e sensibilidade ISO que vai de 100 a 3 200. A objetiva que vem junto, uma Lumix G Vario, possui distância focal variando de 14 a 45 mm e abertura do diafragma de f/3,5 a f/5,6. As fotos tiradas no INFOLAB mostraram boa qualidade, nitidez e cores equilibradas. A distorção geométrica foi quase imperceptível e também não houve aberrações cromáticas evidentes. O display LCD de 3 polegadas e 460 Kpixels é um show à parte. Além de ter uma excelente definição de cores, ele dá a maior liberdade na hora de clicar

© FOTOS MARCELO KURA

em ângulos inusitados. A tela se move 180 graus lateralmente e 270 graus na vertical. Há duas funções automáticas muito interessantes. A primeira, relativa ao visor ocular, serve para ligá-lo só quando você aproxima seu olho. A segunda aparece quando se mexe no foco manual — a câmera aumenta o zoom digital para que seja possível usar um pedaço pequeno da cena como referência. Na hora do clique, ela volta ao enquadramento original. As demais funções da G1 são parecidas com o que vemos por aí nas câmeras digitais compactas. Há um estabilizador óptico de imagens, que detecta e corrige automaticamente a tremulação das mãos, e configurações de sensibilidade e velocidade de disparo, evitando imagens borradas. Antes do clique, a tecnologia AF Tracking vai acompanhando o objeto a

ser fotografado e ajusta o foco a cada movimento para garantir imagens sem borrões. Também está presente aqui o detector de faces. Depois que a foto é tirada, dá para fazer correção de brilho. Mas uma função básica essa câmera não tem: é impossível gravar vídeos com ela. Pelo preço de 3 774 reais, o equipamento deveria até servir cafezinho. O acabamento emborrachado da máquina na cor azul dá um toque de elegância a ela, mas sem chamar muita atenção. Seu formato é conservador, seguindo o estilo das reflex, o que é ótimo para a empunhadura. Comparando com uma DSLR de tamanho normal, obviamente ela não é tão confortável. O contraponto são os botões bem posicionados, acessíveis somente com o polegar. Uma das coisas esperadas pela indústria é a produção de modelos mais compactos nesse padrão Micro Four Thirds, o que seria uma quebra de paradigma, por permitir a troca das lentes. 12,1 MP ZOOM DE 3,2X LCD DE 3’’ 12,4 X 8,3 X 12 CM 620 G 3 774 REAIS

AVALIAÇÃO TÉCNICA

8,0

CUSTO/BENEFÍCIO

6,7

DIC A S INFO I 29

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câmerafones I aparelhos

VOCAÇÃO PARA PAPARAZZO

AO SOM DO X6 Leve e fino, o Nokia X6-00 tem boa vocação para servir de player musical. Além de ter 16 GB de espaço interno para armazenar arquivos, ele vem com acesso irrestrito à loja de músicas da Nokia, um bom programa para baixar e gerenciar podcasts e o popular identificador de músicas Shazam. A Nokia caprichou até no software sintonizador de rádio, que mostra dados da estação e da música tocada no momento. Os fones que acompanham o aparelho têm acabamento acima da média e a bateria do X6 mandou muito bem. Com Bluetooth e Wi-Fi desligados, ela suportou 10 horas de ligações. Só faltou uma entrada para cartões de memória.

As câmeras fotográficas que equipam celulares e smartphones estão melhores e mais espertas POR JULIANO BARRETO

3G SYMBIAN 9.4 128 MB/16 GB (RAM/ROM) A-GPS DURAÇÃO DA BATERIA: 3H23MINN 1 499 REAIS

O ANDROID DA SONY ERICSSON

AVALIAÇÃO TÉCNICA

A Sony Ericsson trabalhou bastante para fazer da união do Xperia X10 com o sistema Android um casamento perfeito. O resultado foram dois aplicativos próprios que redesenham a interface do sistema, o Timescape e o Mediascape. O primeiro acessa redes sociais, o outro gerencia conteúdo multimídia. Em ambos, miniaturas flutuantes e ícones modernos fazem lembrar o filme Minority Report. A sensação é reforçada pela tela de 4 polegadas e pelo processador de 1 GHz, que garantem a beleza e a rapidez das animações e transparências dos aplicativos. Um dos destaques do aparelho da Sony Ericsson é a câmera de 8,1 megapixels. Antes de dar o clique, é possível escolher o foco da cena com apenas um toque na tela. Fora isso, o dispositivo tem detector de sorriso, estabilizador de imagem e luz forte no flash de LED. Faltou ao X10 apenas uma câmera frontal para videoconferência. 3G

WI-FI

ANDROID

GPS

1 GHZ

8,3

CUSTO/BENEFÍCIO

TELA DE 3,1”

CÂMERA DE 5 MP

7,3

1 GB/8 GB (ROM/CARTÃO) TELA DE 4” CÂMERA DE 8,1 MP DURAÇÃO DA BATERIA: 6H10MIN 1 289 REAIS

AVALIAÇÃO TÉCNICA

8,4

CUSTO/BENEFÍCIO

7,5

MILESTONE É TUDO PELO SOCIAL A tela de 3,7 polegadas, a maior testada nesta edição, e os 169 gramas, dos mais pesados, dizem muito sobre o Milestone, da Motorola. O aparelho tem uma lista generosa de recursos comandados por meio da tela multitoque ou pelo bom teclado QWERTY, mas paga pelo excesso com um design pouco atraente. Vale destacar a escolha pelo Android 2.0, a integração com o Facebook e o Twitter e a qualidade dos programas instalados, como o navegador GPS. Por tudo isso, ter apenas 512 MB de memória é pouco, um problema que o sucessor do Milestone, já batizado de Droid X, não deverá ter. A câmera de 5 megapixels que integra o aparelho tem zoom de 4 vezes, foco automático e um flash forte de LED. Desempenho? Nos testes, tirou boas fotos, mas foi um pouco lenta. 3G WI-FI ANDROID 256 MB/8 GB (RAM/CARTÃO) TELA DE 3,7” CÂMERA DE 5 MP DURAÇÃO DA BATERIA: 6H37MIN 1 340 REAIS

AVALIAÇÃO TÉCNICA

30 I DIC DI C AS INFO IN FO

aparelhos-Mat05.indd 30-31

8,4

CUSTO/BENEFÍCIO

7,4

QUERIDA, ENCOLHI O N97! A Nokia fez um bom trabalho ao compactar um de seus melhores smartphones e criar o Nokia N97 Mini. Na versão reduzida, o aparelho ficou mais elegante e manteve qualidades como o espaçoso teclado QWERTY deslizante, que permite digitar rápido usando os polegares. A câmera com lentes Carl Zeiss e flash com LED duplo é outro ponto forte que não foi alterado. Mas nem tudo foi mantido. O espaço interno mudou de 32 GB para 8 GB e algumas chateações do Symbian permanecem. Os exemplos mais irritantes são os ícones pequenos e as barras de rolagem difíceis de usar. Assim como seu irmão mais velho, o N97 Mini manda bem no hardware e peca no software. 3G

SYMBIAN 9.4

AVALIAÇÃO TÉCNICA

© FOTOS MAnonononono

256 MB/8 GB (RAM/ROM)

8,0

CUSTO/BENEFÍCIO

GPS

TELA DE 3,2”

CÂMERA DE 5 MP

DURAÇÃO DA BATERIA: 4H31MIN

1 599 REAIS

7,1 DIC A S INFO I 31

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câmerafones I aparelhos

VOCAÇÃO PARA PAPARAZZO

AO SOM DO X6 Leve e fino, o Nokia X6-00 tem boa vocação para servir de player musical. Além de ter 16 GB de espaço interno para armazenar arquivos, ele vem com acesso irrestrito à loja de músicas da Nokia, um bom programa para baixar e gerenciar podcasts e o popular identificador de músicas Shazam. A Nokia caprichou até no software sintonizador de rádio, que mostra dados da estação e da música tocada no momento. Os fones que acompanham o aparelho têm acabamento acima da média e a bateria do X6 mandou muito bem. Com Bluetooth e Wi-Fi desligados, ela suportou 10 horas de ligações. Só faltou uma entrada para cartões de memória.

As câmeras fotográficas que equipam celulares e smartphones estão melhores e mais espertas POR JULIANO BARRETO

3G SYMBIAN 9.4 128 MB/16 GB (RAM/ROM) A-GPS DURAÇÃO DA BATERIA: 3H23MINN 1 499 REAIS

O ANDROID DA SONY ERICSSON

AVALIAÇÃO TÉCNICA

A Sony Ericsson trabalhou bastante para fazer da união do Xperia X10 com o sistema Android um casamento perfeito. O resultado foram dois aplicativos próprios que redesenham a interface do sistema, o Timescape e o Mediascape. O primeiro acessa redes sociais, o outro gerencia conteúdo multimídia. Em ambos, miniaturas flutuantes e ícones modernos fazem lembrar o filme Minority Report. A sensação é reforçada pela tela de 4 polegadas e pelo processador de 1 GHz, que garantem a beleza e a rapidez das animações e transparências dos aplicativos. Um dos destaques do aparelho da Sony Ericsson é a câmera de 8,1 megapixels. Antes de dar o clique, é possível escolher o foco da cena com apenas um toque na tela. Fora isso, o dispositivo tem detector de sorriso, estabilizador de imagem e luz forte no flash de LED. Faltou ao X10 apenas uma câmera frontal para videoconferência. 3G

WI-FI

ANDROID

GPS

1 GHZ

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CUSTO/BENEFÍCIO

TELA DE 3,1”

CÂMERA DE 5 MP

7,3

1 GB/8 GB (ROM/CARTÃO) TELA DE 4” CÂMERA DE 8,1 MP DURAÇÃO DA BATERIA: 6H10MIN 1 289 REAIS

AVALIAÇÃO TÉCNICA

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CUSTO/BENEFÍCIO

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MILESTONE É TUDO PELO SOCIAL A tela de 3,7 polegadas, a maior testada nesta edição, e os 169 gramas, dos mais pesados, dizem muito sobre o Milestone, da Motorola. O aparelho tem uma lista generosa de recursos comandados por meio da tela multitoque ou pelo bom teclado QWERTY, mas paga pelo excesso com um design pouco atraente. Vale destacar a escolha pelo Android 2.0, a integração com o Facebook e o Twitter e a qualidade dos programas instalados, como o navegador GPS. Por tudo isso, ter apenas 512 MB de memória é pouco, um problema que o sucessor do Milestone, já batizado de Droid X, não deverá ter. A câmera de 5 megapixels que integra o aparelho tem zoom de 4 vezes, foco automático e um flash forte de LED. Desempenho? Nos testes, tirou boas fotos, mas foi um pouco lenta. 3G WI-FI ANDROID 256 MB/8 GB (RAM/CARTÃO) TELA DE 3,7” CÂMERA DE 5 MP DURAÇÃO DA BATERIA: 6H37MIN 1 340 REAIS

AVALIAÇÃO TÉCNICA

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CUSTO/BENEFÍCIO

7,4

QUERIDA, ENCOLHI O N97! A Nokia fez um bom trabalho ao compactar um de seus melhores smartphones e criar o Nokia N97 Mini. Na versão reduzida, o aparelho ficou mais elegante e manteve qualidades como o espaçoso teclado QWERTY deslizante, que permite digitar rápido usando os polegares. A câmera com lentes Carl Zeiss e flash com LED duplo é outro ponto forte que não foi alterado. Mas nem tudo foi mantido. O espaço interno mudou de 32 GB para 8 GB e algumas chateações do Symbian permanecem. Os exemplos mais irritantes são os ícones pequenos e as barras de rolagem difíceis de usar. Assim como seu irmão mais velho, o N97 Mini manda bem no hardware e peca no software. 3G

SYMBIAN 9.4

AVALIAÇÃO TÉCNICA

© FOTOS MAnonononono

256 MB/8 GB (RAM/ROM)

8,0

CUSTO/BENEFÍCIO

GPS

TELA DE 3,2”

CÂMERA DE 5 MP

DURAÇÃO DA BATERIA: 4H31MIN

1 599 REAIS

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MELHOR PARA FOTOGRAFAR Seguindo a tradição da Sony Ericsson em fazer bons câmerafones, o Vivaz chama atenção pela riqueza e qualidade de opções no trato com as imagens. Sua câmera tem 8,1 MP, foco automático, sistema de estabilização, reconhece sorrisos, usa recurso de geolocalização e grava vídeos em 720p. O aparelho é equipado com sistema dedicado de vídeo, o PowerVR SGX, que garante cores vivas e tem um bom desempenho para fazer edições básicas nas fotos e reproduzir filmes — só faltou o suporte a DivX. Um ponto negativo na usabilidade é o apertado teclado virtual, que às vezes força o usuário até a apelar para a infame caneta stylus. 3G SYMBIAN S60 256 MB/8 GB (RAM/CARTÃO) A-GPS TELA DE 3,2” CÂMERA DE 8,1 MP DURAÇÃO DA BATERIA: 4H23MIN 657 REAIS

AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,9

CUSTO/BENEFÍCIO

8,0

SMARTPHONE À PAISANA Desligado, o LG Sm@rt GM750 passa batido. Nem parece um smartphone que tem uma boa câmera de 5 MP e áreas de trabalho com interface 3D. Essa primeira impressão é causada pela falta de um teclado físico, mas a lista de recursos do aparelho consegue desfazer o engano. Equipado com uma versão customizada do Windows Mobile 6.5, o aparelho enfrenta bem o dia de trabalho, oferecendo compatibilidade para ver e editar documentos do Office 2007, serviço de push mail e cinco áreas de trabalho, que podem ser acessadas por meio de um cubo 3D que é girado via touchscreen. Outro destaque é o suporte a vídeos XviD e DivX com legendas. TELA DE 3”

3G WINDOWS MOBILE 6.5 300 MB/2 GB (ROM/MICROSD) A-GPS CÂMERA DE 5 MP DURAÇÃO DA BATERIA: 6H56MIN 1 124 REAIS

AVALIAÇÃO TÉCNICA

32 I DI DIC C AS I NFO N FO

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7,5

CUSTO/BENEFÍCIO

7,1

* PREÇOS CONSIDERAM O VALOR MÉDIO DOS APARELHOS EM PLANOS DE 100 OU DE 120 MINUTOS MENSAIS

© FOTOS MARCELO KURA

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acessórios I porta-retratos

SUAS MELHORES LEMBRANÇAS S

Com um porta-retratos digital, sua coleção de fotos pode fazer bonito na sala uas melhores fotografias seguem para os amigos por e-mail, estão num serviço de compartilhamento como o Flickr ou o Picasa e são alardeadas pelo Twitter mas o que você quer mesmo

é expô-las em casa de uma maneira mais dinâmica? Simples. Escolha um porta-retratos digital, como os dois modelos a seguir, para apreciar sua própria produção e exibi-las para as visitas.

FOTOS, VÍDEOS E MÚSICAS Na sala? Pode ser, mas o lugar ideal para o AJL308 é em cima do criado-mudo. O equipamento da Philips exibe as horas e tem uma função despertador para acordar os dorminhocos com o som da rádio FM. Se você plugar nele um pen drive poderá também reproduzir vídeos, músicas e fotos. A tela de 7 polegadas não é sensível ao toque e tem resolução de 480 por 234 pixels — ou seja, não espere imagens de altíssima qualidade. O AJL308 não possui memória interna, mas a entrada USB e o slot para cartões SD e MMC suportam os formatos DivX, MPEG 1 e 2 (vídeo), WAV e MP3 (áudio) e JPEG (foto). 447 REAIS

AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,2

CUSTO/BENEFÍCIO

7,0

FOTOS, VÍDEOS E MÚSICAS Está com vontade de comprar um porta-retratos digital, mas não quer que ele gaste muita energia? O EasyShare P730m, da Kodak, possui um diferencial que permite programar a hora de ligar e desligar o aparelho, evitando o desperdício de energia. Com tela de 7 polegadas, o EasyShare P730m possui memória interna de 512 MB e suporta arquivos no formato JPEG. Traz entradas para cartões MS, MS Pro Duo, MMC, SD e XD. Nas conexões, esse modelo vem apenas com uma entrada USB 2.0, que serve para plugar pen drives e transferir suas fotos favoritas. Uma falha do porta-retratos, observada nos testes, foi distorcer algumas imagens em alta resolução. Outro fraco do modelo da Kodak é que sua tela não é sensível ao toque, prejudicando bastante a usabilidade. 240 REAIS

AVALIAÇÃO TÉCNICA

34 I DI C AS I N FO

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7,0

CUSTO/BENEFÍCIO

7,8 © FOTOS MARCELO KURA

07.08.10 14:45:22


programas I edição profissional

AS MÁGICAS DO PHOTOSHOP

Para o profissional que ainda usa o CS3 ou anterior, o upgrade é indiscutivelmente válido, pois envolve a soma dos aperfeiçoamentos de duas ou mais edições do Photoshop. No entanto, quem já está rodando o CS4 precisa pesar bem e decidir se, mágicas à parte, as novas aquisições do programa justificam o desembolso. Veja a seguir uma seleção dos recursos que mais se destacam no Photoshop CS5 Extended.

Na versão CS5, o programa traz recursos impressionantes que reforçam a produtividade POR CARLOS MACHADO

S

PREENCHIMENTO MÁGICO 1 Comecemos pela novidade de maior impacto, o

empre que se anuncia nova versão de programas tão maduros e completos como o Photoshop, a primeira ideia que nos vem à cabeça é a de que as novidades serão apenas cosméticas. Afinal, o que há mais para incluir num produto assim? Essa expectativa não é de todo irreal. Mas, com o lançamento do Photoshop CS5, a Adobe mais uma vez conseguiu vencê-la. A nova versão do editor de imagens traz, sim, inovações consistentes, e aposta com firmeza na produtividade. Alguns dos novos recursos são tão impressionantes que parecem toques de mágica. O programa, assim como toda a suíte CS5 — que inclui Illustrator, InDesign, Dreamweaver etc. —, chegou ao mercado em maio. INFO testou uma versão do Photoshop CS5 Extended (com recursos 3D), ainda em inglês. É possível encontrar o produto em português por 2 131 reais em média para a versão padrão e 3 075 reais para a Extended. Quem tem a versão CS3 ou CS4 pode fazer o upgrade por algo em torno de 760 reais.

Preenchimento Sensível ao Conteúdo (Content-Aware Fill). Com esse comando (veja mais sobre ele em Delete o que não interessa, na pág. 72), o usuário elimina parte da imagem e o Photoshop preenche, automaticamente, o espaço deixado por ela. O efeito, para quem o vê pela primeira vez, é impressionante, mesmo para profissionais que conhecem a fundo os segredos do programa. O preenchimento sensível a conteúdo é um irmão mais novo do redimensionamento sensível a conteúdo (Content-Aware Scale), que estreou no Photoshop CS4. Com este, pode-se aumentar ou diminuir uma foto arrastando-a somente na horizontal. O ambiente é ampliado ou reduzido, enquanto as pessoas se mantêm sem deformação. Agora, o recurso é aplicado ao preenchimento. Nos dois casos, o truque não pode ser usado em qualquer imagem. Em fotos cujo plano de fundo é muito complexo, os recursos de reconhecimento do contexto não funcionam. Mas isso não diminui em nada o ganho de produtividade dessas ferramentas. Em muitos casos, apenas com o pressionamento de duas teclas, concluise uma operação que, de outra forma, consumiria bom tempo de um profissional.

ESPERTO 2 RETOQUE Outra nova ferramenta da família ContentAware é o Pincel de Recuperação Sensível ao Conteúdo (Content-Aware Healing Brush). Enquanto o Preenchimento exige a seleção de uma área relativamente grande, esse pincel é aplicado diretamente para eliminar manchas ou arranhões ou mesmo para corrigir partes pequenas da imagem. Ajustando-se adequadamente a largura do pincel, ganha-se muito tempo ao retocar fotografias. Observação: o Pincel de Recuperação Sensível ao Conteúdo não é exatamente uma nova ferramenta, mas uma opção que torna mais esperto o já conhecido Pincel de Recuperação.

TORCIDO 3 BONECO Trazida de outro programa da Adobe, o After Effects, a ferramenta Puppet Warp — que, literalmente, sugere a ideia de "torcer o boneco" — é mais uma novidade bem-vinda para a edição de imagens. Com ela, o usuário marca pontos de controle numa imagem e gira partes dela em torno desses pontos sem alterar o resto da

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© FOTOS MAnonononono

figura. No exemplo usado pela Adobe como demonstração, o efeito é aplicado à tromba de um elefante, que é girada para diferentes posições, mantendo sempre a aparência de movimentos naturais do paquiderme. Também pode ser usado, por exemplo, para reposicionar braços e pernas de pessoas ou partes de objetos.

4 MINI-BRIDGE Até a versão anterior, havia um botão na barra de ferramentas do programa para abrir o gerenciador de arquivos Bridge. Assim, quando precisava localizar uma imagem, o usuário saía do Photoshop e ia procurá-la naquele aplicativo. Agora, existe o botão Mini-Bridge, que abre o gerenciador como um painel, dentro do próprio editor de imagens. O Mini-Bridge está disponível não só no Photoshop, mas também nas outras ferramentas da suíte CS5, como o programa de desenho vetorial Illustrator e o programa de paginação InDesign. Detalhe: na verdade, o Mini-Bridge só funciona se o Bridge CS5 estiver aberto.

PHOTOSHOP CS5 EXTENDED FABRICANTE

Adobe

O QUE É

Editor de imagens

PRÓ

Recursos novos favorecem ganho de produtividade

CONTRA

Comando Refinar Arestas não inclui a opção Desfazer

EDIÇÃO

9,2 Ferramentas sensíveis ao conteúdo são excepcionais

MODELAGEM 3D

7,5 Destaque para o efeito Repoussé, que edita objetos 3D

INTERFACE

8,5 Painel Mini-Bridge facilita o acesso a arquivos

PREÇO (R$)

3 075

AVALIAÇÃO TÉCNICA CUSTO/BENEFÍCIO

(1)

8,9 6,7

(1) Média ponderada considerando os seguintes itens e respectivos pesos: Edição (50%), Modelagem 3D (10%) e Interface (40%). O Photoshop CS5 Extended ganhou 0,1 ponto na média devido ao bom desempenho da Adobe na Pesquisa INFO de Marcas 2010

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programas I edição profissional

AS MÁGICAS DO PHOTOSHOP

Para o profissional que ainda usa o CS3 ou anterior, o upgrade é indiscutivelmente válido, pois envolve a soma dos aperfeiçoamentos de duas ou mais edições do Photoshop. No entanto, quem já está rodando o CS4 precisa pesar bem e decidir se, mágicas à parte, as novas aquisições do programa justificam o desembolso. Veja a seguir uma seleção dos recursos que mais se destacam no Photoshop CS5 Extended.

Na versão CS5, o programa traz recursos impressionantes que reforçam a produtividade POR CARLOS MACHADO

S

PREENCHIMENTO MÁGICO 1 Comecemos pela novidade de maior impacto, o

empre que se anuncia nova versão de programas tão maduros e completos como o Photoshop, a primeira ideia que nos vem à cabeça é a de que as novidades serão apenas cosméticas. Afinal, o que há mais para incluir num produto assim? Essa expectativa não é de todo irreal. Mas, com o lançamento do Photoshop CS5, a Adobe mais uma vez conseguiu vencê-la. A nova versão do editor de imagens traz, sim, inovações consistentes, e aposta com firmeza na produtividade. Alguns dos novos recursos são tão impressionantes que parecem toques de mágica. O programa, assim como toda a suíte CS5 — que inclui Illustrator, InDesign, Dreamweaver etc. —, chegou ao mercado em maio. INFO testou uma versão do Photoshop CS5 Extended (com recursos 3D), ainda em inglês. É possível encontrar o produto em português por 2 131 reais em média para a versão padrão e 3 075 reais para a Extended. Quem tem a versão CS3 ou CS4 pode fazer o upgrade por algo em torno de 760 reais.

Preenchimento Sensível ao Conteúdo (Content-Aware Fill). Com esse comando (veja mais sobre ele em Delete o que não interessa, na pág. 72), o usuário elimina parte da imagem e o Photoshop preenche, automaticamente, o espaço deixado por ela. O efeito, para quem o vê pela primeira vez, é impressionante, mesmo para profissionais que conhecem a fundo os segredos do programa. O preenchimento sensível a conteúdo é um irmão mais novo do redimensionamento sensível a conteúdo (Content-Aware Scale), que estreou no Photoshop CS4. Com este, pode-se aumentar ou diminuir uma foto arrastando-a somente na horizontal. O ambiente é ampliado ou reduzido, enquanto as pessoas se mantêm sem deformação. Agora, o recurso é aplicado ao preenchimento. Nos dois casos, o truque não pode ser usado em qualquer imagem. Em fotos cujo plano de fundo é muito complexo, os recursos de reconhecimento do contexto não funcionam. Mas isso não diminui em nada o ganho de produtividade dessas ferramentas. Em muitos casos, apenas com o pressionamento de duas teclas, concluise uma operação que, de outra forma, consumiria bom tempo de um profissional.

ESPERTO 2 RETOQUE Outra nova ferramenta da família ContentAware é o Pincel de Recuperação Sensível ao Conteúdo (Content-Aware Healing Brush). Enquanto o Preenchimento exige a seleção de uma área relativamente grande, esse pincel é aplicado diretamente para eliminar manchas ou arranhões ou mesmo para corrigir partes pequenas da imagem. Ajustando-se adequadamente a largura do pincel, ganha-se muito tempo ao retocar fotografias. Observação: o Pincel de Recuperação Sensível ao Conteúdo não é exatamente uma nova ferramenta, mas uma opção que torna mais esperto o já conhecido Pincel de Recuperação.

TORCIDO 3 BONECO Trazida de outro programa da Adobe, o After Effects, a ferramenta Puppet Warp — que, literalmente, sugere a ideia de "torcer o boneco" — é mais uma novidade bem-vinda para a edição de imagens. Com ela, o usuário marca pontos de controle numa imagem e gira partes dela em torno desses pontos sem alterar o resto da

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© FOTOS MAnonononono

figura. No exemplo usado pela Adobe como demonstração, o efeito é aplicado à tromba de um elefante, que é girada para diferentes posições, mantendo sempre a aparência de movimentos naturais do paquiderme. Também pode ser usado, por exemplo, para reposicionar braços e pernas de pessoas ou partes de objetos.

4 MINI-BRIDGE Até a versão anterior, havia um botão na barra de ferramentas do programa para abrir o gerenciador de arquivos Bridge. Assim, quando precisava localizar uma imagem, o usuário saía do Photoshop e ia procurá-la naquele aplicativo. Agora, existe o botão Mini-Bridge, que abre o gerenciador como um painel, dentro do próprio editor de imagens. O Mini-Bridge está disponível não só no Photoshop, mas também nas outras ferramentas da suíte CS5, como o programa de desenho vetorial Illustrator e o programa de paginação InDesign. Detalhe: na verdade, o Mini-Bridge só funciona se o Bridge CS5 estiver aberto.

PHOTOSHOP CS5 EXTENDED FABRICANTE

Adobe

O QUE É

Editor de imagens

PRÓ

Recursos novos favorecem ganho de produtividade

CONTRA

Comando Refinar Arestas não inclui a opção Desfazer

EDIÇÃO

9,2 Ferramentas sensíveis ao conteúdo são excepcionais

MODELAGEM 3D

7,5 Destaque para o efeito Repoussé, que edita objetos 3D

INTERFACE

8,5 Painel Mini-Bridge facilita o acesso a arquivos

PREÇO (R$)

3 075

AVALIAÇÃO TÉCNICA CUSTO/BENEFÍCIO

(1)

8,9 6,7

(1) Média ponderada considerando os seguintes itens e respectivos pesos: Edição (50%), Modelagem 3D (10%) e Interface (40%). O Photoshop CS5 Extended ganhou 0,1 ponto na média devido ao bom desempenho da Adobe na Pesquisa INFO de Marcas 2010

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MOLHADO 5 PINCEL Outras novidades que saltam aos olhos vêm na ferramenta Brush (pincel). Uma delas é o recurso do "pincel molhado". Ela permite a mistura de cores do mesmo modo como faz o pintor em sua paleta. O tipo de pincel também pode ser mudado. Uma pequena janela indica se o que está em uso é um pincel largo, pontudo, em ângulo ou com as cerdas abertas como um espanador. Para os artistas, agora é possível usar uma foto como base e transformá-la numa pintura manual. Também é possível pintar com traços realistas partindo do zero, ou seja, sem usar uma foto como ponto de referência.

COM O AJUDA DO LIGHTROOM O Photoshop não é a única ferramenta de edição de fotos da Adobe. O Lightroom (www.info. abril.com.br/downloads/ adobe-lightroom-3) é outra plataforma da empresa dedicada à organização e edição de imagens. Além de mais rápida, a nova versão inclui uma série de novidades, como o suporte a arquivos de vídeo DSLT, correção de lentes e correção de perspectiva.

ARESTAS 6 REFINAR O comando Refinar Arestas (Refine Edge) já existia no Photoshop para permitir a feitura de seleções mais precisas na hora de recortar figuras. No CS5, esse recurso foi completamente revisado e tornou-se muito mais eficaz, em especial quando se trata de recortar cabelos. A nova caixa de diálogo, além de permitir todos os controles anteriores, traz um pincel para detectar com mais detalhes as pontas soltas dos cabelos ou outra extremidade complexa. O único senão no comando é não incluir a possibilildade de desfazer ou refazer parcialmente uma operação.

3D 7 RECURSOS Desde a versão CS3, a Adobe incorporou ao Photoshop capacidades de trabalhar com recursos 3D. Somente agora, contudo, um desses recursos chegou mais próximo do usuário comum. A versão CS5 traz o recurso chamado Repoussé, termo em francês para altorrelevo. O Repoussé permite criar letreiros em 3D, uma nova alternativa para o designer.

RAW 6 8 CAMERA O Photoshop CS5 traz o plug-in Camera RAW 6, para a edição de imagens no formato RAW, normalmente suportado apenas pelas câmeras fotográficas profissionais. Nesta edição, o plug-in foi aperfeiçoado e suporta 275 formatos RAW. Mas não é necessário usar um deles para colher os benefícios do produto. O comando Merge to HDR Pro (mesclar para HDR, ou faixa dinâmica ampliada) permite usar imagens diferentes da mesma cena e combiná-las para obter o melhor resultado. Um exemplo de uso é tirar múltiplas fotos da mesma cena, variando os ajustes da câmera. Submetidas depois a esse comando, elas geram a melhor imagem.

RETOQUES MAIS BÁSICOS Se o Photoshop é demais para o que precisa, mas você faz questão das soluções gráficas da Adobe, uma saída é o Photoshop Elements 8 (www.info.abril.com. br/downloads/adobe-photoshopelements-8). Entre os novos

recursos da atual versão está o Photomerge. A ferramenta combina duas imagens iguais com níveis de exposição diferentes, gerando uma terceira com todos os objetos nítidos e cores mais vivas. Em outras palavras, o Photomerge é uma simplificação de fotos em Dinamic Light Range (DLR) usada por fotógrafos profissionais. Outra novidade do Elements 8 é o Analisador Automático, capaz de dar uma mão na hora da organização da fototeca, ao classificar automaticamente as imagens por critérios, como número de pessoas identificadas e alto contraste. O identificador de faces também não ficou de fora. Basta identificar a pessoa numa foto para que o programa a reconheça em outras imagens.

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programas I edição

SEM A AJUDA DA ADOBE P

Não tem Photoshop? Confira outras opções para editar e aprimorar imagens

rofissionais dificilmente aceitam manipular fotos fora do Photoshop, mas o programa gráfico da Adobe é caro e complicado para a maioria dos mortais. Por sorte, há uma boa variedade de ferramentas bem mais em conta ou totalmente gratuitas. Quem não quer perder tempo nem tem conhecimentos técnicos

para obter resultados melhores não fica sem assistência, já que muitos programas oferecem aprimoramento de imagem com poucos cliques. Fotógrafos que dominam o assunto e sabem onde querem chegar também não têm dificuldade de localizar um programa que atenda, pelo menos em parte, suas necessidades.

NAS MÃOS DO GIMP Há quem implique com a interface confusa e toda desmembrada do Gimp e não é sem razão. Apesar de ter sido aprimorada nas últimas versões, ela ainda está longe de ser atraente. Mas quando se quer usar um software de edição de imagens sem gastar nada e ainda contar com alguns recursos avançados, o Gimp é uma das melhores soluções. Ele é um dos poucos programas gráficos gratuitos que permitem o uso de camadas, por exemplo. Também traz um conjunto de ferramentas de seleção e filtros de correção impressionantes para um produto gratuito. Outra ferramenta que chama a atenção é a que ajuda o usuário a salvar fotos e gráficos no tamanho e na qualidade ideais para serem publicadas na internet. Mas quem só quer eliminar olhos vermelhos ou corrigir o efeito serrilhado (anti-aliasing) de algumas imagens também encontra o que procura no programa. O Gimp trabalha com os formatos mais comuns de imagens, como BMP, GIF, JPEG,MNG, PCX, PDF, PNG, PS, PSD, SVG, TIFF, TGA e XPM. AVALIAÇÃO TÉCNICA

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CUSTO/BENEFÍCIO

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COMBINE AS IMAGENS Não importa o grau de conhecimento em fotografia que se tenha, com a ajuda do Photomatix Pro é possível gerar imagens com luz dinâmica e grande profundidade de campo. Para isso, o software combina três ou mais imagens do mesmo objeto ou cena, equilibrando a luminosidade e as cores. O mesmo efeito pode ser obtido em programas avançados de edição, como Photoshop, mas esses programas exigem um nível de conhecimento elevado. Além de realizar o trabalho de combinação de imagens, o Photomatix oferece várias opções de ajuste de imagens, como contraste, brilho e temperatura de cor. Depois de realizados os ajustes, as imagens podem ser salvas como TIFF (6 e 16 bits) e JPEG. Um grande senão do programa é não trabalhar com o modo RAW, que conserva o máximo de informação da imagem, sendo mais fiel à cena que formatos comprimidos, como o JPEG. 99 DÓLARES

www.info.abril.com.br/downloads/photomatix-pro-3

FOTOS MELHORES COM UM CLIQUE Nos momentos de pressa ou falta de paciência para burilar as fotos uma a uma é possível usar o recurso de processamento em lote do Xtreme Photo Designer. É só escolher os arquivos ou a pasta que devem ser manipulados, selecionar as ações, eleger o formato e a pasta de saída e executar o script. Para simplificar ainda mais, esses roteiros podem ser salvos e usados posteriormente. Não tem conhecimento para mexer nos detalhes? Abra a foto e clique no botão 1 Click localizado na barra de ferramentas. No painel lateral que surgirá, você vai encontrar uma série de recursos de aplicação instantânea. Há desde ferramentas de aprimoramento rápido — remoção de olhos vermelhos, otimização de luz, cor e nitidez — até opções de edição detalhada de imagens e aplicação de filtros e efeitos. Quem preferir pode usar as demais ferramentas do menu e da barra de ferramentas para ajustar os controles manualmente.

AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,7

CUSTO/BENEFÍCIO

7,3

www.info.abril.com.br/downloads/xtreme-photo-designer

AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,8

CUSTO/BENEFÍCIO

DO BÁSICO AO MAIS AVANÇADO

COM O APOIO DO PAINT .NET

O Photo Pos Pro é outra opção de editor gráfico com boa gama de recursos, inclusive com camadas, filtros, efeitos e processamento em lote. As ferramentas de aprimoramento também oferecem um grau de controle. Outra vantagem é que sua interface não assusta os novatos no assunto. Todas as ferramentas que são usadas com frequência possuem botões de atalho nas barras exibidas acima e do lado esquerdo da área de trabalho. Outra sacada que ajuda a deixar o ambiente mais organizado, quando várias caixas de propriedades de camadas, linhas, objetos etc. estão ativas, é o recolhimento automático. Assim, esses elementos permanecem visíveis apenas quando o cursor do mouse está sobre eles.

Leve, gratuito, fácil de usar e com interface totalmente em português. Essas são as principais credenciais do Paint .Net. O software dá conta das operações básicas para melhorar a qualidade das fotos e oferece mais algumas ferramentas. Traz, por exemplo, filtros e ajustes por curvas e níveis, um recurso ausente na maioria dos programas gratuitos do gênero. O Paint .Net também oferece plug-ins de efeitos de distorção, desfoque e remoção de olhos vermelhos, e pode ser incrementado com outros, elaborados e oferecidos por alguns de seus usuários. Além disso, tem um sistema de edição de camadas bem simples, mas suficiente para quem não precisa de um programa profissional. O Paint .Net também oferece históricos de ações e suporte aos formatos mais comuns de imagem, tais como BMP, GIF, JPG, PNG e TIFF. Dois inconvenientes do programa: ele não abre nativamente arquivos PSD nem permite a visualização de mais de um arquivo na tela ao mesmo tempo.

www.info.abril.com.br/downloads/photo-pos-pro

www.info.abril.com.br/downloads/paint-net-3-5

AVALIAÇÃO TÉCNICA

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CUSTO/BENEFÍCIO

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COMBINE AS IMAGENS Não importa o grau de conhecimento em fotografia que se tenha, com a ajuda do Photomatix Pro é possível gerar imagens com luz dinâmica e grande profundidade de campo. Para isso, o software combina três ou mais imagens do mesmo objeto ou cena, equilibrando a luminosidade e as cores. O mesmo efeito pode ser obtido em programas avançados de edição, como Photoshop, mas esses programas exigem um nível de conhecimento elevado. Além de realizar o trabalho de combinação de imagens, o Photomatix oferece várias opções de ajuste de imagens, como contraste, brilho e temperatura de cor. Depois de realizados os ajustes, as imagens podem ser salvas como TIFF (6 e 16 bits) e JPEG. Um grande senão do programa é não trabalhar com o modo RAW, que conserva o máximo de informação da imagem, sendo mais fiel à cena que formatos comprimidos, como o JPEG. 99 DÓLARES

www.info.abril.com.br/downloads/photomatix-pro-3

FOTOS MELHORES COM UM CLIQUE Nos momentos de pressa ou falta de paciência para burilar as fotos uma a uma é possível usar o recurso de processamento em lote do Xtreme Photo Designer. É só escolher os arquivos ou a pasta que devem ser manipulados, selecionar as ações, eleger o formato e a pasta de saída e executar o script. Para simplificar ainda mais, esses roteiros podem ser salvos e usados posteriormente. Não tem conhecimento para mexer nos detalhes? Abra a foto e clique no botão 1 Click localizado na barra de ferramentas. No painel lateral que surgirá, você vai encontrar uma série de recursos de aplicação instantânea. Há desde ferramentas de aprimoramento rápido — remoção de olhos vermelhos, otimização de luz, cor e nitidez — até opções de edição detalhada de imagens e aplicação de filtros e efeitos. Quem preferir pode usar as demais ferramentas do menu e da barra de ferramentas para ajustar os controles manualmente.

AVALIAÇÃO TÉCNICA

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CUSTO/BENEFÍCIO

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DO BÁSICO AO MAIS AVANÇADO

COM O APOIO DO PAINT .NET

O Photo Pos Pro é outra opção de editor gráfico com boa gama de recursos, inclusive com camadas, filtros, efeitos e processamento em lote. As ferramentas de aprimoramento também oferecem um grau de controle. Outra vantagem é que sua interface não assusta os novatos no assunto. Todas as ferramentas que são usadas com frequência possuem botões de atalho nas barras exibidas acima e do lado esquerdo da área de trabalho. Outra sacada que ajuda a deixar o ambiente mais organizado, quando várias caixas de propriedades de camadas, linhas, objetos etc. estão ativas, é o recolhimento automático. Assim, esses elementos permanecem visíveis apenas quando o cursor do mouse está sobre eles.

Leve, gratuito, fácil de usar e com interface totalmente em português. Essas são as principais credenciais do Paint .Net. O software dá conta das operações básicas para melhorar a qualidade das fotos e oferece mais algumas ferramentas. Traz, por exemplo, filtros e ajustes por curvas e níveis, um recurso ausente na maioria dos programas gratuitos do gênero. O Paint .Net também oferece plug-ins de efeitos de distorção, desfoque e remoção de olhos vermelhos, e pode ser incrementado com outros, elaborados e oferecidos por alguns de seus usuários. Além disso, tem um sistema de edição de camadas bem simples, mas suficiente para quem não precisa de um programa profissional. O Paint .Net também oferece históricos de ações e suporte aos formatos mais comuns de imagem, tais como BMP, GIF, JPG, PNG e TIFF. Dois inconvenientes do programa: ele não abre nativamente arquivos PSD nem permite a visualização de mais de um arquivo na tela ao mesmo tempo.

www.info.abril.com.br/downloads/photo-pos-pro

www.info.abril.com.br/downloads/paint-net-3-5

AVALIAÇÃO TÉCNICA

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CUSTO/BENEFÍCIO

AVALIAÇÃO TÉCNICA

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O BOM E VELHO IRFANVIEW BARATO, MAS BEM COMPLETO Com interface baseada em abas, o PhotoScape é um dos editores de imagens gratuitos mais completos. Sua tela de edição inclui operações básicas de recorte e ajustes de luminosidade, contraste e tom. Mas tem também uma ferramenta para ajuste de curvas de luminosidade no melhor estilo Photoshop, com direito a salvar configurações para uso em outras imagens. O programa inclui filtros, realce de bordas e outros efeitos. Muitas das operações podem ser realizadas num lote inteiro de imagens de uma só vez. É um recurso muito prático para quem quer preparar um grupo de fotos para publicar na web, imprimir ou enviar por-mail, por exemplo. O recurso de impressão permite escolher quantas fotos serão posicionadas na página. Há, ainda, funções para captura de telas e criação de animações GIF. Só não adianta procurar por recursos para edição em camadas, por exemplo. Isso o PhotoScape não oferece. www.info.abril.com.br/downloads/photoscape-3-5 AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,6

CUSTO/BENEFÍCIO

Com tantos editores de imagem disponíveis para download, o InfanView mantém seu pedaço graças a uma característica muito particular: é leve e simples de usar. Se seu computador não é dos mais velozes, o InfanView funciona na boa, abre todos os formatos importantes de fotos e permite cortá-las, redimensioná-las e editá-las. Uma de suas funções mais interessantes é o recurso de thumbnail. Ao pressionar Control + T, você vê uma lista de todas as imagens que existem em determinado diretório. Daí, é só clicar em sua preferida para ampliá-la. Como o programa não é pesado, gera miniaturas leves que carregam rapidamente. Outro recurso bacana é pressionar Enter sobre uma foto aberta. A imagem passa a tomar a tela toda e você pode navegar para outras imagens apenas pressionando Page Up e Page Down. Além de trabalhar com os formatos mais populares, como GIF, JPEG, BMP, PCX e PNG, o IrfanView consegue visualizar até os formatos mais obscuros de bitmaps, mostrar as superproduções em CorelDraw e Photoshop, rodar vídeos em AVI e MPEG, apresentar animações em Shockwave e Flash e pôr para tocar áudios em MP3 e Ogg Vorbis. O programa funciona em conjunto com seu scanner favorito, permite fazer alguns ajustes nas imagens (mas não espere nenhum megapacote gráfico) e fazer conversões em lote de um formato para outro. Acha pouco? O programador Irfan Skiljan ainda estende a funcionalidade do IrfanView com uma série de plug-ins que podem ser obtidos em seu site. Lá também é possível baixar os pacotes de tradução para deixar os menus do programa em português. www.info.abril.com.br/downloads/irfanview-4-2 AVALIAÇÃO TÉCNICA

HISTÓRICO Ó DOS RETOQUES O PhotoPad é um editor de fotografias com ótimas opções para melhorar imagens digitais. A sua interface básica reúne todos os efeitos disponíveis na barra de ferramentas superior. No lado direito, um painel traz o histórico das ações, permitindo que os efeitos sejam sobrepostos e visualizados antes da sua aplicação. Na lista de recursos do PhotoPad estão desde corte e redimensionamento até filtros para aplicação de sépia, tons de cinza e correção de olhos vermelhos. Seus usuários também encontram o que precisam para aprimorar brilho, contraste, saturação, tonalidade e outros parâmetros das imagens. www.info.abril.com.br/downloads/photopad-image-editor AVALIAÇÃO TÉCNICA

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CUSTO/BENEFÍCIO

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SEM SOBRECARREGAR O PC Se seu computador não é uma Ferrari pode ser uma boa ideia escolher um software de edição de imagens leve como o Pixelitor. Quando instalado, o programa ocupa menos de 1 MB. Evidentemente, não se pode exigir dele os mesmos recursos de um programa gráfico completo. Mesmo assim, o Pixelitor inclui funções que muitos outros programas ignoram, como o trabalho com camadas e a possibilidade de renomear lotes de imagens. Não há ajustes automáticos no Pixelitor. Para corrigir brilho, contraste, saturação, cor e aplicar alguns efeitos é necessário escolher os níveis manualmente. O programa também inclui uma coleção de filtros, que podem ser usados com um único clique ou ajustados de acordo com os gostos pessoais. www.info.abril.com.br/downloads/pixelitor AVALIAÇÃO TÉCNICA

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O BOM E VELHO IRFANVIEW BARATO, MAS BEM COMPLETO Com interface baseada em abas, o PhotoScape é um dos editores de imagens gratuitos mais completos. Sua tela de edição inclui operações básicas de recorte e ajustes de luminosidade, contraste e tom. Mas tem também uma ferramenta para ajuste de curvas de luminosidade no melhor estilo Photoshop, com direito a salvar configurações para uso em outras imagens. O programa inclui filtros, realce de bordas e outros efeitos. Muitas das operações podem ser realizadas num lote inteiro de imagens de uma só vez. É um recurso muito prático para quem quer preparar um grupo de fotos para publicar na web, imprimir ou enviar por-mail, por exemplo. O recurso de impressão permite escolher quantas fotos serão posicionadas na página. Há, ainda, funções para captura de telas e criação de animações GIF. Só não adianta procurar por recursos para edição em camadas, por exemplo. Isso o PhotoScape não oferece. www.info.abril.com.br/downloads/photoscape-3-5 AVALIAÇÃO TÉCNICA

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CUSTO/BENEFÍCIO

Com tantos editores de imagem disponíveis para download, o InfanView mantém seu pedaço graças a uma característica muito particular: é leve e simples de usar. Se seu computador não é dos mais velozes, o InfanView funciona na boa, abre todos os formatos importantes de fotos e permite cortá-las, redimensioná-las e editá-las. Uma de suas funções mais interessantes é o recurso de thumbnail. Ao pressionar Control + T, você vê uma lista de todas as imagens que existem em determinado diretório. Daí, é só clicar em sua preferida para ampliá-la. Como o programa não é pesado, gera miniaturas leves que carregam rapidamente. Outro recurso bacana é pressionar Enter sobre uma foto aberta. A imagem passa a tomar a tela toda e você pode navegar para outras imagens apenas pressionando Page Up e Page Down. Além de trabalhar com os formatos mais populares, como GIF, JPEG, BMP, PCX e PNG, o IrfanView consegue visualizar até os formatos mais obscuros de bitmaps, mostrar as superproduções em CorelDraw e Photoshop, rodar vídeos em AVI e MPEG, apresentar animações em Shockwave e Flash e pôr para tocar áudios em MP3 e Ogg Vorbis. O programa funciona em conjunto com seu scanner favorito, permite fazer alguns ajustes nas imagens (mas não espere nenhum megapacote gráfico) e fazer conversões em lote de um formato para outro. Acha pouco? O programador Irfan Skiljan ainda estende a funcionalidade do IrfanView com uma série de plug-ins que podem ser obtidos em seu site. Lá também é possível baixar os pacotes de tradução para deixar os menus do programa em português. www.info.abril.com.br/downloads/irfanview-4-2 AVALIAÇÃO TÉCNICA

HISTÓRICO Ó DOS RETOQUES O PhotoPad é um editor de fotografias com ótimas opções para melhorar imagens digitais. A sua interface básica reúne todos os efeitos disponíveis na barra de ferramentas superior. No lado direito, um painel traz o histórico das ações, permitindo que os efeitos sejam sobrepostos e visualizados antes da sua aplicação. Na lista de recursos do PhotoPad estão desde corte e redimensionamento até filtros para aplicação de sépia, tons de cinza e correção de olhos vermelhos. Seus usuários também encontram o que precisam para aprimorar brilho, contraste, saturação, tonalidade e outros parâmetros das imagens. www.info.abril.com.br/downloads/photopad-image-editor AVALIAÇÃO TÉCNICA

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SEM SOBRECARREGAR O PC Se seu computador não é uma Ferrari pode ser uma boa ideia escolher um software de edição de imagens leve como o Pixelitor. Quando instalado, o programa ocupa menos de 1 MB. Evidentemente, não se pode exigir dele os mesmos recursos de um programa gráfico completo. Mesmo assim, o Pixelitor inclui funções que muitos outros programas ignoram, como o trabalho com camadas e a possibilidade de renomear lotes de imagens. Não há ajustes automáticos no Pixelitor. Para corrigir brilho, contraste, saturação, cor e aplicar alguns efeitos é necessário escolher os níveis manualmente. O programa também inclui uma coleção de filtros, que podem ser usados com um único clique ou ajustados de acordo com os gostos pessoais. www.info.abril.com.br/downloads/pixelitor AVALIAÇÃO TÉCNICA

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PARA LEVAR NO PEN DRIVE A necessidade de editar uma imagem pode surgir a qualquer momento? Melhor é levar o editor de imagens no pen drive. O Fotografix ocupa pouquíssimo espaço e mesmo assim não decepciona em recursos. Sua interface não é atraente, mas funciona bem para quem conhece os programas gráficos mais tradicionais. Entre a lista de atributos do Fotografix estão o trabalho com camadas, incluindo o recurso de camadas de ajuste, e scripts. O software também oferece várias ferramentas de seleção e correção e alguns filtros. Só falha ao não oferecer o recurso de visualização dos efeitos antes de sua aplicação. www.info.abril.com.br/ downloads/fotografix AVALIAÇÃO TÉCNICA CUSTO/BENEFÍCIO

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MUDANÇA EM TRÊS CLIQUES A maioria das pessoas que fica atrás das câmeras não é experta em fotografia, mas isso não quer dizer que fique satisfeita com qualquer resultado. Para esses fotógrafos amadores existem ferramentas descomplicadas como o PhotoPerfect Express. O único trabalho que se tem com o software é escolher a foto e, depois, qual das mudanças mais agrada aos olhos. O programa oferece cinco opções de aprimoramento: uma prioriza cor, outra brilho e assim por diante. As mudanças são claramente perceptíveis e podem ser comparadas facilmente. Mesmo assim, para dar uma mão extra, o programa permite que se arraste uma linha para o meio da foto para a comparação entre o original e a foto aprimorada. Em resumo, o software conquista pela facilidade. As imagens tratadas com a versão Free Basic recebem uma marca d’água. Para excluí-las e ativar os métodos de aprimoramento e recursos como o processamento em lote é preciso adquirir os diferentes módulos. www.info.abril.com.br/downloads/photoperfect-express AVALIAÇÃO TÉCNICA

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programas I online

DISPENSE A INSTALAÇÃO C

Não faltam bons programas para edição de imagens na web om recursos parcos e conexões ruins, as aplicações online não atraíam muitos adeptos anos atrás, ainda mais quando o trabalho envolvia imagens pesadas. Hoje não é mais assim. Está cada vez mais fácil deixar de

lado os programas instalados no computador para usar aplicações online na hora de recortar, editar e aprimorar imagens. Alguns desses programas têm visual elegante e recursos cada vez mais sofisticados e eficientes.

BAIXA CURVA DE APRENDIZADO Se você usa o Photoshop no dia a dia e, por algum motivo, precisa eleger uma ferramenta online para editar imagens são grandes as chances de que escolha o Splashup. O motivo é simples: essa aplicação online tem a cara e o jeitão da ferramenta da Adobe. Quer ver só? Como no Photoshop, a barra de ferramentas fica à esquerda e os painéis à direita por padrão, mas os usuários podem mover esses elementos para outras posições na tela se preferirem. As ferramentas disponíveis também são surpreendentes, com a oferta de muitos recursos de seleção, camadas, filtros e todos os ajustes mais usados na edição de imagens. O Splashup busca de diversos serviços e pode enviar as fotos tratadas para eles. É assim com Facebook, Picasa, SmugSmug e Photobucket. Mas os arquivos podem estar também no seu próprio PC ou em qualquer outro site da web — neste caso, basta fornecer a URL. www.info.abril.com.br/downloads/webware/splashup AVALIAÇÃO TÉCNICA

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PONTO PARA A INTEGRAÇÃO PHOTOSHOP NA WEB Se, no desktop, Photoshop é sinônimo de edição de imagens, a versão online do programa recebeu recursos para manter a liderança. Para começar, o Photoshop Express oferece 2 GB para armazenar as imagens. Se quiser mais espaço, não tem problema. Só que é preciso pagar — os planos vão de 19,99 dólares anuais para 20 GB a 499,99 dólares anuais para 500 GB. Os recursos de edição são poderosos, mostrando o resultado dos efeitos em tempo real, bastando passar o mouse sobre cada opção. Ficam faltando, no entanto, recursos de camadas e efeitos avançados. Depois de editar a foto, o Photoshop Express pode mandá-la para o Flickr e o Picasa, além de organizá-las em álbuns no próprio serviço, que oferece uma URL para divulgação das imagens. Outro ponto fraco do Photoshop Express é o peso do aplicativo, que demora um pouco a carregar as opções de edição. Para usá-lo, é necessário instalar o software Uploader, que, por sua vez, requer a presença do Adobe Air no computador.

Desde muito cedo o FotoFlexer se esmera na integração com outros serviços da web. Na lista de redes sociais suportadas por este programa online de edição de imagens figuram serviços como Facebook, MySpace, Flickr, Picasa, e Photobucket. Mas essa característica não é a única que destaca o FotoFlex. A boa oferta de efeitos e ferramentas de manipulação de imagens também o coloca à frente de muitos de seus concorrentes. Organizado, ele permite que se chegue rapidamente aonde se quer. A dica é abrir cada uma das abas e experimentar os recursos. Para fazer as edições mais comuns, ou seja, eliminar olhos vermelhos, acertar brilho, corrigir contraste etc. vá diretamente à guia Basics. Quer retocar as ruguinhas? Abra a guia Beautify. Se quiser fazer uma brincadeira, pode tentar as opções da guia Distort ou vasculhar as guias Animate e Decorate. www.info.abril.com.br/downloads/webware/fotoflexer AVALIAÇÃO TÉCNICA

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CUSTO/BENEFÍCIO

www.info.abril.com.br/downloads/webware/photoshop-express AVALIAÇÃO TÉCNICA

8,0

CUSTO/BENEFÍCIO

EDITE E BRINQUE À VONTADE AVES DE PRONTIDÃO Vai de tucano, pavão, falcão ou fênix? No Aviary (aviário, em inglês), os programas de edição e tratamento de imagens online têm nomes de pássaros e ótimos recursos. O Phoenix, por exemplo, é um aplicativo feito em Flash com suporte a camadas, desenhos e textos. Texto, por sinal, é objeto de outra aplicação do Aviary, o Falcon, que também pode ser usado para facilmente capturar imagens, cortá-las e redimensioná-las. Quando o objetivo é trabalhar com efeitos, o negócio é pedir ajuda ao Peacock, enquanto o Toucan se encarrega de ajustes de cores e o Raven dá uma força no trabalho que envolve edição vetorial. Para facilitar o uso dessas e de outras ferramentas (há também opções para criação musical, edição de áudio e captura de telas), o Aviary fornece bons vídeos e tutoriais. www.info.abril.com.br/downloads/webware/aviary AVALIAÇÃO TÉCNICA

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8,0

CUSTO/BENEFÍCIO

Classificar o Picture2Life como um editor de imagens seria empobrecedor. Na verdade, o serviço faz muito mais do que isso, ao reunir recursos de colagem, animação e compartilhamento de fotos. Depois de feito o upload das imagens — pode ser por uma interface HTML, Flash ou e-mail — você pode fazer as correções que julgar convenientes no espaço de edição. As ferramentas para as correções mais comuns estão reunidas em QuickFix. O legal delas é que você tanto pode aplicar a definição padrão do programa como optar por customizar o efeito, fazendo seus próprios ajustes. Mas os recursos de edição vão além do básico. Em Fun Stuff há sombras, bordas com algo mais, textos e efeitos especiais. Os recursos mais interessantes também podem ser marcados como favoritos para facilitar o uso posterior. Os trabalhos salvos no Picture2Life também podem ser enviados para outros serviços. As imagens salvas também podem ser usadas na produção de colagens ou fazer parte de animações. www.info.abril.com.br/downloads/webware/picture2life AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,7

CUSTO/BENEFÍCIO

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07.08.10 14:52:37


PONTO PARA A INTEGRAÇÃO PHOTOSHOP NA WEB Se, no desktop, Photoshop é sinônimo de edição de imagens, a versão online do programa recebeu recursos para manter a liderança. Para começar, o Photoshop Express oferece 2 GB para armazenar as imagens. Se quiser mais espaço, não tem problema. Só que é preciso pagar — os planos vão de 19,99 dólares anuais para 20 GB a 499,99 dólares anuais para 500 GB. Os recursos de edição são poderosos, mostrando o resultado dos efeitos em tempo real, bastando passar o mouse sobre cada opção. Ficam faltando, no entanto, recursos de camadas e efeitos avançados. Depois de editar a foto, o Photoshop Express pode mandá-la para o Flickr e o Picasa, além de organizá-las em álbuns no próprio serviço, que oferece uma URL para divulgação das imagens. Outro ponto fraco do Photoshop Express é o peso do aplicativo, que demora um pouco a carregar as opções de edição. Para usá-lo, é necessário instalar o software Uploader, que, por sua vez, requer a presença do Adobe Air no computador.

Desde muito cedo o FotoFlexer se esmera na integração com outros serviços da web. Na lista de redes sociais suportadas por este programa online de edição de imagens figuram serviços como Facebook, MySpace, Flickr, Picasa, e Photobucket. Mas essa característica não é a única que destaca o FotoFlex. A boa oferta de efeitos e ferramentas de manipulação de imagens também o coloca à frente de muitos de seus concorrentes. Organizado, ele permite que se chegue rapidamente aonde se quer. A dica é abrir cada uma das abas e experimentar os recursos. Para fazer as edições mais comuns, ou seja, eliminar olhos vermelhos, acertar brilho, corrigir contraste etc. vá diretamente à guia Basics. Quer retocar as ruguinhas? Abra a guia Beautify. Se quiser fazer uma brincadeira, pode tentar as opções da guia Distort ou vasculhar as guias Animate e Decorate. www.info.abril.com.br/downloads/webware/fotoflexer AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,8

CUSTO/BENEFÍCIO

www.info.abril.com.br/downloads/webware/photoshop-express AVALIAÇÃO TÉCNICA

8,0

CUSTO/BENEFÍCIO

EDITE E BRINQUE À VONTADE AVES DE PRONTIDÃO Vai de tucano, pavão, falcão ou fênix? No Aviary (aviário, em inglês), os programas de edição e tratamento de imagens online têm nomes de pássaros e ótimos recursos. O Phoenix, por exemplo, é um aplicativo feito em Flash com suporte a camadas, desenhos e textos. Texto, por sinal, é objeto de outra aplicação do Aviary, o Falcon, que também pode ser usado para facilmente capturar imagens, cortá-las e redimensioná-las. Quando o objetivo é trabalhar com efeitos, o negócio é pedir ajuda ao Peacock, enquanto o Toucan se encarrega de ajustes de cores e o Raven dá uma força no trabalho que envolve edição vetorial. Para facilitar o uso dessas e de outras ferramentas (há também opções para criação musical, edição de áudio e captura de telas), o Aviary fornece bons vídeos e tutoriais. www.info.abril.com.br/downloads/webware/aviary AVALIAÇÃO TÉCNICA

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8,0

CUSTO/BENEFÍCIO

Classificar o Picture2Life como um editor de imagens seria empobrecedor. Na verdade, o serviço faz muito mais do que isso, ao reunir recursos de colagem, animação e compartilhamento de fotos. Depois de feito o upload das imagens — pode ser por uma interface HTML, Flash ou e-mail — você pode fazer as correções que julgar convenientes no espaço de edição. As ferramentas para as correções mais comuns estão reunidas em QuickFix. O legal delas é que você tanto pode aplicar a definição padrão do programa como optar por customizar o efeito, fazendo seus próprios ajustes. Mas os recursos de edição vão além do básico. Em Fun Stuff há sombras, bordas com algo mais, textos e efeitos especiais. Os recursos mais interessantes também podem ser marcados como favoritos para facilitar o uso posterior. Os trabalhos salvos no Picture2Life também podem ser enviados para outros serviços. As imagens salvas também podem ser usadas na produção de colagens ou fazer parte de animações. www.info.abril.com.br/downloads/webware/picture2life AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,7

CUSTO/BENEFÍCIO

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COM UM NOVO TAMANHO Vamos supor que tudo o que você precisa fazer é recortar a foto, girá-la ou redimensioná-la. Em vez de usar um serviço mais complexo, vá diretamente ao ponto com o PicResize. Nesse serviço, você pode fazer o recorte desejado e alterar o tamanho segundo uma porcentagem do original, uma altura ou largura definida ou uma resolução estabelecida. Para não dizer que o PicResize não faz nada além do básico, é possível aplicar alguns efeitos no arquivo, como desfoque gaussino, tons de cinza ou um filtro que o transforma numa pintura a óleo. O formato de saída você escolhe: PNG, JPG, GIF e BMP. No caso de escolher JPG, ainda pode selecionar a qualidade entre três opções — Good, Best e Better. O arquivo final pode ser salva no disco, na web ou ir para o programa DrPic para ser editada.

DA EDIÇÃO PARA O FLICKR O Pixenate permite fazer pequenas edições em imagens, como cortes, remoção de olhos vermelhos, rotação e ajuste de cores. Não é preciso cadastrar-se no serviço. Basta ir à página, enviar a foto e editá-la. Depois disso, a versão modificada pode ser baixada ou publicada diretamente no Flickr. O Pixenate não é páreo para bons programas do gênero, como o Photoshop ou o Paint Shop Pro, mas é uma opção prática para dar uma ajeitada na foto antes de mandá-la para publicação online no blog ou fotolog. A interface do serviço é bastante simples: ícones das operações possíveis ficam do lado esquerdo da tela. Basta selecionar um deles e clicar sobre a foto para aplicar a ação. Uma boa sacada é o texto auxiliar de cada ferramenta, que aparece assim que o mouse para sobre um ícone. Ela explica o que é e como funciona a ferramenta. Assim, fica mais fácil prever os resultados das mudanças.

www.info.abril.com.br/downloads/webware/picresize AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,2

CUSTO/BENEFÍCIO

www.info.abril.com.br/downloads/webware/pixenate

AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,0

CUSTO/BENEFÍCIO

PICNIK FAZ A FESTA O Picnik é um dos editores de foto online mais bacanas da web. O serviço traz muitas das ferramentas presentes no Picasa, software de tratamento de fotos do Google. Com elas, é possível redimensionar a imagem, girar, controlar o brilho, as cores, a saturação, olhos vermelhos, recortar etc. Além disso, estão disponíveis efeitos como sépia e preto e branco. Quem não tem paciência para mexer nas ferramentas pode usar o recurso de autocorreção de imagem. Em alguns casos, ele resolve de forma eficiente problemas como falta ou excesso de brilho ou contraste. O Picnik é integrado com outros sites web 2.0, como Flickr, Facebook e Picasa. Outra vantagem é que não é necessário cadastro para usar o serviço. Basta acessar o site e fazer o upload das fotos. www.info.abril.com.br/downloads/webware/picnik

ANIMAÇÕES E EFEITOS Esperto e atualizado com as redes sociais, o LunaPic é uma opção principalmente para quem quer um editor para brincar bastante com imagens. O serviço oferece uma galeria ampla de recursos. São mais de 30 animações e mais de 30 efeitos diferenciados. Mas não pense que o Lunapic propõe apenas isso. Também é possível usá-lo para redimensionar e cortar fotos, aplicar texto, criar gradientes e fazer desenhos. Se tudo o que você precisa é fazer aqueles ajustes mais convencionais vá direto ao menu Adjust para encontrar o que procura. Na dúvida sobre como usar o programa online também vale uma visita à área de tutoriais. www.info.abril.com.br/downloads/webware/lunapic

AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,5

CUSTO/BENEFÍCIO AVALIAÇÃO TÉCNICA

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CUSTO/BENEFÍCIO

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COM UM NOVO TAMANHO Vamos supor que tudo o que você precisa fazer é recortar a foto, girá-la ou redimensioná-la. Em vez de usar um serviço mais complexo, vá diretamente ao ponto com o PicResize. Nesse serviço, você pode fazer o recorte desejado e alterar o tamanho segundo uma porcentagem do original, uma altura ou largura definida ou uma resolução estabelecida. Para não dizer que o PicResize não faz nada além do básico, é possível aplicar alguns efeitos no arquivo, como desfoque gaussino, tons de cinza ou um filtro que o transforma numa pintura a óleo. O formato de saída você escolhe: PNG, JPG, GIF e BMP. No caso de escolher JPG, ainda pode selecionar a qualidade entre três opções — Good, Best e Better. O arquivo final pode ser salva no disco, na web ou ir para o programa DrPic para ser editada.

DA EDIÇÃO PARA O FLICKR O Pixenate permite fazer pequenas edições em imagens, como cortes, remoção de olhos vermelhos, rotação e ajuste de cores. Não é preciso cadastrar-se no serviço. Basta ir à página, enviar a foto e editá-la. Depois disso, a versão modificada pode ser baixada ou publicada diretamente no Flickr. O Pixenate não é páreo para bons programas do gênero, como o Photoshop ou o Paint Shop Pro, mas é uma opção prática para dar uma ajeitada na foto antes de mandá-la para publicação online no blog ou fotolog. A interface do serviço é bastante simples: ícones das operações possíveis ficam do lado esquerdo da tela. Basta selecionar um deles e clicar sobre a foto para aplicar a ação. Uma boa sacada é o texto auxiliar de cada ferramenta, que aparece assim que o mouse para sobre um ícone. Ela explica o que é e como funciona a ferramenta. Assim, fica mais fácil prever os resultados das mudanças.

www.info.abril.com.br/downloads/webware/picresize AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,2

CUSTO/BENEFÍCIO

www.info.abril.com.br/downloads/webware/pixenate

AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,0

CUSTO/BENEFÍCIO

PICNIK FAZ A FESTA O Picnik é um dos editores de foto online mais bacanas da web. O serviço traz muitas das ferramentas presentes no Picasa, software de tratamento de fotos do Google. Com elas, é possível redimensionar a imagem, girar, controlar o brilho, as cores, a saturação, olhos vermelhos, recortar etc. Além disso, estão disponíveis efeitos como sépia e preto e branco. Quem não tem paciência para mexer nas ferramentas pode usar o recurso de autocorreção de imagem. Em alguns casos, ele resolve de forma eficiente problemas como falta ou excesso de brilho ou contraste. O Picnik é integrado com outros sites web 2.0, como Flickr, Facebook e Picasa. Outra vantagem é que não é necessário cadastro para usar o serviço. Basta acessar o site e fazer o upload das fotos. www.info.abril.com.br/downloads/webware/picnik

ANIMAÇÕES E EFEITOS Esperto e atualizado com as redes sociais, o LunaPic é uma opção principalmente para quem quer um editor para brincar bastante com imagens. O serviço oferece uma galeria ampla de recursos. São mais de 30 animações e mais de 30 efeitos diferenciados. Mas não pense que o Lunapic propõe apenas isso. Também é possível usá-lo para redimensionar e cortar fotos, aplicar texto, criar gradientes e fazer desenhos. Se tudo o que você precisa é fazer aqueles ajustes mais convencionais vá direto ao menu Adjust para encontrar o que procura. Na dúvida sobre como usar o programa online também vale uma visita à área de tutoriais. www.info.abril.com.br/downloads/webware/lunapic

AVALIAÇÃO TÉCNICA

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CUSTO/BENEFÍCIO AVALIAÇÃO TÉCNICA

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CUSTO/BENEFÍCIO

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programas I especializados

COM UM TOQUE DIFERENCIADO Programas transformam suas fotos em desenhos, polaroids ou imagens divertidas POR MARIA ISABEL MOREIRA

O

s programas gráficos no computador e na web fazem um bom trabalho quando é preciso editar e aprimorar as imagens registradas pela câmera. De um modo geral, esses aplicativos também trazem filtros e efeitos para

quem quer fazer alterações mais sensíveis. Mas se tudo o que você quer é dar um toque diferenciado às produções, há programas especializados nesse trabalho, como estas cinco soluções que apresentamos a seguir.

A LÁPIS OU A ÓLEO? Tem uma bela foto e quer transformá-la em uma ilustração? O gratuito FotoSketcher está aí para isso. Além de fazer ajustes de luminosidade, contraste, saturação e nitidez, o programa traz 15 efeitos de desenho que podem ser facilmente aplicados às imagens. Em pouquíssimos cliques, as fotos viram aquarela, pintura a óleo, desenho a lápis etc. Mais do que aplicar cada efeito, é possível ajustá-los e, depois, salvar os parâmetros definidos para uso posterior em outras imagens. O FotoSketcher pode ainda ser usado para incluir moldura e textos. É possível até aplicar texturas. O efeito de pintura a óleo, por exemplo, pode ganhar um toque realista com um textura que imita a trama da tela. Os desenhos podem ser salvos em JPG ou BMP, virar papel de parede ou ser enviados diretamente para a impressora. Outro ponto positivo do programa é a possibilidade de edição de lotes de imagens. www.abril.com.br/downloads/fotosketcher AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,9

CUSTO/BENEFÍCIO

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Especializados.indd 50

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DIVIRTA-SE COM AS FOTOS O BeFunky até pode ser usado para um ou outro ajuste básico, mas o forte do serviço é mesmo a oferta de efeitos, aprimoramentos e intervenções divertidas, que podem ser obtidos com poucos cliques. Você só tem de escolher o tipo de trabalho, eleger uma opção e, se quiser, fazer alguns acertos para que fique do seu gosto. O programa faz upload de imagens do Facebook, Picasa, Flickr, Photobucket e MySpace, além de carregar imagens do PC e da web. As produções podem ser salvas no PC, impressas, enviadas diretamente para álbuns no Facebook ou guardadas na galeria do próprio serviço — só que, para isso, é necessário fazer um cadastro. Para que as imagens não ostentem o logo da empresa e possam ser impressas em tamanho maior, o BeFunky oferece serviços pagos — o Premium custa 4,95 dólares ao mês e o Professional, 14,95 dólares. O BeFunky também facilita o compartilhamento dos trabalhos por e-mail, MySpace, Flickr e Bebo. www.abril.com.br/downloads/webware/befunky AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,5

CUSTO/BENEFÍCIO

ONDA RETRÔ As câmeras Polaroid estão de volta, mas se você não quiser gastar com o equipamento e com os filmes, é possível reviver a experiência das fotos instantâneas com o programa Poladroid. Você só tem de pegar sua foto, arrastá-la para o ícone flutuante da câmera na tela do seu computador e esperar até a imagem ser revelada — sim, como nas câmeras Polaroid convencionais, a foto não fica pronta imediatamente, e você pode acompanhar todo o processo. Quando conclui o trabalho, o Poladroid salva automaticamente a imagem na pasta de fotos do Windows, emite um alerta e faz uma marcação na miniatura que aparece na tela. www.info.abril.com.br/downloads/poladroid AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,8

CUSTO/BENEFÍCIO

FOTOS INSTANTÂNEAS Outro programa indicado para os nostálgicos é o Pola. Sem exigir prática nem habilidade, o freeware aplica um efeito Polaroid a qualquer imagem arrastada para sua pequena janela (ou o ícone de uma câmera, para quem preferir). Você só precisa acertar o enquadramento desejado e clicar no botão Shot. As imagens também levam um tempinho para ficar prontas. Para acessar o menu, é preciso clicar no programa com o botão direito do mouse. Mas as opções são poucas: é possível mudar o tamanho e a cor da moldura — por padrão é branca, mas há uma opção preta — e acessar as ferramentas para inserção de texto na moldura, com opções de fonte, tamanho e cor. www.info.abril.com.br/downloads/pola AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,3

CUSTO/BENEFÍCIO

MESTRES DA PINTURA Se você quer resolver os problemas fotográficos do dia a dia, esqueça. Mas se seu objetivo for usar suas produções fotográficas como base de pinturas, o Psykopaint é uma excelente ferramenta. O destaque desse programa online é a experimentação de efeitos visuais como desfoques, transparências e a mistura de camadas. O programa tem oito filtros predefinidos, para a produção de grafites e pinturas à moda de Renoir, Monet, Pissaro, Van Gogh, Cezanne e Degas. Você pode escolher um deles e produzir sua pintura ou, partindo de um desses filtros, mudar os parâmetros como preferir. Além de salvar as pinturas no computador é possível enviá-las por e-mail e postá-la na galeria do programa na web. www.info.abril.com.br/downloads/webware/pskyopaint AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,4

CUSTO/BENEFÍCIO

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gerenciamento I organização

COM AS FOTOS EM ORDEM Opções de software para quem não quer deixar a coleção de imagens na maior bagunça

A

desordem no computador cresce na mesma medida em que se repetem os cliques. Quando a produção fotográfica é grande, fica difícil manter as fotos organizados sem a ajuda de um bom software de gerenciamento de imagens. Os programas mais espertos usam tags, classifica-

ções e palavras-chaves, entre outros recursos, para facilitar a identificação e a localização das imagens. Em sua maioria, também ajudam na hora de exibir os registros, facilitando a montagem de álbuns e slideshows e integrando-se aos serviços online de compartilhamento.

MAIS FÁCIL COM 3D

WINDOWS NO CONTROLE

O Visions é uma solução para organizar e realizar edições simples em imagens, mas com um grande diferencial: uma interface 3D dinâmica com ótima qualidade visual. Além de entreter, o efeito 3D facilita a organização dos arquivos, já que um filtro do software pode esconder as pastas sem imagens, tornando a lista mais dinâmica. Arrastar ícones entre as pastas é algo simples, pois as várias opções de visualização podem ser configuradas a fim de auxiliar seu uso. O Visions também pode se conectar às contas do Flickr e oferece opções simples de edição. Para quem gosta, há na guia Creator opções para a criação de convites, livros e calendários. Um ponto fraco do programa é exigir bastante do computador, o que resulta em lentidão em PCs de menor capacidade de processamento.

Resposta da Microsoft ao Picasa, a Galeria de Fotos do Windows Live é praticamente uma cópia do programa do Google. O aplicativo usa tags e estrelas para classificar as mensagens e traz ferramentas de edição básicas, como as de recorte e correção de olhos vermelhos. A maior diferença em relação à Galeria de Fotos do Windows, organizador de fotos nativo do sistema operacional, é a integração com serviços online. A Galeria do Windows Live agiliza a publicação de fotos no Spaces, plataforma de blogs e fotos da Microsoft; e no Flickr, serviço do Yahoo!. Na interface, o principal diferencial é a prévia das imagens, exibida assim que o mouse é posicionado sobre uma foto. Ela mostra uma versão maior da imagem selecionada e também informações como rótulos e tamanho do arquivo.

www.info.abril.com.br/downloads/visions

www.info.abril.com.br/downloads/galeria-de-fotos-do-windows-live

AVALIAÇÃO TÉCNICA

8,0

CUSTO/BENEFÍCIO

AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,7

CUSTO/BENEFÍCIO

ÁLBUNS NA WEB O Raku PhotoBook é um programa bem simples e básico para criação de álbuns fotográficos. O software, que necessita da tecnologia Adobe Air para ser instalado e utilizado, permite que o usuário compartilhe os álbuns na internet após montá-los. A interface do programa é muito simples. Basta que se arraste as fotos até ele ou se procure os arquivos a partir do software para iniciar a montagem do álbum. As configurações possíveis para as criações não são variadas, mas suficientes. Pode-se modificar o formato, a forma de distribuição e o tamanho das imagens. É possível ainda criar a montagem com várias “páginas”. Após finalizado, o álbum pode ser baixado ou compartilhado com amigos e familiares via web. www.info.abril.com.br/downloads/raku-photobook AVALIAÇÃO TÉCNICA

GOOGLE ORGANIZA A BAGUNÇA Na atual versão, o Picasa continua com sua função básica, que é vasculhar as fotos perdidas no computador e organizálas em categorias, mas ganhou tarefas novas, que o tornaram um programa mais atraente. Uma das novas funções do Picasa é a classificação de pessoas, identificando automaticamente indivíduos nas imagens e permitindo que se nomeie cada um (leia mais sobre o recurso na pág. 27). O programa também busca as semelhanças e identifica as pessoas já nomeadas automaticamente, formando tags eficientes para exibir as fotos de cada pessoa nos álbuns. Outro recurso novo é a integração com o Google Maps, tornando o geotag (associação de informações geográficas a uma imagem) uma tarefa intuitiva e eficiente. Os desenvolvedores do Google capricharam bastante no desenvolvimento e fizeram uma interface bastante intuitiva e simples de usar. Basta um clique para criar pastas e arrastar as fotos de um lado para o outro. O programa também tem recursos para ajudar na localização de fotos repetidas no computador. Além de cuidar da organização, o Picasa mantém as ferramentas de edição. Elas permitem corrigir olhos vermelhos, dar pequenos retoques e fazer alguns ajustes finos em fotos. Inclui ainda uma função para permitir ao usuário inserir textos nas imagens. Depois de arrumar as fotos, é possível escolher algumas delas para fazer uma espécie de slideshow para apresentar na tela do computador. Se quiser, pode utilizar uma ferramenta do Picasa que ajuda a publicar as mesmas fotos em serviços de álbuns virtuais e até no YouTube. www.info.abril.com.br/downloads/picasa-3-6 AVALIAÇÃO TÉCNICA

8,0

52 I DI C AS IN FO

organizac a o-Mat12.indd 52-53

CUSTO/BENEFÍCIO

7,6

CUSTO/BENEFÍCIO

ÁLBUNS EM TRÊS DIMENSÕES O FlipAlbum Standard propõe uma maneira prática de organizar imagens em livros 3D. Com apenas três passos, ele organiza as imagens e os arquivos multimídia com algumas opções de configuração. A interface não é sofisticada e intuitiva, mas ao iniciar o programa um livro de exemplo orienta nos primeiros passos. Uma maneira simples de utilizar o FlipAlbum é organizar as imagens em uma mesma pasta, adicionando todos os arquivos ao mesmo tempo. Em uma etapa, o usuário deve escolher quantas imagens serão exibidas por página, alinhamento e legendas. Um problema é o número limitado de temas e recursos de personalização. O programa gera um arquivo, que é acessado pelo FlipViewer. Nele, é possível navegar pelo álbum, aplicar zoom, adicionar marcas e imprimir páginas. www.info.abril.com.br/downloads/flipalbum-standard AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,0

CUSTO/BENEFÍCIO

DIC A S INFO I 53

07.08.10 15:59:36


gerenciamento I organização

COM AS FOTOS EM ORDEM Opções de software para quem não quer deixar a coleção de imagens na maior bagunça

A

desordem no computador cresce na mesma medida em que se repetem os cliques. Quando a produção fotográfica é grande, fica difícil manter as fotos organizados sem a ajuda de um bom software de gerenciamento de imagens. Os programas mais espertos usam tags, classifica-

ções e palavras-chaves, entre outros recursos, para facilitar a identificação e a localização das imagens. Em sua maioria, também ajudam na hora de exibir os registros, facilitando a montagem de álbuns e slideshows e integrando-se aos serviços online de compartilhamento.

MAIS FÁCIL COM 3D

WINDOWS NO CONTROLE

O Visions é uma solução para organizar e realizar edições simples em imagens, mas com um grande diferencial: uma interface 3D dinâmica com ótima qualidade visual. Além de entreter, o efeito 3D facilita a organização dos arquivos, já que um filtro do software pode esconder as pastas sem imagens, tornando a lista mais dinâmica. Arrastar ícones entre as pastas é algo simples, pois as várias opções de visualização podem ser configuradas a fim de auxiliar seu uso. O Visions também pode se conectar às contas do Flickr e oferece opções simples de edição. Para quem gosta, há na guia Creator opções para a criação de convites, livros e calendários. Um ponto fraco do programa é exigir bastante do computador, o que resulta em lentidão em PCs de menor capacidade de processamento.

Resposta da Microsoft ao Picasa, a Galeria de Fotos do Windows Live é praticamente uma cópia do programa do Google. O aplicativo usa tags e estrelas para classificar as mensagens e traz ferramentas de edição básicas, como as de recorte e correção de olhos vermelhos. A maior diferença em relação à Galeria de Fotos do Windows, organizador de fotos nativo do sistema operacional, é a integração com serviços online. A Galeria do Windows Live agiliza a publicação de fotos no Spaces, plataforma de blogs e fotos da Microsoft; e no Flickr, serviço do Yahoo!. Na interface, o principal diferencial é a prévia das imagens, exibida assim que o mouse é posicionado sobre uma foto. Ela mostra uma versão maior da imagem selecionada e também informações como rótulos e tamanho do arquivo.

www.info.abril.com.br/downloads/visions

www.info.abril.com.br/downloads/galeria-de-fotos-do-windows-live

AVALIAÇÃO TÉCNICA

8,0

CUSTO/BENEFÍCIO

AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,7

CUSTO/BENEFÍCIO

ÁLBUNS NA WEB O Raku PhotoBook é um programa bem simples e básico para criação de álbuns fotográficos. O software, que necessita da tecnologia Adobe Air para ser instalado e utilizado, permite que o usuário compartilhe os álbuns na internet após montá-los. A interface do programa é muito simples. Basta que se arraste as fotos até ele ou se procure os arquivos a partir do software para iniciar a montagem do álbum. As configurações possíveis para as criações não são variadas, mas suficientes. Pode-se modificar o formato, a forma de distribuição e o tamanho das imagens. É possível ainda criar a montagem com várias “páginas”. Após finalizado, o álbum pode ser baixado ou compartilhado com amigos e familiares via web. www.info.abril.com.br/downloads/raku-photobook AVALIAÇÃO TÉCNICA

GOOGLE ORGANIZA A BAGUNÇA Na atual versão, o Picasa continua com sua função básica, que é vasculhar as fotos perdidas no computador e organizálas em categorias, mas ganhou tarefas novas, que o tornaram um programa mais atraente. Uma das novas funções do Picasa é a classificação de pessoas, identificando automaticamente indivíduos nas imagens e permitindo que se nomeie cada um (leia mais sobre o recurso na pág. 27). O programa também busca as semelhanças e identifica as pessoas já nomeadas automaticamente, formando tags eficientes para exibir as fotos de cada pessoa nos álbuns. Outro recurso novo é a integração com o Google Maps, tornando o geotag (associação de informações geográficas a uma imagem) uma tarefa intuitiva e eficiente. Os desenvolvedores do Google capricharam bastante no desenvolvimento e fizeram uma interface bastante intuitiva e simples de usar. Basta um clique para criar pastas e arrastar as fotos de um lado para o outro. O programa também tem recursos para ajudar na localização de fotos repetidas no computador. Além de cuidar da organização, o Picasa mantém as ferramentas de edição. Elas permitem corrigir olhos vermelhos, dar pequenos retoques e fazer alguns ajustes finos em fotos. Inclui ainda uma função para permitir ao usuário inserir textos nas imagens. Depois de arrumar as fotos, é possível escolher algumas delas para fazer uma espécie de slideshow para apresentar na tela do computador. Se quiser, pode utilizar uma ferramenta do Picasa que ajuda a publicar as mesmas fotos em serviços de álbuns virtuais e até no YouTube. www.info.abril.com.br/downloads/picasa-3-6 AVALIAÇÃO TÉCNICA

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CUSTO/BENEFÍCIO

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CUSTO/BENEFÍCIO

ÁLBUNS EM TRÊS DIMENSÕES O FlipAlbum Standard propõe uma maneira prática de organizar imagens em livros 3D. Com apenas três passos, ele organiza as imagens e os arquivos multimídia com algumas opções de configuração. A interface não é sofisticada e intuitiva, mas ao iniciar o programa um livro de exemplo orienta nos primeiros passos. Uma maneira simples de utilizar o FlipAlbum é organizar as imagens em uma mesma pasta, adicionando todos os arquivos ao mesmo tempo. Em uma etapa, o usuário deve escolher quantas imagens serão exibidas por página, alinhamento e legendas. Um problema é o número limitado de temas e recursos de personalização. O programa gera um arquivo, que é acessado pelo FlipViewer. Nele, é possível navegar pelo álbum, aplicar zoom, adicionar marcas e imprimir páginas. www.info.abril.com.br/downloads/flipalbum-standard AVALIAÇÃO TÉCNICA

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CUSTO/BENEFÍCIO

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gerenciamento I reconhecimento de faces

adic

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x

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PHOTOSHOP TEM MÉTODO MANUAL adic

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A montanha de recursos do Photoshop Elements 8 torna seu uso mais complicado que o dos outros programas, exigindo vários passos a mais para detectar faces. No INFOLAB, o software se saiu bem, com 51% de rostos corretamente identificados. No entanto, o sistema automatizado que tanto ajuda no Picasa não está presente no programa da Adobe. É preciso confirmar cada foto individualmente. O Elements não sugere nenhum nome para a pessoa. Isso não chega a ser um problemão se a detecção é feita em conjuntos pequenos de fotos a cada vez. No entanto, essa característica torna impossível a comparação do tempo de detecção com os outros programas. Como o aplicativo da Microsoft, o Elements detectou também desenhos, mas nem piscou com fotos de animais. www.info.abril.com.br/downloads/adobe-photoshop-elements-8 AVALIAÇÃO TÉCNICA

8,2

CUSTO/BENEFÍCIO

7,6

PICASA ACERTA MAIS

EI, NÃO É VOCÊ NA FOTO ?

O Google caprichou no recurso de reconhecimento de faces do Picasa 3.6, que sugere nomes aos rostos nas fotos. Assim, a tarefa de agrupar muitas imagens torna-se rápida. Não é preciso digitar várias vezes um nome. Basta confirmar o chute do programa. O Picasa identificou corretamente 64% das imagens empregadas no teste. Parece pouco? Não é. Considere que entre as fotos testadas estão variações de idade da mesma pessoa e mudanças de cor de cabelo, além de várias posições de rosto e posturas. Como seus rivais, o Picasa falha quando a pessoa está de lado, com o cabelo cobrindo a face ou em qualquer posição que atrapalhe a detecção dos olhos ou do nariz. Não há milagre: em geral, apenas fotos com o rosto livre serão analisadas corretamente. www.info.abril.com.br/downloads/picasa-3-6 AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,8

CUSTO/BENEFÍCIO

Uma nova geração de programas usa reconhecimento de faces para pôr ordem nas fotos POR ERIC COSTA

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otografar é legal. Mas organizar as imagens sempre é muito trabalhoso. Pior ainda é, depois de algum tempo, tentar localizar aquela foto de um amigo no meio de centenas de arquivos. Para facilitar isso, as novas versões dos principais organizadores de imagens contam com recursos de reconhecimento de face. Além de mostrar onde está um rosto, eles identificam a pessoa e agrupam essas imagens. É uma tremenda mão na roda. O INFOLAB precisou de uma bateria de testes com 900 fotos

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para verificar se a coisa funciona mesmo. Foram avaliados Picasa, Windows Live Galeria de Fotos e Photoshop Elements 8, para Windows; e o iLife 09, da Apple, para Mac. Esses aplicativos tiveram como missão reconhecer pessoas em diversas cenas. E quem se deu melhor foi o Picasa, que apesar de ser mais fraco na edição que o Elements, mostrou eficiência no trabalho. O importante, além de detectar rostos, era agrupar as imagens da forma mais automatizada possível. Confira os resultados.

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gerenciamento I reconhecimento de faces

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PHOTOSHOP TEM MÉTODO MANUAL adic

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A montanha de recursos do Photoshop Elements 8 torna seu uso mais complicado que o dos outros programas, exigindo vários passos a mais para detectar faces. No INFOLAB, o software se saiu bem, com 51% de rostos corretamente identificados. No entanto, o sistema automatizado que tanto ajuda no Picasa não está presente no programa da Adobe. É preciso confirmar cada foto individualmente. O Elements não sugere nenhum nome para a pessoa. Isso não chega a ser um problemão se a detecção é feita em conjuntos pequenos de fotos a cada vez. No entanto, essa característica torna impossível a comparação do tempo de detecção com os outros programas. Como o aplicativo da Microsoft, o Elements detectou também desenhos, mas nem piscou com fotos de animais. www.info.abril.com.br/downloads/adobe-photoshop-elements-8 AVALIAÇÃO TÉCNICA

8,2

CUSTO/BENEFÍCIO

7,6

PICASA ACERTA MAIS

EI, NÃO É VOCÊ NA FOTO ?

O Google caprichou no recurso de reconhecimento de faces do Picasa 3.6, que sugere nomes aos rostos nas fotos. Assim, a tarefa de agrupar muitas imagens torna-se rápida. Não é preciso digitar várias vezes um nome. Basta confirmar o chute do programa. O Picasa identificou corretamente 64% das imagens empregadas no teste. Parece pouco? Não é. Considere que entre as fotos testadas estão variações de idade da mesma pessoa e mudanças de cor de cabelo, além de várias posições de rosto e posturas. Como seus rivais, o Picasa falha quando a pessoa está de lado, com o cabelo cobrindo a face ou em qualquer posição que atrapalhe a detecção dos olhos ou do nariz. Não há milagre: em geral, apenas fotos com o rosto livre serão analisadas corretamente. www.info.abril.com.br/downloads/picasa-3-6 AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,8

CUSTO/BENEFÍCIO

Uma nova geração de programas usa reconhecimento de faces para pôr ordem nas fotos POR ERIC COSTA

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otografar é legal. Mas organizar as imagens sempre é muito trabalhoso. Pior ainda é, depois de algum tempo, tentar localizar aquela foto de um amigo no meio de centenas de arquivos. Para facilitar isso, as novas versões dos principais organizadores de imagens contam com recursos de reconhecimento de face. Além de mostrar onde está um rosto, eles identificam a pessoa e agrupam essas imagens. É uma tremenda mão na roda. O INFOLAB precisou de uma bateria de testes com 900 fotos

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para verificar se a coisa funciona mesmo. Foram avaliados Picasa, Windows Live Galeria de Fotos e Photoshop Elements 8, para Windows; e o iLife 09, da Apple, para Mac. Esses aplicativos tiveram como missão reconhecer pessoas em diversas cenas. E quem se deu melhor foi o Picasa, que apesar de ser mais fraco na edição que o Elements, mostrou eficiência no trabalho. O importante, além de detectar rostos, era agrupar as imagens da forma mais automatizada possível. Confira os resultados.

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iPHOTO CAPRICHA NOS ÁLBUNS Para quem está com a versão 09 do iPhoto , da Apple, o recurso de reconhecimento de faces é bastante útil. Funciona de forma semelhante ao do Picasa e tem índice de acerto parecido — 62% no teste do INFOLAB. A detecção de rostos não é feita de uma só tacada, como no Picasa. Ela exige a digitação prévia de cada nome de pessoa numa imagem para que as outras fotos com os mesmos rostos sejam localizadas. O iPhoto reconhece algumas faces em posições menos ortodoxas e cria um álbum para cada pessoa identificada. Em compensação, às vezes o sistema erra feio, confundindo uma pessoa com outra. Só depois de classificar mais fotos, o recurso melhora um pouco. Apesar de não ter integração direta com um serviço de contatos online, o iPhoto permite indicar nome completo e e-mail de cada pessoa reconhecida. www.info.abril.com.br/downloads/mac/ilife-09 AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,6

CUSTO/BENEFÍCIO

7,2

GALERIA PÕE FOTOS NO BLOG A Galeria de Fotos do pacote Windows Live Essentials , da Microsoft, traz recursos rudimentares para detecção de rostos. Para começar, não identifica a pessoa — só localiza a face. O usuário sempre tem de indicar quem está em cada foto. O programa demora a encontrar os rostos, mas isso é pouco perto do tempo para agrupar todas as fotos manualmente. O aplicativo da Microsoft baixa os contatos do Windows Live Messenger, permitindo associá-los às faces localizadas. O programa também conta com boas opções de integração com outros serviços do Windows Live. Permite, por exemplo, criar posts em blogs e álbuns que podem ser compartilhados entre as pessoas que aparecem nas fotos. www.info.abril.com.br/downloads/galeria-de-fotos-do-windows-live AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,0

CUSTO/BENEFÍCIO

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impressão I revelação

ENCOMENDAS PELA WEB Testamos quatro serviços de impressão de fotos digitais com pedidos pela internet POR MARIA ISABEL MOREIRA

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que você faz quando decide passar as fotos digitais para o papel? Corre para o loja de revelação da esquina ou aproveita que está diante do computador e usa um serviço de revelação digital pela web? Muita gente preferiria a comodidade do comércio eletrônico, principalmente se ela viesse

acompanhada de boas ferramentas de edição, custo acessível e rapidez na entrega. Mas será que é possível encontrar tudo isso nos serviços nacionais? Decidimos testar quatro lojas que oferecem essa conveniência: Submarino, Americanas.com, EasyFoto e Fujifilm Shop. Confira o que achamos de cada uma delas.

RAPIDEZ COM A FUJI Talvez para evitar reclamações, a loja da Fujifilm informa um prazo de entrega máximo de até cinco dias úteis depois da confirmação do pagamento, mas foi o serviço mais rápido. No segundo dia útil, as fotos em papel chegaram ao destino. E todas em bom estado e com excelente qualidade. O serviço de envio do site da Fujifilm também é bastante flexível. Além de poder fazer o envio pelo método tradicional, selecionando as fotos uma a uma, é possível instalar um aplicativo em Java que possibilita o envio fácil de vários arquivos de uma vez e a visualização das miniaturas. Depois de carregadas para o site, você pode cortar as fotos uma a uma se preferir e solicitar a correção de olhos vermelhos — mas, nesse caso, tem de pagar 2 reais à parte. A Fujifilm Shop tem uma oferta menor de tamanhos (10x15, 13x18, 15x21 e 20x5) que alguns de seus concorrentes e também não tem o melhor preço. Como outros serviços, a empresa estipula custos diferenciados por quantidade. Em um pacote de até 20 fotos 10 x 15, o valor unitário sai por salgados 79 centavos.

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MAIS EM CONTA COM A EASY FOTO O serviço de envio da EasyFoto oferece várias opções, mas nenhuma é tão prática. No modo Super Fácil, você tem de selecionar as imagens uma a uma, o que não é nada agradável, mesmo que sejam apenas dez imagens. Na opção Grandes Pedidos, é preciso instalar um applet Java e organizar previamente em uma pasta as imagens que deseja enviar. O modo Atacadão funciona da mesma forma, mas só aceita mais de 200 fotos no formato 10x15. Feito o upload, o site indica se a qualidade está boa ou não para o formato escolhido. Você pode desistir de algumas fotos e incluir novas, mas não pode fazer o corte manualmente se estiver com medo que algum detalhe das suas produções seja deixado de lado na impressão. A EasyFoto foi a que mais demorou na entrega (o produto chegou no quarto dia útil depois do pedido), mas a que cobrou menos: 55 centavos por cópia.

SUBMARINO E AMERICANAS O Submarino trabalha com oito formatos e ainda grava fotos em CD. O serviço também usa a política de reduzir o preço de acordo com o número de cópias — até 99 cópias, o custo unitário de uma foto 10x15 é de 65 centavos. No prazo de entrega não foi o pior nem o melhor. Foram três dias úteis para que o pedido fosse entregue no local indicado. Como os demais serviços, as fotos apresentaram boa qualidade. O que mais agrada no serviço do Submarino é a ferramenta de envio e manipulação das imagens. Em primeiro lugar, você pode selecionar o que quer no Windows Explorer e arrastar até a área indicada no site, desde que tenha instalado um controle Active X. O Submarino, que usa o sistema da Digipix, oferece serviço de correção automática Perfectly Clear opcional e gratuito, e ainda deixa você definir se a foto deve aproveitar todo o papel (e sujeitar-se a alguns cortes) ou se prefere aproveitar toda a imagem, mas receber cópias com áreas em branco no papel. Melhor, dá a você a opção de fazer essa definição foto por foto. A Americanas.com usa o mesmo sistema de envio e revelação do Submarino e pratica o mesmo preço. Quem revelar até 99 fotos no serviço paga 65 centavos a cópia. Na entrega, ganhou da empresa-irmã por poucas horas — mas a encomenda chegou no terceiro dia útil depois de efetuado o pedido, mesmo prazo do Submarino. O cuidado com a embalagem e a qualidade do produto também foram semelhantes entre os dois pedidos.

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impressão I criação

VAI DE PÔSTER OU DE 10 X 15 Com o programa certo você cria cartazes e outros materiais além de fazer uso racional de papel POR CAUÃ TABORDA BORGES RIBEIRO WINGETER

H

á vários serviços de impressão de fotos, mas nem sempre você quer recorrer a eles na hora de passar suas produções para o papel. Em algumas situações, a solução doméstica é a mais indicada. Nessas horas, no entanto, é sempre bom contar com a ajuda de um software que organize a impressão para que

saia tudo certo e você não desperdice tempo nem papel. Três dos programas que apresentamos a seguir são indicados especificamente para a produção de pôsteres. Além de ajudar no gerenciamento da biblioteca de imagens, o programa da Kodak dá uma mão para quem está preocupado com a economia.

FAÇA SEU CARTAZ O Posteriza é um software gratuito para a geração de pôsteres com interface simples e boas opções de criação quando comparado a alguns outros programas do gênero. Depois de carregar a imagem desejada, pode-se escolher o tamanho do pôster, alterar entradas de texto (até quatro) e escolher entre diferentes estilos de bordas. O programa divide automaticamente a imagem em várias partes, de acordo com o tamanho e a configuração de impressão escolhida. Depois de impressas as partes, basta juntar os pedaços para que o pôster esteja pronto. Um ponto negativo do Posteriza é o sistema de janelas do projeto, que não dá uma visão muito prática do conjunto e das páginas individuais. www.info.abril.com.br/downloads/posteriza AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,4

CUSTO/BENEFÍCIO

PRODUÇÃO DESPREOCUPADA Com interface simples e poucas opções de configuração e edição, o Ace Poster é indicado para quem deseja ampliar muitas vezes uma imagem, mas não quer se preocupar nem um pouco com a criação. O software aumenta a imagem e divide a impressão em várias páginas, assim como em outros softwares da categoria. Depois de impressas as imagens, resta ao criador a tarefa de montar cada quadro para formar a imagem final. Além da ausência de alguns recursos, um ponto negativo do Ace Poster é a marca d’água em cada imagem gerada na versão shareware, obrigando o registro para a criação de um pôster completo e sem interferências. www.info.abril.com.br/downloads/ace-poster AVALIAÇÃO TÉCNICA

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CUSTO/BENEFÍCIO

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ESCOLHA A IMAGEM E O TEMA Na hora da montagem Os programas para a criação de pôsteres podem até fazer um bom trabalho, mas a montagem final corre o risco de não ficar tão boa se você não tiver muito prática de recorte e colagem. Uma dica para que o trabalho saia a contento é pegar uma folha de papel adesivo tipo contact no tamanho do pôster e colar nele as várias páginas.

Mais um programa dedicado à criação de pôsteres, o Poster Forge caracteriza-se pela facilidade de uso e pelos vários recursos criativos. A partir de qualquer imagem, o programa gratuito produz bons resultados exigindo poucos cliques. A versão gratuita do programa traz três opções de tema: Motivo (mais simples), Cinema (mais elaborada) e Procura-se (mais divertida). Cada um dos temas pode ser alterado com o uso das opções para troca de texto, tipo de fonte, cores e plano de fundo. Todos os pôsteres gerados podem ser impressos em vários tamanhos padronizados, como A0, A1, A2, A3, ou definido pelo próprio usuário. Como fazem outros programas, o Poster Forge divide a imagem em várias partes, como em um quebra-cabeça. Aí, basta imprimir, cortar as bordas de segurança e unir as partes. Se desejar salvar a produção no computador ou mesmo compartilhá-las na internet, o Poster Forge gera um arquivo JPEG com o trabalho realizado. Nos testes, o programa apresentou problemas com a exibição da caracteres acentuados. www.info.abril.com.br/downloads/poster-forge AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,2

CUSTO/BENEFÍCIO

CRIAÇÃO E IMPRESSÃO O Kodak Easy Share é a solução gratuita da Kodak para impressão, edição e organização de imagens digitais. O programa possui vários recursos para ajustar imagens, criar álbuns e livros de fotos com facilidade e bom acabamento. Um dos pontos fortes do programa é organizar e imprimir vários arquivos de imagens, a interface amigável e o sistema de classificação por estrelas. Além das opções de impressão em casa, o software possui a opção de impressão online, seja com a Kodak ou com outros serviços associados — durante os testes, no entanto, não encontramos nenhum disponível. As opções de edição para imagens são simples e, a maioria delas, automáticas, mas são um recurso interessante para usuários menos treinados com softwares de edição. As opções incluem ajuste de cores, efeitos como preto e branco e cartoon, alterar dimensões e adicionar texto. O programa também oferece opções para queimar CDs e DVDs com as imagens ou salvar álbuns, imagens ou toda a biblioteca para dispositivos externos de mídia (pen drives e HDs externos). www.info.abril.com.br/downloads/kodak-easy-share-7-1 AVALIAÇÃO TÉCNICA

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CUSTO/BENEFÍCIO

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compartilhamento I web

VENÇA A TIMIDEZ C

âmera fotográfica todo mundo tem, nem que seja um modelo bem simplezinho em um celular de gerações passadas. Nada mais natural, portanto, que os serviços de compartilhamento de fotos tenham surgido, se popularizado e se adaptado às mudanças na web.

Suas produções fotográficas merecem um lugar de destaque na web

Agora, ao lado de Flickr, Picasa e cia. aparecem nomes como yfrog e Twitpic, dois serviços muitos usados pelos adeptos do Twitter. Se você ainda mantém suas fotos escondidas no disco do computador ou na memória do fone, chegou a hora de expô-las na web.

PROCURE NO PHOTOBUCKET O Photobucket é um dos sites de compartilhamento de imagens mais populares da internet. O serviço funciona de modo similar ao Flickr. Depois de criar uma conta, usuários podem fazer upload de fotos e vídeos e usar tags e álbuns para classificá-los. O Photobucket também traz grupos, que reúnem fotos sobre assuntos similares e rankings com as fotos mais acessadas e os usuários mais ativos. Além disso, a equipe do Photobucket organiza grupos temáticos, em homenagem a fatos históricos. A vasta quantidade de imagens faz do Photobucket uma fonte preciosa para quem quer realizar uma pesquisa de imagens sobre um determinado tema. www.info.abril.com.br/downloads/webware/photobucket AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,5

CUSTO/BENEFÍCIO

O FLICKR ORGANIZA De longe, o Flickr é o serviço de publicação de fotos mais popular na web. A interface leve e direta é uma de suas vantagens, assim como a possibilidade de colocar álbuns em sites e blogs. Este site do Yahoo! é quase onipresente nos serviços da web que integram imagens. Muitos desses endereços oferecem total integração com o Flickr, importando e exportando conteúdo automaticamente. Um dos atrativos do Flickr é a grande variedade de opções de organização. É possível dividir as fotos usando tags e álbuns. O serviço também traz ferramentas para adicionar comentários e destacar regiões das fotos armazenadas. Há ainda grupos, que permitem que vários que usuários compartilhem fotos sobre um mesmo tema. A interface de organização é sofisticada. É possível arrastar e soltar fotos para editar diversas imagens de uma só vez. Há também como comentar fotos de outros internautas. www.info.abril.com.br/downloads/webware/flickr AVALIAÇÃO TÉCNICA

8,5

CUSTO/BENEFÍCIO

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PICASA ONLINE O Picasa Web Albums oferece 1 GB de espaço para contas gratuitas e possui ferramentas para busca e comentário em fotos de outros usuários. Um dos pontos fortes do serviço é a integração com o editor de imagens Picasa. É possível fazer o upload de uma foto guardada no PC para o Picasa Web Albuns apenas clicando em um botão do aplicativo. O serviço do Google permite usar tags e álbuns para organizar as fotos. Elas podem ainda ser exibidas em modo de apresentação (slideshow). A interface em abas facilita o acesso às fotos prediletas. O serviço fica atrás de concorrentes como Flickr no quesito de ferramentas sociais. Os recursos para criar uma lista de amigos, por exemplo, são bastante limitados. www.info.abril.com.br/downloads/webware/picasa-web-albums AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,5

CUSTO/BENEFÍCIO

MANDE PARA O TWITPIC O Twitpic é o serviço de envio de fotos mais popular do Twitter. Basta entrar no site com os dados de acesso ao microblog e fazer o upload da imagem a partir de um PC qualquer. O Twitpic gera uma URL curtinha para a imagem e acrescenta comentários digitados pelo usuário. Depois de publicadas, as fotos ficam hospedadas no Twitpic e podem receber comentários. Esses são enviados como resposta ao tuiteiro que a publicou. O Twitpic também permite a postagem de fotos por meio de um endereço de e-mail. Cada usuário do serviço ganha uma caixa postal @twitpic.com e pode publicar imagens enviandoas para seu endereço. O serviço deixa a desejar apenas pela falta de uma opção para agilizar a publicação de fotos já online, como as hospedadas em serviços como Flickr e Picasa Web Albuns. www.info.abril.com.br/downloads/webware/twitpic AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,7

CUSTO/BENEFÍCIO

FOTOS E VÍDEOS TAMBÉM O maior atrativo do yfrog é permitir a publicação não só de fotos, mas também de vídeos no Twitter. Dá para fazer upload de arquivos guardados no micro ou inserir links de fotos e vídeos já disponíveis online. Todo o conteúdo é copiado para os servidores da yfrog e ganha uma URL curta. Os vídeos são embutidos em um player próprio. Também é possível publicar vídeos enviando um e-mail para uma conta @yfrog.com personalizada. O serviço deixa a desejar apenas na falta de opções para acompanhar os cliques e comentários de cada foto ou vídeo. Há apenas uma página que lista todos os arquivos publicados, mas sem nenhuma opção mais sofisticada de estatísticas de acesso. Existem apenas alguns atalhos para compartilhar a foto ou vídeo em redes como Facebook. www.info.abril.com.br/downloads/webware/yfrog AVALIAÇÃO TÉCNICA

7,2

CUSTO/BENEFÍCIO

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cursos I online

APRENDA SEM SAIR DE CASA Aulas online ensinam a fotografar, retocar e usar os recursos das câmeras

SEJA UM PROFISSIONAL

POR MARIA ISABEL MOREIRA

U

ma câmera fotográfica digital simples pode ser comprada por até 100 reais. Modelos sofisticados chegam a custar mais do que um carro 1.0 zero-quilômetro. Não importa o grau de sofisticação do equipamento que tenham em mãos, no entanto, muitas pessoas não fazem mais do que enquadrar e clicar. Uma maneira de

sair desse estágio — ou, para quem já sabe o básico, de ganhar conhecimento e habilidade para produzir imagens de maior qualidade — é fazer um curso de fotografia. Ainda há muitas opções de curso presenciais, mas a oferta de aulas online é cada vez maior. Conheça algumas opções de treinamento a distância.

Em que tipo de curso de fotografia você está interessado? Confira o leque de opções oferecidos pela BetterPhoto.com (www.betterphoto.com) e dificilmente não encontrará nesse site o curso desejado. Apenas de fundamentos da fotografia há dez opções para que você faça sua escolha. Mas não faltam também programas de especializações, como produção de polaroids, close-ups e imagens com luz infra-vermelha. Há também cursos de iluminação/exposição, composição, retratos e fotos de natureza. Pensa em se profissionalizar? No BetterPhoto.com é possível estudar com foco na carreira. As opções incluem cursos para a produção de portfólios, explorar as possibilidades de incluir produções em bancos de imagens, publicação de fotos e sobre como ganhar dinheiro com fotografia. Os preços variam de 198 dólares a 348 dólares.

EXPLORE A CÂMERA Ninguém sai do curso de Fotografia Digital do Senac (www.sp.senac.br) com credenciais para clicar um ensaio fotográfico de moda, mas para quem tem câmera digital, quer tirar mais do equipamento e produzir fotos com maior qualidade esse treinamento a distância é uma boa pedida. Com carga horária estimada de 24 horas, o curso aborda conceitos básicos da fotografia digital e ensina a usar os controles do equipamento, como exposição, sensibilidade, velocidade, abertura do diafragma, foco e balanço de branco. O ambiente de aprendizagem inclui fóruns e bate-papos para troca de informações e experiências entre alunos e instrutor. O curso custa 407 reais e pode ter até 30 alunos.

PARA INICIANTES E PROFISSIONAIS No site School of Photography (www.schoolofphotography. com) é possível encontrar uma série de dicas gratuitas, que vão de conceitos básicos a técnicas empregadas em diferentes tipos de foto, como close-ups, registros da natureza, paisagens e crianças. Mas com a programação gratuita você está sozinho. Não há nenhum instrutor para esclarecer dúvidas ou dizer se está no caminho certo ou não. Para a instrução assistida a distância é preciso pagar: 423 dólares para os cursos básicos Creative Photography e Digital Imaging Photography. Os cursos especializados de fotografia em preto e branco, paisagens, glamour, freelance e casamento custam 282 dólares cada um. Todos os cursos são em inglês.

TUDO DE GRAÇA Sabe inglês? Não está a fim de gastar nada para aprender fotografia? O PhotographyCourse.net (http://photographycourse. net) traz uma série de lições e exercícios com textos, fotos e ilustrações sobre câmeras e técnicas de fotografia, edição e aprimoramento de fotos. O site não prima pela organização, mas é possível usar a navegação lateral para localizar as aulas por nível de conhecimento (básico, intermediário, avançado), edição de fotos, fotografia profissional etc.

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DO BÁSICO AO AVANÇADO Outro destino para aprender técnicas e truques de fotografia é o The Perfect Picture School of Photography (www. ppsop.net/index.aspx). Os cursos são divididos em cinco categorias: fotografia de aventura; iniciantes/intermediários; intermediários/avançados; fazendo dinheiro com fotografia e câmera escura digital. São mais de 60 cursos no total, cada um com dois instrutores para avaliar os exercícios propostos depois de cada aula. Os programas custam de 195 dólares a 395 dólares e têm duração de quatro a 12 semanas.

APRENDENDO COM O YOUTUBE Aproveite suas visitas diárias ao YouTube e confira o canal Snapfactory (www.youtube.com/user/snapfactory). Mantido pelo fotógrafo Mark Wallace, ele reúne uma série de dicas sobre fotografia. O curso denominado Digital Photography One on One começa listando os equipamentos e acessórios que devem fazer parte do arsenal dos fotógrafos e passa por técnicas de iluminação, profundidade de campo, fotografia de ação e exposição, entre outros temas. Até julho, eram 23 episódios, além de outros vídeos com outras dicas e conteúdos relacionados. Outro canal que vale a visita é o Prophototolife (www.youtube.com/user/prophotolife). Na mesma linha de Mark Wallace, o canal criado por Jim Talkington traz dicas para quem quer montar um estúdio e fotografar profissionalmente.

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cursos I online

APRENDA SEM SAIR DE CASA Aulas online ensinam a fotografar, retocar e usar os recursos das câmeras

SEJA UM PROFISSIONAL

POR MARIA ISABEL MOREIRA

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ma câmera fotográfica digital simples pode ser comprada por até 100 reais. Modelos sofisticados chegam a custar mais do que um carro 1.0 zero-quilômetro. Não importa o grau de sofisticação do equipamento que tenham em mãos, no entanto, muitas pessoas não fazem mais do que enquadrar e clicar. Uma maneira de

sair desse estágio — ou, para quem já sabe o básico, de ganhar conhecimento e habilidade para produzir imagens de maior qualidade — é fazer um curso de fotografia. Ainda há muitas opções de curso presenciais, mas a oferta de aulas online é cada vez maior. Conheça algumas opções de treinamento a distância.

Em que tipo de curso de fotografia você está interessado? Confira o leque de opções oferecidos pela BetterPhoto.com (www.betterphoto.com) e dificilmente não encontrará nesse site o curso desejado. Apenas de fundamentos da fotografia há dez opções para que você faça sua escolha. Mas não faltam também programas de especializações, como produção de polaroids, close-ups e imagens com luz infra-vermelha. Há também cursos de iluminação/exposição, composição, retratos e fotos de natureza. Pensa em se profissionalizar? No BetterPhoto.com é possível estudar com foco na carreira. As opções incluem cursos para a produção de portfólios, explorar as possibilidades de incluir produções em bancos de imagens, publicação de fotos e sobre como ganhar dinheiro com fotografia. Os preços variam de 198 dólares a 348 dólares.

EXPLORE A CÂMERA Ninguém sai do curso de Fotografia Digital do Senac (www.sp.senac.br) com credenciais para clicar um ensaio fotográfico de moda, mas para quem tem câmera digital, quer tirar mais do equipamento e produzir fotos com maior qualidade esse treinamento a distância é uma boa pedida. Com carga horária estimada de 24 horas, o curso aborda conceitos básicos da fotografia digital e ensina a usar os controles do equipamento, como exposição, sensibilidade, velocidade, abertura do diafragma, foco e balanço de branco. O ambiente de aprendizagem inclui fóruns e bate-papos para troca de informações e experiências entre alunos e instrutor. O curso custa 407 reais e pode ter até 30 alunos.

PARA INICIANTES E PROFISSIONAIS No site School of Photography (www.schoolofphotography. com) é possível encontrar uma série de dicas gratuitas, que vão de conceitos básicos a técnicas empregadas em diferentes tipos de foto, como close-ups, registros da natureza, paisagens e crianças. Mas com a programação gratuita você está sozinho. Não há nenhum instrutor para esclarecer dúvidas ou dizer se está no caminho certo ou não. Para a instrução assistida a distância é preciso pagar: 423 dólares para os cursos básicos Creative Photography e Digital Imaging Photography. Os cursos especializados de fotografia em preto e branco, paisagens, glamour, freelance e casamento custam 282 dólares cada um. Todos os cursos são em inglês.

TUDO DE GRAÇA Sabe inglês? Não está a fim de gastar nada para aprender fotografia? O PhotographyCourse.net (http://photographycourse. net) traz uma série de lições e exercícios com textos, fotos e ilustrações sobre câmeras e técnicas de fotografia, edição e aprimoramento de fotos. O site não prima pela organização, mas é possível usar a navegação lateral para localizar as aulas por nível de conhecimento (básico, intermediário, avançado), edição de fotos, fotografia profissional etc.

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DO BÁSICO AO AVANÇADO Outro destino para aprender técnicas e truques de fotografia é o The Perfect Picture School of Photography (www. ppsop.net/index.aspx). Os cursos são divididos em cinco categorias: fotografia de aventura; iniciantes/intermediários; intermediários/avançados; fazendo dinheiro com fotografia e câmera escura digital. São mais de 60 cursos no total, cada um com dois instrutores para avaliar os exercícios propostos depois de cada aula. Os programas custam de 195 dólares a 395 dólares e têm duração de quatro a 12 semanas.

APRENDENDO COM O YOUTUBE Aproveite suas visitas diárias ao YouTube e confira o canal Snapfactory (www.youtube.com/user/snapfactory). Mantido pelo fotógrafo Mark Wallace, ele reúne uma série de dicas sobre fotografia. O curso denominado Digital Photography One on One começa listando os equipamentos e acessórios que devem fazer parte do arsenal dos fotógrafos e passa por técnicas de iluminação, profundidade de campo, fotografia de ação e exposição, entre outros temas. Até julho, eram 23 episódios, além de outros vídeos com outras dicas e conteúdos relacionados. Outro canal que vale a visita é o Prophototolife (www.youtube.com/user/prophotolife). Na mesma linha de Mark Wallace, o canal criado por Jim Talkington traz dicas para quem quer montar um estúdio e fotografar profissionalmente.

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dicas I HDR

OS CONTRASTES DO HDR N

Realce as cores de uma cena usando uma mescla digital de fotos POR JULIANO BARRETO

ão é culpa do fotógrafo: os sensores digitais perdem informações de imagens com áreas muito claras e muito escuras ao mesmo tempo. E é graças a esse problema que ganha espaço a técnica do HDR (High Dynamic Range, ou Alto Alcance Dinâmico), uma solução que pode consertar cenas ou até transformá-las em obras de arte. O gaúcho Omar Junior criou

no ano passado a exposição Porto Alegre Como Você Nunca Viu seguindo essa receita, que mescla fotos com níveis de exposição diferentes para realçar cores e contrastes. Nesta página, você vê a foto Capuccino e as imagens usadas como base para sua montagem, criada com uma Canon EOS 1Ds, de 11 megapixels, e o software Photomatix. Veja as dicas do artista.

CLIQUES REPETIDOS , JUNIOR a OMAR r auto d

e nos, é de 27 a o “Porto Alegr ã iç ” iu v a expos c n ocê nu como v arjunior.com m .o w w w

O primeiro passo para montar uma imagem com HDR é fotografar a mesma cena, pelo menos, duas vezes. É necessário usar diferentes níveis de exposição para capturar a disparidade n nas condições de luz. Fixe a câmera em um tripé e configure o eequipamento para fotografar com exposição normal (0 EV), uma ssubexposta (-2 EV) e outra superexposta (+2 EV). "Pode-se tirar de d duas até cinco fotos. Quanto mais imagens, mais detalhes você vai rregistrar. Eu trabalho com três", diz Omar Junior. Não é preciso mudar o ISO ou a abertura, mas dê preferência por um ISO mais baixo, pois o os ruídos na imagem podem ser realçados durante a edição.

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DUELO DE FERRAMENTAS É raro ver o Photoshop perder uma briga, mas na área do HDR tem muita gente que prefere o Photomatix Pro (99 dólares; www.info.abril.com. br/downloads/photomatix-pro). Com um programa ou com o outro, mesclar as imagens é bastante simples. No editor da Adobe, basta clicar no menu Arquivo, depois em Automatizar e em seguida em Merge to HDR (assim, em inglês mesmo). No Photomatix há um autoexplicativo botão na interface principal: Generate HDR Image. Em ambos os casos, o processo é automatizado. Resta ao artista escolher as fotos e definir os ajustes finos do mapeamento de tons.

FLAMBANDO OS PIXELS Até quando você usa as mesmas fotos, os resultados da mescla no Photoshop e no Photomatix ficam bem diferentes. "Prefiro o Photomatix. Ele produz sombras mais destacadas e mostra o céu mais claro", afirma Omar Junior. O Photoshop, por sua vez, traz opções mais numerosas na hora de aprimorar sua obra. Use, por exemplo, os ajustes predefinidos de conversão para 8 Bits, em Imagem > Modo. É possível alterar o nível de exposição e dar um aspecto mais artificial ou mais natural para os retoques, sempre vendo uma prévia do resultado em tempo real.

FANTASIA OU REALIMOS? O resultado final da composição fica por conta do gosto do artista. É possível apenas realçar cores e sombras de uma cena ou mesmo deixá-la com aparência de pintura em tela. Com moderação, a técnica pode ser usada para corrigir a falta de iluminação de um ambiente. "Usei o HDR para corrigir a luz de um salão que só tinha janelas de um lado. A técnica ajudou a diminuir a diferença de cores no local", conta Omar. Quem quer produzir imagens com contornos mais fortes (e menos realistas) pode também apelar para um atalho. Com apenas uma imagem no formato RAW, é possível simular os níveis de exposição da foto e realizar o efeito de HDR.

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dicas I baixa luminosidade

É FUNDAMENTAL 1 FIRMEZA Fotografias noturnas exigem que a máquina fique fixa no momento da foto. O ideal é usar um tripé. Mas quando isso não é possível, apoie a câmera numa superfície fixa, como o parapeito de uma janela. Assim, você reduz as chances de a foto sair tremida. Outra coisa que pode ajudar a evitar tremores em cenas escuras é ajustar a câmera para um valor elevado de sensibilidade ISO. Assim, a máquina vai aproveitar ao máximo a pouca luz existente no ambiente. A foto vai ficar com aspecto granulado, mas esse problema pode ser atenuado depois com um programa de edição de imagem. Se a câmera tiver estabilizador óptico, certifique-se de que ele está ligado.

COM O FLASH 2 CUIDADO O flash das câmeras compactas tem alcance limitado e não serve para iluminar paisagens ou objetos que estejam a mais de 5 metros do fotógrafo. Nessas situações, é melhor deixá-lo desligado. Um bom exemplo de uso equivocado são as fotografias de shows, quando o flash ilumina as cabeças de quem está à frente, mas não chega até o palco.

FOTOS NOTURNAS PARA BRILHAR Cinco dicas para fotografar melhor em ambientes com pouca luz POR JULIANO BARRETO

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pesar de toda a praticidade de usar uma câmera digital compacta, esses modelos não têm os recursos ideais para fazer fotos em ambientes mal iluminados. Normalmente, o sensor das compactas é pequeno, a lente tem pouca abertura e o flash é fixo e fraco.

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Câmeras reflex saem-se muito melhor nessas situações. Mas, mesmo que você fotografe com uma compacta, é possível registrar as imagens com a melhor qualidade possível e usar o aplicativo de edição para aprimorar a foto. Estas cinco dicas vão ajudá-lo.

© FOTO CRYSTIAN CRUZ

DA EDIÇÃO 3 OTodosBÁSICO os editores de imagens possuem

Olho na abertura

ajustes que podem ajudar a equilibrar uma foto escura. No Picasa (www.info.abril. com.br/downloads/picasa-3-6), do Google, use os controles Luz de Preenchimento e Autocontraste, que ficam na guia Correções Básicas. Na Galeria de Fotos do Windows Live (www.info.abril.com.br/downloads/galeria-de-fotosdo-windows-live), depois de acionar o comando Corrigir, clique em Ajustar Exposição e mexa nos controles Brilho, Contraste e Sombras até obter o resultado desejado.

Ao comprar uma câmera digital, fique atento aos números que indicam a abertura máxima da lente. Quanto menor o número, maior é a abertura e mais luz a lente será capaz de captar. Assim, uma objetiva f/2,8 é melhor para fotografar no escuro do que uma f/4, por exemplo.

NINJA MATA OS GRANULADOS 4 Fotos feitas com sensibilidade ISO elevada ficam lotadas de ruídos e com aspecto granulado. Há vários programas que permitem atenuar esse problema. Um dos melhores é o Noise Ninja (69,95 dólares — www.info.abril.com.br/downloads/noiseninja-standalone-2-2). Esse software remove as asperezas da imagem, preservando os detalhes na medida do possível. Com o Photoshop também é possível melhorar a imagem. Tente o filtro Reduzir Ruídos (Reduce Noise), dentro da opção Ruídos (Noise). Ajuste os controles do filtro até obter uma imagem de aspecto natural.

E CLARO JUNTOS 5 ESCURO Em cenas que combinam áreas escuras com outras bem iluminadas, o melhor resultado é obtido com a técnica de faixa dinâmica ampliada (HDR). Para usá-la, capture várias vezes a mesma cena, variando a abertura, a velocidade ou ambas. A ideia é obter uma série de imagens com luminosidade crescente. Algumas câmeras avançadas fazem isso automaticamente por meio da função conhecida como autobracketing. Depois, é preciso juntar as imagens numa única foto, o que exige um editor avançado, como o Photoshop. Para mais detalhes sobre como proceder, leia Os contrastes do HDR, na página 68.

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dicas I baixa luminosidade

É FUNDAMENTAL 1 FIRMEZA Fotografias noturnas exigem que a máquina fique fixa no momento da foto. O ideal é usar um tripé. Mas quando isso não é possível, apoie a câmera numa superfície fixa, como o parapeito de uma janela. Assim, você reduz as chances de a foto sair tremida. Outra coisa que pode ajudar a evitar tremores em cenas escuras é ajustar a câmera para um valor elevado de sensibilidade ISO. Assim, a máquina vai aproveitar ao máximo a pouca luz existente no ambiente. A foto vai ficar com aspecto granulado, mas esse problema pode ser atenuado depois com um programa de edição de imagem. Se a câmera tiver estabilizador óptico, certifique-se de que ele está ligado.

COM O FLASH 2 CUIDADO O flash das câmeras compactas tem alcance limitado e não serve para iluminar paisagens ou objetos que estejam a mais de 5 metros do fotógrafo. Nessas situações, é melhor deixá-lo desligado. Um bom exemplo de uso equivocado são as fotografias de shows, quando o flash ilumina as cabeças de quem está à frente, mas não chega até o palco.

FOTOS NOTURNAS PARA BRILHAR Cinco dicas para fotografar melhor em ambientes com pouca luz POR JULIANO BARRETO

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pesar de toda a praticidade de usar uma câmera digital compacta, esses modelos não têm os recursos ideais para fazer fotos em ambientes mal iluminados. Normalmente, o sensor das compactas é pequeno, a lente tem pouca abertura e o flash é fixo e fraco.

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Câmeras reflex saem-se muito melhor nessas situações. Mas, mesmo que você fotografe com uma compacta, é possível registrar as imagens com a melhor qualidade possível e usar o aplicativo de edição para aprimorar a foto. Estas cinco dicas vão ajudá-lo.

© FOTO CRYSTIAN CRUZ

DA EDIÇÃO 3 OTodosBÁSICO os editores de imagens possuem

Olho na abertura

ajustes que podem ajudar a equilibrar uma foto escura. No Picasa (www.info.abril. com.br/downloads/picasa-3-6), do Google, use os controles Luz de Preenchimento e Autocontraste, que ficam na guia Correções Básicas. Na Galeria de Fotos do Windows Live (www.info.abril.com.br/downloads/galeria-de-fotosdo-windows-live), depois de acionar o comando Corrigir, clique em Ajustar Exposição e mexa nos controles Brilho, Contraste e Sombras até obter o resultado desejado.

Ao comprar uma câmera digital, fique atento aos números que indicam a abertura máxima da lente. Quanto menor o número, maior é a abertura e mais luz a lente será capaz de captar. Assim, uma objetiva f/2,8 é melhor para fotografar no escuro do que uma f/4, por exemplo.

NINJA MATA OS GRANULADOS 4 Fotos feitas com sensibilidade ISO elevada ficam lotadas de ruídos e com aspecto granulado. Há vários programas que permitem atenuar esse problema. Um dos melhores é o Noise Ninja (69,95 dólares — www.info.abril.com.br/downloads/noiseninja-standalone-2-2). Esse software remove as asperezas da imagem, preservando os detalhes na medida do possível. Com o Photoshop também é possível melhorar a imagem. Tente o filtro Reduzir Ruídos (Reduce Noise), dentro da opção Ruídos (Noise). Ajuste os controles do filtro até obter uma imagem de aspecto natural.

E CLARO JUNTOS 5 ESCURO Em cenas que combinam áreas escuras com outras bem iluminadas, o melhor resultado é obtido com a técnica de faixa dinâmica ampliada (HDR). Para usá-la, capture várias vezes a mesma cena, variando a abertura, a velocidade ou ambas. A ideia é obter uma série de imagens com luminosidade crescente. Algumas câmeras avançadas fazem isso automaticamente por meio da função conhecida como autobracketing. Depois, é preciso juntar as imagens numa única foto, o que exige um editor avançado, como o Photoshop. Para mais detalhes sobre como proceder, leia Os contrastes do HDR, na página 68.

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dicas I remoção

DELETE O QUE NÃO INTERESSA E

Elementos sem importância somem de cena com poucos cliques no Photoshop CS5 POR CARLOS MACHADO

ntre as novidades que a Adobe preparou para a versão CS5 do Photoshop, o recurso que mais chama a atenção é o preenchimento sensível ao contexto (Content-Aware Fill). Até quem é profissio-

DA IMAGEM 1 SELEÇÃO Pode-se usar qualquer ferramenta de seleção, mas aqui usamos o Laço para contornar as duas aves, sem critério de precisão.

nal se impressiona com a facilidade e a qualidade do trabalho que o programa gráfico faz quando o objetivo é tirar alguns elementos de cena. Tudo é feito com poucos cliques, como você pode conferir a seguir.

A TECLA DEL 2 ACIONE Aperte a tecla Del e surge a caixa de diálogo Fill (Preenchimento). Ela vem ajustada para usar a opção Content-Aware.

O RESULTADO 3

Agora, acione o botão Enter e aguarde o Photoshop executar a operação. Pronto: as duas aves sumiram, sem deixar vestígio.

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dicas I paisagens

NÃO ERRE NOS CLIQUES T

Uma coleção de dicas para fazer boas fotos da natureza oda pessoa que se torna fotógrafa sonha um dia em registrar belas cenas da vida ao ar livre. De fato, o espetáculo que a natureza proporciona é bonito demais para ser desperdiçado por uma lente. As chances de sucesso, no entanto,

vão depender da sorte de encontrar belos objetos de contemplação e do conhecimento das técnicas para fazer as melhores capturas de acordo com as diferentes situações. Confira algumas dicas para não perder muitos cliques nem oportunidades.

ESCOLHA O HORÁRIO Já ouviu falar em temperatura de cor? Eles são determinadas pelos diferentes comprimentos de onda emitidas pelo sol em sua trajetória no céu ao longo do dia. Ou seja, as cores dos objetos não são as mesmas pela manhã e ao meio-dia. Apesar de o olho humano fazer correções, o mesmo não acontece com os sensores das câmeras digitais. Em razão disso, os especialistas no assunto recomendam não fotografar entre 11 e 14 horas, que é o período de maior incidência de luz solar. De manhã e mais à tarde, a inclinação do sol produz imagens com sombras e contrastes e fotos bem mais vivas.

CONTRA A LUZ O uso correto da luz é fundamental em fotografia. Com os registros da natureza, o conhecimento é ainda mais importante. A regra de evitar tirar as fotos contra a luz precisa ser repensada em alguns casos. No registro de flores e folhas, por exemplo, a luz contra e a favor produze resultados cromáticos e de transparência bastante inusitados. Se a câmera estiver no modo totalmente automático, é possível que o objeto em primeiro plano fique escuro ao ser registrado contra a luz. Para clareá-lo, a dica é usar o flash e experimentar diferentes ajustes manuais de exposição.

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ABUSE NOS CLIQUES Como as câmeras digitais eliminaram a preocupação com filme, não economize nos cliques. Para registrar aves em voo e mamíferos em corrida é necessário bater várias fotos seguidas. Para cenas de movimento rápido, use o modo de disparo contínuo da câmera. Nessas situações, você pode fazer registros bem curiosos, como o desses dois pássaros em diálogo. Mas lembre-se de que os cliques ininterruptos vão consumir a memória em pouco tempo. Então, previna-se e coloque no bolso alguns cartões de memória adicionais. Animais em movimento rápido são difíceis de acompanhar e exigem firmeza nas mãos. Se possível, brinque também com os ajustes do obturador e utilize a velocidade mais alta, de 1/250 ou mais, para evitar imagens tremidas.

TRIPÉ NA BAGAGEM Fotógrafo da natureza que se preze tem tripé na mochila, pois esse acessório garante a firmeza da câmera, evitando imagens tremidas. Nas fotos com maior exposição ou velocidade muito inferior a 1/60 esse item é indispensável. Se o objetivo é fotografar animais em movimento, o tripé pode ser substituído pelo monopé, já que este garante alguma estabilidade e não compromete os movimentos rápidos da câmera.

DE OLHO NAS LENTES O uso de lentes adequadas pode ser de grande ajuda para obter o efeito desejado nas fotos de animais, flores ou outros elementos da natureza. Mas, para isso, é preciso que sua câmera digital ofereça a possibilidade de trocar as lentes. Para fotografar animais a distância, por exemplo, a lente indicada é a teleobjetiva longa (mínimo de 200 mm), que oferece uma boa aproximação do objeto.

O FLASH VAI JUNTO Não importa se vai sair durante o dia, leve o flash se o objetivo é fotografar a natureza. Em muitas situações, como no meio de uma mata, o ambiente escuro pode exigir o uso desse acessório. Para clicar animais, o mais recomendável pelos fotógrafos é trabalhar com a câmera em baixa velocidade e o flash com baixa intensidade. Com esse artifício, é possível seguir o movimento do animal, mantendo-o no foco enquanto o fundo fica difuso.

OLHO NO OLHO Outra dica de ouro para o fotógrafo de animais é procurar focar o olho. Qualquer outra parte do animal desfocada não compromete o resultado, mas o olho fora de foco põe todo o trabalho a perder. A mesma recomendação vale para o retrato de pessoas.

USE O BRANCO Experimente calibrar o balanço de branco se seu equipamento oferecer essa possibilidade. Para isso, coloque na mochila uma folha de papel em branco para servir de parâmetro para a calibragem. Se o procedimento ocorrer num local muito claro, iluminado pelo sol do meio-dia, o balanço do branco criará imagens mais azuladas. Para obter fotos com cores mais neutras, ajuste a sua câmera digital numa região de sombra.

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FLORES DO CAMPO Nas fotos de flores, as lentes mais usadas são a grande-angular e a objetiva com função macro. Se você for fotografar um campo florido, por exemplo, deve utilizar uma lente grande-angular entre 20 e 28 mm, que permite enquadrar uma área maior.

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ABUSE NOS CLIQUES Como as câmeras digitais eliminaram a preocupação com filme, não economize nos cliques. Para registrar aves em voo e mamíferos em corrida é necessário bater várias fotos seguidas. Para cenas de movimento rápido, use o modo de disparo contínuo da câmera. Nessas situações, você pode fazer registros bem curiosos, como o desses dois pássaros em diálogo. Mas lembre-se de que os cliques ininterruptos vão consumir a memória em pouco tempo. Então, previna-se e coloque no bolso alguns cartões de memória adicionais. Animais em movimento rápido são difíceis de acompanhar e exigem firmeza nas mãos. Se possível, brinque também com os ajustes do obturador e utilize a velocidade mais alta, de 1/250 ou mais, para evitar imagens tremidas.

TRIPÉ NA BAGAGEM Fotógrafo da natureza que se preze tem tripé na mochila, pois esse acessório garante a firmeza da câmera, evitando imagens tremidas. Nas fotos com maior exposição ou velocidade muito inferior a 1/60 esse item é indispensável. Se o objetivo é fotografar animais em movimento, o tripé pode ser substituído pelo monopé, já que este garante alguma estabilidade e não compromete os movimentos rápidos da câmera.

DE OLHO NAS LENTES O uso de lentes adequadas pode ser de grande ajuda para obter o efeito desejado nas fotos de animais, flores ou outros elementos da natureza. Mas, para isso, é preciso que sua câmera digital ofereça a possibilidade de trocar as lentes. Para fotografar animais a distância, por exemplo, a lente indicada é a teleobjetiva longa (mínimo de 200 mm), que oferece uma boa aproximação do objeto.

O FLASH VAI JUNTO Não importa se vai sair durante o dia, leve o flash se o objetivo é fotografar a natureza. Em muitas situações, como no meio de uma mata, o ambiente escuro pode exigir o uso desse acessório. Para clicar animais, o mais recomendável pelos fotógrafos é trabalhar com a câmera em baixa velocidade e o flash com baixa intensidade. Com esse artifício, é possível seguir o movimento do animal, mantendo-o no foco enquanto o fundo fica difuso.

OLHO NO OLHO Outra dica de ouro para o fotógrafo de animais é procurar focar o olho. Qualquer outra parte do animal desfocada não compromete o resultado, mas o olho fora de foco põe todo o trabalho a perder. A mesma recomendação vale para o retrato de pessoas.

USE O BRANCO Experimente calibrar o balanço de branco se seu equipamento oferecer essa possibilidade. Para isso, coloque na mochila uma folha de papel em branco para servir de parâmetro para a calibragem. Se o procedimento ocorrer num local muito claro, iluminado pelo sol do meio-dia, o balanço do branco criará imagens mais azuladas. Para obter fotos com cores mais neutras, ajuste a sua câmera digital numa região de sombra.

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FLORES DO CAMPO Nas fotos de flores, as lentes mais usadas são a grande-angular e a objetiva com função macro. Se você for fotografar um campo florido, por exemplo, deve utilizar uma lente grande-angular entre 20 e 28 mm, que permite enquadrar uma área maior.

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DETALHE DAS PÉTALAS Pétalas de flor? Adote uma lente macro (de 105 mm ou outra) e, de preferência, também um tripé. Algumas câmeras digitais compactas já incorporam a função macro. Nos modelos reflex, é preciso comprar a lente macro se ela não vier no kit da câmera. Também é possível obter o efeito de close empregando tubos de extensão ou uma lente auxiliar do tipo close-up. Lentes macro também são usadas nas fotos de animais muito pequenos, como insetos. Ela permite a aproximação a uma distância mínima de foco de centímetros. Em geral, a lente macro é empregada em conjunto com o flash para congelar o movimento e garantir o foco da imagem. Na verdade, o ideal é empregar dois flashes, um em cada lado, para eliminar as sombras — já que a captura da imagem tem de ser feita bem de perto. Para esse tipo de foto, uma macro de 100 mm ou mais é preferível. Se for usada uma lente mais curta, será necessário aproximar muito a câmera do objeto.

SEM REFLEXOS DA ÁGUA Ao tirar fotos próximo a rios, lagos ou mar, cuide para que o brilho da luz sobre a água não produza reflexos que prejudiquem a foto. Como? Se o objeto estiver perto, acione o flash ou encontre um ponto de vista mais favorável. Além disso, um filtro polarizador ajustado de forma adequada reduz os reflexos indesejados.

FILTRE A LUZ E AS CORES Os filtros são acessórios que podem ajudar bastante nas fotos de natureza. Encaixados na frente da lente, eles modificam a forma como a luz entra nela, mantendo as cores naturais dos cenários ou evitando efeitos indesejáveis na foto. O filtro mais útil é o polarizador, que diminui os reflexos em superfícies brilhantes, como a água. Em fotos de paisagem, o polarizador intensifica o azul do céu, salientando as nuvens.

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dicas I ação

TUDO EM MOVIMENTO I

Truques para registrar bem imagens de eventos esportivos magens esportivas são emocionantes, mas exigem rapidez e habilidade do fotógrafo, além do uso de câmeras e acessórios adequados. Confira algumas dicas para não errar na hora de fotografar os atletas em ação. Afinal, você não vai querer ficar parado 89 minutos com a câmera em punho e perder o registro do gol marcado aos 45 minutos do segundo tempo, certo?

ACOMPANHE A AÇÃO Nas fotos esportivas, é importante acompanhar o movimento dos atletas e prestar atenção para a orientação correta. Remadores pedem registros na horizontal, por exemplo. Em esportes de velocidade, enquadre o atleta no extremo oposto ao sentido da sua direção e faça o disparo.

MODO ESPORTE Confira se sua câmera não possui um modo específico para fotos esportivas, normalmente representado pelo ícone de um corredor num botão de seleção de modos de disparo ou no menu. Quando usado, a câmera é ajustada para os valores elevados de velocidade do obturador e sensibilidade, podendo capturar imagens em movimento.

FLASH SÓ DE PERTO Como na maioria das câmeras o flash tem pouco alcance, use-o somente quando o objeto está próximo. Caso contrário, tente driblar a falta de luminosidade com o aumento da sensibilidade. É importante saber, no entanto, que quanto maior a sensibilidade, maior o número de ruído.

EVITE TREMORES Para evitar imagens tremidas, aumente a velocidade do obturador. Isso pode ser feito selecionando o modo prioridade do obturador, normalmente representado pela letra S no seletor de modos de disparo. Quando acionado, ele deixa o fotógrafo escolher manualmente a velocidade do obturador e ajusta a abertura do diafragma para que a exposição fique correta. Experimente várias velocidades até conseguir o que deseja.

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DRIBLE O TEMPO DE GRAVAÇÃO Há um atraso entre o disparo e o registro do arquivo, que varia de câmera para câmera. Em fotografias de ação, pressione meio obturador para fazer o pré-foco no ponto do movimento que quer captar e termine de bater um pouco antes desse ponto. Vale fazer várias tentativas para descobrir de quanto tempo é esse intervalo em sua máquina.

AFASTE OS REFLEXOS O uso do filtro polarizador é necessário no registro de esportes aquáticos para reduzir os reflexos da luz na água. O acessório também serve para intensificar o azul do céu. Mas esqueça o polarizador em outras situações.

FOTOS NA CONTRALUZ Procure posicionar-se de frente para a ação, mas de costas para a luz, ou busque uma área de sombra. Isso evita que você obtenha apenas uma silhueta do atleta, a menos que seja esse seu objetivo. Caso não consiga posicionar-se contra a luz, o truque é configurar a câmera para exposição manual, apontá-la para uma área sombreada e fazer os ajustes seguindo as indicações do fotômetro. Depois, usar essa configuração durante as fotos.

SUBAQUÁTICA Para fotos debaixo d'água, use câmeras submersíveis ou com caixas estanques. Antes de cair na água, verifique se os anéis de vedação de borracha da caixa estanque estão limpos e passe neles uma graxa de silicone. Se o mergulho for abaixo de 5 metros, use o flash na hora de registrar objetos próximos. Depois do mergulho, lave a caixa estanque em água doce.

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dicas I slideshow

O PHOTO STORY FAZ A EXIBIÇÃO Veja como criar um slide show de suas imagens com a ferramenta da Microsoft POR CARLOS MACHADO

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Photo Story é um gerador de filmes com base em fotografias. Fácil de usar, ele permite que você produza slide shows de alta qualidade, praticamente sem esforço. O programa se organiza como um assistente, numa estrutura de passo a pas-

so. Embora desenvolvido para o Windows XP, o Photo Story também funciona no Vista e no Windows 7. Neste tutorial, vamos criar um filme com esse programa da Microsoft, que pode ser baixado no endereço www.info.abril.com.br/downloads/photo-story-3.

IMPORTA AS IMAGENS Na tela de abertura do Photo Story, escolha a opção Começar uma Nova História e clique em Avançar. É hora de indicar as fotos que vão fazer parte da animação. Clique em Importar Imagens. Indique os arquivos e clique em Abrir.

REMOVA BORDAS Observe o comando Remover Bordas Pretas. Esse comando aparece quando as imagens importadas são do tipo panorâmico. Como o Photo Story trabalha com telas na proporção 4:3, surge essa opção para ajustar o tamanho das imagens. Clique nela e confira: as imagens serão recortadas para se ajustar. Clique em Sim para Todas.

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FAÇA OS CORTES Agora, temos a sequência de imagens que serão usadas na produção no painel inferior. Clique numa delas para colocá-la em destaque no monitor que fica mais acima. Clique no botão Editar para abrir a tela Editar Imagens. Nessa tela, você pode girar a imagem em 90 graus, para a esquerda ou para a direita. No caso de telas mais que proporcionais ao quadro, como é o caso do exemplo, você pode redefinir a área de corte, arrastando-a mais para um lado ou para o outro.

NARRE A HISTÓRIA Nesse passo, você pode gravar uma narração de voz. Com o microfone a postos, clique no botão vermelho e comece a falar. Para saber como ficou a gravação, clique em Visualizar. A apresentação vai rodar já incluindo o som. Importante: a narração é associada à imagem em foco. Salve o trabalho, clicando em Salvar Projeto.

APLIQUE OUTRAS CORREÇÕES Na guia Correção Automática, há controles para corrigir Contraste, Níveis de Cor e Olho Vermelho, no caso de fotos com rostos. Na guia Adicionar Efeito, por sua vez, você pode escolher uma modificação específica a ser aplicada somente à imagem em foco. Estão disponíveis, entre outros, efeitos de negativo, preto e branco e sépia. Marque a caixa Aplicar o Efeito Selecionado a Todas as Imagens da História se quiser que o efeito seja aplicado a todas as fotos da apresentação. Concluídas as alterações, clique em Salvar, para mantê-las, ou em Redefinir para desfazer todas elas.

AJUSTE A DURAÇÃO O padrão é a imagem durar 5 segundos. No entanto, se a narração for mais longa, a imagem permanece o mesmo tempo da narração. Esse tempo é indicado na miniatura do slide. Observe que a imagem que tem narração de voz exibe também um pequeno balão. Para apagar a voz, clique no botão Excluir Narração.

ELIMINE OU MUDE DE LUGAR Para eliminar uma foto, selecione-a e clique no botão Excluir. Para mudá-la de posição na sequência de imagens, use os botões Mover Para a Frente e Mover para Trás. Salve o trabalho feito até agora, clicando em Salvar Projeto. Dê um nome ao arquivo e clique em Salvar. O arquivo de projeto tem a extensão wp3. Clique em Avançar.

TELA DE ABERTURA Na sequência, você escolhe uma imagem que vai funcionar como tela de abertura do filme. Nela, escreva o título. Clique no primeiro botão para definir a fonte, assim como estilo, tamanho, efeito e cor. No grupo intermediário de botões, defina o alinhamento horizontal (esquerda, centralizado, direita); e, no grupo à direita, o alinhamento vertical (em cima, no centro e embaixo). Esse mesmo recurso permite que você adicione títulos a imagens no meio e no fim do filme. O título no meio serve, por exemplo, para abrir uma seção de imagens. Nas últimas fotos, podem aparecer os créditos finais do filme. Dica: para navegar, quadro a quadro, clique nas setas junto ao monitor de slides. Avance.

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TRILHA SONORA É hora de incluir uma música como plano de fundo sonoro da apresentação. Selecione a imagem a partir da qual a música deve ser executada. Clique em Selecionar Música e indique um arquivo de áudio. Diferentemente da narração de voz, a música não se restringe a um slide.

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FAÇA OS CORTES Agora, temos a sequência de imagens que serão usadas na produção no painel inferior. Clique numa delas para colocá-la em destaque no monitor que fica mais acima. Clique no botão Editar para abrir a tela Editar Imagens. Nessa tela, você pode girar a imagem em 90 graus, para a esquerda ou para a direita. No caso de telas mais que proporcionais ao quadro, como é o caso do exemplo, você pode redefinir a área de corte, arrastando-a mais para um lado ou para o outro.

NARRE A HISTÓRIA Nesse passo, você pode gravar uma narração de voz. Com o microfone a postos, clique no botão vermelho e comece a falar. Para saber como ficou a gravação, clique em Visualizar. A apresentação vai rodar já incluindo o som. Importante: a narração é associada à imagem em foco. Salve o trabalho, clicando em Salvar Projeto.

APLIQUE OUTRAS CORREÇÕES Na guia Correção Automática, há controles para corrigir Contraste, Níveis de Cor e Olho Vermelho, no caso de fotos com rostos. Na guia Adicionar Efeito, por sua vez, você pode escolher uma modificação específica a ser aplicada somente à imagem em foco. Estão disponíveis, entre outros, efeitos de negativo, preto e branco e sépia. Marque a caixa Aplicar o Efeito Selecionado a Todas as Imagens da História se quiser que o efeito seja aplicado a todas as fotos da apresentação. Concluídas as alterações, clique em Salvar, para mantê-las, ou em Redefinir para desfazer todas elas.

AJUSTE A DURAÇÃO O padrão é a imagem durar 5 segundos. No entanto, se a narração for mais longa, a imagem permanece o mesmo tempo da narração. Esse tempo é indicado na miniatura do slide. Observe que a imagem que tem narração de voz exibe também um pequeno balão. Para apagar a voz, clique no botão Excluir Narração.

ELIMINE OU MUDE DE LUGAR Para eliminar uma foto, selecione-a e clique no botão Excluir. Para mudá-la de posição na sequência de imagens, use os botões Mover Para a Frente e Mover para Trás. Salve o trabalho feito até agora, clicando em Salvar Projeto. Dê um nome ao arquivo e clique em Salvar. O arquivo de projeto tem a extensão wp3. Clique em Avançar.

TELA DE ABERTURA Na sequência, você escolhe uma imagem que vai funcionar como tela de abertura do filme. Nela, escreva o título. Clique no primeiro botão para definir a fonte, assim como estilo, tamanho, efeito e cor. No grupo intermediário de botões, defina o alinhamento horizontal (esquerda, centralizado, direita); e, no grupo à direita, o alinhamento vertical (em cima, no centro e embaixo). Esse mesmo recurso permite que você adicione títulos a imagens no meio e no fim do filme. O título no meio serve, por exemplo, para abrir uma seção de imagens. Nas últimas fotos, podem aparecer os créditos finais do filme. Dica: para navegar, quadro a quadro, clique nas setas junto ao monitor de slides. Avance.

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TRILHA SONORA É hora de incluir uma música como plano de fundo sonoro da apresentação. Selecione a imagem a partir da qual a música deve ser executada. Clique em Selecionar Música e indique um arquivo de áudio. Diferentemente da narração de voz, a música não se restringe a um slide.

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VEJA A APRESENTAÇÃO Você pode, por exemplo, usar uma música diferente em cada seção do filme. Basta selecionar o slide inicial e apontar o novo arquivo de áudio. Clique em Excluir Música para eliminar o áudio da área ativa. O botão Visualizar permite ver e ouvir a apresentação, a partir do slide em foco. Atenção para o bom trabalho do Photo Story. Quando a música é encerrada antes do fim, não ocorre um corte brusco. O programa aplica automaticamente um zoom de saída, que reduz progressivamente a altura do som.

CRIE A MÚSICA Se você não quiser usar uma música pronta, o Photo Story oferece a opção de montar um som instrumental. Clique em Criar Música. Na caixa de diálogo, escolha gênero, estilo, faixa e tonalidade. Defina também o andamento (mais lento ou rápido) e intensidade do som. Clique em Tocar para ouvir a música. Quando se definir por um som, acione OK. Clique em Visualizar para assistir à apresentação sonorizada.

RETA FINAL Falta apenas definir o tipo de saída. Escolha, por exemplo, a opcão para salvar a história para execução num computador. Em seguida, clique em Configurações. Você terá de definir o tamanho das imagens — 640 por 480 pixels, por exemplo. Dê OK. Avance. O Photo Story monta o filme num arquivo .wmv. Se quiser assistir ao produto final, clique em Exibir a História.

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dicas I trabalhos em lotes

TRABALHO EM LARGA ESCALA Use o processamento em lote para as tarefas tediosas como edição, conversão e troca de nome POR ERIC COSTA

H

á várias situações em que é necessário realizar um trabalho maçante com um conjunto de fotografias. Quem organiza coleções de fotos ou publica muitas imagens na web sempre se vê às voltas com tarefas como renomeação, conversão de formato e dimensionamento, além

de retoques básicos como correção de brilho, contraste e nitidez. Fazer todo esse trabalho foto por foto? Nem pensar. Vários programas cuidam dessas rotinas automaticamente. Veja como usar quatro deles — o Photoshop, o PhotoScape, o IrfanView e o ImageMagick.

IRFANVIEW Mesmo que use outro programa para visualizar as imagens em seu computador, o IrfanView (www.info.abril. com.br/downloads/irfanview-4-2) merece ser instalado se em seu dia a dia — ou de tempos em tempos — você tem de parar para trocar o nome de um monte de fotos ou mudar suas dimensões. Para ganhar tempo, abra File > Batch Conversion/Rename. Na janela que surge, modifique o formato das imagens, escolhendo um dos formatos em Output Format ou clique em Use Advanced Options caso queira alterar o tamanho das imagens. Depois, clique em Advanced. Marque a opção Resize e use os campos para definir o tamanho. Nessa janela é possível incluir também uma marca d’água por texto. Nesse caso, clique em Add Overlay Text e, depois, em Settings.

PHOTOSCAPE O programa PhotoScape (www.info.abril.com. br/downloads/photoscape-3-5) faz várias tarefas em lote. É possível converter, aplicar bordas e filtros, mudar o tamanho e inserir objetos automaticamente a um conjunto de imagens. Para chegar ao recurso, clique na opção Editor em Lotes. Na janela correspondente, localize a pasta, selecione os arquivos (arraste-os para a parte superior da área central ou use o botão Adicionar) que deseja manipular e, no painel à direita, escolha o trabalho. Para aplicar as modificações em todas as imagens selecionadas, clique em Converter Todas e altere os parâmetros de saída que julgar convenientes. Se quiser alterar apenas o arquivo atual, escolha a opção correspondente.

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PHOTOSHOP Como não poderia deixar de ser, o Photoshop (www.info. abril.com.br/downloads/photoshop-cs-5) também não se esquiva de trabalhar em lotes de arquivos. No programa da Adobe, você terá de criar uma ação para que ele depois a aplique nos arquivos selecionados. Para fazer isso, abra o menu Window e escolha a opção Actions. Em seguida, clique em Create New Action, dê um nome para a ação e clique em Record. Em seguida, grave os procedimentos que deseja que o programa execute posteriormente no conjunto das imagens — você pode incluir qualquer trabalho, como redimensionamento, renomeação, corte, ajustes, aplicação de filtros. Quando concluir as modificações, clique no botão de parar. Depois, para repetir todos esses procedimentos nas demais imagens, acesse File > Automate > Batch. Escolha a Action, a origem e o destino das imagens e pronto.

IMAGEMAGICK Adeptos da linha de comando tem no ImageMagick (www.info.abril.com.br/downloads/imagemagick) um bom aliado. Com um único comando, o programa é capaz de realizar uma série de tarefas. Confira algumas delas.

CONVERSÃO — Ao executar o comando mogrify -format jpg *.png., por exemplo, você consegue transformar todas as imagens que estão em JPG no formato PNG pelo ajuste padrão do ImageMagick, que é qualidade de 100%. Não precisa de tanto? Acrescente - quality 70% ao comando, alterando o valor de qualidade para o desejado.

MARCA D’ÁGUA — Vai publicar uma imagem na web e quer garantir que ela não venha a ser usada indevidamente. Digite composite -gravity southeast logotipo.jpg original.jpg imagem_com_logo.jpg. Com esse comando, você diz ao programa que o logotipo deve ser posicionado na parte de baixo. Como marca d'água fica melhor com transparência, use composite -dissolve 25% -gravity southeast logotipo.jpg original.jpg imagem_com_logo.jpg. Mude o valor da porcentagem se quiser uma transparência mais ou menos acentuada.

LEGENDA — A dica para incluir legendas é usar um comando como convert foto.jpg -background Khaki -pointsize 25 label: "foto: Info" -gravity Center -append foto_com_legenda.jpg. Neste comando, o conteúdo da legenda é o texto que está entre aspas. A cor de fundo da legenda é definida pelo valor após background e Pointsize determina o tamanho da fonte. Adote o comando append para aumenta a foto com a legenda, sem alterar seu tamanho.

MINIATURAS — Para criar thumbnails das imagens abra a linha de comando do Windows e localize a pasta onde as imagens estão guardadas. Execute mogrify -path amostras -thumbnail 100x100 *.jpg, trocando amostras pela pasta onde serão armazenadas as imagens menores. Neste exemplo, o tamanho escolhido para as miniaturas é 100 por 100 pixels, mas esse valor pode ser alterado de acordo com sua conveniência.

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