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Vigiai

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Informativo Evangélico Ano 01 - No. 01 1a. semana/setembro 2016 Para mais de um milhão de internautas vital.sousa@gmail.com

Pastor Joaquim José Silva Jr

Veja o roteiro da próxima revista impressa Vigiai 21

COMO FICA O IMPOSTO DE RENDA DO MINISTRO RELIGIOSO? AINDA TEMOS UMA PÁGINA PARA VOCÊ NA VIGIAI 21 ENTRE EM CONTATO URGENTE! Reportagem fotográfica Israel

Dr. Gilberto Garcia


Sumário COMO SERÁ A VIGIAI 21 Na capa o nosso amigo Apóstolo Joaquim que na próxima edição da Vigiai impressa - Vigiai 21 - terá como assunto principal a Igreja Batista do Campo dos Afonsos no Rio de Janeiro, da qual é o líder. Na segunda capa (ao lado) a arte da JMM que estará na Vigiai 21, em primeira mão. Esta página - número 3 - terá o fundo branco e dedicada ao sumário. Abaixo a estrutura da Vigiai 21.

Capas Iniciais Página 1 Igreja Batista Campos dos Afonsos, Rio-RJ Página 2 Livre Publicidade Página 3 Sumário Institucional Página 4 Editorial e Expediente Publicidade Página 5 Livre Página 6 Israel (Marco Vanderley) (Confirmado) Página 7 Editora Cristã Evangélica (Confirmado)

Especial Página 20 e 21 Missão Ecológica Boa Vista (Confirmado) Entrevistas Página 22 e 23 – Pr. Exéquias e Missionária Maria Helena (Confirmado) Página 24 e 25 – Pr. Vanderlei Marins – Presidente da CBB (Reservado) Página 26 e 27 Livre Igrejas em destaque Página 28 e 29 IB Bonfim (Reservado) Página 30 e 31 PIB Seropédica (Reservado)

Matéria Principal Página 8 a 17 Igreja Batista Campos dos Afonsos, Rio-RJ (Reservado)

Articulistas Página 32 e 33 Pr. Eber Silva (Confirmado) Página 34 Moizés Oliveira (Reservado)

Parceiros Fixos Página 18 e 19 Dr Gilberto Garcia – RJ (Confirmado)

Capas Finais Página 35 - Livre Página 36 JMM (Confirmado)


Editorial e Expediente

A página 4 sera dividida em três colunas, duas para o Editorial e uma para o Expediente. O Editorial será em branco e o Expediente em azul.

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Na página 5 teremos uma publicidade, provavelmente do amigo Milton Morais.

COMO FICA O IMPOSTO DE RENDA DO MINISTRO RELIGIOSO? Jonatas Nascimento Depois de mais de um ano de promulgação, a Lei 13.137, de 22 de junho de 2015, ainda suscita dúvidas e controvérsias. Ministros religiosos, operadores do Direito e profissionais contábeis dividem opiniões sobre a possibilidade de incidência de imposto de renda na fonte sobre ajudas de custo, como moradia, transporte e formação educacional, entre outros itens, desde que o dinheiro seja para subsistência do ministro religioso. Há consenso de que, do ponto de vista fiscal e tributário, quando o ministro religioso recebe valores acima do necessário à sua subsistência, ele terá naturalmente o seu patrimônio acrescido e, neste caso, se não fizer as retenções de imposto de renda na fonte nas ocasiões próprias, será chamado à fiscalização e será punido por omissão de receita ou acréscimo patrimonial não justificado. Vamos exemplificar: se determinado ministro religioso percebe proventos de 10 mil reais por mês, mas declara à Receita Federal apenas 2 mil como proventos e os demais 8 mil como benefícios, ele terá dificuldades de se justificar em caso de eventual fiscalização. À época da aprovação da lei, a imprensa

noticiou que pastores estariam recebendo de acordo com o seu desempenho para angariar adeptos e elevar a receita de dízimos. Uma espécie de comissão por produtividade. A prevalecer esta realidade, a igreja se obriga a fazer a retenção de 11% sobre os valores pagos ao ministro, a título de contribuição previdenciária (ao INSS), além de 20%, também incidente sobre os proventos, a título de encargos previdenciários, devidos à Previdência Social. Senão, vejamos o que diz o texto da lei 8.212/91, em seu parágrafo 13 do artigo 22: Não se considera como remuneração direta ou indireta, para os efeitos desta Lei, os valores despendidos pelas entidades religiosas e instituições de ensino vocacional com ministro de confissão religiosa, membros de instituto de vida consagrada, de congregação ou de ordem religiosa em face do seu mister religioso ou para sua subsistência desde que fornecidos em condições que independam da natureza e da quantidade do trabalho executado” (grifo nosso).


Voltando ao objeto deste artigo, vejamos o tópico da citada Lei 13.137, para adiante emitir a minha opinião, que é a orientação que tenho apontado: Parágrafo 14: Para efeito de interpretação do § 13 deste artigo: (Inserido na Lei nº 8,212/91): I - os critérios informadores dos valores despendidos pelas entidades religiosas e instituições de ensino vocacional aos ministros de confissão religiosa, membros de vida consagrada, de congregação ou de ordem religiosa não são taxativos e sim exemplificativos; II - os valores despendidos, ainda que pagos de forma e montante diferenciados, em pecúnia ou a título de ajuda de custo de moradia, transporte, formação educacional, vinculados exclusivamente à atividade religiosa não configuram remuneração direta ou indireta. Segundo o artigo 22, “os valores despendidos, ainda que pagos de forma e montante diferenciados, em pecúnia ou a título de ajuda de custo de moradia, transporte, formação educacional, vinculados exclusivamente à atividade religiosa não configuram remuneração direta ou indireta”.

Muito cuidado. A aplicação desta lei precisa ser feita de forma muito criteriosa para que nem igreja nem o ministro religioso sejam enquadrados por sonegação fiscal. Do elenco listado acima, entendo que são benefícios que a igreja concede deliberadamente ao seu ministro, devendo tais despesas figurar a igreja como pagadora em casos como aluguel de residência, plano de saúde, transporte, combustível e tantos outros que a igreja deseje beneficiar o seu obreiro. Dica: Ouça o Programa Inspiração Total todas as segundas-feiras, das 7:20h às 7:30h, pela Rádio 107.1 FM RJ, quando sou entrevistado pelo Pastor Vítor Hugo Mendes da Sá, da PIB Penha Rio. Mande a sua pergunta e tire as suas dúvidas. Jonatas de Souza Nascimento é sócio-diretor do Espaço Contábil (Duque de Caxias-RJ), membro dos Conselhos Fiscais da Convenção Batista Brasileira e da Convenção Batista Fluminense; autor do livro “Cartilha da Igreja Legal”. Site: http://www. jonatasnascimento.com/


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A página 6 está reservada à publicidade do amigo Marco Vanderley sobre caravana à Israel.


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A página 7 está reservada à publicidade da Editora Cristã Evangélica. Como já recebemos a arte, ela está sendo colocada em primeira mão na última capa desta edição.


Matéria P

Da página 8 a 17 teremos a matéria principal Nesta edição on-line estaremos priorizando Mas antes uma curtida na fachada da Igreja matéria principal da edição impressa.


Principal

l da Vigiai 21. uma reportagem fotogrรกfica. Batista em Campo dos Afonsos, tema da


Da esq. para a dir. Ana Paula de Barcellos, Gilberto Garcia, Fábio Carvalho Leite e Guilherme Calmon Nogueira da Gama Fonte: http://www.direitonosso.com.br/simposio-estado-e-religiao-reune-advogados-estudantes-e-lideres-espirituais/

Simpósio Estado e Religião reúne advogados, estudantes e líderes espirituais Promovido pela Comissão Especial de Direito e Liberdade Religiosa do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB), presidida por Gilberto Garcia, o Simpósio Estado e Religião reuniu no plenário, na tarde do dia 2 de agosto, advogados, professores, alunos de direito e líderes espirituais de diversas manifestações religiosas. Para ateus, católicos, evangélicos, judeus, mórmons e adeptos de religiões de matriz africana, o professor Fábio Carvalho Leite, doutor em Direito Constitucional pela PUCRJ, fez uma exposição sobre o tema. As questões pertinentes às relações entre Estado e religião foram debatidas, sob a mediação de Gilberto Garcia, pelos

professores Ana Paula de Barcellos, pósdoutora pela Universidade de Harvard (EUA), e Guilherme Calmon Nogueira da Gama, doutor em Direito Civil pela Uerj e desembargador do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (RJ/ES). Impedido de comparecer ao evento, o presidente nacional do IAB, Técio Lins e Silva, deixou uma mensagem eletrônica saudando os oradores e participantes do simpósio. Estiveram presentes o vicepresidente da comissão especial, Carlos Schlesinger; o secretário-geral do IAB, Jacksohn Grossman; o diretor adjunto Luiz Felipe, as consócias Ludmila Schargel e Flora Strozenberg e vários advogados não associados ao Instituto.


De acordo com Gilberto Garcia, o expositor e os debatedores, que são autores de inúmeras obras jurídicas e com grande lastro profissional, falaram sobre o direito à liberdade religiosa e a laicidade do Estado brasileiro, conforme estabelecido na Constituição Federal. Segundo ele, “a qualidade das apresentações e a diversidade da plateia confirmam a relevância da nossa comissão especial direcionada aos assuntos ligados ao direito e à fé”. Direito ao exercício da fé – Gilberto Garcia disse, ainda, que “a comissão especial tem o propósito de realizar eventos temáticos e está aberta a parcerias para a promoção do respeito a todas matizes de fé, numa atuação direcionada para pugnar o Estado Democrático de Direito, inclusive no direito fundamental do cidadão brasileiro ao exercício de sua fé, com ampla liberdade religiosa, conforme assegurado na Constituição Federal”. Na sua exposição, o professor Fábio Carvalho Leite falou sobre o processo julgado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que, segundo ele, inapropriadamente

absolveu um prefeito do Rio que construiu com verbas públicas o Templo Católico Apostólico Romano e a Igreja de São Jorge, no bairro de Bangu, na zona oeste da cidade. Guilherme Calmon Nogueira da Gama registrou o episódio em que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) negou o pedido de um candidato em concurso para a magistratura. Ele pretendia fazer a prova oral em dia diferente do previsto no edital, em função de professar fé que o impede de participar de atividades fora do âmbito da sua religião no dia marcado para a arguição. Ana Paula de Barcellos defendeu que a religião é fruto de percepção espiritual pessoal, devendo, por isso, ser respeitada. Ela disse ainda que a democracia não é um sistema de consensos, mas da convivência dos diferentes, garantindo a todos o direito de expressar livremente sua ótica de vida, inclusive religiosa, sem que isso implique em ações ilegais. O vídeo com a íntegra do simpósio está disponibilizado na seção IAB TV, no site do Instituto.

gilbertogarcia@direitonosso.com.br +55 (21) 2696-5244 +55 (21) 99912-6678 Rua: Antonio Teles de Menezes, 41/408 Centro – São João de Meriti/RJ CEP. 25.520-630


Mat

Nas páginas 20 e 21 teremos a ma Abaixo da dosda Missão

PROJETO JUAZEIRO MBV CABRA DA PESTE JULHO/2017

A Missão Boa Vista, projeto dos sonhos da Primeira Igreja Batista de Cascavel – PR, vem ocorrendo todos os anos por determinação divina através de viagens missionárias de impacto está precisamos de você, valente e destemido e corajoso evangelizador voluntário e temos uma vaga reservada especialmente para Você que ama e vivencia a evangelização ostensiva, o evangelismo pessoal, para falar de Jesus em nossa próxima viagem missionária em Julho de 2017.

Seja um dos nossos missionários voluntários, principalmente se você que é da região do Nordeste brasileiro, que conhece muito bem a linguagem do povo nordestino, ou de quaisquer outras regiões do Brasil, não importa, e una-se a nós, pois estamos precisando muito de você!


téria

atéria da Missão Ecológica Boa Vista.

Obedecendo ao ide do mestre em Julho de 2017 na região de Juazeiro do Norte – Ceará, alcançando os menos alcançados, os esquecidos, os simples. Juazeiro do Norte é um município brasileiro do estado do Ceará. Localiza-se na Região Metropolitana do Cariri, no sul do estado, distante 491 km da capital, Fortaleza, a uma altitude de 377 metros acima do nível do mar.

Venha nos ajudar! Junte -se a nós vamos juntos levar a cruz de cristo a todos quantos o aceitarem. Jovens, crianças, adolescentes, adultos, idosos a todos… Nosso lema é: “Farei TUDO que Deus manda, pois sei que TUDO Ele proverá”. SE INSCREVA no site www.missaoboavista.com.br


Entre

Nas pรกginas 22 e 23 teremos a entre Missionรกria Maria Helena, dedicado


evista

evista do Pr. Exéquias e da os missionários da JMN


Entre

Nas pรกginas 24 e 25 teremos a entr Presidente da CBB. Abaixo uma rep


evista

revista do Pr. Vanderlei Marins, portagem de abril.

Chegando próximo ao centenário, a assembleia da Convenção Batista Brasileira (CBB) foi marcada em 2016 pela sua 96ª edição na cidade de Santos, no litoral de São Paulo. No entanto, o legado deixado pela organização é um pouco mais antigo no Brasil. A Convenção Batista Brasileira foi iniciada em 1907 em Salvador, capital da Bahia. No mesmo momento se iniciaram também duas juntas missionárias da igreja, com a finalidade de evangelizar o Brasil e o mundo. Desde então, diversos pastores tem cumprido a honrosa tarefa de presidir a CBB. Atualmente, Vanderlei Marins ocupa a função, contribuindo para o desenvolvimento da missão da Igreja Batista. “Eu, como atual presidente, tenho dado de mim para que o trabalho possa planejar-se e também para que o trabalho possa avançar, visando oferecer subsídios às futuras gerações”, disse ele em entrevista ao Guiame. Diante do cenário de crises no Brasil, Marins é enfático: “A igreja de Deus está acima das crises, porque a igreja depende exclusivamente do Senhor”, afirma o pastor. “Obviamente, como povo de Deus, precisamos orar, porque a crise traz desconfortos e dificuldades. Mas nós entendemos que quando existe fé e quando se empreende para o Reino de Deus, os recursos vem de Deus — por isso é que a igreja está acima das crises e de todas as coisas”, explica. Marins também frisa que uma igreja ‘transformada pelo poder do reino de Deus’, tema da atual edição da CBB, precisa cultivar suas virtudes espirituais, que em relacionamentos saudáveis. “Obviamente se eu me relaciono bem, se eu tenho uma vida digna do Evangelho de Cristo, e se eu desenvolvo virtudes espirituais, a minha influência será necessária e abençoadora àqueles que convivem comigo; abençoadora para os que me cercam e para a sociedade, como um todo”, explica Marins. Fonte: http://guiame.com.br/gospel/mundo-cristao/igreja-de-deus-esta-acima-das-crises-diz-vanderlei-marins-presidente-da-cbb.html


LIV


VRE


Mat

As páginas 28 e 29 foram destinad uma reportagem sobre a posse do Abaixo um artigo do jovem pastor “Mãos abertas O exemplo de Abraão” Pr. Breno Boroto Neves Abraão é conhecido como o “Pai da Fé”. Mas antes das suas conquistas, ele teve que aprendera a abrir mão, algo que não é nada fácil, é um processo lento. Ele passou por controvérsias: mentiu sobre sua esposa para salvar a própria pele e teve problemas com seu nome, que significava “pai de uma grande nação”. Como não tinha filhos, resolveu dar uma “ajudinha” para Deus e teve Ismael com Agar, precipitando-se. Ele queria resguardar a sua vida e o seu orgulho. Deus o convoca a abrir mão do que era mais precioso para ele, seu filho Isaque (Gn 22). Deus não foi específico e a ordem não foi para cumprimento imediato. Havia um tempo para ficar pensando. Foram três dias de viagem. O que Deus exigiu é que desse o primeiro passo - ir para Moriá. E a isso ele atendeu prontamente. Abraão é exemplo de uma vida de fé, e não de um ato isolado de fé. Do ponto de vista humano, a ordem era inaceitável, pois era contra o senso comum (como ele seria pai de uma nação se matasse seu filho?) e contra a disposição humana (como poderia um pai matar o filho?) Muitas vezes nos sentimos assim diante das ordens de Deus. Mas diante da perspectiva de Deus, a ordem era aceitável! Deus deu o filho, poderia pedir de volta (Jó 1.21). Deus agiu de forma milagrosa na sua concepção, poderia ressuscitá-lo (Hb 11.17-19). Isso é viver pela fé. É confiar que Deus controla todas as coisas, mesmo quando parece não fazer sentido. Abraão obedeceu, mesmo em dor e agonia. Ele sofre pela agonia da demora e também sofre em segredo, sem poder compartilhar. Até Isaque está confuso e questiona sobre o cordeiro. Entretanto, é possível perceber a fé de Abraão quando fala aos seus servos que não só ele, mas ambos voltariam após o sacrifício. Agora, Isaque é colocado no altar. Deus permitiu

que Abraão fosse até ao extremo. Está com o punhal na sua mão e, no momento em que ele mira o seu filho para sacrificálo, uma voz lhe interrompe. O processo da fé não foi em vão e completou-se (Tg 1.3,4). A perseverança deve vingar até que se complete o ciclo. Da mesma forma você, quando testado pelo Senhor, deve perseverar. Infelizmente, muitos não chegam até o limite extremo da sua fé, pois quando provados, desistem ou recuam. Com isso, ao invés de dar à luz uma fé completa, estão abortando uma fé incompleta. Tiago faz menção de Abraão (Tg 2.20-22). A fé de Abraão foi aperfeiçoada por causa da sua ação. Abraão acreditava em Deus. Por isso diante ele responde ao seu filho: “Deus proverá o cordeiro”. Deus proveu! A partir do momento em que Abraão deixou a sua casa em obediência, Deus também estava agindo. Quando você age em obediência, Deus também age em resposta. Por isso Abraão deu àquele lugar o nome de “Jeová Jireh”, ou “Deus proverá!”. Deus viu a fé de Abraão. Ele não contou nada para ninguém, mas Deus sabia. Não importa a luta que você está passando, Deus conhece e só Ele pode cuidar disso. Abraão fez sua parte. Quando tudo estava pronto, Deus providenciou o cordeiro para o sacrifico. A fé é sempre ativa, nunca passiva. É isso que Tiago está ensinando a respeito da fé de Abraão e das suas obras. Se fizermos a nossa parte, Deus cuidará do resto. Esse é o exemplo de Abraão. O teste pelo qual ele passou não se tratava tanto do sacrifício de Isaque, quanto se tratava da entrega dele. Nada pode se interpor entre você e Deus. Pode ser que Deus lhe peça para abrir mão e confiar nele. Você está disposto? Se sim, então você vai experimentar e vivenciar o JEOVÁ JIREH.


tĂŠria

das Ă Igreja Batista no Bonfim para o novel pastor. r.


Maté

As páginas 30 e 31foram destinadas Seropédica para uma reportagem à


éria

s à Primeira Igreja Batista de Amazônia.


Maté

As páginas 32 e 33 são destinadas ao Campos dos Goytacazes


éria

o artigo do Pr. Eber Silva da SIB


Matéria

As páginas 34 destinada ao artigo do Pr. Moizés de Oliveirada


Capa 3 Livre


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