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V IS U - Conceito em galeria


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O objeto de arte e seu entorno Expor, comunicar, guardar, registrar é tarefa comum por onde converge o labor em Galerias e Museus de arte. Isto se deve ao fato que ambos lidam com um objeto de valor, bastante peculiar, que é a obra de arte. As galerias, como hoje as entendemos, surgiram no sec. XIX e têm sido, desde então, o primeiro receptáculo para uma obra de Arte, uma vez saída do atelier do Artista. Espécie de entreposto para o destino final de um quadro, escultura, gravura, fotografia, desenho, etc. para isto, porém, fazendo-se necessário que esteja montada segundo parâmetros que atendam as especificidades próprias dos que lidam com tais objetos. Esta operação de montagem basicamente gravitará em seu entorno e visará lhes conferir - num modo de similaridade e de compatibilidade - certa ref lexão daqueles valores que normalmente já lhes são intrínsecos. Processo fundamentado em uma consciência profissional que se elabora por meio da organização estética, escolha de materiais e equipamentos adequados. O ato de valoração se constrói paulatinamente, partindo de uma subjetividade gerada pela fenomenologia de um olhar admirador e compreensivo, e objetivamente, pela atividade protetora, desencadeando ações cautelosas na manipulação e guarda do objeto. Sendo assim, selecionar e expor uma obra de arte envolve uma sensibilidade estética apoiada ao conhecimento dos recursos museográficos, compostos por técnicas e práticas aplicadas ao acervo. Contextualizar, ambientar e apresentar é ferramenta estratégica decisiva para a construção do clima necessário a que se promova a fruição estética de uma obra de arte. As molduras, os suportes, são novas linguagens que se incorporam à tela ou à escultura, funcionam como janelas que podem abrir-se ou fecharemse, anteparos que aumentam ou diminuem a possibilidade de comunicação. Outro pano de fundo destes procedimentos provém da aquisição histórica de uma consciência de conservação, que por inúmeras perdas de tesouros, fez a sociedade despertar, e adquirir recursos para fazer prolongar a vida da matéria, de natureza perecível. Uma longa cadeia integrando pesquisas científicas à indústria e à práxis é hoje responsável pelo trabalho de conservação dos materiais.

O prolongamento da vida de uma obra de arte depende do sustar as diversas formas de perecimento, como a natural, mecânica, bioquímica ou biológica. No âmbito natural, a ação dos raios infravermelhos da luz solar, ou dos raios ultravioletas da iluminação artificial, incidindo sobre a superfície pictórica; os agentes biológicos que proliferam pela temperatura quente e úmida dos trópicos sobre tecidos, madeira, papéis, argila e até mesmo materiais resistentes, como a pedra ou os metais, têm colocado em risco valiosos acervos. Coleções institucionais ou privadas necessitam de orientações técnicas, que se adotadas enquanto medidas cautelares evitarão o dispêndio de futuros e onerosos recursos, e até de processos técnicos radicais para o trabalho de restauração de obras. Observe-se que vem se expandindo no Brasil, por meio dos incentivos das políticas públicas direcionados às instituições culturais, a formação de laboratórios e equipes de profissionais qualificados, como conservadores e museólogos. Entretanto, quando se trata de bens culturais pertencentes a particulares que, a rigor, desconhecem as mais simples medidas de proteção, o que vemos comumente é a exposição de objetos de Arte à ação da polia, acidez dos materiais, fungos do ar, ação de luz imprópria, cupins e outros agentes transformadores da natureza. De certo modo é possível afirmar-se que mesmo as práticas colecionistas têm feito tábula rasa desses ensinamentos que visam à preservação da memória cultural e artística. Os paraibanos estão recebendo a oportunidade de acessar diretamente a estes serviços, antes restritos a um pequeno grupo de conhecedores, através de uma Galeria especializada e com alto padrão de qualidade. A VISU GALERIA, além de um valoroso acervo de obras de arte, constituído através de criterioso processo de escolha dos Artistas que passam desde já a fazer parte deste portfólio, oferece um espaço expositivo fundamentado nos avanços da museografia. O recurso técnico de iluminação, climatização e ambientação do espaço corresponde aos critérios, equipamentos e materiais mais avançados para expor e conservar acervos. Este é o savoir faire do galerista e fotógrafo profissional Wilhelm Braga , formado por uma prática de longa data nos mais importantes polos da cultura internacional. Fátima Chianca – arquiteta e museóloga


Antônio Mendes Natural de Recife, apesar de ter morado quase sempre em Olinda. Foi aluno do pintor Amaro Cr isóstomo e posteriormente dos cursos do MAC ( Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco) onde estudou com reconhecidos artistas tais como Reginaldo Esteves, José Carlos Viana, Liliane Dardot, Delano, João Câmara e José de Moura. Estes mestres lhe mostraram novas possibilidades de expressão através do desenho e da pintura. Mas foi convivendo com a pintora e escultora Maria Carmen de Queirós, em seu atelier, que adquiriu experiências que deixaram profundas marcas em seu trabalho. Aprendeu muito também com a observação sistemática dos trabalhos de mestres como Guita Charifker, Teresa Costa Rego, José Cláudio, Marcos Cordeiro, Luciano Pinheiro, Bacaro, Tiago Amorim, (com o qual aprende também a arte da cerâmica) Brennand e Gilvan Samico. ALGUMAS EXPOSIÇÕES ŸSalão de Arte Contemporânea de PE.- Categoria Mural Coletivo ( junto com Marcelo Peregrino)- Museu do Estado. ŸPremiado no concurso da CEF "Pintando o Natal"- Galeria de Arte Conjunto Cultural – Brasília. ŸExposição Individual no Museu do Estado de Pernanbuco. – Recife, Pe ŸColetiva "Artistas da Paraíba e de Pernambuco em Campina Grande - Pb ŸIndividual na Maison do Bomfim – Olinda Ÿ"Figuras" – Exposição individual – MAC – Olinda ŸParticipante de todas as edições do Projeto Olinda Arte em Toda Parte - Olinda ŸColetiva no Shopping Tacaruna – Recife ŸExposição Individual "A Casa Amarela" – Galeria de Arte Segundo Jardim – Recife ŸExposição Individual "Cabeças" – Maison do Bonfim – Olinda ŸExposição Coletiva "A pintura de Paisagem em Pernambuco" – Centro de Convenções – Olinda ŸExposição Coletiva "Paisagens" - Maison do Bonfim – Olinda ŸIndividual "Beijos" Galeria de Arte Segundo Jardim – Boa Viagem, Recife - Pe ŸParticipa de todas as edições da Coletiva "Oito", da galeria Sobrado – Olinda-Pe ŸParticipa de todas as edições da Exposição beneficente em prol do IMIP - Recife - Pe Ÿ"Coletiva de Junho" no Espaço Brennand – Recife - Pe

Casa amarela 27 – ano: 2000 Técnica: acrílica s/tela Dimensão: 60x78cm


Alberto Lacet Sala especial com 20 trabalhos na expo Arte Paraibana - Centro Cultural Correios - Rio de Janeiro - R J Exposição Individual "O Índio Brasileiro " - Câmara Municipal de Ovar – Portugal. Exposição Individual dentro do projeto "Uma Expedição Brasileira"– Casa do Brasil na Espanha – Madrid-Espanha. Participa do Projeto "Cumplicidades" – Cidade do Porto – Portugal. Exposição Individual – Galeria Gamela – João Pessoa - PB. Artista paraibanos em Olinda - Oficina Guaianases de Gravura – Olinda – PE. 9º Salão Nacional de Artes Plásticas – Centro de Convenções Recife – PE. 5º Salão Pirelli de Pintura Jovem – Hotel Boa Viagem – Recife – Pe "Artistas Paraibanos do século XX" – MAAC Campina Grande - PB Artistas Brasileiros - Coletiva anual da Galeria do Senado – Brasília- DF Seus trabalhos são parte de coleções particulares no Brasil e no Exterior, e das seguintes instituições. Casa do Dalai Lama – Dharamsala - India Acervo da Presidência – Palácio da Alvorada – Brasília Coleção Jurguens Vogth – Berlim - Alemanha Coleção Roberto Vilella - São Paulo Casa do Brasil na Espanha – Madrid - Espanha Museu da Cidade de Ovar – Portugal Coleção Sala Pretérito Perfeito – São Paulo - SP Museu de Artes Assis Chateaubriand – Campina Grande Fundação Pierre Challita – Maceió – AL Fundação Leopoldina - Cataguases – João Pessoa - PB Acervo do Zarinha Centro de Cultura – João Pessoa - PB Acervo da FUNESC – João Pessoa – PB. Acervo da Prefeitura Municipal de Campina Grande Acervo da Prefeitura Municipal de João Pessoa – PB. Pinacoteca da UFPB – João Pessoa – PB

Fabrícia – ano: 2012 Técnica: Óleo s/tela Dimensão: 80x90 cm


David Barbosa ŸAo longo dos anos, acumulando vocabulário pictórico pautado numa percepção bastante peculiar da realidade, David Barbosa

procura incessantemente a síntese formal que melhor estabeleça o perfeito diálogo entre seu fazer artístico e a realidade existencial que vivencia. Essa busca o levou a desenvolver um estilo onde a pintura a óleo, apesar do tradicionalismo envolvido nas técnicas que representa, renova-se no desafio de trazer à contemporaneidade, exaurida imageticamente pela massificação do efêmero, o silêncio contemplativo do insubstituível gesto humano, perenizado através de uma simples pincelada. Suas imagens representam desde retratos até paisagens e composições mais elaboradas, nas quais os elementos, apreendidos ao longo de sua jornada como pintor, metamorfoseiam-se entre o real e o imaginário. ŸEXPOSIÇÃO “PEQUENOS FORMATOS – BRASIL 500 ANOS” – Galeria Gamela – João Pessoa – Pb ŸEXPOSIÇÃO INDIVIDUAL – “NUANÇA” – CASARÃO DOS AZULEJOS – João Pessoa - Pb ŸEXPOSIÇÃO COLETIVA – “VARIAÇÕES DO CABO BRANCO” – Galeria Gamela - João Pessoa - Pb ŸEXPOSIÇÃO COLETIVA “ARTE POSTAL” – SESC – SÃO PAULO - SP ŸFESTIVAL DE ARTES VISUAIS DA PARAÍBA – CENTRO CULTURAL DE SÃO FRANCISCO – João Pessoa -Pb ŸCOLETIVA - Mostra Inaugural da “ESTAÇÃO CABO BRANCO CIENCIA CULTURA E ARTES” – João Pessoa, Pb ŸEXPOSIÇÃO “ARTE E CIDADANIA”, COMEMORATIVA DOS QUINZE ANOS DO BLOCO “PICOLÉ DE MANGA” – CASARÃO DOS

AZULEJOS – JOÃO PESSOA - Pb ŸCOLETIVA “AS CORES DA ARTE PARAIBANA” Espaço ZUMBI DOS PALMARES, Câmara dos Deputados, Brasilia – DF ŸSALÃO DE ARTES VISUAIS DE VINHEDO – São Paulo ŸCORES DA ARTE PARAIBANA II – USINA CULTURAL DA ENERGISA – João Pessoa - Pb

Conversa de maré baixa – ano: 2012 Técnica: Óleo s/tela Dimensão: 100x93cm


Carlos Djalma Carlos Djalma, este consagrado artista Paraibano, é também reconhecido além de nossas fronteiras. Sua trajetória nas Artes Visuais é marcada desde o início pela pesquisa e pela busca de conhecimento dos diferentes materiais e técnicas de pintura. Na esteira disso se estabelece no ano 2000 em Bologna - Itália e cursa a Academia de Belas Artes de Bologna. Ali, aprende a Metodologia da conservação do patrimônio artístico, além de se familiarizar com as técnicas dos mestres do passado. Em 2005 defende sua tese de conclusão de curso- DESCOBRIMENTO E RENASCIMENTO DE UMA PINTURA DE ANATOLE D’AUVERGNE, sob a orientação da Professora G. Martinelli. Atualmente se divide entre seu laboratório/Studio em Bologna - Italia e João Pessoa, onde mantém atelier. Num artigo intitulado "Um desafio ao observador", Oscar D'Ambrosio, jornalista e mestre em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da UNESP, e membro da AICA, escreve: ..."Os quadros de Carlos Djalma demandam do observador duas visões. Uma é a da proximidade, para que seja ressaltada a fatura pictórica; a outra, à distância, permite observar o impacto final da imagem realizada. Poucos são os pintores contemporâneos que têm uma qualidade que suporte esses dois olhares. Carlos Djalma é um deles". Seus trabalhos fazem parte de importantes coleções no Brasil e na Europa. Carlos Djalma tem uma extensa lista de exposições individuais e coletivas em galerias e instituições, destacando-se: ŸPERCURSOS, Usina Cultural Energisa, João Pessoa ŸMOVIMENTI, Galleria il Punto, Bologna, Itália ŸTRAIETORIA, Villa Edvige Garagnani, Zola Predosa, Bologna- Itália ŸARTE SOTTO I PORTICI ( Premio 1º lugar) – Bologna, Itália ŸDE C ORPO E ALMA, Galeria Gamela, João Pessoa ŸANTOLOGICA, Galleria Del Minicipio, Zola Pedrosa, Bologna- Itália ŸBRASILE IN DUE TEMPI, Galleria D'Arte De Amici, Milão - Itália ŸDOIS ARTISTAS, DOIS TEMPOS, Museu do Aleijadinho Ouro Preto, MG ŸFIERA INTERNAZIONALE D'ARTE DE AMICIS, Milão- Itália ŸPrimeira Mostra de Arte Paraibana, FUNESC, João Pessoa- PB ŸMULHER, NATUREZA E TEMPO, Escritório de Arte Suzete Forte, João Pessoa- PB

Cotidiano – ano: 2004 Técnica: Óleo s/tela Dimensão: 47,5x57,5 cm


Eulampio Eulampio é Pernambucano e professor de anatomia pela UFPB. Sobre o seu trabalho, assim escreveu o crítico de Arte Walter Galvão::.."O escultor Pernambucano Eulampio realizou com grande impacto, coerência formal, densidade poética e acuidade ideológica os ideais do gênero, seus percursos imaginativos clássicos e sua capacidade de discutir a vida e o tempo...... Eulampio se mostrou um artista da intensidade, da exaltação dramática, da economia do símbolo, mas de grande poder de comunicação e, nesta serie de dez esculturas em cimento pigmentado, grita contra a violência, denuncia a opressão e escancara a vilania."... O escritor W. J. Solha Também a ele se reportou: .. " uma obra de muita ousadia política e poética e pouquíssima concessão ao contemplativo descompromissado..." Algumas Exposições ŸDOR – Exposição individual na Galeria e Oficina de Arte Solo no Zarinha Centro Centro de Cultura – Joao Pessoa, PB ŸColetiva na 1ª Feira de Arte e Cultura na Casa Pequeno David – Joao Pessoa, PB ŸExposição individual na Semana de Arte da FAMENE – João Pessoa- PB ŸExposição individual – "Phatos das dores e das loucuras" – Casarão 34 em João Pessoa, PB ŸLivraria Cultura, - Paço da Alfândega, Recife – PE Ÿ"Pathos das dores e das loucuras" (parte II) Centro de Cultura Amaury de Carvalho - Patos, PB ŸExposição coletiva na Estação Cabo Branco - Ciência Cultura e Artes - João Pessoa- PB ŸExposição individual - Pinacoteca da UFPB – Biblioteca Central da UFPB – João Pessoa, PB Ÿ"Porque sapatos"– coletiva no Centro Cultural São Francisco, João Pessoa-PB Ÿ"Transgressões capitais"– individual , Estação Cabo Branco - Ciência Cultura e Artes - João Pessoa- PB Ÿ"Olinda por toda parte " XIª edição - Olinda, PE ŸLançamento do Livro " Meu Ser " em 2010, Livraria Esquina Zarinha Centro de Cultura em João Pessoa e na Livraria Cultura

de Recife, Paço da Alfândega - Recife, PE

Paixão – ano: 2012 Técnica: Argila com base de mármore Dimensão: A - aprox. 47 cm x L- aprox. 27 cm x P- aprox. 25cm


Mauricio Arraes Artista integrante do movimento que ficou conhecido como a 'Geração 80', é reconhecidamente uma espécie de repórter do cotidiano, do real, do fugaz. Sobre ele escreveu o Pintor olindense José Cláudio: “ morde a realidade como um cão danado...”Arraes manifesta interesse pelas Artes ainda quando vive na Argélia, e se aprofunda quando muda-se para Paris como estudante de Historia e Sociologia da arte. Nele começa a surgir então uma arte identificada com o povo, com os quotidianos urbanos e/ou domésticos, e esta característica aparece com mais força aos olhos dos críticos quando de seu retorno ao Brasil, primeiramente no Rio, e depois no Recife, resultando esse último encontro numa profunda identificação sua com os movimentos culturais oriundos da linguagens e das memórias nordestinas. Consegue com maestria, reunir o real e o simbólico, o particular e o coletivo, o universal e o regional sob uma ótica verdadeiramente pessoal e que, em seus arranjos estéticos vem se fundir com as tendências da Arte Contemporânea. Consegue ser popular e erudito, simples e sofisticado em suas abordagens.

Três praieiros – ano: 1998 Técnica: Acrílica s/tela Dimensão: 91x71 cm

Arraes tem ainda participação em montagens teatrais, projetos gráficos, roteiros e outras atividades, tais como, montagem e cartaz para a peça “Ópera do malandro”, de Chico Buarque, cenário e cartaz da peça “Dois perdidos numa noite suja”, de Plínio Marcos, cenário e cartaz da peça “Tempo e Tempero” de Geraldo Azevedo, Teatro Tereza Raquel, Rio de Janeiro –RJ, etc. Ÿ“Dix Artistes de Recife”, exposição coletiva no “Espace Latino - Americain”, Paris, França. ŸParticipação na exposição “Como você vai, Geração 80?”, no Parque Lage, Rio de Janeiro-RJ ŸExposição “Enfants en Danger”, no Ministério de Justiça da França, Paris. ŸParticipou do grupo Guaianazes e expos seus trabalhos de litografia em Recife, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre. ŸPremio de aquisição no IV Salão Nacional de Artes Plásticas ŸPremio de aquisição do Salão de Pernambuco ŸRealizou exposições individuais nos seguintes espaços do Recife-Pe: ŸGaleria Artespaço, Galeria Futuro 25, Fundação Joaquim Nabuco, Galeria Officina, Espaço Cultural Pallon, Espaço vivo, Galeria Arraial, Espaço Cultural Poço da Panela, Galeria Dumaresq, entre outros. ŸRealizou exposições nos seguintes espaços do Rio de Janeiro- RJ: ŸGaleria de Arte Ipanema, Galeria Gravura Brasileira, Galeria Estampa, Circo voador, Galeria de Arte Cleyde Wanderley, UERJ, Bookmakers, Galeria De Boscan e Erasmo Rocha, Instituto Cultural Brasil-Argentina, Casa de Cultura Lauro Alvim, Galeria Venâncio Flores, entre outros.


Maria Cristina Strapação É natural de Curitiba-PR, onde viveu até 2003 e hoje reside em João Pessoa-PB. Teve formação acadêmica em Serviço Social. Freqüentou cursos de desenho e pintura ministrados pelos artistas Danilo Lorusso, Daniel Freire, Hélcio Croseta, Dalva Lobo, Luís de Andrade Lima e Sérgio Prata em Curitiba - PR. Em Barcelona - Espanha, cursou restauração em pintura na Associació d`Amics de lês Antiguitats, Curso de Anatomia na Casa Elizalde, Curso de Pintura sobre Vidro e Técnica de Vitral na Fundació Del Vidre e Curso de Especialização sobre a obra de Antoni Gaudí na Universidad Politécnica da Catalunya. Obras em acervos particulares no Brasil, Itália, Portugal, Espanha, França e Suiça.. EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS

EXPOSIÇÕES COLETIVAS

ŸCasa Culpi – Fundação Cultural de Curitiba-PR ŸEspaço da Caixa Econômica Federal – Curitiba-PR ŸSESC da Esquina – Curitiba-PR ŸInstituto de Engenharia do Paraná – Curitiba-PR ŸEspaço Criativo – João Pessoa-PB ŸPinacoteca do Palácio da Cultura - Natal-RN ŸNúcleo de Arte Contemporânea – João Pessoa-PB ŸGaleria Solo – Zarinha Centro Cultural – João Pessoa-PB ŸMaison des Glycines – Parigné l'Evêcque – França ŸGaleria Gamela – João Pessoa - PB ŸCasarão 34 – João Pessoa – PB ŸGaleria Louro e Canela – João Pessoa – PB ŸGaleria Solar do Rosário – Curitiba - PR

ŸMulher em Movimento – SESC portão – Curitiba-PR ŸXIII Incontro Itália - Brasile – Galeria La Pigna – Roma –

Itália ŸBrasil 500 anos – Associação dos Artistas Plásticos do PR – Curitiba-PR ŸMelhores Acadêmicos de Curitiba – Galeria Cromo – Curitiba – PR ŸEm Busca da Paz – Associação dos Artistas Plásticos do Paraná - Curitiba-PR ŸIV Mostra de Artes Plásticas da Câmara Municipal de Curitiba-PR ŸO Mar e seus Artistas – Pinacoteca do Palácio da Cultura – Natal-RN ŸI Mostra de Esculturas Recicladas – SEBRAE e Prefeitura de João Pessoa-PB ŸArte e Dez Artistas da Associarte – NAC – João Pessoa ŸFestival das Artes Visuais – João Pessoa-PB ŸDas Neves: Uma História – Casarão 34 – João Pessoa-PB ŸColetiva de Mulheres – Casarão 34 – João Pessoa-PB ŸArtes Plásticas no Salão de Artesanato e Arte da Paraíba – João Pessoa-PB ŸColetânea Paraibana – Estação Ciência – João Pessoa Pintura nunca antes navegada – ano: 2011 Técnica: Óleo s/tela Dimensão: 100x150 cm


Laboratório Fotográfico

Escultor Marcelo Tommasi – ano: 1976 Técnica: Gelatina de prata em papel fibra Pietrasanta - Itália

Projetos fotográficos de alto padrão, serviço completo de ampliações para grandes formatos com papel fibra, (gelatina de prata), viragem ao selênio garantindo preservação musicológica destas obras. Montagens de fotografias nas regras da Arte para exposições completas.

Escultor Stanley Bleifeld em seu atelier em Bridgeport Conn.USA - 1977

Wilhelm Braga

Wilhelm Braga


Emolduramento personalizado A Galeria tem como proposta a entrega da obra finalizada através de sua moldura, assim como disponibiliza um serviço de molduraria, com uma ampla coleção de molduras. Uma de suas especialidades é o uso de materiais com o timbre “Museu”, apropriado para preservação de papéis, como desenhos e gravuras, com o uso de papeis com Ph neutro e sistema de lacre que assegura uma durabilidade de cem anos sem sofrer a ação de agentes externos. Montagens de obras em tela, madeira ou papel com liners demarcatórios e passe-partout realizados com materiais do mais alto padrão e referencial museográfico. Emolduramento e montagem de originais em papel, tais como aquarela, desenhos, gravuras, fotografias, documentos raros, etc., também oferece tratamento para permanência museográfica destas obras. ŸPapeis, cantoneiras, adesivos e foam-boards importados com Ph neutro, vários tamanhos e espessuras e que são conservados em ambiente apropriado e desumificado. ŸVidros comum e vidro anti-reflexo, e também o vidro frontal de preservação museográfica para filtragem de 99% de raios UV e máxima transparência. ŸOpção intermediária também utilizando matérias importados e assegurando qualidade e longa permanência das obras trabalhadas, uma gama de serviços no tratamento de papeis com custo bastante razoável e grande opção de montagens, cores dos passe-partout (com as opções de revestimento em linho ou canvas) e sofisticados acabamentos. ŸVariedade de 126 perfis de molduras, atendendo ao cliente mais exigente em acabamentos e bom gosto estético. Telas montadas sobre bastidores de cedro. ŸServiço especializado de restauração de telas originais em óleo ou acrílico. ŸProjetos fotográficos de alto padrão, serviço completo de ampliações para grandes formatos com papel fibra, (gelatina de prata), viragem ao selênio garantindo preservação musicológica destas obras. ŸCurador e diretor responsável Wilhelm Braga.

Frederico Castellon – ano: 1947 Técnica: Gravura em metal Acervo pessoal do Galerista

Dois exemplos de montagens em fase preliminar ao emoduramento, utilizando variações de técnicas com papeis Ph neutro.

Churovisky – ano: 1962 Técnica: Gravura em metal Acervo pessoal do Galerista


Agradecimentos Nono nono nono non ono nono n no nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono nno nono nono non ono nono n

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