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Empresas ganham a confiança e o interesse do consumidor com conteúdo customizado Com a invenção das ferramentas digitais “publique você mesmo”, as marcas se deram a opção delas mesmas criarem seu próprio conteúdo, diretamente para os clientes e consumidores. Mas esse conteúdo customizado (branded content), que varia entre blogs e vídeos, tem encontrado um público cada vez maior e mantém a discussão do “público viável” para cada ação. “Os blogs corporativos repercutem entre os consumidores? A resposta é não”, diz Josh Bernoff, VP e analista-chefe da Forrester Research. “As companhias não são tão boas em falar o que os seus consumidores acham interessante”. Fazem questões ruins e a maioria dos consumidores não confiam nesse conteúdo corporativo. Ano passado, Bernoff trabalhou em um estudo que apontou que 24% das pessoas que regularmente liam blogs consideravam os conteúdos das empresas confiáveis. E com algumas exceções, os blogs corporativos raramente aparecem entre a lista dos 100 blogs mais populares do site Technorati. Isso aumenta perguntas em qual a razão, o porquê dos consumidores procurarem conteúdo customizado e se isso é confiável para as empresas em chegar ao público dessa forma.

Casos reais de Branded Content Por Aarti Shah Conteúdo Customizado

Troy Rutman, diretor de comunicações externas da rede hoteleira Best Western International, contratou escritores freelancers para ajudar a escrever o blog “Você Deve Viajar”. Os escritores contratados – que inclui uma mãe viajando com seus filhos pequenos e um expert em turismo de negócios – tem seus próprios blogs. Amy Graff, do site “Travel Mom” (A mamãe viajante), também tem um blog independente, de cunho mais pessoal. “O blog de Amy tem um foco mais amplo e isso ajuda o blog da Best Western a estender suas fronteiras”, disse Rutman, acrescentando que os blogs são intencionalmente planejados para manter as pessoas engajadas com o site, além de operacionalizar a reserva normal de quartos. Mas o site tem suas limitações óbvias. É improvável o hotel poderá cobrir opções fora do mundo da rede. O conteúdo

ainda compete contra sites de viagem que oferecem dicas e comentários de outros milhares de hotéis.

“Isso depende das suas metas”, explica Todd Defren, diretor da Shift Communications, que ajudou a Johnson & Johnson a construir um canal no Youtube que conta com mais de 1.000 assinantes. Esse número é relativamente impressionante, mas ainda está longe de milhões de visitantes que assistem a programas matinais via web ou o alcance total das notícias pela rede. “Mas no melhor dos cenários, você está criando conteúdo que você pode influenciar por meio de diferentes canais”, disse. Por exemplo, no caso da J&J, muitos dos vídeos foram criados muitos anos atrás para materiais gravados que não foram usados (b-roll) e outras campanhas. “A J&J era capaz de ganhar 2, 3 ou 4 dólares por cada dólar que eles gastaram na criação original”, Defren acrescenta. “Então isso, com certeza, vale muito a pena. O que se torna menos interessante é se você está criando conteúdo e, no caso de uma companhia do porte da J&J, apenas uma pouca centena de pessoas podem encontrá-lo”.

Assistência Externa

“O nosso feedback atualmente é mais ‘piadista’ do que quantitativo”, disse quando é perguntado como o site é repercutido com o público. “Nós definitivamente buscamos por comentários positivos e negativos em relação aos posts do blog. Agora é assim que nós estamos medindo o sucesso”. Enquanto que experimentar é uma maneira esperta para ficar online, as companhias deveriam saber quando abandonar projetos infrutíferos, sem resultados, e tentar uma nova aproximação para alcançar os consumidores. “A realidade é que, se não está gerando um público, você deve voltar ao planejamento”, disse Erik Hauser, VP e diretorexecutivo de criação da Euro RSCG 4D Impact.


Os desafios mudam Ultimamente o desafio não é o mesmo para todos. Por exemplo, o startup pode, às vezes, se envolver mais facilmente com o consumidor final, de acordo com Jason Mandell, cofundador da LaunchSquad. Mandell desenvolveu um vídeo para o Trunk Club, uma companhia emergente de compras personalizadas para homens, que rendeu mais de 8 mil visualizações. Ele diz que o início dessas ações são frequentemente predispostos a serem mais arriscados e irritantes, o que na verdade é produzir conteúdo que concorre com sites independentes de notícias. “Há muitos pedaços a serem completados agora. Se você gera seu próprio conteúdo que é pego por outra pessoa [e você sabe disso], então é como ter um aval terceirizado”, Mandell completa. Ou, no caso do Trunk Club, a curiosidade em relação ao serviço, por ser ainda uma novidade, dá uma encorajada a se ler sobre. “Mas”, ele acrescenta, “se você está tentando alcançar consumidores de massa do mainstream – quem julga está ainda fora (da esfera online)”.

Agradecimentos:

conteúdo

Produzir repercute em:

Foco Descubra porque os consumidores vão gastar tempo em seu site, mais do que com o conteúdo de sites independentes que tem mais credibilidade percebida.

Tom Falar a língua dos consumidores e oferecer conteúdo fresco e estimulante, improvável de encontrar em outros sites.

Conteúdo A esfera online é sobre nichos, então considere isso quando for elaborar conteúdo relevante.

Link para o texto original em inglês: http://www.experientialforum.com/content/view/196/48/

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Visionello Conteúdo Inteligente http://www.visionello.com.br


O poder do conteúdo customizado  

Artigo traduzido retirado do site EMF - Experiential Marketing Forum, elaborado pela PR Week.

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