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Universidade de São Paulo – USP Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – Pós-Graduação Arte, Cidade e Comunicação Visual: Possíveis Intervenções Profs. Drs. Carlos Zibel Costa e Minoru Naruto

ENTORNO DO MERCADO MUNICIPAL PAULISTANO

Rafael Kromberg Tania Rajczuk Dombi Vinicius Lourenço Costa


O PROJETO MERCADO MUNICIPAL E ENTORNO Mercado Municipal Paulistano • Mercado Municipal Kinjo Yamato • Pátio Ferroviário do Pari • Largo do Pari • Zona Cerealista (r. Santa Rosa) • r. Paula Sousa

• Produtos e serviços da região: setores em comum e/ou complementares • Proximidade dos pontos de venda • Público • Slow food e experiência gastronômica • Funcionamento • Revitalização do centro e resgate histórico da cidade


MERCADO MUNICIPAL E ENTORNO Mercado Municipal Paulistano • Mercado Municipal Kinjo Yamato • Pátio Ferroviário do Pari • Largo do Pari • Zona Cerealista (r. Santa Rosa) • r. Paula Sousa


MERCADO MUNICIPAL E ENTORNO Mercado Municipal Paulistano • Mercado Municipal Kinjo Yamato • Pátio Ferroviário do Pari • Largo do Pari • Zona Cerealista (r. Santa Rosa) • r. Paula Sousa


MERCADO MUNICIPAL E ENTORNO Mercado Municipal Paulistano • Mercado Municipal Kinjo Yamato • Pátio Ferroviário do Pari • Largo do Pari • Zona Cerealista (r. Santa Rosa) • r. Paula Sousa

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A Regi茫o Hist贸ria e realidade


MERCADO VELHO 1867-1907

MERCADO NOVO Até 1938

Construção do Mercado Municipal Paulistano

R. General Carneiro x 25 de Março


MERCADO MUNICIPAL PAULISTANO 1933

Varejo: Segunda a sábado das 6:00 às 18:00 h; Domingo das 8:00 às 16:00 h Atacado: Segunda a sábado das 20:00 às 6:00 h.


MERCADO MUNICIPAL PAULISTANO


MERCADO MUNICIPAL KINJO YAMATO 1936

Segunda à Sábado das 00:00 às 15:00 h


PÁTIO FERROVIÁRIO DO PARI

24h


PÁTIO FERROVIÁRIO DO PARI


ZONA CEREALISTA Século XIX

Horário Comercial


RUA SANTA ROSA

“É um local fantástico, que guarda toda a história da cidade” Andrea Matarazzo, secretário de Coordenação das Subprefeituras


LARGO DO PARI Largo do Coco


LARGO DO PARI


9 de Novembro de 2007 - 15:34

Mooca realiza operação contra comércio irregular A ação da Subprefeitura da Mooca nesta sexta-feira aconteceu no Largo do Pari, rua Santa Rosa e arredores, com objetivo de coibir o comércio irregular - os produtos vendidos em caminhões atrapalhavam o trânsito de pedestres e veículos. A Subprefeitura Mooca realizou na manhã desta sexta-feira (09/11) uma blitz no Largo do Pari, rua Santa

Rosa e arredores, para coibir o comércio irregular na vias públicas, principalmente de coco, batata e cebola. Os alimentos eram vendidos em cima dos próprios caminhões que faziam o carreto, ou mesmo nas calçadas, prejudicando a circulação de pedestres e veículos, com reflexo no trânsito de toda cidade. A Companhia de Engenharia do Tráfego (CET), Polícia Militar, Civil e a Guarda Metropolitana apoiaram a ação que contou com um efetivo de 150 pessoas. Durante a fiscalização foram apreendidos 21 caminhões e suas respectivas mercadorias, estimadas em 63 toneladas e levadas ao pátio da Prefeitura na avenida do Estado, 900. Cada motorista foi multado em 500 reais e só poderá liberar os veículos e os produtos mediante a apresentação da nota fiscal, da documentação da regularidade da atividade e do caminhão. Após a retirada das carretas a Subprefeitura da Mooca procedeu à limpeza das vias por elas utilizadas, bem como de toda a área do entrono. Para isso foram necessários 60 funcionários e oito caminhões, distribuídos nos serviços de varrição, lavagem, desobstrução de bueiros, pintura de guias e retirada de lixo e entulho. Segundo o subprefeito da Mooca, a fiscalização na região se intensificou desde o início do ano após as obras de retomada do largo do Pari, antes invadido pelos comerciantes de coco que ali faziam um entreposto. “Em diversas ocasiões já havíamos multado e alertado os motoristas em relação ao estacionamento e à venda sobre os espaços públicos. Outras blitze estão programadas até o final do ano para coibir as irregularidades que aumentam nesta época, em função da proximidade do Natal.”


RUA PAULA SOUSA anos 1970


RUA PAULA SOUSA


RUA PAULA SOUSA


LARGO DO PARI


RUA PAULA SOUSA


PÁTIO FERROVIÁRIO DO PARI


RUA SANTA ROSA


RUA SANTA ROSA


As Intervenções União pró-gourmet


NOME E LOGOTIPO


MOBILIÁRIO Postes de Iluminação


ÍCONES DO PROJETO Aplicação nas calçadas


CALÇAMENTO


CALÇAMENTO


CALÇAMENTO Detalhe


CALÇAMENTO


CALÇAMENTO Detalhe


Domingo, 21 outubro de 2007

Zona Cerealista quer ser Mercadão a céu aberto Sérgio Duran A lata de meio litro de azeite de boa qualidade pode sair por R$ 6. Com R$ 14, e alguma sorte, compra-se uma peça de queijo prato de 3 ou 4 quilos. Poucos paulistanos suspeitam daquilo que donos de restaurantes sempre souberam: a Zona Cerealista, que fica na Avenida do Estado, no centro, do lado oposto ao Mercado Municipal, é uma ótima opção de compras. E um passeio, no mínimo, curioso. “Aqui a gente tropeça na história”, brinca Celso La Pastina, de 49 anos, cuja família está na região há três gerações. Empresários como La Pastina querem, agora, investir para transformar a Zona Cerealista de centro atacadista em varejista, a exemplo do mercado que virou templo gastronômico. Estudo do Sindicato do Comércio Atacadista de Gêneros Alimentícios (Sagasp) mapeou atividades e prédios históricos e analisou a vocação da região. O projeto de mudança coincide com os planos da Prefeitura. Mas ele não exige apenas a reforma de prédios e galpões centenários. É preciso vencer a informalidade da maioria dos comerciantes e o tráfego pesado de O estudo da Sagasp flagrou mudanças. Nas 13 ruas pesquisadas, por exemplo, há cada vez mais galpões com alho - que não é cereal, mas sempre foi vendido na região. Das 136 empresas que responderam à pesquisa, entre 146 cadastradas, 25 vendem alho. E o produto é todo importado da China, em contêineres que desembarcam no Porto de Santos. o do Pátio Ferroviário do Pari, em 1891, é um marco do bairro. O estudo mostra que já em 1921 havia mais de cem armazéns na região - que ainda tinha indústrias e residências típicas de imigrantes. Quando o Mercadão foi erguido, em 1933, o comércio de alimentos já dominava toda a margem do Rio Tamanduateí e a área se consolidava como principal pólo de abastecimento do País. Graças também à Bolsa de Cereais de São Paulo, criada informalmente no pátio do Pari em 1923 e transferida nos anos 60 para a sede atual, na Avenida Senador Queirós. Prédios antigos, ruas estreitas e repletas de “chapas” (que ganham para carregar e descarregar caminhões) jogando baralho dão o tom da Zona ele, ruas como a da Alfândega retratam as origens da metrópole que nasceu como entreposto comercial. Mas a decadência também é evidente. O próprio Matarazzo trava há dois anos uma guerra contra o comércio informal na região. “Há atividades que São Paulo não comporta mais. A venda de alimentos por atacado, pelo menos do modo como é feita hoje, é uma delas.”


MOBILIĂ RIO Mesas e Cadeiras


MICRO-テ年IBUS


Projeto e Disciplina Relação com o Arte/Cidade e a pós-modernidade


ARTE/CIDADE Zona Leste 2002

Intervenção de José Resende


TEMAS ARQUITETÔNICOS PÓS-MODERNOS Segundo Kate Nesbitt*

• a história; • o significado; • a responsabilidade social; • o corpo. • a cidade como artefato cultural • o lugar no sentido fenomenológico e como espaço aberto e liberador • a arte desempenha um papel mais importante na arquitetura pós-moderna do que a tecnologia • o privilégio do fluxo de carros, quase sempre em detrimento à circulação dos pedestres • contextualismo: adequação às condições existentes

* Organizadora deUma nova agenda para a arquitetura: antologia teórica 1965-1995. Cosac Naif, 2006

Possíveis Intervenções 2  

Intervençao urbana segundo semestre de 2007

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