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"Todos compreendem a importância que têm os provérbios em toda língua. Na forma de frases curtas e de fácil memorização, os provérbios contêm um grande tesouro da sabedoria popular, e com provérbios curtos a gente frequentemente, melhor e com mais convicção, exprime alguma ideia do que através de várias palavras. Um conhecimento dos provérbios é necessário para um perfeito conhecimento da língua."

M.F. Zamenhof, 1905


A palavra provérbio ou ditado popular, vem do latim proverbium, e significa uma frase de caráter popular.  Os provérbios constituem a sabedoria popular, andam na boca das pessoas há muito tempo e fazem parte da tradição popular portuguesa, pelo que devem ser preservados e divulgados. 


A

ocasião faz o ladrão.


ď‚žA

fome ĂŠ a melhor cozinheira.


ď‚žA

palavras loucas, orelhas moucas.


 Ano

de nevão, ano de pão.


 Ao

bom pagador não dói o penhor.


 As

paredes têm ouvidos.


 Aquele

que me tira do perigo, é meu amigo.


 Filho

és pai serás, assim como fizeres assim acharás.


ď‚ž Filhos

dobrados.

criados,

trabalhos


ď‚ž Filho

de peixe sabe nadar.


ď‚ž Barco

parado, nĂŁo faz viagem.


ď‚ž Boda

molhada, boda abençoada.


ď‚ž Burro

com fome, cardos come.


ď‚ž Cada

macaco no seu galho.


ď‚ž

Cada um puxa a brasa para a sua sardinha.


ď‚ž Cada

um sabe de si e Deus sabe de todos.


 Cão

que ladra não morde.


ď‚ž De

livro fechado, nĂŁo sai letrado.


ď‚ž De

pequenino se torce o pepino.


ď‚ž Depois

da tempestade vem a bonança.


 Depois

de casa roubada trancas à porta.


ď‚ž Devagar

se vai ao longe.


 Diz-me

com quem andas, dir-teei quem és.


ď‚ž Em

casa de ferreiro, espeto de pau.


 Gato

escaldado, de água fria tem medo.


ď‚ž Gaivotas

em terra temporal no mar


 Grão

a grão, enche a galinha o papo.


ď‚ž

Homem prevenido vale por dois.


ď‚ž Janeiro

fora, cresce uma hora.


 Longe

da vista, longe do coração.


ď‚ž Lugar

ventoso, lugar sem repouso.


 Mais

vale cair em graça, do que ser engraçado.


ď‚ž Mais

vale prevenir, que remediar.


ď‚ž Mais

vale sĂł, que mal acompanhado.


ď‚ž Na

casa cheia, depressa se faz a ceia.


ď‚ž NĂŁo

deites foguetes antes da festa.


 Não

há fumo sem fogo.


O que não tem remédio, remediado está.


O

segredo é a alma do negócio.


ď‚ž seguro

morreu de velho.


ď‚ž Ouro

adquirido, sono perdido.


 Palavras

de mel, coração de fel.


ď‚ž Para

bom entendedor, meia palavra basta.


ď‚ž PatrĂŁo

fora, dia santo na loja.


ď‚ž Pela

boca morre o peixe.


ď‚ž Quando

a esmola ĂŠ grande, o santo desconfia.


 Quem

anda à chuva, molha-se.


ď‚ž Quem

boa cama fizer, nela se hĂĄ-de deitar.


 Quem

não tem dinheiro não tem vícios.


 Quem

te avisa, teu amigo é.


ď‚ž Quem

tem boca, vai a Roma.


ď‚ž Quem

tem filhos tem cadilhos.


ď‚ž Quem

tudo quer, tudo perde.


 Tristezas

não pagam dívidas.


 Uma

mão lava a outra e as duas lavam a cara.


 Vaso

ruim não quebra.


ď‚ž Uns

comem os figos, a outros rebentam-lhe os lĂĄbios.


 Vão

– se dedos.

os anéis ficam-se os


ď‚ž Zangam-se

as comadres, descobrem-se as verdades.


ď‚ž Quem

semeia ventos, colhe tempestades.


Pesquisa realizada pelos alunos do 4º ano de escolaridade da EB1/PE Dr. Clemente Tavares – Gaula

Fevereiro de 2012


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