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Boletim Paroquial Nº 270 - 8 Junho 2014 Fradelos/Vilarinho das Cambas Responsabilidade: Pe. António Machado paroquia.fradelos@sapo.pt Tlm. 917293284; Telef. 252494184

Solenidade da Santíssima Trindade - 15 Junho 1ª Leit. Ex 34, 4b-6. 8-9 «O Senhor, o Senhor é um Deus clemente e compassivo, sem pressa para Se indignar e cheio de misericórdia e fidelidade». Salmo Responsorial: Dan 3 Digno é o Senhor de louvor e de glória para sempre. 2ª Leit. 2 Cor 13, 11-13 Sede alegres, trabalhai pela vossa perfeição, animai-vos uns aos outros, tende os mesmos sentimentos, vivei em paz. Evang. Jo 3, 16-18 «Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo».

Deus amou tanto o mundo que entregou o seu Filho.

UM POVO QUE PRODUZA FRUTOS A Solenidade que hoje celebramos não é um convite a decifrar o mistério que se esconde por detrás de “um Deus em três pessoas”; mas é um convite a contemplar o Deus que é amor, que é família, que é comunidade e que criou os homens para os fazer comungar nesse mistério de amor. Na primeira leitura, o Deus da comunhão e da aliança, apostado em estabelecer laços familiares com o homem, auto-apresenta-Se: Ele é clemente e compassivo, lento para a ira e rico de misericórdia. Na segunda leitura, Paulo expressa – através da fórmula litúrgica “a graça do Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco” – a realidade de um Deus que é comunhão, que é família e que pretende atrair os homens para essa dinâmica de amor. No Evangelho, João convida-nos a contemplar um Deus cujo amor pelos homens é tão grande, a ponto de enviar ao mundo o seu Filho único; e Jesus, o Filho, cumprindo o plano do Pai, fez da sua vida um dom total, até à morte na cruz, a fim de oferecer aos homens a vida definitiva. Nesta fantástica história de amor (que vai até ao dom da vida do Filho único e amado), plasma-se a grandeza do coração de Deus.


calendÁrio das celebraÇÕes TER. 10, Não há Eucaristia QUA. 11, S. Barnabé, 7h30 Rosário, 8h Eucaristia Arménio Dias e família Familiares de Artur Azevedo e Deolinda Martins Inês Lopes e Zeferino Correia Pais, sogros e família de Henrique Queirós Azevedo

Benjamim Costa Fonseca Blandina Silva Lopes, marido, Adelino Cruz e esposa Maria Costa Santos e família Maria das Dores Costa Campos, marido e filhos Miguel Fernando de Jesus Moreira Noémia Queirós Macedo, marido, filho e família

QUI. 12, Nossa Senhora do Sameiro, DOM. 15, 9h30 Eucaristia 7h30 Rosário, 8h Eucaristia Alcino da Silva Santos Ac. Gr. N. Sra. de Fátima Armindo Antunes Ribeiro, esposa e Carlos Fernandes Ilhão, esposa e família filhos Custódio José de Oliveira, esposa e Cristino Moreira Paiva, pais e sogros filhos Isabel Carneiro, marido e nora Hilário Gomes Martins e Rosa da Costa SÁB. 14, 17h30 Eucaristia, com Festa Pires da Fé (5º Ano) Manuel Campos Costa e esposa Agostinho Manuel e avós de Amândio Maria Moreira da Costa e marido e Juliana Pais e sogros de Vasco Carneiro António Moreira Machado e família Rosalina Alves Azevedo e família

Peregrinação arquidiocesana ao Sameiro O arcebispo de Braga pediu aos peregrinos que foram a Santuário do Sameiro, no Domingo 1 de Junho, para que sejam audazes na destruição dos muros que separam as pessoas. Na homilia da peregrinação arquidiocesana ao Santuário do Sameiro, D. Jorge Ortiga, sublinhou que das inúmeras oportunidades de encontro, “a liturgia apresenta-se como um dos momentos especiais para expressar, de um modo mais visível, a identidade comum da família humana, que se reúne para celebrar a fé”. Na peregrinação dos 14 arciprestados da arquidiocese de Braga, o prelado realça que gostaria que os peregrinos fossem capazes de se “congregar sempre mais, em assembleia única em redor da Mãe comum, a Senhora do Sameiro”, disse na homilia. Na homilia, intitulada «De mãos dadas», D. Jorge Ortiga disse aos peregrinos que foram àquele santuário mariano que se deve “aproveitar o Domingo para que os encontros se intensifiquem e aprofundem. Sei que hoje há novos horários e ritmos sociais, mas nós não podemos viver sem o domingo”. Apesar das várias preocupações e das dificuldades da vida, D. Jorge Ortiga alerta que “não vale desanimar”, conclui.


agenda Atendimento / cartório - Quarta-feira: 21h30-22h30. Confissões - Quarta, em Ribeirão: 9h-12h e 17h-20h. Quinta, em Lousado: 17h-20h. Sexta, Fradelos: 10h-12h e 17h-20h. Encontro e formação para catequistas - Na Terça-feira, em Braga, durante todo o dia. Por este motivo, não será celebrada a Eucaristia. As intenções que estavam marcadas para este dia passam para Quarta-feira. Passeio-Convívio Interparoquial - No dia 6 de Julho e o locar será o Monte de Nossa Senhora do Castelo, muito próximo de Arcos de Valdevez: um lugar belo e tranquilo! Muito em breve iniciamos as inscrições. Passeio/peregrinação organizada pelo pároco - De 12 a 16 de Agosto, a Paris, Normandia e Bretanha (Trouville, Lisieux: Santa Teresinha de Menino Jesus, Le Mont Saint Michel, Rennes, Chartres, Paris, Versalhes). Se o número de participantes chegar aos 35, o preço total e com tudo incluído, será de 960 euros. Junto do pároco ou no Cartório podemos adquirir o programa com todas as informações. Um passeio muito rico do ponto de vista cultural e dos lugares da fé cristã! Bombeiros Voluntários de Famalicão - Informam que irão proceder à actualização da sua base de dados de associados. Todas as pessoas que desejam manter-se associados deverão regularizar as suas quotas em atraso num prazo de 90 dias.

Pe n s a m e n t o O Patriarca Atenágoras escreveu que sem o Espírito Santo, Deus fica longe; Cristo permanece no passado; o Evangelho é letra morta, a Igreja é uma simples organização; a autoridade é um poder; o culto, uma velharia. Mas, no Espírito, o cosmos é enobrecido; Cristo torna-se presente; o Evangelho faz-se vida; a Igreja realiza a comunhão... É preciso mexer o que Deus pôs dentro de nós.

Festa de S. João - Feirinha No próximo Domingo, dia 15, a Comissão de Festas organiza uma nova Feirinha a partir das 8h, no largo da Igreja. A finalidade é a angariação de dinheiro para a Festa de S. João. Poderão contar com o tradicional jogo da malha ao cepo.

Conferência sobre Caminho de Santiago A Fundação Bracara Augusta organizará, para o próximo dia 12 de Junho às 21h30, uma conferência dedicada ao tema "Por Braga, a Caminho de Santiago", com o objectivo de divulgar a história do Caminho de Santiago na cidade de Braga. O conferencista será o pe. Arlindo de Magalhães Cunha, professor da Universidade Católica do Porto, e a conferência terá lugar na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva. A entrada é livre.


O Pentecostes Pentekoste hemera significa, em grego, «dia quinquagésimo». Os Judeus chamavam «Pentecostes» ou «Festa das Semanas» à festa da recolecção agrícola (cf. Ex 23,14), que a seguir uniram à recordação festiva da aliança com Javé no Sinai, cinquenta dias após a saída do Egipto (2Cr 15,10-13). Os cristãos, desde muito cedo, deram este nome tanto à Cinquentena Pascal (as sete semanas de prolongamento da Páscoa) como ao último dia, o quinquagésimo. Este dia esteve sempre marcado pela vinda do Espírito Santo sobre a comunidade apostólica, cinquenta dias após a ressurreição de Jesus (cf. Act 2,1). É, portanto, a plenitude e a maturidade da Páscoa, o melhor dom que o Senhor Ressuscitado fez e continua a fazer à sua comunidade: o seu Espírito. Naquele dia ficou cheia de vida a comunidade cristã e começou a sua abertura missionária, animada pelo Espírito, pregando a mensagem de Cristo a todas as nações. Ao longo dos últimos séculos, este dia do Pentecostes vinha-se isolando, a pouco e pouco, convertendo-se em «Festa do Espírito Santo», e acrescentando-lhe, além disso, uma oitava, como a das grandes festas. A reforma do calendário corrigiu esta tendência. Suprimiu a oitava (que alongava desnecessariamente a cinquentena e, sobretudo, deu ao Pentecostes o seu verdadeiro carácter de plenitude e de conclusão da Páscoa. Na colecta da Missa da Vigília diz-se: «Deus eterno e omnipotente, que na festa do Pentecostes completais os cinquenta dias do Mistério Pascal…» E o Prefácio: «Hoje manifestastes a plenitude do Mistério Pascal e sobre os filhos de adopção, unidos em comunhão admirável ao vosso Filho Unigénito, derramastes o Espírito Santo.» O Missal oferece duas missas: para a Vigília e para o Dia. As leituras, tanto do AT como do NT, e a rica eucologia, ajudam a entender o mistério do Espírito infundido à comunidade pelo Senhor Ressuscitado. Na Vigília, lê-se a cena de Babel com a sua dispersão de línguas (o contrário do Pentecostes, em que todos entendiam a partir da sua própria língua), a experiência do Sinai (cuja linguagem de fogo e vento serve a Lucas para descrever os efeitos do Espírito no Pentecostes), a visão de Ezequiel sobre os ossos que revivem, o anúncio de Joel de que o Espírito é infundido a jovens e adultos, uma página de Paulo que fala de como o Espírito anima a Igreja, e o Evangelho sobre a promessa de Jesus, de que nos dará o seu Espírito como corrente de água viva. Na Missa do Dia escutamos leituras, segundo o ciclo anual, em que ainda se centra mais o sentido do Pentecostes e a promessa de Cristo enviar o Espírito aos seus. É característica deste dia a «Sequência» Veni, Sancte Spiritus, atribuída ao arcebispo Langton, de Cantuária (século XIII). Além disso, «favoreça-se a celebração prolongada da Missa da Vigília, que não tem carácter baptismal como a Vigília da Páscoa, mas de oração intensa, segundo o exemplo dos Apóstolos e discípulos, que perseveravam unânimes em oração juntamente com Maria, a Mãe de Jesus, esperando a vinda do Espírito Santo» (CFP 107; EDREL 3217). Os textos para este Vigília estão nas edições novas do Missal Romano.


Boletim Vilarinho nº270  
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