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Ediçaõ 14 l Distribuição Gratuita

FÉRIAS

Viajar ou curtir as férias em casa com a criançada?

GESTANTE NA MODA

Look para o dia a dia!

BRINQUEDOS

Você sabe como prevenir acidentes com brinquedos?

TELEVISÃO

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• EDITORIAL

EXPEDIENTE PUBLICIDADE E PROPAGANDA Juliandre Ferrari Ferreira Michel Ferrari Lopes PROJETO GRÁFICO E EDITORAÇÃO Márcio Miguel Alves Paulo Mattiuzzo COMERCIAL Michele Ferrari Lopes

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JORNALISTA RESPONSÁVEL Carlos J. F. Gomes (Mtb: 32.170) TIRAGEM: 18.000 exemplares Qualquer reprodução depende de autorização. Cópia é crime.

O conteúdo das matérias assinadas são de inteira responsabilidade dos autores, não refletindo necessariamente a opinião da Revista Mais Vigor.

EDITORIAL

Rua Benjamin Constant, 109 - Centro - Jundiaí/SP - CEP: 13.201-046 contato@maisvigor.com.br - www.vigorkids.com.br - Tel.: 11 4522.7561 - Cel.: 11 97216.3682

s férias escolares chegaram! Agora é tempo de curtir o inverno com a criançada e aproveitar os tão esperados dias de descanso. Para quem pretende viajar, a edição deste mês traz dicas importantes para auxiliar os papais de primeira viagem a escolherem destinos adequados para agradar adultos e crianças. Por outro lado, para quem tem intenção de ficar em casa, as páginas seguintes trazem sugestões de atividades bacanas para curtir com os pequenos. No mês das férias, vale ficar atento às novidades para fugir da rotina e tirar as crianças da frente da TV. Falando nisso, você faz ideia de quantas horas seus filhos passam assistindo TV? Já parou para pensar se a programação é adequada à faixa etária dos pequenos? A edição deste mês também traz um alerta sobre como o conteúdo televisivo pode influenciar o comportamento das crianças. Já que muitos pequenos irão passar o mês de julho em casa, trazemos um artigo sobre os brinquedos adequados a cada faixa etária. Você sabe se existe brinquedo certo para cada idade? Os especialistas explicam esse e outros assuntos em detalhes. Boa leitura!

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DR. ELZO GARCIA Crescimento no primeiro ano de vida FÉRIAS Viajar ou curtir as férias em casa com a criançada? GESTANTE NA MODA Look para o dia a dia! CLÍNICA SABER O que é dislexia? THIANA GERAR E NASCER A importância da doula para mãe o bebe PSICÓLOGO SIDNEI Férias escolar: O que fazer com os filhos! DRA. ERÔ NUTRICIONISTA Alimentação na Gestação BRINQUEDOS Você sabe como prevenir acidentes com brinquedos? MENU DE COMPRAS TELEVISÃO Seu filho assiste TV de mais?

Foto Capa


Imagem ilustrativa


• PEDIATRIA

Crescimento no primeiro ano de vida Por: Dr. Elzo Garcia Jr. CRM 88.576 Pediatria Neonatologista

peso do nascimento do RN (recém nascido) representa, em última análise, o resultado da gestação. O peso médio do nascimento um bebê ao nascer é 3 quilos e 300 gramas, com variações segundo o sexo de 150-200g os meninos pesando mais. São chamados RN de baixo peso todos RN que têm menos de 2500g ao nascer. Independente do peso do nascimento, os RN perdem aproximadamente 10% do peso do nascimento, trata-se de um fenômeno fisiológico de readaptação a um excesso de água, facilitador das necessidades de moldeamento para o nascimento. Quando falarmos em o que se pode esperar de aumento de peso ou estatura, estaremos falando em médias e não em um determinado indivíduo. Vale lembrar, neste momento, que as variações individuais dependem de constituição familiar; do meio-ambiente e de inúmeros outros fatores pessoais. O aumento de peso, mensal nos primeiros três meses (criança alimentada ao seio) será aproximadamente de 700 a 800g por mês, alcançando, portanto, um peso de 2500g além do peso do nascimento. No trimestre seguinte, o aumento esperado será de 600 a 800g por mês, portanto, o bebê terá duplicado o peso do nascimento ao alcançar 6 meses de idade. Desde então, o aumento de peso se tornará mais lento, perfazendo a média de 400 a 600g por mês até completar o primeiro ano de vida quando alcançará 10 a 12 kg, ou seja, triplicará o peso do nascimento.

assim sendo terá um comprimento de aproximadamente 74-75 cm.

O aumento da estatura Da mesma maneira que o aumento de peso, aumento da estatura é desenvolvido de forma muito individual, existem bebês que crescem centímetro a centímetro com enorme regularidade, no entanto alguns parecem que crescem aos pulos. No nascimento a média da estatura varia de 49 a 50 cm e ao completar o primeiro ano de vida a criança terá crescido em torno de 25 cm,

Como se Controla o Crescimento? Cada criança crescerá em peso e altura seguindo uma determinada curva de desenvolvimento, que constam de tabelas fornecidas normalmente pelo pediatra de seu bebê. Estas tabelas acompanham, mês a mês, a altura, o peso e a circunferência do crânio, especificadas para meninos e meninas. Isso nos permite acompanhar o ritmo de crescimento e se o desenvolvimento de seu filho é constante.

Qual Será a sua Altura Quando Crescer? É uma curiosidade muito natural de todos os pais, em saber quão alto será o seu filho quando crescer. Existe uma fórmula muito simples e que pode chegar bem próxima da altura futura de seu filho. Ela se baseia na estatura dos pais, e na diferença entre a altura adulta média de homens e mulheres, que é de mais ou menos 13 centímetros. Como fazer: 1) Para os meninos: Some a altura do pai e da mãe, adicione 13 centímetros, e divida por dois. Ao resultado obtido, some e subtraia 8 cm, assim você tem a faixa de altura máxima e mínima na qual estará seu filho. Por exemplo: se o papai mede 180 cm e a mamãe mede 165 cm, o cálculo será o seguinte: 180 + 165 = 345 + 13 = 358 : 2 = 179 (+8 e -8) = 171 cm a 187 cm 2) Para as meninas: Some a altura do pai e da mãe, subtraia 13 centímetros, e divida por dois. Ao resultado obtido, some e subtraia 8 cm, assim você tem a faixa de altura máxima e mínima na qual estará sua filha. Por exemplo: se o papai mede 180 cm e a mamãe mede 165 cm, o cálculo será o seguinte: 180 + 165 = 345 - 13 = 332 : 2 = 166 (+8 e -8) = 158 cm a 174 cm

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• FÉRIAS

o universo infantil, o mês de julho se resume em duas palavras: férias escolares! Contudo, os tão esperados dias de descanso podem ser ocupados com momentos de lazer, mas também com horas de puro tédio para a criançada. Afinal, o que os pequenos menos querem é ficar parados durante o inverno. Portanto, os pais têm mais uma tarefa pela frente: planejar com carinho os dias de férias dos filhotes. Para quem pretende viajar, o primeiro desafio está na escolha do destino. Bebês e crianças pequenas exigem cuidados especiais, principalmente no que se refere às condições climáticas e à infraestrutura. Alguns hotéis dispõem de berços e outras comodidades para quem passeia com filho, como local para amamentação e fraldário. Procure saber sobre todas as atrações turísticas do local: parques, playgrounds, exposições, teatros, museus, praias e zoológicos. Afinal, é preciso sempre ter em mente um segundo plano: se chover e não der para fazer um piquenique a céu aberto, por exemplo, os pais podem levar os filhos para assistir a uma peça de teatro infantil. Se a criança já for um pouco maior, convide-a a opinar sobre a programação da viagem, perguntando que tipo de atividades gostaria de fazer. Na medida do possível, tente atender a algumas sugestões dos pequenos: isso fará com que eles participem do roteiro com mais entusiasmo. Cruzeiros costumam ser bastante procurados pelas famílias, justamente por oferecerem uma programação infantil recheada de atividades – o mesmo ocorre com os hotéis fazenda, que possuem monitores treinados para lidar com o público kids. Caso os pais prefiram uma viagem ao exterior, voar para Orlando (Flórida), certamente fará com que as férias escolares sejam inesquecíveis, já que os parques de diversão da Disney e arredores possuem atrações para todas as idades. Nesse caso, é preciso reservar o voo com antecedência, para que a família consiga se acomodar em assentos próximos. Crianças de até dois anos de idade normalmente não pagam passagem aérea ou ganham descontos vantajosos quando viajam no colo de um adulto. Vale a pena pesquisar os preços nos sites das companhias aéreas ou consultar um agente de viagens para fechar o melhor negócio. Uma dica infalível para os pais é colocar-se no lugar da criança: se fazer um voo com muitas

escalas pode ser cansativo demais até para um adulto, imagine como essa viagem pode ser enfadonha para as crianças. Os pais devem ficar atentos a todos os detalhes: desde a alimentação preferir alimentos saudáveis do que fast food ou junkie food é sempre a melhor opção, além da necessidade de descanso e de entretenimento. Os papais e mamães de primeira viagem precisam se lembrar de colocar na bagagem de mão os remédios de uso diário, brinquedos pequenos e bichos de pelúcia. Já para quem vai viajar de carro, o ideal é fazer pausas a cada duas horas de viagem, para que a criança não fique cansada ou enjoada. Coloque um filme no DVD player do carro ou uma música agitada para entreter a criança. Leve bastante água, frutas e alimentos saudáveis. Nas pausas durante o trajeto, dê algumas voltas ao redor do veículo para esticar as pernas. Aproveite para trocar as fraldas e incentivar a criança a utilizar o sanitário – afinal, nunca se sabe quando será a próxima parada. Porém, nem todos os pais conseguem tirar férias do trabalho no mesmo mês que as crianças. Nesse caso, a solução é planejar atividades em locais próximos ou de fácil acesso e pensar em novas possibilidades para entreter os pequenos. Durante a semana, levar as crianças a um parquinho ou ao shopping pode ser uma ótima alternativa. A sugestão é alugar filmes novos e procurar saber de jogos ou atividades que sejam novidade. Alguns pais caem no equívoco de achar que precisam gastar muito para fazer os filhos felizes. Isso nem sempre é verdade. Desfrutar dos recursos da cidade, como exposições, mostras, feiras e eventos gratuitos, pode ser uma alternativa viável e econômica. Vale a pena ficar por dentro da programação do município e das cidades vizinhas. Mas, quando aparentemente não tiver nada interessante para a criança fazer, a dica é convidar os amiguinhos da escola para brincar – certamente, as mães deles irão agradecer e também retribuirão o convite.

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• MODA GESTANTE

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efinida como um distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração. A dislexia e o distúrbio de maior incidência em sala de

aula. Ao contrário do que muitos pensam, a dislexia, não é o resultado de má alfabetização, desatenção, desmotivação, condição sócio-econômica ou baixa de QI. Ela é uma condição hereditária com algumas alterações genéticas. Apresentando ainda alterações no padrão neurológico. Muitas vezes, a criança apresenta condições intelectuais normais, porém poderá ler com deficiência e transformar ou deformar as palavras. É comum o dislexico apresentar algum déficit no domínio da ação, da motricidade, da organização têmporo-espacial, da capacidade de globalização no domínio do esquema corporal, na dominância lateral, podendo ser acrescentados distúrbios de atenção e memória. Sintomas a serem observados: • dificuldade para lembrar o nome das letras, números e cores • troca de sons e fonemas em letras como " T" e " D" - " F" e "V" - "G" e "Q" • confusão na hora de fazer cálculos • falhas de orientação temporal ( ontem/ amanhã) e espacial ( direita/ esquerda) • inversão e omissão de sílabas • aglutinações • dificuldade para desenvolver a fala • distúrbio do sono • tendência a hiper ou hipoatividade • velocidade de leitura lenta para idade - evita ler • dificuldade em aprender uma segunda língua

• cansaço ao ler, falta de interesse por livros • perda de linhas e palavras no texto • desfocamento, sonolência • irritabilidade, distração • apresenta maior desempenho em provas orais • enurese noturna • suscetível a alergias e infecções respiratórias • não consegue fazer auto correção • compreende melhor quando leem para ele • apresenta medo , tensão, febre, dores de barriga antes de provas • esquece de anotar, fazer trabalhos, copiar da lousa, pula pedaços • desorganizado, perde seus pertences com facilidade • apresenta " fama" de preguiçoso • dificuldade em amarrar e abotoar

• PSICOTERAPIA | PSICOPEDAGOGIA

O que é DISLEXIA?

Pais e professores fiquem atentos ao conjunto de sintomas apresentados façam as adequadas intervenções e encaminhamentos. Quanto antes essa criança for avaliada e tratada, maior o benefício para ela, para seu desempenho educacional, social e para família.

Clínica especializada em Psicoterapia e Psicopedagogia Rua Zuferey, 927 – Vila Progresso Fone: 11 4527.2319 E-mail: clinica@saber-ser.com

DISLEXIA

HEREDITÁRIA

DOENÇA NEUROLÓGICA

Pode afetar

APRENDIZAGEM

LEITURA

Pode ter incidência

CRIANÇAS

Pode ter incidência

ESCRITA

OUTRAS ÁREAS

ADULTOS

ESPECIALISTAS

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Psicopedagogos Fonoaudiólogos

Neurologistas Pediatras

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• DOULA | YOGA PARA GESTANTES

A importância da doula para a mãe e o bebê Por: Thiana Andreotti Ferrarezi Doula / Yoga para Gestantes Tel.: 11 96474 2090

A magia da doula está nas palavras, no toque, no olhar. Doular é doar-se para a mulher que está trazendo seu filho ao mundo! ntigamente, mães, irmãs e comadres eram doulas. Hoje, devido aos inúmeros atributos diários, já não são mais. Agora, são as doulas que se tornaram as mães de coração! A doula é uma profissional especializada no apoio à gestante durante o trabalho de parto e pós-parto. Ela não realiza procedimentos médicos, mas oferece apoio emocional e físico para a mulher em trabalho de parto, com métodos naturais para ajudar a aliviar dores e criar um ambiente acolhedor e seguro para que a mulher se sinta mais tranquila no momento do nascimento do filho. Ao escolher uma doula, a mulher deve permitir que essa profissional a conheça a fundo. O que as une é o sentimento de segurança. Assim, não deve existir nenhuma vergonha a respeito do corpo, de sentimentos ou de ideias. Doula desde 2011, Thiana Andreotti Ferrarezi já acompanhou mais de 30 nascimentos com médicos e parteiras, tanto em hospitais quanto em partos domiciliares. A profissional também acompanha a mulher durante a gestação e realiza encontros semanais no Espaço Materno, onde ensina gestantes e casais sobre a fisiologia

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do parto, como lidar com os medos e as expectativas, enfocando sempre na importância do parto natural e da participação do pai durante todo o processo. Localizado no Jardim Samambaia, o Espaço Materno oferece atendimento especializado para gestantes e mães, aulas de ioga, roda de mães com bebês, dança materna, pilates para gestantes, curso de preparação para o parto e cuidados com bebê, Shantala, Orientação e Apoio a Amamentação e atendimento de consultas com o pediatra humanizado Dr. Carlos Eduardo Corrêa. Em celebração à semana mundial em respeito ao nascimento, o Espaço Materno lançou a campanha Respeito ao Nascimento, em parceria com a Evolui Produções Artísticas e a fotógrafa Monica Hetti. No site www.respeitoaonascimento.com.br, muitas mulheres contam as histórias de seus partos. Coordenado pela doula Thiana Andreotti Ferrarezi, o Espaço Materno fica na Rua Giuseppe Franco 250, no Jardim Samambaia. Mais informações pelo telefone (11) 96474-2090 ou no site www.espacomaternojundiai.com.br.


• PSICOLOGIA

As férias da escola estão chegando! O que fazer com os filhos? Por: Sidinei Rolim Psicólogo Clínico CRP: 06/105109 Especialista em Terapia pela USP e Mestrando em Psicologia pela USP 11 9 7377-9607 E-mail: sidinei.rolim@usp.br

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s férias est��o chegando e muitos pais já ficam preocupados sobre o que fazer com os filhos nesse período. Nem sempre os pais conciliam suas férias com as crianças. Os problemas entre pais e filhos se tornam recorrentes, pois os estudantes ficam em casa sem nada para se ocupar... e fazendo o que os pais não gostam. As crianças tendem a ficar entediadas, irritadiças e manhosas, sem atividades estimulantes. Deixar a criança ociosa e depois ficar brigando se “o filho se comportou mal” não adianta nada. Os pais devem se prevenir de possíveis contratempos. O ideal é ocupar o tempo dos filhos com atividades diferentes, o que vira um desafio aos pais organizarem alternativas para que as crianças se divirtam sem altos custos. O primeiro passo é considerar o que seus filhos gostam realmente de fazer e gastariam o tempo deles nisso. É bom ouvi-los, pois o que os pais consideram como interessante nem sempre realmente é para os pequenos. Nessa conversa, podem surgir muitas ideias de atividades que ocupariam o tempo deles nas férias. A internet pode até auxiliar nessa busca de alternativas, porém ela não deve ser a única ocupação para as crianças durante esse período. Uma coisa é certa, os filhos precisam manter contato social. Há boas opções de colônias de férias, porém às vezes muito caras. As alternativas poderiam ser os pais se organizarem num rodízio, onde os filhos convidam seus amigos ou colegas de escola para passar um dia na casa um do outro para assistir filmes ou fazer uma “noite do pijama”. Aqueles que moram em condomínios fechados poderiam se organizar para que as crianças tenham atividades recreativas nas áreas comuns e assim não importunem os vizinhos. Outra possibilidade seria as crianças visitar os parentes (como avós e tios) e conhecer um pouco da história e tradições da família, além de brincar com primos da mesma idade, o que pode render recordações para vida toda. As crianças não deixam de ter suas responsabili-

" Os pais devem manter coerência e firmeza quanto às regras, sem ceder às investidas e “preguiça” dos filhos. "

dades durante as férias. Elas podem ajudar com tarefas dentro de casa. É claro que esta ajuda depende da idade da criança. Os filhos menores devem ajudar a manter o quarto organizado e os brinquedos guardados, após seu uso; os mais velhos podem até ajudar com afazeres domésticos. Os pais devem manter coerência e firmeza quanto às regras, sem ceder às investidas e “preguiça” dos filhos. Por fim, pai e mãe nunca entram de férias. As atividades de fim de semana podem ficar por conta dos pais para que os filhos não se sintam abandonados. A família pode sair um pouco da rotina e se reunir num piquenique, churrasco, passeio ao parque, caminhadas, soltar pipa ou andar de bicicleta. Os pais tem a oportunidade para conversar com os filhos e ressaltar as qualidades, atitudes e comportamentos da criança que gostam de vê-los engajados. Sejam gratos pelo que os filhos fazem mesmo que ache que não é mais que obrigação deles fazerem. Os pais devem mostrar seu afeto aos filhos com mais frequência. Muitas das alternativas listadas aqui podem ser distante da realidade familiar, quando há falta de diálogo entre pais e filhos, falta de interesse e motivação para atividades, falta de amigos, descumprimento de regras e limites, brigas entre irmãos, etc. Cada família tem suas características, porém em muitos casos é interessante uma intervenção profissional para ajudar com que as famílias sejam mais felizes, unidas e harmoniosas. Não deixe nunca entrar de férias o mais importante, que é demonstrar o quanto amamos aqueles que fazem parte de nossa vida e trazem brilho para ela.


• NUTRIÇÃO

Alimentação na gestação Por: Erodiade Maria Benetti Rodrigues Nutricionista CRN 5578

Av. Henrique Andres, 495 – Centro -Jundiaí – SP Fone : 11 4521.6826 urante a gestação, as exigências nutricionais das futuras mamães são maiores. Por isso, uma dieta equilibrada é fundamental para suprir a demanda nutricional da gestante e contribuir para um bom prognóstico da gestação, resultando em ganho de peso adequado para a mamãe e o bebê. Além da ingestão adequada de alimentos, também é necessário atentar para a correta absorção dos nutrientes. A escolha de alimentos, combinações e quantidades suficientes podem amenizar alguns sintomas como náuseas, vômitos, cefaléia (dor de cabeça) e azia. Diversos nutrientes ofertados nessa fase irão interferir na saúde ao longo da vida toda e prevenir complicações como: diabetes, problemas cardíacos, respiratórios, anemia, ruptura prematura da placenta, hipertensão arterial. A utilização de alimentos funcionais age de maneira profilática para diminuir os riscos de diabetes, hipertensão, prevenindo eclampsia e pré-eclampsia. As proteínas são responsáveis pelo desenvolvimento estrutural. O desequilíbrio entre o consumo de proteínas e o excesso de carboidratos pode ser responsável pelo excesso de peso, contribuindo, assim, para o aumento de pressão arterial, edema e excesso de peso. Todo organismo precisa de um equilíbrio entre ômegas 3, 6 e 9. Em nossa dieta habitual, prevalece ômega 6 (óleo de milho, girassol, soja). Entre as gestantes, há necessidade de aumentar as fontes de ômega 3 (semente de linhaça, oleaginosas, peixes do mar). Fontes de ômega 9 também devem estar presentes, em alimentos como: pinhão, azeite, oleaginosas. 34

Algumas dicas: • Evitar produtos industrializados, agrotóxicos e adoçantes artificiais. • Priorizar a ingestão de alimentos integrais. • Comer 5 porções de frutas por dia, 1 prato grande de vegetais coloridos por dia (ou mais), oleaginosas (castanhas, nozes, avelã). • Garantir fontes adequadas de proteínas: grãos em geral, ovos, carnes magras, peixes, iogurtes (para as gestantes intolerantes ao leite). • Praticar atividade física monitorada e individualizada. • Após o nascimento do bebê, a orientação nutricional deve incluir a preparação correta da mama e o conhecimento de técnicas de amamentação adequadas, uma vez que o leite materno é o único alimento considerado completo para criança até os 6 meses.


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ada vez mais, um número maior de crianças até 14 anos são atendidas em emergências hospitalares por lesões devido ao mau uso de bicicletas, skates ou patins. Ao comprar brinquedos desse tipo, é essencial equipar a criança com capacete, roupa refletiva, buzina, joelheiras, cotoveleiras e protetores de pulso. Antes de presentear seus filhos, os pais ou responsáveis devem ler com atenção as instruções contidas no manual, como as recomendações do fabricante sobre a faixa etária. A idade para manuseio do brinquedo é estipulada levando em consideração as habilidades cognitivas da criança, bem como os aspectos de segurança do brinquedo. Mesmo assim, a criança deve ser orientada quanto ao uso adequado do brinquedo. Até o local de guardar os artefatos é importante: escolher uma caixa específica, cuja tampa permaneça aberta em várias posições para evitar causar lesões pela queda da tampa sobre a criança, é uma medida preventiva importante. Outra dica é procurar brinquedos de construção robusta. Peças pequenas, como os olhos de animais de pelúcia, devem ser firmemente costuradas, e não somente coladas ou fixadas com grampos. Existe brinquedo certo para cada idade? Recém-nascidos a 1 ano de idade Os bebês são atraídos por brinquedos coloridos, como: tapetes de atividades, brinquedos para banho, bonecos macios, móbiles, livros de pano e chocalhos. 1 a 3 anos de idade Crianças dessa gostam de brinquedos como: livros, blocos, jogos de encaixar, bolas, jogos de puxar e empurrar, brinquedos que imitam painel

• PREVENÇÃO

Você sabe como prevenir acidentes com

de automóveis, telefones de brinquedo, brinquedos de bater e bonecos robustos. 3 a 5 anos de idade Nessa faixa etária, os pequenos gostam de testar sua força física. Por isso, os brinquedos mais adequados são: massas de modelar, instrumentos musicais, quadro negro e giz, martelo e bancada e brinquedos de transporte (triciclos, carros, caminhões). 5 a 9 anos de idade Essa fase é marcada por crianças mais criativas e ativas. Como já sabem escrever e manusear materiais, o ideal é investir em: cordas de pular, marionetes, livros, bicicletas, patins, jogos de mesa, equipamentos esportivos. 9 a 14 anos de idade Crianças dessa faixa etária já gostam de desenvolver hobbies e atividades científicas. Presentes apropriados incluem: computador, microscópio, jogos de mesa e de tabuleiro, equipamentos para esportes coletivos. Jogos eletrônicos são adequados para todas as idades, porém a principal preocupação com relação a esses brinquedos está na adequação do tema à capacidade crítica da criança.

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A psoríase é uma doença de pele NÃO CONTAGIOSA, que pode surgir em qualquer pessoa e em qualquer idade. De cada 100 pessoas, 3 são portadoras. A pele fica avermelhada, como uma alergia. Ela pode ser discreta como uma espinha, como pode se espalhar para o corpo todo. Hoje existem meios de se cuidar e viver bem com ela.

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PSORÍASE


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