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á consegue sentir o gostinho das férias chegando? Da brisa do mar? Do calor intenso? Bem, você não é o(a) único(a). As crianças também esperam ansiosamente pelas férias escolares para curtir os dias de sol. É aí que os pais de primeira viagem – e até mesmo os mais experientes – caem em um dilema: o que fazer para que os pequenos vivam momentos para serem lembrados? E aí, pais, já decidiram para onde vão levar a criançada nessas férias? Abusem da criatividade para sair da rotina. Para ajudá-los nessa tarefa, a edição da Vigor Kids & Teens que tem em mãos traz dicas para programar as férias da criançada. Afinal, não queremos que nada atrapalhe os momentos de lazer em família. Falando em imprevistos que possam quebrar o clima das férias, já pensou se o seu filho toma remédios à toa? Conversamos com o Dr. Elzo Garcia para saber mais sobre a questão, especificamente sobre o uso desnecessário de antibióticos. Faz ideia do quanto a automedicação pode ser perigosa? Depois de ler a nossa matéria sobre o assunto, você irá pensar duas vezes antes de pegar aquela cartelinha de comprimidos que acabou ficando na gaveta. E, antes que as férias de verão cheguem ao fim, vale a pena saber mais sobre o Transtorno Desafiador Opositivo. A Dra. Angélica Bizarro explica os sintomas da criança que se aborrece com facilidade e comumente se apresenta enraivecido, irritado, ressentido, rancoroso e com ideias de vingança. Deu para perceber que muita informação útil vem pela frente, certo? Boa leitura!

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CLÍNICA SABER Transtorno desafiador opositivo FÉRIAS Dicas para programar as férias das crianças DR. ELZO GARCIA Você toma antibióticos sem necessidade?

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Por: Dra. Angélica Bizzarro Proprietária da Clinica Saber Psicanalista/ Psicopedagoga Clínica Especialista em DGD- Formada na USP Fone: 4537.2319 Email: clinica@saber-ser.com

transtorno desafiador opositivo é como um padrão persistente de comportamento negativistas, hostis, desafiadores e desobedientes observados nas interações da criança com adultos e figuras de autoridade, como pais, tios, avós e professores. As principais características do TRANSTORNO DESAFIADOR OPOSITIVO são: frequente impaciência, discussões com adultos, desafio, recusa a obedecer solicitações ou regras, comportamento opositivo, indisciplina, perturbação e implicância com as pessoas, podendo responsabilizá-las pelos próprios erros. Ele se aborrece com facilidade e comumente se apresenta enraivecido, irritado, ressentido, mostrando-se rancoroso e com ideias de vingança. Os sintomas aparecem em vários ambientes; entretanto, é na sala de aula e em casa que eles podem ser mais bem observados. Tais sintomas devem causar prejuízo significativo nas vidas: social, acadêmica e ocupacional da criança ou do adolescente, é importante observar que no transtorno desafiador opositivo ainda não há sérias violações de normas sociais ou direitos alheios, como ocorre no transtorno de conduta. Estudos internacionais identificam esse diagnóstico em dois por cento a dezesseis por cento das crianças em idade escolar. Geralmente, o transtorno em seu início por volta de 4 anos, tendo mais ocorrência em meninos do que em meninas.

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Transtorno desafiador opositivo

Com frequência, essas crianças apresentam baixa autoestima, fraca tolerância as frustrações, humor deprimido, ataques de raiva, e possuem poucos amigos, pois são rejeitados pelos colegas, devido a seus comportamentos impulsivos, opositores e de desafio as regras sociais e as do grupo. O desempenho escolar pode ficar comprometido, e reprovações escolares são comuns. Esses jovens não participam de atividades em grupo, recusam-se a pedir ou aceitar ajuda dos professores e querem sempre solucionar seus problemas sozinhos. Essa criança pode apresentar comorbidades (outros transtornos comportamentais associados), sendo os mais prevalentes o transtorno de déficit de atenção hiperatividade, ou transtornos de aprendizagem, de humor e de ansiedade. Quando não tratado, o TRANSTORNO DESAFIADOR OPOSITIVO pode evoluir para o transtorno de conduta, o que ocorre em até setenta e cinco por cento dos casos de crianças com o diagnóstico inicial. Diante desse fato, diversos autores consideram o TRANSTORNO um antecedente evolutivo do transtorno de conduta. Sendo assim, o diagnóstico e o tratamento precoces podem exercer um importante papel preventivo com o cuidado e a melhora dos sintomas opositivos desafiadores. 9


• FÉRIAS

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Você toma antibióticos sem necessidade? pesar da venda de antibióticos ser feita somente mediante apresentação de prescrição médica, as pessoas costumam guardar uma cartelinha ou outra com comprimidos desse tipo, que alguém da família já tomou e acabou ficando na gaveta. Isso é um erro sério, porém muito comum, especialmente quando se trata de crianças. Muitas vezes, os pais não fazem ideia do quanto a automedicação pode ser perigosa. Mesmo que os sintomas da doença passada voltem a aparecer, como a febre, por exemplo, o antibiótico que ficou guardado nunca deve ser dado ao filho antes de consultar um especialista, já que existem várias fórmulas para combater a mesma doença e somen-

te um médico poderá avaliar e orientar a mais adequada. Os antibióticos possuem inúmeros efeitos colaterais, por isso, é preciso muita atenção ao tomá-los. A primeira regra de ouro a ser adotada é: os dias prescritos e o horário da dosagem devem ser seguidos rigorosamente. Imagine que, quando o horário está atrasado e o remédio tarda a chegar, a concentração do antibiótico no sangue diminui muito e alem de perder ou nao fazer efeito o corpo pode criar resistência ao medicamento. Os intervalos devem ser adequados, além da dose, que é calculada sempre em função do peso da criança. Cabe lembrar que doses pequenas demais podem não ser eficazes e altas concentrações do antibióti-


imagina já estar com a doença curada e suspende o medicamento, quando, na verdade, a carga microbiana apenas diminuiu no organismo, mas não foi totalmente eliminada. Esses mesmos micro-organismos que não foram eliminados podem fazer com que a pessoa fique doente novamente. Nos consultórios pediátricos, uma dúvida bastante comum é: existe outra forma de tratar doenças como infecções bacterianas sem o uso de antibióticos? A resposta é: não existe. Infecção por outros agentes, como viral e fungos, possuem outros tratamentos. Já as infecções bacterianas, somente são curadas com o uso de antibióticos, porem esta diferença deve ser sempre feita de forma racional, por um profissional medico habilitado para isto.

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co podem acarretar diversos efeitos colaterais. O antibiótico é prescrito por um tempo determinado e é muito importante que se respeite o ciclo do medicamento. A febre e os sintomas da doença devem amenizar entre 48 E 72 horas.Mas, se a mãe não obedecer aos dias e horários, a criança pode nao responder ao tratamento e muitas vezes pode ser necessaria a troca do antibiótico. Outro erro comum acontece quando o paciente percebe significativa melhora nos sintomas e interrompe o uso da medicação antes do prazo estipulado. Geralmente, o antibiótico é tomado de 7 a 10 dias, porem pode ser necessario umas poucas vezes chegar ate 21 dias de tratamento dependendo do quadro da criança. Às vezes, o paciente

Por: Dr. Elzo Garcia Jr. CRM 88.576 Pediatria Neonatologista

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