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LUANA VIEGAS MILETO portfolio de arquitetura e urbanismo


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“Um anacronismo é também se inspirar na pura técnica como valor expressivo; a técnica não possui valores expressivos em si mesma, mas apenas na eficiência do seu emprego. Quando a única virtude da técnica é o seu aspecto, a sua aparência, cai-se na decoração; (...) a novidade pela novidade, o estranho pelo estranho podem preencher os olhos, mas não a inteligência e o coração.”

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Lina Bo Bardi


Luana Viegas Mileto estudante de arquitetura e urbanismo nascimento Localização atual telefone E-mail

14/09/1995, Rio de Janeiro, Brasil Rio de Janeiro, Brasil +55 (21) 97233-1972 luvmileto@gmail.com

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Formações

Experiências

2015

início de graduação na faculdade de arquitetura e urbanismo da UFRJ

2013

início de graduação na escola de belas artes da UFRJ 2010-2012 formação de ensino médio e técnico - CEFET/RJ

janeiro 2019 - atualmente estagiária de projeto executivo Afonso Kuenerz Arquitetura dezembro 2018 publicação no livro Reflexões sobre o ensino integrado do projeto de arquitetura / 1 ed. -- Rio de Janeiro : Rio Books, 2018 março 2018 - dezembro 2018 monitora bolsista de teoria da arquitetura 1 ateliê integrado 1

Competências - Habilidades autocad revit autodesk sketchup pro + Vray photoshop CS6 illustrator CS6 indesign CS6 pacote office modelo físico desenho a mão

agosto 2017 - março 2018 estagiária empresa CASFS auxiliar cadista agosto 2017 - dezembro 2017 monitora de projeto arquitetônico 2 ateliê integrado 1 agosto 2017 trabalho selecionado para exposição do ateliê integrado I março 2017 trabalho voluntário projeto favela verde na comunidade da rocinha, auxiliando em diferentes funções como limpeza do sítio, plantio, pintura, junto a comunidade e outros volutários

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-Línguas português - língua materna francês - B1.3 Aliança Francesa inglês - Yes, 2011 espanhol - Cefet/RJ


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projetos acadĂŞmicos

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refúgio

Programa : Moradia para um professor universitário Localização : Ilha do Bom Jesus, RJ

concepção da forma arquitetônica 2 2016

O exercício tem como proposta uma habitação capaz de atender as demandas de um professor universitário da UFRJ. O terreno acidentado foi uma diretriz imporante para a concepção da forma, onde no nível da rua está a parte social da casa, enquanto no nível inferior a parte íntima e de atelier do potencial morador. Além disso, o declive possui uma vista privilegiada para Baía de Guanabara, portanto o refúgio urbano busca privilegiar essa visida, voltando todos os ambientes para o mar e gerando um pé direito duplo na área de trabalho que é o cerne da residência.

perspectiva modelo físico 10

interior do modelo físico e relação com terreno


planta nível +0.15

planta nível -3.15

perspectiva modelo físico 11


vila residencial

Programa : Vila residencial de uso misto Localização : Santo Cristo, RJ

projeto arquitetônico 1

O terreno localiza-se no Bairro do Santo Cristo, na Zona Portuária da cidade do Rio de Janeiro, entre a Rua Santo Cristo que apresenta edificações de caráter comercial e a Rua Comendador Leonardo predominantemente residencial. Portanto, adota-se o uso comercial voltado para a Santo Cristo, mas de forma que adentre a vila, tornando-a uma passagem viva. A tipologia dos galpões da região e lotes longitudinais foram uma das principais diretrizes adotadas no projeto, além da relação com a rua. A escolha da tipologia de casa pátio e os sheds amenizam a questão do conforto térmico e escassez de iluminação.

2016

perspectiva modelo físico 12

uso comercial em amarelo; residencial em roxo


fachada habitação

planta térreo

corte longitudinal habitação

planta do primeiro pavimento 13

habitação térreo e primeiro pavimento


edifício quintal

Programa : Edifício de uso misto (habitar + trabalhar) Localização : Av. Lobo Jr, Penha, RJ

projeto arquitetônico 3

A ideia primordial surge de uma visada do terreno e análise do sítio. A partir dela nota-se que os aspectos mais interessantes daquela região encontram-se reunidos em um único complexo: a favela. Com base nisso, o projeto aborda particularidades existentes e perdidas no processo infinito da construção desse organismo. Esse locus abriga uma diversidade de espaços e funções que, apesar de caóticos, são capazes de cumprir seu papel dentro de uma lógica interna. Da mesma forma que fisiologicamente um organismo só funciona através das interações entre suas estruturas, percebe-se um processo similar no que tange à arquitetura. Esse organismo, ao qual referido, nasce em um contexto complexo, onde a carência de espaços livres se faz presente, assim como uma cultura extremamente rodoviarista que submete os pedestres a velocidade dos carros.Por outro lado, esse mesmo sítio oferece também a vivência das casas suburbanas e seus quintais com um modo de vida menos acelerado: a conversa com o vizinho na calçada, a experiência da rua como extensão da casa, opondo-se ao que é oferecido nos grandes empreendimentos imobiliários que nascem diariamente. Sendo assim esse sistema busca interagir com seu contexto de maneiras diferentes, enfatizando mais as relações entre seus elementosa rquitetônicos do que eles próprios isoladamente. Portanto, afirma-se a heterogeneidade desse sistema, a diferença entre as escalas que se relacionam com o entorno e os usos de acordo com necessidades diferentes, assim possibilitando o convívio de usuários e atividades diversificados, conforme o programa proposto.

2017

perspectiva geral 14

implantação


perspectiva interna do pĂĄtio-quintal

conceito

modelo fĂ­sico

planta do tĂŠrreo e paisagismo 15


BB

perspectiva pátio quintal COPA ÁREA 13,70 m²

BANHEIRO ÁREA 3,80 m²

QUARTO 02

AA

ÁREA 11,60 m²

BANHEIRO ÁREA 4,20 m²

QUARTO 01

QUARTO 01

ÁREA 11,40 m²

ÁREA 11,40 m²

QUARTO 02

QUARTO 02

ÁREA 12,40 m²

ÁREA 13,20 m²

AA

BANHEIRO

BANHEIRO

ÁREA 4,20 m²

QUARTO 01

ÁREA 4,20 m²

VARANDA

VARANDA

ÁREA 3,20 m²

ÁREA 3,20 m²

ÁREA 12,10 m²

VARANDA ÁREA 3,20 m²

LOCAL DE TRABALHO +6.00

VARANDA

HALL ÁREA 19,00 m²

+4.00

CCP

CIRC COZINHA

ÁREA 2,60 m²

ÁREA 31,20 m²

ÁREA 6,50 m² 01 02 03

BB

BANHEIRO

ÁREA 3,30 m²

BANHEIRO

BANHEIRO

BANHEIRO

ÁREA 3,30 m²

04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16

ÁREA 3,30 m²

CC

VARANDA COLETIVA ÁREA 22,50 m²

SALA/ESCRITÓRIO

SALA/ESCRITÓRIO QUARTO/ESCRITÓRIO

QUARTO/ESCRITÓRIO

ÁREA 12,20 m²

QUARTO/ESCRITÓRIO

ÁREA 11,30 m²

ÁREA 8,60 m²

COZINHA

ÁREA 9,30 m²

03 02 01

ÁREA 14,90 m²

ÁREA 8,20 m²

04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16

ÁREA 3,50 m²

CC

COZINHA SALA/ESCRITÓRIO

ÁREA 7,40 m²

ÁREA 8,40 m²

VARANDA ÁREA 4,30 m²

6.00

7.50

2.50

5.00

VARANDA

5.00

5.00

32.35

AA

AA

BB HALL ÁREA 19,00 m²

corte Rua Bernardo de Figueiredo

+7.00

CCP

CIRC

ÁREA 2,60 m²

ÁREA 23,40 m²

BB

BANHEIRO ACESSÍVEL ÁREA 4,80 m²

BANHEIRO

COZINHA

ÁREA 3,30 m²

SALA/ESCRITÓRIO

CC

ÁREA 19,00 m²

ÁREA 7,40 m²

COZINHA

BANHEIRO

BANHEIRO

ÁREA 3,60 m²

ÁREA 3,50 m²

CC

ÁREA 9,80 m²

QUARTO/ESCRITÓRIO

SALA/ESCRITÓRIO

ÁREA 17,00 m²

QUARTO/ESCRITÓRIO ÁREA 9,30 m²

ÁREA 12,20 m²

COZINHA ÁREA 8,20 m²

SALA/ESCRITÓRIO ÁREA 12,20 m²

BANHEIRO

QUARTO/ESCRITÓRIO

QUARTO/ESCRITÓRIO

ÁREA 9,50 m²

ÁREA 21,20 m²

ÁREA 3,70 m²

VARANDA

VARANDA

ÁREA 4,70 m²

ÁREA 3,60 m²

10.20

7.70

7.50

5.00

AA

AA 31.35

BB HALL ÁREA 19,00 m²

+13.00

CCP

CIRC

ÁREA 2,60 m²

ÁREA 31,20 m²

COZINHA ÁREA 6,50 m²

SALA/ESCRITÓRIO

BANHEIRO

ÁREA 10,80 m²

ÁREA 3,30 m²

BANHEIRO

COZINHA

ÁREA 3,60 m²

LAVABO

BANHEIRO

BANHEIRO

ÁREA 2,30 m²

ÁREA 3,70 m²

ÁREA 3,50 m²

ÁREA 7,40 m²

CC

CC

QUARTO/ESCRITÓRIO ÁREA 9,80 m²

COZINHA SALA/ESCRITÓRIO

ÁREA 6,50 m²

ÁREA 12,20 m²

QUARTO/ESCRITÓRIO SALA/ESCRITÓRIO

QUARTO/ESCRITÓRIO

ÁREA 7,10 m²

QUARTO/ESCRITÓRIO

ÁREA 8,60 m²

ÁREA 9,10 m²

QUARTO/ESCRITÓRIO

COZINHA ÁREA 7,20 m²

ÁREA 7,80 m²

ÁREA 9,50 m²

SALA/ESCRITÓRIO ÁREA 12,00 m²

VARANDA ÁREA 2,30 m²

6.00

7.50

10.15

5.00

32.35

BB

16


detalhamento

conceito

corte Av. Lobo Jr

17


perspectiva fachada principal

18


plano de plantio

modelo físico detalhe fachada

PLANO DE PLANTIO escala 1/250

JACARANDA MIMOSIFOLIA (JACARANDÁ MIMOSO) Família: Bignoniaceae Clima: tropical e subtropical Flores: primavera Altura: 8 a 15m Luminosidade: sol pleno

HANDROANTHUS ROSEO-ALBUS (IPÊ BRANCO) Família: Bignoniaceae Clima: tropical Flores: junho a outubro Altura: 7 a 16m Luminosidade: sol pleno

MYRCIARIA CAULIFLORA (JABUTICABA) Família: Myrtaceae Clima: tropical e subtropical Frutos: setembro a dezembro Altura: 3 a 6m Luminosidade: sol pleno; meia sombra EUGENIA UNIFLORA (PITANGA) Família: Myrtaceae Clima: ameno a tropical Frutos: primavera/verão Altura: 6 a 12m Luminosidade: sol pleno; meia sombra

SPATHIPHYLLUM WALLISII LÍRIO DA PAZ Família: Araceae Clima: equatorial, subtropical e tropical Altura: 40 a 60 cm Luminosidade: meia sombra

PHILODENDRON XANADU XANADU Família: Araceae Clima: equatorial, subtropical e tropical Altura: 60 a 90 cm; 90 a 1,20 m Luminosidade: luz difusa; meia sombra

ALCANTAREA IMPERIALIS BROMÉLIA IMPERIAL Família: Bromeliaceae Clima: equatorial, subtropical e tropica Altura: 90 cm a 1,20 m Luminosidade: meia sombra; sol pleno

GUSMANIA DENISE BROMÉLIA Família: Bromeliaceae Clima: tropical Altura: 40 cm Luminosidade: meia sombra

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expansão do território educativo

Programa : Escola Localização : Bairro da Ribeira, Ilha do Governador, RJ

projeto arquitetônico 3 2018 “A escola tem se mostrado muitas vezes incapaz de articular a complexidade do mundo atual” (Giselle Arteiro, Vera Tângari, Paulo Rheingantz, Do espaço escolar ao território educativo, pg 18).

conceito

modelo tradicional escolar circulação + salas

“A cidade é como uma casa grande e a casa, por sua vez, é como uma cidade pequena”, a partir dessa citação de Alberti é possível traduzir as diretrizes do projeto, ainda que seja no âmbito escolar. Torna-se necessária a reflexão do programa escola e como o modelo arcaico que vem se perpetuando até os dias atuais pode estar relacionado às questões da sociedade em que vivemos. Conforme proposto, foi estudada a região da Ribeira, com ênfase na Praia do Jequiá, por apresentar um potencial no que se refere a paisagem e a história local. Trata-se de uma orla com boas visadas, que abriga diversas tipologias urbanas, uma escola de uso privado e não oferece equipamentos públicos aos moradores.

adaptação do modelo versatilidade + possibilidades

rompimento modelo expansibilidade + adaptabilidade

Portanto, a proposta de implantação da escola, a revitalização da orla e da praça (colônia de pescadores z-10)incorporam a ideia de articular o território educativo. Além disso, desenvolveu-se uma estrutura modular articulada por um “corredor aberto” com capacidade de adaptação a diversos terrenos no bairro e também potencial expansivo, ou seja pode ser replicada conforme a demanda do programa.

implantação na baía; píer como continuação da rua

estudo modelo físico 20


perspectiva pier escolar

perspectivaPLANTA pátio TERREO de aula

possibilidades de implantação 21


corte proposta de intervenção orla

perspectiva geral

22


HALL DE ACESSO 18,00m²

COZINHA 23,10m²

REFEITÓRIO 36,00m²

SECRETÁRIA 23,10m²

SALA DE AULA 36,00m²

HALL DE ESPERA 12,00m²

SALA DE AULA 36,00m²

SALA DE AULA 36,00m²

COPA 6,70m²

SALA DE AULA 36,00m²

SALA DE AULA 36,00m²

BANHEIRO 5,00m²

DIREÇÃO 23,10m²

SALA DE AULA 36,00m²

BANHEIRO 17,55m²

SALA MULTIUSO 36,00m²

BANHEIRO 17,55m²

SALA DE AULA 36,00m²

SALA DE AULA 36,00m²

BANHEIRO 17,55m²

COPA 6,70m²

BANHEIRO 17,55m² SALA DE AULA 36,00m²

BANHEIRO 5,00m²

SALA DOS PROF 23,10m²

esquema módulo 23


edifício memória projeto arquitetônico 4 Programa : Edifício de uso corporativo Localização : Av. Presidente Antonio Carlos, Centro, RJ

2018 “Fisicamente, habitamos um espaço, mas, sentimentalmente, somos habitados por uma memória. ” José Saramago

O terreno está localizado na região central da cidade, na Avenida Presidente Antonio Carlos região que abrigava o Morro do Castelo. Uma zona com potencial, mas que ainda assim não apresenta muita vivacidade. A carência de equipamentos e atrativos alia-se a uma escala monumental dos ministérios tornando o lugar uma constante passagem. A concepção do projeto nasce a partir de uma demanda programática de um complexo de uso majoritariamente corporativo, aliado a outros espaços. Assim, o processo projetual começa a partir do “empilhamento” de programas diversificados e criação de possíveis fluxos, a fim de potencializar a condição atual do sítio. O centro do terreno foi compreendido como o articulador das outras duas partes, ele conecta os edifícios através do primeiro pavimento, além de abrigar um pátio no térreo conectado às circulações de serviço dos dois edifícios. A plástica dos edifícios buscou aliar-se a compreensão do entorno, priorizando a vista da Santa casa e da Baía de Guanabara. Dessa maneira cria-se um escalonamento aproveitando as lajes para usos diversos, como área externa de alimentação e de uma academia, fazendo também alusão a topgrafia do Morro destruído, a fim de manter a memória local.

implantação

perspectiva geral 24


PERSPECTIVA DA PLACA

estudo modelo fĂ­sico

perspectiva interna 25


diagrama de usos

alimentação corporativo exposição

biblioteca

pátio lojas quadras poliesportivas

academia

cinema

26


fachada principal

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parque leopoldina projeto urbano 1 2018

Programa : Proposta de loteamento urbano Localização : Estação Leopoldina, Centro, RJ

PARQUE LEOPOLDINA

“A cidade se embebe como uma esponja dessa onda que reui das recordações e se dilata(...) Mas a cidade nao conta o seu passado, ela o contém como as linhas da mão... cada segmento riscado.” Ítalo Calvino recorte estudado

OPOLDINA

recorte estudado

ruptura das vias locais

terrenno de intervenção

diagrama conceitual de linhas

região como ponto de convergência na cidade

ruptura das vias locais

terrenno de intervenção

região como ponto de convergência na cidade

diagrama conceitual de linhas

linhas do terreno

linhas do terreno

perspectiva geral 28

O recorte estudado foi entendido como um ponto de união, para onde diversas linhas da cidade se convergem. Em função desse grande fluxo e de sua posição o terreno apresenta uma vocação para abrigar equipamentos, serviços e usos que podem servir tanto para uma escala local quanto para uma escala metropolitana. O tratamento das bordas foi ponto de partida para o projeto, que entende o parque linear como oportunidade de uso e ocupação do terreno entendendo e valorizando a paisagem local e da cidade como um todo. Este, serve de ponto intermediário entre a Quinta da Boa Vista e o Campo de Santana, ambos pulmões da cidade. O tratamento das margens dessa forma permite também que haja a conexão do sitio com seu entorno que ganha um novo aspecto, menos duro e hostil, criando uxo de pedestres para o centro do terreno e para as proprias bordas. Aqui o parque aparece também como meio para uma nova interação do usuario com a cidade. O projeto leva em conta também as pré existências do local. A Leopoldina é integrada ao projeto se conectando ao parque e ao centro cultural, ja a vila mimosa é acolhida por meio da escala dos edifícios próximos à ela e pelo parque, que aparece de novo como grande conector do projeto. A linha vermelha funciona aqui como divisora sem ser, contudo, algo que segregue. À sombra dela é criada uma ciclovia e calçadas que servem de apoio aos edicos comerciais a emolduram, além disso marcam um dos principais uxos do terreno.


Ciclovias Pedestres

0

VLT

Centro cultural

Escola Corpo de bombeiros B

UPA

Usina de reciclagem

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Diagrama de usos

Conexões Conexões

Fluxos Fluxos

VLT VLT

Serviço e comercial

Misto

Serviço

Habitacional

Cultural

Parque

Conexões metropolitanas Conexões metropolitanas Abertura de vias Abertura de vias Travessias favorecidas Travessias favorecidas

Veículos Veículos Ciclovias Ciclovias Pedestres Pedestres

Aspectos naturais

30


Ampliação área do parque

Ciclovia

Deck

Margem

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LUANA VIEGAS MILETO arquitetura e urbanismo

contato tel: +55 (21) 97233-1972 email: luvmileto@gmail.com

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Profile for Luana Viegas Mileto

PORTFOLIO Luana Viegas Mileto  

Portfolio de projetos acadêmicos de arquitetura e urbanismo da UFRJ 2019

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