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junho/julho 2011 nº 206

O céu é o limite Atividades fora de sala são fundamentais para ampliar o conhecimento dos alunos Alunos de Física participam do Clube da Astronomia

Confira o Calendário Acadêmico do 2° semestre de 2011 no site www.pucpr.br. As aulas iniciam no dia 25 de julho.


João Borges

índice

Alunos dos cursos de Nutrição, Educação Física e Medicina da PUCPR participaram do 1º Dia do Coração, realizado em maio na Praça Rui Barbosa, em comemoração aos 131 anos da Santa Casa de Curitiba. Durante o evento, a população fez gratuitamente exames como teste de glicemia, aferição da pressão arterial, avaliação nutricional, Índice de Massa Corporal (IMC), força, flexibilidade e percentual de gordura

08 Filhos da PUC

Designer que projetou o Ligeirão é curitibano e ex-aluno da PUCPR

18 DNA

Pesquisa da PUCPR de válvulas cardíacas é destque internacional

Sempre aqui 6. Se eu soubesse 20. Drops

12 Capa

Professores apostam nas atividades fora de sala para ampliar o conhecimento dos alunos

22 REPORTAGEM

Hospital Universitário Cajuru lança Campanha de Conscientização e Prevenção de Acidentes com Cães

22. Reportagem 33. Programação 34. O que faz a sua cabeça?


editorial “Nem só de pão vive o homem”, ensina-nos o Evangelho. Ouso parafrasear a mensagem bíblica com a expressão “nem só de sala de aula vive um estudante” e, mais ainda, “nem só de sala de aula se constrói uma boa escola”. Se a tradição clássica, nascida nos tempos dos filósofos gregos, considerava de menor valor as atividades práticas, concedendo apenas às “tarefas do espírito” a riqueza do conhecimento, hoje não podemos mais pensar desse modo. Com efeito, nas últimas décadas, desenvolveu-se entre os educadores a compreensão mais clara de que a teoria deve vir acompanhada da prática. É neste sentido que a UNESCO, por exemplo, afirma que duas das mais importantes dimensões da educação são o “aprender a aprender” e o “aprender a fazer” (as outras duas são o “aprender a conviver” e o “aprender a ser”, de valor igualmente inestimável). De fato, a educação não pode apenas encher cabeças, mas também preparar as mãos do aprendiz, para que ele consiga fazer do conhecimento um meio concreto de transformar a sociedade e de construir um mundo melhor. Nesta perspectiva, a educação oferecida pela PUCPR corresponde

a este empenho de toda a instituição em ultrapassar as paredes da sala de aula. As aulas teóricas são importantes, devo sublinhar este ponto; mas, a aprendizagem que se inicia na sala de aula não deve ali ficar aprisionada. Por essa razão, os alunos são constantemente estimulados a “aprender a fazer”, isto é, a colocar a mão na massa, transformando a aprendizagem teórica em aplicação prática. Daí a importância dos laboratórios, dos escritórios de aplicação, das aulas práticas, dos campos de aprendizagem aplicativa, como os Hospitais, as Clínicas, os campos de estágio, etc. Quero ressaltar aqui a sabedoria da expressão memorável de Benjamin Franklin, que resume a questão: “Diz-me e o esqueço, ensina-me e o recordo, envolve-me e o aprendo”. Nesta edição de Vida Universitária, você vai conhecer mais sobre a dimensão prática da aprendizagem oferecida pela PUCPR. Faço votos de que a leitura o estimule ainda mais a aproveitar ao máximo as inúmeras oportunidades que a instituição oferece para a sua formação integral. Clemente Ivo Juliatto Reitor

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expediente Vida Universitária é uma publicação Mensal da Editora Ruah*, sob licença da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Registrada sob o nº 01, do livro B, de Pessoas Jurídicas, do 4º Ofício de Registro de Títulos, em 30/12/85 - Curitiba, Paraná Editor Luís Fernando Carneiro Redação Vanessa Cunha Editor de Arte Mariane Esberard Atendimento Kelly Gequelim Skrzypietz Foto capa Julio Covello

Grão-Chanceler Dom Moacyr José Vitti Reitor Clemente Ivo Juliatto Vice-reitor Paulo Otávio Mussi Augusto Pró-reitor Acadêmico Eduardo Damião da Silva Pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação Waldemiro Gremski Pró-reitor Comunitário Ricardo Tescarolo Pró-reitor Administrativo e de Desenvolvimento Nelio Mauro Aguirre de Castro PUCPR Rua Imaculada Conceição, 1155 - 2º andar Prado Velho - Curitiba - Paraná Caixa Postal 17.315 - CEP: 83.215-901 Fone: (41) 3271-1515 www.pucpr.br Tiragem 15.000 exemplares

Editora Ruah* Rua Casemiro José Marques de Abreu, 706. Ahú. Cep 82.200-130 Curitiba. Paraná. (41) 3018-8805 www.editoraruah.com.br Para anunciar, ligue: (41) 3018-8805 Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução sem autorização prévia e escrita. Todas as opiniões são de responsabilidade dos respectivos autores.


Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

um toque

Hussein Omairy Neto, Gerente de RH

& Assuntos Corporativos do Grupo Ouro Verde

O valor da amizade

Se eu soubesse que nos tempos

de faculdade que teria contato com uma grande empresa com gestão administrativa e moderna, teria entrado em mais programas de estágio e de trainee que empresas como essas oferecem.

Livro: O menino do pijama listrado Editora: Cia. Das Letras Quem indica: Rúbia Lima, do 5º período de Direito da PUCPR.

Qual a história do livro?

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O livro conta uma história sobre o Holocausto. Lá um dos generais se muda com a família para tomar conta de um campo de concentração no interior. Já seu filho, que ainda é criança, vê pela janela os judeus presos e o que lhe chama a atenção é que todos usam a mesma roupa listrada. Através da cerca, ele acaba fazendo amizade com um menino que está dentro do campo e começa a levar comida e tentar ajudar seu amigo, que lhe conta as dificuldades que passa ali dentro. Um dia, ele consegue entrar no campo para brincar.

O que aprendeu com o livro? A história é triste, mas com ela aprendi que, apesar de todo o sofrimento que a guerra causa, também pode acabar unindo as pessoas. Além disso, podemos aprender que todo mal que se faz acaba voltando para nós mesmos.

Uma curiosidade... O livro, que se tornou um best-seller, vendeu mais de 5 milhões de cópias e ganhou uma versão para o cinema em 2008. Algumas fontes destacam que o autor John Boyne escreveu a obra em apenas dois dias.

Divulgação

Se eu soubesse que todos têm um

propósito na vida, um talento único que pode ser dado a serviço dos outros ou de uma organização, teria buscado descobrir o meu próprio talento mais rapidamente.

Se eu soubesse que a tarefa de

descobrir este talento não é fácil, que o presente é uma consequência do nosso passado e que a responsabilidade sobre o dia de hoje é inteiramente nossa, teria experimentado mais, arriscado mais. Vivenciei situações e desafios em diferentes atividades, empresas, cidades, países e culturas, mas aproveitaria mais intensamente todas oportunidades que me fosse permitido ter contato.

Se eu soubesse que um pouco de

filosofia não faz mal a ninguém e que o autoconhecimento é valioso, teria buscado este conhecimento antes. Hoje, experimento um momento de grande realização profissional e pessoal. A experiência em empresa familiar me ajudou muito para o meu crescimento no mercado corporativo. Isso me faz crer que, na vida, não há regras que determinem o que é certo ou errado para alguém. Importa o que fazemos agora para colhermos no futuro.


filhos da puc

O pai do ligeirão O Ligeirão, que começou a circular em Curitiba em abril, foi desenvolvido pelo designer curitibano Leônidas José Fleith. Ele é formado em Desenho Industrial pela PUCPR e nos conta um pouco sobre a sua trajetória. Por Sandra Santos

Como se deu o início da sua carreira nessa área? Você já começou atuando com projetos para transporte?

Valdecir Galor/SMCS

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O interesse começou muito cedo, ainda no ferro velho do meu pai. Entender o que tinha e fazia parte de detalhes de cabines de caminhões e carros velhos. Logo tive a oportunidade de ingressar em uma empresa de fibra de vidro, que desenvolvia cabines leitos para caminhões, cabines de colheitadeiras e uma van em cima de um chassi da GM. Para quem era apaixonado por carros, como eu, tinha acabado de encontrar saída para buscar outros desafios dentro do ramo de transporte.


Arquivo pessoal

as devidas proporções, quando se faz uma analogia à essência do produto ônibus urbano. O resultado final foi recompensador. No design externo criamos um produto atraente que se destaca pela inclinação acentuada da coluna dianteira, teto negro e na descendente, lateral limpa, que transmite dinamismo, grande área envidraçada e a traseira que segue o mesmo raciocínio: inovação e originalidade.

Leônidas com o prefeito Luciano Ducci e o maior ônibus do mundo

Você trabalha como designer de transporte há 25 anos. O que o levou a se especializar em ônibus? Logo quando me formei em 92, recebi um convite para mudar de produto e cidade. Fui para Joinville e me realizei com o produto ônibus, pois, tudo o que você desenvolve hoje, amanhã pode estar passando à sua frente devido à velocidade em dar resposta ao mercado. Em 12 anos de Joinville, além dos ônibus, tive a oportunidade de trabalhar em outros projetos, como da área naval (iates) e desenvolver um carro em minha casa. Na realidade seria dentro de casa, fato inusitado foi de ter que quebrar a parede da sala para tirá-lo.

Qual a influência da PUCPR na sua carreira? Já no primeiro trabalho com carteira assinada entrei no curso de Desenho Industrial da PUCPR e devo muito a essa universidade. Acredito ter sido meu divisor de águas em relação à profissão. Lembro ainda hoje das aulas repentinas dadas por Jaime Lerner sobre ”Lixo que não é lixo”, entre outras, e de um trabalho individual em que tive a possibilidade de fazer todo o interior de um fusca na maquetaria destinada aos futuros arquitetos e designers. Má-

quinas, materiais, tudo a disposição. Sauda des, usava muito.

Como foi a experiência de projetar um ônibus considerado o maior do mundo? Qual o principal desafio? Após a definição do design, a que respondo na empresa, a equipe de engenheira e desenvolvimento da Neobus começou a conceber o projeto buscando soluções sustentáveis para o deslocamento das pessoas, adoção de novas tecnologias, atributos dimensionais, chassi Volvo/ carroceria Neobus, que o fizeram “O MAIOR ÔNIBUS DO MUNDO”.

Em que você se inspirou para desenvolver o design do Ligeirão? Há quatro anos trabalhamos de forma conceitual em design criando tendências novas, diferentes, impactantes e que agreguem esteticamente o apelo de atrair pessoas para dentro do ônibus. Fruto em criar um diferencial no mercado para veículos tipo BRTs. O briefing inicial foi dado pela diretoria executiva da Neobus. Criar um novo conceito que expressasse a evolução do mundo ônibus no Brasil. Aí veio a inspiração ao encontro do fascínio que temos com os trens de alta velocidade (TGV testa negra), talvez uma forma de homenagear essas máquinas maravilhosas, guardadas

No Design interno tudo contribui para valorizar o posto do motorista, beleza, isolamento, habitáculo amplo e acolhedor, visibilidade imediata de todos os mostradores e nos espelhos internos e externos. Experiência única em poder dirigi-lo (o ônibus) de forma agradável e sem estresse. O salão corresponde à ideia de amplitude, tanto pela sua altura, largura e corredores internos, quanto pela área envidraçada, que transmite uma sensação de liberdade, aconchego e comodidade. Cores, texturas e local preparado também para propaganda revestem todo o interior.

Na sua opinião, qual foi o maior destaque desse projeto? O destaque maior foi quebrar paradigmas usuais de carros tradicionais urbanos, seja pelo design, conforto e acessibilidade. Nossa proposta foi criar uma imagem de produto moderno para que os próprios usuários enxergassem que o transporte público está diferente. E o empenho que todos tiveram para o sucesso deste projeto, em especial a forma como a Prefeitura (de Curitiba), a Urbs e os empresários do ramo abraçaram a causa, por mais uma inovação para a cidade.

Um trabalho de grande repercussão fora o do ligeirão? Fui premiado por duas vezes com o projeto “Raro,sedan de luxo” em uma mesma edição do Prêmio Quatro Rodas Design/Fiat 2007. Fato inédito na história do concurso. Entre os prêmios um carro zero Km na categoria profissional em design.

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Tecnologia

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Smartphones: use com moderação

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Em um mundo tão tecnológico, ter um smartphone é indispensável. No primeiro trimestre deste ano foram vendidos 427,8 milhões de dispositivos móveis de comunicação. Desses, 23,6% são smartphones - segmento que teve um aumento de 85% no número de unidades vendidas, alcançando quase 100,8 milhões no primeiro trimestre de 2011. O que fazer para não se tornar dependente dessa tecnologia? A jornalista formada pela PUCPR, Roberta Braga, explica.

Desde o ano passado uso um smartphone para o trabalho. Receber meus e-mails no celular facilita e agiliza muito meu trabalho. Consigo dar rápido retorno aos clientes, mesmo quando estou fora do escritório. Com o smartphone praticamente consigo trabalhar de qualquer lugar. O acesso à internet permite fazer pesquisas e consultar informações em minutos e o fato de poder acessar as redes sociais pelo celular faz com que eu possa atualizar meus perfis e saber o que está acontecendo na rede sempre em tempo real. Enfim, são muitas as funcionalidades de um smartphone. Entretanto, é preciso usá-lo com moderação. Esses aparelhos facilitam tanto nossa vida que podem rapidamente virar um vício. Eu, por exemplo, preciso me policiar para não ficar checando e-mails de trabalho à noite e nos finais de semana. Nas horas de folga, a regra é apenas usá-lo para o lazer: redes sociais, jogos, músicas e aplicativos estão liberados. E-mail corporativo: só de segunda à sexta. Seja para trabalho ou diversão, os smartphones são de grande utilidade. Eu, definitivamente, não consigo mais viver sem.

Professor, você tem blog? As redes sociais estão aí. Usá-las como fonte de informação e de relacionamento não é mais tarefa apenas dos alunos mais antenados. Chegou a hora de você professor, mostrar como utiliza essa poderosa ferramenta. Envie para nós o endereço do seu blog, twitter ou facebook! imprensa@pucpr.br


capa

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Ă€ esquerda, o professor Pedroso e os integrantes do Clube de Astronomia da PUCPR


Muito além da teoria Cada vez mais os projetos colocam os alunos em contato com a prática como forma de ampliar o conhecimento Por Vivian de Albuquerque Foto Julio Covello O cenário é a frente do Prédio da Administração, do Câmpus Curitiba. Um grande grupo se reúne, curioso com o equipamento diferente e com o que escuta sobre as estrelas no céu. Trata-se de mais uma atividade prática do curso de Física da PUCPR. Munidos de um potente telescópio – que sai diretamente dos laboratórios para um espaço comum da universidade – alunos e professores, membros do Clube de Astronomia, podem colocar em prática o que aprendem juntos em sala de aula, contagiando até mesmo quem passa pelo local. No dia dessa reportagem, quem apresentava aos alunos fundamentos sobre o funcionamento do telescópio era o professor Carlos Marcelo Pedroso, um dos integrantes do projeto. “Podemos falar sobre as estrelas, sobre o funcionamento do telescópio e ainda de temas como a astrofísica”, explica o coordenador do curso de Física, Edival de Morais. “Tudo funciona como uma aula extremamente interativa, na qual os participantes e até mesmo os curiosos dizem o que querem saber. Apesar de não estar no nosso programa de aulas, é como se fosse uma aula prática de campo ou uma atividade de extensão”, destaca. Segundo ele, hoje são poucos os cursos que ficam apenas na teoria ou nas fórmulas. Grande parte das atividades teóricas são suportadas com experimentos práticos. “A Física e suas teorias são construídas e verificadas a partir de experimentações”, comenta. “O nosso aluno, se for professor, terá uma forte tendência a buscar pelo trabalho em laboratórios com seus alunos. Será, acima de tudo, um professor que ensinará fazendo”, conta.

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capa A aula teórica é necessária para fundamentar os conhecimentos, mas poder ver o que aprendemos na prática é muito mais elucidative e motivador. Bruno Vodonis, 7º período de Engenharia Ambiental Em cena

É para o litoral do Estado, mais precisamente a Ilha do Mel, que alunos do curso de Engenharia Ambiental viajam, também para a prática do que aprendem em sala de aula. “Na ilha, analisamos várias situações”, explica a professora Patrícia Sottoriva. “O projeto leva o nome de Sistema Integrado de Gerenciamento de Resíduos. O que fazemos é visitar uma pousada da ilha que trabalha com esta prática. Tratam o esgoto, os resíduos orgânicos e recicláveis, fazem uso de minhocário. Tudo de forma integrada e com bons resultados.”

No segundo ano de formação, o Curso de Artes Cênicas também coloca o aluno à prova com a prática do que aprende em sala de aula. Vale visitar teatros e museus para conhecer a realidade e comentar sobre ela; assistir a peças teatrais dos mais variados gêneros e autores, mas também vale passar pelas chamadas provas públicas. “Fazemos intervenções em espaços coletivos da universidade”, esclarece o coordenador do curso, Laercio Ruffa. “A ideia é que o aluno se exponha e teste as reações tanto do público, quanto suas. Afinal, este é o foco principal do curso, fazer com que o aluno se apresente, seja interpretando, seja colocando sua opinião como um artista. Nosso trabalho só existe porque o público existe. O contato com ele é importante, para que não se fique apenas no ensaio, no laboratório”, garante.

A visita de 20 horas confere aos alunos o certificado de um curso de extensão. “Em sala de aula, por mais que se traga fotos, vídeos e até depoimentos, não se tem o mesmo resultado quando da visualização. O aluno muda a sua percepção sobre a realidade e isso é ainda mais nítido quando ele retorna à ilha para se envolver em projetos da comunidade ou aos projetos de conclusão de curso. Eles ficam mais sensibilizados para pesquisar novas alternativas quando estiverem profissionalmente nas empresas”, conclui.

Compromisso com o paciente A partir do quinto período, os alunos do Curso de Fisioterapia também têm a oportunidade de praticar os conhecimentos transmitidos pelos professores. Em estágios voluntários supervisionados em instituições como a Santa Casa, eles vivenciam as situações, problemas e soluções do dia a dia. “Possibilitamos essa prática aos alunos em todos os lugares nos quais temos também o estágio obrigatório”, explica a coordenadora do curso, Andréa Pires. “Isso porque hoje a teoria fica muito disJoão Borges

A professora Angela Sasse, do Curso de Música, avisa os alunos sobre os concertos e shows da programação musical de Curitiba. Por mês, eles precisam participar de pelo menos quatro deles, dois

na própria PUCPR. “O conteúdo da disciplina de Prática Profissional prevê essa participação”, explica. Segundo ela, essa é uma forma de fazer com que os estudantes, muitas vezes distantes dos teatros e casas de shows passem a frequentá-los, como forma de adquirir conhecimentos importantes e práticos para a futura carreira. “E é fundamental a um estudante de música ampliar a sua cultura. Quando eles vão a um concerto, fazem críticas não falando em gosto, mas como alguém que analisa a apresentação como um todo”, declara.

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In loco

Ilha do Mel (PR), local de estudos para alunos de Engenharia Ambiental

Laercio Ruffa durante aula no curso de Artes Cênicas


João Borges

tante da vivência. No momento em que você tem a possibilidade de um contato com o paciente real – e não mais apenas o colega de curso – você se prepara melhor para o futuro professional.” Segundo Andréa, os alunos aprendem a ouvir, falar e ter respeito pelo paciente. E, diferentemente do estágio obrigatório, aprendem a ter mais responsabilidade, uma vez que o compromisso pelo voluntariado é com eles mesmos. “Não há o compromisso da nota, mas o compromisso da escolha. E a dedicação parece ser ainda maior”, complementa.

Comunidade sadia Cada vez mais esta receita permeia todos os demais cursos da Instituição. No Curso de Enfermagem, são muitos os projetos que visam a levar os alunos à prática. Professora de várias disciplinas, Maria Helena Leviski Alves coordena um trabalho voltado à saúde de crianças e adolescentes. Os participantes são alunos do 5º período que, a cada semestre, trabalham temas diferentes em creches e escolas do Lotiguaçu, loteamento no bairro Uberaba, próximo às margens do Rio Iguaçu.

“Vamos a campo para conhecer o modo de organização de vida das crianças e adolescentes daquela comunidade”, explica a professora. “Como e com quem vivem, onde moram, como é o ambiente escolar, analisando a comunidade sadia. Elegemos temas como posse responsável de animais, dependência química, relações afetivas, profissionalização e neles trabalhamos as questões de saúde. Nesse semester, o tema é sobre a importância do lixo em nossas vidas.” A escolha se deu em virtude das conferências que estão sendo realizadas em todo o Estado, voltadas a traçar políticas públicas de saúde. Os alunos de Enfermagem fizeram todo um levantamento ambiental do lixo, trabalhando com crianças e adolescentes de duas escolas municipais. “É fundamental ampliar o olhar do aluno. Não adianta a um profissional de enfermagem ficar sentado num consultório esperando a pessoa chegar doente. É preciso conhecer a realidade dela. Como professores, não apenas transmitimos o conhecimento, mas as várias possibilidades de construí-lo”, afirma.

Alunos de Arquitetura e Urbanismo exploram o Câmpus Curitiba da PUCPR em uma das aulas de observação comandadas pelo professor Péricles Varella Gomes

valor Presença significativa Na maioria dos cursos da PUCPR, além de contribuir com o crescimento dos alunos, a aplicação prática de projetos pode transformar realidades. Essa preocupação com o outro é também um dos valores maristas, que permeiam o modo de educar da universidade. A PRESENÇA SIGNIFICATIVA destaca que o exemplo de vida é o meio mais eficaz na construção de um ser humano pleno. Por isso, prevê a inculturação nas realidades das pessoas, valorizando e cultivando os laços de cuidado e ternura, solicitude e afabilidade, e construindo uma sólida relação de confiança marcada por uma presença atenta e acolhedora.

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mercado de trabalho

Uma carreira internacional ao seu alcance Por Álvaro Amarante João Borges

Muitos estudantes sonham com uma carreira internacional. Para alguns parece que isto está muito distante. Errado! Está muito mais próximo do que parece. Outros imaginam que a atuação no mercado internacional está implicitamente ligada ao trabalho em uma grande multinacional famosa. Outro engano! A economia do Brasil evoluiu muito na última década. Sua abertura para o mercado internacional e o desenvolvimento econômico recente tem propiciado, mesmo às micro e pequenas empresas, a participação no mercado globalizado.

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Para exemplificar, encontrei um dia destes em um avião, retornando da Europa, um pequeno empresário (empresa com 12 funcionários) da área de máquinas para madeira vindo da Itália e da China, onde foi prospectar parceiros para o fornecimento de componentes para suas máquinas. Quando soube que eu trabalhava na PUCPR ficou entusiasmado com o perfil dos intercambistas que nossa Instituição envia ao exterior todos os semestres. Arrematou: “É este o tipo de profissional que eu preciso, pois além das competências técnicas, falam línguas estrangeiras e sabem se virar lá fora”. A situação favorável do Brasil tem motivado também o interesse e a procura pelo relacionamento comercial e por investimentos estrangeiros em nosso país. Fala-se internacionalmente que o Brasil é, entre os países do bloco BRIC, um dos mais confiáveis. Nosso país respeita os acordos internacionais, tem uma democracia estável, é ainda um mercado com grande potencial

de crescimento e desenvolveu competências cientificas e uma boa rede universitária. Todas estas transformações implicam na demanda não somente de administradores e engenheiros com formação multicultural, mas também de advogados, professores, profissionais da área da saúde e de praticamente todas as profissões. As oportunidades estão aí, ao alcance de todos. Porém, uma carreira internacional demanda esforço complementar. Além do completo domínio da área profissional, são necessárias a aprendizagem linguística e a aquisição de habilidades multiculturais. O inglês ainda é a primeira escolha quando se fala de línguas estrangeiras. Mesmo para o trabalho em uma grande multinacional europeia, como a Renault, o inglês é indispensável, pois estas empresas têm filiais distribuídas no mundo todo e usam o inglês como língua comum. A PUCPR segue a tendência e irá lançar no segundo semestre deste ano a possibilidade de cursar um semestre integralmente em inglês na Escola de Negócios. Acima foram apresentados alguns ingredientes para você vitaminar sua carreira e expandir seus horizontes de atuação. Nada que esteja fora do seu alcance. O segredo é não deixar para o último ano de graduação, quando você começa a perceber que logo estará por conta própria no mercado de trabalho. Quanto antes você iniciar esta preparação, melhor qualificado e maior o voo que você seguramente irá alçar. Melhor ainda! Todos estes ingredientes extras estão a sua disposição na própria PUCPR. O Núcleo de Línguas oferta várias possibilidades de línguas, níveis e horários. O Setor de Intercâmbio conta com mais de 180 universidades parceiras da PUCPR em 26 países, com possibilidades de intercâmbio de curta e longa duração para todos os cursos da Universidade.

Álvaro Amarante é Diretor de Relações Externas da PUCPR


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Alto nível Nova tecnologia para produção de válvulas cardíacas descelularizadas dá destaque internacional à PUCPR Por Sandra Santos No mundo inteiro, quando um paciente - especialmente jovem ou criança precisa trocar uma válvula cardíaca ou fazer a correção de uma cardiopatia congênita para sobreviver, é submetido à única solução aceitável até o momento: o transplante de válvulas congeladas, chamadas de criopreservadas. Ocorre que com o passar do tempo, aproximadamente seis anos, essas válvulas vão se calcificando e precisam ser trocadas, fazendo com que o paciente necessite ser operado novamente. Mas uma tecnologia de descelularização de válvulas cardíacas, desenvolvida pela PUCPR, e que começa a ser comercializada agora no mundo todo, mostra que há grandes chances dessas válvulas durarem pelo menos o dobro de tempo com relação às criopreservadas.

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Segundo o cirurgião cardíaco e coordenador do Núcleo de Enxertos Cardiovasculares do Laboratório de Engenharia de Tecidos e Cultivo Celular da PUCPR, Francisco Diniz Affonso da Costa, os primeiros estudos sobre a válvula descelularizada foram realizados em animais e tiveram início há aproximadamente 10 anos. “Muita gente começou a pesquisar; nós começamos em parceria com uma universidade da Alemanha - que tinha a sua tecnologia própria - e posteriormente da Inglaterra. Aí fomos desenvolvendo a nossa, que tem uma série de diferenças técnicas em relação à deles, e acabou sendo melhor. O nosso resultado final gera um produto considerado melhor”, destaca.

Resultados Entre os pacientes operados constatou-se que as válvulas descelularizadas não apresentam calcificação no período de cinco anos, em comparação com pacientes que receberam válvula criopreservada, que contém células do doador cadáver. “Não temos ainda hoje dados científicos que comprovem que essa válvula vai ser definitivamente muito melhor do que a criopreservada, mas tudo mostra que sim”, comemora o coordenador da pesquisa.


João Borges

Mais de 300 pacientes receberam esse tipo de válvula no Brasil, sendo 140 deles na Santa Casa de Curitiba. Segundo Costa, a eficiência da tecnologia de descelularização tem motivado testes em outros tipos de tecidos, como por exemplo, o pericárdio, que pode ser aplicado em cirurgias do nariz, ouvido, hérnias e enxertos vasculares.

Comercialização para o mundo A comercialização será feita a partir de um convênio entre a PUCPR e a inglesa Tissue Regenix, que iniciará a distribuição no mercado internacional. Nesse caso, a universidade licenciou a patente para a companhia. Agora, a empresa iniciará testes regulatórios no mercado europeu, que comprovam se determinado produto é seguro. A etapa leva em média um ano. Após esse período, a nova tecnologia poderá ser comercializada normalmente.

Francisco Diniz Affonso da Costa

No mundo, o mercado de válvulas cardíacas movimenta mais de US$ 1 bilhão. As válvulas cardíacas humanas ou homoenxertos são utilizados como substitutos valvares desde 1962 e são considerados superiores a qualquer outro tipo de substituto. Por ano, 20 mil brasileiros submetem-se à cirurgia de substituição de válvulas aórtica e/ou pulmonar. Dos transplantes realizados no mundo, apenas cerca de 3% utilizam o homoenxerto, em função da maior dificuldade técnica da cirurgia e da disponibilidade. O restante utiliza próteses mecânicas e biológicas, feitas a partir de tecidos animais, que têm menor durabilidade e exigem o uso de anti-coagulantes por toda a vida.

Experiência para os alunos

Arquivo Pessoal

É muito importante para o estudante ter a oportunidade de participar de pesquisas científicas com tamanha relevância na Medicina, não apenas no Brasil, mas também internacionalmente, afirma Ana Beatriz

Ana Beatriz, aluna do 2º período do curso de Medicina

Vários alunos da PUCPR já tiveram a oportunidade de se envolver de alguma forma nos trabalhos relacionados a transplantes de válvulas, feitos com a tecnologia de descelularização. É o caso da estudante Roberta de Paula Prestes, que está no 11º período de Medicina. Ela conta que fez acompanhamentos em pacientes após a cirurgia. “Foi muito bom, porque pude participar de uma inovação técnica, diferente. Fizemos avaliação clínica e também acompanhamento de exames (dos transplantados) a cada três ou seis meses”, destaca. Já a estudante do 2º período de Medicina, Ana Beatriz Brenner Affonso da Costa, acompanhou a evolução de pacientes que se submeteram à cirurgia de Ross. A técnica consiste na substituição da válvula aórtica degenerada pela válvula pulmonar sadia do próprio paciente, que por sua vez é substituída por uma válvula cardíca humana descelularizada. “É muito importante para o estudante ter a oportunidade de participar de pesquisas científicas com tamanha relevância na Medicina, não apenas no Brasil, mas também internacionalmente. Esse é um grande estímulo que a PUC oferece ao aluno”, salienta Ana Beatriz. Novo horizonte para estudantes “Essa tecnologia feita no Paraná, por pesquisadores da PUCPR, nos coloca hoje num cenário de destaque internacional. Você insere a Universidade em um outro patamar. Em Londres, no mês de maio, fomos para a bolsa de valores, onde participei de um encontro com investidores e analistas de mercado, fazendo uma palestra para mostrar essa tecnologia e qual o seu potencial. De repente a PUCPR estava lá. Nossos alunos, eventualmente, terão sua chance de participar de pesquisas como essa. Isso propicia a você encontrar pessoas de fora, fazer intercâmbio, ou seja, vai abrindo todo um horizonte novo”, finaliza Francisco Diniz Affonso da Costa.

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drops

Virada acadêmica

Eloi Pethechust, aluno da PUCPR e coordenador da Virada Acadêmica (à dir.), com Luiz Guilherme Marinone ex-Procurador da República que abriu o evento

Arquivo pessoal

Força total

Polyndia Formaturas

O Centro Acadêmico do curso de Direito do Câmpus de São José dos Pinhais da PUCPR, sob a coordenação do aluno Eloi Pethechust e em parceria inédita com o Centro Acadêmico da UFPR, promoveu a primeira Virada Acadêmica. O evento aconteceu no dia 21 de maio, teve duração de 12 horas ininterruptas e contou com 50 palestrantes. A cada hora eram realizadas sete palestras sobre as diversas áreas do Direito em salas com aproximadamente 80 alunos. O evento atraiu cerca de 1200 pessoas ao Câmpus São José dos Pinhais da PUCPR e teve grande repercussão na mídia e em outras faculdades, visto o grande número de palestrantes e professores participantes.

Alunos do curso de Engenharia Mecânica da PUCPR, com o projeto Mini Baja, participaram da prova em Piracicaba-SP da competição da Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE) e foram vencedores de uma das sete etapas. A competição reuniu 70 equipes e a equipe da PUCPR ficou em 36º. A equipe já está de olho na etapa SAE BAJA SUL, em setembro, em Gravatai-RS. “Estamos reduzindo o peso do carro inteiro e reforçando alguns pontos do carro para ter um resultado ainda melhor”, destaca o aluno Diego Bettega.

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Arte em Maringá A Biblioteca do Câmpus Maringá da PUCPR lançou em abril o Projeto Biblioteca Cultural. Toda última semana de cada mês será promovida uma exposição com um artista plástico da região. Para inaugurar, foram expostos quadros de Tânia Machado. A biblioteca fica aberta para visitação de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 22h30, e sábado, das 7h30 às 13h30. Exposição com obras de Tânia Machado abriram o Projeto Biblioteca Cultural. Na foto, um dos quadros expostos.


reportagem

João Borges

Hospital Universitário Cajuru lança Campanha de Conscientização e Prevenção de Acidentes com Cães

Melhor amigo Os acidentes com cães são mais comuns do que se imagina. Em Curitiba, onde se situa o maior Pronto Socorro do Paraná, o Hospital Universitário Cajuru, foram atendidos 348 casos de mordida de cão em 2010, o que representa 30 atendimentos por mês ou cerca de um atendimento por dia. As vítimas mais graves tendem a ser as crianças, com envolvimento de áreas nobres, como a face e a cabeça. Na maioria das vezes, o cão pertence à família da própria vítima. Números como estes motivaram o Hospital a lançar a Campanha de Conscientização e Prevenção de Acidentes com Cães. Para isso, uma cartilha foi elaborada em parceria com o zootecnista Paulo Renato Parreira, professor do curso de Medicina Veterinária da PUCPR e especialista em comportamento animal. A ideia é mostrar que é possível prevenir os ataques de cães, independentemente de seu porte. A cartilha contém informações básicas e indispensáveis para quem tem ou pretende ter um cão, dentre elas, dicas sobre como criar um cão equilibrado, prevenir acidentes e como saber se a pessoa está pronta para ter o animal em casa. Os benefícios em ter a companhia do animal, considerado o melhor amigo do homem, também estão descritos no material. “A Campanha é importante para que os donos e as pessoas percebam seu papel ativo e fundamental na prevenção de mordeduras de cães. Somente após conhecermos e respeitarmos os cães é que conseguiremos ter uma convivência respeitosa e pacífica com eles”, explica o zootecnista. Segundo ele, o conhecimento dos aspectos comportamentais básicos dos animais é fundamental para evitar situações de risco, que podem acabar em ataques.

Zootecnista Paulo Renato Parreira, professor do curso de Medicina Veterinária da PUCPR

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Você na PUC. Envie uma foto sua com seu cachorro, com nome e raça, para imprensa@pucpr.br. As cinco fotos mais criativas ganham uma camiseta da campanha e serão publicadas na próxima edição.


Educação é tudo De acordo com Parreira, é de suma importância que os proprietários tenham consciência de que um animal educado é a chave para uma convivência harmoniosa, que reduz significativamente os riscos de acidentes dentro ou fora de casa e o abandono de animais. Animais mal comportados estressam a si mesmos e aos seus donos, desestabilizando o equilíbrio e a saúde do “lar”. Além disso, riscos de acidentes, como mordeduras ou danos materiais, são maiores entre animais sem controle ou educação básica. “O cão é aquilo que o dono quer que ele seja, ou que, por ignorância ou desinformação, deixou que ele se transformasse. Para mudar isto, basta, ao perceber que algo não está certo, que o ambiente está desequilibrado, buscar ajuda especializada.”

Consulta comportamental Além de seu apoio na Campanha, a PUCPR também oferece o serviço de Consulta Comportamental, em sua Unidade Hospitalar para Animais de Companhia. Ele é recomendado para animais que apresentam mau comportamento, como agressividade, dependência excessiva do dono ou quando ele tem dificuldade em encontrar lugar fixo para fazer suas necessidades, entre outros. A consulta também é indicada quando o animal adquire doenças causadas por problemas comportamentais, geralmente dermatites. “Esse trabalho procura melhorar a convivência entre cães e seus proprietários, por meio de consultas que buscam ensinar os donos a entender melhor seus animais, de forma carinhosa e harmoniosa”, esclarece Paulo Parreira, responsável pelo atendimento.

Informações Horário e valor da consulta pelo telefone 41.3299 4361.

Prevenção de acidentes Um cachorro dificilmente irá atacar uma pessoa sem motivo. Por isso, é fundamental que os limites do animal sejam respeitados, pois ele é um ser com desejos e vontades. Preste atenção nessas dicas para evitar problemas com o seu cão. Agressividade As duas principais causas da agressividade em um cão são: dominância ou possessividade em relação ao seu território ou ao seu dono e medo de pessoas, outros cães, trovões, fogos de artifício, entre outros. Linguagem corporal A linguagem corporal do cachorro mostra o seu estado de espírito. Prestar atenção a isso é fundamental para prevenir acidentes. Portanto, ao perceber algum sinal de agressividade ou comportamento estranho, não mexa com o cão, especialmente se for um cão estranho. Fêmeas com filhotes também merecem atenção, pois para proteger a cria podem ser agressivas. Primeiros Socorros Na iminência de um ataque, se não houver como fugir, não corra! Tente permanecer imóvel. Se mesmo com todos os cuidados o ataque acontecer e a vítima estiver caída no chão, esta deverá ficar em posição fetal, protegendo a cabeça com os braços, permanecendo imóvel o máximo possível. Na eventualidade de uma mordedura, a orientação é comprimir manualmente o local com tecido limpo. O paciente deve ser removido ao Pronto Socorro para avaliação da lesão e verificação da necessidade de medicamentos e vacinas.

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CURSO DO MÊS/A cada edição você confere um pouco mais do universo PUCPR

Curso Tecnólogo em Gestão da Segurança Privada Mais que o dia a dia das operações de segurança nas empresas, o Gestor de Segurança vai atuar no planejamento e implementação de sistemas integrados de segurança. Trata-se de uma área com um mercado em expansão e que vale a pena ser observada com bastante atenção. Confira o depoimento de dois alunos do curso. SAMANTA CORREA Arquivo pessoal

“Escolhi o curso de Tecnólogo em Gestão de Segurança Privada, pois já atuava na área. Este curso abriu uma oportunidade de emprego em uma empresa conceituada no ramo de segurança privada e me sinto realizada com o conhecimento que venho adquirindo, apesar das dificuldades que enfrento por ser um curso mais voltado às Exatas, diferente do que eu já estava acostumada no curso de Psicologia. Vale destacar, que a PUC é a única instituição de ensino em Curitiba que teve a visão de mercado para proporcionar uma qualificação universitária para os profissionais da Segurança Privada. O mais interessante é ter uma sala onde a maioria já atua na função, todos no mesmo foco, com o mesmo alvo, comprometidos com o aprendizado”. Aluna do 1º período do curso de Tecnólogo em Gestão de Segurança Privada

Marcio J. Sousa Aguiar “Trabalho na área de segurança privada há mais de 13 anos e por muito tempo os profissionais que atuam no setor sentiam a falta de um Curso Superior específico, pois se você quisesse realizar um curso com esta formação teria que morar no eixo Rio-São Paulo. Agora, temos uma graduação de qualidade em uma Instituição renomada. Outro fator determinante é o tempo de duração do curso e o crescente mercado que exige profissionais mais qualificados”.

João Borges

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Aluno do 3º período do curso de Tecnólogo em Gestão de Segurança Privada


mundo melhor

Maringá

Meire Ana Alcântara, aluna do 5º período do Curso de Administraao da PUCPR, Câmpus Maringá

Experiência do bem 26

Iniciei o Projeto Comunitário no Hospital Municipal de Maringá e encerrei as minhas horas na Aliança de Misericórdia. No hospital, minhas atividades foram na Brinquedoteca e na Aliança participei de uma festa junina. Fazer o Projeto Comunitário me fez enxergar que cursar a Universidade não deve ser apenas um crescimento profissional, mas humano, e, acredite, levarei essa experiência para a vida toda. Parabenizo e agradeço a equipe do Projeto Comunitário do Câmpus Maringá da PUCPR. Desejo que continuem fazendo esse trabalho maravilhoso, pois é esta disciplina que nos dá a formação de Gente Boa”.

O Projeto Comunitário da PUCPR do Câmpus Maringá tem como parceira em suas atividades a Irmandade Santa Casa de Misericórdia, onde os acadêmicos têm a possibilidade de entrar em contato com uma realidade diferenciada do que estão acostumados no seu dia a dia. Uma das atividades que eles desenvolvem nesta Instituição é no setor de pediatria, mais especificamente na brinquedoteca, com crianças em processo de reabilitação da saúde. Percebendo a necessidade de livros e brinquedos para o desenvolvimento dos trabalhos propostos pelo Projeto Comunitário, quatro alunos do 3º período de Administração (Michele Sayuri Azuma, Diogo Jun Nakatani, Carolina Sette e Franciellen Coutinho Galdino) idealizaram uma bem sucedida campanha de arrecadação. A doação foi feita em abril, aproveitando a data comemorativa ao Dia do Livro. O Câmpus Toledo também contou com uma campanha na qual foram arrecadados 2.349 livros e revistas em quadrinhos que foram entregues no Centro Comunitário e Social Dorcas - Unidade da Vila Pioneiro. O centro atente 210 crianças e adolescentes de 5 a 16 anos no contraturno escolar.

Angélica Maria

Arquivo pessoal

Campanhas incentivam a leitura

Livros beneficiaram as crianças do Centro Comunitário e Social Dorcas, em Toledo


Pastoral

Educação que transforma Confira algumas opiniões sobre a importância do projeto de Champagnat nos dias de hoje

No dia 6 de junho foi comemorado o dia de São Marcelino Champagnat, fundador do Instituto dos Irmãos Maristas. Nascido na França, em um tempo conturbado por graves conflitos políticos como a Revolução Francesa, Champagnat formou-se padre e concebeu o projeto de fundar um Instituto de Irmãos, que se dedicassem à educação e à formação religiosa das crianças e dos jovens. Muito preocupado com a saúde e o bem estar da popu-

lação, ele tinha muita compaixão: acreditava que educar é disponibilizar aos demais toda a sua qualidade. Este compromisso permanece até hoje, no trabalho de educação e evangelização presente em 79 países. Conversamos com algumas pessoas que nos falaram um pouco sobre Champagnat. E para você, qual a importância do projeto dele nos dias de hoje? Você pode participar e deixar o seu depoimento no hotsite. www.pucpr.br/champagnat.

“Para mim Champagnat é um modelo de homem que soube ler os sinais e as necessidades de sua realidade, foi lá e fez o que deveria ser feito. Foi um líder que soube cativar o coração das pessoas e acreditou que podia fazer algo grandioso, confiando nas suas forças, mas principalmente em Deus. Apesar de toda a fortaleza, e de ser uma pessoa muito séria, Champagnat tinha um coração muito grande no trato com os irmãos, traços que ele incorporou do convívio com sua mãe, com uma tia muito próxima e é claro, da sua devoção a Maria, a mãe de Jesus.”

“Ele era muito idealista e que motivou todo mundo em favor de uma causa. Ele tinha um ideal muito interessante de proposta de educação e batalhou por isso.”

Ir. Alvanei Finamor, Diretor de Pastoral e Identidade Institucional PUCPR

“Marcelino foi um educador preocupado, como diz o reitor da PUCPR Clemente Ivo Juliatto, em diplomar gente boa. Encanta-me em Marcelino a preocupação em formar jovens comprometidos com uma sociedade mais justa e solidária, despertando nos jovens a sensibilidade para com a realidade dos menos favorecidos e, nesse sentido, todos devemos ser educadores maristas.” Profª. Ildan Witiuk

Juliano Szpak dos Santos, aluno do 3º período de Engenharia Civil

“Campagnat foi um exemplo de perseverança e superação. Alguém que tinha um sonho e que decidiu realizá-lo, contrariando a opinião vigente na época. Um homem que de fato estava a frente do seu tempo. Seu desejo do acesso indiscriminado à educação, em uma época em que isto nem se cogitava, mostra-nos como devemos ser quando enfrentados quanto aos nossos sonhos: mantermo-nos firmes e seguir nosso desejo, sempre buscando a graça de Deus em nossas ações. Com Champagnat aprendi que o meu tamanho e o tamanho do meu sonho são irrelevantes se o que faço é guiado por Deus e pela Boa Mãe. Eles tudo proverão para que eu consiga realizá-lo!” Aline Estacheski, aluna do 8º período de Medicina

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você na puc

De olho nas provas Em fechamento de semestre, a cena mais comum na universidade é a do pessoal dando um gás a mais para atingir as metas Fotos João Borges

Danielle Cristiani, Camila Ribeiro e Rafael da Silveira, alunos do 5º período do curso Tecnólogos em Gatronomia

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Gustavo de Carl, João Vitor Taborda e Gislaine Pamella, alunos do 2º período do curso de Odontologia

Matheus Augusto, aluno do 3º período do curso de Engenharia Mecânica


Fotos: João Borges

Foto da peça Mulheres do Sol

Angelo Rossi, Cristina Guimarães e Thiago Tagliari, alunos do 4° período do curso de Desenho Industrial - Design Digital

Douglas Prodocimo, aluno do Mestrado em Engenharia de Produção e Sistemas

Alunas Letícia Girelli, Amanda Varella e Mariana Voltoline, alunas 1° período do curso de Engenharia de Produção


registro

Mais de 2.500 currículos foram entregues para as 13 empresas que participaram da II Feira de Empregos e Estágios, promovida no final de abril pelo Câmpus Maringá da PUCPR. Para quem não compareceu ao evento, a Universidade atualiza semanalmente o Edital de Vagas, localizado na entrada do Câmpus, com informações de abertura de vagas para empresas parceiras. Entre elas estão grandes companhias como Santander, Itaú e Sicoob.

João Borges

Emprego em Maringá

Clemente Ivo Juliatto, reitor da PUCPR, com a professora Cleumary Soletti Pereira, coordenadora da II Feira de Empregos e Estágios promovida pelo Câmpus Maringá da PUCPR

João Borges

Inovatec Paraná 2011 A Inovatec Paraná 2011, Feira de Negócios em Inovação Tecnológica entre Empresas, Universidades e Instituições de Pesquisa, foi realizada em maio no Cietep. Correalizada pela PUCPR, o objetivo foi apresentar ao empresariado o potencial das pesquisas desenvolvidas no meio acadêmico. Waldemiro Gremski, pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da PUCPR, com o secretário de Ciência e Tecnologia do Paraná, Alípio Santos Leal Neto, o presidente da Fiep, Rodrigo Costa da Rocha Loures, e o vice-reitor da PUCPR, Paulo Mussi

Fernando Barbosa

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Melhor da América O médico dermatologista da Santa Casa de Curitiba, Caio Castro, recebeu o prêmio La Roche-Posay de Melhor Artigo Científico da América Latina pela pesquisa inédita orientada pelo professor da PUCPR, Marcelo Mira, que revelou um importante gene de predisposição ao vitiligo. Na foto, o médico (ao centro) recebe o prêmio da gerente de Comunicação Científica da La Roche-Posay, Beatriz Sant´Anna, e do gerente regional Sul da La Roche-Posay, Michel Napoli. Este prêmio é mais uma conquista para o médico paranaense, Médico da Santa Casa recebe prêmio da La Roche-Posay que é o coordenador do Vitiligo Latin American Task Force e será responsável pela seleção dos melhores trabalhos que entrarão no Consenso Mundial de Vitiligo, que ser�� apresentado em setembro durante o International Pigment Cell Conference, em Bordeaux.


João Borges

Final do IX Revele Seu Talento Em maio aconteceu a final do IX Festival Universitário Interno de Música “Revele Seu Talento”. Com arranjos musicais criados pelos solistas da Orquestra de Câmara da PUCPR, apresentaram-se 10 finalistas. Os ganhadores são: Anna Cecilia Jucksch Ellendersen, na categoria Erudito; Renan Augusto Nogueira De Almeida e Rodrigo Ribas Pimentel, na categoria Instrumento; Jaqueline Slongo, na categoria Voz e Instrumento; e Andressa Graziele Pastori, na categoria Voz. O coordenador do Revele Seu Talento, Péricles Varella Gomes, com os vencedores do evento, Andressa Graziele Pastori, Anna Cecilia Jucksch Ellendersen, Rodrigo Ribas Pimentel, Jaqueline Slongo e Renan Augusto Nogueira De Almeida, e o maestro da Orquestra da PUCPR, Paulo Torres

Divulgação

Vida na PUCPR O grupo Companhia Brasileira de Teatro apresentou no final de abril, no TUCA (PUCPR), a peça “Vida”, baseada na obra do poeta paranaense Paulo Leminski e finalista do 6° Prêmio Bravo de Cultura 2010. Toda a renda obtida com a venda dos ingressos foi revertida para a Santa Casa de Curitiba.

“Vida” estreou em março de 2010, com o patrocínio da Petrobras, na Mostra Oficial do Festival de Curitiba e desde sua estreia segue em turnê pelo Brasil

João Borges

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Transporte público O Canal Futura, da Fundação Roberto Marinho, escolheu Curitiba para gravar o programa Sala de Notícias Itinerante, com o tema Transporte Público. O diretor do Programa de Pós-Graduação em Gestão Urbana da PUCPR, Fábio Duarte, participou do debate como convidado. Também foram convidados o Urbanista de São Paulo, Ayrton Camargo e Silva, e Elcio Karas, representando a Urbs - Urbanização de Curitiba. Alunos dos cursos de Engenharia Ambiental e de Jornalismo da PUCPR fizeram parte da plateia. Fábio Duarte, diretor do Mestrado e Doutorado em Gestão Urbana da PUCPR, com a apresentadora Amanda Pinheiro e a assessora de Relações Institucionais do Grupo Lumen, Caroline Fagundes


vem aí

João Borges

Companhia de Dança da PUCPR Nos dias 19 de junho e 21 de agosto a Companhia Universitária de Dança da PUCPR apresenta o espetáculo 4 Estações, no Memorial de Curitiba. As apresentações fazem parte do festival de dança promovido pela Prefeitura de Curitiba, que acontece aos domingos, a partir das 10h. A Companhia da PUCPR é composta por 10 integrantes, alunos dos cursos de Medicina, Arquitetura e Urbanismo, Jornalismo, Educação Física e Engenharia Química.

Festa Junina

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No dia 18 de junho, a partir das 18h, o curso de Educação Física da PUCPR promove a tradicional Festa Junina. Como atração, irão se apresentar a banda Kaduka e a dupla sertaneja Ali e Rhuan. Também terá festival de quadrilhas, sorteio de brindes, barracas com comidas típicas e brincadeiras. Os ingressos custam R$ 7 e podem ser adquiridos antecipadamente com alunos do curso de Educação Física ou na entrada da festa. O evento acontece no ginásio de esportes externo.

ACAMPUC Nos dias 27 e 28 de agosto será realizada mais uma edição do ACAMPUC. O evento é destinado aos acadêmicos da PUCPR dos Câmpus Toledo, Maringá e Londrina e tem por objetivo proporcionar a vivência de valores maristas, por meio de atividades lúdicas que permitam a reflexão, a superação de limites, a partilha e a convivência. Os interessados devem se inscrever nos respectivos Núcleos de Pastoral. Mais informações pelos emails pastoral.toledo@pucpr.br, pastoral.mga@pucpr.br e pastoral.ldn@pucpr.br


Música

Baseado na improvisação, o espetáculo Z.É – Zenas Emprovisadas nunca se repete. A garantia da novidade está no público, que se torna parte integrante da peça ao sugerir ideias para que os atores encenem no palco. O projeto é uma maratona de humor realizada pelo quarteto Fernando Caruso, Gregório Duvivier, Marcelo Adnet e Rafael Queiroga. Dividida em três partes, ela tem início com uma esquete de humor, seguida de uma aula de teatro ao vivo (com a presença de um diretor convidado). E é na parte final que o inédito acontece: o público sugere na hora os temas que serão encenados pelos atores. Z.É - Zenas Emprovisadas acontece no Teatro Positivo no dia 11 de junho, às 21h. Os ingressos custam entre R$84 e R$64 (entradas inteiras).

O álbum “Bailão do Ruivão” é o nono trabalho solo de Nando Reis. Com um repertório diferente do que seus fãs estão acostumados a ouvir, o projeto é composto por músicas nacionais e internacionais que fazem parte do imaginário musical do cantor – e de muitos brasileiros. Depois de selecionar um vasto repertório e ensaiar por mais de dois meses com seus fiéis escudeiros, “Os Infernais”, Nando armou uma grande festa e o resultado é o “Bailão do Ruivão”. O cantor vem a Curitiba apresentar seu novo trabalho dia 18 de junho, no Curitiba Master Hall. Entradas a partir de R$34.

Arte Show

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Teatro

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programação

A 29ª Bienal de São Paulo, que reuniu entre 25 de setembro e 12 de dezembro de 2010 850 obras de 159 artistas dos mais variados países, chega a Curitiba com seu projeto itinerante. São 73 obras selecionadas pelos curadores Moacir dos Anjos e Agnaldo Farias que visam refletir os conceitos artísticos expostos ao mundo no Pavilhão da Bienal no Parque Ibirapuera. A relação arte e política, mote central da mostra, é também o fio condutor da exposição que fica em cartaz no Museu Oscar Niemeyer do dia 14 de maio até 14 de agosto.

O Reel Big Fish é uma banda californiana independente considerada um dos maiores nomes do ska/punk mundial. A banda ganhou reconhecimento em meados dos anos 90, durante a terceira onda de ska com o lançamento do álbum “Turn the Radio Off”. O Reel Big Fish vem a Curitiba no dia 22 de junho e traz com ele seus conterrâneos do Goldfinger, outro expoente do ska/punk dos anos 90, na linha de Green Day e Rancid. A invasão californiana acontece no Moinho Eventos e as entradas custam a partir de R$39.

O Lumenoso faz parte do Grupo Lumen de Comunicação, que mantém a Lumen FM, a Lumen TV, a ClubeFM e a Lumen Clássica.

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Arquivo pessoa;

o que faz a sua cabeça?

quem Suzane Simon, 34 anos, formada em Arquitetura e Urbanismo pela PUCPR. Atua na área de arquitetura e interiores há mais de 10 anos, sempre desenvolvendo um trabalho que une a função e a forma, base do design. www.suzanesimon.com.br

Televisão

Assisto pouco televisão, mas adoro ver programas ligados ao design, como alguns que passam no canal a cabo Home & Health. Também acompanho os noticiários para me ligar no que acontece no mundo. Se sobra um tempinho, nada como um bom filme.

Para sair

Adoro um restaurante mais descolado, com ares de balada, impecável decoração, música descolada e comida deliciosa. Hoje Curitiba tem algumas opções bem legais, para encontrar os amigos e descontrair.

34 Livros

Sou vidrada em livros de arquitetura, estou sempre atrás de novidades. Em paralelo, estou lendo “As vantagens da adversidade”, de Paulo G. Stolz e estou achando ótimo.

Para relaxar

Meditar pela manhã é excelente para começar um bom dia. Pratico sempre que dá tempo, antes de ir para o escritório. Gosto também de tocar piano, dá para esquecer da vida lá ...

Música

Difícil escolher uma, sou muito eclética, vou de música eletrônica ao clássico. Mas em especial, estou ouvindo BLOND, me lembra o tempo que trabalhei nos Estados Unidos, no Auerbach Architecture.

Viagem

Visitei o I Salone Milano, em abril, feira de design que acontece todo ano na Itália. O que mais chamou a atenção foi o apelo ao sustentável que cada vez está mais forte, em produtos onde processo e matéria prima não agridem a natureza, com um delicado recado onde o verde “natural” está sempre presente, dando seu aviso de preservar.

Internet

Utilizo a internet pra quase tudo. Trabalho, pesquisas, lazer, consultas. Não consigo mais imaginar como seria minha rotina sem ela.



Vida Universitária Ed 206