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20/12/2012

«CANTORIAS» DE VILA CHÃ DE SÁ APRESENTOU SEGUNDO CD O Multiusos de Vila Chã de Sá foi o palco escolhido para a apresentação do segundo CD do Grupo «Cantorias». Um evento testemunhado pelo Bispo de Viseu, D. Ilídio Leandro e pelo presidente da Câmara Municipal, Fernando Ruas, entre outras individualidades. A apresentação esteve a cargo do director musical, Rui Rodrigues, que fez uma retrospectiva ao trabalho desenvolvido pela colectividade até ao lançamento deste segundo CD, agradecendo a todos os elementos a colaboração prestada. José Ernesto, presidente da Junta de Freguesia de Vila Chã de Sá, enalteceu toda a actividade que o Grupo vem desenvolvendo na defesa e divulgação da música e tradições populares, concluindo mesmo que “talvez em Portugal poucos grupos musicais como o «Cantorias» tenham actuado em organismos oficiais. Deu como exemplos as Janeiras levadas ao Palácio de Belém e Palácio de S. Bento, para além das actuações em França, na Madeira e outras regiões do país. O autarca confirmou a presença do «Cantorias» na Assembleia da República e no Tribunal Cons-

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CENTRO HOSPITALAR TONDELA-VISEU LIDERA EM TRÊS ESPECIALIDADES titucional a 9 de Janeiro. A presença do «Cantorias» no Vaticano, a 16 de Janeiro, para cantar ao Papa Bento XVI, uma notícia avançada naquela cerimónia por José Ernesto, deixou “muito feliz» o Bispo de Viseu, que se congratulou também com o “excelente trabalho» do

Grupo na divulgação da música popular. Desde Junho de 2004, ano em que foi criado, o «Cantorias» tem vindo a realizar um trabalho exaustivo de pesquisa e recolha de cantares tradicionais junto da população mais idosa, que permitiu recriar e reviver os usos e costumes de antanho.

Dessa compilação de memórias bem vivas merece especial destaque o seu acervo de Cantares de Janeiras. É também autor de duas peças musicais: “Cantares e Tradições da Beira Alta” e “Janeiras - As tradições de um povo”, apresentadas em diversos palcos nacionais.

MENSAGEM DE NATAL DO BISPO DE VISEU

Vivemos o Ano da Fé. Neste tempo, somos convidados a fazer um acto de Fé no Acontecimento que foi o Natal de Jesus. Se acreditamos que Jesus nasceu e que veio de Deus, como Seu Filho, não é lenda nem imaginação a Promessa de tempos novos com a

COMISSÃO EUROPEIA MANTÉM EUROP DIRECT MAIS CINCO ANOS EM LAMEGO

certeza da Redenção. Nesta, está a oferta de Paz, de Perdão, de Vida, de Graça, de Verdade, de Justiça… Para que haja Fraternidade, Solidariedade, Alegria, Liberdade, Felicidade… Isto é o conteúdo da Promessa e o alimento da Esperança cristã.

Celebrar o Natal em 2012 é aceitar Jesus e a Boa Nova anunciada já presentes e a actuar no mundo pela acção dos cristãos que O acolhem. É realizar a força da Sua mensagem, concretizando a Esperança, nos valores que a preenchem e que são direitos de todos. O mundo tem prolongado, demasiadamente, o sonho do Advento; tem demorado, para além do desejável, a concretização dos efeitos do Natal. Tem-se contentado a sonhar e a esperar o futuro, esquecendo-se de concretizar a Promessa. Não adianta desejar, anual e repetidamente, as Boas Festas. É preciso realizar o Evento que todos esperam, desejam e merecem viver. A Promessa diz que Jesus vem dar a todos as prendas de Deus, libertando a todos das diversas crises, injustiças e opressões. O Natal é o Acontecimento iniciado naquele tempo e a concretizar-se em cada hoje, dando o justo a cada pessoa. Já não é tempo de sonhos distantes, de promessas vagas, de esperanças vazias. É o tempo de cada cristão viver e transmitir a Fé, satisfazendo a Esperança, realizando a Justiça equitativa e partilhando

o Amor universal. Ser cristão e viver o Natal é dar sorriso verdadeiro a quem está triste; dar coração verdadeiro a quem não tem amor; dar proximidade verdadeira a quem está só; é partilhar pão verdadeiro a quem tem fome e está desempregado; é dar igualdade verdadeira a quem não tem futuro; é ser irmão verdadeiro de quem não tem ninguém que dê Esperança e Amor. Neste Natal, mais do que falar de esperança, precisamos de procurar e ir ao encontro daqueles que a perderam e partilhar com eles as nossas prendas, as prendas de Deus, concretizando a Esperança de todos. Vivemos o Ano da Fé em Jesus, o Filho de Deus. A Fé cristã é a Luz que nos faz ver, no Natal, o Acontecimento feliz e redentor de todos para todos.

Santo Natal 2012 e Feliz ano 2013

Bispo Ilídio vosso irmão e amigo

NOVO CENTRO MUNICIPAL DA JUVENTUDE AO CIMO DAS ESCADINHAS DE SANTO AGOSTINHO

CASA-MUSEU REABRIU AO PÚBLICO:

CÂMARA DE TONDELA CONTINUA A BAIXAR IMPOSTOS E TAXAS MUNICIPAIS

O TRIBUTO DA CIDADE DE VISEU AO CAPITÃO

NO 4º LUGAR DO RANKING NACIONAL, UNIDADE CONTINUA A MELHOR DO INTERIOR DO PAÍS


2/Via Rápida

OPINIÃO

20/12/2012

E SE CRISTO VOLTASSE À TERRA PARA EXPULSAR OS VENDILHÕES DO NOSSO TEMPO?...

Daqui a poucos dias estaremos, cristãos e uma grande parte dos ateus e agnósticos do mundo ocidental, a festejar o Natal, enquanto tradição de reencontro familiar, a menos que o fim do mundo ocorra a 21 de Dezembro, como alguns profetas do Apocalipse não se cansam de anunciar, apesar de arqueólogos, epigrafistas e até a NASA esclarecerem que as estelas/calendários dos maias não se referem ao 21.12.2012 como o fim do mundo, mas tão só o fim de uma era, de um “ciclo de criação”, de 5.125 anos. Como sabem, o solstício de Inverno ocorre precisamente a 21 de Dezembro e marca o fim de um ciclo (do dia mais longo do ano, no solstício de Verão, até à noite mais longa), festejado desde os tempos mais remotos. Foi precisamente para colar a data do nascimento de Cristo às festas pagãs dedicadas ao solstício de Inverno que, a partir do ano 354, o Natal deixou de ser comemorado, no Ocidente, de 6 para 7 de Janeiro, como ainda hoje acontece na Igreja Ortodoxa. Confesso, no entanto, que acredito em profecias. Pelo menos nas de Nuno Morais Sarmento, ex-ministro da Presidência no Governo de Barroso, que prevê “um trambolhão” do PSD nas autárquicas, depois da “pancada que os portugueses levarão em Fevereiro ou Março, por força do Orçamento de Estado”. Ou na profecia de Freitas do Amaral que prevê a queda do governo entre Abril e Setembro de 2013. Se Cristo descesse à Terra certamente que expulsaria os novos vendilhões do templo. Correria a pontapé os especuladores agiotas que condenam biliões de seres humanos à pobreza, e os seus enviados especiais a Portugal, disfarçados de Reis Magos (por coincidência, na Troika até o representante do FMI é negro, como Baltazar), e expulsaria do governo de Portugal os vendilhões de empresas estratégicas lucrativas e monopólios naturais como a GALP, PT, EDP, seguindo-se na calha a ANA, a TAP (que em 2010 e 2011 foi a maior exportadora nacional e que só vai render ao Estado, depois de assumir dívida de 1,2 mil milhões €, uns míseros 20 milhões de €), a RTP, os CTT e as Águas de Portugal. Privatizações que aumentam o défice e a dívida pública futura, que Passos Coelho já admite que durará 20 ou 30 anos a pagar. O jornal espanhol “EL Pais” anunciava que “Governo põe Portugal à venda”. Como não acredito em milagres, só posso ter fé que seja

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20/12/2012

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Num meio-dia de fim de primavera Tive um sonho como uma fotografia. Vi Jesus Cristo descer á terra. Veio pela encosta de um monte Tornado outra vez menino, A correr e a rolar-se pela erva E a arrancar flores para as deitar fora E a rir de modo a ouvir-se de longe. Tinha fugido do céu. (…) Nem sequer o deixavam ter pai e mãe Como as outras crianças. O seu pai era duas pessoas – Um velho chamado José, que era carpinteiro, E que não era pai dele; E o outro pai era uma pomba estúpida, A única pomba feia do mundo Porque não era do mundo nem era pomba E a sua mãe não tinha amado antes de o ter. (…) Diz-me muito mal de Deus. Diz que ele é um velho estúpido e doente Sempre a escarrar no chão E a dizer indecências. A Virgem Maria leva as tardes da eternidade a fazer meia. E o Espírito Santo coça-se com o bico E empoleira-se nas cadeiras e suja-as. Tudo no céu é estúpido como a Igreja Católica. Diz que Deus não percebe nada Das coisas que criou – “Se é que as criou, do que duvido” – (…) E depois, cansado de dizer mal de Deus, O Menino Jesus adormece nos meus braços E eu levo-o ao colo para casa. (…) Alberto Caeiro

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uma longa lista de papas, alguns banidos da história oficial da Igreja Católica, outros, porém, que chegaram a ser canonizados. Sucedem-se os escândalos de abusos sexuais a menores por parte de padres católicos em países como EUA, Canadá, Reino Unido, Austrália, Brasil, Alemanha, Espanha, Bélgica, França, Irlanda, Holanda e outros. Só em Los Angeles a Igreja Católica pagou o equivalente a 480 milhões de euros de indemnizações às vítimas e na Alemanha pagou 5 mil euros a cada vítima de abusos na rede de orfanatos católicos, na década de 50. Em Portugal, depois do caso recente no Seminário do Fundão, a Igreja Católica desafiou Catalina Pestana a denunciar os outros casos que ela disse conhecer. Acontece que a sua associação Rede de Cuidadores já denunciou à Igreja e ao Ministério Público casos como os de abusos sexuais de doentes mentais por parte de membros da Ordem Hospitaleira de S. João de Deus. Se Cristo descesse à Terra, depois de correr com os vendilhões do nosso tempo, talvez decidisse refundar o próprio templo.

vieiraecastro@gmail.com O autor não segue o (des)acordo ortográfico por razões meramente linguísticas

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o povo português a expulsar do governo os vendilhões da nossas soberania. Mas não duvido que se Cristo descesse à nossa terra, proibiria o CDS de se intitular democrata-cristão, invocando o seu santo nome em vão, para aprovar leis e orçamentos que condenam à fome e à miséria mais de dois milhões de portugueses. Acredito ainda que a radicalidade de Cristo se manifestaria com todo o vigor no Vaticano, obrigando o Papa a escrever cem vezes “A discriminação dos homossexuais é uma violação dos Direitos Humanos” (tal como é considerado pela Amnistia Internacional desde 1991), castigando assim Bento XVI por ter tido o desplante de ler numa mensagem para o Dia Mundial da Paz que “o casamento homossexual é uma ferida grave infligida à Justiça e á Paz”. A história dos papas é que é uma ferida grave na Igreja Católica. Basta ler livros como “Os Papas e o Sexo” de Eric Frattini, ou “A História Negra dos Papas - Perversões, Assassínios e Corrupção”, de Brenda Ralph Lewis. Luxo, ostentação, orgias, amantes, filhos a rodos, violação de crianças, jovens e mulheres, incluindo freiras , incestos, sodomização de animais, criação de bordeis, pedofilia, assassinatos (como o de João Paulo I, ao fim de 33 dias, por querer investigar a corrupção no Banco do Vaticano, dirigido pelo Cardeal Marcinkus, com ligações à Mafia), eis o curriculum vitae de

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20/12/2012

CARTÓRIO NOTARIAL Notária – Marina da Conceição de Sousa Alves Martins de Carvalho Rua dos Olivais n.º 4 – VISEU

CARTÓRIO NOTARIAL Notária – Maria Luísa Custódio Lopes Pais Rua Cândido dos Reis n.º 10, r/c esquerdo – VISEU

EXTRACTO

EXTRACTO

Marina da Conceição de Sousa Alves Martins de Carvalho, notária deste Cartório, certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que no Cartório Notarial de Viseu, sito na Rua dos Olivais, nº 4, no livro de notas nº 146 a folhas 77, foi lavrada uma escritura de Justificação, pela qual HENRIQUE ESTEVES PEREIRA LOPES, c.f. 151726051, e mulher ALCINDA CARDOSO LOPES, c.f. 197544428, casados em comunhão de adquiridos, naturais da freguesia de Orgens, concelho de Viseu, onde residem na Rua Fonte da Pipa, nº 18, lugar de S. Martinho declararam que são donos e legítimos possuidores com exclusão de outrém, de um prédio rústico, composto de terra de semeadura de milho com videiras e oliveiras, sito ao Agueiro, S. Martinho, freguesia de Orgens, concelho de Viseu, com a área de mil oitocentos e quarenta e dois metros quadrados, a confrontar actualmente do norte com caminho e ribeiro, do sul com Osvaldo da Costa marques, do nascente com Marília da Conceição Oliveira Lopes e outro e do poente com Cecília Rodrigues Simões e outro, inscrito na matriz sob o artigo 1 871. Que o referido prédio veio à posse dos justificantes, pela seguinte forma: uma terça parte por volta do ano de mil novecentos e sessenta por partilha dos bens deixados por óbito de seus pais e sogros – Venâncio Pereira Lopes e Maria Esteves Lopes; uma terça parte por compra que fizeram a Esmeralda Esteves Pereira Lopes, por volta do ano de mil novecentos e noventa e um; e a restante terça parte por compra que fizeram por volta do ano de mil novecentos e noventa a Belmira Esteves Pereira Lopes, sem que tivessem formalizado qualquer acto de transmissão. Que, dado o modo de aquisição, não têm os justificantes possibilidades de comprovar pelos meios normais o seu direito de propriedade, mas a verdade é que são donos do mencionado prédio, pois dele têm usufruído, semeando o milho, feijão, tratando da vinha e das oliveiras, colhendo as uvas e a azeitona, o que fazem há mais de vinte anos, ininterruptamente, à vista e com o conhecimento de toda a gente, sem a menor oposição de quem quer que fosse, exercendo no prédio uma posse contínua, pública e pacífica, pelo que o adquiriram por usucapião que a seu favor invocam. ESTÁ CONFORME O ORIGINAL. Cartório Notarial, Rua dos Olivais nº 4 – 07/12/2012 A Notária: Marina da Conceição de Sousa Alves Martins de Carvalho

Certifico, para efeitos de publicação, que, a folhas cento e vinte e dois, do livro de notas número 153-A, da Notária Maria Luísa Custódio Lopes Pais, com Cartório Notarial em Viseu, na Rua Cândido dos Reis, número 10, rés-do-chão esquerdo, se encontra lavrada em onze de Dezembro de dois mil e doze, uma escritura de justificação, na qual outorgaram: João Carlos Loureiro Torres e mulher Maria Jani Cardoso Lopes Torres, casados no regime da comunhão de adquiridos, naturais, ele da freguesia de Torredeita e ela da freguesia de Orgens, ambas do concelho de Viseu, residentes na Rua do Janeleiro, lote 23, Abraveses, Viseu, NIF 142 130 982 e 113 564 325, os quais declararam: Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem dos seguintes bens imóveis, todos sitos na freguesia de Torredeita, concelho de Viseu, todos omissos na Primeira Conservatória do Registo Predial de Viseu: a) prédio rústico, composto de pinhal e mato, sito às Cortinhas, com a área de três mil e quatrocentos metros quadrados, a confrontar do Norte e do Poente com baldio, do Sul com herdeiros de António Gonçalves Vilharigues e do Nascente com baldio e caminho, inscrito na matriz, sob o artigo 2206; b) prédio rústico, composto de pinhal e mato, sito à Tremoa, com a área de duzentos e vinte metros quadrados, a confrontar do Norte com Armando de Almeida Ferreira, do Sul e do Poente com João Luís Jorge e do Nascente com Isidro Torres de Azevedo, inscrito na matriz, sob o artigo 2162; c) prédio rústico, composto de pinhal e mato, sito ao Vale do Servo, com a área de mil cento e cinquenta metros quadrados, a confrontar do Norte com Joaquim Gonçalves, do Sul com Celeste Gonçalves, do Nascente com Idalina Gonçalves de Jesus e do Poente com Joaquina Gonçalves Paulo, inscrito na matriz sob o artigo 2252; d) prédio urbano, composto de casa de andar e lojas, sito ao Rio, com a superfície coberta de sessenta e quatro metros quadrados, a confrontar do Norte com caminho, do Sul com João Carlos Loureiro Torres, do Nascente com Largo do Rio e do Poente com caminho, inscrito na matriz sob o artigo 394. Que os prédios rústicos acima identificados vieram à sua posse, já no estado de casados entre si, por compra meramente verbal, feita a António Gonçalves Vilarigues (em nome de quem se encontram inscritos na matriz) e mulher Hermínia Matos Vilarigues, então residentes em Routar, Torredeita, Viseu, e o prédio urbano identificado sob a alínea d) também veio à sua posse, já no estado de casados entre si, por compra meramente verbal, feita a Renato António Rijo (em nome de quem se encontra inscrito na matriz) e mulher Elvira Lourenço Lemos Rijo, compras essas efectuadas em dia e mês que não podem precisar, mas que ocorreram já no ano de mil novecentos e oitenta e sete; Que, dado o modo de aquisição, não têm eles justificantes, possibilidade de comprovar pelos meios normais o seu direito de propriedade perfeita, mas a verdade é que são eles os titulares desse direito, pois têm possuído os aludidos prédios há mais de vinte anos, ininterruptamente, com o conhecimento de toda a gente, sem a menor oposição de quem quer que seja, considerando-se e sendo considerados como seus únicos donos, na convicção de que não lesavam quaisquer direitos de outrem, tendo a sua actuação e posse sido de boa fé, posse essa que se tem materializado na apanha lenha, roçando o mato, cortando e plantando pinheiros e demarcando-os e quanto ao prédio urbano na sua limpeza, sendo por isso uma posse em nome próprio, contínua, pública e pacífica, o que conduziu à aquisição daqueles prédios por usucapião, que expressamente invocam, justificando o seu direito de propriedade para efeito de registo, dado que esta forma de aquisição não pode ser provada por qualquer outro título formal extrajudicial. Está conforme o original. Cartório Notarial de Viseu, onze de Dezembro de dois mil e doze. A Notária: Maria Luísa Custódio Lopes Pais

(Jornal Via Rápida 20.12.2012)

ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA DE BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE VISEU CONVOCATÓRIA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA No uso de competência que me confere a alínea a) do artigo 31.º e do Estatuto da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Viseu – AHBVV, os Viseenses -, convoco os Excelentíssimos Associados para a ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA, a realizar: - Na sede associativa sita à Rua José Branquinho - No dia 28 de Dezembro de 2012 - Pelas 20,30 horas Com a seguinte ORDEM DE TRABALHOS: 1 – Leitura e aprovação das atas das sessões de 9 de Maio de 2011 e de 30 de Março de 2012. 2 – Informações 3 – Apresentação e votação do Plano de Atividades e Orçamento para o ano de 2013, nos termos da alínea c) e d) do artigo 30.º e da alínea b) do n.º 2 do artigo 35.º ambos do Estatuto.

(Jornal Via Rápida 20.12.2012)

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Viseu, 07 de Dezembro de 2012 O Presidente da Assembleia Geral (António Botelho Pinto) Nota: 1) Nos termos do n.º 1 do artigo 36.º a Assembleia Geral funciona à hora marcada, com a presença de, pelo menos metade dos associados e meia hora depois, com qualquer número de presenças. 2) Os documentos referidos no ponto 3 encontram-se disponíveis para consulta nos Serviços Administrativos da Associação.

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20/12/2012

ACTUALIDADE

3/Via Rápida

Fotos: Rui da Cruz

CASA-MUSEU ALMEIDA MOREIRA REABRIU AO PÚBLICO EM VISEU:

O TRIBUTO AO CAPITÃO Depois das obras de remodelação iniciadas em Novembro de 2010, acaba de reabrir ao público a Casa-Museu Almeida Moreira, localizado junto ao Jardim das Mães. Um legado do Capitão à cidade de Viseu, em 1939, que incluiu a sua valiosa colecção artística (pintura, escultura, cerâmica, mobiliário, entre outras tipologias) e o importante acerco documental (livros, revistas, correspondência particular, fotografias e outros documentos), com a condição da Câmara Municipal a transformar aquele espaço em «Casa-Museu-Biblioteca». “Está cumprida a vontade do Capitão e, ao mesmo tempo, mais enriquecida também a Rede Municipal de Museus”, congratulou-se a vereadora da Cultura, Ana Paula Santana, na cerimónia de reabertura da Casa-Museu Almeida Moreira.

A remodelação do espaço, assumida pela Câmara Municipal de Viseu e Sociedade de Reabilitação Urbana «Viseu Novo», ascendeu a 270 mil euros, a que acresce mais um investimento de 180 mil para os conteúdos. Figura impar na sociedade viseense e portuguesa do século XIX, Francisco Almeida Moreira foi professor, artista, coleccionador, museólogo, conferencista, colaborador da imprensa, autarca, promotor de turismo, autor e bibliógrafo, um ecletismo bem documentado na exposição temporária «Faces da Vidacidade», na qual emergem as diversas facetas da vida do Capitão, intrinsecamente ligadas a Viseu e à dinamização cultural. “Através dela é possível perceber a paixão que teve pela cidade e a quantidade e qualidade da intervenção cívica que desenvolveu”, sublinhou Henri-

que Almeida, comissário da exposição. A Francisco Almeida Moreira, que desempenhou as funções de vereador do pelouro do urbanismo e estética na Câmara Municipal, fica a dever-se também a instalação, em 1931, do painel de azulejos do Rossio, um trabalho desenhado por Joaquim Lopes, que se assume hoje como uma das mais emblemáticas e identificativas imagens da cidade de Viseu. Para Fernando Ruas, presidente da Câmara Municipal de Viseu, a remodelação agora concluída na Casa-Museu pretende não só preservar o que Almeida Moreira deixou em testamento, mas também, e sobretudo, exaltar a figura marcante que representou na sua época, quer no concelho quer no país. Em fase terminal do seu último mandato à frente do executivo, Ruas

congratulou-se pelo facto de estar agora a inaugurar obras com “uma importante componente imaterial”, concluindo que a reabertura do espaço, que classificou como “mais uma pérola cultural em Viseu”, representou “um momento histórico” na sua vida de autarca A exposição permanente patente no piso superior, esta comissariada por Graça Abreu, apresenta um conjunto de obras seleccionadas da sua colecção particular, com destaque para a colecção de pintura com obras do século XIX e início do século XX, onde o naturalismo está assinalado com quase todos os grandes pintores dessa época. A colecção de faianças exibe peças das melhores fábricas portuguesas. O Museu Almeida Moreira estará aberto de terça-feira a domingo, entre as 10.00 e as 12.00 e as 14.00 e 17.00 horas.


4/Via Rápida

ACTUALIDADE

20/12/2012

CENTRO HOSPITALAR TONDELA-VISEU LIDERA EM TRÊS ESPECIALIDADES

ACÇÃO DE FORMAÇÃO PARA TREINADORES DE BASQUETEBOL

- NO 4º LUGAR DO RANKING NACIONAL, UNIDADE CONTINUA A SER A MELHOR DO INTERIOR DO PAÍS

Um estudo elaborado pela Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), sustentado em dados de 2011, coloca este ano o C e n t r o H o s p i t a l a r To n dela–Viseu (CHTV) na quarta posição do ranking nacional. Apesar de ter descido dois lugares na tabela dos 10 melhores em relação ao ano passado, a unidade continua, apesar de tudo, a liderar no país, ao nível do tratamento de doenças

neurológicas, musculo-esqueléticas, e traumatismos e doenças acidentais. Numa lista que continua, pelo terceiro ano consecutivo, a ser liderada pelo Hospital de S. João (Porto), seguido pelo Centro Hospitalar Universitário de Coimbra e Centro Hospitalar Lisboa Norte, o CHTV continua a surgir também como o melhor do interior do país, posicionando-se ainda nos cinco

primeiros lugares no tratamento de sete dos 17 grupos de doenças analisadas, entre as quais as dos foros digestivo, pediátricas, endócrinas, e metabólicas e respiratórias. Contactada pelo «VR», a administração do CHTV, liderada por Ermida Rebelo, não tece comentários à posição obtida por esta unidade de saúde, preferindo apenas “congratular-se com uma classifica-

DESPORTO

20/12/2012

ção que já é habitual” neste Hospital (em 2011 obteve o segundo, e em 2009 e 2010 o quarto lugar), o que constitui, para o mesmo responsável “motivo de orgulho e satisfação para todos os profissionais, e também uma prova de qualidade para os utentes”. No estudo elaborado, desde há sete anos, pela ENSP, nos últimos cinco mantêm-se no topo os primeiros quatro hospitais, apesar de algumas trocas de lugares, embora o CHTV continue a ser o primeiro, pelo terceiro ano consecutivo, no tratamento de doenças musculo-esqueléticas, traumatismos e lesões acidentais e, pela primeira vez, no tratamento de doenças neurológicas. Neste último ranking, o hospital de Viseu, que surge já como Centro Hospitalar Tondela-Viseu devido à recente fusão com o hospital Cândido de Figueiredo de Tondela, conseguiu ainda obter o segundo melhor resultado no critério da mortalidade. Com 646 camas disponíveis, tem ao seu serviço mais de mil profissionais, entre médicos e enfermeiros.

Por: Jorge Duarte A Associação Nacional de Treinadores (ANTB), em parceria com a Associação de Basquetebol de Viseu (ABV), vai organizar no próximo dia 22 de Dezembro, um «Clinic» no âmbito do projecto «ANTB na Estrada», subordinado ao tema «Contributos para o ensino do jogo nos escalões de formação». A realização desta Acção de Formação em Viseu, no pavilhão municipal de Fontelo, a partir das 9 horas, representa mais uma aposta das entidades promotoras na formação de treinadores de basquetebol, com o intuito de uma maior valo-

rização da modalidade. «A agressividade defensiva enquanto estratégia prioritária na formação», com Tam Ling, treinador-coordenador do Vitória de Guimarães, e «Transição defesa - ataque e entrada no ataque», com Rui Gomes, treinador da equipa Sub 19 feminina do CPN/Porto, são os temas a abordar durante a manhã. A partir das 12,30 horas haverá uma reunião/debate da Direcção da ANTB com os treinadores presentes. Pelos temas em debate, e pelos prelectores intervenientes, tudo se conjuga para que esta iniciativa da ANTB, à qual em boa hora a ABV aderiu, seja um sucesso.

CARTÓRIO NOTARIAL Notária – Maria Luísa Custódio Lopes Pais Rua Cândido dos Reis n.º 10, r/c esquerdo – VISEU EXTRACTO Certifico, para efeitos de publicação, que, a folhas onze, do livro de notas número 154-A, da Notária Maria Luísa Custódio Lopes Pais, com Cartório Notarial em Viseu, na Rua Cândido dos Reis, número 10, rés-do-chão esquerdo, se encontra lavrada em dezanove de Dezembro de dois mil e doze, uma escritura de justificação, na qual outorgou: Manuel Augusto Martins, divorciado, natural da freguesia de Calde, concelho de Viseu, residente em 12 Rue des Tisserands, 74960 Cran Gevrier, França, NIF 142 974 986, o qual declarou:

CINETEATRO MUNICIPAL DE NELAS ACOLHE NOVO ESPAÇO INTERNET A Câmara Municipal de Nelas inaugurou, no último domingo, um novo espaço internet no Cineteatro Municipal. Localizado no piso superior, este espaço está equipado com dez computadores e reúne uma sala para formações/sessões de apoio e uma zona de acesso wireless com cafeteria. No piso inferior dispõe de três pontos de acesso a deficientes motores, bem como de uma sala para exposições, onde está patente, neste período inicial, uma mostra de cartazes de filmes dos anos 50, como Amor de Perdição, Serenata à Chuva e Sissi, uma máquina de projeção

original, que data de finais dos anos 40, caixa de derivação de som, películas, entre outros equipamentos relacionados com a projecção de filmes nessa

época. Na mesma tarde, a Autarquia promoveu, na Sala de Espectáculos do Cine-Teatro, a Festa de Natal dos filhos dos funcio-

nários com a estreia da peça “Super-Heróis de Portugal”. Desenvolvida pelo Serviço de Animação Sociocultural da Câmara, esta peça retrata os feitos de alguns heróis da nossa História, nomeadamente a Padeira de Aljubarrota, Vasco da Gama e Aristídes de Sousa Mendes, num tom divertido e didático. Ao longo do ano 2013, este espectáculo será apresentado a todos os alunos do pré-escolar e 1º e 2º CEB do Concelho de Nelas. O novo espaço internet funciona de segunda a sexta, entre as 9h00 e as 21h00, e aos sábados e domingos das 9h00 às 13h00.

Que é dono e legítimo possuidor, com exclusão de outrem, do prédio rústico, composto por terreno de semeadura com videiras e lage, sito à Pereira, freguesia de Calde, concelho de Viseu, com a área de seiscentos e trinta metros quadrados, a confrontar do Norte com Laura Francisco, do Sul e do Nascente com Mário Luís Pires, e do Poente com estrada, inscrito na matriz sob o artigo 4654, omisso na Segunda Conservatória do Registo Predial de Viseu. Que o identificado prédio foi adquirido pelo justificante, já no estado de divorciado, por partilha meramente verbal, a que procedeu com os demais interessados por óbito de seus pais José Augusto e mulher Adelina do Carmo Augusto, residentes que foram em Calde, Viseu, pais dele justificante, partilha essa efectuada em dia e mês que não podem precisar, mas que ocorreu por volta do ano de mil novecentos e noventa; Que, dado o modo de aquisição, não tem possibilidade de comprovar, pelos meios normais o seu direito de propriedade perfeita, mas a verdade é que é ele o titular desse direito, pois tem possuído o aludido prédio, há mais de vinte anos, ininterruptamente, com o conhecimento de toda a gente e sem a menor oposição de quem quer que seja, considerando-se e sendo considerado como seu único dono, na convicção que não lesava quaisquer direitos de outrem, tendo a sua actuação e posse sido de boa fé, posse essa que se tem materializado no seu cultivo, mandando-o vindimar, arrancando e substituindo vinha, e demarcando-o, sendo por isso uma posse em nome próprio,

Director: Ricardo Silva • Redacção - Chefe de Redacção: José Cardoso • Colaboradores:Afonso Marques, Carlos Bergeron, Carlos Vieira e Castro, José Lapa, José Reis, Luís Lopes, Manuel Morgado Propriedade: José Cardoso • Depósito legal n.º 146546/00 • N.º de registo no ICS - 117441 N.º fiscal de contribuinte - 135605547 • Departamento Comercial: Luísa Matos (publicidade@jornalviarapida.com) Edição On-line: Marco Alexandre • Paginação e Arranjo Gráfico: ROSTO CRIATIVO - Viseu Impressão: TIPOGRAFIA OCIDENTAL - Viseu • Tiragem: 4.000 Ex. www.jornalviarapida.com Os artigos de opinião publicados neste Jornal são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. Sede e Redacção: Rua D. Francisco Alexandre Lobo, 55-3.º dto • 3500-071 Viseu Contactos: Tel. - 232426058 • Telem. - 966061468 • Fax - 232426058 • E-mails - geral@jornalviarapida.com - publicidade@jornalviarapida.com

contínua, pública e pacífica, o que conduziu à aquisição daquele prédio por usucapião, que expressamente invoca, justificando o seu direito de propriedade para efeitos de registo, dado que esta forma de aquisição não pode ser provada por qualquer outro título formal extrajudicial. Está conforme o original. Cartório Notarial de Viseu, dezanove de Dezembro de dois mil e doze. A Notária: Maria Luísa Custódio Lopes Pais (Jornal Via Rápida 20.12.2012)

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CONVÍVIO DE NATAL O Comité Distrital de Mini Basquete da Associação de Basquetebol de Viseu organiza no próximo domingo, dia 23 de Dezembro, o habitual Convívio de Natal. O encontro terá lugar no Pavilhão do Fontelo, com inicio previsto para as 09:30 horas. O Convívio é aberto a equipas mistas dos escalões de Sub 8,Sub 10 e Sub 12. CARTÓRIO NOTARIAL Notária – Marina da Conceição de Sousa Alves Martins de Carvalho Rua dos Olivais n.º 4 – VISEU EXTRACTO Marina da Conceição de Sousa Alves Martins de Carvalho, notária deste Cartório, certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que no Cartório Notarial de Viseu, sito na Rua dos Olivais, nº 4, no livro de notas nº 146 a folhas 120, foi outorgada uma escritura de Justificação, na qual ANTÓNIO FERREIRA, c.f. 132849992, e mulher ANNIE CHANTAL BRUNETON FERREIRA, casados em comunhão de adquiridos, ele natural de Lordosa, concelho de Viseu, onde residem no Bairro de Sto António da Serra, e ela natural da França, declararam que o outorgante marido é dono e legítimos possuidores com exclusão de outrém dos seguintes prédios rústicos – sitos na freguesia de Lordosa concelho de Viseu. 1- Pinhal e mato, sito à Telha, com a área de seiscentos e vinte e um metros quadrados; a confinar do norte com José de Abreu, do sul com Maria dos Prazeres Seixas, do nascente com Aníbal dos Santos e do poente João Monteiro; inscrito na matriz sob o artigo 10 372 - 2- Pastagem, palheiro e eira, sito às Eiras, com a área de oitenta e dois metros quadrados; a confinar do norte e poente com Maria Gonçalves e do sul e nascente com António da Costa Braz; inscrito na matriz sob o artigo 14 579 - 3- Terreno inculto com mato e árvores dispersas, sito ao Ovizo, com a área de quatrocentos e oito metros quadrados; a confinar do norte com caminho, do sul com José Bernardino Seixas, do nascente com António da Cruz e do poente com Maria do Céu de Jesus; inscrito na matriz sob o artigo 14 915 - 4- Pinhal e mato, sito às Eiras, com a área de cento e cinquenta e três metros quadrados; a confinar do norte com Maria Gonçalves, do sul com Alberto Braz e do nascente e poente com António da Costa Bráz; inscrito na matriz sob o artigo 14 580 5- Pinhal e mato, sito à Espinheira, com a área de duzentos e setenta e dois metros quadrados; a confinar do norte com Abel Ferreira, do sul e nascente com Manuel dos Santos Simões e do poente com caminho; inscrito na matriz sob o artigo 8 058 - 6Terreno de pinhal e mato, sito aos Oculos, com a área de duzentos e quarenta e quatro metros quadrados; a confinar do norte com Aires Almeida Nunes, do sul com Nelson Almeida Martins, do nascente com José Ferreira e do poente com Alípio Marques; inscrito na matriz sob o artigo 6 402 - 7- Dois terços indivisos de um terreno de pinhal e mato, sito à Rapadoira, com a área de mil cento e vinte e um metros quadrados; a confinar do norte com António Nunes da Costa, do sul com André Bispo do Vale, do nascente com José Maria Marques da Silva e do poente com caminho; inscrito na matriz sob o artigo 2 963, 8- Terra de pastagem, palheiro e eira, sito às Eiras, com a área de setenta e dois metros quadrados; a confinar do norte, nascente e poente com António da Costa Braz e do sul com Maria Gonçalves; inscrito na matriz sob o artigo 14 577. Que os prédios indicados não se encontram descritos na Segunda Conservatória do Registo Predial de Viseu. Que aqueles prédios vieram á posse do outorgante marido por compra que o mesmo fez ainda antes do casamento, sem que tivesse formalizado qualquer acto de transmissão e da seguinte forma: a verba um, por compra que fez por volta do ano de mil novecentos e oitenta e seis, a Gracinda de Jesus e marido (em nome da qual se encontra inscrito na matriz); a verba dois, por compra feita por volta do mesmo ano, a Idálio da Costa Aparício (em nome de quem se encontra inscrito na matriz) e mulher Aida Maria Lopes Coelho Aparício; a verba três, por compra que fez por volta do ano de mil novecentos e oitenta e seis, a Gracinda de Jesus (em nome de quem se encontra inscrito na matriz) e marido Carlos Carrilho; a verba quatro, por compra que fez a Augusto Rodrigues dos Santos, por volta do ano de mil novecentos e oitenta e sete - embora por erro tenha sido inscrito indevidamente na respectiva matriz como parte da herança do indicado Augusto; a verba cinco, por compra feita por volta do ano de mil novecentos e oitenta e oito, a José de Almeida Pombo e mulher; a verba seis, por compra feita por volta do ano de mil novecentos e noventa a Maria José Pais de Almeida; a verba sete, por compra a José Maria Ferreira, por volta do ano de mil novecentos e noventa, sendo donos da restante parte - Joaquina Ferreira e marido Nelson Martins, a verba oito, por volta do ano de mil novecentos e noventa e dois por compra a Palmira Rodrigues Martins. Que, dado o modo de aquisição, não tem o justificante possibilidades de comprovar pelos meios normais o seu direito de propriedade, sobre os prédios, sendo certo contudo que é o seu dono, e nessa convicção deles tem usufruído, e como proprietário neles tem semeado as culturas típicas da região, cortando e limpando o mato e lenha, usando a palheira para arrumos de lenhas e palha, na eira secando o milho, o que faz há mais de vinte anos, ininterruptamente, à vista e com o conhecimento de toda a gente e sem oposição de quem quer que fosse, e na verba sete em compropriedade com a mencionada Joaquina Ferreira e marido, exercendo assim nos prédios uma posse contínua, pública e pacífica, pelo que adquiriu aqueles prédios por usucapião que a seu favor invoca. ESTÁ CONFORME O ORIGINAL. Cartório Notarial, Rua dos Olivais nº 4 Em 18/12/2012 (Jornal Via Rápida 20.12.2012)


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DESPORTO

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ACADÉMICO DE VISEU LEVOU AS «BOAS FESTAS» À ASSOCIAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL DE ABRAVESES Numa iniciativa em que estiveram presentes o treinador Filipe Moreira, e os jogadores Pedro Ribeiro, Campinho, Miguel Serôdio, Mauro Antunes e Rodolfo Simões, a direcção do Académico de Viseu Futebol Clube realizou uma visita à Associação de Solidariedade Social da Freguesia de Abraveses. Objectivo, «conhecer melhor o trabalho desta Instituição de reconhecido mérito e deixar os votos de boas festas aos utentes mais novos e aos mais velhos. A Direcção do Académico de Viseu agradece publicamente aos dirigentes da Associação de Solidariedade Social da Freguesia de Abraveses a “recepção calorosa” à equipa academista e, sobretudo, “o pelo papel crucial que todos os dias desempenham na melhoria das condições de vida dos nossos concidadãos”.

«LAMEGO ConVida a caminhar» PÔS A ANDAR MAIS DE 1200 PESSOAS Ao longo dos últimos doze meses, o Centro Municipal de Marcha e Corrida de Lamego incentivou lamecenses de todas as gerações a saírem à rua para caminharem e conviverem com outros entusiastas da prática regular de exercício físico, no âmbito do projeto ConVida a Caminhar na Minha Freguesia. Após ter percorrido nove freguesias rurais e urbanas do concelho, esta iniciativa passou pela Penajóia para cumprir a última caminhada deste ano. 140 praticantes fizeram uma pequena viagem a pé que percorreu alguns dos locais mais importantes da freguesia, nomeadamente a magnífica Igreja de Santíssimo, a Igreja Matriz e a Adega Cooperativa. O passeio encerrou com a realização de um agradável lan-

FILIPA PEREIRA REGISTOU NOVO MÁXIMO PESSOAL EM NATAÇÃO A nadadora de Vouzela, Filipa Pereira, o registo de 30.29 estabeleceu um novo máximo pessoal, com o registo de 30.29 nas finais dos 50 metros mariposa, e ficou no 15º lugar nacional da distância, na edição de 2012 do Campeonato Nacional Absoluto de Piscina Coberta (25 metros), disputado nas piscinas

do Clube Fluvial Portuense, numa prova em que estiveram presentes 376 nadadores (199 masculinos e 177 femininos) em representação de 63 clubes. Para o seu treinador Hugo Berardinelli, a prestação da sua atleta foi extremamente positiva uma vez que sendo estes os primeiros Campeonatos Nacionais

da atleta, associado ao facto de ter conseguido alcançar as finais logo na estreia, e aí ter conseguido efectuar a sua melhor marca pessoal, “foi um factor de enorme satisfação”. O treinador destacou ainda o excelente arranque da sua atleta, bem como da restante equipa nesta época desportiva.

che-convívio, oferecido pela Junta de Freguesia. Durante o primeiro ano de vida, o projeto Caminhar na Minha Freguesia envolveu, em colaboração com várias instituições locais, mais de 1200 pessoas, de diferentes gerações, tendo passado por Ferreirim, Valdigem, Cepões, Figueira, Várzea de Abrunhais, Avões, Sé, Almacave e Magueija, para além da Penajóia. Para o próximo ano, promete continuar a percorrer o concelho de Lamego e proporcionar excelentes momentos de atividade física e convívio, em permanente contacto com a natureza. Gratuita e adaptável a qualquer estilo de vida, caminhar é uma atividade pode ser realizada por pessoas de todas as idades, desde crianças a idosos.

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OPINIÃO

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DESPORTO

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ESTREIA AUSPICIOSA DOS JOVENS NADADORES ACADEMISTAS

Por: Irene Frias Estrearam-se na época 2012/2013 os mais jovens nadadores do Académico de Viseu. A prova decorreu no passado sábado em Vagos e contou como uma comitiva composta por 16 atletas, que são as esperanças para os próximos anos da

GOLPE DE VISTA

No passado dia 18 de Dezembro, Dia do Migrante, cerca de vinte associações de imigrantes e de defesa dos direitos humanos, entre as quais a Associação Olho Vivo, entregou uma queixa ao Provedor de Justiça, alegando a inconstitucionalidade da recentemente aprovada Lei da Imigração, e promoveu uma acção em Lisboa, integrada na Jornada de acção global pelos imigrantes, refugiados e deslocados. Este ano, o tema da Jornada são os centros de detenção e o trágico desaparecimento ou morte de migrantes nas frontei-

LEI DA IMIGRAÇÃO: ASSOCIAÇÕES ENTREGAM QUEIXA AO PROVEDOR DE JUSTIÇA ras. Na Europa e em Portugal assistimos a uma viragem drástica na política de imigração, traduzida na incorporação na lei portuguesa da Directiva do Retorno (a chamada Directiva da Vergonha). Tal é um retrocesso na defesa e na garantia dos direitos fundamentais dos imigrantes e uma flagrante violação da Dignidade da Pessoa e dos Direitos Humanos, cujo objectivo é facilitar ao máximo a expulsão dos e das imigrantes em situação irregular. Com esta política, imigrantes vivendo há muitos anos em Portugal, trabalhando e descontando para a Segurança Social e o fisco e que, face à situação difícil, transversal a toda a sociedade, não consigam manter a sua situação regularizada, ver-se-ão na iminência de serem expulsos. Numa altura em que milhares de pessoas se deslocam à

procura de melhores condições de vida e sobrevivência a nível planetário, incluindo os portugueses, temos de dizer não a esta politica Securitária, Xenófoba e Racista que transforma a Europa numa autêntica Fortaleza e mobilizamo-nos contra: - a criação de mecanismos de discriminação em função do poder económico de cada um; – descartando tantos e tantas imigrantes que aqui vivem e ajudam a construir o país, muitas vezes vítimas de exploração laboral, agora colocados na iminência de serem rejeitados em detrimento dos economicamente mais privilegiados ou especia-

lizados, cuja formação muito custou aos seus países de origem; - a criminalização, estigmatização e repressão dos migrantes e os centros de detenção; - o poder discricionário e a politica de expulsões administrativas que conferem ao SEF o direito de decidir sobre a vida dos milhares de cidadãos que aqui vivem e trabalham; - pela regularização de todos os imigrantes indocumentados; - contra a nova lei de imigração que viola os direitos humanos básicos, ao tratar de forma diferente e desigual os imigrantes perante a Constituição.

(Secção da responsabilidade do Núcleo de Viseu de “OLHO VIVO - Associação para a Defesa do Património Ambiente e Direitos Humanos”) Nota: Críticas e sugestões para a Associação OLHO VIVO, telefone: 912522690 - olhovivo.viseu@gmail.com olhovivoviseu.blogspot.com

natação em Viseu As jovens promessas Academistas participaram no I Torneio 1ª Braçada da A. N. Aveiro, com desempenhos vistosos, dando as primeiras braçadas como federados na modalidade. A competição serve para promover o primeiro contato destes jovens atletas com a com-

petição, sendo mais importante a prestação do que o resultado final. Ainda assim os nadadores do Académico não quiseram deixar por menos e venceram mesmo a estafeta final do Torneio, sendo o grande vencedor, de entre as dez equipas inscritas nas estafetas, o Académico de Viseu.

O trabalho desenvolvido pela equipa de técnicos do Académico tem dado os seus frutos, espelhando-se no desempenho dos viseenses a cada prova que disputam. Nota-se a distinção e responsabilidade que cada atleta de Viseu tem quando entra em prova, fruto dos valores e princípios incutidos nos atletas diariamente. Os nomes dos “recémfederados” pelo Académico são: Margarida Moreira, Beatriz Cardeal, Beatriz Correia, Mariana Silva, Mafalda Oliveira, André Pires, Tiberius Neagu, Simão Almeida, Jorge Ferreira, Samuel Figueira, Tiago Rodrigues, Ricardo Morais, Vasco Carvalho, Pedro Almeida, Tomás Seixas e Francisco Albuquerque, que tiveram como treinadores da equipa Bruno Amaral, Liliane Amaral e Luísa Amaral, sendo a delegada à prova Irene Frias. Durante o próximo fim-desemana a equipa principal do Académico vai encontrar-se em Lisboa, a disputar o Nacional de Clubes.

com 231 pontos, Carlos Rodrigues 227 e Armando Leitão 225 e o gross com o José Marques a comandar com 258, seguido do Samuel Barros com 225 e Idalina Cardoso 223. Idalina Cardoso (longest drive) e Carlos Rodrigues (nearest to the pin)

foram galardoados respetivamente com 4 e 2 nomeações. Foi também aprovado o plano de atividades para o próximo ano - sendo visível a dinamização dos seniores - pois irão ter provas em quase todas as quartas feiras.

O NATAL DOS SENIORES Por: Álvaro Marreco O percurso Caramulo do Montebelo, recebeu a última prova do corrente ano dos seniores viseenses. Texas scramble a pares, foi a modalidade escolhida, sendo que só seriam considerados ¾ de handicap e com a obrigatoriedade de 6 saídas. A dupla José Artur/Pedro Almeida foi a grande triunfadora da prova, pois entregou um cartão com 44 pontos em net e 28 em gross. Na classificação abonada, os lugares seguintes foram ocupados pelos pares, Augusto Costa/Carlos Rodrigues, Alberto Amaral/Armando Leitão e Teresa Cabral/José Cabral com 39 e Pedro Aguiar/Samuel Barros e Isabel Guedes/João Miranda com 38. Já na classificação abonada, foram seguidos pelas duplas, Pedro Aguiar/Samuel Barros com 26, José Marques/Dimas da Silva 23, Augusto Costa/Carlos Rodrigues 21, Idalina Cardoso/José Ministro 19, Alberto Amaral/Armando Leitão 18 e Teresa Cabral/José Cabral com

17. A pancada mais longa foi obtida pela Idalina Cardoso e a mais certeira foi a do Dimas da Silva. Foram também distribuídos os prémios relativos às provas do ranking, onde o pódio net foi ocupado pelo Pedro Almeida


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CULTURA

20/12/2012

CONCERTO ASSINALOU RESTAURO DE TELA E RECONSTRUÇÃO DO ÓRGÃO NA MISERICÓRDIA DE VISEU A Misericórdia de Viseu promoveu no passado dia 15 de Dezembro um concerto de órgão e canto, por António Alexandrino e Isabel Silvestre, respetivamente, integrado numa sessão assinalada com a recolocação na Igreja da tela de Nª Srª da Assunção. A sessão, levada a cabo na igreja da Misericórdia, constituiu mais uma data histórica na vida da instituição. Vinte anos

após o incêndio que destruiu o órgão de tubos, de autoria de Machado e Cerveira, conclui-se agora a sua reconstrução. Coube ao próprio mestre organeiro, António Simões, apresentar um documentário sobre o antigo órgão e as várias fases de restauro e reconstrução. A tela colocada na igreja, em suporte com carácter reversível e de menores custos, não tem identificada a autoria. Tudo in-

dica tratar-se de uma obra de meados do século XIX, mas não existem certezas. Os estudos vão continuar no âmbito de investigação promovida pelo Museu da Misericórdia, aguardando-se que as “conversas com arte” programadas para os próximos meses possam trazer algumas revelações sobre esta matéria. Para a instituição, embora a ação social continue a ter a mai-

or relevância de todas as suas valências, deve cuidar-se e valorizar-se o património histórico. O órgão voltará a servir o culto e será colocado ao serviço da comunidade. Desta forma, “a Misericórdia prossegue também uma função cultural e pedagógica, podendo contribuir para a formação artística e musical” – declarou Henrique Almeida, diretor do Museu, no final da sessão.

NOVO CENTRO MUNICIPAL DA JUVENTUDE AO CIMO DAS ESCADINHAS DE SANTO AGOSTINHO É a segunda sala de estudo a cando um posto equipado para funcionar em Viseu, depois da abertura em 2008 do espaço localizado junto ao Pórtico do Fontelo, frequentada anualmente por 46.300 utilizadores. Está localizada ao cimo das Escadinhas de Santo Agostinho, e acolhe também o novo Centro Municipal da Juventude. Uma terceira sala continua projectada para junto da Biblioteca Municipal. O novo Centro Municipal da Juventude / Sala Escadinhas de Santo Agostinho, que resultou da requalificação de um espaço onde já funcionou um Café-Bar, disponibiliza um conjunto de serviços dirigidos aos jovens viseenses, com uma sala de acesso gratuito à internet, com 24 computadores, desta-

acesso a cidadãos invisuais, uma sala ciber-estudo, sala de formação e manutenção do serviço de assessorias e informações. A requalificação e adaptação do espaço, representa um investimento de cerca de 110 mil euros, O conceito, «importado» de Espanha, como faz questão de ressalvar Fernando Ruas, presidente da Câmara Municipal de Viseu, pretende promover a igualdade de oportunidades no acesso às novas tecnologias de informação. “Um exemplo de atenção às boas práticas que, neste caso, se materializam na disponibilização das infraestruturas que consideramos mais importantes para a cidade, neste caso, e sobretudo, para os jovens”, conclui o autarca.

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OPINIÃO

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SOCIEDADE

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ESPECTADOR COMPROMETIDO

BUSINESS ANGELS - UM NOVO IMPULSO AO EMPREENDEDORISMO NA REGIÃO A propósito das diligências em curso para a criação de um clube de Business Angels (BA) na Região Dão Lafões, valerá a pena uma breve nota para quem não esteja familiarizado com este tema. Trata-se de uma forma de financiamento que, embora relativamente recente entre nós, tem já uma longa tradição em países como o Reino Unido e os Estados Unidos da América. A modalidade tem registado uma atividade crescente na UE onde existem 256 milhares de BA, membros de redes formais, estimando-se que, com os que existem informalmente, o total possa rondar os 2 milhões. O investimento total desta atividade na UE, poderá, assim, estimar-se em €5.000 milhões. Com alguma expressão, em Portugal esta modalidade terá menos de

15 anos, tendo sido constituído em 1999 o Business Angels Club, o primeiro clube português de BA. Um BA financia um projeto através de uma entrada no capital da sociedade a constituir, participação geralmente minoritária e com um horizonte temporal de médio prazo. É, portanto, de um financiamento sem qualquer juro, garantia a prestar ou outro tipo de encargos, com a grande vantagem de o BA atuar no terreno conjuntamente com o empreendedor e sem qualquer salário. Em geral, um BA é um indivíduo que, para além de ter disponibilidade financeira, possui um capital de conhecimento que lhe advém da experiência como empreendedor ou como quadro superior de empresa. Procura investir

em negócios inovadores, em que reconheça potencial de crescimento e de valorização do capital, que se encontrem em fase de lançamento (início de atividade) ou em fase crítica de crescimento, sendo geralmente atraído por projetos em áreas de negócio que conheça e em regiões próximas da sua residência. Constituirá, por certo, mais uma motivação o incentivo que o Orçamento de Estado para 2013 contempla, com a dedução à coleta em sede de IRS, até 20% das entradas de capital, com limite de €10.000. Podemos, pois, concluir que se trata de uma fonte de capital alternativa às tradicionais formas de financiamento das instituições bancárias, com evidentes vantagens para o empreendedor, uma vez que alia o financiamento ao conhecimento, à experiência, à rede de contactos nacionais e internacionais do BA, para além da credibilidade que este poderá trazer ao projeto, em que atuará como parceiro de negócio. Por tudo isto, espera-se que o anunciado Clube de Business Angels na Região Dão Lafões constitua um novo impulso ao empreendedorismo nesta Região. Haja projetos...

“Tanto lume aceso em todo o Portugal, e tanto frio nos corações. Mas não há outro calor, senão o dos cepos a arder. Deus esqueceu-se de nós, ou alguém se esqueceu por ele…” (Miguel Torga: Diário VIII/Coja, 24dez1956)

O NATAL DOS SIMPLES

Por: José Lapa

com as consequências que todos conhecemos e que muitos de nós já sentem. Estas linhas, ao contrário do que o leitor até agora poderá ter pensado, são de esperança, de convicção, de continuar, de vencer e de acreditar que o amanhã, ou o depois será diferente. Que melhor exemplo o de acreditar que o do passado fim-de-semana, a da iniciativa de recolha de alimentos do Banco Alimentar, onde, mais uma vez, os portugueses se mostram generosos, tendo sido possível alcançar as 2914 toneladas de alimentos! São múltiplos, embora mais ou menos expressivos, os exemplos de solidariedade. Apesar de tudo devo relembrar que talvez, “A CRISE” (fica de alguma forma controlada entre aspas) conduza ao despertar de algum espírito, daquele espírito, que todos precisa-mos mesmo quando não estamos em “CRISE”.

“Ensinaram-me as coisas importantes Que afinal o não eram. Acumularam-me de conhecimentos De que ainda me liberto. Ditaram-me no caderno de duas linhas Os exemplos que procuro não seguir. Fizeram-me ler as histórias de santos, sábios e heróis, Que eu não quero ser nem imitar. Soube de cor as constelações Que hoje se escondem no fundo das cidades. Ensinaram-me a pescar nos rios e regatos Em que bóiam as garrafas de plástico. Quando eu sabia tudo Atiraram-me para a vida de que eu não sabia nada E onde tudo era ao contrário do que aprendera. Habituei-me a raciocinar pelo contrário. Não era feliz, era desarmado. E tive de aprender, de novo, Tudo o que me haviam ensinado E que eu queria não ter aprendido.”

Deixo-vos um poema como prenda de Natal e com votos de um bom 2013.

(IN ENTRE MIM E O MUNDO DE JACINTO MAGALHÃES)

O NATAL DO NOSSO DESCONTENTAMENTO Chegados ao mês do Natal e ao final de um novo ano, época propícia ao sentimento de renovar esperança(s) e fomentar nova(s) etapa(s), deparo-me com uma manifesta e enraizada falta de esperança no futuro, principalmente pelo descrédito das instituições e por consequência do país. Nada me recorda a atual situação, nada se vislumbra no meu passado, mesmo alargando o horizonte temporal, à qual se assemelha este descrédito, desmotivação ou mesmo falta de esperança, quase mitigada na falta de fé. Todos os dias somos massivamente consumidos por notícias que alimentam a atual situação, a da própria notícia, de desemprego, de famílias que já prescindiram de energia eléctrica, água, gaz, de crianças que passam fome, de pessoas que há muito tempo vivem para lá do limite admissível e aceitável no país para o qual todos os nossos “pais” direta e indiretamente contribuíram, lutaram, trabalharam, acreditaram! O pior é que no futuro próximo não se perspectivam melhoras, muito pelo contrário,

Para quem como eu, conheceu o Natal, em torno de uma fogueira, crepitando de emoções bastas, satisfeita a ansiedade, aquecido na fraternidade familiar, longe do rebuliço da abastança que não tinha, o Natal há-se ser sempre sinónimo de simplicidade. Nunca imaginei o Natal no néon, nos corredores de prateleiras bastas, na infinidade dos sonhos realizados. Sempre o vivi intensamente de alegria, sem grande aspiração material. Para mim, o Natal sempre foi emoldurado pela realidade nua e crua. Muito crua. Talvez, por isso, eu tenha sempre disponível na memória para trautear, quando a data se aproxima, a bela canção do Zeca Afonso do Natal dos Simples: “Já nos cansa esta lonjura/ Já nos cansa esta lonjura/ Só se lembra dos caminhos velhos/ Quem anda à noite à 'ventura.” (do belo álbum Cantares de Andarilho, 1968). Zeca, que tinha a arte única, de reduzir tudo à simplicidade. Recurso este, hoje chama-se competência, só ao alcance de alguns simplórios. Quão difícil isto é na alquimia da criação. Os simples não são insignificantes. São gente de carne e osso, com sentimentos, emoções, inteligência. Os simples, são cidadãos com os mesmos direitos de qualquer um de nós. Os simples, não são números, são pessoas. Gente com necessidades como qualquer ser vivo. Os simples, sendo incomplexos, são mais felizes que os ilustres e petulantes

complexos. Os simples, na imensidão da sua escassez material, vivem o Natal com mais intensidade e, veem nele, uma tabua de salvação, uma catarse para a sua vida, uma janela de esperança. Os simples, são a maior e melhor expressão de Natal. Miguel Torga, outro grande simplório, que nunca abandonou a suas aldeias, onde sempre viveu, que determinou a sua convicção combativa, na mentalidade dos homens humildes, deixou-nos para a posteridade um conto de Natal singular, (Natal, in Novos Contos da Montanha), em que, o Garrinchas, surpreendido na jorna pela neve, incapaz de saciar a ansiedade de passar o Natal lá na terra, acabou na recôndita Igreja da Senhora dos Prazeres, ao calor de uma bela fogueira ateada com o palanquim, na companhia da imagem da Santa e exclamando: “A senhora faz de quem é; o pequeno a mesma coisa; e eu, embora indigno, faço de S. José.” Foi para lembrar, ao menos uma vez no ano, estes indignos, que alguém um dia inventou o Natal. Com a crise o seu espirito regressa, injunção dos tempos conturbados e ameaçadores, onde as pessoas foram substituídas por números destinados a estatísticas, que pretendem provar os postulados das ciências económicas. Apesar da agrura, da incerteza, do folclore das banalidades da sociedade atual, da angústia, o Natal há-de ajudar-nos a sobreviver às trevas, ou quando muito, ajudar a interpreta-las. Por mais paradoxal que possa parecer, é na simplicidade que está o futuro. Aprendi isto com o Zeca e o Miguel Torga.

NOVOS MESTRADOS E PÓS-GRADUAÇÕES NA ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE DE VISEU A Escola Superior de Saúde de Viseu (ESSV) incluiu recentemente na sua oferta formativa mais três cursos de Mestrado e uma nova Pós-graduação. Os cursos de Mestrado em “Enfermagem Comunitária”, “Enfermagem de Saúde Infantil e Pediatria” e “Enfermagem de Saúde Materna, Obstetrícia e Ginecologia” conferem póslicenciatura de especialização, bem como o grau de mestre nas áreas respetivas, e têm como destinatários licenciados em Enfermagem ou equivalente legal com pelo menos dois anos de experiência profissional. As candidaturas aos três

mestrados decorrem até ao próximo dia 14 de janeiro de 2013. O curso de Pós-Graduação em “Gestão e Administração de Serviços de Saúde” é direcionado a licenciados em enfermagem, medicina, sociologia, gestão, economia, direito, serviço social e outras áreas da saúde e das ciências sociais. As inscrições estão abertas até ao próximo dia 4 de janeiro de 2013. As novas ofertas formativas disponibilizadas pela Escola Superior de Saúde de Viseu vêm ao encontro das expetativas de muitos licenciados que pretendem formação avançada nestas áreas.

Para todos um Bom Natal e um 2013… excelente!


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SOCIEDADE

GINÁSIO MUNICIPAL DE SÁTÃO ABRE AO PÚBLICO A 2 DE JANEIRO A Câmara Municipal de Sátão inaugura este sábado (22 de Dezembro), o Ginásio Municipal. O novo e quipamento está localizado junto à Piscina, onde foi aproveitado um espaço já existente, tendo sido dotado com diferentes máquinas de desporto (cardiofitness e musculação). A abertura ao público será já no dia 2 de janeiro de 2013. Com a implementação do Ginásio Municipal, a Autarquia pretende incutir e sensibilizar todas as pessoas para a prática do desporto, levando a uma melhoria do bem-estar físico e mental. Para atrair potenciais frequentadores e atenta à crise económica que se vive atualmente, o Município de Sátão vai praticar preços atrativos, com pacotes especiais para famílias. Para mais informações os interessados devem consultar a Piscina Municipal de Sátão, através do número de telefone 232980800 ou correio eletrónico desporto@cm-satao.pt.

20/12/2012

CINE-TEATRO Concluídas as obras de remodelação operadas pela Câmara Municipal, o Cine-Teatro Municipal de Sátão reabre as suas portas em Janeiro de 2013, apresentando-se com um espaço mais confortável e modernizado por um equipamento de luminotecnia de palco. Os amantes do cinema vão voltar a assistir a filmes actuais e que vão ao encontro dos mais variados géneros cinematográficos. A programação mantémse aos sábados às 21h00 e, em Janeiro serão exibidos os seguintes filmes: no dia 5, o musical A Idade do Rock; no dia 12, o filme de animação Madagáscar, no dia 19, a aventura Astérix e Obélix ao Serviço de Sua Majestade e no dia 26, o drama Argo. Esta é mais uma infraestrutura que o Município de Sátão mantém ao serviço de todos os munícipes, proporcionandolhes um maior e melhor acesso à cultura.

UNIDADE MOVEL DE MAMOGRAFIA DISPONIBILIZA RASTREIOS GRATUITOS EM CARREGAL DO SAL Uma unidade móvel de mamografia do Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) está estacionada junto ao Centro de Saúde de Carregal do Sal, onde disponibiliza serviço gratuito de exame mamográfico digital até inícios de Fevereiro de 2013, de segunda a sexta-feira, das 9.00 às 12.30 horas e das 14.00 às 17.00 horas O Programa de Rastreio é dirigido às mulheres entre os 45 e os 69 anos, inscritas no Centro de Saúde de Carregal do Sal, que serão convocadas por carta convite para efectuar o rastreio. Constata-se que muitas

20/12/2012

Os sábios do P.S.D. e do C.D.S., perguntavam-se porque é que Portugal não era competitivo. A eles, veio atroika com a mesma interrogação, e daí, concluírem de imediato, que o problema residia tão só, nas leis laborais que beneficiavam e protegiam demasiadamente os trabalhadores, e prejudicavam, claro está, as empresas, e consequentemente a economia nacional. Era preciso extirpar essa cancro, e abrir o mercado da mão de obra, à exploração desenfreada e agiota de alguns patrões. Era necessário atrair capitais estrangeiros, abrir novas empresas, criar mais postos de trabalho, e mais riqueza. Para isso bastava, na opinião dessa gente, pôr os trabalhadores portugueses a “pão e laranjas”. Aumentar o tempo de reforma e horários de trabalho, liberalizar os despedimentos, reduzir a um terço a indemnização por esses mesmos despedimentos, e mesmo assim, só em casos excepcionais. Com todas essas medidas, diziam os entendidos, que assim se iriam criar condições ao desenvolvimento económico, e aumentar a produtividade, melhorando portanto, a competitividade europeia e internacional. Afinal a solução era fácil, e os governos anteriores não tinham tido a capacidade de a descobrirem. Ao empobrecimento imposto pelo governo, e à redução dos direitos laborais, Portugal transformar-se-ia num paraíso, e a mão de obratipo escrava, atrairia os senhores capitalistas a investirem no país. - Fala-se tanto em investidores internacionais, e esquece-se que no nosso país,

OPINIÃO

Por: José Reis

DA MÁ FÉ À ESPERTEZA SALOIA existe gente com muito dinheiro, que poderia com vantagem, substituir esses estrangeirosMas em vez desse sonho mirífico, o que é nos toca? Pobreza, mais pobreza, e um índice de desemprego nunca visto. Onde param então os investidores que estavam a aguardar que se reduzissem substancialmente os direitos laborais? A juntar a toda essa tristeza franciscana, a semana passada os parceiros sociais foram chamados pelo Governo a discutirem o aumento do salário mínimo nacional. Ora aqui verificou-se logo à partida, um volte face estratégico. O Governo, que dizia não admitir o aumento do salário mínimo, tomou a iniciativa de ouvir as partes . Mas se esta matéria é estritamente laboral, como se

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entente que a reunião para esse efeito tenha sido orientada e presidida pelo Ministro da Economia? Que é feito do ministro que tutela o trabalho, o tal ministro da lambreta? Mota Soares,indicado pelo C.D.S., não só tem o mínimo gabarito, nem capacidade para dialogar com os parceiros sociais e levar este processo a bom porto, como não se quis “queimar” nesta negociação viciada e mafiosa. As centrais sindicais saíram da reunião com uma pseudo satisfação, só porque o Ministro Álvaro Santos Pereira lhes prometeu ir rogar e implorar àtroika,que deixe as empresas portuguesas darem mais uns cêntimos aos seus trabalhadores. É humilhante esta situação, mas o que ela representa, é uma enormeesperteza saloia. Se se vier a atribuir algum aumento (nunca o pedido pelas centrais sindicais) , o Governo sai por cima, mas se isso não se verificar, o mau da fita é a troika. Podemos porém apostar, que alguns trocos serão conquistados, e assim todos ficam de “cara lavada, e até a troika sai bem na fotografia” Há aqui entretanto duas notas importantes a referir. Pela primeira vez, se ouviu um representante patronal a reclamar a necessidade de um aumento do salário mínimo. Quem diria! A segunda nota e mais negativa, vai para a declaração de Arménio Carlos, ao referir que o Governo “mostrou alguma abertura devido à insistência da C.G.T.P . Pois então…”Presunção em água benta, cada um toma a que quer”.

CONDUZ-SE MAL EM VISEU

Por: Carlos Bergeron faltas ao rastreio do cancro da mama derivam da desactualização dos dados de morada nos registos dos Centros de Saúde, motivo pelo qual a LPCC apela à actualização dos dados e à participação no Programa de Rastreio. Para marcações ou informações adicionais, as interessadas devem contactar o Centro de Coordenação do Rastreio, através do telefone 239 487 495/6 ou do e-mail rcmama.nrc@ligacontracancro.pt. O exame mamográfico deve ser repetido de dois em dois anos, de forma a garantir uma prevenção eficaz.

AGRADECIMENTO Seja-me permitido, através do jornal Via Rápida, tecer algumas breves mas muito sentidas palavras de agradecimento ao Hospital S. Teotónio de Viseu. Apesar de já não ser a primeira vez que o faço, nunca será demais enaltecer os serviços prestados nesta instituição aos doentes. Desta vez, os meus agradecimentos são dirigidos, sobretudo, ao médico Dr. Manuel Sousa e seus auxiliares que estiveram presentes nas três intervenções a que fui submetido; aos enfermeiros, funcionários e auxiliares, todos maravilhosos no trato com aos doentes, tentando sempre que estes se sintam acarinhados e bem-dispostos; e aos técnicos e auxiliares de fisioterapia, pela sua capacidade técnica e pela amizade que dedicam aos seus pacientes. A TODOS UM BOM NATAL E UM MUITO BOM ANO (Afonso Pereira Marques)

Não vou abordar os problemas de trânsito na cidade de Viseu mas, sobretudo a forma com a esmagadora maioria dos condutores anda a conduzir, sobretudo nas abordagens às rotundas da cidade e sempre que têm de mudar o seu sentido de marcha. O Código de Estradas é bem claro nesse particular e qualquer infracção deve ser

punida com uma coima, algo que não está a acontecer. Nem sei mesmo se alguma vez houve um condutor que tenha sido multado por não assinalar convenientemente a sua marcha. Os agentes de autoridade, sejam eles municipais ou da PSP fazem vista grossa a este tipo de infracções, como o fazem também pelo uso do telemóvel ao volante, o que não deixa de ser preocupante, quiçá mais preocupados com outros tipos de infracções, vulgarmente denominadas pelo povo como de caça à multa. Perante esta passividade inquietante das autoridades citadinas, começa a ser uma aventura circular numa rotunda, porque ninguém sabe para que lado vai cortar o condutor que se apresenta do lado esquerdo, ou se o que segue à nossa frente vai ou não mudar o sentido da sua marcha. Do mesmo modo a aproximação a uma rotunda é igualmente uma incógnita, porque também ninguém sabe se o condutor quer circundar essa rotunda ou sair dela. Para que servem, então, os piscas das viaturas? Seguramente que não para

embelezar as linhas de produção dos muitos carros que circulam em Portugal de norte a sul. Os condutores sabem, porque isso lhes foi ensinado nas escolas de condução, que têm de assinalar, atempadamente, o seu sentido de marcha e que, ao não fazê-lo, estão a infringir o Código de Estradas. Sabem, por isso que ao não o fazer, estão a cometer uma infracção, punida com uma coima. Porque estará tudo isto a acontecer? Pessoalmente, tenho uma opinião, que passa muito pela falta de civismo como se está a conduzir nas cidades, caso de Viseu, e nas estradas de Portugal. A outra pode ser por um fechar de olhos dos nossos agentes de autoridade, inexplicavelmente implacáveis em certas situações, que muitas vezes não prejudicam ninguém, quando o exercício das suas funções aconselharia maior rigor em qualquer delas. Assim, se nada for feito, tudo ficará na mesma e irá de mal a pior, o que sinceramente não é desejável. Como se diz no Direito, a Lei é dura, mas é Lei e é para se cumprir.


20/12/2012

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SOCIEDADE

O GOVERNO EXIGE SACRIFÍCIOS. E O RESTO?

Sabemos, sabem-no todos, que a EDP, Eletricidade de Portugal, é das empresas publicas do país a que mais lucros apresenta no fim de cada ano civil, mas também é ela, de entre todas, a que mais verbas desperdiça, e disto tivemos gora mais um exemplo na área urbana de Viseu, em que pessoas cuja idoneidade não nos é lícito por em causa, nos informaram que um pouco por toda a área urbana da cidade a iluminação pública é acesa e apagada fora do horário em que o devia ser, sobretudo nas áreas limítrofes ao Hospital. Disseram-nos, com efeito, ser normal ali e noutros locais indeterminados da cidade a iluminação pública ascender de tarde cerca das 17H00 e apagar de manhã normalmente entre as O7H00 e as 08H00, e não obstante estarmos no horário de inverno, a luz do dia ainda dispensava a ativação da corrente elétrica. As pessoas que me deram conhecimento desta anomalia, e foram bastantes, algumas delas fizeram-no em tom de visível mal-estar e revolta, porque, segundo elas, estando o Governo a exigir pesados sacrífícios aos

portgueses por causa crise que nos assolou, muitos deles incomportáveis para muitas famílias, é inadmissível que a EDP se permita deixar que ocorram desperdícios de energia elétrica nesta dimensão, que traduzidos em dinheiro não custa a acreditar ascendam no fim do ano a alguns milhares de euros. E logo esto está a acontecer quando as pessoas já estão visivelmente cansadas de ouvir o Governo a exigir-lhes cada vez mais sacríficios, e olhando para este descalabro da EDP de não acautelar o desperdício de energia elétrica, já houve quem fizesse contas e delas chegou a esta conclusão: Se aquela empresa, no fim de cada ano, como se calcula, perde milhares de euros no desperdício de energia elétrica e se mesmo assim consegue ter avultados lucros, então temos de admitir que estes resultam de uma gestão super zelosa, cujos lucros que aufere só podem ser produto de um tarifário calculado acima do necessário, naturalmente pago pelos consumidores que somos todos nós. Se assim não fosse, como nos foi comentado, a EDP ou dava prejuízo no fim de cada ano, ou então, forçosamente, não poderia apresentar os lucros fabulosos que apresenta comparativamente com outras empresas públicas, que ao contrário desta sistematicamente dão prejuízos avultados de que é um exemplo a Companhia Aérea, que por causa disso já se encara seriamente a hipótese de vir a ser privatizada num futuro próximo, prevendose que o mesmo possa vir a acontecer a outras. Quando pessoas do povo anónimo se aprestam a fazer uma análise como esta a uma empresa pública, sabendo-se que no passado casos como este se resumiam a conversas de café ou a manifestações isoladas de rua sem nenhuma expressão, e agora, segundo se observa, poderemos vir a assistir a possíveis

manifestações organizadas, parece ser tempo de todos os responsáveis, do poder político e das empresas públicas, começarem a ser mais meticulosas no modo como governam ou gerem empresas prestadoras de serviços, em que a EDP nos aparece como uma das primeiras, ou talvez mesmo a primeira a prestálos a toda a sociedade, e para mais inserida num contexto que vai para além do terriório nacional, cabe-lhe uma responsabilidade que outras empresas não têm, sobretudo em casos onde os cidadãos poderão estar a ser lesados. E o Governo, que nesta empresa tem um especial interesse e predomínio, não pode alhear-se dela e deixar que os seus principais responsáveis a giram da forma que querem, zelosa para algumas coisas, e menos zelosa para outras, deixando neste caso que dela saia uma quantidade enorme de kilootes de energia elétrica não contabilizados, a que poderão corresponder, calcula-se, alguns milhares de euros de prejuizo, só porque alguém dentro dela que se supõe possa existir para acautelar consumos de desnecessários de energia elétrica, simplesmente não cumpre com os seus deveres, provavelmente por descuido ou negligência, se não mesmo por outros motivos, acerca dos quais se ouvem especulações que eu pessoalmente recuso aceitar possam acontecer. Estando o país, como todos sabemos, atravessar uma gravíssima crise económica, social e financeira, a pior de que há memória na história moderna, que os portugueses estão a pagar muito caro, com evidentes sacrifícios para as famílias mais carenciadas, de que já está a resultar haver muita gente a viver já abaixo do limiar da pobreza, é natural que apareça quem não cale a sua revolta, aludindo já também a este caso da EDP, sem que ela, pelos motivos, pareça minimamente preocupada.

OS AMIGOS DO FUTEBOL

É já um lugar-comum falar-se da promiscuidade que existe entre o futebol e a política em Portugal. Troca de favores e arranjinhos, que por norma favorecem as cores clubísticas deste ou daquele responsável, são prática velha neste país, onde nada espanta. Não sou muito dado a estas coisas do futebol, embora aprecie o jogo em si, mas percebo que andam uns tantos sujeitos, à volta desse mundo, sempre com segundas intenções. Se nos lembramos da construção dos estádios que teoricamente serviram o europeu que aqui se realizou, temos o retratofiel do que é este conluio que se vive neste desporto. Primeiro, os clubes ficaram com novos e gigantescos estádios, sem que praticamente gastassem um centavo. A engenharia financeira que esteve na base dos orçamentos respectivos foi uma farsa colossal, e o pior, é que

teve a cobertura e a conivência de quem mandava no país. Pois se os grandes clubes disso beneficiaram, os mais pequenos, por arrasto beneficiaram igualmenteda mesma vigarice. Segundo, o que era preciso era sacar e aproveitar a oportunidade, e por isso, os megalómanosdirigentes desportivos, sempre respaldadas nos governantes,não hesitaram em construir autênticos elefantes brancos. Cidades médias e pequenas, foram dotadas de estádios monumentais com uma capacidade muitíssimos aquém do razoável. Terceiro, os autarcas que embarcaram nesse sonho e aproveitaram o facilitismo das instâncias internacionais e nacionais, não pararam para pensar que depois “o filho lhes ficava nos braços”, isto é, que a manutenção dos ditos monstros iria ficar caríssima aos contribuintes. O que era preciso, era fazer “flores”. Desde o aluguer, ao abandono, e à hipótese de se mandar implodir alguns desses estádios, a ideia fervilha, e um dia terá que ser encarada de frente, e resolvida de todo. Enquanto os autarcas e outros responsáveis por essa loucura se mantiveram à tona, é difícil arranjar coragem para tanto. Aqui queria lembrar também a sorte que Viseu teve por não ter sido contemplado com nenhum desses mostrengos, apesar da luta que o Presidente Fernando Ruas desencadeou nesse sentido. Agora já diz que “há males que

vêm por bem”. E se falo hoje do futebol e das ligações sujas que existem com ofutebol profissionaldando como exemplo, apenas o casodos estádios-, é porque à uns dias atrás, assistimos a mais um momento de autêntico nojo. Jogou-se o Sporting-Benfica, e como não podia deixar de ser, lá apareceram os políticosfutebolistas a darem os seus palpites. Fizeramno e fazem-no de forma altiva e displicente, como aliás fazem na política. Há por aí uma série de papagaios que ora são dirigentes políticos, ora são comentadores desportivos, e até dirigentes de clubes profissionais, mas sempre cominteresses escondidos, embora “com o rabo de fora” E é isto que eu não aceito, porque percebo perfeitamente os objetivos que movem essa gente, e claro, os clubes de futebol que beneficiam das “portas” que essas pessoas abrem. Pessoas essas, que também se servem do futebol para se promoverem na política e muitos casos existem em Portugal, em que é patente e conhecida essa situação. Era tempo dos eleitores não se deixarem iludir por esses “tipos” que procuram no futebol o protagonismo necessário para a sua carreira política. Infelizmente a cegueira clubística vai alimentando esses desvarios, e só com outra cultura e formação, o povo português virá um dia irádizer não, à manipulação a que está sujeito.

ADEGA COOPERATIVA DE MANGUALDE HÁ 49 ANOS A TRABALHAR PARA O FUTURO A um ano de completar meio século de existência, a Adega Cooperativa de Mangualde (ACM) continua determinada em enfrentar aos desafios do futuro, depois de ter passado, na década de 90 e no período compreendido entre 2000 e 2010, por um profundo processo de modernização de instalações e equipamentos. De que são exemplos mais paradigmáticos o centro totalmente mecanizado e informatizado com capacidade para vinificar 4 milhões de quilos de uvas tintas e 500 mil quilos de uvas brancas e, posteriormente, a construção de uma moderna estação de tratamento de águas residuais. Para além da «revolução»

física operada nas instalações e equipamentos, a ACM está também preparada e motivada para continuar a fazer do Enoturismo um dos vectores prioritários de divulgação e promoção dos seus produtos vínicos. Depois da requalificação de parte do edifício, datado do final da década de 60, a Adega dotouse com todas as condições para receber enoturistas, com um auditório, uma sala de eventos e uma loja de vinhos a pontificarem num complexo que ao longo deste ano já recebeu mais de 3.000 visitantes. Na passagem do 49.º aniversário da ACM (a escritura pública de constituição ocorreu em 4 de Dezembro de 1963), assinalado no Restaurante Cruz

da Mata com um Seminário integrado no Ano Internacional das Cooperativas, o presidente da direcção da ACM, António Mendes, classificou 2012 como “um ano histórico” para a Adega, que viu finalmente desbloqueado e viabilizado o processo do licenciamento industrial para as instalações, uma situação que permitirá ao organismo ultrapassar uma série de obstáculos e encarar o futuro com mais optimismo. Um optimismo sustentado pelos muitos prémios obtidos em concursos nacionais e internacionais pelos vinhos da ACM, a que se junta agora o lançamento do novo Touriga Nacional 2010. Os temas apresentados no

Seminário que assinalou os 49 anos de vida da ACM («O cooperativismo e a Região Demarcada do Dão», por António Mário Rodrigues, director da ACM; «O Dão como um destino de Enoturismo, por Cristina Barroco, directora do Curso de Turismo da ESTGV; e a «Agricultura e economia de proximidade», por Alfredo Simões, professor da ESTGV), foram o mote para que António Mendes desafiasse todos os presente, sócios e dirigentes, a prepararem, desde já, as comemorações do cinquentenário da Adega. Uma efeméride que pretende venha a constituir o “ponto de partida para uma nova etapa com mais 50 anos de vida no horizonte”.

SOCIEDADE

NATAL ECOLÓGICO INTERGERACIONAL MOBILIZOU 320 PARTICIPANTES EM VOUZELA Integrado no programa AnimaSénior promovido pela Câmara Municipal de Vouzela, o Natal Ecológico Intergeracional mobilizou, durante cinco dias, 320 participantes do concelho, entre crianças, seniores, educadores e auxiliares. Nos jardins de infância do Agrupamento de Escolas de Vouzela, e no âmbito de um projecto de expressão plástica, a participação foi ainda aberta aos avós das crianças. Para além de músicas de Natal, jogos alusivos à reciclagem e

do visionamento do filme “A maior flor do Mundo”, de José Saramago, as crianças e os seniores dinamizaram um atelier de pintura com materiais reciclados. Com o resultado dos trabalhos, vai ser construído um painel que estará exposto no átrio do edifício dos Paços do Concelho, a partir de 17 de Dezembro e até ao mês de Janeiro. A iniciativa contou com o apoio dos Agrupamentos de Escolas de Campia e Vouzela.


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ECONOMIA

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EUROP DIRECT MAIS CINCO ANOS EM LAMEGO A Comissão Europeia aprovou a candidatura apresentada pela Câmara Municipal de Lamego que permitirá continuar a acolher até 2017 um centro de informação Europe Direct. Este organismo oficial de informação europeia encontra-se aberto ao público, desde 2009, no interior da Loja Ponto Já e constitui um ponto de encontro entre a União Europeia e os seus cidadãos que podem aceder neste local a informações, orientações e respostas a questões sobre as instituições comunitárias, legislação, políticas, programas e possibilidades de financiamento da União. Findo o processo de avaliação das 58 propostas apresentadas, foi selecionado um conjunto 18 candidaturas, entre as quais a do Município de Lamego, que beneficiarão de uma subvenção comunitária à atividade do próximo ano, num montante máximo de 24.500 euros. Desde a sua criação, o centro Europe Direct intermedia, a nível local e regional, a relação entre os munícipes e as entidades representativas da sociedade civil com a União Europeia. Em concreto, promove a realização de conferências, exposições, debates, ações de voluntariado, concursos junto das escolas e a celebração de efemérides. O leque de iniciativas por si organizadas também se estende ao apoio à realização da Montra de Oportunidades do Município de Lamego, a maior feira regional de divulgação de oportunidades

de formação e requalificação para os recém-licenciados e profissionais no ativo, para além da disponibilização de diversa informação online e da elaboração e divulgação de boletins e artigos informativos. A juntar a isto, durante os primeiros quatro anos de atividade impulsionou a realização de visitas de trabalho a Bruxelas por parte de delegações da cidade de Lamego permitindo a todos os presentes aprofundarem o seu conhecimento sobre a estrutura e o funcionamento da Comissão Euro-

peia, através de uma participação ativa e empenhada. Satisfeito com a decisão de prolongar o tempo de vida do Centro Europe Direct local, o presidente da Câmara Municipal de Lamego, Francisco Lopes, elogia o trabalho desenvolvido por esta estrutura, sublinhando que “foi uma atitude acertada abrir em Lamego um canal de informação e contacto com a União Europeia”: “Permite o desenvolvimento de iniciativas e dinâmicas que constituem instrumentos para informar os

realizar ao longo do ano de 2013, que vai de encontro às necessidades manifestadas ao Centro de Emprego Dão Lafões pelos potenciais formandos.

Em cada sessão foi disponibilizado um conjunto de informações relativo às entidades promotoras de formação no território. Foi também apre-

ECONOMIA

11/Via Rápida

CÂMARA DE RESENDE CONTRATUALIZA INVESTIMENTOS DE PROXIMIDADE PARA PROMOVER ECONOMIA LOCAL

lamecenses sobre a União, em particular sobre os seus direitos, e ainda as prioridades deste bloco de países, nomeadamente os objetivos inscritos na estratégia Europa 2020 para um crescimento inteligente, sustentável e inclusivo”. Margarida Marques, anterior Chefe da Representação da Comissão Europeia em Portugal, também já reconheceu que “a criação deste centro superou as expetativas iniciais e, como tal, a aprovação da sua candidatura foi uma aposta certa”.

ADICES PROMOVEU SESSÕES DE DIVULGAÇÃO DE OFERTA DE FORMAÇÃO MODULAR CERTIFICADA A ADICES – Associação de Desenvolvimento Local, em Santa Comba Dão, em parceria com várias entidades promotoras de Formação e com a colaboração do Centro de Emprego Dão Lafões, dinamizou várias sessões de divulgação de oferta de Formação Modular Certificada, nos concelhos de Carregal do Sal, Mortágua, Santa Comba Dão e Tondela. A iniciativa teve como destinatários os activos desempregados com qualificação igual ou superior ao 12º ano de escolaridade e pretendeu dar a conhecer o Plano de Formação disponibilizado pelas entidades formadoras para o mês de Dezembro, bem como a formação modular certificada a

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sentado o plano de oferta no âmbito das Formações Modulares Certificadas 2012/2013, com o objectivo de contribuir para o reforço da empregabilidade na região. ADICES - Associação de Desenvolvimento Local e Profiacademus – Escola Profissional de Santa Comba Dão, em Santa Comba Dão; IEBA – Centro de Iniciativas Empresariais e Sociais e EBA - Escola profissional Beira Aguieira, em Mortágua; SchoolHouse e EPT Escola Profissional de Tondela, em Tondela, e AIRV – Associação Empresarial da Região de Viseu, em Viseu, são as entidades promotoras de formação modular certificada envolvidas nesta parceria.

O Presidente da Câmara Municipal de Resende, António Borges, assinou recentemente quatro contratos de empreitada para a construção dos Centros Interpretativos do Montemuro, da Cereja e da Cerâmica, e para a requalificação ambiental do Bernardo, em Barrô. No seu conjunto, estes investimentos ascendem a oitocentos mil euros e avançarão no terreno já a partir de Janeiro de 2013. As quatro contratualizações de empreitadas são empresas locais, particularmente de Resende, e vão gerar emprego local nos próximos meses. “Não podemos dar sinais de abrandamento na valorização das nossas comunidades tradicionais e, em particular, nas nossas freguesias. Para além da construção de uma rede de coe-

são social e territorial em Resende, estes investimentos materializam ainda um dos nossos principais objetivos do momento: ativar a pequena economia local, particularmente num setor como o da construção civil que atravessa sérios problemas”, conclui António Borges. Com a requalificação ambiental do Bernardo pretende-se consolidar o local do cais situado em Barrô, promovendo o acesso ao plano de água em segurança e, ao mesmo tempo, promover o uso harmonioso da plataforma como um espaço de convivência e recreio das populações locais e daquelas que visitam o concelho. A intervenção situa-se num local privilegiado junto ao rio Douro, sendo que a freguesia de Barrô é a porta de entrada na

Região Demarcada classificada pela UNESCO como Património Cultural da Humanidade. Depois das intervenções no Parque Fluvial de Porto de Rei e no Cais Turístico-Fluvial de Caldas de Aregos, o Cais do Bernardo será mais um equipamento que irá estabelecer uma relação estreita e integradora de Resende com o seu rio, conduzindo a um novo reencontro com o Douro. O Centro Interpretativo da Cereja será instalado no edifício da antiga Escola Primária de Vila Verde que acolherá, depois de totalmente reabilitada, um espaço museológico e de investigação onde será feita a reposição do historial, espécies, origens métodos de cultivo, acompanhamento e uma mostra sobre as várias espécies e desenvol-

vimento da cerejeira em Resende. O Centro Interpretativo da Cerâmica ficará instalado na antiga Escola Primária de Raposeira, em S. João de Fontoura. Para além de acolher um espaço expositivo e pedagógico onde será exposto um espólio Municipal de peças cerâmicas, o edifício ficará ainda equipado para a realização de workshops e visitas interventivas sobre o tema. O edifício da antiga Escola Primária de Feirão e uma antiga casa de colmo na Panchorra vão acolher o futuro Centro Interpretativo da Serra de Montemuro. Os espaços, de natureza pedagógica e interpretativa serão constituídos por um setor nuclear composto por uma área de exposições e uma de projeção multimédia.

ESTRATÉGIAS DE INTERNACIONALIZAÇÃO DO TERMALISMO DEBATIDAS EM SÃO PEDRO DO SUL O Seminário organizado pela Associação das Termas de Portugal e pelo PROVERE Termas do Centro, com o patrocínio do Turismo de Portugal IP, debateu, nas Termas de S. Pedro do Sul, as estratégias de internacionalização do Turismo de Saúde e Bem-Estar, dando particular enfoque à marca «Termas de Portugal» e ao mercado alemão, o maior mercado emissor neste sector. Para além das questões relacionadas com a construção do produto e respectiva comercialização e promoção para uma entrada competitiva no mercado alemão, o seminário abordou ainda o potencial do desenvolvimento do Turismo Médico em

Portugal e a respectiva articulação com o Turismo Termal para desenvolvimento de destinos únicos e atractivos nos mercados internacionais. Sobre o enquadramento da estratégia de internacionalização das Termas de Portugal à luz das oportunidades do contexto internacional, o Seminário concluiu ainda, depois de uma década dedicada à requalificação do parque termal nacional, pela necessidade de um reforço na promoção nos mercados interno e externo, apelando, para isso, ao "reconhecimento do termalismo em Portugal" pelo Ministério da Saúde. Para além do objectivo de reforçar o mercado interno, a

Associação Termas de Portugal, manifesta-se também empenhada em colaborar no desafio de venda de Portugal como destino turístico, nomeadamente na área do turismo de saúde e bem-estar. Teresa Vieira, presidente da Associação aponta, como mercados prioritários a nível internacional, o alemão – “muito importante também ao nível do 'benchmarking' --; o espanhol (pela proximidade) e os países oficiais de língua oficial portuguesa (PALOP), numa altura em que mais de 95 por cento dos termalistas são portugueses. Segundo a responsável, a nova diretiva europeia (2011/24/UE) sobre cuidados de saúde transfronteiriços irá "favorecer a

internacionalização", ao permitir a qualquer cidadão da União Europeia realize os seus tratamentos em países que tenham sistemas de reembolso no termalismo, mas Portugal ficará automaticamente de fora desta corrida se não forem repostas as comparticipações públicas nesta área.


ECONOMIA

12/Via Rápida

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MENOS IMPOSTOS E TAXAS MUNICIPAIS EM TONDELA

20 MARCAS E LOJAS MOSTRARAM-SE NO «MANGUALDEfashion 2012»

bilitação de edifícios; e a ocupação do terrado em dias de feira custará menos 25 por cento (quem, por exemplo, paga actualmente 117 euros por trimestre, passará a pagar 81 euros). A mesma redução (25 por cento) será aplicada nas taxas de publicidade, passando os empresários a pagar 30 euros anuais por um toldo de quatro metros, em vez dos actuais 40 euros, continuando também a manter-se a redução de 50 por cento nas taxas de licenciamento para jovens, e a

isenção de taxas de ocupação de vias públicas e esplanadas. “Não prometemos subidas ou descidas de taxas e impostos municipais no nosso programa eleitoral. Preferimos, sem esperar por ciclos eleitorais para tomar decisões em função de ficar ou não na Câmara, assumir estas medidas numa atitude séria e responsável, sem pôr em causa e sustentabilidade financeira do Município”, concretiza Carlos Marta. Sem quantificar o impacto “significativo” das medidas anun-

ECONOMIA

13/Via Rápida

EDP DISTRIBUIÇÃO CONCLUI OBRA DE 135 MIL EUROS:

NOVA LINHA DE INTERLIGAÇÃO MELHORA QUALIDADE SE SERVIÇO ENTRE BIGORNE E MEZIO

- MEDIDA PRETENDE “ALIVIAR ENCARGOS DE FAMÍLIAS E EMPRESAS” “Numa altura em que se pedem sacrifícios como nunca”, a Câmara Municipal de Tondela decidiu por unanimidade, em reunião ordinária do executivo de 9 de Outubro, reduzir os impostos e taxas municipais para 2013. Uma prática que vem sendo habitual nos últimos anos, “independentemente dos ciclos eleitorais”. Tudo em nome da sustentabilidade do Município, e de uma total solidariedade para com as famílias e empresas, num momento difícil e doloroso como este”, sublinha Carlos Marta, presidente da Autarquia. Apresentado na última semana, em conferência de imprensa, pelo vereador Pedro Adão, o pacote de medidas aprovadas assenta em três vertentes objectivas: mais dinamismo económico, mais justiça social, e incentivo à criação de riqueza. Tudo isto traduzido numa baixa da taxa do IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis), taxas urbanísticas, taxas de ocupação do terrado e taxas de publicidade. A partir de Janeiro de 2013, o IMI em Tondela passará dos actuais 0,4 para os 0,35 por cento; as taxas urbanísticas terão uma redução de 25 por cento em todo o concelho; os núcleos urbanos das vilas e aldeias, ficarão isentos de taxas de licenciamento para a rea-

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ciadas nos cofres do Município, o presidente da Câmara de Tondela contrapõe que prefere compensar as quebras de receita com medidas adicionais em termos de gestão camarária, e sempre de acordo com a evolução da receita. “Se tivermos de continuar a fazer investimentos como este para ajudar as pessoas, não hesitaremos em adiar outros investimentos materiais”, garante o autarca. Mesmo assim, Carlos Marta garante que Município de Tondela “tem as contas controladas”, e não precisou do apoio do Governo para pagar dívidas, o que implicaria mais encargos financeiros e um controlo maior sobre a gestão municipal. “Razão pela qual estas reduções não nos impedem de continuar a fazer investimentos, com muitos a decorrer no terreno”, conclui o autarca, para quem a Câmara de Tondela continua com financiamentos comunitários garantidos, porque continua também com fundos disponíveis.

A EDP Distribuição concluiu a linha de interligação, a 30 kV, entre Bigorne, no concelho de Lamego, e Mezio, no concelho de Castro Daire. Trata-se, segundo a empresa de uma linha com uma extensão de cerca de 2 500 metros, cujo custo ascendeu a cerca de 135 mil euros. “Sendo esta uma zona montanhosa, cujos acessos dificultam, enormemente, a manutenção dos equipamentos e a reparação de avarias verificadas em condições climáticas adversas, sentiu-se a necessidade de fazer este investimento, por forma a ultrapassar as dificuldades recorrentemente sentidas”, justifica a EDP Distribuição. A nova linha a 30 kV vai permitir a interligação entre a linha Lamego/Bigorne e a linha Castro Daire/Bustelo. Ao apresentar-se como uma ligação de recurso, permitirá assegurar o fornecimento de energia elétrica às populações abrangidas. Os efeitos deste investimento refletir-se-ão numa melhoria substancial da qualidade de serviço, fundamentalmente nas freguesias de Bigorne, Gosende, Mezio,

VINHOS DO DÃO PROMOVIDOS EM MOSCOVO No cumprimento do plano promocional para países terceiros, realizou-se no em Moscovo uma ação de promoção dos Vinhos do Dão, que incluiu um seminário com plateia lotada, conduzido por Leonid Gelibterman do International Center of Wine and Gastronomy. Os vinhos foram comentados por Tatiana Sharapova, Master Sommelier de São Petersburgo, professora reconhecida internacionalmente pela formação de sommeliers reconhecidos em concursos internacionais. No 29º piso iniciou-se à mesma hora a prova de cada um dos produtores, que durante toda a tarde puderam mostrar e estabelecer contactos com distribuidores e consultores do trade, bem como jornalistas e bogueres. É de notar a presença da televisão local, bem como da rádio portuguesa “Voz da Rússia”. Seguiu-se no Golden Apple Boutique Hotel o jantar vínico, com a presença da embaixada portuguesa e do ICEP, bem como importadores, distribuidores e jornalistas, onde os Vinhos do Dão, explicados pelos produtores, foram harmonizados com comida típica russa. A ação teve uma adesão surpreendente pela positiva, dado o número de participantes e de contactos estabelecidos pelos produtores.

Monteiras, Cujó, Picão, Almofala, Moura Morta, no concelho de Castro Daire, e nas de Lazarim, Magueija, Vila Nova de Souto de El-Rei e Penude, estas no concelho de Lamego. “Com mais esta obra, foi dado também mais um significativo contributo na manutenção e reforço do serviço de excelência que sempre tem pautado o serviço da empresa às populações desta região”, conclui a EDP Distribuição.


ECONOMIA

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MENOS IMPOSTOS E TAXAS MUNICIPAIS EM TONDELA

20 MARCAS E LOJAS MOSTRARAM-SE NO «MANGUALDEfashion 2012»

bilitação de edifícios; e a ocupação do terrado em dias de feira custará menos 25 por cento (quem, por exemplo, paga actualmente 117 euros por trimestre, passará a pagar 81 euros). A mesma redução (25 por cento) será aplicada nas taxas de publicidade, passando os empresários a pagar 30 euros anuais por um toldo de quatro metros, em vez dos actuais 40 euros, continuando também a manter-se a redução de 50 por cento nas taxas de licenciamento para jovens, e a

isenção de taxas de ocupação de vias públicas e esplanadas. “Não prometemos subidas ou descidas de taxas e impostos municipais no nosso programa eleitoral. Preferimos, sem esperar por ciclos eleitorais para tomar decisões em função de ficar ou não na Câmara, assumir estas medidas numa atitude séria e responsável, sem pôr em causa e sustentabilidade financeira do Município”, concretiza Carlos Marta. Sem quantificar o impacto “significativo” das medidas anun-

ECONOMIA

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EDP DISTRIBUIÇÃO CONCLUI OBRA DE 135 MIL EUROS:

NOVA LINHA DE INTERLIGAÇÃO MELHORA QUALIDADE SE SERVIÇO ENTRE BIGORNE E MEZIO

- MEDIDA PRETENDE “ALIVIAR ENCARGOS DE FAMÍLIAS E EMPRESAS” “Numa altura em que se pedem sacrifícios como nunca”, a Câmara Municipal de Tondela decidiu por unanimidade, em reunião ordinária do executivo de 9 de Outubro, reduzir os impostos e taxas municipais para 2013. Uma prática que vem sendo habitual nos últimos anos, “independentemente dos ciclos eleitorais”. Tudo em nome da sustentabilidade do Município, e de uma total solidariedade para com as famílias e empresas, num momento difícil e doloroso como este”, sublinha Carlos Marta, presidente da Autarquia. Apresentado na última semana, em conferência de imprensa, pelo vereador Pedro Adão, o pacote de medidas aprovadas assenta em três vertentes objectivas: mais dinamismo económico, mais justiça social, e incentivo à criação de riqueza. Tudo isto traduzido numa baixa da taxa do IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis), taxas urbanísticas, taxas de ocupação do terrado e taxas de publicidade. A partir de Janeiro de 2013, o IMI em Tondela passará dos actuais 0,4 para os 0,35 por cento; as taxas urbanísticas terão uma redução de 25 por cento em todo o concelho; os núcleos urbanos das vilas e aldeias, ficarão isentos de taxas de licenciamento para a rea-

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ciadas nos cofres do Município, o presidente da Câmara de Tondela contrapõe que prefere compensar as quebras de receita com medidas adicionais em termos de gestão camarária, e sempre de acordo com a evolução da receita. “Se tivermos de continuar a fazer investimentos como este para ajudar as pessoas, não hesitaremos em adiar outros investimentos materiais”, garante o autarca. Mesmo assim, Carlos Marta garante que Município de Tondela “tem as contas controladas”, e não precisou do apoio do Governo para pagar dívidas, o que implicaria mais encargos financeiros e um controlo maior sobre a gestão municipal. “Razão pela qual estas reduções não nos impedem de continuar a fazer investimentos, com muitos a decorrer no terreno”, conclui o autarca, para quem a Câmara de Tondela continua com financiamentos comunitários garantidos, porque continua também com fundos disponíveis.

A EDP Distribuição concluiu a linha de interligação, a 30 kV, entre Bigorne, no concelho de Lamego, e Mezio, no concelho de Castro Daire. Trata-se, segundo a empresa de uma linha com uma extensão de cerca de 2 500 metros, cujo custo ascendeu a cerca de 135 mil euros. “Sendo esta uma zona montanhosa, cujos acessos dificultam, enormemente, a manutenção dos equipamentos e a reparação de avarias verificadas em condições climáticas adversas, sentiu-se a necessidade de fazer este investimento, por forma a ultrapassar as dificuldades recorrentemente sentidas”, justifica a EDP Distribuição. A nova linha a 30 kV vai permitir a interligação entre a linha Lamego/Bigorne e a linha Castro Daire/Bustelo. Ao apresentar-se como uma ligação de recurso, permitirá assegurar o fornecimento de energia elétrica às populações abrangidas. Os efeitos deste investimento refletir-se-ão numa melhoria substancial da qualidade de serviço, fundamentalmente nas freguesias de Bigorne, Gosende, Mezio,

VINHOS DO DÃO PROMOVIDOS EM MOSCOVO No cumprimento do plano promocional para países terceiros, realizou-se no em Moscovo uma ação de promoção dos Vinhos do Dão, que incluiu um seminário com plateia lotada, conduzido por Leonid Gelibterman do International Center of Wine and Gastronomy. Os vinhos foram comentados por Tatiana Sharapova, Master Sommelier de São Petersburgo, professora reconhecida internacionalmente pela formação de sommeliers reconhecidos em concursos internacionais. No 29º piso iniciou-se à mesma hora a prova de cada um dos produtores, que durante toda a tarde puderam mostrar e estabelecer contactos com distribuidores e consultores do trade, bem como jornalistas e bogueres. É de notar a presença da televisão local, bem como da rádio portuguesa “Voz da Rússia”. Seguiu-se no Golden Apple Boutique Hotel o jantar vínico, com a presença da embaixada portuguesa e do ICEP, bem como importadores, distribuidores e jornalistas, onde os Vinhos do Dão, explicados pelos produtores, foram harmonizados com comida típica russa. A ação teve uma adesão surpreendente pela positiva, dado o número de participantes e de contactos estabelecidos pelos produtores.

Monteiras, Cujó, Picão, Almofala, Moura Morta, no concelho de Castro Daire, e nas de Lazarim, Magueija, Vila Nova de Souto de El-Rei e Penude, estas no concelho de Lamego. “Com mais esta obra, foi dado também mais um significativo contributo na manutenção e reforço do serviço de excelência que sempre tem pautado o serviço da empresa às populações desta região”, conclui a EDP Distribuição.


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ECONOMIA

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EUROP DIRECT MAIS CINCO ANOS EM LAMEGO A Comissão Europeia aprovou a candidatura apresentada pela Câmara Municipal de Lamego que permitirá continuar a acolher até 2017 um centro de informação Europe Direct. Este organismo oficial de informação europeia encontra-se aberto ao público, desde 2009, no interior da Loja Ponto Já e constitui um ponto de encontro entre a União Europeia e os seus cidadãos que podem aceder neste local a informações, orientações e respostas a questões sobre as instituições comunitárias, legislação, políticas, programas e possibilidades de financiamento da União. Findo o processo de avaliação das 58 propostas apresentadas, foi selecionado um conjunto 18 candidaturas, entre as quais a do Município de Lamego, que beneficiarão de uma subvenção comunitária à atividade do próximo ano, num montante máximo de 24.500 euros. Desde a sua criação, o centro Europe Direct intermedia, a nível local e regional, a relação entre os munícipes e as entidades representativas da sociedade civil com a União Europeia. Em concreto, promove a realização de conferências, exposições, debates, ações de voluntariado, concursos junto das escolas e a celebração de efemérides. O leque de iniciativas por si organizadas também se estende ao apoio à realização da Montra de Oportunidades do Município de Lamego, a maior feira regional de divulgação de oportunidades

de formação e requalificação para os recém-licenciados e profissionais no ativo, para além da disponibilização de diversa informação online e da elaboração e divulgação de boletins e artigos informativos. A juntar a isto, durante os primeiros quatro anos de atividade impulsionou a realização de visitas de trabalho a Bruxelas por parte de delegações da cidade de Lamego permitindo a todos os presentes aprofundarem o seu conhecimento sobre a estrutura e o funcionamento da Comissão Euro-

peia, através de uma participação ativa e empenhada. Satisfeito com a decisão de prolongar o tempo de vida do Centro Europe Direct local, o presidente da Câmara Municipal de Lamego, Francisco Lopes, elogia o trabalho desenvolvido por esta estrutura, sublinhando que “foi uma atitude acertada abrir em Lamego um canal de informação e contacto com a União Europeia”: “Permite o desenvolvimento de iniciativas e dinâmicas que constituem instrumentos para informar os

realizar ao longo do ano de 2013, que vai de encontro às necessidades manifestadas ao Centro de Emprego Dão Lafões pelos potenciais formandos.

Em cada sessão foi disponibilizado um conjunto de informações relativo às entidades promotoras de formação no território. Foi também apre-

ECONOMIA

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CÂMARA DE RESENDE CONTRATUALIZA INVESTIMENTOS DE PROXIMIDADE PARA PROMOVER ECONOMIA LOCAL

lamecenses sobre a União, em particular sobre os seus direitos, e ainda as prioridades deste bloco de países, nomeadamente os objetivos inscritos na estratégia Europa 2020 para um crescimento inteligente, sustentável e inclusivo”. Margarida Marques, anterior Chefe da Representação da Comissão Europeia em Portugal, também já reconheceu que “a criação deste centro superou as expetativas iniciais e, como tal, a aprovação da sua candidatura foi uma aposta certa”.

ADICES PROMOVEU SESSÕES DE DIVULGAÇÃO DE OFERTA DE FORMAÇÃO MODULAR CERTIFICADA A ADICES – Associação de Desenvolvimento Local, em Santa Comba Dão, em parceria com várias entidades promotoras de Formação e com a colaboração do Centro de Emprego Dão Lafões, dinamizou várias sessões de divulgação de oferta de Formação Modular Certificada, nos concelhos de Carregal do Sal, Mortágua, Santa Comba Dão e Tondela. A iniciativa teve como destinatários os activos desempregados com qualificação igual ou superior ao 12º ano de escolaridade e pretendeu dar a conhecer o Plano de Formação disponibilizado pelas entidades formadoras para o mês de Dezembro, bem como a formação modular certificada a

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sentado o plano de oferta no âmbito das Formações Modulares Certificadas 2012/2013, com o objectivo de contribuir para o reforço da empregabilidade na região. ADICES - Associação de Desenvolvimento Local e Profiacademus – Escola Profissional de Santa Comba Dão, em Santa Comba Dão; IEBA – Centro de Iniciativas Empresariais e Sociais e EBA - Escola profissional Beira Aguieira, em Mortágua; SchoolHouse e EPT Escola Profissional de Tondela, em Tondela, e AIRV – Associação Empresarial da Região de Viseu, em Viseu, são as entidades promotoras de formação modular certificada envolvidas nesta parceria.

O Presidente da Câmara Municipal de Resende, António Borges, assinou recentemente quatro contratos de empreitada para a construção dos Centros Interpretativos do Montemuro, da Cereja e da Cerâmica, e para a requalificação ambiental do Bernardo, em Barrô. No seu conjunto, estes investimentos ascendem a oitocentos mil euros e avançarão no terreno já a partir de Janeiro de 2013. As quatro contratualizações de empreitadas são empresas locais, particularmente de Resende, e vão gerar emprego local nos próximos meses. “Não podemos dar sinais de abrandamento na valorização das nossas comunidades tradicionais e, em particular, nas nossas freguesias. Para além da construção de uma rede de coe-

são social e territorial em Resende, estes investimentos materializam ainda um dos nossos principais objetivos do momento: ativar a pequena economia local, particularmente num setor como o da construção civil que atravessa sérios problemas”, conclui António Borges. Com a requalificação ambiental do Bernardo pretende-se consolidar o local do cais situado em Barrô, promovendo o acesso ao plano de água em segurança e, ao mesmo tempo, promover o uso harmonioso da plataforma como um espaço de convivência e recreio das populações locais e daquelas que visitam o concelho. A intervenção situa-se num local privilegiado junto ao rio Douro, sendo que a freguesia de Barrô é a porta de entrada na

Região Demarcada classificada pela UNESCO como Património Cultural da Humanidade. Depois das intervenções no Parque Fluvial de Porto de Rei e no Cais Turístico-Fluvial de Caldas de Aregos, o Cais do Bernardo será mais um equipamento que irá estabelecer uma relação estreita e integradora de Resende com o seu rio, conduzindo a um novo reencontro com o Douro. O Centro Interpretativo da Cereja será instalado no edifício da antiga Escola Primária de Vila Verde que acolherá, depois de totalmente reabilitada, um espaço museológico e de investigação onde será feita a reposição do historial, espécies, origens métodos de cultivo, acompanhamento e uma mostra sobre as várias espécies e desenvol-

vimento da cerejeira em Resende. O Centro Interpretativo da Cerâmica ficará instalado na antiga Escola Primária de Raposeira, em S. João de Fontoura. Para além de acolher um espaço expositivo e pedagógico onde será exposto um espólio Municipal de peças cerâmicas, o edifício ficará ainda equipado para a realização de workshops e visitas interventivas sobre o tema. O edifício da antiga Escola Primária de Feirão e uma antiga casa de colmo na Panchorra vão acolher o futuro Centro Interpretativo da Serra de Montemuro. Os espaços, de natureza pedagógica e interpretativa serão constituídos por um setor nuclear composto por uma área de exposições e uma de projeção multimédia.

ESTRATÉGIAS DE INTERNACIONALIZAÇÃO DO TERMALISMO DEBATIDAS EM SÃO PEDRO DO SUL O Seminário organizado pela Associação das Termas de Portugal e pelo PROVERE Termas do Centro, com o patrocínio do Turismo de Portugal IP, debateu, nas Termas de S. Pedro do Sul, as estratégias de internacionalização do Turismo de Saúde e Bem-Estar, dando particular enfoque à marca «Termas de Portugal» e ao mercado alemão, o maior mercado emissor neste sector. Para além das questões relacionadas com a construção do produto e respectiva comercialização e promoção para uma entrada competitiva no mercado alemão, o seminário abordou ainda o potencial do desenvolvimento do Turismo Médico em

Portugal e a respectiva articulação com o Turismo Termal para desenvolvimento de destinos únicos e atractivos nos mercados internacionais. Sobre o enquadramento da estratégia de internacionalização das Termas de Portugal à luz das oportunidades do contexto internacional, o Seminário concluiu ainda, depois de uma década dedicada à requalificação do parque termal nacional, pela necessidade de um reforço na promoção nos mercados interno e externo, apelando, para isso, ao "reconhecimento do termalismo em Portugal" pelo Ministério da Saúde. Para além do objectivo de reforçar o mercado interno, a

Associação Termas de Portugal, manifesta-se também empenhada em colaborar no desafio de venda de Portugal como destino turístico, nomeadamente na área do turismo de saúde e bem-estar. Teresa Vieira, presidente da Associação aponta, como mercados prioritários a nível internacional, o alemão – “muito importante também ao nível do 'benchmarking' --; o espanhol (pela proximidade) e os países oficiais de língua oficial portuguesa (PALOP), numa altura em que mais de 95 por cento dos termalistas são portugueses. Segundo a responsável, a nova diretiva europeia (2011/24/UE) sobre cuidados de saúde transfronteiriços irá "favorecer a

internacionalização", ao permitir a qualquer cidadão da União Europeia realize os seus tratamentos em países que tenham sistemas de reembolso no termalismo, mas Portugal ficará automaticamente de fora desta corrida se não forem repostas as comparticipações públicas nesta área.


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SOCIEDADE

O GOVERNO EXIGE SACRIFÍCIOS. E O RESTO?

Sabemos, sabem-no todos, que a EDP, Eletricidade de Portugal, é das empresas publicas do país a que mais lucros apresenta no fim de cada ano civil, mas também é ela, de entre todas, a que mais verbas desperdiça, e disto tivemos gora mais um exemplo na área urbana de Viseu, em que pessoas cuja idoneidade não nos é lícito por em causa, nos informaram que um pouco por toda a área urbana da cidade a iluminação pública é acesa e apagada fora do horário em que o devia ser, sobretudo nas áreas limítrofes ao Hospital. Disseram-nos, com efeito, ser normal ali e noutros locais indeterminados da cidade a iluminação pública ascender de tarde cerca das 17H00 e apagar de manhã normalmente entre as O7H00 e as 08H00, e não obstante estarmos no horário de inverno, a luz do dia ainda dispensava a ativação da corrente elétrica. As pessoas que me deram conhecimento desta anomalia, e foram bastantes, algumas delas fizeram-no em tom de visível mal-estar e revolta, porque, segundo elas, estando o Governo a exigir pesados sacrífícios aos

portgueses por causa crise que nos assolou, muitos deles incomportáveis para muitas famílias, é inadmissível que a EDP se permita deixar que ocorram desperdícios de energia elétrica nesta dimensão, que traduzidos em dinheiro não custa a acreditar ascendam no fim do ano a alguns milhares de euros. E logo esto está a acontecer quando as pessoas já estão visivelmente cansadas de ouvir o Governo a exigir-lhes cada vez mais sacríficios, e olhando para este descalabro da EDP de não acautelar o desperdício de energia elétrica, já houve quem fizesse contas e delas chegou a esta conclusão: Se aquela empresa, no fim de cada ano, como se calcula, perde milhares de euros no desperdício de energia elétrica e se mesmo assim consegue ter avultados lucros, então temos de admitir que estes resultam de uma gestão super zelosa, cujos lucros que aufere só podem ser produto de um tarifário calculado acima do necessário, naturalmente pago pelos consumidores que somos todos nós. Se assim não fosse, como nos foi comentado, a EDP ou dava prejuízo no fim de cada ano, ou então, forçosamente, não poderia apresentar os lucros fabulosos que apresenta comparativamente com outras empresas públicas, que ao contrário desta sistematicamente dão prejuízos avultados de que é um exemplo a Companhia Aérea, que por causa disso já se encara seriamente a hipótese de vir a ser privatizada num futuro próximo, prevendose que o mesmo possa vir a acontecer a outras. Quando pessoas do povo anónimo se aprestam a fazer uma análise como esta a uma empresa pública, sabendo-se que no passado casos como este se resumiam a conversas de café ou a manifestações isoladas de rua sem nenhuma expressão, e agora, segundo se observa, poderemos vir a assistir a possíveis

manifestações organizadas, parece ser tempo de todos os responsáveis, do poder político e das empresas públicas, começarem a ser mais meticulosas no modo como governam ou gerem empresas prestadoras de serviços, em que a EDP nos aparece como uma das primeiras, ou talvez mesmo a primeira a prestálos a toda a sociedade, e para mais inserida num contexto que vai para além do terriório nacional, cabe-lhe uma responsabilidade que outras empresas não têm, sobretudo em casos onde os cidadãos poderão estar a ser lesados. E o Governo, que nesta empresa tem um especial interesse e predomínio, não pode alhear-se dela e deixar que os seus principais responsáveis a giram da forma que querem, zelosa para algumas coisas, e menos zelosa para outras, deixando neste caso que dela saia uma quantidade enorme de kilootes de energia elétrica não contabilizados, a que poderão corresponder, calcula-se, alguns milhares de euros de prejuizo, só porque alguém dentro dela que se supõe possa existir para acautelar consumos de desnecessários de energia elétrica, simplesmente não cumpre com os seus deveres, provavelmente por descuido ou negligência, se não mesmo por outros motivos, acerca dos quais se ouvem especulações que eu pessoalmente recuso aceitar possam acontecer. Estando o país, como todos sabemos, atravessar uma gravíssima crise económica, social e financeira, a pior de que há memória na história moderna, que os portugueses estão a pagar muito caro, com evidentes sacrifícios para as famílias mais carenciadas, de que já está a resultar haver muita gente a viver já abaixo do limiar da pobreza, é natural que apareça quem não cale a sua revolta, aludindo já também a este caso da EDP, sem que ela, pelos motivos, pareça minimamente preocupada.

OS AMIGOS DO FUTEBOL

É já um lugar-comum falar-se da promiscuidade que existe entre o futebol e a política em Portugal. Troca de favores e arranjinhos, que por norma favorecem as cores clubísticas deste ou daquele responsável, são prática velha neste país, onde nada espanta. Não sou muito dado a estas coisas do futebol, embora aprecie o jogo em si, mas percebo que andam uns tantos sujeitos, à volta desse mundo, sempre com segundas intenções. Se nos lembramos da construção dos estádios que teoricamente serviram o europeu que aqui se realizou, temos o retratofiel do que é este conluio que se vive neste desporto. Primeiro, os clubes ficaram com novos e gigantescos estádios, sem que praticamente gastassem um centavo. A engenharia financeira que esteve na base dos orçamentos respectivos foi uma farsa colossal, e o pior, é que

teve a cobertura e a conivência de quem mandava no país. Pois se os grandes clubes disso beneficiaram, os mais pequenos, por arrasto beneficiaram igualmenteda mesma vigarice. Segundo, o que era preciso era sacar e aproveitar a oportunidade, e por isso, os megalómanosdirigentes desportivos, sempre respaldadas nos governantes,não hesitaram em construir autênticos elefantes brancos. Cidades médias e pequenas, foram dotadas de estádios monumentais com uma capacidade muitíssimos aquém do razoável. Terceiro, os autarcas que embarcaram nesse sonho e aproveitaram o facilitismo das instâncias internacionais e nacionais, não pararam para pensar que depois “o filho lhes ficava nos braços”, isto é, que a manutenção dos ditos monstros iria ficar caríssima aos contribuintes. O que era preciso, era fazer “flores”. Desde o aluguer, ao abandono, e à hipótese de se mandar implodir alguns desses estádios, a ideia fervilha, e um dia terá que ser encarada de frente, e resolvida de todo. Enquanto os autarcas e outros responsáveis por essa loucura se mantiveram à tona, é difícil arranjar coragem para tanto. Aqui queria lembrar também a sorte que Viseu teve por não ter sido contemplado com nenhum desses mostrengos, apesar da luta que o Presidente Fernando Ruas desencadeou nesse sentido. Agora já diz que “há males que

vêm por bem”. E se falo hoje do futebol e das ligações sujas que existem com ofutebol profissionaldando como exemplo, apenas o casodos estádios-, é porque à uns dias atrás, assistimos a mais um momento de autêntico nojo. Jogou-se o Sporting-Benfica, e como não podia deixar de ser, lá apareceram os políticosfutebolistas a darem os seus palpites. Fizeramno e fazem-no de forma altiva e displicente, como aliás fazem na política. Há por aí uma série de papagaios que ora são dirigentes políticos, ora são comentadores desportivos, e até dirigentes de clubes profissionais, mas sempre cominteresses escondidos, embora “com o rabo de fora” E é isto que eu não aceito, porque percebo perfeitamente os objetivos que movem essa gente, e claro, os clubes de futebol que beneficiam das “portas” que essas pessoas abrem. Pessoas essas, que também se servem do futebol para se promoverem na política e muitos casos existem em Portugal, em que é patente e conhecida essa situação. Era tempo dos eleitores não se deixarem iludir por esses “tipos” que procuram no futebol o protagonismo necessário para a sua carreira política. Infelizmente a cegueira clubística vai alimentando esses desvarios, e só com outra cultura e formação, o povo português virá um dia irádizer não, à manipulação a que está sujeito.

ADEGA COOPERATIVA DE MANGUALDE HÁ 49 ANOS A TRABALHAR PARA O FUTURO A um ano de completar meio século de existência, a Adega Cooperativa de Mangualde (ACM) continua determinada em enfrentar aos desafios do futuro, depois de ter passado, na década de 90 e no período compreendido entre 2000 e 2010, por um profundo processo de modernização de instalações e equipamentos. De que são exemplos mais paradigmáticos o centro totalmente mecanizado e informatizado com capacidade para vinificar 4 milhões de quilos de uvas tintas e 500 mil quilos de uvas brancas e, posteriormente, a construção de uma moderna estação de tratamento de águas residuais. Para além da «revolução»

física operada nas instalações e equipamentos, a ACM está também preparada e motivada para continuar a fazer do Enoturismo um dos vectores prioritários de divulgação e promoção dos seus produtos vínicos. Depois da requalificação de parte do edifício, datado do final da década de 60, a Adega dotouse com todas as condições para receber enoturistas, com um auditório, uma sala de eventos e uma loja de vinhos a pontificarem num complexo que ao longo deste ano já recebeu mais de 3.000 visitantes. Na passagem do 49.º aniversário da ACM (a escritura pública de constituição ocorreu em 4 de Dezembro de 1963), assinalado no Restaurante Cruz

da Mata com um Seminário integrado no Ano Internacional das Cooperativas, o presidente da direcção da ACM, António Mendes, classificou 2012 como “um ano histórico” para a Adega, que viu finalmente desbloqueado e viabilizado o processo do licenciamento industrial para as instalações, uma situação que permitirá ao organismo ultrapassar uma série de obstáculos e encarar o futuro com mais optimismo. Um optimismo sustentado pelos muitos prémios obtidos em concursos nacionais e internacionais pelos vinhos da ACM, a que se junta agora o lançamento do novo Touriga Nacional 2010. Os temas apresentados no

Seminário que assinalou os 49 anos de vida da ACM («O cooperativismo e a Região Demarcada do Dão», por António Mário Rodrigues, director da ACM; «O Dão como um destino de Enoturismo, por Cristina Barroco, directora do Curso de Turismo da ESTGV; e a «Agricultura e economia de proximidade», por Alfredo Simões, professor da ESTGV), foram o mote para que António Mendes desafiasse todos os presente, sócios e dirigentes, a prepararem, desde já, as comemorações do cinquentenário da Adega. Uma efeméride que pretende venha a constituir o “ponto de partida para uma nova etapa com mais 50 anos de vida no horizonte”.

SOCIEDADE

NATAL ECOLÓGICO INTERGERACIONAL MOBILIZOU 320 PARTICIPANTES EM VOUZELA Integrado no programa AnimaSénior promovido pela Câmara Municipal de Vouzela, o Natal Ecológico Intergeracional mobilizou, durante cinco dias, 320 participantes do concelho, entre crianças, seniores, educadores e auxiliares. Nos jardins de infância do Agrupamento de Escolas de Vouzela, e no âmbito de um projecto de expressão plástica, a participação foi ainda aberta aos avós das crianças. Para além de músicas de Natal, jogos alusivos à reciclagem e

do visionamento do filme “A maior flor do Mundo”, de José Saramago, as crianças e os seniores dinamizaram um atelier de pintura com materiais reciclados. Com o resultado dos trabalhos, vai ser construído um painel que estará exposto no átrio do edifício dos Paços do Concelho, a partir de 17 de Dezembro e até ao mês de Janeiro. A iniciativa contou com o apoio dos Agrupamentos de Escolas de Campia e Vouzela.


16/Via Rápida

SOCIEDADE

GINÁSIO MUNICIPAL DE SÁTÃO ABRE AO PÚBLICO A 2 DE JANEIRO A Câmara Municipal de Sátão inaugura este sábado (22 de Dezembro), o Ginásio Municipal. O novo e quipamento está localizado junto à Piscina, onde foi aproveitado um espaço já existente, tendo sido dotado com diferentes máquinas de desporto (cardiofitness e musculação). A abertura ao público será já no dia 2 de janeiro de 2013. Com a implementação do Ginásio Municipal, a Autarquia pretende incutir e sensibilizar todas as pessoas para a prática do desporto, levando a uma melhoria do bem-estar físico e mental. Para atrair potenciais frequentadores e atenta à crise económica que se vive atualmente, o Município de Sátão vai praticar preços atrativos, com pacotes especiais para famílias. Para mais informações os interessados devem consultar a Piscina Municipal de Sátão, através do número de telefone 232980800 ou correio eletrónico desporto@cm-satao.pt.

20/12/2012

CINE-TEATRO Concluídas as obras de remodelação operadas pela Câmara Municipal, o Cine-Teatro Municipal de Sátão reabre as suas portas em Janeiro de 2013, apresentando-se com um espaço mais confortável e modernizado por um equipamento de luminotecnia de palco. Os amantes do cinema vão voltar a assistir a filmes actuais e que vão ao encontro dos mais variados géneros cinematográficos. A programação mantémse aos sábados às 21h00 e, em Janeiro serão exibidos os seguintes filmes: no dia 5, o musical A Idade do Rock; no dia 12, o filme de animação Madagáscar, no dia 19, a aventura Astérix e Obélix ao Serviço de Sua Majestade e no dia 26, o drama Argo. Esta é mais uma infraestrutura que o Município de Sátão mantém ao serviço de todos os munícipes, proporcionandolhes um maior e melhor acesso à cultura.

UNIDADE MOVEL DE MAMOGRAFIA DISPONIBILIZA RASTREIOS GRATUITOS EM CARREGAL DO SAL Uma unidade móvel de mamografia do Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) está estacionada junto ao Centro de Saúde de Carregal do Sal, onde disponibiliza serviço gratuito de exame mamográfico digital até inícios de Fevereiro de 2013, de segunda a sexta-feira, das 9.00 às 12.30 horas e das 14.00 às 17.00 horas O Programa de Rastreio é dirigido às mulheres entre os 45 e os 69 anos, inscritas no Centro de Saúde de Carregal do Sal, que serão convocadas por carta convite para efectuar o rastreio. Constata-se que muitas

20/12/2012

Os sábios do P.S.D. e do C.D.S., perguntavam-se porque é que Portugal não era competitivo. A eles, veio atroika com a mesma interrogação, e daí, concluírem de imediato, que o problema residia tão só, nas leis laborais que beneficiavam e protegiam demasiadamente os trabalhadores, e prejudicavam, claro está, as empresas, e consequentemente a economia nacional. Era preciso extirpar essa cancro, e abrir o mercado da mão de obra, à exploração desenfreada e agiota de alguns patrões. Era necessário atrair capitais estrangeiros, abrir novas empresas, criar mais postos de trabalho, e mais riqueza. Para isso bastava, na opinião dessa gente, pôr os trabalhadores portugueses a “pão e laranjas”. Aumentar o tempo de reforma e horários de trabalho, liberalizar os despedimentos, reduzir a um terço a indemnização por esses mesmos despedimentos, e mesmo assim, só em casos excepcionais. Com todas essas medidas, diziam os entendidos, que assim se iriam criar condições ao desenvolvimento económico, e aumentar a produtividade, melhorando portanto, a competitividade europeia e internacional. Afinal a solução era fácil, e os governos anteriores não tinham tido a capacidade de a descobrirem. Ao empobrecimento imposto pelo governo, e à redução dos direitos laborais, Portugal transformar-se-ia num paraíso, e a mão de obratipo escrava, atrairia os senhores capitalistas a investirem no país. - Fala-se tanto em investidores internacionais, e esquece-se que no nosso país,

OPINIÃO

Por: José Reis

DA MÁ FÉ À ESPERTEZA SALOIA existe gente com muito dinheiro, que poderia com vantagem, substituir esses estrangeirosMas em vez desse sonho mirífico, o que é nos toca? Pobreza, mais pobreza, e um índice de desemprego nunca visto. Onde param então os investidores que estavam a aguardar que se reduzissem substancialmente os direitos laborais? A juntar a toda essa tristeza franciscana, a semana passada os parceiros sociais foram chamados pelo Governo a discutirem o aumento do salário mínimo nacional. Ora aqui verificou-se logo à partida, um volte face estratégico. O Governo, que dizia não admitir o aumento do salário mínimo, tomou a iniciativa de ouvir as partes . Mas se esta matéria é estritamente laboral, como se

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entente que a reunião para esse efeito tenha sido orientada e presidida pelo Ministro da Economia? Que é feito do ministro que tutela o trabalho, o tal ministro da lambreta? Mota Soares,indicado pelo C.D.S., não só tem o mínimo gabarito, nem capacidade para dialogar com os parceiros sociais e levar este processo a bom porto, como não se quis “queimar” nesta negociação viciada e mafiosa. As centrais sindicais saíram da reunião com uma pseudo satisfação, só porque o Ministro Álvaro Santos Pereira lhes prometeu ir rogar e implorar àtroika,que deixe as empresas portuguesas darem mais uns cêntimos aos seus trabalhadores. É humilhante esta situação, mas o que ela representa, é uma enormeesperteza saloia. Se se vier a atribuir algum aumento (nunca o pedido pelas centrais sindicais) , o Governo sai por cima, mas se isso não se verificar, o mau da fita é a troika. Podemos porém apostar, que alguns trocos serão conquistados, e assim todos ficam de “cara lavada, e até a troika sai bem na fotografia” Há aqui entretanto duas notas importantes a referir. Pela primeira vez, se ouviu um representante patronal a reclamar a necessidade de um aumento do salário mínimo. Quem diria! A segunda nota e mais negativa, vai para a declaração de Arménio Carlos, ao referir que o Governo “mostrou alguma abertura devido à insistência da C.G.T.P . Pois então…”Presunção em água benta, cada um toma a que quer”.

CONDUZ-SE MAL EM VISEU

Por: Carlos Bergeron faltas ao rastreio do cancro da mama derivam da desactualização dos dados de morada nos registos dos Centros de Saúde, motivo pelo qual a LPCC apela à actualização dos dados e à participação no Programa de Rastreio. Para marcações ou informações adicionais, as interessadas devem contactar o Centro de Coordenação do Rastreio, através do telefone 239 487 495/6 ou do e-mail rcmama.nrc@ligacontracancro.pt. O exame mamográfico deve ser repetido de dois em dois anos, de forma a garantir uma prevenção eficaz.

AGRADECIMENTO Seja-me permitido, através do jornal Via Rápida, tecer algumas breves mas muito sentidas palavras de agradecimento ao Hospital S. Teotónio de Viseu. Apesar de já não ser a primeira vez que o faço, nunca será demais enaltecer os serviços prestados nesta instituição aos doentes. Desta vez, os meus agradecimentos são dirigidos, sobretudo, ao médico Dr. Manuel Sousa e seus auxiliares que estiveram presentes nas três intervenções a que fui submetido; aos enfermeiros, funcionários e auxiliares, todos maravilhosos no trato com aos doentes, tentando sempre que estes se sintam acarinhados e bem-dispostos; e aos técnicos e auxiliares de fisioterapia, pela sua capacidade técnica e pela amizade que dedicam aos seus pacientes. A TODOS UM BOM NATAL E UM MUITO BOM ANO (Afonso Pereira Marques)

Não vou abordar os problemas de trânsito na cidade de Viseu mas, sobretudo a forma com a esmagadora maioria dos condutores anda a conduzir, sobretudo nas abordagens às rotundas da cidade e sempre que têm de mudar o seu sentido de marcha. O Código de Estradas é bem claro nesse particular e qualquer infracção deve ser

punida com uma coima, algo que não está a acontecer. Nem sei mesmo se alguma vez houve um condutor que tenha sido multado por não assinalar convenientemente a sua marcha. Os agentes de autoridade, sejam eles municipais ou da PSP fazem vista grossa a este tipo de infracções, como o fazem também pelo uso do telemóvel ao volante, o que não deixa de ser preocupante, quiçá mais preocupados com outros tipos de infracções, vulgarmente denominadas pelo povo como de caça à multa. Perante esta passividade inquietante das autoridades citadinas, começa a ser uma aventura circular numa rotunda, porque ninguém sabe para que lado vai cortar o condutor que se apresenta do lado esquerdo, ou se o que segue à nossa frente vai ou não mudar o sentido da sua marcha. Do mesmo modo a aproximação a uma rotunda é igualmente uma incógnita, porque também ninguém sabe se o condutor quer circundar essa rotunda ou sair dela. Para que servem, então, os piscas das viaturas? Seguramente que não para

embelezar as linhas de produção dos muitos carros que circulam em Portugal de norte a sul. Os condutores sabem, porque isso lhes foi ensinado nas escolas de condução, que têm de assinalar, atempadamente, o seu sentido de marcha e que, ao não fazê-lo, estão a infringir o Código de Estradas. Sabem, por isso que ao não o fazer, estão a cometer uma infracção, punida com uma coima. Porque estará tudo isto a acontecer? Pessoalmente, tenho uma opinião, que passa muito pela falta de civismo como se está a conduzir nas cidades, caso de Viseu, e nas estradas de Portugal. A outra pode ser por um fechar de olhos dos nossos agentes de autoridade, inexplicavelmente implacáveis em certas situações, que muitas vezes não prejudicam ninguém, quando o exercício das suas funções aconselharia maior rigor em qualquer delas. Assim, se nada for feito, tudo ficará na mesma e irá de mal a pior, o que sinceramente não é desejável. Como se diz no Direito, a Lei é dura, mas é Lei e é para se cumprir.


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OPINIÃO

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SOCIEDADE

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ESPECTADOR COMPROMETIDO

BUSINESS ANGELS - UM NOVO IMPULSO AO EMPREENDEDORISMO NA REGIÃO A propósito das diligências em curso para a criação de um clube de Business Angels (BA) na Região Dão Lafões, valerá a pena uma breve nota para quem não esteja familiarizado com este tema. Trata-se de uma forma de financiamento que, embora relativamente recente entre nós, tem já uma longa tradição em países como o Reino Unido e os Estados Unidos da América. A modalidade tem registado uma atividade crescente na UE onde existem 256 milhares de BA, membros de redes formais, estimando-se que, com os que existem informalmente, o total possa rondar os 2 milhões. O investimento total desta atividade na UE, poderá, assim, estimar-se em €5.000 milhões. Com alguma expressão, em Portugal esta modalidade terá menos de

15 anos, tendo sido constituído em 1999 o Business Angels Club, o primeiro clube português de BA. Um BA financia um projeto através de uma entrada no capital da sociedade a constituir, participação geralmente minoritária e com um horizonte temporal de médio prazo. É, portanto, de um financiamento sem qualquer juro, garantia a prestar ou outro tipo de encargos, com a grande vantagem de o BA atuar no terreno conjuntamente com o empreendedor e sem qualquer salário. Em geral, um BA é um indivíduo que, para além de ter disponibilidade financeira, possui um capital de conhecimento que lhe advém da experiência como empreendedor ou como quadro superior de empresa. Procura investir

em negócios inovadores, em que reconheça potencial de crescimento e de valorização do capital, que se encontrem em fase de lançamento (início de atividade) ou em fase crítica de crescimento, sendo geralmente atraído por projetos em áreas de negócio que conheça e em regiões próximas da sua residência. Constituirá, por certo, mais uma motivação o incentivo que o Orçamento de Estado para 2013 contempla, com a dedução à coleta em sede de IRS, até 20% das entradas de capital, com limite de €10.000. Podemos, pois, concluir que se trata de uma fonte de capital alternativa às tradicionais formas de financiamento das instituições bancárias, com evidentes vantagens para o empreendedor, uma vez que alia o financiamento ao conhecimento, à experiência, à rede de contactos nacionais e internacionais do BA, para além da credibilidade que este poderá trazer ao projeto, em que atuará como parceiro de negócio. Por tudo isto, espera-se que o anunciado Clube de Business Angels na Região Dão Lafões constitua um novo impulso ao empreendedorismo nesta Região. Haja projetos...

“Tanto lume aceso em todo o Portugal, e tanto frio nos corações. Mas não há outro calor, senão o dos cepos a arder. Deus esqueceu-se de nós, ou alguém se esqueceu por ele…” (Miguel Torga: Diário VIII/Coja, 24dez1956)

O NATAL DOS SIMPLES

Por: José Lapa

com as consequências que todos conhecemos e que muitos de nós já sentem. Estas linhas, ao contrário do que o leitor até agora poderá ter pensado, são de esperança, de convicção, de continuar, de vencer e de acreditar que o amanhã, ou o depois será diferente. Que melhor exemplo o de acreditar que o do passado fim-de-semana, a da iniciativa de recolha de alimentos do Banco Alimentar, onde, mais uma vez, os portugueses se mostram generosos, tendo sido possível alcançar as 2914 toneladas de alimentos! São múltiplos, embora mais ou menos expressivos, os exemplos de solidariedade. Apesar de tudo devo relembrar que talvez, “A CRISE” (fica de alguma forma controlada entre aspas) conduza ao despertar de algum espírito, daquele espírito, que todos precisa-mos mesmo quando não estamos em “CRISE”.

“Ensinaram-me as coisas importantes Que afinal o não eram. Acumularam-me de conhecimentos De que ainda me liberto. Ditaram-me no caderno de duas linhas Os exemplos que procuro não seguir. Fizeram-me ler as histórias de santos, sábios e heróis, Que eu não quero ser nem imitar. Soube de cor as constelações Que hoje se escondem no fundo das cidades. Ensinaram-me a pescar nos rios e regatos Em que bóiam as garrafas de plástico. Quando eu sabia tudo Atiraram-me para a vida de que eu não sabia nada E onde tudo era ao contrário do que aprendera. Habituei-me a raciocinar pelo contrário. Não era feliz, era desarmado. E tive de aprender, de novo, Tudo o que me haviam ensinado E que eu queria não ter aprendido.”

Deixo-vos um poema como prenda de Natal e com votos de um bom 2013.

(IN ENTRE MIM E O MUNDO DE JACINTO MAGALHÃES)

O NATAL DO NOSSO DESCONTENTAMENTO Chegados ao mês do Natal e ao final de um novo ano, época propícia ao sentimento de renovar esperança(s) e fomentar nova(s) etapa(s), deparo-me com uma manifesta e enraizada falta de esperança no futuro, principalmente pelo descrédito das instituições e por consequência do país. Nada me recorda a atual situação, nada se vislumbra no meu passado, mesmo alargando o horizonte temporal, à qual se assemelha este descrédito, desmotivação ou mesmo falta de esperança, quase mitigada na falta de fé. Todos os dias somos massivamente consumidos por notícias que alimentam a atual situação, a da própria notícia, de desemprego, de famílias que já prescindiram de energia eléctrica, água, gaz, de crianças que passam fome, de pessoas que há muito tempo vivem para lá do limite admissível e aceitável no país para o qual todos os nossos “pais” direta e indiretamente contribuíram, lutaram, trabalharam, acreditaram! O pior é que no futuro próximo não se perspectivam melhoras, muito pelo contrário,

Para quem como eu, conheceu o Natal, em torno de uma fogueira, crepitando de emoções bastas, satisfeita a ansiedade, aquecido na fraternidade familiar, longe do rebuliço da abastança que não tinha, o Natal há-se ser sempre sinónimo de simplicidade. Nunca imaginei o Natal no néon, nos corredores de prateleiras bastas, na infinidade dos sonhos realizados. Sempre o vivi intensamente de alegria, sem grande aspiração material. Para mim, o Natal sempre foi emoldurado pela realidade nua e crua. Muito crua. Talvez, por isso, eu tenha sempre disponível na memória para trautear, quando a data se aproxima, a bela canção do Zeca Afonso do Natal dos Simples: “Já nos cansa esta lonjura/ Já nos cansa esta lonjura/ Só se lembra dos caminhos velhos/ Quem anda à noite à 'ventura.” (do belo álbum Cantares de Andarilho, 1968). Zeca, que tinha a arte única, de reduzir tudo à simplicidade. Recurso este, hoje chama-se competência, só ao alcance de alguns simplórios. Quão difícil isto é na alquimia da criação. Os simples não são insignificantes. São gente de carne e osso, com sentimentos, emoções, inteligência. Os simples, são cidadãos com os mesmos direitos de qualquer um de nós. Os simples, não são números, são pessoas. Gente com necessidades como qualquer ser vivo. Os simples, sendo incomplexos, são mais felizes que os ilustres e petulantes

complexos. Os simples, na imensidão da sua escassez material, vivem o Natal com mais intensidade e, veem nele, uma tabua de salvação, uma catarse para a sua vida, uma janela de esperança. Os simples, são a maior e melhor expressão de Natal. Miguel Torga, outro grande simplório, que nunca abandonou a suas aldeias, onde sempre viveu, que determinou a sua convicção combativa, na mentalidade dos homens humildes, deixou-nos para a posteridade um conto de Natal singular, (Natal, in Novos Contos da Montanha), em que, o Garrinchas, surpreendido na jorna pela neve, incapaz de saciar a ansiedade de passar o Natal lá na terra, acabou na recôndita Igreja da Senhora dos Prazeres, ao calor de uma bela fogueira ateada com o palanquim, na companhia da imagem da Santa e exclamando: “A senhora faz de quem é; o pequeno a mesma coisa; e eu, embora indigno, faço de S. José.” Foi para lembrar, ao menos uma vez no ano, estes indignos, que alguém um dia inventou o Natal. Com a crise o seu espirito regressa, injunção dos tempos conturbados e ameaçadores, onde as pessoas foram substituídas por números destinados a estatísticas, que pretendem provar os postulados das ciências económicas. Apesar da agrura, da incerteza, do folclore das banalidades da sociedade atual, da angústia, o Natal há-de ajudar-nos a sobreviver às trevas, ou quando muito, ajudar a interpreta-las. Por mais paradoxal que possa parecer, é na simplicidade que está o futuro. Aprendi isto com o Zeca e o Miguel Torga.

NOVOS MESTRADOS E PÓS-GRADUAÇÕES NA ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE DE VISEU A Escola Superior de Saúde de Viseu (ESSV) incluiu recentemente na sua oferta formativa mais três cursos de Mestrado e uma nova Pós-graduação. Os cursos de Mestrado em “Enfermagem Comunitária”, “Enfermagem de Saúde Infantil e Pediatria” e “Enfermagem de Saúde Materna, Obstetrícia e Ginecologia” conferem póslicenciatura de especialização, bem como o grau de mestre nas áreas respetivas, e têm como destinatários licenciados em Enfermagem ou equivalente legal com pelo menos dois anos de experiência profissional. As candidaturas aos três

mestrados decorrem até ao próximo dia 14 de janeiro de 2013. O curso de Pós-Graduação em “Gestão e Administração de Serviços de Saúde” é direcionado a licenciados em enfermagem, medicina, sociologia, gestão, economia, direito, serviço social e outras áreas da saúde e das ciências sociais. As inscrições estão abertas até ao próximo dia 4 de janeiro de 2013. As novas ofertas formativas disponibilizadas pela Escola Superior de Saúde de Viseu vêm ao encontro das expetativas de muitos licenciados que pretendem formação avançada nestas áreas.

Para todos um Bom Natal e um 2013… excelente!


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CULTURA

20/12/2012

CONCERTO ASSINALOU RESTAURO DE TELA E RECONSTRUÇÃO DO ÓRGÃO NA MISERICÓRDIA DE VISEU A Misericórdia de Viseu promoveu no passado dia 15 de Dezembro um concerto de órgão e canto, por António Alexandrino e Isabel Silvestre, respetivamente, integrado numa sessão assinalada com a recolocação na Igreja da tela de Nª Srª da Assunção. A sessão, levada a cabo na igreja da Misericórdia, constituiu mais uma data histórica na vida da instituição. Vinte anos

após o incêndio que destruiu o órgão de tubos, de autoria de Machado e Cerveira, conclui-se agora a sua reconstrução. Coube ao próprio mestre organeiro, António Simões, apresentar um documentário sobre o antigo órgão e as várias fases de restauro e reconstrução. A tela colocada na igreja, em suporte com carácter reversível e de menores custos, não tem identificada a autoria. Tudo in-

dica tratar-se de uma obra de meados do século XIX, mas não existem certezas. Os estudos vão continuar no âmbito de investigação promovida pelo Museu da Misericórdia, aguardando-se que as “conversas com arte” programadas para os próximos meses possam trazer algumas revelações sobre esta matéria. Para a instituição, embora a ação social continue a ter a mai-

or relevância de todas as suas valências, deve cuidar-se e valorizar-se o património histórico. O órgão voltará a servir o culto e será colocado ao serviço da comunidade. Desta forma, “a Misericórdia prossegue também uma função cultural e pedagógica, podendo contribuir para a formação artística e musical” – declarou Henrique Almeida, diretor do Museu, no final da sessão.

NOVO CENTRO MUNICIPAL DA JUVENTUDE AO CIMO DAS ESCADINHAS DE SANTO AGOSTINHO É a segunda sala de estudo a cando um posto equipado para funcionar em Viseu, depois da abertura em 2008 do espaço localizado junto ao Pórtico do Fontelo, frequentada anualmente por 46.300 utilizadores. Está localizada ao cimo das Escadinhas de Santo Agostinho, e acolhe também o novo Centro Municipal da Juventude. Uma terceira sala continua projectada para junto da Biblioteca Municipal. O novo Centro Municipal da Juventude / Sala Escadinhas de Santo Agostinho, que resultou da requalificação de um espaço onde já funcionou um Café-Bar, disponibiliza um conjunto de serviços dirigidos aos jovens viseenses, com uma sala de acesso gratuito à internet, com 24 computadores, desta-

acesso a cidadãos invisuais, uma sala ciber-estudo, sala de formação e manutenção do serviço de assessorias e informações. A requalificação e adaptação do espaço, representa um investimento de cerca de 110 mil euros, O conceito, «importado» de Espanha, como faz questão de ressalvar Fernando Ruas, presidente da Câmara Municipal de Viseu, pretende promover a igualdade de oportunidades no acesso às novas tecnologias de informação. “Um exemplo de atenção às boas práticas que, neste caso, se materializam na disponibilização das infraestruturas que consideramos mais importantes para a cidade, neste caso, e sobretudo, para os jovens”, conclui o autarca.

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OPINIÃO

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ESTREIA AUSPICIOSA DOS JOVENS NADADORES ACADEMISTAS

Por: Irene Frias Estrearam-se na época 2012/2013 os mais jovens nadadores do Académico de Viseu. A prova decorreu no passado sábado em Vagos e contou como uma comitiva composta por 16 atletas, que são as esperanças para os próximos anos da

GOLPE DE VISTA

No passado dia 18 de Dezembro, Dia do Migrante, cerca de vinte associações de imigrantes e de defesa dos direitos humanos, entre as quais a Associação Olho Vivo, entregou uma queixa ao Provedor de Justiça, alegando a inconstitucionalidade da recentemente aprovada Lei da Imigração, e promoveu uma acção em Lisboa, integrada na Jornada de acção global pelos imigrantes, refugiados e deslocados. Este ano, o tema da Jornada são os centros de detenção e o trágico desaparecimento ou morte de migrantes nas frontei-

LEI DA IMIGRAÇÃO: ASSOCIAÇÕES ENTREGAM QUEIXA AO PROVEDOR DE JUSTIÇA ras. Na Europa e em Portugal assistimos a uma viragem drástica na política de imigração, traduzida na incorporação na lei portuguesa da Directiva do Retorno (a chamada Directiva da Vergonha). Tal é um retrocesso na defesa e na garantia dos direitos fundamentais dos imigrantes e uma flagrante violação da Dignidade da Pessoa e dos Direitos Humanos, cujo objectivo é facilitar ao máximo a expulsão dos e das imigrantes em situação irregular. Com esta política, imigrantes vivendo há muitos anos em Portugal, trabalhando e descontando para a Segurança Social e o fisco e que, face à situação difícil, transversal a toda a sociedade, não consigam manter a sua situação regularizada, ver-se-ão na iminência de serem expulsos. Numa altura em que milhares de pessoas se deslocam à

procura de melhores condições de vida e sobrevivência a nível planetário, incluindo os portugueses, temos de dizer não a esta politica Securitária, Xenófoba e Racista que transforma a Europa numa autêntica Fortaleza e mobilizamo-nos contra: - a criação de mecanismos de discriminação em função do poder económico de cada um; – descartando tantos e tantas imigrantes que aqui vivem e ajudam a construir o país, muitas vezes vítimas de exploração laboral, agora colocados na iminência de serem rejeitados em detrimento dos economicamente mais privilegiados ou especia-

lizados, cuja formação muito custou aos seus países de origem; - a criminalização, estigmatização e repressão dos migrantes e os centros de detenção; - o poder discricionário e a politica de expulsões administrativas que conferem ao SEF o direito de decidir sobre a vida dos milhares de cidadãos que aqui vivem e trabalham; - pela regularização de todos os imigrantes indocumentados; - contra a nova lei de imigração que viola os direitos humanos básicos, ao tratar de forma diferente e desigual os imigrantes perante a Constituição.

(Secção da responsabilidade do Núcleo de Viseu de “OLHO VIVO - Associação para a Defesa do Património Ambiente e Direitos Humanos”) Nota: Críticas e sugestões para a Associação OLHO VIVO, telefone: 912522690 - olhovivo.viseu@gmail.com olhovivoviseu.blogspot.com

natação em Viseu As jovens promessas Academistas participaram no I Torneio 1ª Braçada da A. N. Aveiro, com desempenhos vistosos, dando as primeiras braçadas como federados na modalidade. A competição serve para promover o primeiro contato destes jovens atletas com a com-

petição, sendo mais importante a prestação do que o resultado final. Ainda assim os nadadores do Académico não quiseram deixar por menos e venceram mesmo a estafeta final do Torneio, sendo o grande vencedor, de entre as dez equipas inscritas nas estafetas, o Académico de Viseu.

O trabalho desenvolvido pela equipa de técnicos do Académico tem dado os seus frutos, espelhando-se no desempenho dos viseenses a cada prova que disputam. Nota-se a distinção e responsabilidade que cada atleta de Viseu tem quando entra em prova, fruto dos valores e princípios incutidos nos atletas diariamente. Os nomes dos “recémfederados” pelo Académico são: Margarida Moreira, Beatriz Cardeal, Beatriz Correia, Mariana Silva, Mafalda Oliveira, André Pires, Tiberius Neagu, Simão Almeida, Jorge Ferreira, Samuel Figueira, Tiago Rodrigues, Ricardo Morais, Vasco Carvalho, Pedro Almeida, Tomás Seixas e Francisco Albuquerque, que tiveram como treinadores da equipa Bruno Amaral, Liliane Amaral e Luísa Amaral, sendo a delegada à prova Irene Frias. Durante o próximo fim-desemana a equipa principal do Académico vai encontrar-se em Lisboa, a disputar o Nacional de Clubes.

com 231 pontos, Carlos Rodrigues 227 e Armando Leitão 225 e o gross com o José Marques a comandar com 258, seguido do Samuel Barros com 225 e Idalina Cardoso 223. Idalina Cardoso (longest drive) e Carlos Rodrigues (nearest to the pin)

foram galardoados respetivamente com 4 e 2 nomeações. Foi também aprovado o plano de atividades para o próximo ano - sendo visível a dinamização dos seniores - pois irão ter provas em quase todas as quartas feiras.

O NATAL DOS SENIORES Por: Álvaro Marreco O percurso Caramulo do Montebelo, recebeu a última prova do corrente ano dos seniores viseenses. Texas scramble a pares, foi a modalidade escolhida, sendo que só seriam considerados ¾ de handicap e com a obrigatoriedade de 6 saídas. A dupla José Artur/Pedro Almeida foi a grande triunfadora da prova, pois entregou um cartão com 44 pontos em net e 28 em gross. Na classificação abonada, os lugares seguintes foram ocupados pelos pares, Augusto Costa/Carlos Rodrigues, Alberto Amaral/Armando Leitão e Teresa Cabral/José Cabral com 39 e Pedro Aguiar/Samuel Barros e Isabel Guedes/João Miranda com 38. Já na classificação abonada, foram seguidos pelas duplas, Pedro Aguiar/Samuel Barros com 26, José Marques/Dimas da Silva 23, Augusto Costa/Carlos Rodrigues 21, Idalina Cardoso/José Ministro 19, Alberto Amaral/Armando Leitão 18 e Teresa Cabral/José Cabral com

17. A pancada mais longa foi obtida pela Idalina Cardoso e a mais certeira foi a do Dimas da Silva. Foram também distribuídos os prémios relativos às provas do ranking, onde o pódio net foi ocupado pelo Pedro Almeida


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DESPORTO

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ACADÉMICO DE VISEU LEVOU AS «BOAS FESTAS» À ASSOCIAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL DE ABRAVESES Numa iniciativa em que estiveram presentes o treinador Filipe Moreira, e os jogadores Pedro Ribeiro, Campinho, Miguel Serôdio, Mauro Antunes e Rodolfo Simões, a direcção do Académico de Viseu Futebol Clube realizou uma visita à Associação de Solidariedade Social da Freguesia de Abraveses. Objectivo, «conhecer melhor o trabalho desta Instituição de reconhecido mérito e deixar os votos de boas festas aos utentes mais novos e aos mais velhos. A Direcção do Académico de Viseu agradece publicamente aos dirigentes da Associação de Solidariedade Social da Freguesia de Abraveses a “recepção calorosa” à equipa academista e, sobretudo, “o pelo papel crucial que todos os dias desempenham na melhoria das condições de vida dos nossos concidadãos”.

«LAMEGO ConVida a caminhar» PÔS A ANDAR MAIS DE 1200 PESSOAS Ao longo dos últimos doze meses, o Centro Municipal de Marcha e Corrida de Lamego incentivou lamecenses de todas as gerações a saírem à rua para caminharem e conviverem com outros entusiastas da prática regular de exercício físico, no âmbito do projeto ConVida a Caminhar na Minha Freguesia. Após ter percorrido nove freguesias rurais e urbanas do concelho, esta iniciativa passou pela Penajóia para cumprir a última caminhada deste ano. 140 praticantes fizeram uma pequena viagem a pé que percorreu alguns dos locais mais importantes da freguesia, nomeadamente a magnífica Igreja de Santíssimo, a Igreja Matriz e a Adega Cooperativa. O passeio encerrou com a realização de um agradável lan-

FILIPA PEREIRA REGISTOU NOVO MÁXIMO PESSOAL EM NATAÇÃO A nadadora de Vouzela, Filipa Pereira, o registo de 30.29 estabeleceu um novo máximo pessoal, com o registo de 30.29 nas finais dos 50 metros mariposa, e ficou no 15º lugar nacional da distância, na edição de 2012 do Campeonato Nacional Absoluto de Piscina Coberta (25 metros), disputado nas piscinas

do Clube Fluvial Portuense, numa prova em que estiveram presentes 376 nadadores (199 masculinos e 177 femininos) em representação de 63 clubes. Para o seu treinador Hugo Berardinelli, a prestação da sua atleta foi extremamente positiva uma vez que sendo estes os primeiros Campeonatos Nacionais

da atleta, associado ao facto de ter conseguido alcançar as finais logo na estreia, e aí ter conseguido efectuar a sua melhor marca pessoal, “foi um factor de enorme satisfação”. O treinador destacou ainda o excelente arranque da sua atleta, bem como da restante equipa nesta época desportiva.

che-convívio, oferecido pela Junta de Freguesia. Durante o primeiro ano de vida, o projeto Caminhar na Minha Freguesia envolveu, em colaboração com várias instituições locais, mais de 1200 pessoas, de diferentes gerações, tendo passado por Ferreirim, Valdigem, Cepões, Figueira, Várzea de Abrunhais, Avões, Sé, Almacave e Magueija, para além da Penajóia. Para o próximo ano, promete continuar a percorrer o concelho de Lamego e proporcionar excelentes momentos de atividade física e convívio, em permanente contacto com a natureza. Gratuita e adaptável a qualquer estilo de vida, caminhar é uma atividade pode ser realizada por pessoas de todas as idades, desde crianças a idosos.

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ACTUALIDADE

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CENTRO HOSPITALAR TONDELA-VISEU LIDERA EM TRÊS ESPECIALIDADES

ACÇÃO DE FORMAÇÃO PARA TREINADORES DE BASQUETEBOL

- NO 4º LUGAR DO RANKING NACIONAL, UNIDADE CONTINUA A SER A MELHOR DO INTERIOR DO PAÍS

Um estudo elaborado pela Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), sustentado em dados de 2011, coloca este ano o C e n t r o H o s p i t a l a r To n dela–Viseu (CHTV) na quarta posição do ranking nacional. Apesar de ter descido dois lugares na tabela dos 10 melhores em relação ao ano passado, a unidade continua, apesar de tudo, a liderar no país, ao nível do tratamento de doenças

neurológicas, musculo-esqueléticas, e traumatismos e doenças acidentais. Numa lista que continua, pelo terceiro ano consecutivo, a ser liderada pelo Hospital de S. João (Porto), seguido pelo Centro Hospitalar Universitário de Coimbra e Centro Hospitalar Lisboa Norte, o CHTV continua a surgir também como o melhor do interior do país, posicionando-se ainda nos cinco

primeiros lugares no tratamento de sete dos 17 grupos de doenças analisadas, entre as quais as dos foros digestivo, pediátricas, endócrinas, e metabólicas e respiratórias. Contactada pelo «VR», a administração do CHTV, liderada por Ermida Rebelo, não tece comentários à posição obtida por esta unidade de saúde, preferindo apenas “congratular-se com uma classifica-

DESPORTO

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ção que já é habitual” neste Hospital (em 2011 obteve o segundo, e em 2009 e 2010 o quarto lugar), o que constitui, para o mesmo responsável “motivo de orgulho e satisfação para todos os profissionais, e também uma prova de qualidade para os utentes”. No estudo elaborado, desde há sete anos, pela ENSP, nos últimos cinco mantêm-se no topo os primeiros quatro hospitais, apesar de algumas trocas de lugares, embora o CHTV continue a ser o primeiro, pelo terceiro ano consecutivo, no tratamento de doenças musculo-esqueléticas, traumatismos e lesões acidentais e, pela primeira vez, no tratamento de doenças neurológicas. Neste último ranking, o hospital de Viseu, que surge já como Centro Hospitalar Tondela-Viseu devido à recente fusão com o hospital Cândido de Figueiredo de Tondela, conseguiu ainda obter o segundo melhor resultado no critério da mortalidade. Com 646 camas disponíveis, tem ao seu serviço mais de mil profissionais, entre médicos e enfermeiros.

Por: Jorge Duarte A Associação Nacional de Treinadores (ANTB), em parceria com a Associação de Basquetebol de Viseu (ABV), vai organizar no próximo dia 22 de Dezembro, um «Clinic» no âmbito do projecto «ANTB na Estrada», subordinado ao tema «Contributos para o ensino do jogo nos escalões de formação». A realização desta Acção de Formação em Viseu, no pavilhão municipal de Fontelo, a partir das 9 horas, representa mais uma aposta das entidades promotoras na formação de treinadores de basquetebol, com o intuito de uma maior valo-

rização da modalidade. «A agressividade defensiva enquanto estratégia prioritária na formação», com Tam Ling, treinador-coordenador do Vitória de Guimarães, e «Transição defesa - ataque e entrada no ataque», com Rui Gomes, treinador da equipa Sub 19 feminina do CPN/Porto, são os temas a abordar durante a manhã. A partir das 12,30 horas haverá uma reunião/debate da Direcção da ANTB com os treinadores presentes. Pelos temas em debate, e pelos prelectores intervenientes, tudo se conjuga para que esta iniciativa da ANTB, à qual em boa hora a ABV aderiu, seja um sucesso.

CARTÓRIO NOTARIAL Notária – Maria Luísa Custódio Lopes Pais Rua Cândido dos Reis n.º 10, r/c esquerdo – VISEU EXTRACTO Certifico, para efeitos de publicação, que, a folhas onze, do livro de notas número 154-A, da Notária Maria Luísa Custódio Lopes Pais, com Cartório Notarial em Viseu, na Rua Cândido dos Reis, número 10, rés-do-chão esquerdo, se encontra lavrada em dezanove de Dezembro de dois mil e doze, uma escritura de justificação, na qual outorgou: Manuel Augusto Martins, divorciado, natural da freguesia de Calde, concelho de Viseu, residente em 12 Rue des Tisserands, 74960 Cran Gevrier, França, NIF 142 974 986, o qual declarou:

CINETEATRO MUNICIPAL DE NELAS ACOLHE NOVO ESPAÇO INTERNET A Câmara Municipal de Nelas inaugurou, no último domingo, um novo espaço internet no Cineteatro Municipal. Localizado no piso superior, este espaço está equipado com dez computadores e reúne uma sala para formações/sessões de apoio e uma zona de acesso wireless com cafeteria. No piso inferior dispõe de três pontos de acesso a deficientes motores, bem como de uma sala para exposições, onde está patente, neste período inicial, uma mostra de cartazes de filmes dos anos 50, como Amor de Perdição, Serenata à Chuva e Sissi, uma máquina de projeção

original, que data de finais dos anos 40, caixa de derivação de som, películas, entre outros equipamentos relacionados com a projecção de filmes nessa

época. Na mesma tarde, a Autarquia promoveu, na Sala de Espectáculos do Cine-Teatro, a Festa de Natal dos filhos dos funcio-

nários com a estreia da peça “Super-Heróis de Portugal”. Desenvolvida pelo Serviço de Animação Sociocultural da Câmara, esta peça retrata os feitos de alguns heróis da nossa História, nomeadamente a Padeira de Aljubarrota, Vasco da Gama e Aristídes de Sousa Mendes, num tom divertido e didático. Ao longo do ano 2013, este espectáculo será apresentado a todos os alunos do pré-escolar e 1º e 2º CEB do Concelho de Nelas. O novo espaço internet funciona de segunda a sexta, entre as 9h00 e as 21h00, e aos sábados e domingos das 9h00 às 13h00.

Que é dono e legítimo possuidor, com exclusão de outrem, do prédio rústico, composto por terreno de semeadura com videiras e lage, sito à Pereira, freguesia de Calde, concelho de Viseu, com a área de seiscentos e trinta metros quadrados, a confrontar do Norte com Laura Francisco, do Sul e do Nascente com Mário Luís Pires, e do Poente com estrada, inscrito na matriz sob o artigo 4654, omisso na Segunda Conservatória do Registo Predial de Viseu. Que o identificado prédio foi adquirido pelo justificante, já no estado de divorciado, por partilha meramente verbal, a que procedeu com os demais interessados por óbito de seus pais José Augusto e mulher Adelina do Carmo Augusto, residentes que foram em Calde, Viseu, pais dele justificante, partilha essa efectuada em dia e mês que não podem precisar, mas que ocorreu por volta do ano de mil novecentos e noventa; Que, dado o modo de aquisição, não tem possibilidade de comprovar, pelos meios normais o seu direito de propriedade perfeita, mas a verdade é que é ele o titular desse direito, pois tem possuído o aludido prédio, há mais de vinte anos, ininterruptamente, com o conhecimento de toda a gente e sem a menor oposição de quem quer que seja, considerando-se e sendo considerado como seu único dono, na convicção que não lesava quaisquer direitos de outrem, tendo a sua actuação e posse sido de boa fé, posse essa que se tem materializado no seu cultivo, mandando-o vindimar, arrancando e substituindo vinha, e demarcando-o, sendo por isso uma posse em nome próprio,

Director: Ricardo Silva • Redacção - Chefe de Redacção: José Cardoso • Colaboradores:Afonso Marques, Carlos Bergeron, Carlos Vieira e Castro, José Lapa, José Reis, Luís Lopes, Manuel Morgado Propriedade: José Cardoso • Depósito legal n.º 146546/00 • N.º de registo no ICS - 117441 N.º fiscal de contribuinte - 135605547 • Departamento Comercial: Luísa Matos (publicidade@jornalviarapida.com) Edição On-line: Marco Alexandre • Paginação e Arranjo Gráfico: ROSTO CRIATIVO - Viseu Impressão: TIPOGRAFIA OCIDENTAL - Viseu • Tiragem: 4.000 Ex. www.jornalviarapida.com Os artigos de opinião publicados neste Jornal são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. Sede e Redacção: Rua D. Francisco Alexandre Lobo, 55-3.º dto • 3500-071 Viseu Contactos: Tel. - 232426058 • Telem. - 966061468 • Fax - 232426058 • E-mails - geral@jornalviarapida.com - publicidade@jornalviarapida.com

contínua, pública e pacífica, o que conduziu à aquisição daquele prédio por usucapião, que expressamente invoca, justificando o seu direito de propriedade para efeitos de registo, dado que esta forma de aquisição não pode ser provada por qualquer outro título formal extrajudicial. Está conforme o original. Cartório Notarial de Viseu, dezanove de Dezembro de dois mil e doze. A Notária: Maria Luísa Custódio Lopes Pais (Jornal Via Rápida 20.12.2012)

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CONVÍVIO DE NATAL O Comité Distrital de Mini Basquete da Associação de Basquetebol de Viseu organiza no próximo domingo, dia 23 de Dezembro, o habitual Convívio de Natal. O encontro terá lugar no Pavilhão do Fontelo, com inicio previsto para as 09:30 horas. O Convívio é aberto a equipas mistas dos escalões de Sub 8,Sub 10 e Sub 12. CARTÓRIO NOTARIAL Notária – Marina da Conceição de Sousa Alves Martins de Carvalho Rua dos Olivais n.º 4 – VISEU EXTRACTO Marina da Conceição de Sousa Alves Martins de Carvalho, notária deste Cartório, certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que no Cartório Notarial de Viseu, sito na Rua dos Olivais, nº 4, no livro de notas nº 146 a folhas 120, foi outorgada uma escritura de Justificação, na qual ANTÓNIO FERREIRA, c.f. 132849992, e mulher ANNIE CHANTAL BRUNETON FERREIRA, casados em comunhão de adquiridos, ele natural de Lordosa, concelho de Viseu, onde residem no Bairro de Sto António da Serra, e ela natural da França, declararam que o outorgante marido é dono e legítimos possuidores com exclusão de outrém dos seguintes prédios rústicos – sitos na freguesia de Lordosa concelho de Viseu. 1- Pinhal e mato, sito à Telha, com a área de seiscentos e vinte e um metros quadrados; a confinar do norte com José de Abreu, do sul com Maria dos Prazeres Seixas, do nascente com Aníbal dos Santos e do poente João Monteiro; inscrito na matriz sob o artigo 10 372 - 2- Pastagem, palheiro e eira, sito às Eiras, com a área de oitenta e dois metros quadrados; a confinar do norte e poente com Maria Gonçalves e do sul e nascente com António da Costa Braz; inscrito na matriz sob o artigo 14 579 - 3- Terreno inculto com mato e árvores dispersas, sito ao Ovizo, com a área de quatrocentos e oito metros quadrados; a confinar do norte com caminho, do sul com José Bernardino Seixas, do nascente com António da Cruz e do poente com Maria do Céu de Jesus; inscrito na matriz sob o artigo 14 915 - 4- Pinhal e mato, sito às Eiras, com a área de cento e cinquenta e três metros quadrados; a confinar do norte com Maria Gonçalves, do sul com Alberto Braz e do nascente e poente com António da Costa Bráz; inscrito na matriz sob o artigo 14 580 5- Pinhal e mato, sito à Espinheira, com a área de duzentos e setenta e dois metros quadrados; a confinar do norte com Abel Ferreira, do sul e nascente com Manuel dos Santos Simões e do poente com caminho; inscrito na matriz sob o artigo 8 058 - 6Terreno de pinhal e mato, sito aos Oculos, com a área de duzentos e quarenta e quatro metros quadrados; a confinar do norte com Aires Almeida Nunes, do sul com Nelson Almeida Martins, do nascente com José Ferreira e do poente com Alípio Marques; inscrito na matriz sob o artigo 6 402 - 7- Dois terços indivisos de um terreno de pinhal e mato, sito à Rapadoira, com a área de mil cento e vinte e um metros quadrados; a confinar do norte com António Nunes da Costa, do sul com André Bispo do Vale, do nascente com José Maria Marques da Silva e do poente com caminho; inscrito na matriz sob o artigo 2 963, 8- Terra de pastagem, palheiro e eira, sito às Eiras, com a área de setenta e dois metros quadrados; a confinar do norte, nascente e poente com António da Costa Braz e do sul com Maria Gonçalves; inscrito na matriz sob o artigo 14 577. Que os prédios indicados não se encontram descritos na Segunda Conservatória do Registo Predial de Viseu. Que aqueles prédios vieram á posse do outorgante marido por compra que o mesmo fez ainda antes do casamento, sem que tivesse formalizado qualquer acto de transmissão e da seguinte forma: a verba um, por compra que fez por volta do ano de mil novecentos e oitenta e seis, a Gracinda de Jesus e marido (em nome da qual se encontra inscrito na matriz); a verba dois, por compra feita por volta do mesmo ano, a Idálio da Costa Aparício (em nome de quem se encontra inscrito na matriz) e mulher Aida Maria Lopes Coelho Aparício; a verba três, por compra que fez por volta do ano de mil novecentos e oitenta e seis, a Gracinda de Jesus (em nome de quem se encontra inscrito na matriz) e marido Carlos Carrilho; a verba quatro, por compra que fez a Augusto Rodrigues dos Santos, por volta do ano de mil novecentos e oitenta e sete - embora por erro tenha sido inscrito indevidamente na respectiva matriz como parte da herança do indicado Augusto; a verba cinco, por compra feita por volta do ano de mil novecentos e oitenta e oito, a José de Almeida Pombo e mulher; a verba seis, por compra feita por volta do ano de mil novecentos e noventa a Maria José Pais de Almeida; a verba sete, por compra a José Maria Ferreira, por volta do ano de mil novecentos e noventa, sendo donos da restante parte - Joaquina Ferreira e marido Nelson Martins, a verba oito, por volta do ano de mil novecentos e noventa e dois por compra a Palmira Rodrigues Martins. Que, dado o modo de aquisição, não tem o justificante possibilidades de comprovar pelos meios normais o seu direito de propriedade, sobre os prédios, sendo certo contudo que é o seu dono, e nessa convicção deles tem usufruído, e como proprietário neles tem semeado as culturas típicas da região, cortando e limpando o mato e lenha, usando a palheira para arrumos de lenhas e palha, na eira secando o milho, o que faz há mais de vinte anos, ininterruptamente, à vista e com o conhecimento de toda a gente e sem oposição de quem quer que fosse, e na verba sete em compropriedade com a mencionada Joaquina Ferreira e marido, exercendo assim nos prédios uma posse contínua, pública e pacífica, pelo que adquiriu aqueles prédios por usucapião que a seu favor invoca. ESTÁ CONFORME O ORIGINAL. Cartório Notarial, Rua dos Olivais nº 4 Em 18/12/2012 (Jornal Via Rápida 20.12.2012)


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CARTÓRIO NOTARIAL Notária – Marina da Conceição de Sousa Alves Martins de Carvalho Rua dos Olivais n.º 4 – VISEU

CARTÓRIO NOTARIAL Notária – Maria Luísa Custódio Lopes Pais Rua Cândido dos Reis n.º 10, r/c esquerdo – VISEU

EXTRACTO

EXTRACTO

Marina da Conceição de Sousa Alves Martins de Carvalho, notária deste Cartório, certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que no Cartório Notarial de Viseu, sito na Rua dos Olivais, nº 4, no livro de notas nº 146 a folhas 77, foi lavrada uma escritura de Justificação, pela qual HENRIQUE ESTEVES PEREIRA LOPES, c.f. 151726051, e mulher ALCINDA CARDOSO LOPES, c.f. 197544428, casados em comunhão de adquiridos, naturais da freguesia de Orgens, concelho de Viseu, onde residem na Rua Fonte da Pipa, nº 18, lugar de S. Martinho declararam que são donos e legítimos possuidores com exclusão de outrém, de um prédio rústico, composto de terra de semeadura de milho com videiras e oliveiras, sito ao Agueiro, S. Martinho, freguesia de Orgens, concelho de Viseu, com a área de mil oitocentos e quarenta e dois metros quadrados, a confrontar actualmente do norte com caminho e ribeiro, do sul com Osvaldo da Costa marques, do nascente com Marília da Conceição Oliveira Lopes e outro e do poente com Cecília Rodrigues Simões e outro, inscrito na matriz sob o artigo 1 871. Que o referido prédio veio à posse dos justificantes, pela seguinte forma: uma terça parte por volta do ano de mil novecentos e sessenta por partilha dos bens deixados por óbito de seus pais e sogros – Venâncio Pereira Lopes e Maria Esteves Lopes; uma terça parte por compra que fizeram a Esmeralda Esteves Pereira Lopes, por volta do ano de mil novecentos e noventa e um; e a restante terça parte por compra que fizeram por volta do ano de mil novecentos e noventa a Belmira Esteves Pereira Lopes, sem que tivessem formalizado qualquer acto de transmissão. Que, dado o modo de aquisição, não têm os justificantes possibilidades de comprovar pelos meios normais o seu direito de propriedade, mas a verdade é que são donos do mencionado prédio, pois dele têm usufruído, semeando o milho, feijão, tratando da vinha e das oliveiras, colhendo as uvas e a azeitona, o que fazem há mais de vinte anos, ininterruptamente, à vista e com o conhecimento de toda a gente, sem a menor oposição de quem quer que fosse, exercendo no prédio uma posse contínua, pública e pacífica, pelo que o adquiriram por usucapião que a seu favor invocam. ESTÁ CONFORME O ORIGINAL. Cartório Notarial, Rua dos Olivais nº 4 – 07/12/2012 A Notária: Marina da Conceição de Sousa Alves Martins de Carvalho

Certifico, para efeitos de publicação, que, a folhas cento e vinte e dois, do livro de notas número 153-A, da Notária Maria Luísa Custódio Lopes Pais, com Cartório Notarial em Viseu, na Rua Cândido dos Reis, número 10, rés-do-chão esquerdo, se encontra lavrada em onze de Dezembro de dois mil e doze, uma escritura de justificação, na qual outorgaram: João Carlos Loureiro Torres e mulher Maria Jani Cardoso Lopes Torres, casados no regime da comunhão de adquiridos, naturais, ele da freguesia de Torredeita e ela da freguesia de Orgens, ambas do concelho de Viseu, residentes na Rua do Janeleiro, lote 23, Abraveses, Viseu, NIF 142 130 982 e 113 564 325, os quais declararam: Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem dos seguintes bens imóveis, todos sitos na freguesia de Torredeita, concelho de Viseu, todos omissos na Primeira Conservatória do Registo Predial de Viseu: a) prédio rústico, composto de pinhal e mato, sito às Cortinhas, com a área de três mil e quatrocentos metros quadrados, a confrontar do Norte e do Poente com baldio, do Sul com herdeiros de António Gonçalves Vilharigues e do Nascente com baldio e caminho, inscrito na matriz, sob o artigo 2206; b) prédio rústico, composto de pinhal e mato, sito à Tremoa, com a área de duzentos e vinte metros quadrados, a confrontar do Norte com Armando de Almeida Ferreira, do Sul e do Poente com João Luís Jorge e do Nascente com Isidro Torres de Azevedo, inscrito na matriz, sob o artigo 2162; c) prédio rústico, composto de pinhal e mato, sito ao Vale do Servo, com a área de mil cento e cinquenta metros quadrados, a confrontar do Norte com Joaquim Gonçalves, do Sul com Celeste Gonçalves, do Nascente com Idalina Gonçalves de Jesus e do Poente com Joaquina Gonçalves Paulo, inscrito na matriz sob o artigo 2252; d) prédio urbano, composto de casa de andar e lojas, sito ao Rio, com a superfície coberta de sessenta e quatro metros quadrados, a confrontar do Norte com caminho, do Sul com João Carlos Loureiro Torres, do Nascente com Largo do Rio e do Poente com caminho, inscrito na matriz sob o artigo 394. Que os prédios rústicos acima identificados vieram à sua posse, já no estado de casados entre si, por compra meramente verbal, feita a António Gonçalves Vilarigues (em nome de quem se encontram inscritos na matriz) e mulher Hermínia Matos Vilarigues, então residentes em Routar, Torredeita, Viseu, e o prédio urbano identificado sob a alínea d) também veio à sua posse, já no estado de casados entre si, por compra meramente verbal, feita a Renato António Rijo (em nome de quem se encontra inscrito na matriz) e mulher Elvira Lourenço Lemos Rijo, compras essas efectuadas em dia e mês que não podem precisar, mas que ocorreram já no ano de mil novecentos e oitenta e sete; Que, dado o modo de aquisição, não têm eles justificantes, possibilidade de comprovar pelos meios normais o seu direito de propriedade perfeita, mas a verdade é que são eles os titulares desse direito, pois têm possuído os aludidos prédios há mais de vinte anos, ininterruptamente, com o conhecimento de toda a gente, sem a menor oposição de quem quer que seja, considerando-se e sendo considerados como seus únicos donos, na convicção de que não lesavam quaisquer direitos de outrem, tendo a sua actuação e posse sido de boa fé, posse essa que se tem materializado na apanha lenha, roçando o mato, cortando e plantando pinheiros e demarcando-os e quanto ao prédio urbano na sua limpeza, sendo por isso uma posse em nome próprio, contínua, pública e pacífica, o que conduziu à aquisição daqueles prédios por usucapião, que expressamente invocam, justificando o seu direito de propriedade para efeito de registo, dado que esta forma de aquisição não pode ser provada por qualquer outro título formal extrajudicial. Está conforme o original. Cartório Notarial de Viseu, onze de Dezembro de dois mil e doze. A Notária: Maria Luísa Custódio Lopes Pais

(Jornal Via Rápida 20.12.2012)

ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA DE BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE VISEU CONVOCATÓRIA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA No uso de competência que me confere a alínea a) do artigo 31.º e do Estatuto da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Viseu – AHBVV, os Viseenses -, convoco os Excelentíssimos Associados para a ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA, a realizar: - Na sede associativa sita à Rua José Branquinho - No dia 28 de Dezembro de 2012 - Pelas 20,30 horas Com a seguinte ORDEM DE TRABALHOS: 1 – Leitura e aprovação das atas das sessões de 9 de Maio de 2011 e de 30 de Março de 2012. 2 – Informações 3 – Apresentação e votação do Plano de Atividades e Orçamento para o ano de 2013, nos termos da alínea c) e d) do artigo 30.º e da alínea b) do n.º 2 do artigo 35.º ambos do Estatuto.

(Jornal Via Rápida 20.12.2012)

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Viseu, 07 de Dezembro de 2012 O Presidente da Assembleia Geral (António Botelho Pinto) Nota: 1) Nos termos do n.º 1 do artigo 36.º a Assembleia Geral funciona à hora marcada, com a presença de, pelo menos metade dos associados e meia hora depois, com qualquer número de presenças. 2) Os documentos referidos no ponto 3 encontram-se disponíveis para consulta nos Serviços Administrativos da Associação.

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20/12/2012

ACTUALIDADE

3/Via Rápida

Fotos: Rui da Cruz

CASA-MUSEU ALMEIDA MOREIRA REABRIU AO PÚBLICO EM VISEU:

O TRIBUTO AO CAPITÃO Depois das obras de remodelação iniciadas em Novembro de 2010, acaba de reabrir ao público a Casa-Museu Almeida Moreira, localizado junto ao Jardim das Mães. Um legado do Capitão à cidade de Viseu, em 1939, que incluiu a sua valiosa colecção artística (pintura, escultura, cerâmica, mobiliário, entre outras tipologias) e o importante acerco documental (livros, revistas, correspondência particular, fotografias e outros documentos), com a condição da Câmara Municipal a transformar aquele espaço em «Casa-Museu-Biblioteca». “Está cumprida a vontade do Capitão e, ao mesmo tempo, mais enriquecida também a Rede Municipal de Museus”, congratulou-se a vereadora da Cultura, Ana Paula Santana, na cerimónia de reabertura da Casa-Museu Almeida Moreira.

A remodelação do espaço, assumida pela Câmara Municipal de Viseu e Sociedade de Reabilitação Urbana «Viseu Novo», ascendeu a 270 mil euros, a que acresce mais um investimento de 180 mil para os conteúdos. Figura impar na sociedade viseense e portuguesa do século XIX, Francisco Almeida Moreira foi professor, artista, coleccionador, museólogo, conferencista, colaborador da imprensa, autarca, promotor de turismo, autor e bibliógrafo, um ecletismo bem documentado na exposição temporária «Faces da Vidacidade», na qual emergem as diversas facetas da vida do Capitão, intrinsecamente ligadas a Viseu e à dinamização cultural. “Através dela é possível perceber a paixão que teve pela cidade e a quantidade e qualidade da intervenção cívica que desenvolveu”, sublinhou Henri-

que Almeida, comissário da exposição. A Francisco Almeida Moreira, que desempenhou as funções de vereador do pelouro do urbanismo e estética na Câmara Municipal, fica a dever-se também a instalação, em 1931, do painel de azulejos do Rossio, um trabalho desenhado por Joaquim Lopes, que se assume hoje como uma das mais emblemáticas e identificativas imagens da cidade de Viseu. Para Fernando Ruas, presidente da Câmara Municipal de Viseu, a remodelação agora concluída na Casa-Museu pretende não só preservar o que Almeida Moreira deixou em testamento, mas também, e sobretudo, exaltar a figura marcante que representou na sua época, quer no concelho quer no país. Em fase terminal do seu último mandato à frente do executivo, Ruas

congratulou-se pelo facto de estar agora a inaugurar obras com “uma importante componente imaterial”, concluindo que a reabertura do espaço, que classificou como “mais uma pérola cultural em Viseu”, representou “um momento histórico” na sua vida de autarca A exposição permanente patente no piso superior, esta comissariada por Graça Abreu, apresenta um conjunto de obras seleccionadas da sua colecção particular, com destaque para a colecção de pintura com obras do século XIX e início do século XX, onde o naturalismo está assinalado com quase todos os grandes pintores dessa época. A colecção de faianças exibe peças das melhores fábricas portuguesas. O Museu Almeida Moreira estará aberto de terça-feira a domingo, entre as 10.00 e as 12.00 e as 14.00 e 17.00 horas.


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OPINIÃO

20/12/2012

E SE CRISTO VOLTASSE À TERRA PARA EXPULSAR OS VENDILHÕES DO NOSSO TEMPO?...

Daqui a poucos dias estaremos, cristãos e uma grande parte dos ateus e agnósticos do mundo ocidental, a festejar o Natal, enquanto tradição de reencontro familiar, a menos que o fim do mundo ocorra a 21 de Dezembro, como alguns profetas do Apocalipse não se cansam de anunciar, apesar de arqueólogos, epigrafistas e até a NASA esclarecerem que as estelas/calendários dos maias não se referem ao 21.12.2012 como o fim do mundo, mas tão só o fim de uma era, de um “ciclo de criação”, de 5.125 anos. Como sabem, o solstício de Inverno ocorre precisamente a 21 de Dezembro e marca o fim de um ciclo (do dia mais longo do ano, no solstício de Verão, até à noite mais longa), festejado desde os tempos mais remotos. Foi precisamente para colar a data do nascimento de Cristo às festas pagãs dedicadas ao solstício de Inverno que, a partir do ano 354, o Natal deixou de ser comemorado, no Ocidente, de 6 para 7 de Janeiro, como ainda hoje acontece na Igreja Ortodoxa. Confesso, no entanto, que acredito em profecias. Pelo menos nas de Nuno Morais Sarmento, ex-ministro da Presidência no Governo de Barroso, que prevê “um trambolhão” do PSD nas autárquicas, depois da “pancada que os portugueses levarão em Fevereiro ou Março, por força do Orçamento de Estado”. Ou na profecia de Freitas do Amaral que prevê a queda do governo entre Abril e Setembro de 2013. Se Cristo descesse à Terra certamente que expulsaria os novos vendilhões do templo. Correria a pontapé os especuladores agiotas que condenam biliões de seres humanos à pobreza, e os seus enviados especiais a Portugal, disfarçados de Reis Magos (por coincidência, na Troika até o representante do FMI é negro, como Baltazar), e expulsaria do governo de Portugal os vendilhões de empresas estratégicas lucrativas e monopólios naturais como a GALP, PT, EDP, seguindo-se na calha a ANA, a TAP (que em 2010 e 2011 foi a maior exportadora nacional e que só vai render ao Estado, depois de assumir dívida de 1,2 mil milhões €, uns míseros 20 milhões de €), a RTP, os CTT e as Águas de Portugal. Privatizações que aumentam o défice e a dívida pública futura, que Passos Coelho já admite que durará 20 ou 30 anos a pagar. O jornal espanhol “EL Pais” anunciava que “Governo põe Portugal à venda”. Como não acredito em milagres, só posso ter fé que seja

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20/12/2012

JOÃO CARRILHO

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Num meio-dia de fim de primavera Tive um sonho como uma fotografia. Vi Jesus Cristo descer á terra. Veio pela encosta de um monte Tornado outra vez menino, A correr e a rolar-se pela erva E a arrancar flores para as deitar fora E a rir de modo a ouvir-se de longe. Tinha fugido do céu. (…) Nem sequer o deixavam ter pai e mãe Como as outras crianças. O seu pai era duas pessoas – Um velho chamado José, que era carpinteiro, E que não era pai dele; E o outro pai era uma pomba estúpida, A única pomba feia do mundo Porque não era do mundo nem era pomba E a sua mãe não tinha amado antes de o ter. (…) Diz-me muito mal de Deus. Diz que ele é um velho estúpido e doente Sempre a escarrar no chão E a dizer indecências. A Virgem Maria leva as tardes da eternidade a fazer meia. E o Espírito Santo coça-se com o bico E empoleira-se nas cadeiras e suja-as. Tudo no céu é estúpido como a Igreja Católica. Diz que Deus não percebe nada Das coisas que criou – “Se é que as criou, do que duvido” – (…) E depois, cansado de dizer mal de Deus, O Menino Jesus adormece nos meus braços E eu levo-o ao colo para casa. (…) Alberto Caeiro

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uma longa lista de papas, alguns banidos da história oficial da Igreja Católica, outros, porém, que chegaram a ser canonizados. Sucedem-se os escândalos de abusos sexuais a menores por parte de padres católicos em países como EUA, Canadá, Reino Unido, Austrália, Brasil, Alemanha, Espanha, Bélgica, França, Irlanda, Holanda e outros. Só em Los Angeles a Igreja Católica pagou o equivalente a 480 milhões de euros de indemnizações às vítimas e na Alemanha pagou 5 mil euros a cada vítima de abusos na rede de orfanatos católicos, na década de 50. Em Portugal, depois do caso recente no Seminário do Fundão, a Igreja Católica desafiou Catalina Pestana a denunciar os outros casos que ela disse conhecer. Acontece que a sua associação Rede de Cuidadores já denunciou à Igreja e ao Ministério Público casos como os de abusos sexuais de doentes mentais por parte de membros da Ordem Hospitaleira de S. João de Deus. Se Cristo descesse à Terra, depois de correr com os vendilhões do nosso tempo, talvez decidisse refundar o próprio templo.

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Dr. MÁRIO CHAVES LOUREIRO (Médico Especialista) ALERGOLOGIA e PNEUMOLOGIA Saiu da Casa de Saúde S. Mateus e mudou consultório para CLÍNICA CARPA

Dra. CARLA CHAVES LOUREIRO (Médica Especialista) PEDIATRIA e ALERGIA em PEDIATRIA

o povo português a expulsar do governo os vendilhões da nossas soberania. Mas não duvido que se Cristo descesse à nossa terra, proibiria o CDS de se intitular democrata-cristão, invocando o seu santo nome em vão, para aprovar leis e orçamentos que condenam à fome e à miséria mais de dois milhões de portugueses. Acredito ainda que a radicalidade de Cristo se manifestaria com todo o vigor no Vaticano, obrigando o Papa a escrever cem vezes “A discriminação dos homossexuais é uma violação dos Direitos Humanos” (tal como é considerado pela Amnistia Internacional desde 1991), castigando assim Bento XVI por ter tido o desplante de ler numa mensagem para o Dia Mundial da Paz que “o casamento homossexual é uma ferida grave infligida à Justiça e á Paz”. A história dos papas é que é uma ferida grave na Igreja Católica. Basta ler livros como “Os Papas e o Sexo” de Eric Frattini, ou “A História Negra dos Papas - Perversões, Assassínios e Corrupção”, de Brenda Ralph Lewis. Luxo, ostentação, orgias, amantes, filhos a rodos, violação de crianças, jovens e mulheres, incluindo freiras , incestos, sodomização de animais, criação de bordeis, pedofilia, assassinatos (como o de João Paulo I, ao fim de 33 dias, por querer investigar a corrupção no Banco do Vaticano, dirigido pelo Cardeal Marcinkus, com ligações à Mafia), eis o curriculum vitae de

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20/12/2012

«CANTORIAS» DE VILA CHÃ DE SÁ APRESENTOU SEGUNDO CD O Multiusos de Vila Chã de Sá foi o palco escolhido para a apresentação do segundo CD do Grupo «Cantorias». Um evento testemunhado pelo Bispo de Viseu, D. Ilídio Leandro e pelo presidente da Câmara Municipal, Fernando Ruas, entre outras individualidades. A apresentação esteve a cargo do director musical, Rui Rodrigues, que fez uma retrospectiva ao trabalho desenvolvido pela colectividade até ao lançamento deste segundo CD, agradecendo a todos os elementos a colaboração prestada. José Ernesto, presidente da Junta de Freguesia de Vila Chã de Sá, enalteceu toda a actividade que o Grupo vem desenvolvendo na defesa e divulgação da música e tradições populares, concluindo mesmo que “talvez em Portugal poucos grupos musicais como o «Cantorias» tenham actuado em organismos oficiais. Deu como exemplos as Janeiras levadas ao Palácio de Belém e Palácio de S. Bento, para além das actuações em França, na Madeira e outras regiões do país. O autarca confirmou a presença do «Cantorias» na Assembleia da República e no Tribunal Cons-

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CENTRO HOSPITALAR TONDELA-VISEU LIDERA EM TRÊS ESPECIALIDADES titucional a 9 de Janeiro. A presença do «Cantorias» no Vaticano, a 16 de Janeiro, para cantar ao Papa Bento XVI, uma notícia avançada naquela cerimónia por José Ernesto, deixou “muito feliz» o Bispo de Viseu, que se congratulou também com o “excelente trabalho» do

Grupo na divulgação da música popular. Desde Junho de 2004, ano em que foi criado, o «Cantorias» tem vindo a realizar um trabalho exaustivo de pesquisa e recolha de cantares tradicionais junto da população mais idosa, que permitiu recriar e reviver os usos e costumes de antanho.

Dessa compilação de memórias bem vivas merece especial destaque o seu acervo de Cantares de Janeiras. É também autor de duas peças musicais: “Cantares e Tradições da Beira Alta” e “Janeiras - As tradições de um povo”, apresentadas em diversos palcos nacionais.

MENSAGEM DE NATAL DO BISPO DE VISEU

Vivemos o Ano da Fé. Neste tempo, somos convidados a fazer um acto de Fé no Acontecimento que foi o Natal de Jesus. Se acreditamos que Jesus nasceu e que veio de Deus, como Seu Filho, não é lenda nem imaginação a Promessa de tempos novos com a

COMISSÃO EUROPEIA MANTÉM EUROP DIRECT MAIS CINCO ANOS EM LAMEGO

certeza da Redenção. Nesta, está a oferta de Paz, de Perdão, de Vida, de Graça, de Verdade, de Justiça… Para que haja Fraternidade, Solidariedade, Alegria, Liberdade, Felicidade… Isto é o conteúdo da Promessa e o alimento da Esperança cristã.

Celebrar o Natal em 2012 é aceitar Jesus e a Boa Nova anunciada já presentes e a actuar no mundo pela acção dos cristãos que O acolhem. É realizar a força da Sua mensagem, concretizando a Esperança, nos valores que a preenchem e que são direitos de todos. O mundo tem prolongado, demasiadamente, o sonho do Advento; tem demorado, para além do desejável, a concretização dos efeitos do Natal. Tem-se contentado a sonhar e a esperar o futuro, esquecendo-se de concretizar a Promessa. Não adianta desejar, anual e repetidamente, as Boas Festas. É preciso realizar o Evento que todos esperam, desejam e merecem viver. A Promessa diz que Jesus vem dar a todos as prendas de Deus, libertando a todos das diversas crises, injustiças e opressões. O Natal é o Acontecimento iniciado naquele tempo e a concretizar-se em cada hoje, dando o justo a cada pessoa. Já não é tempo de sonhos distantes, de promessas vagas, de esperanças vazias. É o tempo de cada cristão viver e transmitir a Fé, satisfazendo a Esperança, realizando a Justiça equitativa e partilhando

o Amor universal. Ser cristão e viver o Natal é dar sorriso verdadeiro a quem está triste; dar coração verdadeiro a quem não tem amor; dar proximidade verdadeira a quem está só; é partilhar pão verdadeiro a quem tem fome e está desempregado; é dar igualdade verdadeira a quem não tem futuro; é ser irmão verdadeiro de quem não tem ninguém que dê Esperança e Amor. Neste Natal, mais do que falar de esperança, precisamos de procurar e ir ao encontro daqueles que a perderam e partilhar com eles as nossas prendas, as prendas de Deus, concretizando a Esperança de todos. Vivemos o Ano da Fé em Jesus, o Filho de Deus. A Fé cristã é a Luz que nos faz ver, no Natal, o Acontecimento feliz e redentor de todos para todos.

Santo Natal 2012 e Feliz ano 2013

Bispo Ilídio vosso irmão e amigo

NOVO CENTRO MUNICIPAL DA JUVENTUDE AO CIMO DAS ESCADINHAS DE SANTO AGOSTINHO

CASA-MUSEU REABRIU AO PÚBLICO:

CÂMARA DE TONDELA CONTINUA A BAIXAR IMPOSTOS E TAXAS MUNICIPAIS

O TRIBUTO DA CIDADE DE VISEU AO CAPITÃO

NO 4º LUGAR DO RANKING NACIONAL, UNIDADE CONTINUA A MELHOR DO INTERIOR DO PAÍS


Edicao 20-12-2012