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23/01/2014

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VISEU QUER FIXAR TALENTOS E EXPORTAR TECNOLOGIA CENTRO DE COMPETÊNCIAS BIZDIRECT BIZDIRECT INSTALA-SE NO POLITÉCNICO


2/Via Rápida

OPINIÃO

23/01/2014

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23/01/2014

JOÃO CARRILHO

CONTINUA A PROMISCUIDADE ENTRE A CÂMARA DE VISEU E O CENTRO CULTURAL DISTRITAL

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Dr. MÁRIO CHAVES LOUREIRO (Médico Especialista) Na última sessão da Assembleia Municipal de Viseu pedi a Almeida Henriques esclarecimentos sobre o protocolo que a Câmara Municipal de Viseu tem vindo a fazer com o Centro Cultural Distrital de Viseu (CCDV), já há alguns anos, que passa pela transferência de 140 mil euros anuais dos cofres da autarquia para o CCDV, segundo o seu próprio presidente da direcção para pagar os salários de 9 funcionários da rede municipal de museus. Uma situação pouco transparente, ainda por cima quando se trata de uma associação com uma actividade muito perto do zero e uma direcção com uma legitimidade abaixo de zero. Os órgãos sociais do CCDV há anos que não convocam eleições, nem prestam contas aos seus associados, pelo menos desde 2010. Pouco ou nada se conhece da sua actividade para além da realização de uma feira à moda antiga e de gerir o Auditório Mirita Casimiro, que mantem fechado quase todo o ano, abrindo-o apenas para o alugar à Câmara Municipal de Viseu para o Festival de Teatro Jovem e aos promotores de uma ou outra conferência ou evento esporádico. Não é o agendamento de uma cançonetista para 8 dias antes das eleições que apaga esta escandalosa inactividade. Em Maio do ano passado, onze associações culturais (ACERT, Cine Clube de Viseu, ProViseu, Zunzum, Gira Sol Azul, Naco, Amarelo Silvestre, Companhia Demente, Grupo Madrugada, Intruso e Nicho) candidataram-se aos órgãos sociais do CCDV, com um plano de actividades que incluía a revitalização do Auditório Mirita Casimiro, de modo a reflectir “toda a produção cultural do distrito”. O presidente da Mesa da Assembleia Geral (AG) comunicou-lhes, na véspera da AG, que a sua candidatura não iria a sufrágio, alegando que não cumpria os requisitos estatutários de ser subscrita pela direcção ou por um terço dos associados. Na AG de 18.05.2013, a existência de irregularidades (a direcção não facultou os dados dos cerca de 200 asso-

ALERGOLOGIA e PNEUMOLOGIA Saiu da Casa de Saúde S. Mateus e mudou consultório para CLÍNICA CARPA

Dra. CARLA CHAVES LOUREIRO ciados, nem foram enviadas convocatórias a todas as associações inscritas), motivou uma proposta para que a eleição fosse adiada e que a direcção do CCDV se comprometesse a subscrever qualquer lista concorrente, aprovada com 23 votos a favor, 8 contra e 2 abstenções. Segundo o jornal Público, o presidente do CCDV “comprometeu-se a acatar esta decisão”. Agora, as onze associações voltam a denunciar, em comunicado, a continuação das ilegalidades, com o presidente do CCDV a recusar-se a cumprir a decisão da AG de 18.05.2013, alegando que tal decisão fora anulada por não constar da ordem de trabalhos, e a não subscrever a sua lista concorrente às eleições convocadas para 1.02.2014, pelo que apelam ao presidente da Mesa da AG para obrigar a direcção a acatar a decisão da AG ou, então, que se demita. Solicitaram ainda uma audiência à Câmara Municipal, uma vez que “desconhece-se o destino de diversos financiamentos públicos recebidos pelo CCDV, onde se incluem verbas concedidas pela Câmara Municipal de Viseu”. O actual presidente da Câmara respondeu ao meu pedido de esclarecimentos, bem como ao que veio a fazer também o deputado municipal Ribeiro de Carvalho, que “os protocolos com o CCDV foram aprovados na CMV por unanimidade”(!!!), mas que “serão reavaliados”. No entanto, na reunião de Câmara de 16 deste mês, Almeida Henriques voltou a renovar o protocolo, propondo um “Acordo de Colaboração entre o Município de Viseu e

o Centro Cultural Distrital de Viseu”, enquanto “agente cultural capaz de colaborar com o Município no apoio, desenvolvimento e dinamização da rede municipal de museus da CM de Viseu”, que teve os votos contra de todos os vereadores da oposição. Será que os impedimentos legais impostos pelo governo na contratação de pessoal pelas autarquias justificam este “bypass” financeiro e esta promiscuidade entre a Câmara de Viseu e uma associação dirigida de forma incompetente e ilegítima, sem qualquer garantia de transparência? O presidente do CCDV disse à Lusa “que o melhor seria não se realizarem as eleições e ser criada uma comissão administrativa para, antes de mais, perceber que associações estão interessadas em continuar no CCDV”. Luis Filipe, que nem faz “nem sai de cima”, ainda não percebeu que a democracia está a passar por aqui. Já vai sendo tempo do Ministério Público avançar com um processo de anulação da norma anti-democrática dos Estatutos do CCDV que limita a participação eleitoral dos seus associados. É o mínimo, no ano em que se comemora o 40º aniversário do 25 de Abril.

vieiraecastro@gmail.com O autor não segue o (des)acordo ortográfico por razões meramente linguísticas

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22/Via Rápida

23/01/2014

CARTÓRIO NOTARIAL Notária – Anabela Maria Bicho Oliveira Antunes Ferreira Rua Conselheiro Afonso de Melo, 31,3.º - Salas 306 e 307 – VISEU

CARTÓRIO NOTARIAL Notária – Anabela Maria Bicho Oliveira Antunes Ferreira Rua Conselheiro Afonso de Melo, 31,3.º - Salas 306 e 307 – VISEU

EXTRACTO

EXTRACTO

Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que foi exarada hoje, neste Cartório, sito na Rua Conselheiro Afonso de Melo, 31, 3º andar, Salas 306 e 307, em Viseu, de folhas 5 a folhas 6, do livro de notas para escrituras diversas com o número 121-A, uma escritura de Justificação, pela qual, Manuel Teixeira Lopes Norte e mulher Maria Isabel Gonçalves da Fonseca Norte, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, naturais ele da freguesia de S. Salvador, concelho de Viseu, onde residem no lugar de Santarinho, na Quinta da Cruz, lote 2, ela da freguesia do Campo Grande, concelho de Lisboa, se declararam, com exclusão de outrem, donos e legítimos possuidores do seguinte prédio: Rústico, sito na Quinta do Cubo, composto por terra de sequeiro com videiras, oliveiras e fruteiras, com a área de quinhentos metros quadrados, que confronta do norte com herdeiros de José Teixeira Lopes Norte, do sul com ecopista, do nascente com herdeiros de José Lopes Norte e do poente com herdeiros de João Antunes de Matos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Viseu, inscrito na matriz, em nome de Manuel Teixeira Lopes Norte e herdeiros de José Teixeira Lopes Norte, sob o artigo 160, da União das Freguesias de Repeses e S. Salvador, concelho de Viseu, que teve origem no artigo 189 rústico da freguesia de S. Salvador. Mais certifico, que os justificantes alegaram na dita escritura, terem adquirido metade indivisa do identificado prédio no ano de mil novecentos e oitenta e nove, por partilha meramente verbal por óbito de José Lopes Norte e mulher Silvina de Jesus Teixeira, residentes que foram no referido lugar de Santarinho e posteriormente no mesmo ano a outra metade indivisa por doação meramente verbal de José Teixeira Lopes Norte, casado, residente que foi na Quinta do Norte, em Viseu, sem que no entanto ficassem a dispor de título formal que lhes permita o respectivo registo na Conservatória do Registo Predial; mas desde logo entraram na posse e fruição do prédio, em nome próprio, posse que assim detêm há mais de vinte anos, sem interrupção ou ocultação de quem quer que seja, sendo porém certo que têm exercido no aludido prédio, os poderes de facto correspondentes ao direito de propriedade, fruindo como donos as utilidades possíveis à vista de todos e sem discussão nem oposição de ninguém, tendo assim invocado a sua aquisição por usucapião. Está conforme o original. Viseu, 13 de Janeiro de 2014 A Técnica do Notariado no uso de poderes delegado pela Notária: (Paula Cristina Cardoso Pinto Correia)

Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que foi exarada hoje, neste Cartório, sito na Rua Conselheiro Afonso de Melo, 31, 3º andar, Salas 306 e 307, em Viseu, de folhas 15 a folhas 16 verso, do livro de notas para escrituras diversas com o número 121-A, uma escritura de Justificação, pela qual, Maria Guilhermina da Costa Monteiro Damião e marido Leonel Correia Damião, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, naturais, ela da freguesia de Santos Evos, concelho de Viseu, onde residem na Rua Prof. Lobélia, n.º 17, ele da freguesia de Viseu (Santa Maria de Viseu), concelho de Viseu, se declararam, com exclusão de outrem, donos e legítimos possuidores dos seguintes prédios, sitos na freguesia de Santos Evos, concelho de Viseu: 1 – Rústico, sito na Bessada, composto por terra de semeadura de milho, videiras, macieira e oliveira, com a área de duzentos e setenta metros quadrados, que confronta do norte com António de Almeida Cunha, do sul com Manuel Lopes dos Santos, do nascente com Manuel Marques da Fonseca e do poente com caminho, omisso na Conservatória do Registo Predial de Viseu, em nome de Maria dos Anjos, sob o artigo 1216; 2 – Rústico, sito no Redondo, composto por terra de pinhal e mato, com a área de quatrocentos e oitenta metros quadrados, que confronta do norte com António de Almeida Cunha, do sul e poente com Manuel Lopes dos Santos e do nascente com Cipriano de Almeida Pereira, omisso na Conservatória do Registo Predial de Viseu, inscrito na matriz, em nome de Maria dos Anjos, sob o artigo 1246; 3 – Rústico, sito na Costeira, composto por terra de pinhal e mato, com a área de mil e cinquenta metros quadrados, que confronta do norte com Dr. Luís Albano, do sul e nascente com Manuel Lopes dos Santos e do poente com herdeiros de João Gomes, omissos na Conservatória do Registo Predial de Viseu, inscrito na matriz, em nome de Maria dos Anjos, sob o artigo 1258. Mais certifico, que os justificantes alegaram na dita escritura, terem adquirido os identificados prédios no ano de mil novecentos e oitenta, por partilha meramente verbal por óbito de Maria dos Anjos, viúva, residente que foi em Santos Evos, avó da justificante, sem que no entanto ficassem a dispor de título formal que lhes permita o respectivo registo na Conservatória do Registo Predial; mas desde logo entraram na posse e fruição dos prédios, em nome próprio, posse que assim detêm há mais de vinte anos, sem interrupção ou ocultação de quem quer que seja, sendo porém certo que têm exercido nos aludidos prédios, os poderes de facto correspondentes ao direito de propriedade, fruindo como donos as utilidades possíveis à vista de todos e sem discussão nem oposição de ninguém, tendo assim invocado a sua aquisição por usucapião. Está conforme o original. Viseu, 21 de Janeiro de 2014 A Técnica do Notariado no uso de poderes delegado pela Notária: (Paula Cristina Cardoso Pinto Correia)

(Jornal Via Rápida 23.01.2014)

CARTÓRIO NOTARIAL Notária – Anabela Maria Bicho Oliveira Antunes Ferreira Rua Conselheiro Afonso de Melo, 31,3.º - Salas 306 e 307 – VISEU

23/01/2014

ACTUALIDADE

3/Via Rápida

Foto: Rui da Cruz

MICROSOFT QUER FIXAR TALENTOS E CRIAR 150 POSTOS DE TRABALHO EM VISEU

(Jornal Via Rápida 23.01.2014)

EXTRACTO Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que foi exarada hoje, neste Cartório, sito na Rua Conselheiro Afonso de Melo, 31, 3º andar, Salas 306 e 307, em Viseu, de folhas 13 a folhas 14, do livro de notas para escrituras diversas com o número 121-A, uma escritura de Justificação, pela qual, Luís Miguel Fernandes Marques e mulher Maria dos Anjos Fernandes Correia Marques, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, naturais da freguesia de Viseu (Santa Maria de Viseu), concelho de Viseu, residentes na Rua Principal, n.º 236, Oliveira de Cima, Bodiosa, Viseu, declararam que o justificante é com exclusão de outrem dono e legítimo possuidor dos seguintes prédios: 1 – Rústico, sito nos Fiais, freguesia de Ribafeita, concelho de Viseu, composto por pinhal e mato, com a área de cento e oitenta metros quadrados, que confronta do norte com José Pereira dos Santos, do sul com Américo Alexandre, do nascente com João Lopes e do poente com António Cardoso, omisso na Conservatória do Registo Predial de Viseu, inscrito na matriz, em nome de herdeiros de Custódio Rodrigues Marques, sob o artigo 8051; 2 – Rústico, sito no Chão do Monte, freguesia de Bodiosa, concelho de Viseu, composto por pinhal com mato, com a área de quinhentos e quarenta e oito metros quadrados, que confronta do norte com Hermínio Martins Bento, do sul com caminho público, do nascente com Serafim Dias Monteiro e do poente com Júlio dos Anjos Alexandre e outro, omisso na Conservatória do Registo Predial de Viseu, inscrito na matriz, em nome de herdeiros de Custódio Rodrigues Marques, sob o artigo 10286. Mais certifico que os justificantes alegaram na dita escritura terem adquirido os identificados prédios no ano de mil novecentos e noventa e dois, ainda solteiro, por doação meramente verbal de seus avós Custódio Rodrigues Marques e mulher Júlia Marques Alexandre, residentes que foram no referido lugar de Oliveira de Cima, sem que no entanto ficasse a dispor de título formal que lhe permita o respectivo registo na Conservatória do Registo Predial; mas desde logo entrou na posse e fruição dos prédios, em nome próprio, posse que assim detém há mais de vinte anos, sem interrupção ou ocultação de quem quer que seja, sendo porém certo que têm exercido nos aludidos prédios, os poderes de facto correspondentes ao direito de propriedade, fruindo como donos as utilidades possíveis à vista de todos e sem discussão nem oposição de ninguém, tendo assim invocado a sua aquisição por usucapião. Está conforme o original. Viseu, 17 de Janeiro de 2014 A Técnica do Notariado no uso de poderes delegado pela Notária: (Paula Cristina Cardoso Pinto Correia)

Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que foi exarada hoje, neste Cartório, sito na Rua Conselheiro Afonso de Melo, 31, 3º andar, Salas 306 e 307, em Viseu, de folhas 17 a folhas 18, do livro de notas para escrituras diversas com o número 121-A, uma escritura de Justificação, pela qual, Isaura de Oliveira Alves de Sul, viúva, natural da freguesia de Cavernães, concelho de Viseu, onde reside na Rua do Anjo, n.º 6/A, no lugar de Carragosela, se declara, com exclusão de outrem, dona e legítima possuidora do seguinte prédio, sito na freguesia de Cavernães, concelho de Viseu: Urbano, sito em Carragosela, freguesia de Cavernães, concelho de Viseu, composto por casa de arrecadações e arrumos de um pavimento, com logradouro, com a superfície coberta de vinte e um metros quadrados e descoberta de quinhentos e sessenta metros quadrados, que confronta do norte com Rua Pública, do sul com caminho e Isaura de Oliveira Alves de Sul, nascente com Isaura de Oliveira Alves de Sul, e do nascente com caminho, inscrito na matriz, em nome da herança de Rogério de Sul, sob o artigo 323. Mais certifico, que a justificante alegou na dita escritura, ter adquirido o identificado prédio, que entrou na posse do imóvel descrito por doação meramente verbal feita pela titular inscrita no registo predial, que também usava e era conhecida por Maria de Jesus Oliveira, no ano de mil novecentos e cinquenta e cinco, ainda solteira, tendo posteriormente casado sob o regime da comunhão de adquiridos. Desde a referida data que entrou na posse e fruição do prédio, em nome próprio, posse que assim detém há mais de vinte anos, sem interrupção ou ocultação de quem quer que seja, sendo porém certo que tem exercido no aludido prédio, os poderes de facto correspondentes ao direito de propriedade, fruindo como dona as utilidades possíveis à vista de todos e sem discussão nem oposição de ninguém, tendo assim invocado a sua aquisição por usucapião. Está conforme o original. Viseu, 21 de Janeiro de 2014 A Técnica do Notariado no uso de poderes delegado pela Notária: (Elisabete Lopes dos Santos Paiva)

(Jornal Via Rápida 23.01.2014)

(Jornal Via Rápida 23.01.2014)

CARTÓRIO NOTARIAL Notária – Anabela Maria Bicho Oliveira Antunes Ferreira Rua Conselheiro Afonso de Melo, 31,3.º - Salas 306 e 307 – VISEU EXTRACTO

A Microsoft, através da Bizdirect – empresa tecnológica do universo SSI/Sonaecom -, a Câmara Municipal de Viseu e o Instituto Politécnico de Viseu, assinaram no Salão Nobre dos Paços do Concelho, um protocolo que irá permitir a criação, nesta cidade, de um Centro de Competências que, neste ano de arranque, deverá recrutar já 30 jovens. Em pleno funcionamento, prevê a criação de 150 postos de trabalho, contribuindo para a formação de jovens recém-licenciados e licenciados do IPV, ou residentes na área do Município.

O Centro irá fornecer aos seus clientes soluções baseadas em projecto ou tarefa, e vai funcionar nas instalações do edifício do CITEC – Centro de Inovação e Transferência de Tecnologia, no campus do IPV, dedicando-se à prestação de serviços inovadores e de qualidade em tecnologia Microsoft (Dynamics CRM, SharePoint e BizTalk), direccionados para o mercado internacional, onde há défice de recursos qualificados nestas áreas. Através da sua academia, o Centro de Competências de Viseu irá preparar os profissio-

nais para a prestação de serviços de consultoria, desenvolvimento e integração de projectos em vários países com tecnologia produzida localmente, potenciando assim a aquisição de experiência profissional internacional e retendo, desta forma, talentos na região. “Encontrámos em Viseu parceiros que nos dão confiança e segurança para a concretização deste projecto. Existe aqui uma estratégia de crescimento económico, a região é atractiva, e o IPV tem alunos nas áreas de telecomunicações, informática, gestão e engenharia”, justificou

João Mira Santiago, director geral da BizDirect. Para Fernando Sebastião, presidente do IPV, o protocolo agora estabelecido – o segundo concretizado com uma empresa do grupo Sonae -, “é da maior relevância para a instituição, e ocorre em consonância com o trabalho sério que o Instituto e toda a academia têm vindo a desenvolver com qualidade reconhecida não só a nível regional, mas também a nível nacional”. “A cooperação que hoje lançámos não é uma miragem. O processo de desenvolvimento e negócio deste Centro de Competências está pronto, e o processo de recrutamento de jovens licenciados para a sua constituição está também em curso”, congratulou-se o presidente da Câmara Municipal de Viseu, Almeida Henriques, para quem, se o interior do país “não é um oásis, este investimento demonstra que pode ser atractivo para viver, investir, estudar e trabalhar. Em muitos casos mais do que o litoral”. O presidente da Câmara Municipal de Viseu conclui que a criação do Centro de Competências constitui “uma oportunidade de vida para muitos jovens que aqui encontrarão emprego”.


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REGIÃO

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DESPORTO

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CAMINHO DE SANTIAGO UNE CINCO MUNICÍPIOS DE VISEU E AVEIRO Os municípios de Tondela, Vouzela, Oliveira de Frades, no distrito de Viseu, Sever do Vouga e Albergaria-a-Velha, no distrito de Aveiro, e a Turismo Centro de Portugal assinaram na Câmara Municipal de Vouzela um protocolo para implementação do Caminho de Santiago, no âmbito de uma estratégia de reforço do turismo religioso. O protocolo estabelece o compromisso dos cinco municípios de elaborarem, até novembro, o traçado oficial do Caminho Português de Santiago pelo interior, que terá cerca de 100 quilómetros, com ligação ao já conhecido Caminho Principal. No traçado constarão todas as informações úteis, com indicações dos pontos de interesse a serem visitados nas localidades limítrofes ao Caminho. Deste projecto faz também parte a recuperação de um edifício, em

Albergaria, com a finalidade de se transformar em albergue de apoio aos peregrinos. Os municípios envolvidos ficam ainda responsáveis pela conservação, limpeza e sinali-

zação do traçado, bem como pela sua promoção nacional e internacional, em parceria com a Turismo Centro de Portugal, com recurso a uma candidatura a fundos do próximo do QREN.

Rui Ladeira, presidente da Câmara Municipal de Vouzela, e anfitrião da cerimónia, realça a vontade dos autarcas envolvidos em “investigar o contexto e todo o conteúdo técnico dos Caminhos de Santiago”, ressalvando, entretanto, que se não houver enquadramento comunitário, “há vontade dos municípios de assumir as despesas, a sinalização e toda a informação”, O presidente da Câmara de Tondela, José António Jesus, lembrou que a repercussão deste tipo de investimentos não é facilmente mensurável, pois "há um conjunto de investimentos que, não sendo facilmente avaliados, trarão implicações a montante no desenvolvimento económico e, acima de tudo, em territórios de baixa densidade", afirmou, sublinhando que muitos dos impactos acontecerão fora dos principais centros das cidades e das vilas.

CARLOS MARTA (RE)ASSUME DIRECÇÃO DA ESCOLA PROFISSIONAL DE TONDELA E TELMO ANTUNES DIRIGE SEGURANÇA SOCIAL DE VISEU Depois de ter cumprido três mandatos na presidência da Câmara Municipal de Tondela, Carlos Marta (re)assume agora a direcção da Escola Profissional desta cidade, cargo que era ocupado Miguel Rodrigues, actual vereador da Autarquia. Carlos Marta, que desempenha, desde 28 de Agosto do ano passado, as funções de presidente do Conselho de Administração da Fundação do Desporto, regressa assim a uma instituição de ensino da qual foi

seu primeiro director, e a que sempre esteve ligado pessoal e institucionalmente. Um regres-

so que, segundo o próprio já fez saber, poderá ser, “apenas e só, uma situação transitória”.

Também o ex-presidente da Câmara e actual presidente da Assembleia Municipal de Vouzela, Telmo Antunes, assumiu há uma semana o cargo de director interino do Centro Distrital de Viseu do Instituto da Segurança Social Segurança Social de Viseu. Um cargo que estava a ser ocupado por Leonel de Carvalho, desde que Joaquim Seixas decidiu integrar a lista do PSD à Câmara Municipal de Viseu, onde assumiu depois a vice-presidência desta Autarquia.

CÂMARA DE VISEU REFORÇA APOIOS A 1 361 CRIANÇAS A Câmara Municipal de Viseu deliberou, em reunião do executivo, avançar com um apoio social de 45 mil euros a 1361 crianças do 1º ciclo do ensino básico, para o ano letivo 2013/2014, tendo em vista as-

segurar a sua frequência e alimentação escolares. O número de crianças subiu 5 por cento. Para o vice-presidente da Autarquia, Joaquim Seixas, que presidiu à reunião, este “é um apoio decisivo ao sucesso escolar e à

inclusão de famílias carenciadas”. A maioria das crianças abrangidas, cerca de 75 por cento, são residentes nas freguesias fora da zona urbana. Face ao ano letivo 2012/2013, o número de beneficiários reflete

um aumento de 5 por cento, o que se traduz, em termos individuais, num aumento de 33 euros. O apoio constitui uma das medidas do programa “Viseu Educa”, integrado na estratégia municipal.

Director: Ricardo Silva • Redacção - Chefe de Redacção: José Cardoso • Colaboradores:Afonso Marques, Carlos Bergeron, Carlos Vieira e Castro, José Lapa, José Reis, Luís Lopes, Manuel Morgado Propriedade: José Cardoso • Depósito legal n.º 146546/00 • N.º de registo no ICS - 117441 N.º fiscal de contribuinte - 135605547 • Departamento Comercial: Luísa Matos (publicidade@jornalviarapida.com) Edição On-line: Marco Alexandre • Paginação e Arranjo Gráfico: ROSTO CRIATIVO - Viseu Impressão: TIPOGRAFIA OCIDENTAL - Viseu • Tiragem: 4.000 Ex. www.jornalviarapida.com Os artigos de opinião publicados neste Jornal são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. Sede e Redacção: Rua D. Francisco Alexandre Lobo, 55-3.º dto • 3500-071 Viseu Contactos: Tel. - 232426058 • Telem. - 966061468 • Fax - 232426058 • E-mails - geral@jornalviarapida.com - publicidade@jornalviarapida.com

TIAGO COSTA REFORÇA ACADÉMICO DE VISEU

ÁRBITRA DE VISEU REPETE INSÍGNIAS DA FIFA Olga Almeida, árbitra da Associação de Futebol de Viseu, acaba de ser distinguida, pelo segundo ano consecutivo, com a atribuição das insígnias da FIFA, um feito até agora inédito no quadro da arbitragem do distrito. A assistente de futebol feminino posiciona-se assim entre os 30 juizes nacionais que receberam este ano a certificação internacional para apitar. A Associação de Futebol de Viseu e o seu Conselho de Arbitragem, já manifestaram o “enorme orgulho por tão alta distinção” atribuída a Olga Almeida, que passa a fazer parte “do número restrito dos melhores árbitros do mundo”.

O Académico de Viseu acaba de formar contrato, até ao final da época 2013/2014, com o polivalente Tiago Costa, um jogador com características especiais, o que lhe permite fazer várias posições em terreno de jogo. Proveniente da formação do DOXA, equipa chilena da cidade de Nicosia, ocupa preferencialmente posições quer defensivas quer ofensivas do corredor direito do campo. Tiago Costa, 28, anos tem um percurso desportivo iniciado nas escolas do Benfica. Para além do Sport Lisboa e Benfica, entre vários outros clubes, representou o Hearts da Escócia, Vitória de Setúbal, Vihren da Bulgária, Estoril Praia, Rio Ave, Olimpiakos de Nicosia, Hapoek de Tel Aviv, DOXA.

MEIA CENTENA NO 10º TORNEIO DA O.M. DO CLUBE DE GOLFE Por: Álvaro Marreco A última prova da O.M. do clube de golfe de Viseu, foi disputada no percurso Caramulo do Montebelo por cerca de meia centena de jogadores, que não tiveram medo da anunciada chuva e do estado pesadíssimo do campo. Convém lembrar os “habitués faltosos”, que este desporto - tal como o futebol pode ser praticado com chuva, desde que o percurso esteja minimamente jogável. Atendendo aos condicionalismos apontados, eram previsíveis fracos resultados, no entanto apareceram dois “outsiders” que rebentaram a escala. Foram protagonistas, o “regressado” Carlos Ferreira que entregou um cartão com 41 pontos e venceu claramente a 2ª categoria e o António Araújo com

39 que assim alcançou a 2ª posição da mesma categoria. Seguiram-se, o Carlos Rodrigues (1º da 1ª catª)à frente do Dimas Silva (1º sénior) e Vitor Dias (1º da 3ª catª) todos com 34 e José Santos, Paulo Domingues

(2º da 1ª catª), José Artur, Jaime Fernandes e Isabel Guedes (1ª senhora) todos com 33. O José Santos foi consagrado como campeão gross, mercê dos 24 pontos que obteve, deixando o Paulo Domingues, Car-

los Rodrigues e Bruno Melo a 5 pontos e Leonel Seixas, Carlos Tinoco e Carlos Ferreira a 6. Foram também galardoados, o Bruno Esteves como 2º classificado da 3ª catª, Bruno Melo autor da pancada mais longa e Carlos Tinoco que obteve a pancada mais certeira. Contabilizados os resultados de 7 das 10 provas da O.M., os pódios das diversas categorias em disputa, ficaram do seguinte modo: 1ª catª 1º Leonel Seixas, 2º João Andrade e 3º Jorge Toste; 2ª catª 1º António Araújo 219, 2º Jaime Fernandes e 3º Jorge Sousa; 3ª catª 1º António Abrantes, 2º Isabel Guedes e 3º Vitor Dias; Senhoras 1ª Elisabete Pinto, 2ª Lurdes Prata e 3ª Teresa Cabral; e Seniores 1º Álvaro Marreco, 2º Carlos Miranda e 3º José Marques

CORTA-MATO DE MANGUALDE DISPUTA-SE A 1 DE FEVEREIRO Mangualde acolhe no dia 1 de fevereiro, sábado, pelas 15 horas, o Campeonato de

Portugal de Corta-Mato Longo ANDDI, e o Campeonato Distrital de Corta-Mato da

Associação de Atletismo de Viseu. As provas realizam-se no

Circuito Carlos Ferreira e contam com o apoio da Câmara Municipal de Mangualde.


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CULTURA

23/01/2014

SÁTÃO CONVIDA A «UM OLHAR SOBRE AS ORIGENS» NO IPDJ E RESTAURANTE McDONALD’s DE VISEU Depois de Tondela, foi agora o concelho de Sátão trazer até Viseu a exposição “ Um olhar sobre as origens”. A mostra vai estar patente, até 2 de Fevereiro, no Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), e no Restaurante McDonald´s, junto à rotunda Paulo VI. No IPDJ, estão patentes os quadros da exposição inaugural da Casa da Cultura de Sátão, gastronomia, artesanato e, ainda, uma pequena resenha fotográfica das atividades do Agrupamento de Escolas de Sátão. No McDonald´s pontificam fotografias de vários monumentos do concelho. Para o presidente da Câmara Municipal de Sátão, Alexandre Vaz, “esta é uma boa oportunidade de mostrar que vale a pena visitar o Sátão, o primeiro concelho do distrito a receber foral, até porque o McDonald´s é um local que recebe cerca de um milhão de pessoas por ano”, reconhece o autarca.

REGIÃO

23/01/2014

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ETAR VISEU SUL VAI ESTAR A FUNCIONAR EM 2016 Quatro meses depois do lançamento da primeira pedra, em cerimónia então presidida por Fernando Ruas, foi a vez do actual presidente da Câmara Municipal de Viseu, Almeida Henriques, presidir à celebração do contrato de consignação da empreitada de execução da “ETAR Viseu Sul”. O acto marca o arranque no terreno de uma infraestrutura que irá servir 90 mil habitantes do concelho pelo período de 40 anos. A construir na zona do Castelo, em Faíl, a ETAR Viseu Sul representa um investimento de 15 milhões de euros. Com as diversas empreitadas associadas ao empreendimento, nomeadamente as acessibilidades, desactivação das estações de S. Salvador e Teivas e construção dos respectivos emissários, o investimento total rondará os 40 milhões de euros. O projecto, cofinanciado pelos fundos estruturais EM 85%, através do Programa Operacional Valorização do Território, deverá ficar concluído em 2016 Na cerimónia de consignação da obra, num dia que Almei-

CÂMARA LANÇA CAMPANHA «VISEU É DE PRIMEIRA ÁGUA» da Henriques considerou “especialmente importante” para os munícipes”, o autarca concluiu que “é de passos como o que acabamos de dar que irá depender um bom futuro ambiental do concelho de Viseu, e a garantia de continuarmos a ostentar galardões, como o de «Melhor cidade para viver»", disse. A nova ETAR irá servir habitantes de Abraveses, Campo, Coração de Jesus, Fail, Fragosela, Mundão, Orgens, Ranhados, Repeses, Rio de Loba,

S. Cipriano, S. João de Lourosa, S. José, S. Salvador, Santa Maria e Vila Chã de Sá. Com recurso a tecnologias de ponta no tratamento de águas residuais, será possível fazer na ETAR Viseu Sul um tratamento terciário até agora inexistente, nomeadamente a reutilização de águas tratadas para limpezas, irrigação de zonas verdes e de zonas agrícolas. “Um processo que irá acrescentar sustentabilidade ao concelho”, reconheceu Almeida Henriques.

Promover a confiança dos munícipes no consumo de água fornecida pelos Serviços Municipalizados, melhorar a informação, e inovar os serviços ao nível da facturação e do pagamento, são os objectivos que presidem ao lançamento, pela Câmara Municipal, da campanha «Viseu é de primeira água». Na acção, 19 viseenses dão o rosto pelo selo “Qualidade Exemplar para Consumo Humano”, atribuído pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos ao Município de Viseu.

«CANTORIAS» DE VILA CHÃ DE SÁ CANTOU AS JANEIRAS A DURÃO BARROSO O Grupo de Cantares «Cantorias», de Vila Chã de Sá (Viseu), deslocou-se este ano até Bruxelas, para ali cantar as Janeiras a Durão Barroso. Um gesto que sensibilizou o presidente da Comissão Europeia, que recebeu e aplaudiu a comitiva viseense com “visível satisfação”, como reconheceu José Ernesto Pereira da Silva, que liderava a comitiva, da qual fazia ainda parte o também viseense e secretário de Estado das Comunidades Portugueses, José Cesário. O Cantar das Janeiras a Durão Barroso aconteceu um ano depois do «Cantorias» ter sido recebido pelo então Papa Bento XVI, para idêntica iniciativa, numa peregrinação realizada ao Vaticano, tendo depois participado, em Fevereiro de 2013, na inauguração do novo Paço Episcopal de Viseu. Já no início deste ano, o Grupo actuou no Ministério da Economia, no Tribunal Constitucional, e na Assembleia da República.

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OPINIÃO

23/01/2014

GOLPE DE VISTA

PRÉMIO ESCOLAR MONTEPIO 2013 PARA PROJECTO “RENASCER DAS CINZAS”

este fim, nos espaços exteriores da EST, assume um papel central no projeto. Este equipamento vai permitir produzir as plantar que poderão ser utilizadas nas campanhas de reflorestação previstas, mas também nos jardins públicos do concelho, nos jardins das escolas,... Os alunos participam na recolha das sementes e acompanham o processo de germinação e crescimento das plantas até o seu plantio. Será igualmente um equipamento útil para desenvolver trabalho prático nas disciplinas de Ciências. O projeto está pensado de modo a promover a solidariedade, a ajuda às populações e a partilha de saberes entre os vários elementos da comunidade – professores, alunos, pessoal não docente, instituições e populações do território. Prevê parcerias com as forças vivas da região, muito em particular a Câmara Municipal de Tondela e a associação de freguesias da serra do Caramulo, entre outras que serão convidadas a parti-

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Vinho do Dão, em Viseu, local emblemático deste processo de retorno e que serviu como um dos locais de residência do Instituto de Apoio ao Retorno de Nacionais (IARN) entre 1975 e 1991 nesta região. A recolha de testemunhos teve lugar precisamente na região de Viseu, num trabalho que combina a pesquisa etnográfica no terreno, a história oral, e a investigação histórica. A interpretação está a cargo de André Amálio, Isabelle Coelho, Joana Craveiro, e Rosinda Costa

MUNICÍPIO DE SÁTÃO ASSINA PROTOCOLO COM COMPANHIA DE TEATRO FILANDORRA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE TONDELA TOMAZ RIBEIRO VENCE PRÉMIO ESCOLAR MONTEPIO 2013 sobre a biodiversidade, águas e solos; refletir e agir fundamentadamente sobre medidas de planeamento do território e de recuperação do coberto vegetal e da floresta, são as linhas orientadoras deste projeto vencedor. O projeto apresenta-se como uma oportunidade de promover e melhorar os resultados escolares, uma vez que, usando a motivação inerente ao abordar realidades próximas e conhecidas dos alunos, serão lecionados conteúdos específicos das várias disciplinas, contribuindo para atingir as metas curriculares estabelecidas pelo Ministério da Educação e Ciência para o 3.º CEB. Ao mesmo tempo a escola forma integralmente os seus alunos pela transmissão do conhecimento académico, construção e reforço da identidade e do sentimento de pertença, tornando-os cidadãos ativos, atentos e interventivos. A Criação de um “Centro Reprodutor de germinação de Plantas Autóctones” – estufa devidamente apetrechada para

CULTURA

TEATRO VIRIATO APRESENTA «RETORNOS, EXÍLIOS E ALGUNS QUE FICARAM» NO SOLAR DO VINHO DO DÃO Coproduzida pelo Teatro Viriato e Teatro do Vestido, com texto e direcção de Joana Craveiro, vai ser apresentada nos dias 31 de Janeiro, 1 e 2 de Fevereiro, no Solar do Vinho do Dão, a partir das 21,30 horas, a peça de teatro «Retornos, exílios e alguns que ficaram». Construído a partir de uma aprofundada recolha de testemunhos e histórias de vida de pessoas que viviam nas ex-colónias portuguesas aquando da Descolonização, este espetáculo foi criado especificamente para ser apresentado no Solar do

No último “Golpe de Vista”, por engano, publicámos o projecto Renascer das Cinzas, do Agrupamento de Escolas de Tondela Tomaz Ribeiro, em vez da notícia sobre a atribuição do Prémio Escolar Montepio 2013 àquele projecto, a que aludia a respectiva fotografia. Apesar de alguns leitores nos terem feito chegar o seu agrado pela leitura do projecto, pedimos desculpa pela troca, e transcrevemos o texto que recebemos de Luís Costa.

O Agrupamento de Escolas de Tondela Tomaz Ribeiro (AETTRibeiro) foi distinguido com o Prémio Escolar Montepio 2013, no valor de 25 mil euros, graças ao projeto “Renascer das Cinzas”, apresentado pela Escola Secundária de Tondela (EST), escola sede do agrupamento. O prémio foi entregue no dia 18 de dezembro, em Lisboa, na sede da Fundação Montepio, pela Dr.ª Isabel Alçada, um dos elementos do Júri do concurso. A Fundação Montepio criou o “Prémio Escolar Montepio” em 2008, e conta com o alto patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República. Desde então, tem vindo a distinguir o mérito de quem se dedica e investe na criação e implementação de projetos educativos inovadores. O concurso “Prémio Escolar Montepio 2013”, aberto a todos os estabelecimentos de ensino público a nível nacional, distinguiu apenas três projetos que se destacaram pela qualidade, inovação e impacto esperado. O projeto “Renascer das Cinzas” foi um dos que mereceu receber a distinção de vencedor 2013. Conhecer o património natural, em particular a flora característica e autóctone da serra do Caramulo; pesquisar sobre os efeitos nefastos dos incêndios

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CASA DA CULTURA DE SANTA COMBA DÃO COMEMORA 10 ANOS

cipar na implementação deste projeto. A resolução de um problema concreto – encontrar forma para minimizar os efeitos de um acontecimento catastrófico que foi o incêndio deste verão – promoverá aprendizagens significativas nos alunos e estreitará laços entre a escola e a comunidade. Usando o conhecimento e a capacidade que a escola tem de intervir e de mobilizar a comunidade, esperamos poder desenvolver sinergias e trabalho concreto para fazer o Caramulo “renascer das cinzas”.

Luís Costa ATTRibeiro

(Secção da responsabilidade do Núcleo de Viseu de “OLHO VIVO - Associação para a Defesa do Património Ambiente e Direitos Humanos”) Nota: Críticas e sugestões para a Associação OLHO VIVO, telefone: 912522690 - olhovivo.viseu@gmail.com olhovivoviseu.blogspot.com

O Município de Sátão assinou um protocolo com a companhia de teatro Filandorra Teatro do Nordeste, de Vila Real, um projecto que irá abranger todos os alunos, do pré-escolar ao secundárioNo dia 15 de janeiro foi apresentada a peça de teatro “Auto da Barca do Inferno” aos

alunos do 3º ciclo, no Cineteatro Municipal de Sátão. No dia 4 de abril, os alunos do secundário assistirão à peça “Frei Luís de Sousa”. Em maio, será a vez dos alunos do pré-escolar e 1º ciclo verem a “História de uma Boneca Abandonada” e será também apresentada uma peça aos do 2º ciclo, que ainda não

está definida, em outubro. A Filandorra – Teatro do Nordeste é uma Companhia Profissional de Teatro, com mais de vinte anos de existência e que visa formar novos públicos para o teatro, a partir da divulgação e animação teatral de textos de dramaturgia nacional e universal.

A Casa da Cultura de Santa Comba Dão comemora o seu 10º aniversário no próximo dia 30 de Janeiro. Para assinalar a data, a Câmara Municipal de Santa Comba Dão encontra-se a preparar um programa de actividades, a realizar nos diversos espaços da Casa da Cultura, do qual constam exposições temáticas e actividades culturais e recreativas com vista a recordar os eventos, espectáculos e demais actividades que ali tiveram lugar ao longo de uma década. A cerimónia oficial da comemoração do 10º aniversário da Casa da Cultura de Santa Comba Dão, tem início marcado está marcada para as 17,30 horas do dia 30 de Janeiro, com a recepção aos convidados, descerramento da placa comemorativa, inauguração da exposição “10 anos da Casa da Cultura”, seguindo-se a sessão solene.


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SOCIEDADE

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IMAGENS ETERNIZAM BELEZA DO PARQUE BIOLÓGICO DA SERRA DAS MEADAS As portas do Teatro Ribeiro Conceição, em Lamego, estão abertas a todos aqueles que queiram conhecer ou redescobrir o Parque Biológico da Serra das Meadas, através de uma exposição de fotografia patente até 26 de Janeiro. Pormenores da vida animal que passam des-

percebidos, a beleza escondida entre os caminhos pedestres e o esplendor da flora que reina naquele espaço são alguns dos temas que os visitantes podem apreciar. A mostra Natureza Objetiva revela as melhores 49 imagens captadas por fotógrafos profis-

sionais e amadores, de um concurso que contou com a participação de mais de 130 fotografias. Para a avaliação final foi composto um júri presidido por um representante da Câmara Municipal de Lamego, auxiliado por profissionais de labo-

CONSUMIDORES DE LAMEGO BEBEM ÁGUA “EXCELENTE” E A CUSTO MÉDIO

ratórios existentes na cidade. Os jurados atribuíram nas categorias “fauna” e “flora” o primeiro lugar a Rui Santos, enquanto no tema “paisagem” foi distinguida uma fotografia apresentada por Hugo Ferreira. O prémio monetário por categoria ascendeu a 100 euros.

A água que sai das torneiras das casas dos consumidores do concelho de Lamego é considerada “excelente”, segundo os parâmetros de qualidade analisados pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR). Num estudo agora divulgado, esta entidade conclui ainda que os encargos suportados, em 2011, pelas famílias do concelho, referentes aos serviços de abastecimento de água, saneamento de águas residuais e gestão de resíduos urbanos situam-se, em média, num intervalo entre 10 e 20 euros/ mês, um dos escalões mais baixos do país. Francisco Lopes, Presidente da Câmara Municipal de Lamego, regozija-se com os resultados daquele estudo, e sublinha que “ao contrário do que pensam muitas vezes as famílias do nosso concelho, o custo suportado pelos serviços de abastecimento de água e recolha de lixo é menor, em comparação com aquele que é praticado em outras zonas do país”. O autarca mostra-se ainda satisfeito com a avaliação positiva feita à qualidade da água consumida em Lamego.

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OPINIÃO

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O fim da recessão técnica ... Em 9 de Dezembro o INE (Instituto Nacional de Estatística) publicou os dados relativos à produção em Portugal (medida pelo PIB, Produto Interno Bruto) no 3º trimestre de 2013. Segundo os mesmos, a economia portuguesa cresceu em cadeia (isto é, em relação ao trimestre anterior) cerca de 0,2% em termos reais (ou seja, em volume, em quantidades). Alguns apressaram-se então a falar em "momento histórico", outros em “milagre económico” e houve até quem apelidasse aquele resultado de “número mágico”. Entendamo-nos: Portugal confirmou com este resultado a saída da recessão técnica, não a saída da crise. Tecnicamente uma economia entra em recessão quando regista dois trimestres consecutivos de queda em cadeia (variação entre trimestres) do seu produto real. Ora a partir do momento em que esse ciclo de quebra seja interrompido sai-se da recessão técnica, pelo que, em boa verdade, isso aconteceu em Portugal no 2º trimestre de 2013, onde o PIB apresentou um crescimento de 1,1% em relação ao 1º trimestre do ano. O resultado do 3º trimestre de 2013 vem pois confirmar essa saída da recessão técnica. Infelizmente, isso não significa que o ciclo recessivo da economia portuguesa esteja ultrapassado ou que a crise tenha acabado. Para se "decretar" o fim da crise é preciso

muito mais do que alguns trimestres consecutivos de crescimento do PIB em cadeia: é necessário que a produção, o emprego, os rendimentos, entre outros indicadores, apresentem valores que traduzam uma recuperação efetiva e consistente, nomeadamente tendo em conta a realidade anterior ao período recessivo. E isso parece estar ainda muito longe para a economia portuguesa. Comparem-se os valores registados por alguns indicadores no 3º trimestre de 2010 (último trimestre em que se havia registado crescimento antes do período recessivo que se seguiu de 10 trimestres consecutivos de queda) com os valores verificados no 3º trimestre de 2013 (trata-se, portanto, da comparação de dois trimestres separados no tempo por três anos): . A produção real no 3º trimestre de 2013 traduz uma queda de mais de 5,8% em relação à produção do 3º trimestre de 2010. É muito. Tanto que se a economia portuguesa crescesse continuamente a partir de agora, em cadeia (ou seja, entre trimestres sucessivos), ao ritmo a que cresceu no 3º trimestre de 2013 (cerca de 0,23%), seriam necessários mais de 24 trimestres (mais de 6 anos) para recuperar os volumes de produção registados no 3º trimestre de 2010. . A procura interna (consumo final e investimento) reduziu-se, por sua vez, mais de

Votos para ... 2020! Logo nos primeiros dias de janeiro, é comum fazerem-se votos para o resto do ano. Quebrando a tradição, os meus votos vão, por inteiro, para o ano de 2020 e não para 2014. Nos artigos que tenho escrito nesta coluna tenho abordado diferentes temas sempre com a preocupação de refletir sobre o que entendo serem problemas da Região de Viseu Dão Lafões. De entre esses temas, há um trio que mais me preocupa, especialmente pela interligação existente entre eles: competitividade da economia, educação e formação e dinâmicas demográficas. Na última década, a população da Região diminuiu cerca de 9 mil pessoas. Não se trata de um número elevado. Mais preocupante é o sentido negativo da evolução demográfica e o facto de apenas um dos municípios, Viseu, ter conhecido um aumento do número de residentes.

Neste mesmo período, o número de empresas reduziu-se em cerca de 2,8 milhares, 34% das quais da indústria transformadora (IT). A evolução negativa do número de empresas da IT foi idêntico em Portugal e em Dão Lafões mas a região não compensou, ao contrário do Pais, com a criação de empresas noutros setores. Por outro lado, não é possível esconder que a produtividade aparente do trabalho é inferior a 70% da média nacional e que, embora o valor das exportações seja proporcionalmente maior que o valor da economia de DL, não podemos esquecer que muito desse valor está demasiado concentrado em muito poucas empresas. Ora, se não há criação de emprego não haverá fixação de pessoas. E se o emprego criado for de baixo rendimento, nem a própria cidade de Viseu escapará à saída de pessoas. É isto que temos de evitar e temos meia dúzia

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12,5%; por componentes, o consumo final caiu mais de 9% e o investimento registou uma (enorme) queda de quase 27%. No consumo final, a componente relativa às famílias apresentou uma redução à volta de 9,4%, sendo particularmente forte a quebra no consumo de bens duradouros (mais de 31%). . Em boa verdade, aquilo que evitou males maiores à economia portuguesa foi o comportamento das trocas no mercado internacional. No 3º trimestre de 2013 as exportações foram superiores em mais de 14,6% ao valor registado no 3º trimestre de 2010, enquanto as importações caíram mais de 7,1%. . Relativamente à taxa de desemprego, ela era de 10,9% no 3º trimestre de 2010, um valor que, apesar de elevado, era ainda assim consideravelmente inferior aos 15,6% registados no 3º trimestre de 2013 (estando este valor em linha com a tendência de decréscimo iniciada no trimestre anterior). Outros indicadores poderiam ser comparados. Parece-me, no entanto, que os apresentados fundamentam o cuidado que deve ter-se na análise do desempenho do PIB português no 3º trimestre de 2013. Não se infira, do que disse, que não considero relevante o resultado conseguido. Pelo contrário, considero-o importante, principalmente quando conjugado com o registado no trimestre anterior. Percebo até a (sobre)valorização que (sobretudo) alguns responsáveis governamentais conferiram ao resultado (numa lógica, também, de injeção de confiança na economia). Mas impõe-se, de facto, alguma cautela na interpretação dos números. Oxalá os próximos trimestres confirmem esta reversão na evolução da atividade económica em Portugal. E oxalá que, com isso, o desemprego baixe sustentadamente e que muitas famílias possam aliviar das enormes dificuldades que os últimos anos lhes trouxeram.

de anos para o fazer. Até 2020, final do quadro financeiro comunitário que vai entrar em vigor no corrente ano. Até ao final da década, deveremos procurar condições para inverter o sentido da evolução da população e isto deverá passar pela criação (e atração) de empresas e de emprego saído de atividades de valor acrescentado mais elevado. Infelizmente, aquilo que é necessário fazer não está exclusivamente nas nossas mãos. É imprescindível a ação governativa (por exemplo, aplicar a “Estrategia de fomento industrial”) e que a União Europeia cumpra os seus objetivos, nomeadamente no que respeita à construção da união monetária. Da nossa parte, enquanto Região com sentido de unidade, importa desenvolver a ação politica para influenciar as decisões dos níveis decisórios superiores, mas também, organizarmo-nos internamente no sentido de acolhermos as decisões que nos possam ser favoráveis vindas das entidades públicas e privadas exteriores. Por isso, tudo aquilo que pudermos fazer para elevar o nível de educação geral da população, para espoletarmos a criação de novas empresas, para acolhermos pessoas qualificadas e iniciativas externas, para reduzirmos as discriminações que nos tornam ineficientes, tudo será bem vindo e poderemos fazê-lo até 2020, porque teremos ajudas para tal. Temos mais de meia década para “dar a volta” – são estes os meus votos até 2020!

SOCIEDADE

23/01/2014

ESPECTADOR COMPROMETIDO

Por: José Lapa

A crise, essa hesitação entre a vida e a morte, tem, entre outras, uma vantagem: a do “pare, escute e olhe!” Em Outubro de 2009, quando a crise dava já, passos firmes e seguros, em entrevista ao Courrier International, Alan Greenpan, o então todo poderoso Presidente da Reserva Federal Americana, declarava: “A menos que alguém encontre uma forma de mudar a natureza humana, vamos sempre ter crises”. Daí, que um dos méritos da dita, será o de nos precavermos e formarmos os níveis de resiliência aceitáveis, para a próxima que venha, fruto do ritmo inexorável dos ciclos. A turbulência que agita os tempos que correm, vai obrigar a mudanças drásticas, fazendo ruir paradigmas que julgávamos inabaláveis e vai deixar para trás muitos de

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A Marca do NOSSO IPV nós. Contudo, não devemos titubear no exercício do nosso direito de cidadania, perante essa presunção, defendendo as nossas instituições. O Instituto Politécnico de Viseu (IPV), nasceu em 1979, tendo um crescimento assinalável ao longo dos anos: contribuiu decisivamente para a formação de muitos cidadãos, que de outra forma não requalificariam as suas competências, nem melhorariam as suas atribuições académicas; permitiu a abertura de um vasto leque de oportunidades de formação, melhorando significativamente os recursos humanos, em ambiente de notória relevância social; criou e qualificou o emprego ministrando planos curriculares com forte componente prática; com isto, enriqueceu o tecido empresarial, tornando-o mais competitivo e atractivo; provocou na economia regional um impacto evidente, que em 2012 foi de 69 milhões de euros em Viseu e Lamego, o que corresponde a 4,46% do PIB regional; assumiu claramente o tutano democrático do ensino superior politécnico, uma ideia institucional que remonta a 1837, quando foi criada a Escola Politécnica de Lisboa e que consiste, em criar condições de igualdade a todos no acesso ao ensino superior; desenvolveu a cultura local e fomentou a cidadania; amparou a formação de elites e, muitos dos nossos protagonistas políticos nasceram aqui ou exerceram aqui a sua profissão; tem reconhecimento e credito firmado, a nível nacional e internacional; tem-se adaptado às mudanças e patrocina a gestão do

conhecimento, o saber e a experiencia endógena, ditada pelo empenho de uma vasta comunidade escolar; a forma exemplar como se adaptou à reconfiguração complexa do ensino superior, imposta pelo Processo de Bolonha, demonstram a sua capacidade institucional. Finalmente, é a maior instituição local, com uma osmose rica de história, tradição e modernidade, que se afirma, em áreas económicas e sociais importantes, num espectro alargado à agricultura, saúde, tecnologia, educação e gestão. Donde, é dever inalienável, de elites, opinião pública, políticos, cidadãos, empresas, partidos políticos, agentes associativos e autarquias, defenderem a sua dama: o nosso Politécnico. Isto significa, preserva-lo enquanto instituição regional, interprete das nossas necessidades e ansiedades legítimas. A confirmar-se uma genuflexão, perante outas instituições de ensino superior, ideia que se passeia em surdina, inscrita numa qualquer agenda estratégica, significaria perdermos um elemento identitário fundamental para o nosso desenvolvimento económico e um revés para a cultura, cidadania e história da nossa modernidade. Por tudo o exposto, o IPV, é uma marca indelével da nossa identidade regional. E, nestes tempos, em que somos marcados pelos mercados, ideológica, politica e financeiramente, convém assumir esta marca com carinho e… instinto de sobrevivência.

MUSEU DO CARAMULO MANTÉM APOSTA NOS EVENTOS AUTOMOBOLÍSTICOS PARA 2014 O Museu do Caramulo vai destacar, no seu programa de actividades para 2014, as exposições temporárias e os eventos automobilísticos que fazem parte do calendário nacional e internacional. Segundo Tiago Patrício Gouveia, director do Museu do Caramulo, “há muito que a nossa programação extravasou as paredes do museu, e 2014 não será excepção. Este ano vamos continuar a apostar forte na componente das exposições temporárias no museu, cobrindo as colecções de arte e automóveis, e nas exposições temáticas que realizamos dentro dos nossos eventos”. Com datas confirmadas estão já um total de sete eventos, como sejam o Salão Motorclássico, a ter lugar na FIL, em Lisboa, a exposição “Rush”, do artista João Louro, inaugurada em Setembro de 2013 e que foi prolongada até 30 de Abril deste ano, ou o Caramulo Motorfestival, que este ano acontece nos dias 5, 6 e 7 de Setembro. O Caramulo Motorfestival é um evento dedicado aos auto-

móveis e motociclos clássicos e desportivos, que combina a parte da competição com um conjunto de acções lúdicas e turísticas, como sejam a Rampa do Caramulo (Campeonato de Portugal de Montanha), a Rampa Histórica do Caramulo, o Rally Histórico Luso-Cara-

mulo, o Passeio Histórico ViseuCaramulo, a colecção de automóveis, motociclos, velocípedes e miniaturas do Museu do Caramulo, a Feira de Automobilia do Museu do Caramulo, concentrações de automóveis e motociclos clássicos no Caramulo, actividades lúdicas out-

door, parques infantis, insufláveis, bares e zonas chill out com música durante todo o evento, entre outras. Criado há 60 anos, o Museu do Caramulo tem uma coleção de arte, outra de automóveis, motos e bicicletas, e uma terceira de brinquedos antigos.


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SOCIEDADE

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OPINIÃO

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PALÁCIO DO GELO SHOPPING ENTREGA 3.000 EUROS DE DONATIVOS A INSTITUIÇÕES DA REGIÃO O Palácio do Gelo Shopping entregou 2.837,89 euros, divididos em partes iguais, aos Bombeiros Voluntários de Viseu, à Caritas Diocesana de Viseu e ao Lar Escola de Santo António. O donativo resultou de uma campanha de angariação levada a cabo pela superfície comercial, e que teve o apoio da empresa Ânimus. Durante a época natalícia o Palácio do Gelo Shopping convidou os mais pequenos a participarem nas animações realizadas no Castelo de Natal, nomeadamente nas pinturas faciais. Com o custo de um euro por pintura, o valor angariado destinou-se a ajudar instituições que actuam na área da solidariedade social e para as quais todos os apoios são bem-vindos. O Palácio do Gelo Shopping promove com regularidade acções de cariz solidário enquadradas na sua política de responsabilidade social. Em 2014, outras iniciativas serão realizadas.

NOVO WEBSITE DA CÂMARA DE LAMEGO COM MAIS CONTEÚDOS E FUNCIONALIDADES O novo website da Câmara Municipal de Lamego já está disponível em cm-lamego.pt com uma imagem totalmente renovada e uma oferta de conteúdos reforçada, colocando esta autarquia em lugar de destaque no conjunto dos municípios portugueses presentes na Internet. Com o objetivo de chegar a um maior número de utilizadores, o novo website privilegia a interação com as redes sociais e a possibilidade de envio de newsletters e de integração de várias funcionalidades avançadas: diretórios, portais, multilíngues, entre outras. A partir de agora, a plataforma da Câmara de Lamego apresenta um design mais apelativo e funcional, com o recurso abundante a elementos multimédia (imagens e vídeos), destacando em primeiro plano a divulgação das principais iniciativas e projetos desenvolvidos por esta instituição. O acesso online a todos os serviços municipais, a disponibilização de informação sobre as 18 freguesias que constituem o concelho ou a vasta oferta turística local passam a estar à distância de um

Não me identifico, absolutamente nada, com aqueles que se recusam a admitir e a considerar como positivos os indicadores económicos que nos digam que Portugal está a recuperar a sua economia. Seria bom para o País, para os portugueses e egoisticamente também para mim e para a minha família. Mas se não sou um “bota abaixo”, também não sou um atrasado mental que me deixe enganar com o barrete que nos querem enfiar. Como na última crónica aqui publicada, repito a mesma pergunta a quem me lê. - Nota mesmo que a sua vida melhorou, tal qual a propaganda que este Governo proclama? Era bom que assim fosse, e eu seria o primeiro a aplaudir, mas ao invés, eu e milhares de outros cidadãos, vamos sentir muito brevemente, já este mês, precisamente o contrário. Não avalio o valor das políticas por clubismo, ou por cartão partidário- já lá vai certamente esse tempo- mas sim pelos efeitos que elas possam ter no desenvolvimento do país e no bem estar das populações. Com estes “troca tintas” incompetentes que nos governam é que me não identifico de todo. Atentemos no seguinte: Quando na oposição ao governo de José Sócrates, os atuais responsáveis Passos Coelho/Paulo Portas, os seus respetivos partidos, os acólitos, e todos os seus publicitários, perante as dificuldades que o País atravessava- não interessa agora escalpelizar as razões-, tudo fizeram para

Por: José Reis

“VÃO DAR UMA VOLTA AO BILHAR GRANDE” nos trazer a troika para dentro de casa. Negociaram o programa de resgate, admitiram-no com júbilo, como seu programa de governo, e até se vangloriaram que o iriam ultrapassar, isto é, tornar mais austero. Era preciso, segundo eles, empobrecer as populações, tirar os trabalhadores do seu “conforto” fazendo-os emigrar, e sacrificar mais e mais, as famílias e os reformados. Como o decorrer dos tempos, com todo o insucesso que foi a governação, e com o argumento da “pesada herança” já gasto, após dois anos e meio de asneiras e de descalabros económico e financeiro com todas as consequências negativas conhecidas, eis que agora, os mesmos, arranjam um novo bode expiatório. Precisamente a troika que tanto apoiaram e endeusaram. Votam-lhe um ódio de morte, e isto só para lançarem sobre ela a culpa do insucesso governativo, para assim, mais uma vez, tentarem lançar-nos poeira para os olhos, e continuarem a enganar o pagode.

Proclamam estar ansiosos que chegue o mês de maio para então resgatarem a liberdade perdida, e conquistarem a capacidade para aplicaram outras políticas (certamente que serão mais impostos sobre os funcionários públicos e reformados). Dizem alto e em bom som, querer abandonar o estado de protetorado. Se isto não fosse tão dramático, e não revelasse tanta incapacidade e tanta falta de dignidade, só restaria a psiquiatria a estes sujeitos, mas na ala dos doentes altamente perigosos. Mas o mais caricato, é que enquanto proclamam tal libertação, preparam os portugueses para o já famoso “Programa Cautelar” que no fundo e na essência, pouco ou nada diferirá do Programa de Resgaste em que vivemos. Outra grande peta, para não dizer cavalada, é o facto de terem há três anos chumbado o PEC IV para agora o reclamarem e implorarem. Como lhe irão chamar? PEC IV ou V? Se calhar, e isso não me admiraria, irão arranjar-lhe uma designação diferente, para continuarem a ludibriar os portugueses como é apanágio destes reconhecidos incompetentes. Durão Barroso, o maior cobarde da nossa história, que não se cansa de elogiar os ditos sucessos desta governação (mesmo com a tróica), está por detrás desta manigância toda, até porque que conta já com o apoio desta gente para se candidatar às próximas eleições presidenciais. Tudo isto é um enorme pesadelo, mas agora dizem irem libertar-nos e resgatar-nos do protectorado em que nos encontramos. “Vão dar uma volta ao bilhar grande”.

CRISTIANO RONALDO O MAIOR

Por: Carlos Bergeron

clique. Também as atas de reuniões de câmara, os regulamentos e os editais são outros tópicos que podem ser consultados. A nova ferramenta de divulgação aposta numa dinâmica interativa com o munícipe/ utilizador, o qual pode partilhar sugestões, reclamações e pedidos de informação. Pela primeira

vez, também estará disponível uma agenda municipal online, de fácil leitura, através da qual é possível saber a data e o local de realização das principais atividades culturais e desportivas do concelho. No arranque deste novo projeto, Francisco Lopes, autarca de Lamego, explica que “esta

iniciativa enquadra-se na estratégia municipal de assegurar uma comunicação permanente com a comunidade, aproximando eleitores e eleitos, mobilizando os munícipes para participarem no processo de criação, discussão e implementação das políticas locais que a todos dizem respeito”.

Cristiano Ronaldo é, sem dúvida, o português mais conhecido em todo o mundo, como muito bem fez questão de realçar o Presidente de República de Portugal, Aníbal Cavaco Silva, na cerimónia da entrega do grau de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, curiosamente o 1º Duque de Viseu, com que CR7 foi agraciado, passando a integrar, desde a passada segunda feira, o quarteto de luxo dos desportistas portugueses também distinguidos com aquela condecoração. Os outros são, Carlos Lopes, Aurora Cunha e José Mourinho. Cavaco Silva fez questão de salientar que Ronaldo “ tem sido embaixador de Portugal em todos os continentes “ e mais do que isso

“ tem o condão de unir os portugueses “ os que trabalham em Portugal e também no estrangeiro. Aliás, Portugal tem tido uma ínclita geração de desportistas, sobretudo no mundo do futebol, que têm levado a pátria amada a ser falada e respeitada nos mais recônditos pontos do globo. Eu próprio sou uma modesta testemunha ocular desse fenómeno, sobretudo em países onde não imaginava ouvir, quando me perguntavam donde era, e lhes dizia ser português, ouvir de imediato os nomes de Figo , de Rui Costa ou de Mourinho e, mais recentemente, do indiscutível Cristiano Ronaldo. Foi assim na Jordânia, no Egipto, em Israel, em Marrocos, na Bulgária, na Tunísia, entre outros tantos países, mas curiosa foi a comparação que ouvi, na Argentina, entre o nosso Cristiano e Messi. Dizia-me Carlos Fernandez “ é tentar comparar o que é difícil separar, porque ambos são fenomenais, apenas com estilos diferentes a jogar a bola. Ambos são apaixonados pelo golo e ambos fazem golos incríveis. Vão ser duas lendas do futebol que se vão juntar ao rei Pele.” Isto foi-me dito em Buenos Aires, onde Leonel Messi é o maior, o deus, o rei. Isto diz bem o quanto Ronaldo é admirado e respeitado nas terras das pampas. Antes destes ilustres futebolistas houve

também o explosivo Eusébio e o que ele fez pelo futebol em Portugal. Os seus adversários nunca sabiam por onde o “pantera negra” ia passar, mas temeram sempre que a bola só fosse parar ao fundo da sua baliza, o que se foi tornando uma banalidade para Eusébio. Falando-se de Eusébio e por amor á verdade, tantas e tantas vezes esquecida por muitos dos nossos jornalistas, torna-se imperativo recordar também o nome de José Travassos, o Zé da Europa como foi conhecido. Ele foi o primeiro jogador português a integrar uma Selecção da Europa, nos tempos em que as grandes potências futebolísticas se interrogavam sobre o valor do nosso futebol. A precisão do seu passe a longa distância era fabulosa. Foi um dos famosos cinco violinos leoninos. José Travassos, Eusébio, Rui Costa, Luís Figo e Cristiano Ronaldo são exemplos do que Portugal teve e tem para apresentar ao Mundo e que enche de alegria todos os portugueses independentemente das suas cores clubisticas. Que assim seja sempre, mas hoje a hora é de Cristiano Ronaldo, o rapaz simples que sabe sorrir e o homem que também sabe chorar nos momentos de grande felicidade. Um exemplo para a humanidade.


23/01/2014

MANIFESTAÇÃO SEM CAUÇÃO

Por: Manuel Morgado cavariatoviseu@gmail.com

As forças e serviços de segurança, numa situação que julgo inédita no nosso país, decidiram recentemente reunir-se numa manifestação conjunta de protesto contra o poder político, reclamando deste melhores condições de vida, e nalguns casos também de trabalho, fazendo uso de um direito que é legítimo a todos trabalhadores por conta de outrem, o que até aqui, portanto, tudo foi normal, nada havendo que nos mereça qualquer reparo, embora para alguns, talvez de ideias ainda retrógradas, isto não seja assim tão líquido face à mistura na manifestação de agentes de autoridade, mas que face ao regime democrático em que vivemos e ao que se passa noutros países da Europa, parece-nos que todo o processo que esteve na origem da convocação e realização da manifestação foi normal. A partir daqui, porém, é que julgo terem acontecido alguns episódios dignos de merecerem algumas reservas, não por causa da manifestação em si, visto que toda ela decorreu segundo um preceito constitucional e todos os que nela tomaram parte fizeram-no nos mesmos termos que já outros as fizeram também, e não foi a presença de

elementos das forças de segurança, casos da PSP e da GNR, que nos podem fazer merecer reparos, porquanto, enquanto trabalhadores nas mesmas condições dos outros, gozam como eles dos mesmos direitos de reunião e manifestação. Outra coisa, aliás, não se compreenderia, na base do que a democracia facilmente nos deixa subentender. Daqui, pois, facilmente podemos inferir que a recente manifestação conjunta de todas as forças e serviços de segurança no nosso país, pese embora muitos a terem visto com algum desagrado e um mal disfarçado ceticismo, tenho para mim que este exemplo vai continuar, não porque seja desejável, mas porque fatores diversos o vão tornar possível, entre eles o facto de noutros países da Europa, onde a democracia já se enraizou e se pratica de maneira diferente da que nós praticamos, tudo são handicapes de que os trabalhadores portugueses se vão aproveitar, servindo-se, como normalmente sempre acontece, quando o poder político se recusa ou coloca dificuldades em ceder às reinvindicações das classes trabalhadoras. Do nosso lado, que já pertencemos às forças de segurança, e que portanto conhecemos bem as vicissitudes do que são as suas funções, embora nesta altura já do lado de cá da barricada, vimos e apreciamos com natural distanciamento o que aconteceu nesta manifestação, e nada nem ninguém, permito-me falar assim, que ouse deliberadamente questionar-me daquilo que com toda a liberdade e isenção aqui me permito deixar escrito, na certeza de que o faço com o mesmo sentido de franqueza como sempre o fiz enquanto no desempenho de funções no serviço ativo, só que gora reportado a outro espaço de tempo e funções que naturalmente me limitam o conhecimento de coisas que o tempo fez evoluir e nalguns casos também regredir. Porém, gostaria de deixar bem claro que

a minha presença hoje aqui não se destina a deixar qualquer tipo de reportagem sobre possíveis episódios ou acontecimentos que por lá se tenham passado, até porque a cobertura jornalística foi feita por órgãos de informação sediados localmente e com capacidade para fazer uso de meios impossíveis de utilizar por qualquer outro órgão de informação regional e nem formaria nenhum sentido que algum para lá se deslocasse com tal objetivo. Conhecemos bem as nossas fronteiras e sabemos bem o que representamos dentro delas. Reportando-me, portanto, apenas àquilo que julgo estar na área das minhas atribuições, vou limitar-me a fazer um ligeiro e breve comentário relativo a um pequeno trecho de acontecimentos, somente àqueles que me foi dado presenciar através dos meios audiovisuais, o que naturalmente me faz correr o risco de não poder ser tão preciso quanto desejaria sê-lo no que me propus dar um conhecimento mais alargado de certos acontecimentos. Posto isto, e limitando-me, sobretudo ao que foi durante largos anos a minha atividade profissional, mas procurando também respeitá-la dentro do que foram as minhas atribuições enquanto elemento graduado em diversas unidades e subunidades da PSP do país, Guiné-Bissau incluída, não me furto a dar conta do meu desagrado relativamente ao que foi o comportamento de alguns agentes daquela policia na escadaria de acesso ao edifício da Assembleia da Republica. E faço-o porque sendo eles agentes de autoridade, comportaram-se nalguns casos como se de facto o não fossem, quando é certo que a lei até lhes impõe que mesmo fora do seu horário normal de serviço eles não podem eximir-se ao cumprimento de uma missão de ordem pública que legalmente se enquadre nas suas funções profissionais.

“INCOMPETÊNCIA DAS ESTRADAS DE PORTUGAL REPETE-SE”. NEVE DEIXA RETIDAS MAIS DE 100 PESSOAS NA SERRA CASTRO DAIRE- CINFÃES DURANTE DUAS HORAS. Quem utiliza a estrada Castro Daire – Cinfães depara-se com o mesmo problema/suplício, ano após ano. Se ficamos surpreendidos quando cai granizo na Capital, já a neve na Serra do Montemuro é para todos aceitável. O que não é aceitável é que os serviços responsáveis pela manutenção e limpeza das Estradas de Portugal ignorem este facto. E quando falamos em serviços, falamos das Estradas de Portugal, que pese embora tenha feito um contrato com uma empresa local para tornar as estradas transitáveis em época de neve, mas, ao que se julga saber, o contrato deixou de ser contrato mesmo antes de o ser. Isto porque, segundo as autoridades, as Estradas de Portugal têm um limpa neves, mas que não está ao serviço da Serra do Montemuro a horas que permita aos automobilistas cumprirem com as suas obrigações profissionais. E quando chega é

após a insistência dos mesmos através da protecção civil. Será esta situação aceitável, num país que se diz civilizado, onde o cumprimento do dever ao nível económico- financeiro é uma das premissas deste governo PSD / CDS? Pensar nas pessoas, permitir-lhes que elas possam cumprir os seus deveres não deveria estar incluído nessas premissas? Nomear pessoas “capazes”para dirigir os serviços também não deveria ser uma premissa? Não podemos permitir que ano após ano, durante o inverno, nomeadamente quando cai a neve, a forma de se estar perante o problema/situação não tenha acompanhado os tempos. Os serviços existem, o dinheiro gasta-se, contudo a forma de os gerir essa é que parece que parou no tempo. Cidadãos que ficam impossibilitados de cumprirem as suas obrigações profissionais.

23/01/2014

REGIÃO

MUNICÍPIO DE SERNANCELHE REQUALIFICA CAMINHO DA SEARA PARA APOIO AO TURISMO E À AGRICULTURA

Quase um quilómetro de “calçada à portuguesa” está a ser executado no Caminho da Seara, na Vila de Sernancelhe, provavelmente um dos caminhos agrícolas mais valiosos do

oncelho. Atravessando uma das maiores manchas de souto de castanha martainha do país, o Caminho da Seara é um troço fundamental da Rota da Castanha do Castanheiro, percor-

rido anualmente por centenas de pedestrianistas. Nesta fase de requalificação, o calcetamento contemplou a ligação desde o caminho de acesso à Nossa Senhora de Ao

Pé da Cruz ao início do Caminho da Seara do Meio. Com uma via com três metros de largura, devidamente calcetada, ficou resolvido o problema recorrente das más condições de circulação devido às chuvas e à lama, terminaram as dificuldades dos produtores de castanha em acederem às suas propriedades, em especial na época da apanha, e para os turistas é agora possível, com condições e ao longo de todo o ano, conhecerem o interior dos soutos de onde brota a martainha de Sernancelhe. O investimento do Município de Sernancelhe, inserido no projeto de calcetamento de 60 mil metros de calçada em lugares fundamentais do concelho, surge depois de concluído o trabalho dos pedreiros municipais, que construíram mais de 600 metros de muros em granito amarelo da região por forma a dar capacidade de sustentação ao caminho da Seara, valorizando em simultâneo o património natural daquele lugar único.

CÂMARA DE NELAS APOIA PROPRIETÁRIOS DE TERRENOS AFECTADOS PELA BARRAGEM DE GIRABOLHOS E BOGUEIRA A Câmara Municipal de Nelas tem a funcionar, até ao final deste mês de Janeiro, no edifício dos Paços do Concelho, um posto de informação e apoio aos proprietários de terrenos abrangidos pela construção da Barragem de Girabolhos e Bogueira. O atendimento é feito por técnicos da Endesa Portugal, devidamente credenciados No passado dia 27 de Setembro de 2013, a Hidromondego, empresa do Grupo Endesa, e o Estado Português assinaram o Contrato de Concessão relativo ao Aproveitamento Hidroeléctrico de Girabolhos, situado no Rio Mondego, nos concelhos de Gouveia, Mangualde, Seia e Nelas. O projecto teve origem no Plano Nacional de Barragens colocado a concurso pelo Estado

Português em 2008. O Grupo Endesa venceu o concurso oferecendo ao Estado uma quantia de 35 milhões de euros por esta concessão por um período de 65 anos. O Aproveitamento Hidroeléctrico, composto por duas Barragens, funcionando em regime de reversibilidade, terá uma potência instalada total de aproximadamente 360MW, e será responsável por gerar energia eléctrica suficiente para o abastecimento de aproximadamente de 250 mil famílias em Portugal. Este investimento, integralmente suportado pelo promotor, está orçado em 400 milhões de euros, e desenvolver-se-á por fases desde 2014 até à entrada em exploração prevista para 2019.

CÂMARA ABRE LOJA SOCIAL EM VILA NOVA DE PAIVA Por: Lúcia Silva

A Câmara Municipal de Vila Nova de Paiva vai abrir, no início do mês de Fevereiro, uma Loja Social nas antigas instalações do espaço internet, actualmente em fase de requalificação. Objectivo, “dar resposta imediata a necessidades e dificuldades de todas as faixas da população

que se encontrem mais desfavorecidas de alguma forma”. A Loja Social passará a funcionar como ponto de entrega e doação, por pessoas ou entidades, de bens como vestuário e calçado, acessórios, têxteis e artigos para o lar, bens alimentares não perecíveis, equipa-

mentos básicos e electrodomésticos, brinquedos e material didáctico, produtos de puericultura e geriatria, mobiliário, entre outros. “Num contexto marcado por uma profunda crise socioeconómica, que origina o crescente aumento de situações de po-

breza e exclusão social, o Município de Vila Nova de Paiva temse demarcado pela aposta em políticas sociais activas direccionadas para as populações mais vulneráveis”, sublinha, João Morgado, presidente da Câmara Municipal a propósito da abertura da Loja Social.


14/Via Rápida

ECONOMIA

23/01/2014

23/01/2014

ECONOMIA

11/Via Rápida

MONTEBELO VISEU HOTEL E CASA DA ÍNSUA COM NOVOS DIRECTORES

O Conselho de Administração da Visabeira Turismo e Imobiliária SGPS S.A. acaba de efectuar alterações ao nível da

direcção de dois dos seus hotéis de 5 estrelas. Neste sentido, Andreia Rodrigues foi nomeada para directora do Montebelo

Viseu Hotel & Spa, cargo que acumula com o de directorageral de hotelaria e restauração da Visabeira Turismo, e António

Machado Matos, que desempenhava funções como director do Montebelo Viseu Hotel & Spa, foi nomeado director do Hotel Casa da Ínsua. António Machado Matos tem um percurso na hotelaria com algumas décadas, tendo dirigido algumas Pousadas de Portugal. Está na Visabeira Turismo desde 2000, sempre com a direcção do Montebelo Viseu, onde se manteve até agora. Andreia Rodrigues é quadro da Visabeira Turismo desde Agosto de 2009, data em que assumiu a direcção da Casa da Ínsua. Esta jovem directora é licenciada em História da Arte, possuindo pós graduação na área do Turismo e da Hotelaria.

LOJA SÁUDE NO FORUM VISEU ATÉ 31 DE JANEIRO Numa parceria estabelecida com o Centro Humanitário de Viseu da Cruz Vermelha Portuguesa, o Forum Viseu vai continuar a oferecer aos seus visitantes, até 31 de Janeiro, no corredor do piso 2, um espaço totalmente gratuito dedicado aos cuidados de saúde. Na primeira semana de funcionamento – a Loja abriu a 7 de Janeiro -, foram realizados 56 atendimentos no interior da Loja, entre crianças e adultos com idades compreendidas entre os 6 e os 75/80 anos Dos serviços oferecidos à comunidade são as consultas de Enfermagem, seguidas dos pedidos diários de medição da tensão arterial e da glicémia, as que têm maior adesão. Já os rastreios em Psicologia, informações sobre os Cursos ministrados pelo Centro de Formação de Socorrismo, e as questões sobre os rastreios/consultas, voluntariado e Equipa de Socorro e Transporte, têm registado um número homogéneo de pedidos.

Até dia 31 de Janeiro continuarão as consultas/rastreios distribuídas por dias específicos; de segunda a sexta, das 10h00 às 14h00, rastreios/préavaliações em Psicologia (Hiperactividade, depressão e memória); terças e quintas, das 15h00 às 18h00, consultas de

nutrição; quartas e sextas, as 14h00, às 20h00, consultas de enfermagem. Estão também planeadas outras actividades, que decorrerão paralelamente e nas quais qualquer pessoa poderá participar de forma gratuita. Para tal, os interessados terão apenas que

comparecer junto da Loja 15 minutos antes do início da hora da actividade pretendida. No domingo, dia 26, a partir das 15h30, terá lugar um Mass Training de Suporte Básico de Vida, uma acção que será realizada no corredor junto à Loja.

ROADSHOW PROJETO 80 VISITA ESCOLA SECUNDÁRIA EMÍDIO NAVARRO O Roadshow Projeto 80, este ano subordinado ao tema «Ocupa o teu lugar na história», vai passar, a 29 e 30 de Janeiro, pela Escola Secundária Emídio Navarro, em Viseu. As actividades

visam inspirar os jovens estudantes, entre os 13 e os 17 anos, para se tornarem mais empreendedores e participativos usando a criatividade e o trabalho em equipa como motores de de-

senvolvimento de projectos promotores de práticas sustentáveis. A participação dos jovens alunos nas actividades do Roadshow Projeto 80 permite que desenvolvam espírito

crítico, solidário e empreendedor. Competências que serão valorizadas no presente, enquanto estudantes e cidadãos, mas também enquanto profissionais e decisores do futuro.

FRESENIUS KABI/LABESFAL INAUGURA NOVO COMPLEXO LOGÍSTICO EM SANTIAGO DE BESTEIROS - EQUIPAMENTO INSERE-SE NUM PROJECTO PARCELAR DE INVESTIMENTOS DE 8 MILHÕES DE EUROS.

O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho presidiu na última segunda-feira, em Tondela, à inauguração do novo complexo logístico da Fresenius Kabi/Labesfal, situado em Santiago de Besteiros, numa cerimónia que contou com a presença do presidente da Divisão Farmacêutica e board member da Fresenius Kabi, Michael Schoenhofen. Trata-se de uma infra-estrutura destinada ao processamento, armazenamento, recepção e expedição de materiais e mercadorias inerentes à actividade industrial e comercial do grupo Fresenius Kabi em Portugal, que vai permitir uma melhoria significativa da eficiência e competitividade das operações de exportação, sustentando o plano de crescimento actual e

futuro da actividade produtiva para os mercados externos. Para o chefe do Governo, este investimento, no valor de 4 milhões de euros, numa empresa posicionada, entre as que “significativamente têm contribuído para uma mudança estrutural da economia e do tecido económico português” permitirá à multinacional farmacêutica “crescer na produção, ajudando a região e a economia portuguesa”, sublinhou. Inserido num projecto parcelar de investimentos no valor total de 8 milhões de euros, o novo complexo é composto por 3 blocos interligados: o bloco 1, correspondente à área de expedição, com 5 cais de carga e descarga, o bloco 2, um bloco intermédio correspondente às áreas

de picking para o mercado hospitalar e de ambulatório e com uma nova área administrativa e de suporte técnico, e o bloco 3, correspondente à área de armazenamento com capacidade para armazenar cerca de 15.000 paletes. O novo Complexo Logístico da Fresenius Kabi em Portugal é uma parte integrante do Plano de Desenvolvimento Estratégico 2012-2020 projectado para todo o complexo industrial de Santiago de Besteiros. A Fresenius Kabi adquiriu a Labesfal em Janeiro de 2005, tendo transformado o seu complexo industrial no centro de competências mundial para o fabrico de antibióticos injectáveis. Este desenvolvimento fez da Labesfal o maior exportador

nacional de medicamentos produzidos em Portugal, tendo como destino 77 países, ocupando a Europa o primeiro lugar em valor. Com efeito, em apenas nove anos, a Fresenius Kabi / Labesfal registou um crescimento assinalável no país, para o que contribuíram significativamente as exportações, que passaram dos 3,5 milhões de euros de medicamentos exportados em 2004, para 98 milhões de euros em 2013. Na sua intervenção, Passos Coelho recordou o percurso de uma empresa que começou como uma pequena unidade farmacêutica lançada em Campo de Besteiros por João Almiro, e posteriormente dimensionada pelo empresário Joaquim Coimbra, até à sua aquisição pela grupo Fresenius Kabi. “A Labesfal foi um investimento importante por parte deste grupo internacional, na medida em que conseguiu posicionar-se como um dos centros de competência mais relevantes nesta matéria. Isso deve-se a um conjunto de pessoas que, ao longo dos anos, transformou a pequena unidade existente nos anos 60, numa unidade mais moderna e de outra dimensão”, reconheceu o primeiro-ministro.


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ECONOMIA

23/01/2014

«AQUI PORTUGAL» VAI MOSTRAR QUEIJO E PENALVA DO CASTELO AO PAÍS A Câmara Municipal de Penalva do Castelo realiza a XXIII Feira/Festa do Pastor e do Queijo, no próximo dia 8 de fevereiro (sábado). Este ano o certame tem um formato diferente: de manhã, realiza-se a Feira Semanal, a receção às entidades oficiais e a Prova de Queijo; a Feira/Festa prolonga-se durante a tarde e também decorre a emissão, em direto, do programa televisivo “Aqui Portugal” (RTP1), apresentado por Jorge Gabriel e Sónia Araújo. Ao longo do dia, estão patentes diversas exposições e realiza-se a venda de produtos e artesanato local, em que a trilogia de excelência dos pro-

Com o projeto “Sénior ativo +”, o município pretende, numa primeira fase, abranger os lares e

centros de dia do concelho e, numa segunda fase, alargá-lo a toda a população do concelho

dutos endógenos (Queijo Serra da Estrela, Vinho “Dão Penalva do Castelo” e Maçã Bravo de Esmolfe) se destaca. Esta Feira/Festa é uma aposta da Câmara Municipal na promoção da economia local e na divulgação do património, cultura, gastronomia, turismo e outras potencialidades do concelho, que ganha amplitude nacional e internacional com esta emissão televisiva de seis horas. A Câmara Municipal sensibiliza os penalvenses e incentiva o seu envolvimento para que este certame seja uma festa com muita animação e constitua uma mais-valia para o concelho e suas gentes.

com mais de 60 anos de idade. As atividades foram iniciadas em janeiro e prolongam-se até junho: semanalmente, a aula de ginástica será dada na instituição e a de hidroginástica na piscina municipal. Com a implementação destas aulas, pretende-se fomentar a prática desportiva e a criação de hábitos de vida saudável, proporcionando novas experiências e sensações em contextos distintos e momentos de salutar convívio.

DESTINO ÍMPAR DE SABORES GENUÍNOS E TRADICIONAIS Habitado desde tempos imemoriais, Penalva do Castelo existe como concelho, pelo menos desde o século XIII. Vestígios disseminados pelas freguesias, atestam o povoamento remoto das Terras de Penalva, tais como: Anta do Penedo do Com, Castro da Paramuna, Mosteiro do Santo Sepulcro, ponte e estradas romanas e várias sepulturas antropomórficas. A igreja da Misericórdia e a Casa da Ínsua são dois ex-libris do concelho. Existem ainda outros solares e palacetes de inegável

interesse histórico e arquitetónico. A sede do concelho – “Castendo” (topónimo derivado de Castenetum – alusivo a castanha) – passou a denominar-se Penalva do Castelo a partir de 1957. O Município carateriza-se por ser um território constituído por terrenos férteis de regadio, graças aos rios Dão, Coja, Ludares e Carapito e aos abundantes regatos que o sulcam: sobretudo nas encostas a Norte do rio Dão estendem-se generosos vinhedos e pomares; a sul predominam as

pastagens que permitem produzir queijo de excelente qualidade. O pinheiro-bravo destaca-se entre as espécies que cobrem as áreas florestais do concelho. A natureza é pródiga e oferece deslumbrantes paisagens e apetecíveis recantos. O vinho do Dão, o queijo da Serra e a maçã Bravo de Esmolfe constituem a “trilogia de excelência” dos produtos endógenos. São um valor acrescentado para o sustento de muitas famílias e uma mais-valia para alavancar a economia local. A gastronomia é rica e variada

ECONOMIA

13/Via Rápida

EDP COMERCIAL ASSINA CONTRATOS DE ENERGIA ELÉCTRICA COM 19 MUNICÍPIOS DA COMUNIDADE INTERMUNICIPAL DO DOURO

MUNICÍPIO IMPLEMENTA PROJETO «SÉNIOR ATIVO +» A Câmara Municipal – através do seu Gabinete de Desporto, Juventude e Tempos Livres – proporcionou aos utentes dos lares e centros de dia do concelho de Penalva do Castelo, uma aulade hidroginás-tica no âmbito do projeto “Sénior Ativo +”. Participaram cerca de duas dezenas utentes, que aderiram, com entusiasmo, à iniciativa, revelando boa disposição e destreza na execução dos exercícios.

23/01/2014

e torna o concelho um destino ímpar para degustar sabores genuínos e tradicionais em ambientes acolhedores e hospitaleiros. A Câmara Municipal e as Juntas de Freguesia conjugam sinergias e sinalizam a singularidade e o potencial destes produtos de superior qualidade, sobretudo nos certames anuais da Feira/Festa do Pastor e do Queijo, Feira da Maçã Bravo de Esmolfe e Festa das Vindimas e do Vinho. PENALVA DO CASTELO ComVIDA!

A EDP Comercial acaba de estabelecer com todos os municípios da Comunidade Intermunicipal (CIM) Douro, um contrato de fornecimento de energia eléctrica que agrega, pela primeira vez, a totalidade dos pontos de consumo em média tensão, baixa tensão especial e baixa tensão normal, incluindo iluminação pública. “Pioneiro a nível nacional”, o contrato garante a passagem, do mercado regulado para o mercado livre, dos 19 municípios da CIMDOURO e sete empresas municipais. Com a conclusão do concurso, desenvolvido com o envolvimento da Agência de Energia local, a CIMDOURO reúne condições para que todas as entidades associadas beneficiem de um preço único, garantindo-se a estabilidade do preço de energia durante 12 meses. O que irá permitir uma poupança global de 665 mil euros por ano na fatura de eletricidade, em relação aos preços praticados em 2013. "É uma poupança significativa", afirmou o presidente da CIM

Douro, Francisco Lopes, que falava após a assinatura do contrato, que decorreu em Vila Real. A adesão maciça de todas as entidades da CIMDOURO facilitou o processo de contratação. Através deste procedimento de aquisição foram colocados a concurso cerca de 60 milhões de kWh/ano, num total de 3.647 instalações, das

quais 29 em Média Tensão; 100 em Baixa Tensão Especial; 3 . 5 1 8 e m B a i x a Te n s ã o (Normais – 1.777; Iluminação Pública – 1.741). Um volume significativo, tornando este procedimento num dos mais relevantes do último ano ao nível do fornecimento de energia a autarquias. Líder destacado no mercado livre, nomeadamente no se-

gmento das autarquias, a EDP Comercial acredita poder apresentar-se “como um importante parceiro da CIM Douro nos domínios do fornecimento de energia (eletricidade e gás) e da eficiência. Nomeadamente através da disponibilização de informação relevante na área reservada aos seus clientes no seu sítio na internet – energia.edp.pt - permitindo-lhes uma correta monitorização do consumo de cada um dos pontos de fornecimento de electricidade; possibilidade de adesão à factura electrónica, já prevista no novo relacionamento contratual; possibilidade de implementação de serviços no âmbito da eficiência energética; e relacionamento facilitado com a EDP Comercial . A EDP Comercial disponibiliza ainda aconselhamento e atendimento personalizado via Gestor de Cliente, para esclarecimento de dúvidas, apresentando propostas de valor que permitem que, de forma sustentada, a Administração Local consiga reduzir os seus custos de energia.


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23/01/2014

«AQUI PORTUGAL» VAI MOSTRAR QUEIJO E PENALVA DO CASTELO AO PAÍS A Câmara Municipal de Penalva do Castelo realiza a XXIII Feira/Festa do Pastor e do Queijo, no próximo dia 8 de fevereiro (sábado). Este ano o certame tem um formato diferente: de manhã, realiza-se a Feira Semanal, a receção às entidades oficiais e a Prova de Queijo; a Feira/Festa prolonga-se durante a tarde e também decorre a emissão, em direto, do programa televisivo “Aqui Portugal” (RTP1), apresentado por Jorge Gabriel e Sónia Araújo. Ao longo do dia, estão patentes diversas exposições e realiza-se a venda de produtos e artesanato local, em que a trilogia de excelência dos pro-

Com o projeto “Sénior ativo +”, o município pretende, numa primeira fase, abranger os lares e

centros de dia do concelho e, numa segunda fase, alargá-lo a toda a população do concelho

dutos endógenos (Queijo Serra da Estrela, Vinho “Dão Penalva do Castelo” e Maçã Bravo de Esmolfe) se destaca. Esta Feira/Festa é uma aposta da Câmara Municipal na promoção da economia local e na divulgação do património, cultura, gastronomia, turismo e outras potencialidades do concelho, que ganha amplitude nacional e internacional com esta emissão televisiva de seis horas. A Câmara Municipal sensibiliza os penalvenses e incentiva o seu envolvimento para que este certame seja uma festa com muita animação e constitua uma mais-valia para o concelho e suas gentes.

com mais de 60 anos de idade. As atividades foram iniciadas em janeiro e prolongam-se até junho: semanalmente, a aula de ginástica será dada na instituição e a de hidroginástica na piscina municipal. Com a implementação destas aulas, pretende-se fomentar a prática desportiva e a criação de hábitos de vida saudável, proporcionando novas experiências e sensações em contextos distintos e momentos de salutar convívio.

DESTINO ÍMPAR DE SABORES GENUÍNOS E TRADICIONAIS Habitado desde tempos imemoriais, Penalva do Castelo existe como concelho, pelo menos desde o século XIII. Vestígios disseminados pelas freguesias, atestam o povoamento remoto das Terras de Penalva, tais como: Anta do Penedo do Com, Castro da Paramuna, Mosteiro do Santo Sepulcro, ponte e estradas romanas e várias sepulturas antropomórficas. A igreja da Misericórdia e a Casa da Ínsua são dois ex-libris do concelho. Existem ainda outros solares e palacetes de inegável

interesse histórico e arquitetónico. A sede do concelho – “Castendo” (topónimo derivado de Castenetum – alusivo a castanha) – passou a denominar-se Penalva do Castelo a partir de 1957. O Município carateriza-se por ser um território constituído por terrenos férteis de regadio, graças aos rios Dão, Coja, Ludares e Carapito e aos abundantes regatos que o sulcam: sobretudo nas encostas a Norte do rio Dão estendem-se generosos vinhedos e pomares; a sul predominam as

pastagens que permitem produzir queijo de excelente qualidade. O pinheiro-bravo destaca-se entre as espécies que cobrem as áreas florestais do concelho. A natureza é pródiga e oferece deslumbrantes paisagens e apetecíveis recantos. O vinho do Dão, o queijo da Serra e a maçã Bravo de Esmolfe constituem a “trilogia de excelência” dos produtos endógenos. São um valor acrescentado para o sustento de muitas famílias e uma mais-valia para alavancar a economia local. A gastronomia é rica e variada

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EDP COMERCIAL ASSINA CONTRATOS DE ENERGIA ELÉCTRICA COM 19 MUNICÍPIOS DA COMUNIDADE INTERMUNICIPAL DO DOURO

MUNICÍPIO IMPLEMENTA PROJETO «SÉNIOR ATIVO +» A Câmara Municipal – através do seu Gabinete de Desporto, Juventude e Tempos Livres – proporcionou aos utentes dos lares e centros de dia do concelho de Penalva do Castelo, uma aulade hidroginás-tica no âmbito do projeto “Sénior Ativo +”. Participaram cerca de duas dezenas utentes, que aderiram, com entusiasmo, à iniciativa, revelando boa disposição e destreza na execução dos exercícios.

23/01/2014

e torna o concelho um destino ímpar para degustar sabores genuínos e tradicionais em ambientes acolhedores e hospitaleiros. A Câmara Municipal e as Juntas de Freguesia conjugam sinergias e sinalizam a singularidade e o potencial destes produtos de superior qualidade, sobretudo nos certames anuais da Feira/Festa do Pastor e do Queijo, Feira da Maçã Bravo de Esmolfe e Festa das Vindimas e do Vinho. PENALVA DO CASTELO ComVIDA!

A EDP Comercial acaba de estabelecer com todos os municípios da Comunidade Intermunicipal (CIM) Douro, um contrato de fornecimento de energia eléctrica que agrega, pela primeira vez, a totalidade dos pontos de consumo em média tensão, baixa tensão especial e baixa tensão normal, incluindo iluminação pública. “Pioneiro a nível nacional”, o contrato garante a passagem, do mercado regulado para o mercado livre, dos 19 municípios da CIMDOURO e sete empresas municipais. Com a conclusão do concurso, desenvolvido com o envolvimento da Agência de Energia local, a CIMDOURO reúne condições para que todas as entidades associadas beneficiem de um preço único, garantindo-se a estabilidade do preço de energia durante 12 meses. O que irá permitir uma poupança global de 665 mil euros por ano na fatura de eletricidade, em relação aos preços praticados em 2013. "É uma poupança significativa", afirmou o presidente da CIM

Douro, Francisco Lopes, que falava após a assinatura do contrato, que decorreu em Vila Real. A adesão maciça de todas as entidades da CIMDOURO facilitou o processo de contratação. Através deste procedimento de aquisição foram colocados a concurso cerca de 60 milhões de kWh/ano, num total de 3.647 instalações, das

quais 29 em Média Tensão; 100 em Baixa Tensão Especial; 3 . 5 1 8 e m B a i x a Te n s ã o (Normais – 1.777; Iluminação Pública – 1.741). Um volume significativo, tornando este procedimento num dos mais relevantes do último ano ao nível do fornecimento de energia a autarquias. Líder destacado no mercado livre, nomeadamente no se-

gmento das autarquias, a EDP Comercial acredita poder apresentar-se “como um importante parceiro da CIM Douro nos domínios do fornecimento de energia (eletricidade e gás) e da eficiência. Nomeadamente através da disponibilização de informação relevante na área reservada aos seus clientes no seu sítio na internet – energia.edp.pt - permitindo-lhes uma correta monitorização do consumo de cada um dos pontos de fornecimento de electricidade; possibilidade de adesão à factura electrónica, já prevista no novo relacionamento contratual; possibilidade de implementação de serviços no âmbito da eficiência energética; e relacionamento facilitado com a EDP Comercial . A EDP Comercial disponibiliza ainda aconselhamento e atendimento personalizado via Gestor de Cliente, para esclarecimento de dúvidas, apresentando propostas de valor que permitem que, de forma sustentada, a Administração Local consiga reduzir os seus custos de energia.


14/Via Rápida

ECONOMIA

23/01/2014

23/01/2014

ECONOMIA

11/Via Rápida

MONTEBELO VISEU HOTEL E CASA DA ÍNSUA COM NOVOS DIRECTORES

O Conselho de Administração da Visabeira Turismo e Imobiliária SGPS S.A. acaba de efectuar alterações ao nível da

direcção de dois dos seus hotéis de 5 estrelas. Neste sentido, Andreia Rodrigues foi nomeada para directora do Montebelo

Viseu Hotel & Spa, cargo que acumula com o de directorageral de hotelaria e restauração da Visabeira Turismo, e António

Machado Matos, que desempenhava funções como director do Montebelo Viseu Hotel & Spa, foi nomeado director do Hotel Casa da Ínsua. António Machado Matos tem um percurso na hotelaria com algumas décadas, tendo dirigido algumas Pousadas de Portugal. Está na Visabeira Turismo desde 2000, sempre com a direcção do Montebelo Viseu, onde se manteve até agora. Andreia Rodrigues é quadro da Visabeira Turismo desde Agosto de 2009, data em que assumiu a direcção da Casa da Ínsua. Esta jovem directora é licenciada em História da Arte, possuindo pós graduação na área do Turismo e da Hotelaria.

LOJA SÁUDE NO FORUM VISEU ATÉ 31 DE JANEIRO Numa parceria estabelecida com o Centro Humanitário de Viseu da Cruz Vermelha Portuguesa, o Forum Viseu vai continuar a oferecer aos seus visitantes, até 31 de Janeiro, no corredor do piso 2, um espaço totalmente gratuito dedicado aos cuidados de saúde. Na primeira semana de funcionamento – a Loja abriu a 7 de Janeiro -, foram realizados 56 atendimentos no interior da Loja, entre crianças e adultos com idades compreendidas entre os 6 e os 75/80 anos Dos serviços oferecidos à comunidade são as consultas de Enfermagem, seguidas dos pedidos diários de medição da tensão arterial e da glicémia, as que têm maior adesão. Já os rastreios em Psicologia, informações sobre os Cursos ministrados pelo Centro de Formação de Socorrismo, e as questões sobre os rastreios/consultas, voluntariado e Equipa de Socorro e Transporte, têm registado um número homogéneo de pedidos.

Até dia 31 de Janeiro continuarão as consultas/rastreios distribuídas por dias específicos; de segunda a sexta, das 10h00 às 14h00, rastreios/préavaliações em Psicologia (Hiperactividade, depressão e memória); terças e quintas, das 15h00 às 18h00, consultas de

nutrição; quartas e sextas, as 14h00, às 20h00, consultas de enfermagem. Estão também planeadas outras actividades, que decorrerão paralelamente e nas quais qualquer pessoa poderá participar de forma gratuita. Para tal, os interessados terão apenas que

comparecer junto da Loja 15 minutos antes do início da hora da actividade pretendida. No domingo, dia 26, a partir das 15h30, terá lugar um Mass Training de Suporte Básico de Vida, uma acção que será realizada no corredor junto à Loja.

ROADSHOW PROJETO 80 VISITA ESCOLA SECUNDÁRIA EMÍDIO NAVARRO O Roadshow Projeto 80, este ano subordinado ao tema «Ocupa o teu lugar na história», vai passar, a 29 e 30 de Janeiro, pela Escola Secundária Emídio Navarro, em Viseu. As actividades

visam inspirar os jovens estudantes, entre os 13 e os 17 anos, para se tornarem mais empreendedores e participativos usando a criatividade e o trabalho em equipa como motores de de-

senvolvimento de projectos promotores de práticas sustentáveis. A participação dos jovens alunos nas actividades do Roadshow Projeto 80 permite que desenvolvam espírito

crítico, solidário e empreendedor. Competências que serão valorizadas no presente, enquanto estudantes e cidadãos, mas também enquanto profissionais e decisores do futuro.

FRESENIUS KABI/LABESFAL INAUGURA NOVO COMPLEXO LOGÍSTICO EM SANTIAGO DE BESTEIROS - EQUIPAMENTO INSERE-SE NUM PROJECTO PARCELAR DE INVESTIMENTOS DE 8 MILHÕES DE EUROS.

O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho presidiu na última segunda-feira, em Tondela, à inauguração do novo complexo logístico da Fresenius Kabi/Labesfal, situado em Santiago de Besteiros, numa cerimónia que contou com a presença do presidente da Divisão Farmacêutica e board member da Fresenius Kabi, Michael Schoenhofen. Trata-se de uma infra-estrutura destinada ao processamento, armazenamento, recepção e expedição de materiais e mercadorias inerentes à actividade industrial e comercial do grupo Fresenius Kabi em Portugal, que vai permitir uma melhoria significativa da eficiência e competitividade das operações de exportação, sustentando o plano de crescimento actual e

futuro da actividade produtiva para os mercados externos. Para o chefe do Governo, este investimento, no valor de 4 milhões de euros, numa empresa posicionada, entre as que “significativamente têm contribuído para uma mudança estrutural da economia e do tecido económico português” permitirá à multinacional farmacêutica “crescer na produção, ajudando a região e a economia portuguesa”, sublinhou. Inserido num projecto parcelar de investimentos no valor total de 8 milhões de euros, o novo complexo é composto por 3 blocos interligados: o bloco 1, correspondente à área de expedição, com 5 cais de carga e descarga, o bloco 2, um bloco intermédio correspondente às áreas

de picking para o mercado hospitalar e de ambulatório e com uma nova área administrativa e de suporte técnico, e o bloco 3, correspondente à área de armazenamento com capacidade para armazenar cerca de 15.000 paletes. O novo Complexo Logístico da Fresenius Kabi em Portugal é uma parte integrante do Plano de Desenvolvimento Estratégico 2012-2020 projectado para todo o complexo industrial de Santiago de Besteiros. A Fresenius Kabi adquiriu a Labesfal em Janeiro de 2005, tendo transformado o seu complexo industrial no centro de competências mundial para o fabrico de antibióticos injectáveis. Este desenvolvimento fez da Labesfal o maior exportador

nacional de medicamentos produzidos em Portugal, tendo como destino 77 países, ocupando a Europa o primeiro lugar em valor. Com efeito, em apenas nove anos, a Fresenius Kabi / Labesfal registou um crescimento assinalável no país, para o que contribuíram significativamente as exportações, que passaram dos 3,5 milhões de euros de medicamentos exportados em 2004, para 98 milhões de euros em 2013. Na sua intervenção, Passos Coelho recordou o percurso de uma empresa que começou como uma pequena unidade farmacêutica lançada em Campo de Besteiros por João Almiro, e posteriormente dimensionada pelo empresário Joaquim Coimbra, até à sua aquisição pela grupo Fresenius Kabi. “A Labesfal foi um investimento importante por parte deste grupo internacional, na medida em que conseguiu posicionar-se como um dos centros de competência mais relevantes nesta matéria. Isso deve-se a um conjunto de pessoas que, ao longo dos anos, transformou a pequena unidade existente nos anos 60, numa unidade mais moderna e de outra dimensão”, reconheceu o primeiro-ministro.


23/01/2014

MANIFESTAÇÃO SEM CAUÇÃO

Por: Manuel Morgado cavariatoviseu@gmail.com

As forças e serviços de segurança, numa situação que julgo inédita no nosso país, decidiram recentemente reunir-se numa manifestação conjunta de protesto contra o poder político, reclamando deste melhores condições de vida, e nalguns casos também de trabalho, fazendo uso de um direito que é legítimo a todos trabalhadores por conta de outrem, o que até aqui, portanto, tudo foi normal, nada havendo que nos mereça qualquer reparo, embora para alguns, talvez de ideias ainda retrógradas, isto não seja assim tão líquido face à mistura na manifestação de agentes de autoridade, mas que face ao regime democrático em que vivemos e ao que se passa noutros países da Europa, parece-nos que todo o processo que esteve na origem da convocação e realização da manifestação foi normal. A partir daqui, porém, é que julgo terem acontecido alguns episódios dignos de merecerem algumas reservas, não por causa da manifestação em si, visto que toda ela decorreu segundo um preceito constitucional e todos os que nela tomaram parte fizeram-no nos mesmos termos que já outros as fizeram também, e não foi a presença de

elementos das forças de segurança, casos da PSP e da GNR, que nos podem fazer merecer reparos, porquanto, enquanto trabalhadores nas mesmas condições dos outros, gozam como eles dos mesmos direitos de reunião e manifestação. Outra coisa, aliás, não se compreenderia, na base do que a democracia facilmente nos deixa subentender. Daqui, pois, facilmente podemos inferir que a recente manifestação conjunta de todas as forças e serviços de segurança no nosso país, pese embora muitos a terem visto com algum desagrado e um mal disfarçado ceticismo, tenho para mim que este exemplo vai continuar, não porque seja desejável, mas porque fatores diversos o vão tornar possível, entre eles o facto de noutros países da Europa, onde a democracia já se enraizou e se pratica de maneira diferente da que nós praticamos, tudo são handicapes de que os trabalhadores portugueses se vão aproveitar, servindo-se, como normalmente sempre acontece, quando o poder político se recusa ou coloca dificuldades em ceder às reinvindicações das classes trabalhadoras. Do nosso lado, que já pertencemos às forças de segurança, e que portanto conhecemos bem as vicissitudes do que são as suas funções, embora nesta altura já do lado de cá da barricada, vimos e apreciamos com natural distanciamento o que aconteceu nesta manifestação, e nada nem ninguém, permito-me falar assim, que ouse deliberadamente questionar-me daquilo que com toda a liberdade e isenção aqui me permito deixar escrito, na certeza de que o faço com o mesmo sentido de franqueza como sempre o fiz enquanto no desempenho de funções no serviço ativo, só que gora reportado a outro espaço de tempo e funções que naturalmente me limitam o conhecimento de coisas que o tempo fez evoluir e nalguns casos também regredir. Porém, gostaria de deixar bem claro que

a minha presença hoje aqui não se destina a deixar qualquer tipo de reportagem sobre possíveis episódios ou acontecimentos que por lá se tenham passado, até porque a cobertura jornalística foi feita por órgãos de informação sediados localmente e com capacidade para fazer uso de meios impossíveis de utilizar por qualquer outro órgão de informação regional e nem formaria nenhum sentido que algum para lá se deslocasse com tal objetivo. Conhecemos bem as nossas fronteiras e sabemos bem o que representamos dentro delas. Reportando-me, portanto, apenas àquilo que julgo estar na área das minhas atribuições, vou limitar-me a fazer um ligeiro e breve comentário relativo a um pequeno trecho de acontecimentos, somente àqueles que me foi dado presenciar através dos meios audiovisuais, o que naturalmente me faz correr o risco de não poder ser tão preciso quanto desejaria sê-lo no que me propus dar um conhecimento mais alargado de certos acontecimentos. Posto isto, e limitando-me, sobretudo ao que foi durante largos anos a minha atividade profissional, mas procurando também respeitá-la dentro do que foram as minhas atribuições enquanto elemento graduado em diversas unidades e subunidades da PSP do país, Guiné-Bissau incluída, não me furto a dar conta do meu desagrado relativamente ao que foi o comportamento de alguns agentes daquela policia na escadaria de acesso ao edifício da Assembleia da Republica. E faço-o porque sendo eles agentes de autoridade, comportaram-se nalguns casos como se de facto o não fossem, quando é certo que a lei até lhes impõe que mesmo fora do seu horário normal de serviço eles não podem eximir-se ao cumprimento de uma missão de ordem pública que legalmente se enquadre nas suas funções profissionais.

“INCOMPETÊNCIA DAS ESTRADAS DE PORTUGAL REPETE-SE”. NEVE DEIXA RETIDAS MAIS DE 100 PESSOAS NA SERRA CASTRO DAIRE- CINFÃES DURANTE DUAS HORAS. Quem utiliza a estrada Castro Daire – Cinfães depara-se com o mesmo problema/suplício, ano após ano. Se ficamos surpreendidos quando cai granizo na Capital, já a neve na Serra do Montemuro é para todos aceitável. O que não é aceitável é que os serviços responsáveis pela manutenção e limpeza das Estradas de Portugal ignorem este facto. E quando falamos em serviços, falamos das Estradas de Portugal, que pese embora tenha feito um contrato com uma empresa local para tornar as estradas transitáveis em época de neve, mas, ao que se julga saber, o contrato deixou de ser contrato mesmo antes de o ser. Isto porque, segundo as autoridades, as Estradas de Portugal têm um limpa neves, mas que não está ao serviço da Serra do Montemuro a horas que permita aos automobilistas cumprirem com as suas obrigações profissionais. E quando chega é

após a insistência dos mesmos através da protecção civil. Será esta situação aceitável, num país que se diz civilizado, onde o cumprimento do dever ao nível económico- financeiro é uma das premissas deste governo PSD / CDS? Pensar nas pessoas, permitir-lhes que elas possam cumprir os seus deveres não deveria estar incluído nessas premissas? Nomear pessoas “capazes”para dirigir os serviços também não deveria ser uma premissa? Não podemos permitir que ano após ano, durante o inverno, nomeadamente quando cai a neve, a forma de se estar perante o problema/situação não tenha acompanhado os tempos. Os serviços existem, o dinheiro gasta-se, contudo a forma de os gerir essa é que parece que parou no tempo. Cidadãos que ficam impossibilitados de cumprirem as suas obrigações profissionais.

23/01/2014

REGIÃO

MUNICÍPIO DE SERNANCELHE REQUALIFICA CAMINHO DA SEARA PARA APOIO AO TURISMO E À AGRICULTURA

Quase um quilómetro de “calçada à portuguesa” está a ser executado no Caminho da Seara, na Vila de Sernancelhe, provavelmente um dos caminhos agrícolas mais valiosos do

oncelho. Atravessando uma das maiores manchas de souto de castanha martainha do país, o Caminho da Seara é um troço fundamental da Rota da Castanha do Castanheiro, percor-

rido anualmente por centenas de pedestrianistas. Nesta fase de requalificação, o calcetamento contemplou a ligação desde o caminho de acesso à Nossa Senhora de Ao

Pé da Cruz ao início do Caminho da Seara do Meio. Com uma via com três metros de largura, devidamente calcetada, ficou resolvido o problema recorrente das más condições de circulação devido às chuvas e à lama, terminaram as dificuldades dos produtores de castanha em acederem às suas propriedades, em especial na época da apanha, e para os turistas é agora possível, com condições e ao longo de todo o ano, conhecerem o interior dos soutos de onde brota a martainha de Sernancelhe. O investimento do Município de Sernancelhe, inserido no projeto de calcetamento de 60 mil metros de calçada em lugares fundamentais do concelho, surge depois de concluído o trabalho dos pedreiros municipais, que construíram mais de 600 metros de muros em granito amarelo da região por forma a dar capacidade de sustentação ao caminho da Seara, valorizando em simultâneo o património natural daquele lugar único.

CÂMARA DE NELAS APOIA PROPRIETÁRIOS DE TERRENOS AFECTADOS PELA BARRAGEM DE GIRABOLHOS E BOGUEIRA A Câmara Municipal de Nelas tem a funcionar, até ao final deste mês de Janeiro, no edifício dos Paços do Concelho, um posto de informação e apoio aos proprietários de terrenos abrangidos pela construção da Barragem de Girabolhos e Bogueira. O atendimento é feito por técnicos da Endesa Portugal, devidamente credenciados No passado dia 27 de Setembro de 2013, a Hidromondego, empresa do Grupo Endesa, e o Estado Português assinaram o Contrato de Concessão relativo ao Aproveitamento Hidroeléctrico de Girabolhos, situado no Rio Mondego, nos concelhos de Gouveia, Mangualde, Seia e Nelas. O projecto teve origem no Plano Nacional de Barragens colocado a concurso pelo Estado

Português em 2008. O Grupo Endesa venceu o concurso oferecendo ao Estado uma quantia de 35 milhões de euros por esta concessão por um período de 65 anos. O Aproveitamento Hidroeléctrico, composto por duas Barragens, funcionando em regime de reversibilidade, terá uma potência instalada total de aproximadamente 360MW, e será responsável por gerar energia eléctrica suficiente para o abastecimento de aproximadamente de 250 mil famílias em Portugal. Este investimento, integralmente suportado pelo promotor, está orçado em 400 milhões de euros, e desenvolver-se-á por fases desde 2014 até à entrada em exploração prevista para 2019.

CÂMARA ABRE LOJA SOCIAL EM VILA NOVA DE PAIVA Por: Lúcia Silva

A Câmara Municipal de Vila Nova de Paiva vai abrir, no início do mês de Fevereiro, uma Loja Social nas antigas instalações do espaço internet, actualmente em fase de requalificação. Objectivo, “dar resposta imediata a necessidades e dificuldades de todas as faixas da população

que se encontrem mais desfavorecidas de alguma forma”. A Loja Social passará a funcionar como ponto de entrega e doação, por pessoas ou entidades, de bens como vestuário e calçado, acessórios, têxteis e artigos para o lar, bens alimentares não perecíveis, equipa-

mentos básicos e electrodomésticos, brinquedos e material didáctico, produtos de puericultura e geriatria, mobiliário, entre outros. “Num contexto marcado por uma profunda crise socioeconómica, que origina o crescente aumento de situações de po-

breza e exclusão social, o Município de Vila Nova de Paiva temse demarcado pela aposta em políticas sociais activas direccionadas para as populações mais vulneráveis”, sublinha, João Morgado, presidente da Câmara Municipal a propósito da abertura da Loja Social.


16/Via Rápida

SOCIEDADE

23/01/2014

23/01/2014

OPINIÃO

9/Via Rápida

PALÁCIO DO GELO SHOPPING ENTREGA 3.000 EUROS DE DONATIVOS A INSTITUIÇÕES DA REGIÃO O Palácio do Gelo Shopping entregou 2.837,89 euros, divididos em partes iguais, aos Bombeiros Voluntários de Viseu, à Caritas Diocesana de Viseu e ao Lar Escola de Santo António. O donativo resultou de uma campanha de angariação levada a cabo pela superfície comercial, e que teve o apoio da empresa Ânimus. Durante a época natalícia o Palácio do Gelo Shopping convidou os mais pequenos a participarem nas animações realizadas no Castelo de Natal, nomeadamente nas pinturas faciais. Com o custo de um euro por pintura, o valor angariado destinou-se a ajudar instituições que actuam na área da solidariedade social e para as quais todos os apoios são bem-vindos. O Palácio do Gelo Shopping promove com regularidade acções de cariz solidário enquadradas na sua política de responsabilidade social. Em 2014, outras iniciativas serão realizadas.

NOVO WEBSITE DA CÂMARA DE LAMEGO COM MAIS CONTEÚDOS E FUNCIONALIDADES O novo website da Câmara Municipal de Lamego já está disponível em cm-lamego.pt com uma imagem totalmente renovada e uma oferta de conteúdos reforçada, colocando esta autarquia em lugar de destaque no conjunto dos municípios portugueses presentes na Internet. Com o objetivo de chegar a um maior número de utilizadores, o novo website privilegia a interação com as redes sociais e a possibilidade de envio de newsletters e de integração de várias funcionalidades avançadas: diretórios, portais, multilíngues, entre outras. A partir de agora, a plataforma da Câmara de Lamego apresenta um design mais apelativo e funcional, com o recurso abundante a elementos multimédia (imagens e vídeos), destacando em primeiro plano a divulgação das principais iniciativas e projetos desenvolvidos por esta instituição. O acesso online a todos os serviços municipais, a disponibilização de informação sobre as 18 freguesias que constituem o concelho ou a vasta oferta turística local passam a estar à distância de um

Não me identifico, absolutamente nada, com aqueles que se recusam a admitir e a considerar como positivos os indicadores económicos que nos digam que Portugal está a recuperar a sua economia. Seria bom para o País, para os portugueses e egoisticamente também para mim e para a minha família. Mas se não sou um “bota abaixo”, também não sou um atrasado mental que me deixe enganar com o barrete que nos querem enfiar. Como na última crónica aqui publicada, repito a mesma pergunta a quem me lê. - Nota mesmo que a sua vida melhorou, tal qual a propaganda que este Governo proclama? Era bom que assim fosse, e eu seria o primeiro a aplaudir, mas ao invés, eu e milhares de outros cidadãos, vamos sentir muito brevemente, já este mês, precisamente o contrário. Não avalio o valor das políticas por clubismo, ou por cartão partidário- já lá vai certamente esse tempo- mas sim pelos efeitos que elas possam ter no desenvolvimento do país e no bem estar das populações. Com estes “troca tintas” incompetentes que nos governam é que me não identifico de todo. Atentemos no seguinte: Quando na oposição ao governo de José Sócrates, os atuais responsáveis Passos Coelho/Paulo Portas, os seus respetivos partidos, os acólitos, e todos os seus publicitários, perante as dificuldades que o País atravessava- não interessa agora escalpelizar as razões-, tudo fizeram para

Por: José Reis

“VÃO DAR UMA VOLTA AO BILHAR GRANDE” nos trazer a troika para dentro de casa. Negociaram o programa de resgate, admitiram-no com júbilo, como seu programa de governo, e até se vangloriaram que o iriam ultrapassar, isto é, tornar mais austero. Era preciso, segundo eles, empobrecer as populações, tirar os trabalhadores do seu “conforto” fazendo-os emigrar, e sacrificar mais e mais, as famílias e os reformados. Como o decorrer dos tempos, com todo o insucesso que foi a governação, e com o argumento da “pesada herança” já gasto, após dois anos e meio de asneiras e de descalabros económico e financeiro com todas as consequências negativas conhecidas, eis que agora, os mesmos, arranjam um novo bode expiatório. Precisamente a troika que tanto apoiaram e endeusaram. Votam-lhe um ódio de morte, e isto só para lançarem sobre ela a culpa do insucesso governativo, para assim, mais uma vez, tentarem lançar-nos poeira para os olhos, e continuarem a enganar o pagode.

Proclamam estar ansiosos que chegue o mês de maio para então resgatarem a liberdade perdida, e conquistarem a capacidade para aplicaram outras políticas (certamente que serão mais impostos sobre os funcionários públicos e reformados). Dizem alto e em bom som, querer abandonar o estado de protetorado. Se isto não fosse tão dramático, e não revelasse tanta incapacidade e tanta falta de dignidade, só restaria a psiquiatria a estes sujeitos, mas na ala dos doentes altamente perigosos. Mas o mais caricato, é que enquanto proclamam tal libertação, preparam os portugueses para o já famoso “Programa Cautelar” que no fundo e na essência, pouco ou nada diferirá do Programa de Resgaste em que vivemos. Outra grande peta, para não dizer cavalada, é o facto de terem há três anos chumbado o PEC IV para agora o reclamarem e implorarem. Como lhe irão chamar? PEC IV ou V? Se calhar, e isso não me admiraria, irão arranjar-lhe uma designação diferente, para continuarem a ludibriar os portugueses como é apanágio destes reconhecidos incompetentes. Durão Barroso, o maior cobarde da nossa história, que não se cansa de elogiar os ditos sucessos desta governação (mesmo com a tróica), está por detrás desta manigância toda, até porque que conta já com o apoio desta gente para se candidatar às próximas eleições presidenciais. Tudo isto é um enorme pesadelo, mas agora dizem irem libertar-nos e resgatar-nos do protectorado em que nos encontramos. “Vão dar uma volta ao bilhar grande”.

CRISTIANO RONALDO O MAIOR

Por: Carlos Bergeron

clique. Também as atas de reuniões de câmara, os regulamentos e os editais são outros tópicos que podem ser consultados. A nova ferramenta de divulgação aposta numa dinâmica interativa com o munícipe/ utilizador, o qual pode partilhar sugestões, reclamações e pedidos de informação. Pela primeira

vez, também estará disponível uma agenda municipal online, de fácil leitura, através da qual é possível saber a data e o local de realização das principais atividades culturais e desportivas do concelho. No arranque deste novo projeto, Francisco Lopes, autarca de Lamego, explica que “esta

iniciativa enquadra-se na estratégia municipal de assegurar uma comunicação permanente com a comunidade, aproximando eleitores e eleitos, mobilizando os munícipes para participarem no processo de criação, discussão e implementação das políticas locais que a todos dizem respeito”.

Cristiano Ronaldo é, sem dúvida, o português mais conhecido em todo o mundo, como muito bem fez questão de realçar o Presidente de República de Portugal, Aníbal Cavaco Silva, na cerimónia da entrega do grau de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, curiosamente o 1º Duque de Viseu, com que CR7 foi agraciado, passando a integrar, desde a passada segunda feira, o quarteto de luxo dos desportistas portugueses também distinguidos com aquela condecoração. Os outros são, Carlos Lopes, Aurora Cunha e José Mourinho. Cavaco Silva fez questão de salientar que Ronaldo “ tem sido embaixador de Portugal em todos os continentes “ e mais do que isso

“ tem o condão de unir os portugueses “ os que trabalham em Portugal e também no estrangeiro. Aliás, Portugal tem tido uma ínclita geração de desportistas, sobretudo no mundo do futebol, que têm levado a pátria amada a ser falada e respeitada nos mais recônditos pontos do globo. Eu próprio sou uma modesta testemunha ocular desse fenómeno, sobretudo em países onde não imaginava ouvir, quando me perguntavam donde era, e lhes dizia ser português, ouvir de imediato os nomes de Figo , de Rui Costa ou de Mourinho e, mais recentemente, do indiscutível Cristiano Ronaldo. Foi assim na Jordânia, no Egipto, em Israel, em Marrocos, na Bulgária, na Tunísia, entre outros tantos países, mas curiosa foi a comparação que ouvi, na Argentina, entre o nosso Cristiano e Messi. Dizia-me Carlos Fernandez “ é tentar comparar o que é difícil separar, porque ambos são fenomenais, apenas com estilos diferentes a jogar a bola. Ambos são apaixonados pelo golo e ambos fazem golos incríveis. Vão ser duas lendas do futebol que se vão juntar ao rei Pele.” Isto foi-me dito em Buenos Aires, onde Leonel Messi é o maior, o deus, o rei. Isto diz bem o quanto Ronaldo é admirado e respeitado nas terras das pampas. Antes destes ilustres futebolistas houve

também o explosivo Eusébio e o que ele fez pelo futebol em Portugal. Os seus adversários nunca sabiam por onde o “pantera negra” ia passar, mas temeram sempre que a bola só fosse parar ao fundo da sua baliza, o que se foi tornando uma banalidade para Eusébio. Falando-se de Eusébio e por amor á verdade, tantas e tantas vezes esquecida por muitos dos nossos jornalistas, torna-se imperativo recordar também o nome de José Travassos, o Zé da Europa como foi conhecido. Ele foi o primeiro jogador português a integrar uma Selecção da Europa, nos tempos em que as grandes potências futebolísticas se interrogavam sobre o valor do nosso futebol. A precisão do seu passe a longa distância era fabulosa. Foi um dos famosos cinco violinos leoninos. José Travassos, Eusébio, Rui Costa, Luís Figo e Cristiano Ronaldo são exemplos do que Portugal teve e tem para apresentar ao Mundo e que enche de alegria todos os portugueses independentemente das suas cores clubisticas. Que assim seja sempre, mas hoje a hora é de Cristiano Ronaldo, o rapaz simples que sabe sorrir e o homem que também sabe chorar nos momentos de grande felicidade. Um exemplo para a humanidade.


OPINIÃO

8/Via Rápida

O fim da recessão técnica ... Em 9 de Dezembro o INE (Instituto Nacional de Estatística) publicou os dados relativos à produção em Portugal (medida pelo PIB, Produto Interno Bruto) no 3º trimestre de 2013. Segundo os mesmos, a economia portuguesa cresceu em cadeia (isto é, em relação ao trimestre anterior) cerca de 0,2% em termos reais (ou seja, em volume, em quantidades). Alguns apressaram-se então a falar em "momento histórico", outros em “milagre económico” e houve até quem apelidasse aquele resultado de “número mágico”. Entendamo-nos: Portugal confirmou com este resultado a saída da recessão técnica, não a saída da crise. Tecnicamente uma economia entra em recessão quando regista dois trimestres consecutivos de queda em cadeia (variação entre trimestres) do seu produto real. Ora a partir do momento em que esse ciclo de quebra seja interrompido sai-se da recessão técnica, pelo que, em boa verdade, isso aconteceu em Portugal no 2º trimestre de 2013, onde o PIB apresentou um crescimento de 1,1% em relação ao 1º trimestre do ano. O resultado do 3º trimestre de 2013 vem pois confirmar essa saída da recessão técnica. Infelizmente, isso não significa que o ciclo recessivo da economia portuguesa esteja ultrapassado ou que a crise tenha acabado. Para se "decretar" o fim da crise é preciso

muito mais do que alguns trimestres consecutivos de crescimento do PIB em cadeia: é necessário que a produção, o emprego, os rendimentos, entre outros indicadores, apresentem valores que traduzam uma recuperação efetiva e consistente, nomeadamente tendo em conta a realidade anterior ao período recessivo. E isso parece estar ainda muito longe para a economia portuguesa. Comparem-se os valores registados por alguns indicadores no 3º trimestre de 2010 (último trimestre em que se havia registado crescimento antes do período recessivo que se seguiu de 10 trimestres consecutivos de queda) com os valores verificados no 3º trimestre de 2013 (trata-se, portanto, da comparação de dois trimestres separados no tempo por três anos): . A produção real no 3º trimestre de 2013 traduz uma queda de mais de 5,8% em relação à produção do 3º trimestre de 2010. É muito. Tanto que se a economia portuguesa crescesse continuamente a partir de agora, em cadeia (ou seja, entre trimestres sucessivos), ao ritmo a que cresceu no 3º trimestre de 2013 (cerca de 0,23%), seriam necessários mais de 24 trimestres (mais de 6 anos) para recuperar os volumes de produção registados no 3º trimestre de 2010. . A procura interna (consumo final e investimento) reduziu-se, por sua vez, mais de

Votos para ... 2020! Logo nos primeiros dias de janeiro, é comum fazerem-se votos para o resto do ano. Quebrando a tradição, os meus votos vão, por inteiro, para o ano de 2020 e não para 2014. Nos artigos que tenho escrito nesta coluna tenho abordado diferentes temas sempre com a preocupação de refletir sobre o que entendo serem problemas da Região de Viseu Dão Lafões. De entre esses temas, há um trio que mais me preocupa, especialmente pela interligação existente entre eles: competitividade da economia, educação e formação e dinâmicas demográficas. Na última década, a população da Região diminuiu cerca de 9 mil pessoas. Não se trata de um número elevado. Mais preocupante é o sentido negativo da evolução demográfica e o facto de apenas um dos municípios, Viseu, ter conhecido um aumento do número de residentes.

Neste mesmo período, o número de empresas reduziu-se em cerca de 2,8 milhares, 34% das quais da indústria transformadora (IT). A evolução negativa do número de empresas da IT foi idêntico em Portugal e em Dão Lafões mas a região não compensou, ao contrário do Pais, com a criação de empresas noutros setores. Por outro lado, não é possível esconder que a produtividade aparente do trabalho é inferior a 70% da média nacional e que, embora o valor das exportações seja proporcionalmente maior que o valor da economia de DL, não podemos esquecer que muito desse valor está demasiado concentrado em muito poucas empresas. Ora, se não há criação de emprego não haverá fixação de pessoas. E se o emprego criado for de baixo rendimento, nem a própria cidade de Viseu escapará à saída de pessoas. É isto que temos de evitar e temos meia dúzia

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12,5%; por componentes, o consumo final caiu mais de 9% e o investimento registou uma (enorme) queda de quase 27%. No consumo final, a componente relativa às famílias apresentou uma redução à volta de 9,4%, sendo particularmente forte a quebra no consumo de bens duradouros (mais de 31%). . Em boa verdade, aquilo que evitou males maiores à economia portuguesa foi o comportamento das trocas no mercado internacional. No 3º trimestre de 2013 as exportações foram superiores em mais de 14,6% ao valor registado no 3º trimestre de 2010, enquanto as importações caíram mais de 7,1%. . Relativamente à taxa de desemprego, ela era de 10,9% no 3º trimestre de 2010, um valor que, apesar de elevado, era ainda assim consideravelmente inferior aos 15,6% registados no 3º trimestre de 2013 (estando este valor em linha com a tendência de decréscimo iniciada no trimestre anterior). Outros indicadores poderiam ser comparados. Parece-me, no entanto, que os apresentados fundamentam o cuidado que deve ter-se na análise do desempenho do PIB português no 3º trimestre de 2013. Não se infira, do que disse, que não considero relevante o resultado conseguido. Pelo contrário, considero-o importante, principalmente quando conjugado com o registado no trimestre anterior. Percebo até a (sobre)valorização que (sobretudo) alguns responsáveis governamentais conferiram ao resultado (numa lógica, também, de injeção de confiança na economia). Mas impõe-se, de facto, alguma cautela na interpretação dos números. Oxalá os próximos trimestres confirmem esta reversão na evolução da atividade económica em Portugal. E oxalá que, com isso, o desemprego baixe sustentadamente e que muitas famílias possam aliviar das enormes dificuldades que os últimos anos lhes trouxeram.

de anos para o fazer. Até 2020, final do quadro financeiro comunitário que vai entrar em vigor no corrente ano. Até ao final da década, deveremos procurar condições para inverter o sentido da evolução da população e isto deverá passar pela criação (e atração) de empresas e de emprego saído de atividades de valor acrescentado mais elevado. Infelizmente, aquilo que é necessário fazer não está exclusivamente nas nossas mãos. É imprescindível a ação governativa (por exemplo, aplicar a “Estrategia de fomento industrial”) e que a União Europeia cumpra os seus objetivos, nomeadamente no que respeita à construção da união monetária. Da nossa parte, enquanto Região com sentido de unidade, importa desenvolver a ação politica para influenciar as decisões dos níveis decisórios superiores, mas também, organizarmo-nos internamente no sentido de acolhermos as decisões que nos possam ser favoráveis vindas das entidades públicas e privadas exteriores. Por isso, tudo aquilo que pudermos fazer para elevar o nível de educação geral da população, para espoletarmos a criação de novas empresas, para acolhermos pessoas qualificadas e iniciativas externas, para reduzirmos as discriminações que nos tornam ineficientes, tudo será bem vindo e poderemos fazê-lo até 2020, porque teremos ajudas para tal. Temos mais de meia década para “dar a volta” – são estes os meus votos até 2020!

SOCIEDADE

23/01/2014

ESPECTADOR COMPROMETIDO

Por: José Lapa

A crise, essa hesitação entre a vida e a morte, tem, entre outras, uma vantagem: a do “pare, escute e olhe!” Em Outubro de 2009, quando a crise dava já, passos firmes e seguros, em entrevista ao Courrier International, Alan Greenpan, o então todo poderoso Presidente da Reserva Federal Americana, declarava: “A menos que alguém encontre uma forma de mudar a natureza humana, vamos sempre ter crises”. Daí, que um dos méritos da dita, será o de nos precavermos e formarmos os níveis de resiliência aceitáveis, para a próxima que venha, fruto do ritmo inexorável dos ciclos. A turbulência que agita os tempos que correm, vai obrigar a mudanças drásticas, fazendo ruir paradigmas que julgávamos inabaláveis e vai deixar para trás muitos de

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A Marca do NOSSO IPV nós. Contudo, não devemos titubear no exercício do nosso direito de cidadania, perante essa presunção, defendendo as nossas instituições. O Instituto Politécnico de Viseu (IPV), nasceu em 1979, tendo um crescimento assinalável ao longo dos anos: contribuiu decisivamente para a formação de muitos cidadãos, que de outra forma não requalificariam as suas competências, nem melhorariam as suas atribuições académicas; permitiu a abertura de um vasto leque de oportunidades de formação, melhorando significativamente os recursos humanos, em ambiente de notória relevância social; criou e qualificou o emprego ministrando planos curriculares com forte componente prática; com isto, enriqueceu o tecido empresarial, tornando-o mais competitivo e atractivo; provocou na economia regional um impacto evidente, que em 2012 foi de 69 milhões de euros em Viseu e Lamego, o que corresponde a 4,46% do PIB regional; assumiu claramente o tutano democrático do ensino superior politécnico, uma ideia institucional que remonta a 1837, quando foi criada a Escola Politécnica de Lisboa e que consiste, em criar condições de igualdade a todos no acesso ao ensino superior; desenvolveu a cultura local e fomentou a cidadania; amparou a formação de elites e, muitos dos nossos protagonistas políticos nasceram aqui ou exerceram aqui a sua profissão; tem reconhecimento e credito firmado, a nível nacional e internacional; tem-se adaptado às mudanças e patrocina a gestão do

conhecimento, o saber e a experiencia endógena, ditada pelo empenho de uma vasta comunidade escolar; a forma exemplar como se adaptou à reconfiguração complexa do ensino superior, imposta pelo Processo de Bolonha, demonstram a sua capacidade institucional. Finalmente, é a maior instituição local, com uma osmose rica de história, tradição e modernidade, que se afirma, em áreas económicas e sociais importantes, num espectro alargado à agricultura, saúde, tecnologia, educação e gestão. Donde, é dever inalienável, de elites, opinião pública, políticos, cidadãos, empresas, partidos políticos, agentes associativos e autarquias, defenderem a sua dama: o nosso Politécnico. Isto significa, preserva-lo enquanto instituição regional, interprete das nossas necessidades e ansiedades legítimas. A confirmar-se uma genuflexão, perante outas instituições de ensino superior, ideia que se passeia em surdina, inscrita numa qualquer agenda estratégica, significaria perdermos um elemento identitário fundamental para o nosso desenvolvimento económico e um revés para a cultura, cidadania e história da nossa modernidade. Por tudo o exposto, o IPV, é uma marca indelével da nossa identidade regional. E, nestes tempos, em que somos marcados pelos mercados, ideológica, politica e financeiramente, convém assumir esta marca com carinho e… instinto de sobrevivência.

MUSEU DO CARAMULO MANTÉM APOSTA NOS EVENTOS AUTOMOBOLÍSTICOS PARA 2014 O Museu do Caramulo vai destacar, no seu programa de actividades para 2014, as exposições temporárias e os eventos automobilísticos que fazem parte do calendário nacional e internacional. Segundo Tiago Patrício Gouveia, director do Museu do Caramulo, “há muito que a nossa programação extravasou as paredes do museu, e 2014 não será excepção. Este ano vamos continuar a apostar forte na componente das exposições temporárias no museu, cobrindo as colecções de arte e automóveis, e nas exposições temáticas que realizamos dentro dos nossos eventos”. Com datas confirmadas estão já um total de sete eventos, como sejam o Salão Motorclássico, a ter lugar na FIL, em Lisboa, a exposição “Rush”, do artista João Louro, inaugurada em Setembro de 2013 e que foi prolongada até 30 de Abril deste ano, ou o Caramulo Motorfestival, que este ano acontece nos dias 5, 6 e 7 de Setembro. O Caramulo Motorfestival é um evento dedicado aos auto-

móveis e motociclos clássicos e desportivos, que combina a parte da competição com um conjunto de acções lúdicas e turísticas, como sejam a Rampa do Caramulo (Campeonato de Portugal de Montanha), a Rampa Histórica do Caramulo, o Rally Histórico Luso-Cara-

mulo, o Passeio Histórico ViseuCaramulo, a colecção de automóveis, motociclos, velocípedes e miniaturas do Museu do Caramulo, a Feira de Automobilia do Museu do Caramulo, concentrações de automóveis e motociclos clássicos no Caramulo, actividades lúdicas out-

door, parques infantis, insufláveis, bares e zonas chill out com música durante todo o evento, entre outras. Criado há 60 anos, o Museu do Caramulo tem uma coleção de arte, outra de automóveis, motos e bicicletas, e uma terceira de brinquedos antigos.


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SOCIEDADE

23/01/2014

IMAGENS ETERNIZAM BELEZA DO PARQUE BIOLÓGICO DA SERRA DAS MEADAS As portas do Teatro Ribeiro Conceição, em Lamego, estão abertas a todos aqueles que queiram conhecer ou redescobrir o Parque Biológico da Serra das Meadas, através de uma exposição de fotografia patente até 26 de Janeiro. Pormenores da vida animal que passam des-

percebidos, a beleza escondida entre os caminhos pedestres e o esplendor da flora que reina naquele espaço são alguns dos temas que os visitantes podem apreciar. A mostra Natureza Objetiva revela as melhores 49 imagens captadas por fotógrafos profis-

sionais e amadores, de um concurso que contou com a participação de mais de 130 fotografias. Para a avaliação final foi composto um júri presidido por um representante da Câmara Municipal de Lamego, auxiliado por profissionais de labo-

CONSUMIDORES DE LAMEGO BEBEM ÁGUA “EXCELENTE” E A CUSTO MÉDIO

ratórios existentes na cidade. Os jurados atribuíram nas categorias “fauna” e “flora” o primeiro lugar a Rui Santos, enquanto no tema “paisagem” foi distinguida uma fotografia apresentada por Hugo Ferreira. O prémio monetário por categoria ascendeu a 100 euros.

A água que sai das torneiras das casas dos consumidores do concelho de Lamego é considerada “excelente”, segundo os parâmetros de qualidade analisados pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR). Num estudo agora divulgado, esta entidade conclui ainda que os encargos suportados, em 2011, pelas famílias do concelho, referentes aos serviços de abastecimento de água, saneamento de águas residuais e gestão de resíduos urbanos situam-se, em média, num intervalo entre 10 e 20 euros/ mês, um dos escalões mais baixos do país. Francisco Lopes, Presidente da Câmara Municipal de Lamego, regozija-se com os resultados daquele estudo, e sublinha que “ao contrário do que pensam muitas vezes as famílias do nosso concelho, o custo suportado pelos serviços de abastecimento de água e recolha de lixo é menor, em comparação com aquele que é praticado em outras zonas do país”. O autarca mostra-se ainda satisfeito com a avaliação positiva feita à qualidade da água consumida em Lamego.

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OPINIÃO

23/01/2014

GOLPE DE VISTA

PRÉMIO ESCOLAR MONTEPIO 2013 PARA PROJECTO “RENASCER DAS CINZAS”

este fim, nos espaços exteriores da EST, assume um papel central no projeto. Este equipamento vai permitir produzir as plantar que poderão ser utilizadas nas campanhas de reflorestação previstas, mas também nos jardins públicos do concelho, nos jardins das escolas,... Os alunos participam na recolha das sementes e acompanham o processo de germinação e crescimento das plantas até o seu plantio. Será igualmente um equipamento útil para desenvolver trabalho prático nas disciplinas de Ciências. O projeto está pensado de modo a promover a solidariedade, a ajuda às populações e a partilha de saberes entre os vários elementos da comunidade – professores, alunos, pessoal não docente, instituições e populações do território. Prevê parcerias com as forças vivas da região, muito em particular a Câmara Municipal de Tondela e a associação de freguesias da serra do Caramulo, entre outras que serão convidadas a parti-

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Vinho do Dão, em Viseu, local emblemático deste processo de retorno e que serviu como um dos locais de residência do Instituto de Apoio ao Retorno de Nacionais (IARN) entre 1975 e 1991 nesta região. A recolha de testemunhos teve lugar precisamente na região de Viseu, num trabalho que combina a pesquisa etnográfica no terreno, a história oral, e a investigação histórica. A interpretação está a cargo de André Amálio, Isabelle Coelho, Joana Craveiro, e Rosinda Costa

MUNICÍPIO DE SÁTÃO ASSINA PROTOCOLO COM COMPANHIA DE TEATRO FILANDORRA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE TONDELA TOMAZ RIBEIRO VENCE PRÉMIO ESCOLAR MONTEPIO 2013 sobre a biodiversidade, águas e solos; refletir e agir fundamentadamente sobre medidas de planeamento do território e de recuperação do coberto vegetal e da floresta, são as linhas orientadoras deste projeto vencedor. O projeto apresenta-se como uma oportunidade de promover e melhorar os resultados escolares, uma vez que, usando a motivação inerente ao abordar realidades próximas e conhecidas dos alunos, serão lecionados conteúdos específicos das várias disciplinas, contribuindo para atingir as metas curriculares estabelecidas pelo Ministério da Educação e Ciência para o 3.º CEB. Ao mesmo tempo a escola forma integralmente os seus alunos pela transmissão do conhecimento académico, construção e reforço da identidade e do sentimento de pertença, tornando-os cidadãos ativos, atentos e interventivos. A Criação de um “Centro Reprodutor de germinação de Plantas Autóctones” – estufa devidamente apetrechada para

CULTURA

TEATRO VIRIATO APRESENTA «RETORNOS, EXÍLIOS E ALGUNS QUE FICARAM» NO SOLAR DO VINHO DO DÃO Coproduzida pelo Teatro Viriato e Teatro do Vestido, com texto e direcção de Joana Craveiro, vai ser apresentada nos dias 31 de Janeiro, 1 e 2 de Fevereiro, no Solar do Vinho do Dão, a partir das 21,30 horas, a peça de teatro «Retornos, exílios e alguns que ficaram». Construído a partir de uma aprofundada recolha de testemunhos e histórias de vida de pessoas que viviam nas ex-colónias portuguesas aquando da Descolonização, este espetáculo foi criado especificamente para ser apresentado no Solar do

No último “Golpe de Vista”, por engano, publicámos o projecto Renascer das Cinzas, do Agrupamento de Escolas de Tondela Tomaz Ribeiro, em vez da notícia sobre a atribuição do Prémio Escolar Montepio 2013 àquele projecto, a que aludia a respectiva fotografia. Apesar de alguns leitores nos terem feito chegar o seu agrado pela leitura do projecto, pedimos desculpa pela troca, e transcrevemos o texto que recebemos de Luís Costa.

O Agrupamento de Escolas de Tondela Tomaz Ribeiro (AETTRibeiro) foi distinguido com o Prémio Escolar Montepio 2013, no valor de 25 mil euros, graças ao projeto “Renascer das Cinzas”, apresentado pela Escola Secundária de Tondela (EST), escola sede do agrupamento. O prémio foi entregue no dia 18 de dezembro, em Lisboa, na sede da Fundação Montepio, pela Dr.ª Isabel Alçada, um dos elementos do Júri do concurso. A Fundação Montepio criou o “Prémio Escolar Montepio” em 2008, e conta com o alto patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República. Desde então, tem vindo a distinguir o mérito de quem se dedica e investe na criação e implementação de projetos educativos inovadores. O concurso “Prémio Escolar Montepio 2013”, aberto a todos os estabelecimentos de ensino público a nível nacional, distinguiu apenas três projetos que se destacaram pela qualidade, inovação e impacto esperado. O projeto “Renascer das Cinzas” foi um dos que mereceu receber a distinção de vencedor 2013. Conhecer o património natural, em particular a flora característica e autóctone da serra do Caramulo; pesquisar sobre os efeitos nefastos dos incêndios

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CASA DA CULTURA DE SANTA COMBA DÃO COMEMORA 10 ANOS

cipar na implementação deste projeto. A resolução de um problema concreto – encontrar forma para minimizar os efeitos de um acontecimento catastrófico que foi o incêndio deste verão – promoverá aprendizagens significativas nos alunos e estreitará laços entre a escola e a comunidade. Usando o conhecimento e a capacidade que a escola tem de intervir e de mobilizar a comunidade, esperamos poder desenvolver sinergias e trabalho concreto para fazer o Caramulo “renascer das cinzas”.

Luís Costa ATTRibeiro

(Secção da responsabilidade do Núcleo de Viseu de “OLHO VIVO - Associação para a Defesa do Património Ambiente e Direitos Humanos”) Nota: Críticas e sugestões para a Associação OLHO VIVO, telefone: 912522690 - olhovivo.viseu@gmail.com olhovivoviseu.blogspot.com

O Município de Sátão assinou um protocolo com a companhia de teatro Filandorra Teatro do Nordeste, de Vila Real, um projecto que irá abranger todos os alunos, do pré-escolar ao secundárioNo dia 15 de janeiro foi apresentada a peça de teatro “Auto da Barca do Inferno” aos

alunos do 3º ciclo, no Cineteatro Municipal de Sátão. No dia 4 de abril, os alunos do secundário assistirão à peça “Frei Luís de Sousa”. Em maio, será a vez dos alunos do pré-escolar e 1º ciclo verem a “História de uma Boneca Abandonada” e será também apresentada uma peça aos do 2º ciclo, que ainda não

está definida, em outubro. A Filandorra – Teatro do Nordeste é uma Companhia Profissional de Teatro, com mais de vinte anos de existência e que visa formar novos públicos para o teatro, a partir da divulgação e animação teatral de textos de dramaturgia nacional e universal.

A Casa da Cultura de Santa Comba Dão comemora o seu 10º aniversário no próximo dia 30 de Janeiro. Para assinalar a data, a Câmara Municipal de Santa Comba Dão encontra-se a preparar um programa de actividades, a realizar nos diversos espaços da Casa da Cultura, do qual constam exposições temáticas e actividades culturais e recreativas com vista a recordar os eventos, espectáculos e demais actividades que ali tiveram lugar ao longo de uma década. A cerimónia oficial da comemoração do 10º aniversário da Casa da Cultura de Santa Comba Dão, tem início marcado está marcada para as 17,30 horas do dia 30 de Janeiro, com a recepção aos convidados, descerramento da placa comemorativa, inauguração da exposição “10 anos da Casa da Cultura”, seguindo-se a sessão solene.


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CULTURA

23/01/2014

SÁTÃO CONVIDA A «UM OLHAR SOBRE AS ORIGENS» NO IPDJ E RESTAURANTE McDONALD’s DE VISEU Depois de Tondela, foi agora o concelho de Sátão trazer até Viseu a exposição “ Um olhar sobre as origens”. A mostra vai estar patente, até 2 de Fevereiro, no Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), e no Restaurante McDonald´s, junto à rotunda Paulo VI. No IPDJ, estão patentes os quadros da exposição inaugural da Casa da Cultura de Sátão, gastronomia, artesanato e, ainda, uma pequena resenha fotográfica das atividades do Agrupamento de Escolas de Sátão. No McDonald´s pontificam fotografias de vários monumentos do concelho. Para o presidente da Câmara Municipal de Sátão, Alexandre Vaz, “esta é uma boa oportunidade de mostrar que vale a pena visitar o Sátão, o primeiro concelho do distrito a receber foral, até porque o McDonald´s é um local que recebe cerca de um milhão de pessoas por ano”, reconhece o autarca.

REGIÃO

23/01/2014

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ETAR VISEU SUL VAI ESTAR A FUNCIONAR EM 2016 Quatro meses depois do lançamento da primeira pedra, em cerimónia então presidida por Fernando Ruas, foi a vez do actual presidente da Câmara Municipal de Viseu, Almeida Henriques, presidir à celebração do contrato de consignação da empreitada de execução da “ETAR Viseu Sul”. O acto marca o arranque no terreno de uma infraestrutura que irá servir 90 mil habitantes do concelho pelo período de 40 anos. A construir na zona do Castelo, em Faíl, a ETAR Viseu Sul representa um investimento de 15 milhões de euros. Com as diversas empreitadas associadas ao empreendimento, nomeadamente as acessibilidades, desactivação das estações de S. Salvador e Teivas e construção dos respectivos emissários, o investimento total rondará os 40 milhões de euros. O projecto, cofinanciado pelos fundos estruturais EM 85%, através do Programa Operacional Valorização do Território, deverá ficar concluído em 2016 Na cerimónia de consignação da obra, num dia que Almei-

CÂMARA LANÇA CAMPANHA «VISEU É DE PRIMEIRA ÁGUA» da Henriques considerou “especialmente importante” para os munícipes”, o autarca concluiu que “é de passos como o que acabamos de dar que irá depender um bom futuro ambiental do concelho de Viseu, e a garantia de continuarmos a ostentar galardões, como o de «Melhor cidade para viver»", disse. A nova ETAR irá servir habitantes de Abraveses, Campo, Coração de Jesus, Fail, Fragosela, Mundão, Orgens, Ranhados, Repeses, Rio de Loba,

S. Cipriano, S. João de Lourosa, S. José, S. Salvador, Santa Maria e Vila Chã de Sá. Com recurso a tecnologias de ponta no tratamento de águas residuais, será possível fazer na ETAR Viseu Sul um tratamento terciário até agora inexistente, nomeadamente a reutilização de águas tratadas para limpezas, irrigação de zonas verdes e de zonas agrícolas. “Um processo que irá acrescentar sustentabilidade ao concelho”, reconheceu Almeida Henriques.

Promover a confiança dos munícipes no consumo de água fornecida pelos Serviços Municipalizados, melhorar a informação, e inovar os serviços ao nível da facturação e do pagamento, são os objectivos que presidem ao lançamento, pela Câmara Municipal, da campanha «Viseu é de primeira água». Na acção, 19 viseenses dão o rosto pelo selo “Qualidade Exemplar para Consumo Humano”, atribuído pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos ao Município de Viseu.

«CANTORIAS» DE VILA CHÃ DE SÁ CANTOU AS JANEIRAS A DURÃO BARROSO O Grupo de Cantares «Cantorias», de Vila Chã de Sá (Viseu), deslocou-se este ano até Bruxelas, para ali cantar as Janeiras a Durão Barroso. Um gesto que sensibilizou o presidente da Comissão Europeia, que recebeu e aplaudiu a comitiva viseense com “visível satisfação”, como reconheceu José Ernesto Pereira da Silva, que liderava a comitiva, da qual fazia ainda parte o também viseense e secretário de Estado das Comunidades Portugueses, José Cesário. O Cantar das Janeiras a Durão Barroso aconteceu um ano depois do «Cantorias» ter sido recebido pelo então Papa Bento XVI, para idêntica iniciativa, numa peregrinação realizada ao Vaticano, tendo depois participado, em Fevereiro de 2013, na inauguração do novo Paço Episcopal de Viseu. Já no início deste ano, o Grupo actuou no Ministério da Economia, no Tribunal Constitucional, e na Assembleia da República.

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REGIÃO

23/01/2014

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DESPORTO

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CAMINHO DE SANTIAGO UNE CINCO MUNICÍPIOS DE VISEU E AVEIRO Os municípios de Tondela, Vouzela, Oliveira de Frades, no distrito de Viseu, Sever do Vouga e Albergaria-a-Velha, no distrito de Aveiro, e a Turismo Centro de Portugal assinaram na Câmara Municipal de Vouzela um protocolo para implementação do Caminho de Santiago, no âmbito de uma estratégia de reforço do turismo religioso. O protocolo estabelece o compromisso dos cinco municípios de elaborarem, até novembro, o traçado oficial do Caminho Português de Santiago pelo interior, que terá cerca de 100 quilómetros, com ligação ao já conhecido Caminho Principal. No traçado constarão todas as informações úteis, com indicações dos pontos de interesse a serem visitados nas localidades limítrofes ao Caminho. Deste projecto faz também parte a recuperação de um edifício, em

Albergaria, com a finalidade de se transformar em albergue de apoio aos peregrinos. Os municípios envolvidos ficam ainda responsáveis pela conservação, limpeza e sinali-

zação do traçado, bem como pela sua promoção nacional e internacional, em parceria com a Turismo Centro de Portugal, com recurso a uma candidatura a fundos do próximo do QREN.

Rui Ladeira, presidente da Câmara Municipal de Vouzela, e anfitrião da cerimónia, realça a vontade dos autarcas envolvidos em “investigar o contexto e todo o conteúdo técnico dos Caminhos de Santiago”, ressalvando, entretanto, que se não houver enquadramento comunitário, “há vontade dos municípios de assumir as despesas, a sinalização e toda a informação”, O presidente da Câmara de Tondela, José António Jesus, lembrou que a repercussão deste tipo de investimentos não é facilmente mensurável, pois "há um conjunto de investimentos que, não sendo facilmente avaliados, trarão implicações a montante no desenvolvimento económico e, acima de tudo, em territórios de baixa densidade", afirmou, sublinhando que muitos dos impactos acontecerão fora dos principais centros das cidades e das vilas.

CARLOS MARTA (RE)ASSUME DIRECÇÃO DA ESCOLA PROFISSIONAL DE TONDELA E TELMO ANTUNES DIRIGE SEGURANÇA SOCIAL DE VISEU Depois de ter cumprido três mandatos na presidência da Câmara Municipal de Tondela, Carlos Marta (re)assume agora a direcção da Escola Profissional desta cidade, cargo que era ocupado Miguel Rodrigues, actual vereador da Autarquia. Carlos Marta, que desempenha, desde 28 de Agosto do ano passado, as funções de presidente do Conselho de Administração da Fundação do Desporto, regressa assim a uma instituição de ensino da qual foi

seu primeiro director, e a que sempre esteve ligado pessoal e institucionalmente. Um regres-

so que, segundo o próprio já fez saber, poderá ser, “apenas e só, uma situação transitória”.

Também o ex-presidente da Câmara e actual presidente da Assembleia Municipal de Vouzela, Telmo Antunes, assumiu há uma semana o cargo de director interino do Centro Distrital de Viseu do Instituto da Segurança Social Segurança Social de Viseu. Um cargo que estava a ser ocupado por Leonel de Carvalho, desde que Joaquim Seixas decidiu integrar a lista do PSD à Câmara Municipal de Viseu, onde assumiu depois a vice-presidência desta Autarquia.

CÂMARA DE VISEU REFORÇA APOIOS A 1 361 CRIANÇAS A Câmara Municipal de Viseu deliberou, em reunião do executivo, avançar com um apoio social de 45 mil euros a 1361 crianças do 1º ciclo do ensino básico, para o ano letivo 2013/2014, tendo em vista as-

segurar a sua frequência e alimentação escolares. O número de crianças subiu 5 por cento. Para o vice-presidente da Autarquia, Joaquim Seixas, que presidiu à reunião, este “é um apoio decisivo ao sucesso escolar e à

inclusão de famílias carenciadas”. A maioria das crianças abrangidas, cerca de 75 por cento, são residentes nas freguesias fora da zona urbana. Face ao ano letivo 2012/2013, o número de beneficiários reflete

um aumento de 5 por cento, o que se traduz, em termos individuais, num aumento de 33 euros. O apoio constitui uma das medidas do programa “Viseu Educa”, integrado na estratégia municipal.

Director: Ricardo Silva • Redacção - Chefe de Redacção: José Cardoso • Colaboradores:Afonso Marques, Carlos Bergeron, Carlos Vieira e Castro, José Lapa, José Reis, Luís Lopes, Manuel Morgado Propriedade: José Cardoso • Depósito legal n.º 146546/00 • N.º de registo no ICS - 117441 N.º fiscal de contribuinte - 135605547 • Departamento Comercial: Luísa Matos (publicidade@jornalviarapida.com) Edição On-line: Marco Alexandre • Paginação e Arranjo Gráfico: ROSTO CRIATIVO - Viseu Impressão: TIPOGRAFIA OCIDENTAL - Viseu • Tiragem: 4.000 Ex. www.jornalviarapida.com Os artigos de opinião publicados neste Jornal são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. Sede e Redacção: Rua D. Francisco Alexandre Lobo, 55-3.º dto • 3500-071 Viseu Contactos: Tel. - 232426058 • Telem. - 966061468 • Fax - 232426058 • E-mails - geral@jornalviarapida.com - publicidade@jornalviarapida.com

TIAGO COSTA REFORÇA ACADÉMICO DE VISEU

ÁRBITRA DE VISEU REPETE INSÍGNIAS DA FIFA Olga Almeida, árbitra da Associação de Futebol de Viseu, acaba de ser distinguida, pelo segundo ano consecutivo, com a atribuição das insígnias da FIFA, um feito até agora inédito no quadro da arbitragem do distrito. A assistente de futebol feminino posiciona-se assim entre os 30 juizes nacionais que receberam este ano a certificação internacional para apitar. A Associação de Futebol de Viseu e o seu Conselho de Arbitragem, já manifestaram o “enorme orgulho por tão alta distinção” atribuída a Olga Almeida, que passa a fazer parte “do número restrito dos melhores árbitros do mundo”.

O Académico de Viseu acaba de formar contrato, até ao final da época 2013/2014, com o polivalente Tiago Costa, um jogador com características especiais, o que lhe permite fazer várias posições em terreno de jogo. Proveniente da formação do DOXA, equipa chilena da cidade de Nicosia, ocupa preferencialmente posições quer defensivas quer ofensivas do corredor direito do campo. Tiago Costa, 28, anos tem um percurso desportivo iniciado nas escolas do Benfica. Para além do Sport Lisboa e Benfica, entre vários outros clubes, representou o Hearts da Escócia, Vitória de Setúbal, Vihren da Bulgária, Estoril Praia, Rio Ave, Olimpiakos de Nicosia, Hapoek de Tel Aviv, DOXA.

MEIA CENTENA NO 10º TORNEIO DA O.M. DO CLUBE DE GOLFE Por: Álvaro Marreco A última prova da O.M. do clube de golfe de Viseu, foi disputada no percurso Caramulo do Montebelo por cerca de meia centena de jogadores, que não tiveram medo da anunciada chuva e do estado pesadíssimo do campo. Convém lembrar os “habitués faltosos”, que este desporto - tal como o futebol pode ser praticado com chuva, desde que o percurso esteja minimamente jogável. Atendendo aos condicionalismos apontados, eram previsíveis fracos resultados, no entanto apareceram dois “outsiders” que rebentaram a escala. Foram protagonistas, o “regressado” Carlos Ferreira que entregou um cartão com 41 pontos e venceu claramente a 2ª categoria e o António Araújo com

39 que assim alcançou a 2ª posição da mesma categoria. Seguiram-se, o Carlos Rodrigues (1º da 1ª catª)à frente do Dimas Silva (1º sénior) e Vitor Dias (1º da 3ª catª) todos com 34 e José Santos, Paulo Domingues

(2º da 1ª catª), José Artur, Jaime Fernandes e Isabel Guedes (1ª senhora) todos com 33. O José Santos foi consagrado como campeão gross, mercê dos 24 pontos que obteve, deixando o Paulo Domingues, Car-

los Rodrigues e Bruno Melo a 5 pontos e Leonel Seixas, Carlos Tinoco e Carlos Ferreira a 6. Foram também galardoados, o Bruno Esteves como 2º classificado da 3ª catª, Bruno Melo autor da pancada mais longa e Carlos Tinoco que obteve a pancada mais certeira. Contabilizados os resultados de 7 das 10 provas da O.M., os pódios das diversas categorias em disputa, ficaram do seguinte modo: 1ª catª 1º Leonel Seixas, 2º João Andrade e 3º Jorge Toste; 2ª catª 1º António Araújo 219, 2º Jaime Fernandes e 3º Jorge Sousa; 3ª catª 1º António Abrantes, 2º Isabel Guedes e 3º Vitor Dias; Senhoras 1ª Elisabete Pinto, 2ª Lurdes Prata e 3ª Teresa Cabral; e Seniores 1º Álvaro Marreco, 2º Carlos Miranda e 3º José Marques

CORTA-MATO DE MANGUALDE DISPUTA-SE A 1 DE FEVEREIRO Mangualde acolhe no dia 1 de fevereiro, sábado, pelas 15 horas, o Campeonato de

Portugal de Corta-Mato Longo ANDDI, e o Campeonato Distrital de Corta-Mato da

Associação de Atletismo de Viseu. As provas realizam-se no

Circuito Carlos Ferreira e contam com o apoio da Câmara Municipal de Mangualde.


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23/01/2014

CARTÓRIO NOTARIAL Notária – Anabela Maria Bicho Oliveira Antunes Ferreira Rua Conselheiro Afonso de Melo, 31,3.º - Salas 306 e 307 – VISEU

CARTÓRIO NOTARIAL Notária – Anabela Maria Bicho Oliveira Antunes Ferreira Rua Conselheiro Afonso de Melo, 31,3.º - Salas 306 e 307 – VISEU

EXTRACTO

EXTRACTO

Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que foi exarada hoje, neste Cartório, sito na Rua Conselheiro Afonso de Melo, 31, 3º andar, Salas 306 e 307, em Viseu, de folhas 5 a folhas 6, do livro de notas para escrituras diversas com o número 121-A, uma escritura de Justificação, pela qual, Manuel Teixeira Lopes Norte e mulher Maria Isabel Gonçalves da Fonseca Norte, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, naturais ele da freguesia de S. Salvador, concelho de Viseu, onde residem no lugar de Santarinho, na Quinta da Cruz, lote 2, ela da freguesia do Campo Grande, concelho de Lisboa, se declararam, com exclusão de outrem, donos e legítimos possuidores do seguinte prédio: Rústico, sito na Quinta do Cubo, composto por terra de sequeiro com videiras, oliveiras e fruteiras, com a área de quinhentos metros quadrados, que confronta do norte com herdeiros de José Teixeira Lopes Norte, do sul com ecopista, do nascente com herdeiros de José Lopes Norte e do poente com herdeiros de João Antunes de Matos, omisso na Conservatória do Registo Predial de Viseu, inscrito na matriz, em nome de Manuel Teixeira Lopes Norte e herdeiros de José Teixeira Lopes Norte, sob o artigo 160, da União das Freguesias de Repeses e S. Salvador, concelho de Viseu, que teve origem no artigo 189 rústico da freguesia de S. Salvador. Mais certifico, que os justificantes alegaram na dita escritura, terem adquirido metade indivisa do identificado prédio no ano de mil novecentos e oitenta e nove, por partilha meramente verbal por óbito de José Lopes Norte e mulher Silvina de Jesus Teixeira, residentes que foram no referido lugar de Santarinho e posteriormente no mesmo ano a outra metade indivisa por doação meramente verbal de José Teixeira Lopes Norte, casado, residente que foi na Quinta do Norte, em Viseu, sem que no entanto ficassem a dispor de título formal que lhes permita o respectivo registo na Conservatória do Registo Predial; mas desde logo entraram na posse e fruição do prédio, em nome próprio, posse que assim detêm há mais de vinte anos, sem interrupção ou ocultação de quem quer que seja, sendo porém certo que têm exercido no aludido prédio, os poderes de facto correspondentes ao direito de propriedade, fruindo como donos as utilidades possíveis à vista de todos e sem discussão nem oposição de ninguém, tendo assim invocado a sua aquisição por usucapião. Está conforme o original. Viseu, 13 de Janeiro de 2014 A Técnica do Notariado no uso de poderes delegado pela Notária: (Paula Cristina Cardoso Pinto Correia)

Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que foi exarada hoje, neste Cartório, sito na Rua Conselheiro Afonso de Melo, 31, 3º andar, Salas 306 e 307, em Viseu, de folhas 15 a folhas 16 verso, do livro de notas para escrituras diversas com o número 121-A, uma escritura de Justificação, pela qual, Maria Guilhermina da Costa Monteiro Damião e marido Leonel Correia Damião, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, naturais, ela da freguesia de Santos Evos, concelho de Viseu, onde residem na Rua Prof. Lobélia, n.º 17, ele da freguesia de Viseu (Santa Maria de Viseu), concelho de Viseu, se declararam, com exclusão de outrem, donos e legítimos possuidores dos seguintes prédios, sitos na freguesia de Santos Evos, concelho de Viseu: 1 – Rústico, sito na Bessada, composto por terra de semeadura de milho, videiras, macieira e oliveira, com a área de duzentos e setenta metros quadrados, que confronta do norte com António de Almeida Cunha, do sul com Manuel Lopes dos Santos, do nascente com Manuel Marques da Fonseca e do poente com caminho, omisso na Conservatória do Registo Predial de Viseu, em nome de Maria dos Anjos, sob o artigo 1216; 2 – Rústico, sito no Redondo, composto por terra de pinhal e mato, com a área de quatrocentos e oitenta metros quadrados, que confronta do norte com António de Almeida Cunha, do sul e poente com Manuel Lopes dos Santos e do nascente com Cipriano de Almeida Pereira, omisso na Conservatória do Registo Predial de Viseu, inscrito na matriz, em nome de Maria dos Anjos, sob o artigo 1246; 3 – Rústico, sito na Costeira, composto por terra de pinhal e mato, com a área de mil e cinquenta metros quadrados, que confronta do norte com Dr. Luís Albano, do sul e nascente com Manuel Lopes dos Santos e do poente com herdeiros de João Gomes, omissos na Conservatória do Registo Predial de Viseu, inscrito na matriz, em nome de Maria dos Anjos, sob o artigo 1258. Mais certifico, que os justificantes alegaram na dita escritura, terem adquirido os identificados prédios no ano de mil novecentos e oitenta, por partilha meramente verbal por óbito de Maria dos Anjos, viúva, residente que foi em Santos Evos, avó da justificante, sem que no entanto ficassem a dispor de título formal que lhes permita o respectivo registo na Conservatória do Registo Predial; mas desde logo entraram na posse e fruição dos prédios, em nome próprio, posse que assim detêm há mais de vinte anos, sem interrupção ou ocultação de quem quer que seja, sendo porém certo que têm exercido nos aludidos prédios, os poderes de facto correspondentes ao direito de propriedade, fruindo como donos as utilidades possíveis à vista de todos e sem discussão nem oposição de ninguém, tendo assim invocado a sua aquisição por usucapião. Está conforme o original. Viseu, 21 de Janeiro de 2014 A Técnica do Notariado no uso de poderes delegado pela Notária: (Paula Cristina Cardoso Pinto Correia)

(Jornal Via Rápida 23.01.2014)

CARTÓRIO NOTARIAL Notária – Anabela Maria Bicho Oliveira Antunes Ferreira Rua Conselheiro Afonso de Melo, 31,3.º - Salas 306 e 307 – VISEU

23/01/2014

ACTUALIDADE

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Foto: Rui da Cruz

MICROSOFT QUER FIXAR TALENTOS E CRIAR 150 POSTOS DE TRABALHO EM VISEU

(Jornal Via Rápida 23.01.2014)

EXTRACTO Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que foi exarada hoje, neste Cartório, sito na Rua Conselheiro Afonso de Melo, 31, 3º andar, Salas 306 e 307, em Viseu, de folhas 13 a folhas 14, do livro de notas para escrituras diversas com o número 121-A, uma escritura de Justificação, pela qual, Luís Miguel Fernandes Marques e mulher Maria dos Anjos Fernandes Correia Marques, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, naturais da freguesia de Viseu (Santa Maria de Viseu), concelho de Viseu, residentes na Rua Principal, n.º 236, Oliveira de Cima, Bodiosa, Viseu, declararam que o justificante é com exclusão de outrem dono e legítimo possuidor dos seguintes prédios: 1 – Rústico, sito nos Fiais, freguesia de Ribafeita, concelho de Viseu, composto por pinhal e mato, com a área de cento e oitenta metros quadrados, que confronta do norte com José Pereira dos Santos, do sul com Américo Alexandre, do nascente com João Lopes e do poente com António Cardoso, omisso na Conservatória do Registo Predial de Viseu, inscrito na matriz, em nome de herdeiros de Custódio Rodrigues Marques, sob o artigo 8051; 2 – Rústico, sito no Chão do Monte, freguesia de Bodiosa, concelho de Viseu, composto por pinhal com mato, com a área de quinhentos e quarenta e oito metros quadrados, que confronta do norte com Hermínio Martins Bento, do sul com caminho público, do nascente com Serafim Dias Monteiro e do poente com Júlio dos Anjos Alexandre e outro, omisso na Conservatória do Registo Predial de Viseu, inscrito na matriz, em nome de herdeiros de Custódio Rodrigues Marques, sob o artigo 10286. Mais certifico que os justificantes alegaram na dita escritura terem adquirido os identificados prédios no ano de mil novecentos e noventa e dois, ainda solteiro, por doação meramente verbal de seus avós Custódio Rodrigues Marques e mulher Júlia Marques Alexandre, residentes que foram no referido lugar de Oliveira de Cima, sem que no entanto ficasse a dispor de título formal que lhe permita o respectivo registo na Conservatória do Registo Predial; mas desde logo entrou na posse e fruição dos prédios, em nome próprio, posse que assim detém há mais de vinte anos, sem interrupção ou ocultação de quem quer que seja, sendo porém certo que têm exercido nos aludidos prédios, os poderes de facto correspondentes ao direito de propriedade, fruindo como donos as utilidades possíveis à vista de todos e sem discussão nem oposição de ninguém, tendo assim invocado a sua aquisição por usucapião. Está conforme o original. Viseu, 17 de Janeiro de 2014 A Técnica do Notariado no uso de poderes delegado pela Notária: (Paula Cristina Cardoso Pinto Correia)

Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que foi exarada hoje, neste Cartório, sito na Rua Conselheiro Afonso de Melo, 31, 3º andar, Salas 306 e 307, em Viseu, de folhas 17 a folhas 18, do livro de notas para escrituras diversas com o número 121-A, uma escritura de Justificação, pela qual, Isaura de Oliveira Alves de Sul, viúva, natural da freguesia de Cavernães, concelho de Viseu, onde reside na Rua do Anjo, n.º 6/A, no lugar de Carragosela, se declara, com exclusão de outrem, dona e legítima possuidora do seguinte prédio, sito na freguesia de Cavernães, concelho de Viseu: Urbano, sito em Carragosela, freguesia de Cavernães, concelho de Viseu, composto por casa de arrecadações e arrumos de um pavimento, com logradouro, com a superfície coberta de vinte e um metros quadrados e descoberta de quinhentos e sessenta metros quadrados, que confronta do norte com Rua Pública, do sul com caminho e Isaura de Oliveira Alves de Sul, nascente com Isaura de Oliveira Alves de Sul, e do nascente com caminho, inscrito na matriz, em nome da herança de Rogério de Sul, sob o artigo 323. Mais certifico, que a justificante alegou na dita escritura, ter adquirido o identificado prédio, que entrou na posse do imóvel descrito por doação meramente verbal feita pela titular inscrita no registo predial, que também usava e era conhecida por Maria de Jesus Oliveira, no ano de mil novecentos e cinquenta e cinco, ainda solteira, tendo posteriormente casado sob o regime da comunhão de adquiridos. Desde a referida data que entrou na posse e fruição do prédio, em nome próprio, posse que assim detém há mais de vinte anos, sem interrupção ou ocultação de quem quer que seja, sendo porém certo que tem exercido no aludido prédio, os poderes de facto correspondentes ao direito de propriedade, fruindo como dona as utilidades possíveis à vista de todos e sem discussão nem oposição de ninguém, tendo assim invocado a sua aquisição por usucapião. Está conforme o original. Viseu, 21 de Janeiro de 2014 A Técnica do Notariado no uso de poderes delegado pela Notária: (Elisabete Lopes dos Santos Paiva)

(Jornal Via Rápida 23.01.2014)

(Jornal Via Rápida 23.01.2014)

CARTÓRIO NOTARIAL Notária – Anabela Maria Bicho Oliveira Antunes Ferreira Rua Conselheiro Afonso de Melo, 31,3.º - Salas 306 e 307 – VISEU EXTRACTO

A Microsoft, através da Bizdirect – empresa tecnológica do universo SSI/Sonaecom -, a Câmara Municipal de Viseu e o Instituto Politécnico de Viseu, assinaram no Salão Nobre dos Paços do Concelho, um protocolo que irá permitir a criação, nesta cidade, de um Centro de Competências que, neste ano de arranque, deverá recrutar já 30 jovens. Em pleno funcionamento, prevê a criação de 150 postos de trabalho, contribuindo para a formação de jovens recém-licenciados e licenciados do IPV, ou residentes na área do Município.

O Centro irá fornecer aos seus clientes soluções baseadas em projecto ou tarefa, e vai funcionar nas instalações do edifício do CITEC – Centro de Inovação e Transferência de Tecnologia, no campus do IPV, dedicando-se à prestação de serviços inovadores e de qualidade em tecnologia Microsoft (Dynamics CRM, SharePoint e BizTalk), direccionados para o mercado internacional, onde há défice de recursos qualificados nestas áreas. Através da sua academia, o Centro de Competências de Viseu irá preparar os profissio-

nais para a prestação de serviços de consultoria, desenvolvimento e integração de projectos em vários países com tecnologia produzida localmente, potenciando assim a aquisição de experiência profissional internacional e retendo, desta forma, talentos na região. “Encontrámos em Viseu parceiros que nos dão confiança e segurança para a concretização deste projecto. Existe aqui uma estratégia de crescimento económico, a região é atractiva, e o IPV tem alunos nas áreas de telecomunicações, informática, gestão e engenharia”, justificou

João Mira Santiago, director geral da BizDirect. Para Fernando Sebastião, presidente do IPV, o protocolo agora estabelecido – o segundo concretizado com uma empresa do grupo Sonae -, “é da maior relevância para a instituição, e ocorre em consonância com o trabalho sério que o Instituto e toda a academia têm vindo a desenvolver com qualidade reconhecida não só a nível regional, mas também a nível nacional”. “A cooperação que hoje lançámos não é uma miragem. O processo de desenvolvimento e negócio deste Centro de Competências está pronto, e o processo de recrutamento de jovens licenciados para a sua constituição está também em curso”, congratulou-se o presidente da Câmara Municipal de Viseu, Almeida Henriques, para quem, se o interior do país “não é um oásis, este investimento demonstra que pode ser atractivo para viver, investir, estudar e trabalhar. Em muitos casos mais do que o litoral”. O presidente da Câmara Municipal de Viseu conclui que a criação do Centro de Competências constitui “uma oportunidade de vida para muitos jovens que aqui encontrarão emprego”.


2/Via Rápida

OPINIÃO

23/01/2014

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23/01/2014

JOÃO CARRILHO

CONTINUA A PROMISCUIDADE ENTRE A CÂMARA DE VISEU E O CENTRO CULTURAL DISTRITAL

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Dr. MÁRIO CHAVES LOUREIRO (Médico Especialista) Na última sessão da Assembleia Municipal de Viseu pedi a Almeida Henriques esclarecimentos sobre o protocolo que a Câmara Municipal de Viseu tem vindo a fazer com o Centro Cultural Distrital de Viseu (CCDV), já há alguns anos, que passa pela transferência de 140 mil euros anuais dos cofres da autarquia para o CCDV, segundo o seu próprio presidente da direcção para pagar os salários de 9 funcionários da rede municipal de museus. Uma situação pouco transparente, ainda por cima quando se trata de uma associação com uma actividade muito perto do zero e uma direcção com uma legitimidade abaixo de zero. Os órgãos sociais do CCDV há anos que não convocam eleições, nem prestam contas aos seus associados, pelo menos desde 2010. Pouco ou nada se conhece da sua actividade para além da realização de uma feira à moda antiga e de gerir o Auditório Mirita Casimiro, que mantem fechado quase todo o ano, abrindo-o apenas para o alugar à Câmara Municipal de Viseu para o Festival de Teatro Jovem e aos promotores de uma ou outra conferência ou evento esporádico. Não é o agendamento de uma cançonetista para 8 dias antes das eleições que apaga esta escandalosa inactividade. Em Maio do ano passado, onze associações culturais (ACERT, Cine Clube de Viseu, ProViseu, Zunzum, Gira Sol Azul, Naco, Amarelo Silvestre, Companhia Demente, Grupo Madrugada, Intruso e Nicho) candidataram-se aos órgãos sociais do CCDV, com um plano de actividades que incluía a revitalização do Auditório Mirita Casimiro, de modo a reflectir “toda a produção cultural do distrito”. O presidente da Mesa da Assembleia Geral (AG) comunicou-lhes, na véspera da AG, que a sua candidatura não iria a sufrágio, alegando que não cumpria os requisitos estatutários de ser subscrita pela direcção ou por um terço dos associados. Na AG de 18.05.2013, a existência de irregularidades (a direcção não facultou os dados dos cerca de 200 asso-

ALERGOLOGIA e PNEUMOLOGIA Saiu da Casa de Saúde S. Mateus e mudou consultório para CLÍNICA CARPA

Dra. CARLA CHAVES LOUREIRO ciados, nem foram enviadas convocatórias a todas as associações inscritas), motivou uma proposta para que a eleição fosse adiada e que a direcção do CCDV se comprometesse a subscrever qualquer lista concorrente, aprovada com 23 votos a favor, 8 contra e 2 abstenções. Segundo o jornal Público, o presidente do CCDV “comprometeu-se a acatar esta decisão”. Agora, as onze associações voltam a denunciar, em comunicado, a continuação das ilegalidades, com o presidente do CCDV a recusar-se a cumprir a decisão da AG de 18.05.2013, alegando que tal decisão fora anulada por não constar da ordem de trabalhos, e a não subscrever a sua lista concorrente às eleições convocadas para 1.02.2014, pelo que apelam ao presidente da Mesa da AG para obrigar a direcção a acatar a decisão da AG ou, então, que se demita. Solicitaram ainda uma audiência à Câmara Municipal, uma vez que “desconhece-se o destino de diversos financiamentos públicos recebidos pelo CCDV, onde se incluem verbas concedidas pela Câmara Municipal de Viseu”. O actual presidente da Câmara respondeu ao meu pedido de esclarecimentos, bem como ao que veio a fazer também o deputado municipal Ribeiro de Carvalho, que “os protocolos com o CCDV foram aprovados na CMV por unanimidade”(!!!), mas que “serão reavaliados”. No entanto, na reunião de Câmara de 16 deste mês, Almeida Henriques voltou a renovar o protocolo, propondo um “Acordo de Colaboração entre o Município de Viseu e

o Centro Cultural Distrital de Viseu”, enquanto “agente cultural capaz de colaborar com o Município no apoio, desenvolvimento e dinamização da rede municipal de museus da CM de Viseu”, que teve os votos contra de todos os vereadores da oposição. Será que os impedimentos legais impostos pelo governo na contratação de pessoal pelas autarquias justificam este “bypass” financeiro e esta promiscuidade entre a Câmara de Viseu e uma associação dirigida de forma incompetente e ilegítima, sem qualquer garantia de transparência? O presidente do CCDV disse à Lusa “que o melhor seria não se realizarem as eleições e ser criada uma comissão administrativa para, antes de mais, perceber que associações estão interessadas em continuar no CCDV”. Luis Filipe, que nem faz “nem sai de cima”, ainda não percebeu que a democracia está a passar por aqui. Já vai sendo tempo do Ministério Público avançar com um processo de anulação da norma anti-democrática dos Estatutos do CCDV que limita a participação eleitoral dos seus associados. É o mínimo, no ano em que se comemora o 40º aniversário do 25 de Abril.

vieiraecastro@gmail.com O autor não segue o (des)acordo ortográfico por razões meramente linguísticas

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