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15/05/2014

CONCERTAÇÃO ESTRATÉGICA MARCA O RUMO NA CIM VISEU DÃO LAFÕES

CLIENTE 187631

Autorização Nº DE 0464 - 2005 - DCN

«SABERES E SABORES DA BEIRA» APROXIMAM PORTUGAL DO BRASIL O reforço das relações económicas entre Portugal e o Brasil, marcou as comemorações do 12.º aniversário da Confraria de Saberes e Sabores da Beira, "Grão Vasco", que coincidiu também com a celebração do Capítulo da Primavera num jantar realizado no Hotel Montebelo. Entre os cerca de oito dezenas de confrades e convidados, destaque para a presença do embaixador do Brasil, Mário Vilalva, que aproveitou a oportunidade para contactar com alguns empresários desta região. Ponto alto das celebrações, foi a Lição de Sapiência proferida por Abreu Freire, subordinada ao tema «Os viseenses na Formação da Nação Brasileira», um momento que serviu de mote a outras intervenções focalizadas na importância das relações entre Portugal e o Brasil. Que, segundo Almeida Henriques, presidente da Câmara Municipal de Viseu, poderão ser reforçadas com o acordo que está a ser discutido entre a União Europeia e o «Mercosul» e, deste modo, “ajudar ao incremento das trocas comerciais entre os dois países”. O Almoxarife da Confraria, José Ernesto Pereira da Silva, congratula-se com o “êxito” da celebração do Capítulo da Primavera, sobretudo pelos contactos estabelecidos entre os empresários presentes e o embaixador do Brasil em Portugal.

QUINZENÁRIO DA REGIÃO DE VISEU SAI ÀS QUINTAS-FEIRAS • Director: RICARDO SILVA • ANO XX • Nº 513

15/05/14 • PREÇO: 0,50 €

(IVA incluído)

Autorizado a circular em invólucro fechado Despacho DE 0464 - 2005 - DCN PODE ABRIR-SE PARA VERIFICAÇÃO POSTAL

Ao serviço das Empresas, trabalhadores e público em geral

Serviços Clínicos • Medicina / Saúde Ocupacional e Laboral • Higiene e Segurança do Trabalho • Segurança e Higiene Alimentar / HACCP • Formação Profissional e Comportamental • Clínica Geral Especializada • Medição de Ruídos (Ambiental e Laboral) • Medicina Desportiva c/ Clínicas Móveis • Avaliação de luminosidade, Ambiente e Stress Laboral • Planos de Segurança • Planos e Simulacros de Emergência • Medicina Familiar c/ Consultas Domiciliárias • Assistência de Enfermagem a Lares • Nutrição-Aconselhamento / Consultas • Patologias do Sono • Terapia da Fala • Consultas Especialista «Urologia»

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SHOW DE MODA NO PALÁCIO DO GELO

Manuela Barile Ricardo Chaves

Carlos Fernandes Rio Loco

D.R.

«VISEU A...» DE 24 DE MAIO A 1 DE JUNHO

FESTIVAL DE ARTES PERCORRE 5 MUNICÍPIOS

CÂMARA MUNICIPAL DE VISEU RETIRA JOGOS DA AGENDA DESPORTIVA


2/Via Rápida

OPINIÃO

15/05/2014

PUBLICIDADE

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23/Via Rápida

EMPREGO

25 DE MAIO: DIA DE NOS LIVRARMOS DO GOVERNO TELECOMANDADO PELA TROIKA E DA “OPOSIÇÃO DE ALTERNE” (2ª parte da intervenção na sessão solene da Assembleia Municipal de 25 de abril em representação do Bloco de Esquerda)

A Troika, o governo colaboracionista e a oposição de alterne, a que se prepara para alternar no poder, ou partilhar o poder num Bloco Central, (como Assis já defendeu) e como acontece na Alemanha, prometendo apenas mitigar a austeridade (promessa que nem Hollande cumpriu, abrindo espaço à extrema-direita francesa e alentando a dos outros países), presa que está ao Tratado ou Pacto Orçamental, perpetua o empobrecimento dos portugueses sob o protectorado da senhora Merkel, a qual consegue assim, com os bancos, o que Hitler não conseguiu com os tanques: uma Europa de escravos chefiados por governos fantoches, como já acontece em Itália com dois governos não eleitos desde 2011. Ou governos com nazis, como acontece na Ucrânia, entalada entre dois regimes autoritários de oligarcas corruptos. A Inquisição mais longa da Europa (até ao século XIX) e a mais longa ditadura da Europa no século XX, com as suas polícias tenebrosas, os seus nojentos “bufos”, a censura, a repressão mais feroz, perseguições, prisões (15 mil a 17.500 presos políticos só de 1945 a 1974), campos de concentração e torturas, instilou nos portugueses o Medo de Existir, dissecado por José Gil. José Mário Branco dizia no seu fabuloso e genial FMI: “Nós somos um povo de respeitinho muito lindo, saímos à rua de cravo na mão sem dar conta de que saímos à rua de cravo na mão a horas certas, né filho?” Zeca Afonso dizia o mesmo, sem ironia: “O que é preciso é criar desassossego. Quando começamos a criar álibis para justificar o nosso conformismo, então está tudo lixado! (…) Acho que, acima de tudo, é preciso agitar, não ficar parado, ter coragem, quer se trate de música ou de política. E nós, neste país, somos tão pouco corajosos que, qualquer dia, estamos reduzidos à condição de 'homenzinhos' e 'mulherzinhas'. Temos é que ser gente, pá!”. Honrar o 25 de Abril é defender o desenvolvimento sustentado que crie emprego, defender os serviços públicos, o SNS, a Escola Pública e impedir a política de interioricídio que só investe no litoral, como se vê com os investimentos públicos anunciados para o novo QREN, que aprofundará o despovoamento do interior, extinguindo serviços públicos fundamentais para a fixação das populações, como postos de correio, repartições de Finanças, escolas (começaram pelas que tinham menos de 5

Centro de Emprego e Formação Profissional de Viseu - Serviço de Emprego de Viseu Rua D. José da Cruz Moreira Pinto – lote 6 • 3514-505 Viseu • Telef: 232483460 e-mail: cte.viseu.drc@iefp.pt

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alunos, depois menos de10 e agora já fecham as que têm menos de 21 alunos), serviços hospitalares ( ameaçam retirar até a cirurgia pediátrica do Hospital de Viseu), a confiscação dos baldios à gestão das populações (o que nem Salazar conseguiu),e a asfixia fiscal da pequena agricultura de subsistência. Temos de suster a transferência criminosa e escandalosa de rendimentos do trabalho para o capital que só com a lei de 2012, das horas extraordinárias e dos feriados, foi de 2,3 mil milhões de euros. Temos que desobedecer àTroika e aos seus capatazes que impedem o aumento do Salário Mínimo, o mais baixo da zona euro, quando há um largo consenso entre patrões e sindicatos, e pretendem facilitar ainda mais os despedimentos sem justa causa e perpetuar os cortes nas pensões. Temos de dizer não à chantagem da dívida. De 2002, pelo menos, até 2011, a dívida pública portuguesa era inferior à alemã. Desde que a Troika cá entrou, a dívida subiu de 94% do PIB para 130%. 74 personalidades portuguesas (incluindo 2 assessores do P.R., logo demitidos por Cavaco) defenderam a reestruturação da dívida para Portugal poder crescer, no que foram apoiados por 74 economistas estrangeiros. Nós não somos dívida! Martin Luther King, o mártir dos direitos civis nos EUA, dizia que “É nosso dever moral, e obrigação, desobedecer a uma lei injusta”. A Constituição da República Portuguesa consagra, no Artº 21º, “o direito de resis-

tência”. “Todos têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias e de repelir pela força qualquer agressão, quando não seja possível recorrer à autoridade pública”. Foi o que fez o cônsul Aristides de Sousa Mendes que desobedeceu a ordens expressas de Salazar, e passou vistos a 30 mil refugiados dos nazis, incluindo judeus, o que lhe valeu ser condenado à miséria pelo ditador amigo de Hitler. Foi o que fizeram os 100 mil refractários e desertores da guerra colonial, tantos como os 100 mil jovens que foram combater, a maioria a contragosto, contra os guerrilheiros dos movimentos de libertação. Desobedecer à hierarquia foi o que fez o MFA no 25 de Abril. Foi o que fizeram os alferes Sotto Mayor e o cabo José Alves Costa, condutor de um carro blindado, quando desobedeceram às ordens de um brigadeiro do Regimento de Cavalaria para disparar sobre as tropas de Salgueiro Maia, decidindo definitivamente a sorte do 25 de Abril. Como dizia a poeta Ana Hatherly, “O que é preciso é gente/ gente com dente”/ (…) e mostre o dente potente/ ao prepotente”. “O que é preciso é gente/ que atire fora com essa gente”. A luta continua! O autor não segue o (des)acordo ortográfico por razões meramente linguísticas vieiraecastro@gmail.com

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As ofertas de emprego divulgadas fazem parte da Base de Dados do Instituto do Emprego e Formação, IP. Para obter mais informações ou candidatar-se dirija-se ao Centro de Emprego indicado ou pesquise no portal http://www.netemprego.gov.pt/ utilizando a referência (Ref.) associada a cada oferta de emprego. Alerta-se para a possibilidade de ocorrência de situações em que a oferta de emprego publicada já foi preenchida devido ao tempo que medeia a sua disponibilização ao Jornal e a sua publicação.


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22/Via Rápida

CARTÓRIO NOTARIAL Rua Cândido dos Reis, n.º 10, r/c Esq. Viseu - Telef. 232427560 Notária – MARIA LUÍSA CUSTÓDIO LOPES PAIS luisa.pais@notarios.pt EXTRACTO Certifico, para efeitos de publicação, que, a folhas noventa e seis, do Livro de Notas número 168-A, da Notária Maria Luísa Custódio Lopes Pais, com Cartório Notarial em Viseu, na Rua Cândido dos Reis, número 10, rés-do-chão esquerdo, se encontra lavrada em sete de Maio de dois mil e catorze, uma escritura de justificação, na qual outorgaram: Júlio da Silva Lopes e mulher Maria de Lourdes dos Santos Ferreira, casados no regime da comunhão de adquiridos, naturais da freguesia de Viseu (Santa Maria de Viseu), concelho de Viseu, residentes na Rua do Ribeiro, 3, Póvoa de Moscoso, São João de Lourosa, Viseu, NIF 126 567 590 e 155 275 941, os quais declararam: Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem, dos seguintes bens imóveis: Um) prédio urbano composto de casa de andar de construção antiga, destinada a habitação, com um piso, sito na Rua Principal, n.º 3, Póvoa de Moscoso, freguesia de São João de Lourosa, concelho de Viseu, com a superfície coberta de vinte e dois metros quadrados, inscrito na matriz sob o artigo 663, omisso na Conservatória do Registo Predial de Viseu; Dois) prédio urbano composto de casa de andar de construção antiga, destinada a arrecadações e arrumos, com um piso, sito na Póvoa de Moscoso, freguesia de São João de Lourosa, concelho de Viseu, com a superfície coberta de vinte e oito metros quadrados, a confrontar do Norte e do Poente com caminho, do Sul com Júlio da Silva Lopes e do Nascente com António Loureiro, inscrito na matriz sob o artigo 664, omisso na Conservatória do Registo Predial de Viseu; Que o prédio acima identificado sob o número um veio à sua posse, já no estado de casados entre si, por doação meramente verbal, feita por Francisco Pais Lopes (em nome de quem se encontra inscrito na matriz), e mulher Maria das Dores, residentes que foram em Póvoa de Moscoso, São João de Lourosa, Viseu, avós do justificante marido, doação essa efectuada em dia e mês que não podem precisar, mas que ocorreu por volta do ano de mil novecentos e oitenta; E que o prédio identificado sob o número dois veio à sua posse, também já no estado de casados entre si, por compra meramente verbal, feita aos herdeiros de Maria do Agostinho (em nome de quem se encontra inscrito na matriz), viúva, residente que foi em Póvoa de Moscoso, São João de Lourosa, Viseu, compra essa efectuada em dia e mês que igualmente não podem precisar, mas que ocorreu por volta do ano de mil novecentos e oitenta. Que dado o modo de aquisição, não têm eles justificantes possibilidade de comprovar pelos meios normais o seu direito de propriedade perfeita, mas a verdade é que são eles os titulares desse direito, pois têm possuído os aludidos prédios há mais de vinte anos, ininterruptamente, com o conhecimento de toda a gente, sem a menor oposição de quem quer que seja, considerando-se e sendo considerados como seus únicos donos, na convicção que não lesavam quaisquer direitos de outrem, tendo a sua actuação e posse sido de boa fé, posse essa que se tem materializado na sua utilização para arrumações, fazendo obras de reparação e de reconstrução e habitando-o, sendo por isso uma posse em nome próprio, contínua, pública e pacífica, o que conduziu à aquisição daqueles prédios por usucapião que expressamente invocam, justificando o seu direito de propriedade para efeitos de registo, dado que esta forma de aquisição não pode ser provada por qualquer outro título formal extrajudicial. Está conforme o original. Cartório Notarial de Viseu, sete de Maio de dois mil e catorze. A Notária: Maria Luísa Custódio Lopes Pais (Jornal Via Rápida 15.05.2014)

(Jornal Via Rápida - N.º 513 de 15.05.2014)

15/05/2014

CARTÓRIO NOTARIAL Notária – Marina da Conceição de Sousa Alves Martins de Carvalho Rua dos Olivais n.º 4 – VISEU EXTRACTO Marina da Conceição de Sousa Alves Martins de Carvalho, notária deste Cartório, certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que no Cartório Notarial de Viseu, sito na Rua dos Olivais, nº 4, no livro de notas nº 158 a folhas 110, foi lavrada uma escritura de Justificação, pela qual ANTÓNIO DOS SANTOS OLIVEIRA, c.f. 130796840 e mulher MARIA DE JESUS ALVES, c.f. 130796794, casados em comunhão de adquiridos, naturais da freguesia de Cepões, concelho de Viseu, onde residem na Rua do Aeródromo, nº 9, lugar de Nelas, declararam que são donos e legítimos possuidores com exclusão de outrem, dos seguintes prédios, sitos na freguesia de União das Freguesias de Barreiros e Cepões, concelho de Viseu: 1Rústico – terra de milho de sequeiro com castanheiros e testada de pinhal, sito ao Chão Redondo, com a área de 6255m2, a confinar do norte e poente com António de Almeida Alves do Sul com Eduardo Gomes e do Nascente com caminho, inscrito actualmente na matriz sob o artigo 11321 e anteriormente inscrito na matriz sob o artigo 9985 da freguesia de Cepões. 2- Rústico – terra de milho regadio, testada de pinhal e mato, sito á Tapada, com a área de 9702m2, a confinar do norte com rio, sul com Henrique de Oliveira do Nascente com Hilário José de Jesus e do poente com Moinhos, inscrito actualmente na matriz sob o artigo 10647 e anteriormente inscrito na matriz sob o artigo 9289 da freguesia de Cepões. 3- Rústico – terra de milho de regadio com videiras, sito á Macieira, com a área de 1251m2, a confinar do norte Bernardino de Oliveira e sul com Eduardo de Campos, nascente com Henrique de Oliveira e do poente com José Marques, inscrito actualmente na matriz sob o artigo 10871 e anteriormente inscrito na matriz sob o artigo 9513 da freguesia de Cepões. 4- Rústico – terra de milho de sequeiro com videiras e testada de pinhal e mato, sito às Eiras, com a área de 2414m2, a confinar do norte e poente com Eduardo Gomes do Sul com Eduardo Campos e no Nascente com Aires Gomes, inscrito actualmente na matriz sob o artigo 10739 e anteriormente inscrito na matriz sob o artigo 9381 da freguesia de Cepões. 5- Rústico – terra de milho e regadio com videiras, sito ás Macieiras, com a área de 773m2, a confinar do norte com Eduardo Campos do Sul e poente com caminho e do nascente com Henrique de Oliveira, inscrito actualmente na matriz sob o artigo 10863 e anteriormente inscrito na matriz sob o artigo 9505 da freguesia de Cepões. 6- Rústico – terra de milho de sequeiro, sito á Macieira, com a área de 92m2, a confinar do norte com Henrique de Oliveira do sul António de Almeida Alves do nascente com Aires de Carvalho e do poente com Henrique de Carvalho, inscrito actualmente na matriz sob o artigo 10875 e anteriormente inscrito na matriz sob o artigo 9517 da freguesia de Cepões. 7- Rústico – terra de milho de regadio com videiras, sito á Tapada, com a área de 631m2, a confinar do norte Florêncio de Almeida, sul Eduardo de Campos e nascente e poente com rio, inscrito actualmente na matriz sob o artigo 10613 e anteriormente inscrito na matriz sob o artigo 9255 da freguesia de Cepões. 8- Rústico – terreno com uma belga de mato, sito ao Barroqueiro, com a área de 500m2, a confinar do norte e nascente com Eduardo Gomes, do sul Baldio e poente com Daniel Batista Mourão, inscrito actualmente na matriz sob o artigo 11029 e anteriormente inscrito na matriz sob o artigo 9672 da freguesia de Cepões. Que os prédios acabados de identificar não se encontram descritos na Conservatória do Registo Predial de Viseu. 9- Três quartos indivisos de um prédio rústico, sito ao Barroqueiro, inscrito actualmente na matriz sob o artigo 11018 e anteriormente inscrito na matriz sob o artigo 9661 da freguesia de Cepões, a confinar do norte com Eduardo Campos, do nascente com floresta, do sul baldio e do poente com barroca; descrito na referida Conservatória do Registo Predial sob o número 4560, da freguesia de Cepões e ali sem inscrição em vigor quanto a este direito. Que os referidos prédio vieram à posse dos justificantes da forma seguinte: a verba 1, por compra que fizeram a Maria dos Santos Lima, Zulmira de Lima e Germano de Lima, por volta do ano de 1971; a verba 2 a 7 e 9, por compra que fizeram a Augusto Ferreira do Souto e mulher Laura Lourenço, por volta do ano de 1974; a verba 8 a António Júlio de Magalhães e mulher Maria Joaquina de Magalhães, residentes que foram no Brasil, por compra, por volta do ano de 1980. Que á data não formalizaram qualquer ato de transmissão, pelo que os justificantes não dispõem de titulo para provar pelos meios normais o seu direito de propriedade sobre os prédios, porém desde então, que como seus donos e nessa convicção deles têm usufruído, nele semeiam as culturas típicas da região, podam videiras, colhem uvas, limpam o mato e cortam a lenha e pinheiros, e na verba indicada sob o número 9 juntamente com os comproprietários Joaquim Rodrigues Mourão, Joaquim Marques de Almeida e Arminda Rodrigues Mourão, o que fazem há mais de 20 anos, ininterruptamente, à vista e com o conhecimento de toda a gente e sem oposição de quem quer que fosse, exercendo assim nos prédios uma posse contínua, pública e pacífica, pelo que adquiriram aquele direito por usucapião que a seu favor invocam, por não disporem de documento para registo. ESTÁ CONFORME O ORIGINAL. Cartório Notarial, Rua dos Olivais nº 4 – 14/05/2014 A Notária, Marina da Conceição de Sousa Alves Martins de Carvalho (Jornal Via Rápida 15.05.2014)

ACTUALIDADE

15/05/2014

3/Via Rápida

VIRIATO LEVA «VISEU A…» CONCELHOS VIZINHOS - FESTIVAL DE ARTES CENTRADO EM VISEU CHEGA A TONDELA, MANGUALDE, NELAS E S. PEDRO DO SUL D.R.

Ao todo, são 14 estreias num universo de 26 espectáculos de teatro, dança, novo circo, música, performance, instalação e cinema de animação. É o regresso do Festival de Artes «Viseu A…», organizado pelo Teatro Viriato, com o envolvimento de vários parceiros, a decorrer de 24 de Maio a 1 de Junho. As actividades extravasam os limites da capital do distrito, e estendem-se este ano aos concelhos de Tondela, Mangualde, Nelas e S. Pedro do Sul. Único na região, não apenas pelo número de espectáculos a apresentar, mas também pelo número de espectáculos produzidos in loco, o projecto concretiza aquilo que para o director Paulo Ribeiro constituiu sempre um sonho do Teatro Viriato: “sair fora de portas”. “No ano passado tivemos a primeira festa, e este ano, com os parceiros e a sua envolvência fantástica, conseguimos dar um pulo enorme. Conseguimos uma programação que não só sai de portas, como também sai da cidade. Está-se a criar uma dinâmica de uma enorme riqueza e de uma criatividade estonteante”, reconhece Paulo Ribeiro, para quem a segunda edição do «Viseu A…» pretende “deixar memórias, projectar para o futuro, e contribuir para que as gerações possam ter um olhar diferente sobre o seu papel na sociedade”. A primeira edição do Festival «Viseu A…» realizou-se no ano passado em vários espaços da cidade de Viseu, com 24 horas de espectáculos, e foi considerada um sucesso. Como se trata de uma candidatura aprovada no âmbito da Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões, foi decidido alargar o festival a mais quatro concelhos vizinhos, envolvendo a participação de centenas de pessoas (artistas e voluntários) de todas as idades e de todos os quadrantes. O festival conta com a consultoria e coordenação artística de Madalena Victorino e Giacomo Scalisi. Ao logo de nove dias, a programação “ocupa um palco gigante que se atravessa de autocarro e que é feito de terra, asfalto, tijolos, escolas, jardins e praças”. Fazem parte deste processo de criação artística, a

Foto: Rui da Cruz

Rio Loco

ACERT, Binaural/Nodar, Cine Clube de Viseu, Teatro Regional da Serra de Montemuro, a Amarelo Silvestre, o Gira Sol Azul, Lugar Presente e a Companhia Paulo Ribeiro, que proporcionarão uma experiência única para festejar. A adaptação da história de amor de «Romeu e Julieta» por Graeme Pulleyn a duas comunidades que habitualmente vivem de costas voltadas em Nelas, abre o programa deste festival de artes. “Nos dias 23 e 24

de maio, à volta do fogo que emana desta aventura, jovens e adultos irão partilhar as peripécias que caracterizam esta fantástica vivência do amor”. O Teatro Regional da Serra do Montemuro junta-se também a esta festa e fará uma digressão por algumas escolas com a peça de Teatro «À espera que volte» (26 a 29 de maio). A narrativa apresentada reflete sobre a importância da água enquanto recurso essencial de vida. No leque de projetos artísti-

cos criados de raiz dentro do «VISEU A…» destaque também para a instalação visual e sonora «Rua Direita que Finalmente se Entorta» (30 e 31 de maio), conferindo-lhe a esta artéria uma vida nova e surpreendente. O encerramento é celebrado em festa com o concerto dos «Tora Tora Big Band» (01 de junho), um colectivo que reúne um cocktail universal de músicos e várias influências musicais.


4/Via Rápida

REGIÃO

15/05/2014

15/05/2014

DESPORTO

21/Via Rápida

CASA MORTUÁRIA DE TONDELA FICARÁ CONCLUÍDA ANTES DO FINAL DO ANO

«TORNEIO INTERNO» TESTOU TODOS OS NADADORES DO ACADÉMICO

- EQUIPAMENTO DE 215 MIL EUROS SERVIRÁ TODAS AS CONFISSÕES RELIGIOSAS

Por: Irene Frias O excelente complexo de Piscinas do Fontelo foi palco do “Torneio Interno Académico de Viseu”, que contou com todos os elementos pertencentes à secção de natação do clube, proporcionando a todos os nadadores a oportunidade de competirem entre si, estando presentes no mesmo dia, em competição, todos os escalões de formação do Académico, até à equipa principal, permitindo um dia de convívio entre todos. Foi em clima de festa que se desenrolou a iniciativa da Secção de Natação do Académico de Viseu, indo ao encontro do objectivo desta prova, que era promover o intercâmbio entre os diferentes escalões e lançar novos talentos em competição. A prova chegou mesmo a ter momentos de grande competição entre os nadadores mais experientes, registando-se ainda a excelente atitude e capacidade de concentração dos mais novos. Fica a excelente imagem deixada por estes jovens viseenses, tendo sido promovido o salutar e motivador convívio entre todos.

A Câmara Municipal de Tondela espera ver concluído, antes do final do ano, um equipamento desde há muitos anos desejado pelas populações da cidade: a Casa Mortuária. A obra, que representa um investimento de 214.120 euros, foi lançada em cerimónia realizada junto ao velho quartel dos Bombeiros Voluntários, um edifício que irá ser demolido e recons-

truído para acolher a estrutura. Para além dos velórios, habitualmente realizados na capela de Santa Eufémia, o equipamento terá ainda outras funcionalidades. “O imóvel ficará dotado de condições que permitirão, às várias confissões religiosas, poderem utilizar este espaço”, garantiu naquela cerimónia o presidente da Câmara de Ton-

dela, José António de Jesus, para quem o plano de utilização e gestão será regulado no âmbito do serviço à comunidade, dando resposta a outro tipo de eventos, como colóquios e reuniões. A construção da Casa Mortuária de Tondela é o primeiro de um conjunto mais vasto de investimentos que o Município se prepara para concretizar, em função de uma visão estratégica

de planeamento a médio e longo prazo aproveitando, como é o caso desta estrutura, os excedentes do actual quadro comunitário de apoio. “Quanto mais depressa concluirmos e pagarmos esta obra, mais rapidamente o Município a poderá candidatar a esses fundos e reembolsada através do designado plano «overbooking»”, explicou José António de Jesus. Dado o adiantado estado de degradação do edifício, que já foi um dos mais emblemáticos da cidade de Tondela, apenas será aproveitada a fachada principal do velho quartel dos Bombeiros, que será no entanto recriada e recuada para permitir um melhor enquadramento na avenida General Humberto Delgado, ajustando o seu alinhamento com uma pequena praça de entrada do edifício. E, no futuro com a também antiga e contígua residência paroquial,que a Câmara de Tondela pretende requalificar para colocar também ao serviço da comunidade. “Estamos a equacionar um estudo de arquitectura para este edifício. Não perdemos essa ambição”, concluiu José António de Jesus

ABC DE NELAS SOBE À 2ª DIVISÃO NACIONAL A duas jornadas do final do campeonato nacional de Futsal, o ABC de Nelas acaba de concretizar o objectivo maior do Clube: o regresso à segunda divisão nacional, após a vitória no jogo do passado sábado frente ao Gondomar por 10-2. A equipa nelense encontrase no segundo lugar da classificação e tem oito pontos de vantagem sobre o quarto lugar. Sobem à segunda divisão nacional apenas os três primeiros classificados. A equipa do “Coração do Dão” tem a melhor defesa da competição, o segundo melhor ataque, e ainda a maior diferença entre os golos marcados e sofridos.

MUSEU PEDAGÓGICO DE LAMEGO RECORDA ANTIGAS ESCOLAS PRIMÁRIAS A Câmara Municipal de Lamego, em colaboração com a Junta de Freguesia de Avões e os agrupamentos de escolas do concelho transformou a antiga escola de Avões de Lá, encerrada em 2011, num Museu Pedagógico que dá a conhecer aos mais novos e recorda aos mais velhos como era a escola de antigamente. “Espero que seja im-

portante para a preservação da nossa memória histórica e alicerçar o nosso desenvolvimento”, vaticina Francisco Lopes, presidente da autarquia. O novo espaço museológico alberga um pouco da imagem das antigas escolas, do ponto de vista da arquitetura, funcionalidade, materiais e até dos projetos educativos que durante

décadas ajudaram a formar gerações de lamecenses. Não falta o quadro de ardósia, o crucifixo na parede, a palmatória ou as antigas sebentas. A partir de agora, o Museu Pedagógico de Lamego está aberto ao enriquecimento do espólio que tem em exposição, através de doações de particulares.

Na hora de abrir pela primeira vez as portas do novo equipamento foi recordada a ação dos lamecenses que, em 2008, deram os primeiros passos para concretizar este “sonho pedagógico”: Alberto Almeida, João Mendonça, João Pedro, Paulo Oliveira, Henrique Moura Marques e Manuel Almeida, os dois últimos já falecidos.

Director: Ricardo Silva • Redacção - Chefe de Redacção: José Cardoso • Colaboradores:Afonso Marques, Carlos Bergeron, Carlos Vieira e Castro, José Lapa, José Reis, Luís Lopes, Manuel Morgado Propriedade: José Cardoso • Depósito legal n.º 146546/00 • N.º de registo no ICS - 117441 N.º fiscal de contribuinte - 135605547 • Departamento Comercial: Luísa Matos (publicidade@jornalviarapida.com) Edição On-line: Marco Alexandre • Paginação e Arranjo Gráfico: ROSTO CRIATIVO - Viseu Impressão: TIPOGRAFIA OCIDENTAL - Viseu • Tiragem: 4.000 Ex. www.jornalviarapida.com Os artigos de opinião publicados neste Jornal são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. Sede e Redacção: Rua D. Francisco Alexandre Lobo, 55-3.º dto • 3500-071 Viseu Contactos: Tel. - 232426058 • Telem. - 966061468 • Fax - 232426058 • E-mails - geral@jornalviarapida.com - publicidade@jornalviarapida.com

JOGOS DE PENALVA DO CASTELO PROLONGAM-SE ATÉ 27 DE JUNHO Os Jogos Desportivos de Penalva do Castelo, o maior evento desportivo do concelho este ano a cumprir a 11.ª edição, prolongam-se até 27 de Junho, movimentando centenas de praticantes em várias modalidades. A abertura ficou marcada

pela acção de sensibilização «“Conversa sobre os benefícios do exercício físico na nossa saúde”, dinamizada pelos enfermeiros Luís Almeida e Sofia Carvalho, da UCC Pena D`Alva, que salientaram os benefícios da prática regular do exercício físico.


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DESPORTO

15/05/2014

“NÃO HÁ DESCULPAS PARA NÃO SE PRATICAR DESPORTO EM VISEU” CÂMARA DEIXA CAIR JOGOS DESPORTIVOS MAS APRESENTA UMA MÃO CHEIA DE PROPOSTAS PARA A PRIMAVERA / VERÃO

Oitenta dias de movimentação à espera de 25 mil participantes, oitenta mil euros de investimento, e o envolvimento de uma centena de instituições do movimento associativo, são os números do programa de actividades desportivas que arrancaram no último domingo com as manhãs desportivas no Parque Urbano da Radial de Santiago, e prosseguem por todo o concelho, ao longo dos próximos três meses, com eventos e realizações para todos os gostos e idades. “Não há desculpas para não se praticar

desporto em Viseu”, garante Almeida Henriques, presidente da Câmara Municipal, perante um programa que, em seu entender, “convida os viseenses a sair para rua”. O Programa de Actividades Primavera / Verão em Viseu, apresentado no Parque Urbano da Radial de Santiago, um espaço de actividades intergeracionais que a Autarquia quer ligar até ao Fontelo e também à Quinta da Cruz, deixa cair uma das mais emblemáticas realizações lançadas pelos executivos liderados por Fernando

Ruas: os Jogos Desportivos de Viseu, que em 2013 cumpriram 22 anos de realizações ininterruptas. “Foi um projecto importante que nos permitiu avaliar onde e como o Município tem agora de dar um novo incremento, quer em termos de participação de cidadãos, quer do modelo que pretendemos para a prática desportiva no concelho. E a opção foi de não concentrar, numa só iniciativa, actividades que poderão ser prolongadas ao longo de todo o ano, nomeadamente ao nível do desporto nas escolas e de um maior apoio ao desporto federado”, justifica Almeida Henriques. A integração no programa da Meia Maratona de Viseu, que passa agora a designar-se «Meia Maratona do Dão», é uma das novidades apresentadas no calendário de realizações. “Queremos dar ao evento um cariz internacional, integrá-lo no segmento das principais provas do país e, ao mesmo tempo, assegurar patrocínios que o tornem auto-sustentável. Decidimos, por isso, fazer um «upgrade» a esta importante manifestação, e integrá-la na Festa das Vindimas, a realizar em Setembro. Lançamos este de-

safio aos «Ribeirinhos», uma colectividade que continuará a ser o nosso grande parceiro na organização da prova”, explicou Almeida Henriques. Para o presidente da Câmara Municipal, a aposta passa por reforçar, também em termos desportivos, a posição de Viseu como palco de grandes eventos nacionais e internacionais, tal como já acontece com a Volta a Portugal em Bicicleta, Torneio Internacional de Andebol e, no futuro, com a Meia-Maratona do Dão. Almeida Henriques anunciou ainda que os eventos desportivos habitualmente integrados na Feira de S. Mateus, passam também para a responsabilidade da Autarquia. Para além das «Manhãs Desportivas», o Programa de Actividades Primavera / Verão em Viseu inclui um vasto leque de realizações, desde os percursos pedestres, passando pela «Escola Ativa», desportos de praia, orientação, jogos tradicionais, campeonato de ténis de mesa, promoção da actividade física com o «Fitness Welcome Summer», feira do desporto, circuito «Cidade de Viseu» em ciclismo, até a realização, nesta cidade, de uma etapa do campeonato nacional de skate.

XVI JOGOS DE TONDELA ARRANCARAM EM FORÇA NO CARAMULO

Com a realização do «Torneio Interfreguesias» em futebol de cinco - uma aposta ganha pelo Município quando há dois anos «ressuscitou» este modelo, agora, num formato diferente, assente num torneio bastante competitivo que englobou 13 freguesias -, arrancou em força, no Pavilhão do Caramulo, a XVI edição dos Jogos Desportivos de Tondela, que contou com a participação de meia centena de coletividades e instituições. O

evento encerrará no Parque Urbano nos dias 5 e 6 de Julho, dias que coincidem com o fim de semana dos Jogos. O objetivo do Torneio de futebol de cinco, foi incutir o gosto pela prática desportiva entre aqueles que já abandonaram a competição, para além da rentabilização das instalações desportivas existentes por todo o concelho. Ao todo estiveram envolvidos 182 jogadores, 40 dirigentes e técnicos, e 39 jogos dis-

putados em cinco polidesportivos descobertos e três pavilhões desportivos municipais. Com a atribuição dos prémios aos vencedores e participantes no Torneio, estava dado o mote simbólico para a abertura oficial dos Jogos Desportivos de Tondela, que na edição deste ano movimentam mais de um milhar de atletas em 20 modalidades. José António de Jesus, presidente da Câmara Municipal, reforçou a importância de uma iniciativa que “continua a mo-

bilizar um número tão grande de participantes ao fim de 16 anos de realizações ininterruptas, e que continua a dar um contributo fundamental no crescimento dos jovens”. Esta cerimónia foi apresentada pelo Chefe de Divisão de Desporto do Município de Tondela, Carlos Henriques e culminou com a declaração de abertura dos XVI Jogos Desportivos do Concelho de Tondela, proferida pelo vereador do Desporto, Miguel Rodrigues.

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GOLPE DE VISTA

A transferência do Mercado Municipal foi um erro que hoje todos reconhecem, utentes, vendedores e comerciantes da Rua Formosa e da Rua do Comércio. O próprio centro histórico se ressentiu. Tem-se atribuído a culpa do insucesso da nova praça ao projecto de Siza Vieira, mas, na realidade, a culpa foi do dono da obra, o presidente da autarquia, que não disse ao arquitecto o que é que queria fazer da praça. Siza fez uma escultura arquitectónica, sem funcionalidade, mas bonita. Parece uma miniatura do jardim das laranjeiras da Mesquita de Córdoba, só que as magnólias não cresceram o suficiente, nem crescerão se continuarem a não as regar. Um autarca mais avisado, teria entregue a obra a um arquitecto local, que talvez tivesse o bom senso de deixar ficar os telheiros das bancadas, substituindo estas por bancos de jardim, por exemplo. Já o projecto adiantado por Almeida Henriques de implantar uma cobertura, não sabemos se será boa ideia, precisamente por causa das magnólias. A ver vamos… Fernando Ruas nem sequer ouviu os comerciantes da Rua do Comércio e da Rua Formosa que alertaram atempadamente para a falta de funcionalidade das lojas viradas para o interior da Praça, mas sem espaço para ter portas abertas para os dois lados, a praça e a rua. Agora, o novo executivo repescou algumas ideias avançadas pela Associação dos Comerciantes e por partidos da oposição, para revitalizar o Mercado 2 de Maio. Os cerca de 80 inscritos e a afluência de interessados em comprar e trocar fez do evento um sucesso, que terá repetição em Julho. Mas será que Viseu não pode ter uma feira destas todos os meses? Salamanca, por exemplo, tem um “rastro”, todos os domingos, que atrai largas centenas de pessoas. Lisboa tem a “Feira da Ladra”, Porto a “Vandoma”, Paris, entre outros tem o “Mar-

OPINIÃO

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FAZER DO MERCADO 2 DE MAIO UMA PRAÇA A ARDER DE GENTE

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se a actuação do Orfeão de Viseu, da APPACDM Viseu e `por volta das 22 horas, um concerto de A Presença das Formigas”. Este grupo, prémio José Afonso com o seu anterior disco “Ciclorama”, apresentou temas do seu novo CD: “Pé de Vento”, mais uma obra prima da música portuguesa de todos os tempos e de todos os tipos, porque se na origem das temas

está a tradição popular, os arranjos revelam uma sólida e vasta erudição musical. O que não é de estranhar já que, por exemplo, André Cardoso é professor no Conservatório Regional de Música de Viseu, tendo actuado em vários concertos no âmbito do 7º Festival de Música da Primavera de Viseu, que decorreu de 17 de Abril a 11 de Maio.

(Secção da responsabilidade do Núcleo de Viseu de “OLHO VIVO - Associação para a Defesa do Património Ambiente e Direitos Humanos”) Nota: Críticas e sugestões para a Associação OLHO VIVO, telefone: 912522690 - olhovivo.viseu@gmail.com olhovivoviseu.blogspot.com

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UNIÃO DE FREGUESIAS DE VISEU DISPONIBILIZA CONSULTAS DE PSICOLOGIA

A exemplo do que aconteceu no âmbito da assistência médica domiciliária, a União de Freguesias de Viseu acaba de celebrar mais um protocolo na área

chée aux pusses”, Londres, “Porto Bello Road”, Madrid, “o rastro”. O evento mais propalado pela Cãmara foi a a comemoração dos 135 anos da inauguração em 1879 do Mercado 2 de Maio, assim chamado devida à entrada em Viseu, nesse dia de 1834, das tropas liberais comandadas pelo 1º duque da Terceira. Ao cortejo de encenação histórica seguiu-

SOCIEDADE

da saúde. Neste caso com o Centro de Psicologia e Apoio Educativo «Psike», passando assim a disponibilizar consultas a preços simbólicos, e com pos-

sibilidade de acompanhamento gratuito, a cidadãos comprovadamente carenciados, nas valências da psicologia, terapia da fala, psicopedagogia e psico-

motricidade. “É mais um serviço de inquestionável importância, que faz parte das prioridades deste executivo em tempo de dificuldades económicas para muitas pessoas que, de outra forma, não teriam a possibilidade de aceder a estas consultas”, confirma Diamantino Santos, presidente da União de Freguesias de Viseu. As consultas, que incluem crianças, jovens, adultos e idosos, são garantidas pelas psicólogas Sílvia Adão e Tânia Lopes, e pela técnica de psicomotricidade Nadine Duarte. São feitas através de marcação prévia na União de Freguesias de Viseu, pessoalmente ou pelo telefone (232 426 578 e 926 020 774), ou na «Psike» através dos telem. 967 593 808 / 917 091 619), e funcionam às segundas e quartas-feiras , entre as 14.00 e as 19.00 horas, num Gabinete disponibilizado pela autarquia. O preço é de 20 euros por sessão.

VILA DE SANTAR RECUOU À ÉPOCA MEDIEVAL A Associação Cultural e Informativa “Os Amigos de Santar”, com o apoio do Camara Municipal de Nelas e da União das Freguesias de Santar e Moreira, promoveu o evento “Santar Ano 1110”, que contou com um vasto programa dedicado à história secular da Vila de Santar e onde as centenas de visitantes assistiram, no Largo do Paço, a diversas recriações e demonstrações históricas, concertos de música, treinos militares do século XII e exposições de artesanato dessa época. A data de 1110 surge associada às Comemorações desta localidade, pela sua referência num documento anterior à Fundação da Nacionalidade Portuguesa em que as Igrejas de Santar e Moreira foram doadas à Sé de Coimbra, o que atesta a antiguidade desta localidade. Santar surge assim na rota dos eventos culturais históricos, traduzindo o seu potencial enquanto local privilegiado de promoção turística do Concelho de Nelas e atractivo a visitantes de todo o país.


EDUCAÇÃO

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15/05/2014

«ENCONTROS DA VIRIATO» REFORÇARAM LIGAÇÃO DA ESCOLA À COMUNIDADE

Exposições, conferências, oficinas, concursos, desporto, cultura, e acções experimentais em regime de laboratório aberto à comunidade, marcaram, ao longo de dois dias de intensa actividade (8 e 9 de Maio), a sexta edição de uma das mais emblemáticas e mobilizadoras iniciativas da Escola Secundária de Viriato: os «Encontros da Viriato» que, mais uma vez, mostraram à comunidade, sobretudo aos pais dos alunos, o resultado das aprendizagens e a forma como é atingido o sucesso escolar neste estabelecimento de ensino. Nos «Encontros da Viriato», que mantêm os objectivos que estiveram na génese do seu lançamento em 2003, as acções incidiram sobre todas as áreas do conhecimento, divulgando muitos dos conteúdos programáticos leccionados na Escola. “São actividades lectivas como estas que provocam e enriquecem a aprendizagem”, concre-

tiza o director, Carlos Alberto Borges Oliveira. “À escola hodierna cabe uma missão que excede em muito a mera transmissão e aquisição de conhecimentos. Que não se esgota na instrução, mas deve prosseguir também, de forma continuada, na formação integral dos seus alunos. Exigese, pois, uma escola que incorpore e mobilize saberes e recursos, afirmando-se como um espaço de partilha, de descoberta, e de consolidação de saberes”. É neste patamar que o director da Secundária de Viriato posiciona um estabelecimento de ensino que, ao longo dos seus 29 anos de funcionamento, e apesar de todos os constrangimentos, como a falta de obras de melhoramento, inexistência de um auditório e situação do pavilhão gimnodesportivo, sempre soube afirmar-se como “uma escola em movimento, viva, activa, de to-

MEDALHA DE BRONZE NAS OLIMPÍADAS DA FÍSICA O aluno João Francisco Carvalho, da turma B do 11º ano da Escola Secundária de Viriato, em Viseu foi premiado com a Medalha de Bronze, na etapa regional das Olimpíadas de Física – 2014, realizada em Coimbra, tendo sido seleccionado para a etapa nacional a realizar em Lisboa, nos dias 06 e 07 de Junho de 2014. Na fase nacional serão apurados alunos para as Olimpíadas Internacionais a realizar em 2015, na

Índia e para as Olimpíadas Ibero – Ame-ricanas 2015 a realizar em Cocha-bamba, na Bolívia. As Olimpíadas de Física são organizadas pela Sociedade Portuguesa de Física e têm por objectivo incentivar e desenvolver o gosto pela Física nos alunos dos Ensinos Básico e Secundário, considerando a sua importância na educação básica dos jovens e o seu crescente impacte em todos os ramos da Ciência e Tecnologia.

dos, com todos, e para todos”. “O constante jorrar de ideias e projectos – muitos premiados a nível nacional e até internacional – bem como o desenvolvimento permanente de actividades desportivas, culturais e recreativas, têm mostrado ao mundo circundante que somos uma unidade orgânica ousada (…) que aceita os desafios do futuro”, garante Carlos Alberto Oliveira. Que recorda reconhecimentos públicos feitos a esta unidade orgânica, como o que muito recentemente ocorreu no Ministério da Educação e Ciência, através da atribuição do «Selo Escola Secundária». “São reconhecimentos como estes que nos motivam, profundamente, a trilhar os caminhos, não raro espinhosos, que orientam este grande projecto educativo”, conclui o responsável. Entre as actividades programadas, os «Encontros da Viriato» ficaram ainda marcados pela conferência proferida pelo Bispo de Viseu. D. Ilídio Leandro, no âmbito do Ano Europeu da Família, pela palestra «Compromisso da Escola com a Educação para a Democracia, Regras, Disciplina e Responsabilidade Parental» dinamizada por Fernando Acílio Saldanha, e ainda por duas acções destinadas a docentes e abertas à participação de outras escolas: o colóquio «O conto do vigário, Fernando Pessoa e a Matemática», orientado por Jaime Carvalho e Silva do Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra, e o workshop «Voz e Expressão – ferramentas do professor», orientado pela actriz Ilda Teixeira.

«VIRIATO MAIS… À FRENTE» MOBILIZA ANTIGOS ALUNOS Subordinada ao tema «(Ger)Ação Viriato», a edição deste ano dos «Encontros da Viriato» incluiu a realização do I Jantar Convívio de Antigos Alunos, e do «Viriato Mais… À Frente». Um evento da responsabilidade dos Serviços de Psicologia e Orientação, voltado para os alunos do 9.º ano e dos 10.º, 11.º e 12.º anos do ensino secundário, traduzido numa mostra de 43 cursos do ensino superior público, dinamizada por 49 ex-alunos da Escola, oriundos de nove universidades, quatro institutos politécnicos, e Escola Naval. Entre outros objectivos, como a orientação e apoio no processo de escolha e planeamento da carreira dos actuais alunos, divulgação de cursos e instituições do ensino superior público, a iniciativa «Viriato Mais… À Frente», que este ano cumpriu a segunda edição,é um espaço de partilha de experiências e de vivências pessoais entre actuais e ex-alunos da Escola Secundária de Viriato.

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OPINIÃO

15/05/2014

SOCIEDADE

15/05/2014

ESPECTADOR COMPROMETIDO

Startup Weekend Viseu – 16,17 e 18 Maio 2014 O empreendedorismo é hoje em dia uma das ferramentas fundamentais no que respeita ao desenvolvimento económico de qualquer região: Estimula a criatividade e a inovação; gera investimento contribuindo para o desenvolvimento das regiões; cria novos postos de trabalho. Por isso, várias iniciativas têm e estão a acontecer proporcionando, principalmente aos mais jovens e aos mais capacitados, oportunidades de se lançarem como empreendedores. O Startup Weekend que se vai realizar em Viseu em 16, 17 e 18 de Maio de 2014, nas instalações do Campus do IPV, é mais uma iniciativa que se insere neste movimento de estímulo e fomento do empreendedorismo, tendo em vista alargar e rejuvenescer o tecido empresarial e, muito importante, contribuir para a resolução de um dos principais problemas sociais da actualidade – o desemprego e em especial o desemprego jovem.

Trata-se de uma iniciativa já largamente difundida por outras cidades/regiões do mundo e que chega agora a Viseu. Mesmo em Portugal esta iniciativa já se concretizou em várias cidades, sempre com enorme sucesso. Pretende-se proporcionar aos participantes uma oportunidade de apresentarem ideias de negócio que serão submetidas à apreciação e decisão de todos e, sendo as mais escolhidas/votadas, possam, em equipa, ser desenvolvidas e trabalhadas no sentido de, ao final da tarde do dia 18 de Maio de 2014, estarem em condições de serem submetidas à decisão de um Júri altamente qualificada e experiente. Ara todos os participantes, independentemente de a sua ideia ser ou não das mais votadas, é uma oportunidade de se envolverem neste ambiente empreendedor, conhecerem outros potenciais e atuais empreendedores, praticarem e participarem no desenvolvimento de uma ideia aplicando

Para que serve um sítio património da humanidade? Foi este o tema escolhido pela Câmara Municipal de Viseu, para uma interessante conferência que decorreu no Museu Grão Vasco, no passado dia 17 de abril de 2014, no âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios. Esta questão remete-nos para uma outra, que considero bastante pertinente: “Poderá o centro histórico de Viseu ser classificado como património da humanidade?” Para que um local consiga obter essa classificação, deve satisfazer pelo menos um dos critérios estabelecidos pela UNESCO para a

respetiva categoria: Cultural (enquadra 6 critérios) ou Natural (enquadra 4 critérios). Um local pode, ainda, ser classificado como Misto, sendo que obrigatoriamente terá de satisfazer pelo menos um critério cultural e um critério natural. Em qualquer uma destas categorias, os bens devem, também, satisfazer as condições de autenticidade e ter um valor universal excecional. Portugal não possui, ainda, qualquer bem misto classificado, possui uma classificação natural (Floresta Laurissilva, na ilha da Madeira) e várias classificações culturais, das quais se destacam os centros históricos de Angra do

metodologias testadas. De facto, o programa inicia-se com a apresentação (pitch) das ideias que cada um trás para o evento e votação daquelas que se entenderem mais interessantes. À volta das ideias mais votadas serão formadas equipas que irão tratar do seu desenvolvimento e estruturação, utilizando metodologias testadas e com o apoio de mentores já experientes no apoio a projectos de empreendedorismo. Desde o final do dia de sexta-feira (16/5), até ao almoço de domingo (18/5), é trabalhar para melhor aprofundar a ideia de cada equipa. Como apoio ao desenvolvimento das ideias existirão algumas apresentações, por speakers de referência que irão decorrer ao logo destes dias. A partir do final do almoço de Domingo (18/5) é preparar a melhor apresentação possível para impressionar o Jurí através de apresentações a decorrerem a partir do meio da tarde de Domingo (18/5). Ao longo dos dias em que decorre o evento, apesar da existência de um programa, o ambiente de informalidade irá imperar podendo cada equipa organizar o tempo e trabalhar na sua ideia do modo que melhor se adequar. O objectivo é que Domingo a meio da tarde se tenha a melhor ideia/apresentação e impressionar o Jurí. Como saber mais sobre o evento, como esclarecer algumas dúvidas que se tenha do evento, como conhecer o programa, quem é a organização, como se inscrever para participar, quanto custa a participação, etc, etc, etc. , tudo isto pode ser encontrado em viseu.startupweekend.org ou em www.facebook.com/swviseu.

Heroísmo, na ilha Terceira (critérios IV e VI), de Évora (critérios II e IV), do Porto (critério IV), de Guimarães (critérios II, III e IV) e recentemente (2013), a Universidade de Coimbra - Alta e Sofia (critérios II, IV e VI). Tendo em conta os 6 critérios ponderados na classificação de bens culturais, acredito que o centro histórico de Viseu possa conseguir a sua classificação através do critério IV, ou seja, “representa um exemplo excecional de um tipo de construção ou de conjunto arquitetónico ou tecnológico, ou de paisagem que ilustra um ou mais períodos significativos da história humana.” Mas, para que a sua classificação seja possível, existe um longo caminho a percorrer, que exige uma relação de compromisso entre os vários parceiros, incluindo gestores de sítios, autoridades locais e regionais, empresas privadas, instituições de ensino, comunidade local e outras partes interessadas. Mais do que incluir Viseu nos roteiros turísticos do património mundial, a sua candidatura deve servir para que os viseenses tenham mais consciência da sua história, reforçando a relação de identidade. A cidade deve ser atraente para os cidadãos que nela habitam e, se assim for, consequentemente atrairá mais turistas.

Por: José Lapa

A morte de Vasco Graça Moura, homem erudito, o que já não se usa nem ousa ser, deixa um vazio preenchido pela totalidade da sua obra, imensa e transbordante de enciclopedismo: “tudo o que eu quero ser é tudo”. Em tempos do instantâneo, do frugal, escapa aos nossos dias o mastigar sereno da reflexão, a serenidade da sabedoria, a pausa sugestiva do repensar a nossa existência, o nosso espaço. Território sem paixão, sem palavra, o que levou poeta a declarar enfaticamente: “A Portugal está a faltar muita poesia.” O deficit de serenidade migrado da crise para as nossas vidas, que impõe um ambiente cultural inóspito e indesejável, inquina a cidadania. Talvez, por isso, o polemista Vasco tenha lembrado que: “Dizem-nos, que vivemos muito tempo

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Viver é saber morrer acima das nossas possibilidades. Agora vamos viver muito tempo abaixo das nossas necessidades.” Constatação de fato e gravata, onde se atravessa o Acordo Ortográfico, como já perceberam, que combateu tenazmente, em nome da língua portuguesa. Língua que tanto cultivou, semeou, enriqueceu, aprofundou. Dedicoulhe, inclusive, um lamento: “não és mais do que as outras, mas és nossa, / e crescemos em ti.” Já sabemos que a poesia nos liberta, nos ensina a ver, como escreveu Tolentino Mendonça. O espirito livre de Vasco Graça Moura, não tinha outro guia que não fosse o das suas convicções. E, nestas albergava-se, este princípio heterodoxo: “Tudo o que imponha uma dialéctica de opostos é importante. Pelo menos um embrião de conflito. A unanimidade é a mais banal e empobrecedora das situações.” Subjaz assim no seu itinerário uma motivação humanista, que levou muitos a recriarem na sua pessoa a figura renascentista. Gente assim é um oásis num deserto imenso, branco e esquálido, uma contradição prazenteira de um mal nacional, a que um conhecido político chamou pântano, antes de seguir viagem para outros rumos. Vasco Graça Moura, partiu, não sem antes demonstrar à saciedade, o estoicismo com que enfrentou o cancro triplo que o

ameaçava. Este pérfido monstro, não percebeu que nunca conseguiria acabar com o poeta. A obra fica a rir-se do desgraçado. Este seu testemunho de estoicismo e coragem perante a morte inevitável, foi elogiada pelo próprio a Maria José Nogueira Pinto (Prova de Vida, DN 13/07/2011), que passou pela mesma experiência derradeira. Nesse texto, belo, o poeta escreve: “É com alguma melancolia que me ponho a pensar nessa relação, afinal transparente, entre saber viver e saber morrer.”. Afinal, morrer é saber viver. Aliás, Vasco Graça Moura, fazia a elegia do texto de Maria José Nogueira Pinto (Nada me faltará, concluído e publicado no dia da sua morte, em 7/07/2011), com que esta se despedia da vida. Aí, Maria José em síntese prodigiosa, desenhava uma autobiografia cheia de significado. Da morte tinha o poeta, belo poema, que começava assim: quando eu morrer murmura esta canção que escrevo para ti. quando eu morrer fica junto de mim, não queiras ver as aves pardas do anoitecer Vasco Graça Moura, morreu, vivendo até ao último grau de areia da ampulheta da vida, denunciado até ao ultimo minuto a condição em que vivemos: sem alma.

JARDIM TEMÁTICO DEDICADO AO CARDO E AO QUEIJO SERRA DA ESTRELA Os alunos da Escola Superior Agrária, formandos da APPACDM (Viseu) e alunos da Escola Secundária Viriato, em colaboração com o Município de Viseu, instalaram um jardim temático alusivo ao Cardo e ao Queijo Serra da Estrela, na rotunda localizada na proximidade da Escola Secundária Viriato (perto do Continente). A acção envolveu ainda vários parceiros, nomeadamente a Universidade Católica – Departamento de Ciências da Saúde, Ancose, Casa da Ínsua, e a Confraria do Queijo Serra da Estrela. Pretendeu-se com esta iniciativa largada, “associar uma lógica de sustentabilidade, solidariedade, inclusão e valorização da biodiversidade e dos recursos endógenos das nossas paisagens, das nossas gentes e dos nossos costumes, num papel de promoção e valorização de um legado com vista à inovação e aos novos desafios de futuro”, sublinha o IPV em comunicado. O projecto CARDOP/SIMBIOSE, em que a acção estava integrada, visa contribuir para a caracterização e valorização da cultura do cardo (Cynara cardunculus L.), cuja flor contém um coagulante vegetal fundamental para a produção do Queijo DOP Serra da Estrela.


SOCIEDADE

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Anterior projecto da Junta socialista

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Actual projecto em construção

MULTIUSOS DE SANTOS EVOS NÃO É CONSENSUAL Por: Carlos Bergeron A construção do Pavilhão Multiusos de Santos Evos não está a ser consensual entre a população daquela localidade. Hoje pode mesmo dizer-se que são mais as vozes contra do que a favor e no centro de alguma polémica o facto da actual Junta de Freguesia, presidida pelo social democrata, Fernando Rodrigues, a cumprir o seu segundo mandato á frente daquela autarquia, ter optado por um novo projecto em Julho de 2013, ignorando o anterior, apresentado pela Junta de então, presidida pelo socialista, Rogério de Abreu, que perdera em 2005 as eleições para Fernando Rodrigues.

Das criticas feitas ao actual investimento, o facto do acesso principal ao Pavilhão Multiusos se localizar encima de uma curva muito apertada, perigosa, e sem visibilidade, o volume da construção subir acima do nível do adro da igreja paroquial, a saída de emergência coincidir com a porta de entrada, não prever a requalificação do adro da igreja, a localização da escadaria estar encima da curva, a falta de uma rampa para deficientes e prever uma área para o público de apenas 56 m2, para os 38 m2 do palco, considerada exígua para o público e exagerada para o palco. Outra crítica, o facto de também o actual projecto não ter sido posto à discussão da população de Santos Evos, que

deveria pronunciar-se sobre os dois projectos conhecidos, para poder decidir qual seria o melhor e a melhor solução para um espaço que já é hoje considerado ser a principal sala de visitas de freguesia. Lamentam ainda que o projecto da anterior junta socialista, que entretanto procedera à aquisição de duas casas em ruínas, situadas junto ao adro da igreja, para requalificação daquele espaço, prever uma sala polivalente para o público com 94 m2, um gabinete, o alargamento da estrada municipal 585, junto ao local, para poder dotar a polémica curva de maior visibilidade, bem como o rebaixamento da construção ao nível do adro da igreja, o que iria pro-

porcionar uma vista panorâmica daquele local bem como proporcionar uma maior visi-bilidade de toda a envolvente da igreja e do adro, para além de prever ainda todos os arranjos exteriores da igreja paroquial em granito nobre. Tratando-se de um equipamento público, a maioria da população de Santos Evos receia que a obra em curso não vá enquadrar-se naquilo que considera dever ser um elemento de referência estruturante, capaz de devolver qualidade de vida a quem ali vive, havendo mesmo quem diga que Fernando Marques só não terá desenvolvido o projecto da junta socialista para não deixar o seu nome ligado ao da anterior junta, liderada por Rogério de Abreu

SINTAP SENSIBILIZA TRABALHADORES DE ENTIDADES PRESTADORAS DE CUIDADOS DE SÁUDE O SINTAP – Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos, está a negociar um Acordo Colectivo de Trabalho para os trabalhadores vinculados por Contrato de Trabalho a entidades prestadoras de cuidados de saúde que revistam natureza empresarial pública, integradas no Serviço Nacional de Saúde. E que corresponde, segundo esta organização sindical, às carreiras de Técnico Superior, Assistente Técnico e Assistente Profissional, dos trabalhadores com Contrato de Trabalho em Funções Públicas. Sindicalistas da Secção Regional do Centro do SINTAP, estiveram no Centro Hospitalar de Tondela – Viseu a contactar com trabalhadores daquelas entidades prestadoras de cuidados de saúde, sensibilizando-os para a sua sindicalização, fortalecendo, pela sua acção, um movimento sindical democrático que defenda o “direito a um trabalho digno e a estabilidade no emprego”.

OPINIÃO

15/05/2014 Todos nós mentimos. Uns mais que outros, é certo, mas ninguém deixa de o fazer. Mas há, mentiras e mentiras. Há as chamadas “mentirinhas” inofensivas (mentiras piedosas), e há as aldrabices grosseiras e constantes de mentirosos compulsivos e desavergonhados que cultivam essa forma desprezível de estar na vida. Um mentiroso é tanto maios abominável quanto mais vive nesse mundo do embuste, e tanto mais prejuízos causa ao próximo e até à sociedade em geral. Poderá ser uma ofensa para alguns serem chamados de mentirosos, mas não será certamente, para aqueles que de ânimo leve, continuadamente faltam à verdade. Já se viu claramente onde quero chegar. Temos entre nós o exemplo acabado do que é ser-se mentiroso. Somos hoje governados por gente sem categoria, sem mérito que não nos mereçe qualquer tipo de confiança e respeito; mas que fazer…fomos “nós”, que logo à partida enganados e aldrabados, votamos neles, com base num programa de governo falso e embusteiro. É verdade que na política há poucas coisas transparentes e muito enganosas, sabemo-lo perfeitamente. Não há santos, e por isso ninguém diz a verdade toda. Isso nós não ignoramos, mas daí ao resto, vai uma diferença abissal. Errar é uma coia, mas enganar é outra… Até hoje, era-me difícil admitir que em política se pudesse mentir tanto. Como estava equivocado… Embalados por um chorrilho de falsidades e torpes promessas, os portugueses escolheram Passos Coelho para os governar, mas depressa se aperceberam do logro em que tinham caído. Podemos fazer um enorme esforço para compreendermos a contradição total entre o que Passos Coelho e o P.S.D. disseram, e depois fizeram, baseados no pressuposto que não conheciam a realidade, e que por isso tiveram que faltar à verdade – fazer precisamente o contrário do que defendiam e de que todos ainda nos recordamos. Podemos admitir isso e até branquearmos a

Por: José Reis

NO MUNDO DA MENTIRA situação, mas mesmo nestas circunstâncias era mister, era necessário, era obrigatório, que o Governo então formado, tivesse vindo dizer aos portugueses a verdade, ou pelo menos meias verdades. Nunca o fez; antes pelo contrário. Ultrapassou tudo isso de forma olímpica, mas leviana, perante o espanto e a complacência de todos. E a falsidade instalou-se de tal forma na prática do Governo, que hoje em dia já ninguém se espanta com mais logro menos logro, mais aldrabice menos aldrabice. Dia sim dia não, lá temos nós que engolir mais uma charlatanice. Um governante diz que sim, outro diz que não; um que é branco, outro que é preto. É uma “ vergonha desenvergonhada”. É preciso ter-se uma enorme” lata”. Ninguém sabe com o que conta nem o que o futuro lhe reserva. Esta Governo não governa, mas mente a toda a hora. Agora em período eleitoral, esta prática refinou-se e aumentou exponencialmente. Com esta situação de descrédito e desonestidade intelectual, o atual executivo é desconsiderado e insultado a toda a hora onde quer que vá. Nunca se viu em Portugal uma situação semelhante. Não é possível esconder mais o mal estar social, político e económico, que empurra Portugal para um buraco negro, no qual se afunda cada vez mais.

SOCIEDADE

SÁTÃO PEDALA ATÉ FÁTIMA NO DIA 31 DE MAIO O Município de Sátão está a organizar a quarta edição da iniciativa “A pedalar com e até Maria”, que irá decorrer no sábado, dia 31 de maio de 2014, com destino a Fátima. A partida está marcada para as 5h30, junto à Câmara Municipal. Os interessados devem realizar a sua inscrição no Gabinete de Atendimento ao Munícipe, mediante o pagamento de 20.00 euros, com seguros incluídos. “Proporcionar um dia dife-

rente a todos os participantes, com desportivismo, devoção e animação ao longo de todo o trajecto” é, para o presidente da Autarquia, Alexandre Vaz, o objectivo primeiro desta iniciativa que, ano após ano, tem vindo a registar um número crescente de participantes. A chegada a Fátima está prevista para as 16 horas, com algumas paragens em Santa Comba Dão, entrada de Coimbra, e Barracão.

9/Via Rápida Devíamos refletir sobre a falta de consideração e respeito que os cidadãos têm por este Governo. É aflitivo e preocupante ver e ouvir as pessoas chamarem de mentirosos, com todas as letras, os nossos mais altos governantes. Não deixa de ser desagradável e preocupante assistirmos a esse desrespeito total, que é esta ofensa à dignidade individual, à dignidade do cargo e à dignidade institucional, como diariamente acontece O próprio Presidente da República, padrinho e âncora deste Governo, perdeu toda a consideração que o lugar lhe deveria conferir, isto porque também ele cultiva a contradição e o engano. E não se pense que são só os sindicatos, ou a oposição política a manifestarem essa desconsideração e falta de respeito para com estes responsáveis nacionais. Muitos, muitíssimos mesmo, de correligionários dos dois partidos da coligação, não se cansam de denunciar as contradições e as falsidades governativas. Fazem-no de forma mais suave empregando palavras mais softs, tais como inverdades, imprecisões, faltas de rigor, trapalhadas, enganos, faltas de transparência, cataventos, etc. etc - .Tudo somado, este Governo, e sobretudo o Presidente da República, deveriam tirar as consequências políticas que a situação exige. Cavaco Silva, considerado já o pior Presidente da República pós 25 de abril, conforme aliás, todas as sondagens o revelam, mantem a sua cara de pau inalterada, enquanto se passeia pela China, desbaratando o dinheiro dos nossos impostos, enquanto nos cortam a saúde o ensino, apoio social, bem como os salários e as reformas. Atravessamos uma época difícil, em que os mais altos magistrados da nação são vilipendiados, insultados e desconsiderados pela sociedade portuguesa, o que empobrece e poe em causa o regular funcionamento da própria democracia. As campainhas não param de tocar, porém tudo se mantém sereno nesta paz podre. Parece que o que é preciso, é continuar a mentir. Até quando?


15/05/2014

RECORDAR ABRIL. ..

Por: Manuel Morgado patricinor@gmail.com Recordar Abril, todos o sabemos, é recordar também um grupo de militares que naquela data já histórica de há 40 anos fizeram a “Revolução dos Cravos” à revelia das respetivas hierarquias, mas que nem por isso ela deixou de produzir os seus efeitos, e ainda bem que os produziu, porque daí resultou estarmos hoje a viver num Estado de Direito Democrático, facto que também se deve, é bom lembrá-lo, ao apoio que o povo expressivamente lhe tributou, apoio sem o qual aquela revolução poderia ter fracassado. Porém, se quisermos ser francos, e eu estou a sê-lo, tudo o mais que aquele grupo de militares fez para pouco ou nada serviu. E se quisermos ser ainda mais francos, talvez tenhamos mesmo de aceitar o total inêxito de algumas iniciativas que eles próprios protagonizam, das quais me permito destacar a criação das célebres “Brigadas de Dinamização Cultural”, não só pelo muito dinheiro do erário publico que nelas foi gasto, mas também, e sobre tudo, devido a certos exemplos de mau comportamento cívico que alguns militares deram em localidades rurais que não importa aqui referir, mas que muita gente ainda os recorda com natural e justificado desagrado.

SOCIEDADE Por: Adelino Figueiredo Os «Barões da Sé» acabam de completar 19 encontros anuais, com a presença de mais de 30 “Barões”, que se reuniram ao final da tarde de sábado, no Centro Histórico, na Zona da Fonte das 3 Bicas (Escadinhas do Arvoredo) e Largo Pintor Gata, para confraternizarem, e reviverem alguns locais e momentos passados nos bons velhos tempos de infância. Este convívio continuou com o tradicional Jantar servido num dos restaurantes da zona histórica, em ambiente de grande alegria e boa disposição, onde foi possível degustar algumas das boas iguarias que a nossa região possui. A noite continuou

Porém, não nos iludamos. O “25 de Abril”, tendo ocorrido, é certo, já lá vão 40 anos, nem por isso muito do que sucedeu em função daquela data foi esquecido ou ignorado. E se é verdade, felizmente, que a esmagadora maioria dos cidadãos prefere salientar o que de melhor ela nos trouxe – A DEMOCRACIA – ainda aparece, não quem a conteste, registe-se este facto, mas que também não hesita em criticar certos aspetos do comportamento de alguns militares do “25 de Abril”, não por causa de o terem feito, mas porque na qualidade de pertencentes ao foro castrense, no ativo, na reserva ou na reforma, exigia-se-lhes que fossem mais contidos em posições que tomaram ou em declarações públicas que produziram. E as comemorações deste ano alusivas aquela data, do meu conhecimento, foram férteis em comentários, não, saliente-se isto, de críticas ao “25 de Abril” propriamente dito, mas sim, em especial, a alguns militares que o fizeram, em particular por prestarem declarações políticas que a eles deviam ser vedadas, estando neste caso declarações que visavam o derrube já do atual Governo, não por expressamente o terem citado, mas porque fosse este qual fosse, é contraproducente que militares façam exigências deste género, e muto mais o foi por serem feitas por “militares de Abril”, facto que muitos interpretaram revelador de falta de sentido ético-profissional. E eu que por razões profissionais me julgo relativamente conhecedor do “25 de Abril” e sobretudo das muitas consequências que dele resultaram, em particular relacionadas com a ordem pública, nunca como este ano ouvi criticar tanto os militares que o fizeram, e as razões apontadas tiveram quase tudo a ver com a sua falta de sentido ético politico e social, sendo sobretudo acusados de falta de sensibilidade na avaliação política, esquecendo-se que a

partir do momento em que revolução que protagonizaram saíu vencedora, lhes incumbia zelar pelo cumprimento da ordem moral social e cívica, com vista a garantir em termos de igualdade a criação dos partidos políticos, de modo a que estes, no mais curto espaço de tempo possível, pudessem proceder pacificamente à realização de eleições. Só que em vez disso o que fizeram os ditos militares? Praticamente nada. Preocuparam-se em criar as já citadas brigadas de dinamização cultural, de cujo trabalho feito só resultaram despesas para o erário público sem nenhuma compensação útil para o povo que generosamente os apoiou e aplaudiu, esquecendo, inclusivamente, quando ainda podiam fazê-lo, de procurar junto dos políticos que assumiram o poder após o derrube do governo por eles deposto, de cumprir uma promessa que eles tanto enfatizaram no seu discurso de vitória na madrugada do “25 de Abril” que era o de tudo fazerem no sentido de ser praticada uma política de mais JUSTIÇA SOCIAL para todos. E aqui surge a pergunta: O que fizeram para a conseguir? Nada. Embora crítico nalgumas considerações que aqui deixo relativas aos “Militares de Abril”, quero deixar claro que os respeito e admiro pela coragem que demostraram na construção da Revolução que protagonizaram, e igual sentimento nutro por todos os militares, porquanto, tendo servido com muitos e em diversas situações ao longo da minha vida profissional, de todos guardo uma grande estima e consideração, e de alguns uma profunda amizade pessoal, cujos nomes me dispenso de aqui mencionar, porque ao fazê-lo poderia correr o risco de me esquecer de algum, e isso poderia dar azo a erradas interpretações, o que de todo em todo procurarei evitar.

15/05/2014

EDUCAÇÃO

IPV MOSTROU-SE A MAIS DE 1.300 VISITANTES DE 25 ESCOLAS NOS DIAS ABERTOS

Durante três dias, mais de 1.300 visitantes, provenientes de 25 escolas secundárias, profissionais e básicas (9º ano) da

região, estiveram no Instituto Politécnico de Viseu (IPV) durante mais uma edição dos «Dias Abertos». Os alunos fo-

ram guiados numa “viagem inesquecível pelo admirável mundo do ensino superior”, tenso contactado com as diversas

ofertas institucionais, ao ritmo da sonoridade entusiasmante das tunas académicas. Os participantes puderam ainda assistir “em directo” às aulas, visitar e interagir nos diversos laboratórios e centros de informática, realizar experiências e análises laboratoriais, percorrer itinerários guiados pelas inúmeras valências institucionais, participar em palestras e sessões temáticas e de informação, entre uma panóplia de exposições e atividades pedagógicas interativas que o IPV organizou a pensar nos participantes e nas escolas que aderiram à edição de 2014 dos «Dias Abertos». Uma iniciativa que contabiliza cerca de 14.500 visitantes ao longo das onze já realizadas.

PROFISSIONAL MARIANA SEIXAS NA FINAL DO FESTIVAL DE VÍDEO ECOLÓGICO «BGREEN»

«BARÕES DA SÉ» JÁ PENSAM NO 20.º ENCONTRO com o regresso à zona do Largo Pintor Gata e zonas envolventes, onde teve lugar o habitual passeio nocturno “Entre-Bares”, onde foi possível brindarem e confraternizarem sob o lema que todos os anos é reavivado de “Uma amizade para a Vida”! Para o próximo ano está previsto um conjunto de iniciativasdesportivas e culturais, para comemorarem os “Vinte Anos” de Confraternização, deste grupo de amigos, que se identificam e continuam a promover o Centro Histórico, em particular a Sé, como local de vivências e experiências inesquecíveis. A zona da Sé é e será sempre para este grupo, a “sua casa de infância”, repleta de recordações e emoções.

MAIS UM PRÉMIO INTERNACIONAL E UM PRIMEIRO LUGAR NACIONAL

A Escola Profissional Mariana Seixas garantiu, pela quarta vez consecutiva, a presença em Santo Tirso, no dia 6 de Junho, com dois vídeos, na Grande Final do Bgreen // Festival de vídeo ecológico, promovido pela OFICINA – Escola Profissional do Instituto Nun'Alvares. Este Festival tem como principal objectivo sensibilizar os

jovens para as questões ambientais através de spots vídeo. Os critérios que levaram à selecção dos melhores trabalhos foram a criatividade, originalidade, inovação, impacto social e ambiental. Os vídeos finalistas concorrerão nas categorias: Grande Prémio bgreen // ecological film festival; Menção Honrosa, Melhor Mensagem, Melhor

Making-of e Prémio do Público. A competição, dirigida a estudantes do ensino secundário ou equivalente, com idades compreendidas entre os 14 e os 21 anos e os alunos, solicitava a realização de um spot vídeo sobre questões ambientais como a poluição, o aquecimento global, a desflorestação, a escassez de água potável, energias renováveis, reciclagem, entre outras.

A fotografia «Portuguese Pine» valeu a Liliana Pereira, aluna do 11º ano do Curso de Fotografia da EPMS, o primeiro lugar no Concurso Internacional “Young People in European Forests”- YPEF 2013/2014, patrocinado pelo Comissário Europeu para o Ambiente, que contou com a participação de 120 alunos de 12 escolas participantes. Seis equipas deste estabelecimentos de ensino profissional ficaram classificadas nos treze primeiros lugares desta iniciativa.


14/Via Rápida

ECONOMIA

15/05/2014

FÁBRICA DE PELLETES E BRIQUETES CRIA MAIS 16 POSTOS DE TRABALHO DIRECTOS EM NELAS

A Câmara Municipal de Nelas acaba de concluir um processo que já vinha de anos anteriores e que foi agora agilizado e acelerado de forma a permitir a instalação, neste

concelho, da empresa «BioRamos». Uma unidade que tem o seu ramo de atividade na área da produção de briquetes e pelletes, com base na reciclagem de resíduos agroflorestais. O

investimento, de cerca de 1 milhão de euros, irá permitir a criação de mais 16 postos de trabalho directos. A assinatura da escritura de venda à «BioRamos» de uma

ESTAÇÃO ELEVATÓRIA VAI DESPOLUIR RIBEIRA DA PANTANHA

Estão em curso os trabalhos necessários à construção de uma estação elevatória na Zona Industrial do Chão do Pisco, em Nelas, o que permitirá que a Ribeira da Pantanha, um curso de água que nasce na Urgeiriça e desagua nas Caldas da Felgueira, deixe de receber qualquer efluente industrial das unidades empresariais instaladas naquela zona industrial. Segundo a Autarquia, responsável pelo empreendimento, todos os efluentes serão conduzidos, até final de Maio, para a ETAR 2 de Nelas, que está a ser

dotada de equipamento e trabalhos, sobretudo motores e limpeza, que permitam minimizar em larga escala as consequências ambientais dos efluentes que constituem, neste momento, obrigação e prioridade municipal. Neste sentido, a Câmara Municipal solicitou já audiências e apoio das entidades regionais e governamentais, para que em conjunto se consensualizem ações com vista à resolução, num futuro próximo, do problema das ETAR´S no Concelho de Nelas, problema este, que não

dispensará o recurso ao Quadro Comunitário de 2014 a 2020. Nos trabalhos da Estação Elevatória, sem contabilizar os custos a suportar pelas unidades industriais que em estreita colaboração com a Câmara estão envolvidas, vai o Município fazer um esforço financeiro que rondará um valor não inferior a 150.000 euros em pessoal, trabalhos e equipamentos, valor que está assegurado no essencial, pelo rigor financeiro na execução do orçamento de 2014 e poupanças entretanto geradas na gestão municipal.

15/05/2014

ECONOMIA

«SEMANA ABERTA» MOSTRA À COMUNIDADE SERVIÇO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE VISEU

parcela de terreno com 9.800m², na Zona Industrial I de Nelas, a cerca de 50 cêntimos/metros quadrado, decorreu nas instalações da autarquia que, ao longo dos dois últimos meses contribuiu com a preparação do lote que foi cedido na Zona Industrial, com quase 1 hectare, através da surriba e terraplanagem do terreno entre a «Faurecia» e a «Coldkit» concelho, de criação postos de trabalho e de fomento do crescimento económico, “Fruto de todo o dinamismo industrial recente, o concelho de Nelas está a tornar-se, cada vez mais, num dos polos industriais mais importantes da região centro, impulsionando o crescente desenvolvimento da economia local”, sublinha a Câmara Muncipal em comunicado.

PRODUTOS DA TERRA E CABRITO EM MANGUALDE Nos dias 24 e 25 de Maio, Mangualde acolhe mais uma edição da Feira dos Produtos da Terra e do Fim de Semana Gastronómico do Cabrito. A III Feira dos Produtos da Terra, que decorre no Largo Dr. Couto no sábado das 14h00 às 20h00 e no domingo das 10h00 às 20h00, procura dinamizar os produtores e promover os produtos que a região nos oferece. Estes são os objetivos que levam mais uma vez a Câmara Municipal de Mangualde, em parceria com a Cooperativa Agropecuária dos Agricultores de Mangualde COAPE, a apresentar esta feira, que conta ainda com o apoio da Cidade d'Excelência Associação. Em destaque estarão produtos, como o vinho, mel, queijo, fruta (maçã, cereja, mirtilo), licores, doçaria, batatas, as cebolas, as ervilhas, as favas, as couves, o feijão, as azeitonas, os ovos, os frutos secos, o azeite, os enchidos, a cestaria entre outros.

11/Via Rápida

Motivar e sensibilizar os actuais e futuros formandos para a importância da aquisição de conhecimentos e, ao mesmo tempo, mostrar à comunidade o trabalho desenvolvido, desde a formação, perfil de formandos e

formadores, e de todos quantos estão envolvidos neste complexo e exigente processo de dotação de competências que possam favorecer a integração de desempregados e activos no mercado de trabalho, foi o mote

que presidiu à realização da «Semana Aberta» organizada pelo Serviço de Formação Profissional de Viseu, que amanhã termina nas instalações do Parque Industrial de Coimbrões. “O conhecimento é algo que marca a diferença”, sublinhou, na sessão de abertura da «Semana Aberta» a directora do Centro de Emprego e Formação Profissional de Viseu, Marta Rodrigues, para justificar a importância de um evento que tem vindo a beneficiar da apresentação, por parte de exformandos, de exemplos e testemunhos demonstrativos de que a formação profissional recebida “foi uma importante mais-valia no seu percurso profissional”. Com os objectivos centrados, essencialmente, na valorização do capital humano, e a

apresentar um vasto leque de actividades de cariz diverso que “espelham a grande abrangência das modalidades de formação”, a «Semana Aberta» tem vindo a mostrar à comunidade todos os cursos ministrados no Serviço de Formação Profissional de Viseu, permitindo desta forma aos jovens “uma escolha mais fácil do seu percurso profissional”, explica Marta Rodrigues. Exposições, actividades demonstrativas nos espaços oficinais das diferentes saídas profissionais, workshops, palestras e seminários, são algumas das muitas acções que, desde a passada segunda feira, têm vindo a mobilizar toda a comunidade formativa do Serviço de Formação Profissional de Viseu, nesta semana de abertura das instalações à comunidade. Sobretudo de todos quantos perspectivam o seu futuro numa formação profissional de qualidade reconhecida. Sónia Brandão, subdelegada Regional do Centro do IEFP, e José Costa, vice-presidente do Instituto Politécnico de Viseu, marcaram também presença na sessão de abertura da «Semana Aberta», dirigindo palavras de incentivo e de motivação a toda a comunidade formativa, em especial de formandos e formadores, que viram neste evento uma possibilidade de credibilização do trabalho efectuado ao longo de muitos meses.

COZINHAS MOB E FORCE 10 ASSINARAM PROTOCOLO DE INVESTIMENTO DE 22 MILHÕES DE EUROS A MOB, o maior e mais galardoado fabricante português de cozinhas, uma empresa do Grupo Visabeira, assinou na última segunda feira, no Palácio das Laranjeiras e na presença do vice-primeiro ministro, Paulo Portas, um protocolo de investimento com a FORCE 10, relevante grupo dos Emirados Árabes Unidos na indústria da construção civil, que abrange o contrato para o desenho, fabrico e

instalação de 706 cozinhas num condomínio de luxo situado em Saadiyat Island (Abu Dhabi), num valor superior a 4,5 milhões de euros. O protocolo de investimento firmado com a FORCE 10 tem também como objetivo alargar a comercialização das Cozinhas MOB a outros países do Golfo Pérsico, em particular à Arábia Saudita, Bahrein, Qatar, Kuwait e Omã. Para suportar esta operação

de internacionalização das cozinhas MOB, o protocolo de investimento estabelece os principais pontos para a construção de uma unidade de produção MOB, com um investimento previsível que ascende a 22 milhões de euros. A nova fábrica terá um papel central no plano de expansão da marca, constituindo o Médio Oriente a grande aposta de internacionalização das cozinhas

MOB nos próximos anos. Para além de utilizar as últimas tecnologias do sector, sendo completamente robotizada, esta nova unidade tem como objectivo conseguir entrar em outros mercados da região a partir dos Emirados Árabes Unidos, produzindo gamas adequadas ao mercado local, com especificidades ao nível do produto e do design, numa lógica de adequação e proximidade.


12/Via Rápida

ECONOMIA

15/05/2014

15/05/2014

ECONOMIA

“CONCERTAÇÃO ESTRATÉGICA” MARCA O RUMO NA CIM VISEU DÃO LAFÕES

PALÁCIO DO GELO FASHION SHOW LEVOU MILHARES AO PALÁCIO DO GELO SHOPPING

A avaliação está feita e a estratégia definida. Esperam-se agora, com “expectativa”, os resultados do novo Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) - Portugal 2020, que irá privilegiar um novo tipo de economia, mais voltada para a sociedade (criação de emprego), inovação social e ecológica, e para o conhecimento. Um desafio que se coloca à Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões, e também ao Conselho Estratégico para o Desenvolvimento Intermunicipal, que acaba de ser empossado em cerimónia realizada no Solar do Vinho do Dão. Constituído por três dezenas de entidades, públicas e privadas, o Conselho Estratégico para o Desenvolvimento Intermunicipal da CIM Viseu Dão Lafões, é um órgão de natureza consultiva que tem como missão apoiar e aconselhar o organismo nas questões que se prendem com o desenvolvimento do território nas suas várias vertentes, nomeadamente ao nível do emprego, formação, segurança, acção social, educação e desenvolvimento económico, entre outras. José Ribeiro Morgado, presidente da CIM Viseu Dão Lafões, apelou, naquela cerimónia, a uma articulação de esforços entre todas as instituições

O Palácio do Gelo Shopping assinalou o seu 6º aniversário com o espectáculo “Palácio do Gelo Fashion Show”, um evento que reuniu milhares de pessoas para apresentar as tendências Primavera/Verão das lojas que marcam presença naquele que é o maior centro comercial da Região Centro. À moda juntouse a música com a feliz combinação de novos valores (os Aurora) e de músicos com créditos firmados (Rui Pregal da Cunha e Paulo Abelho). Com apresentação de Catarina Furtado, o “Palácio do Gelo Fashion Show” foi palco de uma noite de celebração repleta de brilho e glamour que marcou o regresso da Primavera e da cor. Às propostas elegantes, clássicas, desportivas e frescas que podem ser encontradas nas 157 lojas do centro comercial, juntaram-se ainda as inovadoras sugestões de moda dos Jovens Criadores “Portuguese Fashion News”, que arrancaram também rasgados aplausos dos milhares de clientes e frequentadores do shopping que não quiseram perder o mais concorrido e grandioso evento de moda da região. Pela passerelle desfilaram caras bem conhecidas do grande público, como a actriz Cláudia Vieira, o modelo Ruben Rua e a apresentadora de televisão Maria Cerqueira Gomes, assim como um elenco de luxo de uma das mais prestigiadas agências nacionais, a Best Models, que conquistaram o público com a sua simpatia e profissionalismo Mas nem só de moda se fez este aniversário. Um dos momentos mais empolgantes coincidiu com as actuações dos Aurora – finalistas do Factor X -, que acompanhados por Rui Pregal da Cunha, vocalista dos Heróis do Mar, e por Paulo Abelho, membro da Sétima Legião, seduziram o público com algumas das mais emblemáticas músicas do repertório português. Os covers de “Vá lá Senhora”, dos Golpes, e “Sete Mares”, da Sétima Legião, levaram ao rubro os convidados e o público em geral, que se juntaram em uníssono à celebração do sexto aniversário do Palácio de Gelo Shopping. O sucesso desta comemoração vem confirmar o estatuto de referência que o Palácio do Gelo Shopping assumiu na região, atraindo milhares de pessoas pela sua oferta e pelos espectáculos repletos de cor e sedução, mostrando-se mais uma vez como um marco na moda e no lazer.

e forças vivas que integram o Conselho Estratégico, em nome de território “mais atractivo e competitivo. Não a qualquer preço, mas de forma sustentada”, sublinhou o também presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Paiva, para quem o novo Quadro de Referência Estratégico – Portugal

2020 preconiza um “desenvolvimento inclusivo e socialmente inovador”. O secretário de Estado Adjunto do ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Pedro Lomba, reconheceu, na cerimónia de tomada de posse do Conselho Estratégico da CIM Viseu Dão Lafões, que o país

enfrenta um “rol de défices consideráveis”, colocando à cabeça o défice demográfico, sobretudo no interior. “É uma situação de emergência, a exigir a concertação de um conjunto de políticas, desde a social à migratória, sem as quais não é possível responder a este problema", defendeu o membro do Governo.

ADD APRESENTA ESTUDO E RESULTADOS SOBRE A OFERTA E PROCURA TURÍSTICA NO TERRITÓRIO

Associação de Desenvolvimento do Dão vai promover no próximo dia 20, em Nelas, no edifício Multiusos, uma Conferência subordinada ao tema "O Turismo no território da ADD: oportunidades de desenvolvimento". Este será um momento de apresentação dos resultados do estudo sobre a oferta e a procura turística neste território e de reflexão e debate sobre os desafios relacionados com os principais produtos tu-

rísticos da região: circuitos turísticos do património cultural e religioso, turismo de natureza, turismo de saúde e bem-estar e gastronomia e vinhos. Segundo Francisco Carvalho, presidente da ADD e da Câmara de Penalva do Castelo, o estudo “constituir-se-á também como instrumento delineador da estratégia para o território, a integrar no DLBC – Desenvolvimento Local de Base Comunitária 2014-2020”.

Os novos desafios a considerar no sector turístico, no território da ADD, serão abordados pelos presidentes de Câmara, de cada um dos Municípios: Aguiar da Beira, Mangualde, Nelas, Penalva do Castelo e Sátão, por convidados institucionais do sector e pelo público em geral. A recepção aos participantes está marcada para as 14.45 horas, seguindo-se a sessão de abertura com intervenções de Borges da Silva, presidente da

Câmara de Nelas, Francisco Carvalho, presidente da Associação de Desenvolvimento do Dão, e José Morgado, presidente da CIM Viseu Dão Lafões. O estudo sobre a oferta e procura turística no território da ADD, e os resultados – um novo instrumento de apoio ao desenvolvimento do turismo / Sociedade Portuguesa de Inovação -, serão apresentados, a partir das 15.15 horas, por Sónia Bento e Susana Loureiro.

13/Via Rápida


12/Via Rápida

ECONOMIA

15/05/2014

15/05/2014

ECONOMIA

“CONCERTAÇÃO ESTRATÉGICA” MARCA O RUMO NA CIM VISEU DÃO LAFÕES

PALÁCIO DO GELO FASHION SHOW LEVOU MILHARES AO PALÁCIO DO GELO SHOPPING

A avaliação está feita e a estratégia definida. Esperam-se agora, com “expectativa”, os resultados do novo Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) - Portugal 2020, que irá privilegiar um novo tipo de economia, mais voltada para a sociedade (criação de emprego), inovação social e ecológica, e para o conhecimento. Um desafio que se coloca à Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões, e também ao Conselho Estratégico para o Desenvolvimento Intermunicipal, que acaba de ser empossado em cerimónia realizada no Solar do Vinho do Dão. Constituído por três dezenas de entidades, públicas e privadas, o Conselho Estratégico para o Desenvolvimento Intermunicipal da CIM Viseu Dão Lafões, é um órgão de natureza consultiva que tem como missão apoiar e aconselhar o organismo nas questões que se prendem com o desenvolvimento do território nas suas várias vertentes, nomeadamente ao nível do emprego, formação, segurança, acção social, educação e desenvolvimento económico, entre outras. José Ribeiro Morgado, presidente da CIM Viseu Dão Lafões, apelou, naquela cerimónia, a uma articulação de esforços entre todas as instituições

O Palácio do Gelo Shopping assinalou o seu 6º aniversário com o espectáculo “Palácio do Gelo Fashion Show”, um evento que reuniu milhares de pessoas para apresentar as tendências Primavera/Verão das lojas que marcam presença naquele que é o maior centro comercial da Região Centro. À moda juntouse a música com a feliz combinação de novos valores (os Aurora) e de músicos com créditos firmados (Rui Pregal da Cunha e Paulo Abelho). Com apresentação de Catarina Furtado, o “Palácio do Gelo Fashion Show” foi palco de uma noite de celebração repleta de brilho e glamour que marcou o regresso da Primavera e da cor. Às propostas elegantes, clássicas, desportivas e frescas que podem ser encontradas nas 157 lojas do centro comercial, juntaram-se ainda as inovadoras sugestões de moda dos Jovens Criadores “Portuguese Fashion News”, que arrancaram também rasgados aplausos dos milhares de clientes e frequentadores do shopping que não quiseram perder o mais concorrido e grandioso evento de moda da região. Pela passerelle desfilaram caras bem conhecidas do grande público, como a actriz Cláudia Vieira, o modelo Ruben Rua e a apresentadora de televisão Maria Cerqueira Gomes, assim como um elenco de luxo de uma das mais prestigiadas agências nacionais, a Best Models, que conquistaram o público com a sua simpatia e profissionalismo Mas nem só de moda se fez este aniversário. Um dos momentos mais empolgantes coincidiu com as actuações dos Aurora – finalistas do Factor X -, que acompanhados por Rui Pregal da Cunha, vocalista dos Heróis do Mar, e por Paulo Abelho, membro da Sétima Legião, seduziram o público com algumas das mais emblemáticas músicas do repertório português. Os covers de “Vá lá Senhora”, dos Golpes, e “Sete Mares”, da Sétima Legião, levaram ao rubro os convidados e o público em geral, que se juntaram em uníssono à celebração do sexto aniversário do Palácio de Gelo Shopping. O sucesso desta comemoração vem confirmar o estatuto de referência que o Palácio do Gelo Shopping assumiu na região, atraindo milhares de pessoas pela sua oferta e pelos espectáculos repletos de cor e sedução, mostrando-se mais uma vez como um marco na moda e no lazer.

e forças vivas que integram o Conselho Estratégico, em nome de território “mais atractivo e competitivo. Não a qualquer preço, mas de forma sustentada”, sublinhou o também presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Paiva, para quem o novo Quadro de Referência Estratégico – Portugal

2020 preconiza um “desenvolvimento inclusivo e socialmente inovador”. O secretário de Estado Adjunto do ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Pedro Lomba, reconheceu, na cerimónia de tomada de posse do Conselho Estratégico da CIM Viseu Dão Lafões, que o país

enfrenta um “rol de défices consideráveis”, colocando à cabeça o défice demográfico, sobretudo no interior. “É uma situação de emergência, a exigir a concertação de um conjunto de políticas, desde a social à migratória, sem as quais não é possível responder a este problema", defendeu o membro do Governo.

ADD APRESENTA ESTUDO E RESULTADOS SOBRE A OFERTA E PROCURA TURÍSTICA NO TERRITÓRIO

Associação de Desenvolvimento do Dão vai promover no próximo dia 20, em Nelas, no edifício Multiusos, uma Conferência subordinada ao tema "O Turismo no território da ADD: oportunidades de desenvolvimento". Este será um momento de apresentação dos resultados do estudo sobre a oferta e a procura turística neste território e de reflexão e debate sobre os desafios relacionados com os principais produtos tu-

rísticos da região: circuitos turísticos do património cultural e religioso, turismo de natureza, turismo de saúde e bem-estar e gastronomia e vinhos. Segundo Francisco Carvalho, presidente da ADD e da Câmara de Penalva do Castelo, o estudo “constituir-se-á também como instrumento delineador da estratégia para o território, a integrar no DLBC – Desenvolvimento Local de Base Comunitária 2014-2020”.

Os novos desafios a considerar no sector turístico, no território da ADD, serão abordados pelos presidentes de Câmara, de cada um dos Municípios: Aguiar da Beira, Mangualde, Nelas, Penalva do Castelo e Sátão, por convidados institucionais do sector e pelo público em geral. A recepção aos participantes está marcada para as 14.45 horas, seguindo-se a sessão de abertura com intervenções de Borges da Silva, presidente da

Câmara de Nelas, Francisco Carvalho, presidente da Associação de Desenvolvimento do Dão, e José Morgado, presidente da CIM Viseu Dão Lafões. O estudo sobre a oferta e procura turística no território da ADD, e os resultados – um novo instrumento de apoio ao desenvolvimento do turismo / Sociedade Portuguesa de Inovação -, serão apresentados, a partir das 15.15 horas, por Sónia Bento e Susana Loureiro.

13/Via Rápida


14/Via Rápida

ECONOMIA

15/05/2014

FÁBRICA DE PELLETES E BRIQUETES CRIA MAIS 16 POSTOS DE TRABALHO DIRECTOS EM NELAS

A Câmara Municipal de Nelas acaba de concluir um processo que já vinha de anos anteriores e que foi agora agilizado e acelerado de forma a permitir a instalação, neste

concelho, da empresa «BioRamos». Uma unidade que tem o seu ramo de atividade na área da produção de briquetes e pelletes, com base na reciclagem de resíduos agroflorestais. O

investimento, de cerca de 1 milhão de euros, irá permitir a criação de mais 16 postos de trabalho directos. A assinatura da escritura de venda à «BioRamos» de uma

ESTAÇÃO ELEVATÓRIA VAI DESPOLUIR RIBEIRA DA PANTANHA

Estão em curso os trabalhos necessários à construção de uma estação elevatória na Zona Industrial do Chão do Pisco, em Nelas, o que permitirá que a Ribeira da Pantanha, um curso de água que nasce na Urgeiriça e desagua nas Caldas da Felgueira, deixe de receber qualquer efluente industrial das unidades empresariais instaladas naquela zona industrial. Segundo a Autarquia, responsável pelo empreendimento, todos os efluentes serão conduzidos, até final de Maio, para a ETAR 2 de Nelas, que está a ser

dotada de equipamento e trabalhos, sobretudo motores e limpeza, que permitam minimizar em larga escala as consequências ambientais dos efluentes que constituem, neste momento, obrigação e prioridade municipal. Neste sentido, a Câmara Municipal solicitou já audiências e apoio das entidades regionais e governamentais, para que em conjunto se consensualizem ações com vista à resolução, num futuro próximo, do problema das ETAR´S no Concelho de Nelas, problema este, que não

dispensará o recurso ao Quadro Comunitário de 2014 a 2020. Nos trabalhos da Estação Elevatória, sem contabilizar os custos a suportar pelas unidades industriais que em estreita colaboração com a Câmara estão envolvidas, vai o Município fazer um esforço financeiro que rondará um valor não inferior a 150.000 euros em pessoal, trabalhos e equipamentos, valor que está assegurado no essencial, pelo rigor financeiro na execução do orçamento de 2014 e poupanças entretanto geradas na gestão municipal.

15/05/2014

ECONOMIA

«SEMANA ABERTA» MOSTRA À COMUNIDADE SERVIÇO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE VISEU

parcela de terreno com 9.800m², na Zona Industrial I de Nelas, a cerca de 50 cêntimos/metros quadrado, decorreu nas instalações da autarquia que, ao longo dos dois últimos meses contribuiu com a preparação do lote que foi cedido na Zona Industrial, com quase 1 hectare, através da surriba e terraplanagem do terreno entre a «Faurecia» e a «Coldkit» concelho, de criação postos de trabalho e de fomento do crescimento económico, “Fruto de todo o dinamismo industrial recente, o concelho de Nelas está a tornar-se, cada vez mais, num dos polos industriais mais importantes da região centro, impulsionando o crescente desenvolvimento da economia local”, sublinha a Câmara Muncipal em comunicado.

PRODUTOS DA TERRA E CABRITO EM MANGUALDE Nos dias 24 e 25 de Maio, Mangualde acolhe mais uma edição da Feira dos Produtos da Terra e do Fim de Semana Gastronómico do Cabrito. A III Feira dos Produtos da Terra, que decorre no Largo Dr. Couto no sábado das 14h00 às 20h00 e no domingo das 10h00 às 20h00, procura dinamizar os produtores e promover os produtos que a região nos oferece. Estes são os objetivos que levam mais uma vez a Câmara Municipal de Mangualde, em parceria com a Cooperativa Agropecuária dos Agricultores de Mangualde COAPE, a apresentar esta feira, que conta ainda com o apoio da Cidade d'Excelência Associação. Em destaque estarão produtos, como o vinho, mel, queijo, fruta (maçã, cereja, mirtilo), licores, doçaria, batatas, as cebolas, as ervilhas, as favas, as couves, o feijão, as azeitonas, os ovos, os frutos secos, o azeite, os enchidos, a cestaria entre outros.

11/Via Rápida

Motivar e sensibilizar os actuais e futuros formandos para a importância da aquisição de conhecimentos e, ao mesmo tempo, mostrar à comunidade o trabalho desenvolvido, desde a formação, perfil de formandos e

formadores, e de todos quantos estão envolvidos neste complexo e exigente processo de dotação de competências que possam favorecer a integração de desempregados e activos no mercado de trabalho, foi o mote

que presidiu à realização da «Semana Aberta» organizada pelo Serviço de Formação Profissional de Viseu, que amanhã termina nas instalações do Parque Industrial de Coimbrões. “O conhecimento é algo que marca a diferença”, sublinhou, na sessão de abertura da «Semana Aberta» a directora do Centro de Emprego e Formação Profissional de Viseu, Marta Rodrigues, para justificar a importância de um evento que tem vindo a beneficiar da apresentação, por parte de exformandos, de exemplos e testemunhos demonstrativos de que a formação profissional recebida “foi uma importante mais-valia no seu percurso profissional”. Com os objectivos centrados, essencialmente, na valorização do capital humano, e a

apresentar um vasto leque de actividades de cariz diverso que “espelham a grande abrangência das modalidades de formação”, a «Semana Aberta» tem vindo a mostrar à comunidade todos os cursos ministrados no Serviço de Formação Profissional de Viseu, permitindo desta forma aos jovens “uma escolha mais fácil do seu percurso profissional”, explica Marta Rodrigues. Exposições, actividades demonstrativas nos espaços oficinais das diferentes saídas profissionais, workshops, palestras e seminários, são algumas das muitas acções que, desde a passada segunda feira, têm vindo a mobilizar toda a comunidade formativa do Serviço de Formação Profissional de Viseu, nesta semana de abertura das instalações à comunidade. Sobretudo de todos quantos perspectivam o seu futuro numa formação profissional de qualidade reconhecida. Sónia Brandão, subdelegada Regional do Centro do IEFP, e José Costa, vice-presidente do Instituto Politécnico de Viseu, marcaram também presença na sessão de abertura da «Semana Aberta», dirigindo palavras de incentivo e de motivação a toda a comunidade formativa, em especial de formandos e formadores, que viram neste evento uma possibilidade de credibilização do trabalho efectuado ao longo de muitos meses.

COZINHAS MOB E FORCE 10 ASSINARAM PROTOCOLO DE INVESTIMENTO DE 22 MILHÕES DE EUROS A MOB, o maior e mais galardoado fabricante português de cozinhas, uma empresa do Grupo Visabeira, assinou na última segunda feira, no Palácio das Laranjeiras e na presença do vice-primeiro ministro, Paulo Portas, um protocolo de investimento com a FORCE 10, relevante grupo dos Emirados Árabes Unidos na indústria da construção civil, que abrange o contrato para o desenho, fabrico e

instalação de 706 cozinhas num condomínio de luxo situado em Saadiyat Island (Abu Dhabi), num valor superior a 4,5 milhões de euros. O protocolo de investimento firmado com a FORCE 10 tem também como objetivo alargar a comercialização das Cozinhas MOB a outros países do Golfo Pérsico, em particular à Arábia Saudita, Bahrein, Qatar, Kuwait e Omã. Para suportar esta operação

de internacionalização das cozinhas MOB, o protocolo de investimento estabelece os principais pontos para a construção de uma unidade de produção MOB, com um investimento previsível que ascende a 22 milhões de euros. A nova fábrica terá um papel central no plano de expansão da marca, constituindo o Médio Oriente a grande aposta de internacionalização das cozinhas

MOB nos próximos anos. Para além de utilizar as últimas tecnologias do sector, sendo completamente robotizada, esta nova unidade tem como objectivo conseguir entrar em outros mercados da região a partir dos Emirados Árabes Unidos, produzindo gamas adequadas ao mercado local, com especificidades ao nível do produto e do design, numa lógica de adequação e proximidade.


15/05/2014

RECORDAR ABRIL. ..

Por: Manuel Morgado patricinor@gmail.com Recordar Abril, todos o sabemos, é recordar também um grupo de militares que naquela data já histórica de há 40 anos fizeram a “Revolução dos Cravos” à revelia das respetivas hierarquias, mas que nem por isso ela deixou de produzir os seus efeitos, e ainda bem que os produziu, porque daí resultou estarmos hoje a viver num Estado de Direito Democrático, facto que também se deve, é bom lembrá-lo, ao apoio que o povo expressivamente lhe tributou, apoio sem o qual aquela revolução poderia ter fracassado. Porém, se quisermos ser francos, e eu estou a sê-lo, tudo o mais que aquele grupo de militares fez para pouco ou nada serviu. E se quisermos ser ainda mais francos, talvez tenhamos mesmo de aceitar o total inêxito de algumas iniciativas que eles próprios protagonizam, das quais me permito destacar a criação das célebres “Brigadas de Dinamização Cultural”, não só pelo muito dinheiro do erário publico que nelas foi gasto, mas também, e sobre tudo, devido a certos exemplos de mau comportamento cívico que alguns militares deram em localidades rurais que não importa aqui referir, mas que muita gente ainda os recorda com natural e justificado desagrado.

SOCIEDADE Por: Adelino Figueiredo Os «Barões da Sé» acabam de completar 19 encontros anuais, com a presença de mais de 30 “Barões”, que se reuniram ao final da tarde de sábado, no Centro Histórico, na Zona da Fonte das 3 Bicas (Escadinhas do Arvoredo) e Largo Pintor Gata, para confraternizarem, e reviverem alguns locais e momentos passados nos bons velhos tempos de infância. Este convívio continuou com o tradicional Jantar servido num dos restaurantes da zona histórica, em ambiente de grande alegria e boa disposição, onde foi possível degustar algumas das boas iguarias que a nossa região possui. A noite continuou

Porém, não nos iludamos. O “25 de Abril”, tendo ocorrido, é certo, já lá vão 40 anos, nem por isso muito do que sucedeu em função daquela data foi esquecido ou ignorado. E se é verdade, felizmente, que a esmagadora maioria dos cidadãos prefere salientar o que de melhor ela nos trouxe – A DEMOCRACIA – ainda aparece, não quem a conteste, registe-se este facto, mas que também não hesita em criticar certos aspetos do comportamento de alguns militares do “25 de Abril”, não por causa de o terem feito, mas porque na qualidade de pertencentes ao foro castrense, no ativo, na reserva ou na reforma, exigia-se-lhes que fossem mais contidos em posições que tomaram ou em declarações públicas que produziram. E as comemorações deste ano alusivas aquela data, do meu conhecimento, foram férteis em comentários, não, saliente-se isto, de críticas ao “25 de Abril” propriamente dito, mas sim, em especial, a alguns militares que o fizeram, em particular por prestarem declarações políticas que a eles deviam ser vedadas, estando neste caso declarações que visavam o derrube já do atual Governo, não por expressamente o terem citado, mas porque fosse este qual fosse, é contraproducente que militares façam exigências deste género, e muto mais o foi por serem feitas por “militares de Abril”, facto que muitos interpretaram revelador de falta de sentido ético-profissional. E eu que por razões profissionais me julgo relativamente conhecedor do “25 de Abril” e sobretudo das muitas consequências que dele resultaram, em particular relacionadas com a ordem pública, nunca como este ano ouvi criticar tanto os militares que o fizeram, e as razões apontadas tiveram quase tudo a ver com a sua falta de sentido ético politico e social, sendo sobretudo acusados de falta de sensibilidade na avaliação política, esquecendo-se que a

partir do momento em que revolução que protagonizaram saíu vencedora, lhes incumbia zelar pelo cumprimento da ordem moral social e cívica, com vista a garantir em termos de igualdade a criação dos partidos políticos, de modo a que estes, no mais curto espaço de tempo possível, pudessem proceder pacificamente à realização de eleições. Só que em vez disso o que fizeram os ditos militares? Praticamente nada. Preocuparam-se em criar as já citadas brigadas de dinamização cultural, de cujo trabalho feito só resultaram despesas para o erário público sem nenhuma compensação útil para o povo que generosamente os apoiou e aplaudiu, esquecendo, inclusivamente, quando ainda podiam fazê-lo, de procurar junto dos políticos que assumiram o poder após o derrube do governo por eles deposto, de cumprir uma promessa que eles tanto enfatizaram no seu discurso de vitória na madrugada do “25 de Abril” que era o de tudo fazerem no sentido de ser praticada uma política de mais JUSTIÇA SOCIAL para todos. E aqui surge a pergunta: O que fizeram para a conseguir? Nada. Embora crítico nalgumas considerações que aqui deixo relativas aos “Militares de Abril”, quero deixar claro que os respeito e admiro pela coragem que demostraram na construção da Revolução que protagonizaram, e igual sentimento nutro por todos os militares, porquanto, tendo servido com muitos e em diversas situações ao longo da minha vida profissional, de todos guardo uma grande estima e consideração, e de alguns uma profunda amizade pessoal, cujos nomes me dispenso de aqui mencionar, porque ao fazê-lo poderia correr o risco de me esquecer de algum, e isso poderia dar azo a erradas interpretações, o que de todo em todo procurarei evitar.

15/05/2014

EDUCAÇÃO

IPV MOSTROU-SE A MAIS DE 1.300 VISITANTES DE 25 ESCOLAS NOS DIAS ABERTOS

Durante três dias, mais de 1.300 visitantes, provenientes de 25 escolas secundárias, profissionais e básicas (9º ano) da

região, estiveram no Instituto Politécnico de Viseu (IPV) durante mais uma edição dos «Dias Abertos». Os alunos fo-

ram guiados numa “viagem inesquecível pelo admirável mundo do ensino superior”, tenso contactado com as diversas

ofertas institucionais, ao ritmo da sonoridade entusiasmante das tunas académicas. Os participantes puderam ainda assistir “em directo” às aulas, visitar e interagir nos diversos laboratórios e centros de informática, realizar experiências e análises laboratoriais, percorrer itinerários guiados pelas inúmeras valências institucionais, participar em palestras e sessões temáticas e de informação, entre uma panóplia de exposições e atividades pedagógicas interativas que o IPV organizou a pensar nos participantes e nas escolas que aderiram à edição de 2014 dos «Dias Abertos». Uma iniciativa que contabiliza cerca de 14.500 visitantes ao longo das onze já realizadas.

PROFISSIONAL MARIANA SEIXAS NA FINAL DO FESTIVAL DE VÍDEO ECOLÓGICO «BGREEN»

«BARÕES DA SÉ» JÁ PENSAM NO 20.º ENCONTRO com o regresso à zona do Largo Pintor Gata e zonas envolventes, onde teve lugar o habitual passeio nocturno “Entre-Bares”, onde foi possível brindarem e confraternizarem sob o lema que todos os anos é reavivado de “Uma amizade para a Vida”! Para o próximo ano está previsto um conjunto de iniciativasdesportivas e culturais, para comemorarem os “Vinte Anos” de Confraternização, deste grupo de amigos, que se identificam e continuam a promover o Centro Histórico, em particular a Sé, como local de vivências e experiências inesquecíveis. A zona da Sé é e será sempre para este grupo, a “sua casa de infância”, repleta de recordações e emoções.

MAIS UM PRÉMIO INTERNACIONAL E UM PRIMEIRO LUGAR NACIONAL

A Escola Profissional Mariana Seixas garantiu, pela quarta vez consecutiva, a presença em Santo Tirso, no dia 6 de Junho, com dois vídeos, na Grande Final do Bgreen // Festival de vídeo ecológico, promovido pela OFICINA – Escola Profissional do Instituto Nun'Alvares. Este Festival tem como principal objectivo sensibilizar os

jovens para as questões ambientais através de spots vídeo. Os critérios que levaram à selecção dos melhores trabalhos foram a criatividade, originalidade, inovação, impacto social e ambiental. Os vídeos finalistas concorrerão nas categorias: Grande Prémio bgreen // ecological film festival; Menção Honrosa, Melhor Mensagem, Melhor

Making-of e Prémio do Público. A competição, dirigida a estudantes do ensino secundário ou equivalente, com idades compreendidas entre os 14 e os 21 anos e os alunos, solicitava a realização de um spot vídeo sobre questões ambientais como a poluição, o aquecimento global, a desflorestação, a escassez de água potável, energias renováveis, reciclagem, entre outras.

A fotografia «Portuguese Pine» valeu a Liliana Pereira, aluna do 11º ano do Curso de Fotografia da EPMS, o primeiro lugar no Concurso Internacional “Young People in European Forests”- YPEF 2013/2014, patrocinado pelo Comissário Europeu para o Ambiente, que contou com a participação de 120 alunos de 12 escolas participantes. Seis equipas deste estabelecimentos de ensino profissional ficaram classificadas nos treze primeiros lugares desta iniciativa.


SOCIEDADE

16/Via Rápida

Anterior projecto da Junta socialista

15/05/2014

Actual projecto em construção

MULTIUSOS DE SANTOS EVOS NÃO É CONSENSUAL Por: Carlos Bergeron A construção do Pavilhão Multiusos de Santos Evos não está a ser consensual entre a população daquela localidade. Hoje pode mesmo dizer-se que são mais as vozes contra do que a favor e no centro de alguma polémica o facto da actual Junta de Freguesia, presidida pelo social democrata, Fernando Rodrigues, a cumprir o seu segundo mandato á frente daquela autarquia, ter optado por um novo projecto em Julho de 2013, ignorando o anterior, apresentado pela Junta de então, presidida pelo socialista, Rogério de Abreu, que perdera em 2005 as eleições para Fernando Rodrigues.

Das criticas feitas ao actual investimento, o facto do acesso principal ao Pavilhão Multiusos se localizar encima de uma curva muito apertada, perigosa, e sem visibilidade, o volume da construção subir acima do nível do adro da igreja paroquial, a saída de emergência coincidir com a porta de entrada, não prever a requalificação do adro da igreja, a localização da escadaria estar encima da curva, a falta de uma rampa para deficientes e prever uma área para o público de apenas 56 m2, para os 38 m2 do palco, considerada exígua para o público e exagerada para o palco. Outra crítica, o facto de também o actual projecto não ter sido posto à discussão da população de Santos Evos, que

deveria pronunciar-se sobre os dois projectos conhecidos, para poder decidir qual seria o melhor e a melhor solução para um espaço que já é hoje considerado ser a principal sala de visitas de freguesia. Lamentam ainda que o projecto da anterior junta socialista, que entretanto procedera à aquisição de duas casas em ruínas, situadas junto ao adro da igreja, para requalificação daquele espaço, prever uma sala polivalente para o público com 94 m2, um gabinete, o alargamento da estrada municipal 585, junto ao local, para poder dotar a polémica curva de maior visibilidade, bem como o rebaixamento da construção ao nível do adro da igreja, o que iria pro-

porcionar uma vista panorâmica daquele local bem como proporcionar uma maior visi-bilidade de toda a envolvente da igreja e do adro, para além de prever ainda todos os arranjos exteriores da igreja paroquial em granito nobre. Tratando-se de um equipamento público, a maioria da população de Santos Evos receia que a obra em curso não vá enquadrar-se naquilo que considera dever ser um elemento de referência estruturante, capaz de devolver qualidade de vida a quem ali vive, havendo mesmo quem diga que Fernando Marques só não terá desenvolvido o projecto da junta socialista para não deixar o seu nome ligado ao da anterior junta, liderada por Rogério de Abreu

SINTAP SENSIBILIZA TRABALHADORES DE ENTIDADES PRESTADORAS DE CUIDADOS DE SÁUDE O SINTAP – Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos, está a negociar um Acordo Colectivo de Trabalho para os trabalhadores vinculados por Contrato de Trabalho a entidades prestadoras de cuidados de saúde que revistam natureza empresarial pública, integradas no Serviço Nacional de Saúde. E que corresponde, segundo esta organização sindical, às carreiras de Técnico Superior, Assistente Técnico e Assistente Profissional, dos trabalhadores com Contrato de Trabalho em Funções Públicas. Sindicalistas da Secção Regional do Centro do SINTAP, estiveram no Centro Hospitalar de Tondela – Viseu a contactar com trabalhadores daquelas entidades prestadoras de cuidados de saúde, sensibilizando-os para a sua sindicalização, fortalecendo, pela sua acção, um movimento sindical democrático que defenda o “direito a um trabalho digno e a estabilidade no emprego”.

OPINIÃO

15/05/2014 Todos nós mentimos. Uns mais que outros, é certo, mas ninguém deixa de o fazer. Mas há, mentiras e mentiras. Há as chamadas “mentirinhas” inofensivas (mentiras piedosas), e há as aldrabices grosseiras e constantes de mentirosos compulsivos e desavergonhados que cultivam essa forma desprezível de estar na vida. Um mentiroso é tanto maios abominável quanto mais vive nesse mundo do embuste, e tanto mais prejuízos causa ao próximo e até à sociedade em geral. Poderá ser uma ofensa para alguns serem chamados de mentirosos, mas não será certamente, para aqueles que de ânimo leve, continuadamente faltam à verdade. Já se viu claramente onde quero chegar. Temos entre nós o exemplo acabado do que é ser-se mentiroso. Somos hoje governados por gente sem categoria, sem mérito que não nos mereçe qualquer tipo de confiança e respeito; mas que fazer…fomos “nós”, que logo à partida enganados e aldrabados, votamos neles, com base num programa de governo falso e embusteiro. É verdade que na política há poucas coisas transparentes e muito enganosas, sabemo-lo perfeitamente. Não há santos, e por isso ninguém diz a verdade toda. Isso nós não ignoramos, mas daí ao resto, vai uma diferença abissal. Errar é uma coia, mas enganar é outra… Até hoje, era-me difícil admitir que em política se pudesse mentir tanto. Como estava equivocado… Embalados por um chorrilho de falsidades e torpes promessas, os portugueses escolheram Passos Coelho para os governar, mas depressa se aperceberam do logro em que tinham caído. Podemos fazer um enorme esforço para compreendermos a contradição total entre o que Passos Coelho e o P.S.D. disseram, e depois fizeram, baseados no pressuposto que não conheciam a realidade, e que por isso tiveram que faltar à verdade – fazer precisamente o contrário do que defendiam e de que todos ainda nos recordamos. Podemos admitir isso e até branquearmos a

Por: José Reis

NO MUNDO DA MENTIRA situação, mas mesmo nestas circunstâncias era mister, era necessário, era obrigatório, que o Governo então formado, tivesse vindo dizer aos portugueses a verdade, ou pelo menos meias verdades. Nunca o fez; antes pelo contrário. Ultrapassou tudo isso de forma olímpica, mas leviana, perante o espanto e a complacência de todos. E a falsidade instalou-se de tal forma na prática do Governo, que hoje em dia já ninguém se espanta com mais logro menos logro, mais aldrabice menos aldrabice. Dia sim dia não, lá temos nós que engolir mais uma charlatanice. Um governante diz que sim, outro diz que não; um que é branco, outro que é preto. É uma “ vergonha desenvergonhada”. É preciso ter-se uma enorme” lata”. Ninguém sabe com o que conta nem o que o futuro lhe reserva. Esta Governo não governa, mas mente a toda a hora. Agora em período eleitoral, esta prática refinou-se e aumentou exponencialmente. Com esta situação de descrédito e desonestidade intelectual, o atual executivo é desconsiderado e insultado a toda a hora onde quer que vá. Nunca se viu em Portugal uma situação semelhante. Não é possível esconder mais o mal estar social, político e económico, que empurra Portugal para um buraco negro, no qual se afunda cada vez mais.

SOCIEDADE

SÁTÃO PEDALA ATÉ FÁTIMA NO DIA 31 DE MAIO O Município de Sátão está a organizar a quarta edição da iniciativa “A pedalar com e até Maria”, que irá decorrer no sábado, dia 31 de maio de 2014, com destino a Fátima. A partida está marcada para as 5h30, junto à Câmara Municipal. Os interessados devem realizar a sua inscrição no Gabinete de Atendimento ao Munícipe, mediante o pagamento de 20.00 euros, com seguros incluídos. “Proporcionar um dia dife-

rente a todos os participantes, com desportivismo, devoção e animação ao longo de todo o trajecto” é, para o presidente da Autarquia, Alexandre Vaz, o objectivo primeiro desta iniciativa que, ano após ano, tem vindo a registar um número crescente de participantes. A chegada a Fátima está prevista para as 16 horas, com algumas paragens em Santa Comba Dão, entrada de Coimbra, e Barracão.

9/Via Rápida Devíamos refletir sobre a falta de consideração e respeito que os cidadãos têm por este Governo. É aflitivo e preocupante ver e ouvir as pessoas chamarem de mentirosos, com todas as letras, os nossos mais altos governantes. Não deixa de ser desagradável e preocupante assistirmos a esse desrespeito total, que é esta ofensa à dignidade individual, à dignidade do cargo e à dignidade institucional, como diariamente acontece O próprio Presidente da República, padrinho e âncora deste Governo, perdeu toda a consideração que o lugar lhe deveria conferir, isto porque também ele cultiva a contradição e o engano. E não se pense que são só os sindicatos, ou a oposição política a manifestarem essa desconsideração e falta de respeito para com estes responsáveis nacionais. Muitos, muitíssimos mesmo, de correligionários dos dois partidos da coligação, não se cansam de denunciar as contradições e as falsidades governativas. Fazem-no de forma mais suave empregando palavras mais softs, tais como inverdades, imprecisões, faltas de rigor, trapalhadas, enganos, faltas de transparência, cataventos, etc. etc - .Tudo somado, este Governo, e sobretudo o Presidente da República, deveriam tirar as consequências políticas que a situação exige. Cavaco Silva, considerado já o pior Presidente da República pós 25 de abril, conforme aliás, todas as sondagens o revelam, mantem a sua cara de pau inalterada, enquanto se passeia pela China, desbaratando o dinheiro dos nossos impostos, enquanto nos cortam a saúde o ensino, apoio social, bem como os salários e as reformas. Atravessamos uma época difícil, em que os mais altos magistrados da nação são vilipendiados, insultados e desconsiderados pela sociedade portuguesa, o que empobrece e poe em causa o regular funcionamento da própria democracia. As campainhas não param de tocar, porém tudo se mantém sereno nesta paz podre. Parece que o que é preciso, é continuar a mentir. Até quando?


8/Via Rápida

OPINIÃO

15/05/2014

SOCIEDADE

15/05/2014

ESPECTADOR COMPROMETIDO

Startup Weekend Viseu – 16,17 e 18 Maio 2014 O empreendedorismo é hoje em dia uma das ferramentas fundamentais no que respeita ao desenvolvimento económico de qualquer região: Estimula a criatividade e a inovação; gera investimento contribuindo para o desenvolvimento das regiões; cria novos postos de trabalho. Por isso, várias iniciativas têm e estão a acontecer proporcionando, principalmente aos mais jovens e aos mais capacitados, oportunidades de se lançarem como empreendedores. O Startup Weekend que se vai realizar em Viseu em 16, 17 e 18 de Maio de 2014, nas instalações do Campus do IPV, é mais uma iniciativa que se insere neste movimento de estímulo e fomento do empreendedorismo, tendo em vista alargar e rejuvenescer o tecido empresarial e, muito importante, contribuir para a resolução de um dos principais problemas sociais da actualidade – o desemprego e em especial o desemprego jovem.

Trata-se de uma iniciativa já largamente difundida por outras cidades/regiões do mundo e que chega agora a Viseu. Mesmo em Portugal esta iniciativa já se concretizou em várias cidades, sempre com enorme sucesso. Pretende-se proporcionar aos participantes uma oportunidade de apresentarem ideias de negócio que serão submetidas à apreciação e decisão de todos e, sendo as mais escolhidas/votadas, possam, em equipa, ser desenvolvidas e trabalhadas no sentido de, ao final da tarde do dia 18 de Maio de 2014, estarem em condições de serem submetidas à decisão de um Júri altamente qualificada e experiente. Ara todos os participantes, independentemente de a sua ideia ser ou não das mais votadas, é uma oportunidade de se envolverem neste ambiente empreendedor, conhecerem outros potenciais e atuais empreendedores, praticarem e participarem no desenvolvimento de uma ideia aplicando

Para que serve um sítio património da humanidade? Foi este o tema escolhido pela Câmara Municipal de Viseu, para uma interessante conferência que decorreu no Museu Grão Vasco, no passado dia 17 de abril de 2014, no âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios. Esta questão remete-nos para uma outra, que considero bastante pertinente: “Poderá o centro histórico de Viseu ser classificado como património da humanidade?” Para que um local consiga obter essa classificação, deve satisfazer pelo menos um dos critérios estabelecidos pela UNESCO para a

respetiva categoria: Cultural (enquadra 6 critérios) ou Natural (enquadra 4 critérios). Um local pode, ainda, ser classificado como Misto, sendo que obrigatoriamente terá de satisfazer pelo menos um critério cultural e um critério natural. Em qualquer uma destas categorias, os bens devem, também, satisfazer as condições de autenticidade e ter um valor universal excecional. Portugal não possui, ainda, qualquer bem misto classificado, possui uma classificação natural (Floresta Laurissilva, na ilha da Madeira) e várias classificações culturais, das quais se destacam os centros históricos de Angra do

metodologias testadas. De facto, o programa inicia-se com a apresentação (pitch) das ideias que cada um trás para o evento e votação daquelas que se entenderem mais interessantes. À volta das ideias mais votadas serão formadas equipas que irão tratar do seu desenvolvimento e estruturação, utilizando metodologias testadas e com o apoio de mentores já experientes no apoio a projectos de empreendedorismo. Desde o final do dia de sexta-feira (16/5), até ao almoço de domingo (18/5), é trabalhar para melhor aprofundar a ideia de cada equipa. Como apoio ao desenvolvimento das ideias existirão algumas apresentações, por speakers de referência que irão decorrer ao logo destes dias. A partir do final do almoço de Domingo (18/5) é preparar a melhor apresentação possível para impressionar o Jurí através de apresentações a decorrerem a partir do meio da tarde de Domingo (18/5). Ao longo dos dias em que decorre o evento, apesar da existência de um programa, o ambiente de informalidade irá imperar podendo cada equipa organizar o tempo e trabalhar na sua ideia do modo que melhor se adequar. O objectivo é que Domingo a meio da tarde se tenha a melhor ideia/apresentação e impressionar o Jurí. Como saber mais sobre o evento, como esclarecer algumas dúvidas que se tenha do evento, como conhecer o programa, quem é a organização, como se inscrever para participar, quanto custa a participação, etc, etc, etc. , tudo isto pode ser encontrado em viseu.startupweekend.org ou em www.facebook.com/swviseu.

Heroísmo, na ilha Terceira (critérios IV e VI), de Évora (critérios II e IV), do Porto (critério IV), de Guimarães (critérios II, III e IV) e recentemente (2013), a Universidade de Coimbra - Alta e Sofia (critérios II, IV e VI). Tendo em conta os 6 critérios ponderados na classificação de bens culturais, acredito que o centro histórico de Viseu possa conseguir a sua classificação através do critério IV, ou seja, “representa um exemplo excecional de um tipo de construção ou de conjunto arquitetónico ou tecnológico, ou de paisagem que ilustra um ou mais períodos significativos da história humana.” Mas, para que a sua classificação seja possível, existe um longo caminho a percorrer, que exige uma relação de compromisso entre os vários parceiros, incluindo gestores de sítios, autoridades locais e regionais, empresas privadas, instituições de ensino, comunidade local e outras partes interessadas. Mais do que incluir Viseu nos roteiros turísticos do património mundial, a sua candidatura deve servir para que os viseenses tenham mais consciência da sua história, reforçando a relação de identidade. A cidade deve ser atraente para os cidadãos que nela habitam e, se assim for, consequentemente atrairá mais turistas.

Por: José Lapa

A morte de Vasco Graça Moura, homem erudito, o que já não se usa nem ousa ser, deixa um vazio preenchido pela totalidade da sua obra, imensa e transbordante de enciclopedismo: “tudo o que eu quero ser é tudo”. Em tempos do instantâneo, do frugal, escapa aos nossos dias o mastigar sereno da reflexão, a serenidade da sabedoria, a pausa sugestiva do repensar a nossa existência, o nosso espaço. Território sem paixão, sem palavra, o que levou poeta a declarar enfaticamente: “A Portugal está a faltar muita poesia.” O deficit de serenidade migrado da crise para as nossas vidas, que impõe um ambiente cultural inóspito e indesejável, inquina a cidadania. Talvez, por isso, o polemista Vasco tenha lembrado que: “Dizem-nos, que vivemos muito tempo

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Viver é saber morrer acima das nossas possibilidades. Agora vamos viver muito tempo abaixo das nossas necessidades.” Constatação de fato e gravata, onde se atravessa o Acordo Ortográfico, como já perceberam, que combateu tenazmente, em nome da língua portuguesa. Língua que tanto cultivou, semeou, enriqueceu, aprofundou. Dedicoulhe, inclusive, um lamento: “não és mais do que as outras, mas és nossa, / e crescemos em ti.” Já sabemos que a poesia nos liberta, nos ensina a ver, como escreveu Tolentino Mendonça. O espirito livre de Vasco Graça Moura, não tinha outro guia que não fosse o das suas convicções. E, nestas albergava-se, este princípio heterodoxo: “Tudo o que imponha uma dialéctica de opostos é importante. Pelo menos um embrião de conflito. A unanimidade é a mais banal e empobrecedora das situações.” Subjaz assim no seu itinerário uma motivação humanista, que levou muitos a recriarem na sua pessoa a figura renascentista. Gente assim é um oásis num deserto imenso, branco e esquálido, uma contradição prazenteira de um mal nacional, a que um conhecido político chamou pântano, antes de seguir viagem para outros rumos. Vasco Graça Moura, partiu, não sem antes demonstrar à saciedade, o estoicismo com que enfrentou o cancro triplo que o

ameaçava. Este pérfido monstro, não percebeu que nunca conseguiria acabar com o poeta. A obra fica a rir-se do desgraçado. Este seu testemunho de estoicismo e coragem perante a morte inevitável, foi elogiada pelo próprio a Maria José Nogueira Pinto (Prova de Vida, DN 13/07/2011), que passou pela mesma experiência derradeira. Nesse texto, belo, o poeta escreve: “É com alguma melancolia que me ponho a pensar nessa relação, afinal transparente, entre saber viver e saber morrer.”. Afinal, morrer é saber viver. Aliás, Vasco Graça Moura, fazia a elegia do texto de Maria José Nogueira Pinto (Nada me faltará, concluído e publicado no dia da sua morte, em 7/07/2011), com que esta se despedia da vida. Aí, Maria José em síntese prodigiosa, desenhava uma autobiografia cheia de significado. Da morte tinha o poeta, belo poema, que começava assim: quando eu morrer murmura esta canção que escrevo para ti. quando eu morrer fica junto de mim, não queiras ver as aves pardas do anoitecer Vasco Graça Moura, morreu, vivendo até ao último grau de areia da ampulheta da vida, denunciado até ao ultimo minuto a condição em que vivemos: sem alma.

JARDIM TEMÁTICO DEDICADO AO CARDO E AO QUEIJO SERRA DA ESTRELA Os alunos da Escola Superior Agrária, formandos da APPACDM (Viseu) e alunos da Escola Secundária Viriato, em colaboração com o Município de Viseu, instalaram um jardim temático alusivo ao Cardo e ao Queijo Serra da Estrela, na rotunda localizada na proximidade da Escola Secundária Viriato (perto do Continente). A acção envolveu ainda vários parceiros, nomeadamente a Universidade Católica – Departamento de Ciências da Saúde, Ancose, Casa da Ínsua, e a Confraria do Queijo Serra da Estrela. Pretendeu-se com esta iniciativa largada, “associar uma lógica de sustentabilidade, solidariedade, inclusão e valorização da biodiversidade e dos recursos endógenos das nossas paisagens, das nossas gentes e dos nossos costumes, num papel de promoção e valorização de um legado com vista à inovação e aos novos desafios de futuro”, sublinha o IPV em comunicado. O projecto CARDOP/SIMBIOSE, em que a acção estava integrada, visa contribuir para a caracterização e valorização da cultura do cardo (Cynara cardunculus L.), cuja flor contém um coagulante vegetal fundamental para a produção do Queijo DOP Serra da Estrela.


EDUCAÇÃO

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«ENCONTROS DA VIRIATO» REFORÇARAM LIGAÇÃO DA ESCOLA À COMUNIDADE

Exposições, conferências, oficinas, concursos, desporto, cultura, e acções experimentais em regime de laboratório aberto à comunidade, marcaram, ao longo de dois dias de intensa actividade (8 e 9 de Maio), a sexta edição de uma das mais emblemáticas e mobilizadoras iniciativas da Escola Secundária de Viriato: os «Encontros da Viriato» que, mais uma vez, mostraram à comunidade, sobretudo aos pais dos alunos, o resultado das aprendizagens e a forma como é atingido o sucesso escolar neste estabelecimento de ensino. Nos «Encontros da Viriato», que mantêm os objectivos que estiveram na génese do seu lançamento em 2003, as acções incidiram sobre todas as áreas do conhecimento, divulgando muitos dos conteúdos programáticos leccionados na Escola. “São actividades lectivas como estas que provocam e enriquecem a aprendizagem”, concre-

tiza o director, Carlos Alberto Borges Oliveira. “À escola hodierna cabe uma missão que excede em muito a mera transmissão e aquisição de conhecimentos. Que não se esgota na instrução, mas deve prosseguir também, de forma continuada, na formação integral dos seus alunos. Exigese, pois, uma escola que incorpore e mobilize saberes e recursos, afirmando-se como um espaço de partilha, de descoberta, e de consolidação de saberes”. É neste patamar que o director da Secundária de Viriato posiciona um estabelecimento de ensino que, ao longo dos seus 29 anos de funcionamento, e apesar de todos os constrangimentos, como a falta de obras de melhoramento, inexistência de um auditório e situação do pavilhão gimnodesportivo, sempre soube afirmar-se como “uma escola em movimento, viva, activa, de to-

MEDALHA DE BRONZE NAS OLIMPÍADAS DA FÍSICA O aluno João Francisco Carvalho, da turma B do 11º ano da Escola Secundária de Viriato, em Viseu foi premiado com a Medalha de Bronze, na etapa regional das Olimpíadas de Física – 2014, realizada em Coimbra, tendo sido seleccionado para a etapa nacional a realizar em Lisboa, nos dias 06 e 07 de Junho de 2014. Na fase nacional serão apurados alunos para as Olimpíadas Internacionais a realizar em 2015, na

Índia e para as Olimpíadas Ibero – Ame-ricanas 2015 a realizar em Cocha-bamba, na Bolívia. As Olimpíadas de Física são organizadas pela Sociedade Portuguesa de Física e têm por objectivo incentivar e desenvolver o gosto pela Física nos alunos dos Ensinos Básico e Secundário, considerando a sua importância na educação básica dos jovens e o seu crescente impacte em todos os ramos da Ciência e Tecnologia.

dos, com todos, e para todos”. “O constante jorrar de ideias e projectos – muitos premiados a nível nacional e até internacional – bem como o desenvolvimento permanente de actividades desportivas, culturais e recreativas, têm mostrado ao mundo circundante que somos uma unidade orgânica ousada (…) que aceita os desafios do futuro”, garante Carlos Alberto Oliveira. Que recorda reconhecimentos públicos feitos a esta unidade orgânica, como o que muito recentemente ocorreu no Ministério da Educação e Ciência, através da atribuição do «Selo Escola Secundária». “São reconhecimentos como estes que nos motivam, profundamente, a trilhar os caminhos, não raro espinhosos, que orientam este grande projecto educativo”, conclui o responsável. Entre as actividades programadas, os «Encontros da Viriato» ficaram ainda marcados pela conferência proferida pelo Bispo de Viseu. D. Ilídio Leandro, no âmbito do Ano Europeu da Família, pela palestra «Compromisso da Escola com a Educação para a Democracia, Regras, Disciplina e Responsabilidade Parental» dinamizada por Fernando Acílio Saldanha, e ainda por duas acções destinadas a docentes e abertas à participação de outras escolas: o colóquio «O conto do vigário, Fernando Pessoa e a Matemática», orientado por Jaime Carvalho e Silva do Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra, e o workshop «Voz e Expressão – ferramentas do professor», orientado pela actriz Ilda Teixeira.

«VIRIATO MAIS… À FRENTE» MOBILIZA ANTIGOS ALUNOS Subordinada ao tema «(Ger)Ação Viriato», a edição deste ano dos «Encontros da Viriato» incluiu a realização do I Jantar Convívio de Antigos Alunos, e do «Viriato Mais… À Frente». Um evento da responsabilidade dos Serviços de Psicologia e Orientação, voltado para os alunos do 9.º ano e dos 10.º, 11.º e 12.º anos do ensino secundário, traduzido numa mostra de 43 cursos do ensino superior público, dinamizada por 49 ex-alunos da Escola, oriundos de nove universidades, quatro institutos politécnicos, e Escola Naval. Entre outros objectivos, como a orientação e apoio no processo de escolha e planeamento da carreira dos actuais alunos, divulgação de cursos e instituições do ensino superior público, a iniciativa «Viriato Mais… À Frente», que este ano cumpriu a segunda edição,é um espaço de partilha de experiências e de vivências pessoais entre actuais e ex-alunos da Escola Secundária de Viriato.

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GOLPE DE VISTA

A transferência do Mercado Municipal foi um erro que hoje todos reconhecem, utentes, vendedores e comerciantes da Rua Formosa e da Rua do Comércio. O próprio centro histórico se ressentiu. Tem-se atribuído a culpa do insucesso da nova praça ao projecto de Siza Vieira, mas, na realidade, a culpa foi do dono da obra, o presidente da autarquia, que não disse ao arquitecto o que é que queria fazer da praça. Siza fez uma escultura arquitectónica, sem funcionalidade, mas bonita. Parece uma miniatura do jardim das laranjeiras da Mesquita de Córdoba, só que as magnólias não cresceram o suficiente, nem crescerão se continuarem a não as regar. Um autarca mais avisado, teria entregue a obra a um arquitecto local, que talvez tivesse o bom senso de deixar ficar os telheiros das bancadas, substituindo estas por bancos de jardim, por exemplo. Já o projecto adiantado por Almeida Henriques de implantar uma cobertura, não sabemos se será boa ideia, precisamente por causa das magnólias. A ver vamos… Fernando Ruas nem sequer ouviu os comerciantes da Rua do Comércio e da Rua Formosa que alertaram atempadamente para a falta de funcionalidade das lojas viradas para o interior da Praça, mas sem espaço para ter portas abertas para os dois lados, a praça e a rua. Agora, o novo executivo repescou algumas ideias avançadas pela Associação dos Comerciantes e por partidos da oposição, para revitalizar o Mercado 2 de Maio. Os cerca de 80 inscritos e a afluência de interessados em comprar e trocar fez do evento um sucesso, que terá repetição em Julho. Mas será que Viseu não pode ter uma feira destas todos os meses? Salamanca, por exemplo, tem um “rastro”, todos os domingos, que atrai largas centenas de pessoas. Lisboa tem a “Feira da Ladra”, Porto a “Vandoma”, Paris, entre outros tem o “Mar-

OPINIÃO

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FAZER DO MERCADO 2 DE MAIO UMA PRAÇA A ARDER DE GENTE

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se a actuação do Orfeão de Viseu, da APPACDM Viseu e `por volta das 22 horas, um concerto de A Presença das Formigas”. Este grupo, prémio José Afonso com o seu anterior disco “Ciclorama”, apresentou temas do seu novo CD: “Pé de Vento”, mais uma obra prima da música portuguesa de todos os tempos e de todos os tipos, porque se na origem das temas

está a tradição popular, os arranjos revelam uma sólida e vasta erudição musical. O que não é de estranhar já que, por exemplo, André Cardoso é professor no Conservatório Regional de Música de Viseu, tendo actuado em vários concertos no âmbito do 7º Festival de Música da Primavera de Viseu, que decorreu de 17 de Abril a 11 de Maio.

(Secção da responsabilidade do Núcleo de Viseu de “OLHO VIVO - Associação para a Defesa do Património Ambiente e Direitos Humanos”) Nota: Críticas e sugestões para a Associação OLHO VIVO, telefone: 912522690 - olhovivo.viseu@gmail.com olhovivoviseu.blogspot.com

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UNIÃO DE FREGUESIAS DE VISEU DISPONIBILIZA CONSULTAS DE PSICOLOGIA

A exemplo do que aconteceu no âmbito da assistência médica domiciliária, a União de Freguesias de Viseu acaba de celebrar mais um protocolo na área

chée aux pusses”, Londres, “Porto Bello Road”, Madrid, “o rastro”. O evento mais propalado pela Cãmara foi a a comemoração dos 135 anos da inauguração em 1879 do Mercado 2 de Maio, assim chamado devida à entrada em Viseu, nesse dia de 1834, das tropas liberais comandadas pelo 1º duque da Terceira. Ao cortejo de encenação histórica seguiu-

SOCIEDADE

da saúde. Neste caso com o Centro de Psicologia e Apoio Educativo «Psike», passando assim a disponibilizar consultas a preços simbólicos, e com pos-

sibilidade de acompanhamento gratuito, a cidadãos comprovadamente carenciados, nas valências da psicologia, terapia da fala, psicopedagogia e psico-

motricidade. “É mais um serviço de inquestionável importância, que faz parte das prioridades deste executivo em tempo de dificuldades económicas para muitas pessoas que, de outra forma, não teriam a possibilidade de aceder a estas consultas”, confirma Diamantino Santos, presidente da União de Freguesias de Viseu. As consultas, que incluem crianças, jovens, adultos e idosos, são garantidas pelas psicólogas Sílvia Adão e Tânia Lopes, e pela técnica de psicomotricidade Nadine Duarte. São feitas através de marcação prévia na União de Freguesias de Viseu, pessoalmente ou pelo telefone (232 426 578 e 926 020 774), ou na «Psike» através dos telem. 967 593 808 / 917 091 619), e funcionam às segundas e quartas-feiras , entre as 14.00 e as 19.00 horas, num Gabinete disponibilizado pela autarquia. O preço é de 20 euros por sessão.

VILA DE SANTAR RECUOU À ÉPOCA MEDIEVAL A Associação Cultural e Informativa “Os Amigos de Santar”, com o apoio do Camara Municipal de Nelas e da União das Freguesias de Santar e Moreira, promoveu o evento “Santar Ano 1110”, que contou com um vasto programa dedicado à história secular da Vila de Santar e onde as centenas de visitantes assistiram, no Largo do Paço, a diversas recriações e demonstrações históricas, concertos de música, treinos militares do século XII e exposições de artesanato dessa época. A data de 1110 surge associada às Comemorações desta localidade, pela sua referência num documento anterior à Fundação da Nacionalidade Portuguesa em que as Igrejas de Santar e Moreira foram doadas à Sé de Coimbra, o que atesta a antiguidade desta localidade. Santar surge assim na rota dos eventos culturais históricos, traduzindo o seu potencial enquanto local privilegiado de promoção turística do Concelho de Nelas e atractivo a visitantes de todo o país.


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DESPORTO

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“NÃO HÁ DESCULPAS PARA NÃO SE PRATICAR DESPORTO EM VISEU” CÂMARA DEIXA CAIR JOGOS DESPORTIVOS MAS APRESENTA UMA MÃO CHEIA DE PROPOSTAS PARA A PRIMAVERA / VERÃO

Oitenta dias de movimentação à espera de 25 mil participantes, oitenta mil euros de investimento, e o envolvimento de uma centena de instituições do movimento associativo, são os números do programa de actividades desportivas que arrancaram no último domingo com as manhãs desportivas no Parque Urbano da Radial de Santiago, e prosseguem por todo o concelho, ao longo dos próximos três meses, com eventos e realizações para todos os gostos e idades. “Não há desculpas para não se praticar

desporto em Viseu”, garante Almeida Henriques, presidente da Câmara Municipal, perante um programa que, em seu entender, “convida os viseenses a sair para rua”. O Programa de Actividades Primavera / Verão em Viseu, apresentado no Parque Urbano da Radial de Santiago, um espaço de actividades intergeracionais que a Autarquia quer ligar até ao Fontelo e também à Quinta da Cruz, deixa cair uma das mais emblemáticas realizações lançadas pelos executivos liderados por Fernando

Ruas: os Jogos Desportivos de Viseu, que em 2013 cumpriram 22 anos de realizações ininterruptas. “Foi um projecto importante que nos permitiu avaliar onde e como o Município tem agora de dar um novo incremento, quer em termos de participação de cidadãos, quer do modelo que pretendemos para a prática desportiva no concelho. E a opção foi de não concentrar, numa só iniciativa, actividades que poderão ser prolongadas ao longo de todo o ano, nomeadamente ao nível do desporto nas escolas e de um maior apoio ao desporto federado”, justifica Almeida Henriques. A integração no programa da Meia Maratona de Viseu, que passa agora a designar-se «Meia Maratona do Dão», é uma das novidades apresentadas no calendário de realizações. “Queremos dar ao evento um cariz internacional, integrá-lo no segmento das principais provas do país e, ao mesmo tempo, assegurar patrocínios que o tornem auto-sustentável. Decidimos, por isso, fazer um «upgrade» a esta importante manifestação, e integrá-la na Festa das Vindimas, a realizar em Setembro. Lançamos este de-

safio aos «Ribeirinhos», uma colectividade que continuará a ser o nosso grande parceiro na organização da prova”, explicou Almeida Henriques. Para o presidente da Câmara Municipal, a aposta passa por reforçar, também em termos desportivos, a posição de Viseu como palco de grandes eventos nacionais e internacionais, tal como já acontece com a Volta a Portugal em Bicicleta, Torneio Internacional de Andebol e, no futuro, com a Meia-Maratona do Dão. Almeida Henriques anunciou ainda que os eventos desportivos habitualmente integrados na Feira de S. Mateus, passam também para a responsabilidade da Autarquia. Para além das «Manhãs Desportivas», o Programa de Actividades Primavera / Verão em Viseu inclui um vasto leque de realizações, desde os percursos pedestres, passando pela «Escola Ativa», desportos de praia, orientação, jogos tradicionais, campeonato de ténis de mesa, promoção da actividade física com o «Fitness Welcome Summer», feira do desporto, circuito «Cidade de Viseu» em ciclismo, até a realização, nesta cidade, de uma etapa do campeonato nacional de skate.

XVI JOGOS DE TONDELA ARRANCARAM EM FORÇA NO CARAMULO

Com a realização do «Torneio Interfreguesias» em futebol de cinco - uma aposta ganha pelo Município quando há dois anos «ressuscitou» este modelo, agora, num formato diferente, assente num torneio bastante competitivo que englobou 13 freguesias -, arrancou em força, no Pavilhão do Caramulo, a XVI edição dos Jogos Desportivos de Tondela, que contou com a participação de meia centena de coletividades e instituições. O

evento encerrará no Parque Urbano nos dias 5 e 6 de Julho, dias que coincidem com o fim de semana dos Jogos. O objetivo do Torneio de futebol de cinco, foi incutir o gosto pela prática desportiva entre aqueles que já abandonaram a competição, para além da rentabilização das instalações desportivas existentes por todo o concelho. Ao todo estiveram envolvidos 182 jogadores, 40 dirigentes e técnicos, e 39 jogos dis-

putados em cinco polidesportivos descobertos e três pavilhões desportivos municipais. Com a atribuição dos prémios aos vencedores e participantes no Torneio, estava dado o mote simbólico para a abertura oficial dos Jogos Desportivos de Tondela, que na edição deste ano movimentam mais de um milhar de atletas em 20 modalidades. José António de Jesus, presidente da Câmara Municipal, reforçou a importância de uma iniciativa que “continua a mo-

bilizar um número tão grande de participantes ao fim de 16 anos de realizações ininterruptas, e que continua a dar um contributo fundamental no crescimento dos jovens”. Esta cerimónia foi apresentada pelo Chefe de Divisão de Desporto do Município de Tondela, Carlos Henriques e culminou com a declaração de abertura dos XVI Jogos Desportivos do Concelho de Tondela, proferida pelo vereador do Desporto, Miguel Rodrigues.

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REGIÃO

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DESPORTO

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CASA MORTUÁRIA DE TONDELA FICARÁ CONCLUÍDA ANTES DO FINAL DO ANO

«TORNEIO INTERNO» TESTOU TODOS OS NADADORES DO ACADÉMICO

- EQUIPAMENTO DE 215 MIL EUROS SERVIRÁ TODAS AS CONFISSÕES RELIGIOSAS

Por: Irene Frias O excelente complexo de Piscinas do Fontelo foi palco do “Torneio Interno Académico de Viseu”, que contou com todos os elementos pertencentes à secção de natação do clube, proporcionando a todos os nadadores a oportunidade de competirem entre si, estando presentes no mesmo dia, em competição, todos os escalões de formação do Académico, até à equipa principal, permitindo um dia de convívio entre todos. Foi em clima de festa que se desenrolou a iniciativa da Secção de Natação do Académico de Viseu, indo ao encontro do objectivo desta prova, que era promover o intercâmbio entre os diferentes escalões e lançar novos talentos em competição. A prova chegou mesmo a ter momentos de grande competição entre os nadadores mais experientes, registando-se ainda a excelente atitude e capacidade de concentração dos mais novos. Fica a excelente imagem deixada por estes jovens viseenses, tendo sido promovido o salutar e motivador convívio entre todos.

A Câmara Municipal de Tondela espera ver concluído, antes do final do ano, um equipamento desde há muitos anos desejado pelas populações da cidade: a Casa Mortuária. A obra, que representa um investimento de 214.120 euros, foi lançada em cerimónia realizada junto ao velho quartel dos Bombeiros Voluntários, um edifício que irá ser demolido e recons-

truído para acolher a estrutura. Para além dos velórios, habitualmente realizados na capela de Santa Eufémia, o equipamento terá ainda outras funcionalidades. “O imóvel ficará dotado de condições que permitirão, às várias confissões religiosas, poderem utilizar este espaço”, garantiu naquela cerimónia o presidente da Câmara de Ton-

dela, José António de Jesus, para quem o plano de utilização e gestão será regulado no âmbito do serviço à comunidade, dando resposta a outro tipo de eventos, como colóquios e reuniões. A construção da Casa Mortuária de Tondela é o primeiro de um conjunto mais vasto de investimentos que o Município se prepara para concretizar, em função de uma visão estratégica

de planeamento a médio e longo prazo aproveitando, como é o caso desta estrutura, os excedentes do actual quadro comunitário de apoio. “Quanto mais depressa concluirmos e pagarmos esta obra, mais rapidamente o Município a poderá candidatar a esses fundos e reembolsada através do designado plano «overbooking»”, explicou José António de Jesus. Dado o adiantado estado de degradação do edifício, que já foi um dos mais emblemáticos da cidade de Tondela, apenas será aproveitada a fachada principal do velho quartel dos Bombeiros, que será no entanto recriada e recuada para permitir um melhor enquadramento na avenida General Humberto Delgado, ajustando o seu alinhamento com uma pequena praça de entrada do edifício. E, no futuro com a também antiga e contígua residência paroquial,que a Câmara de Tondela pretende requalificar para colocar também ao serviço da comunidade. “Estamos a equacionar um estudo de arquitectura para este edifício. Não perdemos essa ambição”, concluiu José António de Jesus

ABC DE NELAS SOBE À 2ª DIVISÃO NACIONAL A duas jornadas do final do campeonato nacional de Futsal, o ABC de Nelas acaba de concretizar o objectivo maior do Clube: o regresso à segunda divisão nacional, após a vitória no jogo do passado sábado frente ao Gondomar por 10-2. A equipa nelense encontrase no segundo lugar da classificação e tem oito pontos de vantagem sobre o quarto lugar. Sobem à segunda divisão nacional apenas os três primeiros classificados. A equipa do “Coração do Dão” tem a melhor defesa da competição, o segundo melhor ataque, e ainda a maior diferença entre os golos marcados e sofridos.

MUSEU PEDAGÓGICO DE LAMEGO RECORDA ANTIGAS ESCOLAS PRIMÁRIAS A Câmara Municipal de Lamego, em colaboração com a Junta de Freguesia de Avões e os agrupamentos de escolas do concelho transformou a antiga escola de Avões de Lá, encerrada em 2011, num Museu Pedagógico que dá a conhecer aos mais novos e recorda aos mais velhos como era a escola de antigamente. “Espero que seja im-

portante para a preservação da nossa memória histórica e alicerçar o nosso desenvolvimento”, vaticina Francisco Lopes, presidente da autarquia. O novo espaço museológico alberga um pouco da imagem das antigas escolas, do ponto de vista da arquitetura, funcionalidade, materiais e até dos projetos educativos que durante

décadas ajudaram a formar gerações de lamecenses. Não falta o quadro de ardósia, o crucifixo na parede, a palmatória ou as antigas sebentas. A partir de agora, o Museu Pedagógico de Lamego está aberto ao enriquecimento do espólio que tem em exposição, através de doações de particulares.

Na hora de abrir pela primeira vez as portas do novo equipamento foi recordada a ação dos lamecenses que, em 2008, deram os primeiros passos para concretizar este “sonho pedagógico”: Alberto Almeida, João Mendonça, João Pedro, Paulo Oliveira, Henrique Moura Marques e Manuel Almeida, os dois últimos já falecidos.

Director: Ricardo Silva • Redacção - Chefe de Redacção: José Cardoso • Colaboradores:Afonso Marques, Carlos Bergeron, Carlos Vieira e Castro, José Lapa, José Reis, Luís Lopes, Manuel Morgado Propriedade: José Cardoso • Depósito legal n.º 146546/00 • N.º de registo no ICS - 117441 N.º fiscal de contribuinte - 135605547 • Departamento Comercial: Luísa Matos (publicidade@jornalviarapida.com) Edição On-line: Marco Alexandre • Paginação e Arranjo Gráfico: ROSTO CRIATIVO - Viseu Impressão: TIPOGRAFIA OCIDENTAL - Viseu • Tiragem: 4.000 Ex. www.jornalviarapida.com Os artigos de opinião publicados neste Jornal são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. Sede e Redacção: Rua D. Francisco Alexandre Lobo, 55-3.º dto • 3500-071 Viseu Contactos: Tel. - 232426058 • Telem. - 966061468 • Fax - 232426058 • E-mails - geral@jornalviarapida.com - publicidade@jornalviarapida.com

JOGOS DE PENALVA DO CASTELO PROLONGAM-SE ATÉ 27 DE JUNHO Os Jogos Desportivos de Penalva do Castelo, o maior evento desportivo do concelho este ano a cumprir a 11.ª edição, prolongam-se até 27 de Junho, movimentando centenas de praticantes em várias modalidades. A abertura ficou marcada

pela acção de sensibilização «“Conversa sobre os benefícios do exercício físico na nossa saúde”, dinamizada pelos enfermeiros Luís Almeida e Sofia Carvalho, da UCC Pena D`Alva, que salientaram os benefícios da prática regular do exercício físico.


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CARTÓRIO NOTARIAL Rua Cândido dos Reis, n.º 10, r/c Esq. Viseu - Telef. 232427560 Notária – MARIA LUÍSA CUSTÓDIO LOPES PAIS luisa.pais@notarios.pt EXTRACTO Certifico, para efeitos de publicação, que, a folhas noventa e seis, do Livro de Notas número 168-A, da Notária Maria Luísa Custódio Lopes Pais, com Cartório Notarial em Viseu, na Rua Cândido dos Reis, número 10, rés-do-chão esquerdo, se encontra lavrada em sete de Maio de dois mil e catorze, uma escritura de justificação, na qual outorgaram: Júlio da Silva Lopes e mulher Maria de Lourdes dos Santos Ferreira, casados no regime da comunhão de adquiridos, naturais da freguesia de Viseu (Santa Maria de Viseu), concelho de Viseu, residentes na Rua do Ribeiro, 3, Póvoa de Moscoso, São João de Lourosa, Viseu, NIF 126 567 590 e 155 275 941, os quais declararam: Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem, dos seguintes bens imóveis: Um) prédio urbano composto de casa de andar de construção antiga, destinada a habitação, com um piso, sito na Rua Principal, n.º 3, Póvoa de Moscoso, freguesia de São João de Lourosa, concelho de Viseu, com a superfície coberta de vinte e dois metros quadrados, inscrito na matriz sob o artigo 663, omisso na Conservatória do Registo Predial de Viseu; Dois) prédio urbano composto de casa de andar de construção antiga, destinada a arrecadações e arrumos, com um piso, sito na Póvoa de Moscoso, freguesia de São João de Lourosa, concelho de Viseu, com a superfície coberta de vinte e oito metros quadrados, a confrontar do Norte e do Poente com caminho, do Sul com Júlio da Silva Lopes e do Nascente com António Loureiro, inscrito na matriz sob o artigo 664, omisso na Conservatória do Registo Predial de Viseu; Que o prédio acima identificado sob o número um veio à sua posse, já no estado de casados entre si, por doação meramente verbal, feita por Francisco Pais Lopes (em nome de quem se encontra inscrito na matriz), e mulher Maria das Dores, residentes que foram em Póvoa de Moscoso, São João de Lourosa, Viseu, avós do justificante marido, doação essa efectuada em dia e mês que não podem precisar, mas que ocorreu por volta do ano de mil novecentos e oitenta; E que o prédio identificado sob o número dois veio à sua posse, também já no estado de casados entre si, por compra meramente verbal, feita aos herdeiros de Maria do Agostinho (em nome de quem se encontra inscrito na matriz), viúva, residente que foi em Póvoa de Moscoso, São João de Lourosa, Viseu, compra essa efectuada em dia e mês que igualmente não podem precisar, mas que ocorreu por volta do ano de mil novecentos e oitenta. Que dado o modo de aquisição, não têm eles justificantes possibilidade de comprovar pelos meios normais o seu direito de propriedade perfeita, mas a verdade é que são eles os titulares desse direito, pois têm possuído os aludidos prédios há mais de vinte anos, ininterruptamente, com o conhecimento de toda a gente, sem a menor oposição de quem quer que seja, considerando-se e sendo considerados como seus únicos donos, na convicção que não lesavam quaisquer direitos de outrem, tendo a sua actuação e posse sido de boa fé, posse essa que se tem materializado na sua utilização para arrumações, fazendo obras de reparação e de reconstrução e habitando-o, sendo por isso uma posse em nome próprio, contínua, pública e pacífica, o que conduziu à aquisição daqueles prédios por usucapião que expressamente invocam, justificando o seu direito de propriedade para efeitos de registo, dado que esta forma de aquisição não pode ser provada por qualquer outro título formal extrajudicial. Está conforme o original. Cartório Notarial de Viseu, sete de Maio de dois mil e catorze. A Notária: Maria Luísa Custódio Lopes Pais (Jornal Via Rápida 15.05.2014)

(Jornal Via Rápida - N.º 513 de 15.05.2014)

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CARTÓRIO NOTARIAL Notária – Marina da Conceição de Sousa Alves Martins de Carvalho Rua dos Olivais n.º 4 – VISEU EXTRACTO Marina da Conceição de Sousa Alves Martins de Carvalho, notária deste Cartório, certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que no Cartório Notarial de Viseu, sito na Rua dos Olivais, nº 4, no livro de notas nº 158 a folhas 110, foi lavrada uma escritura de Justificação, pela qual ANTÓNIO DOS SANTOS OLIVEIRA, c.f. 130796840 e mulher MARIA DE JESUS ALVES, c.f. 130796794, casados em comunhão de adquiridos, naturais da freguesia de Cepões, concelho de Viseu, onde residem na Rua do Aeródromo, nº 9, lugar de Nelas, declararam que são donos e legítimos possuidores com exclusão de outrem, dos seguintes prédios, sitos na freguesia de União das Freguesias de Barreiros e Cepões, concelho de Viseu: 1Rústico – terra de milho de sequeiro com castanheiros e testada de pinhal, sito ao Chão Redondo, com a área de 6255m2, a confinar do norte e poente com António de Almeida Alves do Sul com Eduardo Gomes e do Nascente com caminho, inscrito actualmente na matriz sob o artigo 11321 e anteriormente inscrito na matriz sob o artigo 9985 da freguesia de Cepões. 2- Rústico – terra de milho regadio, testada de pinhal e mato, sito á Tapada, com a área de 9702m2, a confinar do norte com rio, sul com Henrique de Oliveira do Nascente com Hilário José de Jesus e do poente com Moinhos, inscrito actualmente na matriz sob o artigo 10647 e anteriormente inscrito na matriz sob o artigo 9289 da freguesia de Cepões. 3- Rústico – terra de milho de regadio com videiras, sito á Macieira, com a área de 1251m2, a confinar do norte Bernardino de Oliveira e sul com Eduardo de Campos, nascente com Henrique de Oliveira e do poente com José Marques, inscrito actualmente na matriz sob o artigo 10871 e anteriormente inscrito na matriz sob o artigo 9513 da freguesia de Cepões. 4- Rústico – terra de milho de sequeiro com videiras e testada de pinhal e mato, sito às Eiras, com a área de 2414m2, a confinar do norte e poente com Eduardo Gomes do Sul com Eduardo Campos e no Nascente com Aires Gomes, inscrito actualmente na matriz sob o artigo 10739 e anteriormente inscrito na matriz sob o artigo 9381 da freguesia de Cepões. 5- Rústico – terra de milho e regadio com videiras, sito ás Macieiras, com a área de 773m2, a confinar do norte com Eduardo Campos do Sul e poente com caminho e do nascente com Henrique de Oliveira, inscrito actualmente na matriz sob o artigo 10863 e anteriormente inscrito na matriz sob o artigo 9505 da freguesia de Cepões. 6- Rústico – terra de milho de sequeiro, sito á Macieira, com a área de 92m2, a confinar do norte com Henrique de Oliveira do sul António de Almeida Alves do nascente com Aires de Carvalho e do poente com Henrique de Carvalho, inscrito actualmente na matriz sob o artigo 10875 e anteriormente inscrito na matriz sob o artigo 9517 da freguesia de Cepões. 7- Rústico – terra de milho de regadio com videiras, sito á Tapada, com a área de 631m2, a confinar do norte Florêncio de Almeida, sul Eduardo de Campos e nascente e poente com rio, inscrito actualmente na matriz sob o artigo 10613 e anteriormente inscrito na matriz sob o artigo 9255 da freguesia de Cepões. 8- Rústico – terreno com uma belga de mato, sito ao Barroqueiro, com a área de 500m2, a confinar do norte e nascente com Eduardo Gomes, do sul Baldio e poente com Daniel Batista Mourão, inscrito actualmente na matriz sob o artigo 11029 e anteriormente inscrito na matriz sob o artigo 9672 da freguesia de Cepões. Que os prédios acabados de identificar não se encontram descritos na Conservatória do Registo Predial de Viseu. 9- Três quartos indivisos de um prédio rústico, sito ao Barroqueiro, inscrito actualmente na matriz sob o artigo 11018 e anteriormente inscrito na matriz sob o artigo 9661 da freguesia de Cepões, a confinar do norte com Eduardo Campos, do nascente com floresta, do sul baldio e do poente com barroca; descrito na referida Conservatória do Registo Predial sob o número 4560, da freguesia de Cepões e ali sem inscrição em vigor quanto a este direito. Que os referidos prédio vieram à posse dos justificantes da forma seguinte: a verba 1, por compra que fizeram a Maria dos Santos Lima, Zulmira de Lima e Germano de Lima, por volta do ano de 1971; a verba 2 a 7 e 9, por compra que fizeram a Augusto Ferreira do Souto e mulher Laura Lourenço, por volta do ano de 1974; a verba 8 a António Júlio de Magalhães e mulher Maria Joaquina de Magalhães, residentes que foram no Brasil, por compra, por volta do ano de 1980. Que á data não formalizaram qualquer ato de transmissão, pelo que os justificantes não dispõem de titulo para provar pelos meios normais o seu direito de propriedade sobre os prédios, porém desde então, que como seus donos e nessa convicção deles têm usufruído, nele semeiam as culturas típicas da região, podam videiras, colhem uvas, limpam o mato e cortam a lenha e pinheiros, e na verba indicada sob o número 9 juntamente com os comproprietários Joaquim Rodrigues Mourão, Joaquim Marques de Almeida e Arminda Rodrigues Mourão, o que fazem há mais de 20 anos, ininterruptamente, à vista e com o conhecimento de toda a gente e sem oposição de quem quer que fosse, exercendo assim nos prédios uma posse contínua, pública e pacífica, pelo que adquiriram aquele direito por usucapião que a seu favor invocam, por não disporem de documento para registo. ESTÁ CONFORME O ORIGINAL. Cartório Notarial, Rua dos Olivais nº 4 – 14/05/2014 A Notária, Marina da Conceição de Sousa Alves Martins de Carvalho (Jornal Via Rápida 15.05.2014)

ACTUALIDADE

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VIRIATO LEVA «VISEU A…» CONCELHOS VIZINHOS - FESTIVAL DE ARTES CENTRADO EM VISEU CHEGA A TONDELA, MANGUALDE, NELAS E S. PEDRO DO SUL D.R.

Ao todo, são 14 estreias num universo de 26 espectáculos de teatro, dança, novo circo, música, performance, instalação e cinema de animação. É o regresso do Festival de Artes «Viseu A…», organizado pelo Teatro Viriato, com o envolvimento de vários parceiros, a decorrer de 24 de Maio a 1 de Junho. As actividades extravasam os limites da capital do distrito, e estendem-se este ano aos concelhos de Tondela, Mangualde, Nelas e S. Pedro do Sul. Único na região, não apenas pelo número de espectáculos a apresentar, mas também pelo número de espectáculos produzidos in loco, o projecto concretiza aquilo que para o director Paulo Ribeiro constituiu sempre um sonho do Teatro Viriato: “sair fora de portas”. “No ano passado tivemos a primeira festa, e este ano, com os parceiros e a sua envolvência fantástica, conseguimos dar um pulo enorme. Conseguimos uma programação que não só sai de portas, como também sai da cidade. Está-se a criar uma dinâmica de uma enorme riqueza e de uma criatividade estonteante”, reconhece Paulo Ribeiro, para quem a segunda edição do «Viseu A…» pretende “deixar memórias, projectar para o futuro, e contribuir para que as gerações possam ter um olhar diferente sobre o seu papel na sociedade”. A primeira edição do Festival «Viseu A…» realizou-se no ano passado em vários espaços da cidade de Viseu, com 24 horas de espectáculos, e foi considerada um sucesso. Como se trata de uma candidatura aprovada no âmbito da Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões, foi decidido alargar o festival a mais quatro concelhos vizinhos, envolvendo a participação de centenas de pessoas (artistas e voluntários) de todas as idades e de todos os quadrantes. O festival conta com a consultoria e coordenação artística de Madalena Victorino e Giacomo Scalisi. Ao logo de nove dias, a programação “ocupa um palco gigante que se atravessa de autocarro e que é feito de terra, asfalto, tijolos, escolas, jardins e praças”. Fazem parte deste processo de criação artística, a

Foto: Rui da Cruz

Rio Loco

ACERT, Binaural/Nodar, Cine Clube de Viseu, Teatro Regional da Serra de Montemuro, a Amarelo Silvestre, o Gira Sol Azul, Lugar Presente e a Companhia Paulo Ribeiro, que proporcionarão uma experiência única para festejar. A adaptação da história de amor de «Romeu e Julieta» por Graeme Pulleyn a duas comunidades que habitualmente vivem de costas voltadas em Nelas, abre o programa deste festival de artes. “Nos dias 23 e 24

de maio, à volta do fogo que emana desta aventura, jovens e adultos irão partilhar as peripécias que caracterizam esta fantástica vivência do amor”. O Teatro Regional da Serra do Montemuro junta-se também a esta festa e fará uma digressão por algumas escolas com a peça de Teatro «À espera que volte» (26 a 29 de maio). A narrativa apresentada reflete sobre a importância da água enquanto recurso essencial de vida. No leque de projetos artísti-

cos criados de raiz dentro do «VISEU A…» destaque também para a instalação visual e sonora «Rua Direita que Finalmente se Entorta» (30 e 31 de maio), conferindo-lhe a esta artéria uma vida nova e surpreendente. O encerramento é celebrado em festa com o concerto dos «Tora Tora Big Band» (01 de junho), um colectivo que reúne um cocktail universal de músicos e várias influências musicais.


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OPINIÃO

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EMPREGO

25 DE MAIO: DIA DE NOS LIVRARMOS DO GOVERNO TELECOMANDADO PELA TROIKA E DA “OPOSIÇÃO DE ALTERNE” (2ª parte da intervenção na sessão solene da Assembleia Municipal de 25 de abril em representação do Bloco de Esquerda)

A Troika, o governo colaboracionista e a oposição de alterne, a que se prepara para alternar no poder, ou partilhar o poder num Bloco Central, (como Assis já defendeu) e como acontece na Alemanha, prometendo apenas mitigar a austeridade (promessa que nem Hollande cumpriu, abrindo espaço à extrema-direita francesa e alentando a dos outros países), presa que está ao Tratado ou Pacto Orçamental, perpetua o empobrecimento dos portugueses sob o protectorado da senhora Merkel, a qual consegue assim, com os bancos, o que Hitler não conseguiu com os tanques: uma Europa de escravos chefiados por governos fantoches, como já acontece em Itália com dois governos não eleitos desde 2011. Ou governos com nazis, como acontece na Ucrânia, entalada entre dois regimes autoritários de oligarcas corruptos. A Inquisição mais longa da Europa (até ao século XIX) e a mais longa ditadura da Europa no século XX, com as suas polícias tenebrosas, os seus nojentos “bufos”, a censura, a repressão mais feroz, perseguições, prisões (15 mil a 17.500 presos políticos só de 1945 a 1974), campos de concentração e torturas, instilou nos portugueses o Medo de Existir, dissecado por José Gil. José Mário Branco dizia no seu fabuloso e genial FMI: “Nós somos um povo de respeitinho muito lindo, saímos à rua de cravo na mão sem dar conta de que saímos à rua de cravo na mão a horas certas, né filho?” Zeca Afonso dizia o mesmo, sem ironia: “O que é preciso é criar desassossego. Quando começamos a criar álibis para justificar o nosso conformismo, então está tudo lixado! (…) Acho que, acima de tudo, é preciso agitar, não ficar parado, ter coragem, quer se trate de música ou de política. E nós, neste país, somos tão pouco corajosos que, qualquer dia, estamos reduzidos à condição de 'homenzinhos' e 'mulherzinhas'. Temos é que ser gente, pá!”. Honrar o 25 de Abril é defender o desenvolvimento sustentado que crie emprego, defender os serviços públicos, o SNS, a Escola Pública e impedir a política de interioricídio que só investe no litoral, como se vê com os investimentos públicos anunciados para o novo QREN, que aprofundará o despovoamento do interior, extinguindo serviços públicos fundamentais para a fixação das populações, como postos de correio, repartições de Finanças, escolas (começaram pelas que tinham menos de 5

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alunos, depois menos de10 e agora já fecham as que têm menos de 21 alunos), serviços hospitalares ( ameaçam retirar até a cirurgia pediátrica do Hospital de Viseu), a confiscação dos baldios à gestão das populações (o que nem Salazar conseguiu),e a asfixia fiscal da pequena agricultura de subsistência. Temos de suster a transferência criminosa e escandalosa de rendimentos do trabalho para o capital que só com a lei de 2012, das horas extraordinárias e dos feriados, foi de 2,3 mil milhões de euros. Temos que desobedecer àTroika e aos seus capatazes que impedem o aumento do Salário Mínimo, o mais baixo da zona euro, quando há um largo consenso entre patrões e sindicatos, e pretendem facilitar ainda mais os despedimentos sem justa causa e perpetuar os cortes nas pensões. Temos de dizer não à chantagem da dívida. De 2002, pelo menos, até 2011, a dívida pública portuguesa era inferior à alemã. Desde que a Troika cá entrou, a dívida subiu de 94% do PIB para 130%. 74 personalidades portuguesas (incluindo 2 assessores do P.R., logo demitidos por Cavaco) defenderam a reestruturação da dívida para Portugal poder crescer, no que foram apoiados por 74 economistas estrangeiros. Nós não somos dívida! Martin Luther King, o mártir dos direitos civis nos EUA, dizia que “É nosso dever moral, e obrigação, desobedecer a uma lei injusta”. A Constituição da República Portuguesa consagra, no Artº 21º, “o direito de resis-

tência”. “Todos têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias e de repelir pela força qualquer agressão, quando não seja possível recorrer à autoridade pública”. Foi o que fez o cônsul Aristides de Sousa Mendes que desobedeceu a ordens expressas de Salazar, e passou vistos a 30 mil refugiados dos nazis, incluindo judeus, o que lhe valeu ser condenado à miséria pelo ditador amigo de Hitler. Foi o que fizeram os 100 mil refractários e desertores da guerra colonial, tantos como os 100 mil jovens que foram combater, a maioria a contragosto, contra os guerrilheiros dos movimentos de libertação. Desobedecer à hierarquia foi o que fez o MFA no 25 de Abril. Foi o que fizeram os alferes Sotto Mayor e o cabo José Alves Costa, condutor de um carro blindado, quando desobedeceram às ordens de um brigadeiro do Regimento de Cavalaria para disparar sobre as tropas de Salgueiro Maia, decidindo definitivamente a sorte do 25 de Abril. Como dizia a poeta Ana Hatherly, “O que é preciso é gente/ gente com dente”/ (…) e mostre o dente potente/ ao prepotente”. “O que é preciso é gente/ que atire fora com essa gente”. A luta continua! O autor não segue o (des)acordo ortográfico por razões meramente linguísticas vieiraecastro@gmail.com

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«SABERES E SABORES DA BEIRA» APROXIMAM PORTUGAL DO BRASIL O reforço das relações económicas entre Portugal e o Brasil, marcou as comemorações do 12.º aniversário da Confraria de Saberes e Sabores da Beira, "Grão Vasco", que coincidiu também com a celebração do Capítulo da Primavera num jantar realizado no Hotel Montebelo. Entre os cerca de oito dezenas de confrades e convidados, destaque para a presença do embaixador do Brasil, Mário Vilalva, que aproveitou a oportunidade para contactar com alguns empresários desta região. Ponto alto das celebrações, foi a Lição de Sapiência proferida por Abreu Freire, subordinada ao tema «Os viseenses na Formação da Nação Brasileira», um momento que serviu de mote a outras intervenções focalizadas na importância das relações entre Portugal e o Brasil. Que, segundo Almeida Henriques, presidente da Câmara Municipal de Viseu, poderão ser reforçadas com o acordo que está a ser discutido entre a União Europeia e o «Mercosul» e, deste modo, “ajudar ao incremento das trocas comerciais entre os dois países”. O Almoxarife da Confraria, José Ernesto Pereira da Silva, congratula-se com o “êxito” da celebração do Capítulo da Primavera, sobretudo pelos contactos estabelecidos entre os empresários presentes e o embaixador do Brasil em Portugal.

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Edicao 15 05 2014