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MODA E MÚSICA LEVARAM MILHARES DE PESSOAS AO PALÁCIO DO GELO SHOPPING O Palácio do Gelo Shopping assinalou no passado sábado, dia 13, o seu 5º aniversário com o espectáculo “Palácio do Gelo Fashion Show”, um evento que reuniu milhares de pessoas para conhecer as tendências Primavera/Verão das lojas que marcam presença na maior superfície comercial de Viseu. Pela imensa passerelle do Palácio do Gelo passaram ainda as últimas criações da estilista Katty Xiomara e de vários jovens criadores, da mostra PORTUGUESE Fashion News. Com apresentação de Catarina Furtado, o “Palácio do Gelo Fashion Show” foi palco de uma noite de apoteose e celebração, com o desfile de várias caras bem conhecidas do grande público numa verdadeira explosão de cores vibrantes. Débora Monteiro distribuiu sorrisos, enchendo o grande palco da moda de peças inovadoras, que se destacam pela mistura de padrões e estampados. Andreia Rodrigues foi muito aplaudida pelo público, exibindo modelos arrojados que apostam nas transparências, outra das

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grandes tendências da estação. Afonso Vilela e os gémeos Pedro e Ricardo Guedes brilharam com as propostas masculinas das diferentes lojas existentes no Palácio do Gelo Shopping, que mereceram a aprovação da imensa plateia que se juntou na celebração do quinto aniversário do Palácio do Gelo.

Mas nem só de moda se fez este aniversário. A animação musical também marcou forte presença, com Inês Santos a cantar vários temas, tendo fechado com um contagiante “Titanium” de David Guetta, e os Glam Dance a proporcionarem momentos de enérgica performance que não deixou ninguém

HUF PORTUGUESA CRESCEU 13% EM 2012

indiferente. O sucesso desta celebração vem confirmar o estatuto de referência que o Palácio do Gelo Shopping assumiu na região, atraindo milhares de pessoas pela sua oferta e pelos espectáculos repletos de cor e sedução, mostrando-se mais uma vez como um marco na Moda e no lazer.

MODA E MÚSICA LEVARAM MILHARES AO PALÁCIO DO GELO

FESTA DA CAVACA ANIMA RESENDE Foto: Rui da Cruz

«ESPÍRITO DO CARAMULO» REGRESSA A 25 DE MAIO

A prova de velocidade Espírito do Caramulo, organizada pelo Museu do Caramulo e pelo Clube Automóvel de Viseu, regressa no dia 25 de Maio de 2013. O traçado será o mesmo utilizado no Caramulo Motorfestival com cerca de 2.800 metros de extensão, sendo este já um ícone

do panorama automobilístico nacional pelas suas características técnicas que potenciam a velocidade e lhe conferem um carisma especial. A edição de 2013 vai também contar com a introdução da categoria de Regularidade, que permite a participação de automóveis sem o arco de se-

gurança (roll-bar), além de alargar o espectro de potenciais participantes já que existem muitos pilotos que preferem este modelo. Para as restantes categorias, mantém-se a admissão de todos os automóveis que cumpram as normas de segurança descritas no regulamento como o arco de

segurança (roll-bar), cintos de segurança, baquets e um extintor (mínimo 2kg de capacidade). Outra das novidades para 2013 é a introdução de um prémio para pilotos femininas, reconhecendo assim a importância da sua participação no desporto automóvel. O regulamento da prova dispensa licença desportiva emitida pela federação, facilitando a participação aos pilotos que procuram fazer uma prova de forma descontraída num dos míticos traçados do panorama desportivo nacional. Como já é tradição, vão decorrer em paralelo à rampa vários passeios como a concentração do Clube Lancia Delta Integrale, com a presença de vários versões deste mítico modelo, o Passeio do Clube Automóvel de Viseu, com diversos veículos clássicos e com o Passeio Comemorativo dos 50 Anos do Lancia Fulvia. Todos estes passeios farão o percurso da rampa em desfile, logo após a última subida oficial.

ACADÉMICO PREPARA FESTA DA SUBIDA:

O REGRESSO DO VELHO SENHOR


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OPINIÃO

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JOÃO CARRILHO

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NO 25 DE ABRIL E NO 1º DE MAIO VAMOS PARA A RUA GRITAR QUE JÁ É TEMPO DO GOVERNO ZARPAR A contragosto, Passos lá teve de substituir Relvas, o seu fiel amigo de pândega, de negócios, de partido e de governo, o exterminador de freguesias que acabou por se extinguir no governo antes mesmo do tiro atingir o coração das vítimas que, no corredor da morte, ainda respiram aguardando um indulto que só pode vir da queda antecipada do governo. Embrulhada num simulacro de remodelação, a substituição de Relvas faz lembrar o dono de um camião TIR com vinte e tal rodas que multado por os pneus carecas terem provocado várias derrapagens e acidentes, resolve recauchutar só um pneu. Claro que as derrapagens e os acidentes vão continuar. E os alertas já soam dentro do próprio PSD: Manuela Ferreira Leite diz que os cortes previstos por Gaspar só seriam possíveis se aceitássemos um “suicídio colectivo”; António Capucho considera que o despacho do ministro das Finanças “não tem ponta por onde se lhe pegue”; Rui Rio admite tratar-se de “um problema sério de incompetência” e Pacheco Pereira escreveu que “a tragédia nacional é não termos um governo nacional”. Na verdade, o governo PSD/CDS já só tem o apoio da Troika e do Presidente da República a quem foi pedir a bênção. As sondagens mostram que já perdeu o apoio do eleitorado. Está cercado. Tenta furar o cerco enviando uma mensagem ao elo mais fraco, apesar de maioritário, da oposição, com a Troika a fazer de chegadeira. O CDS ressabiado por não ter sido contemplado com ministros ou secretários de Estado na “mini-remodelação”, amua, finge que discorda do governo, e começa a namorar o PS. Seguro faz-se caro, mas na carta que enviou à Troika, jura fidelidade ao memorando. Coelho segue-lhe os passos e também escreve à Troika. Nesta epístola, o primeiro-ministro , confessa o que tem andado a esconder aos portugueses, aos partidos da oposição e aos sindicatos e demais parceiros da concertação social: cortes de 600 milhões de euros ainda este ano, no Estado Social, para variar. E dá exemplos verdadeiramente imorais: cortes nos subsídios de doença e nos subsídios de desemprego. Passos, Gaspar e Portas, mostram a falta de respeito que têm pelos portugueses mais vulneráveis, como os pensionistas e os doentes, e mandam o Estado de Direito às urtigas, provocando o Tribunal Constitucional apesar dos seus juízes até terem sido tolerantes com algumas normas do Orçamento de Estado que muitos constitucionalistas e o próprio Presidente da República (que, porém, não teve a hombridade de pedir a fiscalização preven-

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Dra. CARLA CHAVES LOUREIRO (Médica Especialista) Manifestação de 15 de Setembro de 2012 em Viseu.

PEDIATRIA e ALERGIA em PEDIATRIA tiva) consideraram estarem feridas de inconstitucionalidade. Gaspar, Passos e Portas querem fazer do Tribunal Constitucional o bode expiatório da sua incompetência que provocou um défice de mais 1.500 milhões de euros para 2013, o triplo do que dizem custar o cumprimento da Constituição da República. Gaspar retaliou mandando “parar os aviões no ar” . Estes já começaram a despenhar-se sobre as escolas e os hospitais. Uma tragédia anunciada. Constantino Sakellariades, ex-director geral da Saúde e dirigente do Observatório Europeu de Saúde Pública, já avisou que as exigências da Troika são abusivas e põem em causa a saúde dos portugueses”. E o padre Lino Maia, presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade Social disse, esta semana, numa intervenção no seminário “A Pobreza e os Direitos Humanos”, que “o processo em curso é o de empobrecimento colectivo, de agravamento da pobreza dos que já eram pobres e de criação de novos pobres”, alertando para a “doentia tentação de pensar que a austeridade resolve tudo”, quando “de facto está a gerar um ciclo de pobreza”. Quando o Bloco de Esquerda defendia, logo no começo da intervenção da Troika, que a renegociação da dívida era o primeiro passo para a pagar, a direita e o centro, CDS, PSD e PS, diziam em uníssono que era uma atitude de caloteiros, mas hoje são já muitas as vozes da esquerda à direita que apontam

essa como a única saída honrosa. Não basta, porém, ter conseguido a extensão das maturidades dos empréstimos. A dívida já é demasiado monstruosa para se conseguir pagar daqui a sete ou dezassete anos, a não ser que se renegoceie a anulação dos montantes, com abatimento de, pelo menos, 40% da dívida e juros iguais aos concedidos pelo Banco Central Europeu aos bancos privados (0,75%). “O BCE assumiu no seu próprio relatório de actividades, ter tido ganhos significativos à custa dos programas da troika”, pelo que, como defendeu no Parlamento Europeu a deputada bloquista Marisa Matias, autora do relatório sobre o BCE, votado ontem, de onde acabaria por retirar o seu nome por ter sido expurgado das críticas à presidência de Mário Draghi, “queremos um BCE ao serviço da economia e da sociedade e não ao serviço da especulação financeira”. À beira do abismo só temos uma alternativa: parar e dar a voz ao povo em eleições antecipadas que possam abrir o caminho a um governo de esquerda. Estão aí à porta o 25 de Abril e o 1º de Maio. Saiamos à rua para mudar as nossas vidas. Enquanto é tempo. E gritemos, lembrando Zeca Afonso, que “já é tempo de o governo zarpar”. vieiraecastro@gmail.com O autor não segue o (des)acordo ortográfico por razões meramente linguísticas

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CARTÓRIO NOTARIAL Notária – Anabela Maria Bicho Oliveira Antunes Ferreira Rua Conselheiro Afonso de Melo, 31,3.º - Salas 306 e 307 – VISEU

CARTÓRIO NOTARIAL Notária – Anabela Maria Bicho Oliveira Antunes Ferreira Rua Conselheiro Afonso de Melo, 31,3.º - Salas 306 e 307 – VISEU

EXTRACTO

EXTRACTO

Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que foi exarada hoje, neste Cartório, sito na Rua Conselheiro Afonso de Melo, 31, 3.º andar, Salas 306 e 307, em Viseu, de folhas 24 a folhas 25 verso, do livro de notas para escrituras diversas com o número 116-A, uma escritura de Justificação, pela qual, Horácio da Luz Fonseca e mulher Maria Augusta Gomes Amaral, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, naturais do concelho de Viseu, ele da freguesia de Cota, onde residem no lugar de Nogueira, na Av. 10 de Junho, n.º 11, ela da freguesia de Cepões, se declararam, com exclusão de outrem, donos e legítimos possuidores do seguinte prédio: Urbano, sito na Av. 10 de Junho, no lugar de Nogueira, freguesia de Cota, concelho de Viseu, composto por casa de habitação com dois pisos e logradouro, com cento e cinquenta e seis metros e quarenta e seis decímetros quadrados de superfície coberta e quatrocentos e treze metros e dezassete decímetros quadrados de descoberta, que confronta do norte, nascente e poente com Horácio da Luz Fonseca e do sul com Estrada Municipal, omisso na Segunda Conservatória do Registo Predial de Viseu, inscrito na matriz, em nome do justificante, sob o artigo 1404. Mais certifico, que os justificantes alegaram na dita escritura, terem adquirido o identificado prédio no ano de mil novecentos e oitenta e cinco, por partilha meramente verbal por óbito da mãe do justificante, Maria da Luz, casada com José da Fonseca, residente que foi em Nogueira de Cota, Cota, Viseu, sem que no entanto ficassem a dispor de título formal que lhes permita o respectivo registo na Conservatória do Registo Predial; mas desde logo entraram na posse e fruição do prédio, em nome próprio, posse que assim detêm há mais de vinte anos, sem interrupção ou ocultação de quem quer que seja, sendo porém certo que têm exercido no aludido prédio, os poderes de facto correspondentes ao direito de propriedade, fruindo como donos as utilidades possíveis à vista de todos e sem discussão nem oposição de ninguém, tendo assim invocado a sua aquisição por usucapião. Está conforme o original. Viseu, 11 de Abril de 2013 A Técnica do Notariado no uso de poderes delegados pela Notária: (Paula Cristina Cardoso Pinto Correia)

Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que foi exarada hoje, neste Cartório, sito na Rua Conselheiro Afonso de Melo, 31, 3.º andar, Salas 306 e 307, em Viseu, de folhas 26 a folhas 28, do livro de notas para escrituras diversas com o número 116-A, uma escritura de Justificação, pela qual, Odete Mendes Cardoso e marido Celestino Rodrigues Alexandre, casados sob o regime da comunhão geral, naturais da freguesia de Bodiosa, concelho de Viseu, onde residem da Rua das Eiras, n.º 27, Oliveira de Cima, se declararam, com exclusão de outrem, donos e legítimos possuidores dos seguintes prédios, omissos na Segunda Conservatória do Registo Predial de Viseu: a) Sitos na freguesia de Bodiosa, concelho de Viseu: 1 – Rústico, sito nos Carris, composto por pinhal com mato, com a área de seiscentos metros quadrados, que confronta do norte com Maria Lizete A. Alexandre, do sul com Manuel Rodrigues Alexandre, do nascente com maninho da junta de freguesia e do poente com herdeiros de César de Almeida Novo, inscrito na matriz, em nome do justificante, sob o artigo 8977; 2 – Rústico, sito no Chão do Trigo, composto por pinhal e mato, com a área de quatrocentos e oito metros quadrados, que confronta do norte com Manuel Rodrigues Barbeita, do sul com José Paiva Rodrigues, do nascente com Silvestre Marques Alexandre e do poente com Manuel Rodrigues, inscrito na matriz, em nome do justificante, sob o artigo 9293; 3 – Rústico, sito no Fonte do Sapo, composto por pinhal com mato, com a área de mil seiscentos e noventa e seis metros quadrados, que confronta do norte e nascente com Luís Almeida Leitão, do sul com João dos Santos e do poente com Arnaldo Luis Marques, inscrito na matriz, em nome do justificante, sob o artigo 9399; 4 – Rústico, sito na Eira, composto por terra de regadio com videiras e oliveiras, com a área de trezentos e quarenta metros quadrados, que confronta do norte com José R. Alexandre, do sul com Carlos Marques Costa, do nascente com Artur Santos e do poente com Alberto Marques Pereira, inscrito na matriz, em nome do justificante, sob o artigo 9586; 5 – Rústico, sito na Alvarinheira, composto por terra de regadio com videiras, com a área de cento e cinco metros quadrados, que confronta do norte com ribeiro, do sul com caminho, do nascente com Bernardino R. Alexandre e do poente com Carlos Marques da Costa, inscrito na matriz, em nome do justificante, sob o artigo 9635; 6 – Rústico, sito na Serradinhos, composto por terra de regadio, com a área de cento e sessenta e dois metros quadrados, que confronta do norte com ribeiro, do sul com caminho, do nascente com Agostinho A. de Lima e do poente com herdeiros de Manuel Francisco Rijo Novo, inscrito na matriz, em nome do justificante, sob o artigo 9931; b) Sito na freguesia de Ribafeita, concelho de Viseu 7 – Rústico, sito nos Fiais, composto por terra culta com videiras e árvores de fruto, centeio e milho, com a área de quarenta e cinco metros quadrados, que confronta do norte com João dos Santos, do sul com Domingos Marques, do nascente com herdeiros de Francisco Cardoso e do poente com baldio, inscrito na matriz, em nome de Delfim Alexandre, sob o artigo 8042. Mais certifico que os justificantes alegaram na dita escritura, terem adquirido os identificados prédios no ano de mil novecentos e oitenta e cinco, por partilha meramente verbal por óbito de Delfim Alexandre e mulher Maria da Anunciação, residentes que foram no referido lugar de Oliveira de Cima, sem que no entanto ficassem a dispor de título formal que lhes permita o respectivo registo na Conservatória do Registo Predial; mas desde logo entraram na posse e fruição dos prédios, em nome próprio, posse que assim detêm há mais de vinte anos, sem interrupção ou ocultação de quem quer que seja, sendo porém certo que têm exercido nos aludidos prédios, os poderes de facto correspondentes ao direito de propriedade, fruindo como donos as utilidades possíveis à vista de todos e sem discussão nem oposição de ninguém, tendo assim invocado a sua aquisição por usucapião. Está conforme o original. Viseu, 11 de Abril de 2013 A Técnica do Notariado no uso de poderes delegados pela Notária: (Paula Cristina Cardoso Pinto Correia)

(Jornal Via Rápida 18.04.2013)

CARTÓRIO NOTARIAL Notária – Maria Luísa Custódio Lopes Pais Rua Cândido dos Reis n.º 10, r/c esquerdo – VISEU EXTRACTO Certifico, para efeitos de publicação, que, a folhas cinquenta e oito, do livro de notas número 157-A, da Notária Maria Luísa Custódio Lopes Pais, com Cartório Notarial em Viseu, na Rua Cândido dos Reis, número 10, rés-do-chão esquerdo, se encontra lavrada em oito de Abril de dois mil e treze, uma escritura de justificação, na qual outorgaram: Álvaro Cardoso Rouxinol e mulher Maria de Lurdes dos Anjos Lourenço Rouxinol, casados segundo o regime de comunhão de adquiridos, naturais da freguesia de Calde, concelho de Viseu, onde residem na Rua do Salgueiral, NIF 110 968 204 e 110 968 212, os quais declararam: Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem do prédio rústico, composto de terreno de pinhal e mato, sito ao Salgueiral, freguesia de Calde, concelho de Viseu, com a área de trezentos e sessenta metros quadrados, a confrontar do Norte e do Poente com António Costa, do Sul com João Lourenço Rouxinol e do Nascente com Rosa Gonçalves, inscrito na matriz sob o artigo 6246, omisso na Segunda Conservatória do Registo Predial de Viseu; Que o prédio acima identificado veio à sua posse, já no estado de casados entre si, por compra meramente verbal, feita a João Outeirinho Cardoso (em nome de quem se encontra inscrito na matriz) e mulher Felicidade de Oliveira de Almeida Cardoso, então residentes em Calde, Viseu, compra essa efectuada em dia e mês que não podem precisar, mas que ocorreram já no ano de mil novecentos e noventa; Que, dado o modo de aquisição, não têm eles justificantes, possibilidade de comprovar pelos meios normais o seu direito de propriedade perfeita, mas a verdade é que são eles os titulares desse direito, pois têm possuído o aludido prédio há mais de vinte anos, ininterruptamente, com o conhecimento de toda a gente, sem a menor oposição de quem quer que seja, considerando-se e sendo considerados como seus únicos donos, na convicção de que não lesavam quaisquer direitos de outrem, tendo a sua actuação e posse sido de boa fé, posse essa que se tem materializado na sua demarcação, apanhando lenha, roçando o mato, cortando pinheiros, sendo por isso uma posse em nome próprio, contínua, pública e pacífica, o que conduziu à aquisição daquele prédio por usucapião, que expressamente invocam, justificando o seu direito de propriedade para efeito de registo, dado que esta forma de aquisição não pode ser provada por qualquer outro título formal extrajudicial. Está conforme o original. Cartório Notarial de Viseu, oito de Abril de dois mil e treze. A Notária: Maria Luísa Custódio Lopes Pais (Jornal Via Rápida 18.04.2013)

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ACTUALIDADE

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Foto: Rui da Cruz

VISEU PREPARA FESTA DO REGRESSO DO ACADÉMICO AO FUTEBOL PROFISSIONAL - DEDO DE FILIPE MOREIRA NA REVIRAVOLTA DA ÉPOCA Por: Silvino Cardoso Depois de muitas épocas fora das grandes lides do futebol nacional, o Académico de Viseu está a um passo de concretizar, este ano, o regresso às competições profissionais. A persistência do presidente António Albino, e a reviravolta na estruturação do plantel operada pelo técnico Filipe Moreira, que rendeu Carlos Agostinho no comando técnico da equipa, foram determinantes para o feito há muito perseguido por dirigentes, adeptos e simpatizantes do Clube. A duas jornadas do final do campeonato (deslocação a S. João de Ver e recepção ao Anadia), os viseenses lideram com três pontos de avanço, e têm tudo para festejar a subida. Quando há um ano regressou à 2.ª Divisão Nacional, o Aca-

démico de Viseu partiu com fundadas esperanças de poder vir a ser o vencedor. Uma ambição legítima que não se traduziu, contudo, nos resultados inicialmente conseguidos. A equipa, então treinado por Carlos Agostinho até entrou mal na prova, começando por empatar em casa com o FC Cesarense. Seguiu-se o Lusitânia, também no Fontelo, e venceu por 4-1. No entanto tinha ficado para trás a segunda jornada na qual tinha de ir aos Açores defrontar o Operário, o que veio a acontecer posteriormente porque o mau tempo a isso obrigou, tendo sido goleado por 4-0. Seguiu-se a AD Nogueirense e o Académico perde por 1-0. Os adeptos começaram a ficar insatisfeitos. No entanto, Carlos Agostinho viu a sua equipa vencer em casa o FC Pam-

pilhosa por 3-1, empatar no domingo seguinte em Castelo Branco e vencer depois o Sousense. A igualdade, sem golos, dos academistas em Bustelo, constituiu o último jogo do técnico Carlos Agostinho que chegou a acordo com a Direcção do Académico para a sua rescisão. Foi então contratado Filipe Moreira, um treinador que tinha, entretanto, sido despedido pela direcção do Covilhã. A era de Filipe Moreira começou com uma enorme reestruturação no plantel do clube. Depois de ter vencido em casa o Tourizense por 2-0, aquele conhecido técnico em conjunto com a Direcção, procedeu à dispensa dos jogadores que não podiam treinar duas vezes por dia. Houve polémicas entre os sócios e adeptos com a saída de alguns atletas que eram referên-

cia academista. Entretanto, chegaram outros jogadores que militavam em clubes com maior experiência no futebol nacional. Uma situação que se prolongaria no tempo. O segundo jogo sob as ordens de Filipe Moreira saldou-se por uma derrota em Cinfães e o Académico ficou então nessa altura com sete pontos de atraso em relação ao líder. Foi a maior desvantagem academista até então. Contudo, gradualmente, a equipa foi estabilizando, com jogadores e equipa técnica concentrados no seu trabalho e alheios às críticas que iam de fora para dentro. Com avanços e recuos, a verdade é que o Académico chegou à 24.ª jornada com cinco pontos de atraso do Cinfães. Foi então que arrancou a perseguição ao primeiro lugar. Curiosamente, num jogo em que o Académico de Viseu foi muito maltratado em Touriz, onde perdeu frente ao conjunto da casa. Parecia que estava tudo perdido. Só que na 27.ª jornada, finalmente, o Académico passa a ser o líder, o que aconteceu pela primeira vez no campeonato. Os comandados de Filipe Moreira derrotaram o Cinfães de forma concludente no Fontelo passando, pela primeira vez, para o comando da prova. Depois da vitória em Coimbrões, onde os viseenses mostraram os galões de grande candidato à subida, seguiu-se o surpreendente empate no Fontelo, frente ao Tocha, enquanto que os cinfanenses são derrotados de forma concludente em Anadia e o Académico aumenta para três pontos a vantagem sobre o segundo, o Cinfães, mas fica com o Sporting de Espinho que derrotou em casa a AD Nogueirense, a três pontos. Na 28.ª jornada, praticamente decisiva para o Académico, este obteve outra grande vitória contra os “tigres” da Costa Verde, deixando-os fora da corrida para a subida. Neste domingo o Académico desloca-se a S. João de Ver e o Cinfães vai jogar nos Açores. Se ambas as equipas obtiverem o mesmo resultado - derrota, empate ou vitória -, a verdade é que os viseenses podem festejar a subida. As duas equipas ficam separadas com três pontos e, na última jornada, a 28 deste mês, o Académico recebe o Anadia e até pode perder. Mesmo que o Cinfães ganhe ao Lusitânia, a vantagem vai para a equipa de Filipe Moreira que perdeu em Cinfães por 1-0, mas ganhou no Fontelo por 3-0.


REGIÃO

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2 MIL SEM MÉDICO DE FAMÍLIA NA EXTENSÃO DE SAÚDE DE SILGUEIROS - DEPUTADO HELDER AMARAL PEDIU ESCLARECIMENTOS AO MINISTRO DA SAÚDE “Preocupado” com a situação que está a afectar os cerca de dois mil utentes que continuam sem médico de família na extensão de Saúde de Silgueiros, um problema que se acentuou após a cessação contratual da médica que ali terminou o vínculo no início deste ano, o deputado do CDS/PP, Helder Amaral, apresentou um requerimento na Assembleia da República a pedir a intervenção do ministro da Sáude para um problema que está a provocar “indignação popular” nesta fregue-

sia. Com cerca de 3500 utentes inscritos, na sua maioria idosos, a extensão de saúde Silgueiros, funcionou, até Março de 2012, com um médico em regime de exclusividade e um segundo em regime de tempo parcial e, em Abril, passou a contar apenas com dois serviços semanais de prestação de cuidados médicos (serviços que se limitam a uma tarde e uma manhã). No mesmo ano foi contratada uma médica que passou a dar consultas uma vez por semana. Só que o contra-

to cessou a 31 de Dezembro último, limitando desta forma, e mais uma vez, o acesso aos cuidados de saúde aos utentes. No requerimento apresentado na Assembleia da República, Hélder Amaral, questionou o ministério da Saúde sobre a possibilidade de se poder contratar um novo profissional que permita que os cerca de 2000 utentes possam voltar a ter médico de família. Isto porque, sublinha o deputado, a situação “está a tornar-se insustentável uma vez que já há consultas

marcadas para Junho e o desespero dos populares leva-os a caminharem para a porta da extensão, de madrugada, na expectativa de conseguirem uma senha que lhes permita serem consultados”. O problema já motivou, em Junho do ano passado, a entrega de uma abaixo-assinado com 1 294 assinaturas ao director do então ACES Dão Lafões I que resultou, na altura, na contratação da médica cujo contrato cessou em Dezembro e ainda não foi renovado.

III FEIRA À MODA ANTIGA EM SANTA COMBA DÃO

JARDIM DA LAPA DO LOBO INAUGURADO NA FESTA DA PRIMAVERA EM NELAS A inauguração do Jardim da Lapa do Lobo, em clima de convívio e celebração, animado pela Banda Filarmónica de Cabanas de Viriato, reuniu cerca de 400 pessoas na localidade, e marcou o arranque da Festa da Primavera, em Nelas. A concretização deste novo espaço verde e de lazer, que inclui um anfiteatro e tem como pano de fundo a Serra da Estrela, resulta de uma parceria entre a Autarquia, Fundação e Junta de Freguesia local. Na cerimónia, a presidente da Câmara, Isaura Pedro procedeu à entrega da Medalha de Mérito Municipal à Fundação Lapa do Lobo, aprovada por unanimidade em reunião de Câmara. A distinção homenageia o “significativo contributo” daquela Instituição no campo social, humanitário, cultural e desportivo, que assume notável importância na afirmação do prestigio do Concelho de Nelas e que muito orgulha todos os munícipes.

A Câmara Municipal de Santa Comba Dão tem abertas as inscrições para a participação na III Feira à Moda Antiga, marcada para o dia 28 de Abril, no Largo do Município. A iniciativa, promovida pelos serviços culturais da Autarquia, tem como principal objectivo mostrar as formas de vida, cultura e tradições do concelho, no século XIX As inscrições podem ser efectuadas na Casa da Cultura de Segunda a Sexta-feira das 09:30h às 12:30h e das 14:00h às 18:00h, via telefone pelo número 232 880 570, através do endereço de correio electrónico PAULA.FRANCISCA@CMSANTACOMBADAO.PT ou pela página de Facebook da Casa da Cultura em WWW.FACEBOOK.COM/CASADA CULTURA.

Director: Ricardo Silva • Redacção - Chefe de Redacção: José Cardoso • Colaboradores:Afonso Marques, Carlos Bergeron, Carlos Vieira e Castro, José Lapa, José Reis, Luís Lopes, Manuel Morgado Propriedade: José Cardoso • Depósito legal n.º 146546/00 • N.º de registo no ICS - 117441 N.º fiscal de contribuinte - 135605547 • Departamento Comercial: Luísa Matos (publicidade@jornalviarapida.com) Edição On-line: Marco Alexandre • Paginação e Arranjo Gráfico: ROSTO CRIATIVO - Viseu Impressão: TIPOGRAFIA OCIDENTAL - Viseu • Tiragem: 4.000 Ex. www.jornalviarapida.com Os artigos de opinião publicados neste Jornal são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. Sede e Redacção: Rua D. Francisco Alexandre Lobo, 55-3.º dto • 3500-071 Viseu Contactos: Tel. - 232426058 • Telem. - 966061468 • Fax - 232426058 • E-mails - geral@jornalviarapida.com - publicidade@jornalviarapida.com

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AVISO

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Nos termos do art.º 74º do Decreto-Lei nº 555/99, de 16 de Dezembro, na redacção que lhe foi conferida pela Lei 60/2007, de 4 de Setembro, emitiu em 1 de Abril de 2013: ADITAMENTO Nº 3 AO ALVARÁ DE LOTEAMENTO Nº 4/2007 Titular do alvará: Sociedade de Construções Nova Linha, SA Promotor da Alteração: Sociedade de Construções Nova Linha, SA Prédio objeto da pretensão: Prédio urbano, denominado de Lote 2, situado na Rua Francisco Gonçalves, na freguesia de Coração de Jesus, descrito na 1.ª Conservatória do Registo Predial de Viseu sob o n.º 1457 e omisso na matriz predial. A alteração, foi aprovada por deliberação de 14 de Fevereiro de 2013, traduz-se no seguinte: Aumento da área de construção de 110 m2 do lote 2, passando esta de 1247,50 m2 para 1357,50 m2, sem alteração da área de implantação e do número de pisos. Dos parâmetros de referência do Plano Director Municipal, só é alterado o Icb, que passa a ser de 1.29 inferior ao Icb máximo de 1.35, definido na alínea a) do n.º 4 do art,º 30.º do Regulamento do PDM para a categoria de espaço Ae1. Não há variação da área de implantação e a área de construção aumenta mais de 3% tendo em conta os valores da 1.ª Fase. As demais características, constam de memória descritiva e planta de síntese, que se encontra arquivada no correspondente processo administrativo, referenciado por 03/2003/2. Viseu, 1 de Abril de 2013 Por delegação do Exmº Presidente O Vereador António da Cunha Lemos

Nos termos do art.º 74º do Decreto-Lei nº 555/99, de 16 de Dezembro, na redacção que lhe foi conferida pela Lei 60/2007, de 4 de Setembro, emitiu em 5 de Abril de 2013: ADITAMENTO Nº 1 AO ALVARÁ DE LOTEAMENTO Nº 5/2011 Titular do alvará: Zantia – Imobiliária, SA Promotor da Alteração: Zantia – Imobiliária, SA Prédio objeto da pretensão: Prédio denominado de Carvalha, na freguesia de Fragosela, descrito na Conservatória do Registo Predial de Viseu sob o n.º 1876 e inscrito na matriz predial sob o artigo 2331. A alteração, foi aprovada por deliberação de 22 de Novembro de 2012, e traduz-se no seguinte: Alteração à rede de abastecimento de águas e drenagem de águas residuais, domésticas e pluviais, em conformidade com o projeto aprovado, em 28 de Maio de 2012, pelos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento, e com os condicionamentos constantes da notificação S.04049/2012, de 28.05.2012, e teor da comunicação da Agência Portuguesa do Ambiente – of-2012-4964, de 25.07.2012 – Proc. IHE-2012-0181, elementos estes, que se encontram arquivados no correspondente processo administrativo, referenciado por 03/2006/12. Viseu, 5 de Abril de 2013 Por delegação do Exmº Presidente O Vereador António da Cunha Lemos CARTÓRIO NOTARIAL Notária – Marina da Conceição de Sousa Alves Martins de Carvalho Rua dos Olivais n.º 4 – VISEU EXTRACTO

CARTÓRIO NOTARIAL Notária – Marina da Conceição de Sousa Alves Martins de Carvalho Rua dos Olivais n.º 4 – VISEU EXTRACTO Marina da Conceição de Sousa Alves Martins de Carvalho, notária deste Cartório, certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que no Cartório Notarial de Viseu, sito na Rua dos Olivais, nº 4, no livro de notas nº 149 a folhas 88, foi lavrada uma escritura de Justificação, pela qual GRACIANO OUTEIRINHO ROUXINOL, c.f. 120297493, e mulher BELMIRA CARDOSO ROUXINOL, c.f. 142131695, casados em comunhão de adquiridos, naturais da freguesia de Calde, concelho de Viseu, onde residem na Avenida das Amoreiras, n.º 259, declararam que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrém, de metade indivisa do prédio rústico, composto de terra de semeadura com videiras, mato e lenha dispersa, sito à Partura, dita freguesia de Calde, concelho de Viseu, com a área de nove mil trezenos e vinte metros quadrados, a confrontar do norte com ribeiro, do sul e nascente com floresta nacional e do poente com Albertina Ferreira, inscrito na matriz pelo artigo 7 598, descrito na Segunda Conservatória do Registo Predial de Viseu sob o número sete mil quatrocentos e setenta, daquela freguesia e ali sem inscrição em vigor quanto àquele direito. Que o referido prédio veio à posse dos justificantes, por volta do ano de 1991, por compra que fizeram a Valentim Rodrigues Coelho (em nome de quem se encontra inscrito na matriz) então residente em Viseu, sem que tivessem formalizado o acto de transmissão. Que, dado o modo de aquisição, não têm os justificantes possibilidades de comprovar pelos meios normais o seu direito de propriedade, mas a verdade é que são titulares daquela parte do prédio, pois deles têm usufruído, podando e cortando as árvores tratando a vinha, colhendo as uvas, limpando o mato, cortando e vendendo lenha, há mais de vinte anos, ininterruptamente, com o conhecimento de toda a gente e sem a menor oposição de quem quer que fosse, com os proprietários da restante parte, herdeiros de Maria Alzira e José Cardoso Outeirinho, exercendo no prédio uma posse contínua, pública e pacífica, pelo que o adquiriu por usucapião que a seu favor invocam. ESTÁ CONFORME O ORIGINAL. Cartório Notarial, Rua dos Olivais nº 4 – 12/04/2013 A Notária: Marina da Conceição de Sousa Alves Martins de Carvalho (Jornal Via Rápida 18.04.2013)

Marina da Conceição de Sousa Alves Martins de Carvalho, notária deste Cartório, certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que no Cartório Notarial de Viseu, sito na Rua dos Olivais, nº 4, no livro de notas nº 149 a folhas 77, foi lavrada uma escritura de Justificação, pela qual HILÁRIO GONÇALVES MOREIRA, c.f. 174901860, e mulher, PALMIRA DE ALMEIDA DOS SANTOS MOREIRA, c.f. 174901852, casados em comunhão de adquiridos, naturais da freguesia de Lordosa, concelho de Viseu, onde residem no Bairro de Santo António da Serra, nº 209, lugar de Folgosa, declararam que Que são donos e legítimos possuidores com exclusão de outrém, dos seguintes prédios rústicos, sitos na freguesia de LORDOSA, concelho de VISEU: 1 - Terreno de pastagem e palheiro, sito às Belgas Longas, com a área de cento e vinte e seis metros quadrados, a confinar do norte com Aires de Matos Nunes, do sul com Gracinda Jesus, do nascente e poente com Ramiro Braz de Matos, inscrito na matriz sob o artigo 10 661; 2- Terreno de pastagem e palheiro, sito às Belgas Longas, com a área de cento e vinte e seis metros quadrados, a confinar do norte com Aires de Matos Nunes, do sul com Gracinda Jesus Carvalho, do nascente com Artur Sousa e poente com Herdeiros de Angelica Jesus, inscrito na matriz sob o artigo 10 660; Que os prédios indicados não se encontram descritos na 2ª Conservatória do Registo Predial de Viseu e vieram á posse dos outorgantes por compra que fizeram por volta do ano de 1985, a Artur de Sousa e mulher Júlia Gonçalves Trindade, residentes que foram no lugar de Folgosa, freguesia de Lordosa, referida, sem que tivessem formalizado qualquer acto de transmissão, embora inscritos em nome de Artur de Sousa e Ramiro Brás de Matos. Que, dado o modo de aquisição, não têm os justificantes possibilidades de comprovar pelos meios normais o seu direito de propriedade, sobre os prédios, sendo certo contudo que são os seus donos, e nessa convicção deles têm usufruído, e como proprietários neles cortam erva e pasto, e os arbustos, limpam as extremas, e no palheiro, usando-o para arrumos de utensílios agrícolas e lenha, o que fazem há mais de vinte anos, ininterruptamente, à vista e com o conhecimento de toda a gente e sem oposição de quem quer que fosse, exercendo assim nos prédios uma posse contínua, pública e pacífica, pelo que adquiriam aqueles prédios por usucapião que a seu favor invocam. ESTÁ CONFORME O ORIGINAL. Cartório Notarial, Rua dos Olivais nº 4 – 11/04/2013 A Notária: Marina da Conceição de Sousa Alves Martins de Carvalho (Jornal Via Rápida 18.04.2013)


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DESPORTO

18/04/2013

ATLETISMO LIGA LAMEGO A AVÕES NO DIA DA LIBERDADE

SARA SOUSA GANHA MEDALHA DE PRATA NO MUNDIAL DE NATAÇÃO A nadadora da Associação de Trabalhadores da Câmara Municipal de Vouzela (ATCMV), Sara Sousa, conquistou a medalha de prata na prova de 200 metros costas no Multinations Youth Meet, que se realizou na cidade polaca de Póznan. A atleta de 13 anos, que integrou a comitiva da Seleção Nacional de Natação, tem con-

quistado diversas medalhas nos campeonatos regionais, zonais e nacionais em que tem participado, somando agora a sua primeira medalha internacional. Em declarações à comunicação social, a nadadora confessou que não esperava subir ao pódio, numa prova que juntou dezenas de atletas de todo o mundo. Nesta importante com-

petição internacional, participaram, além da portuguesa, as seleções nacionais de Chipre, República Checa, Grécia, Israel, Polónia, Suíça, Turquia, Brasil, Ucrânia, Sérvia e Bulgária. A atleta e o treinador, Hugo Berardinelli, foram homenageados na Piscina Municipal, numa festa a que se associou o presidente da Autarquia.

ATLETAS DE MUNDÃO SURPREENDEM EM VILA DO CONDE

Os atletas de Mundão que participaram, nos escalões de iniciados, infantis, cadetes e juniores masculinos, no 18º Torneio Cidade Vila do Conde, de categoria A, que contava para o ranking e onde estiveram presentes os melhores jogadores nacionais, voltaram a surpreender pela sua prestação. No escalão de iniciados competiram os atletas João San-

to, que venceu a sua série com dois triunfos e sem derrotas, e Diogo Rodrigues que venceu um jogo e perdeu outro. Ambos passaram à segunda fase da competição sendo eliminados na primeira ronda da mesma, mas amealharam pontos para o ranking nacional Rodrigo Mendes, em cadetes, fez história ao alcançar o 11º lugar da geral. Começou por

vencer o seu grupo com duas vitórias por 3-0 e, na segunda fase, defrontou e venceu um atleta dos Dragões Valboenses (Leandro Silva - 19º nacional), por 3-2. De seguida perde com Francisco Taveira (Vila Real - nº 3 nacional), por 3-1. Com estes resultados o Rodrigo Mendes irá dar um salto muito grande na tabela do ranking nacional. Na prova de infantis o

No próximo Dia da Liberdade decorre mais um Grande Prémio de Atletismo LamegoAvões, uma prova de cinco quilómetros de distância, aberta a todos os atletas, nacionais e estrangeiros, federados e não federados, em nome individual ou inscritos em núcleos, clubes e escolas. Esta competição integra os VIII Jogos Desportivos do Município de Lamego. Os atletas, residentes no concelho de Lamego, são automaticamente inscritos nesta modalidade que terá uma classificação geral e prémios próprios a atribuir no dia 21 de junho, data da sessão de encerramento dos Jogos Desportivos. Os interessados em participar no 30º Grande Prémio de Atletismo Lamego-Avões devem efetuar a sua inscrição até 22 de abril no Centro Municipal de Marcha e Corrida, no Pavilhão Álvaro Magalhães ou nas Piscinas Cobertas Municipais. Em alternativa, podem enviar um email para marchaecorridalamego@gmail.com. Com partida da Av. D. Jacinto Botelho, esta prova é uma organização conjunta do Município de Lamego, da Lamego ConVida, do Centro Municipal de Marcha e Corrida, da Associação Desportiva de Avões, da Associação de Atletismo de Viseu e da Junta de Freguesia de Avões, em colaboração com diversas outras entidades e instituições locais, nomeadamente a PSP, a GNR e os Bombeiros Voluntários. destaque vai inteirinho para o Gonçalo Mendes que venceu o seu grupo com duas vitórias, passando desse modo para a 2ª fase. Na 2ª fase defronta um atleta do Lagos e Benfica (Rudi Rocha - 17º nacional) que venceu por 3-2 tendo perdido de seguida com David Bessa do Atlântico da Madalena. Com este resultado, o Gonçalo amealhou 25 pontos para o ranking Nacional o que é uma estreia para Mundão no escalão de infantis. Jorge Loureiro, em juniores, também conseguiu pontuar no ranking nacional pela primeira vez, depois de vencer o seu grupo e alcançar a segunda fase.

18/04/2013

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5/Via Rápida

CÂMARA DE TONDELA CONTRATUALIZA MAIS MEIO MILHÃO COM JUNTAS DE FREGUESIA O Município de Tondela assinou com as actuais 26 juntas de freguesia do concelho, outros tantos protocolos de colaboração que, no total, ascendem a cerca de meio milhão de euros. Um montante que irá ser aplicado na limpeza e conservação de arruamentos, vias e caminhos em áreas urbanas, pequenas reparações em escolas primárias e jardins-de-infância, e reparação e manutenção em fontanários, captações, lavadouros públicos e parques verdes. Tudo em nome do “reforço da coesão e da solidariedade municipal”. “Nem a crise, nem as restrições económicas e financeiras, nem a queda de receitas, nem a lei dos compromissos e pagamentos em atraso. Nada nos impediu de cumprir com o que nos comprometemos com as juntas de freguesia, ou seja, a manutenção do mesmo apoio disponibilizado o ano passado”, salientou o presidente da Câmara de Tondela, Carlos Marta, para quem este mesmo apoio “é um bom esforço e um bom exemplo de eficácia e partilha de

responsabilidades”. Em representação dos presidentes de Junta, o autarca de Barreiro de Besteiros, José Helder Alves, classificou primeiro aqueles apoios como “importantes e imprescindíveis às juntas para a realização de pequenas obras de proximidade”, e

condenou depois uma reorganização administrativa que considerou as freguesias como “o elo mais fraco”. Em relação a este processo, a Câmara de Tondela continua a colocar-se ao lado dos presidentes de junta na luta contra a extinção de freguesias. Uma

posição reforçada por Carlos Marta com o anúncio da assinatura de um protocolo que possibilitará às freguesias os “meios necessários” para recorrerem aos tribunais. Um processo que envolve as 14 freguesias a agregar, e que irá avançar até 24 de Abril.


6/Via Rápida

OPINIÃO

18/04/2013

REVISÃO DO PDM NÃO INCLUIU COMO ESPAÇO VERDE O LOCAL EM MARZOVELOS DESTINADO PELA VISABEIRA A CENTRO COMERCIAL

18/04/2013

DESPORTO

19/Via Rápida

VEM AÍ O «CORRER, SALTAR, LANÇAR’ 2013:

O NOVO FÔLEGO DOS «RIBEIRINHOS»

TORNEIO INTER-ESCOLAS «VIRIATO4GAMES» GOLPE DE VISTA

Em 13.01.2005, o Núcleo de Viseu da Associação OLHO VIVO dava voz aos moradores do Bairro de Marzovelos preocupados com o futuro do único espaço verde daquele imenso “cimentério”, em frente ao Hotel Montebelo, uma vez que a Visabeira Imobiliária ali tinha colocado letreiros a anunciar a “futura localização do Centro Comercial Quinta do Bosque”. Há quem se lembre das palavras de Fernando Ruas, transmitidas pela Rádio NoAr, algum tempo depois da nossa chamada de atenção, assegurando a sua intenção de não deixar construir nada ali, certo de que a Visabeira também não teria interesse em colocar mais cimento em frente ao Hotel Montebelo, propriedade do grupo, ficando aquele espaço reservado para uma alameda. Foi, pois com surpresa e indignação, que em meados de 2009 os moradores do bairro viram serem repostos os letreiros da Visabeira Imobiliária (que já há uns anos haviam sido retirados), anunciando: “futuramente, neste local, um espaço de comércio e serviços” (ver foto). Voltámos a perguntar: “Quem manda na cidade, a autarquia ou

A comemorar 47 anos de existência, o Grupo Desportivo «Os Ribeirinhos está a atravessar uma nova fase de revitalização, a que não foi alheia a instalação (finalmente) da colectividade em sede própria, e no local onde mais se identifica: na zona do Coval, junto à Cava de Viriato, onde teve a sua génese. Integrada no plano de actividades para este ano, está já marcada para o dia 12 de Maio, a segunda edição da iniciativa «Correr… saltar… lançar!», di-

a Visabeira?...” A OLHO VIVO, que tem sócios a residir no Bairro de Marzovelos, tomou a iniciativa de pôr a circular um abaixoassinado de moradores a apelar à Câmara Municipal para não permitir a destruição do seu único espaço verde. Então, tanto a autarquia como a Visabeira vieram publicamente anunciar que continuavam em negociações para a permuta de terrenos. Boa parte dos moradores ficaram descansados, continuando a usufruir daquele espaço verde, jogando e brincando na relva ou sentandose nos bancos de pedra ali

entretanto colocados. Agora, a indignação volta a surgir nos moradores que tendo consultado o PDM (Plano Director Municipal) cuja revisão esteve em consulta pública até ao passado dia 10 de Abril, verificaram que aquele espaço continua destinado a construção, sendo que o único espaço verde previsto no PDM em todas as urbanizações daquela zona (a de maior densidade populacional do nosso concelho) é o que se encontra atrás do Hotel Montebelo, na Quinta do Bosque. Não duvidando da boa fé de ninguém, ocorre perguntar ao

senhor presidente da Câmara Municipal de Viseu, que daqui a meia dúzia de meses deixará o seu lugar à frente da autarquia, que garantias terão os viseenses e, em particular, os moradores do Bairro de Marzovelos, de que a Visabeira, continuando a ser proprietária daquele terreno, não venha a poder fazer dele o uso que muito bem entender? Por que motivo ainda não foram concluídas as negociações para a permuta de terrenos entre o nosso município e a Visabeira Imobiliária? Catarina Vieira e Castro (telemóvel: 962096883)

(Secção da responsabilidade do Núcleo de Viseu de “OLHO VIVO - Associação para a Defesa do Património Ambiente e Direitos Humanos”) Nota: Críticas e sugestões para a Associação OLHO VIVO, telefone: 912522690 - olhovivo.viseu@gmail.com olhovivoviseu.blogspot.com

rigida a crianças dos 6 aos 12 anos, a decorrer no Parque da Radial de Santiago, a partir das 10 horas. As inscrições, limitadas às primeiras 50, devem ser enviadas para o Bairro da Misericórdia, Bl.B, porta 1 r/c Dt. Viso, 3500 Viseu, ou pelo email: gdribeirinhos-@gmail.com, ou ainda pelo TM.: 968 073 333. Relativamente às comemorações do 47.º aniversário, as diversas actividades decorrem já de 25 a 28 de Abril. O programa

inclui a realização da estafeta convívio entre Farminhão e Viseu, na Ecopista do Dão, a partir das 10 horas do dia 25 de Abril, estando agendados para o dia 27 os pontos altos do programa. Entre eles, uma recepção na sede, onde será feita a assinatura no Livro de Honra pela presidente da Câmara Municipal de Viseu, Fernando Ruas. Para as 17,30 horas está marcado um beberete convívio, seguido da entrega de lembranças às instituições representadas.

MAIS DE MEIA CENTENA NO TORNEIO «MUNICÍPIO DE COIMBRA»

Por: Álvaro Marreco O Montebelo recebeu o torneio do município conimbricense, prova que contava para a OM do clube de Golfe da Quinta das Lágrimas e que foi disputada na modalidade stableford/fullhandicap, por mais de meia centena de jogadores em representação de sete clubes naci-

onais. A excelente temperatura e um percurso Caramulo em muito boas condições (atendendo à intensa chuva dos últimos dias) proporcionaram os ótimos resultados que foram obtidos, pois os primeiros 9 classificados, jogaram abaixo do par do campo.

Sérgio Nuno Damas do Clube de Golfe da Quinta das Lágrimas foi o vencedor abonado, ao entregar um cartão com uns extraordinários 44 pontos. Foi seguido pelo Bruno Esteves (Viseu) com 42, Carlos Nobre 41, Luís Furtado 40, Carlos Miranda 39, António Silva e João Cerejo 38, Luís Abreu e Sérgio Damas 37 e Rui Castro 36. Na classificação real Arnaldo Paredes liderou com 29 pontos e foi seguido com igual pontuação por Hugo Espírito Santo, Vicente Gouveia com 24, e Luís Abreu, José Oliveira e João Cerejo com 22. Os prémios especiais foram conquistados pelo Arnaldo Paredes e João Miranda (drives mais longos) e José Santos (pancada mais certeira).

Numa organização dos alunos do 12.º ano da turma H do Curso Tecnológico de Desporto da Secundária de Viriato, o complexo desportivo do Fontelo vai acolher no dia 24 deste mês de Abril, a partir das 10 horas, o «Viriato4games», um evento que possibilita a prática de quatro modalidades desportivas: andebol, futebol de relva, voleibol e râguebi de praia. Esta atividade tem como finalidade promover a atividade física e o convívio entre várias escolas da cidade de Viseu, tendo sido convidadas as seguintes: Escola Secundária Emídio Navarro, Escola Secundária Alves Martins e Escola Secundária de Viriato. A iniciativa conta com os apoios da Câmara Municipal de Viseu, Associação de Andebol de Viseu, da Associação de Futebol de Viseu e da secção de Râguebi do Clube Viseu 2001.

MUNDIAL DE SUECA NA CASA DO BENFICA A primeira fase do 4.º Torneio Mundial de Sueca, organizado pelas casas, filiais e delegações do Sport Lisboa e Benfica, arranca já no próximo dia 1 de Maio, a partir das 15,00, na Casa do Benfica em Viseu. A Loja do Benfica, nesta cidade, é um dos patrocinadores do evento. A fase regional (a segunda do Torneio) está marcada para 1 de Junho, no Expo Salão Multiusos de Sernancelhe, com a disputa dos 1.º e 2.º lugares marcada para as 18,00 horas. A final mundial será disputada em Lisboa, a 14 de Julho, no pavilhão 2 do Estádio do Sport Lisboa e Benfica, com transmissão em directo na Benfica TV. As inscrições para o Mundial de Sueca, exclusivas a sócios do Benfica e Casas do Benfica com quotas regularizadas, estão em curso. São 5 águias por pessoa, no acto da inscrição.


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SOCIEDADE

18/04/2013

POLIS VI: OS PEIXES DO PAVIA NÃO SABEM VOAR

Por: José Reis Ainda me recordo da imundice que era o “Rio” Pavia, há uns anos atrás. As melgas que me invadiam a casa, e o cheiro pestilento no verão, não me deixaram esquecer aquele tormento que só foi ultrapassado, quando a Câmara Municipal, em boa hora, decidiu, com, ou sem apoios do poder central, isso não interessa, implementar o Programa Polis. Entre as várias obras ali realizadas, quero hoje falar do rio propriamente dito. O leito foi limpo e desobstruído, e as margens tratadas. Ficou bonito! Em seguida, represou-se a água nos antigos moinhos da Balsa, e criou-se um curso de água permanente, que deu ao Pavia um ar agradável e sim-

pático. A Câmara Municipal, a par de algumas escolas locais, encarregou-se de povoar o rio de várias espécies de peixes, que viriam mais tarde a ser uma atracção para os pescadores desportivos. Foi agradável, enquanto durou, ver dezenas de pessoas a pescar ao longo das suas margens em zonas previamente escolhidos pela própria Câmara Municipal. Inclusive, até teve ali efeito um concurso de pesca desportiva. A prática de canoagem também ali exercida, potenciou a vida do rio. Porém, de repente, entre a ponte de pau e os moinhos da Balsa, tudo se alterou. Alguém mandou abrir bruscamente, e ao mais baixo nível, a comporta que represava a água e como não podia deixar de ser, o

forte caudal que isso provocou, arrastou irremediavelmente os peixes para a parte baixa do Pavia que está por reclassificar, e arrastou-os por ali fora. De uma vez por todas, deixou de haver peixes naquela zona, e por consequência desapareceram os pescadores. Na altura, há cerca de dois anos, confrontei o Vice-Presidente Dr. Américo Nunes com a situação, respondendo-me, que não havia problemas com os peixes, porque eles voltariam a subir, devido a estar instalado um sistema próprio para esse fim. Engoli em seco e não ripostei. Falava quem sabia. Desconfiado fui ver. O Dr. Américo Nunes devia estar a gozar com a minha cara. Alguém lhe impingira também a ele aquela patranha. Afinal os peixes do Pavia não sabem

nadar… Hoje é aquela tristeza que se vê; o rio - naquela zona - leva apenas um palmo de altura de água, pois, incompreensivelmente, continuam a baixar a comporta ao nível máximo. Se agora o rio não leva água, quando é que a levará? Não sou técnico como o sr. Eng. Tomás, mas tenho olhos na cara para também ver da necessidade de se ir regulando o caudal, de acordo com as cheias, contudo, nunca por nunca, ao nível zero. Se me disser que a montante da Ponte de Pau pode haver prolemas, percebo, porque quem planeou ou executou a obra, não teve o bom senso de altear um pouco mais as margens circundantes. Asneira da grossa. Interrogo-me sobre a necessidade dessa prática, e não encontro uma justificação lógica, até porque o nível alcançado pela água, neste troço em questão, como se pode constatar pelas fotografias publicadas, está muito longe de galgar as margens, conforme atestam as marcas máximas, anteriormente ali registadas. Como única resposta, vejo apenas a necessidade de diminuir as infiltrações de água que pode afetar as fundações do Forum, dado que foi construído numa zona alagadiça, e donde são extraídos diariamente centenas ou milhares de metros cúbicos de água. Se assim não for, só o excesso de zelo, a incúria ou a incompetência, o justificarão.

DISTRITO DE VISEU ASSINALA «CENTENÁRIO DE ÁLVARO CUNHAL»

A Direcção da Organização Regional de Viseu do Partido Comunista Português (PCP), está a promover no distrito um conjunto de acções no âmbito do

“Centenário de Álvaro Cunhal”, iniciativa a decorrer a nível nacional ao longo de 2013. O programa teve início a 3 de Março com a evocação, no Mu-

seu do Caramulo, da histórica Fuga de Caxias. Em Abril, e depois da inauguração da exposição “Vida, pensamento e luta: exemplo que se projecta na

actualidade e no futuro”, na Biblioteca Municipal de Sátão e no Salão Paroquial de Armamar as acções prosseguem a 23, em Viseu, com a projecção do filme “Bom Povo Português” de Rui Simões, com a presença de Avelino Gonçalves, Ministro do Trabalho do I Governo Provisório, em parceria com o Cine Clube. No dia 27 Abril pelas 15 horas, na Assembleia Municipal Lamego, terá lugar o Colóquio “A Arte, o Artista e a Sociedade” e mostra da obra plástica, com José Pessoa, técnico do Museu de Lamego e outros convidados.

18/04/2013

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OPINIÃO

18/04/2013

SOCIEDADE

18/04/2013

ESPECTADOR COMPROMETIDO

O QUE VALORIZAMOS QUANDO RECRUTAMOS? Hoje, e apesar da conjuntura actual, a selecção e recrutamento de pessoas representam, cada vez mais, um processo estratégico nas equipas e organizações. Junto à procura dos grandes talentos técnicos se procura a capacidade de integrar uma equipa, o espírito de serviço, o foco na consecução de objectivos quer individuais, quer colectivos, ao mesmo tempo que se valoriza aquelas pessoas que demonstrem vontade e capacidade de aprender e desenvolver-se. O recrutamento, independentemente do trabalho que se faça anteriormente, é uma ciência pouco exacta, já que, sempre é possível acabarmos por seleccionar uma pessoa que não encaixe, na sua totalidade, na nossa equipa ou organização. Para diminuir

a probabilidade de insucesso, deveríamos concentrar-nos em avaliar, sobretudo, o carácter dos candidatos. Enquanto a competência técnica pode ser mais facilmente aprendida, desenvolvida ou treinada, o comportamento e a atitude são mais complicados de mudar. Neste sentido, seria aconselhável, procurar perfis que se sintam confortáveis com a nossa filosofia ou cultura, e que contribuam para o equilíbrio e complementaridade das equipas. Todavia, recrutar é uma tarefa que exige alguma continuidade e que não termina no simples acto de seleccionar alguém. Trata-se de um processo dividido em três fases: Seleccionar – o melhor elemento para a nossa equipa e organização; Formar e Desenvolver – competências transversais e

TRÊS TÓPICOS SOBRE A REGIÃO DE VISEU Recentemente, tive de reler o Programa Nacional da Politica de Ordenamento do Território (PNPOT) e o Plano Regional de Ordenamento do Território (PROT-Centro, versão ainda para aprovação). Um e outro são peças essenciais do planeamento no País e na Região Centro. Muitas vezes, porém, ficam esquecidos como se, pelo facto de estarem escritos, já tivessem cumprido a sua função. Mas, numa altura em que se prepara a estratégia regional para o período 20142020 (e as estratégias para as próximas eleições locais) vale a pena recordar alguns aspetos, particularmente, no que respeita ao papel de Viseu e desta sub-região no contexto mais alargado do Pais. Vale a pena salientar três tópicos recolhidos do PNPOT em “Dão-Lafões - opções para o desenvolvimento do território” TÓPICO 1 - a necessidade da sustentação do “dinamismo de Viseu, reforçando a sua articulação com as cidades do Centro Litoral” e da valorização do seu “papel estratégico para a estruturação de um

eixo de desenvolvimento” para o interior. Por outro lado, é defendida a importância da exploração de sinergias no ensino superior local para estimular a investigação e o empreendedorismo e desenvolver atividades intensivas em conhecimento e tecnologia em articulação com as universidades do litoral e das regiões fronteiriças espanholas. No âmbito deste tópico vale a pena considerar ainda a importância da exploração da “posição estratégica de Viseu na rede de transportes nacional e transeuropeia”. Os aspetos citados evidenciam um caminho que Viseu tem de percorrer porque ele traduz a função de charneira que desempenha na RC e em Portugal. Por isso, são importantes as ligações ao Litoral mas também ao interior e a Espanha (funções urbanas, I&D e transportes). TÓPICO 2 – a importância do reforço da “dinâmica industrial do sistema urbano subregional”, a preservação das “condições de genuinidade dos produtos regionais de qualidade” e o reforço da sua “projeção e

estratégicas, necessárias para o sucesso e por último, Liderar – de forma a motivar e gerir o desempenho de forma apropriada acrescentando valor e marcando a diferença. Tornar-se relevante que no processo de recrutamento não avaliemos as pessoas somente através dos seus méritos técnicos, é vital que consideremos como as pessoas funcionam quando integradas em equipas ou em organizações com umas características muito determinadas, pelo que, a comunicação, os princípios, valores e ética individual de cada um dos possíveis candidatos são tão importantes como as qualidades técnicas dos mesmos. Se tivermos as pessoas certas ao nosso lado, aquelas que revelam uma elevada motivação intrínseca, cujos valores e princípios estão alinhados com os da organização, a nossa organização ganhará, marcará a diferença. Se somos capazes de escolher as melhores máquinas, a matéria-prima mais vantajosa o mercado mais adequado, não será que deveríamos investir mais em seleccionar o nosso principal recurso, as pessoas?

imagem nos mercados”, e ainda o fomento ao “turismo através da criação de um produto turístico que combine o potencial existente nas múltiplas vertentes: cultura, natureza, termalismo, enoturismo, gastronomia”. Neste tópico estão definidas as opções fundamentais para a base económica cujo desenvolvimento não poderá esquecer nem o tópico anterior e a importância das relações com o exterior nas três vertentes assinaladas (funções urbanas, I&D e transportes), nem o tópico seguinte que incita à coesão territorial. TÓPICO 3 – “estruturar o sistema urbano sub-regional, apostando na especialização e na complementaridade de equipamentos, infra-estruturas e funções urbanas, suportadas por soluções eficientes e inovadoras de mobilidade”. Trata-se, neste tópico, de promover a concertação intra-territorial, nomeadamente ao nível da gestão e que, neste momento, se prefigura mais facilitada com a criação das comunidades intermunicipais dotadas de competências próprias. A aposta desta subregião “Dão-lafões” continua a exigir capacidade para olharmos para o conjunto do território e desenvolvermos as suas funções nos contextos mais alargados do espaço da R Centro e do Pais.

Por: José Lapa

“Em todos os manicómios há doidos e malucos com tantas certezas!” Fernando Pessoa A democracia assenta no primado da palavra. A palavra facilita a comunicação, desenvolve o diálogo, reduz o conflito violento. Porque, os gregos entenderam, que havia outra forma de dirimir conflitos, sem ser pela violência, sem ser em tirania e/ou anarquia, inventaram a politica da palavra, pela palavra, ambicionaram uma cultura da palavra. Todo o cidadão estando em democracia, tem o dever de participar, com a sua palavra, com a sua opinião. Mais, a democracia precisa da cidadania como de pão para a boca. Paul Valery, dizia, que

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O CIRCO DA OPINIÃO “nem sempre sou da minha opinião.” Ou seja, a opinião vale o que vale, porque é minha. Aqui, estamos no terreno movediço da persuasão: a incapacidade do homem em firmar a verdade, permite-lhe apenas ter uma doxa (opinião). Feliz aquele que consegue que os seus pares, sigam a sua opinião, dele será o reino do poder. Urbano Tavares Rodrigues, dizia no Público (12outubro), que “As palavras existem. São para ser usadas.” Usemo-las, claro. Entretanto, os opinion makers, à boleia das novas tecnologias da comunicação, emanciparamse e, adquiriram varias tribunas para exportarem e exortarem a sua opinião. A persuasão é a sua redenção pública. A televisão para acompanhar os novos tempos, virou-se para a opinião. E, hoje, temo-las para todos os gostos, credos, ideologias, partidarite, treinadores de bancada, académicos. E, políticos, claro. Aqui, temos: o ajuste de contas, a manutenção no poder, o candidato ao poder (esta semana, um tal Pedro Lomba, ascendeu a Secretario de Estado, directamente das paginas do “Público” onde era colunista afamado), os contestatários porque são contestatários. A televisão, está enxameada, de detentores da opinião. Quantos deles, bem pagos. Uns levam a sua capacidade persuasora, ao nível do nosso bocejo; outros, o máximo que

conseguem é fazer-nos mudar de canal; alguns puxam do seu arcaboiço e em linguagem técnica, põem-nos a olhar para o palácio, ficamos a saber que sabem muito e nós continuamos a saber pouco. Entretanto, alguns transformam a sua opinião, em momentos de entretenimento, espectáculo puro, com ironia e humor negro, desfuncionalizando o objectivo da formação cívica (missão da opinião). Estamos nisto. Outra característica dos “tempos de opinião” são os residentes, que ostentam no seu pergaminho, o facto relevante de terem sido governantes. E, fazem-no com tal desembaraço e competência, que fica a ideia, de nada terem a ver com o estado a que o Estado chegou. Nem tudo é mau, há gente (pouca) com opinião válida. Refira-se também a importância das narrativas (já cá faltava). Alguns comentadores têm uma espantosa imaginação retorica, que lhes permite criar factos políticos, que integram em cenários ficcionais substantivos. Marcelo, um opinador de respeito, dos primeiros a aparecer no novo contexto mediático, é disso exemplo. A opinião é fundamental para a democracia e, nós cidadãos, passamos a ter outro atributo, para além de também dar-mos ecos da nossa opinião: saber escolher e interpretar a opinião.

ARTESANATO DA SARA NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE SÁTÃO

EXPOSIÇÃO “(RE)CENTRAR O CENTRO» NA SECUNDÁRIA ALVES MARTINS Está patente ao público, até 3 de Maio, na Escola Secundária Alves Martins, uma exposição subordinada ao tema “(Re)Centrar o Centro”. Promovida em colaboração entre a Viseu Novo - Sociedade de Reabilitação Urbana e o Município de Viseu, a acção pretende informar os cidadãos sobre o trabalho realizado na Área Crítica de Recuperação e Reconversão Urbanística – ACRRU, onde se insere o Centro Histórico, dando assim, mais uma vez, visibilidade a todo o trabalho promovido pela Viseu Novo e pelo Município. E, ao mesmo tempo “atrair os mais jovens para a relevância do processo de Reabilitação Urbana da ACRRU”.

A Biblioteca Municipal de Sátão acolhe, até 15 de Maio, a exposição “Artesanato da Sara” de Sara Amaral. Natural da Guarda e residente em Aguiar da Beira, Sara Amaral desde sempre se interessou pelo artesanato. O ano passado que conheceu e aprendeu a fazer artesanato em EVA 3D e, desde essa altura, foi fazendo trabalhos diferentes, passando também pela pintura de peças em madeira e à execução de letras em fimo. Ser criativo é algo que a desafia diariamente, proporcionando-lhe momentos de descontração e realização pessoal e profissional. Esta exposição pretende dinamizar o espaço da Biblioteca Municipal, onde também funciona o Espaço Internet e pode ser visitada à segunda-feira e sábado das 14h00 às 19h00 e de terça-feira a sexta-feira das 09h30 às 18h30.


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EDUCAÇÃO

18/04/2013

CONSELHO GERAL DO IPV ESTÁ COMPLETO Depois de cerimónia em relação aos membros internos, acabam de ser também empossados no Instituto Superior Politécnico de Viseu os seguintes elementos externos que completam o novo Conselho Geral desta instituição de ensino superior: João Cotta, presidente da Associação Empresarial da Região de Viseu; Gualter Mirandês, presidente da Associação Comercial do Distrito de Viseu; Francisco Manuel Lopes, presidente da Câmara Municipal

de Lamego; Francisco Reinaldo de Meneses Correia, chefe de Divisão P.A.A. de Projetos de Viseu – Direção Regional da Agricultura e Pescas do Centro; Arlindo Marques da Cunha, presidente da Comissão Vitivinícola Regional do Dão; José Armando Marques Neves, diretor Executivo do Agrupamento dos Centros de Saúde de Dão Lafões; Fernando Luís Monteiro Bexiga, vogal da Comissão administrativa provisória do Agrupamento de Escolas da Zona Urbana de Vi-

seu; Marta Cristina de Oliveira Rodrigues, Diretora do Centro de Emprego e Formação Profissional de Viseu; e Carlos Alberto Borges Oliveira, diretor da Escola Secundária de Viriato. A cooptação dos membros do Conselho Geral está prevista por lei e, consequentemente, pelos Estatutos do Instituto Politécnico de Viseu. A proposta, da qual resultou este conjunto de nomes, enquadra-se no estabelecido no art. 81º do RJIES, “uma vez que se trata de perso-

nalidades de reconhecido mérito, ligadas a atividades profissionais e empresariais de vários quadrantes da comunidade sócio económica, com conhecimentos e experiência relevantes para a missão do Instituto Politécnico de Viseu”. Eleitos foram também, na altura, a personalidade que passa a presidir ao Conselho Geral do IPV, cuja escolha recaiu em João Cotta. Pedro Rodrigues, docente da Escola Superior Agrária e vice-presidente do IPV, foi eleito secretário.

18/04/2013

No meio desta bagunçada toda em que hoje o país vive, nada nos pode fazer abrir a boca de espanto. São tantos e tantos os casos incríveis e inadmissíveis que temos conhecimento, que tudo parece possível acontecer neste pobre país indefeso a saque, e governado por uma classe de políticos medíocres. Tudo é permitido, e tudo se justifica à luz da necessidade de reduzir o défice público. “No corte da despesa é que está a solução” pensam eles, e foi por isso que o Ministro das Finanças decidiu, ao levantarse da cama, proibir que alguém na função pública possa comprar um rolo de papel higiénico sequer, sem o seu superior despacho de autorização. Muitos vêm nisso uma medida de vingança e de retaliação pela decisão do Tribunal Constitucional, mas eu penso que a retaliação e a vingança ainda estão para chegar. Foi com medidas semelhantes que Salazar também começou, só que agora, o povo português está mais informado e mais atento, para tolerar o aparecimento de um outro qualquer caudilho. Perguntarão contudo o seguinte: - Então não é Passos Coelho o Primeiro Ministro e o primeiro responsável politico? Teoricamente sim, mas na prática não, e estou mesmo em crer, que este despacho” gasparófico”, chamando a si a responsabilidade única para autorizar despesas públicas, certamente que só terá chegado ao conhecimento do Primeiro Ministro, através da comunicação social. Não estarei longe da verdade. De trapalhada em trapalhada, de irracionalidade em irracionalidade, ouvi há

Por: Carlos Bergeron

textos, letras de canções e músicas que compõe para os seus alunos. Inconformado por natureza,

menino sonhador por vocação, Fernando Marques Pereira tem quatro livros publicados: "Clube dos Poetas Recém-Nascidos"

(2001), em coautoria com os seus alunos do 6º B da Escola Infante D. Henrique; "Abecedário de Valores" (2003), livro didático para as aulas de Formação Cívica, em coautoria com uma colega de profissão; o projeto didático-musical "Escola de Todos" (2005), composto por um livro "Da Escola de Todos à Escola Devida" e um CD "Escola de Todos", da banda Fernando Pereira & os Stores e “Angelina... Uma Luz ao Fundo do Espelho”. Este último, agora publicado, é o seu primeiro romance.

Por: José Reis

GASPAR (MR. BEAN) DESPACHOU poucos dias uma notícia, que por se relacionar com os meus ex-serviços, onde tive o prazer e grande satisfação de fazer carreira profissional, não posso deixar de aqui hoje abordar. O serviço chamava-se Inspecção Geral do Trabalho, e hoje adoptou a designação de Autoridade para as Condições de Trabalho. Dizia-nos essa notícia, que os Inspectores e todo o restante pessoal se iria quotizar para pagar a limpeza das instalações que pecavam pela sujidade e falta de higiene. Ora um Organismo, que entre muitas coisas, tem por missão exigir às empresas privadas ou públicas, condições de higiene para os seus

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trabalhadores, parece no mínimo caricato, não dar ele próprio o exemplo. Aqui aplicarse-ia com propriedade, a máxima “em casa de ferreiro espeto de pau” Mas esta situação traz-me à lembrança com outro episódio que reflecte bem o contraste entre o antes e o agora, mas também mostra, que o despesismo e os cambalachos não são coisas modernas. Estávamos nós em pleno período cavaquista, quando alguém decidiu, que a limpeza de um determinado instituto público sitiado em Viseu, deixasse de ser feita por uma trabalhadora contratada à hora, para passar a ser da responsabilidade de uma empresa privada. Conclusão: - A limpeza do dito Organismo, continuou a ser assegurado pela mesmíssima trabalhadora nos mesmos moldes em que o fazia já há bastantes anos, e recebendo precisamente a mesma remuneração. A grande diferença, é que o referido Organismo passou a pagar à empresa privada de limpeza, um valor equivalente a doze vezes mais, do que aquele que despendia anteriormente. A ligação, o conluio, a promiscuidade e os interesses instalados entre a dita empresa e um membro do Conselho de Administração (nomeado partidariamente), do tal organismo público, eram conhecidos, mas recomendava o medo e o bom senso, que disso não se fizesse eco. Isto é autêntico, e reflecte bem o que foram esses tempos que hoje querem fazer esquecer, para emularem apenas alguém, em sobre quem recaem todas as culpas das nossas desgraças, ao mesmo tempo que muita gente “sacode a água do capote”.

PRIMAVERA QUENTE

«ANGELINA… UMA LUZ AO FUNDO DO ESPELHO» NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE MANGUALDE «Angelina… uma luz ao fundo do espelho», é o título do livro, de autoria de Fernando Marques Pereira, que será apresentado no próximo dia 27 deste mês, pelas 21 horas, na Biblioteca Municipal de Mangualde. A publicação, da Chiado Editora, resulta da experiência do autor, que leciona a Língua Portuguesa há 20 anos. Natural do concelho Vouzela, Fernando Marques Pereira reside atualmente em Viseu e leciona no 2º ciclo do Ensino Básico, nas disciplinas de Português e História e Geografia de Portugal. Tendo começado a sua atividade na Escola Gomes Eanes de Azurara, em Mangualde, no ano de 89/90, das suas aulas procura fazer laboratórios de ensaios pedagógicos para

OPINIÃO

A primavera política está a aquecer e promete aquecer ainda mais se nada se altera daqui para a frente No centro deste aquecimento está o CDS/PP, pela voz das caixas de ressonância do partido, Pires de Lima e João Almeida, com um desgastante “nim” de Nuno Magalhães, face ao silêncio de Paulo Portas, de quem apenas se conhece o grito de revolta sobre o seu empenhamento no relançamento da economia, estratégia que associou á necessidade do lançamento de um novo simplex, para agilizar o investimento estrangeiro em Portugal, elogiando assim uma iniciativa dos socialistas quando formaram governo. São sinais inquietantes, que Passos Coelho e Vítor Gaspar tardam em compreender, situação que levou Marcelo Rebelo de Sousa, no seu espaço dominical de análise

política na TVI, dizer que esta teimosia do governo está mal e que Passos Coelho só se vai aperceber na noite das eleições. Passos Coelho continua a não querer ouvir ninguém, mesmo dentro do próprio partido, e acredita cegamente em Vítor Gaspar, cada vez mais desacreditado a nível dos grandes economistas nacionais e internacionais, Gaspar, que apenas parece ter ouvidos para a “troika” ou para o ministro das finanças alemão. Por isso Sócrates, no seu comentário na RTP rotulou-o de ministro da “troika”. Internamente Passos Coelho continua a somar erros sobre erros, sobretudo no que toca ao relacionamento com o maior partido da oposição, e o próprio CDS/PP, no final do seu Conselho Nacional, já veio a terreiro insistir na tese de que se torna necessário e imperioso um alargamento do consenso político extensivo ao PS. Só que Passos Coelho continua a ver nos socialistas o inimigo a abater e não o adversário a combater politicamente. Este mau relacionamento de Passos Coelho e de Vítor Gaspar, com Seguro e o PS, mereceu também de Marcelo Rebelo de Sousa outro desabafo muito significativo. “Não tem nenhuma paciência para o PS”, situação que considerou um erro e ser má para a governação do

país em tempos de crise, do mesmo modo que também considerou a sua falta de paciência para com Paulo Portas, dentro da coligação, outro aspecto negativo da sua teimosia política, que lhe poderá vir a ser fatal. Aliás Portas explicou mal a sua não presença na tomada de posse dos ministros e secretários de estado, quando disse que havia uma razão, e que o primeiro ministro conhecia essa razão, do mesmo modo que Passos Coelho se limitou a dizer que o tinham informado da sua impossibilidade, por estar longe de Lisboa. Pelos vistos, por dificuldades de comunicação, não falaram um com o outro. Pessoalmente continuo a defender que os mandatos devem ser levados até ao fim, em nome de uma sempre desejável estabilidade política. Mas para que tal aconteça, é necessário que os governos falem sempre toda a verdade aos portugueses e nada façam nas suas costas, como Gaspar e Coelho estão a fazer. Quando assim é, insistir-se em continuar a bater com a cabeça contra a parede, a culpa não é, seguramente, da parede. Passos Coelho deveria conhecer isso muito bem, ou então dar mais ouvidos a quem sabe mais do que ele e do que Vítor Gaspar.


18/04/2013

COMO CLASSIFICAR O NOSSO PAÍS?

Se analizarmos cuidadosamente o nosso País em termos do que nele se produz e daquilo que cada português aufere em resultado do seu trabalho, com certeza que chegaremos a uma destas duas conclusões. Ou somos um país pobre ou um país rico. Haverá, talvez, quem equacione mais cenários, mas eu, por mim, apenas equaciono estes dois e vou tentar dizer porquê, embora sujeitando-me a possíveis críticas que um no seu pleno direito entenda dever fazer-me. Isso não me assusta. Vem isto a propósito de uma notícia que, embora publicada em tom jucoso num órgão social de grande audiência, nem por isso deixa de ser notícia e de a ela muita gente se ter referido, também em termos pouco lisonjeiros para a pessoa ali citada, por alegadamente ter

dito: “Posso não ser doutor mas a reforma de 14 mil euros já cá canta”. Aqui poderá pôr-se a questão desta notícia poder ser falsa ou verdadeira, e eu confesso ter dela algumas reservas, pela forma visivelmente jucosa como estava redigida. Mas também não é bem isto que importa saber. Importa é que em Portugal, e isto sabe-se que é verdade, há por aí montes de reformas milionárias auferidas por gente que não se sabe bem de que maneira puderam ter direito a elas, enquanto outros que trabalharam uma vida inteira foram-se embora reformados com umas míseras centenas de euros, que mal lhes chega para terem uma vida condigna como digna foi sempre também a forma como desempenharam a suas funções, coisa que já não se poderá dizer de muitos daqueles que estão a gozar das tais reformas milionárias. E para pôr ordem na casa no sentido de pôr termo a coisas como esta, pergunto: O que têm feito os sucessivos Governos ou se quisermos o poder político que são quem podem, como sempre puderam, tomar medidas no sentido de que houvesse um pouco mais de Justiça Social? Nada. Nem antes nem depois da Revolução os Cravos, data em que tanto se enfatizou este problema do fosso social que separava, e ainda separa desmesuradamente os cidadãos, desobedecendo inclusivamente ao que a própria democracia implicitamente aconselha. Ninguém vai responder certamente à interrogação que coloquei aos meus leitores na abertura deste texto, se éramos um país rico ou pobre, face precisamente a este problema social suscitado pela referida notícia, baseada no conhecimento de uma reforma milionária que iria ser paga a alguém, em função do desempenho de funções que ainda ninguém me soube informar onde, quando, e por quanto tempo foram desempenhadas para merecer uma tal reforma, quando é certo logo muitas

pessoas ficaram cheias de curiosidade para saberem de que forma esse alguém conseguiu aquela tamanha reforma. E é por esta e por outras reformas mais ou menos milionárias que por se atribuem a pessoas cujas funções desempenhadas muitas vezes nem se sabe onde, que as pessoas se interrogam se de facto o nosso país é um pais pobre ou rico, porque se ele é pobre como todos jugamos que é, então temos de convir que quem nos tem governado governou-nos mostrando não saber oque é Justiça Social, e sendo assim a maior parte dos nossos concidadãos tem fortes razões para levantar o seu protesto face ao tratamento manifestamente injusto como são discriminados na distribuição da riqueza produzida, isto a começar logo nos salários que paga, ou autoriza que sejam pagos aos trabalhadores por conta e outrem. Sabemos que não é de agora, nem deste governo, esta política discriminatória salarial, Ela já vem de trás. Mas seja de agora ou não isso não retira responsabilidade àqueles que nos têm governado sobretudo depois da instauração da democracia e da nossa adesão à União Europeia, sabendo-se, e isto é que é grave, é que sejamos nós dos 27 países que constituem aquela comunidade de países, onde existe o maior fosso social. Não é exigido haver naquela comunidade de países uma unidade de tratamento em qualquer contexto da vida interna de cada país membro, e ainda bem que assim sucede, pois de contrário todos os países poderiam correr o risco de perder autoridade e até mesmo autonomia, o que em nenhum caso seria aceitável, visto que todos têm as suas diferenças próprias e isso poderia ferir susceptibilidades internas da própria sociedade civil o que a acontecer também enfraquecer acção dos respetivos governos.

TANTOS SACRIFÍCIOS PARA NADA

Sabia que este Governo tinha confiscado os rendimentos de muitos trabalhadores, mas não fazia ideia que o montante atingisse as proporções que hoje, em parte, foram divulgadas. Nunca imaginei, que só a função pública, tivesse já perdido cinco mil milhões de euros. Considerando que os índices e as metas económicas desenhadas, previstas e desejadas pelos nossos governantes, não foram atingidas, antes agravadas, pergunto-me, e temos todos que nos perguntar, para onde foi afinal todo esse dinheiro? E não só esse. Os dos pensionistas e reformados, os dos trabalhadores e das empresas privadas, os dos impostos agravados que recaem sobre todos nós. O das taxas moderadoras, o que foi retirado à justiça, forças armadas, ensino, saúde e demais serviços? Aonde foi parar esse rio de dinheiro que deixou de ser gasto com as políticas sociais?

Se isso fosse visível, se soubéssemos que Portugal se encontrava numa situação mais desafogada, entenderíamos a razão dos sacrifícios e sofrimentos que nos têm imposto, porém, conhecendo a crise terrível em que nos encontramos, e as outras medidas de austeridade com que nos ameaçam para o futuro próximo, não podemos deixar de desesperar e desejar que este Governo desapareça o mais rapidamente possível, e nos deixe em paz. Dizer-se que os parceiros internacionais reconhecem o nosso esforço e que em breve voltaremos ao mercado, soa-nos a nós, uma patranha do tamanho do mundo. Que me interessa a mim e a si, que reconheçam ou não credibilidade ao Ministro Gaspar, se ele não tem capacidade para inverter esta espiral recessiva em que Portugal está mergulhado? E que comentários nos merecerão a declaração de que Portugal é um caso de sucesso? Só podem estar a brincar connosco. De acordo com os dados da Administração Central do Sistema de Saúde (A.S.S.S.), no dia 14 de Março, o número de utentes com dispensa de pagamento de despesas era de 5 560 003, para no dia 8 de Abril ter um aumento de 26 mil pessoas, e com tendência para se ultrapassar largamente este número. Toda a gente se insurge contra as políticas de empobrecimento que nos estão a ser impostas, começando pelos históricos do P.S.D. tais como, Marcelo Rebelo de Sousa, Pacheco Pereira, António Capucho, Manuela Ferreira Leita e acabando no mentor e responsável pelo apareci-

mento deste Governo fantasmagórico e incompetente, o Presidente da República – Aníbal Cavaco Silva. Mas apesar das críticas expressas e contundentes que fez às políticas económicas deste Governo, Cavaco, perante a situação de desastre nacional, passou a Passos Coelho um autêntico atestado de conforto. Alegando que o Governo havia ultrapassado recentemente uma moção de censura e que mantinha o apoio de uma maioria parlamentar, referiu ele, que reunia as condições para continuar a governar. Toda a gente compreende os constrangimentos e as dificuldades com que Cavaco Silva se debate. Este é o seu governo, que teve como origem a estratégia por si traçada. Para trás ficam os seus comentários de que os portugueses não aguentariam mais sacrifícios, que Portugal estava numa espiral recessiva, e o envio ao Tribunal Constitucional de normas do O.E. que viriam a ser chumbadas por inconstitucionais. Perante as graves e perigosas críticas de Passos Coelho à decisão do T.C. que teria forçosamente que fazer ricochete no Presidente da República, Cavaco Silva olvidou tudo isso, e impávido e sereno, como se nada houvesse, aliouse aos protagonistas do seu incapaz executivo, e viabilizou assim as políticas que tão veementemente questionou. Que mais nos irá acontecer, e que mais podemos esperar do Primeiro Ministro, do Ministro das Finanças e do Presidente da República? NADA!

18/04/2013

EDUCAÇÃO

«VIRIATO MAIS…À FRENTE!» LEVOU Á ESCOLA EXPERIÊNCIAS E TESTEMUNHOS DE EX-ALUNOS

VIRIATO NO GRUPO DE ESCOLAS ORION A Secundária de Viriato e os Serviços de Psicologia e Orientação, promoveram a visita de ex-alunos à Escola para partilharem, com os actuais, testemunhos e experiências relativas às suas opções em termos de ensino superior. Nomeadamente o plano curricular do curso e instituição que frequentam, objetivos, saídas profissionais, empregabilidade e outras informações consideradas relevantes. Para além da carga emocional e afectiva proporcionada pelo regresso de antigos estudantes à escola de origem, “esta metodologia é relevante para a

comunidade educativa, pelas fortes implicações que pode transmitir aos projectos de vida dos nossos jovens”, sublinhou o director, Carlos Alberto Oliveira, que considerou a iniciativa «Viriato Mais… À Frente», mais um “passo em frente” no processo educativo e estratégia de orientação dos alunos deste estabelecimento de ensino. Orientar/apoiar o processo de escolha e planeamento de carreira, divulgar cursos/instituições do ensino superior público universitário e politécnico, desenvolver uma cultura de escolaridade prolongada e qualificante, aproximar a escola

do meio e promover a imagem da Escola Secundária de Viriato junto da comunidade escolar, foi o objectivo central de um painel que envolveu 29 cursos, cinco universidades, oito faculdades, cinco institutos politécnicos e escolas, e Academia da Força Aérea. Para Paula Mercier, responsável pelos Serviços de Psicologia e Orientação, a primeira edição da iniciativa «Viriato Mais… À Frente», representou “não apenas um teste impossível de falhar, mas também um dia de partilha de afectos, com o regresso à Escola de antigos alunos, “como se de irmãos mais velhos de tratasse”.

Um estudo levado a cabo pela Direcção Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, posicionou a Escola Secundária de Viriato entre as unidades orgânicas que integram o Cluster Orion. O número de alunos que frequentam este estabelecimento de ensino, os valores elevados na média de anos de habilitação escolar de mães e pais, e os baixos valores na percentagem de alunos que beneficiam de Acção Social Escolar, foram as “características” que determinaram a inclusão da Viriato no primeiro dos três clusters de avaliação: Orion, Cassiopeia e Pegasus.

ADDLAP LEVA «UM RIO COM VIDA» A MAIS DE 600 CRIANÇAS Sensibilizar a comunidade escolar para a necessidade de conservar os habitats ribeirinhos, e dar a conhecer os valores naturais dos cursos de água e as diversas vertentes de intervenção do projeto AARC – Atlantic Aquatic Resource Conservation, foi o objectivo que presidiu, na Escola Infante D. Henrique, em Viseu, ao lançamento de “Um rio com vida”. Promovido pela ADDLAP – Associação de Desenvolvimento de Dão, Lafões e Alto Paiva, o projecto irá percorrer, durante o terceiro período lectivo de 2012-2013, os cinco concelhos abrangidos por este organismo, envolvendo aproximadamente 600 crianças dos 1º, 2º e 3ºs ciclos. As acções culmi-

narão com uma exposição dos trabalhos desenvolvidos por todas as escolas aderentes. Guilherme Almeida, presidente da ADDLAP, sublinhou a importância do AARC, um projeto europeu de cooperação, sensibilizando os alunos para a importância do trabalho em parceria, e para o “dever de cada um, no seu dia-a-dia, em olhar para o ambiente que o rodeia com mais cuidado e atenção, de modo a todos colaborarem para melhorar o ambiente, contribuírem para um desenvolvimento sustentável e consequente preservação do planeta”. No lançamento do projecto «Um rio com vida» participaram turmas dos 8º e 5º anos letivos. O

momento ficou marcado pela realização de jogos interativos, apresentação multimédia, jogo de chão, história para crianças dinamizada com recurso a fantoches, e pela apresentação

de um guião de exploração pedagógica concebido pela Quercus e representado pela sua mascote, a «Célia». Uma lontraeuropeia (Lutra lutra), existente na bacia do Vouga.


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ECONOMIA

18/04/2013

VISABEIRA É PARCEIRA DA EDP DISTRIBUIÇÃO NA ACADEMIA TÉCNICA DO SETOR ENERGÉTICO A EDP Distribuição promoveu a criação da Academia Técnica do Setor Energético, que tem por finalidade promover o “saber fazer”, em função dos diversos perfis de trabalhos de natureza técnica e atribuir títulos de habilitação. Com este projeto, a EDP Distribuição e os seus parceiros de negócio – Bragalux, Canas, CME, Eurico Ferreira, Painhas, Rede, TBT e Visabeira - garantem a contratação de pessoal preparado para a realização dos trabalhos nas redes elétricas de distribuição com os elevados padrões de qualidade exigidos e promo-

vem a criação de emprego qualificado. A Academia permitirá criar, também, condições para a confirmação da reconversão de profissionais das áreas da energia, oriundos de outros sectores económicos, através da comprovação das habilitações técnicas entretanto adquiridas. É neste contexto que se enquadra a participação do Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P. (IEFP, I.P.), que, numa reunião realizada no início do mês de abril, lançou as bases para a criação de novas parcerias para a qualificação e para o emprego,

pretendendo-se que as entidades acima identificadas se constituam, num futuro próximo, como aliadas do serviço público de emprego, nomeadamente no desenvolvimento das seguintes medidas: Cursos de Aprendizagem, Medida Vida Ativa, Medidas Passaporte Emprego e Estágios Profissionais Na sequência da recente integração, no Catálogo Nacional de Qualificações, de dois novos referenciais na área da Eletricidade e Energia - o Eletricista de Redes e o Técnico/a de Redes Elétricas o IEFP, I.P. irá passar a disponibilizar estas ofertas de

18/04/2013

ECONOMIA

MONTRA DE OPORTUNIDADES DE LAMEGO DEU “NOVAS IDEIAS” PARA O FUTURO DOS JOVENS

formação para jovens e adultos, indo, assim, ao encontro das necessidades identificadas pelas empresas do setor que procuram técnicos qualificados nestes domínios. Com estas parcerias, o IEFP, I.P. pretende, ainda, criar as condições para que a formação seja desenvolvida nas próprias empresas, em espaços com as infraestruturas adequadas às exigências do setor energético, designadamente, em termos de segurança e saúde, contribuindo, desta forma, para promover a qualidade e o reconhecimento da formação desenvolvida e dos futuros profissionais.

OPEL ADAM, O VERDADEIRO CITADINO, NA LEMOS & IRMÃO O Pavilhão Álvaro Magalhães, em Lamego, tornou-se, durante três dias, num polo de atração para milhares de jovens alunos, curiosos em conhecer a oferta que escolas, universidades, institutos politécnicos e outras instituições disponibilizam para prosseguirem os seus estudos e abraçarem depois uma carreira profissional de futuro.

É o novo e 'fashion' citadino da Opel. E vale a pena vê-lo no concessionário em Viseu, Lemos & Irmão, na Rua Pedro Álvares Cabral, na certeza que a empatia vai surgir à primeira vista. Com ares de Fiat 500, mas

um pouco mais espaçoso no interior, o Opel Adam, que procura ser «um original» embarca assim para os domínios da Mini e dos Citröen DS3. Tudo modelos modernos, belos, brilhantes, personalizáveis e

rebeldes. Os argumentos apresentados pela nova «coqueluche» da Opel dão mesmo nas vistas e não deixam ninguém indiferente. A começar pelas múltiplas hipóteses de personalização (31

combinações) e opções para jantes, passando pelo tecto e habitáculo, até aos bancos e tejadilho. A agilidade e dinâmica, perfeitas para a cidade, aliadas a inovações no segmento, são outros trunfos apresentados pelo Opel Adam. Os motores são só a gasolina: 1.2 70 cv e 1.4 de 87 ou 100 cv. Em maré de excelentes novidades, o concessionário da Opel em Viseu prepara-se para apresentar também o OPEL MOKKA, um SUV compacto que regista já mais de 40 mil encomendas na Europa.

PT RECEBE 450 NOVOS PEUGEOT FABRICADOS EM MANGUALDE A Portugal Telecom (PT) acaba de receber 450 Peugeot Partner Furgão fabricados no Centro de Produção de Mangualde, na sequência de uma encomenda assumida em novembro de 2012. A PT, através da sua participada PT PRO (empresa responsável pela gestão da frota), promove a substituição de cerca de 15% das suas viaturas mais antigas (viaturas que atingem seis anos de explora-

ção), num processo de renovação contínua que implica um investimento significativo e sustentável da frota. Após um longo e disputado concurso, entre diferentes marcas e modelos concorrentes, foi a Peugeot, com o seu Partner Furgão, que apresentou a proposta vencedora. O modelo Partner Furgão está dotado das últimas tecnologias em termos de motorizações e de equipamentos, dan-

do a melhor resposta às necessidades dos clientes e de um segmento profissional cada vez mais exigente nas escolhas que efetua. Em 2012, foram vendidos mais de 2000 unidades Partner Furgão, tendo este sido o modelo com mais saída em Portugal, com uma representação de 28% das vendas no universo global do target. O processo de seleção atendeu a diversas variáveis, nomeadamente a capacidade de os

veículos poderem ser, simultaneamente, utilizados pelas equipas comerciais e técnicas da PT, os custos de aquisição, de exploração e de manutenção e o impacto ambiental e sustentável. A Peugeot foi assim a marca selecionada para o fornecimento das 450 viaturas que serão utilizadas pelas equipas operacionais da PT na assistência aos clientes e à rede do operador líder de mercado em Portugal.

11/Via Rápida

Organizada num contexto socioeconómico difícil no país, que torna as escolhas nesta idade ainda mais relevantes, a 4ª Montra de Oportunidades de Lamego procurou “dar novas ideias” aos jovens através da dinamização de diversos workshops, debates, concursos e muitos outros eventos em torno de três temáticas centrais e de particular importância: Educação/

Formação, Saúde/Bem-Estar e ExpoSocial. As entidades que marcaram presença na iniciativa divulgaram também oportunidades de formação e requalificação dirigidas a recém-licenciados e profissionais no ativo. No interior do Pavilhão dezenas de instituições, interagiram e vivenciaram com o público, através de um diálogo franco e aberto, com

o objetivo de ajudar a encontrar o seu talento ou áreas de interesse para uma aposta de futuro. Esta aproximação foi feita com a apresentação de projetos inovadores que estão a ser desenvolvidos no seio daquelas instituições. O dia de encerramento da Montra de Oportunidades de Lamego ficou marcado pela assinatura de um protocolo de cooperação que cria as condições para o estabelecimento e funcionamento da futura Rede de Bibliotecas de Lamego, uma parceria que une 15 instituições locais que vão trabalhar em conjunto para criar uma estrutura de cooperação aberta à livre participação de todas as bibliotecas do concelho. Na calha, vai estar a otimização de atividades e recursos através de uma parceria efetiva que se concretizará na partilha de experiências. A assinatura do documento contou com a presença, entre outras personalidades, de Francisco Lopes, Presidente da autarquia, e de Fernando Amaral, comissário do Plano Nacional de Leitura.

RÁDIO ESCURO DE VILA NOVA DE PAIVA REMODELA ESTÚDIO E EMITE COM SOM DIGITAL A Rádio Escuro, que emite para as Terras do Demo a partir de Vila Nova de Paiva na frequência modelada 98, está a emitir com som digital depois de concluída a remodelação do estúdio de emissão. Os investimentos na Rádio atingem os cem mil euros, divididos entre um incentivo do Gabinete para os Meios de Comunicação Social, de 75 mil euros, e o remanescente angariado pela Direcção da Rádio Escuro, Cooperativa de Responsabilidade Limitada, junto de organismos e empresas do concelho de Vila Nova de Paiva, onde tem sede e estão localizados os emissores e a redacção. Os investimentos permitiram digitalizar toda a emissão, melhorar o edifício sede, ganhar novas áreas e funcionalidades e alargar a redacção. As obras devem ficar concluídas no final do mês de Abril e completam mais uma fase do ciclo de investimentos que se

comprometeu, em 2009, quando a actual Direcção da Cooperativa tomou posse. Logo em 2010 foi renovado o emissor, um investimento de dez mil euros suportado pela Cooperativa, e segue-se, em 2014, a substituição dos dipolos e a digitalização do estúdio de produção. “Contrariando a crise e o

pessimismo que se instalaram no país e no sector da comunicação social, a Rádio Escuro insiste em melhorar as condições em que opera porque só assim podemos continuar a manter, e alargar, a audiência”, revela o presidente da Direcção. Paulo Tavares, que agradece a “confiança demonstrada pelos

ouvintes, anunciantes e instituições”, aponta para finais de Maio a conclusão dos actuais investimentos. Em data a anunciar a Rádio Escuro promoverá a habitual conferência sobre Jornalismo e inaugurará, “com a solenidade que se impõe”, esta nova fase de investimentos.


12/Via Rápida

ECONOMIA

EDP DISTRIBUIÇÃO NÃO PÁRA DE INVESTIR EM VISEU

A EDP Distribuição acaba de concluir um conjunto de intervenções na zona do Monte Salvado e da Quinta de Belém, em Viseu, mantendo assim uma prática assumida de “melhoria constante da qualidade do

serviço prestado” e, ao mesmo tempo, o “volume significativo e constante de obras nesta cidade”. Sempre com a preocupação de “salvaguardar a integração paisagística dos equipamentos, reduzindo, dessa forma, o seu

impacto visual”. Segundo a elétrica nacional, exemplos desse esforço são as duas importantes intervenções agora concluídas na zona do Monte Salvado e da Quinta de Belém, que representam um in-

18/04/2013

ção da empresa nestes mercados em crescimento,” compensam as descidas de produção na Europa e permitiram-nos crescer significativamente”. As previsões para 2013 prognosticam um crescimento moderado na produção mundial, mantendo a tendência de descida na Europa a 27. O orçamento da Huf Portuguesa, aponta, assim, para 78,5 milhões de euros de vendas. “A grande incógnita são as exportações para a China. As encomendas do primeiro semestre permitem-nos algum optimismo e as vendas poderão não descer dos 80 mi-

13/Via Rápida

- ANHO ASSADO, PASSEIOS NO DOURO E UTILIZAÇÃO GRATUITA DAS TERMAS COMPLETAM A OFERTA vestimento na ordem dos 120 mil euros. As duas obras permitiram a passagem a subterrâneo das duas linhas a 15 kV para dois dos postos de transformação que asseguram o abastecimento de energia elétrica a essas zonas. A passagem a subterrâneo destas duas linhas permitiu, como vantagem imediata, a desmontagem da linha aérea a 15 kV Quinta da Aguieira-Monte Salvado. Ainda na sequência desta mesma obra e como resultado do aumento de potência verificado, a EDP Distribuição refere que os dois postos de transformação aéreos existentes serão substituídos por dois outros, tipo cabine baixa, permitindo, assim um melhor enquadramento paisagístico dos equipamentos. Com mais esta intervenção em Viseu, a EDP Distribuição “dá um contributo decisivo para a manutenção do serviço de excelência que tem prestado à população da cidade, bem como ao mais adequado enquadramento dos equipamento que permitem assegurar os níveis de qualidade do seu serviço”.

HUF PORTUGUESA CRESCEU 13 POR CENTO EM 2012

consolida o primeiro lugar com 32% das exportações, seguido da França (20%) e Espanha (13%). A Europa a 27 representa 75% do mercado, destacando o quarto lugar da Eslováquia (4,5 milhões de euros). Segundo a administração da Huf Portuguesa, “começam a ser importantes” as vendas para a Asia/Oceânia (15%), sobretudo a China (8,6 milhões) e Tailândia (3 milhões), assim como os 5,1 para a América com destaque para o Brasil e Argentina. A Rússia com 2,5% de share e a Africa do Sul com 1,5% completam o puzzle. A penetra-

ECONOMIA

FESTA DAS CAVACAS VOLTA A ANIMAR RESENDE

MERCADO DA ASIA/OCEÂNIA DEU FORTE EMPURRÃO:

O volume de negócios da Huf Portuguesa, sediada em Tondela, atingiu em 2012 o valor de 84,4 milhões de euros, mais dez milhões do que em 2011, o que representa um importante crescimento de 13 por cento. Depois de três anos consecutivos sempre a crescer, a empresa posiciona-se agora perto dos níveis de 2008 quando eclodiu, no 4º trimestre, a crise no mercado automóvel. No primeiro trimestre de 2013 a facturação foi de 20,5 milhões de euros. O grupo Volkswagen passou a ser o principal cliente da unidade de Tondela, com 20 milhões de euros, graças ao crescimento exponencial do puxador com emblema e câmara incorporada. O grupo PSA desceu 2,5 milhões e com 19 milhões passou para segundo cliente muito perto da Ford com 18,7 milhões e mais 2 do que no ano anterior. A General Motors passou para quarto com 9,5 milhões. Estes quatro clientes representam 82% da nossa facturação. Os principais mercados continuam a ser a Alemanha, que

18/04/2013

lhões”, perspectiva a administração. A adjudicação, adicional, de dois novos e importantes projectos, com mais uma “Premium Brand”, implicarão um investimento de 2,2 milhões de euros e um aumento do volume de negócios de 16 milhões de euros a partir de 2014. Localizada na Zona Industrial Municipal de Tondela, a HUF Portuguesa tem como principal actividade o fabrico de sistemas de acesso, segurança e imobilização para a indústria automóvel. Da gama de produtos destacam-se: os Driver Authorization Systems (sistemas de acesso e funcionamento do automóvel); Car Access Authorization Systems (sistemas de chaves e dispositivos de rádio frequência; Power Tailgate Systems (puxadores de portabagagens com câmara de visão incorporada); Mechanical Locking Systems (sistemas de fechaduras e sistemas de bloqueio da direcção); e Door Handles Systems (puxadores externos de portas).

Pelo sétimo ano consecutivo, o pavilhão Multiusos de Caldas de Aregos, em Resende, acolhe no próximo domingo, dia 21, a Festa das Cavacas, um certame que pretende promover este produto resendense que já se tornou um referência regional e nacional. A grande novidade deste ano vai para a disponibilização gratuita, aos visitantes, das Termas de Caldas de Aregos, onde poderão desfrutar da piscina termal, banho turco e ginásio. Como já é habitual, o Município de Resende oferece, ainda, uma viagem no rio Douro a bordo da embarcação “Barca d' Aregos”. Quem se deslocar do Porto poderá aproveitar a viagem de comboio até à estação de Caldas de Aregos (Tormes), onde estará a referida embarcação, que assegurará, sem custos, a travessia do rio até à outra margem, onde decorre a festa Associado ao evento, irá realizar-se entre os dias 19 e 21 de abril um fim de semana gastronómico, dedicado à degustação do anho assado com o arroz do forno. Esta iniciativa, a organizar em parceria com o Turismo do Porto e Norte de Portugal, compreende um desconto de 10% em todas as refeições (quando a opção se enquadre nesta ementa) entre o jantar de sexta-feira e o almoço de domingo, em seis restaurantes aderentes. A Festa das Cavacas vai reunir cerca de duas dezenas de vendedores/produtores que vão comercializar e promover o famoso doce tradicional, entre música popular. O programa vai iniciar-se às 11h00 com uma visita aos stands dos vendedores/produtores de cavacas, de vinho, licores e compotas da região. Na ocasião vai ser inaugurada a exposição de fotografia“Os Anos Doces”, a par da realização de uma prova de vinhos e licores acompanhados pelo doce tradicional. A animação musical ficará a cargo, durante todo o dia, do Grupo de Bombos de S. Romão, do Rancho de Danças e Cantares de S.Cipriano, do Grupo "Os Moleiros de Sta. Maria de Cárquere” e da Orquestra da Academia de Música de Resende. Saborear as deliciosas Cavacas, degustar o anho assado acompanhado com o arroz do forno aqui cozinhado com todos os requintes da cozinha tradicional portuguesa, desfrutar de um

passeio de barco no rio Douro e usufruir da utilização gratuita das Termas de Caldas de Aregos, são motivos para um passeio mais demorado pelo concelho de Resende no fim semana de 19 a 21 de abril.


12/Via Rápida

ECONOMIA

EDP DISTRIBUIÇÃO NÃO PÁRA DE INVESTIR EM VISEU

A EDP Distribuição acaba de concluir um conjunto de intervenções na zona do Monte Salvado e da Quinta de Belém, em Viseu, mantendo assim uma prática assumida de “melhoria constante da qualidade do

serviço prestado” e, ao mesmo tempo, o “volume significativo e constante de obras nesta cidade”. Sempre com a preocupação de “salvaguardar a integração paisagística dos equipamentos, reduzindo, dessa forma, o seu

impacto visual”. Segundo a elétrica nacional, exemplos desse esforço são as duas importantes intervenções agora concluídas na zona do Monte Salvado e da Quinta de Belém, que representam um in-

18/04/2013

ção da empresa nestes mercados em crescimento,” compensam as descidas de produção na Europa e permitiram-nos crescer significativamente”. As previsões para 2013 prognosticam um crescimento moderado na produção mundial, mantendo a tendência de descida na Europa a 27. O orçamento da Huf Portuguesa, aponta, assim, para 78,5 milhões de euros de vendas. “A grande incógnita são as exportações para a China. As encomendas do primeiro semestre permitem-nos algum optimismo e as vendas poderão não descer dos 80 mi-

13/Via Rápida

- ANHO ASSADO, PASSEIOS NO DOURO E UTILIZAÇÃO GRATUITA DAS TERMAS COMPLETAM A OFERTA vestimento na ordem dos 120 mil euros. As duas obras permitiram a passagem a subterrâneo das duas linhas a 15 kV para dois dos postos de transformação que asseguram o abastecimento de energia elétrica a essas zonas. A passagem a subterrâneo destas duas linhas permitiu, como vantagem imediata, a desmontagem da linha aérea a 15 kV Quinta da Aguieira-Monte Salvado. Ainda na sequência desta mesma obra e como resultado do aumento de potência verificado, a EDP Distribuição refere que os dois postos de transformação aéreos existentes serão substituídos por dois outros, tipo cabine baixa, permitindo, assim um melhor enquadramento paisagístico dos equipamentos. Com mais esta intervenção em Viseu, a EDP Distribuição “dá um contributo decisivo para a manutenção do serviço de excelência que tem prestado à população da cidade, bem como ao mais adequado enquadramento dos equipamento que permitem assegurar os níveis de qualidade do seu serviço”.

HUF PORTUGUESA CRESCEU 13 POR CENTO EM 2012

consolida o primeiro lugar com 32% das exportações, seguido da França (20%) e Espanha (13%). A Europa a 27 representa 75% do mercado, destacando o quarto lugar da Eslováquia (4,5 milhões de euros). Segundo a administração da Huf Portuguesa, “começam a ser importantes” as vendas para a Asia/Oceânia (15%), sobretudo a China (8,6 milhões) e Tailândia (3 milhões), assim como os 5,1 para a América com destaque para o Brasil e Argentina. A Rússia com 2,5% de share e a Africa do Sul com 1,5% completam o puzzle. A penetra-

ECONOMIA

FESTA DAS CAVACAS VOLTA A ANIMAR RESENDE

MERCADO DA ASIA/OCEÂNIA DEU FORTE EMPURRÃO:

O volume de negócios da Huf Portuguesa, sediada em Tondela, atingiu em 2012 o valor de 84,4 milhões de euros, mais dez milhões do que em 2011, o que representa um importante crescimento de 13 por cento. Depois de três anos consecutivos sempre a crescer, a empresa posiciona-se agora perto dos níveis de 2008 quando eclodiu, no 4º trimestre, a crise no mercado automóvel. No primeiro trimestre de 2013 a facturação foi de 20,5 milhões de euros. O grupo Volkswagen passou a ser o principal cliente da unidade de Tondela, com 20 milhões de euros, graças ao crescimento exponencial do puxador com emblema e câmara incorporada. O grupo PSA desceu 2,5 milhões e com 19 milhões passou para segundo cliente muito perto da Ford com 18,7 milhões e mais 2 do que no ano anterior. A General Motors passou para quarto com 9,5 milhões. Estes quatro clientes representam 82% da nossa facturação. Os principais mercados continuam a ser a Alemanha, que

18/04/2013

lhões”, perspectiva a administração. A adjudicação, adicional, de dois novos e importantes projectos, com mais uma “Premium Brand”, implicarão um investimento de 2,2 milhões de euros e um aumento do volume de negócios de 16 milhões de euros a partir de 2014. Localizada na Zona Industrial Municipal de Tondela, a HUF Portuguesa tem como principal actividade o fabrico de sistemas de acesso, segurança e imobilização para a indústria automóvel. Da gama de produtos destacam-se: os Driver Authorization Systems (sistemas de acesso e funcionamento do automóvel); Car Access Authorization Systems (sistemas de chaves e dispositivos de rádio frequência; Power Tailgate Systems (puxadores de portabagagens com câmara de visão incorporada); Mechanical Locking Systems (sistemas de fechaduras e sistemas de bloqueio da direcção); e Door Handles Systems (puxadores externos de portas).

Pelo sétimo ano consecutivo, o pavilhão Multiusos de Caldas de Aregos, em Resende, acolhe no próximo domingo, dia 21, a Festa das Cavacas, um certame que pretende promover este produto resendense que já se tornou um referência regional e nacional. A grande novidade deste ano vai para a disponibilização gratuita, aos visitantes, das Termas de Caldas de Aregos, onde poderão desfrutar da piscina termal, banho turco e ginásio. Como já é habitual, o Município de Resende oferece, ainda, uma viagem no rio Douro a bordo da embarcação “Barca d' Aregos”. Quem se deslocar do Porto poderá aproveitar a viagem de comboio até à estação de Caldas de Aregos (Tormes), onde estará a referida embarcação, que assegurará, sem custos, a travessia do rio até à outra margem, onde decorre a festa Associado ao evento, irá realizar-se entre os dias 19 e 21 de abril um fim de semana gastronómico, dedicado à degustação do anho assado com o arroz do forno. Esta iniciativa, a organizar em parceria com o Turismo do Porto e Norte de Portugal, compreende um desconto de 10% em todas as refeições (quando a opção se enquadre nesta ementa) entre o jantar de sexta-feira e o almoço de domingo, em seis restaurantes aderentes. A Festa das Cavacas vai reunir cerca de duas dezenas de vendedores/produtores que vão comercializar e promover o famoso doce tradicional, entre música popular. O programa vai iniciar-se às 11h00 com uma visita aos stands dos vendedores/produtores de cavacas, de vinho, licores e compotas da região. Na ocasião vai ser inaugurada a exposição de fotografia“Os Anos Doces”, a par da realização de uma prova de vinhos e licores acompanhados pelo doce tradicional. A animação musical ficará a cargo, durante todo o dia, do Grupo de Bombos de S. Romão, do Rancho de Danças e Cantares de S.Cipriano, do Grupo "Os Moleiros de Sta. Maria de Cárquere” e da Orquestra da Academia de Música de Resende. Saborear as deliciosas Cavacas, degustar o anho assado acompanhado com o arroz do forno aqui cozinhado com todos os requintes da cozinha tradicional portuguesa, desfrutar de um

passeio de barco no rio Douro e usufruir da utilização gratuita das Termas de Caldas de Aregos, são motivos para um passeio mais demorado pelo concelho de Resende no fim semana de 19 a 21 de abril.


14/Via Rápida

ECONOMIA

18/04/2013

VISABEIRA É PARCEIRA DA EDP DISTRIBUIÇÃO NA ACADEMIA TÉCNICA DO SETOR ENERGÉTICO A EDP Distribuição promoveu a criação da Academia Técnica do Setor Energético, que tem por finalidade promover o “saber fazer”, em função dos diversos perfis de trabalhos de natureza técnica e atribuir títulos de habilitação. Com este projeto, a EDP Distribuição e os seus parceiros de negócio – Bragalux, Canas, CME, Eurico Ferreira, Painhas, Rede, TBT e Visabeira - garantem a contratação de pessoal preparado para a realização dos trabalhos nas redes elétricas de distribuição com os elevados padrões de qualidade exigidos e promo-

vem a criação de emprego qualificado. A Academia permitirá criar, também, condições para a confirmação da reconversão de profissionais das áreas da energia, oriundos de outros sectores económicos, através da comprovação das habilitações técnicas entretanto adquiridas. É neste contexto que se enquadra a participação do Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P. (IEFP, I.P.), que, numa reunião realizada no início do mês de abril, lançou as bases para a criação de novas parcerias para a qualificação e para o emprego,

pretendendo-se que as entidades acima identificadas se constituam, num futuro próximo, como aliadas do serviço público de emprego, nomeadamente no desenvolvimento das seguintes medidas: Cursos de Aprendizagem, Medida Vida Ativa, Medidas Passaporte Emprego e Estágios Profissionais Na sequência da recente integração, no Catálogo Nacional de Qualificações, de dois novos referenciais na área da Eletricidade e Energia - o Eletricista de Redes e o Técnico/a de Redes Elétricas o IEFP, I.P. irá passar a disponibilizar estas ofertas de

18/04/2013

ECONOMIA

MONTRA DE OPORTUNIDADES DE LAMEGO DEU “NOVAS IDEIAS” PARA O FUTURO DOS JOVENS

formação para jovens e adultos, indo, assim, ao encontro das necessidades identificadas pelas empresas do setor que procuram técnicos qualificados nestes domínios. Com estas parcerias, o IEFP, I.P. pretende, ainda, criar as condições para que a formação seja desenvolvida nas próprias empresas, em espaços com as infraestruturas adequadas às exigências do setor energético, designadamente, em termos de segurança e saúde, contribuindo, desta forma, para promover a qualidade e o reconhecimento da formação desenvolvida e dos futuros profissionais.

OPEL ADAM, O VERDADEIRO CITADINO, NA LEMOS & IRMÃO O Pavilhão Álvaro Magalhães, em Lamego, tornou-se, durante três dias, num polo de atração para milhares de jovens alunos, curiosos em conhecer a oferta que escolas, universidades, institutos politécnicos e outras instituições disponibilizam para prosseguirem os seus estudos e abraçarem depois uma carreira profissional de futuro.

É o novo e 'fashion' citadino da Opel. E vale a pena vê-lo no concessionário em Viseu, Lemos & Irmão, na Rua Pedro Álvares Cabral, na certeza que a empatia vai surgir à primeira vista. Com ares de Fiat 500, mas

um pouco mais espaçoso no interior, o Opel Adam, que procura ser «um original» embarca assim para os domínios da Mini e dos Citröen DS3. Tudo modelos modernos, belos, brilhantes, personalizáveis e

rebeldes. Os argumentos apresentados pela nova «coqueluche» da Opel dão mesmo nas vistas e não deixam ninguém indiferente. A começar pelas múltiplas hipóteses de personalização (31

combinações) e opções para jantes, passando pelo tecto e habitáculo, até aos bancos e tejadilho. A agilidade e dinâmica, perfeitas para a cidade, aliadas a inovações no segmento, são outros trunfos apresentados pelo Opel Adam. Os motores são só a gasolina: 1.2 70 cv e 1.4 de 87 ou 100 cv. Em maré de excelentes novidades, o concessionário da Opel em Viseu prepara-se para apresentar também o OPEL MOKKA, um SUV compacto que regista já mais de 40 mil encomendas na Europa.

PT RECEBE 450 NOVOS PEUGEOT FABRICADOS EM MANGUALDE A Portugal Telecom (PT) acaba de receber 450 Peugeot Partner Furgão fabricados no Centro de Produção de Mangualde, na sequência de uma encomenda assumida em novembro de 2012. A PT, através da sua participada PT PRO (empresa responsável pela gestão da frota), promove a substituição de cerca de 15% das suas viaturas mais antigas (viaturas que atingem seis anos de explora-

ção), num processo de renovação contínua que implica um investimento significativo e sustentável da frota. Após um longo e disputado concurso, entre diferentes marcas e modelos concorrentes, foi a Peugeot, com o seu Partner Furgão, que apresentou a proposta vencedora. O modelo Partner Furgão está dotado das últimas tecnologias em termos de motorizações e de equipamentos, dan-

do a melhor resposta às necessidades dos clientes e de um segmento profissional cada vez mais exigente nas escolhas que efetua. Em 2012, foram vendidos mais de 2000 unidades Partner Furgão, tendo este sido o modelo com mais saída em Portugal, com uma representação de 28% das vendas no universo global do target. O processo de seleção atendeu a diversas variáveis, nomeadamente a capacidade de os

veículos poderem ser, simultaneamente, utilizados pelas equipas comerciais e técnicas da PT, os custos de aquisição, de exploração e de manutenção e o impacto ambiental e sustentável. A Peugeot foi assim a marca selecionada para o fornecimento das 450 viaturas que serão utilizadas pelas equipas operacionais da PT na assistência aos clientes e à rede do operador líder de mercado em Portugal.

11/Via Rápida

Organizada num contexto socioeconómico difícil no país, que torna as escolhas nesta idade ainda mais relevantes, a 4ª Montra de Oportunidades de Lamego procurou “dar novas ideias” aos jovens através da dinamização de diversos workshops, debates, concursos e muitos outros eventos em torno de três temáticas centrais e de particular importância: Educação/

Formação, Saúde/Bem-Estar e ExpoSocial. As entidades que marcaram presença na iniciativa divulgaram também oportunidades de formação e requalificação dirigidas a recém-licenciados e profissionais no ativo. No interior do Pavilhão dezenas de instituições, interagiram e vivenciaram com o público, através de um diálogo franco e aberto, com

o objetivo de ajudar a encontrar o seu talento ou áreas de interesse para uma aposta de futuro. Esta aproximação foi feita com a apresentação de projetos inovadores que estão a ser desenvolvidos no seio daquelas instituições. O dia de encerramento da Montra de Oportunidades de Lamego ficou marcado pela assinatura de um protocolo de cooperação que cria as condições para o estabelecimento e funcionamento da futura Rede de Bibliotecas de Lamego, uma parceria que une 15 instituições locais que vão trabalhar em conjunto para criar uma estrutura de cooperação aberta à livre participação de todas as bibliotecas do concelho. Na calha, vai estar a otimização de atividades e recursos através de uma parceria efetiva que se concretizará na partilha de experiências. A assinatura do documento contou com a presença, entre outras personalidades, de Francisco Lopes, Presidente da autarquia, e de Fernando Amaral, comissário do Plano Nacional de Leitura.

RÁDIO ESCURO DE VILA NOVA DE PAIVA REMODELA ESTÚDIO E EMITE COM SOM DIGITAL A Rádio Escuro, que emite para as Terras do Demo a partir de Vila Nova de Paiva na frequência modelada 98, está a emitir com som digital depois de concluída a remodelação do estúdio de emissão. Os investimentos na Rádio atingem os cem mil euros, divididos entre um incentivo do Gabinete para os Meios de Comunicação Social, de 75 mil euros, e o remanescente angariado pela Direcção da Rádio Escuro, Cooperativa de Responsabilidade Limitada, junto de organismos e empresas do concelho de Vila Nova de Paiva, onde tem sede e estão localizados os emissores e a redacção. Os investimentos permitiram digitalizar toda a emissão, melhorar o edifício sede, ganhar novas áreas e funcionalidades e alargar a redacção. As obras devem ficar concluídas no final do mês de Abril e completam mais uma fase do ciclo de investimentos que se

comprometeu, em 2009, quando a actual Direcção da Cooperativa tomou posse. Logo em 2010 foi renovado o emissor, um investimento de dez mil euros suportado pela Cooperativa, e segue-se, em 2014, a substituição dos dipolos e a digitalização do estúdio de produção. “Contrariando a crise e o

pessimismo que se instalaram no país e no sector da comunicação social, a Rádio Escuro insiste em melhorar as condições em que opera porque só assim podemos continuar a manter, e alargar, a audiência”, revela o presidente da Direcção. Paulo Tavares, que agradece a “confiança demonstrada pelos

ouvintes, anunciantes e instituições”, aponta para finais de Maio a conclusão dos actuais investimentos. Em data a anunciar a Rádio Escuro promoverá a habitual conferência sobre Jornalismo e inaugurará, “com a solenidade que se impõe”, esta nova fase de investimentos.


18/04/2013

COMO CLASSIFICAR O NOSSO PAÍS?

Se analizarmos cuidadosamente o nosso País em termos do que nele se produz e daquilo que cada português aufere em resultado do seu trabalho, com certeza que chegaremos a uma destas duas conclusões. Ou somos um país pobre ou um país rico. Haverá, talvez, quem equacione mais cenários, mas eu, por mim, apenas equaciono estes dois e vou tentar dizer porquê, embora sujeitando-me a possíveis críticas que um no seu pleno direito entenda dever fazer-me. Isso não me assusta. Vem isto a propósito de uma notícia que, embora publicada em tom jucoso num órgão social de grande audiência, nem por isso deixa de ser notícia e de a ela muita gente se ter referido, também em termos pouco lisonjeiros para a pessoa ali citada, por alegadamente ter

dito: “Posso não ser doutor mas a reforma de 14 mil euros já cá canta”. Aqui poderá pôr-se a questão desta notícia poder ser falsa ou verdadeira, e eu confesso ter dela algumas reservas, pela forma visivelmente jucosa como estava redigida. Mas também não é bem isto que importa saber. Importa é que em Portugal, e isto sabe-se que é verdade, há por aí montes de reformas milionárias auferidas por gente que não se sabe bem de que maneira puderam ter direito a elas, enquanto outros que trabalharam uma vida inteira foram-se embora reformados com umas míseras centenas de euros, que mal lhes chega para terem uma vida condigna como digna foi sempre também a forma como desempenharam a suas funções, coisa que já não se poderá dizer de muitos daqueles que estão a gozar das tais reformas milionárias. E para pôr ordem na casa no sentido de pôr termo a coisas como esta, pergunto: O que têm feito os sucessivos Governos ou se quisermos o poder político que são quem podem, como sempre puderam, tomar medidas no sentido de que houvesse um pouco mais de Justiça Social? Nada. Nem antes nem depois da Revolução os Cravos, data em que tanto se enfatizou este problema do fosso social que separava, e ainda separa desmesuradamente os cidadãos, desobedecendo inclusivamente ao que a própria democracia implicitamente aconselha. Ninguém vai responder certamente à interrogação que coloquei aos meus leitores na abertura deste texto, se éramos um país rico ou pobre, face precisamente a este problema social suscitado pela referida notícia, baseada no conhecimento de uma reforma milionária que iria ser paga a alguém, em função do desempenho de funções que ainda ninguém me soube informar onde, quando, e por quanto tempo foram desempenhadas para merecer uma tal reforma, quando é certo logo muitas

pessoas ficaram cheias de curiosidade para saberem de que forma esse alguém conseguiu aquela tamanha reforma. E é por esta e por outras reformas mais ou menos milionárias que por se atribuem a pessoas cujas funções desempenhadas muitas vezes nem se sabe onde, que as pessoas se interrogam se de facto o nosso país é um pais pobre ou rico, porque se ele é pobre como todos jugamos que é, então temos de convir que quem nos tem governado governou-nos mostrando não saber oque é Justiça Social, e sendo assim a maior parte dos nossos concidadãos tem fortes razões para levantar o seu protesto face ao tratamento manifestamente injusto como são discriminados na distribuição da riqueza produzida, isto a começar logo nos salários que paga, ou autoriza que sejam pagos aos trabalhadores por conta e outrem. Sabemos que não é de agora, nem deste governo, esta política discriminatória salarial, Ela já vem de trás. Mas seja de agora ou não isso não retira responsabilidade àqueles que nos têm governado sobretudo depois da instauração da democracia e da nossa adesão à União Europeia, sabendo-se, e isto é que é grave, é que sejamos nós dos 27 países que constituem aquela comunidade de países, onde existe o maior fosso social. Não é exigido haver naquela comunidade de países uma unidade de tratamento em qualquer contexto da vida interna de cada país membro, e ainda bem que assim sucede, pois de contrário todos os países poderiam correr o risco de perder autoridade e até mesmo autonomia, o que em nenhum caso seria aceitável, visto que todos têm as suas diferenças próprias e isso poderia ferir susceptibilidades internas da própria sociedade civil o que a acontecer também enfraquecer acção dos respetivos governos.

TANTOS SACRIFÍCIOS PARA NADA

Sabia que este Governo tinha confiscado os rendimentos de muitos trabalhadores, mas não fazia ideia que o montante atingisse as proporções que hoje, em parte, foram divulgadas. Nunca imaginei, que só a função pública, tivesse já perdido cinco mil milhões de euros. Considerando que os índices e as metas económicas desenhadas, previstas e desejadas pelos nossos governantes, não foram atingidas, antes agravadas, pergunto-me, e temos todos que nos perguntar, para onde foi afinal todo esse dinheiro? E não só esse. Os dos pensionistas e reformados, os dos trabalhadores e das empresas privadas, os dos impostos agravados que recaem sobre todos nós. O das taxas moderadoras, o que foi retirado à justiça, forças armadas, ensino, saúde e demais serviços? Aonde foi parar esse rio de dinheiro que deixou de ser gasto com as políticas sociais?

Se isso fosse visível, se soubéssemos que Portugal se encontrava numa situação mais desafogada, entenderíamos a razão dos sacrifícios e sofrimentos que nos têm imposto, porém, conhecendo a crise terrível em que nos encontramos, e as outras medidas de austeridade com que nos ameaçam para o futuro próximo, não podemos deixar de desesperar e desejar que este Governo desapareça o mais rapidamente possível, e nos deixe em paz. Dizer-se que os parceiros internacionais reconhecem o nosso esforço e que em breve voltaremos ao mercado, soa-nos a nós, uma patranha do tamanho do mundo. Que me interessa a mim e a si, que reconheçam ou não credibilidade ao Ministro Gaspar, se ele não tem capacidade para inverter esta espiral recessiva em que Portugal está mergulhado? E que comentários nos merecerão a declaração de que Portugal é um caso de sucesso? Só podem estar a brincar connosco. De acordo com os dados da Administração Central do Sistema de Saúde (A.S.S.S.), no dia 14 de Março, o número de utentes com dispensa de pagamento de despesas era de 5 560 003, para no dia 8 de Abril ter um aumento de 26 mil pessoas, e com tendência para se ultrapassar largamente este número. Toda a gente se insurge contra as políticas de empobrecimento que nos estão a ser impostas, começando pelos históricos do P.S.D. tais como, Marcelo Rebelo de Sousa, Pacheco Pereira, António Capucho, Manuela Ferreira Leita e acabando no mentor e responsável pelo apareci-

mento deste Governo fantasmagórico e incompetente, o Presidente da República – Aníbal Cavaco Silva. Mas apesar das críticas expressas e contundentes que fez às políticas económicas deste Governo, Cavaco, perante a situação de desastre nacional, passou a Passos Coelho um autêntico atestado de conforto. Alegando que o Governo havia ultrapassado recentemente uma moção de censura e que mantinha o apoio de uma maioria parlamentar, referiu ele, que reunia as condições para continuar a governar. Toda a gente compreende os constrangimentos e as dificuldades com que Cavaco Silva se debate. Este é o seu governo, que teve como origem a estratégia por si traçada. Para trás ficam os seus comentários de que os portugueses não aguentariam mais sacrifícios, que Portugal estava numa espiral recessiva, e o envio ao Tribunal Constitucional de normas do O.E. que viriam a ser chumbadas por inconstitucionais. Perante as graves e perigosas críticas de Passos Coelho à decisão do T.C. que teria forçosamente que fazer ricochete no Presidente da República, Cavaco Silva olvidou tudo isso, e impávido e sereno, como se nada houvesse, aliouse aos protagonistas do seu incapaz executivo, e viabilizou assim as políticas que tão veementemente questionou. Que mais nos irá acontecer, e que mais podemos esperar do Primeiro Ministro, do Ministro das Finanças e do Presidente da República? NADA!

18/04/2013

EDUCAÇÃO

«VIRIATO MAIS…À FRENTE!» LEVOU Á ESCOLA EXPERIÊNCIAS E TESTEMUNHOS DE EX-ALUNOS

VIRIATO NO GRUPO DE ESCOLAS ORION A Secundária de Viriato e os Serviços de Psicologia e Orientação, promoveram a visita de ex-alunos à Escola para partilharem, com os actuais, testemunhos e experiências relativas às suas opções em termos de ensino superior. Nomeadamente o plano curricular do curso e instituição que frequentam, objetivos, saídas profissionais, empregabilidade e outras informações consideradas relevantes. Para além da carga emocional e afectiva proporcionada pelo regresso de antigos estudantes à escola de origem, “esta metodologia é relevante para a

comunidade educativa, pelas fortes implicações que pode transmitir aos projectos de vida dos nossos jovens”, sublinhou o director, Carlos Alberto Oliveira, que considerou a iniciativa «Viriato Mais… À Frente», mais um “passo em frente” no processo educativo e estratégia de orientação dos alunos deste estabelecimento de ensino. Orientar/apoiar o processo de escolha e planeamento de carreira, divulgar cursos/instituições do ensino superior público universitário e politécnico, desenvolver uma cultura de escolaridade prolongada e qualificante, aproximar a escola

do meio e promover a imagem da Escola Secundária de Viriato junto da comunidade escolar, foi o objectivo central de um painel que envolveu 29 cursos, cinco universidades, oito faculdades, cinco institutos politécnicos e escolas, e Academia da Força Aérea. Para Paula Mercier, responsável pelos Serviços de Psicologia e Orientação, a primeira edição da iniciativa «Viriato Mais… À Frente», representou “não apenas um teste impossível de falhar, mas também um dia de partilha de afectos, com o regresso à Escola de antigos alunos, “como se de irmãos mais velhos de tratasse”.

Um estudo levado a cabo pela Direcção Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, posicionou a Escola Secundária de Viriato entre as unidades orgânicas que integram o Cluster Orion. O número de alunos que frequentam este estabelecimento de ensino, os valores elevados na média de anos de habilitação escolar de mães e pais, e os baixos valores na percentagem de alunos que beneficiam de Acção Social Escolar, foram as “características” que determinaram a inclusão da Viriato no primeiro dos três clusters de avaliação: Orion, Cassiopeia e Pegasus.

ADDLAP LEVA «UM RIO COM VIDA» A MAIS DE 600 CRIANÇAS Sensibilizar a comunidade escolar para a necessidade de conservar os habitats ribeirinhos, e dar a conhecer os valores naturais dos cursos de água e as diversas vertentes de intervenção do projeto AARC – Atlantic Aquatic Resource Conservation, foi o objectivo que presidiu, na Escola Infante D. Henrique, em Viseu, ao lançamento de “Um rio com vida”. Promovido pela ADDLAP – Associação de Desenvolvimento de Dão, Lafões e Alto Paiva, o projecto irá percorrer, durante o terceiro período lectivo de 2012-2013, os cinco concelhos abrangidos por este organismo, envolvendo aproximadamente 600 crianças dos 1º, 2º e 3ºs ciclos. As acções culmi-

narão com uma exposição dos trabalhos desenvolvidos por todas as escolas aderentes. Guilherme Almeida, presidente da ADDLAP, sublinhou a importância do AARC, um projeto europeu de cooperação, sensibilizando os alunos para a importância do trabalho em parceria, e para o “dever de cada um, no seu dia-a-dia, em olhar para o ambiente que o rodeia com mais cuidado e atenção, de modo a todos colaborarem para melhorar o ambiente, contribuírem para um desenvolvimento sustentável e consequente preservação do planeta”. No lançamento do projecto «Um rio com vida» participaram turmas dos 8º e 5º anos letivos. O

momento ficou marcado pela realização de jogos interativos, apresentação multimédia, jogo de chão, história para crianças dinamizada com recurso a fantoches, e pela apresentação

de um guião de exploração pedagógica concebido pela Quercus e representado pela sua mascote, a «Célia». Uma lontraeuropeia (Lutra lutra), existente na bacia do Vouga.


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EDUCAÇÃO

18/04/2013

CONSELHO GERAL DO IPV ESTÁ COMPLETO Depois de cerimónia em relação aos membros internos, acabam de ser também empossados no Instituto Superior Politécnico de Viseu os seguintes elementos externos que completam o novo Conselho Geral desta instituição de ensino superior: João Cotta, presidente da Associação Empresarial da Região de Viseu; Gualter Mirandês, presidente da Associação Comercial do Distrito de Viseu; Francisco Manuel Lopes, presidente da Câmara Municipal

de Lamego; Francisco Reinaldo de Meneses Correia, chefe de Divisão P.A.A. de Projetos de Viseu – Direção Regional da Agricultura e Pescas do Centro; Arlindo Marques da Cunha, presidente da Comissão Vitivinícola Regional do Dão; José Armando Marques Neves, diretor Executivo do Agrupamento dos Centros de Saúde de Dão Lafões; Fernando Luís Monteiro Bexiga, vogal da Comissão administrativa provisória do Agrupamento de Escolas da Zona Urbana de Vi-

seu; Marta Cristina de Oliveira Rodrigues, Diretora do Centro de Emprego e Formação Profissional de Viseu; e Carlos Alberto Borges Oliveira, diretor da Escola Secundária de Viriato. A cooptação dos membros do Conselho Geral está prevista por lei e, consequentemente, pelos Estatutos do Instituto Politécnico de Viseu. A proposta, da qual resultou este conjunto de nomes, enquadra-se no estabelecido no art. 81º do RJIES, “uma vez que se trata de perso-

nalidades de reconhecido mérito, ligadas a atividades profissionais e empresariais de vários quadrantes da comunidade sócio económica, com conhecimentos e experiência relevantes para a missão do Instituto Politécnico de Viseu”. Eleitos foram também, na altura, a personalidade que passa a presidir ao Conselho Geral do IPV, cuja escolha recaiu em João Cotta. Pedro Rodrigues, docente da Escola Superior Agrária e vice-presidente do IPV, foi eleito secretário.

18/04/2013

No meio desta bagunçada toda em que hoje o país vive, nada nos pode fazer abrir a boca de espanto. São tantos e tantos os casos incríveis e inadmissíveis que temos conhecimento, que tudo parece possível acontecer neste pobre país indefeso a saque, e governado por uma classe de políticos medíocres. Tudo é permitido, e tudo se justifica à luz da necessidade de reduzir o défice público. “No corte da despesa é que está a solução” pensam eles, e foi por isso que o Ministro das Finanças decidiu, ao levantarse da cama, proibir que alguém na função pública possa comprar um rolo de papel higiénico sequer, sem o seu superior despacho de autorização. Muitos vêm nisso uma medida de vingança e de retaliação pela decisão do Tribunal Constitucional, mas eu penso que a retaliação e a vingança ainda estão para chegar. Foi com medidas semelhantes que Salazar também começou, só que agora, o povo português está mais informado e mais atento, para tolerar o aparecimento de um outro qualquer caudilho. Perguntarão contudo o seguinte: - Então não é Passos Coelho o Primeiro Ministro e o primeiro responsável politico? Teoricamente sim, mas na prática não, e estou mesmo em crer, que este despacho” gasparófico”, chamando a si a responsabilidade única para autorizar despesas públicas, certamente que só terá chegado ao conhecimento do Primeiro Ministro, através da comunicação social. Não estarei longe da verdade. De trapalhada em trapalhada, de irracionalidade em irracionalidade, ouvi há

Por: Carlos Bergeron

textos, letras de canções e músicas que compõe para os seus alunos. Inconformado por natureza,

menino sonhador por vocação, Fernando Marques Pereira tem quatro livros publicados: "Clube dos Poetas Recém-Nascidos"

(2001), em coautoria com os seus alunos do 6º B da Escola Infante D. Henrique; "Abecedário de Valores" (2003), livro didático para as aulas de Formação Cívica, em coautoria com uma colega de profissão; o projeto didático-musical "Escola de Todos" (2005), composto por um livro "Da Escola de Todos à Escola Devida" e um CD "Escola de Todos", da banda Fernando Pereira & os Stores e “Angelina... Uma Luz ao Fundo do Espelho”. Este último, agora publicado, é o seu primeiro romance.

Por: José Reis

GASPAR (MR. BEAN) DESPACHOU poucos dias uma notícia, que por se relacionar com os meus ex-serviços, onde tive o prazer e grande satisfação de fazer carreira profissional, não posso deixar de aqui hoje abordar. O serviço chamava-se Inspecção Geral do Trabalho, e hoje adoptou a designação de Autoridade para as Condições de Trabalho. Dizia-nos essa notícia, que os Inspectores e todo o restante pessoal se iria quotizar para pagar a limpeza das instalações que pecavam pela sujidade e falta de higiene. Ora um Organismo, que entre muitas coisas, tem por missão exigir às empresas privadas ou públicas, condições de higiene para os seus

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trabalhadores, parece no mínimo caricato, não dar ele próprio o exemplo. Aqui aplicarse-ia com propriedade, a máxima “em casa de ferreiro espeto de pau” Mas esta situação traz-me à lembrança com outro episódio que reflecte bem o contraste entre o antes e o agora, mas também mostra, que o despesismo e os cambalachos não são coisas modernas. Estávamos nós em pleno período cavaquista, quando alguém decidiu, que a limpeza de um determinado instituto público sitiado em Viseu, deixasse de ser feita por uma trabalhadora contratada à hora, para passar a ser da responsabilidade de uma empresa privada. Conclusão: - A limpeza do dito Organismo, continuou a ser assegurado pela mesmíssima trabalhadora nos mesmos moldes em que o fazia já há bastantes anos, e recebendo precisamente a mesma remuneração. A grande diferença, é que o referido Organismo passou a pagar à empresa privada de limpeza, um valor equivalente a doze vezes mais, do que aquele que despendia anteriormente. A ligação, o conluio, a promiscuidade e os interesses instalados entre a dita empresa e um membro do Conselho de Administração (nomeado partidariamente), do tal organismo público, eram conhecidos, mas recomendava o medo e o bom senso, que disso não se fizesse eco. Isto é autêntico, e reflecte bem o que foram esses tempos que hoje querem fazer esquecer, para emularem apenas alguém, em sobre quem recaem todas as culpas das nossas desgraças, ao mesmo tempo que muita gente “sacode a água do capote”.

PRIMAVERA QUENTE

«ANGELINA… UMA LUZ AO FUNDO DO ESPELHO» NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE MANGUALDE «Angelina… uma luz ao fundo do espelho», é o título do livro, de autoria de Fernando Marques Pereira, que será apresentado no próximo dia 27 deste mês, pelas 21 horas, na Biblioteca Municipal de Mangualde. A publicação, da Chiado Editora, resulta da experiência do autor, que leciona a Língua Portuguesa há 20 anos. Natural do concelho Vouzela, Fernando Marques Pereira reside atualmente em Viseu e leciona no 2º ciclo do Ensino Básico, nas disciplinas de Português e História e Geografia de Portugal. Tendo começado a sua atividade na Escola Gomes Eanes de Azurara, em Mangualde, no ano de 89/90, das suas aulas procura fazer laboratórios de ensaios pedagógicos para

OPINIÃO

A primavera política está a aquecer e promete aquecer ainda mais se nada se altera daqui para a frente No centro deste aquecimento está o CDS/PP, pela voz das caixas de ressonância do partido, Pires de Lima e João Almeida, com um desgastante “nim” de Nuno Magalhães, face ao silêncio de Paulo Portas, de quem apenas se conhece o grito de revolta sobre o seu empenhamento no relançamento da economia, estratégia que associou á necessidade do lançamento de um novo simplex, para agilizar o investimento estrangeiro em Portugal, elogiando assim uma iniciativa dos socialistas quando formaram governo. São sinais inquietantes, que Passos Coelho e Vítor Gaspar tardam em compreender, situação que levou Marcelo Rebelo de Sousa, no seu espaço dominical de análise

política na TVI, dizer que esta teimosia do governo está mal e que Passos Coelho só se vai aperceber na noite das eleições. Passos Coelho continua a não querer ouvir ninguém, mesmo dentro do próprio partido, e acredita cegamente em Vítor Gaspar, cada vez mais desacreditado a nível dos grandes economistas nacionais e internacionais, Gaspar, que apenas parece ter ouvidos para a “troika” ou para o ministro das finanças alemão. Por isso Sócrates, no seu comentário na RTP rotulou-o de ministro da “troika”. Internamente Passos Coelho continua a somar erros sobre erros, sobretudo no que toca ao relacionamento com o maior partido da oposição, e o próprio CDS/PP, no final do seu Conselho Nacional, já veio a terreiro insistir na tese de que se torna necessário e imperioso um alargamento do consenso político extensivo ao PS. Só que Passos Coelho continua a ver nos socialistas o inimigo a abater e não o adversário a combater politicamente. Este mau relacionamento de Passos Coelho e de Vítor Gaspar, com Seguro e o PS, mereceu também de Marcelo Rebelo de Sousa outro desabafo muito significativo. “Não tem nenhuma paciência para o PS”, situação que considerou um erro e ser má para a governação do

país em tempos de crise, do mesmo modo que também considerou a sua falta de paciência para com Paulo Portas, dentro da coligação, outro aspecto negativo da sua teimosia política, que lhe poderá vir a ser fatal. Aliás Portas explicou mal a sua não presença na tomada de posse dos ministros e secretários de estado, quando disse que havia uma razão, e que o primeiro ministro conhecia essa razão, do mesmo modo que Passos Coelho se limitou a dizer que o tinham informado da sua impossibilidade, por estar longe de Lisboa. Pelos vistos, por dificuldades de comunicação, não falaram um com o outro. Pessoalmente continuo a defender que os mandatos devem ser levados até ao fim, em nome de uma sempre desejável estabilidade política. Mas para que tal aconteça, é necessário que os governos falem sempre toda a verdade aos portugueses e nada façam nas suas costas, como Gaspar e Coelho estão a fazer. Quando assim é, insistir-se em continuar a bater com a cabeça contra a parede, a culpa não é, seguramente, da parede. Passos Coelho deveria conhecer isso muito bem, ou então dar mais ouvidos a quem sabe mais do que ele e do que Vítor Gaspar.


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OPINIÃO

18/04/2013

SOCIEDADE

18/04/2013

ESPECTADOR COMPROMETIDO

O QUE VALORIZAMOS QUANDO RECRUTAMOS? Hoje, e apesar da conjuntura actual, a selecção e recrutamento de pessoas representam, cada vez mais, um processo estratégico nas equipas e organizações. Junto à procura dos grandes talentos técnicos se procura a capacidade de integrar uma equipa, o espírito de serviço, o foco na consecução de objectivos quer individuais, quer colectivos, ao mesmo tempo que se valoriza aquelas pessoas que demonstrem vontade e capacidade de aprender e desenvolver-se. O recrutamento, independentemente do trabalho que se faça anteriormente, é uma ciência pouco exacta, já que, sempre é possível acabarmos por seleccionar uma pessoa que não encaixe, na sua totalidade, na nossa equipa ou organização. Para diminuir

a probabilidade de insucesso, deveríamos concentrar-nos em avaliar, sobretudo, o carácter dos candidatos. Enquanto a competência técnica pode ser mais facilmente aprendida, desenvolvida ou treinada, o comportamento e a atitude são mais complicados de mudar. Neste sentido, seria aconselhável, procurar perfis que se sintam confortáveis com a nossa filosofia ou cultura, e que contribuam para o equilíbrio e complementaridade das equipas. Todavia, recrutar é uma tarefa que exige alguma continuidade e que não termina no simples acto de seleccionar alguém. Trata-se de um processo dividido em três fases: Seleccionar – o melhor elemento para a nossa equipa e organização; Formar e Desenvolver – competências transversais e

TRÊS TÓPICOS SOBRE A REGIÃO DE VISEU Recentemente, tive de reler o Programa Nacional da Politica de Ordenamento do Território (PNPOT) e o Plano Regional de Ordenamento do Território (PROT-Centro, versão ainda para aprovação). Um e outro são peças essenciais do planeamento no País e na Região Centro. Muitas vezes, porém, ficam esquecidos como se, pelo facto de estarem escritos, já tivessem cumprido a sua função. Mas, numa altura em que se prepara a estratégia regional para o período 20142020 (e as estratégias para as próximas eleições locais) vale a pena recordar alguns aspetos, particularmente, no que respeita ao papel de Viseu e desta sub-região no contexto mais alargado do Pais. Vale a pena salientar três tópicos recolhidos do PNPOT em “Dão-Lafões - opções para o desenvolvimento do território” TÓPICO 1 - a necessidade da sustentação do “dinamismo de Viseu, reforçando a sua articulação com as cidades do Centro Litoral” e da valorização do seu “papel estratégico para a estruturação de um

eixo de desenvolvimento” para o interior. Por outro lado, é defendida a importância da exploração de sinergias no ensino superior local para estimular a investigação e o empreendedorismo e desenvolver atividades intensivas em conhecimento e tecnologia em articulação com as universidades do litoral e das regiões fronteiriças espanholas. No âmbito deste tópico vale a pena considerar ainda a importância da exploração da “posição estratégica de Viseu na rede de transportes nacional e transeuropeia”. Os aspetos citados evidenciam um caminho que Viseu tem de percorrer porque ele traduz a função de charneira que desempenha na RC e em Portugal. Por isso, são importantes as ligações ao Litoral mas também ao interior e a Espanha (funções urbanas, I&D e transportes). TÓPICO 2 – a importância do reforço da “dinâmica industrial do sistema urbano subregional”, a preservação das “condições de genuinidade dos produtos regionais de qualidade” e o reforço da sua “projeção e

estratégicas, necessárias para o sucesso e por último, Liderar – de forma a motivar e gerir o desempenho de forma apropriada acrescentando valor e marcando a diferença. Tornar-se relevante que no processo de recrutamento não avaliemos as pessoas somente através dos seus méritos técnicos, é vital que consideremos como as pessoas funcionam quando integradas em equipas ou em organizações com umas características muito determinadas, pelo que, a comunicação, os princípios, valores e ética individual de cada um dos possíveis candidatos são tão importantes como as qualidades técnicas dos mesmos. Se tivermos as pessoas certas ao nosso lado, aquelas que revelam uma elevada motivação intrínseca, cujos valores e princípios estão alinhados com os da organização, a nossa organização ganhará, marcará a diferença. Se somos capazes de escolher as melhores máquinas, a matéria-prima mais vantajosa o mercado mais adequado, não será que deveríamos investir mais em seleccionar o nosso principal recurso, as pessoas?

imagem nos mercados”, e ainda o fomento ao “turismo através da criação de um produto turístico que combine o potencial existente nas múltiplas vertentes: cultura, natureza, termalismo, enoturismo, gastronomia”. Neste tópico estão definidas as opções fundamentais para a base económica cujo desenvolvimento não poderá esquecer nem o tópico anterior e a importância das relações com o exterior nas três vertentes assinaladas (funções urbanas, I&D e transportes), nem o tópico seguinte que incita à coesão territorial. TÓPICO 3 – “estruturar o sistema urbano sub-regional, apostando na especialização e na complementaridade de equipamentos, infra-estruturas e funções urbanas, suportadas por soluções eficientes e inovadoras de mobilidade”. Trata-se, neste tópico, de promover a concertação intra-territorial, nomeadamente ao nível da gestão e que, neste momento, se prefigura mais facilitada com a criação das comunidades intermunicipais dotadas de competências próprias. A aposta desta subregião “Dão-lafões” continua a exigir capacidade para olharmos para o conjunto do território e desenvolvermos as suas funções nos contextos mais alargados do espaço da R Centro e do Pais.

Por: José Lapa

“Em todos os manicómios há doidos e malucos com tantas certezas!” Fernando Pessoa A democracia assenta no primado da palavra. A palavra facilita a comunicação, desenvolve o diálogo, reduz o conflito violento. Porque, os gregos entenderam, que havia outra forma de dirimir conflitos, sem ser pela violência, sem ser em tirania e/ou anarquia, inventaram a politica da palavra, pela palavra, ambicionaram uma cultura da palavra. Todo o cidadão estando em democracia, tem o dever de participar, com a sua palavra, com a sua opinião. Mais, a democracia precisa da cidadania como de pão para a boca. Paul Valery, dizia, que

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O CIRCO DA OPINIÃO “nem sempre sou da minha opinião.” Ou seja, a opinião vale o que vale, porque é minha. Aqui, estamos no terreno movediço da persuasão: a incapacidade do homem em firmar a verdade, permite-lhe apenas ter uma doxa (opinião). Feliz aquele que consegue que os seus pares, sigam a sua opinião, dele será o reino do poder. Urbano Tavares Rodrigues, dizia no Público (12outubro), que “As palavras existem. São para ser usadas.” Usemo-las, claro. Entretanto, os opinion makers, à boleia das novas tecnologias da comunicação, emanciparamse e, adquiriram varias tribunas para exportarem e exortarem a sua opinião. A persuasão é a sua redenção pública. A televisão para acompanhar os novos tempos, virou-se para a opinião. E, hoje, temo-las para todos os gostos, credos, ideologias, partidarite, treinadores de bancada, académicos. E, políticos, claro. Aqui, temos: o ajuste de contas, a manutenção no poder, o candidato ao poder (esta semana, um tal Pedro Lomba, ascendeu a Secretario de Estado, directamente das paginas do “Público” onde era colunista afamado), os contestatários porque são contestatários. A televisão, está enxameada, de detentores da opinião. Quantos deles, bem pagos. Uns levam a sua capacidade persuasora, ao nível do nosso bocejo; outros, o máximo que

conseguem é fazer-nos mudar de canal; alguns puxam do seu arcaboiço e em linguagem técnica, põem-nos a olhar para o palácio, ficamos a saber que sabem muito e nós continuamos a saber pouco. Entretanto, alguns transformam a sua opinião, em momentos de entretenimento, espectáculo puro, com ironia e humor negro, desfuncionalizando o objectivo da formação cívica (missão da opinião). Estamos nisto. Outra característica dos “tempos de opinião” são os residentes, que ostentam no seu pergaminho, o facto relevante de terem sido governantes. E, fazem-no com tal desembaraço e competência, que fica a ideia, de nada terem a ver com o estado a que o Estado chegou. Nem tudo é mau, há gente (pouca) com opinião válida. Refira-se também a importância das narrativas (já cá faltava). Alguns comentadores têm uma espantosa imaginação retorica, que lhes permite criar factos políticos, que integram em cenários ficcionais substantivos. Marcelo, um opinador de respeito, dos primeiros a aparecer no novo contexto mediático, é disso exemplo. A opinião é fundamental para a democracia e, nós cidadãos, passamos a ter outro atributo, para além de também dar-mos ecos da nossa opinião: saber escolher e interpretar a opinião.

ARTESANATO DA SARA NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE SÁTÃO

EXPOSIÇÃO “(RE)CENTRAR O CENTRO» NA SECUNDÁRIA ALVES MARTINS Está patente ao público, até 3 de Maio, na Escola Secundária Alves Martins, uma exposição subordinada ao tema “(Re)Centrar o Centro”. Promovida em colaboração entre a Viseu Novo - Sociedade de Reabilitação Urbana e o Município de Viseu, a acção pretende informar os cidadãos sobre o trabalho realizado na Área Crítica de Recuperação e Reconversão Urbanística – ACRRU, onde se insere o Centro Histórico, dando assim, mais uma vez, visibilidade a todo o trabalho promovido pela Viseu Novo e pelo Município. E, ao mesmo tempo “atrair os mais jovens para a relevância do processo de Reabilitação Urbana da ACRRU”.

A Biblioteca Municipal de Sátão acolhe, até 15 de Maio, a exposição “Artesanato da Sara” de Sara Amaral. Natural da Guarda e residente em Aguiar da Beira, Sara Amaral desde sempre se interessou pelo artesanato. O ano passado que conheceu e aprendeu a fazer artesanato em EVA 3D e, desde essa altura, foi fazendo trabalhos diferentes, passando também pela pintura de peças em madeira e à execução de letras em fimo. Ser criativo é algo que a desafia diariamente, proporcionando-lhe momentos de descontração e realização pessoal e profissional. Esta exposição pretende dinamizar o espaço da Biblioteca Municipal, onde também funciona o Espaço Internet e pode ser visitada à segunda-feira e sábado das 14h00 às 19h00 e de terça-feira a sexta-feira das 09h30 às 18h30.


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SOCIEDADE

18/04/2013

POLIS VI: OS PEIXES DO PAVIA NÃO SABEM VOAR

Por: José Reis Ainda me recordo da imundice que era o “Rio” Pavia, há uns anos atrás. As melgas que me invadiam a casa, e o cheiro pestilento no verão, não me deixaram esquecer aquele tormento que só foi ultrapassado, quando a Câmara Municipal, em boa hora, decidiu, com, ou sem apoios do poder central, isso não interessa, implementar o Programa Polis. Entre as várias obras ali realizadas, quero hoje falar do rio propriamente dito. O leito foi limpo e desobstruído, e as margens tratadas. Ficou bonito! Em seguida, represou-se a água nos antigos moinhos da Balsa, e criou-se um curso de água permanente, que deu ao Pavia um ar agradável e sim-

pático. A Câmara Municipal, a par de algumas escolas locais, encarregou-se de povoar o rio de várias espécies de peixes, que viriam mais tarde a ser uma atracção para os pescadores desportivos. Foi agradável, enquanto durou, ver dezenas de pessoas a pescar ao longo das suas margens em zonas previamente escolhidos pela própria Câmara Municipal. Inclusive, até teve ali efeito um concurso de pesca desportiva. A prática de canoagem também ali exercida, potenciou a vida do rio. Porém, de repente, entre a ponte de pau e os moinhos da Balsa, tudo se alterou. Alguém mandou abrir bruscamente, e ao mais baixo nível, a comporta que represava a água e como não podia deixar de ser, o

forte caudal que isso provocou, arrastou irremediavelmente os peixes para a parte baixa do Pavia que está por reclassificar, e arrastou-os por ali fora. De uma vez por todas, deixou de haver peixes naquela zona, e por consequência desapareceram os pescadores. Na altura, há cerca de dois anos, confrontei o Vice-Presidente Dr. Américo Nunes com a situação, respondendo-me, que não havia problemas com os peixes, porque eles voltariam a subir, devido a estar instalado um sistema próprio para esse fim. Engoli em seco e não ripostei. Falava quem sabia. Desconfiado fui ver. O Dr. Américo Nunes devia estar a gozar com a minha cara. Alguém lhe impingira também a ele aquela patranha. Afinal os peixes do Pavia não sabem

nadar… Hoje é aquela tristeza que se vê; o rio - naquela zona - leva apenas um palmo de altura de água, pois, incompreensivelmente, continuam a baixar a comporta ao nível máximo. Se agora o rio não leva água, quando é que a levará? Não sou técnico como o sr. Eng. Tomás, mas tenho olhos na cara para também ver da necessidade de se ir regulando o caudal, de acordo com as cheias, contudo, nunca por nunca, ao nível zero. Se me disser que a montante da Ponte de Pau pode haver prolemas, percebo, porque quem planeou ou executou a obra, não teve o bom senso de altear um pouco mais as margens circundantes. Asneira da grossa. Interrogo-me sobre a necessidade dessa prática, e não encontro uma justificação lógica, até porque o nível alcançado pela água, neste troço em questão, como se pode constatar pelas fotografias publicadas, está muito longe de galgar as margens, conforme atestam as marcas máximas, anteriormente ali registadas. Como única resposta, vejo apenas a necessidade de diminuir as infiltrações de água que pode afetar as fundações do Forum, dado que foi construído numa zona alagadiça, e donde são extraídos diariamente centenas ou milhares de metros cúbicos de água. Se assim não for, só o excesso de zelo, a incúria ou a incompetência, o justificarão.

DISTRITO DE VISEU ASSINALA «CENTENÁRIO DE ÁLVARO CUNHAL»

A Direcção da Organização Regional de Viseu do Partido Comunista Português (PCP), está a promover no distrito um conjunto de acções no âmbito do

“Centenário de Álvaro Cunhal”, iniciativa a decorrer a nível nacional ao longo de 2013. O programa teve início a 3 de Março com a evocação, no Mu-

seu do Caramulo, da histórica Fuga de Caxias. Em Abril, e depois da inauguração da exposição “Vida, pensamento e luta: exemplo que se projecta na

actualidade e no futuro”, na Biblioteca Municipal de Sátão e no Salão Paroquial de Armamar as acções prosseguem a 23, em Viseu, com a projecção do filme “Bom Povo Português” de Rui Simões, com a presença de Avelino Gonçalves, Ministro do Trabalho do I Governo Provisório, em parceria com o Cine Clube. No dia 27 Abril pelas 15 horas, na Assembleia Municipal Lamego, terá lugar o Colóquio “A Arte, o Artista e a Sociedade” e mostra da obra plástica, com José Pessoa, técnico do Museu de Lamego e outros convidados.

18/04/2013

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7/Via Rápida


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OPINIÃO

18/04/2013

REVISÃO DO PDM NÃO INCLUIU COMO ESPAÇO VERDE O LOCAL EM MARZOVELOS DESTINADO PELA VISABEIRA A CENTRO COMERCIAL

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DESPORTO

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VEM AÍ O «CORRER, SALTAR, LANÇAR’ 2013:

O NOVO FÔLEGO DOS «RIBEIRINHOS»

TORNEIO INTER-ESCOLAS «VIRIATO4GAMES» GOLPE DE VISTA

Em 13.01.2005, o Núcleo de Viseu da Associação OLHO VIVO dava voz aos moradores do Bairro de Marzovelos preocupados com o futuro do único espaço verde daquele imenso “cimentério”, em frente ao Hotel Montebelo, uma vez que a Visabeira Imobiliária ali tinha colocado letreiros a anunciar a “futura localização do Centro Comercial Quinta do Bosque”. Há quem se lembre das palavras de Fernando Ruas, transmitidas pela Rádio NoAr, algum tempo depois da nossa chamada de atenção, assegurando a sua intenção de não deixar construir nada ali, certo de que a Visabeira também não teria interesse em colocar mais cimento em frente ao Hotel Montebelo, propriedade do grupo, ficando aquele espaço reservado para uma alameda. Foi, pois com surpresa e indignação, que em meados de 2009 os moradores do bairro viram serem repostos os letreiros da Visabeira Imobiliária (que já há uns anos haviam sido retirados), anunciando: “futuramente, neste local, um espaço de comércio e serviços” (ver foto). Voltámos a perguntar: “Quem manda na cidade, a autarquia ou

A comemorar 47 anos de existência, o Grupo Desportivo «Os Ribeirinhos está a atravessar uma nova fase de revitalização, a que não foi alheia a instalação (finalmente) da colectividade em sede própria, e no local onde mais se identifica: na zona do Coval, junto à Cava de Viriato, onde teve a sua génese. Integrada no plano de actividades para este ano, está já marcada para o dia 12 de Maio, a segunda edição da iniciativa «Correr… saltar… lançar!», di-

a Visabeira?...” A OLHO VIVO, que tem sócios a residir no Bairro de Marzovelos, tomou a iniciativa de pôr a circular um abaixoassinado de moradores a apelar à Câmara Municipal para não permitir a destruição do seu único espaço verde. Então, tanto a autarquia como a Visabeira vieram publicamente anunciar que continuavam em negociações para a permuta de terrenos. Boa parte dos moradores ficaram descansados, continuando a usufruir daquele espaço verde, jogando e brincando na relva ou sentandose nos bancos de pedra ali

entretanto colocados. Agora, a indignação volta a surgir nos moradores que tendo consultado o PDM (Plano Director Municipal) cuja revisão esteve em consulta pública até ao passado dia 10 de Abril, verificaram que aquele espaço continua destinado a construção, sendo que o único espaço verde previsto no PDM em todas as urbanizações daquela zona (a de maior densidade populacional do nosso concelho) é o que se encontra atrás do Hotel Montebelo, na Quinta do Bosque. Não duvidando da boa fé de ninguém, ocorre perguntar ao

senhor presidente da Câmara Municipal de Viseu, que daqui a meia dúzia de meses deixará o seu lugar à frente da autarquia, que garantias terão os viseenses e, em particular, os moradores do Bairro de Marzovelos, de que a Visabeira, continuando a ser proprietária daquele terreno, não venha a poder fazer dele o uso que muito bem entender? Por que motivo ainda não foram concluídas as negociações para a permuta de terrenos entre o nosso município e a Visabeira Imobiliária? Catarina Vieira e Castro (telemóvel: 962096883)

(Secção da responsabilidade do Núcleo de Viseu de “OLHO VIVO - Associação para a Defesa do Património Ambiente e Direitos Humanos”) Nota: Críticas e sugestões para a Associação OLHO VIVO, telefone: 912522690 - olhovivo.viseu@gmail.com olhovivoviseu.blogspot.com

rigida a crianças dos 6 aos 12 anos, a decorrer no Parque da Radial de Santiago, a partir das 10 horas. As inscrições, limitadas às primeiras 50, devem ser enviadas para o Bairro da Misericórdia, Bl.B, porta 1 r/c Dt. Viso, 3500 Viseu, ou pelo email: gdribeirinhos-@gmail.com, ou ainda pelo TM.: 968 073 333. Relativamente às comemorações do 47.º aniversário, as diversas actividades decorrem já de 25 a 28 de Abril. O programa

inclui a realização da estafeta convívio entre Farminhão e Viseu, na Ecopista do Dão, a partir das 10 horas do dia 25 de Abril, estando agendados para o dia 27 os pontos altos do programa. Entre eles, uma recepção na sede, onde será feita a assinatura no Livro de Honra pela presidente da Câmara Municipal de Viseu, Fernando Ruas. Para as 17,30 horas está marcado um beberete convívio, seguido da entrega de lembranças às instituições representadas.

MAIS DE MEIA CENTENA NO TORNEIO «MUNICÍPIO DE COIMBRA»

Por: Álvaro Marreco O Montebelo recebeu o torneio do município conimbricense, prova que contava para a OM do clube de Golfe da Quinta das Lágrimas e que foi disputada na modalidade stableford/fullhandicap, por mais de meia centena de jogadores em representação de sete clubes naci-

onais. A excelente temperatura e um percurso Caramulo em muito boas condições (atendendo à intensa chuva dos últimos dias) proporcionaram os ótimos resultados que foram obtidos, pois os primeiros 9 classificados, jogaram abaixo do par do campo.

Sérgio Nuno Damas do Clube de Golfe da Quinta das Lágrimas foi o vencedor abonado, ao entregar um cartão com uns extraordinários 44 pontos. Foi seguido pelo Bruno Esteves (Viseu) com 42, Carlos Nobre 41, Luís Furtado 40, Carlos Miranda 39, António Silva e João Cerejo 38, Luís Abreu e Sérgio Damas 37 e Rui Castro 36. Na classificação real Arnaldo Paredes liderou com 29 pontos e foi seguido com igual pontuação por Hugo Espírito Santo, Vicente Gouveia com 24, e Luís Abreu, José Oliveira e João Cerejo com 22. Os prémios especiais foram conquistados pelo Arnaldo Paredes e João Miranda (drives mais longos) e José Santos (pancada mais certeira).

Numa organização dos alunos do 12.º ano da turma H do Curso Tecnológico de Desporto da Secundária de Viriato, o complexo desportivo do Fontelo vai acolher no dia 24 deste mês de Abril, a partir das 10 horas, o «Viriato4games», um evento que possibilita a prática de quatro modalidades desportivas: andebol, futebol de relva, voleibol e râguebi de praia. Esta atividade tem como finalidade promover a atividade física e o convívio entre várias escolas da cidade de Viseu, tendo sido convidadas as seguintes: Escola Secundária Emídio Navarro, Escola Secundária Alves Martins e Escola Secundária de Viriato. A iniciativa conta com os apoios da Câmara Municipal de Viseu, Associação de Andebol de Viseu, da Associação de Futebol de Viseu e da secção de Râguebi do Clube Viseu 2001.

MUNDIAL DE SUECA NA CASA DO BENFICA A primeira fase do 4.º Torneio Mundial de Sueca, organizado pelas casas, filiais e delegações do Sport Lisboa e Benfica, arranca já no próximo dia 1 de Maio, a partir das 15,00, na Casa do Benfica em Viseu. A Loja do Benfica, nesta cidade, é um dos patrocinadores do evento. A fase regional (a segunda do Torneio) está marcada para 1 de Junho, no Expo Salão Multiusos de Sernancelhe, com a disputa dos 1.º e 2.º lugares marcada para as 18,00 horas. A final mundial será disputada em Lisboa, a 14 de Julho, no pavilhão 2 do Estádio do Sport Lisboa e Benfica, com transmissão em directo na Benfica TV. As inscrições para o Mundial de Sueca, exclusivas a sócios do Benfica e Casas do Benfica com quotas regularizadas, estão em curso. São 5 águias por pessoa, no acto da inscrição.


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DESPORTO

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ATLETISMO LIGA LAMEGO A AVÕES NO DIA DA LIBERDADE

SARA SOUSA GANHA MEDALHA DE PRATA NO MUNDIAL DE NATAÇÃO A nadadora da Associação de Trabalhadores da Câmara Municipal de Vouzela (ATCMV), Sara Sousa, conquistou a medalha de prata na prova de 200 metros costas no Multinations Youth Meet, que se realizou na cidade polaca de Póznan. A atleta de 13 anos, que integrou a comitiva da Seleção Nacional de Natação, tem con-

quistado diversas medalhas nos campeonatos regionais, zonais e nacionais em que tem participado, somando agora a sua primeira medalha internacional. Em declarações à comunicação social, a nadadora confessou que não esperava subir ao pódio, numa prova que juntou dezenas de atletas de todo o mundo. Nesta importante com-

petição internacional, participaram, além da portuguesa, as seleções nacionais de Chipre, República Checa, Grécia, Israel, Polónia, Suíça, Turquia, Brasil, Ucrânia, Sérvia e Bulgária. A atleta e o treinador, Hugo Berardinelli, foram homenageados na Piscina Municipal, numa festa a que se associou o presidente da Autarquia.

ATLETAS DE MUNDÃO SURPREENDEM EM VILA DO CONDE

Os atletas de Mundão que participaram, nos escalões de iniciados, infantis, cadetes e juniores masculinos, no 18º Torneio Cidade Vila do Conde, de categoria A, que contava para o ranking e onde estiveram presentes os melhores jogadores nacionais, voltaram a surpreender pela sua prestação. No escalão de iniciados competiram os atletas João San-

to, que venceu a sua série com dois triunfos e sem derrotas, e Diogo Rodrigues que venceu um jogo e perdeu outro. Ambos passaram à segunda fase da competição sendo eliminados na primeira ronda da mesma, mas amealharam pontos para o ranking nacional Rodrigo Mendes, em cadetes, fez história ao alcançar o 11º lugar da geral. Começou por

vencer o seu grupo com duas vitórias por 3-0 e, na segunda fase, defrontou e venceu um atleta dos Dragões Valboenses (Leandro Silva - 19º nacional), por 3-2. De seguida perde com Francisco Taveira (Vila Real - nº 3 nacional), por 3-1. Com estes resultados o Rodrigo Mendes irá dar um salto muito grande na tabela do ranking nacional. Na prova de infantis o

No próximo Dia da Liberdade decorre mais um Grande Prémio de Atletismo LamegoAvões, uma prova de cinco quilómetros de distância, aberta a todos os atletas, nacionais e estrangeiros, federados e não federados, em nome individual ou inscritos em núcleos, clubes e escolas. Esta competição integra os VIII Jogos Desportivos do Município de Lamego. Os atletas, residentes no concelho de Lamego, são automaticamente inscritos nesta modalidade que terá uma classificação geral e prémios próprios a atribuir no dia 21 de junho, data da sessão de encerramento dos Jogos Desportivos. Os interessados em participar no 30º Grande Prémio de Atletismo Lamego-Avões devem efetuar a sua inscrição até 22 de abril no Centro Municipal de Marcha e Corrida, no Pavilhão Álvaro Magalhães ou nas Piscinas Cobertas Municipais. Em alternativa, podem enviar um email para marchaecorridalamego@gmail.com. Com partida da Av. D. Jacinto Botelho, esta prova é uma organização conjunta do Município de Lamego, da Lamego ConVida, do Centro Municipal de Marcha e Corrida, da Associação Desportiva de Avões, da Associação de Atletismo de Viseu e da Junta de Freguesia de Avões, em colaboração com diversas outras entidades e instituições locais, nomeadamente a PSP, a GNR e os Bombeiros Voluntários. destaque vai inteirinho para o Gonçalo Mendes que venceu o seu grupo com duas vitórias, passando desse modo para a 2ª fase. Na 2ª fase defronta um atleta do Lagos e Benfica (Rudi Rocha - 17º nacional) que venceu por 3-2 tendo perdido de seguida com David Bessa do Atlântico da Madalena. Com este resultado, o Gonçalo amealhou 25 pontos para o ranking Nacional o que é uma estreia para Mundão no escalão de infantis. Jorge Loureiro, em juniores, também conseguiu pontuar no ranking nacional pela primeira vez, depois de vencer o seu grupo e alcançar a segunda fase.

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CÂMARA DE TONDELA CONTRATUALIZA MAIS MEIO MILHÃO COM JUNTAS DE FREGUESIA O Município de Tondela assinou com as actuais 26 juntas de freguesia do concelho, outros tantos protocolos de colaboração que, no total, ascendem a cerca de meio milhão de euros. Um montante que irá ser aplicado na limpeza e conservação de arruamentos, vias e caminhos em áreas urbanas, pequenas reparações em escolas primárias e jardins-de-infância, e reparação e manutenção em fontanários, captações, lavadouros públicos e parques verdes. Tudo em nome do “reforço da coesão e da solidariedade municipal”. “Nem a crise, nem as restrições económicas e financeiras, nem a queda de receitas, nem a lei dos compromissos e pagamentos em atraso. Nada nos impediu de cumprir com o que nos comprometemos com as juntas de freguesia, ou seja, a manutenção do mesmo apoio disponibilizado o ano passado”, salientou o presidente da Câmara de Tondela, Carlos Marta, para quem este mesmo apoio “é um bom esforço e um bom exemplo de eficácia e partilha de

responsabilidades”. Em representação dos presidentes de Junta, o autarca de Barreiro de Besteiros, José Helder Alves, classificou primeiro aqueles apoios como “importantes e imprescindíveis às juntas para a realização de pequenas obras de proximidade”, e

condenou depois uma reorganização administrativa que considerou as freguesias como “o elo mais fraco”. Em relação a este processo, a Câmara de Tondela continua a colocar-se ao lado dos presidentes de junta na luta contra a extinção de freguesias. Uma

posição reforçada por Carlos Marta com o anúncio da assinatura de um protocolo que possibilitará às freguesias os “meios necessários” para recorrerem aos tribunais. Um processo que envolve as 14 freguesias a agregar, e que irá avançar até 24 de Abril.


REGIÃO

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2 MIL SEM MÉDICO DE FAMÍLIA NA EXTENSÃO DE SAÚDE DE SILGUEIROS - DEPUTADO HELDER AMARAL PEDIU ESCLARECIMENTOS AO MINISTRO DA SAÚDE “Preocupado” com a situação que está a afectar os cerca de dois mil utentes que continuam sem médico de família na extensão de Saúde de Silgueiros, um problema que se acentuou após a cessação contratual da médica que ali terminou o vínculo no início deste ano, o deputado do CDS/PP, Helder Amaral, apresentou um requerimento na Assembleia da República a pedir a intervenção do ministro da Sáude para um problema que está a provocar “indignação popular” nesta fregue-

sia. Com cerca de 3500 utentes inscritos, na sua maioria idosos, a extensão de saúde Silgueiros, funcionou, até Março de 2012, com um médico em regime de exclusividade e um segundo em regime de tempo parcial e, em Abril, passou a contar apenas com dois serviços semanais de prestação de cuidados médicos (serviços que se limitam a uma tarde e uma manhã). No mesmo ano foi contratada uma médica que passou a dar consultas uma vez por semana. Só que o contra-

to cessou a 31 de Dezembro último, limitando desta forma, e mais uma vez, o acesso aos cuidados de saúde aos utentes. No requerimento apresentado na Assembleia da República, Hélder Amaral, questionou o ministério da Saúde sobre a possibilidade de se poder contratar um novo profissional que permita que os cerca de 2000 utentes possam voltar a ter médico de família. Isto porque, sublinha o deputado, a situação “está a tornar-se insustentável uma vez que já há consultas

marcadas para Junho e o desespero dos populares leva-os a caminharem para a porta da extensão, de madrugada, na expectativa de conseguirem uma senha que lhes permita serem consultados”. O problema já motivou, em Junho do ano passado, a entrega de uma abaixo-assinado com 1 294 assinaturas ao director do então ACES Dão Lafões I que resultou, na altura, na contratação da médica cujo contrato cessou em Dezembro e ainda não foi renovado.

III FEIRA À MODA ANTIGA EM SANTA COMBA DÃO

JARDIM DA LAPA DO LOBO INAUGURADO NA FESTA DA PRIMAVERA EM NELAS A inauguração do Jardim da Lapa do Lobo, em clima de convívio e celebração, animado pela Banda Filarmónica de Cabanas de Viriato, reuniu cerca de 400 pessoas na localidade, e marcou o arranque da Festa da Primavera, em Nelas. A concretização deste novo espaço verde e de lazer, que inclui um anfiteatro e tem como pano de fundo a Serra da Estrela, resulta de uma parceria entre a Autarquia, Fundação e Junta de Freguesia local. Na cerimónia, a presidente da Câmara, Isaura Pedro procedeu à entrega da Medalha de Mérito Municipal à Fundação Lapa do Lobo, aprovada por unanimidade em reunião de Câmara. A distinção homenageia o “significativo contributo” daquela Instituição no campo social, humanitário, cultural e desportivo, que assume notável importância na afirmação do prestigio do Concelho de Nelas e que muito orgulha todos os munícipes.

A Câmara Municipal de Santa Comba Dão tem abertas as inscrições para a participação na III Feira à Moda Antiga, marcada para o dia 28 de Abril, no Largo do Município. A iniciativa, promovida pelos serviços culturais da Autarquia, tem como principal objectivo mostrar as formas de vida, cultura e tradições do concelho, no século XIX As inscrições podem ser efectuadas na Casa da Cultura de Segunda a Sexta-feira das 09:30h às 12:30h e das 14:00h às 18:00h, via telefone pelo número 232 880 570, através do endereço de correio electrónico PAULA.FRANCISCA@CMSANTACOMBADAO.PT ou pela página de Facebook da Casa da Cultura em WWW.FACEBOOK.COM/CASADA CULTURA.

Director: Ricardo Silva • Redacção - Chefe de Redacção: José Cardoso • Colaboradores:Afonso Marques, Carlos Bergeron, Carlos Vieira e Castro, José Lapa, José Reis, Luís Lopes, Manuel Morgado Propriedade: José Cardoso • Depósito legal n.º 146546/00 • N.º de registo no ICS - 117441 N.º fiscal de contribuinte - 135605547 • Departamento Comercial: Luísa Matos (publicidade@jornalviarapida.com) Edição On-line: Marco Alexandre • Paginação e Arranjo Gráfico: ROSTO CRIATIVO - Viseu Impressão: TIPOGRAFIA OCIDENTAL - Viseu • Tiragem: 4.000 Ex. www.jornalviarapida.com Os artigos de opinião publicados neste Jornal são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. Sede e Redacção: Rua D. Francisco Alexandre Lobo, 55-3.º dto • 3500-071 Viseu Contactos: Tel. - 232426058 • Telem. - 966061468 • Fax - 232426058 • E-mails - geral@jornalviarapida.com - publicidade@jornalviarapida.com

CÂMARA MUNICIPAL DE VISEU

CÂMARA MUNICIPAL DE VISEU

AVISO

AVISO

Nos termos do art.º 74º do Decreto-Lei nº 555/99, de 16 de Dezembro, na redacção que lhe foi conferida pela Lei 60/2007, de 4 de Setembro, emitiu em 1 de Abril de 2013: ADITAMENTO Nº 3 AO ALVARÁ DE LOTEAMENTO Nº 4/2007 Titular do alvará: Sociedade de Construções Nova Linha, SA Promotor da Alteração: Sociedade de Construções Nova Linha, SA Prédio objeto da pretensão: Prédio urbano, denominado de Lote 2, situado na Rua Francisco Gonçalves, na freguesia de Coração de Jesus, descrito na 1.ª Conservatória do Registo Predial de Viseu sob o n.º 1457 e omisso na matriz predial. A alteração, foi aprovada por deliberação de 14 de Fevereiro de 2013, traduz-se no seguinte: Aumento da área de construção de 110 m2 do lote 2, passando esta de 1247,50 m2 para 1357,50 m2, sem alteração da área de implantação e do número de pisos. Dos parâmetros de referência do Plano Director Municipal, só é alterado o Icb, que passa a ser de 1.29 inferior ao Icb máximo de 1.35, definido na alínea a) do n.º 4 do art,º 30.º do Regulamento do PDM para a categoria de espaço Ae1. Não há variação da área de implantação e a área de construção aumenta mais de 3% tendo em conta os valores da 1.ª Fase. As demais características, constam de memória descritiva e planta de síntese, que se encontra arquivada no correspondente processo administrativo, referenciado por 03/2003/2. Viseu, 1 de Abril de 2013 Por delegação do Exmº Presidente O Vereador António da Cunha Lemos

Nos termos do art.º 74º do Decreto-Lei nº 555/99, de 16 de Dezembro, na redacção que lhe foi conferida pela Lei 60/2007, de 4 de Setembro, emitiu em 5 de Abril de 2013: ADITAMENTO Nº 1 AO ALVARÁ DE LOTEAMENTO Nº 5/2011 Titular do alvará: Zantia – Imobiliária, SA Promotor da Alteração: Zantia – Imobiliária, SA Prédio objeto da pretensão: Prédio denominado de Carvalha, na freguesia de Fragosela, descrito na Conservatória do Registo Predial de Viseu sob o n.º 1876 e inscrito na matriz predial sob o artigo 2331. A alteração, foi aprovada por deliberação de 22 de Novembro de 2012, e traduz-se no seguinte: Alteração à rede de abastecimento de águas e drenagem de águas residuais, domésticas e pluviais, em conformidade com o projeto aprovado, em 28 de Maio de 2012, pelos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento, e com os condicionamentos constantes da notificação S.04049/2012, de 28.05.2012, e teor da comunicação da Agência Portuguesa do Ambiente – of-2012-4964, de 25.07.2012 – Proc. IHE-2012-0181, elementos estes, que se encontram arquivados no correspondente processo administrativo, referenciado por 03/2006/12. Viseu, 5 de Abril de 2013 Por delegação do Exmº Presidente O Vereador António da Cunha Lemos CARTÓRIO NOTARIAL Notária – Marina da Conceição de Sousa Alves Martins de Carvalho Rua dos Olivais n.º 4 – VISEU EXTRACTO

CARTÓRIO NOTARIAL Notária – Marina da Conceição de Sousa Alves Martins de Carvalho Rua dos Olivais n.º 4 – VISEU EXTRACTO Marina da Conceição de Sousa Alves Martins de Carvalho, notária deste Cartório, certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que no Cartório Notarial de Viseu, sito na Rua dos Olivais, nº 4, no livro de notas nº 149 a folhas 88, foi lavrada uma escritura de Justificação, pela qual GRACIANO OUTEIRINHO ROUXINOL, c.f. 120297493, e mulher BELMIRA CARDOSO ROUXINOL, c.f. 142131695, casados em comunhão de adquiridos, naturais da freguesia de Calde, concelho de Viseu, onde residem na Avenida das Amoreiras, n.º 259, declararam que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrém, de metade indivisa do prédio rústico, composto de terra de semeadura com videiras, mato e lenha dispersa, sito à Partura, dita freguesia de Calde, concelho de Viseu, com a área de nove mil trezenos e vinte metros quadrados, a confrontar do norte com ribeiro, do sul e nascente com floresta nacional e do poente com Albertina Ferreira, inscrito na matriz pelo artigo 7 598, descrito na Segunda Conservatória do Registo Predial de Viseu sob o número sete mil quatrocentos e setenta, daquela freguesia e ali sem inscrição em vigor quanto àquele direito. Que o referido prédio veio à posse dos justificantes, por volta do ano de 1991, por compra que fizeram a Valentim Rodrigues Coelho (em nome de quem se encontra inscrito na matriz) então residente em Viseu, sem que tivessem formalizado o acto de transmissão. Que, dado o modo de aquisição, não têm os justificantes possibilidades de comprovar pelos meios normais o seu direito de propriedade, mas a verdade é que são titulares daquela parte do prédio, pois deles têm usufruído, podando e cortando as árvores tratando a vinha, colhendo as uvas, limpando o mato, cortando e vendendo lenha, há mais de vinte anos, ininterruptamente, com o conhecimento de toda a gente e sem a menor oposição de quem quer que fosse, com os proprietários da restante parte, herdeiros de Maria Alzira e José Cardoso Outeirinho, exercendo no prédio uma posse contínua, pública e pacífica, pelo que o adquiriu por usucapião que a seu favor invocam. ESTÁ CONFORME O ORIGINAL. Cartório Notarial, Rua dos Olivais nº 4 – 12/04/2013 A Notária: Marina da Conceição de Sousa Alves Martins de Carvalho (Jornal Via Rápida 18.04.2013)

Marina da Conceição de Sousa Alves Martins de Carvalho, notária deste Cartório, certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que no Cartório Notarial de Viseu, sito na Rua dos Olivais, nº 4, no livro de notas nº 149 a folhas 77, foi lavrada uma escritura de Justificação, pela qual HILÁRIO GONÇALVES MOREIRA, c.f. 174901860, e mulher, PALMIRA DE ALMEIDA DOS SANTOS MOREIRA, c.f. 174901852, casados em comunhão de adquiridos, naturais da freguesia de Lordosa, concelho de Viseu, onde residem no Bairro de Santo António da Serra, nº 209, lugar de Folgosa, declararam que Que são donos e legítimos possuidores com exclusão de outrém, dos seguintes prédios rústicos, sitos na freguesia de LORDOSA, concelho de VISEU: 1 - Terreno de pastagem e palheiro, sito às Belgas Longas, com a área de cento e vinte e seis metros quadrados, a confinar do norte com Aires de Matos Nunes, do sul com Gracinda Jesus, do nascente e poente com Ramiro Braz de Matos, inscrito na matriz sob o artigo 10 661; 2- Terreno de pastagem e palheiro, sito às Belgas Longas, com a área de cento e vinte e seis metros quadrados, a confinar do norte com Aires de Matos Nunes, do sul com Gracinda Jesus Carvalho, do nascente com Artur Sousa e poente com Herdeiros de Angelica Jesus, inscrito na matriz sob o artigo 10 660; Que os prédios indicados não se encontram descritos na 2ª Conservatória do Registo Predial de Viseu e vieram á posse dos outorgantes por compra que fizeram por volta do ano de 1985, a Artur de Sousa e mulher Júlia Gonçalves Trindade, residentes que foram no lugar de Folgosa, freguesia de Lordosa, referida, sem que tivessem formalizado qualquer acto de transmissão, embora inscritos em nome de Artur de Sousa e Ramiro Brás de Matos. Que, dado o modo de aquisição, não têm os justificantes possibilidades de comprovar pelos meios normais o seu direito de propriedade, sobre os prédios, sendo certo contudo que são os seus donos, e nessa convicção deles têm usufruído, e como proprietários neles cortam erva e pasto, e os arbustos, limpam as extremas, e no palheiro, usando-o para arrumos de utensílios agrícolas e lenha, o que fazem há mais de vinte anos, ininterruptamente, à vista e com o conhecimento de toda a gente e sem oposição de quem quer que fosse, exercendo assim nos prédios uma posse contínua, pública e pacífica, pelo que adquiriam aqueles prédios por usucapião que a seu favor invocam. ESTÁ CONFORME O ORIGINAL. Cartório Notarial, Rua dos Olivais nº 4 – 11/04/2013 A Notária: Marina da Conceição de Sousa Alves Martins de Carvalho (Jornal Via Rápida 18.04.2013)


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CARTÓRIO NOTARIAL Notária – Anabela Maria Bicho Oliveira Antunes Ferreira Rua Conselheiro Afonso de Melo, 31,3.º - Salas 306 e 307 – VISEU

CARTÓRIO NOTARIAL Notária – Anabela Maria Bicho Oliveira Antunes Ferreira Rua Conselheiro Afonso de Melo, 31,3.º - Salas 306 e 307 – VISEU

EXTRACTO

EXTRACTO

Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que foi exarada hoje, neste Cartório, sito na Rua Conselheiro Afonso de Melo, 31, 3.º andar, Salas 306 e 307, em Viseu, de folhas 24 a folhas 25 verso, do livro de notas para escrituras diversas com o número 116-A, uma escritura de Justificação, pela qual, Horácio da Luz Fonseca e mulher Maria Augusta Gomes Amaral, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, naturais do concelho de Viseu, ele da freguesia de Cota, onde residem no lugar de Nogueira, na Av. 10 de Junho, n.º 11, ela da freguesia de Cepões, se declararam, com exclusão de outrem, donos e legítimos possuidores do seguinte prédio: Urbano, sito na Av. 10 de Junho, no lugar de Nogueira, freguesia de Cota, concelho de Viseu, composto por casa de habitação com dois pisos e logradouro, com cento e cinquenta e seis metros e quarenta e seis decímetros quadrados de superfície coberta e quatrocentos e treze metros e dezassete decímetros quadrados de descoberta, que confronta do norte, nascente e poente com Horácio da Luz Fonseca e do sul com Estrada Municipal, omisso na Segunda Conservatória do Registo Predial de Viseu, inscrito na matriz, em nome do justificante, sob o artigo 1404. Mais certifico, que os justificantes alegaram na dita escritura, terem adquirido o identificado prédio no ano de mil novecentos e oitenta e cinco, por partilha meramente verbal por óbito da mãe do justificante, Maria da Luz, casada com José da Fonseca, residente que foi em Nogueira de Cota, Cota, Viseu, sem que no entanto ficassem a dispor de título formal que lhes permita o respectivo registo na Conservatória do Registo Predial; mas desde logo entraram na posse e fruição do prédio, em nome próprio, posse que assim detêm há mais de vinte anos, sem interrupção ou ocultação de quem quer que seja, sendo porém certo que têm exercido no aludido prédio, os poderes de facto correspondentes ao direito de propriedade, fruindo como donos as utilidades possíveis à vista de todos e sem discussão nem oposição de ninguém, tendo assim invocado a sua aquisição por usucapião. Está conforme o original. Viseu, 11 de Abril de 2013 A Técnica do Notariado no uso de poderes delegados pela Notária: (Paula Cristina Cardoso Pinto Correia)

Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que foi exarada hoje, neste Cartório, sito na Rua Conselheiro Afonso de Melo, 31, 3.º andar, Salas 306 e 307, em Viseu, de folhas 26 a folhas 28, do livro de notas para escrituras diversas com o número 116-A, uma escritura de Justificação, pela qual, Odete Mendes Cardoso e marido Celestino Rodrigues Alexandre, casados sob o regime da comunhão geral, naturais da freguesia de Bodiosa, concelho de Viseu, onde residem da Rua das Eiras, n.º 27, Oliveira de Cima, se declararam, com exclusão de outrem, donos e legítimos possuidores dos seguintes prédios, omissos na Segunda Conservatória do Registo Predial de Viseu: a) Sitos na freguesia de Bodiosa, concelho de Viseu: 1 – Rústico, sito nos Carris, composto por pinhal com mato, com a área de seiscentos metros quadrados, que confronta do norte com Maria Lizete A. Alexandre, do sul com Manuel Rodrigues Alexandre, do nascente com maninho da junta de freguesia e do poente com herdeiros de César de Almeida Novo, inscrito na matriz, em nome do justificante, sob o artigo 8977; 2 – Rústico, sito no Chão do Trigo, composto por pinhal e mato, com a área de quatrocentos e oito metros quadrados, que confronta do norte com Manuel Rodrigues Barbeita, do sul com José Paiva Rodrigues, do nascente com Silvestre Marques Alexandre e do poente com Manuel Rodrigues, inscrito na matriz, em nome do justificante, sob o artigo 9293; 3 – Rústico, sito no Fonte do Sapo, composto por pinhal com mato, com a área de mil seiscentos e noventa e seis metros quadrados, que confronta do norte e nascente com Luís Almeida Leitão, do sul com João dos Santos e do poente com Arnaldo Luis Marques, inscrito na matriz, em nome do justificante, sob o artigo 9399; 4 – Rústico, sito na Eira, composto por terra de regadio com videiras e oliveiras, com a área de trezentos e quarenta metros quadrados, que confronta do norte com José R. Alexandre, do sul com Carlos Marques Costa, do nascente com Artur Santos e do poente com Alberto Marques Pereira, inscrito na matriz, em nome do justificante, sob o artigo 9586; 5 – Rústico, sito na Alvarinheira, composto por terra de regadio com videiras, com a área de cento e cinco metros quadrados, que confronta do norte com ribeiro, do sul com caminho, do nascente com Bernardino R. Alexandre e do poente com Carlos Marques da Costa, inscrito na matriz, em nome do justificante, sob o artigo 9635; 6 – Rústico, sito na Serradinhos, composto por terra de regadio, com a área de cento e sessenta e dois metros quadrados, que confronta do norte com ribeiro, do sul com caminho, do nascente com Agostinho A. de Lima e do poente com herdeiros de Manuel Francisco Rijo Novo, inscrito na matriz, em nome do justificante, sob o artigo 9931; b) Sito na freguesia de Ribafeita, concelho de Viseu 7 – Rústico, sito nos Fiais, composto por terra culta com videiras e árvores de fruto, centeio e milho, com a área de quarenta e cinco metros quadrados, que confronta do norte com João dos Santos, do sul com Domingos Marques, do nascente com herdeiros de Francisco Cardoso e do poente com baldio, inscrito na matriz, em nome de Delfim Alexandre, sob o artigo 8042. Mais certifico que os justificantes alegaram na dita escritura, terem adquirido os identificados prédios no ano de mil novecentos e oitenta e cinco, por partilha meramente verbal por óbito de Delfim Alexandre e mulher Maria da Anunciação, residentes que foram no referido lugar de Oliveira de Cima, sem que no entanto ficassem a dispor de título formal que lhes permita o respectivo registo na Conservatória do Registo Predial; mas desde logo entraram na posse e fruição dos prédios, em nome próprio, posse que assim detêm há mais de vinte anos, sem interrupção ou ocultação de quem quer que seja, sendo porém certo que têm exercido nos aludidos prédios, os poderes de facto correspondentes ao direito de propriedade, fruindo como donos as utilidades possíveis à vista de todos e sem discussão nem oposição de ninguém, tendo assim invocado a sua aquisição por usucapião. Está conforme o original. Viseu, 11 de Abril de 2013 A Técnica do Notariado no uso de poderes delegados pela Notária: (Paula Cristina Cardoso Pinto Correia)

(Jornal Via Rápida 18.04.2013)

CARTÓRIO NOTARIAL Notária – Maria Luísa Custódio Lopes Pais Rua Cândido dos Reis n.º 10, r/c esquerdo – VISEU EXTRACTO Certifico, para efeitos de publicação, que, a folhas cinquenta e oito, do livro de notas número 157-A, da Notária Maria Luísa Custódio Lopes Pais, com Cartório Notarial em Viseu, na Rua Cândido dos Reis, número 10, rés-do-chão esquerdo, se encontra lavrada em oito de Abril de dois mil e treze, uma escritura de justificação, na qual outorgaram: Álvaro Cardoso Rouxinol e mulher Maria de Lurdes dos Anjos Lourenço Rouxinol, casados segundo o regime de comunhão de adquiridos, naturais da freguesia de Calde, concelho de Viseu, onde residem na Rua do Salgueiral, NIF 110 968 204 e 110 968 212, os quais declararam: Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem do prédio rústico, composto de terreno de pinhal e mato, sito ao Salgueiral, freguesia de Calde, concelho de Viseu, com a área de trezentos e sessenta metros quadrados, a confrontar do Norte e do Poente com António Costa, do Sul com João Lourenço Rouxinol e do Nascente com Rosa Gonçalves, inscrito na matriz sob o artigo 6246, omisso na Segunda Conservatória do Registo Predial de Viseu; Que o prédio acima identificado veio à sua posse, já no estado de casados entre si, por compra meramente verbal, feita a João Outeirinho Cardoso (em nome de quem se encontra inscrito na matriz) e mulher Felicidade de Oliveira de Almeida Cardoso, então residentes em Calde, Viseu, compra essa efectuada em dia e mês que não podem precisar, mas que ocorreram já no ano de mil novecentos e noventa; Que, dado o modo de aquisição, não têm eles justificantes, possibilidade de comprovar pelos meios normais o seu direito de propriedade perfeita, mas a verdade é que são eles os titulares desse direito, pois têm possuído o aludido prédio há mais de vinte anos, ininterruptamente, com o conhecimento de toda a gente, sem a menor oposição de quem quer que seja, considerando-se e sendo considerados como seus únicos donos, na convicção de que não lesavam quaisquer direitos de outrem, tendo a sua actuação e posse sido de boa fé, posse essa que se tem materializado na sua demarcação, apanhando lenha, roçando o mato, cortando pinheiros, sendo por isso uma posse em nome próprio, contínua, pública e pacífica, o que conduziu à aquisição daquele prédio por usucapião, que expressamente invocam, justificando o seu direito de propriedade para efeito de registo, dado que esta forma de aquisição não pode ser provada por qualquer outro título formal extrajudicial. Está conforme o original. Cartório Notarial de Viseu, oito de Abril de dois mil e treze. A Notária: Maria Luísa Custódio Lopes Pais (Jornal Via Rápida 18.04.2013)

(Jornal Via Rápida 04.04.2013)

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18/04/2013

ACTUALIDADE

3/Via Rápida

Foto: Rui da Cruz

VISEU PREPARA FESTA DO REGRESSO DO ACADÉMICO AO FUTEBOL PROFISSIONAL - DEDO DE FILIPE MOREIRA NA REVIRAVOLTA DA ÉPOCA Por: Silvino Cardoso Depois de muitas épocas fora das grandes lides do futebol nacional, o Académico de Viseu está a um passo de concretizar, este ano, o regresso às competições profissionais. A persistência do presidente António Albino, e a reviravolta na estruturação do plantel operada pelo técnico Filipe Moreira, que rendeu Carlos Agostinho no comando técnico da equipa, foram determinantes para o feito há muito perseguido por dirigentes, adeptos e simpatizantes do Clube. A duas jornadas do final do campeonato (deslocação a S. João de Ver e recepção ao Anadia), os viseenses lideram com três pontos de avanço, e têm tudo para festejar a subida. Quando há um ano regressou à 2.ª Divisão Nacional, o Aca-

démico de Viseu partiu com fundadas esperanças de poder vir a ser o vencedor. Uma ambição legítima que não se traduziu, contudo, nos resultados inicialmente conseguidos. A equipa, então treinado por Carlos Agostinho até entrou mal na prova, começando por empatar em casa com o FC Cesarense. Seguiu-se o Lusitânia, também no Fontelo, e venceu por 4-1. No entanto tinha ficado para trás a segunda jornada na qual tinha de ir aos Açores defrontar o Operário, o que veio a acontecer posteriormente porque o mau tempo a isso obrigou, tendo sido goleado por 4-0. Seguiu-se a AD Nogueirense e o Académico perde por 1-0. Os adeptos começaram a ficar insatisfeitos. No entanto, Carlos Agostinho viu a sua equipa vencer em casa o FC Pam-

pilhosa por 3-1, empatar no domingo seguinte em Castelo Branco e vencer depois o Sousense. A igualdade, sem golos, dos academistas em Bustelo, constituiu o último jogo do técnico Carlos Agostinho que chegou a acordo com a Direcção do Académico para a sua rescisão. Foi então contratado Filipe Moreira, um treinador que tinha, entretanto, sido despedido pela direcção do Covilhã. A era de Filipe Moreira começou com uma enorme reestruturação no plantel do clube. Depois de ter vencido em casa o Tourizense por 2-0, aquele conhecido técnico em conjunto com a Direcção, procedeu à dispensa dos jogadores que não podiam treinar duas vezes por dia. Houve polémicas entre os sócios e adeptos com a saída de alguns atletas que eram referên-

cia academista. Entretanto, chegaram outros jogadores que militavam em clubes com maior experiência no futebol nacional. Uma situação que se prolongaria no tempo. O segundo jogo sob as ordens de Filipe Moreira saldou-se por uma derrota em Cinfães e o Académico ficou então nessa altura com sete pontos de atraso em relação ao líder. Foi a maior desvantagem academista até então. Contudo, gradualmente, a equipa foi estabilizando, com jogadores e equipa técnica concentrados no seu trabalho e alheios às críticas que iam de fora para dentro. Com avanços e recuos, a verdade é que o Académico chegou à 24.ª jornada com cinco pontos de atraso do Cinfães. Foi então que arrancou a perseguição ao primeiro lugar. Curiosamente, num jogo em que o Académico de Viseu foi muito maltratado em Touriz, onde perdeu frente ao conjunto da casa. Parecia que estava tudo perdido. Só que na 27.ª jornada, finalmente, o Académico passa a ser o líder, o que aconteceu pela primeira vez no campeonato. Os comandados de Filipe Moreira derrotaram o Cinfães de forma concludente no Fontelo passando, pela primeira vez, para o comando da prova. Depois da vitória em Coimbrões, onde os viseenses mostraram os galões de grande candidato à subida, seguiu-se o surpreendente empate no Fontelo, frente ao Tocha, enquanto que os cinfanenses são derrotados de forma concludente em Anadia e o Académico aumenta para três pontos a vantagem sobre o segundo, o Cinfães, mas fica com o Sporting de Espinho que derrotou em casa a AD Nogueirense, a três pontos. Na 28.ª jornada, praticamente decisiva para o Académico, este obteve outra grande vitória contra os “tigres” da Costa Verde, deixando-os fora da corrida para a subida. Neste domingo o Académico desloca-se a S. João de Ver e o Cinfães vai jogar nos Açores. Se ambas as equipas obtiverem o mesmo resultado - derrota, empate ou vitória -, a verdade é que os viseenses podem festejar a subida. As duas equipas ficam separadas com três pontos e, na última jornada, a 28 deste mês, o Académico recebe o Anadia e até pode perder. Mesmo que o Cinfães ganhe ao Lusitânia, a vantagem vai para a equipa de Filipe Moreira que perdeu em Cinfães por 1-0, mas ganhou no Fontelo por 3-0.


2/Via Rápida

OPINIÃO

18/04/2013

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NO 25 DE ABRIL E NO 1º DE MAIO VAMOS PARA A RUA GRITAR QUE JÁ É TEMPO DO GOVERNO ZARPAR A contragosto, Passos lá teve de substituir Relvas, o seu fiel amigo de pândega, de negócios, de partido e de governo, o exterminador de freguesias que acabou por se extinguir no governo antes mesmo do tiro atingir o coração das vítimas que, no corredor da morte, ainda respiram aguardando um indulto que só pode vir da queda antecipada do governo. Embrulhada num simulacro de remodelação, a substituição de Relvas faz lembrar o dono de um camião TIR com vinte e tal rodas que multado por os pneus carecas terem provocado várias derrapagens e acidentes, resolve recauchutar só um pneu. Claro que as derrapagens e os acidentes vão continuar. E os alertas já soam dentro do próprio PSD: Manuela Ferreira Leite diz que os cortes previstos por Gaspar só seriam possíveis se aceitássemos um “suicídio colectivo”; António Capucho considera que o despacho do ministro das Finanças “não tem ponta por onde se lhe pegue”; Rui Rio admite tratar-se de “um problema sério de incompetência” e Pacheco Pereira escreveu que “a tragédia nacional é não termos um governo nacional”. Na verdade, o governo PSD/CDS já só tem o apoio da Troika e do Presidente da República a quem foi pedir a bênção. As sondagens mostram que já perdeu o apoio do eleitorado. Está cercado. Tenta furar o cerco enviando uma mensagem ao elo mais fraco, apesar de maioritário, da oposição, com a Troika a fazer de chegadeira. O CDS ressabiado por não ter sido contemplado com ministros ou secretários de Estado na “mini-remodelação”, amua, finge que discorda do governo, e começa a namorar o PS. Seguro faz-se caro, mas na carta que enviou à Troika, jura fidelidade ao memorando. Coelho segue-lhe os passos e também escreve à Troika. Nesta epístola, o primeiro-ministro , confessa o que tem andado a esconder aos portugueses, aos partidos da oposição e aos sindicatos e demais parceiros da concertação social: cortes de 600 milhões de euros ainda este ano, no Estado Social, para variar. E dá exemplos verdadeiramente imorais: cortes nos subsídios de doença e nos subsídios de desemprego. Passos, Gaspar e Portas, mostram a falta de respeito que têm pelos portugueses mais vulneráveis, como os pensionistas e os doentes, e mandam o Estado de Direito às urtigas, provocando o Tribunal Constitucional apesar dos seus juízes até terem sido tolerantes com algumas normas do Orçamento de Estado que muitos constitucionalistas e o próprio Presidente da República (que, porém, não teve a hombridade de pedir a fiscalização preven-

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Dra. CARLA CHAVES LOUREIRO (Médica Especialista) Manifestação de 15 de Setembro de 2012 em Viseu.

PEDIATRIA e ALERGIA em PEDIATRIA tiva) consideraram estarem feridas de inconstitucionalidade. Gaspar, Passos e Portas querem fazer do Tribunal Constitucional o bode expiatório da sua incompetência que provocou um défice de mais 1.500 milhões de euros para 2013, o triplo do que dizem custar o cumprimento da Constituição da República. Gaspar retaliou mandando “parar os aviões no ar” . Estes já começaram a despenhar-se sobre as escolas e os hospitais. Uma tragédia anunciada. Constantino Sakellariades, ex-director geral da Saúde e dirigente do Observatório Europeu de Saúde Pública, já avisou que as exigências da Troika são abusivas e põem em causa a saúde dos portugueses”. E o padre Lino Maia, presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade Social disse, esta semana, numa intervenção no seminário “A Pobreza e os Direitos Humanos”, que “o processo em curso é o de empobrecimento colectivo, de agravamento da pobreza dos que já eram pobres e de criação de novos pobres”, alertando para a “doentia tentação de pensar que a austeridade resolve tudo”, quando “de facto está a gerar um ciclo de pobreza”. Quando o Bloco de Esquerda defendia, logo no começo da intervenção da Troika, que a renegociação da dívida era o primeiro passo para a pagar, a direita e o centro, CDS, PSD e PS, diziam em uníssono que era uma atitude de caloteiros, mas hoje são já muitas as vozes da esquerda à direita que apontam

essa como a única saída honrosa. Não basta, porém, ter conseguido a extensão das maturidades dos empréstimos. A dívida já é demasiado monstruosa para se conseguir pagar daqui a sete ou dezassete anos, a não ser que se renegoceie a anulação dos montantes, com abatimento de, pelo menos, 40% da dívida e juros iguais aos concedidos pelo Banco Central Europeu aos bancos privados (0,75%). “O BCE assumiu no seu próprio relatório de actividades, ter tido ganhos significativos à custa dos programas da troika”, pelo que, como defendeu no Parlamento Europeu a deputada bloquista Marisa Matias, autora do relatório sobre o BCE, votado ontem, de onde acabaria por retirar o seu nome por ter sido expurgado das críticas à presidência de Mário Draghi, “queremos um BCE ao serviço da economia e da sociedade e não ao serviço da especulação financeira”. À beira do abismo só temos uma alternativa: parar e dar a voz ao povo em eleições antecipadas que possam abrir o caminho a um governo de esquerda. Estão aí à porta o 25 de Abril e o 1º de Maio. Saiamos à rua para mudar as nossas vidas. Enquanto é tempo. E gritemos, lembrando Zeca Afonso, que “já é tempo de o governo zarpar”. vieiraecastro@gmail.com O autor não segue o (des)acordo ortográfico por razões meramente linguísticas

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MODA E MÚSICA LEVARAM MILHARES DE PESSOAS AO PALÁCIO DO GELO SHOPPING O Palácio do Gelo Shopping assinalou no passado sábado, dia 13, o seu 5º aniversário com o espectáculo “Palácio do Gelo Fashion Show”, um evento que reuniu milhares de pessoas para conhecer as tendências Primavera/Verão das lojas que marcam presença na maior superfície comercial de Viseu. Pela imensa passerelle do Palácio do Gelo passaram ainda as últimas criações da estilista Katty Xiomara e de vários jovens criadores, da mostra PORTUGUESE Fashion News. Com apresentação de Catarina Furtado, o “Palácio do Gelo Fashion Show” foi palco de uma noite de apoteose e celebração, com o desfile de várias caras bem conhecidas do grande público numa verdadeira explosão de cores vibrantes. Débora Monteiro distribuiu sorrisos, enchendo o grande palco da moda de peças inovadoras, que se destacam pela mistura de padrões e estampados. Andreia Rodrigues foi muito aplaudida pelo público, exibindo modelos arrojados que apostam nas transparências, outra das

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grandes tendências da estação. Afonso Vilela e os gémeos Pedro e Ricardo Guedes brilharam com as propostas masculinas das diferentes lojas existentes no Palácio do Gelo Shopping, que mereceram a aprovação da imensa plateia que se juntou na celebração do quinto aniversário do Palácio do Gelo.

Mas nem só de moda se fez este aniversário. A animação musical também marcou forte presença, com Inês Santos a cantar vários temas, tendo fechado com um contagiante “Titanium” de David Guetta, e os Glam Dance a proporcionarem momentos de enérgica performance que não deixou ninguém

HUF PORTUGUESA CRESCEU 13% EM 2012

indiferente. O sucesso desta celebração vem confirmar o estatuto de referência que o Palácio do Gelo Shopping assumiu na região, atraindo milhares de pessoas pela sua oferta e pelos espectáculos repletos de cor e sedução, mostrando-se mais uma vez como um marco na Moda e no lazer.

MODA E MÚSICA LEVARAM MILHARES AO PALÁCIO DO GELO

FESTA DA CAVACA ANIMA RESENDE Foto: Rui da Cruz

«ESPÍRITO DO CARAMULO» REGRESSA A 25 DE MAIO

A prova de velocidade Espírito do Caramulo, organizada pelo Museu do Caramulo e pelo Clube Automóvel de Viseu, regressa no dia 25 de Maio de 2013. O traçado será o mesmo utilizado no Caramulo Motorfestival com cerca de 2.800 metros de extensão, sendo este já um ícone

do panorama automobilístico nacional pelas suas características técnicas que potenciam a velocidade e lhe conferem um carisma especial. A edição de 2013 vai também contar com a introdução da categoria de Regularidade, que permite a participação de automóveis sem o arco de se-

gurança (roll-bar), além de alargar o espectro de potenciais participantes já que existem muitos pilotos que preferem este modelo. Para as restantes categorias, mantém-se a admissão de todos os automóveis que cumpram as normas de segurança descritas no regulamento como o arco de

segurança (roll-bar), cintos de segurança, baquets e um extintor (mínimo 2kg de capacidade). Outra das novidades para 2013 é a introdução de um prémio para pilotos femininas, reconhecendo assim a importância da sua participação no desporto automóvel. O regulamento da prova dispensa licença desportiva emitida pela federação, facilitando a participação aos pilotos que procuram fazer uma prova de forma descontraída num dos míticos traçados do panorama desportivo nacional. Como já é tradição, vão decorrer em paralelo à rampa vários passeios como a concentração do Clube Lancia Delta Integrale, com a presença de vários versões deste mítico modelo, o Passeio do Clube Automóvel de Viseu, com diversos veículos clássicos e com o Passeio Comemorativo dos 50 Anos do Lancia Fulvia. Todos estes passeios farão o percurso da rampa em desfile, logo após a última subida oficial.

ACADÉMICO PREPARA FESTA DA SUBIDA:

O REGRESSO DO VELHO SENHOR

Edicao 18-04-2013  

Edicao 18-04-2013