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Agronegócio cobra do governo medidas para melhorar crescimento Veículo: JC Net - Localidade: BAURU - SP - - 01/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 17 cm - Retorno de mídia: R$ 510,00 Link: https://www.jcnet.com.br/Economia/2018/05/agronegocio-cobra-do-governo-medidas-para-melhorar-crescimento.html A Agrishow (Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação) foi aberta nessa segunda-feira (30) em Ribeirão Preto (a 313 km de São Paulo) com cobranças para o fortalecimento do setor rural. Durante a cerimônia de abertura, João Carlos Marchesan, presidente do conselho de administração da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), disse que o país está retomando o crescimento após enfrentar a "pior e mais duradoura crise em cem anos", mas que precisa tomar algumas medidas para crescer. Entre elas, citou a redução do custo Brasil, taxas de juros compatíveis, a aprovação da reforma da Previdência e a simplificação do sistema tributário. A cobrança ocorre logo após o governo prorrogar o prazo para a adesão ao Funrural, programa de parcelamento de dívidas de produtores rurais. O perdão aos débitos havia sido inicialmente vetado pelo presidente Temer, que acabou cedendo diante de pressões políticas no Congresso. As perdas com o programa chegariam a R$ 10 bilhões. O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, que falou após a abertura da feira, disse que o prazo adicional de 30 dias dado para a adesão ao Funrural não causará impacto na arrecadação do governo. Ele ainda afirmou que as negociações para a definição do Plano Safra (o principal plano federal de apoio e subsídios ao setor agrícola) ainda aguardam análise da disponibilidade orçamentária. "Este é um mês importante, continuaremos os debates não só com o governo, mas escutando o setor", disse. Mais notícias em publicidade As Mais Compartilhadas no Face


Agronegócio cobra do governo medidas para melhorar crescimento Veículo: JC Net - Localidade: BAURU - SP - - 01/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 17 cm - Retorno de mídia: R$ 510,00 Link: https://www.jcnet.com.br/Economia/2018/05/agronegocio-cobra-do-governo-medidas-para-melhorar-crescimento.html


Demonstrador de manufatura avançada é aprovado por visitantes da Feimec 2018 Veículo: Cimm - Localidade: São Paulo - SP - - 01/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 84 cm - Retorno de mídia: R$ 3024,00 Link: https://www.cimm.com.br/portal/industria40/16677-demonstrador-de-manufatura-avancada-e-aprovado-por-visitantes-d a-feimec-2018 Desde a sua estreia na edição inaugural da FEIMEC, em 2016, o Demonstrador de Manufatura Avançada coordenado pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), agora em sua terceira edição, vem ganhando fãs. A prova disso é que, só nos três primeiros dias da FEIMEC 2018, o projeto já alcançou o nível de visitação da segunda edição (EXPOMAFE 2017). Além disso, segundo os técnicos que estão participando de todo o trabalho durante a feira, a aprovação dos visitantes é de 100%. "Espetacular, é o que estão dizendo os visitantes ao presenciar o processo do Demonstrador", comemora Francisco Antonio Abatepaul, técnico do SENAI. O motivo é que o projeto está ainda mais moderno e conta agora com clusters de empresas, universidades e institutos de pesquisa, que proporcionam ao público uma forma mais detalhada dos conceitos e tecnologias envolvidos na Indústria 4.0. Esses parceiros oferecem uma visão de recursos como Realidade Aumentada, Comunicação Máquina a Máquina, Internet das Coisas, Inteligência Artificial e Realidade Virtual. Outra novidade que pode ser conferida no espaço é que a célula fabril está produzindo um porta-gadgets composto por três módulos. O principal (módulo fixo) é uma luminária de LED acrílica, em que os convidados podem incluir um texto personalizado. São agregados dois outros módulos, ligados por imãs, entre quatro opções disponíveis: porta-celular, relógio, porta-clipes ou porta-caneta, sendo estes módulos também passíveis de customização nas cores azul e/ou vermelha. O Demonstrador de Manufatura Avançada da FEIMEC 2018 é composto pela linha de produção propriamente dita, um cockpit com os sistemas de controle e gestão do processo produtivo e os clusters para apresentação das tecnologias empregadas. Osvaldo Lahos Maia, gerente de Inovação e Tecnologia do SENAI garante que todo o processo inovador do Demonstrador de Manufatura Avançada da FEIMEC 2018 encanta os visitantes. Para ele, a razão disso é que se trata de um laboratório aberto, com mais de 20 tecnologias integradoras e mais de 20 parceiros industriais. "Não é à toa que hoje aqui é encontrado o que há de mais moderno no mundo em termos de tecnologia para a manufatura avançada". Quem quiser conferir o funcionamento do Demonstrador de Manufatura Avançada e centenas de inovações nos estandes relacionadas à Indústria 4.0 tem até o dia 28 para visitar a FEIMEC 2018, no São Paulo Expo. Liderado pela ABIMAQ, o Demonstrador de Manufatura Avançada foi desenvolvido junto com empresas e realização técnica do Senai. O projeto conta com patrocínio do BNDES e das empresas Balluff, Beckhoff, Bosch Rexhoth, Dassault Systémes, Furukawa, Informa Exhibitions, KUKA, Metal Work, PPI-Multitask, Prensas Schuler, Romi, Schneider, Sick, SKA e Totvs. FEIMEC 2018 Iniciativa da ABIMAQ Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e da Informa Exhibitions, com apoio de 69 entidades setoriais, a FEIMEC oferece um ambiente ideal para a realização de networking e negócios, com a presença confirmada de empresas âncoras do setor entre seus 460 expositores, que representam mais de 900 grandes marcas nacionais e internacionais. ABIMAQ - A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos representa cerca de 7.500 empresas dos mais diferentes segmentos fabricantes de bens de capital mecânicos, cujo desempenho tem impacto direto sobre os demais setores produtivos nacionais e está estruturada nacionalmente com a sede em São Paulo, nove regionais e um Escritório Político em Brasília. Muito além da representação institucional do setor, a ABIMAQ tem a sua gestão profissionalizada e as suas atividades voltadas para a geração de oportunidades comerciais para as suas associadas, realizando ações junto às instâncias políticas e econômicas, estimulando o comércio e a cooperação internacionais e contribuindo para aprimorar seu desempenho em termos de tecnologia, capacitação de recursos humanos e modernização gerencial. A Informa Exhibitions cria comunidades e conecta pessoas e marcas em todo o mundo e, aliando as entregas de suas feiras com uma nova estratégia digital, gera oportunidades e relacionamentos 365 dias por ano. Com escritórios em São Paulo (sede) e Curitiba e cerca de 200 profissionais, a empresa conta em seu portfólio com marcas como Agrishow, Fispal Tecnologia, Fispal Food Service, ForMóbile, Futurecom, ABF Franchising Expo, Serigrafia SIGN FutureTEXTIL, Feimec, Expomafe, Plástico Brasil, High Design


Home & Office Expo, entre outros, totalizando 21 eventos setoriais. No mundo, atua em 150 escritórios em 57 países e é líder em inteligência de negócios, publicações acadêmicas, conhecimento e eventos, com capital aberto e papéis negociados na bolsa de Londres.


Demonstrador de manufatura avançada é aprovado por visitantes da Feimec 2018 Veículo: Cimm - Localidade: São Paulo - SP - - 01/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 84 cm - Retorno de mídia: R$ 3024,00 Link: https://www.cimm.com.br/portal/industria40/16677-demonstrador-de-manufatura-avancada-e-aprovado-por-visitantes-d a-feimec-2018


Cooperativas de crédito têm perspectivas otimistas para a Agrishow 2018 Veículo: Mais Soja - Localidade: PORTO ALEGRE - RS - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 64 cm - Retorno de mídia: R$ 2816,00 Link: http://www2.maissoja.com.br/cooperativas-de-credito-tem-perspectivas-otimistas-para-a-agrishow-2018/ Compartilhar no Facebook Tweet no Twitter As 16 cooperativas de crédito ligadas ao Sicoob - Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil pretendem movimentar nos cinco dias da 25ª Agrishow - Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação operações financeiras num total de R$ 250 milhões, um volume R$ 108 milhões acima do montante realizado na feira de 2017. A informação foi dada pelo diretor presidente do Banco Cooperativa do Brasil, Marco Aurélio Borges de Almada Abreu, durante palestra promovida pela instituição nesta terça-feira (1/5) na Arena do Conhecimento. De acordo com Abreu, o segmento de crédito cooperativado vem tendo expressiva expansão nas últimas décadas. "Para se ter uma ideia do crescimento, há 21 anos o Bancoob era o último da lista de 130 instituições financeiras do país e hoje está colocado na sexta posição em termos de patrimônio líquido do sistema financeiro", comentou. No entender do diretor do Bancoob, a estratégia para o crescimento está na metodologia da cooperativa de atender as necessidades que não são atendidas pelo sistema econômico convencional representando pelos grandes bancos. Além do Sicoob, a Arena do Conhecimento teve uma programação de apresentações de outras empresas e instituições. A palestra do Siscom trouxe o gerente de Tecnologia da Informação da Agropecuária Santa Bárbara, Leandro Gomes, para falar sobre a migração da tecnologia analógica para a digital, que foi promovida em todas as fazendas do grupo. De acordo com o executivo, em alguns casos, um funcionário levava até dois dias para se deslocar de uma fazenda ao escritório para resolver um problema por falta de sinal de rádio. "O tempo de resposta para a solução de problemas e o desenvolvimento das atividades no grupo diminuiu com a implantação de rádios digitais", afirmou. A agropecuária Santa Bárbara tem hoje 240 rádios portáteis, 94 em viaturas, 25 unidades fixas de transmissão e 7 repetidoras. Na sequência, Phillip Klien, executivo da OLX Agro Indústria, afirmou que a plataforma digital da empresa voltada para compra e venda de máquinas e implementos agrícolas registrou 8 milhões de buscas no período de um mês. "De janeiro a março deste ano foram comercializados uma média diária de 15 tratores por meio desse canal de vendas", afirmou. Adiantou ainda que o estado de São Paulo liderou nas vendas de máquinas por meio do portal, com 20,5% de participação. Por fim, a PwC trouxe a consultora Ana Paula Malvestio, sócia-líder da Agribusiness Brasil/PwC, que sustentou que o produtor rural está avançado tecnologicamente, mas ainda falha na gestão do seu negócio. "O produtor tornou-se competitivo em muitas commodities, mas ainda tem desequilíbrio na gestão. Uns avançaram, mas muitos ainda estão atrás, e essa organização trará mais sustentabilidade e perenidade dos negócios e resultados", afirmou Ana Paula. A Agrishow 2018 teve início no dia 30 de abril e se encerra na sexta-feira, dia 4 de maio. A feira é uma iniciativa das principais entidades do segmento no país: Abag - Associação Brasileira do Agronegócio, Abimaq - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Anda - Associação Nacional para Difusão de Adubos, Faesp - Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB - Sociedade Rural Brasileira. O evento é organizado pela Informa Exhibitions, integrante do Grupo Informa, um dos maiores promotores de feiras, conferências e treinamento do mundo com capital aberto. Prêmio Máquina do Ano é entregue pela primeira vez na Agrishow O prêmio Machine of the Year (Máquina do Ano), criado na Europa, teve neste ano sua primeira edição brasileira e foi entregue durante a 25ª Agrishow - Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação. A Stara Absoluta foi o destaque, com duas premiações, na categoria Semeadoras e também como a máquina mais votada por agricultores, numa enquete realizada pela internet. Quatro professores, de universidades brasileiras, fizeram as avaliações técnicas das categorias. Em cada uma delas foram avaliados dez itens (qualidade, projeto, inovação, assistência técnica, custos, entre outros), para efeitos de cálculo de pontuação. A vencedora na categoria Colhedora de Cana foi a Valtra BE 1035 Mudas (Valtra), creditada pela organização do evento como "Destaque de Inovação Tecnológica". Na categoria Semeadoras, a premiada foi a Stara Absoluta (Stara). Na categoria Colhedoras de Grãos, a vencedora foi a MF 9895 Plataforma 40 Pés (Massey Ferguson). E na categoria Pulverizadores, venceu a Jacto Uniport 4530 (Jacto). No encerramento do evento, a Stara Absoluta recebeu a segunda premiação, pelo voto popular. A premiação é promovida pela Revista AGRIWORLD e conta com o apoio da Agrishow. Empresas de insumos investem


em consolidação de suas marcas na Agrishow As empresas de insumos participantes da 25ª Agrishow acreditam em bons negócios, mas principalmente na consolidação de suas marcas com os clientes. A SOESP (Sementes Oeste Paulista), de Presidente Prudente (SP), atua em todo o Brasil e exporta sementes de pastagens (dos gêneros Braccharia e Panicum) para 16 países (principalmente Colômbia e México). "A Agrishow abre a safra de sementes", diz a técnica de sementes da SOESP, Andreza Cruz, informando que as novidades na feira são as variedades BRS Ipyporã (bracch) e BRS Quênia (panicum), desenvolvidas em parceria com a Embrapa. Andreza destaca que a empresa busca a consolidação de sua marca e revela projeções de bons negócios, mas que são fechados posteriormente à feira. Os focos da SOESP são a pecuária e a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). Na Agrishow, o destaque da empresa é a solução Advanced, uma tecnologia de tratamento de sementes que possibilita facilidade no plantio em qualquer maquinário, com uniformidade e eficiência. A Santa Clara, com sede em Ribeirão Preto e fábrica em Jaboticabal, atuando em mais de 30 países, também atua no fortalecimento de sua marca, que gera tecnologia e patentes agrícolas para nutrição, proteção e potencializadores vegetais (para aumento de performance de agroquímicos). Segundo o diretor comercial Diego Wyllyam do Vale, a multinacional brasileira está inaugurando no país, durante a Agrishow, a atuação de outra empresa do grupo, a Brazilian Seeds, voltada para pastagem com alta pureza e germinação. Em 2017, a Brazilian Seeds já comercializou no exterior, com boa aceitação. Agora, a meta é o mercado interno. A aposta da Kimberlit, de Olímpia (SP), que também quer consolidar sua marca, é realizar bons negócios com empresas do setor sucroalcooleiro, principalmente com o produto Sollus Dry, da linha Cropper, que é um bioestimulante para plantio e corte de soqueira de cana. Leonardo dos Santos Duarte, consultor técnico comercial de Kimberlit, acredita em aumento de vendas na região onde atua, nas proximidades de Araraquara (SP). "Estou bastante otimista na minha região, esperando aumento de cerca de 50% nos negócios", afirma Duarte. Para alavancar contratos, a Kimberlit trabalha também com as linhas de crédito do Credicitrus para os seus cooperados. Fonte: Assessoria de imprensa Sicoob Relacionado


Cooperativas de crédito têm perspectivas otimistas para a Agrishow 2018 Veículo: Mais Soja - Localidade: PORTO ALEGRE - RS - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 64 cm - Retorno de mídia: R$ 2816,00 Link: http://www2.maissoja.com.br/cooperativas-de-credito-tem-perspectivas-otimistas-para-a-agrishow-2018/


Cooperativas de crédito mostram otimismo na Agrishow 2018 Veículo: Revista Safra - Localidade: GUACUI - ES - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 19 cm - Retorno de mídia: R$ 836,00 Link: http://revistasafra.com.br/cooperativas-de-credito-mostram-otimismo-na-agrishow-2018/ Paralelamente, uma palestra trouxe o gerente de Tecnologia da Informação da Agropecuária Santa Bárbara, Leandro Gomes, para falar sobre a migração da tecnologia analógica para a digital, que foi promovida em todas as fazendas do grupoA maior exposição de maquinário e tecnologia agrícola da América Latina entra em seu terceiro dia de realização com a expectativa de bons negócios. Andar pelas ruas da feira, tomadas pelo público que diariamente vem conferir o que há de mais moderno em tecnologia, é um desafio e mostra o vigor da atividade no País. Na rodovia que dá acesso ao parque, o trânsito no início da manhã revela um pouco do que é a 25ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação, a Agrishow 2018. E quem lida com o crédito sabe bem do potencial da feira para a concretização de negócios. Tanto que as 16 cooperativas de crédito ligadas ao Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) pretendem movimentar nos cinco dias operações financeiras num total de R$ 250 milhões, um volume R$ 108 milhões acima do montante realizado ano passado. A conclusão é do diretor-presidente do Banco Cooperativa do Brasil, Marco Aurélio Borges de Almada Abreu, durante palestra promovida pela instituição nesta terça-feira (1°), na Arena do Conhecimento. De acordo com Abreu, o segmento de crédito cooperativado vem tendo expressiva expansão nas últimas décadas. "Para se ter uma ideia do crescimento, há 21 anos o Bancoob era o último da lista de 130 instituições financeiras do País e hoje está colocado na sexta posição em termos de patrimônio líquido do sistema financeiro", comentou. No entender do diretor do Bancoob, a estratégia para o crescimento está na metodologia da cooperativa de atender as necessidades que não são supridas pelo sistema econômico convencional representado pelos grandes bancos. Além do Sicoob, a Arena do Conhecimento teve uma programação de apresentações de outras empresas e instituições. A palestra do Siscom trouxe o gerente de Tecnologia da Informação da Agropecuária Santa Bárbara, Leandro Gomes, para falar sobre a migração da tecnologia analógica para a digital, que foi promovida em todas as fazendas do grupo. Conforme o executivo, em alguns casos, um funcionário levava até dois dias para se deslocar de uma fazenda ao escritório para resolver um problema por falta de sinal de rádio. "O tempo de resposta para a solução de problemas e o desenvolvimento das atividades no grupo diminuiu com a implantação de rádios digitais", afirmou. A agropecuária Santa Bárbara tem hoje 240 rádios portáteis, 94 em viaturas, 25 unidades fixas de transmissão e 7 repetidoras. Na sequência, o executivo Phillip Klien, da OLX Agro Indústria, afirmou que a plataforma digital da empresa voltada para compra e venda de máquinas e implementos agrícolas registrou 8 milhões de buscas no período de um mês. "De janeiro a março deste ano foram comercializados uma média diária de 15 tratores por meio desse canal de vendas", afirmou. Adiantou ainda que o estado de São Paulo liderou nas vendas de máquinas por meio do portal, com 20,5% de participação. Por fim, a PwC trouxe a consultora Ana Paula Malvestio, sócia-líder da Agribusiness Brasil/PwC, que sustentou que o produtor rural está avançado tecnologicamente, mas ainda falha na gestão do seu negócio. "O produtor tornou-se competitivo em muitas commodities, mas ainda tem desequilíbrio na gestão. Uns avançaram, mas muitos ainda estão atrás, e essa organização trará mais sustentabilidade e perenidade dos negócios e resultados", afirmou Ana Paula. A Agrishow 2018 teve início no dia 30 de abril e se encerra na sexta-feira, 4. É uma iniciativa das principais entidades do segmento no País, as associações Brasileira do Agronegócio (Abag), da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Nacional para Difusão de Adubos (Anda), Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) e Sociedade Rural Brasileira (SRB). O evento é organizado pela Informa Exhibitions, integrante do Grupo Informa, um dos maiores promotores de feiras, conferências e treinamento do mundo com capital aberto. Inovação - A 25ª Agrishow traz o que há de mais moderno em tecnologia de ponta para ajudar o agricultor a elevar a produtividade na fazenda. Uma delas, o aplicativo Univista Agro, atração do estande da SGS Unigeo. A empresa reconhecida nacionalmente como referência em qualidade e confiabilidade nas informações geradas no campo também mostrará todo seu portfólio de produtos e serviços na feira. O Univista Agro permite antecipar a decisão na fazenda. O agricultor pode planejar, monitorar e visualizar o campo, proporcionando maior eficiência e rentabilidade, a qualquer hora e em qualquer lugar. "As informações são geradas por meio de gráficos, mapas e alertas, o que facilita


a vida do produtor", explica o fundador e diretor comercial da SGS Unigeo, Leonardo Gomes Cândido. Dentre as principais funções, o aplicativo permite acompanhar o plantio, realizar análise de stand de plantas, levantamento dos níveis de infestações, monitoramento de distribuição de chuvas e gerenciamento de estoque de produtos químicos. "Com a informação errada, o risco de investimento desnecessário é grande. Por isso, é fundamental precisão e segurança na informação. Os processos têm de ser auditados, certificados e realizados por profissionais capacitados, como fazemos na SGS Unigeo", afirma o gerente de Engenharia da empresa, Bruno Figueiredo. Portal Revista Safra, com informações da Mecânica de Comunicação O post Cooperativas de crédito mostram otimismo na Agrishow 2018 apareceu primeiro em Portal Revista Safra.


Cooperativas de crédito mostram otimismo na Agrishow 2018 Veículo: Revista Safra - Localidade: GUACUI - ES - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 19 cm - Retorno de mídia: R$ 836,00 Link: http://revistasafra.com.br/cooperativas-de-credito-mostram-otimismo-na-agrishow-2018/


Agrishow escancara a era da tecnologia 4.0 Veículo: Portal KLFF - Localidade: VALINHOS - SP - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 97 cm - Retorno de mídia: R$ 4268,00 Link: http://www.portalklff.com.br/noticia/agrishow-escancara-a-era-da-tecnologia-40-1056877 Empresas consolidadas e startups prometem apresentar as últimas novidades para os diversos segmentos do agronegócio. Começou nesta segunda-feira, 30, em Ribeirão Preto, SP, a 25° edição da Agrishow. E um dos temas mais enfatizados na abertura foi a tecnologia. "A revolução 4.0 chegou ao campo", afirmou Francisco Maturro, presidente da feira. O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, e o presidente Michel Temer, confirmados para a abertura, não compareceram. João Carlos Marchesan, presidente do conselho de administração da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), também reforçou a importância das inovações para o campo. "A tecnologia embarcada nas máquinas está mudando a produtividade do setor. O desafio agora é a conectividade". Em relação a esse ponto, Ricardo Ramos, diretor do BNDES, afirmou que o banco fez um estudo no ano passado para entender quais setores se beneficiariam mais da Internet das Coisas (IoT). O agronegócio ficou em 4° lugar. O objetivo do BNDES agora é disponibilizar recursos para que pesquisas do ramo sejam desenvolvidas. Nos 440 mil m2 da feira, empresas consolidadas e startups prometem apresentar as últimas novidades para os diversos segmentos do agronegócio. A Agrishow espera receber 150 mil visitantes nesta edição e superar 2017 em negócios gerados, quando a movimentação foi de R$ 2,2 bilhões. Homenageado do ano - O coordenador da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), Orlando Melo de Castro, foi o homenageado desta edição pela contribuição ao agronegócio brasileiro. "Se o agro brasileiro tem os números que tem é por causa também dos institutos de pesquisa. Fizemos a diferença", ressaltou Castro na entrega do prêmio. Agrishow 2018 Onde: Rodovia Antônio Duarte Nogueira km 321 Ribeirão Preto, SP Quando: 30 de abril a 4 de maio Por: Thuany Coelho Fonte: Portal DBO


Agrishow escancara a era da tecnologia 4.0 Veículo: Portal KLFF - Localidade: VALINHOS - SP - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 97 cm - Retorno de mídia: R$ 4268,00 Link: http://www.portalklff.com.br/noticia/agrishow-escancara-a-era-da-tecnologia-40-1056877


AGRONEGÓCIOS - Empresas de máquinas projetam um ano positivo Veículo: Ricardo Alfonsin Advogados - Localidade: PORTO ALEGRE - RS - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 94 cm - Retorno de mídia: R$ 3384,00 Link: https://alfonsin.com.br/agronegcios-empresas-de-mquinas-projetam-um-ano-positivo/ Publicado em: 02/05/2018 | 09h 30m 14s Categorias: Jornal do Comércio Interesse de produtores reflete aposta de retorno da capacidade de novos investimentos AGRISHOW/DIVULGAÇÃO/JC Carolina Hickmann, de Ribeirão Preto Bons resultados da agricultura no ano anterior e indicadores positivos de safra para este ano contribuíram para o retorno do otimismo no setor, especialmente no segmento de máquinas agrícolas, um dos mais impactados quando o cenário para o campo não vai bem. O crescimento de vendas deste ano deve ser 10% superior ao registrado no ano passado, o que significará a consolidação da retomada iniciada ainda em 2017, segundo a avaliação de expositores de máquinas da 25ª Agrishow, que acontece em Ribeirão Preto, São Paulo, até o dia 4 deste mês. O gerente de vendas da Mahindra, Jalison Cruz, aposta que o segmento deve comercializar o total de 44 mil tratores em todo o País em 2018 - número que levaria ao aporte de 10% previsto. A marca, que conta com fábrica em Dois Irmãos (RS), pretende aproveitar a conjuntura favorável para efetivar algumas metas. "Nosso share de mercado ainda é pequeno, mas queremos ampliá-lo de 2% para 5%", relata Cruz. A própria Agrishow passou a ser termômetro para essa recuperação. "Nas primeiras 48 horas de feira, tivemos incremento de, justamente, 5% nas vendas", comenta o executivo da Mahindra, ao destacar que 45% dos negócios iniciados na feira são concretizados no local, enquanto parte do restante costuma ter desfecho no prazo de um mês. A Mahindra está presente no Brasil desde 2013, e desde 2016 conta com a unidade fabril no Estado, que hoje opera a 70% de sua capacidade, de mil tratores ao ano. A intenção da empresa é alimentar os demais países da América Latina com produtos da marca fabricados no Brasil a partir do segundo semestre. Para suprir a demanda extra de vizinhos como Argentina, Chile, Uruguai e Paraguai, um plano de ampliação da fábrica de Dois Irmãos e a construção de outra unidade estão em elaboração. No momento, a viabilidade de local está em discussão, podendo ser criada outra planta no Rio Grande do Sul ou em São Paulo. A expectativa positiva é acompanhada pelo presidente da AGCO, Luís Fernando Sartini Felli, que confia nas projeções de colheita como impulsionadoras de renovação de frota. "No Rio Grande do Sul, a soja está com média de 60 ou 70 sacas por hectare. Os preços praticados também estão ajudando, isso gera uma atmosfera boa em investimentos", argumenta. Assim, a marca preparou-se para atender à demanda ocasionada pela boa conjuntura. A unidade fabril de Ibirubá, por exemplo, já está preparada para produzir o novo ciclo de plantadeiras de 30 ou 40 linhas, que tem comercialização prevista para o ano que vem. Pela avaliação do presidente do conselho da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), João Carlos Marchesan, o aumento da procura por máquinas e equipamentos agrícolas sinaliza um passo importante de uma recuperação sustentável da economia no geral. A manutenção da curva de crescimento, por outro lado, estaria condicionada a reformas estruturais, como a previdenciária. O presidente da Agrishow e vice-presidente da Associação Brasileira de Agronegócios (Abag), Francisco Maturro, comemora o momento vivido, ao lembrar que a entidade foi criada há 25 anos, para atender a demandas do segmento em uma conjuntura econômica atípica. Com o mesmo intuito, lembra, a associação atuou nos últimos anos de recessão econômica, e seguirá com os trabalhos neste momento de recuperação. Redução dos impactos ambientais passa a ser foco dos fabricantes Distribuidora de sólidos da PLA está em exposição na Agrishow /CAROLINA HICKMANN/ESPECIAL/JC Uma utilização eficiente de insumos na agricultura não só gera redução de custo de produção, como também baixo impacto ambiental. Atentos a isso, a PLA do Brasil está na Agrishow divulgando seu novo modelo de distribuidor de sólidos, o Pegasus 4.6 air. Projetado para diminuir os problemas de falta de homogeneidade com barras de 30 metros com defletores, a máquina tem vantagens em seu rendimento final. "Com esse modelo, temos variação de aplicação de apenas 2% ao longo da barra, enquanto a disco este número é de cerca de 20%, a depender das condições climáticas, que têm interferência direta, como o vento", conta o diretor de vendas e marketing da empresa, Maximiliano Cassalha. A estrutura ainda permite a aplicação de produtos sólidos sobre áreas já plantadas. Cassalha comenta que, de modo geral, esse artifício gera ganho de aproximadamente 15 dias no ciclo da cultura de cobertura, e permite diminuir o excesso de aplicação de herbicidas no manejo de ervas daninhas -


especialmente no que diz respeito a mistos de produção ligados à soja. Assim, a menor utilização de defensivos acarreta em redução do impacto ambiental. Também ligados à questão ambiental, a FPT Industrial, pertencente ao grupo CNH, aposta em testes de calibração de motores a combustíveis fósseis. O grupo também é responsável pelo desenvolvimento de motor que utiliza exclusivamente biometano, usado em protótipos de tratores T6 da New Holland, que devem chegar ao mercado nos próximos três anos. Além disso, durante a feira, a FPT expõe no estande da marca protótipo de gerador de energia de 150 kVA equipado com motor NEF6, também movido pelo biogás. O presidente da FPT Latino América, Marco Rangel, conta que a marca confia no biometano como fonte energética, por ele não competir, por exemplo, com a alimentação. "Etanol de milho ou cana-de-açúcar competem, mas o biogás vem de rejeitos da própria fazenda", argumenta, ao sugerir a possibilidade de granjas autônomas. Fonte : Jornal do Comércio Facebook Twitter Google+ Pinterest Comentários [0] Imprimir Facebook Nenhum comentário Veja Também: MEIO AMBIENTE - Sistema virtual busca melhor gestão das águas Cai liminar que determinava desconto da contribuição sindical Vinte e sete povos indígenas isolados estão ameaçados por obras Agrishow prevê R$ 2,3 bi em novos negócios Expoclara reúne novidade em tecnologia e genética para o leite


AGRONEGÓCIOS - Empresas de máquinas projetam um ano positivo Veículo: Ricardo Alfonsin Advogados - Localidade: PORTO ALEGRE - RS - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 94 cm - Retorno de mídia: R$ 3384,00 Link: https://alfonsin.com.br/agronegcios-empresas-de-mquinas-projetam-um-ano-positivo/


Empresas de irrigação apostam em tecnologia na Agrishow 2018 Veículo: Sucesso no Campo - Localidade: JATAI - GO - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 94 cm - Retorno de mídia: R$ 4136,00 Link: https://www.sucessonocampo.com.br/noticias/empresas-de-irrigacao-apostam-em-tecnologia-na-agrishow-2018/ As empresas que atuam com irrigação estão otimistas na Agrishow 2018 - 25ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação, aberta nesta segunda-feira (30/04), em Ribeirão Preto/SP. A feira conta com Pavilhão de Irrigação, uma área exclusiva para empresas de pequeno porte e startups apresentarem seus produtos e tecnologias reservados à irrigação. Na parte destinada ao conhecimento, estão programados eventos e palestras da Bemad, da Lindsay, da Nelson, Netafim, da Rivulis, Senniger e do Sindag, durante os cinco dias da Agrishow. "A principal razão pelo qual criamos o pavilhão foi abrir uma oportunidade às pequenas empresas, consultores, universidades, órgãos de pesquisa e startups, que já atuam, estão iniciando ou gostariam de atuar na área de irrigação. Nosso objetivo é difundir ainda mais as novas tecnologias e atrair um número maior de profissionais para fomentar o desenvolvimento de nosso mercado", explica Marcus Tessler, presidente da Câmara Setorial de Equipamentos de Irrigação da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (CSEI/ABIMAQ). A Vetro, de Ibaté (SP), que comercializa soluções inteligentes em fibra de vidro, aposta em bons negócios de tubulações, principalmente para irrigação de água e vinhaça no setor sucroalcooleiro. Segundo o gerente comercial, Eduardo Lucas Rodrigues, a empresa depende de projetos em parcerias com empresas de pivô central, pois seus equipamentos fazem a ligação do rio aos pivôs. "Nosso produto tem resistência maior que os tubos de PVC, por exemplo", comenta Rodrigues, sem projetar o volume de negócios, pois depende dos projetos com essas parcerias. A primeira participação foi em 2013, com 15 quilômetros de tubos negociados (cerca de R$ 3 milhões, na época). No mesmo pavilhão, o gerente comercial Guilherme Souza está apresentando o produto Manna Irrigation Intelligence, do grupo israelense Rivulis (a sede no Brasil é em Uberlândia-MG), vendendo o serviço de gestão de irrigação. "Nosso sistema fornece diariamente informações sobre clima, desempenho da lavoura e prescrição de irrigação, tudo via satélite", resume Souza. Essa prestação de serviço custa R$ 50/ha/ano e a meta é negociar R$ 500 mil na Agrishow, além de outro R$ 1 milhão em benefícios indiretos no reflexo de vendas. Há um ano e meio a empresa trabalha com clientes selecionados para gerar suporte cliente-ferramenta. A Agrishow também conta com a participação de grandes empresas do setor de irrigação. A Irrigabrasil, de Pinhais (PR), mostra a barra irrigadora, que substitui o aspersor-canhão, trabalhando com baixa pressão e maior eficiência na aplicação, tanto para hortaliças quanto para cana. "Essa tecnologia chegou ao ponto máximo de desenvolvimento e estamos focando em mudas de cana pré-brotadas", comenta o técnico da Irrigabrasil, Miguel Bento de Assis. Os principais negócios são com produtores de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso. A empresa também acredita em bons negócios em fertirrigação (com o carretel Turbomaq) e com a bomba helicoidal. A fábrica de pivô central Valley (da multinacional norte-americana Valmont), com sede em Uberaba (MG), no Brasil, aposta em repetir o desempenho de outras feiras - cerca de 20% do faturamento da empresa ocorre na Agrishow. Ela só não participou da primeira Agrishow e uma das apostas de 2018 é a telemetria, monitoramento com comando a distância (por celular ou wi-fi via rádio). "Nossa venda está com 70% ligada à telemetria", diz o supervisor regional e vendas Carlos Augusto Ferreira. O custo do software é pela área de gerenciamento, seguindo cada projeto. "Trabalhamos também com instrução aos produtores", emenda Ferreira. A Agrishow 2018 é uma iniciativa das principais entidades do segmento no país: Abag - Associação Brasileira do Agronegócio, Abimaq - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Anda - Associação Nacional para Difusão de Adubos, Faesp - Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB - Sociedade Rural Brasileira. O evento é organizado pela Informa Exhibitions, integrante do Grupo Informa, um dos maiores promotores de feiras, conferências e treinamento do mundo com capital aberto. Agricultura de precisão é destaque na Agrishow A Agrishow 2018 - 25ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação apresenta muitas novidades para a agricultura de precisão, com o objetivo de melhorar a produção e a produtividade no campo e reduzir o uso de insumos e recursos naturais. A Hexagon Agriculture, com sede em Florianópolis, trouxe para a feira o Hxgn AgrOn Production, equipamento com tecnologia 3D, que controla a máquina no campo, emite os dados para uma central de monitoramento que acompanha online todas as atividades executadas


na lavoura, como o controle das aplicações, paradas para descanso do operador e manutenção das máquinas, se caso alguma quebrar um alerta é emitido para que a equipe de manutenção possa resolver o problema na hora, para não interromper o cultivo ou o preparo do solo. Já a Verion mostra para o V COM 10.0 que usa tecnologia via satélite. Por meio de um painel de controle acoplado à máquina agrícola, o produtor consegue controlar a fertilização sólida e líquida, aplicação de defensivos, plantio e o piloto automático do trator, além da barra de luz que serve de guia para mostrar onde foi feita a aplicação na lavoura. O Delta Force, desenvolvido pela Precision Planting, é um equipamento utilizado na plantadeira com a função de manter uma pressão constante por meio de um pistão hidráulico e um sensor, diferente do sistema de molas que mantém uma só pressão utilizada atualmente pela maioria das máquinas do país. Controlando a pressão linha por linha no solo, ele evita a competição e a divergência na brotação de plantas para que não haja competição pelo espaço e pelos nutrientes disponíveis no solo. Para se ter uma ideia os problemas relacionados ao plantio inadequado na lavoura do milho, por exemplo, representam uma perda de 15% no potencial produtivo da cultura. Reverter isso em todas as culturas agrícolas é meta principal da tecnologia aplicada pela empresa. Coopercitrus reforça sua participação na Agrishow 2018 Participando da Agrishow pelo sétimo ano consecutivo, a Coopercitrus está presente em várias frentes na feira. Além de ser responsável pela curadoria da Arena de Demonstrações de Campo da Agrishow 2018, onde são apresentadas as mais modernas ferramentas de melhoria da produtividade do produtor, a Coopercitrus também contribui com a montagem do Shopping Rural Coopercitrus, um estande de 4.200 mil m², onde o visitante pode encontrar um amplo leque de insumos, máquinas, implementos agrícolas e tecnologias que auxiliam no desenvolvimento do agronegócio. O espaço do Shopping Rural Coopercitrus, localizado na Rua E 3D, conta com aproximadamente 45 empresas parceiras, incluindo agentes financeiros como o Coopercitrus Siccob Credicitrus, que facilitam a viabilização de créditos e financiamento para custear a modernização do produtor rural. As compras efetuadas no Shopping ainda contam com taxas de juros diferenciadas, além de maior agilidade na efetivação dos empréstimos. Tradicional espaço voltado para o produtor na Agrishow, o Shopping Rural Coopercitrus ainda permite que o agricultor adquira pequenas ferramentas, máquinas, compressores e uma infinidade de utensílios num total de 5 mil itens para suas atividades na lavoura. Mais informações: AGRISHOW 2018 - 25ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação Data: 30 de abril a 4 de maio de 2018 Local: Rodovia Antônio Duarte Nogueira, Km 321 - Ribeirão Preto (SP) Horário: das 8h às 18h Fonte: Mecânica de Comunicação Crédito foto: Divulgação Agrishow/Oficio da Imagem


Empresas de irrigação apostam em tecnologia na Agrishow 2018 Veículo: Sucesso no Campo - Localidade: JATAI - GO - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 94 cm - Retorno de mídia: R$ 4136,00 Link: https://www.sucessonocampo.com.br/noticias/empresas-de-irrigacao-apostam-em-tecnologia-na-agrishow-2018/


Agrishow ampliará sua área na edição de 2019 Veículo: Sucesso no Campo - Localidade: JATAI - GO - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 64 cm - Retorno de mídia: R$ 2816,00 Link: https://www.sucessonocampo.com.br/noticias/agrishow-ampliara-sua-area-na-edicao-de-2019/ Feira acompanha o desenvolvimento do agronegócio nacional A edição de 2019 da Agrishow - 26ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação terá total integração entre a área de Demonstrações de Campo e a exposição de máquinas e equipamentos. Com isso, serão agregados diversos espaços (plots) aos 440 mil m², e consequentemente criará novas possibilidades para empresas das áreas de sementes, defensivos e fertilizantes, que poderão realizar experimentos com diversas culturas. A quantidade e o tamanho dos plots ainda está em fase de definição. Para o presidente da Agrishow, Francisco Matturro, esse aprimoramento reforça a importância da feira para o agronegócio brasileiro. "Desde seu início, o evento vem acompanhando o desenvolvimento tecnológico do setor. O agro, ao longo dos últimos anos, tem sido protagonista em diversas frentes, colocando o Brasil em destaque no mundo. Naturalmente, a Agrishow, como a mais importante vitrine do segmento na América Latina, precisaria inovar. E o momento é agora", ressaltou. A nova área deve contribuir com o desenvolvimento de produção sustentável, uma vez que ela se destina somente a pesquisa e desenvolvimento de novas culturas e tecnologias produtivas e terá forte presença de ILPF (Integração Lavoura Pecuária e Floresta). "Em função dessas características, uma das exigências é que o futuro expositor preserve o plot evitando, por exemplo, a colocação de brita, pedra e muito menos qualquer tipo de edificação permanente. Só poderá instalar tendas desde que provisórias", explicou Matturro. A Agrishow 2018 teve início no dia 30 de abril e se encerra na sexta-feira, dia 4 de maio. A feira é uma iniciativa das principais entidades do segmento no país: Abag - Associação Brasileira do Agronegócio, Abimaq - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Anda - Associação Nacional para Difusão de Adubos, Faesp - Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB - Sociedade Rural Brasileira. O evento é organizado pela Informa Exhibitions, integrante do Grupo Informa, um dos maiores promotores de feiras, conferências e treinamento do mundo com capital aberto. Visitantes ressaltam ótima organização e facilidade na locomoção nesse primeiro dia de feira A 25ª Agrishow -Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação recebeu muitos elogios relacionados a organização e estrutura. Luiz Nunes, expositor pela Essor Seguros, conta que já é a quarta vez na feira. "Esse ano novas marcas estão presentes e isso para a seguradora é incrível, o nosso foco é divulgar a marca e, assim, alavancar novas parcerias na feira". Um dos destaques da feira para o visitante é o transporte gratuito que circula pela feira. Michelle Coreia, formada em desenho industrial, ressaltou como ele facilita muito a visita por toda a área de exposição. Já o produtor rural, Antônio Chaves, visitante pela 1ª vez, acrescenta que ele facilita a ida de um estande para o outro. "Eu trabalho com geologia e vim para a Agrishow fazer uma pesquisa sobre tecnologia e inovação, e assim poder levar um pouco do que estou vendo na feira para dentro da minha empresa", finalizou. Mais informações: AGRISHOW 2018 25ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação Data: 30 de abril a 4 de maio de 2018 Local: Rodovia Antônio Duarte Nogueira, Km 321 - Ribeirão Preto (SP) Horário: das 8h às 18h Crédito foto: Divulgação Agrishow/Oficio da Imagem Fonte: Mecânica de Comunicação


Agrishow ampliará sua área na edição de 2019 Veículo: Sucesso no Campo - Localidade: JATAI - GO - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 64 cm - Retorno de mídia: R$ 2816,00 Link: https://www.sucessonocampo.com.br/noticias/agrishow-ampliara-sua-area-na-edicao-de-2019/


Bancos estão otimistas e primeiros resultados já agradam Veículo: Sucesso no Campo - Localidade: JATAI - GO - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 87 cm - Retorno de mídia: R$ 3828,00 Link: https://www.sucessonocampo.com.br/noticias/bancos-estao-otimistas-e-primeiros-resultados-ja-agradam/ Santander tem linha de crédito pré-aprovada de R$ 1 bilhão e BB, com trabalho pré-feira, já liberou R$ 120 milhões e espera superar os R$ 1,15 bilhão de 2017 em propostas A expectativa dos bancos na 25ª Agrishow - Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação é de aumento de negócios, com resultados positivos já no dia de abertura da feira. O Santander tem uma linha de crédito pré-aprovada de R$ 1 bilhão, segundo o superintendente executivo Brasil, Paulo Cesar Bertolane. "O cliente já vem com carta de crédito pré-aprovada e a documentação para o crédito é analisada na feira", diz Bertolane, otimista quanto às negociações. O Bradesco também está participando da feira. O Sicredi, que tem 116 cooperativas de crédito filiadas, tem linha de financiamento de R$ 100 milhões para o evento. O Banco do Brasil já comemora os primeiros resultados, com meta de superar as propostas de R$ 1,15 bilhão de 2017. O vice-presidente de agronegócios do BB, Tarcísio Hubner, diz que o foco neste ano é na liberação de crédito, não apenas em prospecção para eventuais fechamentos posteriores à feira. Para isso, foi realizado um trabalho pré-feira. O resultado foi comemorado: no primeiro dia de evento foram prospectados mais de R$ 500 milhões. Desse total, linhas de crédito de R$ 120 milhões já foram fechadas e liberadas. A procura de financiamento é mais por máquinas e implementos para grãos, depois para cana. Hubner informa que foi disponibilizado um telão, com painel divulgando os resultados dos negócios na Agrishow, ao lado do estande. O Banco CNH Industrial também tem expectativa de crescimento de financiamento. Segundo o representante comercial da instituição, Fernando Oliveira, o primeiro dia de Agrishow teve crescimento de propostas entre 15% e 20% em relação ao primeiro dia de evento de 2017. "Nossa expectativa é crescer em relação a edição anterior", afirma Oliveira, acrescentando que não há limite para crédito: isso dependerá do crédito de cada cliente. O Banco AGCO Finance também está oferecendo várias opções de crédito para aquisições de máquinas e implementos aos seus clientes, com linhas e taxas especiais. "São boas as perspectivas de negócios diante da retomada da economia e da boa colheita na maioria das regiões do país", diz o superintendente comercial do banco, Paulo Schuch. A Agrishow 2018 teve início no dia 30 de abril e se encerra na sexta-feira, dia 4 de maio. A feira é uma iniciativa das principais entidades do segmento no país: Abag - Associação Brasileira do Agronegócio, Abimaq - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Anda Associação Nacional para Difusão de Adubos, Faesp - Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB - Sociedade Rural Brasileira. O evento é organizado pela Informa Exhibitions, integrante do Grupo Informa, um dos maiores promotores de feiras, conferências e treinamento do mundo com capital aberto. Arena de Demonstrações de Campo leva conhecimento e tecnologia para os produtores rurais Nesta terça-feira, dia 1° de maio, teve início a programação da Arena de Demonstrações de Campo na 25ª Agrishow - Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação. Com curadoria da Coopercitrus, a Arena tem apresentações marcadas às 10h00 e às 14h00. Marcelo Henrique Bassi, superintendente de tecnologia da Coopercitrus, destaca a importância da atração em uma feira de agronegócio. "Às vezes, um produtor rural não conhece muito bem a aplicabilidade de recursos existentes oferecidos pelo mercado. Mas, neste espaço, ele tem a oportunidade de ter o contato com as tecnologias e saber qual delas se adapta a sua realidade", explica. "As demonstrações dessas tecnologias facilitam o acesso principalmente do pequeno e médio produtor, que podem comparar e aprender como as máquinas podem ajudar e com isso aumentar a sua produção", acrescenta. Para o produtor rural Felipe Loschi, de Montes Claros, MG, que está na Agrishow pela segunda vez, é importante buscar novas tecnologias e, ainda é melhor, quando se pode presenciar os funcionamentos das máquinas no campo. "O serviço de amostragem do solo georeferenciada ajudaria muito no tipo da minha cultura, com ela eu conseguiria analisar a qualidade do meu solo para receber as minhas plantações", avaliou após assistir à apresentação das tecnologias na Arena de Demonstrações de Campo. Entre as tecnologias apresentadas estão a Geofert, serviço de amostragem de solo georeferenciada; carreta de taxa variável, que permite realizar a correção do solo; VANT para realizar o diagnóstico com imagens precisas e de alta resolução as falhas existentes no campo; sistematização, que promove o planejamento de plantio e colheita; plantadora Precision Plant; pulverizador Autopropelido; WeedSeeker;


drone de pulverização e drone de imagens. As apresentações da Arena de Demonstrações de Campo acontecem até o dia 04 de maio e o acesso é feito pela avenida G entre as ruas 14 e 15. Delegação suíça visita Agrishow para conhecer melhor o agro brasileiro Um grupo de 60 empresários, políticos, cientistas e ministros da Suíça está visitando a 25ª Agrishow - Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação. O objetivo da delegação é conhecer melhor o funcionamento do agronegócio brasileiro e iniciar futuros acordos entre os dois países. Nesta terça-feira (1/5), parte da delegação, liderada pelo ministro da Economia, Agricultura, Ciência e Educação, Johann N. Scheider-Ammann, foi recepcionada no estande das entidades realizadoras da feira. Participaram também do encontro, o presidente da Agrishow, Francisco Matturro; o diretor-executivo da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), David Roquetti e Luiz Cornacchioni, diretor da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag). Após agradecer a visita da delegação, o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), João Carlos Marchesan, traçou um rápido cenário sobre as tendências do agronegócio brasileiro. "Nas últimas décadas, a agricultura brasileira passou por uma grande revolução. De importador de alimentos nos anos de 1970, o país passou a ser um dos maiores produtores de alimentos do mundo, com a vantagem de conseguirmos isso por meio de uma das agriculturas mais sustentáveis do planeta", afirmou Marchesan. Além de visitar a feira, a delegação suíça assistirá várias apresentações sobre o atual estágio tecnológico do agronegócio brasileiro e também a respeito dos mais recentes avanços e resultados da produção pelo sistema de Integração Lavoura Pecuária e Floresta (ILPF). Mais informações: AGRISHOW 2018 - 25ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação Data: 30 de abril a 4 de maio de 2018 Local: Rodovia Antônio Duarte Nogueira, Km 321 - Ribeirão Preto (SP) Horário: das 8h às 18h Crédito foto: Divulgação Agrishow/Oficio da Imagem Fonte: Mecânica de Comunicação


Bancos estão otimistas e primeiros resultados já agradam Veículo: Sucesso no Campo - Localidade: JATAI - GO - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 87 cm - Retorno de mídia: R$ 3828,00 Link: https://www.sucessonocampo.com.br/noticias/bancos-estao-otimistas-e-primeiros-resultados-ja-agradam/


Cooperativas de crédito têm perspectivas otimistas para a Agrishow 2018 Veículo: Sucesso no Campo - Localidade: JATAI - GO - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 94 cm - Retorno de mídia: R$ 4136,00 Link: https://www.sucessonocampo.com.br/noticias/cooperativas-de-credito-tem-perspectivas-otimistas-para-a-agrishow-201 8/ Nesta quarta-feira (2/5), a Arena do Conhecimento terá o Fórum Inovação da Abag e o Agroclima Show As 16 cooperativas de crédito ligadas ao Sicoob - Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil pretendem movimentar nos cinco dias da 25ª Agrishow - Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação operações financeiras num total de R$ 250 milhões, um volume R$ 108 milhões acima do montante realizado na feira de 2017. A informação foi dada pelo diretor presidente do Banco Cooperativa do Brasil, Marco Aurélio Borges de Almada Abreu, durante palestra promovida pela instituição nesta terça-feira (1/5) na Arena do Conhecimento. De acordo com Abreu, o segmento de crédito cooperativado vem tendo expressiva expansão nas últimas décadas. "Para se ter uma ideia do crescimento, há 21 anos o Bancoob era o último da lista de 130 instituições financeiras do país e hoje está colocado na sexta posição em termos de patrimônio líquido do sistema financeiro", comentou. No entender do diretor do Bancoob, a estratégia para o crescimento está na metodologia da cooperativa de atender as necessidades que não são atendidas pelo sistema econômico convencional representando pelos grandes bancos. Além do Sicoob, a Arena do Conhecimento teve uma programação de apresentações de outras empresas e instituições. A palestra do Siscom trouxe o gerente de Tecnologia da Informação da Agropecuária Santa Bárbara, Leandro Gomes, para falar sobre a migração da tecnologia analógica para a digital, que foi promovida em todas as fazendas do grupo. De acordo com o executivo, em alguns casos, um funcionário levava até dois dias para se deslocar de uma fazenda ao escritório para resolver um problema por falta de sinal de rádio. "O tempo de resposta para a solução de problemas e o desenvolvimento das atividades no grupo diminuiu com a implantação de rádios digitais", afirmou. A agropecuária Santa Bárbara tem hoje 240 rádios portáteis, 94 em viaturas, 25 unidades fixas de transmissão e 7 repetidoras. Na sequência, Phillip Klien, executivo da OLX Agro Indústria, afirmou que a plataforma digital da empresa voltada para compra e venda de máquinas e implementos agrícolas registrou 8 milhões de buscas no período de um mês. "De janeiro a março deste ano foram comercializados uma média diária de 15 tratores por meio desse canal de vendas", afirmou. Adiantou ainda que o estado de São Paulo liderou nas vendas de máquinas por meio do portal, com 20,5% de participação. Por fim, a PwC trouxe a consultora Ana Paula Malvestio, sócia-líder da Agribusiness Brasil/PwC, que sustentou que o produtor rural está avançado tecnologicamente, mas ainda falha na gestão do seu negócio. "O produtor tornou-se competitivo em muitas commodities, mas ainda tem desequilíbrio na gestão. Uns avançaram, mas muitos ainda estão atrás, e essa organização trará mais sustentabilidade e perenidade dos negócios e resultados", afirmou Ana Paula. A Agrishow 2018 teve início no dia 30 de abril e se encerra na sexta-feira, dia 4 de maio. A feira é uma iniciativa das principais entidades do segmento no país: Abag - Associação Brasileira do Agronegócio, Abimaq - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Anda - Associação Nacional para Difusão de Adubos, Faesp - Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB -Sociedade Rural Brasileira. O evento é organizado pela Informa Exhibitions, integrante do Grupo Informa, um dos maiores promotores de feiras, conferências e treinamento do mundo com capital aberto. Prêmio Máquina do Ano é entregue pela primeira vez na Agrishow O prêmio Machine of the Year (Máquina do Ano), criado na Europa, teve neste ano sua primeira edição brasileira e foi entregue durante a 25ª Agrishow - Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação. A Stara Absoluta foi o destaque, com duas premiações, na categoria Semeadoras e também como a máquina mais votada por agricultores, numa enquete realizada pela internet. Quatro professores, de universidades brasileiras, fizeram as avaliações técnicas das categorias. Em cada uma delas foram avaliados dez itens (qualidade, projeto, inovação, assistência técnica, custos, entre outros), para efeitos de cálculo de pontuação. A vencedora na categoria Colhedora de Cana foi a Valtra BE 1035 Mudas (Valtra), creditada pela organização do evento como "Destaque de Inovação Tecnológica". Na categoria Semeadoras, a premiada foi a Stara Absoluta (Stara). Na categoria Colhedoras de Grãos, a vencedora foi a MF 9895 Plataforma 40 Pés (Massey


Ferguson). E na categoria Pulverizadores, venceu a Jacto Uniport 4530 (Jacto). No encerramento do evento, a Stara Absoluta recebeu a segunda premiação, pelo voto popular. A premiação é promovida pela Revista AGRIWORLD e conta com o apoio da Agrishow. Empresas de insumos investem em consolidação de suas marcas na Agrishow As empresas de insumos participantes da 25ª Agrishow acreditam em bons negócios, mas principalmente na consolidação de suas marcas com os clientes. A SOESP (Sementes Oeste Paulista), de Presidente Prudente (SP), atua em todo o Brasil e exporta sementes de pastagens (dos gêneros Braccharia e Panicum) para 16 países (principalmente Colômbia e México). "A Agrishow abre a safra de sementes", diz a técnica de sementes da SOESP, Andreza Cruz, informando que as novidades na feira são as variedades BRS Ipyporã (bracch) e BRS Quênia (panicum), desenvolvidas em parceria com a Embrapa. Andreza destaca que a empresa busca a consolidação de sua marca e revela projeções de bons negócios, mas que são fechados posteriormente à feira. Os focos da SOESP são a pecuária e a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). Na Agrishow, o destaque da empresa é a solução Advanced, uma tecnologia de tratamento de sementes que possibilita facilidade no plantio em qualquer maquinário, com uniformidade e eficiência. A Santa Clara, com sede em Ribeirão Preto e fábrica em Jaboticabal, atuando em mais de 30 países, também atua no fortalecimento de sua marca, que gera tecnologia e patentes agrícolas para nutrição, proteção e potencializadores vegetais (para aumento de performance de agroquímicos). Segundo o diretor comercial Diego Wyllyam do Vale, a multinacional brasileira está inaugurando no país, durante a Agrishow, a atuação de outra empresa do grupo, a Brazilian Seeds, voltada para pastagem com alta pureza e germinação. Em 2017, a Brazilian Seeds já comercializou no exterior, com boa aceitação. Agora, a meta é o mercado interno. A aposta da Kimberlit, de Olímpia (SP), que também quer consolidar sua marca, é realizar bons negócios com empresas do setor sucroalcooleiro, principalmente com o produto Sollus Dry, da linha Cropper, que é um bioestimulante para plantio e corte de soqueira de cana. Leonardo dos Santos Duarte, consultor técnico comercial de Kimberlit, acredita em aumento de vendas na região onde atua, nas proximidades de Araraquara (SP). "Estou bastante otimista na minha região, esperando aumento de cerca de 50% nos negócios", afirma Duarte. Para alavancar contratos, a Kimberlit trabalha também com as linhas de crédito do Credicitrus para os seus cooperados. Visitas à feira - Nesta quarta-feira, dia 2 de maio, está prevista a visita do ex-Governador de São Paulo Geraldo Alckmin, às 14h00, o ex-Ministro Ciro Gomes, às 15h00, e do presidente da FIESP, Paulo Skaf (sem definição de horário). Hoje, dia 1° de maio, a feira recebeu a visita do ex-prefeito de São Paulo João Doria e ontem, dia 30 de abril, do deputado Jair Bolsonaro. Mais informações: AGRISHOW 2018 - 25ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação Data: 30 de abril a 4 de maio de 2018 Local: Rodovia Antônio Duarte Nogueira, Km 321 Ribeirão Preto (SP) Horário: das 8h às 18h Crédito foto: Divulgação/Oficio da Imagem Foto: Mecânica de Comunicação


Cooperativas de crédito têm perspectivas otimistas para a Agrishow 2018 Veículo: Sucesso no Campo - Localidade: JATAI - GO - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 94 cm - Retorno de mídia: R$ 4136,00 Link: https://www.sucessonocampo.com.br/noticias/cooperativas-de-credito-tem-perspectivas-otimistas-para-a-agrishow-201 8/


A crise já passou e agora é hora de investir, diz ministro da Fazenda Veículo: ACCS - Associação catarinense de criados de suínos - Localidade: Não disponível - ND - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 22 cm - Retorno de mídia: R$ 0,00 Link: http://www.accs.org.br/arquivos_internos/index.php?abrir=noticias&acao=conteudo&id=4198 Home Institucional Diretoria Núcleos e Associações São Miguel do Oeste Xanxere Concórdia Chapecó Braço do Norte Joaçaba Seara Agrolândia Videira Granjas de Material Genético 50 Anos ACCS 55 Anos ACCS Relatórios Anuais Frente Parlamentar Diversos Downloads Concurso de Culinária Custo de Produção Exportações Histórico de Preços Mitos e Verdades da Carne... Relatórios Anuais Galeria de Fotos ACCS 56 Anos de História ACCS comemora 55 anos ACCS na Mídia ACCS promove Assembleia... Encontro de Produtores de... I Leilão de Suínos da TV... IV Encontro de Produtores... Jornal da Pecuária - AO... Lançamento COASC Reinauguração da Central... V Encontro de Produtores... VII Encontro de... Histórico das Agroindústrias Links da Suinocultura Newsletter Notícias Notícias da ACCS Notícias de Mercado Parceiros Previsão do Tempo Treinamentos Dados da Suinocultura Cotações Exportações Histórico de Preços Custo de Produção Agenda ACCS Eventos Presidente Histórico dos Eventos Gastronomia Receitas Consultor Gastronômico Mitos e Verdades da Carne Suína Concurso de Culinária Central de Sêmen Contato: telefone e e-mail Catálogo de Reprodutores Central de Inseminação Fale Conosco O JavaScript está desativado em seu navegador. Ative o JavaScript ou atualize para um navegador compatível com JavaScript para o correto funcionamento do website. Suíno Preço Base Cooper Central Aurora: R$ 2,80 Pamplona: R$ 2,80 BRF (Sadia/Perdigão): R$ 3,00 JBS Foods: R$ 2,90 + Bonificação de Carcaça (Média da Bonificação 10%) Ver Histórico Bolsa de Suínos Santa Catarina: R$ 2,80 São Paulo: R$ 3,20 Minas Gerais: R$ 3,30 Paraná: R$ 3,10 Ver Histórico Mercado de Grãos - Santa Catarina Milho: R$ 43,40 (Referência Copérdia) Farelo de Soja: R$ 1,43 Ver Histórico Links da Suinocultura ABCS ABPA CANAL RURAL CEPEA CIDASC CNA EMBRAPA FAESC SENAR/SC FATMA MAPA MDIC NOTÍCIAS AGRÍCOLAS O PRESENTE RURAL PÁGINA RURAL PORKWORLD SAFRAS & MERCADO SEC. DA AGRICULTURA SUINO.COM SUINOCULTURA INDUSTRIAL TERRA VIVA ou data: NOTÍCIAS DE MERCADO 02/05/2018 às 9h3 A crise já passou e agora é hora de investir, diz ministro da Fazenda Novo titular da pasta, Eduardo Guardia, participou da abertura da 25ª Agrishow, em Ribeirão, fazendo elogios ao setor Compartilhe esta notícia: Eduardo Guardia, ministro da Fazenda Estabilidade econômica, incentivos para pesquisa, investimentos do setor privado, sobretudo em infraestrutura, ambiente regulatório adequado e votação das reformas, incluindo a da Previdência. Esses foram os itens citados como necessários pelo ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, para aumentar a produtividade da agricultura brasileira nos próximos anos. O diagnóstico foi dado na segunda-feira (30/4), na abertura da 25ª Agrishow, em Ribeirão Preto, que, pela primeira vez, teve a participação de um ministro da Fazenda. Os organizadores da Agrishow, que vai até sexta-feira (4/5), esperam um aumento de 8% nos negócios gerados na feira em 2017, quando o movimento atingiu R$ 2,2 bilhões. São esperados mais de 150 mil visitantes do Brasil e do exterior (70 países). Cerca de 800 marcas estão expondo suas marcas na feira. Guardia elogiou o setor que segurou o PIB brasileiro nos últimos anos e disse que a crise econômica já passou e a hora agora é de investir. "Como cidadão e como ministro, sou devedor do agronegócio." O ministro se esquivou de falar sobre taxa de juros ou montante a ser disponibilizado de crédito no novo Plano Safra, que entra em vigor em 1° de julho. Disse apenas que o governo está discutindo as regras com o setor e que vai anunciar na hora certa. A abertura da maior feira do agronegócio da América Latina quase foi eclipsada pela presença do deputado federal Jair Bolsonaro, candidato à Presidência da República. Bolsonaro não fez parte da mesa que teve mais de 30 autoridades, mas sua presença no local do evento gerou tumulto e gritaria de apoiadores. O presidente Michel Temer, que era esperado na abertura, cancelou sua presença na véspera. Entre muitos elogios ao agronegócio, o governador paulista, Márcio França, disse que a Agrishow é o espelho da agricultura que deu certo no país. João Carlos Marchesan, da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), uma das entidades organizadores da Agrishow, enumerou as medidas que o agronegócio espera do governo federal e do Congresso: redução sistemática do custo Brasil, crédito compatível com a atividade, aprovação da reforma da Previdência, simplificação do sistema tributário e revisão das alíquotas de importação. Durante a abertura foram anunciados os vencedores do prêmio Gerdau, em sua 34ª edição. Na categoria agricultura familiar, a vencedora


foi a indústria Jumil, com uma colhedora de forragens. Na agricultura de escala venceu a Jacto, com o equipamento Uniport. Fonte: Globo Rural Comentário Nenhum comentário para esta notícia! Deixe seu Comentário para a notícia "A crise já passou e agora é hora de investir, diz ministro da Fazenda" (*) - Todos os campos são de preenchimento obrigatório. Seu Nome*: Seu E-mail*: (o email não será publicado) Cidade*: Estado*: Selecione AC AL AM AP BA CE DF ES GO MA MG MS MT PA PB PE PI PR RJ RN RO RR RS SC SE SP TO Comentário*: 500 caracteres restantes. Eu li e aceito as regras de publicação de comentários. VER REGRAS Regras: * Os comentários NÃO são publicados automaticamente. * É obrigatório o preenchimento de todos os campos do formulário. * Só serão aceitos comentários dos internautas com identificação completa, nome email, cidade, estado. * Comentários com ofensas e ataques pessoais, palavras de baixo calão ou ofensivas aos costumes e entidades, serão excluídos. * Todos os comentários e questionamentos serão analisados antes de uma possível publicação no site. * Evite escrever em caixa-alta. Na internet, manifestar-se dessa forma é o mesmo que gritar. * Este espaço é destinado somente a comentários. Outros questionamentos, reclamações, etc, devem ser encaminhados à redação pelo "CONTATO". * Aos sábados, domingos e feriados, devido ao esquema de plantão desta redação, os comentários podem não ser publicados. Nesse caso o leitor deve aguardar a possível publicação para o próximo dia útil. * Os comentários publicados no site são de responsabilidade de seus autores e não representam, necessariamente, a nossa opinião. VEJA TAMBÉM - Outras Notícias da Categoria NOTÍCIAS DE MERCADO 02/05/2018 - Governo estuda plano para minimizar desemprego na BRF Funcionários da BRF que trabalham diretamente com o frango destinado a exportação poderão ter o... 30/04/2018 - Governo edita medida provisória e prorroga prazo para adesão ao Refis do Funrural O governo prorrogou na noite desta sexta-feira (27/4) o prazo para produtores rurais e empresas aderirem ao programa de... 30/04/2018 - "Nunca foi o negócio da minha vida", diz Abilio sobre a BRF Após cinco anos à frente do conselho de administração da BRF, o empresário Abilio Diniz disse ter atingido seu objetivo na... 30/04/2018 - Cooperativas catarinenses faturam R$ 32,6 bilhões em receitas e impulsionam a economia O cooperativismo catarinense continua em ascensão e cresceu 36,54% no quadriênio 2014-2017, mantendo uma média... 27/04/2018 - ALERTA: Crise na suinocultura A seca na Argentina, que deve provocar uma quebra na safra de grãos de até 30% neste ano, tem gerado efeito cascata que afeta a... 27/04/2018 - FUNRURAL - Nota Oficial A presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputada federal Tereza Cristina, se reuniu na tarde de quinta-feira... 26/04/2018 - Governo deve editar medida provisória para prorrogar adesão ao Refis do Funrural O governo federal estuda editar medida provisória para dar mais 45 dias para produtores rurais e empresas aderirem ao programa de... 25/04/2018 - Com proximidade da Copa, suinocultores aguardam fim do embargo russo O sofrimento que a cadeia produtiva da carne suína está atravessando é muito grande. Os prejuízos acumulados principalmente nos... 25/04/2018 - ABPA envia carta ao presidente da República 24/04/2018 - Supremo marca para 17 de maio julgamento de embargos do Funrural Supremo Tribunal Federal (STF) pautou para o dia 17 de maio o julgamento de embargos declaratórios sobre a decisão que considerou...


A crise já passou e agora é hora de investir, diz ministro da Fazenda Veículo: ACCS - Associação catarinense de criados de suínos - Localidade: Não disponível - ND - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 22 cm - Retorno de mídia: R$ 0,00 Link: http://www.accs.org.br/arquivos_internos/index.php?abrir=noticias&acao=conteudo&id=4198


Agrishow 2018: Setor de irrigação aposta em tecnologia Veículo: AGROemDIA - Localidade: BRASILIA - DF - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 72 cm - Retorno de mídia: R$ 3168,00 Link: https://agroemdia.com.br/2018/05/02/agrishow-2018-setor-de-irrigacao-aposta-em-tecnologia/ As empresas que atuam no setor de irrigação estão otimistas na Agrishow 2018 - 25ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação, em Ribeirão Preto/SP. A feira conta com Pavilhão de Irrigação, uma área exclusiva para empresas de pequeno porte e startups apresentarem seus produtos e tecnologia para irrigação. Na parte destinada ao conhecimento, estão programados eventos e palestras da Bemad, da Lindsay, da Nelson, Netafim, da Rivulis, Senniger e do Sindag, durante os cinco dias da Agrishow. "A principal razão pelo qual criamos o pavilhão foi abrir uma oportunidade às pequenas empresas, consultores, universidades, órgãos de pesquisa e startups, que já atuam, estão iniciando ou gostariam de atuar na área de irrigação. Nosso objetivo é difundir ainda mais as novas tecnologias e atrair um número maior de profissionais para fomentar o desenvolvimento de nosso mercado", explica Marcus Tessler, presidente da Câmara Setorial de Equipamentos de Irrigação da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (CSEI/ABIMAQ). A Vetro, de Ibaté (SP), que comercializa soluções inteligentes em fibra de vidro, aposta em bons negócios de tubulações, principalmente para irrigação de água e vinhaça no setor sucroalcooleiro. Segundo o gerente comercial, Eduardo Lucas Rodrigues, a empresa depende de projetos em parcerias com empresas de pivô central, pois seus equipamentos fazem a ligação do rio aos pivôs. "Nosso produto tem resistência maior que os tubos de PVC, por exemplo", comenta Rodrigues, sem projetar o volume de negócios, pois depende dos projetos com essas parcerias. A primeira participação foi em 2013, com 15 quilômetros de tubos negociados (cerca de R$ 3 milhões, na época). No mesmo pavilhão, o gerente comercial Guilherme Souza está apresentando o produto Manna Irrigation Intelligence, do grupo israelense Rivulis (a sede no Brasil é em Uberlândia-MG), vendendo o serviço de gestão de irrigação. "Nosso sistema fornece diariamente informações sobre clima, desempenho da lavoura e prescrição de irrigação, tudo via satélite", resume Souza. Essa prestação de serviço custa R$ 50/ha/ano e a meta é negociar R$ 500 mil na Agrishow, além de outro R$ 1 milhão em benefícios indiretos no reflexo de vendas. Há um ano e meio a empresa trabalha com clientes selecionados para gerar suporte cliente-ferramenta. A Agrishow também conta com a participação de grandes empresas do setor de irrigação. A Irrigabrasil, de Pinhais (PR), mostra a barra irrigadora, que substitui o aspersor-canhão, trabalhando com baixa pressão e maior eficiência na aplicação, tanto para hortaliças quanto para cana. "Essa tecnologia chegou ao ponto máximo de desenvolvimento e estamos focando em mudas de cana pré-brotadas", comenta o técnico da Irrigabrasil, Miguel Bento de Assis. Os principais negócios são com produtores de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso. A empresa também acredita em bons negócios em fertirrigação (com o carretel Turbomaq) e com a bomba helicoidal. A fábrica de pivô central Valley (da multinacional norte-americana Valmont), com sede em Uberaba (MG), no Brasil, aposta em repetir o desempenho de outras feiras - cerca de 20% do faturamento da empresa ocorre na Agrishow. Ela só não participou da primeira Agrishow e uma das apostas de 2018 é a telemetria, monitoramento com comando a distância (por celular ou wi-fi via rádio). "Nossa venda está com 70% ligada à telemetria", diz o supervisor regional e vendas Carlos Augusto Ferreira. O custo do software é pela área de gerenciamento, seguindo cada projeto. "Trabalhamos também com instrução aos produtores", emenda Ferreira. A Agrishow começou na segunda (30) e termina na sexta-feira (4). Compartilhe isso: Twitter Facebook Google Curtir isso: Curtir Carregando...


Agrishow 2018: Setor de irrigação aposta em tecnologia Veículo: AGROemDIA - Localidade: BRASILIA - DF - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 72 cm - Retorno de mídia: R$ 3168,00 Link: https://agroemdia.com.br/2018/05/02/agrishow-2018-setor-de-irrigacao-aposta-em-tecnologia/


A crise já passou e agora é hora de investir, diz ministro da Fazenda Veículo: Cap Agroindustrial - Localidade: Não disponível - ND - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 18 cm - Retorno de mídia: R$ 792,00 Link: http://www.cap.ind.br/noticia/a-crise-ja-passou-e-agora-e-hora-de-investir-diz-ministro-da-fazenda.html A crise já passou e agora é hora de investir, diz ministro da Fazenda 02/05/2018 Eduardo Guardia, que assumiu o Ministério da Fazenda recentemente. (Foto: Agência Brasil) Veja Também Preços do açúcar devem continuar fracos nos próximos meses, diz BMI Research Estoques de café da Europa caem 0,26% em fevereiro ante janeiro Teto de shopping em São Paulo vira horta orgânica de 5 mil m² Parcerias público-privadas podem estimular consumo de cacau na Costa do Marfim Estabilidade econômica, incentivos para pesquisa, investimentos do setor privado, sobretudo em infraestrutura, ambiente regulatório adequado e votação das reformas, incluindo a da Previdência. Esses foram os itens citados como necessários pelo ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, para aumentar a produtividade da agricultura brasileira nos próximos anos. O diagnóstico foi dado nesta segunda-feira (30/4), na abertura da 25ª Agrishow, em Ribeirão Preto, que, pela primeira vez, teve a participação de um ministro da Fazenda. Os organizadores da Agrishow, que vai até sexta-feira (4/5), esperam um aumento de 8% nos negócios gerados na feira em 2017, quando o movimento atingiu R$ 2,2 bilhões. São esperados mais de 150 mil visitantes do Brasil e do exterior (70 países). Cerca de 800 marcas estão expondo suas marcas na feira. Guardia elogiou o setor que segurou o PIB brasileiro nos últimos anos e disse que a crise econômica já passou e a hora agora é de investir. "Como cidadão e como ministro, sou devedor do agronegócio." O ministro se esquivou de falar sobre taxa de juros ou montante a ser disponibilizado de crédito no novo Plano Safra, que entra em vigor em 1° de julho. Disse apenas que o governo está discutindo as regras com o setor e que vai anunciar na hora certa. A abertura da maior feira do agronegócio da América Latina quase foi eclipsada pela presença do deputado federal Jair Bolsonaro, candidato à Presidência da República. Bolsonaro não fez parte da mesa que teve mais de 30 autoridades, mas sua presença no local do evento gerou tumulto e gritaria de apoiadores. O presidente Michel Temer, que era esperado na abertura, cancelou sua presença na véspera. Entre muitos elogios ao agronegócio, o governador paulista, Márcio França, disse que a Agrishow é o espelho da agricultura que deu certo no país. João Carlos Marchesan, da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), uma das entidades organizadores da Agrishow, enumerou as medidas que o agronegócio espera do governo federal e do Congresso: redução sistemática do custo Brasil, crédito compatível com a atividade, aprovação da reforma da Previdência, simplificação do sistema tributário e revisão das alíquotas de importação. Durante a abertura foram anunciados os vencedores do prêmio Gerdau, em sua 34ª edição. Na categoria agricultura familiar, a vencedora foi a indústria Jumil, com uma colhedora de forragens. Na agricultura de escala venceu a Jacto, com o equipamento Uniport. Fonte: Revista Globo Rural


A crise já passou e agora é hora de investir, diz ministro da Fazenda Veículo: Cap Agroindustrial - Localidade: Não disponível - ND - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 18 cm - Retorno de mídia: R$ 792,00 Link: http://www.cap.ind.br/noticia/a-crise-ja-passou-e-agora-e-hora-de-investir-diz-ministro-da-fazenda.html


Previsão de alta nas vendas no 2° semestre deve provocar falta de máquinas agrícolas no país, diz Abimaq Veículo: UDOP - Localidade: ARAçATUBA - SP - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 51 cm - Retorno de mídia: R$ 1836,00 Link: http://www.udop.com.br/index.php?item=noticias&cod=1164956 Se optarem por investir em máquinas e implementos agrícolas no segundo semestre, os agricultores brasileiros correm o risco de não ter os equipamentos a pronta entrega. O alerta é de Pedro Estevão Bastos, presidente da Câmara Setorial de Máquinas da Associação Brasileira da Indústria do setor (Abimaq), uma das organizadoras da Agrishow, que começa nesta segunda-feira (30) em Ribeirão Preto (SP). Segundo Bastos, o motivo é o bom momento do agronegócio brasileiro. Além de o país estar colhendo a segunda maior safra de grãos da história, e com bons preços, os fabricantes tiveram aumento de vendas nas feiras anteriores à Agrishow e não conseguiriam se adaptar rapidamente a um grande volume de pedidos, caso eles se concentrem a partir do início de julho, mês em que é divulgado o Plano Safra pelo governo federal. Bastos afirma que se chegou a especular, entre grupos de agricultores, a possibilidade de aguardar uma redução da taxa de juros, prevista pelo plano em função da queda da taxa Selic. Para ele, não é uma boa opção. "Primeiro, porque não sabemos quanto os juros vão cair, se vai ser 1%, 2%. Segundo, porque, se esperar, realmente pode faltar máquina para a safra de verão", afirma. A Câmara Setorial reúne 360 empresas. Em 2017, elas tiveram um aumento de 7% nas vendas em relação a 2016. Para este ano, o crescimento esperado varia entre 5% e 8%, o mesmo percentual da organização da feira. "Na verdade, estamos vendo uma recuperação do mercado, porque as vendas caíram muito em 2015. Mas, estamos bastante otimistas por causa da conjunção favorável de fatores, e a Agrishow reflete o que está acontecendo no mercado", diz. Independente da decisão de esperar ou não para comprar, Bastos diz não acreditar que os negócios na feira serão prejudicados. O motivo, na visão dele, é que os bancos oferecem, durante a Agrishow, condições únicas de financiamento, que não se repetem em outros momentos do ano. A opinião é compartilhada por João Adrien, diretor executivo da Sociedade Rural Brasileira (SRB), outra organizadora da feira. O economista explica que a expectativa de bons negócios na Agrishow é baseada no fato de o produtor brasileiro estar capitalizado. Como o principal mercado no setor de máquinas é soja e o produto vive um dos melhores momentos da história, o otimismo se justifica. "Podemos observar, ainda, que existe um investimento represado. Nos últimos anos, o agricultor não investiu. Acreditamos, também, que o crédito será facilitado porque há disposição dos bancos em emprestar", afirma Adrien. "Outro fator é que a Agrishow é um lugar de redução de preços e oportunidades que não são encontradas a toda hora", completa. Safra Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o país deverá fechar a colheita de grãos este ano com 229,5 milhões de toneladas, número que faz da safra a segunda maior da história, mas 3,4% menor que a do ano passado, quando a produção foi de 237,7 milhões. Não bastasse essa previsão, instabilidades climáticas em outros países da América do Sul comprometeram a produção de soja na Argentina, o que mudou os patamares de preços da oleaginosa no Brasil, cujos valores estão entre os mais altos dos últimos 12 meses. Atentos aos movimentos do mercado, muitos agricultores atrasaram a safra, visando uma melhora ainda maior das condições de venda. Com isso, se comenta nos bastidores da organização da Agrishow que os negócios podem até superar o aumento inicialmente previsto. As primeiras feiras realizadas no ano, em estados como Paraná, Rio Grande do Sul e Goiás, tiveram média de crescimento de 25%. "Os investimentos de longo prazo podem até esperar um pouco, mas os de curto prazo, não, por causa das culturas de inverno. Uma situação que tem se tornado muito comum também é fazer a encomenda durante a Agrishow, com o crédito aprovado, e aguardar as novas taxas de juros do Plano de Safra para poder comprar. Isso tem acontecido muito", conclui Adrien.


Previsão de alta nas vendas no 2° semestre deve provocar falta de máquinas agrícolas no país, diz Abimaq Veículo: UDOP - Localidade: ARAçATUBA - SP - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 51 cm - Retorno de mídia: R$ 1836,00 Link: http://www.udop.com.br/index.php?item=noticias&cod=1164956


Endividamento e capacidade ociosa alta travam recuperação da indústria Veículo: Instituto Aço Brasil - Localidade: São Paulo - SP - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 56 cm - Retorno de mídia: R$ 2464,00 Link: http://www.acobrasil.org.br/site2015/noticia_interna.asp?id=13976 O índice de confiança da atividade recuou em abril e aponta frustração diante de uma retomada mais lenta que o esperado. Perspectiva ainda é de crescimento, mas sem grandes investimentos A recuperação econômica mais lenta que o esperado tem feito a confiança da indústria retrair. O endividamento e a capacidade ociosa ainda elevada impedem investimentos mais robustos e contratações. "O ano começou mais fraco do que se supunha no final de 2017. As expectativas não se tornaram pessimistas, mas de fato houve uma retração", avalia o economista da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Marcelo Azevedo. Ele afirma que a entidade já vislumbrava dificuldades que iriam impedir uma recuperação mais forte. "Não tínhamos expectativas tão otimistas quanto o mercado, que chegou a projetar 3% de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB)." No momento, a CNI mantém sua previsão inicial de crescimento do PIB de 2,6% e de 3% do PIB industrial. "Nós adotamos uma expectativa conservadora de 2% de crescimento do PIB. Algumas projeções foram acima de 3% e houve essa frustração", explica o economista sênior do Banco Mufg Brasil, Carlos Pedroso. Para ambos os economistas, os principais entraves para uma recuperação econômica mais acelerada são o endividamento das empresas e o alto índice de ociosidade da indústria. "A condição financeira é um dos principais fatores para segurar investimentos. O consumidor também está endividado e isso limita a recuperação da demanda e da produção. Tem muita máquina parada ainda", aponta Azevedo. A sondagem industrial da CNI mostra utilização média da capacidade instalada de 66% em março. Isso indica espaço para crescimento sem a necessidade de grandes investimentos em produção e contratações. "A ociosidade é muito grande, precisa ser reduzida antes de se pensar na expansão da indústria", explica Pedroso. "A recuperação lenta adia a decisão de investir mais. Uma empresa precisa estar muito segura da recuperação da demanda para contratar e treinar novos funcionários", complementa Azevedo. Visão da indústria O diretor de competitividade da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Mario Bernardini, considera que houve uma expectativa irreal de crescimento no início do ano. "As empresas estão endividadas, ociosas e sem capacidade de investimento. Está se gastando na substituição de máquinas e não em expansão." A diretora de economia e estatística da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), Fátima Giovanna Coviello Ferreira, aponta uma diminuição de ritmo em relação ao final de 2017, mas ainda com crescimento nas vendas do mercado doméstico. "A percepção é de que está mais lento, mas ainda em um ritmo bom." Ela aponta que a capacidade ociosa do setor está por volta de 20%. "É preciso ocupar esse espaço antes de fazer novos investimentos. Os aportes previstos são para manutenção de equipamentos." O presidente da Freudenberg-NOK na América do Sul, George Rugitsky, acredita que embora o cenário eleitoral incerto tenha influência na confiança, não é um fator tão decisivo ao desempenho da indústria. "Creio que está ocorrendo um descolamento da economia em relação à política devido à inflação e juros baixos e também pela capacidade ociosa, permitindo que volumes adicionais não exijam investimentos. Isso cria uma perspectiva interessante para esse ano, independentemente da oscilação do otimismo em função da incerteza de quem serão os candidatos." Voltar


Endividamento e capacidade ociosa alta travam recuperação da indústria Veículo: Instituto Aço Brasil - Localidade: São Paulo - SP - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 56 cm - Retorno de mídia: R$ 2464,00 Link: http://www.acobrasil.org.br/site2015/noticia_interna.asp?id=13976


Agrishow digital lança conteúdo multimídia sobre agronegócio Veículo: Irrigazine - Localidade: VOTUPORANGA - SP - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 84 cm - Retorno de mídia: R$ 3696,00 Link: https://irrigazine.wordpress.com/2018/05/02/agrishow-digital-lanca-conteudo-multimidia-sobre-agronegocio/ Canal de informação da feira também aumentou a frequência de postagem durante a semana Para promover a difusão de conhecimento técnico e mercadológico e a comunicação com o público durante o ano inteiro, a Agrishow Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação conta com o Agrishow Digital, canal de conteúdo com matérias especiais, artigos, reportagens, entrevistas e dicas em formato de e-books, além de whitepapers, infográficos e artigos técnicos de institutos parceiros, do Brasil e exterior. Neste ano, o Agrishow Digital ganhou um novo endereço na web: http://www.digital.agrishow.com.br, mas também pode ser facilmente acessado pelo site http://www.agrishow.com.br. O canal digital ampliou a forma de levar conhecimento qualificado sobre temas importantes relativos ao agronegócio ao público, por meio do lançamento de conteúdos multimídias, que possibilitam o internauta acessar a informação não apenas em textos, mas também por áudio e vídeo. Os podcasts tratam de assuntos atuais ligados à sustentabilidade, tecnologia e negócios, como por exemplo, como a fertirrigação pode ajudar na produção. Já as animações abordam questões relacionadas ao dia a dia do campo, ao aumento da produtividade e a rentabilidade para o produtor rural, além de apresentar dicas sobre inovações tecnológicas aplicadas no plantio e na colheita. Ainda na página, os visitantes poderão assistir webinários, que serão promovidos nos meses de abril e maio e terão como temas energia solar e irrigação. O canal também traz informações atualizadas sobre a maior feira de tecnologia agrícola da América Latina, na aba "A Agrishow". Para conhecer um pouco mais sobre a história do evento e os depoimentos dos produtores rurais que visitam a feira, basta clicar na aba "Completa de Histórias". A 25ª Agrishow será promovida entre os dias 30 de abril e 4 de maio e reunirá, em Ribeirão Preto, cerca de 800 marcas nacionais e internacionais. A feira é uma iniciativa das principais entidades do segmento no país: Abag - Associação Brasileira do Agronegócio, Abimaq Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Anda - Associação Nacional para Difusão de Adubos, Faesp - Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB - Sociedade Rural Brasileira. O evento é organizado pela Informa Exhibitions, integrante do Grupo Informa, um dos maiores promotores de feiras, conferências e treinamento do mundo com capital aberto. Mais informações: AGRISHOW 2018 - 25ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação Data: 30 de abril a 4 de maio de 2018 Local: Rodovia Antônio Duarte Nogueira, Km 321 Ribeirão Preto (SP) Horário: das 8h às 18h http://www.agrishow.com.br


Agrishow digital lança conteúdo multimídia sobre agronegócio Veículo: Irrigazine - Localidade: VOTUPORANGA - SP - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 84 cm - Retorno de mídia: R$ 3696,00 Link: https://irrigazine.wordpress.com/2018/05/02/agrishow-digital-lanca-conteudo-multimidia-sobre-agronegocio/


Agricultura de precisão e irrigação são destaques na Agrishow 2018 Veículo: MundoCoop - Localidade: São Paulo - SP - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 82 cm - Retorno de mídia: R$ 2952,00 Link: http://www.mundocoop.com.br/agrocoop/agricultura-de-precisao-e-irrigacao-sao-destaques-na-agrishow-2018.html As empresas que atuam com irrigação estão otimistas na Agrishow 2018. Elas integram o Pavilhão de Irrigação, uma área exclusiva para empresas de pequeno porte e startups apresentarem seus produtos e tecnologias reservados à irrigação. Na parte destinada ao conhecimento, estão programados eventos e palestras da Bemad, da Lindsay, da Nelson, Netafim, da Rivulis, Senniger e do Sindag, durante os cinco dias da Agrishow. "A principal razão pelo qual criamos o pavilhão foi abrir uma oportunidade às pequenas empresas, consultores, universidades, órgãos de pesquisa e startups, que já atuam, estão iniciando ou gostariam de atuar na área de irrigação. Nosso objetivo é difundir ainda mais as novas tecnologias e atrair um número maior de profissionais para fomentar o desenvolvimento de nosso mercado", explica Marcus Tessler, presidente da Câmara Setorial de Equipamentos de Irrigação da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (CSEI/ABIMAQ). A Vetro, de Ibaté (SP), que comercializa soluções inteligentes em fibra de vidro, aposta em bons negócios de tubulações, principalmente para irrigação de água e vinhaça no setor sucroalcooleiro. Segundo o gerente comercial, Eduardo Lucas Rodrigues, a empresa depende de projetos em parcerias com empresas de pivô central, pois seus equipamentos fazem a ligação do rio aos pivôs. "Nosso produto tem resistência maior que os tubos de PVC, por exemplo", comenta Rodrigues, sem projetar o volume de negócios, pois depende dos projetos com essas parcerias. A primeira participação foi em 2013, com 15 quilômetros de tubos negociados (cerca de R$ 3 milhões, na época). No mesmo pavilhão, o gerente comercial Guilherme Souza está apresentando o produto Manna Irrigation Intelligence, do grupo israelense Rivulis (a sede no Brasil é em Uberlândia-MG), vendendo o serviço de gestão de irrigação. "Nosso sistema fornece diariamente informações sobre clima, desempenho da lavoura e prescrição de irrigação, tudo via satélite", resume Souza. Essa prestação de serviço custa R$ 50/ha/ano e a meta é negociar R$ 500 mil na Agrishow, além de outro R$ 1 milhão em benefícios indiretos no reflexo de vendas. Há um ano e meio a empresa trabalha com clientes selecionados para gerar suporte cliente-ferramenta. A Agrishow também conta com a participação de grandes empresas do setor de irrigação. A Irrigabrasil, de Pinhais (PR), mostra a barra irrigadora, que substitui o aspersor-canhão, trabalhando com baixa pressão e maior eficiência na aplicação, tanto para hortaliças quanto para cana. "Essa tecnologia chegou ao ponto máximo de desenvolvimento e estamos focando em mudas de cana pré-brotadas", comenta o técnico da Irrigabrasil, Miguel Bento de Assis. Os principais negócios são com produtores de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso. A empresa também acredita em bons negócios em fertirrigação (com o carretel Turbomaq) e com a bomba helicoidal. A fábrica de pivô central Valley (da multinacional norte-americana Valmont), com sede em Uberaba (MG), no Brasil, aposta em repetir o desempenho de outras feiras - cerca de 20% do faturamento da empresa ocorre na Agrishow. Ela só não participou da primeira Agrishow e uma das apostas de 2018 é a telemetria, monitoramento com comando a distância (por celular ou wi-fi via rádio). "Nossa venda está com 70% ligada à telemetria", diz o supervisor regional e vendas Carlos Augusto Ferreira. O custo do software é pela área de gerenciamento, seguindo cada projeto. "Trabalhamos também com instrução aos produtores", emenda Ferreira. Agricultura de precisão - A Agrishow 2018 apresenta muitas novidades para a agricultura de precisão, com o objetivo de melhorar a produção e a produtividade no campo e reduzir o uso de insumos e recursos naturais. A Hexagon Agriculture, com sede em Florianópolis, trouxe para a feira o Hxgn AgrOn Production, equipamento com tecnologia 3D, que controla a máquina no campo, emite os dados para uma central de monitoramento que acompanha online todas as atividades executadas na lavoura, como o controle das aplicações, paradas para descanso do operador e manutenção das máquinas, se caso alguma quebrar um alerta é emitido para que a equipe de manutenção possa resolver o problema na hora, para não interromper o cultivo ou o preparo do solo. Já a Verion mostra para o V COM 10.0 que usa tecnologia via satélite. Por meio de um painel de controle acoplado à máquina agrícola, o produtor consegue controlar a fertilização sólida e líquida, aplicação de defensivos, plantio e o piloto automático do trator, além da barra de luz que serve de guia para mostrar onde foi feita a aplicação na lavoura. O


Delta Force, desenvolvido pela Precision Planting, é um equipamento utilizado na plantadeira com a função de manter uma pressão constante por meio de um pistão hidráulico e um sensor, diferente do sistema de molas que mantém uma só pressão utilizada atualmente pela maioria das máquinas do país. Controlando a pressão linha por linha no solo, ele evita a competição e a divergência na brotação de plantas para que não haja competição pelo espaço e pelos nutrientes disponíveis no solo. Para se ter uma ideia os problemas relacionados ao plantio inadequado na lavoura do milho, por exemplo, representam uma perda de 15% no potencial produtivo da cultura. Reverter isso em todas as culturas agrícolas é meta principal da tecnologia aplicada pela empresa. O post Agricultura de precisão e irrigação são destaques na Agrishow 2018 apareceu primeiro em MundoCoop.


Agricultura de precisão e irrigação são destaques na Agrishow 2018 Veículo: MundoCoop - Localidade: São Paulo - SP - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 82 cm - Retorno de mídia: R$ 2952,00 Link: http://www.mundocoop.com.br/agrocoop/agricultura-de-precisao-e-irrigacao-sao-destaques-na-agrishow-2018.html


Feimec 2018 encerra com balanço positivo Veículo: Portal Radar - Localidade: São Paulo - SP - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 84 cm - Retorno de mídia: R$ 3024,00 Link: http://portalradar.com.br/feimec-2018-encerra-com-balanco-positivo/ Consolidada como uma das principais feiras do setor de máquinas e equipamentos da América Latina, a segunda edição da FEIMEC foi encerrada neste sábado, 28 de abril, no São Paulo Expo. Foram cinco dias de corredores e estandes cheios, muitos negócios realizados e oferta de conteúdo de alta qualidade em mais de 60 horas de seminários, workshops e palestras. Para João Carlos Marchesan, presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, o crescimento de quase 70% na área da FEIMEC de uma edição para outra e a grande quantidade de expositores - 460 empresas que representam quase 1.000 marcas nacionais e internacionais - foram um sinal inequívoco da pujança, confiança e perseverança dos empresários do setor. "A indústria de máquinas e equipamentos está fazendo sua parte, investindo em tecnologia e capacitação. Agora, precisamos que o Governo também faça a parte dele e melhore o ambiente de negócios com as reformas e a redução do custo do investimento. O próximo presidente, quem quer que seja, precisa assumir uma política de Estado voltada para o futuro do Brasil". José Velloso, presidente-executivo da ABIMAQ, ressalta a importância da FEIMEC como propagadora do alto nível da indústria brasileira de máquinas e equipamentos. "Vencemos a última fronteira da tecnologia. O Demonstrador de Manufatura Avançada que trouxemos para a feira é uma prova disso: foi desenvolvido em apenas três meses, com equipamentos e sistemas disponíveis no Brasil e acessíveis aos industriais de todos os segmentos. Esta terceira edição do Demonstrador foi mais compacta, mas muito mais avançada que as anteriores", destaca Velloso. Mais que isso, o dirigente ressalta que por toda a feira os visitantes puderam encontrar máquinas, equipamentos e soluções que atendem os conceitos da Indústria 4.0 e que vão ajudar a indústria brasileira a modernizar suas plantas para ganharem produtividade e se tornarem mais competitivas nos mercados interno e externo. Na avaliação de Marco Basso, presidente da Informa Exhibitions, a segunda edição da FEIMEC representou a retomada da atividade industrial no Brasil ao superar todas as expectativas de visitação, negócios e oferta de conteúdo técnico. "O retorno que tivemos dos expositores foi extremamente positivo, e muitos se mostraram surpresos com a qualificação dos visitantes, a presença de compradores de todas as regiões e a quantidade de marcas nacionais e internacionais representadas na feira". Para colaborar com as exportações da indústria brasileira de bens de capital mecânicos, a FEIMEC abrigou mais uma vez a Rodada Internacional de Negócios, ação de promoção comercial organizada pela ABIMAQ e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Durante dois dias (25 e 26) foram realizadas 170 reuniões entre as 39 empresas brasileiras inscritas e 10 importadores convidados de 5 mercados estratégicos para a indústria brasileira de máquinas e equipamentos: África do Sul, Argentina, Chile, Peru e Rússia. As reuniões geraram negócios da ordem de US$ 9 milhões entre vendas imediatas e prospectadas para os próximos 12 meses. De acordo com os organizadores, a expectativa de 40 mil visitantes foi amplamente superada. A feira recebeu estudantes, profissionais e compradores dos mais diferentes segmentos da indústria, como automóveis e autopeças, petroquímica, alimentos e bebidas, metalurgia, embalagem e rotulagem, construção e infraestrutura, e muitos outros. Inovação O Demonstrador de Manufatura Avançada citado por José Velloso, da ABIMAQ, foi um dos grandes destaques da FEIMEC 2018. Já no terceiro dia da feira, a visitação ao projeto havia superado a da segunda edição, na EXPOMAFE 2017, e a aprovação foi unânime. Isto porque o Demonstrador funcionou como um "laboratório aberto", onde foram mostradas, na prática, 20 tecnologias integradoras de mais de 20 parceiros industriais. Composto pela linha de produção propriamente dita, um cockpit com os sistemas de controle e gestão do processo produtivo e os clusters para apresentação das tecnologias empregadas, o Demonstrador de Manufatura Avançada da FEIMEC 2018 produziu centenas de porta-gadgets que podiam ser customizados pelos convidados. Liderado pela ABIMAQ, o Demonstrador de Manufatura Avançada foi desenvolvido junto com empresas e realização técnica do SENAI. O projeto contou com o patrocínio do BNDES e das empresas Balluff, Beckhoff, Bosch Rexroth, Dassault Systemes, Furukawa, Informa Exhibitions, KUKA, Metal Work, PPI-Multitask, Prensas Schuler, Romi, Schneider, Sick, SKA e TOTVS. Outro destaque da feira foi o Parque de Ideias, iniciativa


pioneira que reuniu algumas das mais importantes instituições de ensino do País: FAAP, FEI, ITA, Instituto Mauá de Tecnologia, UFSC e USP. Todos os dias, o espaço esteve tomado por fabricantes, profissionais da indústria e estudantes, que acompanharam a ampla grade de palestras sobre inovação e puderam conhecer em primeira mão, nos estandes, os projetos dessas universidades para colaborar com o desenvolvimento da indústria. A terceira edição da FEIMEC, em 2020, já está confirmada para os dias 5 a 9 de maio, no São Paulo Expo. (Crédito da imagem: Pepe Guimarães)


Feimec 2018 encerra com balanço positivo Veículo: Portal Radar - Localidade: São Paulo - SP - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 84 cm - Retorno de mídia: R$ 3024,00 Link: http://portalradar.com.br/feimec-2018-encerra-com-balanco-positivo/


Agrishow: Pedro Estevão Veículo: TVTerraViva - Localidade: Não disponível - ND - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 19 cm - Retorno de mídia: R$ 836,00 Link: http://tvterraviva.band.uol.com.br/noticia/100000911753/agrishow-pedro-estevao-.html No Dia Dia Rural desta quarta-feira (02), a repórter Renata Afonso entrevista Pedro Estevão, presidente da Câmara Setorial de Maquinas e Implementos Agrícolas da ABIMAQ, que fala sobre sobre a estatística da feira. Confira a seguir.


Agrishow: Pedro Estevão Veículo: TVTerraViva - Localidade: Não disponível - ND - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 19 cm - Retorno de mídia: R$ 836,00 Link: http://tvterraviva.band.uol.com.br/noticia/100000911753/agrishow-pedro-estevao-.html


Cooperativas de crédito esperam movimentar R$ 250 milhões na Agrishow 2018 Veículo: AGROemDIA - Localidade: BRASILIA - DF - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 65 cm - Retorno de mídia: R$ 2860,00 Link: https://agroemdia.com.br/2018/05/02/cooperativas-de-credito-esperam-movimentar-r-250-milhoes-na-agrishow-2018/ Cooperativismo Notícias 2 de Maio de 2018 0 comentários agrishow, coopertivas, crédito Divulgação/Oficio da Imagem As 16 cooperativas de crédito ligadas ao Sicoob (Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil) pretendem movimentar nos cinco dias da Agrishow 2018 um total de R$ 250 milhões, volume R$ 108 milhões acima do montante das operações realizadas na feira de 2017. A informação foi dada pelo diretor presidente do Banco Cooperativa do Brasil, Marco Aurélio Borges de Almada Abreu, durante palestra na Arena do Conhecimento. De acordo com Abreu, o segmento de crédito cooperativado vem tendo expressiva expansão nas últimas décadas. "Para se ter uma ideia do crescimento, há 21 anos o Bancoob era o último da lista de 130 instituições financeiras do país e hoje está colocado na sexta posição em termos de patrimônio líquido do sistema financeiro." Segundo o diretor do Bancoob, a estratégia para o crescimento está na metodologia da cooperativa de atender as necessidades que não são contempladas pelo sistema econômico convencional, representado pelos grandes bancos. Tecnologia da informação Além do Sicoob, a Arena do Conhecimento teve uma programação de apresentações de outras empresas e instituições. A palestra do Siscom trouxe o gerente de Tecnologia da Informação da Agropecuária Santa Bárbara, Leandro Gomes, para falar sobre a migração da tecnologia analógica para a digital, promovida em todas as fazendas do grupo. Conforme Leandro Gomes, em alguns casos, um funcionário levava até dois dias para se deslocar de uma fazenda ao escritório para resolver um problema por falta de sinal de rádio. "O tempo de resposta para a solução de problemas e o desenvolvimento das atividades no grupo diminuiu com a implantação de rádios digitais." A agropecuária Santa Bárbara tem hoje 240 rádios portáteis, 94 em viaturas, 25 unidades fixas de transmissão e 7 repetidoras. Por fim, a PwC trouxe a consultora Ana Paula Malvestio, sócia-líder da Agribusiness Brasil/PwC, que sustentou que o produtor rural está avançado tecnologicamente, mas ainda falha na gestão do seu negócio. "O produtor tornou-se competitivo em muitas commodities, mas ainda tem desequilíbrio na gestão. Uns avançaram, mas muitos ainda estão atrás, e essa organização trará mais sustentabilidade e perenidade dos negócios e resultados", afirmou Ana Paula. A Agrishow 2018 começou na segunda (30) e termina nesta sexta-feira (4).A feira é uma iniciativa das principais entidades do segmento no país: Abag (Associação Brasileira do Agronegócio), Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), Anda (Associação Nacional para Difusão de Adubos), Faesp (Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo) e SRB (Sociedade Rural Brasileira). Compartilhe isso: Twitter Facebook Google Curtir isso: Curtir Carregando...


Cooperativas de crédito esperam movimentar R$ 250 milhões na Agrishow 2018 Veículo: AGROemDIA - Localidade: BRASILIA - DF - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 65 cm - Retorno de mídia: R$ 2860,00 Link: https://agroemdia.com.br/2018/05/02/cooperativas-de-credito-esperam-movimentar-r-250-milhoes-na-agrishow-2018/


Empresas de armazenagem preveem bons negócios na Agrishow Veículo: Jornal Campo Aberto - Localidade: Não disponível - ND - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 100 cm - Retorno de mídia: R$ 4400,00 Link: http://jornalcampoaberto.com/2018/05/empresas-de-armazenagem-preveem-bons-negocios-na-agrishow/ Formação de condomínios de produtores, conscientização e soluções inovadoras são apostas para diminuir o gargalo da armazenagem de grãos no Brasil Com altas produções e produtividades de grãos na lavoura brasileira, o gargalo do setor ainda é armazenagem. As empresas produtoras de silos trabalham para conscientizar os produtores a investir em armazenagens próprias, ou mesmo em condomínios (ou consórcios), mas avisam que financiamentos e planejamento são essenciais, já que a capacidade de implantar novos projetos não chega a 10%/ano do total do déficit da produção de grãos/ano. Na 25ª Agrishow - Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação, essas empresas demonstram otimismo após os primeiros dias de negociações. "A expectativa do agronegócio para 2018 é bem positiva e esperamos crescer de 20% a 25% em visitantes e propostas de negócios", afirma o diretor comercial da GSI, José Luiz Viscardi, de Marau (RS). Segundo ele, a capacidade das indústrias do setor para diminuir o gargalo de armazenagem é menor que a produção de grãos. O déficit de estocagem é de cerca de 80 milhões de ton/ano (a produção de grãos em 2017 chegou a quase 240 mi/t, ou seja, quatro vezes mais que o déficit). "Em anos bons, as empresas produzem silos para cerca de 8 milhões de toneladas", emenda Viscardi, citando que foram 6 mi/ton em 2017 e não chegou a 5 mi/ton em 2016. Ele menciona que produtores do Paraná já fazem consórcios para investir em armazenagem, dividindo os custos entre eles. O superintendente comercial da Kepler Weber, João Tadeu Vino, informa que a meta é prospectar e captar novos clientes, salientando que o trabalho de pré-venda para fechamento na feira surtiu efeito. A empresa trabalha há três anos com o conceito de projetos de armazenagem inteligente, desenvolvido para garantir melhores resultados, com soluções focadas na preservação da qualidade dos grãos, economia nos custos de operação e segurança nos processos de armazenagem. "Tendo a visão completa do sistema, o produtor pode ter retorno do investimento com mais rapidez", resume. Sobre o conceito de união de produtores para investir em armazenagem, ele usa o termo condomínio. "Dos condomínios existentes do Paraná, 80% foram fornecidos pela nossa empresa; é outro jeito de investir nessa área", explica Vino, que acrescenta: "Outra solução é ter um plano com o governo para zerar o déficit de estocagem, com financiamento e planejamento". A gerente executiva Andrea Hollmann, da CASP, de Amparo (SP), destaca que a empresa tem expectativa de aumento de vendas de 10% em relação ao ano passado, após trabalho pré-feira. "A Agrishow é nossa principal feira e estamos consolidando a marca e recebendo nossos clientes", destaca Andrea, que é coordenadora do grupo de trabalho de armazenagem da Abimaq, que envolve as empresas do setor, promovendo reuniões a cada dois meses para discutir o tema. No primeiro dia da Agrishow já ocorreu uma reunião. "O produtor está preocupado, pois perde dinheiro sem armazenagem", emenda ela. "Estamos conscientizando o produtor rural, que só existem vantagens em armazenagem, e isso já melhorou bastante, pois antes a cultura era apenas em comprar mais terras", enfatiza Andrea. A empresa Silomax, de Rolândia (PR), trabalha forte no segmento de armazenagem e classificação de sementes, principalmente com soja, para que o produtor tenha boas sementes no plantio. Com seus clientes, a indústria também produz silos de armazenagem da produção, e aposta em bons negócios durante a Agrishow. "Nosso objetivo na feira não é fechamento, mas de abertura de novos negócios", diz o representante comercial Washington Luiz Silva, satisfeito com os primeiros resultados no evento. A Agrishow 2018 teve início no dia 30 de abril e se encerra na sexta-feira, dia 4 de maio. A feira é uma iniciativa das principais entidades do segmento no país: Abag - Associação Brasileira do Agronegócio, Abimaq - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Anda - Associação Nacional para Difusão de Adubos, Faesp - Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB - Sociedade Rural Brasileira. O evento é organizado pela Informa Exhibitions, integrante do Grupo Informa, um dos maiores promotores de feiras, conferências e treinamento do mundo com capital aberto. Otimismo no mercado de máquinas e ferramentas da Agrishow A 25ª Agrishow - Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação que se encerra no dia 4 de maio está apresentando as principais novidades do mercado de máquinas e ferramentas para o agronegócio. Alguns expositores desses segmentos comemoram a participação já nos três primeiros dias de evento. A Bristol, de São Jerônimo, no Rio Grande do Sul,


comercializou na Agrishow 2017 R$ 130 mil em equipamentos. "Neste ano, já vendemos R$ 90 mil. Por isso, temos a certeza de que podemos atingir nossa meta, que é de R$ 250 mil", explica Guilherme Silveira, diretor executivo. A empresa trouxe como inovação uma perfuratriz para tratores destinada a linhas de transmissão. A Husqvarna veio com uma novidade, um robô cortador de grama a bateria, que conta com três versões, pequeno, médio e grande e pode cobrir uma área de até 3.200 metros quadrados voltando a base fixa para recarregar automaticamente. O gerente de vendas regional da companhia, Pedro Quevedo, revela que a empresa espera superar os números do ano passado, quando venderam R$ 900 mil em equipamentos. "Nossa meta é alcançar nesta edição R$1,2 milhão", acrescenta. No caso da Stihl, a empresa espera um aumento de 10% no volume de vendas neste ano na feira. A empresa apresenta na Agrishow sua linha a elétrica doméstica para jardinagem, sendo que cada equipamento pesa em média 2,3kg e não é preciso retirar a bateria para recarregar. Por fim, a Tramontina trouxe ferramentas fabricadas em Garibaldi Rio Grande do Sul e uma novidade a Caixa Pickup Box com capacidade para 260 ferramentas, que é colocada em veículos para a manutenção de máquinas no campo, o representante da empresa explicou que a participação deste ano na Agrishow é institucional, para estreitar as relações com os representantes e o consumidor final. Abimaq defende modernização da economia brasileira em palestra na Agrishow "Precisamos de uma política industrial que contribua para modernização da indústria brasileira e assim aumentar a produtividade da economia do País. O Brasil necessita do aumento do consumo de bens de capital, de máquinas. Sabemos que o aumento da produtividade vem das máquinas", assim José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas iniciou sua palestra ontem durante a realização da Agrishow. Segundo Velloso, o Brasil precisa de financiamentos competitivos que sejam compatíveis com o retorno das empresas. É necessária uma reforma monetária que permita a substituição da taxa Selic por uma taxa de juros de curto prazo fixada com valor próximo ou pouco acima da inflação projetada, acrescida do risco País. "Essa taxa - argumentou - deve remunerar os depósitos voluntários e compulsórios dos bancos. Precisamos ainda de uma taxa de longo prazo sendo definida pelo mercado. Continuou sugerindo que os resquícios de indexação de preços e contratos fossem eliminados". Para ele, o País precisa de investimentos. "O investimento de hoje é o crescimento de amanhã. Precisamos de programas de extensão tecnológica, investimento na engenharia brasileira e inserção do Brasil nas cadeias globais. Precisamos reindustrializar o País e precisamos de políticas que priorizem a competitividade e o aumento da participação da indústria de transformação no PIB. O país precisa de uma abertura comercial. NO entanto, esta abertura não pode ser feita de forma ingênua. Para podermos nos inserir nas cadeias globais, antes, necessitamos eliminar os efeitos do "Custo Brasil? na nossa competitividade", conclui. Na sequência, Pedro Estevão, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da ABIMAQ falou das mesmas necessidades na área agrícola, enfatizando a necessidade de financiamentos compatíveis com o retorno das empresas. Mais informações: AGRISHOW 2018 - 25ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação Data: 30 de abril a 4 de maio de 2018 Local: Rodovia Antônio Duarte Nogueira, Km 321 - Ribeirão Preto (SP) Horário: das 8h às 18h www.agrishow.com.br Jornal Campo Aberto com informações de assessoria Compartilhe on Twitter on Facebook on Google+


Empresas de armazenagem preveem bons negócios na Agrishow Veículo: Jornal Campo Aberto - Localidade: Não disponível - ND - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 100 cm - Retorno de mídia: R$ 4400,00 Link: http://jornalcampoaberto.com/2018/05/empresas-de-armazenagem-preveem-bons-negocios-na-agrishow/


Empresas de armazenagem preveem bons negócios na Agrishow Veículo: São Carlos em Rede - Localidade: SÃO CARLOS - SP - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 139 cm - Retorno de mídia: R$ 5004,00 Link: https://saocarlosemrede.com.br/empresas-de-armazenagem-preveem-bons-negocios-na-agrishow/ Com altas produções e produtividades de grãos na lavoura brasileira, o gargalo do setor ainda é armazenagem. As empresas produtoras de silos trabalham para conscientizar os produtores a investir em armazenagens próprias, ou mesmo em condomínios (ou consórcios), mas avisam que financiamentos e planejamento são essenciais, já que a capacidade de implantar novos projetos não chega a 10%/ano do total do déficit da produção de grãos/ano. Na 25ª Agrishow - Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação, essas empresas demonstram otimismo após os primeiros dias de negociações. "A expectativa do agronegócio para 2018 é bem positiva e esperamos crescer de 20% a 25% em visitantes e propostas de negócios", afirma o diretor comercial da GSI, José Luiz Viscardi, de Marau (RS). Segundo ele, a capacidade das indústrias do setor para diminuir o gargalo de armazenagem é menor que a produção de grãos. O déficit de estocagem é de cerca de 80 milhões de ton/ano (a produção de grãos em 2017 chegou a quase 240 mi/t, ou seja, quatro vezes mais que o déficit). "Em anos bons, as empresas produzem silos para cerca de 8 milhões de toneladas", emenda Viscardi, citando que foram 6 mi/ton em 2017 e não chegou a 5 mi/ton em 2016. Ele menciona que produtores do Paraná já fazem consórcios para investir em armazenagem, dividindo os custos entre eles. O superintendente comercial da Kepler Weber, João Tadeu Vino, informa que a meta é prospectar e captar novos clientes, salientando que o trabalho de pré-venda para fechamento na feira surtiu efeito. A empresa trabalha há três anos com o conceito de projetos de armazenagem inteligente, desenvolvido para garantir melhores resultados, com soluções focadas na preservação da qualidade dos grãos, economia nos custos de operação e segurança nos processos de armazenagem. "Tendo a visão completa do sistema, o produtor pode ter retorno do investimento com mais rapidez", resume. Sobre o conceito de união de produtores para investir em armazenagem, ele usa o termo condomínio. "Dos condomínios existentes do Paraná, 80% foram fornecidos pela nossa empresa; é outro jeito de investir nessa área", explica Vino, que acrescenta: "Outra solução é ter um plano com o governo para zerar o déficit de estocagem, com financiamento e planejamento". A gerente executiva Andrea Hollmann, da CASP, de Amparo (SP), destaca que a empresa tem expectativa de aumento de vendas de 10% em relação ao ano passado, após trabalho pré-feira. "A Agrishow é nossa principal feira e estamos consolidando a marca e recebendo nossos clientes", destaca Andrea, que é coordenadora do grupo de trabalho de armazenagem da Abimaq, que envolve as empresas do setor, promovendo reuniões a cada dois meses para discutir o tema. No primeiro dia da Agrishow já ocorreu uma reunião. "O produtor está preocupado, pois perde dinheiro sem armazenagem", emenda ela. "Estamos conscientizando o produtor rural, que só existem vantagens em armazenagem, e isso já melhorou bastante, pois antes a cultura era apenas em comprar mais terras", enfatiza Andrea. A empresa Silomax, de Rolândia (PR), trabalha forte no segmento de armazenagem e classificação de sementes, principalmente com soja, para que o produtor tenha boas sementes no plantio. Com seus clientes, a indústria também produz silos de armazenagem da produção, e aposta em bons negócios durante a Agrishow. "Nosso objetivo na feira não é fechamento, mas de abertura de novos negócios", diz o representante comercial Washington Luiz Silva, satisfeito com os primeiros resultados no evento. A Agrishow 2018 teve início no dia 30 de abril e se encerra na sexta-feira, dia 4 de maio. A feira é uma iniciativa das principais entidades do segmento no país: Abag - Associação Brasileira do Agronegócio, Abimaq - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Anda - Associação Nacional para Difusão de Adubos, Faesp - Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB - Sociedade Rural Brasileira. O evento é organizado pela Informa Exhibitions, integrante do Grupo Informa, um dos maiores promotores de feiras, conferências e treinamento do mundo com capital aberto. Otimismo no mercado de máquinas e ferramentas da Agrishow A 25ª Agrishow - Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação que se encerra no dia 4 de maio está apresentando as principais novidades do mercado de máquinas e ferramentas para o agronegócio. Alguns expositores desses segmentos comemoram a participação já nos três primeiros dias de evento. A Bristol, de São Jerônimo, no Rio Grande do Sul, comercializou na Agrishow 2017 R$ 130 mil em equipamentos. "Neste ano, já vendemos R$ 90 mil. Por isso, temos a certeza de que


podemos atingir nossa meta, que é de R$ 250 mil", explica Guilherme Silveira, diretor executivo. A empresa trouxe como inovação uma perfuratriz para tratores destinada a linhas de transmissão. A Husqvarna veio com uma novidade, um robô cortador de grama a bateria, que conta com três versões, pequeno, médio e grande e pode cobrir uma área de até 3.200 metros quadrados voltando a base fixa para recarregar automaticamente. O gerente de vendas regional da companhia, Pedro Quevedo, revela que a empresa espera superar os números do ano passado, quando venderam R$ 900 mil em equipamentos. "Nossa meta é alcançar nesta edição R$1,2 milhão", acrescenta. No caso da Stihl, a empresa espera um aumento de 10% no volume de vendas neste ano na feira. A empresa apresenta na Agrishow sua linha a elétrica doméstica para jardinagem, sendo que cada equipamento pesa em média 2,3kg e não é preciso retirar a bateria para recarregar. Por fim, a Tramontina trouxe ferramentas fabricadas em Garibaldi Rio Grande do Sul e uma novidade a Caixa Pickup Box com capacidade para 260 ferramentas, que é colocada em veículos para a manutenção de máquinas no campo, o representante da empresa explicou que a participação deste ano na Agrishow é institucional, para estreitar as relações com os representantes e o consumidor final. Abimaq defende modernização da economia brasileira em palestra na Agrishow "Precisamos de uma política industrial que contribua para modernização da indústria brasileira e assim aumentar a produtividade da economia do País. O Brasil necessita do aumento do consumo de bens de capital, de máquinas. Sabemos que o aumento da produtividade vem das máquinas", assim José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas iniciou sua palestra ontem durante a realização da Agrishow. Segundo Velloso, o Brasil precisa de financiamentos competitivos que sejam compatíveis com o retorno das empresas. É necessária uma reforma monetária que permita a substituição da taxa Selic por uma taxa de juros de curto prazo fixada com valor próximo ou pouco acima da inflação projetada, acrescida do risco País. "Essa taxa - argumentou - deve remunerar os depósitos voluntários e compulsórios dos bancos. Precisamos ainda de uma taxa de longo prazo sendo definida pelo mercado. Continuou sugerindo que os resquícios de indexação de preços e contratos fossem eliminados". Para ele, o País precisa de investimentos. "O investimento de hoje é o crescimento de amanhã. Precisamos de programas de extensão tecnológica, investimento na engenharia brasileira e inserção do Brasil nas cadeias globais. Precisamos reindustrializar o País e precisamos de políticas que priorizem a competitividade e o aumento da participação da indústria de transformação no PIB. O país precisa de uma abertura comercial. NO entanto, esta abertura não pode ser feita de forma ingênua. Para podermos nos inserir nas cadeias globais, antes, necessitamos eliminar os efeitos do "Custo Brasil? na nossa competitividade", conclui. Na sequência, Pedro Estevão, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da ABIMAQ falou das mesmas necessidades na área agrícola, enfatizando a necessidade de financiamentos compatíveis com o retorno das empresas. Mais informações: AGRISHOW 2018 - 25ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação Data: 30 de abril a 4 de maio de 2018 Local: Rodovia Antônio Duarte Nogueira, Km 321 - Ribeirão Preto (SP) Horário: das 8h às 18h www.agrishow.com.br Facebook Twitter Google+ Pinterest WhatsApp


Empresas de armazenagem preveem bons negócios na Agrishow Veículo: São Carlos em Rede - Localidade: SÃO CARLOS - SP - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 139 cm - Retorno de mídia: R$ 5004,00 Link: https://saocarlosemrede.com.br/empresas-de-armazenagem-preveem-bons-negocios-na-agrishow/


Bancos estão otimistas e primeiros resultados já agradam Veículo: Agrolink - Localidade: PORTO ALEGRE - RS - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 59 cm - Retorno de mídia: R$ 2124,00 Link: https://www.agrolink.com.br/noticias/bancos-estao-otimistas-e-primeiros-resultados-ja-agradam_406480.html Santander tem linha de crédito pré-aprovada de R$ 1 bilhão e BB, com trabalho pré-feira, já liberou R$ 120 milhões e espera superar os R$ 1,15 bilhão de 2017 em propostas A expectativa dos bancos na 25ª Agrishow - Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação é de aumento de negócios, com resultados positivos já no dia de abertura da feira. O Santander tem uma linha de crédito pré-aprovada de R$ 1 bilhão, segundo o superintendente executivo Brasil, Paulo Cesar Bertolane. "O cliente já vem com carta de crédito pré-aprovada e a documentação para o crédito é analisada na feira", diz Bertolane, otimista quanto às negociações. O Bradesco também está participando da feira. O Sicredi, que tem 116 cooperativas de crédito filiadas, tem linha de financiamento de R$ 100 milhões para o evento. O Banco do Brasil já comemora os primeiros resultados, com meta de superar as propostas de R$ 1,15 bilhão de 2017. O vice-presidente de agronegócios do BB, Tarcísio Hubner, diz que o foco neste ano é na liberação de crédito, não apenas em prospecção para eventuais fechamentos posteriores à feira. Para isso, foi realizado um trabalho pré-feira. O resultado foi comemorado: no primeiro dia de evento foram prospectados mais de R$ 500 milhões. Desse total, linhas de crédito de R$ 120 milhões já foram fechadas e liberadas. A procura de financiamento é mais por máquinas e implementos para grãos, depois para cana. Hubner informa que foi disponibilizado um telão, com painel divulgando os resultados dos negócios na Agrishow, ao lado do estande. O Banco CNH Industrial também tem expectativa de crescimento de financiamento. Segundo o representante comercial da instituição, Fernando Oliveira, o primeiro dia de Agrishow teve crescimento de propostas entre 15% e 20% em relação ao primeiro dia de evento de 2017. "Nossa expectativa é crescer em relação a edição anterior", afirma Oliveira, acrescentando que não há limite para crédito: isso dependerá do crédito de cada cliente. O Banco AGCO Finance também está oferecendo várias opções de crédito para aquisições de máquinas e implementos aos seus clientes, com linhas e taxas especiais. "São boas as perspectivas de negócios diante da retomada da economia e da boa colheita na maioria das regiões do país", diz o superintendente comercial do banco, Paulo Schuch. A Agrishow 2018 teve início no dia 30 de abril e se encerra na sexta-feira, dia 4 de maio. A feira é uma iniciativa das principais entidades do segmento no país: Abag - Associação Brasileira do Agronegócio, Abimaq - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Anda Associação Nacional para Difusão de Adubos, Faesp - Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB - Sociedade Rural Brasileira. O evento é organizado pela Informa Exhibitions, integrante do Grupo Informa, um dos maiores promotores de feiras, conferências e treinamento do mundo com capital aberto.


Bancos estão otimistas e primeiros resultados já agradam Veículo: Agrolink - Localidade: PORTO ALEGRE - RS - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 59 cm - Retorno de mídia: R$ 2124,00 Link: https://www.agrolink.com.br/noticias/bancos-estao-otimistas-e-primeiros-resultados-ja-agradam_406480.html


Feira de equipamentos industriais apresenta demo de Manufatura Avançada Veículo: IP News - Localidade: São Paulo - SP - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 58 cm - Retorno de mídia: R$ 2088,00 Link: https://ipnews.com.br/feira-de-equipamentos-industriais-apresenta-demo-de-manufatura-avancada/ Feimec 2018 contou com uma pequena linha de produção que entregava um porta-gadgets personalizado para visitantes. Linha de produção da demonstração realizada na Feimec 2018 (Foto: Pepe Guimarães). Consolidada como a maior feira do setor de máquinas e equipamentos da América Latina, a segunda edição da Feimec foi encerrada no último sábado (28/4), em São Paulo. O evento se tornou referência em exposição de tecnologias da Indústria 4.0 e apresentou uma demo de Manufatura Avançada, que integrava tecnologia de 20 fornecedores diferentes para entregar um porta-gadgets customizado para os visitantes. EMBRAPII vai à Alemanha para fomentar inovação na área da indústria 4.0 Assim como na edição anterior da Feimec, a intenção era mostrar que é possível entregar, rapidamente, soluções personalizadas aos clientes com uma fábrica totalmente robotizada, sem precisar aumentar os custos de produção. Listado como um laboratório aberto, o demonstrador era composto pela linha de produção propriamente dita, um cockpit com os sistemas de controle e gestão do processo produtivo e os clusters para apresentação das tecnologias empregadas. Segundo José Velloso, presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), entidade que realizou a feira, o demonstrador foi desenvolvido em apenas três meses, com equipamentos e sistemas disponíveis no Brasil e acessíveis aos industriais de todos os segmentos. Foi a terceira vez que o demonstrador foi montado, com a diferença de que foi feito de forma mais compacta, mas com mais tecnologia. Liderado pela Abimaq, o Demonstrador de Manufatura Avançada foi desenvolvido junto com empresas e realização técnica do SENAI. O projeto contou com o patrocínio do BNDES e das empresas Balluff, Beckhoff, Bosch Rexroth, Dassault Systemes, Furukawa, Informa Exhibitions, KUKA, Metal Work, PPI-Multitask, Prensas Schuler, Romi, Schneider, Sick, SKA e TOTVS. Indústria confirma retomada, segundo organizadores Para João Carlos Marchesan, presidente do Conselho de Administração da Abimaq, o crescimento de quase 70% na área da FEIMEC de uma edição para outra e os 460 expositores são um sinal inequívoco da confiança dos empresários do setor. "A indústria de máquinas e equipamentos está fazendo sua parte, investindo em tecnologia e capacitação", diz. Na avaliação de Marco Basso, presidente da Informa Exhibitions, a segunda edição da Feimec representou a retomada da atividade industrial no Brasil ao superar todas as expectativas de visitação, negócios e oferta de conteúdo técnico. De acordo com os organizadores, a expectativa de 40 mil visitantes foi superada. A feira recebeu estudantes, profissionais e compradores dos mais diferentes segmentos da indústria, como automóveis e autopeças, petroquímica, alimentos e bebidas, metalurgia, embalagem e rotulagem, construção e infraestrutura, e muitos outros. A terceira edição da FEIMEC, em 2020, já está confirmada para os dias 5 a 9 de maio, no São Paulo Expo.


Feira de equipamentos industriais apresenta demo de Manufatura Avançada Veículo: IP News - Localidade: São Paulo - SP - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 58 cm - Retorno de mídia: R$ 2088,00 Link: https://ipnews.com.br/feira-de-equipamentos-industriais-apresenta-demo-de-manufatura-avancada/


Agrishow comemora 24 anos e se prepara para crescer Veículo: MundoCoop - Localidade: São Paulo - SP - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Link: http://www.mundocoop.com.br/especial/agrishow-comemora-24-anos-e-se-prepara-para-crescer.html A Agrishow 2018 - 25ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação começou em 30 de abril, com expectativas otimistas para o agronegócio. Na abertura do evento, o presidente da Agrishow, Francisco Matturro, enfatizou que não é o momento de divisão, mas de somar forças, pois o homem do campo depende do morador da cidade, e este também depende do setor rural. O presidente do Conselho da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), João Carlos Marchesan, lembrou que, pela primeira vez, a feira mais importante do agronegócio da América Latina teve a presença de um ministro da Fazenda, Eduardo Guardia. "Isso demonstra o interesse dele em conhecer com mais profundidade o agronegócio", disse Marchesan, citando que o Brasil tem que ajudar a alimentar cerca de 1,3 bilhão de pessoas. Marchesan enfatizou ainda que, em 2017, em plena crise econômica no país, o agronegócio foi o único setor a crescer 13%. "É preciso voltar a acreditar no país, focar na abundância e não na escassez", emendou ele. O secretário da Agricultura do Estado de São Paulo, Francisco Sérgio Ferreira Jardim, ressaltou que o Brasil participará de um evento, no final de maio, na França, onde informará aos outros países que está 100% livre da febre aftosa no rebanho bovino. O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, comentou que trouxe duas mensagens importantes ao setor do agronegócio. A primeira, de confiança, com o Brasil superando a sua crise econômica. E a segunda, de alerta, de previsibilidade para melhorar o ambiente de negócios no país. Segundo ele, também será preciso continuar o processo de reformas iniciadas pelo governo federal. E, ao encerrar a sua fala, como cidadão, fez um agradecimento ao setor do agronegócio, pela sua importância para o país. A solenidade de abertura contou ainda com a participação do governador de São Paulo, Márcio França, que parabenizou o setor do agronegócio pela superação de desafios. Ampliação - No segundo dia do evento, o presidente da Agrishow, Francisco Matturro, comunicou que a 26ª edição, que comemorará os 25 anos de Agrishow, terá total integração entre a área de Demonstrações de Campo e a exposição de máquinas e equipamentos. Com isso, serão agregados diversos espaços (plots) aos 440 mil m², e consequentemente criará novas possibilidades para empresas das áreas de sementes, defensivos e fertilizantes, que poderão realizar experimentos com diversas culturas. A quantidade e o tamanho dos plots ainda está em fase de definição. Para Matturro, esse aprimoramento reforça a importância da feira para o agronegócio brasileiro. "Desde seu início, o evento vem acompanhando o desenvolvimento tecnológico do setor. O agro, ao longo dos últimos anos, tem sido protagonista em diversas frentes, colocando o Brasil em destaque no mundo. Naturalmente, a Agrishow, como a mais importante vitrine do segmento na América Latina, precisaria inovar. E o momento é agora", ressaltou. A nova área deve contribuir com o desenvolvimento de produção sustentável, uma vez que ela se destina somente a pesquisa e desenvolvimento de novas culturas e tecnologias produtivas e terá forte presença de ILPF (Integração Lavoura Pecuária e Floresta). "Em função dessas características, uma das exigências é que o futuro expositor preserve o plot evitando, por exemplo, a colocação de brita, pedra e muito menos qualquer tipo de edificação permanente. Só poderá instalar tendas desde que provisórias", explicou Matturro. Homenagem - Durante a abertura da Agrishow 2018, foi prestada uma homenagem especial ao coordenador da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), Orlando Melo de Castro. Todos os anos, uma homenagem é prestada a uma personalidade ou ação que tenha prestado contribuições relevantes ao agronegócio brasileiro. O homenageado deste ano é formado em engenharia agronômica pela Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (Esalq/USP), turma de 1977. Já no ano seguinte, ingressou como pesquisador no Instituto Agronômico (IAC) na área de conservação de solo, atuando em sistemas de manejo do solo e plantio direto. Já publicou 71 trabalhos científicos no Brasil e no exterior, tendo participado de 19 congressos nacionais e internacionais. O coordenador da APTA participa desde a primeira edição da Agrishow e, durante todos esses anos, trabalhou, juntamente com outros pesquisadores, da consolidação do evento. Também foram homenageados - especificamente pela Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) - quatro empresas que comemoram, neste ano, datas importantes em sua história: Danfoss do Brasil (50 anos), Civemasa (60 anos), Jacto (70 anos) e Baldan (90 anos). O post Agrishow comemora 24 anos e se prepara para crescer apareceu primeiro em MundoCoop.


Agrishow comemora 24 anos e se prepara para crescer Veículo: MundoCoop - Localidade: São Paulo - SP - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Link: http://www.mundocoop.com.br/especial/agrishow-comemora-24-anos-e-se-prepara-para-crescer.html


Radar Television traz a cobertura do 17° Fórum Empresarial Veículo: Portal Radar - Localidade: São Paulo - SP - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 63 cm - Retorno de mídia: R$ 2268,00 Link: http://portalradar.com.br/radar-television-traz-a-cobertura-do-17o-forum-empresarial/ O Radar Television desta segunda-feira (07/05), apresentado por Otavio Neto, traz a cobertura do 17° Fórum Empresarial organizado pelo Grupo de Líderes Empresariais - LIDE. O evento, que aconteceu em Recife, reuniu alguns dos mais importantes líderes políticos e empresariais para relevantes debates sobre o desenvolvimento do Brasil. "Tivemos uma pauta muito positiva durante o Fórum. As discussões foram ponderadas e sensatas. Agora teremos uma eleição pela frente e dependerá dos brasileiros fazerem boas escolhas", aponta Gustavo Ene, CEO do LIDE. Além dos debates, o Fórum contou com uma intensa programação que incluiu visitas Instituto Ricardo Brennand, a oficina de cerâmica de Francisco Brennand e ao Porto Digital do Recife. Confira entrevistas com Leonardo Dantas, Curador do Instituto Ricardo Brennand; Claudio Carvalho, Diretor Executivo da BNZ Associados; Chris Ayrosa, Diretora Geral da Ayrosa & CO. Design de Experiência; Lírio Parisotto, Presidente da Innova; Viviane Senna, Presidente do Instituto Ayrton Senna e Celia Pompeia, Vice-Presidente Executiva do Grupo Doria. De volta a São Paulo, o Radar Television foi conferir a FEIMEC, já consolidada como uma das principais feiras do setor de máquinas e equipamentos da América Latina. "Esta nossa segunda edição é um orgulho para nós. Crescemos 65% em relação a primeira edição", comemora Marco Basso, Presidente da Informa Exhibitions Brasil, promotora do evento. Veja ainda uma entrevista com João Carlos Marchesan, Presidente da ABIMAQ, que fala sobre a indústria 4.0. A capital paulista também foi palco da Expolux, considerada a principal feira para as empresas de iluminação da América Latina. Quem esteve presente no evento foi a STELLA, que oferece soluções completas, aliando alta qualidade e design sofisticado, nas áreas de tecnologia LED e decoração. Laboratório técnico próprio, equipe especializada em pesquisa e desenvolvimento e sistema único de inspeção do processo de fabricação de seus produtos são alguns dos diferenciais da STELLA. Fique por dentro do trabalho - e história - incrível desta empresa em uma entrevista com Lisandro Berlitz, Diretor Geral da Stella. O programa traz ainda como foi a cerimônia de posse da nova diretoria do Conselho de Administração da UBRAFE para o biênio 2018-2020. Otavio Neto entrevistou no evento o presidente reeleito da entidade, Juan Pablo De Vera. Na mesma noite também aconteceu a cerimônia de posse da diretoria executiva da Academia Brasileira de Eventos e Turismo, que deu posse ao novo presidente da Academia, Armando Arruda Pereira Campos Mello. Acompanhe uma entrevista com Armando e fique por dentro dos planos da Academia para os próximos anos. Essas e outras novidades você assiste no Radar Television do dia 07/05/2018, a partir das 22:50 horas, na Rede CNT. REDE CNT - São Paulo - Net Digital 186 ou UHF 27.1 / Rio de Janeiro - Canal 9, Net Digital 22 /Curitiba - Canal 6, Net Digital 6 /Londrina - Canal 7, Net Digital 6 / Brasília - Canal 19, Net Digital 24 /Salvador - Canal 18 / SKY 14 / SKY HD 327-1 / Vivo Satélite 236 / Claro TV canal 15 e mais 70 emissoras em todo o Brasil.


Radar Television traz a cobertura do 17° Fórum Empresarial Veículo: Portal Radar - Localidade: São Paulo - SP - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 63 cm - Retorno de mídia: R$ 2268,00 Link: http://portalradar.com.br/radar-television-traz-a-cobertura-do-17o-forum-empresarial/


FEIMEC 2018 confirma confiança da indústria na retomada do crescimento econômico | Radar Industrial Veículo: Radar Industrial - Localidade: Não disponível - ND - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Link: http://www.radarindustrial.com.br/noticia/feimec-2018-confirma-confianca-da-industria-na-retomada-do-crescimento-eco nomico.aspx Consolidada como a maior feira do setor de máquinas e equipamentos da América Latina, a segunda edição da FEIMEC foi encerrada neste sábado, 28 de abril, no São Paulo Expo. Foram cinco dias de corredores e estandes cheios, muitos negócios realizados e oferta de conteúdo de alta qualidade em mais de 60 horas de seminários, workshops e palestras. Para João Carlos Marchesan, presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, o crescimento de quase 70% na área da FEIMEC de uma edição para outra e a grande quantidade de expositores - 460 empresas que representam quase 1.000 marcas nacionais e internacionais - foram um sinal inequívoco da pujança, confiança e perseverança dos empresários do setor. "A indústria de máquinas e equipamentos está fazendo sua parte, investindo em tecnologia e capacitação. Agora, precisamos que o Governo também faça a parte dele e melhore o ambiente de negócios com as reformas e a redução do custo do investimento. O próximo presidente, quem quer que seja, precisa assumir uma política de Estado voltada para o futuro do Brasil". José Velloso, presidente-executivo da ABIMAQ, ressalta a importância da FEIMEC como propagadora do alto nível da indústria brasileira de máquinas e equipamentos. "Vencemos a última fronteira da tecnologia. O Demonstrador de Manufatura Avançada que trouxemos para a feira é uma prova disso: foi desenvolvido em apenas três meses, com equipamentos e sistemas disponíveis no Brasil e acessíveis aos industriais de todos os segmentos. Esta terceira edição do Demonstrador foi mais compacta, mas muito mais avançada que as anteriores", destaca Velloso. Mais que isso, o dirigente ressalta que por toda a feira os visitantes puderam encontrar máquinas, equipamentos e soluções que atendem os conceitos da Indústria 4.0 e que vão ajudar a indústria brasileira a modernizar suas plantas para ganharem produtividade e se tornarem mais competitivas nos mercados interno e externo. Na avaliação de Marco Basso, presidente da Informa Exhibitions, a segunda edição da FEIMEC representou a retomada da atividade industrial no Brasil ao superar todas as expectativas de visitação, negócios e oferta de conteúdo técnico. "O retorno que tivemos dos expositores foi extremamente positivo, e muitos se mostraram surpresos com a qualificação dos visitantes, a presença de compradores de todas as regiões e a quantidade de marcas nacionais e internacionais representadas na feira". Para colaborar com as exportações da indústria brasileira de bens de capital mecânicos, a FEIMEC abrigou mais uma vez a Rodada Internacional de Negócios, ação de promoção comercial organizada pela ABIMAQ e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Durante dois dias (25 e 26) foram realizadas 170 reuniões entre as 39 empresas brasileiras inscritas e 10 importadores convidados de 5 mercados estratégicos para a indústria brasileira de máquinas e equipamentos: África do Sul, Argentina, Chile, Peru e Rússia. As reuniões geraram negócios da ordem de US$ 9 milhões entre vendas imediatas e prospectadas para os próximos 12 meses. De acordo com os organizadores, a expectativa de 40 mil visitantes foi amplamente superada. A feira recebeu estudantes, profissionais e compradores dos mais diferentes segmentos da indústria, como automóveis e autopeças, petroquímica, alimentos e bebidas, metalurgia, embalagem e rotulagem, construção e infraestrutura, e muitos outros. A terceira edição da FEIMEC, em 2020, já está confirmada para os dias 5 a 9 de maio, no São Paulo Expo. INOVAÇÃO O Demonstrador de Manufatura Avançada citado por José Velloso, da ABIMAQ, foi um dos grandes destaques da FEIMEC 2018. Já no terceiro dia da feira, a visitação ao projeto havia superado a da segunda edição, na EXPOMAFE 2017, e a aprovação foi unânime. Isto porque o Demonstrador funcionou como um "laboratório aberto", onde foram mostradas, na prática, 20 tecnologias integradoras de mais de 20 parceiros industriais. Composto pela linha de produção propriamente dita, um cockpit com os sistemas de controle e gestão do processo produtivo e os clusters para apresentação das tecnologias empregadas, o Demonstrador de Manufatura Avançada da FEIMEC 2018 produziu centenas de porta-gadgets que podiam ser customizados pelos convidados. Liderado pela ABIMAQ, o Demonstrador de Manufatura Avançada foi desenvolvido junto com empresas e realização técnica do SENAI. O projeto contou com o patrocínio do BNDES e das empresas Balluff, Beckhoff, Bosch


Rexroth, Dassault Systemes, Furukawa, Informa Exhibitions, KUKA, Metal Work, PPI-Multitask, Prensas Schuler, Romi, Schneider, Sick, SKA e TOTVS. Outro destaque da feira foi o Parque de Ideias, iniciativa pioneira que reuniu algumas das mais importantes instituições de ensino do País: FAAP, FEI, ITA, Instituto Mauá de Tecnologia, UFSC e USP. Todos os dias, o espaço esteve tomado por fabricantes, profissionais da indústria e estudantes, que acompanharam a ampla grade de palestras sobre inovação e puderam conhecer em primeira mão, nos estandes, os projetos dessas universidades para colaborar com o desenvolvimento da indústria. PALAVRA DO EXPOSITOR Maurício Lopes, gerente responsável pela comercialização de máquinas-ferramenta da ROMI no Brasil e coordenador da Comissão Organizadora da FEIMEC 2018, garante que o objetivo da feira foi alcançado e atendeu às expectativas dos expositores. Para ele, o diferencial desta edição esteve na parceria com os clientes: organizadores e expositores atuaram em conjunto até a concretização do evento. "Essa foi a nossa principal estratégia para promover um bom trabalho e atrair visitantes interessados em fechar negócios", diz Lopes. "A ideia é manter a estratégia para as próximas edições". Falando pela ROMI, patrocinadora da FEIMEC desde a primeira edição, Lopes diz que está otimista com o aquecimento do mercado e que as expectativas da empresa foram superadas. A Romi aproveitou a feira para lançar a Linha D de centros de usinagem vertical, cuja principal característica é proporcionar competitividade aos clientes. "O evento trouxe a resposta esperada no que diz respeito à comercialização dos produtos, relacionamento com o cliente e prospecção de novos contatos". Também da Romi, o chefe de Marketing, Gerson Martins, disse que a FEIMEC se tornou referência no setor, e que a feira está consolidada e apta a atender o mercado. Em sua participação na FEIMEC, a TRUMPF fechou negócios e deixou outros engatilhados. "Vimos que a economia está se recuperando e isso é super positivo", disse João C. Visetti, diretor-presidente da empresa. Ele frisou que percebeu o interesse dos visitantes, que estavam na feira à procura de bons produtos e preços satisfatórios. Para a SCHUNK, a FEIMEC foi de grande importância, principalmente por confirmar a melhora do mercado, com visitantes qualificados. "Nestes cinco dias de feira, discutimos grandes projetos e esperamos, com isso, colher os frutos do investimento feito no evento", diz Mairon Anthero, diretor Administrativo da empresa. O executivo destaca a grande quantidade de visitantes com poder de decisão, tanto de grandes como de pequenas empresas. "O número de visitantes superou as nossas expectativas e o pavilhão atende perfeitamente nossa necessidade. Conseguimos mostrar nossos produtos para os clientes e de que forma atendemos e trabalhamos com a indústria. Sem dúvida nenhuma, a FEIMEC nos trará ótimos resultados até o final do ano". "Tivemos uma grande estreia na FEIMEC. O evento atraiu indústrias de todo o País e também do exterior interessadas em novidades para otimizar seus processos e garantir mais produtividade e economia", ressalta Walter Strebinger, diretor da fabricante de especialidades químicas QUIMATIC TAPMATIC. "Além de gerar um reforço de vendas importante para a nossa expectativa de crescimento anual, a exposição nos permitiu trocar experiências com os visitantes, o que é sempre muito válido para o constante desenvolvimento técnico de nosso portfólio". A ESAB se mostrou positivamente surpreendida com sua participação na FEIMEC. Além dos bons negócios que fez, pelos quais a empresa sentiu o mercado mais otimista, a empresa destacou a organização do evento. Segundo Virgínia Soares, responsável pelo Marketing da empresa, "a diferença está no suporte ao expositor e no relacionamento com o visitante ao longo dos dias de exposição, graças ao trabalho de divulgação pré-evento". De acordo com Ennio Crispino, gerente de Vendas da EUROSTEC, o nível de visitação no estande da empresa superou a expectativa já no primeiro dia da FEIMEC 2018. "Foram fechadas vendas que estavam em andamento antes da feira, bem como outras novas aconteceram ao longo dos cinco dias". Para Crispino, o pós-feira está sendo considerado muito importante para a empresa, em virtude das boas prospecções proporcionadas pela feira. Ricardo Jorge Cruz, gerente geral de Projetos de Vendas da GROB, destacou o nível de visitação: "Ótimo, muitas novidades e negócios realizados desde o primeiro dia". Ele diz que se surpreendeu com a quantidade de segmentos industriais presentes na feira, bem como com o emprenho do evento em estimular projetos de pesquisa e desenvolvimento. "Foi a melhor feira para a Starrett dos últimos anos", comemorou Felipe Fabrega Teixeira, gerente de Produtos da STARRETT. Segundo ele, a FEIMEC incentivou o poder de compra dos visitantes. "A Starrett fechou negócios com a venda de grandes máquinas e conseguiu contato com uma série de distribuidores potenciais". Nas contas do gerente, nesta edição a empresa teve êxito de 15% a 20% nos negócios em comparação com diversas feiras anteriores. A SEW EURODRIVE aproveitou o evento para fixar a sua marca no mercado. Celso Santos Fonseca, gerente regional de Vendas, se mostrou bastante satisfeito com o nível de visitação em seu estande, pois acredita que só assim os negócios acontecem. Para a empresa, o objetivo foi iniciar a negociação com o cliente, dando continuidade após o evento. "A SEW atingiu o resultado esperado, portanto a FEIMEC já pode contar com nossa participação na próxima edição". Para Ricardo Braghittoni, gerente de Vendas da STÄUBLI, o ponto alto da participação da empresa na FEIMEC 2018 foram as vendas dos robôs. "Os negócios foram melhorando a cada dia que passava". A participação de estudantes no evento também chamou a atenção do gerente, que elogiou a parceria entre a feira e Senai. A PRENSAS SCHULER considera


importante estar em uma feira técnica como a FEIMEC para viabilizar o relacionamento com clientes importantes, já que a empresa fecha negócios e trabalha sob encomenda. Segundo a assistente executiva de Marketing Patricia Martins, a divulgação é o principal objetivo da companhia ao participar do evento. "Foi possível mostrar novas tecnologias na feira, o que ajuda no desempenho dos negócios, já que a demanda é o que move a linha de produção da Prensas Schuler". "Full Time" foi o termo usado por Agnes Gedrat, administradora de Vendas e Marketing da HELLER, para descrever o movimento no estante da empresa na feira. A Heller recebeu a visita de clientes potenciais, universitários interessados nas tecnologias da empresa e realizou grandes negócios. Segundo Agnes, a expectativa foi superada tanto em vendas quanto em relacionamento. Um aumento de 30% a 40% nas vendas foi o que a TECNIGRAV conquistou na FEIMEC 2018. Rodrigo Mello, técnico em Vendas, registrou o contentamento da empresa com a feira, principalmente no que diz respeito ao público. "Foi essencial a divulgação pré-feira, de modo que trouxe o cliente até o estande e levou ao fechamento dos negócios". A ABB se surpreendeu com a FEIMEC desde o primeiro dia. Com 10% de crescimento nas vendas durante a feira, a empresa considera que o suporte e organização foram primordiais para o sucesso dos expositores. "A Feimec se consolidou como a melhor das feiras do setor ", disse Jessica Pires, assistente de Marketing da ABB. Também marcando presença na Feimec 2018, a JUNKER se mostrou satisfeita, principalmente pelos bons contatos que fez. Dirk Huber, diretor do grupo Junker no Brasil, destacou que a maioria dos visitantes era tomadora de decisão. "Iniciamos uma negociação e vendemos a máquina no mesmo dia, o que é sinal de sucesso e satisfação". Sobre a participação da CTS (Tecnologias e Serviços de Compressão de Ar) do Grupo Ingersol, Fabio Narahara, líder de Marketing na América Latina para tecnologias e serviços de compressão, ficou surpreso com o movimento tanto de pessoas e oportunidades, quanto nos negócios fechados. "A empresa já planeja estar na próxima edição da feira". Raquel Antonio, especialista de Marketing, avaliou que o grupo teve o retorno esperado de todo o seu investimento na FEIMEC, que mostrou, além de tudo, um reaquecimento do setor. Para a ARO (Gerenciamento de Fluidos), também do Grupo Ingersoll, "a Feimec 2018 foi extremamente positiva", nas palavras de Cristian Drewes, diretor de Vendas. O executivo destacou a quantidade e qualidade do público, que se mostrou interessado nos produtos. Ainda segundo o diretor, foram geradas oportunidades significativas de negócios nesta edição. Primeira Página | Assessoria de Comunicação e Eventos


FEIMEC 2018 confirma confiança da indústria na retomada do crescimento econômico | Radar Industrial Veículo: Radar Industrial - Localidade: Não disponível - ND - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Link: http://www.radarindustrial.com.br/noticia/feimec-2018-confirma-confianca-da-industria-na-retomada-do-crescimento-eco nomico.aspx


Sustentabilidade a favor dos postos de combustíveis Veículo: Gazeta da Semana - Localidade: São Paulo - SP - - 27/04/2018 Editoria: Economia Página: On-Line Centimetragem: 52 cm - Retorno de mídia: R$ 1872,00 Link: http://gazetadasemana.com.br/noticia/17897/sustentabilidade-a-favor-dos-postos-de-combustiveis A fim de reduzir, consideravelmente, o desperdício de água potável nos postos de combustíveis e contribuir para sustentabilidade, hoje, é bastante comum encontrar estabelecimentos que oferecem serviços que utilizam o sistema de captação de águas pluviais. Desde 2010, esse recurso é empregado devido à lei 134/09 feita pelo poder executivo, a qual obriga os postos a instalar captação de fluídos da chuva, com o objetivo de aproveitamento para fins não potáveis. Para compreender melhor a ação, listamos fatores importantes, que vão desde como deve-se instalar, até as novas estratégias utilizadas pelas empresas que decidiram modernizar o método. Sabe-se que para inserção do sistema e reutilização do líquido captado, é necessário cumprir três etapas primordiais. A filtragem dos resíduos é o primeiro estágio. Ela é considerada a mais importante no processamento, já que por esse meio é retirado todos os resíduos existentes. O processo seguinte é descartar a primeira leva filtrada, afim de eliminar sujeiras como: folhas, fezes de animais, objetos, entre outros vestígios, que possam prejudicar a filtragem das próximas remessas. Essa é uma norma feita pela Associação de Normas Técnicas - ABNT, que aconselha descartar cerca de 2 l/m². Na sequência, é indicado que seja feito um armazenamento compatível com a necessidade do posto. Após um planejamento da quantidade de litros que será usado diariamente e o quanto poderá captar, é feito um reservatório, o qual necessita ser higienizado periodicamente. Além de seguir esses passos, os administradores têm que ficar atentos a alguns cuidados essenciais na manutenção do sistema, que deverão ser seguidos diariamente e com muito vigor. Como o indicado no parágrafo acima, que aponta extrema importância o descarte da primeira vazão captada, com o intuito de não misturar o líquido limpo com o sujo. A compatibilidade de litros do reservatório é outro ponto a se atentar, já que deve ser feito um espaço resistente ao peso da água e de possíveis impactos. Aconselha-se que devam ser tanques subterrâneos e pintados internamente, para que haja um bom acondicionamento da água. CAPCHU Mesmo com a utilização das técnicas atuais, pesquisadores da Escola Politecnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) decidiram criar um software com a função de simplificar o dimensionamento dos reservatórios para a captação e aproveitamento de água da chuva. O aplicativo nomeado CAPCHU promete com menos de um minuto cruzar informações com o regime de chuvas locais, e ainda calcular a área disponível para captação do recurso, estimar variações na demanda e volume dos reservatórios, com a finalidade de maximizar o aproveitamento dessa fonte. Além disso, o sistema avalia o tempo de amortização do investimento. Com o uso da ferramenta, a administração e construção têm a vantagem de ter um reservatório dimensionado corretamente e atingir uma economia de tempo significativa na elaboração do projeto. Do modo mais simples de aplicação do projeto até softwares mais avançados, não há dúvidas que a captação e utilização de águas pluviais é um grande ganho para os postos de combustíveis, e cada vez mais, os clientes desses estabelecimentos encontram o recurso ao procurar por serviços que requer o uso da água, como a lavagem de veículos, o famoso "Lava-Rápid0". A vantagem é tanto do empreendedor, pois economiza cerca de 50% em suas contas e contribui para a natureza, com ações sustentáveis, quanto do consumidor, pois a economia gerada para os postos reflete em preços mais baixos e acessíveis. *José Fernandes é administrador e presidente da CSMEPS - Câmara Setorial de Máquinas e Equipamentos para Postos de Serviços e Soluções de Abastecimento da ABIMAQ.


Sustentabilidade a favor dos postos de combustíveis Veículo: Gazeta da Semana - Localidade: São Paulo - SP - - 27/04/2018 Editoria: Economia Página: On-Line Centimetragem: 52 cm - Retorno de mídia: R$ 1872,00 Link: http://gazetadasemana.com.br/noticia/17897/sustentabilidade-a-favor-dos-postos-de-combustiveis


TRANSLIFT amplia foco no desenvolvimento e fabricação de sistemas para intralogística Veículo: Cargo news - Localidade: São Paulo - SP - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 76 cm - Retorno de mídia: R$ 2736,00 Link: http://www.cargonews.com.br/translift-amplia-foco-no-desenvolvimento-e-fabricacao-de-sistemas-para-intralogistica/ Empresa de São Bernardo do Campo tem forte atuação no setor automotivo. Logística 4.0 é um dos motores da decisão A TRANSLIFT Sistemas de Movimentação e Armazenagem (www.transliftbr.com ) é uma empresa 100% brasileira, especializada em projeto, fabricação e integração de sistemas de movimentação de materiais (Intralogística), automação e sistemas de produção industrial. Com sede em São Bernardo do Campo, no Estado de São Paulo, a empresa foi fundada em 2006 e está sob o comando de Jair Alves, seu atual presidente, e tem como missão prover sistemas automatizados, com tecnologia de ponta, que possam aumentar a produtividade, a segurança e promover a conectividade em indústrias de setores diversos da economia. A história da TRANSLIFT Sistemas de Movimentação e Armazenagem está fortemente relacionada à indústria automotiva - montadoras de automóveis, caminhões, tratores, máquinas agrícolas e autopeças - onde tem ampla experiência no desenvolvimento de projetos de equipamentos e soluções de menor complexidade às mais sofisticadas e totalmente automatizadas, em regime Turn Key. Entre seus clientes neste segmento estão Mercedes Benz; Fiat; ZF; Volvo; Honda; Volvo; General Motors; Case New Rolland; Honda; John Deere e Ford, que motivou a abertura de sua filial na Bahia há alguns anos. A empresa está ligada à ABIMAQ (Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos) e à Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e, no total, tem mais de 200 projetos distribuídos em cinco países além do Brasil: Argentina, Chile, Peru, Colômbia, México. Para atender a um nicho que sofria com escassez de fornecedores nacionais, desenvolveu parcerias internacionais com as chinesas ZHD e 9DM Sprocket, e com a Genesis Systems Group, a maior fabricante de sistemas robóticos da América do Norte e, graças a esse acordo, a TRANSLIFT também disponibiliza para o mercado industrial soluções robustas em sistemas de células de solda, Mig Mag, solda por resistência, solda a laser, bem como células de manipulação, montagem, aplicação de adesivos e corte. Além dos Sistemas de Produção, o portfólio da TRANSLIFT Sistemas de Movimentação e Armazenagem reúne, ainda, outros dois grupos de soluções, o de Transportadores Automotivo & Pesado (Transelevadores, Transportadores aéreos, Transportadores de piso, Sistemas AGVs - automated guided vehicles, veículos automaticamente guiados, e Sistemas de Skid) e o de Transportadores Leves (Sistemas AGVs, curvas de roletes, esteiras modulares plásticas, Flow Rack, Picking by Light, Sistemas de transportadores automáticos integrados, Sorters, Transportadores por gravidade e Transportadores de correias planas). Nos dias de hoje, além do setor automotivo, a TRANSLIFT Sistemas de Movimentação e Armazenagem realiza projetos de automatização de processos de movimentação e armazenagem de materiais (Intralogística) e tem como parceiras as empresas Viastore e I9 (desenvolvedora de software WMS). Entre as indústrias que atende estão a de bebidas & alimentos, cosméticos & perfumaria, eletroeletrônicos, ferroviário, implementos agrícolas, vestuário, aeroespacial, autopeças, e-commerce, farmacêutico, galpões industriais, tabaco. Apostando em alta tecnologia como meio de se diferenciar no mercado, ao mesmo tempo que oferece uma solução que tem como proposta automatizar a movimentação de materiais focando a produtividade, a segurança e a conectividade entre os sistemas em centros logísticos, a TRANSLIFT Sistemas de Movimentação e Armazenagem lança em 2018 uma ofensiva no segmento de Intralogística ao desenvolver e fabricar, em território nacional, os Sistemas AGVs (automated guided vehicles, veículos automaticamente guiados). A um valor mais acessível que os sistemas importados e podendo ser financiados através do BNDES Finame, os AGVs estão disponíveis para venda e locação, e incluem forte Pós-vendas, com especialistas para fazer diagnósticos e com estoque de peças local, proporcionando ao cliente uma experiência única de atendimento, alta disponibilidade e tecnologia de última geração. Complementarmente à linha de sistemas e soluções automatizadas para movimentação de materiais (Intralogística), automação e sistemas de produção industrial, a empresa oferece serviços de corte a laser, dobra, solda, caldeiraria e pintura, por meio de seu braço de negócios TRANSLIFT Divisão de Laser, também instalada na planta de São Bernardo do Campo. Por ser uma empresa nacional, todos os sistemas e equipamentos fornecidos pela TRANSLIFT Sistemas de Movimentação e Armazenagem oferecem


o sistema de financiamento BNDES Finame. Sobre a TRANSLIFT A TRANSLIFT Sistemas de Movimentação e Armazenagem (www.transliftbr.com ) é uma empresa 100% brasileira, especializada em projeto, fabricação e integração de sistemas de movimentação de materiais (Intralogística), automação e sistemas de produção industrial. Com sede em São Bernardo do Campo, São Paulo, a empresa foi fundada em 2006 e está atualmente sob comando de Jair Alves, seu presidente, e atua fortemente na indústria automotiva, onde tem ampla experiência em projetos de equipamentos e soluções de menor complexidade às mais sofisticadas e totalmente automatizadas, em regime Turn Key. Assessoria de Imprensa O post TRANSLIFT amplia foco no desenvolvimento e fabricação de sistemas para intralogística apareceu primeiro em CargoNews.


25ª Agrishow é aberta em Ribeirão Preto Veículo: O Defensor - Localidade: Não disponível - ND - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 66 cm - Retorno de mídia: R$ 2904,00 Link: http://www.odefensor.com.br/site/2018/05/02/25a-agrishow-e-aberta-em-ribeirao-preto/ A Agrishow 2018 - 25ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação começou nesta segunda-feira, dia 30 de abril, com expectativas otimistas para o agronegócio. Na abertura do evento, o presidente da Agrishow, Francisco Matturro, enfatizou que não é o momento de divisão, mas de somar forças, pois o homem do campo depende do morador da cidade, e este também depende do setor rural. O presidente do Conselho da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), João Carlos Marchesan, lembrou que, pela primeira vez, a feira mais importante do agronegócio da América Latina teve a presença de um ministro da Fazenda, Eduardo Guardia. "Isso demonstra o interesse dele em conhecer com mais profundidade o agronegócio", disse Marchesan, citando que o Brasil tem que ajudar a alimentar cerca de 1,3 bilhão de pessoas. Marchesan enfatizou ainda que, em 2017, em plena crise econômica no país, o agronegócio foi o único setor a crescer 13%. "É preciso voltar a acreditar no país, focar na abundância e não na escassez", emendou ele. O secretário da Agricultura do Estado de São Paulo, Francisco Sérgio Ferreira Jardim, ressaltou que o Brasil participará de um evento, no final de maio, na França, onde informará aos outros países que está 100% livre da febre aftosa no rebanho bovino. O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, comentou que trouxe duas mensagens importantes ao setor do agronegócio. A primeira, de confiança, com o Brasil superando a sua crise econômica. E a segunda, de alerta, de previsibilidade para melhorar o ambiente de negócios no país. Segundo ele, também será preciso continuar o processo de reformas iniciadas pelo governo federal. E, ao encerrar a sua fala, como cidadão, fez um agradecimento ao setor do agronegócio, pela sua importância para o país. A solenidade de abertura contou ainda com a participação do governador de São Paulo, Márcio França, que parabenizou o setor do agronegócio pela superação de desafios.A Agrishow 2018 é uma iniciativa das principais entidades do segmento no país: Abag - Associação Brasileira do Agronegócio, Abimaq - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Anda - Associação Nacional para Difusão de Adubos, Faesp - Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB - Sociedade Rural Brasileira. O evento é organizado pela Informa Exhibitions, integrante do Grupo Informa, um dos maiores promotores de feiras, conferências e treinamento do mundo com capital aberto. Mais informações: AGRISHOW 2018 - 25ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação Data: 30 de abril a 4 de maio de 2018 Local: Rodovia Antônio Duarte Nogueira, Km 321 - Ribeirão Preto (SP) Horário: das 8h às 18h www.agrishow.com.br O post 25ª Agrishow é aberta em Ribeirão Preto apareceu primeiro em O Defensor.


Primeiro dia da 25ª Agrishow conta com autoridades políticas e homenagem - Revista Agro SA Veículo: Agro S/a - Localidade: Não disponível - ND - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 447 cm - Retorno de mídia: R$ 19668,00 Link: http://revistaagrosa.com.br/eventos/primeiro-dia-da-25a-agrishow-conta-com-autoridades-politicas-e-homenagem/ Home / Blog / Primeiro dia da 25ª Agrishow conta com autoridades políticas e homenagem A Agrishow 2018 - 25ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Açãocomeçou nesta segunda-feira, dia 30 de abril, em Ribeirão Preto (SP), com expectativas otimistas para o agronegócio. Na abertura, o presidente do Francisco Matturro, enfatizou que não é o momento de divisão, mas de somar forças, pois o homem do campo depende do morador da cidade, e este também depende do setor rural. A feira contou com a presença de diversas personalidades, como: opresidente do Conselho da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), João Carlos Marchesan;o governador de São Paulo, Márcio França e o secretário da Agricultura do Estado de São Paulo, Francisco Sérgio Ferreira Jardim. A Agrishow 2018 é uma iniciativa das principais entidades do segmento no país: Abag - Associação Brasileira do Agronegócio, Abimaq - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Anda Associação Nacional para Difusão de Adubos, Faesp - Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB - Sociedade Rural Brasileira. O evento é organizado pela Informa Exhibitions, integrante do Grupo Informa, um dos maiores promotores de feiras, conferências e treinamento do mundo com capital aberto. Coordenador da APTA é homenageado Durante a abertura da Agrishow 2018, foi prestada uma homenagem especial ao coordenador da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), Orlando Melo de Castro. Todos os anos, uma homenagem é prestada a uma personalidade ou ação que tenha prestado contribuições relevantes ao agronegócio brasileiro. Já foram homenageados: Fernando Henrique Cardoso, Geraldo Alckmin, Reinhold Stephanes, João de Almeida Sampaio, Allyson Paulinelli e Roberto Rodrigues. O homenageado deste ano é formado em engenharia agronômica pela Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (Esalq/USP), turma de 1977. Já no ano seguinte, ingressou como pesquisador no Instituto Agronômico (IAC) na área de conservação de solo, atuando em sistemas de manejo do solo e plantio direto. Já publicou 71 trabalhos científicos no Brasil e no exterior, tendo participado de 19 congressos nacionais e internacionais. O coordenador da APTA participa desde a primeira edição da Agrishow e, durante todos esses anos, trabalhou, juntamente com outros pesquisadores, da consolidação do evento. « ? 1 de 3 ? » Leia Também 2° dia da Agrishow 2018:... Ricardo César toma posse em... Agrishow 2018 começa nesta segunda... Sicredi chega ao Distrito Federal Agrifutura discute a inovação no... Dedeagro realiza 1° Dia de... Um dia de Campo em... 8 ° ENCONTRO TÉCNICO DE...


Fomento à indústria 4.0 e internet das coisas precisa avançar Veículo: Anpei - Localidade: São Paulo - SP - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 79 cm - Retorno de mídia: R$ 2844,00 Link: http://anpei.org.br/anpeinews/fomento-industria-4-0-e-internet-das-coisas-precisa-avancar/ 02/05/2018 "Vocês já devem ter ouvido que estamos vivendo uma revolução", foi assim que Carlos Américo Pacheco, diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo da FAPESP, iniciou sua palestra na Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos (Feimec), que ocorre em São Paulo até 28 de abril, reunindo mais de 900 marcas expositoras. Pacheco se refere à transformação promovida pela chamada indústria 4.0, que impactará não apenas os meios de produção industrial, mas a competitividade das empresas, a interação humano-máquina e questões econômicas e sociais. A indústria 4.0 foi o tema central da feira organizada pela Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), entre outras 30 entidades setoriais. A transformação é tamanha e atinge tantos setores que está sendo chamada de quarta revolução industrial. Segundo especialistas presentes em debate sobre o tema na Feimec, para que não se perca em competitividade, há uma necessidade urgente em avançar nos processos de digitalização na indústria e de toda a sua cadeia de valor. "O conceito de indústria 4.0 surgiu na Alemanha há quatro anos para manter o país entre os líderes mundiais. Não há ruptura, o que há é continuidade. Tudo o que se fez na indústria, vai continuar sendo feito, só que com mais eficiência", disse Marcelo Zuffo, professor do Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), que falou na Feimec sobre desafios e oportunidades para o Brasil com a indústria 4.0 e a internet das coisas (IoT, na sigla em inglês). O Brasil tem apresentado alguns planos para inserir a indústria 4.0 no centro de suas estratégias de política industrial e aumentar a competitividade. "Cada país tem desenhado sua estratégia conforme suas necessidades. No Brasil, temos que olhar para a heterogeneidade da indústria. Temos fábricas ainda na primeira fase industrial e uma nata de empresas que estão na fronteira do processo de automação e de produção", disse Pacheco. Nesse contexto, há um conjunto de indústrias no Brasil que precisa ter acesso às principais tecnologias facilitadoras da indústria 4.0, como internet das coisas, big data, robótica avançada, realidade virtual e inteligência artificial. "No entanto, apesar de haver um esforço de difusão da tecnologia, é preciso também estar atento à capacitação tecnológica para essas novas fronteiras", disse Pacheco. O diretor-presidente da FAPESP ressaltou que, com a necessidade de transição para a indústria 4.0, um programa de manufatura avançada deve trabalhar a produtividade da indústria como um todo. "Na FAPESP, financiamos pesquisas científicas. Como podemos contribuir para esse processo de transformação? Vimos que nosso programa de financiamento de startups e empresas inovativas gera um benefício extraordinário e as prepara para a manufatura avançada. Sem dúvida, uma forma de melhorar a indústria brasileira está em financiar essas pequenas empresas", disse. O Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), criado em 1997, tem quatro chamadas ao ano e em 2017 aprovou 237 novas propostas submetidas por startups, pequenas e médias empresas, em um valor total contratado de R$ 79,8 milhões. Salto quântico As oportunidades e os ganhos em competitividade são grandes. Tanto que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) acaba de lançar um novo programa de R$ 5 bilhões para incentivar a indústria 4.0, junto ao Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). A Agenda Brasileira para a Indústria 4.0, do MDIC, prevê ainda destinar recursos para o treinamento em indústria 4.0 de 1,5 mil professores de educação profissional e tecnológica e 10 mil alunos da rede federal. Os recursos serão aplicados, ainda, na criação de até 100 laboratórios voltados à Quarta Revolução Industrial. A Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), também participou da Feimec, apresentando seu modelo de financiamento para projetos de pesquisa e desenvolvimento. Há ainda o Plano Nacional de Internet das Coisas do MCTIC, ainda não lançado. De acordo com o plano de ação, internet das coisas é uma oportunidade única para o crescimento econômico. "Até 2025, a internet das coisas terá um impacto econômico maior do que robótica avançada, tecnologias cloud e até mesmo do que a internet móvel. O impacto esperado no Brasil é de US$ 50 a 200 bilhões por ano, o que representa cerca de 10% do PIB do nosso país", destaca o relatório do plano de ação. Zuffo defende que com esse avanço, se tudo for implementado, a economia "dará um salto quântico". "Desde 2012, há no mundo um computador por ser


humano, como o celular, por exemplo, que tem uma ótima interação humano-máquina. Porém, já saímos dessa proporção e o nosso desafio é saber que teremos milhares de computadores por pessoa na próxima década. Eles estarão cada vez menores, mais baratos e integrados a todas as coisas. A estimativa é que uma pessoa tenha em média 10 mil coisas. Umas mais, outras menos. Será uma avalanche", disse. (Agência FAPESP) The post Fomento à indústria 4.0 e internet das coisas precisa avançar appeared first on .


A crise já passou e agora é hora de investir, diz ministro da Fazenda Veículo: Cap Agroindustrial - Localidade: Não disponível - ND - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 18 cm - Retorno de mídia: R$ 792,00 Link: http://www.cap.ind.br/noticia/a-crise-ja-passou-e-agora-e-hora-de-investir-diz-ministro-da-fazenda A crise já passou e agora é hora de investir, diz ministro da Fazenda 02/05/2018 Eduardo Guardia, que assumiu o Ministério da Fazenda recentemente. (Foto: Agência Brasil) Veja Também Esgoto pode alimentar plantas e gerar economia de R$ 10 milhões na agricultura Preços do açúcar devem continuar fracos nos próximos meses, diz BMI Research Estoques de café da Europa caem 0,26% em fevereiro ante janeiro Teto de shopping em São Paulo vira horta orgânica de 5 mil m² Estabilidade econômica, incentivos para pesquisa, investimentos do setor privado, sobretudo em infraestrutura, ambiente regulatório adequado e votação das reformas, incluindo a da Previdência. Esses foram os itens citados como necessários pelo ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, para aumentar a produtividade da agricultura brasileira nos próximos anos. O diagnóstico foi dado nesta segunda-feira (30/4), na abertura da 25ª Agrishow, em Ribeirão Preto, que, pela primeira vez, teve a participação de um ministro da Fazenda. Os organizadores da Agrishow, que vai até sexta-feira (4/5), esperam um aumento de 8% nos negócios gerados na feira em 2017, quando o movimento atingiu R$ 2,2 bilhões. São esperados mais de 150 mil visitantes do Brasil e do exterior (70 países). Cerca de 800 marcas estão expondo suas marcas na feira. Guardia elogiou o setor que segurou o PIB brasileiro nos últimos anos e disse que a crise econômica já passou e a hora agora é de investir. "Como cidadão e como ministro, sou devedor do agronegócio." O ministro se esquivou de falar sobre taxa de juros ou montante a ser disponibilizado de crédito no novo Plano Safra, que entra em vigor em 1° de julho. Disse apenas que o governo está discutindo as regras com o setor e que vai anunciar na hora certa. A abertura da maior feira do agronegócio da América Latina quase foi eclipsada pela presença do deputado federal Jair Bolsonaro, candidato à Presidência da República. Bolsonaro não fez parte da mesa que teve mais de 30 autoridades, mas sua presença no local do evento gerou tumulto e gritaria de apoiadores. O presidente Michel Temer, que era esperado na abertura, cancelou sua presença na véspera. Entre muitos elogios ao agronegócio, o governador paulista, Márcio França, disse que a Agrishow é o espelho da agricultura que deu certo no país. João Carlos Marchesan, da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), uma das entidades organizadores da Agrishow, enumerou as medidas que o agronegócio espera do governo federal e do Congresso: redução sistemática do custo Brasil, crédito compatível com a atividade, aprovação da reforma da Previdência, simplificação do sistema tributário e revisão das alíquotas de importação. Durante a abertura foram anunciados os vencedores do prêmio Gerdau, em sua 34ª edição. Na categoria agricultura familiar, a vencedora foi a indústria Jumil, com uma colhedora de forragens. Na agricultura de escala venceu a Jacto, com o equipamento Uniport. Fonte: Revista Globo Rural


Previsão de alta nas vendas no 2° semestre deve provocar falta de máquinas agrícolas no país, diz Abimaq Veículo: Cimm - Localidade: São Paulo - SP - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 23 cm - Retorno de mídia: R$ 828,00 Link: https://www.cimm.com.br/portal/noticia/exibir_noticia/16682-previsao-de-alta-nas-vendas-no-2o-semestre-deve-provoca r-falta-de-maquinas-agricolas-no-pais-diz-abimaq Se optarem por investir em máquinas e implementos agrícolas no segundo semestre, os agricultores brasileiros correm o risco de não ter os equipamentos a pronta entrega. O alerta é de Pedro Estevão Bastos, presidente da Câmara Setorial de Máquinas da Associação Brasileira da Indústria do setor (Abimaq), uma das organizadoras da Agrishow, que começa nesta segunda-feira (30) em Ribeirão Preto (SP). Segundo Bastos, o motivo é o bom momento do agronegócio brasileiro. Além de o país estar colhendo a segunda maior safra de grãos da história, e com bons preços, os fabricantes tiveram aumento de vendas nas feiras anteriores à Agrishow e não conseguiriam se adaptar rapidamente a um grande volume de pedidos, caso eles se concentrem a partir do início de julho, mês em que é divulgado o Plano Safra pelo governo federal. Leia a notícia na íntegra no site do G1.


Agrishow aposta em compradores internacionais para aumentar faturamento Veículo: Canal Rural - Localidade: São Paulo - SP - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 97 cm - Retorno de mídia: R$ 29100,00 Link: http://www.canalrural.com.br/noticias/feiras-eventos/agrishow-aposta-compradores-internacionais-para-aumentar-fatura mento-74163 Considerada uma das mais importantes vitrines tecnológicas do país, a Agrishow, feira realizada em Ribeirão Preto (SP), aposta em compradores internacionais para elevar o faturamento. A rodada de negócios promovida pela organização do evento aproxima empresas brasileiras e clientes de diversas partes do mundo. Com isso, a expectativa da feira é a de superar a marca de US$ 17 milhões em vendas de máquinas agrícolas ao mercado externo, atingida em 2017. Nesta edição da Agrishow, foi realizada a 19ª rodada internacional de negócios. Mais de 300 encontros entre brasileiros e estrangeiros foram agendados. A gerente de mercado externo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Patricia Gomes, conta que a prospecção de clientes começa cinco meses antes do início da feira. Segundo ela, são analisados dados econômicos e quantitativos para identificar possibilidades de negócios e bons pagadores, elegendo, assim, países prioritários para a busca de compradores. Para superar o nível de negócios internacionais do ano passado, a rodada vai reunir mais de 60 empresas brasileiras e 16 compradores do exterior. "As empresas que têm interesse em participar e fomentar as exportações se inscrevem em um portal feito em parceria entre a Abimaq e Apex [Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos]. Depois a gente insere as informações dos compradores que foram selecionados e esse sistema vai gerar um encontro de interesses", diz Patricia Gomes. A fabricante brasileira de máquinas e implementos agrícolas Jan quer atuar no Leste Europeu. Após o cadastro no sistema foram agendadas treze reuniões com clientes da região. Para o representante de vendas da empresa Heitor Kunzler, a rodada de negócios da Agrishow é uma oportunidade para atrair um novo comprador. "Aqui ele pode ver os equipamentos in loco e não apenas o material de divulgação, e isso dá uma dinâmica mais interessante, tendo esses visitantes aqui, conhecendo eles e tratando de negócios dentro da nossa casa", afirma Kunzler. Já o peruano Giorgio Huget, por outro lado, compareceu à Agrishow em busca de máquinas para plantio e colheita de arroz. "O maquinário brasileiro tem um boa relação entre qualidade e preço e é muito adequado para o mercado peruano", diz.


AGRISHOW 2018: Bancos estão otimistas e primeiros resultados agradam Veículo: Investimentos e Notícias - Localidade: São Paulo - SP - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 64 cm - Retorno de mídia: R$ 2304,00 Link: http://investimentosenoticias.com.br/noticias/negocios/agrishow-2018-bancos-estao-otimistas-e-primeiros-resultados-ag radam A expectativa dos bancos na 25ª Agrishow - Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação é de aumento de negócios, com resultados positivos já no dia de abertura da feira. O Santander tem uma linha de crédito pré-aprovada de R$ 1 bilhão, segundo o superintendente executivo Brasil, Paulo Cesar Bertolane. 'O cliente já vem com carta de crédito pré-aprovada e a documentação para o crédito é analisada na feira', diz Bertolane, otimista quanto às negociações. O Bradesco também está participando da feira. O Sicredi, que tem 116 cooperativas de crédito filiadas, tem linha de financiamento de R$ 100 milhões para o evento. O Banco do Brasil já comemora os primeiros resultados, com meta de superar as propostas de R$ 1,15 bilhão de 2017. O vice-presidente de agronegócios do BB, Tarcísio Hubner, diz que o foco neste ano é na liberação de crédito, não apenas em prospecção para eventuais fechamentos posteriores à feira. Para isso, foi realizado um trabalho pré-feira. O resultado foi comemorado: no primeiro dia de evento foram prospectados mais de R$ 500 milhões. Desse total, linhas de crédito de R$ 120 milhões já foram fechadas e liberadas. A procura de financiamento é mais por máquinas e implementos para grãos, depois para cana. Hubner informa que foi disponibilizado um telão, com painel divulgando os resultados dos negócios na Agrishow, ao lado do estande. O Banco CNH Industrial também tem expectativa de crescimento de financiamento. Segundo o representante comercial da instituição, Fernando Oliveira, o primeiro dia de Agrishow teve crescimento de propostas entre 15% e 20% em relação ao primeiro dia de evento de 2017. 'Nossa expectativa é crescer em relação a edição anterior', afirma Oliveira, acrescentando que não há limite para crédito: isso dependerá do crédito de cada cliente. O Banco AGCO Finance também está oferecendo várias opções de crédito para aquisições de máquinas e implementos aos seus clientes, com linhas e taxas especiais. 'São boas as perspectivas de negócios diante da retomada da economia e da boa colheita na maioria das regiões do país', diz o superintendente comercial do banco, Paulo Schuch. A Agrishow 2018 teve início no dia 30 de abril e se encerra na sexta-feira, dia 4 de maio. A feira é uma iniciativa das principais entidades do segmento no país: Abag - Associação Brasileira do Agronegócio, Abimaq Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Anda - Associação Nacional para Difusão de Adubos, Faesp - Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB - Sociedade Rural Brasileira. O evento é organizado pela Informa Exhibitions, integrante do Grupo Informa, um dos maiores promotores de feiras, conferências e treinamento do mundo com capital aberto. (Redação - Investimentos e Notícias)


Agrishow aposta em compradores internacionais para aumentar faturamento Veículo: Notícias do Brasil - Localidade: Não disponível - ND - - 03/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 56 cm - Retorno de mídia: R$ 2464,00 Link: http://brasilfestchicago.com/agrishow-aposta-em-compradores-internacionais-para-aumentar-faturamento/ Considerada uma das mais importantes vitrines tecnolgicas do pas, a Agrishow, feira realizada em Ribeiro Preto (SP), aposta em compradores internacionais para elevar o faturamento. A rodada de negcios promovida pela organizao do evento aproxima empresas brasileiras e clientes de diversas partes do mundo. Com isso, a expectativa da feira a de superar a marca de US$ 17 milhes em vendas de mquinas agrcolas ao mercado externo, atingida em 2017. Nesta edio da Agrishow, foi realizada a 19 rodada internacional de negcios. Mais de 300 encontros entre brasileiros e estrangeiros foram agendados. A gerente de mercado externo da Associao Brasileira da Indstria de Mquinas e Equipamentos (Abimaq), Patricia Gomes, conta que a prospeco de clientes comea cinco meses antes do incio da feira. Segundo ela, so analisados dados econmicos e quantitativos para identificar possibilidades de negcios e bons pagadores, elegendo, assim, pases prioritrios para a busca de compradores. Para superar o nvel de negcios internacionais do ano passado, a rodada vai reunir mais de 60 empresas brasileiras e 16 compradores do exterior. "As empresas que tm interesse em participar e fomentar as exportaes se inscrevem em um portal feito em parceria entre a Abimaq e Apex [Agncia Brasileira de Promoo de Exportaes e Investimentos]. Depois a gente insere as informaes dos compradores que foram selecionados e esse sistema vai gerar um encontro de interesses", diz Patricia Gomes. A fabricante brasileira de mquinas e implementos agrcolas Jan quer atuar no Leste Europeu. Aps o cadastro no sistema foram agendadas treze reunies com clientes da regio. Para o representante de vendas da empresa Heitor Kunzler, a rodada de negcios da Agrishow uma oportunidade para atrair um novo comprador. "Aqui ele pode ver os equipamentos in loco e no apenas o material de divulgao, e isso d uma dinmica mais interessante, tendo esses visitantes aqui, conhecendo eles e tratando de negcios dentro da nossa casa", afirma Kunzler. J o peruano Giorgio Huget, por outro lado, compareceu Agrishow em busca de mquinas para plantio e colheita de arroz. "O maquinrio brasileiro tem um boa relao entre qualidade e preo e muito adequado para o mercado peruano", diz. Source


Aumento da produtividade depende da venda de máquinas, diz executivo da Abimaq na Agrishow Veículo: EAE Máquinas - Localidade: São Paulo - SP - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 65 cm - Retorno de mídia: R$ 2860,00 Link: https://www.eaemaquinas.com.br/negocios/aumento-da-produtividade-depende-da-venda-de-maquinas-diz-executivo-d a-abimaq-na-agrishow/ "Precisamos de uma política industrial que contribua para modernização da indústria brasileira e assim aumentar a produtividade da economia do País. O Brasil necessita do aumento do consumo de bens de capital, de máquinas. Sabemos que o aumento da produtividade vem das máquinas". Essa é a constatação de José Velloso, presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas (Abimaq), ao abordar as soluções para o setor durante palestra na Agrishow (30/04 a 04/05). Segundo Velloso, o Brasil precisa de financiamentos competitivos que sejam compatíveis com o retorno das empresas. É necessária uma reforma monetária que permita a substituição da taxa Selic por uma taxa de juros de curto prazo fixada com valor próximo ou pouco acima da inflação projetada, acrescida do risco País. "Essa taxa - argumentou - deve remunerar os depósitos voluntários e compulsórios dos bancos. Precisamos ainda de uma taxa de longo prazo sendo definida pelo mercado. Continuou sugerindo que os resquícios de indexação de preços e contratos fossem eliminados". Para ele, o País precisa de investimentos. "O investimento de hoje é o crescimento de amanhã. Precisamos de programas de extensão tecnológica, investimento na engenharia brasileira e inserção do Brasil nas cadeias globais. Precisamos reindustrializar o País e precisamos de políticas que priorizem a competitividade e o aumento da participação da indústria de transformação no PIB. O país precisa de uma abertura comercial. NO entanto, esta abertura não pode ser feita de forma ingênua. Para podermos nos inserir nas cadeias globais, antes, necessitamos eliminar os efeitos do "Custo Brasil? na nossa competitividade". (Fonte: Assessoria de Imprensa) Categoria Feeds, Negócios Recomendado Abimaq Agrishow 2018 Feeds Negócios Saiba Mais Saiba Mais PUBLICIDADE Receba de graça informações com as principais novidades do mercado


Agrishow 2018 debate como tornar mais confiável a previsão do tempo Veículo: Revista Cafeicultura - Localidade: GUAXUPE - MG - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 68 cm - Retorno de mídia: R$ 2448,00 Link: http://revistacafeicultura.com.br/index.php?tipo=ler&mat=66156&agrishow-2018-debate-como-tornar-mais-confiavel-a-pr evisao-do-tempo.html A Arena das Demonstrações de Campo continua com sua programação em dois horários (10h e 14h). Ainda acontecerá o Workshop Caminhos do Leite Criar uma plataforma capaz de integrar as 500 estações meteorológica existentes hoje no sistema brasileiro de previsão do tempo, com as centenas de estações privadas instaladas pelos produtores rurais em suas fazendas. Essa medida representaria uma expressiva melhoria na qualidade das previsões meteorológicas utilizadas na agricultura. Essa avaliação foi consenso entre os participantes do painel "O Clima no Brasil em 2018 e seu Impacto nas Safras 2018/2019", promovido nesta quarta-feira (2), pela Climatempo, na Arena do Conhecimento da 25ª Agrishow - Feira Internacional de Tecnologia Agrícola. "O compartilhamento de informações e dados entre o maior número possível de estações medidoras é essencial para dar maior confiabilidade nas previsões, que é instrumento fundamental para a tomada de decisão dos produtores rurais", afirmou Carlos Magno, presidente da Climatempo. "Na maioria das culturas agrícolas, a janela climatológica para plantio ou colheita costuma ser muito estreita. Em razão disso, ter uma previsão que seja a mais confiável possível, é fundamental para o produtor, pois, sobretudo no caso de grandes plantações, um erro pode representar a diferença entre lucro ou prejuízo", afirmou Júlio Cézar Busato, presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), um dos participantes do painel. No painel seguinte, Evaristo de Miranda, chefe-geral da Embrapa Territorial proferiu a palestra Atribuição, uso e gestão de terras e a Agricultura 4.0 enfatizando ser necessário buscar o dado correto. Segundo ele, existe uma grande quantidade de informações, a partir de sensores das máquinas agrícolas, de estações meteorológicas, disponíveis na internet. "Mas precisamos buscar o right data, ou seja, os dados corretos, para facilitar o trabalho no campo, se tiver que combater a ferrugem, por exemplo", resumiu Miranda, destacando que os dados não seriam restritos a previsões do tempo, mas com dados mais precisos nas lavouras. Miranda citou que um projeto-piloto, envolvendo Climatempo e Embrapa Territorial, denominado Agroeste, com produção de algodão, deve começar, em breve, um projeto na Bahia, com a intenção de ter dados mais corretos. Ele enfatizou que os grandes produtores terão informações mais rápidas, mas que os pequenos, por meio de cooperativas organizadas, também poderão melhorar a comunicação no campo. Do painel participou ainda Danielle Bressiani, gerente de P&D do Labs Climatempo, que apresentou o aplicativo Agroclima PRO. E Rafael Guimarães, presidente da Hughes Brasil, destacou que a empresa terá, até o final deste ano, cerca de 4.900 cidades com cobertura de internet por satélite. Segundo ele, 22% dos domicílios rurais do país ainda estão sem conexão com a internet, principalmente na região Norte. O escritor José Luiz Tejon, que foi o moderador do painel, destacou: "Quanto mais bem coordenadas as cadeias produtivas, menos incertezas". E acrescentou que, com cerca de 500 estações meteorológicas conectadas por satélite, o Brasil tem possibilidade de ter informações detalhadas, similares às existentes nos Estados Unidos. "O tempo é hoje, agora", finalizou. A Agrishow 2018 teve início no dia 30 de abril e se encerra na sexta-feira, dia 4 de maio. A feira é uma iniciativa das principais entidades do segmento no país: Abag - Associação Brasileira do Agronegócio, Abimaq - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Anda - Associação Nacional para Difusão de Adubos, Faesp - Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB - Sociedade Rural Brasileira. O evento é organizado pela Informa Exhibitions, integrante do Grupo Informa, um dos maiores promotores de feiras, conferências e treinamento do mundo com capital aberto.


Feimec 2018 confirma confiança na retomada do crescimento econômico Veículo: Feiras do Brasil - Localidade: São Paulo - SP - - 03/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 181 cm - Retorno de mídia: R$ 7964,00 Link: http://www.feirasdobrasil.com.br/revista.asp?area=noticias&codigo=61990 03/05/2018 Feimec 2018 confirma confiança na retomada do crescimento econômico Os muitos negócios realizados durante o evento, de 24 a 28 de abril, mostraram que fabricantes dos mais diversos segmentos estão dispostos a investir em novas máquinas, equipamentos e tecnologia para atender o mercado com mais competitividade Consolidada como a maior feira do setor de máquinas e equipamentos da América Latina, a segunda edição da Feimec foi encerrada neste sábado, 28 de abril, no São Paulo Expo. Foram cinco dias de corredores e estandes cheios, muitos negócios realizados e oferta de conteúdo de alta qualidade em mais de 60 horas de seminários, workshops e palestras. Para João Carlos Marchesan, presidente do Conselho de Administração da Abimaq - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, o crescimento de quase 70% na área da Feimec de uma edição para outra e a grande quantidade de expositores - 460 empresas que representam quase 1.000 marcas nacionais e internacionais - foram um sinal inequívoco da pujança, confiança e perseverança dos empresários do setor. "A indústria de máquinas e equipamentos está fazendo sua parte, investindo em tecnologia e capacitação. Agora, precisamos que o Governo também faça a parte dele e melhore o ambiente de negócios com as reformas e a redução do custo do investimento. O próximo presidente, quem quer que seja, precisa assumir uma política de Estado voltada para o futuro do Brasil". José Velloso, presidente-executivo da Abimaq, ressalta a importância da Feimec como propagadora do alto nível da indústria brasileira de máquinas e equipamentos. "Vencemos a última fronteira da tecnologia. O Demonstrador de Manufatura Avançada que trouxemos para a feira é uma prova disso: foi desenvolvido em apenas três meses, com equipamentos e sistemas disponíveis no Brasil e acessíveis aos industriais de todos os segmentos. Esta terceira edição do Demonstrador foi mais compacta, mas muito mais avançada que as anteriores", destaca Velloso. Mais que isso, o dirigente ressalta que por toda a feira os visitantes puderam encontrar máquinas, equipamentos e soluções que atendem os conceitos da Indústria 4.0 e que vão ajudar a indústria brasileira a modernizar suas plantas para ganharem produtividade e se tornarem mais competitivas nos mercados interno e externo. Na avaliação de Marco Basso, presidente da Informa Exhibitions, a segunda edição da Feimec representou a retomada da atividade industrial no Brasil ao superar todas as expectativas de visitação, negócios e oferta de conteúdo técnico. "O retorno que tivemos dos expositores foi extremamente positivo, e muitos se mostraram surpresos com a qualificação dos visitantes, a presença de compradores de todas as regiões e a quantidade de marcas nacionais e internacionais representadas na feira". Para colaborar com as exportações da indústria brasileira de bens de capital mecânicos, a Feimec abrigou mais uma vez a Rodada Internacional de Negócios, ação de promoção comercial organizada pela Abimaq e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Durante dois dias (25 e 26) foram realizadas 170 reuniões entre as 39 empresas brasileiras inscritas e 10 importadores convidados de 5 mercados estratégicos para a indústria brasileira de máquinas e equipamentos: África do Sul, Argentina, Chile, Peru e Rússia. As reuniões geraram negócios da ordem de US$ 9 milhões entre vendas imediatas e prospectadas para os próximos 12 meses. De acordo com os organizadores, a expectativa de 40 mil visitantes foi amplamente superada. A feira recebeu estudantes, profissionais e compradores dos mais diferentes segmentos da indústria, como automóveis e autopeças, petroquímica, alimentos e bebidas, metalurgia, embalagem e rotulagem, construção e infraestrutura, e muitos outros. A terceira edição da Feimec, em 2020, já está confirmada para os dias 5 a 9 de maio, no São Paulo Expo. Inovação O Demonstrador de Manufatura Avançada citado por José Velloso, da Abimaq, foi um dos grandes destaques da Feimec 2018. Já no terceiro dia da feira, a visitação ao projeto havia superado a da segunda edição, na Expomafe 2017, e a aprovação foi unânime. Isto porque o Demonstrador funcionou como um "laboratório aberto", onde foram mostradas, na prática, 20 tecnologias integradoras de mais de 20 parceiros industriais. Composto pela linha de produção propriamente dita, um cockpit com os sistemas de controle e gestão do processo produtivo e os clusters para apresentação das tecnologias empregadas, o Demonstrador de Manufatura Avançada da Feimec 2018 produziu centenas de porta-gadgets que podiam ser customizados pelos convidados. Liderado pela Abimaq, o Demonstrador de Manufatura Avançada foi desenvolvido


junto com empresas e realização técnica do Senai. O projeto contou com o patrocínio do BNDES e das empresas Balluff, Beckhoff, Bosch Rexroth, Dassault Systemes, Furukawa, Informa Exhibitions, Kuka, Metal Work, PPI-Multitask, Prensas Schuler, Romi, Schneider, Sick, SKA e TOTVS. Outro destaque da feira foi o Parque de Ideias, iniciativa pioneira que reuniu algumas das mais importantes instituições de ensino do País: FAAP, FEI, ITA, Instituto Mauá de Tecnologia, UFSC e USP. Todos os dias, o espaço esteve tomado por fabricantes, profissionais da indústria e estudantes, que acompanharam a ampla grade de palestras sobre inovação e puderam conhecer em primeira mão, nos estandes, os projetos dessas universidades para colaborar com o desenvolvimento da indústria. Palavra do expositor Maurício Lopes, gerente responsável pela comercialização de máquinas-ferramenta da Romi no Brasil e coordenador da Comissão Organizadora da Feimec 2018, garante que o objetivo da feira foi alcançado e atendeu às expectativas dos expositores. Para ele, o diferencial desta edição esteve na parceria com os clientes: organizadores e expositores atuaram em conjunto até a concretização do evento. "Essa foi a nossa principal estratégia para promover um bom trabalho e atrair visitantes interessados em fechar negócios", diz Lopes. "A ideia é manter a estratégia para as próximas edições". Falando pela Romi, patrocinadora da Feimec desde a primeira edição, Lopes diz que está otimista com o aquecimento do mercado e que as expectativas da empresa foram superadas. A Romi aproveitou a feira para lançar a Linha D de centros de usinagem vertical, cuja principal característica é proporcionar competitividade aos clientes. "O evento trouxe a resposta esperada no que diz respeito à comercialização dos produtos, relacionamento com o cliente e prospecção de novos contatos". Também da Romi, o chefe de Marketing, Gerson Martins, disse que a Feimec se tornou referência no setor, e que a feira está consolidada e apta a atender o mercado. Em sua participação na Feimec, a Trumpf fechou negócios e deixou outros engatilhados. "Vimos que a economia está se recuperando e isso é super positivo", disse João C. Visetti, diretor-presidente da empresa. Ele frisou que percebeu o interesse dos visitantes, que estavam na feira à procura de bons produtos e preços satisfatórios. Para a Schunk, a Feimec foi de grande importância, principalmente por confirmar a melhora do mercado, com visitantes qualificados. "Nestes cinco dias de feira, discutimos grandes projetos e esperamos, com isso, colher os frutos do investimento feito no evento", diz Mairon Anthero, diretor Administrativo da empresa. O executivo destaca a grande quantidade de visitantes com poder de decisão, tanto de grandes como de pequenas empresas. "O número de visitantes superou as nossas expectativas e o pavilhão atende perfeitamente nossa necessidade. Conseguimos mostrar nossos produtos para os clientes e de que forma atendemos e trabalhamos com a indústria. Sem dúvida nenhuma, a Feimec nos trará ótimos resultados até o final do ano". "Tivemos uma grande estreia na Feimec. O evento atraiu indústrias de todo o País e também do exterior interessadas em novidades para otimizar seus processos e garantir mais produtividade e economia", ressalta Walter Strebinger, diretor da fabricante de especialidades químicas Quimatic Tapmatic. "Além de gerar um reforço de vendas importante para a nossa expectativa de crescimento anual, a exposição nos permitiu trocar experiências com os visitantes, o que é sempre muito válido para o constante desenvolvimento técnico de nosso portfólio". A Esab se mostrou positivamente surpreendida com sua participação na Feimec. Além dos bons negócios que fez, pelos quais a empresa sentiu o mercado mais otimista, a empresa destacou a organização do evento. Segundo Virgínia Soares, responsável pelo Marketing da empresa, "a diferença está no suporte ao expositor e no relacionamento com o visitante ao longo dos dias de exposição, graças ao trabalho de divulgação pré-evento". De acordo com Ennio Crispino, gerente de Vendas da Eurostec, o nível de visitação no estande da empresa superou a expectativa já no primeiro dia da Feimec 2018. "Foram fechadas vendas que estavam em andamento antes da feira, bem como outras novas aconteceram ao longo dos cinco dias". Para Crispino, o pós-feira está sendo considerado muito importante para a empresa, em virtude das boas prospecções proporcionadas pela feira. Ricardo Jorge Cruz, gerente geral de Projetos de Vendas da Grob, destacou o nível de visitação: "Ótimo, muitas novidades e negócios realizados desde o primeiro dia". Ele diz que se surpreendeu com a quantidade de segmentos industriais presentes na feira, bem como com o emprenho do evento em estimular projetos de pesquisa e desenvolvimento. "Foi a melhor feira para a Starrett dos últimos anos", comemorou Felipe Fabrega Teixeira, gerente de Produtos da StarretT. Segundo ele, a Feimec incentivou o poder de compra dos visitantes. "A Starrett fechou negócios com a venda de grandes máquinas e conseguiu contato com uma série de distribuidores potenciais". Nas contas do gerente, nesta edição a empresa teve êxito de 15% a 20% nos negócios em comparação com diversas feiras anteriores. A Sew Eurodrive aproveitou o evento para fixar a sua marca no mercado. Celso Santos Fonseca, gerente regional de Vendas, se mostrou bastante satisfeito com o nível de visitação em seu estande, pois acredita que só assim os negócios acontecem. Para a empresa, o objetivo foi iniciar a negociação com o cliente, dando continuidade após o evento. "A Sew atingiu o resultado esperado, portanto a Feimec já pode contar com nossa participação na próxima edição". Para Ricardo Braghittoni, gerente de Vendas da Stäubli, o ponto alto da participação da empresa na Feimec 2018 foram as vendas dos robôs. "Os negócios foram melhorando a cada dia que passava". A participação de estudantes no evento também chamou a atenção do gerente, que elogiou a parceria entre


a feira e Senai. A Prensas Schuler considera importante estar em uma feira técnica como a Feimec para viabilizar o relacionamento com clientes importantes, já que a empresa fecha negócios e trabalha sob encomenda. Segundo a assistente executiva de Marketing Patricia Martins, a divulgação é o principal objetivo da companhia ao participar do evento. "Foi possível mostrar novas tecnologias na feira, o que ajuda no desempenho dos negócios, já que a demanda é o que move a linha de produção da Prensas Schuler". "Full Time" foi o termo usado por Agnes Gedrat, administradora de Vendas e Marketing da Heller, para descrever o movimento no estante da empresa na feira. A Heller recebeu a visita de clientes potenciais, universitários interessados nas tecnologias da empresa e realizou grandes negócios. Segundo Agnes, a expectativa foi superada tanto em vendas quanto em relacionamento. Um aumento de 30% a 40% nas vendas foi o que a Tecnigrav conquistou na Feimec 2018. Rodrigo Mello, técnico em Vendas, registrou o contentamento da empresa com a feira, principalmente no que diz respeito ao público. "Foi essencial a divulgação pré-feira, de modo que trouxe o cliente até o estande e levou ao fechamento dos negócios". A ABB se surpreendeu com a Feimec desde o primeiro dia. Com 10% de crescimento nas vendas durante a feira, a empresa considera que o suporte e organização foram primordiais para o sucesso dos expositores. "A Feimec se consolidou como a melhor das feiras do setor ", disse Jessica Pires, assistente de Marketing da ABB. Também marcando presença na Feimec 2018, a Junker se mostrou satisfeita, principalmente pelos bons contatos que fez. Dirk Huber, diretor do grupo Junker no Brasil, destacou que a maioria dos visitantes era tomadora de decisão. "Iniciamos uma negociação e vendemos a máquina no mesmo dia, o que é sinal de sucesso e satisfação". Sobre a participação da CTS (Tecnologias e Serviços de Compressão de Ar) do Grupo Ingersol, Fabio Narahara, líder de Marketing na América Latina para tecnologias e serviços de compressão, ficou surpreso com o movimento tanto de pessoas e oportunidades, quanto nos negócios fechados. "A empresa já planeja estar na próxima edição da feira". Raquel Antonio, especialista de Marketing, avaliou que o grupo teve o retorno esperado de todo o seu investimento na Feimec, que mostrou, além de tudo, um reaquecimento do setor. Para a ARO (Gerenciamento de Fluidos), também do Grupo Ingersoll, "a Feimec 2018 foi extremamente positiva", nas palavras de Cristian Drewes, diretor de Vendas. O executivo destacou a quantidade e qualidade do público, que se mostrou interessado nos produtos. Ainda segundo o diretor, foram geradas oportunidades significativas de negócios nesta edição. Realização Abimaq - A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos representa cerca de 7.500 empresas dos mais diferentes segmentos fabricantes de bens de capital mecânicos, cujo desempenho tem impacto direto sobre os demais setores produtivos nacionais e está estruturada nacionalmente com a sede em São Paulo, nove regionais e um Escritório Político em Brasília. Muito além da representação institucional do setor, a Abimaq tem a sua gestão profissionalizada e as suas atividades voltadas para a geração de oportunidades comerciais para as suas associadas, realizando ações junto às instâncias políticas e econômicas, estimulando o comércio e a cooperação internacionais e contribuindo para aprimorar seu desempenho em termos de tecnologia, capacitação de recursos humanos e modernização gerencial. A Informa Exhibitions cria comunidades e conecta pessoas e marcas em todo o mundo e, aliando as entregas de suas feiras com uma nova estratégia digital, gera oportunidades e relacionamentos 365 dias por ano. Com escritórios em São Paulo (sede) e Curitiba e cerca de 200 profissionais, a empresa conta em seu portfólio com marcas como Agrishow, Fispal Tecnologia, Fispal Food Service, ForMóbile, Futurecom, ABF Franchising Expo, Serigrafia Sign FutureTextil Feimec, Expomafe, Plástico Brasil, High Design Home & Office Expo, entre outros, totalizando 21 eventos setoriais. No mundo, atua em 150 escritórios em 57 países e é líder em inteligência de negócios, publicações acadêmicas, conhecimento e eventos, com capital aberto e papéis negociados na bolsa de Londres. Serviço Feimec - Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos Data: 24 a 28 de abril de 2018, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center Iniciativa: Abimaq Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos Promoção e organização: Informa Exhibitions Patrocínio Oficial: Romi


Agrishow debate como tornar mais confiável a previsão do tempo Veículo: AGROemDIA - Localidade: BRASILIA - DF - - 03/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 72 cm - Retorno de mídia: R$ 3168,00 Link: https://agroemdia.com.br/2018/05/03/agrishow-debate-como-tornar-mais-confiavel-a-previsao-do-tempo/ Notícias _Carrossel 3 de Maio de 2018 0 comentários agricultura 0.4, agrishow, clima, Embrapa, Evaristo Miranda, painel, previsão Evaristo Miranda fala sobre Agricultura 0.4 - Divulgação Agrishow/Oficio da Imagem A criação de uma plataforma capaz de integrar as 500 estações meteorológica existentes hoje no sistema brasileiro de previsão do tempo, com as centenas de estações privadas instaladas pelos produtores rurais em suas fazendas, representaria expressiva melhoria na qualidade das previsões meteorológicas utilizadas na agricultura. A avaliação foi consenso entre os participantes do painel "O Clima no Brasil em 2018 e seu Impacto nas Safras 2018/2019", promovido nessa quarta-feira (2), pela Climatempo, na Arena do Conhecimento da 25ª Agrishow - Feira Internacional de Tecnologia Agrícola. "O compartilhamento de informações e dados entre o maior número possível de estações medidoras é essencial para dar maior confiabilidade às previsões, um instrumento fundamental para a tomada de decisão dos produtores rurais", afirmou Carlos Magno, presidente da Climatempo. "Na maioria das culturas agrícolas, a janela climatológica para plantio ou colheita costuma ser muito estreita. Em razão disso, é fundamental para o produtor ter previsão que seja a mais confiável possível, pois, sobretudo no caso de grandes plantações, um erro pode representar a diferença entre lucro ou prejuízo", afirmou Júlio Cézar Busato, presidente da Associação Baiana dos Produtores F de Algodão (Abapa), um dos participantes do painel. Gestão de terras e Agricultura 4.0 No painel seguinte, Evaristo de Miranda, chefe-geral da Embrapa Territorial proferiu a palestra Atribuição, uso e gestão de terras e a Agricultura 4.0 enfatizando ser necessário buscar o dado correto. Segundo ele, existe uma grande quantidade de informações, a partir de sensores das máquinas agrícolas, de estações meteorológicas, disponíveis na internet. "Mas precisamos buscar o right data, ou seja, os dados corretos, para facilitar o trabalho no campo, se tiver que combater a ferrugem, por exemplo", resumiu Miranda, destacando que os dados não seriam restritos a previsões do tempo, mas com dados mais precisos nas lavouras. Miranda citou que um projeto-piloto, envolvendo Climatempo e Embrapa Territorial, denominado Agroeste, com produção de algodão, deve começar, em breve, uma ação na Bahia, com a intenção de ter dados mais corretos. Ele enfatizou que os grandes produtores terão informações mais rápidas, mas que os pequenos, por meio de cooperativas organizadas, também poderão melhorar a comunicação no campo. Do painel participou ainda Danielle Bressiani, gerente de P&D do Labs Climatempo, que apresentou o aplicativo Agroclima PRO. E Rafael Guimarães, presidente da Hughes Brasil, destacou que a empresa terá, até o final deste ano, cerca de 4.900 cidades com cobertura de internet por satélite. Segundo ele, 22% dos domicílios rurais do país ainda estão sem conexão com a internet, principalmente na região Norte. O escritor José Luiz Tejon, moderador do painel, destacou: "Quanto mais bem coordenadas as cadeias produtivas, menos incertezas". E acrescentou que, com cerca de 500 estações meteorológicas conectadas por satélite, o Brasil tem possibilidade de ter informações detalhadas, similares às existentes nos Estados Unidos. "O tempo é hoje, agora." A Agrishow 2018 começou na segunda (30) e se encerra nesta sexta-feira (4). A feira é uma iniciativa das principais entidades do segmento no país: Abag (Associação Brasileira do Agronegócio), Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), Anda (Associação Nacional para Difusão de Adubos), Faesp (Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo) e SRB (Sociedade Rural Brasileira). Compartilhe isso: Twitter Facebook Google Curtir isso: Curtir Carregando...


Industriais defendem união para reformas política e fiscal Veículo: Mauro Negruni - Localidade: Não disponível - ND - - 03/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 56 cm - Retorno de mídia: R$ 2464,00 Link: https://mauronegruni.com.br/2018/05/03/industriais-defendem-uniao-para-reformas-politica-e-fiscal/ 3 de maio de 2018 Fisco 0 Comentários Conforme se aproximam as eleições, os rumos a serem tomados pelo Brasil e pelo Rio Grande do Sul se tornam ainda mais o foco dos debates. Entre empresários, há um relativo consenso de que são necessárias mudanças nos sistemas político e fiscal, além de apropriação das informações pela sociedade, de forma a construir uma união para que essas mudanças aconteçam. O panorama do Estado em ano eleitoral foi tema de debate da Câmara Brasil-Alemanha, na sexta-feira, em Porto Alegre, mediado pelo editor-chefe do Jornal do Comércio, Guilherme Kolling. "Aqui no Estado, em especial, vejo que, mesmo que haja uma ideia muito boa, não vai adiante. Não se briga pelo futuro do Rio Grande do Sul, mas pelo dos partidos", argumenta o presidente da Stihl no Brasil, Cláudio Guenther, que cita a união como o principal tema a ser enfrentado. Comparando as prioridades do Estado com as de sua empresa, o executivo ainda elenca a educação e a diversificação da matriz produtiva como objetivos para o crescimento sustentável. Sobre medidas efetivas, Guenther defende o equilíbrio fiscal e investimentos em infraestrutura para mover a economia, além de privatizações. "Isso traz recursos para o governo e tecnologia para o País", defende o empresário, que chama os seus pares a participarem da construção. "Sempre se bota muito otimismo nos próximos governos, mas temos que pensar o que nós podemos fazer", afirma. Outro pedido do executivo aos seus pares e aos próximos governantes é de que vendam bem a imagem do Estado e do País, aproveitando melhor as suas potencialidades. Vice-presidente para o Rio Grande do Sul da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), e diretor da Metal Work, Hernane Cauduro, critica a trajetória de déficits do governo gaúcho, que, na sua visão, "condena o futuro". Um dos tópicos que o empresário entende como mais problemáticos para o próximo governante é a Previdência gaúcha, que teve déficit em 2016, segundo ele, de quase R$ 9 bilhões. "Esses assuntos ainda são restritos a pequenos grupos, e precisam ser discutidos com todos", argumenta Cauduro, defendendo que o setor fabril pode ajudar a puxar o crescimento do Estado, que tem vocação industrial - das 7,5 mil associadas da Abimaq no País, por exemplo, 2,2 mil são gaúchas. Já o CEO do Grupo Parit, Ricardo Felizzola, enfoca a reforma política como prioritária, incluindo uma revisão na Constituição, que descreve como "impagável", em suas demandas. Felizzola ainda questiona o pacto federativo brasileiro, que não dá autonomia aos estados. "O sistema brasileiro é caro e ineficiente", argumenta o empresário. Anunciado no ano passado, durante comitiva do governo gaúcho à Alemanha, o plano de investimentos da multinacional alemã Stihl até 2020 na modernização da unidade brasileira será ainda maior. Previsto inicialmente em R$ 300 milhões, voltados à construção de um novo centro de pesquisa e desenvolvimento e de um novo prédio para as linhas de montagem, dentro do conceito da indústria 4.0, o desembolso será de R$ 500 milhões. A informação foi dada pelo presidente da Stihl no Brasil, Cláudio Guenther. De 2013 até agora, a empresa, que tem 2,4 mil funcionários, cresceu 51% no Brasil. "A crise não nos afetou, porque 60% da nossa produção é exportada para 80 países", conta o executivo. Até 2026, a Stihl planeja lançar 50 novos produtos movidos a gasolina, e outros 198 com energia proveniente de baterias, que são o "futuro do setor", segundo Guenther. Fonte: Jornal do Comércio


Incentivo à indústria 4.0 e internet das coisas precisa avançar no Brasil, diz especialistas Veículo: Pequenas Empresas Grandes Negócios - Localidade: São Paulo - SP - - 03/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 83 cm - Retorno de mídia: R$ 244795,00 Link: https://revistapegn.globo.com/Tecnologia/noticia/2018/05/incentivo-industria-40-e-internet-das-coisas-precisa-avancar-n o-brasil-diz-especialistas.html "Vocês já devem ter ouvido que estamos vivendo uma revolução", foi assim que Carlos Américo Pacheco, diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo da FAPESP, iniciou sua palestra na Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos (Feimec), que ocorre em São Paulo até 28 de abril, reunindo mais de 900 marcas expositoras. Pacheco se refere à transformação promovida pela chamada indústria 4.0, que impactará não apenas os meios de produção industrial, mas a competitividade das empresas, a interação humano-máquina e questões econômicas e sociais. A indústria 4.0 foi o tema central da feira organizada pela Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), entre outras 30 entidades setoriais. A transformação é tamanha e atinge tantos setores que está sendo chamada de quarta revolução industrial. Segundo especialistas presentes em debate sobre o tema na Feimec, para que não se perca em competitividade, há uma necessidade urgente em avançar nos processos de digitalização na indústria e de toda a sua cadeia de valor. "O conceito de indústria 4.0 surgiu na Alemanha há quatro anos para manter o país entre os líderes mundiais. Não há ruptura, o que há é continuidade. Tudo o que se fez na indústria, vai continuar sendo feito, só que com mais eficiência", disse Marcelo Zuffo, professor do Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), que falou na Feimec sobre desafios e oportunidades para o Brasil com a indústria 4.0 e a internet das coisas (IoT, na sigla em inglês). O Brasil tem apresentado alguns planos para inserir a indústria 4.0 no centro de suas estratégias de política industrial e aumentar a competitividade. "Cada país tem desenhado sua estratégia conforme suas necessidades. No Brasil, temos que olhar para a heterogeneidade da indústria. Temos fábricas ainda na primeira fase industrial e uma nata de empresas que estão na fronteira do processo de automação e de produção", disse Pacheco. Nesse contexto, há um conjunto de indústrias no Brasil que precisa ter acesso às principais tecnologias facilitadoras da indústria 4.0, como internet das coisas, big data, robótica avançada, realidade virtual e inteligência artificial. "No entanto, apesar de haver um esforço de difusão da tecnologia, é preciso também estar atento à capacitação tecnológica para essas novas fronteiras", disse Pacheco. O diretor-presidente da FAPESP ressaltou que, com a necessidade de transição para a indústria 4.0, um programa de manufatura avançada deve trabalhar a produtividade da indústria como um todo. "Na FAPESP, financiamos pesquisas científicas. Como podemos contribuir para esse processo de transformação? Vimos que nosso programa de financiamento de startups e empresas inovativas gera um benefício extraordinário e as prepara para a manufatura avançada. Sem dúvida, uma forma de melhorar a indústria brasileira está em financiar essas pequenas empresas", disse. O Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), criado em 1997, tem quatro chamadas ao ano e em 2017 aprovou 237 novas propostas submetidas por startups, pequenas e médias empresas, em um valor total contratado de R$ 79,8 milhões. Salto quântico As oportunidades e os ganhos em competitividade são grandes. Tanto que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) acaba de lançar um novo programa de R$ 5 bilhões para incentivar a indústria 4.0, junto ao Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). A Agenda Brasileira para a Indústria 4.0, do MDIC, prevê ainda destinar recursos para o treinamento em indústria 4.0 de 1,5 mil professores de educação profissional e tecnológica e 10 mil alunos da rede federal. Os recursos serão aplicados, ainda, na criação de até 100 laboratórios voltados à Quarta Revolução Industrial. A Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), também participou da Feimec, apresentando seu modelo de financiamento para projetos de pesquisa e desenvolvimento. Há ainda o Plano Nacional de Internet das Coisas do MCTIC, ainda não lançado. De acordo com o plano de ação, internet das coisas é uma oportunidade única para o crescimento econômico. "Até 2025, a internet das coisas terá um impacto econômico maior do que robótica avançada, tecnologias cloud e até mesmo do que a internet móvel. O impacto esperado no Brasil é de US$ 50 a 200 bilhões por ano, o que representa


cerca de 10% do PIB do nosso país", destaca o relatório do plano de ação. Zuffo defende que com esse avanço, se tudo for implementado, a economia "dará um salto quântico". "Desde 2012, há no mundo um computador por ser humano, como o celular, por exemplo, que tem uma ótima interação humano-máquina. Porém, já saímos dessa proporção e o nosso desafio é saber que teremos milhares de computadores por pessoa na próxima década. Eles estarão cada vez menores, mais baratos e integrados a todas as coisas. A estimativa é que uma pessoa tenha em média 10 mil coisas. Umas mais, outras menos. Será uma avalanche", disse.


CargoNews TRANSLIFT amplia foco no desenvolvimento e fabricação de sistemas para intralogística - Cargo News Veículo: Vip Ceo - Localidade: São Paulo - SP - - 03/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 118 cm - Retorno de mídia: R$ 5192,00 Link: https://vipceo.com.br/cargonews-translift-amplia-foco-no-desenvolvimento-e-fabricacao-de-sistemas-para-intralogisticacargo-news/ ? Ouvir matéria Empresa de São Bernardo do Campo tem forte atuação no setor automotivo. Logística 4.0 é um dos motores da decisão A TRANSLIFT Sistemas de Movimentação e Armazenagem (www.transliftbr.com ) é uma empresa 100% brasileira, especializada em projeto, fabricação e integração de sistemas de movimentação de materiais (Intralogística), automação e sistemas de produção industrial. Com sede em São Bernardo do Campo, no Estado de São Paulo, a empresa foi fundada em 2006 e está sob o comando de Jair Alves, seu atual presidente, e tem como missão prover sistemas automatizados, com tecnologia de ponta, que possam aumentar a produtividade, a segurança e promover a conectividade em indústrias de setores diversos da economia. A história da TRANSLIFT Sistemas de Movimentação e Armazenagem está fortemente relacionada à indústria automotiva - montadoras de automóveis, caminhões, tratores, máquinas agrícolas e autopeças - onde tem ampla experiência no desenvolvimento de projetos de equipamentos e soluções de menor complexidade às mais sofisticadas e totalmente automatizadas, em regime Turn Key. Entre seus clientes neste segmento estão Mercedes Benz; Fiat; ZF; Volvo; Honda; Volvo; General Motors; Case New Rolland; Honda; John Deere e Ford, que motivou a abertura de sua filial na Bahia há alguns anos. A empresa está ligada à ABIMAQ (Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos) e à Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e, no total, tem mais de 200 projetos distribuídos em cinco países além do Brasil: Argentina, Chile, Peru, Colômbia, México. Para atender a um nicho que sofria com escassez de fornecedores nacionais, desenvolveu parcerias internacionais com as chinesas ZHD e 9DM Sprocket, e com a Genesis Systems Group, a maior fabricante de sistemas robóticos da América do Norte e, graças a esse acordo, a TRANSLIFT também disponibiliza para o mercado industrial soluções robustas em sistemas de células de solda, Mig Mag, solda por resistência, solda a laser, bem como células de manipulação, montagem, aplicação de adesivos e corte. Além dos Sistemas de Produção, o portfólio da TRANSLIFT Sistemas de Movimentação e Armazenagem reúne, ainda, outros dois grupos de soluções, o de Transportadores Automotivo & Pesado (Transelevadores, Transportadores aéreos, Transportadores de piso, Sistemas AGVs - automated guided vehicles, veículos automaticamente guiados, e Sistemas de Skid) e o de Transportadores Leves (Sistemas AGVs, curvas de roletes, esteiras modulares plásticas, Flow Rack, Picking by Light, Sistemas de transportadores automáticos integrados, Sorters, Transportadores por gravidade e Transportadores de correias planas). Nos dias de hoje, além do setor automotivo, a TRANSLIFT Sistemas de Movimentação e Armazenagem realiza projetos de automatização de processos de movimentação e armazenagem de materiais (Intralogística) e tem como parceiras as empresas Viastore e I9 (desenvolvedora de software WMS). Entre as indústrias que atende estão a de bebidas & alimentos, cosméticos & perfumaria, eletroeletrônicos, ferroviário, implementos agrícolas, vestuário, aeroespacial, autopeças, e-commerce, farmacêutico, galpões industriais, tabaco. Apostando em alta tecnologia como meio de se diferenciar no mercado, ao mesmo tempo que oferece uma solução que tem como proposta automatizar a movimentação de materiais focando a produtividade, a segurança e a conectividade entre os sistemas em centros logísticos, a TRANSLIFT Sistemas de Movimentação e Armazenagem lança em 2018 uma ofensiva no segmento de Intralogística ao desenvolver e fabricar, em território nacional, os Sistemas AGVs (automated guided vehicles, veículos automaticamente guiados). A um valor mais acessível que os sistemas importados e podendo ser financiados através do BNDES Finame, os AGVs estão disponíveis para venda e locação, e incluem forte Pós-vendas, com especialistas para fazer diagnósticos e com estoque de peças local, proporcionando ao cliente uma experiência única de atendimento, alta disponibilidade e tecnologia de última geração. Complementarmente à linha de sistemas e soluções automatizadas para movimentação de materiais (Intralogística), automação e sistemas de produção industrial, a empresa oferece serviços de corte a laser, dobra, solda, caldeiraria e pintura, por meio de seu braço de negócios


TRANSLIFT Divisão de Laser, também instalada na planta de São Bernardo do Campo. Por ser uma empresa nacional, todos os sistemas e equipamentos fornecidos pela TRANSLIFT Sistemas de Movimentação e Armazenagem oferecem o sistema de financiamento BNDES Finame. Sobre a TRANSLIFT A TRANSLIFT Sistemas de Movimentação e Armazenagem (www.transliftbr.com ) é uma empresa 100% brasileira, especializada em projeto, fabricação e integração de sistemas de movimentação de materiais (Intralogística), automação e sistemas de produção industrial. Com sede em São Bernardo do Campo, São Paulo, a empresa foi fundada em 2006 e está atualmente sob comando de Jair Alves, seu presidente, e atua fortemente na indústria automotiva, onde tem ampla experiência em projetos de equipamentos e soluções de menor complexidade às mais sofisticadas e totalmente automatizadas, em regime Turn Key. Assessoria de Imprensa Fonte Oficial: Cargo News O post CargoNews TRANSLIFT amplia foco no desenvolvimento e fabricação de sistemas para intralogística - Cargo News apareceu primeiro em VIP CEO.


Empresas de armazenagem preveem bons negócios na Agrishow Veículo: Sucesso no Campo - Localidade: JATAI - GO - - 02/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 99 cm - Retorno de mídia: R$ 4356,00 Link: https://www.sucessonocampo.com.br/noticias/empresas-de-armazenagem-preveem-bons-negocios-na-agrishow/ Formação de condomínios de produtores, conscientização e soluções inovadoras são apostas para diminuir o gargalo da armazenagem de grãos no Brasil Com altas produções e produtividades de grãos na lavoura brasileira, o gargalo do setor ainda é armazenagem. As empresas produtoras de silos trabalham para conscientizar os produtores a investir em armazenagens próprias, ou mesmo em condomínios (ou consórcios), mas avisam que financiamentos e planejamento são essenciais, já que a capacidade de implantar novos projetos não chega a 10%/ano do total do déficit da produção de grãos/ano. Na 25ª Agrishow - Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação, essas empresas demonstram otimismo após os primeiros dias de negociações. "A expectativa do agronegócio para 2018 é bem positiva e esperamos crescer de 20% a 25% em visitantes e propostas de negócios", afirma o diretor comercial da GSI, José Luiz Viscardi, de Marau (RS). Segundo ele, a capacidade das indústrias do setor para diminuir o gargalo de armazenagem é menor que a produção de grãos. O déficit de estocagem é de cerca de 80 milhões de ton/ano (a produção de grãos em 2017 chegou a quase 240 mi/t, ou seja, quatro vezes mais que o déficit). "Em anos bons, as empresas produzem silos para cerca de 8 milhões de toneladas", emenda Viscardi, citando que foram 6 mi/ton em 2017 e não chegou a 5 mi/ton em 2016. Ele menciona que produtores do Paraná já fazem consórcios para investir em armazenagem, dividindo os custos entre eles. O superintendente comercial da Kepler Weber, João Tadeu Vino, informa que a meta é prospectar e captar novos clientes, salientando que o trabalho de pré-venda para fechamento na feira surtiu efeito. A empresa trabalha há três anos com o conceito de projetos de armazenagem inteligente, desenvolvido para garantir melhores resultados, com soluções focadas na preservação da qualidade dos grãos, economia nos custos de operação e segurança nos processos de armazenagem. "Tendo a visão completa do sistema, o produtor pode ter retorno do investimento com mais rapidez", resume. Sobre o conceito de união de produtores para investir em armazenagem, ele usa o termo condomínio. "Dos condomínios existentes do Paraná, 80% foram fornecidos pela nossa empresa; é outro jeito de investir nessa área", explica Vino, que acrescenta: "Outra solução é ter um plano com o governo para zerar o déficit de estocagem, com financiamento e planejamento". A gerente executiva Andrea Hollmann, da CASP, de Amparo (SP), destaca que a empresa tem expectativa de aumento de vendas de 10% em relação ao ano passado, após trabalho pré-feira. "A Agrishow é nossa principal feira e estamos consolidando a marca e recebendo nossos clientes", destaca Andrea, que é coordenadora do grupo de trabalho de armazenagem da Abimaq, que envolve as empresas do setor, promovendo reuniões a cada dois meses para discutir o tema. No primeiro dia da Agrishow já ocorreu uma reunião. "O produtor está preocupado, pois perde dinheiro sem armazenagem", emenda ela. "Estamos conscientizando o produtor rural, que só existem vantagens em armazenagem, e isso já melhorou bastante, pois antes a cultura era apenas em comprar mais terras", enfatiza Andrea. A empresa Silomax, de Rolândia (PR), trabalha forte no segmento de armazenagem e classificação de sementes, principalmente com soja, para que o produtor tenha boas sementes no plantio. Com seus clientes, a indústria também produz silos de armazenagem da produção, e aposta em bons negócios durante a Agrishow. "Nosso objetivo na feira não é fechamento, mas de abertura de novos negócios", diz o representante comercial Washington Luiz Silva, satisfeito com os primeiros resultados no evento. A Agrishow 2018 teve início no dia 30 de abril e se encerra na sexta-feira, dia 4 de maio. A feira é uma iniciativa das principais entidades do segmento no país: Abag - Associação Brasileira do Agronegócio, Abimaq - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Anda - Associação Nacional para Difusão de Adubos, Faesp - Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB - Sociedade Rural Brasileira. O evento é organizado pela Informa Exhibitions, integrante do Grupo Informa, um dos maiores promotores de feiras, conferências e treinamento do mundo com capital aberto. Otimismo no mercado de máquinas e ferramentas da Agrishow A 25ª Agrishow - Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação que se encerra no dia 4 de maio está apresentando as principais novidades do mercado de máquinas e ferramentas para o agronegócio. Alguns expositores desses segmentos comemoram a participação já nos três primeiros dias de evento. A Bristol, de São Jerônimo, no Rio Grande do Sul,


comercializou na Agrishow 2017 R$ 130 mil em equipamentos. "Neste ano, já vendemos R$ 90 mil. Por isso, temos a certeza de que podemos atingir nossa meta, que é de R$ 250 mil", explica Guilherme Silveira, diretor executivo. A empresa trouxe como inovação uma perfuratriz para tratores destinada a linhas de transmissão. A Husqvarna veio com uma novidade, um robô cortador de grama a bateria, que conta com três versões, pequeno, médio e grande e pode cobrir uma área de até 3.200 metros quadrados voltando a base fixa para recarregar automaticamente. O gerente de vendas regional da companhia, Pedro Quevedo, revela que a empresa espera superar os números do ano passado, quando venderam R$ 900 mil em equipamentos. "Nossa meta é alcançar nesta edição R$1,2 milhão", acrescenta. No caso da Stihl, a empresa espera um aumento de 10% no volume de vendas neste ano na feira. A empresa apresenta na Agrishow sua linha a elétrica doméstica para jardinagem, sendo que cada equipamento pesa em média 2,3kg e não é preciso retirar a bateria para recarregar. Por fim, a Tramontina trouxe ferramentas fabricadas em Garibaldi Rio Grande do Sul e uma novidade a Caixa Pickup Box com capacidade para 260 ferramentas, que é colocada em veículos para a manutenção de máquinas no campo, o representante da empresa explicou que a participação deste ano na Agrishow é institucional, para estreitar as relações com os representantes e o consumidor final. Abimaq defende modernização da economia brasileira em palestra na Agrishow "Precisamos de uma política industrial que contribua para modernização da indústria brasileira e assim aumentar a produtividade da economia do País. O Brasil necessita do aumento do consumo de bens de capital, de máquinas. Sabemos que o aumento da produtividade vem das máquinas", assim José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas iniciou sua palestra ontem durante a realização da Agrishow. Segundo Velloso, o Brasil precisa de financiamentos competitivos que sejam compatíveis com o retorno das empresas. É necessária uma reforma monetária que permita a substituição da taxa Selic por uma taxa de juros de curto prazo fixada com valor próximo ou pouco acima da inflação projetada, acrescida do risco País. "Essa taxa - argumentou - deve remunerar os depósitos voluntários e compulsórios dos bancos. Precisamos ainda de uma taxa de longo prazo sendo definida pelo mercado. Continuou sugerindo que os resquícios de indexação de preços e contratos fossem eliminados". Para ele, o País precisa de investimentos. "O investimento de hoje é o crescimento de amanhã. Precisamos de programas de extensão tecnológica, investimento na engenharia brasileira e inserção do Brasil nas cadeias globais. Precisamos reindustrializar o País e precisamos de políticas que priorizem a competitividade e o aumento da participação da indústria de transformação no PIB. O país precisa de uma abertura comercial. NO entanto, esta abertura não pode ser feita de forma ingênua. Para podermos nos inserir nas cadeias globais, antes, necessitamos eliminar os efeitos do "Custo Brasil? na nossa competitividade", conclui. Na sequência, Pedro Estevão, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da ABIMAQ falou das mesmas necessidades na área agrícola, enfatizando a necessidade de financiamentos compatíveis com o retorno das empresas. Mais informações: AGRISHOW 2018 - 25ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação Data: 30 de abril a 4 de maio de 2018 Local: Rodovia Antônio Duarte Nogueira, Km 321 - Ribeirão Preto (SP) Horário: das 8h às 18h Crédito foto: Divulgação/Oficio da Imagem Fonte: Mecânica de Comunicação


ABIMAQ defende modernização da economia brasileira em palestra na AGRISHOW Veículo: Rede Press - Localidade: LAJEADO - RS - - 03/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 51 cm - Retorno de mídia: R$ 5100,00 Link: http://www.redepress.com.br/noticias/2018/05/03/abimaq-defende-modernizacao-da-economia-brasileira-em-palestra-n a-agrishow/ "Precisamos de uma política industrial que contribua para modernização da indústria brasileira e assim aumentar a produtividade da economia do País. O Brasil necessita do aumento do consumo de bens de capital, de máquinas. Sabemos que o aumento da produtividade vem das máquinas", assim José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ Associação Brasileira da Indústria de Máquinas iniciou sua palestra ontem durante a realização da AGRISHOW, maior feira a céu aberto do mundo. Segundo Velloso, o Brasil precisa de financiamentos competitivos que sejam compatíveis com o retorno das empresas. É necessária uma reforma monetária que permita a substituição da taxa Selic por uma taxa de juros de curto prazo fixada com valor próximo ou pouco acima da inflação projetada, acrescida do risco País. "Essa taxa - argumentou - deve remunerar os depósitos voluntários e compulsórios dos bancos. Precisamos ainda de uma taxa de longo prazo sendo definida pelo mercado. Continuou sugerindo que os resquícios de indexação de preços e contratos fossem eliminados". Para ele, o País precisa de investimentos. "O investimento de hoje é o crescimento de amanhã. Precisamos de programas de extensão tecnológica, investimento na engenharia brasileira e inserção do Brasil nas cadeias globais. Precisamos reindustrializar o País e precisamos de políticas que priorizem a competitividade e o aumento da participação da indústria de transformação no PIB. O país precisa de uma abertura comercial. NO entanto, esta abertura não pode ser feita de forma ingênua. Para podermos nos inserir nas cadeias globais, antes, necessitamos eliminar os efeitos do "Custo Brasil? na nossa competitividade", conclui. MÁQUINAS AGRÍCOLAS Na sequência, Pedro Estevão, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da ABIMAQ falou das mesmas necessidades na área agrícola, enfatizando a necessidade de financiamentos compatíveis com o retorno das empresas. Leia Também:


Ipesi Veículo: IPESI - Localidade: São Paulo - SP - - 03/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 88 cm - Retorno de mídia: R$ 2640,00 Link: http://www.ipesi.com.br/Noticias/6512-feimec-2018-alto-volume-de-negocios-e-expectativa-de-visitacao-superada Consolidada como a maior feira do setor de máquinas e equipamentos da América Latina, a segunda edição da Feimec foi encerrada no sábado, 28 de abril, no São Paulo Expo. Foram cinco dias de corredores e estandes cheios, muitos negócios realizados e oferta de conteúdo de alta qualidade em mais de 60 horas de seminários, workshops e palestras. Para João Carlos Marchesan, presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o crescimento de quase 70% na área da Feimec de uma edição para outra e a grande quantidade de expositores - 460 empresas que representam quase 1.000 marcas nacionais e internacionais - foram um sinal inequívoco da pujança, confiança e perseverança dos empresários do setor. "A indústria de máquinas e equipamentos está fazendo sua parte, investindo em tecnologia e capacitação. Agora, precisamos que o governo também faça a parte dele e melhore o ambiente de negócios com as reformas e a redução do custo do investimento. O próximo presidente, quem quer que seja, precisa assumir uma política de estado voltada para o futuro do Brasil". José Velloso, presidente-executivo da Abimaq, ressalta a importância da Feimec como propagadora do alto nível da indústria brasileira de máquinas e equipamentos. "Vencemos a última fronteira da tecnologia. O Demonstrador de Manufatura Avançada que trouxemos para a feira é uma prova disso: foi desenvolvido em apenas três meses, com equipamentos e sistemas disponíveis no Brasil e acessíveis aos industriais de todos os segmentos. Esta terceira edição do Demonstrador foi mais compacta, mas muito mais avançada que as anteriores", destaca Velloso. Mais que isso, o dirigente frisa que por toda a feira os visitantes puderam encontrar máquinas, equipamentos e soluções que atendem os conceitos da Indústria 4.0 e que vão ajudar a indústria brasileira a modernizar suas plantas para ganharem produtividade e se tornarem mais competitivas nos mercados interno e externo. Na avaliação de Marco Basso, presidente da Informa Exhibitions, a segunda edição da Feimec representou a retomada da atividade industrial no Brasil ao superar todas as expectativas de visitação, negócios e oferta de conteúdo técnico. "O retorno que tivemos dos expositores foi extremamente positivo, e muitos se mostraram surpresos com a qualificação dos visitantes, a presença de compradores de todas as regiões e a quantidade de marcas nacionais e internacionais representadas na feira". Para colaborar com as exportações da indústria brasileira de bens de capital mecânicos, a Feimec abrigou mais uma vez a Rodada Internacional de Negócios, ação de promoção comercial organizada pela Abimaq e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Durante dois dias (25 e 26) foram realizadas 170 reuniões entre as 39 empresas brasileiras inscritas e 10 importadores convidados de 5 mercados estratégicos para a indústria brasileira de máquinas e equipamentos: África do Sul, Argentina, Chile, Peru e Rússia. As reuniões geraram negócios da ordem de US$ 9 milhões entre vendas imediatas e prospectadas para os próximos 12 meses. De acordo com os organizadores, a expectativa de 40 mil visitantes foi amplamente superada. A feira recebeu estudantes, profissionais e compradores dos mais diferentes segmentos da indústria, como automóveis e autopeças, petroquímica, alimentos e bebidas, metalurgia, embalagem e rotulagem, construção e infraestrutura, e muitos outros. A terceira edição da Feimec, em 2020, já está confirmada para os dias 5 a 9 de maio, no São Paulo Expo. INOVAÇÃO - O Demonstrador de Manufatura Avançada citado por José Velloso, da Abimaq, foi um dos grandes destaques da FEIMEC 2018. Já no terceiro dia da feira, a visitação ao projeto havia superado a da segunda edição, na Expomafe 2017, e a aprovação foi unânime. Isto porque o Demonstrador funcionou como um "laboratório aberto", onde foram mostradas, na prática, 20 tecnologias integradoras de mais de 20 parceiros industriais. Composto pela linha de produção propriamente dita, um cockpit com os sistemas de controle e gestão do processo produtivo e os clusters para apresentação das tecnologias empregadas, o Demonstrador de Manufatura Avançada da Feimec 2018 produziu centenas de porta-gadgets que podiam ser customizados pelos convidados. Liderado pela Abimaq, o Demonstrador de Manufatura Avançada foi desenvolvido junto com empresas e realização técnica do Senai. O projeto contou com o patrocínio do BNDES e das empresas Balluff, Beckhoff, Bosch Rexroth, Dassault Systemes, Furukawa, Informa Exhibitions, Kuka, Metal Work, PPI-Multitask, Prensas Schuler, Romi, Schneider, Sick, SKA e Totvs. Outro destaque da feira foi o Parque de Ideias,


iniciativa pioneira que reuniu algumas das mais importantes instituições de ensino do País: FAAP, FEI, ITA, Instituto Mauá de Tecnologia, UFSC e USP. Todos os dias, o espaço esteve tomado por fabricantes, profissionais da indústria e estudantes, que acompanharam a ampla grade de palestras sobre inovação e puderam conhecer em primeira mão, nos estandes, os projetos dessas universidades para colaborar com o desenvolvimento da indústria. EXPOSITOR Maurício Lopes, gerente responsável pela comercialização de máquinas-ferramenta da Romi no Brasil e coordenador da Comissão Organizadora da Feimec 2018, garante que o objetivo da feira foi alcançado e atendeu às expectativas dos expositores. Para ele, o diferencial desta edição esteve na parceria com os clientes: organizadores e expositores atuaram em conjunto até a concretização do evento. "Essa foi a nossa principal estratégia para promover um bom trabalho e atrair visitantes interessados em fechar negócios", diz Lopes. "A ideia é manter a estratégia para as próximas edições". Falando pela Romi, patrocinadora da Feimec desde a primeira edição, Lopes diz que está otimista com o aquecimento do mercado e que as expectativas da empresa foram superadas. A Romi aproveitou a feira para lançar a Linha D de centros de usinagem vertical, cuja principal característica é proporcionar competitividade aos clientes. "O evento trouxe a resposta esperada no que diz respeito à comercialização dos produtos, relacionamento com o cliente e prospecção de novos contatos". Também da Romi, o chefe de Marketing, Gerson Martins, disse que a Feimec se tornou referência no setor, e que a feira está consolidada e apta a atender o mercado. A Trumpf fechou negócios e deixou outros engatilhados. "Vimos que a economia está se recuperando e isso é super positivo", disse João C. Visetti, diretor-presidente da empresa. Ele frisou que percebeu o interesse dos visitantes, que estavam na feira à procura de bons produtos e preços satisfatórios. Para a Schunk, a feira foi de grande importância, principalmente por confirmar a melhora do mercado, com visitantes qualificados. "Nestes cinco dias de feira, discutimos grandes projetos e esperamos, com isso, colher os frutos do investimento feito no evento", diz Mairon Anthero, diretor Administrativo da empresa. O executivo destaca a grande quantidade de visitantes com poder de decisão, tanto de grandes como de pequenas empresas. "O número de visitantes superou as nossas expectativas e o pavilhão atende perfeitamente nossa necessidade. Conseguimos mostrar nossos produtos para os clientes e de que forma atendemos e trabalhamos com a indústria. Sem dúvida nenhuma, a Feimec nos trará ótimos resultados até o final do ano". "Tivemos uma grande estreia na Feimec. O evento atraiu indústrias de todo o País e também do exterior interessadas em novidades para otimizar seus processos e garantir mais produtividade e economia", ressalta Walter Strebinger, diretor da fabricante de especialidades químicas Quimatic Tapmatic. "Além de gerar um reforço de vendas importante para a nossa expectativa de crescimento anual, a exposição nos permitiu trocar experiências com os visitantes, o que é sempre muito válido para o constante desenvolvimento técnico de nosso portfólio". A Esab se mostrou positivamente surpreendida com sua participação na Feimec. Além dos bons negócios que fez, pelos quais a empresa sentiu o mercado mais otimista, a empresa destacou a organização do evento. Segundo Virgínia Soares, responsável pelo Marketing da empresa, "a diferença está no suporte ao expositor e no relacionamento com o visitante ao longo dos dias de exposição, graças ao trabalho de divulgação pré-evento". De acordo com Ennio Crispino, gerente de Vendas da Eurostec, o nível de visitação no estande da empresa superou a expectativa já no primeiro dia. "Foram fechadas vendas que estavam em andamento antes da feira, bem como outras novas aconteceram ao longo dos cinco dias". Para Crispino, o pós-feira está sendo considerado muito importante para a empresa, em virtude das boas prospecções proporcionadas pela feira. Ricardo Jorge Cruz, gerente geral de Projetos de Vendas da Grob, destacou o nível de visitação: "Ótimo, muitas novidades e negócios realizados desde o primeiro dia". Ele diz que se surpreendeu com a quantidade de segmentos industriais presentes na feira, bem como com o emprenho do evento em estimular projetos de pesquisa e desenvolvimento. "Foi a melhor feira para a Starrett dos últimos anos", comemorou Felipe Fabrega Teixeira, gerente de Produtos da empresa. Segundo ele, a feira incentivou o poder de compra dos visitantes. "A Starrett fechou negócios com a venda de grandes máquinas e conseguiu contato com uma série de distribuidores potenciais". Nas contas do gerente, nesta edição a empresa teve êxito de 15% a 20% nos negócios em comparação com diversas feiras anteriores. A Sew Eurodrive aproveitou o evento para fixar a sua marca no mercado. Celso Santos Fonseca, gerente regional de Vendas, se mostrou bastante satisfeito com o nível de visitação em seu estande, pois acredita que só assim os negócios acontecem. Para a empresa, o objetivo foi iniciar a negociação com o cliente, dando continuidade após o evento. "A Sew atingiu o resultado esperado, portanto a Feimec já pode contar com nossa participação na próxima edição". Para Ricardo Braghittoni, gerente de Vendas da Stäubli, o ponto alto da participação da empresa na Feimec 2018 foram as vendas dos robôs. "Os negócios foram melhorando a cada dia que passava". A participação de estudantes no evento também chamou a atenção do gerente, que elogiou a parceria entre a feira e Senai. A Prensas Schuler considera importante estar em uma feira técnica como a Feimec para viabilizar o relacionamento com clientes importantes, já que a empresa fecha negócios e trabalha sob encomenda. Segundo a assistente executiva de Marketing Patricia Martins, a divulgação é o principal objetivo da companhia ao participar do evento. "Foi possível mostrar novas tecnologias na feira,


o que ajuda no desempenho dos negócios, já que a demanda é o que move a linha de produção da Prensas Schuler". "Full Time" foi o termo usado por Agnes Gedrat, administradora de Vendas e Marketing da Heller, para descrever o movimento no estante da empresa na feira. A Heller recebeu a visita de clientes potenciais, universitários interessados nas tecnologias da empresa e realizou grandes negócios. Segundo Agnes, a expectativa foi superada tanto em vendas quanto em relacionamento. Um aumento de 30% a 40% nas vendas foi o que a Tecnigrav conquistou na Feimec 2018. Rodrigo Mello, técnico em Vendas, registrou o contentamento da empresa com a feira, principalmente no que diz respeito ao público. "Foi essencial a divulgação pré-feira, de modo que trouxe o cliente até o estande e levou ao fechamento dos negócios". A ABB se surpreendeu com a Feimec desde o primeiro dia. Com 10% de crescimento nas vendas durante a feira, a empresa considera que o suporte e organização foram primordiais para o sucesso dos expositores. "A Feimec se consolidou como a melhor das feiras do setor", disse Jessica Pires, assistente de Marketing da ABB. Também marcando presença na Feimec 2018, a Junker se mostrou satisfeita, principalmente pelos bons contatos que fez. Dirk Huber, diretor do grupo Junker no Brasil, destacou que a maioria dos visitantes era tomadora de decisão. "Iniciamos uma negociação e vendemos a máquina no mesmo dia, o que é sinal de sucesso e satisfação". Sobre a participação da CTS (Tecnologias e Serviços de Compressão de Ar) do Grupo Ingersol, Fabio Narahara, líder de Marketing na América Latina para tecnologias e serviços de compressão, ficou surpreso com o movimento tanto de pessoas e oportunidades, quanto nos negócios fechados. "A empresa já planeja estar na próxima edição da feira". Raquel Antonio, especialista de Marketing, avaliou que o grupo teve o retorno esperado de todo o seu investimento na Feimec, que mostrou, além de tudo, um reaquecimento do setor. Para a Aro (Gerenciamento de Fluidos), também do Grupo Ingersoll, "a Feimec 2018 foi extremamente positiva", nas palavras de Cristian Drewes, diretor de Vendas. O executivo destacou a quantidade e qualidade do público, que se mostrou interessado nos produtos. Ainda segundo o diretor, foram geradas oportunidades significativas de negócios nesta edição. SERVIÇO: Feimec - Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos Data: 24 a 28 de abril de 2018, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center Iniciativa: Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) Promoção e organização: Informa Exhibitions Patrocínio Oficial: Romi Mais informações: www.feimec.com.br


Feimec 2018 confirma confiança da indústria na retomada do crescimento econômico Veículo: UBRAFE - União Brasileira dos Promotores de Feiras - Localidade: Não disponível - ND - - 03/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 156 cm - Retorno de mídia: R$ 6864,00 Link: http://www.ubrafe.org.br/noticias/detalhes/24437/feimec-2018-confirma-confianca-da-industria-na-retomada-do-crescim ento-economico.php Consolidada como a maior feira do setor de máquinas e equipamentos da América Latina, a segunda edição da FEIMEC foi encerrada neste sábado, 28 de abril, no São Paulo Expo. Foram cinco dias de corredores e estandes cheios, muitos negócios realizados e oferta de conteúdo de alta qualidade em mais de 60 horas de seminários, workshops e palestras. Para João Carlos Marchesan, presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, o crescimento de quase 70% na área da FEIMEC de uma edição para outra e a grande quantidade de expositores - 460 empresas que representam quase 1.000 marcas nacionais e internacionais - foram um sinal inequívoco da pujança, confiança e perseverança dos empresários do setor. "A indústria de máquinas e equipamentos está fazendo sua parte, investindo em tecnologia e capacitação. Agora, precisamos que o Governo também faça a parte dele e melhore o ambiente de negócios com as reformas e a redução do custo do investimento. O próximo presidente, quem quer que seja, precisa assumir uma política de Estado voltada para o futuro do Brasil". José Velloso, presidente-executivo da ABIMAQ, ressalta a importância da FEIMEC como propagadora do alto nível da indústria brasileira de máquinas e equipamentos. "Vencemos a última fronteira da tecnologia. O Demonstrador de Manufatura Avançada que trouxemos para a feira é uma prova disso: foi desenvolvido em apenas três meses, com equipamentos e sistemas disponíveis no Brasil e acessíveis aos industriais de todos os segmentos. Esta terceira edição do Demonstrador foi mais compacta, mas muito mais avançada que as anteriores", destaca Velloso. Mais que isso, o dirigente ressalta que por toda a feira os visitantes puderam encontrar máquinas, equipamentos e soluções que atendem os conceitos da Indústria 4.0 e que vão ajudar a indústria brasileira a modernizar suas plantas para ganharem produtividade e se tornarem mais competitivas nos mercados interno e externo. Na avaliação de Marco Basso, presidente da Informa Exhibitions, a segunda edição da FEIMEC representou a retomada da atividade industrial no Brasil ao superar todas as expectativas de visitação, negócios e oferta de conteúdo técnico. "O retorno que tivemos dos expositores foi extremamente positivo, e muitos se mostraram surpresos com a qualificação dos visitantes, a presença de compradores de todas as regiões e a quantidade de marcas nacionais e internacionais representadas na feira". Para colaborar com as exportações da indústria brasileira de bens de capital mecânicos, a FEIMEC abrigou mais uma vez a Rodada Internacional de Negócios, ação de promoção comercial organizada pela ABIMAQ e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Durante dois dias (25 e 26) foram realizadas 170 reuniões entre as 39 empresas brasileiras inscritas e 10 importadores convidados de 5 mercados estratégicos para a indústria brasileira de máquinas e equipamentos: África do Sul, Argentina, Chile, Peru e Rússia. As reuniões geraram negócios da ordem de US$ 9 milhões entre vendas imediatas e prospectadas para os próximos 12 meses. De acordo com os organizadores, a expectativa de 40 mil visitantes foi amplamente superada. A feira recebeu estudantes, profissionais e compradores dos mais diferentes segmentos da indústria, como automóveis e autopeças, petroquímica, alimentos e bebidas, metalurgia, embalagem e rotulagem, construção e infraestrutura, e muitos outros. A terceira edição da FEIMEC, em 2020, já está confirmada para os dias 5 a 9 de maio, no São Paulo Expo. INOVAÇÃO O Demonstrador de Manufatura Avançada citado por José Velloso, da ABIMAQ, foi um dos grandes destaques da FEIMEC 2018. Já no terceiro dia da feira, a visitação ao projeto havia superado a da segunda edição, na EXPOMAFE 2017, e a aprovação foi unânime. Isto porque o Demonstrador funcionou como um "laboratório aberto", onde foram mostradas, na prática, 20 tecnologias integradoras de mais de 20 parceiros industriais. Composto pela linha de produção propriamente dita, um cockpit com os sistemas de controle e gestão do processo produtivo e os clusters para apresentação das tecnologias empregadas, o Demonstrador de Manufatura Avançada da FEIMEC 2018 produziu centenas de porta-gadgets que podiam ser customizados pelos convidados. Liderado pela ABIMAQ, o Demonstrador de Manufatura Avançada foi desenvolvido junto com empresas e


realização técnica do SENAI. O projeto contou com o patrocínio do BNDES e das empresas Balluff, Beckhoff, Bosch Rexroth, Dassault Systemes, Furukawa, Informa Exhibitions, KUKA, Metal Work, PPI-Multitask, Prensas Schuler, Romi, Schneider, Sick, SKA e TOTVS. Outro destaque da feira foi o Parque de Ideias, iniciativa pioneira que reuniu algumas das mais importantes instituições de ensino do País: FAAP, FEI, ITA, Instituto Mauá de Tecnologia, UFSC e USP. Todos os dias, o espaço esteve tomado por fabricantes, profissionais da indústria e estudantes, que acompanharam a ampla grade de palestras sobre inovação e puderam conhecer em primeira mão, nos estandes, os projetos dessas universidades para colaborar com o desenvolvimento da indústria. PALAVRA DO EXPOSITOR Maurício Lopes, gerente responsável pela comercialização de máquinas-ferramenta da ROMI no Brasil e coordenador da Comissão Organizadora da FEIMEC 2018, garante que o objetivo da feira foi alcançado e atendeu às expectativas dos expositores. Para ele, o diferencial desta edição esteve na parceria com os clientes: organizadores e expositores atuaram em conjunto até a concretização do evento. "Essa foi a nossa principal estratégia para promover um bom trabalho e atrair visitantes interessados em fechar negócios", diz Lopes. "A ideia é manter a estratégia para as próximas edições". Falando pela ROMI, patrocinadora da FEIMEC desde a primeira edição, Lopes diz que está otimista com o aquecimento do mercado e que as expectativas da empresa foram superadas. A Romi aproveitou a feira para lançar a Linha D de centros de usinagem vertical, cuja principal característica é proporcionar competitividade aos clientes. "O evento trouxe a resposta esperada no que diz respeito à comercialização dos produtos, relacionamento com o cliente e prospecção de novos contatos". Também da Romi, o chefe de Marketing, Gerson Martins, disse que a FEIMEC se tornou referência no setor, e que a feira está consolidada e apta a atender o mercado. Em sua participação na FEIMEC, a TRUMPF fechou negócios e deixou outros engatilhados. "Vimos que a economia está se recuperando e isso é super positivo", disse João C. Visetti, diretor-presidente da empresa. Ele frisou que percebeu o interesse dos visitantes, que estavam na feira à procura de bons produtos e preços satisfatórios. Para a SCHUNK, a FEIMEC foi de grande importância, principalmente por confirmar a melhora do mercado, com visitantes qualificados. "Nestes cinco dias de feira, discutimos grandes projetos e esperamos, com isso, colher os frutos do investimento feito no evento", diz Mairon Anthero, diretor Administrativo da empresa. O executivo destaca a grande quantidade de visitantes com poder de decisão, tanto de grandes como de pequenas empresas. "O número de visitantes superou as nossas expectativas e o pavilhão atende perfeitamente nossa necessidade. Conseguimos mostrar nossos produtos para os clientes e de que forma atendemos e trabalhamos com a indústria. Sem dúvida nenhuma, a FEIMEC nos trará ótimos resultados até o final do ano". "Tivemos uma grande estreia na FEIMEC. O evento atraiu indústrias de todo o País e também do exterior interessadas em novidades para otimizar seus processos e garantir mais produtividade e economia", ressalta Walter Strebinger, diretor da fabricante de especialidades químicas QUIMATIC TAPMATIC. "Além de gerar um reforço de vendas importante para a nossa expectativa de crescimento anual, a exposição nos permitiu trocar experiências com os visitantes, o que é sempre muito válido para o constante desenvolvimento técnico de nosso portfólio". A ESAB se mostrou positivamente surpreendida com sua participação na FEIMEC. Além dos bons negócios que fez, pelos quais a empresa sentiu o mercado mais otimista, a empresa destacou a organização do evento. Segundo Virgínia Soares, responsável pelo Marketing da empresa, "a diferença está no suporte ao expositor e no relacionamento com o visitante ao longo dos dias de exposição, graças ao trabalho de divulgação pré-evento". De acordo com Ennio Crispino, gerente de Vendas da EUROSTEC, o nível de visitação no estande da empresa superou a expectativa já no primeiro dia da FEIMEC 2018. "Foram fechadas vendas que estavam em andamento antes da feira, bem como outras novas aconteceram ao longo dos cinco dias". Para Crispino, o pós-feira está sendo considerado muito importante para a empresa, em virtude das boas prospecções proporcionadas pela feira. Ricardo Jorge Cruz, gerente geral de Projetos de Vendas da GROB, destacou o nível de visitação: "Ótimo, muitas novidades e negócios realizados desde o primeiro dia". Ele diz que se surpreendeu com a quantidade de segmentos industriais presentes na feira, bem como com o emprenho do evento em estimular projetos de pesquisa e desenvolvimento. "Foi a melhor feira para a Starrett dos últimos anos", comemorou Felipe Fabrega Teixeira, gerente de Produtos da STARRETT. Segundo ele, a FEIMEC incentivou o poder de compra dos visitantes. "A Starrett fechou negócios com a venda de grandes máquinas e conseguiu contato com uma série de distribuidores potenciais". Nas contas do gerente, nesta edição a empresa teve êxito de 15% a 20% nos negócios em comparação com diversas feiras anteriores. A SEW EURODRIVE aproveitou o evento para fixar a sua marca no mercado. Celso Santos Fonseca, gerente regional de Vendas, se mostrou bastante satisfeito com o nível de visitação em seu estande, pois acredita que só assim os negócios acontecem. Para a empresa, o objetivo foi iniciar a negociação com o cliente, dando continuidade após o evento. "A SEW atingiu o resultado esperado, portanto a FEIMEC já pode contar com nossa participação na próxima edição". Para Ricardo Braghittoni, gerente de Vendas da STÄUBLI, o ponto alto da participação da empresa na FEIMEC 2018 foram as vendas dos robôs. "Os negócios foram melhorando a cada dia que passava". A participação de estudantes no evento


também chamou a atenção do gerente, que elogiou a parceria entre a feira e Senai. A PRENSAS SCHULER considera importante estar em uma feira técnica como a FEIMEC para viabilizar o relacionamento com clientes importantes, já que a empresa fecha negócios e trabalha sob encomenda. Segundo a assistente executiva de Marketing Patricia Martins, a divulgação é o principal objetivo da companhia ao participar do evento. "Foi possível mostrar novas tecnologias na feira, o que ajuda no desempenho dos negócios, já que a demanda é o que move a linha de produção da Prensas Schuler". "Full Time" foi o termo usado por Agnes Gedrat, administradora de Vendas e Marketing da HELLER, para descrever o movimento no estante da empresa na feira. A Heller recebeu a visita de clientes potenciais, universitários interessados nas tecnologias da empresa e realizou grandes negócios. Segundo Agnes, a expectativa foi superada tanto em vendas quanto em relacionamento. Um aumento de 30% a 40% nas vendas foi o que a TECNIGRAV conquistou na FEIMEC 2018. Rodrigo Mello, técnico em Vendas, registrou o contentamento da empresa com a feira, principalmente no que diz respeito ao público. "Foi essencial a divulgação pré-feira, de modo que trouxe o cliente até o estande e levou ao fechamento dos negócios". A ABB se surpreendeu com a FEIMEC desde o primeiro dia. Com 10% de crescimento nas vendas durante a feira, a empresa considera que o suporte e organização foram primordiais para o sucesso dos expositores. "A Feimec se consolidou como a melhor das feiras do setor", disse Jessica Pires, assistente de Marketing da ABB. Também marcando presença na Feimec 2018, a JUNKER se mostrou satisfeita, principalmente pelos bons contatos que fez. Dirk Huber, diretor do grupo Junker no Brasil, destacou que a maioria dos visitantes era tomadora de decisão. "Iniciamos uma negociação e vendemos a máquina no mesmo dia, o que é sinal de sucesso e satisfação". Sobre a participação da CTS (Tecnologias e Serviços de Compressão de Ar) do Grupo Ingersol, Fabio Narahara, líder de Marketing na América Latina para tecnologias e serviços de compressão, ficou surpreso com o movimento tanto de pessoas e oportunidades, quanto nos negócios fechados. "A empresa já planeja estar na próxima edição da feira". Raquel Antonio, especialista de Marketing, avaliou que o grupo teve o retorno esperado de todo o seu investimento na FEIMEC, que mostrou, além de tudo, um reaquecimento do setor. Para a ARO (Gerenciamento de Fluidos), também do Grupo Ingersoll, "a Feimec 2018 foi extremamente positiva", nas palavras de Cristian Drewes, diretor de Vendas. O executivo destacou a quantidade e qualidade do público, que se mostrou interessado nos produtos. Ainda segundo o diretor, foram geradas oportunidades significativas de negócios nesta edição. REALIZAÇÃO ABIMAQ - A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos representa cerca de 7.500 empresas dos mais diferentes segmentos fabricantes de bens de capital mecânicos, cujo desempenho tem impacto direto sobre os demais setores produtivos nacionais e está estruturada nacionalmente com a sede em São Paulo, nove regionais e um Escritório Político em Brasília. Muito além da representação institucional do setor, a ABIMAQ tem a sua gestão profissionalizada e as suas atividades voltadas para a geração de oportunidades comerciais para as suas associadas, realizando ações junto às instâncias políticas e econômicas, estimulando o comércio e a cooperação internacionais e contribuindo para aprimorar seu desempenho em termos de tecnologia, capacitação de recursos humanos e modernização gerencial. A Informa Exhibitions cria comunidades e conecta pessoas e marcas em todo o mundo e, aliando as entregas de suas feiras com uma nova estratégia digital, gera oportunidades e relacionamentos 365 dias por ano. Com escritórios em São Paulo (sede) e Curitiba e cerca de 200 profissionais, a empresa conta em seu portfólio com marcas como Agrishow, Fispal Tecnologia, Fispal Food Service, ForMóbile, Futurecom, ABF Franchising Expo, Serigrafia SIGN FutureTEXTIL, Feimec, Expomafe, Plástico Brasil, High Design Home & Office Expo, entre outros, totalizando 21 eventos setoriais. No mundo, atua em 150 escritórios em 57 países e é líder em inteligência de negócios, publicações acadêmicas, conhecimento e eventos, com capital aberto e papéis negociados na bolsa de Londres. SERVIÇO FEIMEC - Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos Data: 24 a 28 de abril de 2018, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center Iniciativa: ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos Promoção e organização: Informa Exhibitions Patrocínio Oficial: Romi Mais informações: www.feimec.com.br Fonte: Assessoria de Imprensa |Primeira Página


Incentivo à indústria 4.0 e internet das coisas precisa avançar no Brasil, diz especialistas Veículo: Instituto Millenium - Localidade: Não disponível - ND - - 03/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 122 cm - Retorno de mídia: R$ 5368,00 Link: https://www.institutomillenium.org.br/blog/incentivo-industria-4-0-e-internet-das-coisas-precisa-avancar-no-brasil-diz-esp ecialistas/ "Vocês já devem ter ouvido que estamos vivendo uma revolução", foi assim que Carlos Américo Pacheco, diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo da FAPESP, iniciou sua palestra na Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos (Feimec), que ocorre em São Paulo até 28 de abril, reunindo mais de 900 marcas expositoras. Pacheco se refere à transformação promovida pela chamada indústria 4.0, que impactará não apenas os meios de produção industrial, mas a competitividade das empresas, a interação humano-máquina e questões econômicas e sociais. A indústria 4.0 foi o tema central da feira organizada pela Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), entre outras 30 entidades setoriais. A transformação é tamanha e atinge tantos setores que está sendo chamada de quarta revolução industrial. Segundo especialistas presentes em debate sobre o tema na Feimec, para que não se perca em competitividade, há uma necessidade urgente em avançar nos processos de digitalização na indústria e de toda a sua cadeia de valor. "O conceito de indústria 4.0 surgiu na Alemanha há quatro anos para manter o país entre os líderes mundiais. Não há ruptura, o que há é continuidade. Tudo o que se fez na indústria, vai continuar sendo feito, só que com mais eficiência", disse Marcelo Zuffo, professor do Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), que falou na Feimec sobre desafios e oportunidades para o Brasil com a indústria 4.0 e a internet das coisas (IoT, na sigla em inglês). Veja também: "A inteligência artificial ajuda as pessoas, não as substitui" A 4ª revolução industrial já chegou Inovação no Brasil: um caso de política pública incompleta O Brasil tem apresentado alguns planos para inserir a indústria 4.0 no centro de suas estratégias de política industrial e aumentar a competitividade. "Cada país tem desenhado sua estratégia conforme suas necessidades. No Brasil, temos que olhar para a heterogeneidade da indústria. Temos fábricas ainda na primeira fase industrial e uma nata de empresas que estão na fronteira do processo de automação e de produção", disse Pacheco. Nesse contexto, há um conjunto de indústrias no Brasil que precisa ter acesso às principais tecnologias facilitadoras da indústria 4.0, como internet das coisas, big data, robótica avançada, realidade virtual e inteligência artificial. "No entanto, apesar de haver um esforço de difusão da tecnologia, é preciso também estar atento à capacitação tecnológica para essas novas fronteiras", disse Pacheco. O diretor-presidente da FAPESP ressaltou que, com a necessidade de transição para a indústria 4.0, um programa de manufatura avançada deve trabalhar a produtividade da indústria como um todo. "Na FAPESP, financiamos pesquisas científicas. Como podemos contribuir para esse processo de transformação? Vimos que nosso programa de financiamento de startups e empresas inovativas gera um benefício extraordinário e as prepara para a manufatura avançada. Sem dúvida, uma forma de melhorar a indústria brasileira está em financiar essas pequenas empresas", disse. O Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), criado em 1997, tem quatro chamadas ao ano e em 2017 aprovou 237 novas propostas submetidas por startups, pequenas e médias empresas, em um valor total contratado de R$ 79,8 milhões. Salto quântico As oportunidades e os ganhos em competitividade são grandes. Tanto que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) acaba de lançar um novo programa de R$ 5 bilhões para incentivar a indústria 4.0, junto ao Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). A Agenda Brasileira para a Indústria 4.0, do MDIC, prevê ainda destinar recursos para o treinamento em indústria 4.0 de 1,5 mil professores de educação profissional e tecnológica e 10 mil alunos da rede federal. Os recursos serão aplicados, ainda, na criação de até 100 laboratórios voltados à Quarta Revolução Industrial. A Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), também participou da Feimec, apresentando seu modelo de financiamento para projetos de pesquisa e desenvolvimento. + "Startup transforma lixo em artigos de moda" Há ainda o Plano Nacional de Internet das Coisas do MCTIC, ainda não lançado. De acordo com o plano de ação, internet das coisas é uma oportunidade única para o crescimento econômico. "Até


2025, a internet das coisas terá um impacto econômico maior do que robótica avançada, tecnologias cloud e até mesmo do que a internet móvel. O impacto esperado no Brasil é de US$ 50 a 200 bilhões por ano, o que representa cerca de 10% do PIB do nosso país", destaca o relatório do plano de ação. Zuffo defende que com esse avanço, se tudo for implementado, a economia "dará um salto quântico". "Desde 2012, há no mundo um computador por ser humano, como o celular, por exemplo, que tem uma ótima interação humano-máquina. Porém, já saímos dessa proporção e o nosso desafio é saber que teremos milhares de computadores por pessoa na próxima década. Eles estarão cada vez menores, mais baratos e integrados a todas as coisas. A estimativa é que uma pessoa tenha em média 10 mil coisas. Umas mais, outras menos. Será uma avalanche", disse. Fonte: "Pequenas Empresas & Grandes Negócios" O post Incentivo à indústria 4.0 e internet das coisas precisa avançar no Brasil, diz especialistas apareceu primeiro em Instituto Millenium.


Agrishow: Temer indica redução do juros do Plano Safra Veículo: Canal Rural - Localidade: São Paulo - SP - - 03/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 71 cm - Retorno de mídia: R$ 21300,00 Link: http://www.canalrural.com.br/noticias/mercado-e-cia/agrishow-temer-indica-reducao-juros-plano-safra-74182 A Agrishow continua reunindo as lideranças do setor produtivo em Ribeirão Preto (SP). Na manhã desta quinta-feira, dia 3, o presidente Michel Temer visitou a feira e adiantou algumas mudanças no Plano Safra, que poderá ter redução nos juros de financiamento. O presidente do conselho administrativo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), João Marchesan, comentou sobre o pronunciamento do presidente.


Especial Agrishow: Agrishow debate como tornar mais confiável a previsão do tempo Veículo: Cultivar - Localidade: PELOTAS - RS - - 03/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 61 cm - Retorno de mídia: R$ 2684,00 Link: https://www.grupocultivar.com.br/noticias/especial-agrishow-agrishow-debate-como-tornar-mais-confiavel-a-previsao-do -tempo Criar uma plataforma capaz de integrar as 500 estações meteorológica existentes hoje no sistema brasileiro de previsão do tempo, com as centenas de estações privadas instaladas pelos produtores rurais em suas fazendas. Essa medida representaria uma expressiva melhoria na qualidade das previsões meteorológicas utilizadas na agricultura. Essa avaliação foi consenso entre os participantes do painel "O Clima no Brasil em 2018 e seu Impacto nas Safras 2018/2019", promovido nesta quarta-feira (2), pela Climatempo, na Arena do Conhecimento da 25ª Agrishow - Feira Internacional de Tecnologia Agrícola. "O compartilhamento de informações e dados entre o maior número possível de estações medidoras é essencial para dar maior confiabilidade nas previsões, que é instrumento fundamental para a tomada de decisão dos produtores rurais", afirmou Carlos Magno, presidente da Climatempo. "Na maioria das culturas agrícolas, a janela climatológica para plantio ou colheita costuma ser muito estreita. Em razão disso, ter uma previsão que seja a mais confiável possível, é fundamental para o produtor, pois, sobretudo no caso de grandes plantações, um erro pode representar a diferença entre lucro ou prejuízo", afirmou Júlio Cézar Busato, presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), um dos participantes do painel. No painel seguinte, Evaristo de Miranda, chefe-geral da Embrapa Territorial proferiu a palestra Atribuição, uso e gestão de terras e a Agricultura 4.0 enfatizando ser necessário buscar o dado correto. Segundo ele, existe uma grande quantidade de informações, a partir de sensores das máquinas agrícolas, de estações meteorológicas, disponíveis na internet. "Mas precisamos buscar o right data, ou seja, os dados corretos, para facilitar o trabalho no campo, se tiver que combater a ferrugem, por exemplo", resumiu Miranda, destacando que os dados não seriam restritos a previsões do tempo, mas com dados mais precisos nas lavouras. Miranda citou que um projeto-piloto, envolvendo Climatempo e Embrapa Territorial, denominado Agroeste, com produção de algodão, deve começar, em breve, um projeto na Bahia, com a intenção de ter dados mais corretos. Ele enfatizou que os grandes produtores terão informações mais rápidas, mas que os pequenos, por meio de cooperativas organizadas, também poderão melhorar a comunicação no campo. Do painel participou ainda Danielle Bressiani, gerente de P&D do Labs Climatempo, que apresentou o aplicativo Agroclima PRO. E Rafael Guimarães, presidente da Hughes Brasil, destacou que a empresa terá, até o final deste ano, cerca de 4.900 cidades com cobertura de internet por satélite. Segundo ele, 22% dos domicílios rurais do país ainda estão sem conexão com a internet, principalmente na região Norte. O escritor José Luiz Tejon, que foi o moderador do painel, destacou: "Quanto mais bem coordenadas as cadeias produtivas, menos incertezas". E acrescentou que, com cerca de 500 estações meteorológicas conectadas por satélite, o Brasil tem possibilidade de ter informações detalhadas, similares às existentes nos Estados Unidos. "O tempo é hoje, agora", finalizou. A Agrishow 2018 teve início no dia 30 de abril e se encerra na sexta-feira, dia 4 de maio. A feira é uma iniciativa das principais entidades do segmento no país: Abag - Associação Brasileira do Agronegócio, Abimaq - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Anda - Associação Nacional para Difusão de Adubos, Faesp - Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB - Sociedade Rural Brasileira. O evento é organizado pela Informa Exhibitions, integrante do Grupo Informa, um dos maiores promotores de feiras, conferências e treinamento do mundo com capital aberto.


Temer ressalta o papel do agronegócio na economia brasileira Veículo: Agrolink - Localidade: PORTO ALEGRE - RS - - 03/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 20 cm - Retorno de mídia: R$ 720,00 Link: https://www.agrolink.com.br/noticias/temer-ressalta-o-papel-do-agronegocio-na-economia-brasileira_406538.html Na manhã desta quinta-feira (04.05) o presidente da República, Michel Temer visitou a 25ª edição da Agrishow, em Ribeirão Preto-SP. "A cada ano o Brasil cresce mais e um dos motivos para o crescimento do país é o agronegócio, que tem papel fundamental na economia", ressaltou o presidente. O setor foi considerado como o principal responsável por trazer o Produto Interno Bruto (PIB) para o campo positivo em 2017, com alta de 1%, em relação aos dois últimos anos. Temer circulou pela Feira, acompanhado pelo presidente da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), João Marchesan, por Francisco Matturro, presidente de Agrishow e pelo prefeito da Cidade de Ribeirão Preto, Daniel Duarte.


ABIMAQ defende modernização da economia brasileira em palestra na AGRISHOW Veículo: Gazeta de Votorantim - Localidade: VOTORANTIM - SP - - 03/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 47 cm - Retorno de mídia: R$ 2068,00 Link: http://www.gazetadevotorantim.com.br/gazetaDINORelease&releaseid=130732&title=ABIMAQ+defende+moderniza%C 3%A7%C3%A3o+da+economia+brasileira+em+palestra+na+AGRISHOW 03/05/2018 - 15:54 ABIMAQ defende modernização da economia brasileira em palestra na AGRISHOW Segundo Velloso, o Brasil precisa de financiamentos competitivos que sejam compatíveis com o retorno das empresas "Precisamos de uma política industrial que contribua para modernização da indústria brasileira e assim aumentar a produtividade da economia do País. O Brasil necessita do aumento do consumo de bens de capital, de máquinas. Sabemos que o aumento da produtividade vem das máquinas", assim José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ Associação Brasileira da Indústria de Máquinas iniciou sua palestra ontem durante a realização da AGRISHOW, maior feira a céu aberto do mundo. Segundo Velloso, o Brasil precisa de financiamentos competitivos que sejam compatíveis com o retorno das empresas. É necessária uma reforma monetária que permita a substituição da taxa Selic por uma taxa de juros de curto prazo fixada com valor próximo ou pouco acima da inflação projetada, acrescida do risco País. "Essa taxa - argumentou - deve remunerar os depósitos voluntários e compulsórios dos bancos. Precisamos ainda de uma taxa de longo prazo sendo definida pelo mercado. Continuou sugerindo que os resquícios de indexação de preços e contratos fossem eliminados". Para ele, o País precisa de investimentos. "O investimento de hoje é o crescimento de amanhã. Precisamos de programas de extensão tecnológica, investimento na engenharia brasileira e inserção do Brasil nas cadeias globais. Precisamos reindustrializar o País e precisamos de políticas que priorizem a competitividade e o aumento da participação da indústria de transformação no PIB. O país precisa de uma abertura comercial. NO entanto, esta abertura não pode ser feita de forma ingênua. Para podermos nos inserir nas cadeias globais, antes, necessitamos eliminar os efeitos do "Custo Brasil" na nossa competitividade", conclui. MÁQUINAS AGRÍCOLAS Na sequência, Pedro Estevão, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da ABIMAQ falou das mesmas necessidades na área agrícola, enfatizando a necessidade de financiamentos compatíveis com o retorno das empresas.


ABIMAQ defende modernização da economia brasileira em palestra na AGRISHOW Veículo: MT em destaque - Localidade: CUIABA - MT - - 03/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 14 cm - Retorno de mídia: R$ 616,00 Link: http://www.mtemdestaque.com.br/ver-releases/?title=abimaq-defende-modernizacao-da-economia-brasileira-em-palestr a-na-agrishow&releaseId=130732&partnerid=63 "Precisamos de uma política industrial que contribua para modernização da indústria brasileira e assim aumentar a produtividade da economia do País. O Brasil necessita do aumento do consumo de bens de capital, de máquinas. Sabemos que o aumento da produtividade vem das máquinas", assim José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ Associação Brasileira da Indústria de Máquinas iniciou sua palestra ontem durante a realização da AGRISHOW, maior feira a céu aberto do mundo. Segundo Velloso, o Brasil precisa de financiamentos competitivos que sejam compatíveis com o retorno das empresas. É necessária uma reforma monetária que permita a substituição da taxa Selic por uma taxa de juros de curto prazo fixada com valor próximo ou pouco acima da inflação projetada, acrescida do risco País. "Essa taxa - argumentou - deve remunerar os depósitos voluntários e compulsórios dos bancos. Precisamos ainda de uma taxa de longo prazo sendo definida pelo mercado. Continuou sugerindo que os resquícios de indexação de preços e contratos fossem eliminados". Para ele, o País precisa de investimentos. "O investimento de hoje é o crescimento de amanhã. Precisamos de programas de extensão tecnológica, investimento na engenharia brasileira e inserção do Brasil nas cadeias globais. Precisamos reindustrializar o País e precisamos de políticas que priorizem a competitividade e o aumento da participação da indústria de transformação no PIB. O país precisa de uma abertura comercial. NO entanto, esta abertura não pode ser feita de forma ingênua. Para podermos nos inserir nas cadeias globais, antes, necessitamos eliminar os efeitos do ?Custo Brasil? na nossa competitividade", conclui. MÁQUINAS AGRÍCOLAS Na sequência, Pedro Estevão, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da ABIMAQ falou das mesmas necessidades na área agrícola, enfatizando a necessidade de financiamentos compatíveis com o retorno das empresas.


ABIMAQ defende modernização da economia brasileira em palestra na AGRISHOW Veículo: Gente Atual - Localidade: RIO DE JANEIRO - RJ - - 03/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 19 cm - Retorno de mídia: R$ 836,00 Link: http://genteatual.blogspot.com.br/p/blog-page.html?title=abimaq-defende-modernizacao-da-economia-brasileira-em-pale stra-na-agrishow&releaseId=130732&partnerid=46 "Precisamos de uma política industrial que contribua para modernização da indústria brasileira e assim aumentar a produtividade da economia do País. O Brasil necessita do aumento do consumo de bens de capital, de máquinas. Sabemos que o aumento da produtividade vem das máquinas", assim José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ Associação Brasileira da Indústria de Máquinas iniciou sua palestra ontem durante a realização da AGRISHOW, maior feira a céu aberto do mundo. Segundo Velloso, o Brasil precisa de financiamentos competitivos que sejam compatíveis com o retorno das empresas. É necessária uma reforma monetária que permita a substituição da taxa Selic por uma taxa de juros de curto prazo fixada com valor próximo ou pouco acima da inflação projetada, acrescida do risco País. "Essa taxa - argumentou - deve remunerar os depósitos voluntários e compulsórios dos bancos. Precisamos ainda de uma taxa de longo prazo sendo definida pelo mercado. Continuou sugerindo que os resquícios de indexação de preços e contratos fossem eliminados". Para ele, o País precisa de investimentos. "O investimento de hoje é o crescimento de amanhã. Precisamos de programas de extensão tecnológica, investimento na engenharia brasileira e inserção do Brasil nas cadeias globais. Precisamos reindustrializar o País e precisamos de políticas que priorizem a competitividade e o aumento da participação da indústria de transformação no PIB. O país precisa de uma abertura comercial. NO entanto, esta abertura não pode ser feita de forma ingênua. Para podermos nos inserir nas cadeias globais, antes, necessitamos eliminar os efeitos do "Custo Brasil? na nossa competitividade", conclui. MÁQUINAS AGRÍCOLAS Na sequência, Pedro Estevão, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da ABIMAQ falou das mesmas necessidades na área agrícola, enfatizando a necessidade de financiamentos compatíveis com o retorno das empresas.


ABIMAQ defende modernização da economia brasileira em palestra na AGRISHOW Veículo: Comunique-se - Localidade: São Paulo - SP - - 03/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 51 cm - Retorno de mídia: R$ 1836,00 Link: http://portal.comunique-se.com.br/newsdino/?title=abimaq-defende-modernizacao-da-economia-brasileira-em-palestra-n a-agrishow&releaseid=130732&partnerid=33 dino São Paulo, 03/05/2018 - "Precisamos de uma política industrial que contribua para modernização da indústria brasileira e assim aumentar a produtividade da economia do País. O Brasil necessita do aumento do consumo de bens de capital, de máquinas. Sabemos que o aumento da produtividade vem das máquinas", assim José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas iniciou sua palestra ontem durante a realização da AGRISHOW, maior feira a céu aberto do mundo. Segundo Velloso, o Brasil precisa de financiamentos competitivos que sejam compatíveis com o retorno das empresas. É necessária uma reforma monetária que permita a substituição da taxa Selic por uma taxa de juros de curto prazo fixada com valor próximo ou pouco acima da inflação projetada, acrescida do risco País. "Essa taxa - argumentou - deve remunerar os depósitos voluntários e compulsórios dos bancos. Precisamos ainda de uma taxa de longo prazo sendo definida pelo mercado. Continuou sugerindo que os resquícios de indexação de preços e contratos fossem eliminados". Para ele, o País precisa de investimentos. "O investimento de hoje é o crescimento de amanhã. Precisamos de programas de extensão tecnológica, investimento na engenharia brasileira e inserção do Brasil nas cadeias globais. Precisamos reindustrializar o País e precisamos de políticas que priorizem a competitividade e o aumento da participação da indústria de transformação no PIB. O país precisa de uma abertura comercial. NO entanto, esta abertura não pode ser feita de forma ingênua. Para podermos nos inserir nas cadeias globais, antes, necessitamos eliminar os efeitos do "Custo Brasil? na nossa competitividade", conclui. MÁQUINAS AGRÍCOLAS Na sequência, Pedro Estevão, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da ABIMAQ falou das mesmas necessidades na área agrícola, enfatizando a necessidade de financiamentos compatíveis com o retorno das empresas.


Agrishow divulga balanço nesta sexta-feira Veículo: Sucesso no Campo - Localidade: JATAI - GO - - 03/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 57 cm - Retorno de mídia: R$ 2508,00 Link: https://www.sucessonocampo.com.br/noticias/agrishow-divulga-balanco-nesta-sexta-feira/ As entidades realizadoras da Agrishow - Feira Internacional de Tecnologia Agrícola promoverão uma coletiva de imprensa nesta sexta-feira, às 15h00, para divulgar os números preliminares da 25ª edição. O ponto de encontro é a Sala de Imprensa, situado à Rua D. Na ocasião, estarão presentes o presidente da Agrishow, Francisco Matturro, o presidente da Abimaq - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, João Carlos Marchesan, o diretor executivo da Abag - Associação Brasileira do Agronegócio, Luiz Cornacchioni, o diretor executivo da Anda Associação Nacional para Difusão de Adubos e representantes da Faesp - Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo, SRB - Sociedade Rural Brasileira e da Informa Exhibitions. Aplicação de inteligência artificial no agro é debatida na Agrishow Três eventos apresentaram como temas as tecnologias artificial e digital, além de marketing para o agronegócio, durante a 25ª Agrishow - Feira Internacional de Tecnologia Agrícola. Daniel Padrão, CEO da Solinftec, fez a palestra "Alice - Agricultura Rumo à Inteligência Artificial", apresentando a plataforma Alice, que traz inteligência artificial para o produtor rural, permitindo que ele possa tomar decisões sobre sua plantação independentemente do local onde esteja. "A ferramenta traz informações mais precisas e com maior rapidez", informa Padrão. Abastecida com dados do produtor, apresenta os resultados sem necessitar de longos relatórios para análise, além de interagir por áudio com o operador/produtor. O gerente de planejamento e marketing da Rede Globo, José Petroski, ministrou a palestra "Como as marcas do agronegócio podem crescer". Apresentou um estudo de um centro de pesquisa australiano sobre estratégias úteis para uma nova forma de aplicação, para diversos segmentos. "Muitas vezes as empresas fazem algo para um nicho específico, deixando de se comunicar com o público geral de sua cadeia", explicou Petroski. Pela teoria do estudo, fazer marketing amplo pode ser mais proveitoso nos negócios do que para um nicho específico, incluindo o agronegócio. Com o tema "Transformação digital no campo: recomendações mais inteligentes para o agronegócio", o gerente de software da Logicalis, Eduardo Terzariol, discursou sobre as inúmeras soluções para controlar plataformas digitais. A empresa desenvolve soluções desde infraestrutura de tecnologia da informação (construção de rede de dados), passando por segurança e conectividade. E lança na Agrishow o seu produto Agrotools Hub, dedicado ao agronegócio. A empresa desenvolve soluções com parceiros estratégicos, como a Coopercitrus, que teve Tiago Aleixo, gerente de serviços, também como palestrante. Com a parceira com a cooperativa, a meta é levar essa tecnologia também aos pequenos e médios produtores. Tratores antigos viram atração na Agrishow Quem passa pela rua principal da 25ª Agrishow - Feira Internacional de Tecnologia Agrícola não deixa de notar uma peculiar amostra de máquina agrícolas que não são novas e nem representa a mais recente inovação do mercado, como ocorre no restante da feira. Trata-se do Memórias do Campo, uma seleção com 23 tratores fabricados no Brasil e no exterior, alguns deles produzidos nas primeiras décadas do século passado. Eles pertencem a seis colecionadores do Paraná e de São Paulo. "A ideia é resgatar a história de modelos que contribuíram para a evolução da agricultura brasileira", afirma Antonio Tittoto, produtor rural da região de Ribeirão Preto e que trouxe oito máquinas para a exposição. O mais antigo trator da mostra é um Fordson, com roda de ferro de 1921, mas existem curiosidades, como o da marca Ursos fabricado na Polônia na década de 1950. João dos Anjos Duarte, mecânico de São Carlos (SP), encontrou o trator queimado no meio de um pasto, em uma fazenda da região, se apaixonou pela máquina e fez sua completa restauração. "É uma máquina com uma mecânica totalmente diferente dos equipamentos fabricados na época. Uma curiosidade é que para dar a partida no motor é preciso aquecê-lo com uma chama de gás", explica. Visitas à feira - O presidente Michel Temer, acompanhado de deputados, autoridades e de representantes dos organizadores da feira, fez uma visita à Agrishow nesta quinta-feira (3). Mais informações: AGRISHOW 2018 - 25ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação Data: 30 de abril a 4 de maio de 2018 Local: Rodovia Antônio Duarte Nogueira, Km 321 - Ribeirão Preto (SP) Horário: das 8h às 18h Fonte: Mecânica de Comunicação


ABIMAQ defende modernização da economia brasileira em palestra na AGRISHOW Veículo: Folha Geral - Localidade: TABOCAS DO BREJO VELHO - BA - - 03/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 74 cm - Retorno de mídia: R$ 3256,00 Link: https://www.folhageral.com/newsdino/?title=abimaq-defende-modernizacao-da-economia-brasileira-em-palestra-na-agri show&releaseid=130732&partnerid=1374 "Precisamos de uma política industrial que contribua para modernização da indústria brasileira e assim aumentar a produtividade da economia do País. O Brasil necessita do aumento do consumo de bens de capital, de máquinas. Sabemos que o aumento da produtividade vem das máquinas", assim José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ Associação Brasileira da Indústria de Máquinas iniciou sua palestra ontem durante a realização da AGRISHOW, maior feira a céu aberto do mundo. Segundo Velloso, o Brasil precisa de financiamentos competitivos que sejam compatíveis com o retorno das empresas. É necessária uma reforma monetária que permita a substituição da taxa Selic por uma taxa de juros de curto prazo fixada com valor próximo ou pouco acima da inflação projetada, acrescida do risco País. "Essa taxa - argumentou - deve remunerar os depósitos voluntários e compulsórios dos bancos. Precisamos ainda de uma taxa de longo prazo sendo definida pelo mercado. Continuou sugerindo que os resquícios de indexação de preços e contratos fossem eliminados". Para ele, o País precisa de investimentos. "O investimento de hoje é o crescimento de amanhã. Precisamos de programas de extensão tecnológica, investimento na engenharia brasileira e inserção do Brasil nas cadeias globais. Precisamos reindustrializar o País e precisamos de políticas que priorizem a competitividade e o aumento da participação da indústria de transformação no PIB. O país precisa de uma abertura comercial. NO entanto, esta abertura não pode ser feita de forma ingênua. Para podermos nos inserir nas cadeias globais, antes, necessitamos eliminar os efeitos do "Custo Brasil? na nossa competitividade", conclui. MÁQUINAS AGRÍCOLAS Na sequência, Pedro Estevão, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da ABIMAQ falou das mesmas necessidades na área agrícola, enfatizando a necessidade de financiamentos compatíveis com o retorno das empresas.


ABIMAQ defende modernização da economia brasileira em palestra na AGRISHOW Veículo: Agencia Estado - Localidade: São Paulo - SP - - 03/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 59 cm - Retorno de mídia: R$ 2596,00 Link: http://institucional.ae.com.br/cadernos/releases/?id=Rk9HOS90N2EyVHlRM1NMcC93VzJqUT09 São Paulo--( DINO - 03 mai, 2018) - "Precisamos de uma política industrial que contribua para modernização da indústria brasileira e assim aumentar a produtividade da economia do País. O Brasil necessita do aumento do consumo de bens de capital, de máquinas. Sabemos que o aumento da produtividade vem das máquinas", assim José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas iniciou sua palestra ontem durante a realização da AGRISHOW, maior feira a céu aberto do mundo.Segundo Velloso, o Brasil precisa de financiamentos competitivos que sejam compatíveis com o retorno das empresas. É necessária uma reforma monetária que permita a substituição da taxa Selic por uma taxa de juros de curto prazo fixada com valor próximo ou pouco acima da inflação projetada, acrescida do risco País. "Essa taxa - argumentou - deve remunerar os depósitos voluntários e compulsórios dos bancos. Precisamos ainda de uma taxa de longo prazo sendo definida pelo mercado. Continuou sugerindo que os resquícios de indexação de preços e contratos fossem eliminados".Para ele, o País precisa de investimentos. "O investimento de hoje é o crescimento de amanhã. Precisamos de programas de extensão tecnológica, investimento na engenharia brasileira e inserção do Brasil nas cadeias globais. Precisamos reindustrializar o País e precisamos de políticas que priorizem a competitividade e o aumento da participação da indústria de transformação no PIB. O país precisa de uma abertura comercial. NO entanto, esta abertura não pode ser feita de forma ingênua. Para podermos nos inserir nas cadeias globais, antes, necessitamos eliminar os efeitos do 'Custo Brasil' na nossa competitividade", conclui.MÁQUINAS AGRÍCOLASNa sequência, Pedro Estevão, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da ABIMAQ falou das mesmas necessidades na área agrícola, enfatizando a necessidade de financiamentos compatíveis com o retorno das empresas.


Agrishow 2018 começa com expectativa de R$ 2,3 bilhões em negócios Veículo: Abag - Localidade: São Paulo - SP - - 03/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 50 cm - Retorno de mídia: R$ 2200,00 Link: http://www.abag.com.br/sala_imprensa/interna/abag-agrishow-2018-comeca-com-expectativa Notícias Agrishow 2018 começa com expectativa de R$ 2,3 bilhões em negócios Feira é uma das maiores do setor de tecnologia no agronegócio Data: 03/05/2018 A Agrishow 2018, que neste ano chegou à 25ª edição, começou oficialmente nesta segunda-feira (30), em Ribeirão Preto (SP), com expectativas otimistas para o agronegócio. A previsão até sexta-feira (4), quando termina a feira , é gerar R$ 2,3 bilhões em negócios e receber 150 mil visitantes, de 70 países. Na abertura do evento, um dos maiores no segmento de tecnologia no agronegócio, o presidente da feira, Francisco Matturro, enfatizou que não é o momento de divisão, mas de somar forças, pois o homem do campo depende do morador da cidade, e este também depende do setor rural. O presidente do Conselho da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), João Carlos Marchesan, lembrou que, pela primeira vez, o evento teve a presença de um ministro da Fazenda, Eduardo Guardia. "Isso demonstra o interesse dele em conhecer com mais profundidade o agronegócio", disse Marchesan, citando que o Brasil tem que ajudar a alimentar cerca de 1,3 bilhão de pessoas. Marchesan enfatizou ainda que, em 2017, em plena crise econômica no país, o agronegócio foi o único setor a crescer 13%. "É preciso voltar a acreditar no país, focar na abundância e não na escassez", acrescentou. O secretário da Agricultura do Estado de São Paulo, Francisco Sérgio Ferreira Jardim, ressaltou que o Brasil participará de um evento, no final de maio, na França, em que informará aos outros países que está 100% livre da febre aftosa no rebanho bovino. O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, comentou que trouxe duas mensagens importantes ao setor do agronegócio. A primeira, de confiança, com o Brasil superando a sua crise econômica. E a segunda, de alerta, de previsibilidade para melhorar o ambiente de negócios no país. Segundo ele, também será preciso continuar o processo de reformas iniciadas pelo governo federal. A solenidade de abertura contou ainda com a participação do governador de São Paulo, Márcio França, que parabenizou o setor do agronegócio pela superação de desafios. A Agrishow 2018 é uma iniciativa das principais entidades do segmento no país: Abag - Associação Brasileira do Agronegócio, Abimaq Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Anda - Associação Nacional para Difusão de Adubos, Faesp - Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB - Sociedade Rural Brasileira. Foto: Banco de Imagens Fonte: Gazeta do Povo


ABIMAQ defende modernização da economia brasileira em palestra na AGRISHOW Veículo: Agência o Globo - Localidade: RIO DE JANEIRO - RJ - - 03/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 9 cm - Retorno de mídia: R$ 396,00 Link: http://www.agenciaoglobo.com.br/dinonews/Default.aspx?idnot=43930&tit=ABIMAQ+defende+moderniza%C3%A7%C3 %A3o+da+economia+brasileira+em+palestra+na+AGRISHOW Negócio / "Precisamos de uma política industrial que contribua para modernização da indústria brasileira e assim aumentar a produtividade da economia do País. O Brasil necessita do aumento do consumo de bens de capital, de máquinas. Sabemos que o aumento da produtividade vem das máquinas", assim José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas iniciou sua palestra ontem durante a realização da AGRISHOW, maior feira a céu aberto do mundo. Segundo Velloso, o Brasil precisa de financiamentos competitivos que sejam compatíveis com o retorno das empresas. É necessária uma reforma monetária que permita a substituição da taxa Selic por uma taxa de juros de curto prazo fixada com valor próximo ou pouco acima da inflação projetada, acrescida do risco País. "Essa taxa - argumentou - deve remunerar os depósitos voluntários e compulsórios dos bancos. Precisamos ainda de uma taxa de longo prazo sendo definida pelo mercado. Continuou sugerindo que os resquícios de indexação de preços e contratos fossem eliminados". Para ele, o País precisa de investimentos. "O investimento de hoje é o crescimento de amanhã. Precisamos de programas de extensão tecnológica, investimento na engenharia brasileira e inserção do Brasil nas cadeias globais. Precisamos reindustrializar o País e precisamos de políticas que priorizem a competitividade e o aumento da participação da indústria de transformação no PIB. O país precisa de uma abertura comercial. NO entanto, esta abertura não pode ser feita de forma ingênua. Para podermos nos inserir nas cadeias globais, antes, necessitamos eliminar os efeitos do "Custo Brasil" na nossa competitividade", conclui. MÁQUINAS AGRÍCOLAS Na sequência, Pedro Estevão, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da ABIMAQ falou das mesmas necessidades na área agrícola, enfatizando a necessidade de financiamentos compatíveis com o retorno das empresas.


Novidades da Elipse são expostas na FEIMEC Veículo: InforChannel - Localidade: São Paulo - SP - - 03/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 64 cm - Retorno de mídia: R$ 2816,00 Link: https://inforchannel.com.br/2018/05/03/novidades-da-elipse-sao-expostas-na-feimec/ Nos dias 24 a 28 de abril, a Elipse Software, líder nacional no desenvolvimento de soluções para o gerenciamento de processos, participou da FEIMEC 2018 - Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos. Ao longo da feira, realizada no São Paulo Expo, a Elipse apresentou duas novidades no estande da Universal Robots, empresa especializada na criação de robôs colaborativos. A primeira delas foi o Elipse F4, solução desenvolvida para a área de manufatura. Uma vez integrado a robôs colaborativos, o novo software permite executar o planejamento, programação e controle da produção e materiais em tempo real. A ideia do Elipse F4 é evoluir desde o planejamento e previsão da demanda até a gestão correta de insumos e matéria-prima, organizando o processo fabril e a cadeia de suprimentos, tornando-se o coração da manufatura. Outra novidade apresentada pela empresa na feira foi o EPM Portal. Através dele, o usuário pode exibir e acompanhar indicadores de processos de forma clara, objetiva e em tempo real, direto no seu navegador de internet. Concebida para facilitar a tomada de decisões, a nova tecnologia da Elipse conta com uma interface simples e intuitiva, que possibilita criar dashboards com mais agilidade e segurança, sendo a ferramenta ideal para quem busca aliar mobilidade à segurança na democratização da informação. Promovida pela ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, a FEIMEC é considerada a maior feira do setor de máquinas e equipamentos da América Latina. Em sua segunda edição, o evento recebeu 460 expositores, que puderam apresentar seus lançamentos a mais de 40 mil visitantes. Número que agradou o gerente da Elipse-SP, Gustavo Salomão, feliz com a participação da empresa no encontro. "A feira foi muito boa. Acho que conseguimos entender e atingir o público do segmento de manufatura. Vamos colher bons frutos dessa parceria, mostrando a interação de nossa ferramenta com os cobots", disse ele referindo-se à parceria com a Universal Robots. Mais informações sobre a Elipse e a FEIMEC podem ser encontradas nos sites www.elipse.com.br ou www.feimec.com.br.


3° dia da Agrishow recebe presidentes de sindicatos e alunos do Jovem Agricultor do Futuro - Revista Agro SA Veículo: Agro S/a - Localidade: Não disponível - ND - - 03/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 1740 cm - Retorno de mídia: R$ 76560,00 Link: http://revistaagrosa.com.br/geral/3o-dia-da-agrishow-recebe-presidentes-de-sindicatos-e-alunos-do-jovem-agricultor-dofuturo/ Home / Blog / 3° dia da Agrishow recebe presidentes de sindicatos e alunos do Jovem Agricultor do Futuro Neste terceiro dia de intensa movimentação na 25ª edição da Agrishow, presidentes de sindicatos rurais de diversas regiões do país acompanharam as principais tendências do setor, além de participarem das mais importantes discussões de melhorias para os produtores rurais brasileiros. Os alunos do Programa Jovem Agricultor do Futuro, iniciativa do Senar AR/SP, também estão conhecendo a maior feira de agronegócio do país. Além de acompanharem as novidades, os jovens conheceram o presidente da FAESP, Fábio de Salles Meirelles. A Agrishow 2018 teve início no dia 30 de abril e se encerra amanhã, dia 4 de maio. A feira é uma é realizada pelas principais entidades do segmento no país: Abag Associação Brasileira do Agronegócio, Abimaq - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Anda - Associação Nacional para Difusão de Adubos, Faesp - Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB - Sociedade Rural Brasileira. O evento é organizado pela Informa Exhibitions, integrante do Grupo Informa, um dos maiores promotores de feiras, conferências e treinamento do mundo com capital aberto. Jovem agricultor - O principal objetivo do projeto é auxiliar e incentivar o jovem a ampliar o autoconhecimento, pesquisar sobre as possibilidades e as perspectivas de mercado de trabalho existentes, no meio rural. O conteúdo abrange aulas teóricas e práticas de preparação do solo, controle de pragas e manejo orgânico, além de gestão de propriedade rural, ética, respeito ao próximo, direitos e deveres. Os filhos de trabalhadores e produtores rurais, entre 14 e 18 anos incompletos, que desejam ingressar no Programa Jovem Agricultor do Futuro, devem procurar o Sindicato Rural da sua região, a fim de obter informações sobre as inscrições. « ? 1 de 4 ? » Leia Também Cati é presença confirmada no... Sindicato de Buritizal realiza treinamento...


Feimec confirma confiança da indústria na retomada econômica, dizem organizadores Veículo: EAE Máquinas - Localidade: São Paulo - SP - - 03/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 109 cm - Retorno de mídia: R$ 4796,00 Link: https://www.eaemaquinas.com.br/feeds/feimec-confirma-confianca-da-industria-na-retomada-economica-dizem-organiz adores/ Consolidada como a maior feira do setor de máquinas e equipamentos da América Latina, a segunda edição da FEIMEC foi encerrada sábado, 28 de abril, no São Paulo Expo. Foram cinco dias de corredores e estandes cheios, muitos negócios realizados e oferta de conteúdo de alta qualidade em mais de 60 horas de seminários, workshops e palestras. Para João Carlos Marchesan, presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, o crescimento de quase 70% na área da FEIMEC de uma edição para outra e a grande quantidade de expositores - 460 empresas que representam quase 1.000 marcas nacionais e internacionais - foram um sinal inequívoco da pujança, confiança e perseverança dos empresários do setor. "A indústria de máquinas e equipamentos está fazendo sua parte, investindo em tecnologia e capacitação. Agora, precisamos que o Governo também faça a parte dele e melhore o ambiente de negócios com as reformas e a redução do custo do investimento. O próximo presidente, quem quer que seja, precisa assumir uma política de Estado voltada para o futuro do Brasil". José Velloso, presidente-executivo da ABIMAQ, ressalta a importância da FEIMEC como propagadora do alto nível da indústria brasileira de máquinas e equipamentos. "Vencemos a última fronteira da tecnologia. O Demonstrador de Manufatura Avançada que trouxemos para a feira é uma prova disso: foi desenvolvido em apenas três meses, com equipamentos e sistemas disponíveis no Brasil e acessíveis aos industriais de todos os segmentos. Esta terceira edição do Demonstrador foi mais compacta, mas muito mais avançada que as anteriores", destaca Velloso. Para colaborar com as exportações da indústria brasileira de bens de capital mecânicos, a FEIMEC abrigou mais uma vez a Rodada Internacional de Negócios, ação de promoção comercial organizada pela ABIMAQ e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Durante dois dias (25 e 26) foram realizadas 170 reuniões entre as 39 empresas brasileiras inscritas e 10 importadores convidados de 5 mercados estratégicos para a indústria brasileira de máquinas e equipamentos: África do Sul, Argentina, Chile, Peru e Rússia. As reuniões geraram negócios da ordem de US$ 9 milhões entre vendas imediatas e prospectadas para os próximos 12 meses. De acordo com os organizadores, a expectativa de 40 mil visitantes foi amplamente superada. A feira recebeu estudantes, profissionais e compradores dos mais diferentes segmentos da indústria, como automóveis e autopeças, petroquímica, alimentos e bebidas, metalurgia, embalagem e rotulagem, construção e infraestrutura, e muitos outros. Inovação O Demonstrador de Manufatura Avançada citado por José Velloso, da ABIMAQ, foi um dos grandes destaques da FEIMEC 2018. Já no terceiro dia da feira, a visitação ao projeto havia superado a da segunda edição, na EXPOMAFE 2017, e a aprovação foi unânime. Isto porque o Demonstrador funcionou como um "laboratório aberto", onde foram mostradas, na prática, 20 tecnologias integradoras de mais de 20 parceiros industriais. Composto pela linha de produção propriamente dita, um cockpit com os sistemas de controle e gestão do processo produtivo e os clusters para apresentação das tecnologias empregadas, o Demonstrador de Manufatura Avançada da FEIMEC 2018 produziu centenas de porta-gadgets que podiam ser customizados pelos convidados. Liderado pela ABIMAQ, o Demonstrador de Manufatura Avançada foi desenvolvido junto com empresas e realização técnica do SENAI. O projeto contou com o patrocínio do BNDES e das empresas Balluff, Beckhoff, Bosch Rexroth, Dassault Systemes, Furukawa, Informa Exhibitions, KUKA, Metal Work, PPI-Multitask, Prensas Schuler, Romi, Schneider, Sick, SKA e TOTVS. Realização ABIMAQ - A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos representa cerca de 7.500 empresas dos mais diferentes segmentos fabricantes de bens de capital mecânicos, cujo desempenho tem impacto direto sobre os demais setores produtivos nacionais e está estruturada nacionalmente com a sede em São Paulo, nove regionais e um Escritório Político em Brasília. Muito além da representação institucional do setor, a ABIMAQ tem a sua gestão profissionalizada e as suas atividades voltadas para a geração de oportunidades comerciais para as suas associadas, realizando ações junto às instâncias políticas e econômicas, estimulando o comércio e a cooperação internacionais e contribuindo para aprimorar


seu desempenho em termos de tecnologia, capacitação de recursos humanos e modernização gerencial. A Informa Exhibitions cria comunidades e conecta pessoas e marcas em todo o mundo e, aliando as entregas de suas feiras com uma nova estratégia digital, gera oportunidades e relacionamentos 365 dias por ano. Com escritórios em São Paulo (sede) e Curitiba e cerca de 200 profissionais, a empresa conta em seu portfólio com marcas como Agrishow, Fispal Tecnologia, Fispal Food Service, ForMóbile, Futurecom, ABF Franchising Expo, Serigrafia SIGN FutureTEXTIL, Feimec, Expomafe, Plástico Brasil, High Design Home & Office Expo, entre outros, totalizando 21 eventos setoriais. No mundo, atua em 150 escritórios em 57 países e é líder em inteligência de negócios, publicações acadêmicas, conhecimento e eventos, com capital aberto e papéis negociados na bolsa de Londres. (Fonte: Assessoria Imprensa) Categoria Feeds, Produtos Recomendado Feimec 2018 Feeds Produtos Saiba Mais Saiba Mais Saiba Mais PUBLICIDADE Receba de graça informações com as principais novidades do mercado


ABIMAQ defende modernização da economia brasileira em palestra na AGRISHOW Veículo: ICrowdNewswire - Localidade: Não disponível - ND - - 03/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 48 cm - Retorno de mídia: R$ 2112,00 Link: http://icrowdnewswire.com/2018/05/03/abimaq-defende-modernizacao-da-economia-brasileira-em-palestra-na-agrishow / "Precisamos de uma política industrial que contribua para modernização da indústria brasileira e assim aumentar a produtividade da economia do País. O Brasil necessita do aumento do consumo de bens de capital, de máquinas. Sabemos que o aumento da produtividade vem das máquinas", assim José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ Associação Brasileira da Indústria de Máquinas iniciou sua palestra ontem durante a realização da AGRISHOW, maior feira a céu aberto do mundo. Segundo Velloso, o Brasil precisa de financiamentos competitivos que sejam compatíveis com o retorno das empresas. É necessária uma reforma monetária que permita a substituição da taxa Selic por uma taxa de juros de curto prazo fixada com valor próximo ou pouco acima da inflação projetada, acrescida do risco País. "Essa taxa - argumentou - deve remunerar os depósitos voluntários e compulsórios dos bancos. Precisamos ainda de uma taxa de longo prazo sendo definida pelo mercado. Continuou sugerindo que os resquícios de indexação de preços e contratos fossem eliminados". Para ele, o País precisa de investimentos. "O investimento de hoje é o crescimento de amanhã. Precisamos de programas de extensão tecnológica, investimento na engenharia brasileira e inserção do Brasil nas cadeias globais. Precisamos reindustrializar o País e precisamos de políticas que priorizem a competitividade e o aumento da participação da indústria de transformação no PIB. O país precisa de uma abertura comercial. NO entanto, esta abertura não pode ser feita de forma ingênua. Para podermos nos inserir nas cadeias globais, antes, necessitamos eliminar os efeitos do "Custo Brasil? na nossa competitividade", conclui. MÁQUINAS AGRÍCOLAS Na sequência, Pedro Estevão, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da ABIMAQ falou das mesmas necessidades na área agrícola, enfatizando a necessidade de financiamentos compatíveis com o retorno das empresas. Tags: , Uncategorized


ABIMAQ defende modernização da economia brasileira em palestra na AGRISHOW Veículo: O Diário.com - Localidade: MARINGA - PR - - 03/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 67 cm - Retorno de mídia: R$ 2412,00 Link: http://maringa.odiario.com/geral/2018/05/abimaq-defende-modernizacao-da-economia-brasileira-em-palestra-na-agrisho w/2490149/ "Precisamos de uma política industrial que contribua para modernização da indústria brasileira e assim aumentar a produtividade da economia do País. O Brasil necessita do aumento do consumo de bens de capital, de máquinas. Sabemos que o aumento da produtividade vem das máquinas", assim José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ Associação Brasileira da Indústria de Máquinas iniciou sua palestra ontem durante a realização da AGRISHOW, maior feira a céu aberto do mundo. Segundo Velloso, o Brasil precisa de financiamentos competitivos que sejam compatíveis com o retorno das empresas. É necessária uma reforma monetária que permita a substituição da taxa Selic por uma taxa de juros de curto prazo fixada com valor próximo ou pouco acima da inflação projetada, acrescida do risco País. "Essa taxa - argumentou - deve remunerar os depósitos voluntários e compulsórios dos bancos. Precisamos ainda de uma taxa de longo prazo sendo definida pelo mercado. Continuou sugerindo que os resquícios de indexação de preços e contratos fossem eliminados". Para ele, o País precisa de investimentos. "O investimento de hoje é o crescimento de amanhã. Precisamos de programas de extensão tecnológica, investimento na engenharia brasileira e inserção do Brasil nas cadeias globais. Precisamos reindustrializar o País e precisamos de políticas que priorizem a competitividade e o aumento da participação da indústria de transformação no PIB. O país precisa de uma abertura comercial. NO entanto, esta abertura não pode ser feita de forma ingênua. Para podermos nos inserir nas cadeias globais, antes, necessitamos eliminar os efeitos do "Custo Brasil? na nossa competitividade", conclui. MÁQUINAS AGRÍCOLAS Na sequência, Pedro Estevão, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da ABIMAQ falou das mesmas necessidades na área agrícola, enfatizando a necessidade de financiamentos compatíveis com o retorno das empresas.


Temer ressalta o papel do agronegócio na economia brasileira Veículo: A Gazeta News - Localidade: AMAMBAI - MS - - 04/05/2018 Editoria: Nacional Página: On-Line Centimetragem: 12 cm - Retorno de mídia: R$ 432,00 Link: http://www.agazetanews.com.br/noticia/nacional/134088/temer-ressalta-o-papel-do-agronegocio-na-economia-brasileira Na manhã desta quinta-feira (04.05) o presidente da República, Michel Temer visitou a 25ª edição da Agrishow, em Ribeirão Preto-SP. "A cada ano o Brasil cresce mais e um dos motivos para o crescimento do país é o agronegócio, que tem papel fundamental na economia", ressaltou o presidente. O setor foi considerado como o principal responsável por trazer o Produto Interno Bruto (PIB) para o campo positivo em 2017, com alta de 1%, em relação aos dois últimos anos. Temer circulou pela Feira, acompanhado pelo presidente da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), João Marchesan, por Francisco Matturro, presidente de Agrishow e pelo prefeito da Cidade de Ribeirão Preto, Daniel Duarte.


FEIMEC 2018 confirma confiança da indústria na retomada do crescimento econômico Veículo: 2A+ Farma - Localidade: Não disponível - ND - - 04/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 177 cm - Retorno de mídia: R$ 7788,00 Link: http://www.doisamaisfarma.com.br/feiras/feimec-2018-confirma-confianca-da-industria-na-retomada-do-crescimento-ec onomico/ Consolidada como a maior feira do setor de máquinas e equipamentos da América Latina, a segunda edição da FEIMEC foi encerrada neste sábado, 28 de abril, no São Paulo Expo. Foram cinco dias de corredores e estandes cheios, muitos negócios realizados e oferta de conteúdo de alta qualidade em mais de 60 horas de seminários, workshops e palestras. Para João Carlos Marchesan, presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, o crescimento de quase 70% na área da FEIMEC de uma edição para outra e a grande quantidade de expositores - 460 empresas que representam quase 1.000 marcas nacionais e internacionais - foram um sinal inequívoco da pujança, confiança e perseverança dos empresários do setor. "A indústria de máquinas e equipamentos está fazendo sua parte, investindo em tecnologia e capacitação. Agora, precisamos que o Governo também faça a parte dele e melhore o ambiente de negócios com as reformas e a redução do custo do investimento. O próximo presidente, quem quer que seja, precisa assumir uma política de Estado voltada para o futuro do Brasil". José Velloso, presidente-executivo da ABIMAQ, ressalta a importância da FEIMEC como propagadora do alto nível da indústria brasileira de máquinas e equipamentos. "Vencemos a última fronteira da tecnologia. O Demonstrador de Manufatura Avançada que trouxemos para a feira é uma prova disso: foi desenvolvido em apenas três meses, com equipamentos e sistemas disponíveis no Brasil e acessíveis aos industriais de todos os segmentos. Esta terceira edição do Demonstrador foi mais compacta, mas muito mais avançada que as anteriores", destaca Velloso. Mais que isso, o dirigente ressalta que por toda a feira os visitantes puderam encontrar máquinas, equipamentos e soluções que atendem os conceitos da Indústria 4.0 e que vão ajudar a indústria brasileira a modernizar suas plantas para ganharem produtividade e se tornarem mais competitivas nos mercados interno e externo. Na avaliação de Marco Basso, presidente da Informa Exhibitions, a segunda edição da FEIMEC representou a retomada da atividade industrial no Brasil ao superar todas as expectativas de visitação, negócios e oferta de conteúdo técnico. "O retorno que tivemos dos expositores foi extremamente positivo, e muitos se mostraram surpresos com a qualificação dos visitantes, a presença de compradores de todas as regiões e a quantidade de marcas nacionais e internacionais representadas na feira". Para colaborar com as exportações da indústria brasileira de bens de capital mecânicos, a FEIMEC abrigou mais uma vez a Rodada Internacional de Negócios, ação de promoção comercial organizada pela ABIMAQ e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Durante dois dias (25 e 26) foram realizadas 170 reuniões entre as 39 empresas brasileiras inscritas e 10 importadores convidados de 5 mercados estratégicos para a indústria brasileira de máquinas e equipamentos: África do Sul, Argentina, Chile, Peru e Rússia. As reuniões geraram negócios da ordem de US$ 9 milhões entre vendas imediatas e prospectadas para os próximos 12 meses. De acordo com os organizadores, a expectativa de 40 mil visitantes foi amplamente superada. A feira recebeu estudantes, profissionais e compradores dos mais diferentes segmentos da indústria, como automóveis e autopeças, petroquímica, alimentos e bebidas, metalurgia, embalagem e rotulagem, construção e infraestrutura, e muitos outros. A terceira edição da FEIMEC, em 2020, já está confirmada para os dias 5 a 9 de maio, no São Paulo Expo. INOVAÇÃO O Demonstrador de Manufatura Avançada citado por José Velloso, da ABIMAQ, foi um dos grandes destaques da FEIMEC 2018. Já no terceiro dia da feira, a visitação ao projeto havia superado a da segunda edição, na EXPOMAFE 2017, e a aprovação foi unânime. Isto porque o Demonstrador funcionou como um "laboratório aberto", onde foram mostradas, na prática, 20 tecnologias integradoras de mais de 20 parceiros industriais. Composto pela linha de produção propriamente dita, um cockpit com os sistemas de controle e gestão do processo produtivo e os clusters para apresentação das tecnologias empregadas, o Demonstrador de Manufatura Avançada da FEIMEC 2018 produziu centenas de porta-gadgets que podiam ser customizados pelos convidados. Liderado pela ABIMAQ, o Demonstrador de Manufatura Avançada foi desenvolvido junto com empresas e


realização técnica do SENAI. O projeto contou com o patrocínio do BNDES e das empresas Balluff, Beckhoff, Bosch Rexroth, Dassault Systemes, Furukawa, Informa Exhibitions, KUKA, Metal Work, PPI-Multitask, Prensas Schuler, Romi, Schneider, Sick, SKA e TOTVS. Outro destaque da feira foi o Parque de Ideias, iniciativa pioneira que reuniu algumas das mais importantes instituições de ensino do País: FAAP, FEI, ITA, Instituto Mauá de Tecnologia, UFSC e USP. Todos os dias, o espaço esteve tomado por fabricantes, profissionais da indústria e estudantes, que acompanharam a ampla grade de palestras sobre inovação e puderam conhecer em primeira mão, nos estandes, os projetos dessas universidades para colaborar com o desenvolvimento da indústria. PALAVRA DO EXPOSITOR Maurício Lopes, gerente responsável pela comercialização de máquinas-ferramenta da ROMI no Brasil e coordenador da Comissão Organizadora da FEIMEC 2018, garante que o objetivo da feira foi alcançado e atendeu às expectativas dos expositores. Para ele, o diferencial desta edição esteve na parceria com os clientes: organizadores e expositores atuaram em conjunto até a concretização do evento. "Essa foi a nossa principal estratégia para promover um bom trabalho e atrair visitantes interessados em fechar negócios", diz Lopes. "A ideia é manter a estratégia para as próximas edições". Falando pela ROMI, patrocinadora da FEIMEC desde a primeira edição, Lopes diz que está otimista com o aquecimento do mercado e que as expectativas da empresa foram superadas. A Romi aproveitou a feira para lançar a Linha D de centros de usinagem vertical, cuja principal característica é proporcionar competitividade aos clientes. "O evento trouxe a resposta esperada no que diz respeito à comercialização dos produtos, relacionamento com o cliente e prospecção de novos contatos". Também da Romi, o chefe de Marketing, Gerson Martins, disse que a FEIMEC se tornou referência no setor, e que a feira está consolidada e apta a atender o mercado. Em sua participação na FEIMEC, a TRUMPF fechou negócios e deixou outros engatilhados. "Vimos que a economia está se recuperando e isso é super positivo", disse João C. Visetti, diretor-presidente da empresa. Ele frisou que percebeu o interesse dos visitantes, que estavam na feira à procura de bons produtos e preços satisfatórios. Para a SCHUNK, a FEIMEC foi de grande importância, principalmente por confirmar a melhora do mercado, com visitantes qualificados. "Nestes cinco dias de feira, discutimos grandes projetos e esperamos, com isso, colher os frutos do investimento feito no evento", diz Mairon Anthero, diretor Administrativo da empresa. O executivo destaca a grande quantidade de visitantes com poder de decisão, tanto de grandes como de pequenas empresas. "O número de visitantes superou as nossas expectativas e o pavilhão atende perfeitamente nossa necessidade. Conseguimos mostrar nossos produtos para os clientes e de que forma atendemos e trabalhamos com a indústria. Sem dúvida nenhuma, a FEIMEC nos trará ótimos resultados até o final do ano". "Tivemos uma grande estreia na FEIMEC. O evento atraiu indústrias de todo o País e também do exterior interessadas em novidades para otimizar seus processos e garantir mais produtividade e economia", ressalta Walter Strebinger, diretor da fabricante de especialidades químicas QUIMATIC TAPMATIC. "Além de gerar um reforço de vendas importante para a nossa expectativa de crescimento anual, a exposição nos permitiu trocar experiências com os visitantes, o que é sempre muito válido para o constante desenvolvimento técnico de nosso portfólio". A ESAB se mostrou positivamente surpreendida com sua participação na FEIMEC. Além dos bons negócios que fez, pelos quais a empresa sentiu o mercado mais otimista, a empresa destacou a organização do evento. Segundo Virgínia Soares, responsável pelo Marketing da empresa, "a diferença está no suporte ao expositor e no relacionamento com o visitante ao longo dos dias de exposição, graças ao trabalho de divulgação pré-evento". De acordo com Ennio Crispino, gerente de Vendas da EUROSTEC, o nível de visitação no estande da empresa superou a expectativa já no primeiro dia da FEIMEC 2018. "Foram fechadas vendas que estavam em andamento antes da feira, bem como outras novas aconteceram ao longo dos cinco dias". Para Crispino, o pós-feira está sendo considerado muito importante para a empresa, em virtude das boas prospecções proporcionadas pela feira. Ricardo Jorge Cruz, gerente geral de Projetos de Vendas da GROB, destacou o nível de visitação: "Ótimo, muitas novidades e negócios realizados desde o primeiro dia". Ele diz que se surpreendeu com a quantidade de segmentos industriais presentes na feira, bem como com o emprenho do evento em estimular projetos de pesquisa e desenvolvimento. "Foi a melhor feira para a Starrett dos últimos anos", comemorou Felipe Fabrega Teixeira, gerente de Produtos da STARRETT. Segundo ele, a FEIMEC incentivou o poder de compra dos visitantes. "A Starrett fechou negócios com a venda de grandes máquinas e conseguiu contato com uma série de distribuidores potenciais". Nas contas do gerente, nesta edição a empresa teve êxito de 15% a 20% nos negócios em comparação com diversas feiras anteriores. A SEW EURODRIVE aproveitou o evento para fixar a sua marca no mercado. Celso Santos Fonseca, gerente regional de Vendas, se mostrou bastante satisfeito com o nível de visitação em seu estande, pois acredita que só assim os negócios acontecem. Para a empresa, o objetivo foi iniciar a negociação com o cliente, dando continuidade após o evento. "A SEW atingiu o resultado esperado, portanto a FEIMEC já pode contar com nossa participação na próxima edição". Para Ricardo Braghittoni, gerente de Vendas da STÄUBLI, o ponto alto da participação da empresa na FEIMEC 2018 foram as vendas dos robôs. "Os negócios foram melhorando a cada dia que passava". A participação de estudantes no evento


também chamou a atenção do gerente, que elogiou a parceria entre a feira e Senai. A PRENSAS SCHULER considera importante estar em uma feira técnica como a FEIMEC para viabilizar o relacionamento com clientes importantes, já que a empresa fecha negócios e trabalha sob encomenda. Segundo a assistente executiva de Marketing Patricia Martins, a divulgação é o principal objetivo da companhia ao participar do evento. "Foi possível mostrar novas tecnologias na feira, o que ajuda no desempenho dos negócios, já que a demanda é o que move a linha de produção da Prensas Schuler". "Full Time" foi o termo usado por Agnes Gedrat, administradora de Vendas e Marketing da HELLER, para descrever o movimento no estante da empresa na feira. A Heller recebeu a visita de clientes potenciais, universitários interessados nas tecnologias da empresa e realizou grandes negócios. Segundo Agnes, a expectativa foi superada tanto em vendas quanto em relacionamento. Um aumento de 30% a 40% nas vendas foi o que a TECNIGRAV conquistou na FEIMEC 2018. Rodrigo Mello, técnico em Vendas, registrou o contentamento da empresa com a feira, principalmente no que diz respeito ao público. "Foi essencial a divulgação pré-feira, de modo que trouxe o cliente até o estande e levou ao fechamento dos negócios". A ABB se surpreendeu com a FEIMEC desde o primeiro dia. Com 10% de crescimento nas vendas durante a feira, a empresa considera que o suporte e organização foram primordiais para o sucesso dos expositores. "A Feimec se consolidou como a melhor das feiras do setor ", disse Jessica Pires, assistente de Marketing da ABB. Também marcando presença na Feimec 2018, a JUNKER se mostrou satisfeita, principalmente pelos bons contatos que fez. Dirk Huber, diretor do grupo Junker no Brasil, destacou que a maioria dos visitantes era tomadora de decisão. "Iniciamos uma negociação e vendemos a máquina no mesmo dia, o que é sinal de sucesso e satisfação". Sobre a participação da CTS (Tecnologias e Serviços de Compressão de Ar) do Grupo Ingersol, Fabio Narahara, líder de Marketing na América Latina para tecnologias e serviços de compressão, ficou surpreso com o movimento tanto de pessoas e oportunidades, quanto nos negócios fechados. "A empresa já planeja estar na próxima edição da feira". Raquel Antonio, especialista de Marketing, avaliou que o grupo teve o retorno esperado de todo o seu investimento na FEIMEC, que mostrou, além de tudo, um reaquecimento do setor. Para a ARO (Gerenciamento de Fluidos), também do Grupo Ingersoll, "a Feimec 2018 foi extremamente positiva", nas palavras de Cristian Drewes, diretor de Vendas. O executivo destacou a quantidade e qualidade do público, que se mostrou interessado nos produtos. Ainda segundo o diretor, foram geradas oportunidades significativas de negócios nesta edição. REALIZAÇÃO ABIMAQ - A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos representa cerca de 7.500 empresas dos mais diferentes segmentos fabricantes de bens de capital mecânicos, cujo desempenho tem impacto direto sobre os demais setores produtivos nacionais e está estruturada nacionalmente com a sede em São Paulo, nove regionais e um Escritório Político em Brasília. Muito além da representação institucional do setor, a ABIMAQ tem a sua gestão profissionalizada e as suas atividades voltadas para a geração de oportunidades comerciais para as suas associadas, realizando ações junto às instâncias políticas e econômicas, estimulando o comércio e a cooperação internacionais e contribuindo para aprimorar seu desempenho em termos de tecnologia, capacitação de recursos humanos e modernização gerencial. A Informa Exhibitions cria comunidades e conecta pessoas e marcas em todo o mundo e, aliando as entregas de suas feiras com uma nova estratégia digital, gera oportunidades e relacionamentos 365 dias por ano. Com escritórios em São Paulo (sede) e Curitiba e cerca de 200 profissionais, a empresa conta em seu portfólio com marcas como Agrishow, Fispal Tecnologia, Fispal Food Service, ForMóbile, Futurecom, ABF Franchising Expo, Serigrafia SIGN FutureTEXTIL, Feimec, Expomafe, Plástico Brasil, High Design Home & Office Expo, entre outros, totalizando 21 eventos setoriais. No mundo, atua em 150 escritórios em 57 países e é líder em inteligência de negócios, publicações acadêmicas, conhecimento e eventos, com capital aberto e papéis negociados na bolsa de Londres. O post FEIMEC 2018 confirma confiança da indústria na retomada do crescimento econômico apareceu primeiro em 2A+ Farma.


Agrishow impulsiona vendas de fabricantes de equipamentos para construção civil Veículo: AGROemDIA - Localidade: BRASILIA - DF - - 04/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 73 cm - Retorno de mídia: R$ 3212,00 Link: https://agroemdia.com.br/2018/05/04/agrishow-impulsiona-vendas-de-fabricantes-de-equipamentos-para-construcao-civ il/ Agropecuária Notícias 4 de Maio de 20184 de Maio de 2018 0 comentários agrishow, construção civil, equipamentos, fabricantes, mineiração Divulgação Agrishow/Oficio da Imagem Com o bom desempenho do agronegócio brasileiro, empresas que tradicionalmente atuam nos ramos de construção civil e mineração, entre outros, também voltam suas atenções para o campo, participam da 25ª Agrishow - Feira Internacional de Tecnologia Agrícola, em Ribeirão Preto (SP), e comemoram os resultados das vendas ou de prospecções de negócios. Duas dessas empresas, Manitou e XCMG, por exemplo, projetam crescimento de 200% em negócios em relação às suas participações anteriores na feira. "Triplicamos anualmente as nossas vendas na Agrishow", afirma Marcelo Bracco, diretor responsável pela operação Brasil da multinacional francesa Manitou. O foco agrícola da empresa no Brasil são os segmentos de grãos e silagem. "Nossos produtos manejam qualquer tipo de carga, substituindo carregadeiras, tratores e empilhadeiras", acrescenta Bracco. A Manitou participa da Agrishow desde 2015 e, apesar do bom desempenho na feira, Bracco cita que a empresa ainda engatinha no agronegócio. A estatal chinesa XCMG está em sua segunda Agrishow (a primeira foi em 2016) e já projeta os próximos passos. "A feira nos surpreendeu, com 200% de negócios a mais em relação à participação anterior", informa Amanda Cassia Machado, coordenadora de marketing e novos negócios da empresa, com forte presença em construção civil e mineração. Os melhores desempenhos em vendas foram das carregadeiras de pequeno porte, de 1,8 t e 3 t, adquiridas por produtores de grãos. O setor sucroalcooleiro é outra meta da empresa, que já projeta o retorno à feira com produtos mais específicos para o campo. Em sua primeira participação na Agrishow, a Komatsu Brasil International, multinacional japonesa, contabilizou negócios da ordem de R$ 3 milhões até dia 2 de maio. "Nossa expectativa é atingir R$ 20 milhões em vendas até por conta da participação do Banco Komatsu e com o pós-feira", afirma Chrystian Garcia, gerente de desenvolvimento de distribuidores da Komatsu Brasil International. Ricardo Fonseca, diretor da unidade de construção da Sotreq, representante da Caterpillar lembra que a marca retornou à Agrishow no ano passado depois de mais de 15 anos ausente. Ela já atua forte no setor sucroalcooleiro e projeta expandir a linha de carregadeiras para outras culturas nos próximos anos. Segundo o executivo, as vendas aumentaram 15% em relação a 2017. "Nosso objetivo é ajudar os clientes a produzir mais, gastando menos", cita Fonseca. A New Holland Construction destaca nesta participação na Agrishow 2018 a qualificação do público visitante. "Recebemos produtores rurais de todas as regiões e de todos os portes. Nesta edição, percebemos uma evolução da capacidade técnica dos clientes, que sabiam o que estavam procurando. No momento em que há uma maior automatização do campo, esses tipos de equipamentos beneficiam os produtores rurais", afirma Paula Araújo, gerente de Marketing da marca para a América Latina. Há cinco anos na feira, a Liebherr, multinacional alemã com fábrica em Guaratinguetá (SP), volta-se para o campo, projetando vendas de pá carregadeira para bagaço de cana, tendo como clientes usinas e locadores desses maquinários que trabalham para elas. "A Agrishow atrai 80% de empresas do ramo agrícola, mas também de vários outros segmentos", explica o supervisor de vendas da Liebherr, Márcio Abirached. A feira tornou-se, dessa forma, um ponto de encontro com seus clientes e também de prospecções para futuros negócios. A Agrishow começou nessa segunda (30) e termina nesta sexta-feira (4). A feira é uma iniciativa das principais entidades do segmento no país: Abag (Associação Brasileira do Agronegócio), Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), Anda (Associação Nacional para Difusão de Adubos), Faesp (Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo) e SRB (Sociedade Rural Brasileira). Compartilhe isso: Twitter Facebook Google Curtir isso: Curtir Carregando...


IVECO expõe solução para o agronegócio na Agrishow 2018 Veículo: Brasil do Trecho - Localidade: Não disponível - ND - - 04/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 63 cm - Retorno de mídia: R$ 2772,00 Link: http://www.brasildotrecho.com.br/2018/05/iveco-expoe-solucao-para-o-agronegocio.html Hi-Way, edição especial 20 anos, será o representante da marca em uma das maiores feiras do segmento no Brasil Até 4 de maio, a IVECO participará, em conjunto com a New Holland Agriculture, de uma das maiores feiras de tecnologia agrícola do mundo, a Agrishow 2018, que acontece em Ribeirão Preto (SP). "Os visitantes do evento terão a oportunidade de conhecer o extrapesado Hi-Way, na versão comemorativa de 20 anos da marca, que se destaca pela exclusividade e alta tecnologia", afirma Jesiel Tasso, gerente de Marketing da IVECO. A linha Hi-Way foi projetada para proporcionar desempenho e baixo consumo de combustível com versões de motorização que vão desde 440 até 560 cavalos. Destaque ainda para o Intarder, sistema utilizado como auxiliar ao freio de serviço e ao freio motor, que eleva a potência total de frenagem para 978 cv, uma das maiores do mercado. Para o executivo, o setor agrícola tem um papel fundamental na economia brasileira. "O desempenho da agricultura em 2017 foi positivo, atingindo níveis recordes de safra, com um crescimento de 30% , se comparado a 2016. O mercado de caminhões, acima de 16 toneladas de PBT, representa cerca de 30% da demanda do setor agrícola, sendo que nos pesados esse percentual chega até 40%." Para atender ao agronegócio, e outros segmentos do transporte, a montadora está investindo 120 milhões de dólares no desenvolvimento de novos produtos, até o primeiro semestre de 2019. "Esse aporte fortalece, ainda mais, a presença da marca no Brasil", finaliza Jesiel. A Agrishow é considerada a mais completa feira de agronegócio da América Latina. Para a 25ª edição, são esperados mais de 150 mil visitantes nacionais e internacionais. O evento é uma iniciativa de entidades como Abag - Associação Brasileira do Agronegócio, Abimaq - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Anda - Associação Nacional para Difusão de Adubos, Faesp Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB - Sociedade Rural Brasileira. IVECO HI-WAY 20 ANOS O modelo especial na cor prata ganhou pintura diferenciada em preto fosco e detalhes em azul metálico, grade central cromada, faróis com DRL (Day Running Light), defletor de ar e rodas em alumínio de alto brilho. Se por fora o Hi-Way chama a atencão, o interior foi projetado para promover o luxo e a sofisticação. Pintura de detalhes do interior em Black Piano, detalhe na porta em azul, couro de alta qualidade na forração do volante e no bancos com design feito por costura a mão. O conforto fica a cargo da cortina, em alto padrão de acabamento, e o par de tapetes customizados. A unidade multimídia, com TV digital de led, conectividade bluetooth eespelhamento para Android e IOS, o kit de som de alta potência e a TV de 19 polegadas completam o pacote. As versões comemorativas estão à disposição na versão teto alto. Na compra do modelo especial o cliente ganha de presente da IVECO um kit com mala em couro, nécessaire, toalha, jaqueta e boné customizado. Serviço: Data: 30 de abril a 04 de maio de 2018 Horário: segunda a sexta, das 8h às 18h Local: Ribeirão Preto - São Paulo Endereço: Rodovia Prefeito Antonio Duarte Nogueira, Km 321 - Ribeirão Preto - SP


Agrishow alcança R$ 2,7 bilhões em negócios Veículo: Revista Safra - Localidade: GUACUI - ES - - 04/05/2018 Editoria: Notícias Página: On-Line Centimetragem: 51 cm - Retorno de mídia: R$ 2244,00 Link: http://revistasafra.com.br/agrishow-alcanca-r-27-bilhoes/ A 19ª Rodada Internacional de Negócios reuniu fabricantes brasileiras de máquinas, implementos agrícolas, pecuária e equipamentos de irrigação, com compradores - importadores, distribuidores e representantes - procedentes da África do Sul, Etiópia, Irã, Nigéria, Peru, Quênia, Rússia, Tanzânia e ZimbábueO saldo não poderia ser melhor. Encerrada nesta sexta-feira, 4, a 25ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação (Agrishow 2018) percebeu crescimento na realização de negócios de aproximadamente 22%. No cômputo geral, significa um volume de R$ 2,7 bilhões. No ano passado, os negócios atingiram R$ 2,2 bilhões. Por segmento, o crescimento na intenção de compra de máquinas e equipamentos é armazenagem (15%), grãos, frutas e café (25%), pecuária (8%) e irrigação (14%). Safra foi a Ribeirão Preto, interior de São Paulo, e acompanhou desde o início da feira a movimentação e o otimismo dos expositores. "Nesta edição, os produtores rurais puderam encontrar todas as soluções para suas atividades, incluindo máquinas e implementos de avançado nível tecnológico, inovações em tecnologia digital para o campo, que incrementarão a produtividade, a rentabilidade, a sustentabilidade das culturas. Certamente, o agro nacional está posicionando o País como protagonista mundial na produção de alimentos, energia e fibras, e na Agricultura 4.0", afirma o presidente da Agrishow, Francisco Matturro (foto). E não é para menos. Em todos os dias de realização da feira o que se viu foi numeroso público, em busca de novidades para o setor. E, nesta edição, fabricantes apresentaram o que há de mais moderno, sobretudo para a agricultura de precisão. A 19ª Rodada Internacional de Negócios reuniu fabricantes brasileiras de máquinas, implementos agrícolas, pecuária e equipamentos de irrigação, com compradores (importadores, distribuidores e representantes) procedentes da África do Sul, Etiópia, Irã, Nigéria, Peru, Quênia, Rússia, Tanzânia e Zimbábue. Foram 16 compradores estrangeiros, que durante três dias reuniram-se com 60 empresas brasileiras, em uma ação de promoção comercial que resultou em cerca de 520 reuniões e mais de US$ 24 milhões, entre negócios fechados e futuros para os próximos 12 meses. Denominada Projeto Comprador, a Rodada de Negócios foi organizada pelo Programa Brazil Machinery Solutions, uma parceria entre a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). Em relação ao número de visitantes da Agrishow 2018, foram 159 mil pessoas, nos cinco dias de evento. As mais de 800 marcas expositoras nacionais e internacionais ressaltaram a qualificação desses visitantes, formada, sobretudo, por compradores e produtores rurais de pequeno, médio e grande portes do Brasil e do exterior. A Agrishow 2018 é uma iniciativa das principais entidades do agronegócio no País, as associações Brasileira do Agronegócio (Abag), Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Nacional para Difusão de Adubos (Anda), Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) e Sociedade Rural Brasileira (SRB), e é organizado pela Informa Exhibitions, integrante do Grupo Informa, um dos maiores promotores de feiras, conferências e treinamento do mundo com capital aberto. A próxima edição da Agrishow será promovida de 29 de abril a 03 de maio de 2019. Portal Revista Safra, com informações da Mecânica de Comunicação O post Agrishow alcança R$ 2,7 bilhões em negócios apareceu primeiro em Portal Revista Safra.

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