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magnífico, que traduz exatamente a visão da banda. Quem mais esteve envolvido na arte para este álbum? Ninguém. Foi tudo feito pelo Xaay, à exceção de uma t-shirt, feita pelo Rivan, da Indonésia, que venceu o concurso que lançámos. O seu estilo gráfico é o ideal para t-shirts, especialmente na Índia. Imprimir aqui algo dessa natureza feito pelo Xaay seria muito difícil. Podemos dizer que «The Demon King» é uma espécie de epopeia? Sim. Os fãs poderão seguir a narrativa através das letras das canções. Sem querer fazer um resumo da história, gostaria de chamar a atenção para o facto de que esta se relaciona com o tema da eterna luta entre o Bem e o Mal e de como seria bom que o segundo não existisse. É um tema bastante filosófico. Que relação existe entre este álbum e a vossa cultura nativa? Não muita, como já expliquei, apesar de termos recorrido ao imaginário da cultura hindu. Atualmente estou mais interessado na mitologia, pelo que o nosso próximo álbum deverá situar-se nesse contexto. Segundo percebi, encarregaste-te da maior parte do trabalho de gravação. Foi assim mesmo? Sim. Quando criei esta banda, gravava as minhas canções no meu quarto, usando o meu computador e, mais tarde, trabalhava-as num estúdio com um engenheiro de som. Ao longo da minha carreira, sempre gravei os trabalhos das bandas de que faço parte. Fica mais barato e permite-nos investir os nossos recursos financeiros nas digressões, que são sempre muito dispendiosas.

Também fazes esse trabalho para outras bandas? Sim, também sou produtor e desempenho essas funções para muitas bandas locais. Faço esse trabalho desde que fundei Demonic Resurrection. O que vai esta tua banda fazer nos próximos tempos? Neste mesmo momento em que estou a responder à tua entrevista, estamos digressão no Reino Unido. Vamos fazer alguns concertos com De Profundis e depois vamos associar-nos à digressão de Onslaught. Já tocámos no Les-Fest, na Escócia, e no Sonisphere, em Knebworth. Vamos terminar a nossa digressão com um concerto no Wacken Open Air, na Alemanha. Esperamos fazer mais digressões, quando regressarmos à Índia. Contamos lançar um vídeo em breve. Com vês a tua ação e a da tua banda na cena metal indiana? Não sei dizer ao certo. Sempre trabalhei para Demonic Resurrection e fiz o que era necessário para que a banda tivesse sucesso. Se isso implicar criar uma cena de raiz, sou capaz de o fazer. Penso que é importante para as bandas nossas conterrâneas vernos ter sucesso, porque isso poder dar-lhes a esperança de que um dia também isso se tornará realidade para elas. Entrevista: CSA FACEBOOK www.facebook.com/Demonstealer VIDEO www. youtu.be/uttIf5zDBl8

Versus Magazine #31 Junho/Agosto 2014  

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