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Vamos juntos - ed 03

THIAGO FERRARI NA PRESIDENCIA DA CÂMARA: TRANSPARÊNCIA E PARTICIPAÇÃO POPULAR


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Thiago Ferrari reún garantir a segu D epois

de 24 anos, o Guarani voltou a ser destaque no futebol, conquistando o título de vice-campeão paulista. O Guarani passou por momentos difíceis durante o campeonato. Há dois meses, o torcedor bugrino Anderson Ferreira, de 28 anos, morreu após se envolver em um confronto com a torcida da Ponte Preta. Ele foi espancado com pedaços de ferro e pau ficando gravemente ferido. O rapaz ficou internado por alguns dias e não resistiu aos ferimentos. A rivalidade entre as torcidas da Ponte Preta e Guarani preocuparam o presidente da Câmara Municipal de Campinas, Thiago Ferrari (PTB). Após a sua morte, um clima de revanche se instalou na cidade dias antes do derbi do centenário, onde os dois times se enfrentariam em campo. Diante desse cenário, o vereador Thiago Ferrari solicitou uma reunião com os comandos das polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros, Samu, Emdec, Guarda Municipal, presidentes da Ponte P r e ta e do Guarani , secr etar ia de esportes e demais órgãos públicos que tivessem responsabilidade, direta ou indiretamente, sobre o evento esportivo. Atendendo a um pedido do prefeito Pedro Serafim Júnior, Ferrari transferiu o encontro para a Prefeitura. Mais do que garantir um derbi de paz a intenção do parlamentar era colocar a Câmara de Campinas a disposição das autoridades para criar mecanismos, leis que ajudassem a combater a violência nos estádios.


e autoridades para urança no dérbi “É lamentável que as pessoas estejam dispostas a praticar a violência se escondam dentro de uma camisa de um clube de futebol. Acho que passou da hora de a sociedade impor os seus valores e não permitir que ‘meia dúzia’ ditem as regras”, afirmou o presidente da Câmara. Foram dois dias de debates, discussões em torno do problema. O presidente do Guarani, Marcelo Mingone foi contrário à realização da partida, na época, em virtude da morte do torcedor do seu time. “Temo muito por esse jogo. Os times têm de fazer o possível e o impossível para conter os ânimos das torcidas. Não podemos perder a oportunidade de resolver essa questão de uma vez por todas e divido com vocês essa preocupação”, alertou o presidente bugrino. O presidente da Ponte Preta Márcio Della Volpe e o tenente-coronel Nelson Vicente Coelho, do 35ª Batalhão da Polícia Militar foram a favor da realização do jogo, na ocasião, argumentando que poderiam garantir a segurança dos torcedores. Também foram apontadas como questões que trazem a violência para os estádios calçadas que estão com pedras soltas pois estas são usadas para atingir a torcida adversária durante uma briga - , a falta de iluminação nas vias públicas, limpeza de terrenos, ambulantes comercializando bebidas alcoólicas na porta dos estádios, entre outras. Para garantir que tudo transcorresse dentro da normalidade a Polícia Militar mandou para as ruas mais de 500 homens. Não foi registrado nenhum incidente durante a partida realizada no final de março.


Câmara elege prefeito pela primeira vez na história No dia 10 de abril a Câmara elegeu Pedro Serafim (PDT) como o prefeito que comandará a cidade até o dia 31 de dezembro. Além de Serafim Junior (PDT) concorreram ao cargo, os vereadores Arly de Lara Romeo (PSB) e Antonio Francisco, O Politizador dos Santos (PMN), a dentista Vânia Cristina Boscolo (PTC) e o funcionário público José Ferreira Campos Filho (PRTB). Por decisão da Justiça Eleitoral, a escolha do novo prefeito foi realizada de maneira indireta, ou seja, por meio do voto dos 33 vereadores. Segundo o presidente da Câmara, o vereador Thiago Ferrari, apesar de a escolha ser feita pelos parlamentares a população pôde participar do processo eleitoral de duas maneiras. “Ela teve a oportunidade de conversar com os vereadores que os representam e colocar o seu ponto de vista, suas considerações a respeito deste ou daquele candidato”, explicou Thiago Ferrari.

As eleições foram marcadas em Campinas em razão da chamada “dupla vacância do cargo” – prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT) e seu o vice Demétrio Villagra (PT) foram cassados pela Câmara de Vereadores, em outubro e dezembro passado, respectivamente. A legislação prevê que se a vacância ocorrer até o terceiro ano do mandato, como foi o caso, terá de ser realizada uma nova eleição na cidade.


Thiago Ferrari define regras da eleição Por

se tratar de uma campanha atípica e realizada de forma indireta – onde os eleitores são os 33 vereadores – a campanha eleitoral para prefeito praticamente não existiu. Dois dias após a inscrição dos candidatos, a Mesa Diretora da Câmara editou um ato que disciplinou a propaganda.

De acordo com as normas ficou proibido realizar, nas dependências do Legislativo, comícios, eventos ou atividades que promovessem uma candidatura. Também ficou vedada qualquer manifestação de vereadores a respeito de candidatos na tribuna, por meio da TV Câmara, ou ainda na Rádio Educativa durante o espaço concedido ao Legislativo.


Dois candidatos foram impugnados na eleição indireta de Campinas Os candidatos  José Ferreira Campos Filho (PRTB) e Vânia Cristina Boscolo, (PTC) tiveram suas inscrições impugnadas para a eleição do mandato-tampão da prefeitura de Campinas. O anúncio foi feito pelo presidente da Câmara, Thiago Ferrari (PTB), três semanas antes do pleito. “Campos não estava filiado a nenhum partido. Foi apresentada a ficha de filiação, mas a inscrição no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nunca foi feita. No caso da candidata Vânia a filiação no TSE existe, mas não tem o prazo mínimo de um ano, conforme determina as regras desta eleição”, explicou Ferrari.     As candidaturas de Arly de Lara Romêo (PSB), Pedro Serafim Júnior (PDT) e

Antonio Francisco O Politizador dos Santos (PMN) cumpririam com todos os requisitos solicitados pelo Ato da Mesa Diretora que determinam as regras deste pleito. Apesar de ter sua candidatura aceita, Serafim Júnior teve três pedidos de impugnação. O primeiro impetrado por integrantes do seu próprio partido que alegaram não ter havido prévias para a escolha do candidato da legenda, outros dois acusando o candidato de abuso de poder político enquanto prefeito interino. A decisão da Comissão que analisou as candidaturas foi irrevogável. Os candidatos impugnados recorreram a Justiça comum. Apenas Campos teve a sua candidatura liberada para disputar o pleito.


Justiça determina que 320 reenducandos voltem ao trabalho Por determinação da juíza da 2ª Vara de Execuções Criminais de Campinas, Carla Fullin Gomes, os 320 reeducandos do Complexo Campinas Hortolândia que estavam impedidos de trabalhar porque não tinham tornozeleiras eletrônicas, voltem aos seus postos de trabalho. No despacho, a juíza determinou que todos fossem liberados para trabalhar sem tornozeleiras e se houvesse falta de equipamentos, que fossem colocados apenas nos condenados por crimes hediondos. Antes da determinação, do total de 500 homens habilitados, somente 180 estavam sendo empregados no trabalho de manutenção das ruas (tapa buracos), limpeza das praças e propriedades públicas porque não havia equipamentos para todos. As tornozeleiras eletrônicas são utilizadas para o monitoramento dos presos. Sem elas, argumentou a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), o detento deveria ser impedido de realizar trabalho externo. O fato de os presos não estarem nas ruas trabalhando foi levado ao presidente da Câmara, Thiago Ferrari (PDT), que preocupado com a situação conversou com o diretor do Departamento de Inteligência e Segurança da Secretaria de Administração Penitenciária, Lino Wagner Modonesi, que se comprometeu a analisar a questão. “É de extrema importância contar com a mão de obra desses reeducandos, principalmente

nesse momento em que a cidade precisa de manutenção”, disse Thiago Ferrari. Firmado em 2006, o Programa Reeducando é um convênio assinado pela prefeitura Municipal de Campinas e a Fundação Dr. Manoel Pedro Pimentel – Funap – para alocação de mão de obra prisional. Nesse programa são gerados trabalhos realizados por presos de regime semi-aberto. As atividades laborais acontecem nas 14 Administrações Regionais e 4 subprefeituras, sendo elas: limpeza urbana, conservação e manutenção dos próprios públicos o recapeamento das vias públicas da cidade e demais atividades de manutenção.


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Thiago Ferrari assume a presidência da Câmara Vereador substitui Pedro Serafim que foi eleito prefeito

Com a missão de dar mais transparência e publicidade aos atos do legislativo e criar uma agenda positiva para a Câmara de Vereadores de Campinas, Thiago Ferrari (PTB) assumiu a presidência da Casa, na manhã do dia 12 de março, no Plenário da Câmara. O vereador tem a proposta de trazer à discussão projetos importantes para Campinas e que foram deixados para segundo plano devido à crise política na cidade. A pretensão é que o município retome seu desenvolvimento. Entre os projetos que serão discutidos durante este ano estão os planos locais de gestão das macrozonas. Eles estipulam como será o crescimento da

cidade nos próximos anos. “É importante que esses assuntos antes de serem levados à votação sejam amplamente discutidos com a sociedade para que ela entenda os processos e se manifeste. Também será uma forma de aproximar mais a população dos trabalhos da Câmara”, afirmou o presidente da Casa. O parlamentar também está implantando uma reforma administrativa, que deve resultar na abertura de um concurso público para suprir o déficit de funcionários efetivos na Casa. O processo está sendo analisado junto com a Procuradoria Jurídica da Câmara e o Sindicato dos Funcionários do Legislativo.


Thiago Ferrari no comando da Câmara Transparência e participação popular Há

quase cinco meses à frente do Legislativo campineiro Thiago Ferrari já imprimiu sua marca. Em pouco tempo de gestão ele encaminhou um projeto de lei ao plenário determinando que todos os projetos da Câmara relacionados a gastos deverão ficar a disposição da população por um período de 30 dias. “A pretensão é que a população tenha conhecimento das nossas ações e opine a respeito”, explicou o vereador. Também enquanto presidente da Câmara ele determinou que todo contrato firmado com fornecedores e prestadores de serviço por meio de carta convite seja submetido à Consultoria Geral da Casa. Este procedimento não estava previsto no ordenamento administrativo do Legislativo. Segundo Thiago Ferrari, o ato tornar mais transparente o processo de aquisição de materiais, equipamentos e a contratação de serviços pelo Legislativo. Uma portaria editada, durante a gestão de Ferrari, pretende aprimorar o sistema de compras realizado pela Câmara. De acordo com decisão do presidente, elas terão de ser feitas, preferencialmente, por meio de pregão eletrônico. “O sistema elimina o risco de restrição, já que abre a possibilidade da entrada de um número indefinido de empresas participantes de um determinado certame. Além disso, tem alcance em todo o território brasileiro e não apenas de fornecedores locais ou regionais”, avaliou o presidente.

Ainda em sua gestão, Thiago Ferrari apresentou o projeto que reduz de 126% para 48% o índice de reajuste dos subsídios dos vereadores para a legislatura que começa em 2013. Pela proposta apresentada pela Mesa, os salários dos vereadores eleitos a partir do ano que vem, deverão ficar em R$ 10,5 mil, contra os R$ 7,1 mil de hoje.


Thiago Ferrari apresenta projeto que reduz reajuste dos subsídios O

presidente da Câmara Thiago Ferrari (PTB) protocolou em fevereiro um projeto de lei, em conjunto com a Mesa Diretora, propondo uma alteração no regimento interno da Casa para que seja votada este ano o subsídio de reajuste do salário dos vereadores. O aumento seria para a legislatura que começa em 2013. Pela proposta apresentada, os salários dos vereadores eleitos a partir do ano que vem, deverão ficar em R$ 10,5 mil, contra os R$ 7,1 mil de hoje – um reajuste de aproximadamente 48%. A correção, no entanto, deverá ser um pouco menor, já que, agora em maio – data-base dos servidores públicos municipais – os subsídios dos vereadores sofrerão

correção do índice inflacionário dos últimos 12 meses. Ferrari explicou que o valor a ser concedido de reajuste deverá ser retirado dos recursos que o vereador recebe para a contratação de pessoal – a chamada verba de gabinete. “Isso significa que não haverá qualquer aumento de gastos da Câmara. Vamos retirar o reajuste, do gabinete do vereador. Os gastos da Câmara não sofrerão aumento de um centavo sequer por conta disso”, assegurou o presidente. Desta forma, se o subsídio aumentar, por exemplo, em R$ 3 mil, esse valor será descontado da verba de gabinete de cada vereador – hoje em R $ 40 mil. O projeto deve ser votado ainda em maio


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1 - Presidente Thiago Ferrari recebe o ex-jogador e deputado federal, Romario, em audiência na Câmara. 2 - Entrega do Título Exemplo Digno para as Polícias Civil, Militar e Guarda Municipal. 3 - Debate Público sobre o Crack.

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4 - Com prefeito Pedro Serafim na festa do Boi Falô, em Barão Geraldo. 5 - Em entrevista do Programa do Ratinho, durante a festa do Boi Falô, em Barão Geraldo. 6 - Festa do Boi Falô, em Barão Geraldo.

10 7 - Sessão Solene Recap. 8 - Entrega do titulo de Honra ao Mérito ao presidente do Recap, Flavio Campos. 9, 10 e 11 - Sessão Solene na entidade Soka Gakkai, em Campinas.

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