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A N 0 - 1 r ú:J

i j i : t' 4CC F ìAclf,\ Püpur*AR

2 ' QL JtN Z E UA,,t M At}

r"REÇ0-1.oo

-Cr[ii[(]([ ([[[[an D-

O

Após termos saído com doi"s núneros d.e o ntrUTÀtt d,e nos autocritirachamog ser altura carÍ no sristo

é rve rÍì os

en que er r ános

e as r a

zões po rqu e o fize m os . Tem os c ons c iônç ia que e sta a uto crÍti.ca tamb6rn sabe ros qn" con a exìcriô ncia

es t á

d. e

inc om plet ar m as

s6 pod.eremos aprofundá-la er nais

ir - r lor t ant e

c on a

?, .

j_orna1.-foraru nu.itos os

Assim no prineiro.. erros

cornetid.osragravados

d.e uma notícia

con a publioação

que não correspond-e â vet'da

Esta n otícia

foi

pr ec is am ent c

o= "ob"c mora,ìoreê pobresrem que afirrná:nos que as íj;ì sas d a Ave . .lJ. Jo ao . I l1

ja. l_bes ner t enc iam .

À ra zã o cÌe stç nos s o er r or não totalrnente.Àssimrpecanos inforrnado melhor f icar

n ela s pri-

nos c abe

eÌÌÌ não nos t.ermos

sobre o assunto ( c ont .

deixancÌo

2ag. g)

CO,.,Oo-tlxVlrvtOcu FOVO,i'lÃORECpii.vrOS VIR ePON'.fiiDsS-tj CRIII_ cADAs As FALHAS QUI 'IEr/IOS.SEJAgUEtVÌFOR pOD.0 ApOI\iIaR sS NOisAs tr'ÁtHAs.rpols

SE TIVER B(IZãO CORRIGI-I,riS-EuOS;SE, AQIIILO

QUE PROPUSERBENEFICIgR O.POVO,AGIRE]VJOS DE ACORDOCOM A SUA PROPOSTA. IIAO ISE'IUNG


Po r t odo o r nr r nd o o I9 d e ,,,a i o fo i um d i a d e lut a. --T:u ta na c lende s ti n i d a d e nos nú s e s o n d e a bur gues ia e x e rc e a d i tã -dura fa s eis t a: s obr epr es s ã o n a s d e n o o c rs . --l u ta cl.a S b u r gues as ; qug já c o me ç a e s e r v i to r . --L u ta r re sa n o s puis es v e rd a d e i ra me n te so c ial i sfa s c c r 0 a Ch l n a e rrl b â n i a . I'a l a rem os dc or im e j n n d e rú n i n p 9 "oããu"'ãii*u,

n e s s o p "iã , o ."õ";;- ã;l;

dit a d u ra s f as c is t as ( Es p a n h a e U ru g q ai) e e i n d a de um on d e õ p o v o s e e c a ba d e Ii ber t ar ( V i_ e tn a m e ).

_ Fo r todo c paí s h o u v e ma n i fe s ta popular e s e c o míc i 0 s p ê i çoesrfe sta s re c o rn em or ar c la d e ,rl ta i o .rl a l q u n s -l o cais e stav em r epr es e n ta d a s váãias c e

OS S€Us

. ivlas n

\

c iCade manifestou-se nas ruas de an,gre.d Iutu dos treb.Ihadores encerrou r .nm

ììm?

q

fccl .

nnnr:Ì

È / J Ì ' e L rL \ e ! q w A

+r(

f,eatnn

e

fC l C l Oe

&lerjHl ïìocÁc

1"í

e sprnhoÌvem

+o--^ê

nrra

nuÀ:r

povc -op cperár!

lrr{.-

e eum€ntar.são

Án

e estud antes progressi g

0 s,caapcn€s€s tlc

r

^1ìê

Âi

a

fâm

nnnf

nnntp^Ão.

d e vez mai D res cen D s l acai os

--

.,

da di ta

d urú fasci sta

P O RT UG T TL _

CIe S S eS

o povc do cl rt.oo e da

i {a l ercei ra

r esn ê cli

vn s

n e n fi u f

as ]uüas

no prj -nel ro

d e sde r\orte(S .Ti ago

de úai o

fcl am

de C omp:steIa)até

a c S ut(,+ l i c ante) .S ucederem-se por t0d o c país

as maai festações,U m

fo i

e houve centenas

operári o

yqr

c om o n a c i d

Iir

morto

de pri sõeq

Dil N[,\il(DN ( } N[ [ I Nil} ( D ü

boa e Po r t o onde es tã o o s c e m a ra d a s mais co n sc ient es r í o u v e rn a n i Se s ta ç ã e que fo ra rn v er dac leir a s l u ta s d a c i a s s e e xp l o rada. tVa n o s s â iÌ har t r ab a Ìh a d o l e s

rn as este

forn a r

a q uele

dia

no d i a

d e u m p a r_

de l uüa

n0 gl verno

P aís da rméri ca orreqia

fncnicfr

Te mo s de c oneç ar a s a b e r d i s trn g g uir n ã o s ó c s par t id o s d a g ra n d e b urg u e si a ( p' , I D" ) c ou, o ta mb ó m a q u e Ìe s

? svv4s

"*

a quel e s

q ue nos apoia m s e mp re e d e _ fend e m o s nos s os int e re s s e s de clus ser d a q u e l es do Ìh e s

oue nos a p o i a m s ó q u a n _ i nt er es s ar aban d o n a n d o _ n o s e

t rain d o

n out r as

lut as .C a s o s

b e rn c Ia

r os e n tre nós f c r an o s d a s l u ü a s d o s C orre i o s e da - Um pr e s a V i a ç ã o l e rc i q I

Laüi na

onde e bur-

sànguÌni i rl a-

que o i mperi ul i smo ameri ce n o e defenda, oferecendo-l he €m troca o sangu€ dos trabal hadores, Mai s de duas mi l s e s parâ

p€ssoas foram pre

que no pri nei ro

tu d antes Iu tando

de Mai o hou-

e burguesi a.N o

operári osrcsmponeses

qu€ re p re sent am

os i n te re s s e s d u rn é d ia e p e g uena bur gue s ì-a . É p re cl s o dis t ingu i r c l a ra n e n te

de !' rano

m e nte pare

ta n to

CA -VI AR A D A S :

mei s un for-

fantoche

repr]-me

v e sse sossego para

tido .

foi

q B-qq_q-4j

des_

f ila ra n

n a c ida6e e n a V i l a !-re n c a . rVa n a n i fe s t aç ão da ci d a d e mu i to s fo r en o s e rr os c om et id o s rtc d o s eles d evi d o à t at t a de po tl ti zação das ga mare d a s que, não s abe n d r o s i q n i fl c i r do d o I? de lv , eior eu s e d e j -x a ra m fi _ c ar e a cas a, c u ent ão te n ta ra m tra n s

di a

gcl pe

te

progressi etas

pobres

eae €

rnão dei xaram,

heroi canente

LIèl Trabal hadores

g--r-gJ e estu-:anres

desfi l g

re n pel as

tuas de S ai gão transportand o cartazes onde se podl a l er:" B E I/I V IND O 0 D In D a I:IB dR IA çà O" , E ste Ii s mo

país onde o cri mi noso mai s sangue fe z al tl etçé

i nperi a

uur gren d e exempl o p:ra tcdos os povos opri mi À^^ " " -r ru demonstrou na práti ca gue , ,í p e ri al i smo ó un monstro corn pés de b a rro.


c'

S"M#GU€L EM IUTA

2 'Ç

RUÀ

C ()ìÍ

0 SíF A SçrI.S f

IXA Diz-se

e corn r-*rão

sao e"strangeiro.s Yila

Ïbanca

tesrpois lt  vila

entre

a n aÍo r da areia

vado a franceses

FRANCA

que os portirgueses

na sua própria outros

terra.En

existem

A .S D À

casos d.es

e m c Ì hor pr a: ia d. es t a v iLa il tcrn o seu ecesso reccrr

0s burguesgs aos trabatrìadores só dãú : tabernas rfil.ines pornográfÍcos. _, 'j .- ' ' -a:d.e covr-boys e parêL cúmulo o.incta thes chanam estúpid.os e bebados. OS OPEÏÍRIOS E C.A],[PON'ESES NESIE

e rneie. d.úzia derrnen,ì.nos

JÍ EXrGEl/r pRlIïÁ! A0ËssoÀQuer,a

b onitosil. O povo para poder ir

a. est:r praÍa

tem LQe rnetloé_4g.roebjL,eoisa clue só ó possíve1 aos honer.rs.Âssin as mulheres nem praia tôm pera se banharem!

NãoÉ só pÁrnrc.nsE TERr.as p.ana

clue atravessar

TRAsAI,TíAT! T.AJ,{Bú[qüEREMOSPRÁÏAS ! A0 POVOO AirX É DO POrO ! ! De_unr gruiro cïe divulgaqão

-!giE!A"

íN

uv Eu trabalhador a Junta

e ntanto

p.! Jü_NTA E{Scrsrrl.s.-RUÂ o QUEsE P,issA col'i o ililc. l)itìirÍle DI.RECToR DE onRÂspúslrcas 'benho conì:eci_mento que para pagar os devi-

não ten verba

dos salários nheiro

ID(D \/(D il,',\il,r\

aos trabalhad.ores.

a ce rca d e dois para reconstruir

i'ias no

niês es apar c eu quartos

dide .hanho

Junta

são feitas

pgr e1e. por

quanto aos saláriosreste não eurnpriu a lei no entantordela lviandou pagar

exemplo

mê6&o senhor

sobre as classesrtendo pcrfeito

conhecinento.

quando quis

e entencìeut que esta va m e n b oa s c ondiç ões . Tud_o do ..2 liais declaro que os horários sâo para nelhor! E claro para os quc tiabalhan se cumprir. lÍas é s6 para os trabalhadono escrit6rio risto a . peêar de hav er l- oa as resrporque a este senhor ainda não o vi para os Ìnesmosrusadasrnão senclo precj-so cumprir o horário. f azet la7- deopcsa. Julgo_..que clevia de ser o prineiro ._ a Tanb6m nessa altura o mesno senhor pencunpri-1o! será que ainda.se julga ser sou em consertar os quartos de banho dos o dono desta Junta? Julgo que este senhor t r abalhad ore srcon se rto pe n s a q u e o 2 ) d e A b r i l f o i s 6 u : : r s o n h o que f oi f eit o c om a lou a velha. Pergunto se Âctualnente n6s trabalhadores os trabalhadoquerenos n es não têm o mesmo dir eÍ t or s endo ju n t o s c o m o ì . Í . F . A r c o n s t r u l r t udo u.na socied.ade mel-hor. isto o nosso trabalho! l,anento tu,lo isto Desdc já peço Ìuaa aLerta a ToDoS os TRAporque queremo€ constru:ir ura 1:aÍs socia-

rista e terooseste senhorà rrente destes 3âtË*33-ffir,?ïã.Ë:.f"1"ã3"ãf,"t_8f; Bu#irtgg^,

s erviços.

ì{ais un a v ez lam c nt or pois

t iv e

oonheclnento quenesra.Tunta Gerarror,,

ES T A R .

fig$rïfË%âüoili"rg^ffi#"âr_ï-âB$áflB8"ail$

l;rabalhadores saneados. para estes houve cAIiÍARÂDAs,poRQIrE só AssrM sn pone A0ABAR qoluiEsrÂs sÏTuAçõEs. juetiça,porgue não haverá para aquele .rSs3a..rr2 DA JÌ$irA* se as naiores aLdrabi".u ,r""JuiuM bRADALHADoR |


ffi.'ïff"tr,ff#trÏilüfr" tr ffiF *-

s

ë

Pa-ra construir

.-

un paí.s socialista

:-'ois

. e llrecl_so que os trabalha.dore,s se or_ g'ani zeu en sj-nclicatos qle r.s iief encia,zo

qr,-é noe pa{seJ

sei

c:j.süc;r':e.s"aai.',âs

i

soc:laü.,süir,s-1.tão lorlo:

tr:lbr.1ha:rri

. Q,uoro clizer eou isto c,ue seja.n sinclica_ ' tos de mocr6.tj-cos c es c olhid. os pelos . prôprios tral:a1had.orcs" l,oi,l; vísto clue . .

, . lla.r'C, i'. vi c'-a. lr r.Ìra.IiraC.or .?oràug"três : 1,1âotenha,s

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:accl.o clos 7e,tn:õag*,pbaqçe' querei.l..ro,-. 6 e::":1olgr c fr.zor

c;nc os rínd,ic:'.tcc sc.jalr. lì sua '.,ancj-ra. i-sto é, qucro;! o p1uf,r.lisjlo

i L e a - b c o d e ic,.:,.1 Ì,c- T o o J- ìizo i,r

-r:-ri-.sj-tas que - 9r,, ' ; ..1 lic redi t o r n a . s ' r o r

's eì ' opl: e

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Tlii FF-jliTrl P-llI'O EúQïOAI'ïS.JO tr

cr,Aqsn! 0s sincl,-ic:.tcs são .1ssocia.ções .Ìc tr-a b..Ih'.arones ciÌlc n..sccra,n ,'ir, sua futo c.cn. *r., r ryrrl e".pitl,listr. ^r^.ï. t ô r u n c r . r ; . . c t t r 'Ì c , . 0s.sin4ic...trs si5"niflc:. que o scu papcl 6 óla s s e e i s t o os intcres* defenclcr intrr.neÍ5entc'rontc rì.ts cxìr1'>ra,:'.ts "eg .ll i-rLr.'l r'Lcfer'iì.er cÈ interes'str;s r"los tra '' Ã{ oÍn r/r:r't:tm )ai4J+ at


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À3Ârx.o

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ExPLoRAção

SÂÚDE üin camaracla vcio-:'-os clenuncia:: o qÌle Se passou c PÂSSÂ-SE na Caixa cÌe Previcl,encizr c c no a eoiJ a ac ont e? o s to clinlcc.iie j:-riros ei a : n' tos rìo 25 d c Âb ri- 1 : Ç ---nÌi 1â .ì:,:acar urna consulta psra o d e n tist a,C heg -uci rfu r pa: : e a- br c ha. Q uando chegou ì, a.ltu::a de :;er a'i,cncÌido o cmp3egcì.da" clissc que era preci.sc preencÌter unr paï.ê" lí n h o,na"s nã o csrl.icott e" c or c lo pape T e peg--^ 1 ]ic l'

-n^o

-p^a-p^ìe :

Voltei

u -ri L.1 íro o ^.,Ì^ n o \'& i ìi e n *.È

par a

e

bicha,Qua.ndo'

c h e g ou à min ha vezrc popel nãc c r o ; r 1uc lêo Toca pra bicha out::a lrez. D oís ne se s e se te Cias d. epois v ot l ao m ó dico e e ste estâ d c f ór ias . Volto nnva.ncni;e â caixa .e a ornpregada diz-ne .1uc sô no iin do môs ó cluc ncc'Ìia-rnar car no]|a consulta claqui não pudc ag:ucntar r;rais! À partir Já estava cnervarÌc ! Ironto a- arrebcntar. ï\ri pa.ra a Cf inica e cntão fui a.tcn<lidc. Conclusão não va"l:; a pena fa"lar pois rouborou não scrá rou aqtlo ó um autentico bàrrquanclo se cxplora a nossa saú-cc?l

DEPOIS DO 25 DE AsRTI Àgorarno cÌia 6 eu precisei rie ir:. , la narcar outra consulta .Pensêi oue a coisa estivesse nelhor.Mas nãorenõontro tud.o nl, nesma! i nãc fuí tão cirrascaclo pois clerigi -me. c'le vcz ao papelinho que óra d.acloi lÍas enquanto estivc na bicharpassou-se con uma senhora o mesmo que se tinha pg: saclo conigo o a^rìo passado e quand.o csta vir. e'scr atcnCicla d.isseram-lÌre qu" só fr pocÌia MARCARa consuLta. ra SilTEtrÁ3RO .À una orrtra senho?a que não tinha esfurografica a empregada d-isse-Ì.he que so degenrascasse querdopois 0 quc sc.pâssou onigorfoi -estar una hora c tal na bicha a em'ìJregarl: disse-nc quc s6 na semen" =.güitrt" quando o rlr, viesse 6 que se podia-ma:rcar consu.f ta.

{osÉ pA cosLÀ.-R;olla--

C-ÂMARJ.DA: pnscrso DENüNC]ÁR TODAS ÂS ïNJUSTTçÂS D,Ë QUE s0M0S VïrnilÂs'ËsrÀ --ii -" - - ti'.,1 ì I.r;3CR ÂCI A! l-DxatCf-fn

ÂrNn4

rl.o

h0 ìÍ0SSO JoRNAL Cot\ito FEZ n'âSgjÌ CÂMÂRA.DÂ.

--DMüI]IiICIÂ O QTJEESTÁ 1,TÂI NO TEU TR.f'BÀIHÔ'NO TEII BAIRRO'Ì{A fIIÀ FRTçÚESÏA81rc. PÀRÁ ALERTARES TODOS OS TEÜS CÂMÀIì.A.DAS"Só ESSNT ESTE JORNAT T4MBMI SEM TEU'! (cont" pa ,E, 4 ) m[ FREÌüfE PELO S]NDICÂIISMO; " " não cornpete aos sinrìicatos trabalhadores a ol"o"cão c.a luta da luta cliária n:'s' "6 e nos cã.nlos contr.a o irrinÍgo co fábrÍcas mun dos op erío s e cam pones es - - o' c apí t alis m o -. corlt o ta nb ém r n oì r iliz a. ç âo o c ons c t ' en dos tral:alhacÌor:es tencì-o eÍr r''is. ciatizaçáo isìo e r o a{a t-,r,anc---pcçaÓ, sri:, a ta "61a-r - " f im , Ì a er ' f i n dO soc:ecÌaiÌc cr"pi ' r a11; ' L: : io ploração c-l.ohornem peio hoinerr'llsta' ó a lic'r e classe nha c1o siÌrrlicalisno Estc objec'bivo cÌa cl;rsse cperária só se. consc g'sle c on,.o c1esina,n-Lelanen'tc ì;otan' do esia,io lru:g:u"ìs . i c -Ìrj.u.iJìa rÌo pod'er s ob ' z ' lir ec ç ao da ElJ . l e la; , iisse,'cpcrá,ria c ?i,r i j.clo 11'o!rof etariado ' ã r-angur.r:'.t--., que l' ao c on Não slio Íro is'o s si ndic r t os para a din! lu+^,I :im o ouis'ba; ïoalcr',:rcs a e x plor ' ' , . . i' - ; c apit alis r i . t ça]" c rã sr:;t:r socj'a construção'-ia Po::ónLrd.epancÌeúJ-o clerrube do aparelho de edacle I'ocialista,o Estado .a!,ravêr: üc qual a birguesì'a cfÊrce o scu áonirlic sor,:r'e os trabalhaclo:iesros sinCica-';os rcoÍÌo orgânizações d'a cfasse -o-

a ingerôncia uão poclen lermitir perária Cessc eótad.o burguôs nos seus assuntos in den--' ìãr"o= rneïn que ãstejarn infiltraclos lacaios d.os patrães, t r o c l o s 's i n â i c a t o s , o À nois entao Ceixarao cle scr organLzaçoes ào serviço cla classe operária rnas sim ao serviço dos seus exPlo:radores. *_

VTVA O SINDICAI,TSUO DE C],"ASSE!

--

que nos esforçamos õ-" ".ftto""uentos Lo.?.pCT à.s coneì-içoes dc trâ.bâlhorpe1a liì'ta sindicail ,nãc ó u-rLfim cm sí mesmo a luta da r . ì r c Ì Ì a s 'u n n c i o n a . r a r e f o r ç a r c J . r , s s c , p c r r n i t i n 'J . o q u c s e j a c o n d . u z i d a con rnais sucesso, coli viste, a e"bor1çao d-a escra'liclão dos^essalaria defónitiva aá " . i - , t n o n . " s p á r : t i n d o d - e s t e ú n i c o p o n t o jr'.s'ubrquc se porÌc-clar conta de .i" o'i"tt varor cue o novi.mcnto sindj-cal nao tem t". rirecÌiclaeìlÌ que íIsse8ura sêr una ""rrão ìa luta 1iìcertacÌora ruxifia.r "311ç1i,;ão c l- c c l a s s e . DÏMTTROV


ü

sAutEl\[q.s 0 PavoDa YIErNÂir@_ .-1 ,

.

Ì

^ anDs que rìs Pol'os da lgf r .." ...Há já -30 tÌocìrina rrôrn lutandô Ae àïmag na mão, pela lndependâneía naci-oÌtal ,contra o

e ô l o rd alis m o e a l m p e ri a l l -s m o . D e p ois da v it dri a a l c á n ç a d .a p e l o Fo vo t io Cam bodja Ë o b re Òs a g re s s o re s i mp e ri alis t as

am e fi e a n o s i C a b e a g o ra

a ve z d. o P ov o v ie tn a m i ta i 0 Vietname

com o tratado d.e Parls, dÍvÍ-d.í-do em duas parteslf Vietname do ldorte que era dorninado pelas

llcou

fo rça s

popuÌ ar es

e pelo

G o v e rn o R e v o

P r ov is d :ri o (C R p )

L u ci o n ár io

;e o V i e tç me cÌo S uf onde. os i m p e ri a l i s ta s Y a ïi -; ke e s dor nir Ì av am ,ex p l o ra n d o e rn a s s a ó crand(

bertaçãc entra?am nê capital;o ?fvó foi para a rua arlaud.i-los. moÈt?áIÍais uma \iez a hÍstdria para nos que etEmagarnosa burgueËlâ .' é ô cã?italismo e alcançaf,mÕs â vü3 dadeira emancipação só há una vLa:ã Revolução Populaï. Itqora o Povo vlçtnaml-ta unid.ol1! vre e independente;írá construir a Democracia Popular onue og nelod. ala produção(as fábricas;êõ náqulnatias terrasretc.)não serão cìe uns mad sim do Povo. V]VA A I.IERó]CÁ,IUTA DO POVOvrETliAtlrrÀ ?Er,A.suA I?BDRTÂçÃO !

ô' po\ro

O ar t igo ? do tra ta d o p re vi a que os am e ri e a n o s dir ec t an e n te

a Ìn a ct uar vi e tn a mit a

n ã o fi z e ra m a tre i n a r

c ont inuar a m

y.ryè p.

.c.jll !d_I}.ll-cls4AE4.D;{-q0,

n o te rri tó ri o

. lÍ as r c o m o s e m p re o s a g re s

so re s. im per ialis t as d i sto re

d e Pa ri s , n ã o p o d e r!

caso o exég

O cannarada Ho Chi lÍin de gula Foi nista

b o mb as no t er r lt ór io

o Fovo à vtt6ria

Ia e e a is t o o F rá f,e i to d e L i b e rta Çã a ".. ainnal ( E lN) ra p o i a d o p o r tg d o s d o m u n d o rre o s Pov os pr ogr es si s ta s a g i u re

dia

te rre n o , No

a dia v i n h a c o n c l u i s ta n c l o o 3 IN tg dia j0 d e Ab ri l

mo u a c idade Vi e tn a m é p re si ô ent e dêfini

de Sa i g ã o (c a p i ta l

òo S uf ) o n d e f as eis ta

a s tro p a s

do alo

Mi n h re n d e ra n -s e

t Ívainente .

D ev ido à f or t e

do gover Po v o j á e s tA

re p re s s ã o

n o d o V iet nam e do S u l ro

va i .e s c ont ent e n0 d e s c o n te n ta m e n to e ra tal, que quan d o a s fo rç a s d e fi -

Indochlnês

cÌo lartiCo

na.luta

loYagfr artnarÌa tle

naçional.

ltbertação

Ilo Chi Minrmoneu bro c.ì.elç69

a 4 de Sete$

nã.o poclencl-orporta,ntol

à vit6ria

sobre

Conu-

em 19J0 e da Fre.l

an 194lrqtú

te Vletunt

sirtir

o

dó Povo vietnarnita. o Í\rndador

ci to d. o V iet nam e d .o S u l ,b e m c o u o a pllotar og aviões 852 para espelhat ti b e rta d o .

foi

final

o imperialis'-no

do seu loYo anuerÍcano.

.vÀv-A--Q--!{AEIJSg1'::I'93[r-s3À. HO CITÏ MTN


7

\ l p ï N l , / - r , t- *- r l n

Vr_l\r_.fl</ìU

i--

-rrtCcÍtcn9cr.cil: ccrlinhc p-trr1(J Ilrertaçdcdacluild quê ó fascio -0,oeontrário no aempre nos quiz {azet crerro gra.nd,e-ínterç'sse que os govqrnos portugue ses tirúam !".n n:Tïï"1"="T nas colo 4ias e::a. a expl.oração dals rique:as nã t'raís dcssas P:.'"^9ovõs' iio: ""*i?:-"-: divulghção'cìa fé ^-_^*.,Fi"1.1"]?_1" 'cu'1:turatrmente os :1_1-:1",:_o:-1l;q:"é" povos ct^ s co -L:n l.r s r s c r . pr c s e r oubo; a terra alher'.a.rsernpre se eiplorou e sc escravizo u. ir + êir , l. s êr âr c Í -.Aldcia.

cravizadas ",,u*po"ïiaa:,:ïii:.ï;'jo1:ã te para çraéiÏ" e- Âm6rica- do Norte;Âã

víagens /:':an feita s - em t ais c onQ iç 6es que pouqúíssimos eram os'"*"""vo" qr." chegavara.ao seu d.estinoi Po ste riorm""t"-"- """= av c t ur a f oi

".0o.10."(e,o-p"i;"r;");'-p""t"ã"r.--

lias e, explo rag ão c ont inuou. ] a: co ]onio.s tanrbém._.OC go-Ionos-icorltirruaram a 'roubar desenf,r'gaclamente a terr"r alhei a e a jnstala rem-se c om o r eis . l es c r J vaturr er3 agore. challacÌa?ltra-balhc ob::i ga+..' ;'.nn,E a cxploração e opressão ero.tn rrìa !r'o 6q e4u

nr /ur

ninm c yrvrçu .

Continuava-se a" espezinhar a-s cu: turas Ccs po vo l co loniz aiì os . c ies r nant c l lar a orgr.iij-ztçï.c cocirl á"onóri.o " existe nte s, co m o únióo f inr Ce im por a vonta úe cÌo op rés s c r . )es Ìc se ÌÌÌpre ra r elaç ãc úos c oloni zade; - cs p órtu 6te se s p. . r a c oÌ n os eoloú1 zados f :i,co r'tó nã o t r , ii- . d' oi* . r de s c f . urna retr,'rção tr..: ex1rlor.193l-çyplc-"3i-Ìo. l,[as os :ror-os c]as colónia,^s,Èá naís d-e lO0 aÌ1os que sc l-evantàn errÌ armas cont ra o invasor. - ^ , a^ 1, ^' com co ::rer ir r_^^ s + t c^* m-pos t ut. + éÌ^ ïf of povos al-arganclo. 0s d.>.s colonÍp*s fo -se ran-se unincÌo cáÕ.avez mais em torno üil idea-l :a tribertação. F ascín eomcç'Ìr1Ì3 Írpnrecer f ormas -á"-f,fã"ì."" sutc'irres.io ors"r,ir""ã"] tos a e Lib erte çâ õ. Í e .ésim.qú e ap ar ec e na G uinó- Bis sa. u o P.À.ï.ti.c.(i'artic Ì o Af r ic ar qo par a, a Inilelend.encta cla Guin6 e Cabo-Yercle) --Bissaú á un PaÍs livre e Iìoje a luin6 inãepcud.eúte.O Pcvororganizado no seu o o d.eíenltÍvamcnte novincátorrJ.errotoú ressor.Cabo Verd.e. ondc .cÌev1'lo à sui oosição estiaté gica( r nilii: r r ) , os int er c s ses dr.:r potencias 6 grarrCeraindâ não inrÌependente. eonse €".rlu tornar-sc

por isso coltinua a luta pela ïnrleóenr1r cja toíal- c inecliat,l .cìe Ca}o_Ve"C;:"*'t lu 1,,ïoçar,biqucfor_ pR,Sí,ü[O(fber.íe ..,n iìf""ì"ãar'ã, r-;le-se a """".-i.aneÍraren Moçanbique),partiao que reiÌne em tornc -cielsi os opr:iniaos cántra. os otr)ressorê,*, l{oçambique caminha para a sua inac,pencìeniia iota"l e para a. Democracia põpular.

"a'q-u9ï'

gqFFÀN!Locï1'.$

tesÍn l r ï c e r l t a n t o r p a r a l c l a n a e n t e a e s-n";;= vimentosrpor vezes 51rrgetn outrcs -.ì -,Éôãc1o bonito e falanaló t€uÌÌ e inrlpnonlenci. ;ã; il íïiã"ìr"1"

;ã;

i m p e r"ã"-â;"n"Ëti.l.ÏojÏ::t::;Sï:3'Ï::" iaÌistas e colonialjstas. Di A::gôla nais facj,l-nente se uota este fa"cto. E p c t q u ô p r . i 'r c i p a l r n e r r t e e i l A n g r 1 . - d porque Àng.r1a ó a. colonia ma.is ríca ïl comó nos ïmns1j51l.istas--ir;teressa o '7 '" - "Ì lu c r :r ,Ìá

nól er ão

a..'.1uÍr .i :Ìo

c rr

r r i or

facilidacle. A 1 á r 'r c l i s s o À n e c l a ó a . l r o v í t c i a n a i s ' extenga e tenL a pop,-,façã..-nais C.ivic1íca. r.isso Àssimro irnrrerialismò aproveita-se e apo:-a rovínentcs fane clia,incentiva trches que rrrJa tôm a vez' com os itrter:csses Co ?ovo. Ã: 6rl;r ì.:s ricl-tczas Lnturais 'l Ì 8 o Árler'Íc::.nlanas levaram os iltperialí.stas Ìlos e Xuropeus a seryir€.'-so e a rnaneia r

principalmente

dois novinentos

goÌanos coÌÌ uma certa

inpJantação

nassas populares

que são a. F.Nrl.Á.

(Frente

de ï,iler1ação

la)

Nacional

an.nas

de Ángo

e a UNITA(União Nacional .para a ïn

de p e n d e n c i a F o t a l

d 'e À n g o l a ) '

Assim estes cÌois rnovimentos,em vez de defend.erem as nÌassr,s popularesrtraem o lovo

e seÏvem os iinperialistas'Ìrma

d.as zonas angolanas nais

cobieadas

c a 0 Ì n c r a t o 'e v r o o a s Ì i a =€ r a n d e r Ì q u e z a petr6loo '(COUTIWUA páC.g)

O PODER PERTENCEAO POYO,FOT CONSUISTADOPELO POVODfirE SER EXERCÍDO DïnO PELO P0Ì/0 - SÀ1,(0RAÌ,IÀCHET,,PRESTDRNTE lA FRELIT'{O-

6 en


DE\.IOCnÀ Cr sirRcli4i sA_E pxl,ÍocRAcrAPoPULln

Por todo o mundo, nos países capi.talis-_ tase os trabaÌhacÌores, consóientes da^erploração de que são vitinasrlutarn parl :?nseguirem melhores cold.içães .eonótnie"u-ro. pela revoÌução denocrátiaa e popu" ïlï:t

&r facé cÌÍsto,a burguesÍa exploradora, .

via para a.sua li.bertação 6 a,REVoruÇão lËüoõilïrãa E popwÂRepa?a.a instauração ããïiããâãira democracia.-a DH,[ocR/rcï :j popüLÂR; À ô.enocracia popular é a,snica rea1 --

na aliança opyâ

ffï::ffi::u3jÌ""**uo -*É";";;"quista

:

vendo quernuma denocrecia popular ,irá-perder to'dos rôs seus prévileg'iõs-sobr" l:_a3^assês t:rabalhadorasr.d.isfarça-se de cÌemocrata.L[as que d.emocrdaia? lEl\iocRÀcrÁ PÁlìÀ os Rrcos E DrrADu,R,l .q.ì

clo poder politico, pe_ I_os trabalhad.ores orga,nizaclos enr volta ã;-";;;tido que se j.nstaura a d.enocra_ primeiro passo d'o'sócialisrno cÍa.popular

_não passa d'a forrna mais disfarçada da d'itadur.a'La burguesia sobre a el-asse operária .-',ïiactos(camponeses 1.,9"?. pobres e pãscadores,/, e,Ìma .tas'maiores nentÍras para as íÌê.ssâs !@puX.ares.

Moc-ú;;9-ïÂRÀ os E DrtÀDïrR õs"iìfiõË. ver-ciacr.eira liberd.atLe para os.ii"Ëil;ü";;-6=;-il;"ã"ã"-ã"r0" própri__ os d.ecid.iren clos seuÉ clestinos ,ó compl=._ _ ;; il;il;-i ;;;;;"ã"ïráiiãïrrálà"##_

BRE osporúsltã"ìï";;"i;-;;=*;;;).-'*-*- " t# *nfi:rË:"r:,,:3"1:i:";ilii""; ;;_ o si-stema de denocracia burguesa po'n's pÂRÃ

ja-sena.*p1:"1_ç_I? Esta.tlemo*aeiá"apo 13Ï3";i"3iï3ti'*3riï"3"i1'Jãj,iï.liï"ïH:

;;;i.-ãã"-i;oïrJiË"Ë'ão3"ãfif,o" r"''oiï"*:;ï ff':"?:ï:T'i:i:l*ig:-i ll*,_::^= proração da nàioria irabarhadora pela minããrï:ã"ff!::'ï.ï:i:

;;::ï"ï:;ï:ïlï

ria burguesa. ú" ; ;.;;;* p 'Íuu """o so r i) bs r Í c os . Éad. it adur a i.arista s aito ã ae m oc r aT

ldg.p:oLetariado.e.tÌos

rieos o poau" t.otã-iã-l

seus

contra inirnigos clo

l:it:1::

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lilp*rguôsrÂssin,una "*to"-.',.1i le"boraçao fica asseguracìr., j1 I ll I ljrlna cxploração

le-.r;

ll

-",r"

ilíilrï:;::#ï*íi:;";:"1í;li ---

n o rt2 8 de S et em b: o tre Ìr1 l d e M a rç o rt. Isto signifióà que a ditadura burguesa -r-emvarias carasre enbora a face democrati-

ca seja a nais vantajósa para o povo (por iso a cÌeve d.efend.cr),cstè trão uà devà-d.ei. :;ar 11ucÌir com isso e d.esistir d.a sua 1uta, poisrern ambos os casos continua a existir a eÍtadura da burnresia. Senão vejarnãs:continuam ou não os capi,,.,rlstas a ser uns senhores:a ouem r.aj.'lil" iaLlal enquanto à naioria clo pJvo tudo thes ía1.ta?Conti.nuam ou não os traiaLhadores a serém explorados?Continram ou não nas fátrilasr nos camposrou nas empresas a seren o. g ; , rabalha do rcs de sp edid. c s a belo pr as er r los :Ícaços? Corltinuam ou não a serem silenciadas as .ozes$tuerern inforrnaf toda a verdade e não aquã1" que convemrcono prova a reprssão 'ó .iue se 'tem abatido sobre a imprensa popular , ant i-fa scista . Os trabalhad.ores vão tornand.o conscien cia disto pouco a pollcor sabern que a útica

IlÌ nao è senao o tcmeno

-----l i lEÌiINE *-- -"'l; ''-"''

l i i " " t" -----ll :' -._--*'-'

È*-Ê=__F^__*=-_=__=__=___= DESM*SCaREIr/IOSOS FaSCIS'ÏÃS--IìUE sNDaM n PARTIR OS NICHOS! crüâ&ÀDASc vários

Tichos

fpram destlanídos na

nossa ilharnorueadannente os de fuua de Pau e Caboueo. Ta1 prooedimentO leva-nos a perguntâ.rt , , - , ^ * .Dcm quen se esconde por detras dlstoÍlj evidente ansiosa tuito tre

que foi

nais

d.e d.istúrbios

{e provocar

rga"çãg " e desacatosrno in

una ve,

confusão

e divisão

er"

as masgas PoPu1ares. Tã1 genteraproveitàndo-se

I côur'Pltc'rt

da ocasiãg


í) í.ìq _ vv

D^Trna r v v vD

Tì i a lftD

vvtJul\ ^^T

ÁÀÌÍ

I..!ò^

d

\MNCER{Q /nvui.!u-l\JUAvau ^ittmrmrnnr^ \

- ìo!.

0s i-:lpe:rì.ali-stas tcrcsscs seja

tôn

ï.,

grandcs

fi

u 6 ao avcnturar

a prilcipaJ-

tas

\

' ptrg.

razdo

c salgrcntls

)

rn

quc üssa

das vioLcn-

rcfrcgas

quc

gc

uç-u -.ir-ifinryÀn v !-_Lr _LU.è!Lru, o cs cl.l.cad.ccrcaspc]-o, novi rrcntos fan-bochcs . l,1n

:

Í

dcr.:Ldo à oetrosa de intcrcs-

scs contrdrios'iÌo TA

povo quc a

UlIi-

c principalnentc

a F.N"l,Â. tôn clcscncÍÌd,-.ado cn Argole , naic a u n a v c z r una s c r ic d c a c ç õ e s tc rro _ ristas, anti-popu-l-ares. lIo

19 dc li1aio as fo,rças arnadat

cl a F.N. T , . A . s air a n

ì " l l " rre p ri n i rìs povo o angol.ano pr"ra ilpcCir quc o.ì e ncstrasse o scÌl apoi-o ao verdadciro n o vi n c nt o

dc libc rte .ç ã o

Os ataquuqs

aos elcncntos

to s a o l, t . P . L. Â . nã o Houvc centcnas

- M .p .I.A,

ti :rc ra n

dc nortos

afog

c o n ta . (CO]\T.. D-q.p4G, f) [Ufoen.tffu inrormação(ouvida a1rás em publico), ' I ra una ce3+'a i Uas à volta deste assur:to anda

e feridos.

Tanbón os cstüclantcs progresoig ta,s go nanifcstc.ralÌ con-trA o rdÍ!i, tro

confrsão.a.

da c J uc eç 5o r rr-i 1 i f,x .n f,s d c . rc a c c .i a

onaris

UNITA.

ì'Tcstasacçõcs terrori-stasrúono rnf . *vrn

nodìn

Ánìvr,r sv.*'e r

dg us

' v u4 q

s c r r ttan6jly DU! u*oçlìÌ

- .-Á ---;^e l, ":""-"'

1ptr D-

I

ÌrÌararÌ pa:rrc con o fir:

v ^ f rru

- -Á -i -^ Pa

i

os co1.oncs rcaccionárioJ "ì c1c podcrcr: continuar a o

d.iosa cxpl-oração

Ii I

quc C.urantc tantos

sócu.Los os povos das coldnias

I foran I

lr{tirro".

I

pEtí TIBERTAçÃOToTAL DE EM FR.ENTE A\TGOIA!

attel

na rL '

esnerafl os

escl a"t'ecer

. P c \ . 1 ú L !i '. i ìe entt'cvi stas td -rrf mnr=,-l ç13g e i 'espe--tÍv-as

Ì1o gom 9.s

comi s-

"o o " '^

lllelrl''oderemos l 'l r l 'toder em o ôr r r n'tô F os er r os neste nes te erros aos Ot'otto em dois PrinciPaisr dividi-los O__ Teïmos transc::ito muitas lutas I uu," no enta,nto apro.funclar ontÌe estavan

o" nr"o, e como emcndá-los de futuro. Z--t".*o" ;.ala.donuitc cle que a luta era

o mais imporianter,,as

não nos terr''ros

que nesmo que lutemos :ra fábrirmuÌca derrubg c a r n o c a n p o l n o b a i l 'r o , e t c ' _ - VIVA 01Y1";': J,. Â. J _ . orga a burgtresia se ttão estivelrnos I rnto" orin izados à vo lta de u m v er dadei. r o par t iQ o ( o q u a l n ã o . e x i s t c n e s t e m o r n e n t o ) , c 1 u e erro)' ent e essâ 1 uta .(0 ar t igo s obr e as eÌ eiç ões á b a s t a n t e c Í a r o d e s t e -seú gabeçalNa rg é o mesmo gue qÌrerer pensai ô1rÊTer toma.r. o norter sem n parìiao tÚu, +ur

lzirtirìo alidarlero :deo l. a. c r a . rr r a l u t a ! ; ; it , r r r > .i , . ; ; í ; . ,

d cr le

referido

se .I' e o r r s.h j,t]- r ir 1 O iie lL o r r ope.-í.rl rrrr

ca p ita l- ista a e xp lo r a çã o o o n tr a ' a . Vr a ,g r r ^ r .,ì;r r .< ,,r ,,1 ìa 4 ' u ,r r ;' r - r :iaô c torÌon

-

tnai s- u('l rs(:-i 'ìrl Les'r1tte

se' i l ao

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(ccl{r. Nrr PÁG' rl)

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il iltl rí'?üír sril rtrc Âõì T 0.PÀNA TODÂA rlrri ls s.ur-

rtrn í:. Mig".lel, os -i:,rabeLhaclores ru.rais pcsper-tan para a. luta" pela

conquista

d.igna ciile o sisterna. d.e exploreção i.:

,,,--

samn ra

foi

rr r

o,

cì,aclopel.os trabal-hacÌores

q ue êssa lu ta

".Ìisle-sns r\rrJ.,v_

cncÌe ajnàa

balhadores

mris

da

ciqueg

r'l r

+^.ì

rurais

vrarrìcnto e outras d.ores rurais

a cs

d . e S . l , [ i g u e 1 ,d .izia m

os

problemas

mornento

4 es t e

rai s

:r-e S .l ,,l l gue1

ir a b a fh a -

cono

un:.

ihir'-+i^-

^ã ^ . . r-

tr a b a lh a .ct- o r e s

s ã o m u itcs.Sã o

freg.uesias

os trabalha

t ô m s e r e u , r r i . d . oe e l e i t o

tr a .b a l.h a 6 o

cri ti ca dos

na Fa-

c 1 ap e d r a r L i -

No 1s Ce Llai.oros trabalhadores

c lo L j . v r a m e n t o . il0s

7e,rì,bril.Assin

r L r r a is

m u ita s

as

co-

n-issõcs sinC-icais.

ni -

a trab'afha.

c ì"ir ig i:Ìo

a.pós o 2j

;ã de laixo,s.Vicenterpico

os c a-

L^-^

c 1 e , c l a s s e c - l o sc l e m a i s t r : r -

clue târa senticl_o na carne a ex

d.esenfreac,,a c.ì,a. sociedacle en que

surgiclas

en que toclos ^benef,icranr

*ar-o

Enr c o m u n i c a { o

dores

nf

framro.' o*_JLaS.!

a toclo urn sisterna. (r-e ex-

ÌÌÌenos cluem eíectivanente

res

tern encontraclo resposta

vivenlos aglravadas coÍn es contracl-ições

se mantórn de pó todas as estr.rr-

fasci-stas

nr"nì^

ploração

c c n a união

que se np re os o pr im ir ar n. Des de

t uÌas

.T

nnr 1lur

na consciôncia

:c-' sentirem

só será pc s s iv eL

Èvr

' Este apelo

capitalis

c nrooni --^ X^ a^ +rdOs Cs t : : abr lha. ior eS T;tig -,4 !v

GU]IL.

cla vj.da

pass.o irnportante

..-óoü.ün

ì h ac

I

aos

burg:aesi a

corneÍÌoreran

esse

'fe futarfazencl o

i l .i a

urna cl ara

C a gra.nrì-e e nérl i a-

1,ta"rti i os

P ;i ?D l r E P "S '; ,o-ue aprovei taran-

opl tuni sti cantente

-se

siiu

forma

rll-

cl :o cìi a

i nternaci o--

q ueeso m 4 soom o s vitin ' - ci e qÌr svitin ,r "n nao; "n a ' liìo str a b a l -ha'cÌores'

POIì t_t [4 S tll DiCATO|=O{?IE

Ì iliilü\)(Ì,jl ,il(l jt(}M,(tlt,rI I

os

out ros

tratralha-rlores

q ue" es ião

e . o r ga n ila clcs

unirlos

trabalhadores

por-

r e so lve ? a m

l r r t.r

e n Sin d ica -

or r p

tos . -{ lrc s a , r , r . e

:.ri

IiJ^-

c c : : : t i ' u r :ir to c

1Ìrì-^^

!ì i-; rr: , : r '- r r o b l - e n a s '--' ' l; . lJ . l]

issc

n A C l- n a l

1c:r.,rão

trabalho

)-:or : - i o l - r 3

-. -t i. L: . ' I ,

g a n h a m o i:

ni .lrlo-irc : 'i :?. ic , ì

a !) n

te n r o s

p:Lgas

souberan-

! 0s

o que

se r:ósrol €in +,od.".s a:

^r^

c w aàF

_^ r([

^.,^ 9uq

r^ uç

não po,Ìem ó

nossas

ó

as s i n!

o

sOu b e fa m

ru

rn$g t

o

nós

nos

ç^^+i - uu

Do

fregrresi a:-r cl e ter2

pal s'

v er

pobr e

que

c us tar á n6gg9

,u1.,

s abem og

Sas ta

gas tanr

r i c os

vi '.íri as

l uta.Temos O nOSSO

- ]* J

o1r ê

r " ..r ^ uu\r u

T odos

tr a b a l- h a clo r e s

que

c Ìe

r - v i da

à

gr and.e

e

à

es ta.r

re Ì:,

:t'r i

Lr .

ì.e

o.

..i n

r'

s ac r i f

r ei a-

l ev a,enquantr

po,ìer nos

isso

c aD l '.

e

-ci

dn:i r

fr e.nc ,::;a c or tos

c

! i l ue

rios nantivernos uniCos e firrnes la a vi'uória será cõiïT

ie

luta

só p q cì- e r ã o se n

lllu b a ì- L ia .r r ,o r e sr n o s fr e g u csii:s

--

nrrc

ex ol o-

e não nos cleixarnos lev:rr

i 11oi e

nuc

e - Ía o 1 jo

e C ura

para

se r m o s

n u n ca

n r p q a n {e

talista

ch o ve

a in cla

n s r n e .n h ã fia r a

os

r ìr

e

s r r Ìr m c Ì.i c l os .

n.l crncF?

i l senhoresrrdas

sem uma l onga

f in

rurais

nr:e vão

de

o s i dn

para

r iu a n tÌo

c . :r to ,va m o s

i l rsães

sobre os

,UUSUUT Ja Oe

?od, . ) í r o s n o F j É j e s p r o b ]e n ta s :er; ^ -iv . i-'o t

cÌg scn tir

a .ii:- iÌ,a n ã o

tr:r

sin4i L

, ' : . - r : . : : l n t a.is.

,rì- rii er: r. í i : : i a s runc i , .

Im qi ,r

z .La

.le )

Os trabalhacìores

e stive n o s

so lu çõ e s

-t ra c a . Ì L - r . r ' r o r e s r u .r a is

l):

::a i, l'

c i u e ho je

:

i, " : o s

.,' Ì . t i

e r r ocu r a r

c mfnÌnÇ

. ' Lí , r' Jp o r

--: ic

-

v<

. . --, - ! ( -' : r s , : - r ' - ; : : l s Sclr ìo s p a r a

:i - ; a

..) '

nrq^nizar õar r f

^,,.rêilos

I' o s

lr . r n a .icr ia

c Ì e S . l , i ,i,q u e 1 , se m p r e

tr:: rba-] -ha l o r e s

nol

f.ôm

rurais

reu

p â r :ê ê BCa

c , ; n ' i l : , 1 õ c c r r , ' , ' t::a b a "- .L .h i1 i' :o r BSq u e

f or-

Pois aflibertação

final

só será a,1-

celrç.r<1aquanrr,o uriicli,'s corn os'operá

-

r-ios ,-L;rrrhs:::,ros lr. bul5tre sia iltravós !.EVOIÏJ(1ÏOD]TIIOCRÍTIC.I.i'Ì PC?UI,ÀR

,la


,tÈ(

^

exploraè

se formos desorganizac'os

contrdrio

dora.De

."'

a cfasse

orga.nizada atacar

neira

pela

teremos sêmprc a derrota

frenteo

passagen do DITORIÀL

à seguinte

sobre o camarada José Greg6rio: trGrandc dirigente da classe

ôeixou

idiol6gica'

pôr divergância

DESTIÌ E!'Ëcl

nizÃo

I\Íais rlrna lrez a pressa atrasad-os e o' jorrral

tinha

da Catarina lida

do Editorial Eufámia

ern conjunto

estávamos

d'e sair

antes

ein que falámos

tendo sido

feita

ünr cãmárada'.Que fez' cónfuÉão no moYj:nento conunista que existíu

tirar)

, ,rt'):";;z

--'1i

colhení-se iìeias

rdes

e 1ançando as culpas

aos

C(Í,t QUE FIIüS ? É evidente isto

que a única

as massas populares

ó revoltar

contra

que vercÌadeiranrente defenden os xsu

aqueles

pLorar

de tudo

intenção

epâra assin

a el!

contínüarem

e engana.r o Povo.

Conclusãot fascistas

esta 6 naís uma prova que os

não desarmam!

Resta orge-nizalrnos e estarmos vígilantes tes contra a escurnalha exploradora' Canaradag : Iorrnemos enfpoj;- dê vigilân: as ove ""o"llog -c]x-Laggl]Lqa.ry-9.{t-"Jtlry thas ranhosas(quem sabe algum dgs douliores :Fnl,fr gMfA;FRI tlos.movimentos fascistas estão por de trás

destas rna-

nobres ' FORI.'IB,IOSGRUPOSnE VIGIL.iINCIÀ

I

OS FASCISTÂS E ÀS SUAS DESMÂSCÂRBÌ"{OS I{ÀNOBRAS !

(intea

ÊIt D com o tÍtu1o"FÂSCÏsTÁ noutra página do JUNTÂn,transcrita rtLUTÀnrtanb6m foi cnviada ao 'rTRÀBÂ

Á carta

LHÂNORN

que d'e1e poderemos

passaremos a referi-los

te no rrT,ÜTÀÌro

na

por

por v olt a de 1956' nacion al e n acion al) cornunista que é de rnovimento o Sobrc para as classes explora nLáxirna irnportância às 1ições

os nÍchos

truindo

subversivanente

não

e Josá Greg6rio

c'óú-a' õísão

das (devido

sombrarresolveu

l\tÂPÂretc.)que

,pois

de trtlaio.

À parte

foi

"rosé Grcpor doença e não

6 que o canarada

abandonou o partÍd'o

d.o le

ao

o campo d'a lrurguesia revisionista'

a linha

d rrerdade g6rio

operár!

dc ser vanguard-a da classe

a e passcu para seguir

Comu-

abandonand'o-o qua'ndo este

Portuguâs

nista

acttlar

seus dl.reÍtos operária

do Partid'o

militante

portuguesarfoi

em Ponta Delgadaragindo

das festas

conunistas.

Falareinos mais sobre este assunto nq ao trLUTArrna 2 onde coroetenautQcrítica mais Âaave e.rro cÌP toCos'Remosltalvezro ferimo*nos

II

( eOtru.r.n c. e) NICI{_gg

AUTOCRÍfrCÀ(COtlr. PÀGo 9) Ìutas para que posltaiÌÌos de una nnavárias

regularrnen

-;; /\ tl-tl; úit! 'r rr s- f"nãilaïe ã'õ õ-'ã"mpo e*Ë"ffn-Sô-ã

r,* ""'-tt" "'"

corccti-

vam e nte scCÌÍscuta oqueYem not t ] , ÜTÀ|ì eoqu, eog l e i t o r e s p e n s a n s o b r e o j o r n a l . N e s t a altura oSfu po qu .ecom eç ouapênas por t er s 6ot r aba l h o d a s i n p l e s v e d a d 'o j o r n a lcom J ã quem faz e n discuti:: colaboração;Transmitimaio! uma ter pocle começar a comcluãoes a que cheg'or" il LUEAtt pode, ser u',n meio para É este o caminhono

alguns

trrbalhadol-Ï=r""

o r|lUTÀllãs

começarern

aorie nízarcome am ar aì ls s eus epoc les eSum aar na " d o s j á o r g a , n i z a d o s o u c l o s q u e s e v e sc ao cimo da te:rra nhan a organizar' é ic'eari'smo'firc1o mesmo *"":"^;-:ro si por por-sr c que isto vai acontecer paÍa as coisas epareA.pred'itar tre'balhar e dëpois trr.balhar p"""-'p1arT'ear corn tralatho'f tem de consìsuir

""ïï

'-

';;i]

'RAB^ DosrR'4'B'i\rH-ïï:^ïY.:::""'.ÏJïlï;"*'os DE TnASÂr,Ho l so srn,tul,ÍronNÂL locÂIs os ToDos m]I

DE APoïo PELÀcRlÀçlo DE GRUPos FRE,ÌïTE r'ïcA LHA,0RISôENI' "" '""^-:'::::"::-^,,'ÍrÂ,ou ÀRrrGo'ASEDEDo'lurÀ Àr,Gur,Í cÀMARan.a: nwTÀïES cotl.,;;rurttrõirní,'liiïam au.r'NloeutsERoscoNTAcrÀR sousÀI'r'

DE fr; nultiuis soÀRrs


Ka r l

r v lar x f c i

3ui d o m u n d o i a te Írc ,

a s d o pr olet ar iado n a l ut a

c c nt r a

a e x p l c ra ç ã o

l V os s eue t r aba l h o s ,.[ri a rx C h e g a à c c ' r c I us ão ci a l

mo strando

d a I . ila

1:a

ne

coe

icÀrrìe

Conhec e ! nq€ls

a r€ a Ii d a d e ,

vi

e d e ri u

a u rn e .c 0 c i -e -

úur x

t're

"l V lanif es t o nn n

êq.nêÌrêr

n

í J s Pr CI et ár iO s

dc

mu ad o.É

de

ordem:"PF.u Ll.i'IÁ RlO o

ne le

ncì-g-

C o m u n i s ta "

do Pa rti d o tn r l! s que

r. us

A n-

v^lr { ?SSe,r ,

."nrndc

lanç am

a palav r a

ll- o Tv NC ü r r r Uli

l-ru U r'Il-l/ú S'r.

n

inimi rnc IufúI5rÈtçlLr

om

Ãrrvu-

e ì ;sse3 diametraÌ nnncl: rc. . r ì -- - Jurguesla nnnl ol:lni:rìn"

À Io pe rj - od o d a revol uç ão de f84B -1849 na A l emanha? i vÌA R Xeenc ontra-se na pri mel ra l i nha de l uta pol ítj -câ uti l i zanda a " N ova fundado e dÍGazeta R enana" ,j ornal nìoìrìn

o p e rá ri a

e l a E c l s ,e n c e rre g g

(l .\r'rtÇqô.

cnnhecid n

Liga

I em c u j o ? o ç o n Bre s s o

rpl^

ô 9qutPUü

as p

de p ro p a g e n d a ra

p i rti ci par an

+^^ UUÈ môhtô

d o s C oÍ nunis t es r s o c i e d a d e

dnq

-^n'.^ì sUJ içI

" C ada vez mai s a soci ede €m doi s vi sde se di vi de

. ) I ic e r ' u- ç ã ,.l c ìe to d cs . J s f i- r ir nido s .

i n te rn ac ioae

g- ?

oa scci eC :rde feudal ,não

: ^- ^^ uaR U tl IÜ uuü

p i r,

d a d e s ec r et a

'

eP !C â1t'0 da n0S S a E l -ntO r^ +^- L EIu ì fìnA dC gS I rv -i --ì r Pr a ! vc

c r jc nt i, . J :r:

er o B r ux e I as

UlrUC!rl3t -^;--6

.r r o

as linhas m es ç:rd : ü ra s as quais s e to r-

vi a

datl g^

c nnnìr r i r r

efi rma: E ccati nuendo d1s " .r\i o enüanto.o caràcter

nà i l !v a

qu.

ts s c s tr .,r p ' ' l L;g L l g rq Y q U F ny

ções de opressão e novas que eforuas de l utasras xi süi ram gutrore" .

c J rT Ì

i m I 4/ 1^t t x

tO

cs antu,l cni smos de c l asse .E Ia não fez mai s do que subsi i tui r p9r nl vas cl assos,por novas condi -

co n ce pç ão dc m un d o rtra

n a m quiir

de uç

af,é aos nossos di as

abo l i u

de ela s s e s .

q u Ên c c L, bc r :

a,'hi S a .bóri a ItfJLULLí

httnfttÊc ! srbuLD.a

à

1ue t od e e vo l u çãr f c ieéf r u- -

to

so

u ma e x p l l c a

d e to d a

da a soci edade

nas rui nas

q u e a re v o l u ç ã o

é inev it áv elr d a n d o

çã o c ient í f r c a

s a L i e n ta

d 0 Pro l e ta ri a d o .

his t ór ic o

^rr4 {uç

!çlçrluçrluu

não é m.ri s do que a hi -qtóri a

c a p i ta -

ì i ci-e

o p a p el

nr'.f^â^^nÀ a

u m d o s g ra n d c s

r

níìn

tlJL

êl ê:i \rafx ç!vt&,

defende

C Orn üo-

da a energi a as posi çces prol etarl as ne revol uçao " E m 1849 é expul so de A l emenha e em Londres. fi xa a sua resi denci a a Li ge dos C omuni stes D i sscl vi da (tn521 . e actl vi dade de t\4arx nec pára;cón outr!s fundrrccm rodo o- I9 i i té ac úl tl bor a i s Internaci rnal . mo dj -e de sue vi da esteve j -nüi mameã revol uci onárï l i gadc às actl vi dades as de sua eP l cà' (P or atscl u[a de esP aqo este ful ta nune nI frcxi m, àrti B o prcsse ryi ri no ì

F0 RMEtví(tCr-LFCit^ L f

Áfcji)-

Nós.NtlÍ ÍC-*Osvrvu,'losNÂSiíI$rtAs À TODoS a vrlÀ DOpovo ulll/B SERnÂtrt A cOlÍHEcER coNDïÇõEs'EÁ asPllcïos lÌJiro vÂnrÀDosnE L'l''lartrBRrcÀPAnAoÜTnÂ;oulI0 c'4IF0 DE rnÍA rEGIã,o PÀRÀ o'UTru,"PODI{íOSÂTÉ PEnTENCER C'LÀSSESDTFEBEÌTTESI ÂO OPEÊARÏADODAS CÏN,4.DES

ou l's ct,"ssEs c.{Ì,{PoÌIltsÂsmü'Bi'^Lil1,nonÂs;[Í1,süMA cors^ Nos rnMÁ]v I  EXPIoMçÏo ln Qua gux solÍos vïT1[Âs 1'ÍoDr^  Dï^rE O IilTEnESSE QUE Ífnl(os aÍ Í,uTAR UNrtos PEr nEVOrução pOR Fïl,r ESIA FxrtonÁçio. ?oplrlÀR PÀÊ,X, ^ começar Os grupos cle apoio t6m un papel importantc 4a elaboração cìottÍ'IITÂrr'Para :

npiorie

das

Á a dornr. n Uv lruru t

.,r Ê

ncssn^s vpv

*t fr, l' T r vr cs .z

-ã^

uv

Y4 e

"c

n r te iÌ:.' r

s.in ta n

n n o ia r

sê s) Ìâ s rebsrs!

re rn-se 1 a v 4 pes s oas ; is oÌ ado

o lr lÜfA tl ,que

ê Ìn co m o o fazer.o

estej am

l i spostas

pri rnei ro

y'fazet

pe"sso a rl ar

um 5Ì'l rl o sera

JunÍa

ccrto em t ar nbem p o d c s c o l a b o r a r r m a s e s t á m a i s tto ttllTfÂrt' corno ó que poden aumentar a difusão

a discutir de . N a v e n d a ' n a s f á b r i c a s 'l o c a i s plano de v c nda e a pô- lo' c n l p r á t i c a I st o ley a a fa.e r.um l.u coir nr s f es t as p o p u l a r e s c o n o o n t o t 'l o s o s l o c c " i s c ì c t r r " b a f r r v t r rrLn !v r r e D 'ì w uur ò I-UUI/A.lUttIULtrl ^ "rr* r:r' t 1r u "' -;ã^ o nLUTÂt r . t horicroa, a C;iscu ssão e c í it ic a-

gmpo.Depois

ó d"C.ic.ren-se

a


Luta pela Democracia Popular nº 3