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aproveitava grande área do terreno e pela inexistência do custo de manutenção. (Bonduki, 2013) “É nesse período de 1886 a 1900 que

São Paulo explode, desencadeando-se sua

primeira crise habitacional” (Bonduki, 2013).

São Paulo se expandiu rapidamente

com o loteamento de várias chácaras e criação de novos bairros, a cidade A partir do século XX o país viveu por um acelerado processo de crescimento populacional, período este acompanhado pela urbanização e início da

industrialização que acarretou os primeiros conflitos urbanos relacionados a moradia, ocorrendo os primeiros indícios de segregação espacial e o crescimento caótico das grandes cidades brasileiras. Para tentar combater estes conflitos foram propostos projetos habitacionais de interesse social que são habitações financiadas pelo Estado destinada a população de baixa renda a fim de obter a tão sonhada casa própria. (Bonduki,2013) Neste texto será apresentado um breve histórico sobre a origem da habitação social no Brasil, e como foi solucionado os problemas de moradia no país que

estão presentes até os dias atuais, dando ênfase na cidade de São Paulo, destacando o seu desenvolvimento desde o período pré- 64 a era Vargas e o período que antecede a criação do BNH (Banco Nacional da Habitação) até os dias de hoje, e como a cidade tem “solucionado” a questão de moradia para a população carente. Na década de 1880 a cidade de São Paulo passou a receber grandes atividades urbanas relacionadas a produção do café, tornando um produto rentável para a economia paulistana da época, com isso a partir de 1886 ocorreram a chegada de uma grande massa de imigrantes pois houveram mudanças na produção do café que adotou a mão de obra assalariada, assim as atividades urbanas associadas ao café trouxeram dinamismo para a cidade que se tornou problemática para as autoridades, o mercado se expandiu e a quantidade de trabalhadores aumentavam cada vez mais, morando em alojamentos precários e tornando um enorme problema para a saúde pública. (Bonduki, 2013) Os trabalhadores passaram a habitar em moradias precárias e mal planejadas, o primeiro modelo de habitação coletiva foram os cortiços, onde os cômodos eram alugados por várias pessoas, caracterizado pela sua superlotação, banheiros e lavanderias compartilhadas, ambientes insalubres e a falta de saneamento básico, este tipo de moradia era altamente rentável pois manutençãote 10

que em 1870 podia ser percorrida a pé passou a ter distancias muito longas e com a expansão foi preciso estruturar os serviços públicos e equipamentos coletivos. (Bonduki,2013)

Os problemas que mais preocupavam as autoridades eram as condições higiênicas das habitações, sendo que no final do século ocorreram inúmeras epidemias que atingiram as cidades do país, passando a ser um assunto importante para o Estado e as moradias foram visitadas por higienistas para a desinfestação dos ambientes, algumas chegaram a ser interditadas, queimadas e até mesmo demolidas.(Bonduki, 2013) Os estímulos para a produção de habitações através da iniciativa privada foram sempre bem aceitos pelo poder público e higienistas, pois eram

uma forma de melhorar as moradias para a população mais pobres e solucionar os problemas que existiam nos cortiços, com isso surgiram as vilas operárias caracterizadas por pequenas moradias unifamiliares construídas em série que eram consideradas econômicas e higiênicas, essas vilas beneficiavam os investidores industriais pois ficavam localizadas próximas as fábricas, assim os trabalhadores estariam sempre por perto para serem chamados quando ocorressem qualquer problema, no entanto só uma parcela de operários obteriam essas moradias. (Bonduki, 2013) Existiam dois tipos de vilas operárias, uma feita pelas empresas destinadas aos funcionários e outra produzida por investidores privados para locação. Destaca-se a famosa Vila Maria Zélia (figura 01), localizada no Belenzinho- SP construída em 1916 por Jorge Street. (Bonduki, 2013)


Figura 1 - Inauguração da Vila Maria Zélia

construído em 1938 e projetado pelo Arquiteto Carlos Frederico Ferreira. No Rio de Janeiro nos anos 40 foram construídos 618 condomínios financiados pelo IAP, somando 4.549 apartamentos de classe média. (Bonduki,2013) Porém em 1942 no momento em que a inflação mais crescia foi adotado por Getúlio Vargas a Lei do Inquilinato, tendo como objetivo congelar o

valor dos alugueis, ocorrendo a redução da construção legal para locação, tendo poucas moradias para alugar na cidade pois os proprietários das moradias não poderiam aumentar os alugueis, ou tendo como opção o despejo dos moradores e a venda do imóvel. É neste contexto que surge as primeiras favelas da cidade e a expansão de moradias para as áreas periféricas pela população que não tinham condições de comprar casas ou terrenos nas áreas centrais.(Bonduki,2013) Em fevereiro do ano de 1946 foi criado a Fundação Casa Popular (FCP),

Fonte: https://www.vilamariazelia.com.br/historia.html

sendo o primeiro e importante órgão federal com atribuição exclusiva para resolver os problemas habitacionais, porém o projeto fracassou pois os Até meados da década de 1930 a forma dominante de moradia na cidade

grupos sociais que seriam beneficiados estavam desorganizados ou

de São Paulo era a casa alugada, pois não existia nenhum tipo de

desinteressados em ser interlocutores do governo na formulação de uma

financiamento para obter a casa própria. (Bonduki, 2013)

politica social, além disso era exigido a centralização dos recursos

É na era Vargas (1930 – 1945) que o tema habitação começa a ganhar

acumulados pela gestão do IAP, que alugava as moradias para seus

força, passando a ser viabilizado a questão do acesso a casa própria,

associados justificando que deveria ser mantido as reservas de

tendo como principais discussões “a habitação como condição básica de

previdência, com isso eram destinadas habitações para a classe média

reprodução e força de trabalho e, portanto, como fator econômico na estratégia de

alta e deixando de construir habitações populares. (Bonduki,2013)

industrialização do país, a habitação como elemento na formação ideológica, política e

A FCP teve seu fim no inicio do golpe militar de 1964, com duração de

moral do trabalhador, e na criação do “homem novo” e do trabalhador padrão que o regime queria forjar, como sua principal base de sustentação política”. (Bonduki, 2013).

Em janeiro de 1993 foi fundado o Instituto de Aposentadoria e Pensões (IAPs) que possibilitou o financiamento e a obtenção de moradias pelos trabalhadores de baixa renda. Existiam diferentes tipos de IAPs que possuíam dispositivos de acordo com três planos, que segundo (Bonduki,2013) “ o plano A era o aluguel ou venda de unidades habitacionais em conjuntos residenciais adquiridos ou construídos pelos institutos; B, financiamento aos

dezoito anos e produziu 143 conjuntos habitacionais com mais de 18.000 mil unidades. Em Agosto do mesmo ano houve a criação do Banco Nacional da Habitação (BNH), um sistema financeiro de habitação que visava estimular a aquisição da casa própria e a construção de habitação pela iniciativa privada. (Bonduki, 2013) O BNH optou por construções de novas unidades privilegiando a população de classe média e média baixa, o resultado foram de habitações

associados para aquisição da moradia ou construção em terreno próprio; e o plano C que

mal planejadas em formato H que foram povoando as regiões periféricas a

jurídica”

partir de 1964. A implantação dessas habitações ignoravam as condições

eram

empréstimos

hipotecários

feitos

a

qualquer

pessoa

física

ou

(Bonduki,2013).

locais sendo colocadas em terrenos mais baratos, ou seja, nas regiões

O Conjunto Residencial do Realengo localizado no Rio de Janeiro foi

periféricas. Em 1986 o governo chegou à conclusão de que os problemas

primeiro e grande conjunto produzido no Brasil e feito pelo IAPs,

enfrentados pelo BNH eram insolúveis e consideraram que o banco não

construído em 1938 e projetado pelo Arquiteto Carlos Frederico

estav produziu

Ferreira.anos 40

11


estava servindo como instrumento de desenvolvimento do setor, assim o BNH teve a

a construção de moradias, sua primeira fase entre 2009 a 2011 estabeleceu como meta construir um

duração de vinte e dois anos (1964 – 1986), financiou e produziu cerca de 4,3 milhões de

milhão de novas moradias, a segunda fase entre 2011 a 2015 dobrou-se a meta, e a terceira fase que

unidades, das quais 2,4 milhões era na área de habitação social. (Bonduki,2013)

se mantém até hoje, reagindo as criticas da primeira e segunda fase sobre construções em áreas

No mesmo período do BNH, em 1965 ocorre a criação das Companhias Estaduais de

pouco qualificadas, pois são implantados em áreas pouco dotadas de infraestrutura e longe dos

Habitação (COHAB), as habitações populares financiadas pelas COHABs possuíam

centros urbanos, além entregar menos moradia para os mais pobres.( Artigo: Gustavo Henrique

pequenas dimensões e utilizam soluções arquitetônicas padronizadas. Com o

Justino de Oliveira)

fechamento do BNH houve restrições de empréstimos destinados à COHAB, e isso

Conclui-se que os programas habitacionais existentes durante todos estes anos é uma forma de

diminui a situação no financiamento para a população de baixa renda, passando a

facilitar os interesses privados, fazendo com que as classes mais pobres se afaste cada vez mais dos

direcionar o financiamento para famílias com maiores rendas, havendo a contribuição

centros urbanos e de sua infraestrutura. Como mencionado por Nabil Bonduki “Os salários pagos a muitos

para a expansão urbana na periferia de São Paulo, pois eram onde estavam localizados

trabalhadores não permitem pagar o aluguel cobrado por uma moradia “legal”, ou seja, que oferece condições consideradas

os terrenos mais baratos. (Bonduki,2013)

pela lei como mínimas de habitabilidade. O capital privado então produz moradias abaixo do padrão mínimo, mas

A crise habitacional passou a se agravar cada vez mais durante os anos de 1990, porém em 1995 com o governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso os financiamentos das habitações foram retomadas aos poucos, com programas para urbanização dos assentamentos precários. (Bonduki,2013) Em 1999/2000 o Projeto Moradia prometia uma solução para déficit habitacional do país, criando o Ministério das Cidades (2003), articulando as políticas não só de habitação, mas também de saneamento ambiental e mobilidade. Assim com o passar dos anos o investimento para o financiamento habitacional cresceu a fim de garantir o direito à habitação pela população de baixa renda. Diante de várias iniciativas para solucionar os problemas habitacionais das cidades em 1949 foi fundada a Companhia Estadual de Casas Populares (CECAP) mais tarde em 1989 denominado como CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano), dando inicio a produção de habitação para população de baixa renda em 1967 sendo um dos maiores agente promotor de moradia popular no Brasil. A Companhia já construiu e comercializou por volta 514 mil novas unidades habitacionais, sendo cerca de 3.400 conjuntos habitacionais em 626 municípios (dados de 2016),as ações da CDHU atuam

em favelas, áreas de risco e cortiço.( Artigo: Edimilson Peres Castilho) Em 2003 no inicio governo Lula foi aprovado em 2004 a criação do Sistema Nacional de Habitação para a formulação de estratégias que solucionassem os problemas habitacionais, seguindo planos nacionais, estaduais e municipais, com isso os investimento para o financiamento de habitações aumentaram, e em 2007 foi criado o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) que retomou o planejamento de obras de infraestrutura, social, urbana. (pac.gov.br/) E por fim foi lançado em março de 2009 pelo Governo Federal o Programa Minha Casa

Minha Vida (PMCMV), intencionado a promover o desenvolvimento econômico do país e a construir 12

compatíveis com o poder aquisitivo dos pobres. Hoje, duas gerações depois, o mesmo problema continua e a mesma solução persiste. Apesar de todo empenho governamental em oferecer outras alternativas, consubstanciadas na “habitação social. ” (Bonduki, 2013)

Portanto é necessário que as propostas atuais de Habitação de Interesse Social seja pensada como uma forma de integrar com a cidade o edifício e as pessoas que nela habitam, fazendo com que essa população também possa usufruir de forma mais acessível a infraestrutura existente nas grandes cidades, propondo a diversificação de usos juntamente com a habitação como já mencionado no Plano Diretor Estratégico (PDE) Lei-nº-16.050.


Rua Norma Pieruccini Giannotti

Linha 7 Rubi - CPTM Linha 8 CPTM

Diamante

Latina Favela do Moinho Barra Funda

com a de bairros que Barra Funda, Santa e Campos , seu crescimento populacional se deu a partir da chegada da ferrovia (Sorocabana e que corta a sendo adensada

Deodoro

Seu

possui importantes vias como a Avenida Pacaembu que faz da Charles Milles no bairro do Pacaembu grandes avenidas acesso a Marginal o Elevado Presidente Goulart que corta centrais da cidade, Avenida Rio Branco e rua Norma Pieruccini Giannotti. a que

14

300 m


Rua Norma Pieruccini Giannotti

Escola

O terreno escolhido para o projeto localizado dentro do de no bairro da Barra Funda ao lado da linha que situada a linha 7 Rubi e 8 Diamante, entre a rua Luigi Grego e Vicente Miguel Marino, tendo uma de 8.384 estando situada entre a cota de 721 a 722 metros. das observar que a acima da linha vem se adensando gradativamente com a de residenciais A escolha do terreno teve como principal o seu zoneamento, que uma ZEIS -3 (Zona de Interesse Social 3), ou seja, propor moradia digna de baixa renda, disso localizada em uma bem estruturada em aos equipamentos como: escolas, transportes e equipamentos culturais. O projeto de de Interesse Social proposto juntamente com as diretrizes urbanas apresentadas neste trabalho, como o rebaixamento da linha e a da Campos proposta na Urbana a abertura de vias para conectar os dois lados da e um Poupatempo em um subutilizado ao lado do terreno do Projeto de HIS, e

Poupatempo Proposto na Diretriz

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de Trem Campos - Proposta na diretriz urbana

- CP

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Rua Anhanguera

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Abertura de via - Proposta na diretriz urbana Figura 02 -

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300 m

Figura 03 -

Fonte - Google Earth Pro

15


Formação dos Bairros Figura 05

Figura 04 O bairro da Barra Funda surgiu com o retalhamento da Chácara o Carvalho, Essa área, especificamente, pertenceu ao conselheiro Antônio Prado, primeiro prefeito de São Paulo na chamada República Velha.

Inauguração do Palácio Campos Eliseos, os fazendeiros ricos faziam implantação cada vez mais de residências, tornando um bairro de elite.

Passa a ser construida as primeiras edificações na parte de baixo da linha férrea no bairro da Barra Funda.

Inauguração da estrada de ferro Santos – Jundiai, as margens das ferrovias eram mais procuradas e funcionavam como agentes orientadores da reorganização dos arredores. A ferrovia trouxe também um grande problema pois configurou como barreira, pois dividiu a área em duas partes.

Figura 06 Campos Eliseos –Primeiro loteamento planejado da cidade de SP, nasceu quando os primeiros trilhos da São Paulo Railway estavam sendo estacado, bairro estratégico ao lado da ferrovia, era um bairro residencial ocupado pela elite.

Surge o Bairro da Santa Cecília, os moradores da região pediram licença à prefeitura para construir um “templo a Sta Cecília”, padroeira dos músicos, e o local passou a se desenvolver a partir do loteamento de algumas chacaras.

1850 1500 – Descobrimento do Brasil 1875 – 1° Código de Posturas de SP

1860

1867

1878

1822 – Indepêndencia do Brasil 1889 – Decreto de superintendência de obras públicas

1890

1886 – 2° Código de Postura de SP 1914 – Inicio da I Guerra Mundial

1880

Figura 05 – Estrada de Ferro Santos - Jundiaí

1900

1918 – Fim da I Guerra Mundial 1922 – Semana de Arte Moderna

1886

Ocorre grande expansão do mercado de trabalho em em consequência uma aglomeração de trabalhadores mal alojados, tornando uma grave ameaça a saúde pública, sendo considerada um grande problema pelas autoridades.

Figura 04 – Chácara Carvalho

A Barra Funda passou a ter a primeira linha de bonde elétrico que saía do largo de São Bento e terminava no fim da Barão de Limeira.

Inauguração do Theatro São Pedro, criado inicialmente para a variedade cultural que imperava na época e que reunia em uma programação eclética operetas, dramas, espetáculos musicais, dança, comédias teatrais e concertos.

1915

1917 1904– Obras de Melhoramento em sp 1930 – Plano de Avenidas Prestes Maia

1890

Figura 07 A Barra Funda começa a receber Imigrantes italianos, tornando proprietarios de pequenas empresas ou empregados nas industrias da região, além disso trouxe para o bairro sua cultura.

Figura 06 – Bonde Elétrico

Plano de retificação do Rio Tiête, com a afirmação da necessidade de utilizar a várzea do rio, logo o rio sofreu com a instalação de empresas ao longo de suas margens. Assim, o processo de destruição da paisagem natural se baseou na ocupação do seu leito maior e no confinamento de suas águas em estreitos canais retificados.

Figura 07 – Imigrantes Italianos

16 Fonte: https://saopaulosao.com.br

Fonte:http://opiniaoenoticia.com.br

Fonte:http://opiniaoenoticia.com.br

Fonte:http://ansabrasil.com.br


As industrias de grande porte não tendo mais espaços para sua expanção nas zonas da cidade que haviam se adensado se transferiram para as áreas da Várzea da Barra Funda

Figura 11

A Ferrovia quase não tinha relação com o desenvolvimento e ocupação das suas margens, estavam ligadas agora as rodovias, principalmente a Marginal do Rio tietê

Inauguração da estação Marechal Deodoro e Barra Funda do Metrô e construção terminal intermodal Barra Funda, trazendo mais adensamento populacional e de comércio para a região.

Figura 08 Com a crise cafeeira a Barra Funda fica em decadência, a elite deixa de viver na região mudando para Campos Eliseos, e os casarões da antiga classe média cafeeira foram abandonados e com o tempo se transformaram em cortiços, restando apenas oficinas mecânicas, serrarias, marcenarias e indústrias alimentícias ou têxteis de pequeno porte.

1920 à 1930 1930 – Inicio da Era Vargas 1939 – Inicio da II Guerra Mundial

1929

Figura 09

1940

1945 – Fim da Era Vargas 1945 – Fim da II Guerra Mundial

Prefeitura anuncia a construção do Parque do Minhocão no elevado João Goulart previsto para 2020, o projeto vem sendo criticado pois o elevado é um importante eixo viário para a região, possuindo grande tréfego de veículos diariamente.

Construção do Elevado João Goulart mais conhecido como minhocão, importante via expressa que faz ligação desde a Praça Roosevelt até Largo Padre Péricles em Perdizes.

1957– Lei de Zoneamento - SP 1964– Inicio do Regime Militar

1968 1967 – Criação do CONDEPHAAT 1985 – Fim do Regime Militar

1893

1988 2001 – Estatuto da Cidade 2002 – Plano Diretor Estratégico de SP

1970

2019 2004 – Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo 2014 – Plano Diretor Estratégico de SP

2015

Figura 10 Concentrava no distrito da Santa Ifigênia a maior porcentagem de negros e mulatos em um momento em que São Paulo se italianizava rapidamente. No final do século XIX e início do XX, muitos negros chegaram à cidade de São Paulo e, uma vez aqui, foram várias as localidades onde se alojaram

Figura 08 – Casarão em Campos Elíseos

Os anos 70 marcaram a chegada dos imigrantes nordestinos ao bairro. O pólo industrial ali localizado nas primeiras décadas do século sofreu um processo crescente de fechamento, transferência ou falências das unidades produtoras, o que propiciou uma maior ocupação residencial do bairro para os novos habitantes. Figura 09 – Construção do Elevado

Figura 10 – Imigrantes nordestinos - SP

Em 2015 o Minhocão passou a ser fechado aos finais de semana para utilização apenas de pedestres, havendo restrições para o uso de veículos.

Figura 11 – Pedestres no Minhocão

17 Fonte:https://www1.folha.uol.com.br

Fonte:http://www.saopauloinfoco.com.br

Fonte:http://www.inci.org.br/

Fonte:https://www.mobilize.org.br


3. 1


O zoneamento normatizar as A de zonas:

uma forma de e privadas

A de localizada em uma zona de Eixo de da Urbana, que tem como objetivo orientar a em ao longo dos eixos de transporte coletivo implantando que melhore os entre o e privado, contribuindo para o melhor deslocamento

possui as seguintes

ZEM - Zona eixo de Destinadas a promover usos residenciais e residenciais com densidade construtiva alta, bem como a dos articulando junto ao sistema de transporte coletivo. Zona Especial de Interesse Social 3

incentivadas a de para as diversas faixas de renda, o uso misto, a de equipamentos e usos institucionais e a

Zona Especial de Interesse Social 5 ZEIS de destinadas a moradia digna para a de baixa renda por de melhorias urbanisticas, promovendo sendo elas dotadas de equipamentos sociais,

ESCALA: 1:17500

ZC - Zona de Centralidade do destinadas usos tipicos de centrais, destinadas principalmente aos usos residenciais com

ESCALA: 1:17500 Fonte:https://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/arquivos/pde_camara/separados/PDE_Mapa3_ Eixos.pdf +

Fonte - http://geosampa.prefeitura.sp.gov.br/PaginasPublicas/_SBC.aspx

"A

Visam promover melhorias em determinadas da cidade de parcerias entre o

de da Urbana foi dividida em oito setores, com portes,

O projeto visa superar a barreira por meio de seu rebaixamento, transformando-a em um sistema

A Urbana Consorciada Lapa agrupa OUCs existentes Branca, Diagonal Norte e parte da diagonal Sul) e aborda o agrupamento do planejamento de tratamento de estruturais como eliminar a dificuldade de mobilidade e estabelecer um plano de drenagem devido o posicionamento dos bairros ao longo das

Figura 12 Fonte - https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/urbanismo/novas_operacoes_urbanas/termos_de_referencia/index.php?p=17816

20

Figura 13 Fonte: http://www.unaarquitetos.com.br/site/projetos/desenhos/40/estacao_da_lapa#


COTAS (metros)

LEGENDA

UTO VIAD VIA

VIADUT O

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C.P.T.M

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TRANFORMADORA BARRA FUNDA

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ESCALA: 1:11000 Fonte - http://geosampa.prefeitura.sp.gov.br/PaginasPublicas/_SBC.aspx +

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AEROPORTO CAMPO DE MARTE

SIL

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ESCALA: 1:11000 Fonte - http://geosampa.prefeitura.sp.gov.br/PaginasPublicas/_SBC.aspx +

A encontra-se entre as cotas 721 a 745 abrangendo uma com pouca declividade, ela localizada ao Rio e sua sendo um local propicio para ocorrer alagamentos, como demonstrado no mapa os que passam no local Anhanguera e Pacaembu, atualmente os dois tamponados, e isso faz com que ocorra ainda mais as chances de alagamentos na e o mapa demonstra esses principais pontos.

poucas verdes qualificadas na as existentes encontram-se degradas ou de serem utilizadas por conta da barreira causada pela ferrovia como demonstrado na imagem 13, e a maior verde da denominada de em estado abandonada e degradada (imagem 14). os de de pedestres bem servidas de sendo uma grande potencialidade para a juntamente aos vazios e Figura 14

100 m

Figura 15

1

500 Fonte: https://www.google.com/maps/

Figura 16 - Rua arborizada

3

2 Fonte: https://www.google.com/maps/

Fonte: Venilma Oliveira,2019.

21


Uso do Solo

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AVENIDA

NID A

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AVENIDA

AVENIDA

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PIERUCCINI AVENIDA

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RUA

GIANNOTTI

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NORMA

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AVENIDA VICENTE

DE

VICENTE

RUA

CENTRO EDUCACIONAL E ESPORTIVO "RAUL TABAJARA"

RUA

CENTRO EDUCACIONAL E ESPORTIVO "RAUL TABAJARA"

SAM'S CLUB

AVENID

AVENID

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FIAT ITAVENA CRECHE MUNICIPAL RAPHAELA CAPPELLANO DIAS

CRECHE MUNICIPAL RAPHAELA CAPPELLANO DIAS A.M.E.I.

A.M.E.I.

PREFEITURA BARRA FUNDA

PREFEITURA BARRA FUNDA

FIGUEIREDO AMARAL

FIGUEIREDO AMARAL

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FIAT ITAVENA

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DOUT OR

DOUT

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SAM'S CLUB

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ASSIS

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E DA DEFESAS DA CIDADANIA

PARLAMENTO LATINO AMERICANO SEDE

SANTA CRUZ S.A.

SANTA CRUZ S.A.

4 a 9 Pavimentos

SANTA CRUZ S.A.

SANTA CRUZ S.A. SENAC

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E.E. DOUTOR ALARICO SILVEIRA

E.E. DOUTOR ALARICO SILVEIRA

C.P.T

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PORTO SEGURO

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PACAEMBU

DE

PACAEMBU

ES

SO

ES

PACAEMBU

PACAEMBU

AR

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ORLANDO

PORTO SEGURO SO

C.P.T.M.

C.P.T.M.

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TRANFORMADORA

AVENIDA

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BONI CONSILLI

AVENIDA

AVENIDA

RIO

BONI CONSILLI

RIO

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AVENIDA

BARRA FUNDA

BONI CONSILLI

BONI CONSILLI

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15 a 20 Pavimentos

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GENERAL

E.E. CONSELHEIRO

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PORTO SEGURO

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AEM

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Mais de 20 Pavimentos

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ESCOLA SUPERIOR DE DIREITO

MARECHAL DEODORO

MARECHAL DEODORO POLICIA MILITAR

POLICIA MILITAR

SECRETARIA DE ESTADO DA

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SECRETARIA DE ESTADO DA

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ESCOLA SUPERIOR DE DIREITO

DE LORETO

DE LORETO

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RUA

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MARECHAL DEODORO

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MARECHAL DEODORO

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AEROPORTO CAMPO DE MARTE

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ESCALA: 1:11000

ESCALA: 1:11000

Fonte - http://geosampa.prefeitura.sp.gov.br/PaginasPublicas/_SBC.aspx +

Fonte - http://geosampa.prefeitura.sp.gov.br/PaginasPublicas/_SBC.aspx +

Residencial

Industrial

Outros Institucional Estacionamento

22

O uso predominante da residencial e misto (residencial + + principalmente abaixo da linha e isso gera um grande potencial para a bem servida dos diversos usos, uma que concentra grandes equipamentos institucionais. de usos industriais e nota-se que os usos predominantes passaram a ser residenciais ou misto. As determinadas como potencial de que se encontram degradadas como os subutilizados e

A com Nota-se

na caracteriza-se por gabarito baixo de 1 a 3 pavimentos, de sobrados, com processos de principalmente que existem grandes

uma a linha

vazios que possuem grandes potencialidades


LBV INSTITUTO DE

AVE

NID A

NETTO

AVENIDA

AVENIDA

07

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DE

RIBE

IRO

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TRABALHISTA RUY BARBOSA

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GIANNOTTI

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NORMA

GIANNOTTI

PIERUCCINI

NORMA

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DE

VICENTE

RUA

PIERUCCINI NORMA

AVENIDA VICENTE

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RUA

25

RUA

GIANNOTTI

GIANNOTTI

PIERUCCINI

NORMA

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SAM'S CLUB

FIAT ITAVENA

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DOUT

CENTRO EDUCACIONAL E ESPORTIVO "RAUL TABAJARA"

CRECHE MUNICIPAL RAPHAELA CAPPELLANO DIAS A.M.E.I.

PREFEITURA BARRA FUNDA

FIGUEIREDO AMARAL

ASSIS

SECRETARIA MUNICIPAL DE

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SECRETARIA MUNICIPAL

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C.P.T.M.

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05

C.P.T

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01

02

A NID AVE

M.

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MBU

M.

C.P.T.

JUCESP - SEBRAE

HEIRO ENGEN

24

E DA DEFESAS DA CIDADANIA

PARLAMENTO LATINO AMERICANO SEDE

SANTA CRUZ S.A. SANTA CRUZ S.A.

SENAC

C.P.T

.M.

06

C.P.T.M.

E.E. DOUTOR ALARICO SILVEIRA C.P.T

.M.

C.P.T.M.

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PORTO SEGURO

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II

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AV

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TRANFORMADORA

10

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BONI CONSILLI

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27 TO

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11

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L

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PRESIDENTE

ELEVADO ELEVADO VD.GENERAL

AVENIDA

26

RIO

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AVENIDA

E.E. CONSELHEIRO

ARTUR

22

ARTUR

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03

FAESP IPCA

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20

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08

VIADUTO

17

23

RIO

BONI CONSILLI

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AVENIDA

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19

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28

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MILITAR

13

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ESCOLA SUPERIOR DE DIREITO

14

E

15

MARECHAL DEODORO

POLICIA MILITAR

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SECRETARIA DE ESTADO DA

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MARECHAL DEODORO

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16 FUNART

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AVE

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A

ESCALA: 1:11000

ESCALA: 1:11000

Fonte - http://geosampa.prefeitura.sp.gov.br/PaginasPublicas/_SBC.aspx +

Fonte - http://geosampa.prefeitura.sp.gov.br/PaginasPublicas/_SBC.aspx +

Favela do Moinho

A Favela do Moinho a no centro de Paulo, localizada entre as duas linhas da ferrovia, tornando um local de acesso, ser caracterizada por moradias e a falta de saneamento Existem uma grande quantidade de Figura 19

Figura 20

01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14

Rua Barra Funda

Foro Central, Procon e Junta Comercial Porto Seguro Avenida Pacaembu Faculdade Impacta Rua Mario de Andrade Faculdade Oswaldo Cruz

15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28

Sindicato dos Trabalhadores Funarte - Complexo Cultural Centro de Tecnologia Paula Souza Hospital Santa Cecilia Universidade Santo Amaro - UNISA Pronto Socorro Municipal DR. Alvaro Faculdade Campos Eliseo - FCE Rua Adolfo Gordo (Feira Livre )

Centro Educacional e Esportivo ETEC e FATEC - Sebrae ETEC Dr. Maria Augusta Saraiva Rua Albuquerque

A tem uma grande urbana pois possui diversas de atividades que realizadas no dia a dia, a Rua Barra Funda por exemplo citada como uma urbana torna-se um importante eixo de tanto para quanto para os pedestres, de ter usos predominantemente https://www.google.com.br/maps/

Fonte: Venilma Oliveira, Jun/2019

23


Mobilidade V

Figura 21

V

V V

A que acima da linha encontra-se em piores em a mobilidade urbana, a imagem demonstra a largura da que inapropriada para o uso dos pedestres, junto com a ciclovia em mau estado que localizada na rua Luigi Greco ao lado da ferrovia.

V

V

V

V

V V C

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V

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V V V

V

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V

V

V

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Fonte:https://www.google.com/maps/

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V V V

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C.P. T.M.

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V

V

Figura 22

V V

R

passarela acima da linha 7 -Rubi e 8- Diamante utilizada por pedestres e ciclistas que faz a de um lado para o outro. O acesso feito de ruas ociosas com pouca urbana, murados e que funcionam apenas de dia, tornando o local inseguro.

V

C.P. T.M.

C.P.T.M.

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V ELETROPAULO V

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V

V V P V V

TRANFORMADORA BARRA FUNDA

V

V V

V

V

V V

V

V V V

V V V

V

Fonte: Venilma Oliveira, 2019.

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V

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V

V

V

V

V

V

Figura 23 - Ciclovia

V V

V V

V V

V V

V

V

P P P V

MARECHAL DEODORO

C

V

bem servida de transporte nota-se principalmente as linhas de na parte superior da ferrovia, os corredores de necessitam de ruas mais largas, portanto situadas no da

V V V P V

V

P V

V

V

V P

V

V

V

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V

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V V V V

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V V

V

P P V P

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ESCALA: 1:8000 Fonte - http://geosampa.prefeitura.sp.gov.br/PaginasPublicas/_SBC.aspx +

Passarela Ciclovia Linha 7 Rubi

24

Fonte: Venilma Oliveira, 2019

Linha 8 Diamante

Existem poucas ciclovias no local, algumas delas em estado pois implantadas em locais que possuem uma urbana, disso a propicia para este tipo de mobilidade. A ferrovia forma uma barreira dividindo a em duas partes, tornando um grande problema de mobilidade entre os existindo apenas uma passarela, tornando


Equipamentos

Figura 26 - AMA Boracea

INSTITUTO DE V

V

EN IDA

NETTO

V

AV

SETOR 197 AVENIDA

V V

AVENIDA V

V

V

DE

V V

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TRABALHISTA BARBOSA

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GIANNOTTI

PIERUCCINI

NORMA

RUA

V

PIERUCCINI

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AVENIDA

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PIERUCCINI

NORMA

RUA

GIANNOTTI

RUA

VICENTE

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VICEN

GIANNOTTI

PIERUCCINI

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AVENIDA RUA

VICENTE

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CENTRO EDUCACIONAL E ESPORTIVO

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V

V V

V

V

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V

V V V

V

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V

V

V

AVEN

IDA

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PREFEITURA BARRA FUNDA

V

V V

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V V V

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V V V

V

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V V V

V

V

V V

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V

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V

V

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V

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Fonte:https://www.google.com/maps/

V

V

V

V

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V

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V V

V V

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PACA EMBU

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V

AV

IDA

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V

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AV

VIA

principalmente educacional e cultural. A concentra de grande como o Teatro Pedro inaugurado em 1917 que ainda funciona, e o Boni Consolli que foi um antigo quando o bairro da Barra Funda a se formar. Os principais equipamentos concentrados na parte de baixo da linha esta que ja consolidada em a acima da ferrovia que atualmente em processo de com

C.P.

P

IDA

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V

VIAD

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V

V

V

NHEIR ENGE

SETOR 019

PARLAMENTO LATINO AMERICANO SEDE

V

V

V

O

V

SANTA CRUZ S.A.

SETOR 019

SANTA CRUZ S.A.

R

SETOR 021

SENAC

Figura 24 - Procon , CJUSC

Figura 27

E.E. DOUTOR ALARICO SILVEIRA

V

C.P.

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C.P.T.M.

V V

ORLAND

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PORTO SEGURO

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PACAEMBU

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V

ELETROPAULO V

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TRANSFORMADORA

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V V P V V

TRANFORMADORA BARRA FUNDA

O

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AVENIDA

V

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V

AVENIDA

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V V V

AV

V

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Fonte: Venilma Oliveira, 2019.

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V

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Figura 28 - FUNARTE

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Figura 25 - Casa Mario de Andrade

V

V V

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V

SETOR 008 V V

V

V

V

EL

V

V

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CO DE NSELH CO NTA O RE BIL GIO IDA NA CR DE L C - SP DO

POLICIA MILITAR

AV

EN IDA

ESCOLA SUPERIOR DE DIREITO

V

V V

SECRETARIA DE ESTADO DA

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.

V

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V

V

V

SETOR 020 V

V

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DE LORETO

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V

V

V V

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V

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V

V

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V

V V

C

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V

E

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AEROPORTO CAMPO DE MARTE

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V

SETOR 007

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V

EV

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Fonte:https://www.google.com/maps/

O

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V

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ESCALA: 1:8000 Fonte - http://geosampa.prefeitura.sp.gov.br/PaginasPublicas/_SBC.aspx +

Fonte: Venilma Oliveira, 2019

Legenda:

Esporte e Lazer

Abastecimento

25


3.2

V

Grandes vazias sendo utilizadas como estacionamento, possui um grande potencial de pois uma bem servida de infraestrutura de estar em uma Zona de Interesse Social - 3 com coeficiente de aproveitamento igual a 4.

V R

V V

V V

C

V

C V

V

V V V

V

V

V

V V C

V V

Maior da de aproximadamente 16.000.00 encontra-se degradada com pouca sem equipamentos e abandonada.

V V V

V

V

V V

V

V

V

V V

V

A

possui grandes verdes, esses adequados para uso mas apresenta um grande potencial de

V

P

V

V

V

V

V

V V

A Rua Barra Funda um importante eixo da pois localizados os e garantindo uma grande urbana no local. A mesma se configura na Alameda de Limeira e Rua Albuquerque.

V V V

V V

V

V V V

V

V V V

V

V

V V V V

V

V

V

V V

V

V

da Favela do Moinho entre as linhas tornando um local de dificil acesso e com precarias de moradia e saneamento

V

C.P.T

.M.

C.

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C.P.T.M.

V

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V

V V

V V

V

V

C V

C.P.T.M

P

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P

V

V

passarela da que faz a da barreira formada pelo ferrovia, sendo insegura.

V

V

V V

R

V

C.P.T.M

C.P.T.M.

.

V V V R V

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R R

R

da

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V V

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V

V

R R R

V

V V

V

Principais pontos de alagamento da localizadas em vias de grandes fluxos que nas cotas baixas

V

V V

V

R

.

Legenda

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V

P V V

V

V V

V C

V

V

V

V

V V V V

P V V

V

V V

V

V

V V

V V

V

V V

Quadra vazia sendo utilizada como estacionamento, com potencial construtivo pois localizada em um eixo comercial e bem servido de

Vazios com potencial construtivo

V

V V V

V

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V

V

V V

V V

V

V V V V

V

V

V

V V

V

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V V

P

ZEIS - 3

V

V V

V V V V

V

V

C

Possui uma boa estrutura em

V V V

P

degradas

V

P P

P V

V

V

V

Favela do Moinho

V

V

V

V

V

V V V

V

Existem poucas ciclovias sendo um ponto negativo que a tem grandes declividades.

V

V V

V V

V

V

P P P V

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P V

V

P V

V

V

V P

V

V

V

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V V

V

P V

P

Ciclovias existentes

V

V V

A possui diversos subutilizados com potencialidades para obter novos usos.

V V

V V V V

V

V

V V

V

V

P

de edificios

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V

C

V

P

verticalizados

V

V V

C

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V

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V

P

V

P

AEROPORTO CAMPO DE MARTE

P

V

V

V

P

V V

V

P P

Quadras permeaveis

V P

Um grande potencial da

as

P P

P P

P P V

P

P

AEROPORTO CAMPO DE MARTE

ESCALA:1:7500

26

Principais pontos de alagamento


Diretrizes Urbanas I Qualificar a vida urbana dos bairros, das verdes existentes na junto com equipamentos de lazer.

Garantir moradia digna (PDE) Promover de Interesse Social para a de baixa renda, moradores da Favela do Moinho e de junto com equipamentos de

Lotear as grandes quadras e propor edificios misto, tendo o uso residencial pois em uma ZEIS 3 - Zona de Interesse Social, promovendo o adensamento em ja dotadas de infraestrutura, ou seja, orientar o crescimento da cidade nas proximidades do transporte segundo o Plano Diretor (PDE).

de uma nova entre a Barra Funda e Luz como proposto na , com o rebaixamento da linha eliminando sua como barreira, priorizando a do transporte e C.P.T.M

.

C.P.T.M.

C.P.T

Figura 30 -

.M.

Propor melhorias nos livres para de pedestres e ciclistas, como alargamento de a adequada, urbano e uma boa junto com a de edificios de uso misto com fachadas ativas.

C.P.T

.M.

C.P.T.M.

Abertura de via

Figura 29 Figura 31 -

Fonte:

Art.87- III Incentivar a Projeto de um para armazenamento de atender as demandas de alagamentos das

da

e do

para de bens

AEROPORTO CAMPO DE MARTE

da

fazendo restauro e

ESCALA: 1:10000

Legenda

C.P.T.M .

C.P.T.M.

Ciclovias C.P.T.M

Quadras permeaveis para

.

Abertura de vias C.P.T.

M.

C.P.T.M.

de Edificios de Uso Misto em importantes

ESCALA: 1:5000 28


Diretrizes Urbanas II Paisagistica -Fazer a das linhas e realocar os moradores da Favela do moinho para aproveitamento da verde que fica entre elas, se tornando um grande parque linear junto com a abertura de uma via e o rebaixamento dos trilhos.

Figura 32 - Croqui ilustratitivo do parque linear

C.P.T

.M.

C.P.T.M.

C.P. T.M.

paisagistica com uma Limeira que possui seis faixas de C.P.

T.M.

de Boulevard na Alameda de para carros, com de uma linha de

C.P.T.M.

x

Depois

ESC

.

Antes

Figura 33 -

Fonte: Guia global de desenhos de ruas

da

Olavo Bilac e

Obras de restauro na FUNARTE -

da rua Olavo Bilac

junto com a

Nacional de Artes com intuito de recuperar o valor

AEROPORTO CAMPO DE MARTE

ESCALA: 1:7500 Fonte: http://geosampa.prefeitura.sp.gov.br/PaginasPublicas/_SBC.aspx + Adaptado por Venilma Oliveira.

29


TERRENO Justificativa As propostas no terreno condizem com as urbanisticas argumentadas no Plano Diretor (PDE), o projeto principal para o terreno de promover o adensamento construtivo e populacional com de de Interesse Social (HIS) para garantir moradia digna a de baixa renda que moram nas da cidade que garante uma qualidade de infraestrutura urbana, de promover a dos moradores dos distribuidos pela e da Favela A tem como objetivo qualificar a usos comerciais e de que garantam um dinamismo nesses gerar para os bairros, junto a isso promover a qualidade das

de ociosos,

de de tendo

Como

mencionado, o terreno escolhido para o projeto

localizado ao

Os principais motivos para a escolha da que segundo o Plano Diretor o terreno situado em uma Zona de Eixo de da Urbana, que tem como objetivo propor o adensamento construtivo, populacional a de usos, atividades e promover de estar localizado ao lado da ferrovia onde propostas para a da Campos e o rebaixamento da O terreno situado em uma (ZEIS 3) Zona de Interesse Social 3 com um coeficiente de aproveitamento (CA) igual a 4, ou seja:

Zona Especial de Interesse Social 3 " Destinada a promover predominantemente uso residencial para de baixa renda por de melhorias bem como de novas de Interesse Social (HIS) e de Mercado Popular (HMP), a serem dotadas de equipamentos sociais, infraestrutura, verdes, e locais, situadas na zona urbana."

e Rebaixamento da ferrovia Abertura de via

Fonte: Lei de Parcelamento, Uso e

ESCALA: 1:3000

SEM ESCALA

Fonte: http://geosampa.prefeitura.sp.gov.br/PaginasPublicas/_SBC.aspx

O terreno possui pouquissima declividade por estar situado entre as cotas 721 e 722, fazendo com que

do Solo

Fonte: Google Earth Pro

a varzea do Rio ocorra grandes

estando de

Rebaixamento da ferrovia proposta na 722,05

32

ESCALA: 1:500


TERRENO - Levantamento de Dados Potencialidades

Entorno Figura 34 - Rua Cruzeiro

Figura 35

Fonte: Google Earth Pro

-

-

-

SEM ESCALA

Seu entorno caracterizado por usos residenciais (sobrados) e com gabarito de 4 pavimentos. localizada no Eixo de Sua maior fachada voltada para leste. localizado ao lado do maior verde da que pode ser requalificada. Possui uma boa estrutura de mobilidade como corredores e linhas de e equipamentos culturais e de

-

Situada em uma ZEIS 3, onde promove a de junto com

-

O terreno possui fachadas voltadas para as ruas. em processo de

Fonte: Google Earth Pro

-

Fonte: www.google.com.br/maps/

Fonte: www.google.com.br/maps/

Figura 36

Figura 37 - Rua Anhanguera

Fonte: www.google.com.br/maps/

Fonte: www.google.com.br/maps/

Potencial Construtivo 70%

Terreno

72,61

8 68,3

Coeficiente de Aproveitamento 4

Usos - Zeis 3

entre blocos

Azimute

11 m

76

39, 62

,2 7

12

2,2

7

Recuos Laterais (min) : 3m 33


Conjunto Habitacional Jardim Edite Ficha Técnica

Térreo

Endereço: Av. Engenheiro Luís Carlos Berrini Itaim Bibi, São Paulo - SP, Brasil

Rua Charles Coulomb

Arquitetos: H+F Arquitetos, MMBB Arquitetos

Data de Conclusão do Projeto: 2013 e 2015

727,20

728,22

728,22

Inicio do Projeto:2008

727,43

Área do terreno: 18.000 m² Área construída: 25.714 m² Zoneamento: ZEIS 1 – Zona Especial de Interesse Social

Acesso Moradores

Inserção Urbana

Acesso UBS

Acesso Veículos

0

Acesso Creche

10

35

Hall – Torres Habitacionais

Restaurante Escola

Estacionamento UBS

Área de Convívio moradores

Hall – Blocos Habitacionais

UBS Jardim Edite

Creche Jardim Edite

Estacionamento Restaurante Escola

1° Pavimento – Conexão entre os blocos habitacionais

730,50

731,07

0

Salão de Festas

Passarelas

Convívio moradores

Circulação Vertical

10

35

Creche Jardim Edite

Unidades Habitacionais 4,3

B

5

C

5

D

5

E

5

F

4,3

G 5

2

6

2,5

7

7

8

7,5

4

3

7

2

4

As habitações foram distribuídas em 3 torres e duas lâminas totalizando 252 unidades.

A 4

H

O conjunto Habitacional do Jardim Edite foi projetado para ocupar o lugar da favela de mesmo nome que se situava no local.

O projeto de habitação Jardim Edite foi uma referência na sua implantação, a utilização de serviços no térreo e como foi trabalhado as lâminas e torres habitacionais no 1² pavimento, e a integração de todos blocos através do pavimento condominial.

36

1

I

Aplicação no Projeto

Unidades – Torre 1, 2 e 3 Serviço

Convívio

Unidades – Bloco 1 e 2 Repouso

Higiene Pessoal

Alimentação

Circ.Horizontal

Circ.Vertical

Fonte: https://www.archdaily.com.br/br/01-134091/conjunto-habitacional-do-jardim-edite-slash-mmbb-arquitetos-plus-h-plus-f-arquitetos + Adaptado por Venilma Oliveira/2019


Elementos de destaque no Conjunto Jardim edite Pátio descoberto no térreo para convívio de moradores.

Fachadas com Gradil Orsometal e Planos de Alvenaria. Cada torre habitacional possui 15 pavimentos totalizando 60 unidades , somando 180 habitações nas três torres.

Pátio descoberto da Creche Jardim Edite. Ao fundo a torre 3 e bloco habitacional

Fotos: Venilma Oliveira/2019

Acesso aos bloco habitacional da quadra 1.

Fachada da rua Charles Coulomb

UBS Jardim Edite

Os dois blocos habitacionais possui 72 unidades habitacionais e sua circulação vertical é feita somente por escadas.

Os pilares das habitações possuem uma dimensão de (0,20 x 1 m), ficando com a mesma largura das paredes, no entanto não ficam aparentes.

Pavimento Condominial que permite a conexão entre os blocos habitacionais.

O térreo do Restaurante Escola e UBS é caracterizado por pilares ligados diretamente na laje (Laje Cogumelo), apoiada diretamente nos pilares.

727.43

Corte Setorial – Quadra 1

Calçadas largas com mobiliário urbano, arborização e bolsões de estacionamento. 37


Conjunto Habitacional Heliópolis – Gleba G Ficha Técnica

Térreo

Endereço: Rua das Juntas Provisórias - Ipiranga, São Paulo - SP, Brasil Arquitetos: Mario Biselli, Artur Katchborian Inicio do Projeto: 2011 Data de Conclusão do Projeto: 2014 736,00

Área do terreno: 12000 m² Área construída: 31329 m² Zoneamento: ZEIS 1 – Zona Especial de Interesse Social

Inserção Urbana Expresso Tiradentes

Acesso ao Conjunto

Lazer Moradores

Circulação Vertical

Moradia

Convívio Moradores

Comércio/Serviço

Circulação Horizontal

Lazer Moradores

Pavimento tipo Unidades Habitacionais Circulação Horizontal Circulação Vertical (escadas) Convívio Moradores

Unidade tipo A C

2,8 3

D

2,15

E

4

3

Aplicação no Projeto

38

2

1

6

2,5

7

1,15

8

4,3

Alimentação Higiene Pessoal

B Repouso

3,85

3

O projeto de habitação Gleba G serviu como referência na sua implantação com um pátio central entre os dois blocos habitacionais, as unidades, os pórticos com um pé direito alto e as passarelas metálicas que fazem a ligação entre os blocos.

5

2,5

A

2,35

B

3

O Conjunto Habitacional foi feito através de um Programa de Reurbanização de Favelas da Prefeitura do Município de São Paulo, por meio da Secretaria de Habitação, atualmente a Gleba G foi construída apenas o conjunto A.

Unidade tipo B

C

Convívio Serviço

Fonte: https://www.archdaily.com.br/br/01-16929/his-conjunto-heliopolis-gleba-g-biselli-mais-katchborian-arquitetos/16929_16940 + Adaptado por Venilma Oliveira


Pórticos de acesso ao pátio interno do Conjunto Habitacional

Passarelas metálicas vencendo vãos de 27 metros para propor ligação entre os dois blocos habitacionais Aberturas que criam movimento na fachada

Área de convívio entre moradores, com mesas de jogos fixas e vegetação em toda extremidade dos blocos habitacionais.

Fotos: Venilma Oliveira/2019

R Q P

O

D

C B A

755,80

Passarelas cobertas sobre o pátio interno do Conjunto Habitacional para propor ligação entre os blocos habitacionais. Atualmente encontra-se construído apenas o Conjunto A da Gleba G como demonstrado no croqui autoral.

752,80 750,00 747,20 744,40 741,60 738,8 736.00 https://www.archdaily.com.br/br/01-16929/his-conjunto-heliopolis-gleba-g-biselli-mais-katchbori an-arquitetos/16929_16946 + Adaptado por Venilma Oliveira

Fachada da rua Comandante Taylor ( Os Arquitetos destacaram com cores amarelo, azul e laranja as caixas de escada, e as unidades habitacionais são de Alvenaria Estrutural). Fonte: https://www.archdaily.com.br/br/01-16929/his-conjunto-heliopolis-gleba-g-biselli-katchborian-arquitetos/conjunto-habitacional-heliopolis-16_corte-transversal/16929_16 949?next_project=no

39


Residencial Corruíras Ficha Técnica

Implantação

Endereço: Rua das Corruíras – Vila Campestre, São Paulo - SP, Brasil

Rampas

Arquitetos: Boldarini Arquitetura e Urbanismo Lazer

Ano de Projeto: 2011 Área: 21404.0 m2

Escadas (C. Vertical)

Zoneamento: ZEIS 3 – Zona Especial de Interesse Social 3

Unidades Habitacionais

Inserção Urbana

Salão de Festas Brinquedoteca

/

Circulação Horizontal

Tipologia – 49 m²

Pavimento Tipo

14

8,35

15

5,75

F

F’

“O Residencial Corruíras, inserido nas ações da SEHAB/PMSP na área da Operação Urbana Consorciada Água Espraiada, foi executado para viabilizar o reassentamento dos moradores da Favela Minas Gerais, ocupação irregular lindeira à obra”. (Fonte: https://www.archdaily.com.br/br/) Aplicação no Projeto O projeto Corruíras foi uma referência na sua unidade habitacional, as dimensões dos ambientes e como eles foram distribuídos em planta, e os elementos utilizados nas fachadas como, cobogós, gradis metálicos colorido e venezianas moveis.

Figura 38 – Fachada e passarela metálica

Figura 39 – Fachada Venezianas móveis nas janelas dos dormitórios

Gradil metálico colorido sacada da sala de estar

na

Passarelas em estrutura metálica para vencer o vão 40

Fonte: https://www.archdaily.com.br/br/755090/residencial-corruiras-boldarini-arquitetura-e-urbanismo


Quadro analítico Conjunto Habitacional Jardim Edite

Conjunto Heliópolis Gleba G

Residencial Corruíras

HIS + Comércio + Serviço Rua: Luigi Greco

252 unidades habitacionais com 3 tipologias. As unidades estão distribuidas em 5 blocos habitacionais, três torres com 15 pavimentos com 60 unidades habitacionais em cada uma, 2 blocos com 4 pavimentos um com 32 unidades e o outro com 40.

420 unidades habitacionais com 2 tipologias, com 50 m². As unidades estão divididas em 8 blocos habitacionais.

244 unidades habitacionais com uma tipologia de 49 m² que pode ser adaptada como uma unidade acessível. As unidades estão distribuídas em 4 blocos com de 7 a 9 pavimentos.

Duas torres residenciais com habitações destinadas à HIS 1 e 2, possuindo 3 tipologias.

FORMA

Moradia

Comércio Local

X

Alguns ambientes localizados no térreo voltados para uma das ruas estão destinados para comércio/serviço fornecidos pelos próprios moradores , existem 4 pontos de comércio.

X

Está localizado no térreo espaços destinados para comércio local com pé direito duplo voltado para três ruas e o pátio interno da quadra.

O térreo de uma quadra possui uma Creche na sua extremidade com 1 pavimento, com uma área de 1.400 m². A segunda quadra possui uma Unidade Básica de Saúde somente no térreo com uma área de 1300 m² e um Restaurante Escola com uma área de 850 m².

Alguns ambientes localizados no térreo voltados para uma das ruas estão destinados para comércio/serviço fornecidos pelos próprios moradores , existem 4 pontos de comércio.

Convivio Público

Junto ao conjunto existe uma praça com mobiliário urbano, e em frente ao acesso da torre 2 e 3 existe um tratamento paisagistico com mobiliário que pode ser utilizado por qualquer pessoa.

Junto ao conjunto existe uma praça que promove o convivio público.

Lazer Ativo Moradores

O convívio entre os moradores em uma quadra está situada no térreo com um espaço verde. A outra quadra o convivio está localizada no 1° pavimento do bloco de menor gabarito, a torre 1 e 2 situada na mesma quadra podem ter acesso a este espaço através de uma passarela.

O convívio entre moradores está localizada no pátio interno no térreo sendo descoberta, junto com áreas verdes e playground.

O convívio entre moradores está localizado no pátio interno entre os blocos habitacionais no térreo.

O lazer dos moradores é uma área restrita localizada no térreo e na lâmina do 2° pavimento, podendo ser acessada pelas duas torres.

A circulação vertical privada para as moradias encontra-se nas extremidades do edificio com uma separação total entre o público e privado. Possui 3 torres com 15 andares e sua ciculação é feita através de dois elevadores e uma escadas em cada torre. E os outros 2 blocos possui 4 pavimento, utilizando somente escadas.

A circulação vertical para as moradias encontra-se nas extremidades e no centro dos blocos. Cada bloco possui duas escadas de circulação sem a utilização de elevadores por conta da quantidade de pavimentos e o desnível que favoreceu este tipo de implantação.

A circulação de acesso ao conjunto é feita por rampas e escadas. Residência: Cada bloco possui duas caixas de escadas. Dois elevadores para cada dois blocos habitacionais.

Possui 2 circulações verticais feitas através de escadas e elevadores em cada uma das torres.

Os blocos habitacionais utilizam o minimo possivel para a circulação horizontal, principalmente nos 2 blocos com 4 pavimentos, que ao sair da circulação vertical já acessa os apartamentos.

O acesso aos blocos são feitas através de passsarelas externas. Os blocos das extremidades possui uma circulação horizontal maior de uma ponta a outra, enquanto os blocos centrais tem uma circuaçao minima.

A circulação horizontal nos pavimentos superiores é feita através de corredores que percorrem todo o perímetro das unidades.

O pátio interno no térreo possui um eixo de circulação horizontal dando acesso aos comércios. A circulção nas torres residenciais estão centralizadas.

Serviço

Circulação Vertical

Circulação Horizontal

Localizado no térreo com pé direito duplo (Academia). X

X Quadra fechada murada

Localiza-se no pátio interno da quadra com áreas verdes e espaços de permanência, junto com as áreas comerciais.

41


6. Es t udosdeVi abi l i dade


Programa de necessidade e Fluxograma Habitação + Comércio + Serviço, Rua Luigi Greco Atividades

Ambientes

Atividades

Cozinha

Ambientes

Atividades

Ambientes

Recepção

Atividades

Sanitários

Pátio

Depósito Comércio Local

Administração

Dormitório

Copa

Lazer Ativo Moradores

Sala de Estar Sala de Jantar

Serviço Academia

Depósito

Playground

Vestiário Funcionários

Brinquedoteca

Administração

2 caixas de escada para cada bloco Circulação vertical

Pátio Interno

Sanitários

Banheiro

Vestiários

Serviço

Espaço físicos

Espaço de convivência

Carga e Descarga

Bolsões de Estacionamento

Moradia

Ambientes

4 elevadores para cada bloco

Circulação Horizontal

Corredores centrais Bicicletário

Mobiliário Urbano

Guarita

Convívio Público

Habitação

Iluminação Pública

Salão de Festa Depósito limpeza

de

exercícios

Fachada Ativa (PDE) Leitura Água, Gás e Luz

Manutenção

Hall de Entrada

Salão de festas

Acesso Privado

Administração

Bicicletário Circulação V.

Unidades Habitacionais

Rua Luigi Greco Administração Sanitário Copa Depósito

Vestiários/ Banheiros

Vestiários/Sanitários

Salão de festas

Guarita Acesso Moradores

Acesso Clientes

Mercado

Hall acesso pavimento superiores

Hall Habitação

Brinquedoteca

Salão de treinos

Academia

Lazer/Playground

Recepção

Unidades hab.

Bicicletário

Pátio Interno

Circ. Vertical

Estacionamento

Rua Cônego Vicente Miguel Marino

Lojas Comerciais

Acesso Moradores

Rua Anhanguera

43


Estudos de Viabilidade Estudo 1

Estudo 2 TO = CA =

Convivio Moradores V V

V V

V

V

V

ESTUDO 1

ESCALA: 1:1500

ESCALA: 1:1500

ESTUDO V

V

V

V

V

V

Convivio Moradores

Convivio Moradores/ Lazer

ESCALA: 1:1500

ESCALA: 1:1500

Moradia Fluxo Principal

44


Estudo 3

Estudo 4

V V

V

V

ESCALA: 1:1500

ESCALA: 1:1500

Convivio Moradores/ Lazer

Moradia

TO = CA =

45


Estudo 5 LEGENDA A

Convivio Moradores Moradia

V

Convivio Moradores/ Lazer V

V

15,57

Fluxo Principal

18

C.P.T .M

.

A

ESCALA: 1:1500

A

8

3.7 6

TO = CA =

V

1,5

V

ESCALA: 1:125

Convivio Moradores

C.P.T

.M.

Rebaixamento da Ferrovia A

ESCALA: 1:1500

46


Local: Rua Luigi Greco Bairro: Barra Funda Zoneamento:

Rua Cruzeiro

ZEIS 3

CA

3,85

TO

59,98 %

TP

15,05 % Unidades Habitacionais 25 UN

HIS 1

372 UN

HIS 2

33 UN

Rua

Luigi

Grec o

Total = 430 unidades

Rua Anhanguera

V

V V V

N

48


4

3

4

4

4

5

4

6

5,25

7 2,75 8 2,75 9

5,25

10

5,25

11

12

2,75

13

2,75

5,25

14

5,25

15

16

2,75

17

2,75

5,25

18

5,25

19

2,75

20

2,75

21

5,25

22

5,25

23

2,75

24

2,75

25

5,25

26

4

27

4

28

A

C

1 2,8 2

POUPATEMPO PROPOSTO NA DIRETRIZ URBANA Estacionamento

722,12

Playground

722,17

A Hall 6

Brinquedoteca

722,25

722,25

Grec o

B

Rua

6

Luigi

C Loja 1

Loja 2

Loja 3

Loja 4

Loja 5

Loja 6

Loja 7

Loja 8

Loja 9

Loja 10

Loja 11

Loja 12

D

722,05

722,17

6

E

F

722,25

G Academia

6

Hall

Hall Loja 14

Loja 13

722,25

722,25

722,25

H

A

C

B

7,55

Mercado

N 49


C

7 2,75 8 2,75 9

5,25

10

5,25

11

12

2,75

13

2,75

5,25

14

5,25

15

16

2,75

17

2,75

5,25

18

5,25

19

2,75

20

2,75

21

5,25

22

5,25

23

2,75

24

2,75

25

5,25

26

4

27

4

28

6

Moradores

5,25

A

6

Grec o

725,25

1,6

725,25

Luigi

6

C

Rua

D

6

E

725,25

B

7,55

F

6

G

A

C

H

N

50


C

7 2,75 8 2,75 9

5,25

10

5,25

11

12

2,75

13

2,75

5,25

14

5,25

15

16

2,75

17

2,75

5,25

18

5,25

19

2,75

20

2,75

21

5,25

22

5,25

23

2,75

24

2,75

25

5,25

26

4

27

4

28

Rua

Luigi

Grec o

5,25

A

6

728,25

E 6

728,25

7,55

F

6

G

A

C

H

N 51


C

7 2,75 8 2,75 9

5,25

10

5,25

11

12

2,75

13

2,75

5,25

14

5,25

15

16

2,75

17

2,75

5,25

18

5,25

19

2,75

20

2,75

21

5,25

22

5,25

23

2,75

24

2,75

25

5,25

26

4

27

4

28

Rua

Luigi G

reco

5,25

A

6

6

E

731,25

7,55

F

6

G

A

C

H

N

52


53

Rua Anhanguera


54

Rua Luigi Greco


755,25

752,25

749,25

746,25

743,25

740,25

737,25

731,25

728,25

725,25

722,19

Rua Anhanguera

734,25

722,17

55


Tipologias 6

6 0,85

3,25

3,85

2,55

3,85

1

5,25

2,95

2,35

6,2

2,20

1,9

2,6

2,75

3,18

5,27

Escala: 1:75

Escala: 1:75

Escala: 1:75

NG

Fachada Norte

Inverno

W

NG

NG

E

5,25

NW

NE

Fachada Sul Inverno

Inverno

----

Inverno

W E

Fachada Leste

2,75

SW SE

Fachada Oeste

S

S E

W

N N Escala: 1:75

s

56


57


Ru a

A

nh an

gu er

a

Grafite na parede cega da fachada sul

Passarela de entre os blocos pavimento 58

no

Fachada Oeste


8.

Fontes Consultadas

8.1 Bibliográfica BONDUKI, Nabil. Origens da Habitação Social no Brasil: Arquitetura Moderna, Lei do Inquilinato e Difusão da Casa Própria. 6° edição. São Paulo: Estação Liberdade,2011. BONDUKI, Nabil; KOURY, Ana Paula. Os pioneiros da Habitação Social 2: Inventário da produção pública no Brasil entre 1930 e 1964.1° edição. São Paulo, 2014. Rebello, Yopanan. Bases para Projeto Estrutural na Arquitetura. 4° edição. São Paulo: Zigurate Editora,2007. Guia Global de desenhos de ruas. SenacSP. Set/2018 Tese USP: Monika Olczyk. Problemática e metodologia projetual da habitação de interesse social: análise do conjunto residencial Jardim Edith (Acesso 13/04/2019 – 15:02) Tese USP: Gustavo Marcondes Massimino. Habitação coletiva de interesse social em Heliópolis: a visão de quatro arquitetos (Acesso 13.04.2019– 18:02) 8.2 Leis/ Normas Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo – PDE (Lei nº 16.050, de 31 de julho de 2014) Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo –LPUOS (Lei nº 16.402, de 22 de março de 2016) Código de Obras e Edificações – COE (Lei nº 16.642, de 9 de maio de 2017) NBR 9050 - Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos NBR 9077 – Saídas de emergência em edifícios

Instrução técnica n°. 11/2018 – Saídas de emergência

https://www1.folha.uol.com.br/seminariosfolha/2017/09/1920661-favela-do-moinho-unica-do-centrovive-sob-ameaca-da-prefeitura.shtml (Acesso 22.08.2019) https://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/zona-especial-de-interesse-social-zeis/ (Acesso 28.04.2019 - 17:32) https://arcowebarquivos-us.s3.amazonaws.com/imagens/54/21/arq_35421.jpg (Acesso 15.04.2019 - 14:22) https://www.archdaily.com.br/br/01-134091/conjunto-habitacional-do-jardim-edite-slash-mmbb-arqui tetos-plus-h-plus-f-arquitetos/5747cfd7e58ecea2720000e7-conjunto-habitacional-do-jardim-edite-slashmmbb-arquitetos-plus-h-plus-f-arquitetos-torre-planta (Acesso 15.04.2019 – 14:22) https://www.archdaily.com.br/br/01-134091/conjunto-habitacional-do-jardim-edite-slash-mmbbarquitetos-plus-h-plus-f-arquitetos/5747d1b4e58ece3d40000180-conjunto-habitacional-do-jardim-editeslash-mmbb-arquitetos-plus-h-plus-f-arquitetos-distribuicao-do-programa (Acesso 02.05.2019 - 22:16) https://www.google.com/maps/place/Conjunto+Jardim+Edite/@-23.6199372,-46.691047,620a,35y,331.0 1h,58.05t/data=!3m1!1e3!4m8!1m2!2m1!1sconjunto+háBitaci onal+jardim+edite!3m4!1s0x94ce50C93 09e663f:0x2c109c36d3da85c1!8m2!3d-23.6134636!4d-46.6950191 (Acesso 10.05.201 – 15:02) https://www.archdaily.com.br/br/01-16929/his-conjunto-heliopolis-gleba-g-biselli-mais-katchborianarquitetos/16929_16940 (Acesso 15.04.2019 - 17:54) https://www.google.com.br/maps/place/Rua+das+Juntas+Provisórias+-+Ipiranga,+São+Paulo+-+SP/@23.5996051,-46.5968391,504m/data=!3m1!1e3!4m5!3m4!1s0x94ce5b8cf6d11575:0x840c1b3086211 d97!8m2!3d-23.5945235!4d-46.5976527 (Acesso 15.04.2019 – 18:00) http://www.cronologiadourbanismo.ufba.br/apresentacao.php?idVerbete=1379 (Acesso 02.04.2019 – 22:07) https://www.resimob.com.br/a-historia-do-bnh-banco-nacional-de-habitacao/ (Acesso 02.04.2019 – 23:15) http://www.snh2015.anpuh.org/resources/anais/39/1434419770_ARQUIVO_Artigo_Edimilsom_Castilho_ Simposio_Nacional_ANPUH_2016.pdf (Acesso 02.04.2019 - 23:54) http://www.pac.gov.br/sobre-o-pac (Acesso 02.04.2019 - 19:21) https://www.archdaily.com.br/br/755090/residencial-corruiras-boldarini-arquitetura-e-urbanismo (Acesso 03.05.2019 - 14:39)

8.4 Visitas Visita técnica : Área de Estudo - 19.02.2019

8.3 Sites

Visita ao Conjunto Habitacional Gleba G – 14.05.2019

http://geosampa.prefeitura.sp.gov.br/PaginasPublicas/_SBC.aspx (Acesso 18.02.2019 – 21:00) https://www.google.com.br/maps/place/R.+Luigi+Greco+-+Barra+Funda,+S%C3%A3o+Paulo+-+SP,+01135030/@-23.5288804,-46.6526922,1932m/data=!3m1!1e3!4m5!3m4!1s0x94ce5812e589022f:0x5e10bbf83 2e3099c!8m2!3d-23.5278317!4d-46.6528717 (Acesso 22.02.2019 – 15:24) https://www.encontrabarrafunda.com.br/barra-funda/historia-da-barra-funda.shtml (Acesso 28.03.2019 –

Visita ao Conjunto Habitacional Jardim Edite – 20.05.2019

13:26)

http://almanaque.folha.uol.com.br/bairros_campos_eliseos.htm (Acesso 28.03.2019 – 13:40) http://netleland.net/hsampa/hbondes/hbondes.html (Acesso 28.03.2019 – 14:00) http://cidadedesaopaulo.com/v2/pqsp/linha-do-tempo-landing-page/?lang=pt (Acesso 28.03.2019 – 14:22) https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/arquivo_historico/publicacoes/Index.php?p= 8313 (Acesso 28.03.2019 – 14:52) https://www.iau.usp.br/shcu2016/anais/wp-content/uploads/pdfs/19.pdf (Acesso 28.03.2019 - 20:35) https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/urbanismo/novas_operacoes_urbanas/termos_de_re ferencia/index.php?p=17816 (Acesso - 04.04.2019 – 16:48) http://www.unaarquitetos.com.br/site/projetos/desenhos/40/estacao_da_lapa# (Acesso 01.09.2019 – 18:21)

https://www.google.com/maps/search/33ef/@-23.5269898,-46.6547224,484m/data=!3m1!1e3

(Acesso

27.03.2019 – 18:52)

59


Lista de figuras com fonte completa 01 – Vila Maria Zélia

02 – Ampliação da área de projeto 03 – Croqui Linha férrea rebaixada 04 – Chácara Carvalho

05 – Estrada de ferro Santos-Jundiaí 06 – Bonde Elétrico 07 – Imigrantes Italianos 08 – Casarão em Campos Elíseos 09 – Construção do Elevado 10 – Imigrantes nordestino - SP

https://www.vilamariazelia.com.br/historia.html https://www.google.com.br/maps/place/R.+Luigi+Greco++Barra+Funda,+S%C3%A3o+Paulo+-+SP,+01135-030/@ -23.5273106,-46.6529325,141m/data=!3m1!1e3!4m5!3M4 !1s0x94ce5812e589022f:0x5e10bbf832e3099c!8m2!3d-23 .5277555!4d-46.6528454 Croqui Autoral: Venilma Oliveira,2019 https://,-lapa,-vila-leopoldina-e-jaguar%C3%A9.htmlsaopa ulosao.com.br/conteudos/outros/3609-a-industrializa%C3 %A7%C3%A3o-em-s%C3%A3o-paulo-e-o-desenvolvime nto-da-barra-funda http://opiniaoenoticia.com.br/cultura/primeira-linha-eletric a-de-bondes-no-brasil-e-inagurada/ http://opiniaoenoticia.com.br/cultura/comecava-aconstrucao-da-ferrovia-santos-jundiai/ http://ansabrasil.com.br/brasil/noticias/brasil/entrevistas/2 017/05/10/como-os-italianos-contribuiram-para-futebol-de -varzea-de-sp_d3d4a1a0-90a8-4c9e-8c28-db74380f74d8. html https://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/morar/2018/04/1 965771-livro-mostra-palacetes-da-elite-cafeeira-no-centro -de-sao-paulo.shtml http://www.saopauloinfoco.com.br/tag/construcao-dominhocao/ http://www.inci.org.br/acervodigital/upload/fotografias/MI_I CO_AMP_046_003_010_001.jpg

11 – Pedestres no minhocão

https://www.mobilize.org.br/noticias/11461/prefeitura-desp-anuncia-a-construcao-do-parque-minhocao.html

12 – Operação Urbana Lapa - Brás

https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/urbani smo/novas_operacoes_urbanas/termos_de_referencia/in dex.php?p=17816 http://www.unaarquitetos.com.br/site/projetos/desenhos/4 0/estacao_da_lapa#

13 – Projeto da estação subterrânea na Lapa

14 – Área verde entre a linha férrea

15 – Praça Nicolau Degrada 16 – Rua arborizada 17 – Verticalização ao lado da ferrovia 18 – Tipologia característica da região 20 – Favela do moinho entre a linha férrea

21 – Falta de calçada rua Luigi Greco 22 – Única passarela da área

60

https://www.google.com/maps/place/Barra+Funda,+S%C 3%A3o+Paulo+-+SP/@-23.5271305,-46.6523904,523m/ data=!3m1!1e3!4m5!3m4!1s0x94ce580f7c039a63:0xcf36 5b1a0b3158be!8m2!3d-23.5303762!4d-46.6574319 https://www.google.com.br/maps/place/Pra%C3%A7a+Ni colau+de+Moraes+Barros+-+Barra+Funda,+S%C3%A3º +Paulo+-+SP,+01133-100/@-23.5259613,-46.6568661,28 0m/data=!3m1!1e3!4m5!3m4!1s0x94ce580e0a696a65:0x e6e19102161b2636!8m2!3d-23.5260855!4d-46.6561122 Foto Autoral: Venilma Oliveira,2019 Foto Autoral: Venilma Oliveira,2019 https://www.google.com.br/maps/@-23.531879,-46.65346 23,3a,75y,275.81h,98.22t/data=!3m6!1e1!3m4!1scnFaG2 DDeKAVLy3yRggsvA!2e0!7i13312!8i6656 Foto Autoral: Venilma Oliveira,2019 https://www.google.com/maps/@-23.5276509,46.6537068,3a,75y,247.66h,74.71t/data=!3m6 !1e1!3m4!1sPEIdT1qD1ZCwvCdw9Fnu4Q!2e0! 7i13312!8i6656 Foto Autoral: Venilma Oliveira,2019

23 – Ciclovia - Procon , CJUSC 25 – Casa Mario de Andrade 26 – Ama Boracea 27 – Teatro São Pedro 28 - FUNARTE 29 Passeio publico 30 - Implantação de uma Estação e abertura de via 31 rebaixamento da Linha Férrea 32 Croqui ilustratitivo do parque linear 33 Ilustração de um espaço urbano adequado 34 – Rua Cruzeiro 35 - Rua Cônego Vicente Miguel Marino 36 - Rua Cônego Vicente Miguel Marino 37 - Rua Anhanguera

38 – Fachada e passarela metálica

39 – Fachada

Foto Autoral: Venilma Oliveira,2019 https://www.google.com/maps/@-23.5279114,-46.658246 6,3a,75y,19.53h,100.03t/data=!3m6!1e1!3m4!1s_cgE_Hc BKAMRF0QB0c6mZg!2e0!7i13312!8i6656 https://www.google.com/maps/@-23.5276509,-46.653706 8,3a,75y,247.66h,74.71t/data=!3m6!1e1!3m4!1sPEIdT1q D1ZCwvCdw9Fnu4Q!2e0!7i13312!8i6656 https://www.google.com/maps/@-23.5250072,46.6517148,3a,75y,8.73h,89.35t/data=!3m6!1e1!3m4!1sc N59tu4Vvl6Sz14hBqb_tQ!2e0!7i13312!8i6656 Foto Autoral: Venilma Oliveira,2019 Foto Autoral: Venilma Oliveira,2019 Fonte: Plano Diretor Estratégico/2015 Pg.71 Foto Autoral: Venilma Oliveira,2019 Foto Autoral: Venilma Oliveira,2019 Foto Autoral: Venilma Oliveira,2019 Guia global de desenhos de ruas https://www.google.com.br/maps/@-23.5268362,-46.6540 551,3a,75y,142.7h,89.22t/data=!3m6!1e1!3m4!1s7kZZZkt fFvhyNKZS9XVerA!2e0!7i13312!8i6656 https://www.google.com.br/maps/@-23.5266036,-6.65366 73,3a,75y,28.58h,82.41t/data=!3m6!1e1!3m4!1soMQjPA7 rws7HyVPPh0_utA!2e0!7i13312!8i6656 https://www.google.com.br/maps/@-23.5266099,-46.6528 1,3a,75y,342.2h,87.22t/data=!3m6!1e1!3m4!1sevA0FKE3 VbNxsFD9ofKZjA!2e0!7i13312!8i6656 https://www.google.com.br/maps/@-23.5266706,-46.6527 749,3a,75y,148.84h,92.77t/data=!3m6!1e1!3m4!1sqGjXnb Q2_Ajo0zxokDaPKQ!2e0!7i13312!8i6656 https://www.archdaily.com.br/br/755090/residencial-corrui ras-boldarini-arquitetura-e-urbanismo/54374347c07a80a7 4a00009d-residencial-corruiras-boldarini-arquitetura-e-urb anismo-foto https://www.archdaily.com.br/br/755090/residencial-corrui ras-boldarini-arquitetura-e-rbanismo/5437420ec07a80e4c 8000076-residencial-corruiras-boldarini-arquitetura-e-urba nismo-foto?next_project=no


Profile for Venilma Oliveira

Habitação Social Luigi Greco - Barra Funda (TCC)  

Neste trabalho será apresentado a área de estudo localizada na região central da cidade de São Paulo abrangendo parte dos bairros da Barra F...

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