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TITLE:

ESTABILIDADE GEOGRÁFICA E TEMPORAL DE ALGUMAS CULTIVARES DE MILHO GEOGRAPHIC AND TEMPORAL STABILITY OF SOME MAIZE CULTIVARS

AUTHOR: Roland Vencovsky Roberto A. A. Torres


1 • I· ......

'

ESTABIUilf.\DE GEOGRÁFICA. E TH'PORAL

·pE

-~

ALGUl,..AS OJLTIVARES DE MILHO

l Roland Vencovsk:y Roberto A.A. Torres z

RESUMO Toma~do

como base dados de produtividade de

espigas de cultivares avaliadas, no Ensaio Nacional do Milho (CNPMS/EMBRAPA), em vãrias local idades da região centro, numa sequência de quatro anos, estimou-se a estabilidade mes~as,

das

tanto do ponto de vista geogfãfico, como do ponto de

vista temporal. O objetivo foi verjficar, inicialmente,

se

uma estabilidade em relação a locais implicaria também maior estabilidade diante das flutua~Ees anuais. Não se

ver"ificou

correlaçio alguma entre estas duas propriedades, o que sugere que o seu controle genêtico- não e o mesmo. que t e s ta r ma ter i a i s

em

Indicou tambêrn

d i f e r e n te s 1 o c a 1 i d a d e s n ã.o s i mu l a a ?

variações de ambiente representadas por diferentes anos agrl colas. A s1vel

aus~ncia

de correlações, purem, vem mostrar ser

po~

selecionar 9enõtipos estãveis nos dois sentidos. Na anãlise conjunta as interaç5es de culti-

var~s

por locais e o erro experimental foram as causas

minantes

~a

variaçâo, indicando que

bastante ampla, em

ter~os

.a

região

1

milho

e

e

atenç~o.

Roland Vencovsky - Prof. Adjunto Depto Gen~tica - ESALQ/USP. Cx. Postal 83, J3. WO. ·piracicaba. SP. Roberto A.A. Torres - Prof. Adjunto Depto Biol.ogia Geral - UFGO - Cx. Postal 581. 7Lf.ooo. Goiânia. GD. 1

2

considerada

de zona ecolÕgica para o

que a precisão dos experimentos requer mais

pred~


GEcGRAP'rlIC AND TB"PQR,l\L STABILITY OF Sür>'E Vi4IZE OJLTIVARS

Roland Vencdvsky Boberto A.A. Torres

SUMMARY ·

Y:iel d data ·of cul tivars, teste d in the

,. 1 1

1

National Corn Tria1. S_ystem (CNPMS/EMBRAPA), in several locations and

~uring

four years, were taken for this

investigationw The main question was to verify wether a s ta b i1 i ty o.ver 1 o e a ti on s a 1 s o e ou 1 d g u a r ante e a correspondirig stabi1 ity ·;n relation .to year environmental fluctuations. No corre1ation was found betweem these· two p r o p e r t i e s ,, i n d i e a t i n g t h a t t h e y ma·y h a v e · d i f f e r e n t g e n e t i e bases. Resu1ts suggested also that testing range of 1ocations does not variations. The

absenc~

simulate~

cultivars over·a

necessarily, temporal

of this correlation, however, also

indicates that, through selection, stab1e genotypes over locations aad

yeá~s

can be

obtain~d.

The joint analysis of variance showed a predominance of the cultivars by locations interaction and the error source of variation.·· The ·region represented by the locations considered

~annot

therefore be considered as a

hornogeneous ecological zone for corn and that more attention should be given to the precision of the experiments.·

1


'l

ESTABILIDADE GEOSRÁFICA E TH?ORAL DE ALGU/11-ô.S OJLTIVARES DE MIU-JO

Roland Vencovsky

l

Roberto A.A. Torres

2

INTRODUÇÃO

O desenvolvimento de cultivar€s

de

milho

com altas produtividades de grios tem sido o objetivo princl. pal dos

~elhoristas

que trabalham com esta cultuja.

Todavi~.

grandes flutuações da produtividade destes cultivares tem si dci observadas quando cultivadas em. diferentes diferentes anos. Alim disso, as entes tem tido cultivares.

'iaflu~ncia

pre~onderante

Consequentement~,

genõtipos x ambi-

nas produções destes

.m~todo~

muito importante para a adede

sel~çio.

ROBINSON

e MOLL

(1959), oo estudo conduzido em 5 localidades por 5 anos

en-

contraram que flutuaç5es na express.ividade. dos genõtipos

de

milho em difereotes amoientes nao estava associada

um

~ar~icul~r

, \

e

estimar a magnitude das varia-

ções atriburda~ i~ interações· i 9uaçao mais precisa dé

inte~aç5es

loc~lidades

a~o.

am5iente para uma 1ocalidade ou

com

A grande

ma~

o.itude da interaçio tripla, variedades x localidades x anos,

il

indicou que fatores ambientais causando flutuações no compor . t~meoto dos m~teriais ensaiados ocorreram ao acaso, por va'

,,

rias localidades e anos. primeiros a

intrQ~uLir

FI~L~X

-

e WILKINSON (1963) foram

modelos de fegressa_o para a avaliaçao

d a e s t a b i 1 i d a d e .d e c u 1 t. i v a r e s, d e c e v a d <L

EB'E RHA RT e

.

(1956) 1

2

os

propuseram o seguinte modelo Yij

RUSS EL L

'

=

µ

t

biJj + õij, on

Roland Vencovsky - Prot. Adjunto Ocpto Gen~lica - ESA~Q/USP - Cx Po~­ tal 83. 13.400 - Piracicaba. SP. Roberto A:A. Torres - Prof. ~djunlo Depto Biologia Geral - UFGO - Cx. Postal S81. 74.0,00. Goiânia. GO. ·-----·------


..

de Yij

e

a media do iesimo cultivar no ambiente j; bi

coef i c i ent e de V

ar

li O S

'r e g r e s s ~o. q u e me d e a r e s p o .s t a

Vã r i OS a mb Í e íl te S •

ói j ·

e

O

do i

e

.o

e s i mo· c u 1 t i

d e 5 V i O d e r e g r e S Sã O d O ·i e-

· simo cultivar no jesimo ambiente e I j

e

Tndice

ambiental.

Dessa forma, propuseram parimetros de estabi)idade qu~ podem ser usados para descrever a performance de u.ma.·cultivar numa serie de ambientes. LIANG et aZii (1966) avaliaram,

no Kan-

sas, por um perfodo de 3 anos, dez variedades de trigo de 1~ verno em 13 localidades: 4 variedades de cevada em 10 loc~1i daóes e 5 variedad.es de aveia de prima.vera em 5 localidades. Observaram efeito significativo da interação variedade x local idade para trigo e cevada, indicando que o estado poderia ser dividido em sub-ãreas. Pelo. agrupamento apropriado localidades foi tu d e d o

obs~rvada

qu a dr a à o

uma reduçio generalizada da

das magni~

medi o d a i n ter a ç ão v ar i e d a d e l oca 1 i d a d'e •

Em milho, ANDijEW (1967);RUSSELL & . EBERHART (1968), SCOTT (1967), GAMA & HALLAUER (1980) estudaram as in teraç5es gen5tipos x ambientes e obtiveram as àQS·

estimativas

parimetros de estabi1 idade. · [ ~vid~nte que a questão das interaç5~s

gen5tipos com loca1idades e anos·

e

de alta

relev~ncia,

de nao

s5 no. contexto dos prog·ramas d~ melhoramento, como no da reco~endação

de cult.iva.res. Seu estudo detalhado·

cessãrio. Por outro tor rural. e.mais

lad~,·

e

i~portante

e,

pois, .ne-

preciso considerar que, ao que uma cultivar seja

prod~

est~vel'

ao longo cios anos, oa sua proprieóade. Tal propriedade

~.

~!

ra ele, mais prioritãria que o grau de adaptabilidade geogri fica, de ur:ia dada.cultivar. i1os progrnrnas·de melhoramento,no entanto,·

e

dad~,

em geral, maior enfase ã adaptabilidade.

uma dada regiâo, do que ã

~~tabilidade

diante·

da~

a

fiutuaç5ei

·I

. 1 1


\_,

·.

anuais. Julgou-se, portant~. Yilido verificar se ~ssas

pro-

ad~ptação

e de estabilidade temporal . . eco15g~~a . tem base genetíca comum, ou, s~ ao se selecionar para uma de

priedaaes de .

las, tambem ·se estã selecionando para. a outra. Assi~,

o presente trabalho teve como objeti

vo estudar a estabilidade de cultivares .de milho, tanto a nI ve1 geogrãfico (estabilidade espacial ou to a nlvel de tempo

(es~abilidade

adaptabilidade)qua~

temporal) bem como mensu -

rar a correlação existente entre ambas no· sentido de cer

subs~dios

para melhor

adequaç~o

fornemelh~

das estrategias de

ramento e melhor compreen$ao da base genetica dessas

propri~

dades.

MA.TER IAL E Mt:TODO

Oi dados neste trabal.ho se referem as

prod~

ções de cultivares de milho em ensaios nacionais, conduzidos pelD CNPMS da EMBRAPA, na região centro oeste, em duas

epo-

cas diferentes a saber: Grupo l - constituldo de produções , em pesos de

espi~as

de 6 cultivares em 7 localidades da

re-

gião centro-oeste (J~carezinho, Pindorama, Campinas, Alaliba Leonel, Piracicaba, Sete Lagoas e Patos) ·no per'fodo de 1.972 a 1 •975 so

( 4 a n o s ) ; Gr u p o 11 -

de e s p i gas ,

c o n s t i t u ld o· d a s p r o d u ç õ e s , e rn p!

d e 1 2 e. u 1 t i v a r e s e m 1 4 ·1 o e a 1 i d a d e d a

região

centro-oeste (Jacarezinho, Carnpinas, Matão, Sete Lagoas, din5polis, Jnhumas,

Cravinh~s.

Bandeirantes, Dourados, Barre

ros, Coxim, Sio Gabriel Oeste, Lavras, Capin5polis) no do de

Ja~

p~rT~

1 • 9 8 D a · i , 9 8 3 ( 4. a n o s· ) •

a n ã 1 i se d a

va -

r i ã n c i a c o n j u n t a d o s d a d o s , e 'e s t i in a d o s .o s · e o e f i e i e n '\. e s

de

P a r a e a d a g r· u p o f o i

f e i ta .a

1

!


'/

regress~o.

bi, pelo metodo de EBERHART

~RUSSELL

.

(1.966},ta~

to para localidades ~eu~indo anosJ cbmo pa~a anos,

reunindo

localidades. Em seguida obteve-se a estimativa do coefitien, te de correlação entre os b 1 s de

localidad~s

reunindo anos e

os b's de anos reunindo localidades.

A anilise

conj~nta

dos. dados, efetuada, pa-

rase conhecer a magnitude das interações, foi realizada con· forme mostrado .por ALLARD (1971), a partir das dias das ef~itos

cu~tivare~,

produçõi~

fixos

de cada ensaio, considerando-se

de cultivares e

lo~ais

e

aleatõr~os

anos alem do êrro experimenta'l. Os quadraào'S

os

me-

efeitos médios

de resi""'.

duais foram obtidos atraves do coeficiente de variação e media

ger~) ~

da

de cada ensaio.

RESULTADOS E

DISCUSS~O

Foram obtidas as estimativas dos coeficientes de correlação .r 1 = D,1417(ns) e r 11 =-D,3613{ns) b 1 s de loca1idades 1

reunindo anos e os b 1 s de anos

entre reunindo

localidades para os grupos I e II, respectivamente.

A media

ponderada dos dois coeficientes

de

correlação foi de -D,065 ns. ,

A correlação entre os coeficientes

)

de

gressao para estabilidade temporal e estabilidade

re-

espacial

d e r:i t r o d e e a d a p e r í o d o e . o r:. o e f i c i e n t e d e e o r r e 1 a ç ã o

me d ;·o

para o~ dois períodos nao foram significativos, indicando ha ver

independ~Qcia

.

g. r u p o mo s t

rou

ef e

entre estas. duas propriedades. A·anãlise de. variância. conjunta paia 'i. t o s 1 g n 1f· i e a t i v o p a r a 1 o e a 1 ·i d a d e ,

para as interaç5es localidade x ano. localidade x

cada a no s

e

cultivar,

.. j ~-··-·----~-----------·-·····

.. ·- .~ ..


ano x cultivar e localidade x anos x cultivar resUltados que mostram que os fatores ambientais causando flut~aç5es na pe~ formance dos cultivares ocorreram ao acaso por localidades e

..

anos, tal como detectado por ROBINSON e··MULL l1959) .

As interaç5es localid~~e x cultivar'e culti var x ano foram ra o

grup~

respbnsivei~

por 3Z,35%ºda variação total

p~

somas

I e 3?,42% para o grupo II,· em termos das

de quadrados. Embora exis~a uma dijerença mixima entre as medias dos cultiyares de 779,43.kg para o grupo I

e

Z.UY7>44 kg para o grupo II o efeito de cultivares

de

nao

foi

significativo em ambos os grupos. O.erro experimental contribuiu com 41,13~ % da variação total do grupo I e aorn 30,57% da variação

total

do grupo II.

CONCLUSÕES

Verifica-se em função dos resultados que estabilidade espacial·

e

independente da estabilidade

tempo-

ral. o que representa fator adicional de dificuldade para melhorista pois a seleção deve ser feita independente cada uma

~as

propriedades~

A

aus~ncia

to não exclui a possibilidade de se

a

o

para

da correlação no entan

ob~er

cultivares que se-

jam estaveis oos dois sentidos. Dada a grande magnitude interação localidades X cultivares justifica-se

da

considerar

que a,· r e g·; ão . a ó rangi d a. p <:; 1 as 1 o e a 1 i d~ d e s torna d as neste e s tu çl o n ã o ne~,

r e p r e s ·e r:i t

a u in a -. ã r e a

e a o ·1

õg i e a

s u íi e i ·e n t e me n t e h .º mo g ê -

no sentido de se ter nela urna minimiz.açao da interação.


Tabela I - Valores dos coeficientes de regressio (5 1 ) para localidades e anos de 6 cultivares de ~ilho _no periodo de 1972 a 1975. Grupo I.

.,,.

•.

. .. 1 :

. : .CULTIVAR.

b:s(localidade)_D,6482

.. :.o ,8249:.

b's(ariôs):

·º ,8999

1,0820

.0;66õ9

. . o, 7331.

6

5

4

3 ..

.2

1,2003

1, 0731

1,0966

0,6687 .

2,2254

0,8803

Tabe1a II - Media dos cultivares reunindo locais e anos do periodo de 1972 ·a 1975, em kg· de espigas/Ha. Gru po ·i.

2

CULTIVAR

S.745,59

Medias

6.022,84

3

6.342,15

5

4

5.788,34

6

5.562,72

5.923,78

Tabela III - Anãlise conjunta da variãnc.ia dos dados do -Grupo '!.

C. V. .

.. QM ..

G[

RZ

... F.

\1 l-IG

.\IY

Locais (L)

6

12.517.344,987

/. C'ui tivares (C)

5

2.805.663,709

3

2.518 . .609,921

C

30

5.579.568,784

4 (i, 1 gl 'Ji~*~

L X

A

18

716.811,703

L\ 1 G3 '1:-'>f

ex

A

1s

2.766.c360,48õ

,,,, L X C X. A. . .

9U

Anos. (A)

/

v~

L

X

5G9.3tl.4,486.·

·---·

r: Resíduo

. . 1. 722

154. 963.,416

---------

* P

<

u,úS

I

O/.?ç,11-:> ').., 5-r>t

1'1, '-11

0 1 '\'\G

o/>'}./}.; o,o\'1

o, ').-5'3 O, O 't,;O

!?G ·\(~.

0 1 0G'i

~?.,l;-~

o o 93 1

.

.

......__

__ ___ ;

0 1 J-H.3

- -":!..---·-;·-·---·-·- - - - - - - · - - - - - -

** P

<

ü,01


Tabela

IV - Valores dos coeficientes de regressão (6 1 ) para localidades e anos de 12 cultivares de lho no per1odo de 1980 a 1983.

: . : CUqIVAR: : . : : . : : 1: : : : . : 2. : : . : : . : 3. : : . : : . : :4: .. : : .. : 5: .. : : . -.. 6.

--

b 1 s(localidade) b 1 s(anos)

Tabela V:

0,90tl4

1,0863

0)9263

0,9337

. - . 0,9069:: 1;2201.: :1 ;Ol87.:: .O;B.698: :·.1;529-6

9

8

10

11

.12

1, 18161

0,8763

0,9380

0,9271

0,9127 1)1241

1, 1032

1,0972

0,8509

1, 19 52

1,3861

1, 1449 0,4884

o,2e27

Midia de peso dos cultivares reunindo locais e anos do perlodo de 1980 a 1983, em kg Ae esp!· g~s/Ha, Gtupo II.

CULTIVAR

X produção

1,0777

7

mi-

2 ti.403,~4

3

4

. . 5 ...

6

7

9

8

10

11

. 12

6.989,58 7.202,23.7.221,45 .6,948,50 7.732,83 5.635,39 6,064,37 7.120,85 6.717,40,7.222,75 7.062,53

-.......: ,~

•·


\

Tabela

lV - Valores dos coeficientes de regressio (6 1 ) pafa. local idades e anos de 12 culiivarei de lho no perTodo de 1980 a 1983,

.. CULTIVAR::. : : .. : 1 . . .. · 2 .... : : . 3 ·.

b 1 s(localidáde)

0,9084

1,0777

b's(anos)

0;9059·

1~2201

·4 ..... ·5 ... :

6!

7

9

8

10

11 1 , 1241

,0863

0,9263

0,9337

1J 18161

0,8763

0,9380

0,9271

0,9127

::1;orn1 ..

0;8698

1,5296.-

1,0972

0,8509

1, 1952

1, 3861 .

1!1449. 0,4884

1.

mi-

1~

1, 1032

0,28V .·

~

Tabela V:

CULTIVAR

x produção

~

.

-------·--·

Media de peso dos cultivares reunindo locais e anos do per.Todo de 1980 a 1983, em kg de gas/Ha, Grupo II.

2

3

4

5

ti.403,94 6,989,58 7.202,23 7.221 ,45 6,948,50

6

7

7.732,83 5;635,39

B

9

6.064~37

7.120,85

10

11

6,717,40~7.222,75

esp~

12 7.062,53

,-o ~~~----~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~-

___l


-------------------·-----·-·---·-----·---·--·~----

..---·-·--""·--·---------.......................... -................ ________ .. ________________

,,_,,,_,_,,,,

..

_____________

,,

___ _

: .•

'TABELA VI

Anaíise conjul!ta da

v~ri_ãncia 'dos dados do Grupo II.

e. V.

GL

Locais '(L)

13

õ0.461.987,.709

Cultivares (C)

11

11.868.147 ,684

3

6.452.77ll,832

;:. :i

e

143

7.8G9.570,097

i t3.

l X A

39

384. 1o9, 19 5

~.

CX A

33

'5,810.643,958

~o

429

.'393.202,079

Residuo.

5.544

192.848,õõS

*

*"/<

QM

Anos (A) l X

l x A

x e

P < U,ú!:>

1571 1-j i

'

p < 0,01

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· <\oo'i

-13~ . . .

ô,o55

:L, D 4 f.-Y

O 1 o.L+B

)

0 1 ooG


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V0·1 •. . 2· O•

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Roland Vencovsky 1  

ESTABILIDADE GEOGRÁFICA E TEMPORAL DE ALGUMAS CULTIVARES DE MILHO GEOGRAPHIC AND TEMPORAL STABILITY OF SOME MAIZE CULTIVARS

Roland Vencovsky 1  

ESTABILIDADE GEOGRÁFICA E TEMPORAL DE ALGUMAS CULTIVARES DE MILHO GEOGRAPHIC AND TEMPORAL STABILITY OF SOME MAIZE CULTIVARS

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