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co Manoel, com um conjunto de pedras ao sul da mesma, visíveis e devidamente demarcadas nas cartas. Note, entretanto, que este conjunto se estende um pouco mais para o leste, com pedras submersas, que não são evidentes na carta. Mais para o sul, no Saco do Pinho, uns 2000 m a SSW do Canal do Junco, há o conjunto de pedras das Baleias do Salgado, visíveis e com uma marcação de concreto também visível com o nível mais elevado do rio. Já nas proximidades da ilha do Junco, no local onde o Canal do Junco faz a curva para a direita e passa a se denominar Canal do Campista, há uma profusão de bóias e faroletes. Existem bancos de areia no lado NE, provenientes de dragagens do canal. Estes bancos de areia se desfazem com o tempo. No lado leste do Canal do Campista há uma boia na Ponta da Fortaleza. Não é possível navegar entre esta bóia e a referida ponta, onde existem traiçoeiras pedras quase à flor d’água. Também não é possível a navegação direta entre a bóia da Ponta da Fortaleza e a Praia do Sítio, devido aos bancos de areia logo ao lado E do Canal do Campista. Continuando para o sul há bancos de areia em ambos os lados do canal. Passando pelo farol de Itapuã, entrando na Lagoa dos Patos, também encontramos bancos provenientes de dragagens. Para quem vai na direção da Ponta das Desertas, é possível passar livremente entre a bóia luminosa nº 5 e as pedras do Morro de Itapuã.

Pedras de Francisco Manoel, ao sul da ilha, também conhecidas como Pedra da Vovó O MINUANO

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O Minuano 137  

Edição 137 de O Minuano, revista do Veleiros do Sul de Porto Alegre, RS, Brasil, publicada em novembro de 2015.

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