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T h e IM PAC T O N p r o j e c t a i m s t o i n s t a l l a n d o p e r a t e a r o b o t i c t e l e s c o p e de dic at e d t o t he f oll ow-up an d p hys ic al c har ac t e r iz at io n o f s m a l l b o d i e s o f t h e S o l a r S y s t e m (a s t e r o i d s a n d c o m e t s) i n N e a r- E a r t h o r b i t s . P a r t i c u l a r e m p h a s i s w i l l b e g i ve n t o potentially hazardous objec t s.

VANESSAraújo

Ano 1 - N° 4

Esse tal de Roque Enrow Rita Lee - Paulo Coelho

Apoio:

Apoio: Ela não fala comigo, doutor Quando ele está por perto É um menino tão sabido, doutor Ele quer modificar o mundo Esse tal de Roque Enrow Roque Enrow

Roquem é ele? Quem é ele? Esse tal de Roque Enrow? Rua Gal. José Cristino, 77 Uma mosca, um mistério, ro Imperial de São Cristóvão, Rio de Janeiro Rua Gal. José Cristino, 77 CEP 20921-400 Uma moda que passou Bairro Imperial de São Cristóvão, Rio de Janeiro tel: 55 21 3504-9100 E ele, quem é ele? CEP 20921-400 http://www.on.br tel: 55 Isso 21 3504-9100 ninguém nunca falou! http://www.on.br

Ela não quer ser tratada, doutor E não pensa no futuro E minha filha está solteira, doutor Ela agora está lá na sala

Muitas teorias sobre a formação da Lua pontilharam

da Terra.

Fin n c i a l S u p pem o r t: F INdo E Eclipse P, M C T/S C U P, CDarwin, N P q, FA P E R J a n d O N . aaastronomia, anos passados. George Trajetória

Os vários tipos de eclipses lunares

Isso ninguém nunca falou! Ela dança o dia inteiro, doutor E só estuda pra passar E já fuma com essa idade, doutor Desconfio que não há mais cura Pra esse tal de Roque Enrow Roque Enrow, Roque Enrow Roque En...row

George Darwin, filho

do grande naturalista inglês, Charles Darwin, um dos criadores da teoria da evolução das espécies.

Observatório Nacional

Ela nem vem mais pra casa, doutor Ela odeia meus vestidos, Minha filha é um caso sério, doutor Ela agora está vivendo Com esse tal de... Roque Enrow Roque Enrow, Roque En...

A formação da Lua

Lunar no Nodo propôs que a Lua havia se formado quando uma pardescendente te da massa da Terra foi expelida, devido à rotação Eu procuro estar por dentro, doutor acelerada que nosso planeta tinha logo após a sua Dessa nova geração Mas minha filha não me leva à sério, doutor Existem três tipos de eclipses lunares formação. Os cientistas, que aceitavam essa teoria, diziam que a região onde se encontra o Oceano Ela fica cheia de mistério o local de onde parte do nosso plaCom esse tal de Roque Enrow PenumbralPacífico, seria Parcial Total foi lançada ao espaço e formou a Lua. Essa Roque Enrow Um eclipse lunar é to- Um eclipse lunar éneta pe- Um eclipse lunar é parhipótese foi descartada quando estudos geológicos tal, apenas, quando numbral, quando o dis- cial, quando o disco da que a crosta da Terra, que forma o fundo Roquem é ele? Quem é ele? o disco da Lua entra, co da Lua cruza,mostraram Lua entra, parcialmensodo Oceano Pacífico (ou seja, a crosta oceânica desta Esse tal de Roque Enrow? totalmente, na umbra mente, a penumbra da te, na umbra da Terra. região), tinha apenas cerca de 200 milhões de anos Um planeta, um deserto, da Terra. Terra. (ou menos que isso), sendo, portanto, muito jovem Uma bomba que estourou em comparação com a Lua. Ele, quem é ele?

Observatório Nacional

s Alexandre ssa Araújo

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C

de música

T h i s p r o j e c t i s l e a d b y t h e P l a n e t a r y S c i e n c e Re s e a r c h G r o u p o f t h e O N, w h i c h i s r e c o g n i z e d a s t h e p i o n e e r o f t h e a r e a i n B r a z i l. In t h e f i e l d o f s m a l l S o l a r S y s t e m b o d i e s´ s t u d i e s, Assim, só haverá eclipse lunar i t i s a cck y t h e i m p o r t a n t s p e c t r o s c o p i c s u r ve y pnseo w l e d g e d b l e li raa m b o f a s t e r o i d s, k n o w n s S 3 O S2 - S m a l l S o l a r S y s t e m O b j e c t s e quando a Lua estiver próxima S num eu P S p e c t r o s c o p i c S r ve y - the second largest produced up to / l a eção rci a um dos dois nodos orbitais ol n o w. T h see Pgar o u p m a i ln t a i n s i m p o r t a n t c o o p e r a t i o n s w i t h m a ny ) ip a e o tipo e duração do eclipã or a z i l iEacln a n d i n t eUrmnbar t i o n a l i n s t i t u t i o n s s u c h a s t h e U n i ve r s i d a d e e çB ol l( a O bservatório t d e S ã o P a u l To, o t h e Oabl)s e r v a t o i r e d e P a r i s, t h e U n i ve r s i t y o f se dependerá da localização N acional psee In s t i (tUumtbor d e A s t r o f i s i c a d e C a n a r i a s, t h e In s t i t u t o lih c A r i z o n a, t E O bservatório da Lua em relação a eles. Uma pergunta que tal sempre intrigou os astrônomos d i A s t r o f i s i c sae TSo p a z i a l e e Fai ls i c a C o s m i c a, a n d m a ny o t h e r s . N acional p r li Por esse motivo, só ocorre foi: “A LuaEcsempre existiu?nuSe mb isso não é verdade, ela e P / C a r v a n o, D. L a z z a r o, T. R o d r i g u e s, F. O Nse rformou, e s e a r cao h emesmo r s: arJ.M. eclipse lunar quando a Lua cialtempo que al Terra, há 4,54 biP Edição 11/2008 e ra s R o i g, C .H. Ve i g a bnão p i l A partir c está na fase de Lua Cheia, oude 12 anos lhões de anos? Se isso também é correto, então E nuomt h e OVU F R J r e s e a r c h e r: T. M é-Diniz P Ano 1 - N° 5 Edição 04/2009 / l a seja, para um observador situcomo Lua?” A partirO deN 12Ganos r ase d uformou a t e S tau d ePnartcis: J. B l a n c o, A . D u t r a, P.H. H a s s e l m a n n, se i r a, J. A .G . D av a l o s Ano F. 1 - N° ado no Sol a Lua estará “atrás” J a4s m i n, A . OEcl liipve C

(21) 9374 9406

GRAVIDADE

lee

vanessaaraujo@live.ca

Ano 1 - N° 5 FORMAÇÃO DA LUA

Designer. Editorial. Softwares: Photoshop, InDesign, Corel Draw, Flash. Interesses em tipografia, estampas, papercrafts e fotografia.

IM PAC T O N w a s p r o p o s e d n o t j u s t t o i m p u l s e a n d c o n s o l i d a t e studies on the subjec t, but also as a pioneer pr ojec t in Brazil t o c r e a t e a p hy s i c a l i n f r a s t r u c t u r e d e d i c a t e d t o t h e r e m o t e astronomical obser vations. This infrastruc ture includes t h e c h o i c e o f a n a p p r o p r i a t e o b s e r v i n g s i t e , t h e s e l e c t i o n, c o n s t r u c t i o n a n d i n s t a l l a t i o n o f t h e o b s e r v i n g e q u i p m e n t s, t h e def inition of the dat a transmission har dwar e as well as sof t war e, a n d t h e i m p l e m e n t a t i o n o f a r e m o t e o p e r a t i o n s y s t e m. T h e 1- m t e l e s c o p e a n d i n f r a s t r u c t u r e , i s b e i n g i n s t a l l e d a n d b u i l d i n t h e r e m o t e , s e m i - a r i d r e g i o n o f N o r t h e a s t B r a z i l.

O bservat ó rio N acional

30

R

O bservat ó rio

Ministério da Ciência e Tecnologia

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Ministério da Ciência e Tecnologia

Outra hipótese sobre a origem da Lua, dizia que ela era um corpo perfeitamente formado, que vagava pelo espaço e foi capturado pelo campo gravitacional da Terra. Essa hipótese foi descartada quando estudos mostram que um encontro tão próximo, entre a Terra e um corpo com as dimensões da Lua, teria provocado uma violenta colisão, entre eles ou, então um definitivo afastamento da Lua em relação ao nosso planeta.


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Projeto gráfico da revista Brainstorm


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Logotipo da revista Brainstorm


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Vanessa Araújo Santos, designer. Editorial. Softwares: Photoshop, InDesign, Corel Draw, Flash. Interesses em tipografia, estampas, papercrafts, revistas e fotografia. Atualmente trabalho no Observatório Nacional como estagiária, projetando e desenvolvendo revistas didáticas sobre astronomia e geofísica, banners e painéis, kits promocionais, cds multimídia e jogos.

Projeto gráfico da revista Brainstorm


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Vanessa Araújo Santos, designer. Editorial. Softwares: Photoshop, InDesign, Corel Draw, Flash. Interesses em tipografia, estampas, papercrafts, revistas e fotografia. Atualmente trabalho no Observatório Nacional como estagiária, projetando e desenvolvendo revistas didáticas sobre astronomia e geofísica, banners e painéis, kits promocionais, cds multimídia e jogos.

Song book Rita Lee + M. C. Escher


anos 60...70

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Vanessa Araújo Santos, designer. Editorial. Softwares: Photoshop, InDesign, Corel Draw, Flash. Interesses em tipografia, estampas, papercrafts, revistas e fotografia. Atualmente trabalho no Observatório Nacional como estagiária, projetando e desenvolvendo revistas didáticas sobre astronomia e geofísica, banners e painéis, kits promocionais, cds multimídia e jogos.

anos 60...70 Song book Rita Lee + M. C. Escher


VANESSAraújo Acadêmicos 13

de Roque Enrow Rita Lee - Paulo Coelho

pra casa, doutor a meus vestidos, aso sério, doutor ora está vivendo e... Roque Enrow nrow, Roque En...

a comigo, doutor le está por perto ão sabido, doutor odificar o mundo de Roque Enrow Roque Enrow

Doce vampiro Rita Lee

Vanessa Araújo Santos, designer. Editorial. Venha me beijar Softwares: Photoshop, InDesign, Corel Eu procuro estar por dentro, doutor Meu doce vampiro Draw,NaFlash. Interesses em tipografia, luz do luar Dessa nova geração Venha sugar opapercrafts, calor estampas, revistas e fotograMas minha filha não me leva à sério, doutor De dentro do meu sangue vermelho fia.tãoAtualmente Tão vivo, eterno veneno trabalho no Observatório Ela fica cheia de mistério Que mata sua sede Nacional como estagiária, projetando e Que me bebe quente como um licor Com esse tal de Roque Enrow Brindando à morte e fazendo amor revistas didáticas sobre desenvolvendo Roque Enrow astronomia e geofísica, banners e painéis, Meu doce vampiro Na luz do luar kits promocionais, cds multimídia e jogos. Roquem é ele? Quem é ele? Me acostumei com você Esse tal de Roque Enrow? Um planeta, um deserto, Uma bomba que estourou Ele, quem é ele? Isso ninguém nunca falou!

Sempre reclamando da vida Me ferindo, me curando a ferida Mas nada disso importa Vou abrir a porta pra você entrar Beijar minha boca Até me matar de amor!

Esse tal de Roque Enrow Rita Lee - Paulo Coelho Ela nem vem mais pra casa, doutor Ela odeia meus vestidos, Minha filha é um caso sério, doutor Ela agora está vivendo Com esse tal de... Roque Enrow Roque Enrow, Roque En... Ela não fala comigo, doutor Quando ele está por perto É um menino tão sabido, doutor Ele quer modificar o mundo Esse tal de Roque Enrow Roque Enrow Roquem é ele? Quem é ele? Esse tal de Roque Enrow? Uma mosca, um mistério, Uma moda que passou E ele, quem é ele? Isso ninguém nunca falou! Ela não quer ser tratada, doutor E não pensa no futuro E minha filha está solteira, doutor Ela agora está lá na sala Com esse tal de Roque Enrow Roque Enrow, Roque En...

Ela dança o dia inteiro, doutor E só estuda pra passar E já fuma com essa idade, doutor Desconfio que não há mais cura Pra esse tal de Roque Enrow Roque Enrow, Roque Enrow Roque En...row

Rita Lee 40 Anos de mú

r tratada, doutor pensa no futuro á solteira, doutor a está lá na sala de Roque Enrow nrow, Roque En...

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Anos 60/70

Eu procuro estar por dentro, doutor Dessa nova geração Mas minha filha não me leva à sério, doutor

Ela fica cheia de mistério Com esse tal de Roque Enrow Roque Enrow Roquem é ele? Quem é ele? Esse tal de Roque Enrow? Um planeta, um deserto, Uma bomba que estourou Ele, quem é ele? Isso ninguém nunca falou! Ela dança o dia inteiro, doutor E só estuda pra passar E já fuma com essa idade, doutor Desconfio que não há mais cura Pra esse tal de Roque Enrow Roque Enrow, Roque Enrow Roque En...row

Rita Lee 40 Anos de música

le? Quem é ele? de Roque Enrow? sca, um mistério, moda que passou ele, quem é ele? uém nunca falou!

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Song book Rita Lee + M. C. Escher


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Projeto de capa da Edição Comemorativa do Antônio Callado


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CD-ROM Multimídia – História do Design


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Criação de Identidade Visual


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Criação de Identidade Visual


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Cartão de visitas - Rods Fotografia


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Cartão de visitas - Gabriel Cran Fotografia


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Portal e moldura - Gabriel Cran Fotografia


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eção

O bservatório N acional

Edição 11/2008 A partir de 12 anos Ano 1 - N° 5

Vanessa Araújo Santos, designer. Editorial. Softwares: Photoshop, InDesign, Corel Draw, Flash. Interesses em tipografia, estampas, papercrafts, revistas e fotografia. Atualmente trabalho no Observatório Nacional como estagiária, projetando e desenvolvendo revistas didáticas sobre astronomia e geofísica, banners e painéis, kits promocionais, cds multimídia e jogos.

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Ilustração e diagramação da Capa - Observatório Nacional


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O bservatório N acional

Edição 11/2008 A partir de 12 anos Ano 1 - N° 5

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Diagramação Revista Eclipse - Observatório Nacional


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O bservatório N acional

Edição 04/2009 A partir de 12 anos Ano 1 - N° 4

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Montagem e diagramação da Capa - Observatório Nacional


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unar ima itais clipação eles. orre Lua , ou siturás”

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os de eclipses lunares

clipses lunares

Penumbral

Um eclipse lunar é penumbral, quando o disco da Lua cruza, somente, a penumbra da Terra.

Parcial

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Eclip

Vanessa Araújo Santos, designer. Editorial. Softwares: Photoshop, InDesign, Corel Draw, Flash. Interesses em tipografia, estampas, papercrafts, revistas e fotografia. Atualmente trabalhoTrajetória no Observatório do Eclipse Lunar no Nodo Nacional como estagiária, projetando e descendente desenvolvendo revistas didáticas sobre Os vários tipos de eclipses lunares astronomia e geofísica, banners e painéis, Existem três tipos de eclipses lunares kits promocionais, cds multimídia e jogos.

Penumbral Um eclipse lunar é par- Total Um eclipse lunar é toUm eclipse lunar é pecial, quando o disco da tal, apenas, quando numbral, quando o disLua entra, parcialmeno disco da Lua entra, co da Lua cruza, sote, na umbra da Terra. totalmente, na umbra da Terra.

mente, a penumbra da Terra.

Parcial Um eclipse lunar é parcial, quando o disco da Lua entra, parcialmente, na umbra da Terra.

Muitas pessoas acreditam que, ao falarmos de “eclipse total” da Lua estamos dizendo que o nosso satélite natural irá desaparecer, momentaneamente, do céu. Isso é um erro, pois mesmo quando está totalmente eclipsada a Lua ainda é parcialmente visível. Ela irá assumir uma coloração avermelhada devida à luz do Sol que incidiu na atmosfera terrestre e foi desviada para a umbra. 10

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Revista Eclipse - Observatório Nacional


VANESSAraújo

O quadro abaixo mostra os diferentes valores da aceleração da gravidade no Sol, planetas e planetas anões existentes no Sistema Solar.

Araújo Santos, designer. faz você permanecer sobre ela.Vanessa É claro que você tem até uma pequenaEditorial. liberdade pois consegue saltar na vertical masPhotoshop, logo é obrigado a retornarCorel Softwares: InDesign, à sua superfície tão logo a Terra sinta “saudades” de você e lhe de Draw, Flash. Interesses em traga tipografia, volta para pertinho dela.

Existe antigravidade?

Nacional como estagiária, projetando e

Existe antigravidade?

Existe antigravidade?

Existe antigravidade?

O que é a gravidade?

O que é a gravidade?

estampas, papercrafts, revistas e fotogratodos os planetas e satélites têm a todos os planetas e satélites tem a forma As forças gravitacionais entrefia. corpos na superfície da Terra exAtualmente trabalho no são Observatório formadede uma esfera? tremamente pequenas e quase sempre podem ser desprezadas. Por uma esfera?

exemplo, dois objetos esféricos cada um com massa de 100 kg, serevistas didáticas parados por uma distância de desenvolvendo 1,0 metro se atraem com uma força desobre -7 6,7 x 10 Newton = 0,000 000 67 N, um valor realmente muito astronomia e geofísica, banners e painéis, pequeno. kits promocionais, cds multimídia e jogos.

E que outra ação da gravidade nos afeta diretamente? A ação gravitacional entre a Terra e a Lua e a Terra e o Sol é uma dessas ações. É ela que produz o conhecido fenômeno das marés. Além disso, como a Lua é um satélite de grande massa, se comparado com os outros satélites do Sistema Solar, a atração gravitacional entre ela e a Terra serve como elemento estabilizador da rotação do nosso planeta em torno do seu eixo. No entanto, a Lua está se afastando da Terra e a mudança desta ação grante séculos o ser humano olhou para o espaço e viu dois vitacional, daqui a milhares de anos, provocará uma alteração no eixo de rotação Terra. Esta mudança se refletirá sob a forma de fortes alteratos cujas formas chamaram a sua atenção: a Lua e odaSol. ções climáticas no nosso planeta.

bos distinguiam-se dos outros corpos celestes, os penos pontos luminosos que marcavam o céu noturno, por A aceleração forma bem definida.

da gravidade nos diversos planetas

1

01

maSSa (x 1024) aceLeração da gravi(em quiLogramaS) dade Na SuPerfície

Sol (*) Júpiter (P) Saturno (P) Netuno (P) Urano (P) Terra (P) Vênus (P) Marte (P) Mercúrio (P) (136199) Eris (PA)

1 989 100 1 898,60

274,0 m/s2 23,12 m/s2

568,46

8,96 m/s2

(134340) Plutão (PA)

102,43

11,00 m/s2

86,832

8,69 m/s2

5,9736

9,78 m/s2

4,8685

8,87 m/s2

0,6418

3,69 m/s2

0,3302

3,70 m/s2

0,0166

~0,80 m/s2

0,0125

0,58 m/s2

(136472) Makemake (PA)

~ 0,004

~0,47 m/s2

(136108) Haumea (PA) (1) Ceres (PA)

0,0042

0,44 m/s2

0,000 946

0,27 m/s2

Observação: (*) significa estrela, (P) significa planeta e (PA) significa planeta anão. Como o nosso peso é dado pelo produto da nossa massa pela aceleração da gravidade no local onde nos encontramos, vemos que o nosso peso vai variar em cada um dos objetos do Sistema Solar. Note bem: o nosso peso (P =mg) varia, mas a nossa massa não varia. O valor da massa de um corpo independe da aceleração da gravidade e, portanto, é sempre o mesmo.

D

ser vistos com a forma de um disco que ocupava uma Já sabemos que a força gravitacional está intimamente ligada à massa do espaço. A Lua apresentava eventualmente formas difecorpo que a está produzindo. Ao mesmo tempo, sabemos que os planetas ndo da época do ano, mas sempre voltava a terdoem algum Sistema Solar não possuem a mesma massa. Certamente a aceleração da gravidade ma forma de disco brilhante no céu. O Sol, a despeito da na superfície de cada um desses planetas será diferente daquela que encontramos na Terra. 26 bservá-lo em razão de seu brilho intenso, também po26 sco observado tão logo uma nuvem não muito espessa rente. Lá estava um disco semelhante ao da Lua, só que tica de possuir um brilho intenso, quase cegante, e não da Lua.

corPo do SiStema SoLar

01

a é uma esfera por que não caímos E de que modo a ação da gravidade se apresenta na nossa vida? O simra é uma esfera por que não caímos dela? ples fato de você permanecer de pé na superfície da Terra é resultado dela? da existência da força gravitacional. É a ação da gravidade da Terra que

1

A ação da gravidade nas nossas vidas

Ambos podiam ser vistos com a forma de um disco que ocupava uma certa região do espaço. A Lua apresentava eventualmente formas diferentes, dependendo da época do ano, mas sempre voltava a ter em algum instante a mesma forma de disco brilhante no céu. O Sol, a despeito da dificuldade de observá-lo em razão de seu brilho intenso, também podia ter o seu disco observado tão logo uma nuvem não muito espessa passasse à sua frente. Lá estava um disco semelhante ao da Lua, só que com a característica de possuir um brilho intenso, quase cegante, e não o brilho ameno da Lua.

O que é a gravidade?

urante séculos o ser humano olhou para o espaço e viu dois objetos cujas formas chamaram a sua atenção: a Lua e o Sol. Ambos distinguiam-se dos outros corpos celestes, os pequenos pontos luminosos que marcavam o céu noturno, por mostrarem uma forma bem definida.

Se a Terra é uma esfera por que não caímos Se a Terra é uma esfera por que não caímos dela? dela?

O que é a gravidade?

Por que todos os planetas e satélites têm a Por que todos os planetas e satélites tem a forma formadede uma esfera? uma esfera?

Profissionais

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27

Revista Gravidade - Observatório Nacional


ho sta in, da das

VANESSAraújo Profissionais

A formação da Lua Uma pergunta que sempre intrigou os astrônomos fo rm aç ão da Lua A foi: “A Lua sempre existiu? Se isso não é verdade, ela s os astrônomo sempre intrigou se formou, ao mesmo tempo que a Terra, há 4,54 que bide, ela rda ve é o Uma pergunta nã o iss re existiu? Se 4,54 bifoi: “A Lua semp que a Terra, há lhões de anos? Se isso também não é correto, então mesmo tempo to, então Vanessa Araújo Santos, designer. Editorial. rre co é se formou, ao o nã m ? Se isso també como se formou a Lua?” lhões de anos u a Lua?” como se formo

Softwares: Photoshop, InDesign, Corel Draw, Flash. Interesses em tipografia, estampas, papercrafts, revistas e fotografia. Atualmente trabalho no Observatório Nacional como estagiária, projetando e desenvolvendo revistas didáticas sobre astronomia e geofísica, banners e painéis, kits promocionais, cds multimídia e jogos.

ntilharam ção da Lua po sobre a forma in, Muitas teorias . George Darw os ad ss pa os rem an a astronomia, quando uma pa do ma for se a havia ação propôs que a Lu a, devido à rot lid pe ex foi Terra a sua te da massa da tinha logo após nosso planeta avam essa teo acelerada que eit ac e qu s, cientista no formação. Os contra o Ocea en se de on a região sso plaria, diziam que de parte do no o local de on u a Lua. Essa Pacífico, seria mo for e ço pa da ao es ológicos neta foi lança do estudos ge scartada quan e forma o fundo hipótese foi de qu , rra Te da e a crosta a desta mostraram qu a crosta oceânic cífico (ou seja, lhões de anos mi do Oceano Pa 0 20 de apenas cerca jovem região), tinha portanto, muito e isso), sendo, (ou menos qu a. o com a Lu em comparaçã e ela da Lua, dizia qu sobre a origem se e vagava qu , do Outra hipóte ma for perfeitamente vitaera um corpo pelo campo gra foi capturado scartada de pelo espaço e foi se óte . Essa hip o cional da Terra e um encontr filho os mostram qu George Darwin, quando estud corpo com um ta e alis rra tur Te na tre a do grande tão próximo, en vocado uma Darwin, da Lua, teria pro inglês, Charles as dimensões ores da , então um ou s ele tre um dos criad o, en ão das violenta colisã em relação a Lu teoria da evoluç da nto me definitivo afasta espécies. ta. ao nosso plane

Muitas teorias sobre a formação da Lua pontilharam a astronomia, em anos passados. George Darwin, propôs que a Lua havia se formado quando uma parte da massa da Terra foi expelida, devido à rotação acelerada que nosso planeta tinha logo após a sua formação. Os cientistas, que aceitavam essa teoria, diziam que a região onde se encontra o Oceano Pacífico, seria o local de onde parte do nosso planeta foi lançada ao espaço e formou a Lua. Essa hipótese foi descartada quando estudos geológicos mostraram que a crosta da Terra, que forma o fundo do Oceano Pacífico (ou seja, a crosta oceânica desta região), tinha apenas cerca de 200 milhões de anos (ou menos que isso), sendo, portanto, muito jovem em comparação com a Lua. Outra hipótese sobre a origem 30da Lua, dizia que ela era um corpo perfeitamente formado, que vagava pelo espaço e foi capturado pelo campo gravitacional da Terra. Essa hipótese foi descartada quando estudos mostram que um encontro tão próximo, entre a Terra e um corpo com as dimensões da Lua, teria provocado uma violenta colisão, entre eles ou, então um definitivo afastamento da Lua em relação ao nosso planeta.

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Diagramação - Observatório Nacional


i o n a n d i n s t a l l a t i o n o f t h e o b s e r v i n g e q u i p m e n t s, t h e n of the dat a transmission har dwar e as well as sof t war e, i m p l e m e n t a t i o n o f a r e m o t e o p e r a t i o n s y s t e m. T h e scope and infrastr uc tur e, is being inst alled and build m o t e , s e m i - a r i d r e g i o n o f N o r t h e a s t B r a z i l.

VANESSAraújo

e c t i s l e a d b y t h e P l a n e t a r y S c i e n c e Re s e a r c h G r o u p N, w h i c h i s r e c o g n i z e d a s t h e p i o n e e r o f t h e a r e a i n n t h e f i e l d o f s m a l l S o l a r S y s t e m b o d i e s´ s t u d i e s, n o w l e d g e d b y t h e i m p o r t a n t s p e c t r o s c o p i c s u r ve y i d s, k n o w n a s S 3 O S2 - S m a l l S o l a r S y s t e m O b j e c t s c o p i c S u r ve y - t h e s e c o n d l a r g e s t p r o d u c e d u p t o e g r o u p m a i n t a i n s i m p o r t a n t c o o p e r a t i o n s w i t h m a ny a n d i n t e r n a t i o n a l i n s t i t u t i o n s s u c h a s t h e U n i ve r s i d a d e P a u l o, t h e O b s e r v a t o i r e d e P a r i s, t h e U n i ve r s i t y o f t h e In s t i t u t o d e A s t r o f i s i c a d e C a n a r i a s, t h e In s t i t u t o i s i c a S p a z i a l e e F i s i c a C o s m i c a, a n d m a ny o t h e r s .

a r c h e r s: J.M. C a r v a n o, D. L a z z a r o, T. R o d r i g u e s, F. . Ve i g a r e s e a r c h e r: T. M o t h é - D i n i z u a t e S t u d e n t s: J. B l a n c o, A . D u t r a, P.H. H a s s e l m a n n, , A . O l i ve i r a, J. A .G . D av a l o s S u p p o r t: F IN E P, M C T/S C U P, C N P q, FA P E R J a n d O N.

Profissionais

T h e IM PAC T O N p r o j e c t a i m s t o i n s t a l l a n d o p e r a t e a r o b o t i c t e le s c op e de dic ate d t o t he f ollow-up and phys ic al c har ac te r iz at ion o f s m a l l b o d i e s o f t h e S o l a r S y s t e m (a s t e r o i d s a n d c o m e t s) i n N e a r- E a r t h o r b i t s . P a r t i c u l a r e m p h a s i s w i l l b e g i ve n t o potentially hazardous objec t s.

Vanessa Araújo Santos, designer. Editorial. Softwares: Photoshop, InDesign, Corel Draw, Flash. Interesses em tipografia, estampas, papercrafts, revistas e fotografia. Atualmente trabalho no Observatório Nacional como estagiária, projetando e desenvolvendo revistas didáticas sobre astronomia e geofísica, banners e painéis, kits promocionais, cds multimídia e jogos.

IM PAC T O N w a s p r o p o s e d n o t j u s t t o i m p u l s e a n d c o n s o l i d a t e studies on the subjec t, but also as a pioneer pr ojec t in Brazil t o c r e a t e a p hy s i c a l i n f r a s t r u c t u r e d e d i c a t e d t o t h e r e m o t e astronomical obser vations. This infrastruc ture includes t h e c h o i c e o f a n a p p r o p r i a t e o b s e r v i n g s i t e , t h e s e l e c t i o n, c o n s t r u c t i o n a n d i n s t a l l a t i o n o f t h e o b s e r v i n g e q u i p m e n t s, t h e def inition of the dat a transmission har dwar e as well as sof t war e, a n d t h e i m p l e m e n t a t i o n o f a r e m o t e o p e r a t i o n s y s t e m. T h e 1- m t e l e s c o p e a n d i n f r a s t r u c t u r e , i s b e i n g i n s t a l l e d a n d b u i l d i n t h e r e m o t e , s e m i -a r i d r e g i o n o f N o r t h e a s t B r a z i l. T h i s p r o j e c t i s l e a d b y t h e P l a n e t a r y S c i e n c e Re s e a r c h G r o u p o f t h e O N, w h i c h i s r e c o g n i z e d a s t h e p i o n e e r o f t h e a r e a i n B r a z i l. In t h e f i e l d o f s m a l l S o l a r S y s t e m b o d i e s´ s t u d i e s, i t i s a c k n o w l e d g e d b y t h e i m p o r t a n t s p e c t r o s c o p i c s u r ve y o f a s t e r o i d s, k n o w n a s S 3 O S2 - S m a l l S o l a r S y s t e m O b j e c t s S p e c t r o s c o p i c S u r ve y - t h e s e c o n d l a r g e s t p r o d u c e d u p t o n o w. T h e g r o u p m a i n t a i n s i m p o r t a n t c o o p e r a t i o n s w i t h m a ny B r a z i l i a n a n d i n t e r n a t i o n a l i n s t i t u t i o n s s u c h a s t h e U n i ve r s i d a d e d e S ã o P a u l o, t h e O b s e r v a t o i r e d e P a r i s, t h e U n i ve r s i t y o f A r i z o n a, t h e In s t i t u t o d e A s t r o f i s i c a d e C a n a r i a s, t h e In s t i t u t o d i A s t r o f i s i c a S p a z i a l e e F i s i c a C o s m i c a, a n d m a ny o t h e r s . O N r e s e a r c h e r s: J.M. C a r v a n o, D. L a z z a r o, T. Ro d r i g u e s, F. Ro i g, C .H. Ve i g a OV- U F R J r e s e a r c h e r: T. M o t h é - D i n i z O N G r a d u a t e S t u d e n t s: J. B l a n c o, A . D u t r a, P.H. H a s s e l m a n n, F. J a s m i n, A . O l i ve i r a, J. A .G . D av a l o s F i n a n c i a l S u p p o r t: F IN E P, M C T/S C U P, C N P q, FA P E R J a n d O N.

Painel Impacton - Observatório Nacional


Existe antigravidade?

Existe antigravidade?

Vanessa Araújo Santos, designer. Editorial. Softwares: Photoshop, InDesign, Corel Draw, Flash. Interesses em tipografia, estampas, papercrafts, revistas e fotografia. Atualmente trabalho no Observatório Nacional como estagiária, projetando e desenvolvendo revistas didáticas sobre astronomia e geofísica, banners e painéis, kits promocionais, cds multimídia e jogos.

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Ambos podiam ser vistos com a forma de um disco que ocupava uma certa região do espaço. A Lua apresentava eventualmente formas diferentes, dependendo da época do ano, mas sempre voltava a ter em algum instante a mesma forma de disco brilhante no céu. O Sol, a despeito da dificuldade de observá-lo em razão de seu brilho intenso, também podia ter o seu disco observado tão logo uma nuvem não muito espessa passasse à sua frente. Lá estava um disco semelhante ao da Lua, só que com a característica de possuir um brilho intenso, quase cegante, e não o brilho ameno da Lua.

urante séculos o ser humano olhou para o espaço e viu dois objetos cujas formas chamaram a sua atenção: a Lua e o Sol. Ambos distinguiam-se dos outros corpos celestes, os pequenos pontos luminosos que marcavam o céu noturno, por mostrarem uma forma bem definida.

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Por que todos os planetas e satélites têm a Por que todos os planetas e satélites tem a forma formadede uma esfera? uma esfera?

Se a Terra é uma esfera por que não caímos Se a Terra é uma esfera por que não caímos dela? dela?

O que é a gravidade?

O que é a gravidade?

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Ilustração - Observatório Nacional


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Portfolio Vanessa Araujo  

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