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No ano de 1952, os trilhos da E. F. Araraquara já haviam chegado às margens do Rio Paraná, no Mato Grosso. Ainda nessa época sua diretoria dá inicio ao plano de alargamento da bitola, assim como, adquire novas locomotivas a diesel e elétricas, e novos carros de passageiros. Em 1966 a operação de bitolagem estava concluída, e dois anos depois a administração da ferrovia passou para a “Companhia Paulista de Estrada de Ferro”. A ampliação da bitola do tronco para 1,60m foi completada em 1955, ficando totalmente pronta no inicio dos nos 60. Em dezembro de 1998, a ALL (América Latina Logística) passa a operar a Malha Paulista (antiga FEPASA). E empresa recebeu, através de licitação, a concessão para prestar o serviço público de transporte ferroviário de cargas na Malha Paulista pelo período de 30 anos. Com a concessão a ALL tem posse da chamada faixa de domínio, “... área de terreno com pequena largura em relação à extensão e varia de acordo com cada trecho...”. Segundo a lei 6766/79 além da faixa de domínio existe uma área classificada como faixa non aedificandi. Dentro dessa faixa de 15m não poderá haver edificações que não sejam ferroviárias. Sendo que, a utilização dessa área para obras que não sejam ferroviárias, como travessias de energia, água, pedestres e veículos devem ser encaminhados para ALL para aprovação. (ALL) Até março de 2001, trafegaram os últimos trens de passageiros no percurso que ia de Campinas à Araraquara.Atualmente, a antiga estação de Araraquara passou a ser o “Museu Ferroviário de Araraquara”.O Museu surgiu de um encontro, nos dias 30 de abril e 1º de maio de 2010, entre interessados neste evento de caráter cultural. Assim, o museu nasce com a parceria da Prefeitura Municipal de Araraquara, da UNIARA – Centro Universitário de Araraquara e da AFA – Associação de Ferremodelismo de Araraquara. Em 27 de agosto de 2011, o “Museu Ferroviário de Araraquara” é inaugurado oficialmente, como o apoio da Associação Brasileira de Preservação Ferroviária. 75

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