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Relatório do Projeto Experimental 2008.2 • PLANEJAMENTO • DAFRA MOTOS

DEZ 2008 | 01 Edição

Comunicação Social Publicidade e Propaganda Equipe 10 - Projeto Experimental 2008.2 Dafra Motos

w w w . g d e z c o m u n i c a c a o . c o m . b r

Pontencialidades, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças para Dafra Motos, veja a Análise Macroambiental da Empresa.

Dafra Motos A Dafra é a mais nova marca de motocicletas do Brasil e teve início ainda em 2006. Saiba mais sobre nosso cliente.

Estratégia Criativa

pág. 05

pág. 31

pág. 51

A DAFRA MOTOS é um sonho de liberdade possível de ser realizado.


GDez Comunicação, um grupo 10 que leva 10 no nome mas 13 na concepção. Um trabalho de finalização de curso de comunicação que tem por meta fazer desse último trabalho na faculdade como um primeiro projeto real, um primeiro trabalho “vivo”. É único também por ter uma dualidade: é o último da faculdade, mas o primeiro de um grupo que se projeta no mercado de comunicação. E, para tanto, conta com a DAFRA que pode ser muito bem colocada como a primeira parceira do GDez. Parceria feita com troca de informações, experiências e resultados. Feita com muito trabalho e busca pela qualidade e, mesmo que com prazos apertando nossos juízos, parceria de muita dedicação e satisfação. Uma experiência única, novamente por causa de uma dualidade: é a primeira a nos conceder um crédito e a primeira a receber nossa demonstração de profisisonalismo.

Almir Nascimento - almir@gdezcomunicacao.com.br Andréa Oliveira - dea@gdezcomunicacao.com.br Crisleusis Soares - cris@gdezcomunicacao.com.br Denilson Torres - denilson@gdezcomunicacao.com.br Diogo Cardoso - diogo@gdezcomunicacao.com.br Eric Robert - eric@gdezcomunicacao.com.br Everson Gomes - everson@gdezcomunicacao.com.br Gleide Nogueira - gueu@gdezcomunicacao.com.br Jardel Almeida - jardel@gdezcomunicacao.com.br Jonnh Harley - jonh@gdezcomunicacao.com.br Sérgio Tiago - sergio@gdezcomunicacao.com.br Valdinéia Anjos - perola@@gdezcomunicacao.com.br Vanessa Santana - vanessa@gdezcomunicacao.com.br

http://www.atarde.com.br/economia/noticia.jsf?id=924619 http://ibahia.globo.com/plantao/noticia/default.asp?id_noticia=182637&id_secao=151 http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u386321.shtml http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL708408-9356,00.html Revista Biodisel Nº30 www.ambientebrasil.com.br www.aneel.gov.br www.daframotos.com.br www.amo-ba.com.br www.motosonline.com.br www.ambiente.hsw.uol.com.br/reciclagem-de-aluminio1.htm Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamentos Ambiental) CNPE (Conselho nacional de política energética) IBGE/ SEPLAM/ UNFPA http://www.denatran.gov.br/ultimas/20080626_alcool_direcao.htm http://www.senado.gov.br http://www.moto.com.br/motodicas/conteudo/7295.html http://www.motoesporte.com.br/coluna/juli/16-01-2008.htm http://www.portaldotransito.com.br/projetos-de-lei/ http://www.denatran.gov.br/contran.htm http://pt-br.wordpress.com/tag/contran/ http://www.webmotors.com.br/ http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituiçao.htm http://www.senado.gov.br/web/codigos/transito/httoc.htm http://www.daframotos.com.br/site/content/home/

FMP - Fundo de Participação dos Municípios IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ONU - Organização das Nações Unidas PME – Pesquisa Mensal de Empregos PNAD – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios RA – Região Administrativa RMS – Região Metropolitana de Salvador SEPLAN – Secretaria do Planejamento, Urbanismo e Meio Ambiente UNFPA – Fundo de População das Nações Unidas FMI: Fundo Monetário Internacional PIB: Produto Interno Bruto IBGE: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística PIB (PPC): PIB Paridade do Poder de Compra PNB: Produto Nacional Bruto IPC: Índice de Preços ao Consumidor Gini: coeficiente de medida de desigualdade (utilizada para calcular a desigualdade de distribuição de renda) PAC: Programa de Aceleração do Crescimento ONU: Organização das nações unidas Ipea: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada PED - Pesquisa de Emprego e Desemprego DIEESE: Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos PEA: População Economicamente Ativa


Índice GDez e Introdução Macroambiente

06 13 15 23 25 29 Microambiente

33 39 42 50 Planejamento Estratégia Criativa Relatório de Pesquisa Anexos

68 74


Anexos

(Figura 1)

Manual de Identidade Visual

(Figura 2)

A aplica ªo da marca no produto tem como base

(Figura 3)

dois itens:

1. A PreferŒncia Ø o uso do nome conforme DAFRA figuras 2 e 3.

2. Em caso ne modifica ªo ou adequa ªo visual deve-se usar o elemento grÆfico, co figura 1.


Capa

Manual de Identidade Visual

aplicações

Deve haver atenção especial para dois itens: VOCÊ POR CIMA

1.A PreferŒncia Ø que aspe as(eletr nicas ou impressas) utilizem o fundo nacorbrancaou amarela. 2.Em casodenecessidade deaplica ªo damarcaem fundoquenªoconste no tem 1 deve-se usaruma caixa de seguran q auadradae obedecendo ascoloca ıes daparte quefala de Assinaturas presentes , nessemanual.

Cartıes de Visita

Timbrado - formato A4

CrachÆ

Largo dos Mares, nº 01, Loja B - Mares / Salvador - BA - CEP: 40.445-026 Telefax.: (71) 3207-1971 / Site: www.daframotos.com.br

Envelope

Selo

Introdu ªo


Macroambiente • Fatores Demógráficos

Anexos

Manual de Identidade Visual

construção da marca » Fatores Demográficos

A constru ªo damarcaestÆaquidelimitada pela op ªo de linhas de grades. O S mbolobusca passara ideiade movimento de liberdade e velocidade. E Ø representando pelostrŒs tra os queinteragem com um c rculo. Obs.:A tipologia foicriadapelapelapr pria empresaparaserde usoexlusivo. Sendo assim essemanual nªo apresentarÆ o tipode fonte utilizada.

Área territorial

marca em cmyk & rgb Ciano: 0% Magenta: 20% Amarelo: 100% Preto: 0%

Ciano: 0% Magenta: 0% Amarelo: 0% Preto: 50%

Pantone:

Pantone: Cool Gray 9 C

7406 C

Red: 255% Green: 204% Blue:: 0%

Red: 127 Green: 127 Blue:: 127

Pantone:

Pantone:

123 C

444 C


Macroambiente

Manual de Identidade Visual

negativo e positivo Negativo: Esta versªo serÆ usada em fundo escuro.

É ASSIM QUE EU VOU

VOCÊ POR CIMA

Positivo: Esta versªo serÆ usada em fundo claro.

População Brasileira

É ASSIM QUE EU VOU

VOCÊ POR CIMA

capacidade de redução

O limite de redu ªo recomendado Ø a de propor ªo 2x2 cm.

Fatores Dem grÆficos


Macroambiente • Fatores Demógráficos •

Anexos

Manual de Identidade Visual

logomarca A logomarcada DafraMotos Ø nas cores amareloecinza. A MarcaØ formadapelonome

DAFRA em

CaixaAlta, por um s mboloem formatode c rculo com trŒs tra os que dªo a sensa ªode movimentoe um slogan. Esteœltimodepende do tipode pe a (elet nica ou impressa) que serÆrealizada, sendo essesdoismodelos; ASSIMQUE EU VOU e VOC˚ POR CIMA .

Quando aplicada em fundoamareloamarcaØadaptadadaseguinte forma: 1-(Modelo1 )Aparececom o s mbolo, o nome

DAFRA e o slogan ASSIMQUE EU VOU na cor

brancaeapalavraMOTOS aparece em uma caixa cinza.

2-(Modelo2)Aparececom o s mbolo, o nome

DAFRA e o sloganVOC˚ POR CIMA todosna cor

cinza e com apalavraMOTOS em uma caixa tambØm nacorcinza.

3-A escolha do modeloutilizado devetercomo baseo tipodepe aqueserÆcriado.

Estimativas populacionais

Composição etária

É ASSIM QUE EU VOU

(Modelo 1)

VOCÊ POR CIMA

(Modelo 2)


Macroambiente

Fatores Dem grÆficos

Fecundidade e natalidade

manual de identidade visual apresentação Como a empresa não apresentou o Manual de Identidade Visual da Marca, sugerimos que a Dafra Motos passe a utilizar este Manual com as sugestões aqui apresentadas. Estamos em uma época caracterizada por uma extraordinária velocidade de circulação de informações e de imagens, a criação e a defesa de uma identidade visual para a Dafra torna-se algo indispensável. Este manual propõe definir, reforçar e unificar a imagem da marca DAFRA, junto a seu público. O sistema de identificação padronizada que vem ilustrado neste manual constitui o instrumento técnico que dará soluções as várias possibilidades de aplicação da marca. Este manual foi criado para a orientação quanto a sua correta utilização da marca.

Índice de escolaridade


Macroambiente • Fatores Demógráficos •

Relat rio de Pesquisa

O cruzamentode dadosentreos itens termoto e a ªopromocional que deve serrealizada pela empresa (grÆfico 34)chama aten ªopelosnœmeros obtidos. Para291 entrevistados que nªo possuem moto a a ªo promocionalque uma empresa deve realizar Ø o desconto, e para46 entrevistados que possuem moto estaa ªo,tambØm, Ø a de maioraceita ªo. Sobrea a ªo promocional de sorteios e prŒmios, 40 entrevistados acreditam que essadevasera ferramenta mais utilizada, sendo36entrevistados que nªopossuemmoto e 4 que possuem.Entreosentrevistados 54 possu ammotocicletas (grÆfico 35)e prevaleceu como maiorconsumidordo produto, a faixa etÆria entre os18e25anos, onde21possu ammotos,seguidopelas faixas dos26aos35anoscom 20motos e dos36 aos40 anoscom 12 motos e somenteum entrevistado na faixa acimade 40 anospossu a moto.A partir destaanÆlise comprovou-se que o pœblico jovemcontinua sendoo maiorconsumidor demotocicletas. Movimentos migratórios

gráfico 34

gráfico 35

Norte

Nordeste

81,3 86,7

88,0 90,5 60,7 69,1

60

59,1 69,9

70

81,3

80

75,6

90

74,1 80,9

Grau de Urbanização segundo as Grandes Regiões do Brasil 1991/2000 100

50 40 30 20 10 0

Brasil

1991

Sudeste

Sul

Centro-Oeste

2001

Fonte: Censo Demográfico, 200, Características da População e dos Domícilios. IBGE, 2001


Macroambiente

Relat rio de Pesquisa

Referindo-sepotŒncia de suasmotos (grÆfico 30),53% dos entrevistados responderamque as motospossuem150cc,seguidode 28% com 125cc,9% com 100cce 6% com 250cc.JÆno quesito custode manuten ªoda moto (grÆfico 31), 58% dosentrevistados responderamque tŒm um custo razoÆvel, 30% tŒm motoscom custobaixo, 6% com customuitobaixo, enquanto4% dasmotosdos entrevistados tŒm custoalto e 2% muitoalto. gráfico 30

gráfico 31

CRUZAMENTO DOS DADOS Nestafaseda anÆlise dosresultados foirealizado algunscruzamentos de dadoscom o objetivo de conhecerem maiorprofundidade o perfil do entrevistado. Em primeira anÆlise surgi o cruzamento entreClasse Social e o conhecimentosobrea DafraMotos(grÆfico 32)que obteve-se osseguintes dados:na Classe A 9 pessoasafirmaram conhecera marca,enquanto5 disseram nªo conhecer; na classe B 49pessoas afirmaram conheceraDafrae 77disseram o contrÆrio; e naClasse C,que Ø amaior partedos entrevistados, 77 pessoasconhecem a marca e 82 disseramnªo conhecer . E outro cruzamentorealizado foi entreo itemtermoto e como avalia aDafraMotos(grÆfico 33). NessaanÆlise dosresultados 5 entrevistados que tem Moto avaliaram a D afra como sendo tima, 16 na categoria boa,11como sendoregular e18entrevistados disseram nªosaberavaliar .

gráfico 32

gráfico 33

Fatores Dem grÆficos

Demografia de Salvador


Macroambiente • Fatores Demógráficos

Relat rio de Pesquisa

Ao seremindagados sobrequalcorassociavam D afra M otos (grÆfico 25), 43% dos entrevistados responderama coramarela, 21% responderama corvermelha, 14% associaram a DafraMotoscom a corpreta, 9% nªo souberam responder ,enquanto7% escolheram a corazule 6% a cor cinza. A celebridade que 32% dos entrevistados associarammarcaDafraMotos (grÆfico 26)foia cantora baianaIvete Sangalo, seguidopelosatores CauªRaymond com 18% e LÆzaroRamos com 16%,a cantora e dan arina M ulher M elancia obteve14% , enquanto o lutadorPop e a roqueiraPittyreceberam respectivamente 11% e9% dasrespostas.

gráfico 25

gráfico 26

O s entrevistados que nªo tŒm m oto representam86% do total, enquanto14% jÆ possuemmoto (grÆfico 27). Identificou-se que a m arca de m oto (grÆfico 28) de 61% dos entrevistados Ø a Honda,24% possuem uma moto Dafra, seguidopelaYamaha com 11% e pelaSuzuki, que Ø a moto utilizada por4% dos entrevistados. O modelo de moto (grÆfico 29) utilizado por57% dos entrevistados Ø o Street, 22% utilizam o modelo Cross, 11% possuem outrosmodelos,enquanto 6% responderam que o modeloda moto Ø scooter e 4% possuem uma custom.


Macroambiente

Relat rio de Pesquisa

Quando perguntadossobrequalmarca de moto os entrevistados comprariam(grÆfico 19),59% escolheram a Honda,logoap sficou a Dafracom 15% eem empatecom 12% cada, ficaram asmarcas Yamaha e a Suzuki. Na perguntasobreo conhecimentoda DafraMotos(grÆfico 20), 43% jÆouviram falar ,35% responderamquesime22% dosentrevistados responderamquenªo.JÆparaaavalia ªo da DafraMotos(grÆfico 21), 50% responderamque nªo sabiamavaliar ,29% dosentrevistados acham boae12% avaliam como regular .

Fatores Culturais

» Fatores Culturais

gráfico 20 gráfico 19

Surgimento da Moto no Brasil

A Primeira Motocicleta do Brasil gráfico 21

gráfico 22

Sobrea avalia ªo dospontosde vendas, perguntou-se aosentrevistados seelesacham que aslojas Dafrasªo bem distribu das e acess veis (grÆfico 22). Diantedesta questªo, 57% nªo souberam responder, 25% responderamquesime 18% responderamquenªo.Em term os de credibilidade (grÆfico 23), 57% dos entrevistados responderamque nªo sabem sea Dafra Motospossuicredibilidade, 33% responderamque sim e 13% responderamque a DafraMotos nªo possui credibilidade, com essesresultados a marcafica numa condi ªoneutra, jÆque 57% dos entrevistados nªo sabem avalia-la. Parao questionamento sobreseseria desvantagemparaa DafraMotos possuir apenas04 modelosdemotosdiante daconcorrŒncia quedispıem de maismodelos(grÆfico 24),46% responderamque nªo seria desvantagem, 37% acham que seria simuma desvantageme17% nªosouberamresponder .

gráfico 23

gráfico 24


• Macroambiente • Fatores Culturais

Relat rio de Pesquisa

Pre oabaixoda mØdiade mercado(grÆfico 11)para62% dosentrevistados nªo afeta a imagem da marca,enquantoque 38% acham que essefator afeta a imagem da marca,auxiliando a hip tese1 , que porsuaveznªofoiconfirmada jÆque 38% Ø um percentual alto. A parceria de marcasnovascom marcasjÆconhecidas no mercado(grÆfico 12), para79% dosentrevistados dÆ credibilidade a mais nova,13% mostram-seindiferentes e 8 % acham que nªo contribui. Essaquestªobaseia-se na hip tese4 .

Criação de Clubes de Motocicletas

gráfico 11

gráfico 12

PREÇO ABAIXO DO MERCADO AFETA A IMAGEM DA MARCA?

PARCERIA COM MARCAS JÁ CONHECIDAS NO MERCADO, DÁ CREDIBILIDADE A UMA MARCA NOVA?

A marcade moto maisconhecida (grÆfico 13)segundo70% dosentrevistados Ø aHonda,15% acham que Ø a Yamaha,13% acham que Ø Suzukie 2% acreditam que a DafraØ a marcade moto mais conhecida. Quando osentrevistados foramperguntados secomprariamuma moto nacional (grÆfico 14),conformehip tese2 9 ,0% disseramque sim e 10% foramcontrÆrios e disseramnªo.JÆna questªosobrecompraruma moto de marcanovano mercado(grÆfico 15)67% dosentrevistados disseram sim,enquanto37% foramcontrÆrios edisseram nªo,ressaltando ahip tese3 . gráfico 13

gráfico 14

gráfico 15

Levando-se em contaa hip tese15 para71% dosentrevistados Ø muitoimportante o P s-V enda (grÆfico 16), 22% acham importantee 4% acham razoÆvel. Com rela ªo a hip tese6 para31% dos entrevistados uma empresadeve proporcionar palestras sobreasleis de tr nsito alØm de vender motos(grÆfico 17), 26% dosentrevistados acham que a empresadeveterresponsabilidade social e 25% dosentrevistados acham queuma empresadevepatrocinar eventos esportivos. Esobreasa ıes promocionais de uma empresa(grÆfico 18)agrandemaioria 84% disseram que o descontoØ melhor op ªo,seguidode sorteio de prŒmiosparao cliente com 10% e 6% paraasa ıesde distribuide ªo brindes. gráfico 16

gráfico 17

gráfico 18


Macroambiente

Relat rio de Pesquisa

Quantoaosrendimentos (grÆfico 5)34% recebementre1 e 2 salÆrios m nimosmensais, seguidode 23% querecebementreR$831,00 a R$1.500,00, arendamensalde 16% dosentrevistados Ø acimade R$2.000,00, 15% recebematØ1salÆrio m nimoe12% ganham entreR$1.501,00 aR$2.000,00. Grande parte dos entrevistados utiliza o nibus com o principal m eio de transporte (grÆfico 6), correspondendo a 70% dosentrevistados, seguidopor17% que utilizam carroe 11% que utilizam moto como o principal meio de transporte. No quesitoLazer(grÆfico 7)28% dos entrevistados preferemficar em casa, 23% preferembarese restaurantes, 22% preferemir praia e 11% usam o tempo livre parair showsedan ar .

Para28% dos entrevistados teruma moto (grÆfico 8)Ø importante, 21% acham que Ø pouco importante, enquanto18% acham muitoimportante, 17% mostraram-se indiferentes e 16% acham que teruma moto Ø razoÆvel. O quesito facilidade de locomo ªofoio maiscitadopor58% dos entrevistados quandoquestionados sobreosmotivosque oslevariam a compraruma moto (grÆfico 9),17% acham o pre o/economia o melhormotivoe 11% citaram trabalho como o motivopara compraremuma moto,essaquestªobaseia-se na hip tese10 Tratando-se . dosmotivosparanªo compraremuma moto (grÆfico 10)55% dosrespondentes citaram osacidentes como principal fator , 13% a violŒncia, 11% o desrespeito dos motoristas e 10% levaramem considera ªo a opiniªo de amigosefamiliares.

Fatores Econ micos

» Fatores Econômicos

O Brasil possui uma economias lida, constru da setorde servi os. As recentes administra ıes nosœltimos anos,ap sa crise de confian que a expandiram a competi ªo em portos mar timos, o pa ssofreu em 2002,ainfla ªo Ø controlada, as estradas de ferro, em telecomunica ıes, em exporta ıes sobem e a gera ªo de econom ia cresce em eletricidade, ritm o m oderado. Em e m 2007,o PIB brasileiro a distribui ªo p re o d e m ercad o d o g Æ s apresentou crescimento natural e em de 5,4% em rela ªo ao aero p o rto s ano de 2006 de acordo (em b o ra a com o IBGE.O Brasil Ø crise Ærea considerado um a das t e n h a futuras potŒncias do atorm entado mundo junto Rœssia, o pa s) com o ˝ndia e China. a lv o d e prom over o Desdea crise em 2002osfundamentosmacrom elhoram ento da infra-estrutura. O Brasil econ micosdo pa smelhoraram. O real vem se come ou a voltar-se paraas exporta ıes em valorizando fortemente frente ao d lardesde 2004,e mesmo com um real valorizado atingiu 2004,o risco pa stambØm vem renovandosuas em 2007 exporta ıes de US$ 160.649bilhıes m nimashist ricas desde o come o de 2007. (+16,6%), importa ıes de US$ 120.610bilhıes Apesarde sua estabilidade macro-econ mica (+32%)e um saldocomercial de US$ 40.039 que reduziuas taxasde infla ªo e de jurose bilhıes. aum entou a renda per capita, diferen as Os maioresparceiros do Brasil no comØrcio remanescemaindaentrea popula ªourbanae exterior sªoaUniªoEuropØia, osEstados Unidos rural, osestados do nortee do sul, ospobrese os daAmØrica, o Mercosul e aRepœblica Popular da ricos. Algunsdosdesafios dosgovernosincluem China. a necessidade de prom over m elhor infraestrutura, modernizar o sistema de impostos, as O Brasil Ø a 10 maioreconomiamundial, de leisde trabalho e reduzir a desigualdade de acordocom os critØrios de ProdutoInterno renda. Bruto diretam ente convertido a d lares estadunidenses, e estÆentreas 7 maiores A economiacontØmuma indœstria e agricultura econom ias m und iais em critØrios d e mista, que sªocadavezmaisdominadaspelo "purchasing powerparity". Em Outubrode 2007


Macroambiente

Relat rio de Pesquisa

Fatores Econ micos

foidivulgada uma pesquisada ONU ,em que mostraos melhorespa sesparase investir do mundo. O Brasil ficou em 5”lugar ,atrÆs apenas daChina, ˝ndia, Estados UnidoseRœssia. IPC – Índice de Preço ao Consumidor A infla ªo medida pelo˝ndicede Pre osao Consumidor(IPC)da Funda ªo Instituto de Pesquisas Econ micas(Fipe) no munic pio de Sªo Paulorecuoude 0,45%em de julhopara 0,38%na primeira quadrissemana de agosto. O resultado ficoudentrodas estimativas dos analistas ouvidospelaAgŒnciaEstado, que iam de0,36%a0,41%.

ano tambØm foimenor do que no mesmo mŒs de2007,quandohouveum IPCde0,43%. A desacelera ªo da infla ªo foi causada possivelm ente pela defla ªo do grupo de alimentos e bebidas, que registrou uma queda de pre os, pelaprimeira vezno ano,de 0,33%. No anoo grupoacumulauma infla ªo de 4,12% enosœltimos 12mesesaalta foi de5,71%.

A infla ªo registrada em Salvador pelo˝ndice de Pre osao Consumidor (IPC)foimenor em agostoqueem julho. O IPC de agostona capital ficouem 0,14%, enquantoem julhoa infla ªo medida foide 0,32%.O aumento dospre osem agostodeste

Forampreenchidos 400questionÆrios com pessoas dacidadedeSalvador ,englobandoaszonas(A,B, C, D) conformecritØrios estabelecidos peloSETPS (Sindicato das Empresasde Transporte de Passageiros deSalvador) querepresentam asseguintes Æreas: subœrbio, miolo, centro e orla. A pesquisa foifeita com pessoasde ambos os sexos(grÆfico 1),sendo62% de homens e 38% de mulheres. A faixa etÆria (grÆfico 2)de maiorconcentra ªo Ø entre18e 25anoscom 45% dascita ıes, seguidopelas faixas dos26aos35anoscom 40% dasrespostas, dos36aos40anoscom 8% e 7% dos entrevistados com idadeacimados40anos.

PIB – Produto Interno Bruto

Produto Interno Brasileiro (PIB) terÆ um crescimento de 150% atØ2030 e passarÆdos atuais US$ 963 bilhıes, registrados em 2007, paraUS$ 2,4trilhıes, em 2030.Os dadosfazem Apresentaramaltade julhopara a primeira partede um estudodivulgado pelaFunda ªo leitura de agostoos gruposHabita ªo(de Getœlio Vargas(FGV)e pelaconsultoria Ernest & 0,09%para0,04%), Transportes (de0,32%para Young. 0,37% ) e Saœde (de 0,56% para 0,57% ). Recuaram os gruposAlimenta ªo(de 1,07% A perspectiva Ø de que a economiabrasileira para0,69%), DespesasPessoais (de1,19%para tenhacrescimento mØdio de 4% ao ano entre 0,95%)e Educa ªo(de0,05%para0,04%). No 2007 e 2030 e salte da dØcima paraa oitava campo negativo, o grupoVestuÆrio avan ou(de posi ªo entre asmaiores do mundo. -0,03%para-0,15%). A FGV e a Ernest& Young projetamtambØm Vejacomo ficaram os gruposque compıem o um a am plia ªo do m ercado de consum o IPC: brasileiro de R$ 1,41trilhªo, em 2007;paraR$ 3,30trilhıes, em 2030,que levarÆ o pa sa tero quintomaiormercadoconsumidordo mundo. Habita ªo: 0,04% Hoje, o Brasil Øo oitavo desseranking. Alimenta ªo: 0,69% Transportes: 0,37% DespesasPessoais: 0,95% PIB Baiano Saœde: 0,57% VestuÆrio: -0,15% O ProdutoInterno Bruto(PIB)da Bahiateveum Educa ªo: 0,04% desempenho de 5,3% no primeirosemestre ˝ndice Geral: 0,38% desteano em compara ªocom igual intervalo

Inflação em Salvador

AN`LISEDOS DADOS OBTIDOS

de 2007,segundoanÆlise da SuperintendŒncia de EstudosEcon micose Sociais da Bahia(SEI), autarquia da Secretaria de Plane jamento.Nos œltimos 12meseso crescimento foi de4,5%. N o segundo trim estre, os dados indicam eleva ªo de 5%, em rela ªo a igualespa ode tem po do ano passado. N esse perodo, a atividade econ micafoipuxadapelossetores da indœstria e de servi os, que cresceram 5,1%e

Com rela ªo ao graude instru ªo (grÆfico 3),a maioria dosentrevistados (74%)tem entreo ensino mØdiocompletoe o superior incompleto, 13% com cursosuperior completoe 11% possuementreo fundamental completoe o ensinomØdio incompleto. Quanto a classe social (grÆfico 4)55% dos entrevistados pertencemaclasse C,seguidode 38% daclasse B,que foramasclasses predominantes nacoleta dosdados.


Macroambiente

Relat rio de Pesquisa

AMOSTRAGEM

TÉCNICA AMOSTRAL A tØcnica amostral utilizada foiasAmostrasNªo Probabil sticas PorConveniŒncia. Essetipode amostraseleciona os critØrios subjetivos da pesquisa permitindo a sele ªo de elementosde acordocom aconveniŒncia do pesquisador eda disposi ªo das pessoaspararesponderemo questionÆrio. CÁLCULO AMOSTRAL Paraaexecu ªosatisfat dapesquisa ria utilizouseosseguintes dados;5% de Margem de Erroe 95% deMargem deseguran a.

Execução do cálculo.

6,5%,respectivamente. Em rela ªoindœstria, a constru ªo civil teveuma expansªode 4,3%e a indœstria de transforma ªo 6,3%,jÆno setor de servi os, os destaquesficampor conta do com Ørcio com crescim ento de 7,6% e transporte, 13,5%,nessamesma compara ªo temporal.

Fatores Econ micos

atividade detransportes, queseexpandiu12,7% no primeiro semestrede 2008em compara ªo ao mesmo per odode 2007,deve-sedestacar a evolu ªode todosmodais,principalmente o rodoviÆrio (15%).TambØm, com percentuais elevados de crescimento no trimestre, mas em ritm o bem m enor do que o transporte rodoviÆrio, os m odais hidroviÆrio e aØreo 9,4%e 6,4%,respectivamente. O Ao todo,o setorindustrial (compostopelos expandiram-se segmentosde constru ªo civil, transforma ªo, resultado do transporte hidroviÆrio foi propiciado pelo aum ento das exporta ıes extrativa m ineral e servi os industriais de Em rela ªoao setorde transporte utilidade pœblica), obtevecrescimento de 5,8%, baianas. aØreo, Ø im p ortante destacar o b om no primeiro semestre de2008comparandocom que,retirados os igualper odode 2007.A constru ªocivil, desempenho,poisevidencia desembarquesde passageiros baianos, aindaØ segmentoque absorvegrandequantidade de ademanda porviagens tur sticas para mªo-de-obra acumulauma taxadecrescimento crescente o estado, sejapelomotivolazer ,eventosou de,aproximadamente, 7,5%.JÆa indœstria de transforma ªo expandiu5,5%,apresentando neg cios. houve uma retra ªo de -1,4% taxaspositivas em quasetodosos segmentos. Na agropecuÆria no prim eiro sem estre de 2008, quando As maioresinfluŒncias vieramda produ ªode comparadocom igual per odo de2007.Assafras celulose e papel,29,8%,refino de petr leo e culturas apresentaram retra ªo, produ ªode Ælcool, 3,3%,metalurgia bÆsica, de importantes a exemplo da mandioca(-2%)e da cana-de5,6% . Som ente o segm ento de produtos Entretanto, o resultado do setor qu micos reduziu a atividade, -1,4%. Nosœltimos a œcar(-0,7%). s nªofoimaisprejudicado porqueno segundo 12 m eses a indœstria de constru ªo civil trimestre de2008algunsprodutos conseguiram acum ulou expansªo de 8,2% , enquanto a se recuperar, colhendo safras razoÆveis. indœstria baianadetransforma de6,1%. ªo Destacaram-se o cacau,que obteveexpansªo de 4,5%,banana,3,7%,mamªo, 4,2%e o cafØ, Na compara ªoentreo primeiro semestrede deservi os obteveuma que teveo melhordesempenho de todasas 2008eo de2007,o setor expansªode 5,9%,influenciado pelosbons lavouras baianas (7,8%). Em rela ªo ao segundo resultados do comØrcioe do transporte. No trimestre de 2008,a agropecuÆria registrou comØrcio, os dadosindicamque o volume de quedade-1,8%. vendasacumuladofoide 7,7%.O desempenho do semestre refor asexpectativas a de analistas Na Bahia,comØrcioexterior segue batendo de mercadoe representantes do setor ,de que o recordes de vendas, estimulado pelacrescente com Ørcio baiano, em bora registrando um a dem anda m undial. As exporta ıes baianas semestre de elevadataxade crescimento, deverÆencerrar expandiram-se 27,2%,no primeiro 2008,em rela ªo ao mesmo per ododo ano 2008apresentando resultado inferior ao do ano passado, e atingiram a casadosU$ 4,3bilhıes. passado. A s im porta ıes tam bØm seguem um a tendŒncia de alta. Nessemesmo intervalo de Considerando o segundotrimestre de 2008,o tempo as compras realizadas pelaBahiano setor de servi os apresentou uma expansªode exterior registraram uma expansªode 31,2%, 6,5%, em rela ªo aigual per odo do anoanterior , crescimento superior aodasexporta ıes. q ue d eve ser cred itad a tam b Øm aos incrementos registrados no setor de transportes Mantidas astendŒncias evidenciadas nosdados (13,5% ) e no de servi os prestados pela do PIBtrimestral, certamente o Estadoda Bahia administra ªo pœblica(5,4%). Em rela ªo


Macroambiente

registrarÆ pelo5” ano consecutivo uma taxa anualde crescimento bastante significativa. Nos œltimos cincoanos,o ProdutoInterno da Bahia acum ulou um a taxa de crescim ento de aproximadamente27%,o que representa uma mØdiaanualde4,9%. Mercado financeiro

Relat rio de Pesquisa

Fatores Econ micos

diversificado e sofisticado com comØrcioe servi os bem desenvolvidos. Destacam-seas regiıesmetropolitanas de Sªo Paulo,Riode Janeiro e BeloHorizonte como os principais centros econ micosdo Brasil; • Sul: a maiorpartedasriquezas provØm do setorde servi os, mas possuitambØm indœstria e agropecuÆria bem desenvolvidas. D estacam -se as regiıes m etropolitanas de Curitiba ePortoAlegre.

Na basedo sistema financeiro brasileiro estÆo ConselhoMonetÆrio Nacional, que Ø controlado que no Brasil predominauma pelogovernofederal. O maisimportante agente Valedestacar g r a n d e Ø o B an co d e sig u ald ad e C e n tra l d o Evolução do PIB brasileiro nos últimos anos regional; apenaso Em milhões de B ra sil, q u e Taxa de Per capita, em Em milhões de dólares estado de Sªo Ano variação real define a taxade reais correntes reais correntes estadunidenses no ano correntes Paulo responde juros e pode por 33,8%do PIB 1.198.736,19 6.896,35 509.796,80 1,31 2001 influenciar o b rasileiro, e o 1.346.027,55 7.630,93 459.379,39 1,93 2002 c m b io p o r 1.556.182,11 8.694,47 506.784,16 0,54 2003 estadodo Riode a ıesde open 1.766.621,03 9.728,84 603.993,65 4,94 2004 Ja n e iro , p o r m a rk e t. A 1.937.598,29 10.519,88 795.924,37 2,30 2005 11,5% . A p enas 2.300.133,20 10.052,04 1.067.600,00 2,18 2006 principal bolsa sete estados do 2007 2.558.000,00 13.515,00 1.313.098,52 2,03 de valores do P a s B ra s il Ø a correspondem a Bovesp a q ue 75,2%do PIB nacional. movimenta t tulos e outrospapØisdas 316 empresasbrasileiras de capital aberto. O maior A distribuição de renda no Brasil bancodo Brasil Ø o do governofederal Bancodo Brasil. O maiorbancoprivado Ø o Bradesco. O Brasil possuigrandeparcela da popula ªo incapaz de atenderssuasnecessidades bÆsicas Economia por região e a distribui de ªo renda Ø uma das mais do mundo; o Coeficiente de Ginido • Sªo Paulo, o principal centrofinanceiro desiguais Brasil em 2001erade 59,4, melhorapenasque a do Brasil; G uat em al a, Suazi l ndi a, Repœblica Centro• Riode Janeiro, o segundomaiorcentro Africana, Serra Leoa, Botsuana, Lesoto e financeiro do Brasil; mostram que a partir do • Centro-Oeste: baseia-se principalmente Nam bia.Estat sticas œltimo trimestre de 2002adistribuide ªorenda naagroindœstria; no Brasil come ou a melhorarlentamente. Em • Nordeste: baseia-se normalmenteem 2004,ocorreu o primeiro a van osignificativo indœstrias, petr leo e agroneg cio. Pol ticas de paraa diminui ªo da desigualdade econ mica incentivos fiscais levaram vÆrias indœstrias paraa no pa s: a taxade crescimento da rendaper regiªo. O turismo Ø bastante forte; capitapara os mais pobres foide 14,1%, • N orte: baseia-se principalm ente em enquantoa rendaper capitamØdia cresceu extrativism o vegetal e m ineral. M erece destaquetambØm a Zona Francade Manaus, 3,6%no mesmo per odo. Um estudodo Instituto de Pesquisa Econ mica p loindustrial; Aplicada -IPEAdemonstrouque adesigualdade • Sudeste: possui parque industrial entre os rendim entos dos trabalhadores

O MÉTODO DE PESQUISA

O MÉTODO DE COLETA DE DADOS

O TIPO DE PESQUISA


Macroambiente

Relat rio de Pesquisa

brasileiros (popula ªo economicamenteativa) caiuquase7% entre o quartotrimestre de2002e o primeiro de2008.Nesseper odo, o Coeficiente de Ginina rendado trabalho, ou o intervalo entre a m Ødia dos 10% m ais pobres da popula ªoe amØdiados10% maisricos, caiude 0,543para0,505. No Brasil, a alta concentra ªo de rendano topo da pir mide dificulta a suamedi ªoatravØs dos ndices maiscomuns como o P90/P10. Issopor causa da anorm alidade da distribui ªo: a metade pobre da popula ªobrasileira ganha em soma quaseo mesmo valor (12,5%da renda nacional) queos1% maisricos (13.3%).

Fatores Econ micos

DesempregonaBahia A RegiªoMetropolitana de Salvadorregistra pequenadiminui ªo do desemprego. A taxade 20,8%,registrada em maio/2008, reduziupara 20,6%. Na compara ªoentreo mŒs de junho de 2008e de 2007a taxade desempregotambØm decresceu, passoude 22,0% para20,6%.No comparativo entreosmesesde maioe junhode 2008,a varia ªo de desempregoabertopassou de 12,4%para12,2%. O total de desempregados foide 375milpessoas, quatromila menos.Este resultado foiobtidoatravØs da redu ªode dois m il tra b a lh a d o re s d a P o p u la ª o EconomicamenteAtiva(PEA)e da gera ªode doismilpostosdetrabalho.

Desemprego no Brasil

Tema:

Problema Gerencial:

Objetivo Principal:

Objetivos Secundários:

No mŒs de junho, ossetores que maisgeraram ocupa ıesforam:Indœstria (4,1%)e Outros A taxade desemprego deve permanecerem Setores (2,9%) que inclui Servi os DomØsticos, altanos pr ximosmeses,segundo o IBGE Constru ªo Civil, entreoutras atividades. Por (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat stica). O outro lad o, verificou-se um a relativa movimento de crescimentoconstatadonos em Servi os (-0,3%) e uma redu ªo doisprimeiros mesesØsazonal ejÆeraesperado. estabilidade Em maio,o A expectativa Ø que ataxas comece aarrefecer de ocupa ıesno ComØrcio(-2,6%). apartir de m aio. O comØrciofica maisesvaziado, rendimentomØdio realaumentou tantopara ocupados (2,6% ) o c o n su m o q u an to p ara d im in u i a ssa la ria d o s b astan te. H Æ (3,5%). Os valores muitosimpostos d e s s e s parapagarnessa re n d im e n to s Ø p o c a . P e lo foramestimados hist rico, esperarespectivam ente se q u e h a ja em R$ 929,00e quedaa partir do R $ 1 .0 4 8 ,0 0 . s e g u n d o N um a an Ælise trimestre. desses œltim os d o ze m e se s, A subidado n vel que um totalde 26 mil pessoas de desempregoocorreu, principalmente, pelas observa-se sa r am da situa ªo de desem prego. A s dispensas no setor de com Ørcio, ap s as informa ıes sªo da Pesquisade Emprego e contrata ıes que sªofeitas no final de ano.No Desemprego(PED) entanto, o patamaratualestÆabaixodo que vinhasendoverificado nosœltimos anos.A taxa de desemprego nas seisprincipais regiıes metropolitanas do Brasil subiupara8,7% em fevereiro, depoisde ficarem 8%, no mŒs anterior .Em rela ªo a fevereiro do ano passado, porØm,o ndice recuou1,2pontopercentual.

Desemprego em Salvador A RegiªoMetropolitana de Salvador apresentou um a leve queda, de 0,2% , na taxa de desemprego de maio parajunho,caindode


Macroambiente

EstratØgia Criativa

Fatores Econ micos

20,8%para20,6%. O resultado, contudo, nªo foi suficiente paratirar da capital baianao titulo de campeª nacional do desemprego,ao ladode Recife, que registra o mesmo ndice. A Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED)foirealizada pelaFunda ªo Seade e pelo Departamento Intersindical de Estat stica e Estudos Socioecon micos (Dieese). A capital pernambucanafoia œnicadas seis regiıes que apresentou aumento do ndice, e empatou com Salvador ao subir de 20,5%para 20,6%.No conjuntodasseisregiıes avaliadas pelapesquisa (SªoPaulo, BeloHorizonte, Recife, PortoAlegre e Distrito Federal e Salvador), ataxa de desemprego teveuma varia ªo de 0,2%, passandode 14,8% em maio para14,6% em junho.Sªo Pauloteveuma diminui ªo da taxa de 0,2%.BeloHorizonte apresentoua maior varia ªo, com queda de 0,8%.No Distrito Federal, a taxade 17,4%em maiofoipara16,9% em junho,uma diferen de a 5%. PortoAlegre passoude12,2%para11,9%, (0,3%). Nasseis localidades, o total de desempregados chegoua 2,899milhıesde pessoasem no mŒs passado,50 mil a menos do que em maio, conformeestimativa do estudo.Em maio,o rendim ento m Ødio real dos trabalhadores ocupadoseassalariados dasseis regiıes cresceu a R$ 1.151(ocupados) e 0,8%,que corresponde R$1.241(assalariados).

quesereferelegisla o ªo, fato maisimportante foia recentepromulga ªoda leique facilita a realiza ªo e reduzcustosdo transporte intermodal.EsteØ o principal sistema de transporte no Brasil. Por ele passam 56% das cargas movimentadasno Pa s, contra21% porferrovia e 18% porhidrovia. A predomin ncia destetipo de transporte deve-se legisla que ªo, dificulta o usodanavega ªo;falta deinvestimentos nas ferrovias e nas hidrovias fragilidade da muitopresente nasduas administra pœblica, ªo œltimas modalidades eausente narodoviÆria.

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LIMITA

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Crescimento econômico

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Quando acapacidade produtiva de um pa sestÆ sendosub-utilizada, pode-seobter-mediante medidas governamentais de est mulo- por curtosper odosde tempo, um crescimento causado por um a m elhor utiliza ªo da capacidadeprodutiva jÆ existente. Mas esse crescimento de curtoprazo, apelidado de v o de galinha, nªo se sustenta se nªo for acompanhado, simultaneamente, por novos investimentos naprodu ªo. Um dos pa sesque mais tem crescido nas œltimasdØcadas,de forma sustentadae Ø sempre olhadocom inve japelosdemais,Ø a China,que manteveuma taxade crescimento mØdio de seuPIBde 11,45%a.a. entre1991 e 2003.No mesmo per odoo Mundo cresceu, em mØdia,4,41%a.a. eo Brasil apenas1,98%a.a.

Transporte Pa sde dimensıes continentais, com uma extensªoterritorial de 8,5milhıesde km2, o Brasil necessita de uma vastaredede viasde transportes para que seus pontos m ais im portantes e distantes sejam atingidos e interligados.

OBRIGA

Programa de Aceleração de Crescimento PAC

O Programa de Acelera ªo de Crescimento (PAC), lan adoem 28 de janeiro de 2007,Ø um programa do governo federal brasileiro que englobaum conjuntode pol ticas econ micas, plane jadas paraosquatroanosseguintes, e que VÆrios trechos rodoviÆrios e a quasetotalidade tem como objetivoacelerar o crescimento dasferrovias jÆpassaramaoperadores privados. econ micodo Brasil, prevendoinvestimentos O processo deprivatiza dosportos ªo jÆestÆem totais de R$503bilhıes atØ2010,sendouma de curso-atualmente, maisde 90% dasopera ıes suasprioridades ainfra-estrutura, como portos e portuÆrias jÆsªorealizadas porparticulares. No rodovias.

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Plane jamento de Marketing

Macroambiente

Crise Econ么mica Mundial

IMAGEM DESEJADA:

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POSICIONAMENTO: ,

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PROMESSA:

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CONCEITO:

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JUSTIFICATIVA DA PROMESSA: . ,

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Fatores Econ micos


EstratØgia Criativa

estratégia criativa

INTRODU

O: , . , . , , ,

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Plane jamento de Marketing

1ª Fase – Posicionamento

2ª Fase - Sustentação

» Fatores Naturais

3ª Fase – Vendas

4ª Fase – Institucional


Macroambiente

Plane jamento de Marketing

Fatores Ambientais

Problema PRODUTO

PRAÇA Intervenção Governamental na Administração dos Recursos Naturais

Estratégia de Comunicação PÚBLICO-ALVO

Escassez de Matéria Prima

Fases da Campanha Posicionamento Posicionamento

Sustentação Sustentação

Vendas Vendas

Institucional Institucional


Macroambiente

Plane jamento de Marketing

ESTRATÉGIA DE MARKETING

DISTRIBUIÇÃO

» Fatores Político Legal

PROMOÇÃO

POSIONAMENTO

PREÇO

PRODUTO

DETERMINAÇÃO DO ORÇAMENTO

Faturamento Anual: R$ 43.200.000,00 4% Verba de Comunicação: R$ 1.728.000,00

25% para Promoção R$ 432.000,00

75% para Propaganda R$ 1.296.000,00

80% para Mídia R$ 1.036.800,00

20% para Produção R$ 259.200,00

Fatores Pol tico Legal


• Macroambiente • Fatores Político Legal

planejamento de marketing Situação Política e Político-Econômica Brasileira PÚBLICO-ALVO

PRAÇA

OBJETIVOS MARKETING GERAL


Microambiente

Macroambiente

AnÆlise PFOA

Fatores Pol tico Legal

Projetos de LEI PROJETO DE LEI No 5.077, DE 2005 -

PROJETO DE LEI 6753/06 -

Legislação Tributária PROJETO DE LEI 3116/08,

» Análise PFOA Potencialidade • • • • • •

Tributos Federais

Oportunidade

• • •

• • • • •

Fragilidade

PROJETO DE LEI 55/08,

Resoluções do CONTRAN:

• •

Ameaça

Tributos Estaduais e Municipais

RESOLUÇAO Nº. 245 DE 27 DE JULHO DE 2007 -

• • • • •

• •

RESOLUÇÃO Nº 203 -


• Macroambiente • Fatores Político Legal

Microambiente

ConcorrŒncia

RESOLUÇÃO Nº 219, DE 11 DE JANEIRO 2007 -

MONTADORAS DE CARROS Selo Ambiental

PROMOT 3


Microambiente

Macroambiente

ConcorrŒncia

Fatores ecnolT gicos

» Fatores Tecnológicos

TRIUMPH MOTORCYCLES AlØm de garantir a seguran adas pessoase cooperar com a melhoria da qualidade de vida da sociedade, uma vezque o desenvolvimento sustentÆvel Ø assuntona pautada maioria das empresasno mundo. Outrofator que setorna extremamentecompetitivo para o setorde motocicletas Ø a seguran a, e empresasdeste ramos jÆestªoiniciando seuspassosparao desenvolvimento de dispositivos quepermitam que os condutoresde motocicletas este jam maisseguros.

BMW MOTORRAD BRASIL

U m dos lideres da indœstria m otociclista brasileira nos œltimos 28 anosantecipou-ses tendŒncias de mercado e s expectativas dos consumidores ao desenvolver um novoprojeto para o seu produtoque Ø "best-seller". A motocicleta traz entreasprincipais inova ıes o inØdito motor OHC (OverHead Camshaft)de 149,2 cm ‡, co m b alan cim ro letad o , desenvolvido exclusivamente parao modelo, q u e p ro p o rcio n a m ais eco n o m ia d e co m b u st vel, d esem p en h o su p erio r, disponibilidade de torquedesde as baixas rota ıes e o menor atrito daspartesinternas. TambØm recebeuaprimoramentos que abrangem suspensıes, chassi, c m b io e em b reag em , passando por itens como tanque

HARLEY DAVIDSON


Macroambiente • Fatores Tecnológicos

de combust vel de maiorcapacidade, alØm do geradapeloatrito decorrente do movimento painelde instrumentos, tampas laterais, pÆra- lateralizado do pistªo, concentrandotoda a lama,rabeta e lanterna nova. energia dentrode um œnicoeixosem altera ªo O novo motor OHC 150ccØ maiorpotŒncia e do vetor . O pr priopistªoteve seu peso menor consumo de combust vel. Asmetaspara reduzido de 96gpara89ge recebeuum sistema o desenvolvim ento de um m otor inØdito especial de arrefecimento por jateamentode envolveram osconceitos de maioreconomiade leo, que colabora paramantera temperatura do componentemaisestÆvel, favorecendo sua com bustvel e alta durabilidade. Para isso, durabilidade. Paraque o novo motorOHC 150 priorizou-se altera ıes de forma a reduzir o apresentasse maioreconomiade combust vel, atrito daspartes internas m veise aumentaro optou-se porreduzir o atrito daspartes internas, toqueem baixas rota ıes. buscando solu ıes tecnol gicas com o os A p s diversos testes de durabilidade e balancins roletados derivados da CRF 450F resistŒncia de com ponentes, este m otor m otocicleta com tecnologia de ponta, apresentou altograude confiabilidade. Quanto decompeti ıes. facilidade de manuten ªo,destaca-se o fato espec fica Aliada a essa inova ªo, a adm issªo por de a remo ªo do cilindro serfeita sem tirar o motor do chassi. As novastoler ncias internas tam boream ento perm ite alta eficiŒncia na do motorpermitiram que a trocade leofosse com bustªo, m esm o em m isturas "pobres" em rela ªo ao ar). AlØm ampliadaparaintervalos de 4.000km rodados. (poucocombust vel disso, o pr prio comando de vÆlvulas Ø apoiado AlØm disso, a corrente de com ando nªo em rolamentos, proporcionando menor atrito, necessita de ajustes, pois possui tensor maiorvidaœtil daspe as, menor aquecimento automÆtico, eo atual elementodo filtro dear,do e maiorpotŒncia e toque. tipocartucho de papel, tem pre omaisbaixo do leolubrificante Paraeliminar a propaga ªode vibra ªo por queo utilizado no modeloanterior . foiincorporado um balanceiro O inØdito motorda Motocicleta Ø de 4 tempos, todoo conjunto, do bloco do motor, que monocil ndrico, OHC (OverHead Camshaft), na parteinferior no cabe otee funcionade maneirasimples, gerando uma com comando de vÆlvulas balancimroletado, de 149,2cm3, que gera vibra ªoopostaao movimento de subidae potŒncia mÆxima de 14,2cva8.000rpm e toque descida do pistªo, resultando em um a mÆximo de 1,35kgf.ma 6.500rpm.A crescente pilotagem aindamaisconfortÆvel. disponibilidade de for a desde as baixas O maiorvolume da c marade combustªodo rota ıes proporciona respostas rÆpidas motor tambØm exigiu que o filtro de arfosse acelera ªo e uma pilotagemagradÆvel, sem a redesenhadoe ganhasseo formatocircular ,do necessidade constante de trocasde marchas. tipocartucho de papel, possuindo manuten ªo Resultado de um a sØrie de inova ıes maissimples e barata, com o volumedacaixa de O tecnol gicas inØditas, o m otor, alØm de ar aumentado de 2,4litros para2,6litros. escapam ento tam bØm teve seu volum e moderno, compacto,durÆvel, robustoØ de ampliado: de 3,1litros para3,8litros. O c mbio baixamanuten ªoe Ø maisecon micoque o decincomarchastem engates precisos, gra as seuantecessor OHV 125cm‡. de doiseixosindependentes, um Paraatingir esseresultado, o di metro e o curso introdu ªo paracadagarfoseletor -tecnologia proveniente do pistªoforammodificados para57,3mm x daCBR 600F. 57,8 m m , ante 56,6 m m x 49,5 m m na naprimeira fase motocicleta, ou seja, a configura ªo "quadrada" Pensandonasnormasprevistas de Controle de Polui ªo do motor proporciona melhordisponibilidadedo PROMOT (Programa do Ar por Motocicletas e Ve culos Similares), de toque.Com o objetivode melhoraro atendendo resolu ªon” 297, de 26 de aproveitamento da energiageradana c mara de combustªo,o off-set do virabrequim foi fevereiro de 2002, do Conam a (Conselho alterado, visandoreduzir a perdade energia Nacionaldo Meio Ambiente),que prevŒ a

Microambiente

KAWASAKI

ConcorrŒncia


Microambiente

ConcorrŒncia

KASINSKI

CONCORRÊNTES INDIRETOS

Macroambiente

Fatores ecnolT gicos

redu ªogradativa da emissªode poluentes de hÆ anos e que agoraestÆmigrandoparaas motocicletas e ciclomotores, A CPFLEnergia ea motos.AtØo momento essaadapta ªos estÆ Universidade Estadual de Campinas(Unicamp) dispon vel motocicleta GL 1800GoldWing,da formalizaram um protocolo de inten ıes parao Honda. O Equipamentotem formatode V desenvolvimento de inova ıesvoltadasao quando aberto: assim , o Airbag consegue mercado de ve culos elØtricos. O objetivo do segurar o piloto, evitando que elesejajogado projeto Ø estudar caracter sticas tØcnicas parao parafrente ap so impacto. aprimoramento tecnol gico de um modelo de O sistemachamado de Unidadede Controle moto elØtrico importadopelaCPFL,de modo a Eletr nico e monitoraos dadosrecebidos dos paracomparÆ-los contribuir paraa economia de combust veis sensoresde desacelera ªo f sseis e paraa preserva ªo do meio ambiente. com o comportamentopadrªoda motocicleta. o sistemadeterminaa O ve culo Ø silencioso e nªo emitegasest xicos Em caso de batida, necessidade deabrir o airbag queØuma espØcie causadores do efeito estufa. de prendedor que fixa o dispositivo de Atualmente, o ve culo tem autonomiade 50 evitando que o quil metros e levaquatrohoraspararecarregar seguran ajunto motocicleta equipamentonªo se desloqueparafrente. O a bateria. O projeto pretende elevar a pre oda seguran aaindaØ alto: a moto jÆ autonomiapara150 quil metros e reduzir o dispon vel no Brasil custaUS$ 49,2mil,ou o tempo de recarga paraduashoras. O custopor aR$96,4mil. quil metro percorrido gira em tornode R$ 0,01. equivalente A pol tica de oferecer cadavezmaisseguran a Um dos principais gargalosØ o sistemade no momento deestacionar ,porØm,nªoselimita bateria, que,porserde chumbo Æcido, Ø muito apenas smotocicletas maispotentes.o caso pesada,tem vidaœtilpequena e tempo de desenvolvido recargagrande.Elasdeverªosersubstitu das do SistemaHonda de Prote ªo, especificam ente para m odelos de m enor porbaterias de onl tio, que tŒm potŒncia maior cilindrada e compostode doisitens. O Shuttere sªo mais resistentes. Com isso, terÆtempo com chave menor de substitui e ªoconseguirÆvencer Key Ø uma fechaduraadicional sextavada, que protegeo mioloda chavede dist ncias maiores. igni ªo e possui codificador magnØtico. O outro Uma nova tendŒncia no mercado paraque as passema utilizar a tecnologia flex componenteØ o Comb-Lock,responsÆvel pela motocicletas fuelpodendo escolher o tipode combust vel a trava do guidªoassociadaigni ªo. serutilizado. Quem mostroua novidadeem A p raticid ad e Ø u m a d as p rin cip ais primeira mªo foia DelphiAutomotiveSystems, caractersticas do sistem a. Ao desligar a durantea 8“Automec -Feira Internacional de motocicleta, por exemplo,o Comb-Lock Ø o Autope as,Equipamentose Servi os, maior primeiro processoa serrealizado. necessÆrio eventode neg ciosda AmØricaLatina do setor colocar a chavede igni ªo na posi ªo Lock de autope as e repara ªo, que aconteceu de 10 com o guidªo travado, representando a 14de abril de 2008,no Pavilhªo de Exposi ıes comodidade e tranq ilidade ao motociclista. do Anhembi.Paraa empresa,Ø importante dar Ap s travar o guidªo, o piloto aciona o aos donos de motos a mesma liberdadede dispositivo Shutter-Key com o dedo para Paraligar amoto,Ø escolha que osde autom veis (cerca de 82% do bloquear o miolode igni ªo. necessÆrio que o piloto desbloqueie o miolode ve culos novosvendidos no pa sjÆsªoflex). Sem igni ªo. Para isso, basta utilizar a chave falar queo Ælcool Øum combust vel renovÆvel. sextavada. Depois, colocar achavedeigni ªo no N a q u estªo seg u ran a, o seg m en to contato paradestravar a motocicleta. O Sistema autom obilstico buscar constantem ente H onda de Prote ªo estÆ dispon vel nos proporcionar o mÆximo de seguran aparaos seguintes modelosnacionais: CG 150 Titan, CG condutores dos ve culos, criando algum as CG 150 Job,Biz125,Biz125+ e NXR formasde preven ªo contra acidentes. O Airbag 150 Sport, Ø um dispositivo de seguran a usadoem carros 150Bros.


Microambiente

SUZUKI

TRAXX

Concorrナ地cia


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ConcorrŒncia

Microambiente

A Dafra Motos

» A Dafra Motos A Dafra é a mais nova marca de motocicletas do Brasil e teve início ainda em 2006, quando o Grupo Itavema, que tem mais de 30 anos de existência e atua em vários segmentos principalmente gestão e logística, além de indústria plástica, serviços e distribuição de automóveis, começou a estudar a viabilidade de ampliar seu leque de investimentos. Após este diagnóstico o Grupo Itavema uniu-se com o Grupo Parvi, que atua no mercado de revendas desde 1980 e hoje é o maior revendedor de automóveis do Norte/Nordeste e que lançaram a marca Dafra Motos.

MERCADO

SUNDOWN


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AnÆlise dos 4P s

Participação de mercado/2007 Outros Sundown 2% Suzuki 5% 6% Honda

Yamaha 13%

Yamaha Suzuki Sundown Honda 74%

Outros

Participação de Mercado SundownOutros 3% Dafra 4% 5% Suzuki 7%

Honda Yamaha Suzuki

Yamaha 13%

Dafra Honda 68%

HISTÓRICO

PARTICIPAÇÃO DE MERCADO

Sundown Outros

YAMAHA


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ConcorrŒncia

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AnÆlise dos 4P s

Visão sugerida

» Concorrência

Princípios e Valores sugeridos

Estrutura

HONDA

CONCESSIONÁRIAS / LOJAS

Missão sugerida


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A Dafra Motos

Produtos Speed 150 cc

Super 100 cc

Microambiente

AnÆlise dos 4P s


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AnÆlise dos 4P s

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A Dafra Motos

Sazonalidade Promoção

Laser 150 cc

Objetivos Consumidor Próximos lançamentos

Comunicação Kansas 150 cc Preços

Parceiros/Fornecedores Público Primário - H, classe C, 18-35 anos Público Secundário - H, classe B, 18-35 anos

Vendas

Faturamento

Perfil do Consumidor e hábitos de consumo


Microambiente

A Dafra Motos

fábrica da Dafra em Manaus - AM

» Análise dos 4 P’s Produto Qualidade

Distribuição

Benefícios

Garantia

Projeto experimental - Relatório de Planejamento  

Relatório de planejamento do Projeto experimental Ucsal