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escolas de marinhais

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Newsletter AEM #9 . jan ‘21

FICHA TÉCNICA Direção: Profª Isidora Saramago Coordenação e Design Gráfico: Prof. Valdemar Lopes Redação e Planeamento: Profª Emília Alves; Prof. Valdemar Lopes participam nesta edição Alunos: Alunos do JI de Glória do Ribatejo; Alunos do JI do Granho; 3.º L do CEM; 4.º Ano da EB de Glória do Ribatejo; Alice Amaral; Júlia Pancada; Ana Modesto; ana Feijão; Gonçalo Garção; Rita Machado; Rodrigo Fernandes; Daniela Branco; Lara Simões; Laura Marques; Carolina Germano; Tomé Rabita; Ana Luz Chanca; Luana Neves; manuel Abrantes; Miguel Vieira; Filipa Rodrigues; Beatriz Quitério; Alexandre Adriano; Eliana Pais; Yara Pimentel; Rúbem Bral; Lara Lunes; Alexandre Portela; Lara Simões; Luana Nogueira; Carolina Germano; Francisco Lima; Carolina Lima; Lara Belgacem; Leonor Magriço; Martim Rodrigues; Pedro Dias; Lara Palhas; Rita Calado; Carolina Arsénio; Victória Tola; Pedro Fonseca; Beatriz Ferreira; Dinis Venda; Dinis Pinheiro; Ana Feijão; Francisco Caneira; Mafalda Caneira

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Professores: Isidora Saramago; Educadoras JI Marinhais; Zélia Pimentel; Rute Pardal; Valdemar Lopes; Rui Rosa; César Saramago; Helena Gomes; Margarida Carvalho; Irene Rosa; Fátima Vital; Sílvia Simões


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sumário

bloco I notícias

bloco II galeria

bloco III

dinâmicas/ projetos

bloco IV

reflexões

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Editorial Mensagem da Diretora Jardim de Infância da Glória do Ribatejo Jardim de Infância do Granho Pais Natal e renas do 3.ºL do CEM Jardim de Infância de Marinhais 4.º ano do EB da Glória do Ribatejo O nosso dia a dia na pandemia Pandemia versus poluição A tua profissão | O meu pé de laranja lima Contos invertidos Clube de leitura Desafios Matemáticos 6.º A _ Livro ‘doce chocolate’ 6.º C + D _ Estudando e construindo a estação de comboios de Marinhais 7.º A _ ‘Orienta-te... o 7.º A está on’ 8.º A _ Oceanos de lixo 8.º B _ Reflexão em família sobre o impacto do confinamento no ambiente 8.º D _ Poster eco-escola 8.º E _ Devolver à terra Dia internacional para a eliminação da violência contra as mulheres

49 52 54 56

Recriar uma pintura O que vejo da minha janela Banda desenhada Projetar cidades sustentáveis

60 70 72 71 75 78 79 82 83 84 85

Biblioteca escolar Eco-escolas eTwinning Academia pontoverde Rádio escola Notícias do ténis de mesa Multiatividades de Ar Livre Circuito de manutenção Laboratório de Aprendizagens Integradas As favas do Prof. Carlos Cruz Uma nova entrada para o bloco azul

88 89 92

Dilemas no ensino da Matemática Todos os alunos são inteligentes Damos a cara pela nossa escola

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editorial Estamos perante a nona edição da Newsletter do Agrupamento de Escolas de Marinhais, num novo formato, layout e respiro. Um respiro leve, renovado pelo novo ano que começa, num tempo carente de leveza e da nossa capacidade de encaixar as coisas simples da vida. Após oito edições com uma estrutura com pequenas variações, chegamos a um estádio de maturação que indicia dois caminhos: renascer ou definhar, opções que dependem de cada um de nós e da comunidade educativa como um todo. O resultado que apresentamos nas 94 páginas desta edição indica o crescimento como o caminho desejado, o que acarreta uma enorme responsabilidade no futuro deste projeto editorial. Acompanhar a fasquia colocada pelas últimas edições desta Newsletter é um enorme desafio, mas acreditamos que é possível continuar a alimentar este propósito, afinal, as notícias/ informações partilhadas são realidades vividas por alunos, professores e famílias deste agrupamento de escolas.

Chegados a este ponto, só há um caminho a percorrer: dar vida a esta Newsletter. Dar vida a esta Newsletter, lendo-a, discutindo o seu conteúdo com colegas, professores e familiares; partilhando-a com pessoas que nos sejam próximas; produzindo textos para a próxima edição que traduzam a vida e aprendizagens ocorridas dentro e fora das nossas salas de aulas.

Nesta edição, procuramos, organizar a informação da Newsletter por categorias, divididas em quatro blocos: o primeiro, com notícias de todos as escolas do agrupamento, produzidas individualmente ou em coletivo/ turma; o segundo bloco, galeria, divulga trabalhos visuais produzidos pelos alunos do agrupamento; o terceiro bloco partilha as novidades de projetos em desenvolvimento ou novas ocorrências, uma multiplicidade de dinâmicas que traduzem a vida em acontecimento neste nosso cantinho. Por último, temos o bloco IV com duas reflexões de dois professores, um espaço que pretendemos participado nas próximas edições. Terminamos este bloco com a partilha da ação ‘damos a cara pela nossa escola’, uma iniciativa que pretende dar continuidade ao mote de continuidade e esperança que impera nesta comunidade desde o início desta pandemia.

Como escola, temos de estimular a partilha dos aprendizagens e projetos em que nos envolvemos, temos de promover a escrita como forma de estimular a nossa criatividade, desenvolver a capacidade de opinarmos sobre assuntos e problemas que nos preocupam; partilhar os dotes criativos de cada um. Um repto nada difícil, afinal não precisamos de inventar conteúdo para a nossa Newsletter, basta somente partilharmos um pouco de nós, a vida que acontece em cada momento, conteúdos que são recebidos e carinhosamente A todos os nossos leitratados neste projeto tores, votos de uma boa editorial. leitura e que façam parte deste projeto também como autores.

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Nada nos demoverá… Tempos incertos recaíram, nos últimos meses, sobre as nossas vidas. Tempos diferentes que nos fazem pensar, refletir sobre o que realmente é importante, a importância de ter saúde, de dar valor ao que temos: à família, ao amor, à paz, ao trabalho… Nestes tempos…nestes tempos incertos… que nos fazem pensar… E dar tempo ao tempo…e pensarmos que há tempo para tudo, que há tempo para o mais importante. Que aquela “lufa, lufa” do dia a dia, essa deixou de existir! Naquele confinamento, tudo parou, todos parámos. As ruas ficaram DESERTAS…e imperou o SILÊNCIO! Durante dias e dias, nada nem ninguém era diferente. Fomos todos iguais. E somos…somos iguais, mas diferentes! E esses tempos de incerteza continuam… Até quando? Ninguém sabe… Então, vamos aproveitar o MOMENTO, cada momento único que a vida nos dá e VIVER INTENSAMENTE! Um Excelente Ano para toda a comunidade educativa! A Diretora Isidora Saramago

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notĂ­cia | alunos . coletivo

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Jardim de Infância do Granho Neste primeiro período, no JI do Granho, o mais importante para nós foi estabelecermos relação uns com os outros, uma vez que estes tempos que vivemos não nos permitem ver, tocar ou sentir os rostos, principalmente dos adultos, como antes fazíamos. Os nossos dias decorriam entre atividades e projetos, mas valorizámos muito o BRINCAR como forma de aprendizagem, de descoberta, de interação… Assim, através de materiais estruturados, não estruturados e elementos da natureza, demos asas à nossa criatividade e imaginação contribuindo para o desenvolvimento e aprendizagem de cada um, mas principalmente para o sucesso de todos. No segundo período, voltamos cheios de energias, para novas aprendizagens e descobertas!!

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23 janeiro 2021

“A maior glória em viver não está em jamais cair, mas em nos levantar cada vez que caímos.” NELSON MANDELA

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Pais Natal e renas do 3°L do CEM


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Jardim de Infância de Marinhais Citando a nota prévia do Projeto Curricular dos Jardins de Infância:

“Vocês dizem: é cansativo estar com crianças. E não há dúvida que têm razão. Depois acrescentam: porque temos de nos pôr ao nível delas porque temos de nos baixar, inclinar curvar, tornar pequenos. Mas aí vocês estão enganados. O que mais cansa não é isso, o que mais cansa é sermos obrigados a elevarmo-nos até à altura dos seus sentimentos. A esticarmo-nos, a alongarmo-nos, a ficar nos bicos dos pés. Para não as magoar.” Janusz Korcza

Não foi ao acaso que este texto consta na nota prévia do Projeto Curricular dos Jardins de Infância. Na realidade é tudo isto, o que como Educadoras sabemos tão bem fazer. Neste ano tão atípico, não tem sido tarefa mesmo nada fácil de concretizar, visto haver uma máscara de proteção pelo meio, no entanto, fomos resilientes, SIM………………….. No AMOR, na PARTILHA, na conversa através do OLHAR, na ALEGRIA com que, mesmo com tanta contingência, conseguimos levar ao longo deste período o nosso TRABALHO. Conseguimos ficar “ nos bicos dos pés” ainda que tivéssemos que ficar em isolamento por causa deste “ bichinho maroto” que teima em nos atormentar, em nos privar de nos baixarmos ao nível das nossas crianças, de dar colo, beijos e abraços, afinal, nesta fase da vida, é, sem dúvida, o mais importante. Terminámos este primeiro período com a consciência de que fizemos o nosso melhor e que apesar de alguns medos e incertezas, a ESTRELINHA de Natal brilhou no nosso jardim de infância. Desejamos a todos um SANTO e FELIZ NATAL na esperança de que no futuro possamos continuar a nossa tarefa “ nos bicos dos pés”.

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As Educadoras do Jardim de Infância de Marinhais


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4.º ano da EB da Glória do Ribatejo Os alunos do 3.º e 4.º ano decoraram as capas do caderno diário com desenhos relacionados com a disciplina de Inglês. Aqui estão alguns exemplos dos nossos artistas.

Os alunos do 4.º ano da EB da Glória do Ribatejo responderam ao desafio de criarem um cartaz sobre os dias da semana e meses do ano na disciplina de Inglês. Aqui estão alguns exemplos dos trabalhos realizados onde a criatividade e o talento não faltaram.

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O Nosso Dia-a-Dia, na Pandemia Era uma vez uma escola abandonada em Lisboa, perto da praia. Todos achavam que estava assombrada e que lá existiam criaturas desconhecidas. Numa tarde de inverno, quando dois irmãos andavam de skate, repararam na tal misteriosa escola. Estava muito frio e começou a chover. Resolveram abrigar-se no telheiro da mesma. Subitamente, surgiu um raio que provocou uma grande cratera. O que fez com que o portão da escola se estragasse, aprisionando os dois lá dentro. Cheios de medo, aproximaram-se da cápsula dentro da cratera e viram uma espécie que parecia um extraterrestre. O ET, assustado pois nunca tinha visto um humano, tentou comunicar com os jovens. Embora as suas línguas fossem diferentes, os humanos esforçaram-se por entender. Visto que não foi descoberto, decidiram escondê-lo e levá-lo para casa. Como, entretanto, tinha acabado de chover, escavaram um buraco e passaram por baixo do portão. Já em casa, arranjaram uma técnica de comunicação: um teclado do trabalho do pai. O ET questionou o motivo pelo qual estavam com um pano na cara. Os adolescentes, sorrindo, pois viram que tinham muito para explicar, responderam que aquilo era uma máscara para se protegerem da pandemia mundial Covid-19. Também lhe explicaram que não podem sair de casa a não ser por bens maiores ou para praticar desporto, que, neste caso, era a ação que estavam a fazer quando o encontraram. Ele olhou para os irmãos com um ar preocupado. Naquele momento só queria voltar para Saturno. Até comparou a Terra com uma prisão, quer dizer não podemos sair com amigos, apanhar ar puro… Que pena que eu não posso voltar para casa, pois a minha nave está estragada. No entanto, houve um aspeto positivo, como observar o dia-a-dia dos humanos e o quão maçadora é a vida em quarentena. Passado um mês, a cápsula já estava consertada pelos irmãos com dotes extraordinários para a mecânica. A visita do ET à Terra ficou para a história porque, embora o motivo não tenha sido agradável, um despiste da sua nave, fez amigos e entendeu a pandemia que provocou alarmismo em todo mundo. Desejoso de voltar a Saturno, entrou na nave e seguiu o seu caminho. A viagem correu excelentemente bem. O que não correu tão bem foi o ralhete que o extraterrestre levou quando chegou a casa. Até achavam que ele estava morto pois no seu planeta os dias passam mais depressa. A sorte foi que, assim que falou tudo o que viu na Terra e no confinamento, ficou tão famoso que até apareceu em todos os programas e jornais. Alice Amaral Nº 5 8ºE . Júlia Pancada Nº 14 8ºE

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PANDEMIA versus POLUIÇÃO O que mudou? * Por Ana Modesto, Ana Feijão, Gonçalo Garção, Rita Machado

A pandemia “parou o mundo” mas será que também parou a poluição do nosso planeta? Com a mudança do estilo de vida das pessoas, a paralisação de grande parte dos transportes e das atividades económicas no mundo, as emissões diárias de dióxido de carbono (CO2- principal gás de efeito de estufa) diminuíram. Segundo a revista científica Nature Climate Change, estas sofreram uma redução de 17 % a nível mundial, o que é promissor para o Planeta. A NASA captou imagens de satélite surpreendentes, que refletem uma redução impressionante nas emissões de dióxido de nitrogénio (NO2), cuja principal fonte são os automóveis, comparativamente à época anterior ao confinamento. Seria bom que com o fim da pandemia estes aspetos positivos se mantivessem. Em termos ambientais, estes dados são positivos, mas não podemos esquecer que segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde) a poluição atmosférica mata cerca de 7 milhões de pessoas por ano. RESUMO Este artigo chama a atenção para o efeito da pandemia por SARS COV 2, sobre o Ambiente. Palavras chave: CO2, OMS, Pandemia, Poluição Alguns especialistas temem que, terminado o confinamento, as emissões batam recordes históricos de recuperação. A questão é saber se estamos perante uma miragem positiva que finalizará ao mesmo tempo que a pandemia de COVID-19. Seria importante que ambas trouxessem aspetos positivos que se verificassem: o fim da pandemia assim como a redução significativa da poluição.

Quanto à produção de resíduos sólidos descartáveis, o mesmo não se verificou, antes pelo contrário, assistimos a um aumento do uso de máscaras e de luvas, que por vezes não são colocadas nos recipientes adequados, acabando por se encontrar no chão e ser arrastadas para os oceanos. Uma equipa de Cientistas da Universidade de Aveiro alertam para o lixo da pandemia (site notícias de Coimbra). Afirmam que é urgente encontrar alternativas ao uso de máscaras e luvas descartáveis. Nos últimos meses têm estudado o aumento de lixo e o recuo generalizado na gestão sustentável de resíduos de plástico, dois enormes efeitos colaterais derivados do combate à pandemia. Seria importante que com esta redução da poluição em tempo de pandemia, surgisse uma aprendizagem para todos os Humanos. Promover a utilização de transportes públicos, para diminuir a libertação de CO2. Continuar a repensar, reduzir, reutilizar e reciclar o plástico e, sobretudo cada um fazer o seu papel pelo planeta – Proteger e cuidar!

*Alunos do 9ºB da Escola EB23 Marinhais Referências bibliográficas: Imagens satélite NASA, Março de 2020 Investigação cientistas da Universidade de Aveiro, Setembro de 2020 OMS, Outubro de 2018 Revista Nature Climate Change, Maio de 2020

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A Tua Profissão

O Meu Pé de Laranja Lima

Bom dia, Marinhais! Hoje vamos falar de profissões. Todos nós vamos ter empregos e, para isso, temos de saber como escolhê-los. Escolher uma profissão pode ser complicado, mas existe um fator que nos ajuda a escolher: a tua preferência. Tens de escolher uma profissão em, te sintas confortável e que gostes de exercer. Muitas pessoas não pensam nisto e acabam a trabalhar num emprego aborrecido. Para que isso não te aconteça, tens de pensar no que gostas de fazer e se tens jeito a fazê-lo. Eu gostaria de ser roteirista. Acho cativante a criação de novas ideias, de espaços e de histórias que possa partilhar com outras pessoas. Admiro o trabalho de vários roteiristas e, por isso, gostava de ser um. Poderia escrever roteiros de anúncios, de filmes, de programas de televisão ou até de jogos. Tive de pensar muito no que queria ser até chegar a esta decisão. Na verdade, pode ser a mais importante da vida de um adolescente. Portanto, decide bem o que queres ser. Pensa no futuro e não te deixes influenciar pelas ideias dos outros e pelas suas expectativas. Sê tu próprio e pensa em ti!

O Meu Pé de Laranja Lima é a obra mais conhecida de José Mauro de Vasconcelos, um grande escritor brasileiro. Trata-se de um livro autobiográfico publicado em 1968, adaptado para a televisão, cinema e teatro e que é aclamado como um dos mais importantes livros juvenis em língua portuguesa. A obra encontra-se organizada em duas partes, a primeira com cinco capítulos e a segunda com nove capítulos. Esta obra conta a história de um menino de cinco anos chamado Zezé, nascido no seio de uma família muito pobre e numerosa. Como é carente do afeto que não encontra junto dos pais, que se preocupam em sobreviver a cada dia, Zezé anda pelas ruas onde só inventa travessuras.  Quando o pai fica desempregado e a mãe tem de ir trabalhar para uma fábrica para se conseguirem sustentar, a família é obrigada a mudar-se para uma outra casa, mais pequena, mais pobre. No quintal dessa nova casa, Zezé torna-se amigo e toma por confidente um pé de laranja lima, o qual chama de Xinguinho, ou Xururuca.  Muito inteligente e esperto, Zezé entra para a escola aos cinco anos de idade e é a caminho de lá que faz um amigo, adulto e português, chamado Manuel Valadares.  O final deste livro é marcado pela morte do seu amigo português, que Zezé tratava como se fosse um pai, e com o corte do pé de laranja lima.  Na minha opinião, trata-se de um livro muito interessante e que me fez pensar sobre o facto de nem sempre valorizarmos o que temos, enquanto que existem muitas pessoas no mundo que mal têm possibilidades para comer ou para obter condições de vida que muitos de nós consideramos simples e básicas e às quais nem sequer damos importância. No início da leitura, achei o texto um pouco confuso, tendo em conta que é um género de texto que não estou habituada a ler, escrito em português do Brasil e com narrador homodiegético, mas que aos poucos revela-se muito fácil de ler e nada maçudo. Enfim, trata-se de uma história muito comovente e emocionante, que recomendo que todos leiam, porque realmente vale a pena! 

Rodrigo Fernandes, 9ºD

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Daniela Branco, 9A


“Contos, Jogos e Brinquedos Tradicionais”, projeto de sexto ano

Contos invertidos

Ainda no âmbito dos: “Contos, Jogos e Brinquedos Tradicionais”, em português, os alunos, a partir de alguns já conhecidos, deram largas à imaginação e criaram os seus próprios contos, onde tudo era permitido: a Capuchinho Vermelho era a má da fita, o Lobo, uma personagem bondosa e dedicada…

A Branca de Neve mal-educada Era uma vez uma mulher e um homem malvados, que tiveram uma filha, mas tinham um problema: ela era muito mal-educada. O nome da menina era Branca de Neve, porque ela era branca como a neve. Uma vez a menina ficou perdida na floresta e encontrou uma casa, era a casa dos anões. Como estava muito cansada, entrou. Na mesa, viu sete pratos de sopa. Como estava com fome, comeu tudo o que havia na mesa. Encontrou sete camas e deitou-se numa das camas. Os anões entraram dentro de casa e, ao ver aquilo, eles não gostaram. Eles não gostaram de ver a Branca de Neve ali, mas quiseram fazer uma boa ação e ajudá-la. Mas, quando a Branca de Neve acordou, ela falou muito alto e muito mal, desarrumou a casa toda e foi embora. Depois de ir embora, começou a sentir-se tonta e desmaiou. Passado algum tempo, o príncipe beijou a Branca de Neve, ela acordou e pela primeira vez disse um “obrigada”. O príncipe, encantado pela sua beleza, pediu a Branca de Neve em casamento, ela não aceitou, o príncipe não desistiu e continuou a tentar e a tentar, mas ela nunca aceitou. Um dia, o príncipe desistiu. E passado algum tempo, o príncipe achou uma bela menina, a rainha que tanto queria ser mãe e não tinha marido. Mas a Branca de Neve não gostou de ver o príncipe e aquela menina (a rainha), e ficou com ciúmes. O príncipe não se interessou e fez uma festa para celebrar o seu casamento com a rainha e passou a ser rei e tiveram um final feliz. E a Branca de Neve ficou sozinha e triste. Lara Simões, 6ºD

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A Branca de Neve e os Sete Anões Era uma vez uma menina muito má e feia que se chamava Branca de Neve. A menina tinha uma madrasta que morreu, então ela ficou com a mãe, que era muito boazinha. Como a Branca de Neve não obedecia à mãe, foi enfeitiçada e ficou muito velha, e a mãe só tirava o feitiço quando ela obedecesse. Ela não obedeceu. Então, passaram alguns dias e a Branca de Neve foi passear pela floresta. Foi aí que encontrou os sete anões que disseram em coro: - És mesmo muito, muito feia, velha e nós não gostamos de ti. Chateada, foi-se embora e, no caminho para casa, viu os animais da floresta e disse: - Olá, meus amigos, como estão? Os animais, ao ouvirem a Branca de Neve, fugiram a sete pés. Ela ficou muito triste e foi para a sua casa. Quando chegou, deu uma maçã com veneno à mãe, que lhe disse: - Antes de dar a primeira dentada, eu vou tirar o feitiço e a tua maldição será quebrada. - ALAKASAM! Quando a mãe acabou de dizer as palavras mágicas, deu uma dentada na maçã, caiu para o lado e Branca de Neve, imediatamente, ficou mais nova. Como ela estava mais nova, já todos gostavam dela, mas, para se vingar, ela amaldiçoou toda a gente. Laura Marques, nº 9, 6ºC

A Capuchinho do Mal Era uma vez, uma família de lobos muito feliz. Certa manhã, o lobinho Pedro foi dar uma volta e encontrou uma menina chamada Capuchinho Vermelho, que estava a chorar. Preocupado, o lobinho foi ver o que se passava com a menina. Quando chegou perto da menina, perguntou-lhe: - O que tens, Capuchinho Vermelho? Com uma voz estranha, a Capuchinho respondeu: - Eu tenho muita fome, preciso de comer RAPIDAMENTE! O lobinho convidou-a para ir até sua casa para comer uma refeição. No caminho para sua casa, o lobo sentiu algo estranho a picar-lhe nas costas. Quando olhou para trás, viu a Capuchinho muito diferente. A menina tinha agora uns olhos vermelhos esbugalhados com umas unhas grandes e afiadas. O lobinho ainda tentou fugir, mas não conseguiu! A Capuchinho devorou-o ali mesmo. A família do lobinho ficou muito triste quando encontrou os ossos do lobinho já morto. Carolina Germano, 6ºD

Os três lobos Era uma vez três lobos. O lobo mais novo fez uma casa de palha, o do meio fez uma casa de madeira e o mais velho fez uma casa de tijolo. O porquinho viu o lobo mais novo e o do meio e pensou em comê-los. Os lobos assustados foram para as suas casas. O porquinho foi atrás do lobo mais novo e pediu para o lobo o deixar entrar. O lobo recusou e, por isso, o porquinho encheu o peito de ar e soprou. A casa de palha do lobo foi pelos ares, o lobo desesperado correu para a casa do lobo do meio. O porquinho pediu para entrar, mas os lobos recusaram. Então o porquinho encheu o peito de ar e soprou. A casa de madeira foi pelos ares. Os lobos correram com a máxima velocidade para a casa do lobo mais velho. Mais uma vez, o porquinho foi atrás deles e pediu para entrar. O lobo do meio e o mais novo esconderam-se debaixo da cama. O porquinho soprou, soprou, soprou e a casa ficou igual. Então o porquinho entrou na chaminé. O que ele não sabia é que havia um caldeirão de água a ferver e o porquinho caiu lá dentro e queimou-se todo! Ele começou a correr e foi-se embora. Assim que ele saiu, os lobos começaram a cantar “quem tem medo do porquinho mau??, quem tem medo do porquinho mau??, quem tem medo do porquinho mau??” Tomé Rabita, nº 21, 6ºC


O cabritinho e os sete lobos Era uma vez sete lobos e a sua mãe. Certo dia, a mãe precisava de ir comprar carne e disse aos seus filhos para não abrirem a porta a mais ninguém senão a ela. Passado algum tempo, alguém bateu à porta e os sete lobos perguntaram: - Quem é? Logo de seguida, respondeu uma voz muito fina: - Sou eu, a vossa mãe. Abram-me a porta. Os lobos responderam que não lhe iam abrir a porta, porque a voz da mãe deles não era uma voz fina. O cabritinho foi à procura de uma pedra e comeu-a para tornar a sua voz mais grossa. Algum tempo depois, o cabritinho voltou a bater à porta e voltou a pedir que o deixassem entrar. Como já tinha uma voz grossa, os sete lobos disseram que o deixavam entrar se ele primeiro mostrasse as patas. Quando viram que as patas não eram escuras, não o deixaram entrar. O cabritinho zangado, sujou as patas de terra e tornou a bater à porta. Os sete lobos confirmaram a voz grossa e as patas escuras e deixaram o cabritinho entrar. Quando o cabritinho entrou, tinha um saco na mão e enfiou todos os lobos lá dentro. A caminho do seu barco, cruzou-se com a mãe loba que ouviu a voz dos seus filhos a pedirem ajuda de dentro do saco. A mãe loba foi atrás do cabritinho e salvou os seus filhos. Ana Luz Chanca, 6ºB

A Cabra e os sete Lobinhos Era uma vez um Lobo que tinha sete filhos. O Lobo ia à aldeia comprar comida e ele relembrou que havia uma Cabra que queria comer todas as crias do bosque, porque quando ela era pequena faziam-lhe mal. Lá foi o Lobo à aldeia e bateram à porta. Os Lobinhos perguntaram quem é, e a Cabra respondeu: - Sou o vosso pai Lobo! E eles responderam: - Não és o nosso pai, porque ele tem a voz mais grossa. Então ela foi à aldeia ver como é que o pai deles falava e foi bater outra vez e forçou a voz. - Quem é? -Sou eu, o vosso pai! – respondeu a Cabra, pondo as patas na janela.

- Não és o nosso pai, porque ele tem as patas pretas e as tuas são brancas - responderam os lobinhos. Por isso, ela foi à aldeia, comprou uma lata com tinta preta e colocou lá as patas para ficar com as patas pretas. E foi bater outra vez à porta. - Quem é? - perguntaram os lobinhos. - Sou eu, o vosso pai. respondeu a Cabra. - Então, põe as patas na janela- disseram os Lobinhos. Ela pôs as patas na janela e eram pretas, por isso, abriram-lhe a porta. Assim que viram que era a Cabra, eles saíram a correr e deixaram a porta aberta. Ela entrou e comeu toda a comida que ainda sobrava em casa dos Lobinhos. Luana Neves, 6ºB

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Iniciativa de solidariedade e cultura, no âmbito do Clube de Leitura - PNL2027 a ler! “É incontestável a importância de saber ler. Contudo, ler não é apenas o ato de juntar fonemas. Ler implica interagir com o texto, com o outro, com o mundo. As experiências de leituras são tão mais ricas, quanto as vivências do leitor.” Esta constatação atribui à escola a responsabilidade de criar oportunidades de leitura que permitam que todos os alunos a possam experienciar como momento de descoberta, aprendizagem, reflexão, questionamento e, claro, fruição. A disciplina de português, no âmbito do projeto de sexto ano: “Contos, Jogos e Brinquedos Tradicionais”, em articulação com a Biblioteca Escolar/ Clube de Leitura - PNL2027 a ler!, levou a cabo uma Iniciativa de Solidariedade e Cultura, no dia 16 de dezembro, que teve como objetivo promover a leitura e a partilha de contos tradicionais e maravilhosos, e, ao mesmo tempo, apelar à solidariedade: cada aluno / professor foi convidado a dar um donativo, que reverte a favor da causa já conhecida do aluno Tomás Leal. Um projeto de leitura simples, sim, mas é, assim, com projetos exequíveis, que os nossos alunos crescem com pequenos passos e se formam cidadãos: uma oportunidade também para criar leitores críticos e assertivos. Profª Zélia Pimentel

Espaço de opinião dos participantes: Gostei muito do trabalho proposto e de apresentar o meu conto à turma do meu grande amigo Rodrigo Teles. Obrigado | Afonso, 6ºC

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Desafios Matemático

A ideia de propor a resolução de um problema matemático, “Desafio”, surgiu da necessidade de preencher os 50 minutos de aula, dedicados à resolução de uma minificha de avaliação. A resolução da minificha de avaliação seria o primeiro momento de avaliação das turmas A e B do 7º ano, e sendo o ritmo de trabalho dos alunos tão heterogéneo, seria de prever que vários alunos terminariam a prova antes do tempo previsto. Assim, à medida que iam terminando a minificha, foi-lhes proposto a resolução de um problema. A surpresa e entusiasmo das turmas foi grande e dois alunos conseguiram resolver o problema em aula. A esses alunos foi sugerida a pesquisa/elaboração de um desafio a propor às turmas no mês seguinte. E assim surgiram os “Desafios_Dezembro”! Prof.ª Rute Pardal

Manuel Abrantes e Miguel Vieira

Fazendo apenas 3 cortes com uma faca, como cortarias um bolo em 8 partes? Filipa Rodrigues

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coletivo

colectivo | adj. | s. m. | adj. s. m. co· lec· ti· vo |èt| (latim collectivus, -a, -um, recolhido) adjectivo 1. Que forma colectividade ou provém dela. 2. Que pertence a ou é utilizado por muitos (ex.: obra colectiva; transporte colectivo). nome masculino 3. Conjunto de indivíduos que formam uma unidade em relação a interesses, sentimentos ou ideais comuns (ex.: colectivo de artistas). = COLECTIVIDADE, COMUNIDADE adjectivo e nome masculino 4. [Gramática] Diz-se de ou nome que, mesmo no singular, representa pluralidade (ex.: as palavras bosque, dúzia, multidão e rebanho são colectivos). • Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: coletivo. “coletivo”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario. priberam.org/coletivo [consultado em 24-12-2020].

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6.º A

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Caros alunos, Março de 2020! Um momento que quem viveu nunca há de esquecer. Garanto-vos, quando forem velhinhos, hão de lembrar desse tempo em que, pela primeira vez, o mundo parou. Ainda estamos a viver ‘a coisa’, pelo que não conseguimos ter a perspetiva nem a profundidade deste evento. Só o tempo fará com que se perceba o que estamos a viver. Os vossos netos talvez estudem este momento como aquele em que a humanidade começou a ganhar um novo rumo, esperemos. Doce Chocolate. Memórias Covid-19, o nome que demos a este primeiro projeto desenvolvido no âmbito das aprendizagens em Tecnologias de Informação e Comunicação, neste tempo de pandemia/ isolamento social. Lembram-se que tínhamos outro projeto para desenvolver nesta disciplina, certo? No entanto, fomos apanhados pelo inesperado, e tivemos de encontrar uma resposta à altura. Aquando da nossa primeira aula desse período, eu só sabia uma coisa: queria começar por desenvolver um projeto convosco onde pudéssemos minimizar a tensão e ansiedade que vivemos nas primeiras semanas de aula deste período. Assim, na nossa primeira aula, desenhámos o projeto: decidimos que queríamos adocicar as nossas vidas, ir para as nossas cozinhas e confecionar um doce com chocolate, envolvendo as nossas famílias. E assim foi! Começámos por partilhar as receitas num Fórum de discussão no Moodle, onde todos nós ficamos com água na boca com as propostas apresentadas. O passo seguinte foi programar o momento de confeção do doce, realizá-lo, e depois submeter um documento em Word, seguindo algumas orientações fornecidas pelo professor. Assim aconteceu e como combinado, eu ficaria com a responsabilidade de compilar todas as receitas, transformando-as no nosso livro ‘doce Chocolate’. Este processo, além de vos ter permitido entrar no processo de Ensino à Distância de uma forma menos brusca, também estimulou a socialização entre os diferentes elementos do grupo/turma; permitiu a consolidação de algumas aprendizagens (i.e. pesquisar na Internet; utilizar um processador de texto; enviar e-mails; fotografar utilizando o telemóvel, utilizar o Moodle, etc) competências importantes para as outras aprendizagens que iriam realizar noutras disciplinas. Pelos vossos textos, não duvido que, assim como eu, tiveram muito prazer em participar neste ‘doce Chocolate’. Beijinhos e abraços, Professor Valdemar Lopes Junho de 2020

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“ESTUDANDO E CONSTRUINDO A ESTAÇÃO DE COMBOIOS DE MARINHAIS” PROJETO

6.º C + D

“Somos todos locomotiva, transportando um interminável comboio de emoções.” (Tato Vilanova)

O 3º Período do ano letivo 2019/2020, devido ao confinamento social e à Pandemia do COVID-19, foi, sem qualquer dúvida, um dos maiores desafios e uma das maiores transformações na História da Humanidade e da Educação. Em casa, os alunos e famílias das turmas do 6ºC e D continuaram a abraçar os seus projetos/ sonhos, concretizando-os. No âmbito do Grande Projeto inter/transdisciplinar “Estudando e Construindo a Estação de Comboios de Marinhais” (comum às duas turmas), desenvolveram-se, no referido período de confinamento, dois subprojetos com resultados fantásticos.

CÚBICAS (Eu, a minha Família, as profissões da Estação/Linhas) E O COMBOIO DA VIDA” SUBPROJETO: “PERSONAGENS

http://tvr-marinhais.blogspot.com/2020/09/comboio-da-vida-personagens-cubicas.html

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Depois de uma Mega Aula de Campo em novembro... Depois de uma viagem no tempo... Depois de muitas continhas a converter à escala as medidas da Estação (que tirámos na Mega Aula de Campo)... e antes de construir a maqueta da Estação (1/27) e réplica do edifício em tijolo/cimento no pátio escolar (escala 1/7), houve que recriar as pessoas e conhecer as que nos acompanham no Comboio da Vida... As pessoas, as gentes e os profissionais das linhas de caminho de ferro. Não existe Estação sem Comboio... Não existe Comboio sem Pessoas... Cada aluno construiu cinco personagens cúbicas, sendo uma delas a sua personagem e as outras, quatro familiares e profissionais (estudadas) da Estação e das linhas de caminho de ferro. Associado às personagens cúbicas, cada aluno escreveu um pequeno texto sobre o “Comboio da Vida”.


Eis alguns desses textos e fotos das personagens cúbicas: “O comboio é semelhante à vida. Durante esta viagem, o comboio leva muitos passageiros: familiares, pais, irmãos, colegas e amigos. É uma viagem de embarques e desembarques, com algumas tristezas, felicidades, acidentes e surpresas. Temos que aproveitar ao máximo a nossa viagem para que quando chegar a nossa hora de desembarcar, possamos dizer que valeu a pena viajar neste comboio, e que os outros passageiros recordem com carinho quem nós fomos.” (Beatriz Quitério) “A Nossa Viagem inicia-se dentro da nossa Mãe. Lá começamos a fazer os primeiros movimentos. Quando nascemos conhecemos duas pessoas que nos vão apoiar grande parte da Viagem. Mas, sabemos que um dia irão desembarcar, deixando uma enorme tristeza nos nossos corações. Também sabemos que irão embarcar outras pessoas, que nos vão acompanhar ao longo da Viagem, trazendo alegrias e Tristezas. Não importa o quanto dura a viagem, o importante é sermos e fazermos os outros FELIZES!” (Alexandre Adriano) “A Vida é como um Comboio. Assim que nascemos entramos no Comboio da Vida. Ao longo dela, vamos deixando entrar pessoas na nossa carruagem (vida)… Família, Amigos, Educadores, Professores, Treinadores, Patrões, etc… Conforme vamos crescendo, pessoas saem da nossa carruagem. Uns para seguir outros caminhos, outros porque partem para o Céu. Cada pessoa que entra nas nossas vidas pode ser um Amigo

ou uma Lição. Até chegarmos ao final da descida da nossa carruagem, devemos Amar, Respeitar, Ajudar todos os que nela entrarem, pois aprendemos todos uns com os outros.” (Eliana Pais) “A vida é como se fosse um comboio. Quando embarcamos é o nosso nascimento e quando falecemos, desembarcamos... Ao embarcarmos, conhecemos as primeiras pessoas que são os nossos pais. Que nos apoiam quando as coisas correm bem ou correm mal, nos dão amor, carinho e proteção... Depois vão entrando outras pessoas, umas mais importantes que outras. Algumas delas deixam marcas. Marcas tão fortes que, quando desembarcam, deixam no seu lugar a saudade...Quando falecemos deixamos as nossas marcas e também temos a esperança que alguém fique com saudades nossas. A VIDA É MESMO UMA VIAGEM!!!” (Yara Pimentel)

“Ao longo da caminhada irá haver sonhos, fantasias, desafios, alegrias, tristezas, projetos concretizados e outros não, e, algumas desilusões. Os conhecimentos que adquiri ao longo da minha viagem serão transmitidos aos meus filhos. Quando a viagem estiver a terminar irei recordar os bons e os maus momentos, as alegrias e tristezas vividas.” (Rúben Bral) “Durante esta viagem há pessoas (os nossos pais) que ficam para sempre, mas um dia terão de desembarcar e deixarão saudades para sempre, fazendo com que fiquemos mais frágeis, mas há outras que embarcam

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(nossos irmãos, amigos e amores). Não é por haver vários desembarques que devemos desistir da nossa viagem... Todos nós temos de aprender a dar mais valor à vida. Para isso podemos passar mais tempo com a nossa família, usar tudo o que temos em vez de guardar e principalmente dizer o quanto amamos os nossos pais, filhos e irmãos. Todos os dias são especiais!” (Lara Nunes)

“Gosto muito da minha família. Às vezes sinto-me como um comboio com dezenas de vagões vazios, andando sempre em linha reta sem destino algum, ou como uma folha em branco que não dá para escrever ou como um copo vazio sem fundo. O meu comboio da vida tem muitas pessoas e ainda nenhuma desembarcou. O que eu mais amo são, a minha mãe, o meu pai, a minha avó, que é mãe da minha mãe, e os meus irmãos. Mas nunca sabemos quando vão desembarcar... Espero que o comboio da minha vida dure muito tempo, para estar mais tempo com a minha família.” (Alexandre Portela)

“O Comboio da Vida é onde levamos familiares, amigos e pessoas… Por vezes levamos muitas pessoas, mas quem nos acompanha mais são os nossos pais. Um Dia eles desembarcarão. Vamos ficar tristes, mas teremos irmãos e os amigos verdadeiros que estão no nosso comboio… para os momentos tristes, os felizes… os com mais emoção e os com menos emoção. Todos os momentos que passamos são especiais e os levamos na nossa viagem da vida. É preciso aproveitar bem todo o tempo que temos: brincar, rir, passear, abraçar e mimos…” (Lara Simões) “Quando nós nascemos é como se estivéssemos a embarcar num comboio. Haverá duas pessoas que já embarcaram: a nossa Mãe e o nosso Pai… Pode haver felicidades de ter outra pessoa a embarcar e tristezas por alguma desembarcar. É como na Vida: entramos e algum dia teremos de sair.” (Luana Nogueira)

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“A cada dia que passa, tenho mais amor pela minha família. No dia a dia os meus pais dão-me carinho e educação. Tenho dois irmãos, são chatos mas sempre irei amá-los, também fazem parte do meu comboio da vida… Faço esta viagem da melhor maneira possível, quero ficar ao lado dos meus pais. Vou sentir muitas saudades que não me apetece largá-los. Cada dia que passa, cada hora, cada minuto é mais especial para mim. (Alexandre Portela)

“A nossa vida passa tão rápido que nem nos apercebemos, é como um passarinho que voa ao sabor do vento. Devemos aproveitar os momentos com aqueles que amamos. O amor é o sentimento mais bonito do mundo. A vida é cheia de derrotas e vitórias, é preciso lutarmos bastante e seguir em frente, com o objetivo de conseguirmos alcançar os nossos sonhos. Os meus pais são muito importantes para mim, são os pilares da minha vida. Mesmo quando alguém nos deixa triste ou feliz, acabamos sempre por aprender alguma coisa e acabamos por dar mais valor e respeitar as coisas boas que a vida nos dá… “Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si ,levam um pouco de nós.” (Antoine de Saint- Exupéry) “ ( Carolina Germano)


SUBPROJETO: “CONSTRUÇÃO

DE MAQUETA À ESCALA DE 1/27” No decorrer do 3ºPeríodo Escolar do ano letivo 2019/2020 (período de confinamento social), chegou a hora do subprojeto “Construção da Maqueta da Estação de Comboios de Marinhais à escala de 1/27”, tendo por base os materiais disponíveis em casa, sendo o cartão a matéria prima principal. Depois de muitas continhas a converter à escala de 1/27 todas as medidas tiradas ao edifício da Estação na mega aula de campo realizada em novembro de 2019, chegou a hora de executar a maqueta na disciplina de Educação Tecnológica. Cada pedacinho de cada uma das 44 maquetas foi construído pelos alunos com emoção! Conseguiram obras de arte e de engenharia fantásticas, com um extraordinário equilíbrio entre a Ciência/Razão (Escala 1/27) e o Coração! Num momento difícil de Ensino à Distância (E@D), cada Família abraçou o projeto com AMOR, incentivando cada aluno a ser resiliente e a dar o melhor de si, neste colossal desafio! Parabéns a todos os alunos e suas Famílias! Este projeto é dedicado em Especial à D. Alice Calçada, uma Vida dedicada à Estação de Comboios de Marinhais....e a todos os profissionais das estações de comboios e ferrovias... que vivem ou já partiram... que fazem ou que já fizeram... com que muitos viajassem neste Lindo Comboio da Vida! BOA VIAGEM! (http://tvr-marinhais.blogspot.com/2020/09/projeto-estudando-e-construindo-estacao.html

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“Orienta-te… o 7º A está ON”!

7.º A

No âmbito da projeto da turma “Orienta-te…” e da TUT_DT, o 7º A esteve “ON” durante o 1º período, uma vez por semana, em sessões síncronas, via Zoom. Nos 10 encontros, à 2ª feira à tarde, facultativos, participaram uma média de 20 dos 22 alunos da turma. Foram desenvolvidas atividades sobre os temas: Direitos Humanos, Diversidade, Identidade e Cidadania Ativa. Começaram por “Orienta-te… nos teus direitos e deveres!”, debatendo regras de relacionamento interpessoal e as regras/contrato das aulas síncronas. De seguida, passaram ao “Orienta-te… vamos a votos!” debatendo e definindo as regras do processo eleitoral para delegado e subdelegado da turma, destacando-se a imposição da lei da paridade, ou seja, obrigatoriamente o género do subdelegado da turma seria diferente do género do delegado. Terminaram com um vídeo/puzzle dos 30 Direitos Humanos que compila a leitura dos mesmos por todos os alunos da turma. No âmbito da Diversidade, abordaram e debateram “Orienta-te… nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, tendo como produto final a elaboração de um PowerPoint para partilhar com as outras turmas da escola. No tema Identidade e Cidadania Ativa, no próximo período, desenvolverão “Orienta-te… na pegada ecológica!” em articulação com as disciplinas de Inglês e Educação Física. Em interdisciplinaridade - Educação Física, Educação Visual, Educação Tecnológica, Físico-química, Geografia, Matemática - e com o Coordenador de Projetos está a decorrer “Orienta-te… num percurso!”, abordando diferentes conteúdos como: Orientação, atividade física, diferentes formas de orientação, mapas, escalas, proporcionalidade direta, representação gráfica e processos tecnológicos. Os alunos e os pais estão de parabéns pelo compromisso escolar revelado! Orientem-se…!!!

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Prof. César Saramago


“Estrela de Esperanças” Com este trabalho, aprendi a desenhar uma estrela. Tive algumas dificuldades a desenhar, mas consegui. Utilizei: compasso, régua, lápis e o cartão de uma caixa de cereais. Construí a estrela com a minha irmã. Francisco Lima/7A/N8

Com este trabalho, aprendi a desenhar uma estrela, tive algumas dificuldades, mas agora já percebi. Este trabalho foi realizado com a ajuda do meu irmão. Para a construção da estrela tive que utilizar : régua, compasso, uma cartolina – reciclada de uma caixa de cereais. Carolina Lima/7A/N2

A “Estrela de Esperanças”. As minhas esperanças são: felicidade, saúde, respeito, carinho, paz e harmonia. A minha dificuldade na planificação da estrela foi encontrar o meio do diâmetro [A,B]. Eu realizei a minha estrela com ajuda da minha querida mãe. A utilização da minha estrela será para decoração da casa. Os materiais utilizados foram: o cartão, tecido, feltro, cola líquida, um laço, brilhantes e um elástico para pendurar a estrela da esperança. Lara Belgacem/7A/N9

A estrela de esperanças representa a nossa turma, “ 7 A “. As minhas 6 esperanças são: fé, diferença, amor, confiança, paz, igualdade. Esta estrela foi realizada com a ajuda de um familiar. Utilizei para a realização desta estrela: lápis, compasso e régua. Para a decoração utilizei lápis de cor e marcadores. Esta estrela foi realizada no âmbito de um desafio da nossa escola: “ A estrela maior do mundo“. Leonor Magriço/7A/N12

Esta tarefa foi realizada no âmbito do desafio da escola: “A maior estrela do mundo”. O nosso tema foi: “Estrela de Esperanças”. As minhas 6 esperanças são: amor, humildade, carisma, saúde, gratidão e amizade. A planificação da estrela foi fácil, é só seguir os passos! Já tinha aprendido a fazer a estrela no 6º ano, agora foi só aplicar. Eu fiz a estrela sozinho. A estrela é muito bonita e depois de decorada ainda ficou melhor. Martim Rodrigues/7A/N16

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O tema da turma era “Estrela de Esperanças”. As minhas 6 esperanças são: saúde, união, alegria, compreensão, amizade e fé. Realizei a estrela com a ajuda da minha família. Vou usar a estrela que fiz para decorar a minha árvore de natal. Pedro Dias/7A/N17

“Esta tarefa foi realizada no âmbito do desafio da direção da escola: “A maior estrela do mundo”. As seis esperanças que eu escolhi foram: fé, amor, família, saúde, paz e união. Eu realizei esta tarefa com a ajuda da minha mãe e do meu pai.”

Realizei esta estrela de esperanças com a minha mãe. Para a decoração da minha estrela utilizei: brilhantes, fita decorativa e missangas. As minhas 6 esperanças: saúde, paz, amor, amizade, bondade e acolhimento. Carolina Arsénio/7ª/N3

“Esta tarefa foi realizada no âmbito do desafio da direção da escola: “A maior estrela do mundo”. As 6 esperanças que eu escolhi foram: Saúde, Prosperidade, Sorriso, Família, Amor, Felicidade. Eu realizei esta tarefa com a minha mãe e com a minha irmã.” Victória Tola/7A/N22

Lara Palhas/7A /N11

A estrela foi criada no âmbito do desafio da escola: a maior estrela do mundo. O tema da nossa estrela da turma é: Estrela das esperanças. Criei esta estrela com as técnicas do 5, 6 e 7 ano. As minhas seis esperanças são: amor, carinho, paz, união, igualdade e alegria. Eu tive algumas dificuldades na estrela porque este ano ainda não praticámos muito a planificação da estrela. Na construção da estrela, tive a ajuda da minha irmã. A minha estrela serviu para a decoração de natal. Rita Calado/7A/N19

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Esta tarefa foi realizada no âmbito do desafio de direção da escola: “A maior estrela do mundo”. O tema da nossa turma é “Estrela de Esperanças”. Com o tema definido, cada aluno da turma sugeriu seis esperanças. As minhas foram: Amizade, Alegria, Esperança, Bondade, Agradecimento e Saúde. Em casa, cada aluno da turma desenhou uma estrela em cartão ou cartolina, utilizando a régua e o compasso. No fim de desenhada, a estrela foi recortada e decorada. A minha estrela foi decorada com botões, canetas de feltro, missangas, cristais decorativos e fita de cetim. Durante o desenho da

estrela, utilizei as técnicas que aprendi no 5º ano, 6º ano e 7º ano, na disciplina de E.V. Esta estrela foi desenhada por mim, mas decorada com o auxílio da minha mãe. A minha estrela serviu de decoração para a minha árvore de Natal. Pedro Fonseca/7A/N18


8.º A 2019-2020

O nosso planeta é grande, Temos de o estimar. Por gostarmos muito dele, Vamos ter de o ajudar. Nos oceanos, deitamos muito lixo, Mas é urgente parar. Se continuarmos assim, Os peixes podem acabar. Sejamos solidários E comecemos a trabalhar: Somos todos necessários Para apanhar o lixo do mar! Érica Ferreira, 8A

OCEANOS DE LIXO- 8A Podemos ouvir o mar, A dizer que as ondas vão avançar. Ondas muito poluídas Que só nós podemos tratar! Podemos ouvir o mar A gritar por ajuda, Mas enquanto ninguém fizer nada Ele não vai aguentar. Peixes mortos a flutuar, E o plástico a nadar … Será que ainda vamos a tempo De pensar e ajudar? Camila Fernandes, 8A

Ondas que vêm dar à costa, trazem consigo um grande tesouro, diversão para seres humanos, risadas que valem mais que ouro.

Com os plásticos nos oceanos, os peixes estão em extinção. A população nada faz, apenas mais poluição. A poluição a aumentar, o planeta em destruição, a população a ignorar: faz doer o meu coração. Várias espécies em extinção, Nas praias completamente poluídas, Mas há banhistas sem preocupação por as deixarem obstruídas. Há peixes a morrer por plásticos ingerir. Não sabem o que estão a comer nem imaginam como isso os vai ferir! Maria da Jesus, 8A

Eu vou à praia e vejo, muito lixo na areia. Será que fazem isso lá em casa Ou levariam uma grande tareia?

Os animais marinhos sofrem, com derrames de petróleo e restos de alcatrão, Mas se quiseres agir bem, Não jogues lixo no mar nem no chão.

Quando vou dar um mergulho, Muitas vezes vejo lixo e sujidade, Será que é desprezo ou descuido, Ou será apenas maldade?

Podes ajudar a catar lixo das praias e reciclar o que já não te serve. Protege a vida marinha e ajuda o ambiente.

Muitas pessoas não querem saber dos mares e oceanos, E quando veem o lixo fazem vista grossa. Será que vão gostar de ver os seus filhos e netos, Um dia, a nadar num mar que mais parece uma fossa? Alexandre Antunes, 8A

Deixámos de ver golfinhos, deixámos de ver baleias: foram apanhadas nas teias.

As ondas vão e voltam. O que elas vão levar? Levam tudo o que encontram Plásticos cobrem as marés e correntes Para o alto-mar. e, com eles, há vidas acabadas... Garrafas dão às costas Levam o nosso lixo E ninguém faz nada!!! Para, no fundo mergulhar E mata tudo o que é bicho A cada segundo que passa Lá no alto-mar. morre um ser. Parte de nós morre com ele Sejam sacos ou cigarros, porque sabemos que somos Vai sempre lá parar culpados. E até pneus de carros Se encontram no alto-mar. Sabemos que, aos poucos, André Sanches, 8A provocamos o fim do mundo!

Mas por influência humana, mais coisas elas podem trazer, plástico, lixo e resíduos tóxicos, Que à areia vêm ter.

Francisca Gomes, 8A

Matamos seres marinhos: vidas se perdem, espécies desaparecem…

Daniela Rosa, 8A

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O

nosso comportamento em família afeta o ambiente: As nossas ações na quarentena.

8.º B 2019-2020

No ano letivo 2019-20, no âmbito da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento e do projeto “Vamos Cuidar do Planeta”, já em período de confinamento e de E@D, à turma 8ºB, foi colocado um

desafio:

fazer uma pequena reflexão em família sobre o “ IMPACTO DO CONFINAMENTO/COVID-19 NO AMBIENTE”. Segue a partilha de algumas das reflexões feitas pelos alunos e respetivas famílias. Prof.ª Helena Gomes . DT

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Na minha família não mudou muita coisa na quarentena, algumas ações apenas continuamos a realizar, estando em período de confinamento ou não, como a reciclagem e o uso de sacos reutilizáveis nas compras. Mas claro, também notámos algumas diferenças nestes meses. Devido a alguns setores de trabalho pararem ou diminuírem as suas atividades, apenas um veículo foi utilizado pelos meus pais, pois o meu pai ficou em casa por um período de tempo, mas a minha mãe trabalha num local que não parou na quarentena. Sempre que é possível, ao comprar fruta, a minha mãe dá preferência aos sacos de papel ou rede ao invés de usar plástico sem necessidade. No entanto, houve um aumento no consumo de embalagens de plástico até mesmo ao usar desinfetantes porque todos vêm em garrafas de plástico. É necessária a utilização de máscaras e luvas descartáveis e, infelizmente, muitas pessoas ainda descartam esses objetos nas ruas, sem pensar na poluição que estão a causar. Devemos alertar essas pessoas para o que

pode acontecer se continuarem a fazer isso e tentar mudar os seus comportamentos o máximo possível. Vários químicos estão a ser usados com mais frequência como os detergentes, lixívia e, claro, os desinfetantes e todos esses químicos estão a ser libertados para a atmosfera e para os solos. A quarentena está a ser realizada por um bom motivo porém também tem alguns pontos negativos com os quais devemos ter cuidado e alertar a população, ao mesmo tempo que tomamos as medidas de prevenção necessárias como família e membros da comunidade. Beatriz Ferreira Nº6.


C

om o aparecimento do Covid-19, tivemos que mudar as nossas vidas, ficámos em casa para nos protegermos e proteger os outros. Passámos a ter aulas por videoconferência e pela televisão, muitas pessoas começaram a trabalhar a partir de casa (teletrabalho), muitas ficaram desempregadas, outras tiveram que continuar a trabalhar para que o país não parasse. Também tem havido muita ajuda para os mais necessitados e para as pessoas idosas para que estes não saiam de casa. Muitas empresas pararam, fecharam aeroportos, restaurantes, cafés, praticamente o nosso país e o mundo parou. Com maior parte das pessoas em casa, a quantidade de gases prejudiciais emitidos para a atmosfera diminuiu. O ar das cidades está mais limpo, as águas também mais limpas, houve uma aproximação de animais selvagens às cidades. Estas alterações têm um impacto positivo para o meio ambiente, só que, quando tudo voltar ao normal, o problema vai continuar a existir. Existe um comportamento anormal de algumas pessoas que saem para trabalhar ou vão às compras, deitam fora os equipamentos de proteção, depois de usados, como máscaras e luvas para qualquer lado, nos carrinhos das compras ou nos parques, para a beira das estradas, não têm cuidado, é uma situação grave porque contaminam o meio ambiente. Os comportamentos que se podem continuar a ter são, quem pode continuar a trabalhar a partir de casa, deve fazê-lo, pois, assim andam menos carros nas estradas. As autoridades devem chamar a atenção das pessoas através de cartazes, publicidade, etc, para terem cuidado com os equipamentos de proteção depois de os usarem, não os deitar para o meio ambiente. As escolas devem continuar os projetos com os alunos, para limpar o meio ambiente dos locais onde estudam e vivem. As instituições de solidariedade devem continuar a ajudar os mais desfavorecidos e os idosos da nossa comunidade. Dinis Venda

D

urante este período de confinamento, todos ficámos “fechados” em casa, exceção feita ao meu pai que derivado à sua profissão continuou a trabalhar. Inicialmente, um dos maiores impactos ambientais teve a ver com a poluição atmosférica, pois, devido ao confinamento implementado no nosso país, houve uma grande diminuição de veículos em circulação, menos empresas a laborar e com isso reduziu-se muito a poluição atmosférica. No entanto, sabemos que este é um comportamento que não iremos conseguir manter, durante muito tempo, pois tanto os meus pais, como a população em geral para se deslocarem para os trabalhos, e eu para ir para a escola, necessitamos de nos deslocar em meios de transportes e veículos e as empresas têm de laborar para não haver uma quebra de economia. Deste confinamento podemos atribuir uma maior responsabilidade a todos nós, pois verificámos uma grande necessidade de reutilizarmos, de reciclarmos, de reduzir o uso de plásticos, de poluir menos no nosso dia a dia para que possamos cada vez mais reduzir a poluição no nosso planeta. Derivado a este confinamento e à redução da poluição, ao caminharmos pela charneca gloriana, ouvimos vários animais, coisa que antes quase não se ouvia, inclusive, numa dessas caminhadas o meu pai referiu que viu e ouviu um pássaro (GAIO), que já não andava por ali há uns anos, pois, com a poluição e com o ruído cada vez mais existente, procurou outros lugares para seu habitat. Família Monteiro (Dinis Monteiro, nº 10)

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reflexão em família sobre o “ IMPACTE DO CONFINAMENTO/COVID-19 NO AMBIENTE”.

Durante o período de confinamento, verificámos que o uso do automóvel diminuiu, uma vez que o número de vezes de ida para o trabalho dos meus pais também reduziu, tendo assim contribuído para a diminuição das emissões de CO2 e consecutivamente a redução da poluição atmosférica. Para além disso, também os passeios em família deixaram de ser feitos em automóvel para passar a passeios a pé, contribuindo para o bem-estar e reduzindo a poluição. Verifica-se que o lixo doméstico aumentou, no entanto, a reciclagem mantém-se e continuamos a usar em casa a loiça e o vidro, em vez de plástico. Após o confinamento, devem manter-se os passeios a pé e as empresas devem promover o teletrabalho sempre que for possível.

Durante este período de confinamento, a nossa família foi forçada a alterar alguns hábitos, como por exemplo: - Andámos mais a pé; - Utilizámos muito pouco o carro; - Reciclámos mais; - Fizemos mais refeições em casa; - Fizemos compras no comércio local; - Comprámos mais produtos nacionais. Pensamos que todos estes comportamentos podem e devem ser mantidos após o período de confinamento. Ajuda o ambiente e ajuda a economia nacional. Gonçalo Garção

Ana Feijão

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Póster Eco-Código CULTURA, HISTÓRIA E AMBIENTE: PROTEGE UMA PAISAGEM DIFERENTE Memória descritiva INTRODUÇÃO O póster eco-código, aqui apresentado a concurso, constitui-se como um dos elementos do projeto da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, realizado pela turma do 8ºD da Escola E.B. 2,3 de Marinhais. Intitulado “Entre Pontes – Roteiro Turístico”, este projeto pretendeu dar resposta ao desafio lançado pelo tema do Agrupamento de Escolas - “Saber ser: eu, os outros, a natureza e o património”. Embora coordenado pela disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, tratou-se de um projeto multidisciplinar, que envolveu, por isso, várias áreas do saber. OBJETIVOS Pretendia-se, em primeiro lugar, criar um roteiro de turismo sustentável, para promoção da região onde a escola se insere, nomeadamente entre a Ponte da Lezíria, em Benavente, e a Ponte Rainha D. Amélia, em Muge. Explica-se, deste modo, a expressão que dá nome do projeto. Simultaneamente, havia o objetivo de chamar a atenção para importância de adotar uma postura de respeito pelos vários locais de interesse turístico: natureza, monumentos, comunidades locais. Na verdade, ao promover um turismo responsável, procurou-se assegurar a sustentabilidade da região, a nível ambiental, mas também em termos económicos. EXECUÇÃO A) Do projeto: Os alunos começaram por pesquisar espaços turísticos ao longo do rio Tejo, entre as localidades de Benavente e Muge. Procuraram tradições locais. Identificaram, ainda, restaurantes e outros espaços comerciais, uns e outros promotores dos produtos da região. Em aula, procedeu-se à seleção dos locais de interesse que poderiam integrar um roteiro com a duração de um dia. Para cada um deles, os alunos prepararam uma breve descrição, salientando aspetos de interesse histórico, cultural e ambiental. Concluiu-se, deste modo, o folheto com a proposta do roteiro. Importava, agora, promovê-lo. Essa tarefa foi desenvolvida na aula de Educação Visual (EV), com a criação de um cartaz publicitário. Faltava, por fim, encontrar uma estratégia para promover, juntos dos futuros turistas, ações conducentes ao cuidado e à preservação da Natureza e do património material e imaterial. É neste âmbito que surge o repto lançado pela professora de Ciências Naturais e, também, Coordenadora do Projeto Eco-Escolas: um póster eco-código.

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B) Do póster eco-código: Em primeiro lugar, nas aulas de Cidadania e Desenvolvimento, os alunos foram convidados a refletir sobre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), designadamente, os números 11 a 15. Foi-lhes, depois, pedido que pensassem em medidas concretas que pudessem ser implementadas para dar resposta àqueles ODS. Esta dinâmica foi interrompida, inesperadamente, com as medidas excecionais e temporárias na área da educação, no âmbito da pandemia da doença COVID-19. No entanto, apesar de suspensas as atividades letivas e formativas presenciais nas escolas, o ensino continuou à distância.


Mudaram as estratégias, surgiram algumas dificuldades, mas deu-se continuidade à tarefa. Assim, numa aula síncrona de Cidadania e Desenvolvimento, os alunos apresentaram sugestões de frases que pudessem constar de um Eco-Código para Turistas e, num diálogo que envolveu toda a turma, selecionaram-se as mais pertinentes. PRODUTO FINAL Para construir o póster digital, em formato A4 e organizado na vertical, recorreu-se a um dos cartazes publicitários elaborado por uma aluna na disciplina de Educação Visual, selecionando-se, seguidamente, as fotografias mais apelativas do folheto turístico, que se legendaram com as frases escolhidas. O slogan, que dá título ao póster, foi um dos muitos criados pelos alunos numa aula de Português. IDENTIFICAÇÃO DE TODOS OS AUTORES

Escola do Ensino Básico 2,3 de Marinhais Professora Coordenadora: Margarida Carvalho (Profª de Português, Cidadania e Desenvolvimento e Diretora de Turma) Alunos: Todos os alunos da turma D do 8º ano estiveram, direta ou indiretamente, envolvidos na elaboração do Póster Eco-Código.

Marinhais, 22 de junho de 2020

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8.º E

DEVOLVER À TERRA O projeto “Devolver à Terra” é uma iniciativa que resulta entre a Associação Zero e a Silvex e a E. B. 2,3 de Marinhais, sob a orientação da professora Anabela Ferreira, professora de Geografia, de Cidadania e Desenvolvimento e diretora de turma do 8ºE. Este projeto tem como objetivo incentivar boas práticas ecológicas entre os mais novos, nomeadamente na aprendizagem da valorização de resíduos orgânicos e na sua transformação em composto de grande quantidade, e envolve, no presente ano letivo, as turmas de oitavo. Salienta-se que, entre muitas escolas candidatas, a nossa foi uma das selecionadas. No 1º período, para além das atividades no exterior, “fora da caixa”, as turmas A e B do 8º ano deram asas à imaginação e poetizaram… Nos 2º e 3º períodos, contamos apresentar os trabalhos “dentro da caixa” das turmas B, D, E e F.

Transforma cada folha caída Em algo saudável prá vida. 8º A

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Prá nossa horta adubar, Muitas folhas vamos apanhar E tantas ervas cheirosas plantar. 8ºC


Cada folha apanhada… Uma horta adubada. 8º A

No pátio da escola, As folhas vamos apanhar Para a horta adubar. 8º C

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DIA INTERNACIONAL PARA A ELIMINAÇÃO DA VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES No dia 25 de novembro, assinalou-se o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres. No entanto, no presente ano, as atividades contra a violência de género do Sistema das Nações Unidas, acontecerão, de 25 de novembro a 10 de Dezembro, sob o tema global de 2020: “Orange the World: Fund, Respond, Prevent, Collect!” https://www.unwomen.org/en/whatwe-do/ending-violence-against-women/take-action/16-days-of-activism

Algumas turmas de 8°ano realizaram trabalhos alusivos à data, no âmbito da Cidadania e Desenvolvimento em articulação com a disciplina de Português, trabalhos que serão expostos, em breve, na escola. Este dia, mais um para alguns, não pode, não deve passar despercebido. Uma sociedade melhor e diferente não pode ser constituída por pessoas indiferentes. Ficam os desenhos (três) realizados por alunos (Gabriela Coelho, Sofia Rosado e Miguel Neves) e legendados de forma a sensibilizar crianças, adolescentes, adultos.

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Trabalhos realizados por alunos do 8º ano, sob a orientação das diretoras de turma.


2 galeria

práticas de ‘confinamento’

Durante o 3.º período do ano letivo 2020/21, estivemos todos em regime de Ensino à Distância. Durante esse período, desenvolvemos um trabalho utilizando novas metodologias e que resultaram em trabalhos que partilhamos neste bloco.

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Prof. Irene Rosa

Este foi o enunciado que colocamos no moodle para desafiar os alunos:

Recriar uma pintura Em tempos de quarentena, o museu The Getty, de Los Angeles, lançou um desafio que consiste em escolher uma obra de arte, encontrar objetos em casa e recriar a obra usando esses objetos. Visita os sites a seguir mencionados e explora o seu conteúdo visual.

https://blogs.getty.edu/iris/getty-artworks-recreated-with-household-items-by-creative-geniuses-the-world-over/ https://mymodernmet.com/recreate-art-history-challenge/  https://www.demilked.com/quarantine-art-recreations/

Escolher uma pintura de que gostes e tentar fazer o mesmo, usando a tua criatividade e imaginação (nota: não é obrigatório que a pintura que escolheres seja uma das que viste nos exemplos). Por fim, fotografas a cena, procurando um bom enquadramento e colocas ao lado da pintura escolhida, se conseguires. Submete no moodle. O resultado foi este:

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Prof. Fátima Vital

Na fase de confinamento desta pandemia, os nossos alunos não deixaram de sentir a responsabilidade do cumprimento das suas tarefas, na disciplina de Educação visual. Os resultados foram surpreendentes! Os temas propostos foram: * O que vejo da minha janela * Desafio criativo “ Recriação de uma obra de arte” * Banda desenhada Covid 19

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Mafalda Caneira


Francisco Caneira

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@ Alexandre Monteiro

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@ Leonor Pote

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Das “cidades sustentáveis” passando pela Perspetiva Isométrica até à arquitetura orgânica de Hundertwasser… Depois de se terem realizados alguns exercícios com as perspetivas axonométricas e após se ter abordado os temas sustentabilidade, cidades sustentáveis, arquitetura orgânica e visto alguns vídeos, foi lançado um desafio às turmas de 9º ano da nossa escola: O desafio foi construir uma casa / edifício a partir do cubo ou do paralelepípedo (em perspetiva isométrica) com o acabamento inspirado na arquitetura orgânica de Friedensreich Hundertwasser Ed. Visual – 9º ano 2020/21 Prof. Irene Rosa

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dinâmica

dinâmica | s. f. fem. sing. de dinâmico di · nâ · mi · ca (feminino de dinâmico) nome feminino 1. [Física] Estudo das forças ou do movimento quantitativo dos corpos. 2. Conjunto de forças que visam o desenvolvimento ou o progresso de algo. 3. [Música] Relação entre os níveis de intensidade dos sons. Palavras relacionadas: dinâmico, dinamicamente, dinamomagnético, hidrodinâmico, cavalo-vapor, aerodinâmico, teledinâmica. di · nâ · mi · co adjectivo Relativo ao movimento e às forças. Palavras relacionadas: dinamicamente, dinamicidade, dinâmica, psicodinâmico, dinamomagnético, teledinâmico, termodinâmico.

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“dinâmica”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario. priberam.org/din%C3%A2mica [consultado em 25-12-2020].


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dinâmicas no agrupamento biblioteca escolar projetos desporto escolar renovações

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Bilioteca Escolar 1.º período . atividades

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O Agrupamento de Escolas de Marinhais recebeu, do Município de Salvaterra de Magos, 5 livros - “Uma aventura voadora” de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, que foi apresentado, no dia 12 de setembro, em Salvaterra de Magos, no âmbito das Jornadas da Cultura. O Outono chegou! E com ele novidades para a nossa Biblioteca Escolar. Os alunos do Pré-escolar, 1.ºCiclo e 3.º Ciclo poderão deliciar-se com novos livros e viver aventuras incríveis. “A leitura é uma atividade básica, indispensável à aprendizagem em todos os componentes curriculares e níveis de escolaridade.” (Silva, 2009)

Outubro Mês Internacional das Bibliotecas Escolares Em outubro comemora-se o Mês Internacional das Bibliotecas Escolares (MIBE). O tema do MIBE 2020, Descobrir caminhos para a saúde e o bem-estar com a biblioteca escolar, baseia-se no Objetivo do Desenvolvimento Sustentável número 3, da Agenda 2030 da ONU: Saúde de qualidade. A biblioteca escolar, assumindo a missão de servir a comunidade, foi convidada a celebrar neste mês os caminhos que foi descobrindo para ajudar a promover a saúde e o bem-estar ocupacional, emocional, físico, espiritual, inteletual e social das crianças e jovens.

Algumas atividades realizadas no âmbito do mês Internacional das Bibliotecas Escolares - MIBE Se eu fosse um livro… Pensamentos dos alunos do Agrupamento Os alunos foram desafiados a refletirem sobre a possibilidade de serem um livro e que tipo de livros seriam, sobre quê, que percurso seguiriam, por que leitores seriam lidos, que emoções despertariam,… O resultado desta reflexão foi muito interessante e criativo! Esta atividade foi publicada em linha no facebook e blogue da Biblioteca Escolar.

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“O meu livro preferido” Os alunos da EB2,3 de Marinhais mostraram-nos os seus livros preferidos. Têm bom gosto! Os alunos do 3º ano, turma L do Centro Escolar de Marinhais, também deram o seu contributo para o MIBE.

MIBE “ Descobrir caminhos para a saúde e o bem-estar” Atividade de articulação entre a Biblioteca Escolar e a disciplina de Inglês do 1º Ciclo.

How did you feel after reading the story? Os alunos do 3.º ano, na disciplina de Inglês, foram desafiados a refletir sobre os seus sentimentos quando ouvem uma história ou leem livros. Assim, foi-lhes apresentada uma história “Monters love colors”, contada por uma pessoa nativa da língua com as imagens do livro. Relembraram a técnica da mistura de cores e fizeram um trabalho de registo no caderno de Inglês. No final, cada turma escolheu a sua cor favorita e cada aluno assinalou qual o sentimento que correspondia ao seu estado de espírito após a audição da história. Ouvir histórias representa uma parte fundamental na formação da criança e no seu bem-estar Ouvir/ ler histórias faz mesmo bem, pelo menos para a maioria das crianças!

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Bem-vindos à BE!!! Os alunos dos 5ºanos foram convidados a conhecer a Biblioteca Escolar mas, este ano, de uma forma diferente, respeitando o Plano de Contingência do Agrupamento. A Biblioteca foi até às salas de aula. Estes alunos tiveram uma sessão de formação para novos utilizadores da BE. Na “Formação de Leitores e Aprender a Estudar com a Biblioteca Escolar”, a professora Bibliotecária apresentou as normas e o funcionamento da mesma, deu a conhecer os espaços/zonas e recursos que a BE pode oferecer, assim como, apresentou diferentes métodos de estudo. No intervalo, contactaram com o espaço, o seu espólio e com as pessoas que farão a diferença nas suas vidas. Hora do conto – “Um conto por nossa conta” Dando continuidade ao trabalho iniciado durante o Ensino@Distância e para que continue a haver articulação entre a Biblioteca Escolar e as turmas de 1º ciclo, a Biblioteca continuará a apresentar a Hora do conto “Um conto por nossa conta”. A atividade terá uma periodicidade bimensal e é publicada em linha no facebook e blogue da BE. No 1º período apresentámos: “A sinfonia dos animais” de Dan Brown; “O G é um gato enroscado” de João Pedro Mésseder; “Bonita” de Canizales; “Um livro com fome” de André Madaleno; “ O lápis mágico de Malala” de Malala Yousfzai e “Feliz Natal Lobo Mau” de Clara Cunha. O autor do mês -outubro Como autor do mês, destacámos: Agustina Bessa – Luís (outubro); José Saramago (novembro) e Florbela Espanca (dezembro). As biografias estiveram expostas na Biblioteca Escolar.

Bilioteca Escolar

Comemoração do Dia da Infância e do Dia Mundial da Música (2 de outubro) No âmbito do MIBE e no sentido de reforçar e dar continuidade ao espírito colaborativo e ao protocolo estabelecido, com o JI Mãe Galinha, a Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas de Marinhais foi até à instituição levando consigo a lengalenga “ O Coelho Alberto”, às salas do Pré- Escolar. Foi uma atividade muito divertida!

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Feira Solidária do Livro Usado O Agrupamento de Escolas de Marinhais, através da Biblioteca Escolar, à semelhança do ano letivo anterior, decidiu dar um pequeno contributo, organizando uma Feira Solidária do Livro Usado. Esta decorreu de 26 de outubro a 11 de novembro na E.B.2,3 de Marinhais e de 23 a 27 de novembro no Centro Escolar de Marinhais. Os livros foram vendidos a um preço simbólico e a receita foi doada, na sua totalidade, à família do Tomás Leal. Graças à generosa doação de livros e ao espírito solidário da Biblioteca Municipal de Salvaterra de Magos, professores, assistentes operacionais e alunos conseguimos atingir o nosso objetivo, superando as expetativas. Juntos, conseguimos ajudar esta família! E mais uma vez o Agrupamento der Escolas de Marinhais através da Biblioteca Escolar juntar-se à causa do Tomás.

Maratona Fotográfica - Projeto “Marcas na História Património Religioso” Muitos Parabéns aos nossos vencedores da Maratona Fotográfica do Projeto “Marcas na História - Património Religioso” 1º escalão 1º) Rodrigo Oliveira - Agrupamento de Escolas de Marinhais 2º) Vitória Sousa - Agrupamento de Escolas de Salvaterra de Magos 3º) Miguel Gomes - Agrupamento de Escolas de Marinhais 2º escalão 1º) Tiago Solipa - Agrupamento de Escolas de Salvaterra de Magos- Também vencedor da Fase Intermunicipal 2º) Ana Silva - Agrupamento de Escolas de Salvaterra de Magos 3º) Diogo Silva - Agrupamento de Escolas de Salvaterra de Magos

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3º escalão 1º) Sónia Alegria 2º) Francisco Solipa 3º) Lisete Teles Parabéns a todos os vencedores, participantes e organização do evento.


Dia da Mundial da Alimentação “Descobrir caminhos para a saúde e o bem-estar “ No 16 de outubro, assinala-se o Dia Mundial da Alimentação. Na Biblioteca Escolar podes encontrar alguma literatura sobre o tema. Os alunos da EB 2, 3 de Marinhais realizaram a atividade – “ Corpo são mente sã”, e deixaram-nos algumas mensagens.

Pão por Deus Lembremos as nossas tradições para que não desapareçam! No entanto, também celebrámos o Halloween,... Na Biblioteca Escolar da EB2,3, foi realizado um workshop: “ construção de uma bruxa em origami”. Limitados pela pandemia, a celebração este ano foi mais modesta. E assim termina o Mês Internacional das Bibliotecas Escolares (MIBE). Obrigada a todos os professores que articularam com a Biblioteca. Parabéns a todos os Encarregados de Educação e alunos que participaram. É na partilha e colaboração que enriquecemos o nosso património cultural e pessoal.

Bilioteca Escolar

Dia Mundial do cinema A 5 de novembro celebra-se o Dia Mundial do Cinema. Ao cinema atribuiu-se o título de Sétima Arte, uma designação dada pelo italiano Ricciotto Canudo na obra Manifesto das Sete Artes, em 1912. A palavra cinema pode ser definida como movimento gravado, pois trata-se de uma abreviação de cinematógrafo. O termo “cine”, de origem grega, significa movimento, e o sufixo “ágrafo” tem significado de gravar. As produções cinematográficas exercem forte influência sobre as emoções humanas, levando milhares de pessoas aos cinemas, produzindo riso, choro, medo ou outros sentimentos.

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11 novembro Dia de São Martinho O tempo mudou, já cheira a castanhas assadas e aproxima-se a comemoração do São Martinho. A decoração também mudou. Temos novidades na Biblioteca Escolar, acabadinhas de sair das estantes! Dia Nacional da Língua Gestual Portuguesa O Dia Nacional da Língua Gestual Portuguesa (LGP) comemora-se a 15 de novembro, que corresponde à data em que foi reconhecida enquanto língua da comunidade surda portuguesa pela Constituição da República em 1997. A Comissão para o reconhecimento e proteção da Língua Gestual Portuguesa e defesa dos direitos das pessoas surdas foi criada também a 15 de novembro. O objetivo deste dia é promover a Língua Gestual Portuguesa e garantir o respeito dos direitos das pessoas surdas. A língua gestual é a forma de comunicação utilizada pelas pessoas surdas e por todos aqueles que comunicam com pessoas surdas. É produzida a partir dos movimentos das mãos, do corpo e por expressões faciais, sendo a sua receção visual. A Animadora Sociocultural, Liliana Faria, traz-nos a História “Era uma vez uma senhora”. Clube de leitura O Clube de Leitura: “Dois dedos de conversa” começou no dia 18 de novembro. O livro escolhido foi “ Naruto”. Os alunos do 7ºC, Afonso e Vanderson, e o aluno João do 9º D, foram os primeiros a participar. Estes alunos estão de parabéns! Faz como os teus colegas, inscreve-te e participa na próxima sessão.

Dia Internacional dos Direitos das Crianças No âmbito do Dia Internacional dos Direitos das Crianças, foi feita a promoção de leitura “O lápis mágico de Malala” de Malala Yousafzai, nas turmas de 3º e 4º ano. Falámos sobre os Direitos das Crianças e fizemos escrita criativa. A atividade foi publicada em linha no facebook e blogue da BE.

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Dezembro Dezembro é um mês de festa e de afetos. Embora a pandemia exija que nos mantenhamos distantes, dezembro é sinónimo de NATAL. Por isso, a Biblioteca Escolar preparou algumas surpresas!

Bilioteca Escolar

A Biblioteca Escolar foi às salas do 1º Ciclo. Hora do conto – “Um conto por nossa conta” Desta vez com o conto “Feliz Natal Lobo Mau” de Clara Cunha. De seguida, fizemos um jogo. Foi muito divertido!

16 dezembro A disciplina de português (6ºano), no âmbito do projeto “contos, jogos e brinquedos tradicionais”, levou a cabo uma Iniciativa de solidariedade e cultura, no âmbito Clube de Leitura - PNL2027 a ler!, em articulação com a Biblioteca Escolar, que teve como objetivo promover a leitura e a partilha de contos tradicionais e maravilhosos, e, ao mesmo tempo, apelar à solidariedade: cada aluno / professor foi convidado a dar um donativo, que reverteu a favor da causa já conhecida do aluno Tomás Leal. Os alunos de 5º ano foram o público-alvo desta atividade. As turmas de 6º ano estão de parabéns pelo empenho e criatividade na apresentação dos contos, assim como, as professoras Zélia Pimental e Patrícia Fernandes. Obrigada a todos os que participaram neste projeto e causa. Workshop de Natal Na Biblioteca Escolar da EB2,3 foi realizado um workshop de Natal “ construção de uma rena para decorar a árvore de Natal”. Ficou fantástica!

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projecto | s. m.

projetos

pro · jec · to |ét| (latim projectus, -us, acção de se estender) nome masculino 1. Aquilo que alguém planeia ou pretende fazer. = COMETIMENTO, DESÍGNIO, EMPRESA, INTENTO, PLANO, TENÇÃO 2. Esboço de trabalho que se pretende realizar. 3. Primeira redacção de uma lei, de estatutos ou de outro texto, que se submete a uma aprovação. 4. [Construção] Plano gráfico e descritivo. “projeto”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario. priberam.org/projeto [consultado em 26-12-2020].

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Profª Ana Marta Conceição

Dia das Bandeiras Verdes No dia 13 de novembro, a partir das 14h30, realizou-se o Dia das Bandeiras Verdes que assinalou os resultados de um ano de trabalho nas Eco-Escolas. Devido ao contexto pandémico em que vivemos, a cerimónia foi apenas transmitida no formato online. A Escola EB 2, 3 de Marinhais foi uma das 1617 escolas que conquistaram o direito de exibir o Galardão Eco-Escolas durante este ano letivo. A Bandeira Verde hasteada na nossa escola, pelo segundo ano consecutivo, é o reconhecimento do trabalho de todos os que contribuíram para tornar mais sustentável o dia a dia da escola e da comunidade onde esta se insere. Agradecemos a todos os que contribuíram para alcançar os objetivos subjacentes ao Programa Eco-Escolas.

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“Este Natal, os enfeites estão por tua conta” Os alunos do Centro de Apoio à Aprendizagem da Escola EB 2, 3 de Marinhais participaram no passatempo “Este Natal, os enfeites estão por tua conta”, promovido pela Compal (marca da SUMOL+COMPAL) e pela Tetra Pak em parceria com o Programa Eco-Escolas da Associação Bandeira Azul da Europa, que alerta para a importância da reutilização dos materiais/embalagens dos produtos que consumimos.

“Economia Circular” No dia dezassete de dezembro, em casa e na escola, vários alunos dos 8º e 9º anos participaram no Quiz online, a nível nacional, “Economia Circular” promovido pela ABAEAssociação Bandeira Azul da Europa.


Geração Depositrão13 |2020-2021 Dá carga máxima à tua Geração Depositrão! Eco-Escolas EB23 Marinhais vai aderir à 13ª edição Geração Depositrão! Participa entregando equipamentos elétricos e eletrónicos e/ou pilhas usadas. Fruto de uma parceria entre a ERP Portugal (Entidade Gestora de Resíduos) e o Programa Eco-Escolas (ABAE), o projeto Geração Depositrão visa (in)formar as crianças e jovens e através dos mesmos a população em geral, acerca da importância do adequado encaminhamento de Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos (REEE) e Resíduos de Pilhas e Acumuladores (RP&A). Na 13ª edição da Geração Depositrão desafiam-se as escolas a realizarem atividades de sensibilização para a deposição correta dos REEE e pilhas em fim de vida, passando as escolas a funcionar como ponto de recolha na sua zona envolvente. As escolas poderão, ainda, participar num conjunto de desafios incluídos nas

atividades criativas. Em parceria com a Junta de Freguesia de Marinhais fazemos a recolha de todos os tipos de REEE (pequenos e grandes eletrodomésticos, equipamentos informáticos e lâmpadas), pilhas/acumuladores e tinteiros.

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o eTwinning na Nossa Escola O Projeto: “This is the way we have breakfast”, onde participou a turma do ano passado do 6ºD, conseguiu obter um Selo Nacional de Qualidade e um Selo Europeu de Qualidade. Este projeto foi dinamizado por uma escola da Turquia, onde participaram mais sete países, incluindo o nosso: Arménia, França, Grécia, Macedónia, Polónia, Portugal e Ucrânia. Durante o ano passado, os alunos fizeram vários trabalhos para este projeto: - as suas apresentações no VOKI; - um logotipo; - um popplet comum onde apresentaram um pequeno-almoço saudável; - a página do mês de outubro do calendário comum de 2020; - filmes de receitas saudáveis; - informações sobre a nossa região e o nosso país; - provérbios relacionados com a alimentação saudável; - receitas saudáveis para um livros comum – storyboard; - bandas desenhadas sobre o coronavírus; - jogos sobre a alimentação; - conselhos para a época de quarentena; - canção em grupo; - tour pela Europa; No link seguinte: https://www.emaze.com/@AOWRTOQQO/this-is-the-way-we-havebreakfast?autoplay podemos ver um resumo do que foi feito pelos membros deste projeto. JOGOS SOBRE A ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL: https://learningapps.org/10439464 CONSELHOS PARA A ÉPOCA DE QUARENTENA: https://pt.calameo.com/read/0062174648616046790b3 TOUR PELA EUROPA: https://read.bookcreator.com/f7HeKkDIQnW0SHjnZ0z2OppXtOh2/ fH_yuWfhQXaHUThaztZuSw?fbclid=IwAR2iuhiPmJYZP5KuujztHaOfVo_MFM3kvhqRn7eCs4px-5lvCLA2zv__jHw

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No dia 17 de dezembro, às 15h00, o Serviço Nacional de Apoio do eTwinning, em Portugal, dinamizou a Cerimónia online para a entrega oficial do Selo Europeu de Qualidade a projetos desenvolvidos. A cerimónia contou com uma conferência proferida pelo Professor Doutor David António Rodrigues, relativa à Inclusão e trabalho de projeto. Estiveram presentes os alunos do 5ºE com a Professora Carla Rosa, o aluno Duarte Braz (7ºD) que foi um dos vencedores do projeto e o Professor Henrique Soares (Adjunto da Diretora). Prof.ª Carla Rosa


A nossa escola encontra-se a participar num projeto de reciclagem da Academia Ponto Verde. O principal objetivo é que os alunos façam a separação correta do lixo e que haja menos embalagens e papéis espalhados pela escola.

Faixa enviada pela Academia Ponto Verde e colocada pelo Professor Carlos Cruz

Esperamos arranjar pontos suficientes para obter mais um ecoponto para o recreio. Neste momento, já nos deram mais quatro ecopontos (dois amarelos para as embalagens e dois azuis para o papel), mas, como são de cartão, terão de ficar no interior. Para arranjarmos mais pontos, temos de colocar todas as embalagens que pudermos no ecoponto amarelo (como por exemplo: latas de bebidas, pacotes de sumo e de leite, palhinhas de plástico e embalagens de palhinhas) que, posteriormente, serão pesadas.

Também conseguimos mais pontos sempre que participarem nas atividades e nos jogos que se encontram na página da Academia Ponto Verde https://academiapontoverde.pt/pt/concurso) com o código da nossa escola: QY9501 (só conta se clicarem no “jogar” a verde). Desde que iniciámos este projeto que temos vindo a subir no Ranking das Escolas! No início de novembro, estávamos em 5º lugar a nível nacional e, neste momento (22 de dezembro), encontramo-nos em 2º lugar, logo a seguir à Escola EB de Gandarela, Celorico de Basto. Todas as semanas atualizamos este ranking no cartaz que se encontra no espaço junto à mesa de matraquilhos. Também destacamos os alunos da escola que têm conseguido obter mais pontos: neste momento, os vencedores são a Joana Caseiro do 5ºC e o Bernardo Martins do 6ºC, ambos com 243 pontos num jogo!

Na passada 4ª feira, dia 16 de dezembro, o embaixador deste projeto, o cantor Murta, vice-campeão da 4ª temporada do The Voice Portugal (2016) esteve em direto num encontro virtual, onde participaram alguns alunos e professores da escola.

Durante a interrupção letiva, todas as embalagens que juntámos durante o primeiro período serão recolhidas pela Ecolezíria, empresa que faz o tratamento dos resíduos sólidos no nosso concelho. Depois da pesagem, saberemos quantos pontos conseguimos juntar.

Na última aula de Matemática, os alunos do 5ºC estiveram envolvidos nestes jogos, competindo entre eles para conseguir o maior número de pontos. A professora Maria Custódio, na disciplina de TIC também tem participado ativamente, motivando os alunos para conseguir mais pontos para a nossa escola. Durante este período, a professora Carla Rosa realizou, com as suas turmas de Ciências Naturais, a parte da Investigação do Plano de Ação. No próximo período, a professora Zélia Pimentel irá dinamizar o Debate para nossa escola, com a turma do 5ºE.

Vamos todos contribuir para fazer da nossa escola um lugar melhor e mais amigo do ambiente! Prof.ª Carla Rosa

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Rádio Escola

programa do dia 21 de maio de 2020 Protocolo Agrupamento de Escolas de Marinhais e Rádio Marinhais Bem-vindos a mais um programa da Rádio do Agrupamento de Escolas de Marinhais em parceria com a Rádio Marinhais. No seguimento das entrevistas que temos feito à distância, hoje, temos connosco a Leonor Rabita e a Mafalda Caneira do 7ºC. Mário Agreiro - Olá, Leonor. Olá, Mafalda. A Leonor e a Mafalda estão aqui connosco por pertencerem ao grupo do Clube de Teatro, mas, antes de vos perguntar algo sobre o Clube de Teatro, queria saber como é que está a ser o vosso confinamento e as aulas à distância, neste 3º período. Mário Agreiro - Ok. Podes começar tu, Mafalda. Mafalda - Podes começar tu. Leonor – Ok, então. Está a ser difícil. Eu acho que é mais por causa das saudades dos meus avós também, dos meus amigos. Mas, de resto, até é tranquilo. Não desgosto de estar em casa. É confortável estar no nosso cantinho. Mas pronto já começa a ser um pouco seca, fazer sempre as mesmas coisas, não ter as

nossas rotinas, as que tínhamos antes, mas temos que aguentar. Mário Agreiro - E tu, Mafalda? Mafalda - Concordo e também não gosto muito. Acho que somos um pouco sobrecarregados nas aulas. Os stores, às vezes, não percebem que temos mais do que uma disciplina e temos demasiados trabalhos. Mário Agreiro - O convite feito às duas, à Leonor e à Mafalda, as duas do 7º C como já disse, tinha muito a ver com o Clube de Teatro que ficou em suspenso no 3º período ou não? Leonor - Não, não. Continuamos a trabalhar, sim. Mário Agreiro – Como é que fazem isso? Como é que fazem teatro à distância? Leonor – Por zoom, à segunda feira. Mafalda – Quatro e meia, cinco. Leonor – Não podemos parar, não é? Mário Agreiro – Não, não. E como é que fazem? Têm uma peça, estão a ensaiar? Leonor – Estamos a construir a nossa própria peça, criando as nossas personagens. Tirámos a ideia de um clube de teatro de Lisboa. Mário Agreiro - Então e têm o objetivo de a apresentarem ainda este ano via Zoom ou ?? Leonor – Estamos a ten-

tar se calhar colocar no Youtube, gravando através do Zoom e colocando no Youtube para toda a gente ver como ficou a nossa peça. Mário Agreiro – Isso é uma excelente ideia. Então e estão todos os elementos ou alguns desistiram entretanto? Leonor – Sim, um menino. Mário Agreiro – Que diferenças é que encontram entre os ensaios presenciais e agora? Quais são as dificuldades? Mafalda – Oh! É quase tudo. Não tem nada a ver. Os professores corrigiam-nos, emendavam a nossa postura, brincavam no palco… Leonor – Exato! Mafalda - Não tem nada a ver. Mário Agreiro - Mas em todo o caso também é um meio de estarem de vos fazer estar ligados ao teatro para no próximo ano arrancarem de forma presencial, não? Mafalda e Leonor – Sim, sim. Mário Agreiro – O teatro é um gosto que têm ou foi um bocado por acaso? Leonor - Eu gosto muito de representar. Saímos um pouco da nossa zona de conforto e representar uma coisa que nós não somos. Por exemplo, experimentar coisas novas, ver como é que é um estilo de pessoa diferente. Gosto de viver como se

fosse outra pessoa. Parece que temos várias vidas. Quando eu entro em palco, eu morro e entra outra pessoa. É muito divertido. Eu adoro. Mário Agreiro – E tu, Mafalda? Mafalda – Eu concordo. É exatamente a mesma coisa. Quando entramos em palco, é como se nos não interessássemos e é como se soubéssemos a história de vida dessa pessoa e somos aquela pessoa. Mário Agreiro – Então é vossa vontade, no próximo ano letivo, dar continuidade a esse vosso gosto pelo teatro e continuarem no Clube? Leonor – Sim. Mafalda – Claro. Mário Agreiro – Muito obrigado por terem falado comigo, connosco, Rádio Escola e Rádio Marinhais. Espero que continuem umas boas aulas à distância e que continue o vosso gosto pelo teatro. Leonor – Obrigada. Mafalda – Obrigada. Mário Agreiro – Foi então mais um programa do Agrupamento de Escolas de Marinhais em parceria com a Rádio Marinhais. Voltamos no próximo programa com um novo convidado. Até lá.

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Rádio Escola

programa do dia 19 de maio de 2020 Protocolo Agrupamento de Escolas de Marinhais e Rádio Marinhais Bem-vindos a mais um programa da Rádio do Agrupamento de Escolas de Marinhais em parceria com a Rádio Marinhais. Na sequência das entrevistas que temos realizado, temos connosco, à distância, a professora Emília Alves. - Olá, Emília. - Olá, Mário. Boa tarde. - A professora Emília Alves é professora do 3º ciclo, de português e francês, e aquilo que lhe vamos perguntar é como é que tem sido este terceiro período de trabalho à distância, em teletrabalho, no papel de professora.

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- Então, enquanto professora, o início foi extremamente complicado, foi uma adaptação difícil. Foi assim uma pedra que me caiu quase, não em cima da cabeça, um bocadinho ao lado. Embora já dominasse algumas ferramentas, digamos assim, internet, e tento sempre variar as atividades nas minhas aulas, tive de reaprender ou aprender mesmo de novo. O início foi complicado, mas pronto. Agora já estou mais calma, mais

adaptada, mais… não stresso tanto, talvez também mais segura, mais segura, neste momento.

Escola Virtual facilitou-nos imenso o nosso trabalho, disponibilizando não só o manual adotado na escola, mas todos os manuais de - Olha, o português e o português que pertencem francês são duas línguas, ao grupo da Editora. Há mas o português é sempropostas de aulas, online pre aquela, porque vai a mesmo, e segui algumas, exame no final de ciclo, selecionando obviamente, temos de ter mais algum até porque as duas turmas cuidado, por assim dizer. que tenho são diferentes, Como é que tem sido selecionando esses conesta aventura, já que tens teúdos, tentando adaptáas duas disciplinas, a difelos sempre, sempre, ao rença entre dar uma e dar público-alvo. Quando outra? estão na minha frente, é mais fácil perceber se - Sim. Então, no início, no acompanham ou não, mas, português, quando come- até agora, o feedback tem cei a trabalhar, continuei o sido positivo. No francês, programa que estava a dar, funciono muito com jogos, recorrendo a alguns docu- já trabalhava com eles mentos que encontrei na com jogos, num link, num net. Quando começou a site francês mesmo, e as televisão, tentei adequar, tarefas que eu mando dar uma sequência ao fazer normalmente são que passava na televisão de carácter lúdico ou e dar continuidade nas tento também trabalhar a minhas aulas. Fi-lo duas parte do áudio. Enviei esta vezes. Funcionou muito semana, por acaso, uma bem, os miúdos gostaram, fichinha com ficheiros áutinham visto e… Pronto, dio incluídos. Isso, tive de neste momento, estou a aprender a fazer também tentar, de forma diferente, porque era chegar ali e obviamente, abordar os pôr a trabalhar. Agora não, conteúdos que faltavam, o pronto. Descarreguei, texto poético e, à distâncoloquei na ficha e funcia, é extrema/ interescionou. Eles estão a gostar sante trabalhar a parte do imenso do francês, o texto poético porque eu diálogo, a interação prorecorro muito a música, a fessor alunos, interpelando músicas, e eles já estavam cada um deles quando habituados. Trabalhei em acho que ele, que o aluno função disso. Descobri... é capaz de responder. Descobri, não. Já trabalhava com a Escola Virtual e a


- Para terminar, tu és diretora de turma, como é que tem sido também essa aventura, além de lecionar, ter de gerir depois a parte da direção de turma? - Olha. A direção de turma é realmente, à distância, uma, uma, carga de trabalhos, até porque, infelizmente, temos, tenho, não tenho muitos, mas tenho uma aluna que não tem acesso à internet. Tenho tido alguma dificuldade em comunicar com a encarregada de educação e tenho sido apoiada, nesse aspeto, pelos elementos da direção, também por algumas funcionárias da secretaria. Essa parte não tem sido fácil. Tenho tido a sorte de ter uns pais muito recetivos, muito compreensivos. Mas o início foi difícil. E eu repito, mas a verdade é que foi mesmo difícil. Porque eram muitas as informações que me chegavam por mail para reenviar. Depois, os pais tinham dúvidas e, enquanto DT tentar ir, tentar resolver alguns dos problemas que os miúdos têm, nós sabemos que têm, não é? Porque a vida real não é igual àquilo que nós queríamos infelizmente, mas acho que tenho conseguido chegar a eles, tenho comunicado com os pais que estão sempre,

sempre disponíveis. E nós combinamos, quando não consigo falar, por telemóvel ou por email, e eles ligam. Estou disponível, digamos assim, quase 24 h/dia, mas eles respeitam-me, ultimamente e no fim de semana nomeadamente. Quando ligam mais tarde, pedem desculpa, mas não é fácil gerir uma direção de turma, não é fácil. E não posso esquecer que temos os colegas e não somos nada poucos. É uma tarefa, não ingrata, mas que requer muita dedicação, muita dedicação. - Muito bem, Emília, muito obrigada pelo tempo que nos disponibilizaste. Foi então mais um programa do agrupamento de escolas de Marinhais em parceria com a Rádio Marinhais. Voltamos no próximo programa com um novo convidado. Até lá.

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Notícias do Ténis de Mesa Este ano, estamos de volta com os treinos de Ténis de Mesa. Temos dois tempos à 4ª feira à tarde e um tempo à 5ª feira (também à tarde). É claro que temos de ter os cuidados que são precisos em tempos de Covid, como, por exemplo, desinfetar as mãos no início do treino e desinfetar todas as raquetes e bolas no final do treino. Também deixámos de jogar a pares e tentamos que haja sempre algum distanciamento entre os jogadores, o que nem sempre é fácil. Temos um grupo com cerca de 18 alunos desde o 5º ao 9º ano. Temos sempre espaço para mais alguém que queira experimentar a modalidade, principalmente à 5ª feira! Prof.ª Carla Rosa

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Multiatividades de Ar Livre – “On Top” Multiatividades de Ar Livre (MAAL) é o novo grupo/ equipa do Desporto Escolar do Agrupamento. Esta modalidade surgiu de “multi” vontades: - sugestão/proposta de alunos; - diversidade da oferta desportiva extra curricular; - projeto “Saúde +”; - maximização de recursos e equipamentos desportivos e - modalidade que cumpre recomendações da Direção Geral de Saúde (DGS). Inserida no Programa do Desporto Escolar, as MAAL caracterizam-se pela prática de atividades desportivas de aventura e exploração da natureza. O principal objetivo é o desenvolvimento de Provas de Aventura que promovam o trabalho em equipa e hábitos de vida saudável. Estas provas devem realizar-se exclusivamente ao ar livre, preferencialmente em meio natural, pelo que é fundamental respeitar o meio ambiente e estimular valores de desenvolvimento sustentável. Atividades realizadas no 1º período: - percursos de Bicicleta todo-terreno (BTT); - Escalada; - Tiro com arco e - Orientação. Devido à atual pandemia, o grupo/equipa realizou atividades ao ar livre, priorizando a modalidade de BTT, a qual promove o distanciamento físico recomendável entre praticantes. O “pelotão” de BTT tem seguido diferentes orientações usufruindo de excelentes percursos e lugares de Marinhais, Escaroupim, Glória do Ribatejo, Granho e Muge. Destacando-se a flora, a fauna, e o património paisagístico e cultural da comunidade educativa. No 2º período o grupo/equipa dará continuidade às modalidades já iniciadas, tendo como principal objetivo experienciar a prática da canoagem. As atividades desportivas do grupo/equipa decorrem à quarta-feira à tarde, das 14:30h às 16:30h, para todos os escalões e ambos os géneros. Parabéns aos “bravos” alunos do grupo/equipa MAAL! Fica “On Top”! Junta-te às Multiatividades de Ar Livre! Prof. César Saramago

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Circuito de Manutenção O projeto vencedor do Orçamento Participativo de Escola do ano letivo 2019_20, que envolve a construção de 12 estações que irão ampliar as opções das aulas de Educação Física, bem como proporcionar aos nossos alunos a interação com um equipamento pertinente nos tempos que correm. Afinal, queremos alunos saudáveis, que brinquem e façam exercício físico de uma forma integrada e livre na nossa escola.


antes

depois

LAI_ Laboratório de Aprendizagens Integradas Um espaço de inovação educativa destinado a todos os níveis de ensino do agrupamento. Sala requalificada, dotada com uma grande diversidade de ferramentas digitais que, brevemente, estará ao serviço de professores e alunos do nosso Agrupamento.

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as favas do Prof. Carlos Cruz Todos os anos somos brindados com umas deliciosas favas, o resultado de um trabalho laborioso, cheio de paixão, do nosso colega CC. Março está próximo e a favada também.

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Nova entrada no Bloco Azul da escola sede Uma segunda entrada no Bloco Azul é uma obra oportuna, uma necessidade há muito sentida, que está em fase de finalização. Esta nova entrada irá permitir uma circulação mais fluída nesse bloco, ficando a entrada principal destinada ao 1.º piso e esta nova entrada ao piso zero. .

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2 reflexĂľes

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Dilemas no ensino da Matemática Ao longo dos anos, os professores de matemática têm vindo a notar que as dificuldades, dos alunos, na disciplina de matemática se têm acentuado, ao invés do interesse pela mesma. A disciplina continua com o estigma de extrema complexidade sendo a sua compreensão acessível a um número reduzido. O insucesso na disciplina leva os professores à implementação de medidas para promover bons resultados, no entanto, têm-se revelado insuficientes e pouco eficazes, atrevo-me mesmo a dizer que visam mais o facilitismo e estão longe de promover o gosto pela aprendizagem. A motivação para o estudo da disciplina, que se verifica nos primeiros anos de escolaridade, desvanece-se à medida que esta avança. Os alunos, que inicialmente consideravam a matemática interessante, na medida em que viam a sua aplicabilidade na vida quotidiana, com progressão para o segundo e terceiro ciclos, perdem o interesse. A complexidade e a capacidade de abstração necessárias para adquirir os conhecimentos leva-os a considerar a sua aprendizagem pouco proveitosa. E, como todos nós sabemos, os adolescentes temem sempre estar a perder tempo com algo que não lhes vá ser útil! Ensinar quem não quer aprender é uma missão impossível para qualquer professor, portanto, só há um caminho, que é promover o gosto dos alunos pela aprendizagem. Mas como?! É a pergunta que fazemos a nós mesmos tantas vezes! Pergunta essa para a qual ainda não tenho resposta, mas uma certeza tenho. Continuar a reproduzir os modelos daqueles que foram para mim os bons professores e que tão bem me ensinaram / treinaram para os exames não vai desencadear, atualmente, nos meus alunos o gosto pela aprendizagem, pois vivemos numa época diferente, em que “tudo” surge à velocidade de um clique!

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Os exames nacionais exercem sobre o professor de matemática um peso asfixiante. Se não nos libertarmos desta carga, nunca vamos conseguir fazer diferente, por medo de não conseguir treinar os alunos o suficiente para resolver os exercícios dos exames, por medo dos resultados dos exames nacionais, por medo de falhar. O medo paralisa-nos, se não estivermos dispostos a falhar, então não estamos dispostos a ser bem-sucedidos. Está na hora de mudar de perspetiva e dar lugar a novas ideias e novos desafios…

Prof.ª Rute Pardal


Todos os alunos são inteligentes (Cuidado com a padronização dos testes QI e Outros) Desde o meu primeiro ano de serviço docente (1990) que me fascino pela diversidade de estilos de aprendizagem e de tipos de inteligências de cada um nós Seres Humanos. Todos somos inteligentes, cada um à Sua Maneira. Nesse ano, lembro-me de assistir à minha primeira ação de formação “creditada” e logo sobre o Movimento da Escola Moderna (com Sérgio Niza)... Achei espetacular a nova abordagem à prática docente (comparando com aquilo que vivi enquanto aluno e o que era enquanto professor). Tenho experimentado e vivenciado muitos métodos de ensino, sendo o Ensino Colaborativo (com o apoio de Ted Panitz - EUA) outra das experiências que adorei implementar num Projeto Educativo numa Escola da Ilha da Madeira. Na verdade, nunca copio um modelo... Há sempre coisas que me fazem mais ou menos sentido de acordo com o que Sou e Acredito. Aprendo com todos os Modelos e aprendo com todos os meus Colegas. Todos têm algo positivo a me ensinar... Crio o meu próprio modelo, aproveitando o BOM contributo que cada outro modelo ou colega pode dar!!! Em 1995 passei a incluir Howard Gardner na minha lista de Grandes Mestres e Mentores da Profissão Docente. Foi com ele que mais aprendi sobre o potencial de cada aluno e como explorar a sua inteligência, num Sistema que não respeita minimamente a inteligência individual de cada aluno, rotulando-o muitas vezes com testes padronizados que avaliam por exemplo o QI (um dos maiores imbustes que a sociedade criou) e que baseia a Avaliação do Sistema (Rankings) sobretudo em exames nacionais “One Size Fits All”! No início, ao descobrir Howard Gardner, comecei a aplicar um teste a cada turma para determinar os tipos de inteligência predominantes para basear a minha ação docente em função das inteligências dos alunos de cada turma... Com o “passar dos janeiros”, e intuitivamente (sem testes de cruzinhas)... passada uma semana a trabalhar e a estimular cada aluno (com muitas solicitações em cada aula), acabava por me aperceber como teria de me adaptar a cada realidade... Hoje ainda o faço... A predisposição para aprender nos dias que correm, nada tem a ver com o tempo dos nossos pais e avós... No “Tempo da Maria Cachuxa”, memorizar as linhas de comboio de Portugal Continental (o que não fazia qualquer sentido para os meus Pais que residiam nos

Açores) ou saber os 4 algoritmos e a tabuada era exponencialmente muito mais fácil por muitos motivos... Muito menos informação processada... A importância da Escola para as Famílias... A Disciplina, a Resiliência e a Capacidade de Trabalho... etc... etc... Cada década que passa, uma criança de 10/12 anos duplica a informação processada pelo seu cérebro (comparativamente com a década anterior), segundo Augusto Curry... Os currículos passaram a puras aberrações faraónicas, nunca se adequando evolutivamente à Sociedade, à Tecnologia e às necessidades da Humanidade... Apesar de se falar em desenvolver e avaliar competências, continua-se a avaliar saberes e conhecimento não mobilizável... Existem demasiadas “linhas de comboio” para memorizar, quando um mapa está a um “clic” no telemóvel e muitos alunos não o sabem interpretar e utilizar! Enfim... falar de Educação e dos múltiplos fatores que a condicionam é uma tarefa colossal e daria dias de conversa... Apesar das múltiplas formas que tenho para encarar cada aula, em função do grupo turma, existe um facto que nunca poderemos descurar.

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Podemos fazer o Pino... Podemos dar aulas ditas expositivas (atenção que há pessoas que as querem banir, mas elas também se adequam a um dos tipos de inteligência descrita por Gardner)... Podemos proporcionar uma aula na horta (“Horta TVR”)... Podemos ensinar Matemática na Oficina Auto (“Oficina TVR”)... Podemos ensinar pela dramatização, música ou dança... Mas de muito pouco isto serve, se o aluno não estiver para aí virado, pois compreensivelmente as solicitações exteriores são muito mais apelativas! Então, muito antes de nos armarmos em “modernos” e querer aplicar “modernices” que muita vezes não dominamos nem fazem parte da nossa matriz formativa e pessoal (cópia de modelos), cultural e de um Sistema Educativo Mundial que pouco evoluiu desde a Revolução Industrial... Temos de nos centrar no Coração e Inteligência de cada aluno e na sua ligação às suas raízes Familiares... Temos de nos agarrar aos valores que os nossos avós muito lutaram para nos deixar! Temos de nos conectar através das nossas Raízes! Tentar podar e cuidar da copa da Árvore, sem antes cuidar e respeitar as nossas Raízes... Jamais a Árvore dará Fruto! Respeitemos a Inteligência de Cada ALUNO, mas antes disso nunca deixemos de respeitar seu CORAÇÃO e suas RAÍZES!

Deixo aqui um exemplo de um Sistema Educativo (o Japonês... onde o seu público deu um Grande Exemplo de Humanidade no Mundial de Futebol da Rússia com o RESPEITO pelos espaços utilizados https://youtu.be/T5RcdVVV99A), onde os alunos continuam enfileirados em sala de aula (tal como outros exemplos mundiais) e o sucesso existe (atenção, não o copiemos e sejamos originais) ... https://www.youtube.com/ watch?v=GmtnlvTcgPM ... e um vídeo sobre as Inteligência Múltiplas de Gardner... Se um dia tivermos uma Sociedade e um Sistema Educativo alicerçado nos Verdadeiros Valores Humanos... e Respeitarmos cada Indivíduo como ser Único e Inteligente... Toda a Árvore crescerá em Harmonia! https://www.youtube.com/ watch?v=IzSoD1WvDLc Prof. Rui Rosa


23 janeiro 2021

“Já caí inúmeras vezes, achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.” CLARICE LISPECTOR

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Caros colegas, ‘Damos a cara pela nossa Escola’ é um projecto que almeja sensibilizar a comunidade educativa, através da divulgação de cartazes afixados nas Escolas do nosso Agrupamento.

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Perante este tempo que desconcerta, que parece refém de sucessivas alterações, pensámos em reafirmar aquilo que se mantém, o projecto Escola no seu propósito mais simples: Lugar Vivo de Encontro e Proximidades. Acreditamos que esta essência se preserva e se combate diariamente na nossa Escola e que dela emergem a segurança e confiança para continuarmos este caminho.

Porque o caminho, nos últimos tempos, parece ficar por vezes em suspenso, focámo-nos numa mensagem de espírito unificador, que afirma as Continuidades da nossa Escola. Continuamos enquanto nos olharmos, e por isso apresentamos a ‘cara’. Continuamos enquanto formos pessoas activamente comprometidas e envolvidas com a nossa Escola e por isso ‘Damos a cara’. A partir de hoje, vamos apresentar-vos pessoas da nossa comunidade que quiseram dar a cara. Olhem-nas. Continuamos com o vosso pensar, diálogo e entendimento junto dos vossos alunos, pais, funcionários e colegas professores. Contamos com a vossa ‘cara’! Paulo Domingos e Valdemar Lopes (Mensagem partilhada com a comunidade educativa, no dia 14 de janeiro)


Em Dezembro de 2020, tínhamos tudo preparado para o início da divulgação desta iniciativa. Fomos adiando, acalentando a chegado do ‘momento adequado’, até constatarmos que esse momento seria sempre incerto. Iniciámos a afixação dos cartazes no dia 14 de janeiro. Uma nova interrupção letiva, abrupta, não nos permitiu afixar os 4 cartazes. Deixamos aqui a mensagem na sua totalidade. No regresso à escola, continuaremos a luta, a única força que nos faz acreditar que iremos continuar e prevalecer. Até já

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aluno professor turma família

obrigado pela vossa colaboração! até a próxima edição

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Profile for valdemar lopes

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