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ditorial Papai Noel vem aí

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empo de celebrar. Tempo de agradecer. É hora de olhar para o ano que finda e rever tantos encontros bacanas no novo bairro Cidade Jardim. Durante vários momentos, estivemos juntos, brincando, confraternizando, comemorando. Quantas datas importantes passamos juntos! Rimos, corremos, nos exercitamos, vibramos com a nossa ga-

rotada em campo, ouvimos música, dançamos. Palhaços, mágicos, malabaristas, uma legião de animadores abrilhantaram a nossa festa, é verdade, mas a estrela maior sempre foi você, morador do Cidade Jardim. A família presente, vibrando, prestigiando, desfrutando esse espaço que escolheu para viver. É o Cidade Jardim em movimento. E daqui a pouco, estaremos todos

juntos novamente, festejando o Natal. Papai Noel vem aí, trazendo alegria e muita emoção para todos, em especial para a garotada. Aproveitamos para desejar Boas Festas e fidelizar o nosso compromisso de cuidar, proteger e assegurar a você, morador, bemestar e mais qualidade de vida. Feliz Natal e Próspero Ano Novo! ASCIJA www.ascija.com.br


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xpediente


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umário 18|

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avenida das artes

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ARTES PLÁSTICAS

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O SAX DE ADEMIR LEÃO

ORQUESTRA SINFÔNICA BRASILEIRA


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e bem com a vida O Cidade Jardim é palco do bem viver, do prazer, da comunhão com a natureza. E é fácil registrar isso, num piscar de olhos: pessoas de várias idades, se exercitando, contemplando, vivendo cada pedacinho deste novo bairro carioca, que é agora o melhor do Rio.

A moradora Jaire de Souza Teixeira relaxa sentada no banco da praça. De lá, observa o movimento dos jovens que se exercitam nos equipamentos de ginástica. Ela mora há dois anos no novo bairro e aproveita os dias ensolarados para caminhar.

O colombiano Luís Eduardo Hernandez, que mora há um ano no condomínio Ingá, é fã de atividade física, pratica tênis, spinning e musculação e é um apaixonado pelo lugar que escolheu para morar, por proporcionar a qualidade de vida que ele deseja. Ele sempre convida amigos para desfrutar este espaço, como o Mario Ancelmo, parceiro das partidas de tênis.

Outra moradora feliz com o espaço que escolheu é Juliana Cardoso, que aprecia as atividades oferecidas e adora a eficiência dos ônibus para poder ir até o trabalho com conforto.


Mariana Ambrósio, moradora do Jatobá, mudou-se este ano para o Cidade Jardim e está encantada com tudo. Adora também o seu prédio e aproveita muito os ônibus do condomínio para os seus passeios e compromissos.

Moradora do Rosas, Cristiane Ferreira se diz feliz com o lugar. Depois que veio pra cá, deixa muito mais o carro na garagem e usa os ônibus do condomínio para poder fazer as atividades do dia a dia.

Amante de todos os esportes, Gustavo Henrique Santos aproveita todos os espaços do Cidade Jardim para suas atividades físicas. Morador do Flamboyant, adora os eventos e destaca a iniciativa da Praça da Família, onde são feitas as recreações para as crianças nos finais de semana.

Há quatro meses, Wellington da Silva escolheu o Violetas para morar, pela facilidade de chegar ao trabalho na Barra da Tijuca. Ele, que há pouco tempo começou a fazer suas caminhadas na pista de corrida em volta das quadras de tênis, disse que o filho, Rafael (19 anos) utiliza muito os ônibus do condomínio. A família está feliz aqui.


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stação da Alegria “É estação do faz de conta. A gente pula, a gente brinca, a gente apronta. É estação, é alegria. É brincadeira dia e noite, noite e dia”. Assim diz a música do Palhaço Topetão, e foi nesse clima que as famílias aproveitaram uma tarde ensolarada de domingo para curtir o espetáculo dele no palco montado na Praça da Família. Com muita música, brincadeira e animação, o show do Palhaço foi um grande sucesso. Jaqueline Amaral aproveita de tudo no Cidade Jardim com a pequena Valentina (3 anos). A mãe conta que adora praticar atividades com a filha nas áreas de lazer do bairro. “Hoje mesmo, já fizemos um piquenique na praça”, disse.

Anayara Ricart e Ivan Boechat aproveitaram a oportunidade para curtir os filhos (João Felipe, 3 anos, Ivan Gabriel, 6, e João Victor, 12) e os sobrinhos (Raphael Ricart, 11 anos, e Maurício, 12). As duas famílias são moradoras do Reserva Jardim. “O Cidade Jardim oferece tudo que uma criança gostaria de ter sem sair de casa”, diz Anayara.

Adylson Neto e Tahisa, moradores do Reserva Jardim, levaram Hannah (5 anos) para assistir ao show do Palhaço Topetão, e a menina era só alegria!

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Wander e Ana Paula são pais da pequena Gabriela. Para eles, é excelente que haja diversidade de atividades para as crianças no Cidade Jardim. “É muito bom para ela”, diz o pai.


Paula Nayara e José Brito adoram a oportunidade de lazer com os filhos perto de casa. David (3 anos) e Italo (7) eram pura empolgação à espera do show.

Carolina e Rafael levaram os pequenos (Vinicius, 3 anos, e Clara, 4 meses) para assistir ao espetáculo, acompanhados pelas vovós corujas, Ângela (de preto) e Rosane (de verde).

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amos bater uma bolinha?

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utebol entre vizinhos vira futebol entre amigos. E como todo brasileiro, doidinho por uma pelada, um grupo do Cidade Jardim tornou rotina aquela partidinha depois de um dia de trabalho. Bom para o corpo, que se mantém em movimento, promovendo mais saúde; bom para a cabeça,

O quarteto fantástico: Guilherme Carvalho, Pedro Gimenez, Joel Santana e Eduardo Costa. Essa turma busca a total descontração. Eduardo frequenta a pelada desde agosto. Para ele, essa interação aumentou o seu círculo de amizade.

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que relaxa e minimiza o estresse da rotina e da correria da cidade grande. Assim toda segunda e quinta, essa turma está lá, pronta para mais um jogo. Muitos moradores convidam também amigos para participar, e a disputa só aumenta. O grupo anda tão unido que divide tudo, inclusive as tarefas: a lavagem

dos coletes de jogo entra no rodízio, cada semana na casa de um. A bola nova é fruto de uma “vaquinha” entre os participantes. O grupo também criou uma página no Facebook, peladeiros.com. Peladeiros, amigos, e tudo isso no quintal de casa. O que poderia ser melhor?

O organizador da pelada, Rafael Monteiro, e seu parceiro de campo, que tem até nome de técnico famoso, Joel Santana, dão um show de bola. Rafael afirma que o campo de futebol é bem cuidado e seguro. Ele explica como funciona a pelada: “Nós criamos um site para marcar o jogo. Anunciamos a data na sexta, e a confirmação tem que ser dada até domingo”.


Rafael Petras, Juarez Souza e Gustavo Valente dão goleada de humor e descontração. Juarez declarou que os encontros são fantásticos. “Eles nos motivam muito. A estrutura do condomínio foi um dos fatores que me fizeram vir morar aqui”.

Flaviano Pichitelli, Marcelo Rego e Ricardo Volpe formam um trio cheio de garra. Eles defendem que o campo é muito bom, e o grupo, legal de conviver. Marcelo afirma que o clima é de descontração e muito saudável.

Gil Borges, Leonardo Costa e Daniel Cristiano são uns dos craques mais entusiasmados. Eles incentivam os outros moradores a entrarem na pelada. “Praticar esporte e cuidar da saúde dentro do condomínio é um privilégio”, diz Gil.

Davi Silva e Thiago Aires são favoráveis à ideia de um campeonato no condomínio. “É muito bom poder reunir a rapaziada. O campo sempre está conservado, e o banheiro é sempre limpo”, relata Thiago.


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M

undo que te quero verde

Diz a sabedoria popular que precisamos plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho para termos uma vida completa. E para muita gente, essa máxima é lema. Somado a isso, o desejo supremo de viver num ambiente sustentável em plena harmonia com o planeta. Assim, o Cidade Jardim representa um pouco disso tudo. E num belo domingo de sol, moradores viveram o simples da vida, com sabor de grandiosidade, receberam suas árvores, que foram batizadas com os nomes das famílias e que crescerão junto com tantas crianças.

Alerta

Preservar a natureza, cuidar da fauna e flora é um dever de todos. Você, morador, que escolheu o Cidade Jardim, por ser um espaço onde a sustentabilidade é prioridade, ajude-nos a proteger o meio ambiente. Denuncie a caça de animais e o desmatamento.

Moradora do Jequitibá, Marialva Torturella teve o nome de sua família escrito em uma enorme palmeira na entrada do condomínio. Radiante com a iniciativa, ela disse que adora todas as atividades inéditas que o Cidade Jardim elabora e que faz questão de participar. Marialva disse que irá acompanhar o crescimento de sua palmeira e que isso a ajudará a conhecer melhor o Bairro.

Jorge e Janaina Azevedo, moradores do Jatobá, aprovaram a iniciativa desde que compraram seu apartamento. Segundo eles, esses momentos criam laços entre os moradores. O casal afirmou que também vai acompanhar o desenvolvimento da árvore que leva o nome da família.

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Sandro Maguela achou excelente a iniciativa, que, segundo ele, foi o que o impulsionou a comprar seu apartamento. Sandro disse que seu pai, Armando Maguela, morador de Coelho Neto, irá adorar a árvore que leva o sobrenome da família, já que é conhecido por cuidar das árvores da praça onde mora.

A árvore que ainda está começando a dar frutos é de Maria das Graças Barbosa. A moradora do Orquídeas achou maravilhosa a ideia de ter uma árvore com seu nome, pois ajuda na preservação e conscientização do parque e da natureza do Bairro.

O designer Roberto Moreira e a farmacêutica aposentada Lúcia Fukase homenagearam seus pais, Potiguara Moreira e o japonês Itiro Fukase, usando seus sobrenomes na árvore. Morando há um ano no Ingá, o casal adorou a localização de sua árvore, que fica bem no caminho por onde passam para fazer suas caminhadas diárias.

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Pais do pequeno Caio (4 anos), Ygor Ururahy e Cristina Vianna irão usar a árvore que leva o sobrenome da família para conscientizar o filho. O casal, que mora no Figueira, quer ensinar ao pequeno Caio como amar a natureza, começando pela sua própria árvore.


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Avenida das Artes, bela mistura

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novo Bairro Cidade Jardim tem surpreendido o Rio de Janeiro e imprime na região da Barra da Tijuca uma forma nova de viver. É um retorno ao antigo quintal de casa, com todo o conforto e evolução do século XXI. É morar bem, com um novo modelo de ocupação urbana, que resgata o mais belo e poético jeito de viver do carioca. Assim, a cidade presenciou, e o morador Cidade Jardim vivenciou a Avenida das Artes. Nesse caldeirão fervilhante, uma mistura mágica da arte: música popular e clássica, grafite, desenho, cartum, teatro, malabares, literatura, artes plásticas, discussão de boas ideias, estátuas vivas e, para temperar ainda mais essa “beberagem”, o olhar e a alegria de centenas de famílias do Cidade Jardim e mais uma legião de visitantes. Resultado: a mistura mais carioca, com pitada do Promenade Chandon Paris. É que a ideia foi inspirada em manifestações que surgiram no Arco do Triunfo, na França. O projeto, idealizado pelas empresas parceiras RJZ Cyrela e Carvalho Hosken, e que abriu espaço para tantos talentos, marcou a capital e com certeza se repetirá ano a ano.

Em cena: o belo, a alegria, a arte de rua, o mais gostoso da cultura nacional com o olhar de quem abriu a porta de casa e encontrou no seu quintal cores, sons, texturas... Um universo repleto de encanto, uma viagem mágica ao mundo Cidade Jardim.


Moradora do Figueira há cinco meses, Eliana Silva Benjamin adorou passear com Roger, seu cãozinho, pela Avenida das Artes. Ela gostou muito dos quadros, principalmente aqueles que retratavam as paisagens do Rio de Janeiro. Esse foi o primeiro evento de que participou, e ela ficou muito feliz.

Passeando com a pequena Maria Luiza (5 meses) e observando os desenhos de grafite no muro feito pelo filho, Bernardo (9 anos), Francine Vieira aproveitou o sábado ensolarado perto da família. Moradora do Ipê, adorou a música de qualidade e achou muito importante haver eventos como a Avenida das Artes para a formação cultural e social de seus filhos.

Luciene Hegedus e Júlio aproveitaram a Avenida das Artes para poder comprar um livro de fotos. Já Bruno (9 anos), filho do casal, adorou grafitar no mural. Os pais estavam felizes em poder dividir com o filho um momento cultural e pertinho de casa.

Flávia Barbosa, moradora do Ingá, pôde deixar o filho, Henrique (8 anos), tranquilo no muro do grafite para fazer seu desenho. Segundo ela, além de diversão, havia muita segurança, o que torna o evento melhor ainda.


Leonardo Portella, a esposa, Vivian, e a pequena Letícia (2 anos) também curtiram muito o dia cultural. O casal adorou a cantoria, MPB pura, e se divertiu também com a filhota no mural.

A moradora Lygia da Costa, do Jatobá, trouxe o namorado, Nilton Duarte, para conhecer a Avenida das Artes. O casal aproveitou, observou cada trabalho, adorou os grafites e ainda passou pelo lápis do cartunista. Há um ano no Ingá, Débora Rocha e Hebert Lemos acharam interessante a Avenida das Artes. O casal adora eventos culturais. Comentaram sobre a beleza dos quadros e foram retratados pelo cartunista Netto.

Vera Cruzado, acompanhada de Victoria (11 anos) e Rafaela (7), adorou cada momento. Arte somada a tranquilidade e muita segurança é tudo de bom. O local ainda proporcionou a Victoria espaço para andar de skate.


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O sax de Ademir Leão

demir Leão é artista de rua, toca seu saxofone há mais de 27 anos, em frente ao metrô da Carioca. Esse paulista de São José dos Campos adotou a Cidade Maravilhosa para morar. Pioneiro em tocar sax na porta do metrô, já participou de programas como o Programa do Jô, onde passou por três vezes e ganhou um sax novo do músico Tomate, e resalta sua primeira aparição dentro da telinha no programa da Xuxa: “Foi a primeira vez que eu realmente fui a um estúdio de televisão”. Com um sorriso largo no rosto, contando sempre suas histórias e orgulhoso de já ter participado de dois filmes, Ademir Leão (que nasceu Ademir de Paula Moraes) conta, para arrancar risadas do público: “Eu trabalhei no filme Histórias de Amor Duram Apenas 90 Minutos, com o ator Caio Blat, e olha, ele aparece pelado no filme”. E, em meio às risadas, ele aproveita para dizer com seu bom humor sobre a sua aparição no filme da saga Crepúsculo – Amanhecer, Parte 1: “Quando o casal de vampiros chega à Lapa, aparece meu bochechão junto com a banda” conta, tirando mais risadas do público, que escuta suas histórias entre uma música e outra. Esse artista traz na bagagem “causos” impressionantes. Ele conta que sua chegada à cidade foi difícil, morou por três dias no Copacabana Palace, tempo suficiente para que seu dinheiro acabasse: “Pensava em chegar lá e tocar meu sax na piscina, achava que alguém podia me ouvir e me contratar, porém isso nunca aconteceu. Não me deixaram tocar na piscina, então tive que sair e fui morar na Rodoviária Novo-Rio e não me envergonho disso���, conta ele, que mora atualmente em Bangu. O músico, que tem como influências o artista Paulo Moura e os internacionais Charlie Parker e

“O artista tem de ir aonde o povo está” Dexter Gordon, ressalta a importância de eventos como a Avenida das Artes para o público: “Eu acho isso uma loucura que já devia ter existido muitos anos atrás, pois é como o Milton Nascimento dizia: ‘o artista tem de ir aonde o povo está’”.


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Fazendo da vida uma História em Quadrinhos

rianças e adultos de todas as idades já se encantaram com aventuras como as da Turma da Mônica, Homem-Aranha, Garfield, Snoopy, Batman, entre tantos outros personagens das histórias em quadrinhos. Mas quem já se imaginou sendo um desenho animado e viver no mundo dos HQs? Transformar as pessoas em belos cartuns, esse é o trabalho dos desenhistas Débora Trindade e Renato Netto. Ambos fizeram a alegria das crianças e dos adultos que visitaram a Avenida das Artes, no Cidade Jardim. Essa iniciativa de pintar pessoas ao vivo, transformando-as em cartum, é pioneira no Brasil: “Copiamos dos americanos. Eles faziam assim, então resolvemos imitar a ideia. No início, foi difícil arrumar pessoal para o trabalho, já que não se acreditava muito no conceito. Mas foi um sucesso, e hoje muita gente faz”, diz a cartunista Débora, que também é formada em Biologia, mas escolheu o desenho para trabalhar. Para quem quer trabalhar com desenho, ela deixa a dica: “Desenho, você aprende desenhando, não tem mistério”. “Comecei a desenhar os amigos no restaurante enquanto esperava a pizza”. Foi dessa maneira despretensiosa que Netto, formado em Belas Artes, começou a trabalhar com o cartum. Ele, que já teve trabalhos publicados no Jornal do Brasil, O Globo e na imprensa internacional, foi chamado para fazer seu trabalho no Hard Rock Cafe.

“Esse foi o grande degrau para a minha carreira, consegui maior visibilidade do meu trabalho”, conta ele, que também ressalta o motivo de seu trabalho ser tão procurado: “O meu desenho não agride a pessoa, diferente da caricatura, que aumenta o defeito do desenhado. Eu faço para que meus clientes saiam satisfeitos, e não para que os outros zombem dele através do meu desenho”.


Respeitável público A Universidade do Circo (Unicirco) foi outra a difundir sua arte na Avenida mais cultural da região. Esticou a lona para mostrar a arte milenar no evento do bairro. Apenas como um aperitivo de toda a universidade, malabares e equilibristas fizeram demonstrações e ainda deram o gostinho ao público de como é fazer malabarismo. Além de elogiar a organização do evento, o Instrutor da Unicirco, Thiago Campello, ainda comentou que o contato com o público é muito bom. “A satisfação é grande, por dar alegria e ser recíproco. Um aplauso ou sorriso é o mais importante para um artista circense”, revelou Thiago.

Morador do Ingá, Walmar Zanini levou sua filha, Luana, para curtir um dia de pura arte. Apesar de a menina ter adorado a parte do pula-pula e das pinturas, o pai achou tudo muito fino. “Pelo visual, música ambiente e organização, é o melhor evento do Cidade Jardim”, elogiou.

Moradores do Jatobá, Luiz Paulo Frigo e Priscila Zidan se dividiram entre palestras e o show de Elaine Souza e Banda. Além disso, o casal falou que a arte do grafite também chamou a atenção. “Realmente estamos gostando do evento”, afirmou Priscila.


Aberta ao público, a Avenida das Artes foi prestigiada por Susana Ventura e seu filho, Afonso (10 anos). Moradores do Recreio, os visitantes ficaram vidrados na tenda da livraria Blooks. Para a portuguesa, que está há 12 anos no Brasil, foi uma ótima iniciativa do Cidade Jardim. Ela afirmou que faltam eventos como esse na região. “Podia ter todo ano, que eu viria”, concluiu.

Sempre apreciando os eventos promovidos pelo Cidade Jardim, Sandra Rocha e sua filha, Juliana, não ficaram de fora da Avenida das Artes. A menina fez um coração no espaço de origamis, enquanto a mãe apreciou o evento como um todo. “Hoje eu tinha outro compromisso. Mas vou me atrasar só para ficar mais um pouquinho aqui”, revelou, com bom humor, a moradora do Ipê.

David Fernandes aproveitou o dia de sol para levar seus filhos, Bruna e David, para curtirem um dia de vários tipos de arte. Morando há dois meses no Orquídeas, o pai disse que, para quem tem filho, o bairro é muito estimulante. Ele ainda revelou que escolheu o Cidade Jardim justamente pelo ambiente familiar e pelo clima de bairro. “Não há mais lugares parecidos com este”, completou.

Sucesso entre as crianças, o origami também atraiu Ana Luísa. Mesmo morando no RIO2, ela foi curtir o caldeirão artístico do Cidade Jardim. Segundo a menina, sua obra de arte será dada de presente para sua mamãe.


O ex-jogador de futebol Jean, que já atuou pelo Flamengo, Fluminense e Vasco, também esteve prestigiando a Avenida das Artes. Assim que chegou, Jean foi fazer uma caricatura e adorou o resultado. “Achei lindo, eu fiquei mais bonito”. Ele também contou que ficou sabendo do evento por meio de uma amiga e ficou curioso para ver do que se tratava. “Valeu a pena ter vindo, estou gostando bastante”.

A moradora Gabriela Rodrigues convidou a amiga, Natália Guerra, para comparecer ao evento. As duas gostaram muito da iniciativa. “Gostei de experimentar o grafite, foi a primeira vez que tive a oportunidade. Agora vamos ver os livros e depois fazer uma caricatura”, falou Gabriela.

Estátua!!!! Na Avenida das Artes, o ator Areias Herbert, que trabalha com estatuísmo há 26 anos, superou o calor e impressionou a todos pelo seu autocontrole. Sem se mover, ele, em poucas palavras, explicou a sua arte: “É uma arte de um corpo inerte, de muita contemplação e interação com o público”.


Orquestra Sinfônica Brasileira

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concerto realizado pela Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) foi um dos pontos altos da Avenida das Artes. A formação composta só com instrumentos de cordas (violinos, viola e violoncelo) mostrou um pouco da música clássica e também apresentou versões de músicas brasileiras. Em parceria com a Carvalho Hosken, a OSB vem fazendo diversas apresentações para levar mais essa vertente cultural a todos. A Gerente Educacional da OSB, Anahi Ravagnani, acompanhou os músicos e falou sobre o trabalho que vem sendo realizado pela Orquestra. “A ideia é levar pequenas e diferentes formações da Orquestra a lugares distantes do Theatro Municipal. O intuito é formar plateia, atingir pessoas de todas as idades e lugares com músicas acessíveis, que já são conhecidas, mas cujo compositor as pessoas ainda não sabem quem é”. Roberta Sanches, da Orquestra Sinfônica Brasileira, também comentou a importância da iniciativa e os objetivos que ela pretende alcançar. “Um dos principais focos do investimento é disseminar a música clássica em um bairro que ainda não tem essa cultura pela distância com o Theatro Municipal. A parceria consiste em realizar essas apresentações didáticas, e um dos lugares contemplados, como não poderia deixar de ser, foi este evento aqui no Cidade Jardim”. Se a música é capaz de causar sensações em quem está ouvindo, a OSB obteve sucesso nessa tarefa. Quem assistiu à apresentação realmente curtiu, o que deixa Anahi muito feliz. “Para a gente, é sempre maravilhoso, cada lugar é uma maneira diferente, uma aproximação diferente, e isso nos encanta. As pessoas se concentraram, ouviram a música, conseguiram ser tocadas, e isso deixa a gente muito feliz”.

Soraia Salazar é moradora do Figueira. Na companhia da amiga, Ana Lucia, ela se deliciou com a apresentação. “Primeira vez que vejo, e está aprovada. As obras apresentadas são bem interessantes, para todos os gostos, assim como todo o evento”.


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Arte de rua

grafite foi a grande atração da Avenida das Artes, que atraiu “artistas” de todas as idades. Um grande mural recebeu a marca de muitos moradores, que soltaram a imaginação. Teve um pouco de tudo: carro, árvore, nomes, bonecos, desenhos de todos os jeitos, cores e tamanhos. Sob a supervisão de Marcelo Eco, um dos grafiteiros mais reconhecidos do país, o espaço foi sucesso total. Enquanto fazia o primeiro desenho para inaugurar o mural, Marcelo se disse feliz por ver o grafite no evento. “Quando entraram em contato, eu fiquei superfeliz. O grafite também é cultura, e a cultura abre portas, mentes, corações. Ela tem função social e educacional. Iniciativas como essa são importantes até mesmo para a evolução do ser humano”.

À medida que iam chegando, os moradores pegavam as latas e deixavam a imaginação fluir. Crianças, adultos, idosos, não importava. Como Marcelo diz, o grafite é uma arte sem limites. “É uma arte acessível a todas as faixas etárias e financeiras. Além disso, trouxemos um pouco da rua para um local residencial, e isso é maravilhoso, não tem preço”. Claro que os traços nem sempre saíam como desejado, mas isso não era problema. O foco era levar mais uma manifestação cultural ao público e, quem sabe, descobrir novos artistas. “O primeiro contato é difícil, mas a ideia de experimentar é demais, e isso pode levar a pessoa a procurar alguém para ter aulas e levar adiante, mas o mais importante é incentivar o público”.


Juliana Toscano estava com os filhos, Pedro (3 anos) e Lucas (5). “Foi uma experiência maravilhosa, nunca tinha feito. No começo é difícil, mas foi legal”, falou Juliana. Pedro já tinha desenhado, queria desenhar mais e, em apenas uma frase, resumiu o que achou: “Foi radical”.

Ivonete Batista é moradora do Ingá e mãe do Gabriel (10 anos). O jovem mostrou toda a sua inspiração no grafite e achou muito legal. Ivonete também estava adorando. “Gosto muito de todos os eventos. Nem preciso mais sair de casa, de tantas atividades e eventos que há aqui no Cidade Jardim”.


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CAFÉ LITERÁRIO ntre as muitas notas musicais, jatos de spray, dobras, pinceladas e malabarismos, a Avenida das Artes também promoveu o Café Literário. Com os melhores profissionais da área de moda, música, artes plásticas e literatura, palestras atraíram quem estava por perto para curtir um descontraído bate-papo com muita troca de informação.

Para abrir a série de palestras, o colecionador de obras de arte André Calazans e a artista plástica Vanessa Rosa deram boas dicas falando do tema Como investir em obras de arte sem gastar muito dinheiro. Sobre esse assunto, André, que também é investidor, disse que o principal é gostar do objeto. “Após admirar alguma obra, é necessário pesquisar e colher informações sobre estilos para, por fim, comprar aquilo que desperte o gosto estético. Com experiência e visão no futuro, ainda é possível lucrar com compra e venda de obras de arte”, explicou Calazans. Vanessa, que está com exposição na Caixa Cultural, afirmou que, se a pessoa deseja investir nesse mercado, o momento é mais do que propício. Para ela, o principal incentivo é o crescimento da economia brasileira. “As pessoas têm mais dinheiro, as galerias estão trabalhando com artistas novos, e, por isso, é possível comprar boas obras e baratas”, completou. André Calazans informou que com até R$ 2.000 é possível investir em produtos de artistas renomados.

Com uma visão diferenciada sobre moda, o palestrante Mauro Meirelles mostrou para seus ouvintes, na segunda palestra do dia, que a moda não é coisa só para menina. Trabalhando na Redley, Mauro contou como a moda é dinâmica e lucrativa. Ele, que já teve que morar na China a trabalho e viaja com frequência para buscar tendências, contou como é difícil a missão de se arrumar mão de obra para a alta-costura e sua importância dentro do cenário da moda. Além de mostrar que o Rio de Janeiro é um grande importador de moda praia, ele deixou uma dica para quem quiser entrar no ramo: “Não saia da faculdade achando que já sabe tudo, pesquise e corra atrás sempre do novo”.


Após a palestra de moda, foi a vez de a música ser assunto no Café Literário. Para abordar o tema Sucesso musical, uma parceria entre produtores e artistas, ninguém mais ninguém menos que o produtor musical de Roberto Carlos, Guto Graça Mello, e Victor Pozas, que está na Rede Globo desde 1996, que compartilharam suas experiências da carreira.

Em casa, no Cidade Jardim, o tempo foi curto para tanta boa história. Guto tem no currículo produções de Roberto Carlos, Xuxa, Padre Marcelo Rossi e diversas novelas e, como também é compositor, a música de abertura do Fantástico é de sua autoria. E foi justamente sobre o programa tradicional de domingo que ele abriu a conversa. “A história da composição da música do Fantástico é muito legal. Estava na maternidade no dia 24 de dezembro de 1973, aflito para o nascimento da minha filha. Já no quarto, estava eu com meu violão, quando olhando para ela comecei a tocar algumas notas. Foi muito emocionante. Depois mandei a melodia para o Boni, ele gostou e compôs a letra”, disse. Guto ainda falou da sua parceria de sucesso com o Rei da música brasileira. De acordo com ele, a união começou na época mais difícil da vida de Roberto Carlos, logo após a morte de Maria Rita. “Eu gosto de desafios. Ele estava sem inspiração. Quando começamos a trabalhar juntos, eu era um trator obrigando a produzir”, explicou. Victor Pozas concluiu a palestra dizendo que, apesar de o mercado estar mais fechado por causa das novas tecnologias, ele é feliz com a profissão. “Posso dizer que somos felizardos por todo o sucesso”, disse. Já Guto encerrou agradecendo pela oportunidade e revelou que histórias como essas poderão ser lançadas em um livro.


A vida tem a cor que você pinta

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máxima de Charles Chaplin ilustra bem a Avenida das Artes, onde 10 artistas apresentaram suas telas, numa miscelânea de cores, texturas e estilos. Talento a toda prova. Confira.

Quem passasse pelas enormes e belas imagens de floristas e flores pintadas com cores vivas nos quadros da galeria, estaria vendo as obras de releitura da pintora Edina Warthon. Com fortes influências de Monet, Renoir, Romanelli e Manoel Costa, a artista tem suas pinturas feitas a óleo e com tinta acrílica. “Desde os 7, eu desenhava. Então, com 20 passei a pintar e descobri que podia vender minhas pinturas e ganhar dinheiro com isso”, afirma a artista, que largou seu trabalho no ramo da moda para se dedicar à pintura. Ela explica também como funciona o trabalho de releitura das obras de arte. “A gente se inspira nos trabalhos de outros artistas e monta o nosso. Com isso, o preço fica melhor. Uma pintura de Manoel Costa chega a custar de R$ 10 mil a R$ 14 mil, e o meu custa R$ 550,00. Assim, a pessoa pode ter uma obra de qualidade sem precisar gastar muito ou ser colecionadora”. Edina também tem um projeto para o artista que quiser começar a trabalhar: “A melhor maneira de um artista apresentar seu trabalho é nas feiras. Para isso, nós temos o Espaço Recriarte, no Recreio, no Posto 10, aos domingos, onde o artista pode apresentar sua obra e não precisa pagar nada”.

No começo da carreira, o pintor Paulo Mattos começou a fazer imagens surrealistas, porém foi nas artes feitas em cerâmica que o artista encontrou o seu ponto forte. No início, pintava em vasos, mas com a facilidade com que os vasos se quebravam, ele preferiu fazer suas obras em pratos. No começo de sua carreira, seu primeiro contato com o público surgiu de um convite para apresentar seus trabalhos em uma feira hippie em Ipanema, onde conseguiu vender 21 peças de seu acervo. Entre suas figuras geométricas, peixes e florais, o artista destaca Salvador Dalí como o pintor surrealista de que mais gosta, mas ressalta que não teve influências para começar a pintar. Segundo o próprio pintor, tudo aconteceu por acaso: “Comecei a pintar por não ter nada que fazer. Então, primeiro comecei a pintar uns vasos, e depois passei para os pratos”.


Rosane C. Lou já fez curso de restauração de peças antigas, esculturas, moldura com madeira de demolição, e agora trabalha mais com as mandalas. “As mandalas não são somente enfeites, elas também trabalham a energia do local onde estão. Quando comecei a estudar os cristais, percebi que poderia ser uma diferenciação no trabalho. E não adianta você escolher o cristal, é o cristal que escolhe você”. Sobre a participação no evento, a artista acredita que é uma forma de valorizar pintores que, como ela, trabalham por conta própria.

Lucia Valadão começou a pintar por influência do irmão. Ao observá-lo pintando, começou a praticar. No começo, as obras eram destinadas somente a amigos e familiares. Com o passar do tempo e a chegada de elogios, começou a vender. Os quadros são uma mistura de um estilo conhecido e um toque de originalidade. “Meu irmão fazia muito cubismo, e eu peguei isso dele. Mas essas formas arredondadas, a questão de colocar a textura, tintas acrílicas, isso foi uma ideia minha”. Para Lucia, eventos como a Avenida das Artes são importantes para mostrar o trabalho para diversos públicos diferentes.

Alberes Albuquerque começou a pintar ainda quando criança. Por pressão do pai, teve que parar e foi estudar Administração. Voltou a praticar quando ficou mais velho. Hoje, se considera um artista contemporâneo com um trabalho figurativo abstrato. “Tento trabalhar mostrando para as pessoas que materiais descartáveis podem virar arte, como gaiolas, pedaços de madeira. A gente vive um momento em que tudo é descartável, e eu tento mostrar isso”. A inspiração, claro, vem do meio ambiente. “Sempre fui muito ligado a tudo que está na terra, faço movimentos com o Greenpeace e tento passar isso, que todos têm que ter essa consciência com o meio ambiente”.

Lindemberg Graciano pinta há 10 anos e começou por influência de um tio, que era pintor. No início, ajudava no desenho dos quadros, e depois começou a pintar. A inspiração do artista vem da Cidade Maravilhosa. “Me inspiro muito no Rio de Janeiro, na natureza, em paisagens. Olho as fotografias e pinto igual. É um tema bonito, e, como um bom carioca, amo minha cidade, e nada melhor que pintar meus quadros com ela de referência”. Os quadros de Lindemberg são sempre baseados nas cores, sejam fortes ou suaves.


O talento de Dynion Golau

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a Avenida das Artes, ainda tivemos lançamento do livro O Espelho de Nagazã (Editora Orago), do escritor Dynion Golau. A obra é a primeira de uma trilogia. Ambientado no Rio de Janeiro, o enredo mistura religião, fatos reais e ficção, contando a história de uma jovem restauradora que se vê envolvida em uma conspiração de tráfico de artefatos. Para saber mais sobre o livro e o escritor, confira o bate-papo que a Revista Cidade Jardim fez com o autor de O Espelho de Nagazã. CIDADE JARDIM: Por que você decidiu contar uma história sobre artefatos sacros? DYNION GOLAU: Isso é coisa de autor mesmo (risos). Eu tive contato com um artefato e, a partir daí, fui bolando a história. Além disso, outro motivo para escrever esse livro foi que, além de ser uma bela história, eu queria mostrar e falar da cidade atual do Rio de Janeiro. CIDADE JARDIM: Para você, como é lançar seu livro neste evento do Cidade Jardim? DYNION GOLAU: Excelente. Já que eu queria fazer o lançamento num local cultural, tudo casou perfeitamente, e hoje estou aqui lançando O Espelho de Nagazã. CIDADE JARDIM: Como você se tornou escritor? DYNION GOLAU: Me tornei escritor por vontade de escrever mesmo. Na empresa onde trabalho, eu sou gerente de projetos e analista de sistemas, mas eu já escrevo há muito tempo. Desde 2006, tenho um blog, que deu origem ao meu primeiro livro, voltado para a poesia. E desde essa época, fiz um livro só de crô-


nicas, uma série juvenil, chamada Kaluanã, entre CIDADE JARDIM: Qual autor te inspira? outras coisas. DYNION GOLAU: Eu procuro sempre empregar algo novo. Mas na literatura fantástica, que é o CIDADE JARDIM: E você já está pensando em meu estilo, existem algumas linhas que eu sigo. O viver só da carreira de escritor? Espelho de Nagazã, por exemplo, tem um ficcional DYNION GOLAU: Aqui no Brasil, isso é complica- baseado no dia a dia. Nesse sentido, Dan Brown e do. Até porque tudo começou como um hobby, e Agatha Christie são alguns em quem me espelho. foi a partir do segundo livro que entendi que poderia começar a ter algo mais dinâmico e frequen- CIDADE JARDIM: Que dica você daria para a te. Estou no quarto livro. Quem sabe mais pra fren- pessoa que gostaria de fazer um livro e não te não consiga trabalhar com meu hobby (risos)? sabe como começar? DYNION GOLAU: Eu falaria para colocar no papel CIDADE JARDIM: Por você ter sua profissão, a ideia ou o que está pensando. O primeiro passo como você arranja tempo para escrever? é começar escrever. Mas claro que tem de seguir DYNION GOLAU: Eu tenho costume da escrita o estilo e uma linha. diária. Então, eu vou de ônibus só para ter tempo pra escrever. Além disso, finais de semana e férias me ajudam muito.


Cidade Jardim é arte

Amanda Sampaio (ASCIJA) também foi retratada pelo cartunista Netto.

Nem a equipe de reportagem escapou do traço talentoso de Netto.

Jairo Lourenço é pintor há 14 anos. Desde que começou, foi fazendo da pintura parte do dia a dia até criar o próprio ateliê. Aprendeu sozinho, e hoje prefere pintar diversas paisagens, sejam do Rio de Janeiro ou não. “Paisagem é diferente do abstrato, que depende da imaginação. A paisagem é vista”. Jairo procura ir aos próprios locais para fazer as pinturas. Quando não pode, baseia-se em fotografias e livros. Segundo ele, o importante é passar a beleza do local, não importa como.

Fernando Milanez (ASCIJA), Daniel Junqueira (Carvalho Hosken), Alexandre Amaro (Carvalho Hosken), Maria Helena (RJZ Cyrela) e o saxofonista Ademir Leão.


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gente fez bonito

Marcelo Rufino e Mônica Jatobá (2º lugar na Corrida)

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Corrida do RIO2 não foi somente para os moradores do condomínio vizinho. Parte do percurso da prova passava pelo Cidade Jardim, e, assim, alguns moradores também participaram, caso de Mônica Jatobá, moradora do Ipê, e Marcelo Rufino, morador do Jacarandá. “A corrida foi legal, bem organizada, e eu corri em um tempo bom. Treino 3 a 4 vezes por semana, então foi bacana. Só achei que os moradores aqui do Cidade Jardim poderiam ter marcado uma presença maior”, comentou Marcelo. Mônica treina duas vezes por semana na praia e também faz spinning. O treinamento deu resultado, já que ela foi a segunda colocada na categoria dela. “A estrutura foi muito boa, e eu fico feliz de poder ter subido no pódio”, afirmou.


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Revista Cidade Jardim